Evos Bula
Evos Bula
Bula Completa
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EVOS
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº
5714
COMPOSIÇÃO:
Methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy) pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate
(AZOXISTROBINA) ................................................................................. 250,00 g/L (25,00% m/v)
(RS)-2,4'-difluoro-a-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl) benzhydryl alcohol
(FLUTRIAFOL) …………………………………………………………………250,00 g/L (25,00% m/v)
Outros ingredientes ...................................................................................657,10 g/L (65,71% m/v)
GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
FORMULADORES / MANIPULADORES:
CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD.
Fourth Huanghai Road, Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong Country, Jiangsu Province,
Nantong City, 226407 – China
SINON CORPORATION:
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District Shanghai - China
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
INSTRUÇÕES DE USO:
EVOS é um fungicida sistêmico, usado em pulverizações preventivas, que apresenta duplo modo de
ação. Atua como inibidor da biossíntese do ergosterol que é constituinte da membrana celular dos
fungos e como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo
assim, a formação de ATP essencial nos processos metabólicos dos fungos. Dependendo do
patógeno, o produto também apresenta ação curativa e erradicante.
Efeito fisiológico: A aplicação de EVOS, nas doses recomendadas, podem proporcionar efeitos
fisiológicos positivos às plantas e aumentar a produtividade, melhorando a qualidade do produto final.
Doenças Nº máximo
Volume
Cultura
0,5%v/v
Realizar no máximo 3 aplicações no ciclo da
adjuvante 3
30 a cultura. Para Ramulária, iniciar as aplicações
Ramulária a base de
40L/ha ao redor de 40-45 dias após a emergência da
(Ramularia óleo
(aplicaçã cultura.
areola) mineral
o
aérea)
30 a
Sigatoka Negra
40L/ha
(Mycosphaerell
(aplicaçã
a fijiensis)
o
aérea)
As aplicações devem ser realizadas de forma
500
preventiva à ocorrência da doença, ou no
(aplicaçã
aparecimento dos primeiros sintomas da
o
doença. Reaplicar, se necessário, em intervalo
terrestre)
Pinta Preta de 7 dias. Utilizar a maior dose quando ocorrer
Batata
(NOTA) Método de Amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta folhas entre o 2º e o 4º
par de folhas do ramo, 10 folhas por planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas por talhão
conforme a uniformidade do mesmo.
Em regiões onde as condições são favoráveis à ocorrência de cercosporiose, recomenda-se realizar
uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico seguindo-se com o início da
primeira aplicação em dezembro de EVOS na dose de 0,6 L/ha e segunda em fevereiro na dose 0,6
L/ha.
Aplicação foliar
Ferrugem-marrom: Iniciar as aplicações de
100-200
forma preventiva ou no máximo no surgimento
(aplicaçã
0,35 - 0,40 dos primeiros sintomas de doença na área.
Cana-de-açúcar
o
+ Reaplicar em intervalos de 30 dias, efetuando
Ferrugem terrestre)
0,5%v/v no máximo 4 aplicações por ciclo. Essas
marrom
adjuvante 4 aplicações deverão ser concentradas no
(Puccinia 30 a
a base de período de máximo desenvolvimento vegetativo
melanocephal) 40L/ha
óleo da planta. Utilizar a maior dose em variedades
(aplicaçã
mineral com maior susceptibilidade à ferrugem,
o
plantada em época favorável à ocorrência da
aérea)
doença
100-200
0,25 – 0,30 (aplicaçã
Podridão-abacaxi: Aplicar sobre os toletes no
+ o
Podridão- sulco de plantio, através de pulverização em
0,5%v/v terrestre)
abacaxi jato dirigido. Utilizar a maior dose em época
adjuvante 1
(Ceratocystis mais favorável à ocorrência da podridão-
a base de 30 a
paradoxa) abacaxi ou em áreas com histórico de
óleo 40L/ha
ocorrência da doença.
mineral (aplicaçã
o aérea)
2000
(aplicaçã As aplicações devem ser realizadas de forma
o preventiva à ocorrência da doença, ou no
Mancha preta terrestre) aparecimento dos primeiros sintomas da
Citros
utilizado).
2
Efetuar no máximo 2 aplicações.
30 a
40L/ha
Intervalo de reaplicação:
(aplicaçã
Mancha-de-cercospora e Mancha- de-
0,30 o aérea)
Phaeosphaeria: 20 dias;
+ Ferrugem-Polisora: 14 dias.
Ferrugem-
0,5% v/v
Polisora
adjuvante
(Puccinia
a base de
polysora)
óleo
mineral
Antracnose
(Colletotrichum
truncatum)
Mancha-
aureolada 100-200
(Thanatephorus (aplicaçã
0,25
cucumeris) o
+
terrestre) À aplicação deverá ser efetuada a partir do
Mancha-alvo 0,5%v/v florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e
(Corynespora adjuvante 30 a
3
repetir se necessário dependendo da evolução
cassiicola) a base de
40L/ha da doença
óleo
Mancha- (aplicaçã
mineral
púrpura-da- o
semente aérea)
Soja
(Cercospora
kikuchii)
Mancha-parda
(Septoria
glycines)
100-200
(aplicaçã
0,25
o
+
terrestre) A aplicação deverá ser efetuada quando for
Oídio 0,5%v/v
constatados índices de infecção foliar de 20%,
(Microsphaera adjuvante 3
30 a repetir, se necessário, dependendo da
diffusa) a base de
40L/ha evolução da doença
óleo
(aplicaçã
mineral
o
aérea)
500
(aplicaçã Iniciar as aplicações preventivamente ou no
o aparecimento dos primeiros sintomas da
terrestre) doença, repetindo, se necessário, em intervalos
Pinta Preta
Tomate
(Pyricularia 3
0,5%v/v o foliares do trigo (até 5% de incidência),
grisea)
adjuvante terrestre) observando-se um intervalo de 20 dias. Utilizar
EVOS deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas de modo que haja uma
boa cobertura.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Volume de aplicação:
- 100 a 200 litros água/ha para as culturas do algodão, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo;
- 400 litros/ha para a cultura do amendoim e café;
- 500 litros/ha para as culturas de batata e tomate;
- 20 litros/ha para a cultura da banana;
- 2000 litros/ha para a cultura do citros;
- 500 litros/ha para as culturas de batata, cebola e tomate.
Para a cultura de banana, café e citros, quando plantado no espaçamento convencional a aplicação
poderá ser feita com turbo atomizador, pulverizador costal motorizado ou costal manual, utilizando
bicos de jato cônico com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com
diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.
Nas culturas do algodão, amendoim, batata, cana-de-açúcar, cebola, feijão, milho, soja, tomate
e trigo, utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de
fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por
cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da
cultura.
Para a cultura da cana-de-açúcar (Aplicação no sulco), utilizar volume de calda de 100 L/ha.
Utilizar pulverizadores acoplados às plantadoras mecanizadas ou máquinas específicas para
fechamento do sulco (tampador), imediatamente antes do fechamento.
Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por hectare. Usar bicos apropriados para esse
tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco "core" inferior a 45.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µ, e um mínimo de 60 gotas por cm2.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por hectare, para
proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
O produto fungicida EVOS é composto por azoxistrobina e flutriafol, que apresentam mecanismos de
ação inibidores extracelulares de Quinona e inibidores da desmetilação, pertencentes aos Grupos C3
e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas),
respectivamente.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de
aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha, avental impermeável,
respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra
produtos químicos.
- Os equipamentos de proteção individual (EPl) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com
tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida:
a) Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
b) Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança
Estrobilurina (Azoxistrobina)
Grupo Químico Triazol (Flutriafol)
Classe toxicológica Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de Exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória
Flutriafol:
Absorção: Oral, inalatória e dérmica.
Metabolismo: Não se detectou FLUTRIAFOL inalterado no sangue, nos
tecidos, ou na urina dos ratos, cães e macacos. O principal metabólito
detectado foi tetraidroftalimida no sangue, nas fezes e na urina. Nenhum
epóxido do FLUTRIAFOL foi detectado. Em mamíferos, após a
administração oral, o FLUTRIAFOL e hidrolisado em tetraidroftalimida e em
ácido dicloroacético. A tetraidroftalimida e degradada ao ácido
tetraidroftalimídico e mais adiante ao ácido ftálico e a amônia ftálica.
Excreção: Quase que totalmente pela urina. Não foi detectado FLUTRIAFOL
inalterado no sangue, nos tecidos ou na urina. Azoxistrobina:
Aproximadamente 86% do total da dose administrada de AZOXISTROBINA
foi excretada em 48 horas. A maior parte do produto foi excretada pelas
Toxicocinética fezes (via biliar) com cerca de 17% pela urina. O ingrediente ativo foi
extensiva e completamente metabolizado tendo sido identificados pelo
menos 15 diferentes metabólitos. A biotransformação não foi afetada pela
dose.
Os estudos sugerem que a absorção e dose- dependente. A absorção oral
na dose de 1 mg/kg p.c. foi praticamente completa (100%) desde que não
foi detectado o composto parental. A absorção oral da maior dose (100
mg/kg p.c.) foi estimada, em cerca, de 74-81%, desde, que cerca de 19-26%
da dose do composto parental foi detectado. Há 2 principais vias
metabólicas: hidrolise a metoxi-ácido, seguido da conjugação do ácido
glucurônico e conjugação da glutamina do anel do cianofenil seguido de
outros metabolismos relacionados ao ácido mercaptúrico. Os maiores níveis
de resíduos foram encontrados nos rins e fígado. Não há evidência de
bioacumulação.
Flutriafol: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Toxicodinâmica Azoxistrobina: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são
(Mecanismos de conhecidos.
toxicidade) Nos fungos atua inibindo a respiração mitocondrial pelo
bloqueio da transferência de elétrons entre o citocromo B e citocromo C1.
Flutriafol:
Intoxicação aguda: Gastrintestinal
Náusea, vômito e diarreia podem seguir da ingestão.
Hepática
Pode causar depressão hepática e hepatotoxicidade.
Dermatológico: O contato repetido ou prolongado com a pele pode
acarretar sensibilização; reações alérgicas; dermatite de contato aguda;
dermatite eritematosa; dermatite fotoalérgica; rash cutâneo; erupções
Sintomas e sinais
fotoalérgicas; edema; urticaria; hipersensibilidade imediata e tardia.
clínicos
Genitourinário
Pode causar diminuição do pH urinário e prejuízo renal.
Dependendo do grau de dermatite, pode acarretar proteinúria e
urobilinogênio na urina.
Oftálmico
O FLUTRIAFOL é corrosivo e irritante aos olhos. Pode ocorrer conjuntivite
alérgica e edema periorbital.
Sistêmicos
EFEITOS AGUDOS
DL50 oral em ratos: >300 - 2000 mg/kg.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg.
CL50 inalatória em ratos: Não determinado nas condições de testes.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos não causou
nenhuma irritação cutânea. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento
foi observada durante o período de observação.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu
hiperemia e secreção conjuntivais em 3/3 dos olhos testados, e edema conjuntiva em 1/3 dos olhos
testados. Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento
para 3/3 dos olhos testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao
tratamento foi notada durante o período de observação.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico
EFEITOS CRÔNICOS:
Vide item sintomas e sinais clínicos no Quadro acima.
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
3. EM CASO DE ACIDENTES:
procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
In coffee, applications for rust should begin preventively and be reapplied as necessary every 62 days, focusing when leaf infection indices reach up to 5% . In sugarcane, applications for brown rust should start preventively or at the first symptoms, in intervals of 30 days, concentrating during the plant's peak vegetative growth . The implications for agricultural practice include the need to tailor application schedules and doses according to crop-specific disease pressures and stages of growth to maximize efficacy and minimize economic loss.
For potatoes, in low disease pressure, a lower dose can be used, whereas in high pressure, the highest recommended dose should be applied with a maximal four treatments per cycle . For tomatoes, applications should adjust from intervals of 7 to 10 days depending on the appearance and intensity of symptoms, with a maximum of five applications and the highest dose under high disease pressure . Adjustments ensure cost-effective control and reduce resistance risks.
Upon a spill, isolate and signal the contaminated area, prevent the chemical from entering waterways by using absorbents like sawdust or sand for paved floors, and remove contaminated soil layers for terrestrial spills . These procedures confine and remove the substance, preventing wider environmental contamination and ensuring safety, while awaiting professional cleanup or further instructions from relevant authorities.
Improper disposal of pesticide containers can lead to soil, water, and air contamination, adversely affecting wildlife, plants, and human health . Regulations mandate the return of empty containers to designated collection points and prohibit their reuse or recycling by users . Proper disposal and recycling procedures help mitigate these environmental impacts.
In cotton, for the control of Myrothecium roridum, applications should be initiated preventively and reapplied as needed every 14 days, with a maximum of 3 applications per cultivation cycle . For Ramularia areola, applications should begin around 40-45 days after the crop has emerged . The key factors influencing this schedule include the disease's progression and environmental conditions favorable for disease development.
The triple washing procedure involves: 1) Emptying the container completely into the spray tank, holding for 30 seconds; 2) Filling the container 1/4 with water, capping, and agitating for 30 seconds; 3) Pouring the wash water into the spray tank and repeating three times . Each step ensures that the container is free of residues, which prevents environmental contamination and makes the container safe for recycling.
In bananas, applications for controlling Sigatoka diseases should start at the first symptom appearance with a maximum of 4 applications per cycle, spaced 14 days apart . In peanuts, rust control requires preventive applications or at the initial symptoms, with up to 3 applications per cycle, using higher doses during increased disease pressure . Proper timing ensures adequate protection during the critical phases of crop development, thereby enhancing yield and quality.
Both citrus black spot and soybean anthracnose require preventive applications before or at the first disease symptoms. Citrus allows up to three applications per cycle with 30-day intervals , while soybean anthracnose treatments begin at flowering stages with three possible applications . Common strategies include preventative application and adherence to cycle limits, differing primarily in timing and crop-specific stages appropriate for intervention.
Pesticide containers must be stored in covered, ventilated areas, with impermeable floors . During transportation, they should not be grouped with food, drinks, or other sensitive items . Observing these practices prevents contamination, accidental exposure, and ensures regulatory compliance, demonstrating responsible environmental and public health stewardship.
The protective measures for handling pesticides include signaling treated areas, maintaining security to prevent unauthorized access, and using PPE such as safety goggles, chemical protective gloves, and a respirator . These measures are crucial to prevent accidental exposure, contamination, and to ensure that the pesticides are used safely, reducing risk to health and the environment.