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Bula Inzak Zeon

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INZAK ZEON

Junho.2023

Logotipo Syngenta Logomarca do produto

INZAK ZEON
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 07323.

COMPOSIÇÃO:
(E)-N1-[(6-chloro-3-pyridyl)methyl]-N2-cyano-N1-methylacetamidine
(ACETAMIPRIDO)………………………..................................….…200 g/L (20,0 % m/v)
Reaction product comprising equal quantities of (R)-α-cyano-3-phenoxybenzyl (1S,3S)-
3-[(Z)-2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate and (S)-α-
cyano-3-phenoxybenzyl (1R,3R)-3-[(Z)-2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2-
dimethylcyclopropanecarboxylate
(LAMBDA-CIALOTRINA)………....................................…...............…80 g/L (8,0 % m/v)
Outros Ingredientes:......................................................................809 g/L (80,9 % m/v)

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: INSETICIDA DE AÇÃO SISTÊMICA, CONTATO E INGESTÃO
GRUPO QUÍMICO: NEONICOTINÓIDE E PIRETRÓIDE
TIPO DE FORMULAÇÃO: MISTURA DE CS e SC (ZC)

TITULAR DO REGISTRO (*):


Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.
Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma, Bairro
Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ:
60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


LAMBDACYHALOTHRIN TÉCNICO ICI - Registro nº 0668902
Syngenta Limited - Huddesfield Manufacturing Centre, P.O. Box A38, Huddesfield -
West Yorkshire, HD2 1FF - Inglaterra.

LAMBDA CYHALOTHRIN TÉCNICO SYN - Registro nº 15916


Youth Chemical Co. Ltd - 3 Dalian Road, Yangzhou Chemical Industry Zone – Yizheng,
211402, Yangzhoy – Jiangsu –- China.
Youjia Crop Protection Co., Ltd. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic
Development Zone, Nantong, Jiangsu, China 226407
Bharat Rasayan Limited. - 42/4, Amod Road, GIDC, Industrial Estate, Dahej, District
Bharuch; 392 130, Gujarat, India.

ACETAMIPRIDO TÉCNICO SUMITOMO – Registro nº 3617


Jiangsu Fengshan Group Co., Ltd. - Wanggang Town, 224145, Dafeng, Jiangsu –
China

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Junho.2023

ACETAMIPRID TÉCNICO ADAMA BR – Registro n° 27319


Hebei Yetian Agrochemicals Co., Ltd. - Industrial Zone, South of Yuanshi County,
Shijiazhuang Shijiazhuang – China.
Ningxia Ruitai Technology Co., Ltd. - Fine Chemical Park, Zhongwei Industry Complex,
Zhongwei, 755000, Ningxia – China.

ACETAMIPRID TÉCNICO MILENIA – Registro n° 10713


Adama Makhteshim Ltd. - Neot-Hovav, Eco-Industrial Park – Beer-Sheva - Israel
Jiangsu Yangnong Chemical Co. Ltd. - 39 Wenfeng Road, Yangzhou City, Jiangsu
Province - China
Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. - Lingang Industrial Zone, Coastal Econ.
Development Zone, Weifang, Shandong - China
Jiangsu Fengshan Group Co., Ltd. - Caomiao Town, Dafeng City, Jiangsu Province,
224134 - China

MOSPILAN TÉCNICO – Registro n° 9798


Iharabras S.A. Indústrias Químicas. - Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul -
18087-170 - Sorocaba/SP.
Liling Fine Chemicals Co., Ltd. - Xing Gang Road, Riverside Industry Park, Changshu
Economic Development Zone, 215537, Jiangsu – China.
Nippon Soda Co., Ltd. - Nihongi Plant - 950, Fujisawa, Nakago-ku, Joetsu-Shi, Niigata,
949-2392 - Japão.
Tianjin Rotam Chemical Co. Ltd. - Tie Dong Road, Beichen District, Tianjin – China.
Jiangsu Chemspec-Weier Chemical Co. Ltd. - Weiliu Road, Chenjiangang Chemical
Park, Xiangshui, 224600 Yancheng, Jiangsu – China.
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited. - Plot Nº 74A, Road Nº 9, Jubilee Hills
500 033 Hyderabad, Telangana – Índia.
Rudong Huasheng Chemical Co. Ltd. - Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong
Coastal Economic Development Zone, 226407 Rudong, Jiangsu, China.
Ningxia Ruitai Technology Co. Ltd. - Fine Chemical Park, Zhongwei Industry Complex,
Ningxia, 755000, China.
Lanzhou Chemspec-Weier Chemical Co. Ltd. - No. 336, Yulin River Street, Lanzhou
New Area, Lanzhou City, Gansu Province, China.
Jiangsu Changqing Agrochemical Nantong Co. Ltd. - No. 3, Haibin Road, Chemical
Industrial Zone, Open Coastal Economic Zone, Rudong County, Nantong City, Jiangsu,
China.

FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº,
km 127,5, Bairro Santa Terezinha, CEP: 13148-915, Paulínia/SP, CNPJ:
60.744.463/0010-80 - Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 453;
Syngenta Crop Protection, LLC. - Highway 75, River Road, St. Gabriel, Louisiana,
70776 – EUA;
Syngenta Chemicals B.V. - Rue de Tyberchamps, 37, B - 7180 – Seneffe – Bélgica;
Syngenta Crop Protection, LLC. - 4111, Gibson Road - 68107 - Omaha - Nebraska –
EUA;
Syngenta Crop Protection AG - Breitenloh 5 – CH 4333 - Münchwilen – Suiça.
Syngenta Production France S.A.S. - Usine Aigues-Vives, Route de La Gare - BP1, F-
30670, Aigues-Vives – França

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MANIPULADOR:
Iharabras S/A Indústrias Químicas - Av. Liberdade, 1701, Cajuru do Sul - CEP: 18087-
170 – Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 8.

O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta.

Nº do Lote ou da Partida
Data de Fabricação VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA


AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO


TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I
– PRODUTO ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

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INZAK ZEON
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INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

PRAGAS
(NOME NÚMERO
DOSES ÉPOCA E INTERVALO VOLUME DE
CULTURAS CIENTÍFICO) MÁXIMO DE
(mL/ha) DE APLICAÇÃO CALDA
NOME APLICAÇÕES
COMUM
ÉPOCA: Iniciar as
aplicações quando o
nível de infestação obtido
através do
monitoramento, atingir
Anthonomus 2% de botões florais
grandis 400 - 500 atacados. Fazer bateria
(Bicudo) sequencial de 3
aplicações com intervalo
de 5 dias.
INTERV. APLICAÇÃO: 5
dias.
ÉPOCA: O produto de
ser aplicado assim que a
praga atingir o nível de
dano econômico de
acordo com as
características da cultivar
Aphis gossypii utilizada. Reaplicar se
(Pulgão-das- 150 - 300 necessário de acordo
ALGODÃO
inflorescências) com a reinfestação da
3 aplicações área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.
Pulverização
INTERV. APLICAÇÃO: 7 terrestre:
dias. 150 L/ha
ÉPOCA: Realizar
monitoramento constante
e iniciar as aplicações Pulverização
logo após o aérea:
Mínimo de 20
aparecimento dos
L/ha
primeiros adultos, com
presença de ovos e
Bemisia tabaci “ninfas”. Reaplicar se
(Mosca- 300 - 500 necessário de acordo
branca) com a reinfestação da
área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
ÉPOCA: Inspecionar
periodicamente a lavoura
com batida de pano e Pulverização
pulverizar quando forem terrestre:
encontrados 2 150 L/ha
percevejos por batida
Euschistus
(adultos ou ninfas a partir
heros Pulverização
FEIJÃO 300 - 500 3 aplicações do terceiro instar) em 1 m
(Percevejo- aérea:
de fileira para lavouras de
marrom) Mínimo de 20
grãos e 1 (um) percevejo
por pano-de-batida para L/ha
campos de produção de
sementes. Reaplicar se
necessário de acordo
com a reinfestação da

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INZAK ZEON
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PRAGAS
(NOME NÚMERO
DOSES ÉPOCA E INTERVALO VOLUME DE
CULTURAS CIENTÍFICO) MÁXIMO DE
(mL/ha) DE APLICAÇÃO CALDA
NOME APLICAÇÕES
COMUM
área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
ÉPOCA: Realizar
monitoramento constante
e iniciar as aplicações
logo após o
aparecimento dos
primeiros adultos, com
presença de ovos e
Bemisia tabaci
“ninfas”. Reaplicar se
(Mosca- 300 - 500
necessário de acordo
branca)
com a reinfestação da
área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
ÉPOCA: Realizar
monitoramento constante
e iniciar as aplicações
logo após o
aparecimento das
Rhopalosiphum primeiras colônias.
maidis Reaplicar se necessário
200 - 400
(Pulgão-do- de acordo com a
milho) reinfestação da área, não
excedendo o número
máximo de aplicações.
Pulverização
INTERV. APLICAÇÃO: 7 terrestre:
dias. 150 L/ha
ÉPOCA: Recomenda-se
MILHO 2 aplicações monitorar constantemente Pulverização
a praga na cultura, aérea:
observando a presença de Mínimo de 20
insetos nas folhas novas L/ha
do milho. Realizar o
monitoramento constante
Dalbulus maidis e iniciar as aplicações
(Cigarrinha-do- 300 - 400 quando for observado o
milho) início da infestação da
cigarrinha na área, se
necessário reaplicar, não
excedendo o número
máximo de aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
ÉPOCA: Inspecionar
periodicamente a lavoura
com batida de pano e
pulverizar quando forem
Euschistus encontrados 2
heros percevejos por batida Pulverização
SOJA 400 - 500 2 aplicações
(Percevejo- (adultos ou ninfas a partir terrestre:
marrom) do terceiro instar) em 1 m 150 L/ha
de fileira para lavouras de
grãos e 1 (um) percevejo
por pano-de-batida para
campos de produção de

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INZAK ZEON
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PRAGAS
(NOME NÚMERO
DOSES ÉPOCA E INTERVALO VOLUME DE
CULTURAS CIENTÍFICO) MÁXIMO DE
(mL/ha) DE APLICAÇÃO CALDA
NOME APLICAÇÕES
COMUM
sementes. Reaplicar se Pulverização
necessário de acordo aérea:
com a reinfestação da Mínimo de 20
área, não excedendo o L/ha
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
ÉPOCA: Realizar
monitoramento constante
e iniciar as aplicações
logo após o
aparecimento dos
primeiros adultos, com
presença de ovos e
Bemisia tabaci “ninfas”. Reaplicar se
(Mosca- 300 - 500 necessário de acordo
branca) com a reinfestação da
área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.

MODO DE APLICAÇÃO:

Pulverização terrestre:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma
de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo
atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que
produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente
calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura
das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda
desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:

- Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos
tratorizados);
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
- Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade
e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de
acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

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INZAK ZEON
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Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30oC
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

Algodão, Feijão, Milho e Soja:


Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de
150 L/ha.

Aplicação aérea:
Para as culturas acima citadas (algodão, feijão, milho e soja), INZAK ZEON pode ser
aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos
apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média (ASABE S572.1).
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento,
isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo
2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia
principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve
ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão
empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade
e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de
acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30oC
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às


normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA,
e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos
fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação
aérea.

Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto


deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.

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INZAK ZEON
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Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de
operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.

Preparo da calda: o abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque


até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em
funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A
agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare
apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação,
pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que
interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Dias
Algodão 10
Feijão 7
Milho 15
Soja 14

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS


TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda
(no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período,
utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante
a aplicação

LIMITAÇÕES DE USO:

As aplicações devem ser realizadas fora dos horários de maior forrageamento das
abelhas (aplicar apenas no início da manhã ou final da tarde).

No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de


usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas
com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no
Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador
e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de


Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas.
Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em
caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre
das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de
nível em locais de declive e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

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INZAK ZEON
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A


SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU


TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,


DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E


DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-


se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser
observados devido à resistência.
O inseticida INZAK ZEON pertence ao grupo 4A (Moduladores competitivos de
receptores nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) (Acetamiprido) e grupo 3A
(Moduladores de canais de sódio - Piretróides e Piretrinas) (Lambda-cialotrina) e o uso
repetido deste inseticida ou de outro produto dos mesmos grupos pode aumentar o risco
de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do INZAK ZEON como uma ferramenta útil de
manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem
prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distintos do grupo 4A
(Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina -
Neonicotinóides) e grupo 3A (Moduladores de canais de sódio - Piretróides
e Piretrinas). Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação
efetivos para a praga alvo.
• Usar INZAK ZEON ou outro produto do mesmo grupo químico somente
dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.

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INZAK ZEON
Junho.2023

• Aplicações sucessivas de INZAK ZEON podem ser feitas desde que o


período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de
uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações
permitidas. No caso específico do INZAK ZEON, o período total de
exposição (número de dias) a inseticidas do grupo 4A (Moduladores
competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) e
grupo 3A (Moduladores de canais de sódio - Piretróides e Piretrinas) não
deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do INZAK ZEON ou
outros produtos do grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores
nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) e grupo 3A (Moduladores de
canais de sódio - Piretróides e Piretrinas) quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais
suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas
(MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por
comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a
bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das
principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a
orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros
devem ser encaminhados para o IRAC-BR ([Link]), ou para o
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ([Link]).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:


Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias,
variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação
equilibrada, inseticidas, controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da
irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

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INZAK ZEON
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA


BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhadores capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa
bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos,
vencidos, ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações
determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de
permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações
técnicas especificas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser
vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara com filtro mecânico
classe P1 ou PFF1, óculos de segurança com proteção lateral e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de proteção individual
(EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:


• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas
e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com
filtro mecânico classe P1 ou PFF1; óculos de segurança com proteção lateral e
luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de
proteção individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo
técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado
ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


 Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem
na área em que estiver sendo aplicado o produto.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes

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INZAK ZEON
Junho.2023

do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.


 Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir
que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
 Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas
e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com
filtro mecânico classe P1 ou PFF1; óculos de segurança com proteção lateral e
luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

• Sinalizar a área com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e


manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na
área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a
aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem
em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as
luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental
impermeável.
• Após a cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos
equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual (EPI):
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de
nitrila e botas de borracha.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser
retirados na seguinte ordem: óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.

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Nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Nocivo se inalado

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência


levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos,
relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro,
por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental


impermeáveis, por exemplo.

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INTOXICAÇÕES POR INZAK ZEON


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Lambda-cialotrina: Piretroide


Acetamiprido: Neonicotinoide
Classe
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
toxicológica
Vias de exposição
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética Lambda-cialotrina: Após a administração oral a ratos, a absorção foi


de aproximadamente 55% da dose administrada. O produto se
distribuiu para a maioria dos tecidos, sendo os maiores níveis de
resíduos encontrados no tecido adiposo. A metabolização se deu
principalmente por clivagem da ligação éster e a maior parte da dose
foi rapidamente eliminada pela urina na forma de conjugados polares
já nas primeiras 24 horas; apenas pequena proporção (2–3%) foi
identificada nos animais após sete dias.

Acetamiprido: A absorção do acetamiprido é rápida sendo quase


completamente absorvido (> 90%) pelo trato gastrointestinal, atingindo
concentração máxima no sangue em aproximadamente 2-3 horas. Ele
é amplamente distribuído nos tecidos, sendo as concentrações mais
elevadas encontradas nas glândulas adrenais, fígado e rins após
administração oral a ratos. O acetamiprido sofre biotransformação
mediante processos de desmetilação e conjugação com glicina. Sua
excreção, que ocorre principalmente na forma de metabólitos, é rápida
e primordialmente pela urina (53–65%), sendo em menor parte
excretado pela bile (machos: 30–35%; fêmeas: 22-29%); mais de 99%
da dose administrada é eliminada em até quatro dias após a dosagem,
sem indicação de bioacumulação nos tecidos.
Toxicodinâmica Lambda-cialotrina: Os piretroides do tipo II atuam diretamente nos
axônios dos neurônios de insetos e mamíferos; eles se ligam aos
canais de sódio, mantendo-os abertos, e prolongam acentuadamente
o tempo de despolarização. Como consequência, há intoxicação por
hiperexcitação do sistema nervoso central. Apesar de apresentarem o
mesmo mecanismo de ação, os piretroides são considerados bem
menos tóxicos para mamíferos, pois passam por extenso processo de
metabolização.

Acetamiprido: Agonista do receptor nicotínico de acetilcolina em


insetos. Liga-se ao receptor da acetilcolina na membrana dos
neurônios pós-sinápticos, sem ser degradado pela acetilcolinesterase.
Assim, ao abrir os canais de sódio e permitir maior influxo deste íon na
célula, causa hiperatividade nervosa e colapso do sistema nervoso.
Os neonicotinoides são teoricamente menos tóxicos para o sistema
nervoso de mamíferos devido à baixa afinidade pelos receptores
nicotínicos dos vertebrados.
Sintomas e sinais clínicos Lambda-cialotrina: Sua ingestão pode causar irritação

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gastrointestinal, náuseas e vômitos. Por inalação de pó ou gotículas


de aerossol, pode haver tosse e irritação do trato respiratório alto. O
contato com a pele está associado à sensação de formigamento e
dormência de áreas expostas (parestesia) e o contato com os olhos
pode causar irritação ocular.

Acetamiprido: Casos de intoxicação por acetamiprido em humanos


são raros na literatura. Dois casos de ingestão intencional de
formulações à base de acetamiprido foram descritos no Japão. Os
pacientes apresentaram náuseas, vômitos, debilidade muscular,
hipotermia, convulsões, taquicardia, hipotensão, alterações
eletrocardiográficas e hipóxia. Tratamento de suporte foi suficiente e
os dois pacientes se recuperaram sem complicações em 2 dias.

As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos


com animais de experimentação tratados com a formulação à base de
lambda-cialotrina e acetamiprido, INZAK ZEON:

Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral realizado em


ratos, 3/4 animais testados na maior dose morreram e os sinais
clínicos observados foram redução de atividade, tremores
intermitentes no corpo inteiro, postura curvada, posição prona,
incoordenação motora, piloereção e hipotermia. O animal sobrevivente
se recuperou no dia 10. Na menor dose, não houve mortalidade ou
sinais clínicos.

Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória


realizado em ratos, 3/5 machos e 2/5 fêmeas testados na maior
concentração morreram após apresentar redução da atividade,
respiração anormal, tremores e ataxia. Os animais sobreviventes
apresentaram os mesmos sinais, além de manchas ano-genitais,
marcha anormal e manchas na face, com recuperação a partir do dia
10. Na menor concentração, não houve mortalidade. Os sinais
observados foram redução de atividade, respiração irregular, manchas
ano-genitais, manchas na face e postura curvada. Os animais se
recuperaram até o dia 6.

Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica


realizado em ratos, 1 animal apresentou respiração irregular, inchaço
na face e manchas ano-genitais, com recuperação no dia 5. Um outro
animal apresentou escaras superficiais na pele, no local de aplicação
do item teste, entre os dias 8 e 11. Em estudo de irritação dérmica
realizado em coelhos, o produto não foi considerado irritante. O
produto não foi considerado sensibilizante dérmico em camundongos.

Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em


coelhos, os animais apresentaram vermelhidão e quemose na
conjuntiva, com recuperação até o dia 2.

Exposição crônica: Os ingredientes ativos dessa formulação não


foram considerados mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos
para seres humanos. À luz dos conhecimentos atuais, não são

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considerados desreguladores endócrinos e não interferem com a


reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.

Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de


exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos
compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. Se for necessário,
o diagnóstico pode ser confirmado através da mensuração de
piretroides ou seus metabólitos na urina.
Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo
com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção
especial deve ser dada ao suporte respiratório.

Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão


sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura
corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de
consciência do paciente.

Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para


limitar a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do
produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em
água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 ml de água. É
mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na
maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência
e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta
do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por
intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do
produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser
evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando,
com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e
arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário,
administrar oxigênio e ventilação mecânica.

Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a


descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a
vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve
ser encaminhado para tratamento.

Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar


abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo
de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a

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irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o


paciente para tratamento específico.

Antídoto: Não há antídoto específico.

Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR


aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
(Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas,
avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.

Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de


aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito
espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em
posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do
conteúdo gástrico.
Efeitos das interações Não foram relatadas interações químicas entre lambda-cialotrina e
químicas acetamiprido e medicamentos possivelmente utilizados no tratamento
de intoxicação por lambda-cialotrina e acetamiprido em humanos.
ATENÇÃO
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o
Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS)
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)

Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)


Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa: [Link]@[Link]

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:


Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

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Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 1049 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: entre 1,03 e 2,05 mg/L
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Não irritante.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: Não irritante.
Sensibilização cutânea em camundongos: Não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para
as vias respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação
genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de ratos.

Efeitos crônicos:

Lambda-cialotrina: No estudo de 2 anos em ratos, os animais testados na maior dose


apresentaram redução de ganho de peso corpóreo, redução no consumo de ração,
alterações bioquímicas leves no sangue e aumento do peso do fígado. No estudo de
carcinogenicidade em camundongos, adenocarcinomas mamários observados nas
fêmeas foram considerados não relacionados ao tratamento. Adicionalmente, a lambda-
cialotrina não foi considerada mutagênica in vivo e in vitro. Em estudo da reprodução de
três gerações, houve redução no ganho de peso dos pais em todas as gerações tratadas
com a maior dose, além de pequena redução na média do peso total da ninhada das
gerações F2 e F3. Nos estudos do desenvolvimento em ratos e coelhos, a exposição à
maior dose causou apenas redução do peso corpóreo materno, do ganho de peso e do
consumo de ração. Com base nos estudos acima descritos, a lambda-cialotrina não é
considerada carcinogênica, teratogênica ou tóxica para a reprodução.

Acetamiprido: Em estudo de 2 anos em ratos, nas maiores doses, houve diminuição


de peso corpóreo, além de alterações no fígado de machos; os tumores nas glândulas
mamárias de fêmeas não foram considerados relacionados ao tratamento. Os
camundongos, em estudo de 18 meses, apresentaram alterações no fígado, glândula
adrenal e baço, sem sinais de tumores. O acetamiprido não foi considerado
carcinogênico ou mutagênico. Em estudo de duas gerações em ratos, foram observados
redução do consumo alimentar e de peso corpóreo, bem como alterações hepáticas nas
maiores doses. Nos filhotes, observou-se diminuição do ganho de peso em ambas as
gerações e redução da sobrevivência pós-natal da geração F2 na maior dose. Não
houve efeitos na reprodução em qualquer dose testada. Os ratos e coelhos dos estudos
de toxicidade do desenvolvimento também apresentaram diminuição no consumo de
ração e ganho de peso. Com relação aos filhotes, apenas em ratos foram observadas
alterações esqueléticas na maior dose. O acetamiprido não foi considerado teratogênico
nos estudos descritos e é considerado improvável desregulador endócrino.

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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE


PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
X - ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).

- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

 Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento


no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
 Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
 Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
 Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos
e peixes).
 Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.Não utilize equipamento
com vazamentos.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 Aplique somente as doses recomendadas.
 Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
 Este produto é TÓXICO para abelhas e pode afetar outros insetos benéficos. Não
aplique o produto durante o período de maior visitação das abelhas;
 A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
 Para aplicações terrestres é necessário manter uma distância de 5 metros em
relação à corpos d´água.
 Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
 Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal
concernentes às atividades aeroagrícolas.
 Não aplique diretamente na água ou permita deriva em corpos d'água adjacentes;
 Não contaminar a água utilizada para irrigação, fins domésticos ou áreas como
lagoas, valas, lagos, sistemas de drenagem, etc., através da eliminação de resíduos
de produtos.

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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA


CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
 Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
 O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
 A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
 O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
 Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
 Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
 Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
 Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR
9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
 Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


 Isole e sinalize a área contaminada.
 Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO
DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800 704 4304.
 Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e
botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
 Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre
em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente.
O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
registrante, através do telefone indicado acima para a sua devolução e destinação
final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente
identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 e/ou pó
químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,


TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs
– Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do
produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes


procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

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Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis)
meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

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EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e
com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde
foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.

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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente
autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA


EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO


INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e
a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte
o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação
final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este
tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados
por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO,


DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
“Observe as restrições e/ou disposições constantes na Legislação Estadual e/ou
Municipal concernentes às atividades agrícolas”.
“No Estado do Paraná o produto encontra-se com restrição de uso para todas as
culturas e alvos biológicos”.

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