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Divisão de Poderes e Sistema Judicial em Portugal

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Definir Nome

Este manifesto tem como objectivo deixar definido o pensamento da Ideologia (inserir
nome).

Divisão de Poderes Nacionais:


O poder Nacional é dividido em 2:

Governativo:
O poder Governativo é a junção do Poder Moderador, executivo, legislativo e
representativo.
Este poder é atribuído ao legitimo herdeiro do Trono de Portugal, entregue ao seu filho
barão apos a morte do Rei.
Neste Modelo o poder real pode ser considerado absoluto em qualquer matéria
considerada nacional ou internacional (no caso de envolver Portugal), no que toque a
matéria local o Rei tem direito a sua voz, mas não tem a última palavra.
Em caso de indecisão, ameaça, perigo ou de grande fervor nacional o Rei pode/deve
convocar as cortes:
Cortes:
As cortes, a par do papel que exercia na primeira dinastia, tem a função de:
Representar os diversos níveis da sociedade Portuguesa (Nobres, Municípios,
Senhorios, Militares, etc.), limitar o poder do Rei quando estes acharem necessário,
aconselhar o Rei em matérias que o mesmo necessite.

Judicial:
Tal como num sistema republicano, o poder judicial é atribuído aos tribunais com o
intuito de aplicar a lei e aplicar uma pena quando esta é corrompida.
Divisão do Sistema Judicial:
O sistema judicial divide-se em 2 grupos:
Tribunal Civil composto por:
Tribunal Municipal, envolve-se em casos de crimes leves ocorridos no município.
Tribunal regional, envolve-se em casos graves da região ou em caso de pedido de
apelo a uma sentença do Tribunal Municipal.
Tribunal Nacional: Envolve-se em casos considerados de Importância Nacional.
Supremo Tribunal: Envolve-se em caso de apelo ou de má conduta por parte do Tribunal
Nacional.
Tribunal Real composto por:
Tribunal Real: O seu papel é de actuar em caso de Corrupção, tirania ou necessidade em
nome da População de um Senhorio. Tem o poder de aplicar sanções ou de remover o
título e o cargo ao Senhor. É limitado pelas máximas: Não existe títulos vagos e os títulos
retirados são devolvidos a família.
Supremo Tribunal Real: Tribunal de apelo a decisão do Tribunal Real.
Divisão de Poderes Regionais:
O poder regional pode melhor ser definido como um feudalismo moderno.
O poder Regional é dividido de 5 formas:
Poder Senhorial: Poder sobre um território, entregue por decreto e/ou por herança, onde o
Senhor tem poder administrativo sobre esse Senhorio, tal como no regime de autarquias o
Senhor esta subservio ao Poder que se encontra acima da hierarquia.
Poder Municipal: Poder dentro desse território, município, entregue por decreto Real,
funciona tal como actualmente, invés do Poder ser herdado ou decretado é eleito. Ao contrário
do Senhor que responde a uma hierarquia e possíveis privilégios, o município é apenas
subdiente ao Poder Regional e o Poder Real
Poder Condado: Poder sobre um território, entregue por decreto e/ou por herança, onde o
Senhor tem poder administrativo e governativo localizado sobre esse condado.
Poder Ducado: Poder sobre um território, entregue por decreto e/ou por herança, onde o
Senhor tem poder administrativo e governativo localizado sobre esse Ducado.
Conselho Regional: É dividido entre todos os nobres independentes, dessa Região
independente do seu título, podendo ser composto por Líderes de municípios, Senhores
condes e duques. O Conselho possui apenas poder consultivo.

Formação do Pensamento:
Este capítulo irá falar das Áreas de Interesse Social e como o País deveria interagir com as
mesmas.

Área Empresarial:
Ao contrário de modelos económicos comunistas, onde o estado controla a fonte e os meios de
produção, ou os modelos capitalistas, onde a fonte e os meios estão em mãos privadas,
O (Inserir Nome) defende um modelo misto onde a População tem a escolha, em sectores de
importância social (agrícola, Roupa, Medicina, Cultura, educação), entre um produto de uma
empresa privada ou de uma empresa estatal. Permitindo assim libertar as famílias das
flutuações do mercado e providenciar às que enfrentam tempos difíceis com opções mais
baratas e de qualidade razoável. Por outro lado, a médio prazo aumentariam as receitas do
estado, o que poderia levar a reduções de determinados impostos no longo prazo.
Em outros sectores, como no sector bélico, o controlo deve permanecer nas mãos do estado,
visto que é o único que o deverá consumir.

Os 3 Pilares de Uma Nação:


Segurança Nacional:
Tal como a Saúde e a Educação são dois dos pilares fundamentais de uma Nação, a sua
Segurança, quer interna, quer externa, é o terceiro pilar. Uma nação pode ser a mais avançada
ou a mais saudável de todas, mas se não tiver protecção irá cair. Para tal, o seu investimento e
desenvolvimento deve ser equivalente ao da Educação e da Saúde. Mas porque deveríamos
investir tanto nas forças armadas e nas forças de segurança?
Desde já, nas forças de segurança porque são as que diariamente se põem em risco e
asseguram a segurança da nossa população, quer em crimes graves como tráfico humano ou
de droga, como também numa disputa entre 2 vizinhos que parece que vai dar para o torto.
Então aquilo que se poderia propor para desenvolvimento e melhoramento da qualidade das
nossas forças de segurança, seria, desde já, restaurar a confiança e a autoridade que os agentes
têm sobre a população.
Medidas:
Reimplantar o Serviço Militar Obrigatório, para aqueles que não tenham tido um emprego há
mais de 5 meses que durasse mais de 3 meses, e para os que não tenham perseguido mais
estudos.
Promover e dignificar a carreira militar, desenvolver uma política de diplomacia externa (Ver
capítulo sobre a diplomacia externa) mais interventiva e luso-Centrica.

Área da Educação:
Para a grande maioria da população o ensino funciona como um elevador social. Tal como um
elevador normal deve receber inspecções e melhoramentos, a educação no nosso país
funciona muito como a Saúde, temos público, privado e uma mistura de ambos. O problema é
quando o privado deixa de ser um “luxo” e começa a ser uma necessidade para muitos.
O Ensino Público após mais de 100 anos de existência nunca mudou o seu objectivo: “Preparar
o aluno para o próximo Teste”.
O que se propunha seria 2 tipos de ensino secundário. Um ensino voltado para um estudo mais
independente, onde o aluno tem direito a escolher as disciplinas que quer frequentar na
altura, ou seja, um aluno que, por exemplo, é interessado em línguas, no sistema que nós
temos actualmente teria de tirar Inglês e Português, mas também Educação-Física, História e
Geografia. Ora, para um aluno que quer seguir línguas não faz sentido. Como, da mesma
forma, também não faz sentido para um aluno que vai seguir Biologia, ter português e ter
Educação-Física. Este sistema, que tem um hábito mais independente de estudo e que vai
conforme a vontade que o aluno tenha, levaria a que o aluno fosse às disciplinas que quisesse
na altura, independentemente de inscrições. Se, por exemplo, naquela altura, imaginemos às
8h da manhã, o aluno quiser ter mandarim, ele poderá ir para essa aula, e se na semana
seguinte, nessa mesma hora, o aluno quiser ter história, poderá ter história. A única coisa que
este sistema forçaria no aluno seria obrigar o aluno a estar na escola das 8h da manhã até 3h
ou 4h da tarde e também obrigar a que durante esse período todo o aluno fosse mesmo
obrigado a ir às aulas. Contudo, este tipo de sistema de ensino tem algumas falhas gravíssimas
que, sim, já afectam também o nosso sistema actual. A falta de professores, por exemplo. Por
outro lado, neste tipo de ensino, o leque de disciplinas seria maior, ou seja, todas as escolas
seriam obrigadas a ter todas as disciplinas que todas as outras têm, sem falta.
Ou, outro tipo de ensino (secundário) seria um ensino parecido com o que já existe, mas mais
especializado, ou seja, iríamos dividir mais a especialização de cada curso, por exemplo:
actualmente nós temos um curso que se chama Línguas e Humanidades. Iríamos pegar na
parte das línguas e fazer um curso só de línguas: inglês, mandarim, alemão, francês, Espanhol e
Português, por exemplo. Na parte das Humanidades colocaremos: História, Geografia, abrir-se-
ia um curso de arqueologia, por exemplo, e literatura. Outros cursos também, por exemplo, o
curso de Ciências e Tecnologia, seria dividido e transformado no curso de Ciências, Química e
Física, e outro que seria mais voltado para as áreas de Anatomia e Biologia. Doutra forma,
também nos cursos profissionais, terminaram os cursos de Restauração, Bar, Educação-Física,
Etc. Seriam também substituídos os professores com mentores, por exemplo, com a abertura
dos cursos de Carpintaria, Pesca, Talho, entre outros.
Mas estes dois tipos de ensino coexistiriam, por exemplo, numa escolha de disciplinas
independentes pelo aluno, misturado também com um mentoria de um curso de carpintaria.
Isto levaria a que o aluno conseguisse entrar numa faculdade, e também aprender a montar
um móvel, a fazer uma cadeira, e a fazer coisas com as mãos.
Para a entrada na faculdade, acabar-se-ia com médias de notas do 10º, 11º e 12º. Com essa
mudança, a única coisa que seria necessária seriam os exames, aumentando a qualificação dos
alunos no ensino superior e a um aumento de entradas nos cursos de faculdade.
Diplomacia Externa
Portugal como sendo a cauda da europa e o “Guardião” do atlântico usou e foi usado para se
esgueirar para alianças, acordos e organizações Internacionais. Algumas são benéficas como a
OTAN, mas também muitas são prejudiciais como a EU, na sua forma actual, ou a CPLP e os
PALOP, uma tira-nos liberdade de decidir o que fazer dentro das nossas fronteiras e em troca
dá-nos um suborno que usam para nos manter dependentes; a outra obriga que sejamos nos a
cuidar de Países de terceiro mundo que quiseram independência Armada.
O que deve ser feito pelo bem dos Nossos é adoptar uma diplomacia “Luso-Centrica” sendo
uma junção de intervencionismo português e o Orgulhosamente Sós do Estado Novo.
Com esta mentalidade a primeira coisa que se deve fazer é rever a nossa participação em todos
os tratados e organizações, revogando a nossa participação de todos os acordos que não sejam
benéficos para a nação. Organizações como a CPLP, EU, Tribunal Internacional, muitos outros.
A segunda proposta é a formação de um serviço de inteligência e segurança seguindo os
modelos de Operação ao estilo da Mossad e da CIA. Que seja capaz de assegurar a defesa da
pátria, como também promover uma visão mais Luso-Centrica e amigável ao resto do Globo.

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