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Evos Bula

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EVOS

Bula Completa
Página 1 de 22

EVOS
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº
5714
COMPOSIÇÃO:
Methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy) pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate
(AZOXISTROBINA) ................................................................................. 250,00 g/L (25,00% m/v)
(RS)-2,4'-difluoro-a-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl) benzhydryl alcohol
(FLUTRIAFOL) …………………………………………………………………250,00 g/L (25,00% m/v)
Outros ingredientes ...................................................................................657,10 g/L (65,71% m/v)

GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Fungicida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Estrobilurina (Azoxistrobina) e Triazol (Flutriafol)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA
Avenida Sete de Setembro, 4923 – 19ºandar – Batel - Curitiba/PR – CEP: 80240-000
Tel. (41) 3071-9100 - CNPJ: 10.409.614/0001-85
Inscrição Estadual: 90.463.291-01 - Registro Estadual no 003483 – SEAB/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:


AZOXISTROBINA TÉCNICO AGRISOR - Registro MAPA nº 31319:
CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD.:
Fourth Huanghai Road, Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County, 226407 Nantong City,
Jiangsu Province – China

AZOXISTROBINA TÉCNICO ALTA - Registro MAPA nº 07112:


LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO., LTD:
Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone) Guan Nan County, Lian Yun Gang city, Jiangsu
Province - China

AZOXISTROBINA TÉCNICO ALTA II - Registro MAPA nº 18218:


SHANGHAI HEBEN-EASTSUN MEDICAMENTS CO., LTD:
No 2 Linbao Road, South of Tinglin Industrial Park, Jinshan, Shanghai, 201505 – China

AZOXYSTROBIN TÉCNICO BAILLY - Registro MAPA nº 1618:


TAIZHOU BAILLY CHEMICAL CO., LTD.:
Nº 9, Zhonggang Road, Taixing Economic Developing Zone, Taixing City, 225404, Jiangsu - China

AZOXISTROBIN TÉCNICO SINON - Registro MAPA nº 16016:


SINON CORPORATION:
101, Nanrong Road, DaDu District, Taichung City 43245 - Taiwan, ROC
SINON CHEMICAL CO., LTD:

BL EVOS - Inclusão de Alvo - Milho


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EVOS
Bula Completa
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28, Beicun road, Zhelin Town, Fengxian District Shanghai - China


ZHEJIANG UDRAGON BIOSCIENCE CO., LTD.:
Nº 1 Fangjiadai Road, Haiyan Economic Development Zone 314304, Haiyan, Zhejiang – China

AZOXISTROBINA TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº 39119:


SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.:
Binhai Economic Development Area Weifang Shandong 262737 - China.

FLUTRIAFOL TECNICO ALTA - Registro MAPA nº 15412:


JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO. LTD.:
Unidade I: 28 Chengbei Road - Zhangjiagang, 215600 Jiangsu – China
Unidade II: North Area of Dongsha Chem-Zone 215600 - Zhangjiagang - Jiangsu - China

FLUTRIAFOL TÉCNICO SINON - Registro MAPA nº 2707:


SINON CORPORATION:
101, Nanrong Road, DaDu District, Taichung City 43245 - Taiwan, ROC
SINON CHEMICAL CO., LTD:
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District Shanghai - China

FORMULADORES / MANIPULADORES:
CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD.
Fourth Huanghai Road, Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong Country, Jiangsu Province,
Nantong City, 226407 – China

HEBEI VEYONG BIO-CHEMICAL CO., LTD.


Nº.6, Middle Huagong Road, Circulation Chemical Industry Park, Shijiazhuang City, Hebei - China

JIANGSU RUIDONG PESTICIDE CO., LTD.:


Nº 12 Liangchang East Road Jintan, Jiangsu - China

JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO. LTD.:


Unidade I: 28 Chengbei Road - Zhangjiagang, 215600 Jiangsu – China
Unidade II: North Area of Dongsha Chem-Zone 215600 - Zhangjiagang - Jiangsu - China

JIANGYIN SULI CHEMICAL CO., LTD.


Nº 7, Runhua Road, Ligang Town 214444, Jiangsu province, Jiangyin City - China

NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD.:


Beihai Road, nº 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town 315040, Zhenhai District,
Ningbo, Zhejiang Province – China

QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.


Xinhe Eco-Chemical Science and Technology Industry Base, Qingdao, Shandong - China

SHANGHAI HEBEN-EASTSUN MEDICAM. CO., LTD:


No 2 Linbao Road, South of Tinglin Industrial Park, Jinshan, Shanghai, 201505 – China

SHANGYU NUTRICHEM CO. LTD.:


Nº 9 Weijiu Road Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area,
312369 Zhejiang – China

BL EVOS - Inclusão de Alvo - Milho


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SINON CHEMICAL CO., LTD:


101, Nanrong Road, DaDu District, Taichung City 43245, Taiwan, ROC

SINON CORPORATION:
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District Shanghai - China

TAGMA BRASIL IND. E COM. DE PROD. QUÍM. LTDA.:


Av. Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP - Brasil – CEP:13.148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81 / Reg. Est. nº:477 - CDA/SP

ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.


Zhongshan, Xiaopu, 313116, Changxing, Zhejiang – China

Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E


CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Produto Importado / Indústria Brasileira


(Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme
previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO


CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Faixa azul (Azul PMS Blue 293 C)

BL EVOS - Inclusão de Alvo - Milho


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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:

EVOS é um fungicida sistêmico, usado em pulverizações preventivas, que apresenta duplo modo de
ação. Atua como inibidor da biossíntese do ergosterol que é constituinte da membrana celular dos
fungos e como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo
assim, a formação de ATP essencial nos processos metabólicos dos fungos. Dependendo do
patógeno, o produto também apresenta ação curativa e erradicante.

Efeito fisiológico: A aplicação de EVOS, nas doses recomendadas, podem proporcionar efeitos
fisiológicos positivos às plantas e aumentar a produtividade, melhorando a qualidade do produto final.

Doenças Nº máximo
Volume
Cultura

Nome Comum/ Dose de aplicação


de calda Época e Intervalo de aplicação
Nome (L p.c./ha por ciclo da
(L/ha)
Científico cultura
Mancha de 100-200
mirotécio (aplicaçã
0,20 - 0,30
(Myrothecium o Iniciar as aplicações preventivamente,
+
roridum) terrestre) reaplicando, se necessário, a cada 14 dias.
Algodão

0,5%v/v
Realizar no máximo 3 aplicações no ciclo da
adjuvante 3
30 a cultura. Para Ramulária, iniciar as aplicações
Ramulária a base de
40L/ha ao redor de 40-45 dias após a emergência da
(Ramularia óleo
(aplicaçã cultura.
areola) mineral
o
aérea)

As aplicações devem ser realizadas de forma


400 preventiva à ocorrência da doença, ou no
(aplicaçã aparecimento dos primeiros sintomas da
o doença. Reaplicar, se necessário, em
Amendoim

Ferrugem-do- terrestre) intervalo de 15 dias.


amendoim Utilizar a maior dose quando ocorrer maior
0,25 3
(Puccinia 30 a pressão da doença e condições favoráveis
arachidis) 40L/ha para o desenvolvimento, da mesma.
(aplicaçã Devem ser realizadas, no máximo 3
o aplicações por ciclo da cultura.
aérea) Realizar programa de rotação de ativos, não
utilizar EVOS em aplicações consecutivas.

Sigatoka 20 Iniciar a aplicação no aparecimento dos


Banana

Amarela (aplicaçã primeiros sintomas das doenças. Realizar no


0,5 4
(Mycosphaerell o máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com
a musicola) terrestre) intervalo de 14 dias.

BL EVOS - Inclusão de Alvo - Milho


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30 a
Sigatoka Negra
40L/ha
(Mycosphaerell
(aplicaçã
a fijiensis)
o
aérea)
As aplicações devem ser realizadas de forma
500
preventiva à ocorrência da doença, ou no
(aplicaçã
aparecimento dos primeiros sintomas da
o
doença. Reaplicar, se necessário, em intervalo
terrestre)
Pinta Preta de 7 dias. Utilizar a maior dose quando ocorrer
Batata

(Alternaria 0,40 -0,50 4 maior pressão da doença e condições


30 a
solani) favoráveis para o desenvolvimento, da mesma.
40L/ha
Devem ser realizadas, no máximo 4 aplicações
(aplicaçã
por ciclo da cultura.
o
Realizar programa de rotação de ativos, não
aérea)
utilizar EVOS em aplicações consecutivas
Ferrugem-do- Iniciar as aplicações preventivamente,
400
cafeeiro reaplicando, se necessário, a cada 62 dias.
(aplicaçã
(Hemileia 0,6 A aplicação deverá ser efetuada quando forem
o
vastatrix) + constatados índices de infecção foliar de até
terrestre)
0,5%v/v 5% (vide NOTA).
2
Café

adjuvante EVOS deverá ser utilizado, preferencialmente,


Mancha-de- 30 a
a base de na época preconizada para o controle das
olho-pardo 40L/ha
óleo doenças no período de maior infecção, o que
(Cercospora (aplicaçã
mineral normalmente ocorre nos meses de Dezembro a
coffeicola) o
Fevereiro.
aérea)

(NOTA) Método de Amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta folhas entre o 2º e o 4º
par de folhas do ramo, 10 folhas por planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas por talhão
conforme a uniformidade do mesmo.
Em regiões onde as condições são favoráveis à ocorrência de cercosporiose, recomenda-se realizar
uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico seguindo-se com o início da
primeira aplicação em dezembro de EVOS na dose de 0,6 L/ha e segunda em fevereiro na dose 0,6
L/ha.

Aplicação foliar
Ferrugem-marrom: Iniciar as aplicações de
100-200
forma preventiva ou no máximo no surgimento
(aplicaçã
0,35 - 0,40 dos primeiros sintomas de doença na área.
Cana-de-açúcar

o
+ Reaplicar em intervalos de 30 dias, efetuando
Ferrugem terrestre)
0,5%v/v no máximo 4 aplicações por ciclo. Essas
marrom
adjuvante 4 aplicações deverão ser concentradas no
(Puccinia 30 a
a base de período de máximo desenvolvimento vegetativo
melanocephal) 40L/ha
óleo da planta. Utilizar a maior dose em variedades
(aplicaçã
mineral com maior susceptibilidade à ferrugem,
o
plantada em época favorável à ocorrência da
aérea)
doença

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Ferrugem-alaranjada: Iniciar as aplicações de


forma preventiva ou no máximo no surgimento
dos primeiros sintomas de doença na área.
Reaplicar em intervalos de 30 dias, efetuando
Ferrugem no máximo 4 aplicações por ciclo. Essas
alaranjada aplicações deverão ser concentradas no
(Puccinia período de máximo desenvolvimento vegetativo
kuehnii) da planta. Utilizar o maior número de
aplicações para variedades susceptíveis a
ferrugem-alaranjada
Aplicação sulco

100-200
0,25 – 0,30 (aplicaçã
Podridão-abacaxi: Aplicar sobre os toletes no
+ o
Podridão- sulco de plantio, através de pulverização em
0,5%v/v terrestre)
abacaxi jato dirigido. Utilizar a maior dose em época
adjuvante 1
(Ceratocystis mais favorável à ocorrência da podridão-
a base de 30 a
paradoxa) abacaxi ou em áreas com histórico de
óleo 40L/ha
ocorrência da doença.
mineral (aplicaçã
o aérea)

Sob condições de menor pressão da doença


Iniciar as aplicações preventivamente,
durante a fase de intenso desenvolvimento
vegetativo (aprox. 30-40 DAP, dependendo
do plantio ser de mudas ou bulbos ou
0,40 + sementes), reaplicando, se necessário, a
Mancha- 0,5% v/v 500 cada 7 dias.
púrpura adjuvante (aplicaçã Sob condições de menor pressão da doença,
5
(Alternaria a base de o utilizar a dose mais baixa (de 0,4L/ha).
porri) óleo terrestre) Sempre respeitando as recomendações em
mineral bula.
Realizar no máximo 5 aplicações, respeitando-
Cebola

se a quantidade máxima de 2,0L/ha de produto


e o intervalo de carência. Intercalar fungicida
(s) de outro (s) grupo (s) químico (s).
Sob condições de maior pressão da doença
Iniciar as aplicações preventivamente, durante
a fase de intenso desenvolvimento vegetativo
0,50 +
(aprox. 30-40 DAP, dependendo do plantio ser
Mancha- 0,5% v/v 500
de mudas ou bulbos ou sementes),
púrpura adjuvante (aplicaçã
4 reaplicando, se necessário, a cada 7 dias.
(Alternaria a base de o
Sob condições de maior pressão da doença,
porri) óleo terrestre)
utilizar a dose mais alta (de 0,5L/ha).
mineral
Sempre respeitando as recomendações em
bula.

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Realizar no máximo 4 aplicações, respeitando-


se a quantidade máxima de 2,0L/ha de produto
e o intervalo de carência. Intercalar fungicida
(s) de outro (s) grupo (s) químico (s).

2000
(aplicaçã As aplicações devem ser realizadas de forma
o preventiva à ocorrência da doença, ou no
Mancha preta terrestre) aparecimento dos primeiros sintomas da
Citros

(Phyllosticta 0,3 3 doença. Reaplicar, se necessário, em intervalo


citricarpa) 30 a de 30 dias.
40L/ha Devem ser realizadas, no máximo 3 aplicações
(aplicaçã por ciclo da cultura.
o aérea)
100-200
Mancha- Iniciar as aplicações preventivamente aos 20 a
angular 0,20 - 0,30 (aplicaçã
30 dias após à emergência da cultura.
(Phaeoisariopsi + o
Reaplicar, se necessário, à intervalos de 14
0,5%v/v terrestre)
Feijão

s griseola) dias, intercalando com fungicida(s) de outro(s)


adjuvante 3
grupo(s) químicos, se necessário. Realizar no
Ferrugem a base de 30 a
máximo 3 aplicações. Utilizar a dose mais alta
(Uromyces óleo 40L/ha
em condições favoráveis ao desenvolvimento
appendiculatus) mineral (aplicaçã da doença
o aérea)
Mancha-de-
cercospora
(Cercospora-
zeae-maydis)
0,25 - 0,30
+ Para o controle das doenças foliares indicadas
0,5%v/v na cultura do milho, EVOS deverá ser aplicado
Mancha-de- adjuvante 100-200
Phaeosphaeria a base de (aplicaçã de forma preventiva aos 40-50 dias após o
(Phaeosphaeria plantio (observando-se o desenvolvimento da
óleo o
maydis) cultura, em função da precocidade do material
mineral terrestre)
Milho

utilizado).
2
Efetuar no máximo 2 aplicações.
30 a
40L/ha
Intervalo de reaplicação:
(aplicaçã
Mancha-de-cercospora e Mancha- de-
0,30 o aérea)
Phaeosphaeria: 20 dias;
+ Ferrugem-Polisora: 14 dias.
Ferrugem-
0,5% v/v
Polisora
adjuvante
(Puccinia
a base de
polysora)
óleo
mineral

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Antracnose
(Colletotrichum
truncatum)

Mancha-
aureolada 100-200
(Thanatephorus (aplicaçã
0,25
cucumeris) o
+
terrestre) À aplicação deverá ser efetuada a partir do
Mancha-alvo 0,5%v/v florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e
(Corynespora adjuvante 30 a
3
repetir se necessário dependendo da evolução
cassiicola) a base de
40L/ha da doença
óleo
Mancha- (aplicaçã
mineral
púrpura-da- o
semente aérea)
Soja

(Cercospora
kikuchii)
Mancha-parda
(Septoria
glycines)
100-200
(aplicaçã
0,25
o
+
terrestre) A aplicação deverá ser efetuada quando for
Oídio 0,5%v/v
constatados índices de infecção foliar de 20%,
(Microsphaera adjuvante 3
30 a repetir, se necessário, dependendo da
diffusa) a base de
40L/ha evolução da doença
óleo
(aplicaçã
mineral
o
aérea)
500
(aplicaçã Iniciar as aplicações preventivamente ou no
o aparecimento dos primeiros sintomas da
terrestre) doença, repetindo, se necessário, em intervalos
Pinta Preta
Tomate

de 07 a 10 dias, intercalando com fungicida(s)


(Alternaria 0,30 -0,50 5
30 a de outro(s) grupo(s) químicos. Realizar no
solani)
40L/ha máximo 5 aplicações. Utilizar a dose mais alta
(aplicaçã em condições favoráveis ao desenvolvimento
o da doença.
aérea)
0,20 - 0,25 100-200 Deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos
Brusone*
+ (aplicaçã estágios iniciais de infecção das doenças
Trigo

(Pyricularia 3
0,5%v/v o foliares do trigo (até 5% de incidência),
grisea)
adjuvante terrestre) observando-se um intervalo de 20 dias. Utilizar

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Ferrugem-da- a base de a menor dose quando o nível de incidência de


folha óleo 30 a ataque mencionado for atingido antes da
(Puccinia mineral 40L/ha emissão da folha bandeira, repetindo, se
triticina) (aplicaçã necessário, quando o índice for novamente
o alcançado. Utilizar uma única aplicação de 0,25
aérea) L/ha quando o nível de incidência mencionado
for alcançado após a emissão da folha
bandeira.
Helmintosporio
se *Para o controle da brusone iniciar as
(Bipolaris pulverizações preventivamente quando a
sorokiniana) cultura estiver em fase de "emborrachamento"
(pré-emissão dos cachos) e repetir no início do
florescimento. Efetuar no máximo 3 aplicações.

Obs.: 1 litro do produto comercial contém 250 g de Azoxistrobina e 250 g de Flutriafol.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

EVOS deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas de modo que haja uma
boa cobertura.

APLICAÇÃO TERRESTRE:

Volume de aplicação:
- 100 a 200 litros água/ha para as culturas do algodão, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo;
- 400 litros/ha para a cultura do amendoim e café;
- 500 litros/ha para as culturas de batata e tomate;
- 20 litros/ha para a cultura da banana;
- 2000 litros/ha para a cultura do citros;
- 500 litros/ha para as culturas de batata, cebola e tomate.

Para a cultura de banana, café e citros, quando plantado no espaçamento convencional a aplicação
poderá ser feita com turbo atomizador, pulverizador costal motorizado ou costal manual, utilizando
bicos de jato cônico com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com
diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.

Nas culturas do algodão, amendoim, batata, cana-de-açúcar, cebola, feijão, milho, soja, tomate
e trigo, utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de
fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por
cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da
cultura.

Para a cultura da cana-de-açúcar (Aplicação no sulco), utilizar volume de calda de 100 L/ha.
Utilizar pulverizadores acoplados às plantadoras mecanizadas ou máquinas específicas para
fechamento do sulco (tampador), imediatamente antes do fechamento.

APLICAÇÃO AÉREA (culturas de algodão, amendoim, banana, batata, café, cana-de-açúcar,


citros, feijão, milho, tomate, soja e trigo):

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Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por hectare. Usar bicos apropriados para esse
tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco "core" inferior a 45.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µ, e um mínimo de 60 gotas por cm2.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por hectare, para
proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:


Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos
de no máximo 15 km/hora.
Para à aplicação aérea, observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade
relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Culturas Intervalo de Segurança (Dias)


Algodão 30
Amendoim 28
Banana 03
Batata 03
Café 30
Cana-de-açúcar (Foliar) 60
Cana-de-açúcar (Sulco) (1)
Cebola 14
Citros 07
Feijão 14
Milho 42
Soja 30
Tomate 03
Trigo 30
(1) Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego (aplicação no sulco de plantio).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM


UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA

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EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:


O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do para o controle do mesmo alvo,
sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
[Link]), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: [Link]),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: [Link]).

GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida EVOS é composto por azoxistrobina e flutriafol, que apresentam mecanismos de
ação inibidores extracelulares de Quinona e inibidores da desmetilação, pertencentes aos Grupos C3
e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas),
respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:


Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico,
controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o
melhor equilíbrio do sistema.

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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.


- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável,
respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra
produtos químicos.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente


com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado
(filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção
individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.


- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança

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(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).


- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento, aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado
(filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS À APLICAÇÃO DO PRODUTO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de
aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha, avental impermeável,
respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra
produtos químicos.
- Os equipamentos de proteção individual (EPl) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com
tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida:
a) Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
b) Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança

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ATENÇÃO Nocivo se ingerido

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando


a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber
ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-
la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio,
anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR AZOXISTROBINA E FLUTRIAFOL -


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Estrobilurina (Azoxistrobina)
Grupo Químico Triazol (Flutriafol)
Classe toxicológica Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de Exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória

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Flutriafol:
Absorção: Oral, inalatória e dérmica.
Metabolismo: Não se detectou FLUTRIAFOL inalterado no sangue, nos
tecidos, ou na urina dos ratos, cães e macacos. O principal metabólito
detectado foi tetraidroftalimida no sangue, nas fezes e na urina. Nenhum
epóxido do FLUTRIAFOL foi detectado. Em mamíferos, após a
administração oral, o FLUTRIAFOL e hidrolisado em tetraidroftalimida e em
ácido dicloroacético. A tetraidroftalimida e degradada ao ácido
tetraidroftalimídico e mais adiante ao ácido ftálico e a amônia ftálica.
Excreção: Quase que totalmente pela urina. Não foi detectado FLUTRIAFOL
inalterado no sangue, nos tecidos ou na urina. Azoxistrobina:
Aproximadamente 86% do total da dose administrada de AZOXISTROBINA
foi excretada em 48 horas. A maior parte do produto foi excretada pelas
Toxicocinética fezes (via biliar) com cerca de 17% pela urina. O ingrediente ativo foi
extensiva e completamente metabolizado tendo sido identificados pelo
menos 15 diferentes metabólitos. A biotransformação não foi afetada pela
dose.
Os estudos sugerem que a absorção e dose- dependente. A absorção oral
na dose de 1 mg/kg p.c. foi praticamente completa (100%) desde que não
foi detectado o composto parental. A absorção oral da maior dose (100
mg/kg p.c.) foi estimada, em cerca, de 74-81%, desde, que cerca de 19-26%
da dose do composto parental foi detectado. Há 2 principais vias
metabólicas: hidrolise a metoxi-ácido, seguido da conjugação do ácido
glucurônico e conjugação da glutamina do anel do cianofenil seguido de
outros metabolismos relacionados ao ácido mercaptúrico. Os maiores níveis
de resíduos foram encontrados nos rins e fígado. Não há evidência de
bioacumulação.
Flutriafol: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Toxicodinâmica Azoxistrobina: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são
(Mecanismos de conhecidos.
toxicidade) Nos fungos atua inibindo a respiração mitocondrial pelo
bloqueio da transferência de elétrons entre o citocromo B e citocromo C1.
Flutriafol:
Intoxicação aguda: Gastrintestinal
Náusea, vômito e diarreia podem seguir da ingestão.
Hepática
Pode causar depressão hepática e hepatotoxicidade.
Dermatológico: O contato repetido ou prolongado com a pele pode
acarretar sensibilização; reações alérgicas; dermatite de contato aguda;
dermatite eritematosa; dermatite fotoalérgica; rash cutâneo; erupções
Sintomas e sinais
fotoalérgicas; edema; urticaria; hipersensibilidade imediata e tardia.
clínicos
Genitourinário
Pode causar diminuição do pH urinário e prejuízo renal.
Dependendo do grau de dermatite, pode acarretar proteinúria e
urobilinogênio na urina.
Oftálmico
O FLUTRIAFOL é corrosivo e irritante aos olhos. Pode ocorrer conjuntivite
alérgica e edema periorbital.
Sistêmicos

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A exposição repetida ou prolongada por inalação pode causar asma e


irritação do sistema respiratório.
Pode ocorrer hipertensão; anemia; depressão da atividade da enzima
colinesterase, salivação, convulsão, letargia, redução na atividade motora,
tremor, diarreia dor de cabeça; náusea; fraqueza; falta de sensibilidade dos
membros superiores e dor no esterno e ataxia.
Resultados Laboratoriais
Mostraram elevada concentração de células sanguíneas brancas, de
creatinina quinase e de aspartato aminotransferase.
Exposição crônica:
Estudos de 90 dias realizados em ratos, na mais alta dose (100 mg/kg), os
animais apresentaram decréscimo no peso corpóreo acompanhado de uma
redução no consumo alimentar, bem como hipertrofia associada a
mudanças ultraestruturais e dos níveis enzimáticos do fígado, também
foram notadas alterações na bioquímica do sangue e nos parâmetros
hematológicos.
Estudo de 90 dias em cães, na mais alta dose (15 mg/kg), houve redução no
ganho de peso, aumento no tamanho do fígado e na atividade de
aminopirina-N-demetilase hepatica e da fosfatase alcalina do plasma.
Azoxistrobina:
Intoxicação aguda: Há relatos limitados sobre efeitos clínicos de indivíduos
expostos a Azoxistrobina. Foram descritos irritação ocular, prurido,
eritema, fraqueza, cefaleia, tontura e dores no trato respiratório (após
inalação).
Exposição crônica: Em estudos crônicos em animais, o órgão alvo foi o
fígado, houve redução no ganho de peso corporal em cães e ratos e
alterações nos ductos biliares (ratos machos). No estudo de toxicidade
reprodutiva foi relatado redução no ganho de peso corporal de mães e
filhotes. Nos estudos de teratogênese foi observado retardamento na
ossificação dos filhotes de ratos cujas mães apresentaram redução de
peso corporal (doses materno tóxicas).
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clínico compatível.
Diagnóstico
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação
aguda trate o paciente imediatamente.

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Antídoto: não ha antidoto especifico.


Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção
das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1
hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito
lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
alteração de consciência em pacientes não intubados; corrosivos e
hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.

Carvão ativado: se liga a maioria dos agentes


tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles,
se administrado logo após a ingestão (1 h).
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de
carvão).
Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em
crianças de (1-12) a e 1g/kg em < 1a;
Exposição
Não provocar vômito, caso ocorra
Oral
espontaneamente não deve ser evitado; deitar o
paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Corrija os distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos.
Monitore as funções renais e hepáticas. Manter
Tratamento
internação por no mínimo 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas para monitorização
laboratorial.
Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e
Exposição auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com
Inalatória β2- agonistas via inalatória e corticosteroides via
oral ou
parenteral.
Lave os olhos expostos com quantidades copiosas
de água ou salina 0,9%, a temperatura ambiente,
Exposição
por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas
Ocular
persistirem, encaminhar o paciente para o
especialista.
Remova as roupas contaminadas e lave a
Exposição área exposta com abundante agua e sabão.
Dérmica Encaminhar o paciente para o especialista caso à
irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar
equipamento de reanimação manual (Ambú).
Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e
inalatório com o produto
À indução do vomito e contraindicada em razão do risco de aspiração e
Contra- Indicações de pneumonite química.

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Efeitos das Não relatados em humanos.


Interações Químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
ATENÇÃO (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Centro do Controle de Envenenamento do Paraná: 0800 41 0148
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. (PLANITOX
LINE):
0800 701 0450
Endereço eletrônico da Empresa: [Link]

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:


Vide item Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS
DL50 oral em ratos: >300 - 2000 mg/kg.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg.
CL50 inalatória em ratos: Não determinado nas condições de testes.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos não causou
nenhuma irritação cutânea. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento
foi observada durante o período de observação.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu
hiperemia e secreção conjuntivais em 3/3 dos olhos testados, e edema conjuntiva em 1/3 dos olhos
testados. Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento
para 3/3 dos olhos testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao
tratamento foi notada durante o período de observação.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico

EFEITOS CRÔNICOS:
Vide item sintomas e sinais clínicos no Quadro acima.

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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO


MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.


- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos e Algas).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
publico e 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos animais e vegetação susceptível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernente às
atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E


PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.


- local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.

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- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ALTA - AMÉRICA LATINA


TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. - Telefones de emergência: 0800 7077022 e 0800 172020.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’agua. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rotulo para a sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E


DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL


LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPI’s -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):


Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa a embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
Faça esta operação três vezes.
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
Acione o mecanismo para liberar o jato de água.
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador.
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes

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procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatório a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o termino do prazo de
validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA


OU FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos
ambientais competentes.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS


O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros
materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO


FEDERAL OU MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal
concernentes as atividades agrícolas.

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Common questions

Com tecnologia de IA

In coffee, applications for rust should begin preventively and be reapplied as necessary every 62 days, focusing when leaf infection indices reach up to 5% . In sugarcane, applications for brown rust should start preventively or at the first symptoms, in intervals of 30 days, concentrating during the plant's peak vegetative growth . The implications for agricultural practice include the need to tailor application schedules and doses according to crop-specific disease pressures and stages of growth to maximize efficacy and minimize economic loss.

For potatoes, in low disease pressure, a lower dose can be used, whereas in high pressure, the highest recommended dose should be applied with a maximal four treatments per cycle . For tomatoes, applications should adjust from intervals of 7 to 10 days depending on the appearance and intensity of symptoms, with a maximum of five applications and the highest dose under high disease pressure . Adjustments ensure cost-effective control and reduce resistance risks.

Upon a spill, isolate and signal the contaminated area, prevent the chemical from entering waterways by using absorbents like sawdust or sand for paved floors, and remove contaminated soil layers for terrestrial spills . These procedures confine and remove the substance, preventing wider environmental contamination and ensuring safety, while awaiting professional cleanup or further instructions from relevant authorities.

Improper disposal of pesticide containers can lead to soil, water, and air contamination, adversely affecting wildlife, plants, and human health . Regulations mandate the return of empty containers to designated collection points and prohibit their reuse or recycling by users . Proper disposal and recycling procedures help mitigate these environmental impacts.

In cotton, for the control of Myrothecium roridum, applications should be initiated preventively and reapplied as needed every 14 days, with a maximum of 3 applications per cultivation cycle . For Ramularia areola, applications should begin around 40-45 days after the crop has emerged . The key factors influencing this schedule include the disease's progression and environmental conditions favorable for disease development.

The triple washing procedure involves: 1) Emptying the container completely into the spray tank, holding for 30 seconds; 2) Filling the container 1/4 with water, capping, and agitating for 30 seconds; 3) Pouring the wash water into the spray tank and repeating three times . Each step ensures that the container is free of residues, which prevents environmental contamination and makes the container safe for recycling.

In bananas, applications for controlling Sigatoka diseases should start at the first symptom appearance with a maximum of 4 applications per cycle, spaced 14 days apart . In peanuts, rust control requires preventive applications or at the initial symptoms, with up to 3 applications per cycle, using higher doses during increased disease pressure . Proper timing ensures adequate protection during the critical phases of crop development, thereby enhancing yield and quality.

Both citrus black spot and soybean anthracnose require preventive applications before or at the first disease symptoms. Citrus allows up to three applications per cycle with 30-day intervals , while soybean anthracnose treatments begin at flowering stages with three possible applications . Common strategies include preventative application and adherence to cycle limits, differing primarily in timing and crop-specific stages appropriate for intervention.

Pesticide containers must be stored in covered, ventilated areas, with impermeable floors . During transportation, they should not be grouped with food, drinks, or other sensitive items . Observing these practices prevents contamination, accidental exposure, and ensures regulatory compliance, demonstrating responsible environmental and public health stewardship.

The protective measures for handling pesticides include signaling treated areas, maintaining security to prevent unauthorized access, and using PPE such as safety goggles, chemical protective gloves, and a respirator . These measures are crucial to prevent accidental exposure, contamination, and to ensure that the pesticides are used safely, reducing risk to health and the environment.

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