Pcmso Medlab
Pcmso Medlab
CNAE 86.40-2-02
GRAU DE RISCO 03
CNPJ 32.961.439/0001-77
CEP 38.770-0000
Total: 05
N° DE Homens: Não há
FUNCIONÁRIOS
Mulheres: 05
Menores: Não há
DR. SILVIO GERALDO DE LIMA – MÉDICO DO TRABALHO COORDENADOR DO PCMSO – CRM - 13863
4.0 INTRODUÇÃO
O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO tem sua origem e vigência
baseado nas seguintes legislações: - A Lei N. 6514. de Dezembro de 1977 – Alteração V do Título II da
consolidação das leis do Trabalho, aprovado pelo Decreto Lei N. 5452 de 1 de Maio de 1943: Incumbe ao
Ministério do Trabalho estabelecer normas, coordenar, orientar e supervisionar a fiscalização em todo o
Território Nacional na matéria de Segurança e Medicina do Trabalho. - Portaria N. 3214, de 08 de junho
de 1978 – Aprova as Normas Regulamentadoras – NRs – do Capítulo V titulo II da Consolidação das leis
do trabalho - CLT relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. - A Portaria SEPRT n.º 6.734, de 10 de
março de 2020, estabelece a nova NR 7 - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE
OCUPACIONAL, regulamentando todo o processo de desenvolvimento do PCMSO. Este documento está
atualizado de acordo com a versão mais atualizada da NR-7, a mencionada Portaria SEPRT n.º 6.734, de
10 de março de 2020, que passou a vigorar após 03 de janeiro de 2022. Os textos exibidos neste documento
são espelhados na nova NR-7, que estabelece todas as diretrizes para o PCMSO atual.
Compete ao empregador:
a) garantir a elaboração e efetiva implantação do PCMSO;
b) custear sem ônus para o empregado todos os procedimentos relacionados ao PCMSO;
c) indicar médico do trabalho responsável pelo PCMSO.
Em caso de substituição do médico responsável pelo PCMSO, a organização deve garantir que os
prontuários médicos sejam formalmente transferidos para seu sucessor. O prontuário do empregado deve
ser mantido pela organização, no mínimo, por 20 (vinte) anos após o seu desligamento, exceto em caso
de previsão diversa constante nos Anexos desta NR.
Este PCMSO foi elaborado considerando os riscos ocupacionais identificados e classificados pelo
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos - da organização. No programa inclui a avaliação do estado
de saúde dos empregados em atividades críticas, como definidas na NR-7, considerando os riscos
envolvidos em cada situação e a investigação de patologias que possam impedir o exercício de tais
atividades com segurança. Este PCMSO inclui, entre outros, a realização obrigatória de exames médicos
nas seguintes situações, conforme NR-7:
a) admissional;
b) periódico;
c) de retorno ao trabalho;
d) de mudança de riscos ocupacionais;
e) demissional.
Os exames médicos acima compreendem exame clínico e exames complementares, realizados de
acordo com as especificações da NR-7 e de outras NR. O exame clínico deve obedecer aos prazos e à
seguinte periodicidade:
I - no exame admissional: ser realizado antes que o empregado assuma suas atividades;
II - no exame periódico: ser realizado de acordo com os seguintes intervalos:
a) para empregados expostos a riscos ocupacionais identificados e classificados no
PGR e para portadores de doenças crônicas que aumentem a susceptibilidade a tais riscos:
1. a cada ano ou a intervalos menores, a critério do médico responsável;
2. de acordo com a periodicidade especificada no Anexo IV desta Norma, relativo a empregados
expostos a condições hiperbáricas;
b) para os demais empregados, o exame clínico deve ser realizado a cada dois anos.
No exame de retorno ao trabalho, o exame clínico deve ser realizado antes que o empregado
reassume suas funções, quando ausente por período igual ou superior a 30 (trinta) dias por motivo de
doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não.
No exame de retorno ao trabalho, a avaliação médica deve definir a necessidade de retorno gradativo
ao trabalho.
O exame de mudança de risco ocupacional deve, obrigatoriamente, ser realizado antes da data da
mudança, adequando-se o controle médico aos novos riscos.
No exame demissional, o exame clínico deve ser realizado em até 10 (dez) dias contados do término
do contrato, podendo ser dispensado caso o exame clínico ocupacional mais recente tenha sido realizado
há menos de 135 (cento e trinta e cinco) dias, para as organizações graus de risco 1 e 2, e há menos de 90
(noventa) dias, para as organizações graus de risco 3 e 4.
Os exames complementares laboratoriais previstos na NR-7 devem ser executados por laboratório
que atenda ao disposto na RDC/Anvisa n.º 302/2005, no que se refere aos procedimentos de coleta,
acondicionamento, transporte e análise, e interpretados com base nos critérios constantes nos Anexos
desta Norma e são obrigatórios quando:
a) o levantamento preliminar do PGR indicar a necessidade de medidas de prevenção imediatas;
b) houver exposições ocupacionais acima dos níveis de ação determinados na NR-09 ou se a
classificação de riscos do PGR indicar. Podem ser realizados outros exames complementares, a critério
do médico responsável, desde que relacionados aos riscos ocupacionais classificados no PGR e
tecnicamente justificados no PCMSO.
Para cada exame clínico ocupacional realizado, o médico emitirá Atestado de Saúde Ocupacional -
ASO, que deve ser comprovadamente disponibilizado ao empregado, devendo ser fornecido em meio
físico quando solicitado.
O ASO deve conter no mínimo:
a) razão social e CNPJ ou CAEPF da organização;
b) nome completo do empregado, o número de seu CPF e sua função;
c) a descrição dos perigos ou fatores de risco identificados e classificados no PGR que necessitem
de controle médico previsto no PCMSO, ou a sua inexistência;
d) indicação e data de realização dos exames ocupacionais clínicos e complementares a que foi
submetido o empregado;
e) definição de apto ou inapto para a função do empregado;
f) o nome e número de registro profissional do médico responsável pelo PCMSO, se houver;
g) data, número de registro profissional e assinatura do médico que realizou o exame clínico.
A aptidão para trabalho em atividades específicas, quando assim definido em Normas
Regulamentadoras e seus Anexos, deve ser consignada no ASO.
Quando forem realizados exames complementares sem que tenha ocorrido exame clínico, a
organização emitirá recibo de entrega do resultado do exame, devendo o recibo ser fornecido ao
empregado em meio físico, quando solicitado.
Sendo verificada a possibilidade de exposição excessiva a agentes listados no Quadro 1 do Anexo I
na NR-7, o médico do trabalho responsável pelo PCMSO deve informar o fato aos responsáveis pelo PGR
para reavaliação dos riscos ocupacionais e das medidas de prevenção.
Constatada ocorrência ou agravamento de doença relacionada ao trabalho ou alteração que revele
disfunção orgânica por meio dos exames complementares do Quadro 2 do Anexo I, dos demais Anexos
na NR-7 ou dos exames complementares incluídos com base no subitem 7.5.18 na NR-7, caberá à
organização, após informada pelo médico responsável pelo PCMSO:
a) emitir a Comunicação de Acidente do Trabalho - CAT;
b) afastar o empregado da situação, ou do trabalho, quando necessário;
c) encaminhar o empregado à Previdência Social, quando houver afastamento do trabalho superior
a 15 (quinze) dias, para avaliação
de incapacidade e definição da conduta previdenciária;
d) reavaliar os riscos ocupacionais e as medidas de prevenção pertinentes no PGR.
O médico responsável pelo PCMSO deve elaborar relatório analítico do Programa, anualmente,
considerando a data do último relatório, contendo, no mínimo:
a) o número de exames clínicos realizados;
b) o número e tipos de exames complementares realizados;
c) estatística de resultados anormais dos exames complementares, categorizados por tipo do exame
e por unidade operacional, setor ou função;
d) incidência e prevalência de doenças relacionadas ao trabalho, categorizadas por unidade
operacional, setor ou função;
e) informações sobre o número, tipo de eventos e doenças informadas nas CAT, emitidas pela
organização, referentes a seus empregados;
f) análise comparativa em relação ao relatório anterior e discussão sobre as variações nos resultados.
As organizações de graus de risco 1 e 2 com até 25 (vinte e cinco) empregados e as organizações de
graus de risco 3 e 4 com até 10 (dez) empregados podem elaborar relatório analítico apenas com as
informações solicitadas nas alíneas “a” e “b”. Caso o médico responsável pelo PCMSO não tenha recebido
os prontuários médicos ou considere as informações insuficientes, deve informar o ocorrido no relatório
analítico. O relatório analítico deve ser apresentado e discutido com os responsáveis por segurança e saúde
no trabalho da organização, incluindo a CIPA, quando existente, para que as medidas de prevenção
necessárias sejam adotadas na organização.
ADMINISTRATIVO
Descrição do Ambiente: Escritório com piso liso paredes em alvenaria, iluminação e ventilação natural
completadas artificial com mobiliário padrão de escritório.
RECEPÇÃO
Descrição do Ambiente: Área com balcão de atendimento com cadeiras em espera.
SALA DE ANÁLISE
Descrição do Ambiente: Sala com pé direito padrão, piso em cerâmica, ventilação e iluminação natural
de artificial com mobiliário e equipamentos adequado a análise de laboratório clínico.
SALA DE COLETA
Descrição do Ambiente: Sala em alvenaria com divisórias, mobiliário adequado a coleta de material para
análise. Com ventilação e iluminação natural e artificial.
CARGO AUXILIAR DE SERVIÇOS DE LABORATÓRIO - CBO: 515215
Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais
os empregados deste cargo estão expostos.
Ambientes: Recepção, Sala de coleta, Sala de Análise
Empregados: 04 pessoas no total, sendo 0 homens e 4 mulheres.
Atividades: Suas atividades consistem em: Coletar o material biológico empregando técnicas
e instrumentações adequadas para testes e exames, organizar o estoque e proceder
ao levantamento de material de consumo para os diversos setores, revisando a
provisão e a requisição necessária, realização de exames: hemogramas,
coagulação, coomb e GRSH. Guardar sigilo e confidencialidade de dados e
informações conhecidas em decorrência do trabalho. Zelar pela manutenção,
limpeza, assepsia e conservação de equipamentos e utensílios de laboratório.
Jornada: 44 horas semanais com intervalo para almoço descanso.
Metodologia erg.: Análise ergonômica na frente de trabalho e acompanhamento da jornada.
Recomendações: Treinamentos de segurança e uso correto dos EPIS.
Observações: Os mesmos devem realizar treinamento de postura adequada e praticar ginástica
laboral.
✔Fazer no Admissional
Parasitológico: ✔Fazer no Demissional O periódico será feito a cada 12
Código(s) eSocial: 0974
✔Fazer no Retorno Ao Trabalho
meses.
✔Fazer na Mudança de Risco/Cargo*
✔Fazer no Periódico
✔Fazer no Admissional
✔Fazer no Demissional
HBS:
✔Fazer no Retorno Ao Trabalho
Código(s) eSocial: 0234 ✔Fazer na Mudança de Risco/Cargo* O periódico será feito a cada 12
✔Fazer no Periódico meses.
✔Fazer no Admissional O periódico será feito a cada 12
HIV Antgeno: ✔Fazer no Demissional meses.
Código(s) eSocial: 0732
✔Fazer no Retorno Ao Trabalho
✔Fazer na Mudança de Risco/Cargo*
✔Fazer no Periódico
✔Fazer no Admissional
Hepatte C: ✔Fazer no Demissional O periódico será feito a cada 12
Código(s) eSocial: 0705
✔Fazer no Retorno Ao Trabalho
meses.
✔Fazer na Mudança de Risco/Cargo*
✔Fazer no Periódico
*Nos casos de mudança de riscos ocupacionais ou cargo, deverão ser observados os exames indicados
no quadro do novo cargo levando em consideração a diferença das exposições aos riscos comparados
ao cargo atual. Em casos de dúvidas consulte o autor/Resp. PCMSO deste documento.
✔Fazer no Admissional
Parasitológico: ✔Fazer no Demissional O periódico será feito a cada 12
Código(s) eSocial: 0974
✔Fazer no Retorno Ao Trabalho
meses.
✔Fazer na Mudança de Risco/Cargo*
✔Fazer no Periódico
✔Fazer no Admissional
✔Fazer no Demissional O periódico será feito a cada 12
HBS:
✔Fazer no Retorno Ao Trabalho
Código(s) eSocial: 0234 meses.
✔Fazer na Mudança de Risco/Cargo*
✔Fazer no Periódico
✔Fazer no Admissional O periódico será feito a cada 12
HIV Antgeno: ✔Fazer no Demissional meses.
Código(s) eSocial: 0732
✔Fazer no Retorno Ao Trabalho
✔Fazer na Mudança de Risco/Cargo*
✔Fazer no Periódico
✔Fazer no Admissional
Hepatte C: ✔Fazer no Demissional
Código(s) eSocial: 0705
✔Fazer no Retorno Ao Trabalho
✔Fazer na Mudança de Risco/Cargo* O periódico será feito a cada 12
✔Fazer no Periódico meses.
*Nos casos de mudança de riscos ocupacionais ou cargo, deverão ser observados os exames indicados
no quadro do novo cargo levando em consideração a diferença das exposições aos riscos comparados
ao cargo atual. Em casos de dúvidas consulte o autor/Resp. PCMSO deste documento.
MÉDICO COORDENADOR
Dr. Silvio Geraldo de Lima
CRM MG 13863
MÉDICO EXAMINADOR
Segue as informações do médico examinador indicados pelo coordenador deste programa conforme
Norma Regulamentadora NR 7, item 7.3.2:
Dr. Genesco Santago de Rezende Neto – CRM MG 13711
Dr. Silvio Geraldo de Lima – CRM MG 13863
Dr. Antônio Geraldo Cardoso – CRM MG 24771
Dr. Jorge Alberto Vargas Ospina – CRM 59032
Dr. Francklyberg Alves de Lima – CRM MG 60528
Dr. Flavio de Mendonça – CRM MG 37466
Dr. Leonardo Lucas Pereira Filho – CRM MG 67427
Dr. Felippe Luan Marques Miranda – CRM MG 64483
Dr. Rodrigo Martins Vinha – CRM MG 57282
Dr. Thiago Henrique Vieira Leão – CRM MG 54209
Dr. Fabiana Nunes Oliveira – CRM MG 60753
Dr. Rogério Silva Arantes – CRM MG – 13384
Dr. Sebastião Porto Silvério – CRM MG 8.100 – MTE 14181
Dr. Júlio Augusto Vallejo Lozada – CRM MG 5646
Em caso de acidentes e ou doença, o responsável pelo setor deverá acionar os socorristas para a
prestação de Primeiros Socorros, onde será avaliada a situação e tomadas as providencias cabíveis para
resolver a situação presente. Após os Primeiros Socorros, caso não tenha solucionado a situação,
acompanhar e encaminhar o acidentado ou portador de doença mais urgente possível ao serviço de saúde
mais próximo e caso necessário comunicar aos órgãos públicos mais próximos.
O decreto 2.172, de 05.03.97, que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social, em
seus artigos determina:
“Art.131. Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou
ainda pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do artigo 11 desta lei, provocando
lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou perda ou redução, permanente ou
temporária, da capacidade para o trabalho.”
É obrigatória a existência do nexo causal, isto é, a relação entre o acidente, o trabalho e a lesão.
Art.133 do Decreto 2.1772/97, por meio de seus incisos fica determinado:
“I – o acidente ligado ao trabalho que, embora não tenha sido a causa única, haja contribuído
diretamente para a morte do segurado, para a perda ou redução da sua capacidade para o trabalho, ou
produzido lesão que exija atenção médica para sua recuperação.”
Art.133 do Decreto 2.172/97 inciso II equipara a acidente do trabalho todo aquele sofrido pelo
segurado no local e no horário de trabalho.
Todo acidente de trabalho deverá ser comunicado à Previdência Social e registrado no prontuário
do funcionário.
O segurado, por sua vez, ao ser acidentado, deve levar o fato ao conhecimento da empresa. Esta,
por sua vez, fará a devida comunicação, formando-se o processo administrativo, com vistas a proteger o
funcionário, apurando as causas e consequências do evento, e, por conseguinte, liberar o benefício
adequado ao segurado.
O art. 142 do Regulamento dos Benefícios da Previdência Social determina que a empresa deverá
fazer a comunicação de um acidente até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência e, em caso de morte,
de imediato, à autoridade policial competente (delegacia mais próxima).
O acidentado deverá ser encaminhado para o atendimento médico, nos serviços públicos privados,
conveniados ou filantrópicos, no qual será preenchido o Laudo de Exame Médico (verso da CAT) pelo
médico que o atender.
Exames complementares:
• Eletrocardiograma (afim de identificar arritmias);
• Glicemia em jejum (hipoglicemia);
• Hemograma (anemia)
• Avaliação psicossocial.
Observações:
CRONOGRAMA 1: A divulgação do PCMSO é feita durante a vigência do programa e na admissão de
novos colaboradores.
CRONOGRAMA 2: As palestras sobre Tabagismo e Alcoolismo, DST/AIDS e Imunização serão feitos nos
meses demarcados e na admissão de novos colaboradores.
14.0 TERMO DE COMPROMISSO
Pelo presente instrumento, nos propomos garantir a viabilização e efetiva implantação do Programa
de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), zelando e custeando sem ônus para os funcionários,
os procedimentos e exames em todas as suas etapas, por ser parte integrante do conjunto mais amplo da
iniciativa da empresa no campo da prevenção da saúde dos trabalhadores.
___________________________________________
Dr. Silvio Geraldo de Lima
CRM MG 13863
Médico do Trabalho
A Empresa fica ciente da execução, acompanhamento e entendimento de todas as fases que compõem o
Programa de Controle de Saúde Ocupacional - PCMSO, comprometendo-se a cumpri-lo na sua totalidade,
incluindo o cronograma de ações caso existente.
____________________________________________
Proprietário e Responsável pela execução do PCMSO
CRONOGRAMA PCMSO 2024 MAR ABR MAI JUNH JULH AGO SET OUT NOV DEZ JAN
2024 2024 2024 2024 2024 2024 2024 2024 2024 2024 2025
Levantamento dos Riscos Ambientais x
Responsável: Empregador, Médico e Tec.
Seg.
Análise do Levantamento Ambiental x
Responsável: Empregador, Médico e
Tec. Seg.
Discursão sobre a implantação das x
medidas de controle
Responsável: Empregador, Médico e
Tec. Seg.
Monitoramento dos Riscos x x x
Responsável: Empregador
Divulgação do PCMSO x
Responsável: Empregador e Médico
coordenador
Realizações dos exames ocupacionais
mais fornecimento de ASO
Responsável: Coordenador do
PCMSO
Relatório anual janeiro 2024 ou
quando necessário
Responsável: Coordenador do
PCMSO
Revisar caixa de primeiros socorros, x x x x x x x x x x x
verificando validade e consumo
Responsável: Empregador e
responsável pelo setor.
Incentivar a imunização e prevenção x x x x x x x x x x x
de doenças sexualmente
transmissíveis.
Responsável: Empregador e
Responsável pelo setor.