Aula Cenoura
Aula Cenoura
INSTITUTO FEDERAL
TRIÂNGULO MINEIRO
Uberaba, MG – Outubro/2023 2
No século I, Gregos e Romanos já cultivavam formas O consumo de cenoura provê mais de 80% das
silvestres da cenoura em hortas para fins medicinais. necessidades de vitamina A em todo o mundo;
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Ceagesp, 2022
7 8
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Importância Econômica
Produtividade média
- Inverno: 30 a 40 t . ha-1
- Verão: 20 a 30 t . ha-1
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Diversidade genética
19 20
21 22
de cor alaranjadas ou carotênicas)
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India
Início do século 17: neerlandeses selecionam tipos carotênicos
a partir de populações derivadas da hibridização entre raízes Linha Equador
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Umbela primária (P) > 1000 flores Desenvolvimento floral é do tipo Centripetal
• Predominância de flores bissexuais (hermafroditas) • As flores mais externas ficam viáveis primeiro
• Várias umbeletas constituem uma umbela • Protandria cerca de 2 dias
• Algumas flores constituem uma umbeleta
Polinização entomófila: abelhas, vespas, moscas
Umbelas secundárias (S) < flores do que as 1arias
Umbela terciária (T) < flores do que as secundárias
29 Fonte: Embrapa Hortaliças 30 Fonte: Embrapa Hortaliças
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Sementes
31 32
Raiz
Ombro ou coroa
Pecíolo
Periderme
Caule
Floema
Ponto
crítico (*)
< 12 horas
X
Sementes Raízes Florescimento - sementes Baixas Ponto Altas
crítico (*)
1º ciclo 2º ciclo Temperatura
2º ano Temperatura
Elaboração: Jairo Vieira
Ciclo vegetativo semente-raiz Ciclo reprodutivo raiz-semente 35 36 Embrapa Hortaliças
Elaboração: Jairo Vieira
Fonte: Embrapa Hortaliças
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Temperaturas
37 38
S e c u n d á rio
Semeio
Primário
Ciclo
Colheita
39 40
Elaboração: Jairo Vieira Elaboração: Jairo Vieira
Fonte: Embrapa Hortaliças Fonte: Embrapa Hortaliças - junho/2003
Segmentos varietais
41 42
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Origem: França
Sensível às doenças de parte aérea
Origem: Japão
Raiz cônica
Várias cultivares deste grupo
Coloração: vermelha-alaranjada
no mercado
Comprimento da raiz: 15-20 cm
45 46
Elaboração: Jairo Vieira
Elaboração: Jairo Vieira
Foto: Patricia Ritschel
Fonte: Embrapa Hortaliças
47 48
Elaboração: Jairo Vieira Elaboração: Jairo Vieira
Foto: Patricia Ritschel Foto: Patricia Ritschel
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Grupo Brasília
Horticeres (2003)?
- 18 a 22 cm
comprimento;
- 3 a 3,5 cm de
diâmetro;
- Alaranjada intensa e
com miolo pequeno;
Plantio de verão: out a fev - < ombro verde.
A B C D E F G K L
53 54
Fonte: Catálogo Sementes OHLSENS ENKE
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Cultivares
Escolha?
47
55 56
Germinação
20 a 30 oC
Emergência:7 a 10 DAS
57 58
Ideal
15oC a 21oC temperatura ótima para produção
Rápida
% Germinação
Temperatura oC
Deslocamento da curva cultivares tropicais em desenvolvimento com capacidade de germinar sob alta
ideal 16- 21C
59 temperatura 60
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61 62
Calagem Adubação
• Análise do solo
• Quantidade calcário: Saturação de bases (V2 =
60%) • Exigência nutricional da cultura
• Macronutrientes: K > N > Ca > P > S >
• pH = 6,0 Mg
• Micronutrientes: B e Zn
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Adubação Adubação
Minas Gerais: produção esperada de 35 a 40 t ha-1:
• Restante: 20 e 40 DAE
67 68 Fonte: Ribeiro et al., 1999
Adubação
Adubação Distribuição e incorporação de adubo
MG: recomendação de adubação mineral para a
cenoura com N, P e K
Semeadura manual
6 - 8 kg de sementes ha-1
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Época de plantio
Semeadura de Precisão (São Gotardo e Santa Juliana)
% de germinação
1 - 2 kg de sementes ha-1
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Ideal: 60 a 80 sementes por metro linear
74
Semeadura Desbaste
20 a 30 DAE
Semeadura rasa??
Profundidade: 0,5 cm a 1,0 cm Semeadura profunda?? 5 cm a 6 cm entre plantas
Operação onerosa
75 76
Tipos de semeadeiras
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Máquina de precisão
79
80
Fonte: Melo (2009)
Máquina de precisão 82
Fonte: Melo (2009)
Fonte: Melo (2009) Fonte: Melo (2009)
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85 86
Fonte: Melo (2009) Fonte: Melo (2009)
87 88
Fonte: Melo (2009) Fonte: Melo (2009)
89
Fonte: Melo (2009)
90 Semeadura com chuva
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Emergência
91 92
Fonte: Melo (2009) Fonte: Melo (2009)
Desbaste
Desbaste
30-35 D.A.S.
Lavoura pós-desbaste
95 96
Fonte: Melo (2009) Fonte: Melo (2009)
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Sulcador
Sistemas de Irrigação
Aspersão
Sistemas fixos com microaspersores: Irecê, BA
IRRIGAÇÃO Pivô central: Região do Alto Paranaíba, MG
Irecê, BA (< 10 ha)
Gotejamento
Sulcos
99 100
Elaboração Jairo Vieira
Fonte: Embrapa Hortaliças/1998
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Irrigações deficitárias nesse estádio ocasionam menor Necessidade de água atinge o máximo nível de demanda;
crescimento das plantas, com redução da produtividade; Déficit hídrico restringe o armazenamento de
Excesso ou déficit + solo mal preparado raízes carboidratos nas raízes, reduzindo o diâmetro e o
deformadas (tortas, bifurcadas e curtas). rendimento;
Formação de radicelas laterais (engrossamento de raiz e Época de colheita: determinada pela demanda do mercado;
maturação), prejuízos: produtor não dispõe de lavador Estresse hídrico durante o final do estádio anterior e o de
capaz de eliminar as radicelas, maior quantidade de solo maturação qualidade das raízes;
aderido às raízes prejudica o processo de lavagem, além
Variações bruscas no teor de água do solo: rachadura ou
de prejudicar a aparência externa.
fendilhamento longitudinal da raiz
107 Fonte: Vieira, 2007 108 Fonte: Vieira, 2007
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B e Ca
113
Fonte: Melo (2009)
114
Elaboração Jairo Vieira
Fonte: Melo (2009)
Fonte: Embrapa Hortaliças/1998
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PLANTAS DANINHAS
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Principais Herbicidas
Pré-plantio
Pós-emergência
121 122
Elaboração Jairo Vieira
Fonte: Embrapa Hortaliças
123 124
Complexo etiológico
Alternaria dauci Os 3 patógenos podem ser
Cercospora carotae encontrados na mesma
Xanthomonas campestris planta e até em uma única
pv. carotae) lesão.
125 126
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127 128
129 130
Controle
Uso de sementes livres de patógenos
Controle químico
131 132
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133 134
Podridão das raízes Podridão das raízes - Pectobacterium spp. e Dikeya spp (bact).
Sclerotium rolfsii, Sclerotinia sclerotiorum ou Pectobacterium Pós-colheita
spp. e Dikeya spp (bact). - Quando as raízes são colhidas em solos molhados
e/ou após a lavadas, as raízes não são
adequadamente secas antes de serem embaladas
(encaixotadas).
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139 140
Controle
Rotação de culturas; plantas antagonistas (Tagetes, milho,
sorgo, Stylosanthes, Crotalaria e Styzolobium) – 120 dias
141 142
129
Principais pragas
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Colheita
Ponto de colheita
Modalidade de colheita
COLHEITA
Cultivar
Condições climáticas
145 146
Colheita
80 – 120 dias após a semeadura;
Ponto de colheita
Amarelecimento e secamento das folhas mais velhas;
Arqueamento para baixo das folhas mais novas;
Colheita manual
Com arrancadeira
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Elaboração Jvieira & MLana
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Colheita mecânica
Vídeos
151 152
Pós-Colheita Pós-Colheita
Após o arranquio: Pequenos produtores:
- Parte aérea é destacada (quebrada) da raíz; - Máquinas simples para lavar as raízes;
- Pré-seleção eliminando as raízes com defeitos; - Seleção e classificação feitas manualmente
- Lavadas, selecionadas, classificadas e
acondicionadas; Grandes produtores:
- Classificadas (comprimento e % de raízes com - Possuem máquinas que lavam, secam e classificam
defeitos). as raízes;
-A seleção e acondicionamento são feitos
Video
153 154 manualmente
155 156
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159 160
Rótulo
As embalagens deverão ser rotuladas em local
de fácil visualização, conforme o exemplo abaixo:
161 162
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163 164
165 166
167 168
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169 170
Elaboração Jairo Vieira
Fonte: Embrapa Hortaliças
171 172
Elaboração Jairo Vieira Elaboração Jairo Vieira
Fonte: Embrapa Hortaliças Fonte: Embrapa Hortaliças
simonesilva@[Link]
173
29