Planejamento Pedagógico 2024: 2º Semestre
Planejamento Pedagógico 2024: 2º Semestre
PARA O TRABALHO
PEDAGÓGICO
2º SEMESTRE
2024
Prefeitura da Cidade de São Paulo
Ricardo Nunes
Prefeito
Sueli Mondini
Chefe da Assessoria de Articulação
das Diretorias Regionais de Educação – DREs
COORDENADORIA PEDAGÓGICA - COPED
Simone Aparecida Machado - Coordenadora
Assessoria Gabinete
Camila Ramos Franco de Souza
Daniela Gavião
Karina Rodrigues de Mattos
Divisão de Avaliação – DA
Michely Francini Brassaroto do Amaral - Diretora
Divisão de Currículo – DC
Maria Cristina Rodrigues- Diretora
Divisão de Formação – DF
Graciela Marra - Diretora
Centro de Multimeios – CM
Ana Rita da Costa - Diretora
PROJETO GRÁFICO S
CC
BY NC SA
Centro de Multimeios – CM
Ana Rita da Costa - Diretora
Qualquer parte desta publicação poderá ser compartilhada (cópia e redistribui-
Núcleo de Criação e Arte - Projeto, diagramação ção do material em qualquer suporte ou formato) e adaptada (remixe, transfor-
mação e criação a partir do material para fins não comerciais), desde que seja
Angélica Dadario
atribuído crédito apropriadamente, indicando quais mudanças foram feitas na
Cassiana Paula Cominato
obra. Direitos de imagem, de privacidade ou direitos morais podem limitar o uso
Fernanda Gomes Pacelli
do material, pois necessitam de autorizações para o uso pretendido.
Simone Porfirio Mascarenhas
COM A PALAVRA
É chegado o momento de (re)planejar. Com o término de um semestre,
somos convidados a avaliar nossos percursos, redimensionar e alinhar
nossas futuras ações.
Este ano, nosso calendário escolar destinou dois dias para nos debruçarmos
nessa ação. Neles, todas as nossas Unidades Educacionais estarão
reunidas em um trabalho coletivo para refletir, avaliar e fazer proposições
que permitam um olhar para a especificidade de cada Unidade.
Bom trabalho!
Equipe COPED
6 EDUCAÇÃO INFANTIL
15 ENSINO FUNDAMENTAL
43 ENSINO MÉDIO
48 EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
SUMÁRIO
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
ED. INFANTIL
6
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
REPLANEJAR O COTIDIANO
NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Este documento foi elaborado para apoiar o trabalho das equipes nas Unidades Educacionais de nossa
Rede, em dois momentos: na organização do replanejamento e do dia da família.
EDUCADORAS,
Toda a discussão está articulada ao documento de “Registro e Análise da Documentação Pedagógica”, que
subsidiou a organização do momento de Análise da Documentação Pedagógica no mês de maio de 2024, além
EDUCADORES
de articular-se também com o documento “Organização Pedagógica 2024”.
7
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Sendo ass
Convidamos as equipes a organizarem o momento de replanejamento em uma U
experiênc
construindo uma pauta com foco nos principais pontos de atenção, porém, que
fundantes
abarque as diferentes possibilidades de ampliá-lo, considerando todas as rami- e docu
document
ficações que envolvem olhar para esse eixo. Sendo assim, refletir sobre processos pedagógicos
importânc
em uma Unidade Educacional é acolher as múltiplas
experiências e linguagens como elementos
a leitura,
fundantes do processo de organização dos registros moviment
e documentação. Não olhamos para a
documentação produzida sem considerar a com o brin
PARA REFLETIR
importância e a profundidade das experiências com
a leitura, com o desenho, com a pintura, com o
Convidamos as equipes a organizarem o momento d
movimento, com a natureza, com a alimentação e
com o brincar em todas as suas dimensões.
com foco nos principais pontos de atenção, porém, qu
Convidamos as equipes a organizarem o momento de replanejamento construindo uma pauta
Para refletir
Para refletir
carta de int
elaboração das propostas e projetos. As seguintes perguntas podem ajudar nessa elaboração de
um estudo sistêmico:
anha conto Estamos cons
rojetos g rno ult
dos p com an
ento aC
do
vim os projetos? ar
ol ar ta
o
nv inh
Di
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do Diário d
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á
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nte nos re
8
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
lidades de fortalecer o vínculo entre o planejamento de contextos pedagógicos a partir da organização dos ma-
teriais, com destaque para a exploração das materialidades, a investigação a partir das múltiplas linguagens, das
artes visuais e da literatura.
PARA PRATICAR
Desde 2023, o Kit Pedagógico que as Unidades de Educação Infantil recebem foi reelaborado e atualizado a
fim de atender a demanda das(os) docentes por mais materiais que sejam contemporâneos, bem como o direito
de bebês e crianças acessarem elementos aprimorados, expressivos e complexos, garantindo uma educação es-
tética, política e ética, como preconizam as Diretrizes Curriculares Nacionais.
Junto ao Kit, foi elaborado um documento com orientações e possibilidades para apoiar as equipes a conhe-
cerem melhor o seu conteúdo e poderem utilizar os materiais com mais propriedade. É recomendável que esse
documento fique disponível para todo o grupo de educadoras(es) e que seja estudado nos diversos momentos
formativos. Clicando na imagem da capa é possível fazer o download do documento..
O r ie n t a çõ e s e poss ib i l id a d e s d e
u t i l iz a çã o e e x pl or aç ão do Ki t
P e da gó gi co 2 02 3
Para o momento específico do replanejamento, vamos indicar alguns trechos deste documento que devem
ser aprofundados, para apoiar a equipe gestora na organização das discussões, garantindo a articulação entre o
planejamento, a prática e o registro.
O documento sugere que os materiais nos fazem perguntas e que bebês e crianças fazem perguntas aos
materiais. Essas metáforas apoiam educadoras(es) a construírem seu planejamento considerando a potenciali-
dade dos materiais oferecidos. Pensar que o material faz perguntas é olhar para as provocações e convites que
bebês e crianças vivenciarão.
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[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Como esse olhar para as perguntas aparece na carta de intenções e no diário de bordo?
Na página 23 do documento, há um convite para a experimentação, para que ela seja vivenciada por profes-
soras(es). Planejar um contexto, organizar um espaço, observar a exploração, registrar os processos e documen-
tar os percursos são etapas de uma rede de interações que é fomentada por aquilo que se sabe sobre os recursos
disponíveis para o trabalho pedagógico.
Conhecer os materiais com profundidade ampliará suas propostas e a forma que você olha para a experiência de
bebês e crianças. É interessante também ir além do senso comum. O que sempre se faz com papéis em rolo? O que po-
demos fazer de diferente para aumentar as possibilidades experimentais e expressivas? Que tal sair de suportes planos e
firmes e colocarmos as propostas em superfícies irregulares? Que tal pintar em cima da pintura? Que tal vestir o papel?
Que tal rasgar?
Quando for escolher os materiais, não pense neles de forma isolada, pense sempre em tudo que haverá dentro do
espaço e como dialoga com o entorno e com os demais recursos. Trabalhar com intencionalidade é ter clareza das nossas
escolhas, é saber por que isso e não aquilo. É ter consciência de como cada elemento combina com os demais dentro de
um contexto oferecido.
PARA COMPARTILHAR
Nos vídeos abaixo, veremos experiências da nossa Rede no planejamento e na organização do trabalho com
diferentes materialidades.
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[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
PARA AMPLIAR
O momento de replanejamento pode ser um indicativo importante para observar quais foram os elementos
evidenciados no PPP e como eles dialogam com as reflexões apontadas nessa orientação e nas discussões produzidas.
Sugerimos os vídeos
Sugerimos a seguir
os vídeos parapara
a seguir reflexão do do
reflexão PPP e esobre
PPP sobreos
os projetos:
projetos:
A reflexão sobre esse replanejamento é essencial para a elaboração para as vivências do sabado
em família.
No dia 22/07/24, às 9h, primeiro dia de replanejamento nas Unidades de Educação Infantil do Município de
São Paulo, será transmitido de maneira síncrona para os servidores do período da manhã e assíncrona para os que
atuam no período da tarde a Live “O Replanejamento na Educação Infantil”, com as assessoras Larissa Kautzmann
e Leila Oliveira, como um disparador do diálogo que acontecerá nas Unidades, subsequente à transmissão. Res-
saltamos que as boas perguntas constantes neste documento são fundamentais para desenvolver este diálogo.
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Sugerimos os vídeos a seguir para reflexão do PPP e sobre os projetos:
Sugerimos
Sugerimos que
que sejam sejam
feitas asfeitas as seguintes
seguintes reflexões:
reflexões:
Como publicizar
Como as Como isso está
para as famílias as
crianças evidenciado no
aprendizagens da
aprendem? RAA.?
infancia?
linha do
cantos contextos outros
tempo
Vamos fazer o exercicio de pensar nessa organização para materializar o Dia para as
Vamosvivências
fazer o exercício
do Sábadodeem
pensar nessa organização para materializar o dia para as vivências do Sábado
Família.
em Família.
Para isso selecionamos o video, da coordenadora Lidiane Loyola a seguir com diversidade
Para isso, selecionamos
de propostas tanto oem
vídeo
areasda coordenadora
internas, Lidiane Loiola, a seguir, com diversidade de propostas
quanto externas.
tanto em áreas internas, quanto externas.
Para essa reflexão podemos fazer-nos boas perguntas:
z Para essa reflexão, podemos nos fazer boas perguntas:
z O que a preparação
O que asdo espaço
crianças contribuinesses
aprendem para as aprendizagens?
contextos organizados?
O que a preparação do espaço contribui para as aprendizagens?
z Quando eu conto ou leio histórias, que contribuições e aprendizagens são geradas?
Quando eu conto ou leio história que contibuições e aprendizagens são geradas?
z Aspropostas
Nas propostascom
com arte,
arte, tinta,
tinta,exploração
exploração dos
dos materiais,
materiais quais
quaisaprendizagens
aprendizagenssão
são potencializadas?
potencializadas?
Qual a intencionalidade quando organizo essas propostas?
Como eu continuo os dialogos com os bebês/crianças, favorecendo as investigações?
Quais as intervenções seriam essenciais?
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E como a CP contribui com essas ações?
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
FocarFocar
nesses
Focar aspectos
nesses
Focar
Focar
nesses
nesses do cotidiano
aspectos
nesses
aspectos
aspectos
aspectos do
do nos nos
dodocotidiano
cotidianoapoia
cotidiano
cotidiano
nos
nosaapoia
nos pensar
apoia
apoia
apoia como
a apensar
apensar
apensaras
como
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comoaprendizagens
como
como as
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asasaprendizagens
aprendizagensbebês
aprendizagens
aprendizagensde
de ebebês
debebês
bebêscrianças ocorrem
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ecrianças ocorrem
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ocorrem
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cada
cada
um desses
um
um
dessescontextos.
desses
desses
contextos.
contextos.
contextos.
Sugerimos
Sugerimos
Sugerimos que
Sugerimos
Sugerimos
que as queasasUnidades
que
que as
Unidadesas
Unidades Educacionais
Unidades
Unidades
Educacionais
Educacionais iniciem
Educacionais
Educacionais
inicieminiciem
iniciemo oencontro
oiniciem apresentando
oencontro
encontrooencontro
encontro
apresentando ososseguintes
apresentando
apresentando
apresentando os
os
seguintes
os seguintesseguintes
seguintes
vídeos que abordam
video
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video
video
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que
que
aborda o obrincar
aborda
aborda obrincarcomo
obrincar
brincar
como
comoeixo
comoeixoestruturante.
eixo
eixo
[Link]
estruturante.
estruturante.
Essepode
Esse
Esse
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pode
pode um
ser
ser
ser
um bom
um
um
bomdispardador
bom
bomdispardador
dispardador
dispardador
o brincar como eixo estruturante. Esse pode ser um bom disparador para dialogar com familiares e responsáveis.
para
paradialogar
para
para
dialogarcom
dialogar
dialogar
com familiares
com
comfamiliares e eresponsáveis.
familiares
familiares eresponsáveis.
eresponsáveis.
responsáveis.
Uma
Uma
Uma boa boa
Uma
Uma
boaestratégia
boa
boa
estratégia
estratégia dedede
estratégia
estratégia
de diálogodiálogo
de
diálogo
com com
diálogo
diálogo
ascom asasfamílias
com
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famíliasas e eoseos
famílias
famílias
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os
os
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os responsáveis é épartir
responsáveis
responsáveis
é partir éde dedede
partir
é partir
partir
algumasalgumas
de
algumas
algumas
algumas
dúvidas e questiona-
dúvidas
dúvidas e equestionamentos
dúvidas
dúvidas equestionamentosque
equestionamentos
questionamentos
que elas
que
que e eeles
elas
elas
elas trazem
eeles
eeles
eles
trazem cotidianamente.
trazem
trazem
cotidianamente.É Écomum
cotidianamente.
cotidianamente. Écomum ouvirmos
Écomum
comum
ouvirmos
ouvirmos
ouvirmos
mentos que elas e eles trazem cotidianamente. É comum ouvirmos as seguintes falas:
asasseguintes
as
as
seguintes
seguintesfalas:
seguintes falas:
falas:
falas:
- A- A
criança
- -criança
AAcriança
criança
- Aqui
- Aqui é um
- -Aqui
Aqui
é um
ééum
um - Aqui
- Aqui não
- -Aqui
Aqui
nãonão
não vai
vaiembora
vai
vai
embora
embora
embora
espaço
espaço que
espaço
espaço
que
que
que ensina
ensina asasas
ensina
ensina as - Cadê
- Cadê a lição?
- -Cadê
Cadê
a lição?
aalição?
lição? com
com a roupa
com
com a roupa
aaroupa
roupa
sósó
brinca!
só
brinca!
sóbrinca!
brinca! letras!?
letras!?
letras!?
letras!? suja,
suja, todos
suja,
suja,
todos
todos
todos
ososdias!
os
dias!
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dias!
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Partir
Partir
dessasquestões
dessas
dessas
questõespara
questões
questões
paraproblematiza-las
para
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problematiza-lasdedeforma
problematiza-las
problematiza-las de
de
formaobjetiva
forma
forma e ecom
objetiva
objetiva
objetiva ecom exemplos
ecom
com
exemplosdedecomo
exemplos
exemplos de
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como
como
como
Partirocorrem
dessas
ocorremquestões parapedagógicas,
asaspropostas
ocorrem
ocorrem as
as
propostas
propostasproblematizá-las
propostas
pedagógicas,pode
pedagógicas,
pedagógicas,
pode de
pode
pode forma
ajudar
ajudar
ajudar
ajudar objetiva
osospresentes
os
os
presentesaeaentenderem
presentes
presentescom exemplos
aentenderem
aentenderem
entenderem de como ocorrem as pro-
a aconcepção
aconcepção
aconcepção
concepção
dedeinfância
de
de
postas pedagógicas defendida
infância
infância
infância
podedefendida
ajudar eos
defendida
defendidaepraticada em
epraticada
epraticada
praticada
presentes emnossa
aem
em
nossarede
nossa
nossa
redededeamaneira
rede
entenderemrede de
de acessível
maneira
maneira
maneira e earticular
acessível
concepção acessível
acessívelearticular
earticular
de infância com
articular
com
defendidaoo o
com
com eopraticada em
cotidiano
cotidianodedecada
cotidiano
cotidiano de
de
cadaUnidade.
cada
cada
Unidade.
Unidade.
Unidade.
nossa Rede de maneira acessível e articular com o cotidiano de cada Unidade. Provavelmente, os bebês e as
Provavelmente,
crianças estarão presentes os
Provavelmente,
Provavelmente,
Provavelmente,
e osbebês
os
os
bebês
devem e eas
bebês
bebês
ser e crianças
easas
as
criançasestarão
crianças
crianças
acolhidos(as) estarãopresentes
estarão
estarão
presentes
enquanto e edevem
presentes
presentes edevem
familiares ser
e devem
edevemseracolhidos/as
ser
ser
acolhidos/as
acolhidos/as
responsáveisacolhidos/as
participam dos diálo-
enquanto
enquanto
enquanto
enquantofamiliares
familiares
familiarese eresponsáveis
familiares eeresponsáveis
responsáveis
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participam
participamdos
participam dos
dosdiálogos.
dos diálogos. Sugerimos
diálogos.
diálogos. Sugerimos
Sugerimos
Sugerimosqueque
que seja
que seja
seja
seja
gos. Sugerimos que seja organizado um espaço para o brincar e para exploração de outras linguagens e, ao final
organizado
organizado
organizadoum
organizado um espaço
um
umespaço para
espaço
espaçopara o obrincar
para
para obrincare epara
obrincar
brincar exploração
epara
epara
para
exploração dedeoutras
exploração
exploração de
de
outraslinguagens
outras
outraslinguagens e,e,ao
linguagens
linguagens aofinal
e,e,aoao
final
final
final
do diálogo, seja feito
dododialogo,
do
do um
dialogo,
dialogo,
dialogo,convite
seja feito
seja
seja
seja
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um
feito
feito
um um
um que
convite
convite as(os)
para
convite
convitepara adultos
que
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para
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adultos
adultos
adultos
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se bebês
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juntem
juntem aosebebês
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aos
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bebês
bebês ecrianças.
ecrianças.
crianças.
OOque fica
Oque
Oque
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para
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vivências
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Sábadoem
Sábado
Sábado
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Família?
Família?
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Esse
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Esse
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não
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fim
fim
emsiem
em simesmo,
simesmo,
simesmo,
mesmo, 13
é éimportante
éimportanteque
éimportante
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que
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equipes
equipes
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gestoras
façam
façam
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uma
uma
umaavaliação
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desse movimento
desse movimento
movimento
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como
como
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importante estratégia
importante
importanteestratégia para
estratégia
estratégiapara
paramapear
para mapear
mapear
mapear asasas
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[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Referências
ReferênciasComplementares
Complementares
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
Referências Complementares
Referências Complementares
Consulte
ConsulteooPDF
PDF Consulte
ConsulteooPDF
PDF
Consulte oo PDF
Consulte PDF Consulte oo PDF
Consulte PDF
Consulte
ConsulteooPDF
PDF Consulte
ConsulteooPDF
PDF
14
Consulte o PDF Consulte o PDF
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
ENSINO FUNDAMENTAL
15
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
METAS DE APRENDIZAGEM:
COMPROMISSO COLETIVO
COM A GARANTIA DE DIREITOS
Com o início de um novo semestre, é importante avaliar o que já foi realizado, dar continuidade às ações
bem-sucedidas e planejar de acordo com as necessidades identificadas. É fundamental refletir e fazer escolhas,
investindo no projeto educacional de cada escola, especialmente para garantir que todos os(as) estudantes al-
cancem seus direitos de aprendizagem.
A atividade intencional do(a) professor(a) ao (re)planejar garante que os objetivos de aprendizagem se-
jam alcançados de forma eficaz. Ao traçar metas nítidas e objetivas, o(a) professor(a) consegue direcionar seus
esforços de forma mais eficiente, tornando o processo de ensino mais organizado e coerente, garantindo a cons-
trução de aprendizagens aos(às) estudantes. Além disso, a atividade intencional do(a) professor(a), no planeja-
mento, permite a antecipação de possíveis desafios e dificuldades dos(as) estudantes, podendo, assim, preparar
estratégias de apoio e intervenção.
As ações que envolvem o planejamento não são responsabilidade somente dos(das) professores(as), mas
de toda a equipe escolar. Acontecem durante todo o ano letivo, articulando momentos de avaliar, reajustar rotas,
considerar saberes, potencialidades e necessidades dos(as) estudantes, sempre com o objetivo de garantir uma
educação pública de qualidade. Assim, todas as escolas constroem seus planejamentos desde o início do ano le-
tivo, num movimento que se conecta aos registros da progressão das aprendizagens desde o ano anterior. Agora,
com o fim do primeiro semestre, é hora de replanejar.
16
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Transições
Escola e Família
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[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
METAS DE APRENDIZAGEM
da Educação Paulistana),
O Planoindicador
de Metasque
doconsidera
Municípiodiversos
de São fatores, como a taxa
Paulo, construído de IDEB
de aprovação dos(as) estudantes, o desempenho nas avaliações externas, a for- Qedu (dados educacionais)
forma participativa, envolvendo a comunidade escolar, as famílias e
mação dos(as) professores(as), a infraestrutura das escolas, entre outros as-
educadores(as), organiza um conjunto de objetivos e estratégias a fim
pectos, para acompanhar e avaliar o nível de desenvolvimento da educação no
de melhorar a qualidade da educação na cidade e garantir os direitos
município ao longo dos anos, é também utilizado como base para a elaboração
de aprendizagem
e implementação a públicas.
de políticas todos os(as) estudantes. Este plano elenca metas
tangíveis para a educação no município. Para verificar avanços e Matriz de referência
Documento Orientador de
Além de organizar informações e dados para a elaboração de Matemática
políticas públicas, a escola pode consulta-lo por meio do Sistema
Plataforma de Sondagem
Educacional de Registro da Aprendizagem (SERAp), que permite a
visualização de gráficos com resultados gerais da Rede Municipal de *Clique
CLIQUE nos ícones para
PARA ACESSAR
acessar cada documento
CADA DOCUMENTO
Ensino, das Diretorias Regionais de Educação, das Escolas, das turmas e
dos(as) estudantes. A análise do perfil socioeconômico da escola, a
partir do preenchimento dos questionários de contexto e de fatores
associados, auxilia as escolas em uma análise global de sua realidade.
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[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
A IN nº 30/2023 traz orientações quanto aos registros de vida escolar e ações de acompanhamento pe-
dagógico, organizando elementos que precisam ser observados durante todo o ano letivo e, também, neste mo-
mento, para analisar rotas e mapear necessidades. A partir desses elementos, alguns questionamentos precisam
ser considerados pela equipe escolar:
• Todos(as) os(as) estudantes que necessitam estão matriculados em turmas de PAP e demais projetos
de Fortalecimento das Aprendizagens?
19
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
• O documento Mapeamento dos Estudantes está atualizado, com registros dos encaminhamentos e
ações que planejamos para os estudantes?
• Os planos de AEE são uma construção coletiva em nossa escola? Temos garantido bons planejamentos?
ANALISANDO PERCURSOS
No primeiro semestre, já foram realizadas muitas ações pedagógicas para a garantia das aprendizagens. Anali-
sar e refletir sobre essas práticas pedagógicas desenvolvidas cotidianamente nos espaços educativos ajuda a definir:
A equipe gestora tem o papel de realizar o acompanhamento das aprendizagens e das práticas em sua Unidade.
Para isso, é necessário que articule o levantamento de dados e sistematize as informações para essa retomada das
ações, considerando todas as documentações e informações pedagógicas que foram produzidas no primeiro semestre.
Com a sistematização em mãos, é possível analisar as informações, refletir sobre o que foi realizado, iden-
tificar as necessidades de aprendizagem e pensar em ações ajustadas, possibilitando uma transformação que
priorize o avanço das aprendizagens.
Esse acompanhamento das aprendizagens e das práticas pedagógicas não é uma fiscalização do trabalho
para cobrança de resultados, ele é uma ação maior que fundamenta todas as decisões da escola e se articula dire-
tamente com a formação, articulação e transformação. É o ponto de partida para (re)pensar o percurso: revela onde
estamos, apoia as decisões sobre o que se almeja, revela o que é preciso saber para chegar ao destino e quais ações
serão necessárias para promover a transformação rumo a uma educação com cada vez mais qualidade.
20
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Nesta etapa do ano, o(a) estudante já foi acolhido(a), seu Estudo de Caso foi realizado e o Plano AEE já
consta no SGP. Quais são os próximos passos?
Os(as) educadores(as) que atuam nas escolas desempenham um papel fundamental na análise de dados
de aprendizagem para a construção de metas de aprendizagem. Por meio da análise cuidadosa dos resultados
obtidos pelos(as) estudantes, os(as) educadores(as) identificam lacunas de aprendizagem, pontos fortes e áreas
que necessitam de maior atenção.
21
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Realizar o levantamento
Mapear os estudantes Verificar se os nominal dos estudantes
Realizar o levantamento
que possuem estudantes que possuem que não atingiram o
das habilidades que os
dificuldades de maior dificuldade estão esperado pelos professores
estudantes apresentaram
aprendizagens de cada contemplados nos e professoras, para
maior dificuldade.
turma. projetos. o 1º e 2º bimestre.
A análise dos dados da Prova São Paulo oferece informações importantes sobre o desempenho dos(as)
estudantes em relação aos objetivos previstos no Currículo da Cidade, considerando o nível de desempenho e
aprendizagem de cada um, possibilitando a identificação de possíveis lacunas no ensino.
Com base nos resultados obtidos, as escolas planejam ações pedagógicas mais eficazes, direcionando es-
forços para áreas específicas que necessitam de maior atenção. Os quadros a seguir sistematizam as habilidades
da Prova São Paulo em que os(as) estudantes apresentaram maiores dificuldades, e podem ajudar professo-
res(as) e equipes a selecionarem necessidades de atuação:
2º ANO
22
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
5º ANO
23
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
9º ANO
24
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
25
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
As equipes escolares sistematizam seus dados de aprendizagem por meio de diversos instrumentos, alguns
institucionais, outros produzidos pela própria equipe. Seu acompanhamento sistemático é realizado por diversos
educadores(as), desde o professor(a), equipe gestora, DRE e SME, porém é a equipe escolar que, conhecendo o
contexto completo da Unidade, mais os utiliza para tomadas de decisão.
A digitação do Mapeamento dos Estudantes está disponível no SGP, sistematizando numa única tela infor-
mações de todos(as) estudantes quanto aos itens solicitados pelo documento. Para localizá-lo, é preciso seguir
os seguintes passos:
2) Aplique o filtro
26
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Selecionando uma turma, o sistema integrará todas as informações de seus(suas) estudantes. A equipe da
escola precisará preencher três campos descritivos:
Um asterisco aparece ao
lado do nome de estudantes O símbolo do AEE
com hipótese de escrita não aparece ao lado do nome de
alfabética, ou abaixo do básico estudante público da
na Prova São Paulo.
Educação Especial.
Ações de recuperação
contínua:
Observações sobre a avaliação processual
Registro das ações do estudante
realizadas no horário de Registro dos dados das Avaliações Internas,
aula, com atividades considerando resultados obtidos,
presenciais, por meio de conhecimentos prévios e o seu percurso de
estratégias diferenciadas aprendizagem.
para apoiar estudantes a
superarem suas
dificuldades. O registro
sistemático dessas ações
evidencia as necessidades
que demandam reflexões e
mudanças.
Para acessar o relatório do Mapeamento dos estudantes, clique em Relatórios, depois em Diário de
Classe e localize a aba Mapeamento dos estudantes. Nesta tela, é possível filtrar informações considerando o
contexto em que irá utilizá-las, como estudantes matriculados(as) no PAP e acompanhados(as) pelo NAAPA,
ou estudantes com nível de desempenho abaixo do básico no Ciclo Interdisciplinar atendidos(as) pelo PAP com
frequência irregular, por exemplo. O relatório emitido é um documento em versão Excel, para uso nas ações
Ciclo Interdisciplinar atendidos(as) pelo PAP com frequência irregular, por exemplo. O relatório
organizadas pela unidade.
emitido é um documento em versão Excel, para uso nas ações organizadas pela unidade.
O PAP ATENDERÁ OUTRAS TURMAS, ALÉM DAQUELAS JÁ ATRIBUÍDAS NO INÍCIO DO ANO LETIVO DE 2024?
Caso a escola necessite da ampliação do atendimento aos estudantes, o PAP já designado na escola poderá
ampliar a sua jornada a título JEX com novas turmas no contraturno e no colaborativo. Na impossibilidade do
PAP ampliar sua jornada e a escola precise da ampliação do atendimento, poderá ser designado um novo
PAP que, conforme a IN nº 19, de 27/06/2024, poderá ser designado professor em estágio probatório.
Na perspectiva da recuperação contínua: por meio dos projetos colaborativos que acontecem em
dupla regência, em aulas ministradas pelos dois professores (PAP e professor da sala regular/
especialista), da seguinte forma:
28
Em turmas do 2º ao 5º Ano: dupla regência entre PAP e o regente da turma (PEIF I);
Em turmas do 6º Ano ao 9º ano: dupla regência entre o PAP e o regente da turma (Prof. de Ens. Fund. II e
Médio) dos componentes curriculares Ciências Naturais, Geografia, História, Língua Portuguesa e
PAP que, conforme a IN nº 19, de 27/06/2024, poderá ser designado professor em estágio probatório.
Na perspectiva da recuperação contínua: por meio dos projetos colaborativos que acontecem em
dupla regência, em aulas ministradas pelos dois professores (PAP e professor da sala regular/
especialista), da seguinte forma:
Em turmas do 2º ao 5º Ano: dupla regência entre PAP e o regente da turma (PEIF I);
Em turmas do 6º Ano ao 9º ano: dupla regência entre o PAP e o regente da turma (Prof. de Ens. Fund. II e
Médio) dos componentes curriculares Ciências Naturais, Geografia, História, Língua Portuguesa e
Matemática.
Novas turmas poderão ser formadas para o atendimento dos estudantes que ainda não foram atendidos
no 1º semestre e necessitem de apoio para o avanço das aprendizagens.
A equipe gestora da escola, como já vimos, atua nas dimensões de formação, articulação e transformação.
O trabalho conectado entre seus membros traz coerência às ações da escola e efetiva com as do PPP de forma
mais assertiva e colaborativa. Considerando tais dimensões, é preciso destacar o papel do(a) Coordenador(a)
Pedagógico(a) (CP) como o formador(a) por excelência na escola e sua responsabilidade com a constituição
profissional dos(as) educadores(as). O texto a seguir traz reflexões sobre esse papel.
Assim como a sala de aula possui uma diversidade entre os(as) estudantes(as), o grupo de
professores(as) também possui formações e histórias diversas, que tornam o grupo único. Considerar
a diversidade dos(as) estudantes e do grupo de professores(as) é considerar que cada escola é única,
possui uma história, uma cultura e uma identidade própria. Assim, os processos formativos precisam
considerar todo o contexto organizacional em que os(as) professores(as) estão inseridos.
Utilizar planos de ação (ou de trabalho, ou de aula) como registro do percurso a ser realizado
pela escola possibilita a compreensão do contexto em que ela está inserida, com a finalidade de definir
as ações necessárias para promover o avanço das aprendizagens. Promover a construção dos planos de
forma colaborativa vai além da produção de um registro escolar, pois também proporciona momentos
formativos aos(às) professores(as).
Nessa construção, o(a) Coordenador(a) Pedagógico(a) (CP) tem um papel primordial nos
momentos de planejamento dos(as) professores(as), pois ao mesmo tempo em que tem como objetivo
o avanço das aprendizagens dos(as) estudantes, proporciona que esses momentos tenham um caráter
formativo ajustado às necessidades dos(as) professores(as).
29
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Para isso, precisa prestar atenção no seu grupo e nas suas discussões, provocando reflexões
com boas perguntas e mediando as discussões. É possível organizar pequenos grupos, dividindo os(as)
professores(as) por ano de atuação, componente curricular ou de outra forma que achar necessário,
a depender do seu objetivo formativo. No caso de professores(as) que não participam do horário
coletivo, é possível organizar as HAs de forma que os(as) professores(as) de um mesmo ano, ou do
mesmo componente curricular, fiquem juntos(as). Se for necessário, o(a) CP pode utilizar as HAs/HIs
para atendimentos individuais dos(as) professores(as).
Durante a construção coletiva dos planos, o(a) CP atua como mediador(a), apoiando ou
problematizando as falas trazidas pelos(as) professores(as). Para o diagnóstico, pode problematizar o
que os dados significam, se eles mostram quais são as necessidades de aprendizagem da turma, se é
possível identificar estudantes com dificuldade de aprendizagem e se as necessidades de aprendizagem
Depois das necessidades identificadas é preciso pensar em quais serão as metas a
individuais são as mesmas da turma.
serem atingidas. Para isso, o(a) CP pode instigar o grupo, questionando quais os
Depois das necessidades identificadas,
objetivos é precisosuprem
de aprendizagem pensar em quais serão asda
as necessidades metas a serem
turma e se atingidas.
os mesmos
Para isso, o(a) CP pode instigar o grupo,
objetivos podem questionando quais
ser aplicados a os objetivos
estudantes de aprendizagem
com dificuldades suprem Essa
de aprendizagem. as
reflexão é importante para que o(a) professor(a) realize o seu planejamento ajustado
necessidades da turma e se os mesmos objetivos podem ser aplicados a estudantes com dificuldades
à sua turma e, também, possibilita reconhecer quem são os(as) estudantes com
de aprendizagem. Essa reflexão é importante para que o(a) professor(a) realize o seu planejamento
dificuldade de aprendizagem e quais são suas dificuldades, possibilitando uma
ajustado à sua turma e, também, possibilita
recuperação reconhecer
contínua quem são os(as) estudantes com dificuldade de
mais assertiva.
Com os objetivos
aprendizagem e quais são suas dificuldades, definidos, uma
possibilitando é o recuperação
momento decontínua
pensar nas maisações a serem
assertiva.
desenvolvidas para atingi-los, no caso dos(as) professores(as), quais são as práticas
Com os objetivos definidos, é o momento de pensar nas ações a serem desenvolvidas para
pedagógicas mais adequadas para atingir os objetivos estabelecidos. É preciso se
atingi-los, no caso dos(as) atentar
professores(as), quais pois
a esse momento, são por
as meio
práticas pedagógicas
das ações é que a mais adequadas
transformação para
acontece,
quando a prática pedagógica se concretiza para o avanço das
atingir os objetivos estabelecidos. É preciso se atentar a esse momento, pois por meio das ações é que aprendizagens.
O(A) CP tem um papel fundamental nesse momento, pois é preciso refletir se as
a transformação acontece, quando a prática pedagógica se concretiza para o avanço das aprendizagens.
ações planejadas realmente atendem aos objetivos de aprendizagem, tanto os da
O(A) CP tem um papelturma, fundamental
quanto dos(as)nesse momento,
estudantes pois é preciso
com dificuldade refletir sePor
de aprendizagem. as meio
ações
da
planejadas realmente atendem aosdas
discussão objetivos
ações e de aprendizagem,
práticas pedagógicas, tanto os pode
o grupo da turma, quanto
refletir sobre suasdos(as)
próprias
práticas e trocar experiências de práticas exitosas. Essa troca de experiências é o
estudantes com dificuldade de aprendizagem. Por meio da discussão das ações e práticas pedagógicas,
momento de problematizar algumas situações comuns de sala de aula, como manter
o grupo pode refletir sobre asuas
mesmapróprias práticas
prática e trocar experiências
para a realização da recuperaçãode práticas
contínua exitosas. Essa troca
ou para trabalhar com
de experiências é o momento de problematizar algumas situações comuns de sala de aula, como manter
os estudantes com dificuldade de aprendizagem.
Para que o momento de planejamento corresponda, também, a um processo
a mesma prática para a realização da recuperação contínua ou para trabalhar com os estudantes com
formativo do grupo docente, o(a) CP não pode oferecer todas as respostas na ponta
dificuldade de aprendizagem. da língua, mas atua como um(a) parceiro(a) crítico(a) dos professores(as), sempre
Para que o momento de planejamento
realizando corresponda,
boas perguntas, também,
instigando que a um processo
as respostas formativo
sejam do próprio doe
grupo
relacionando o fazer pedagógico às concepções do Currículo da Cidade. A
grupo docente, o(a) CP não pode oferecer todas as respostas na ponta da língua, mas atua como um(a)
construção coletiva dos planos da escola, seja o plano de ação, sejam os planos
parceiro(a) crítico(a) dos(as) professores(as), sempre realizando boas perguntas, instigando que as
anuais e planos de aula, não é um mero registro burocrático a ser cumprido, mas a
respostas sejam do próprioaçãogrupo e relacionando
intencional o fazer
de elaboração depedagógico
um documento,às concepções
que organiza e doapoia
Currículo daa
as ações
que promove a formação continuada ajustada às necessidades dos(as) professores(as), com o objetivo
de alcançar avanços nas aprendizagens dos(as) estudantes.
Parte I
Parte II
30
elaborar coletivamente o seu plano de ação para alcance das metas de aprendizagem, para cada ano
dos ciclos. O documento orienta aPARA
[RE]PLANEJAMENTO construção de uma
O TRABALHO meta por| 2024
PEDAGÓGICO ano/ciclo. Este movimento inicia-se
– 2º SEMESTRE
em ações mais individuais, de cada professor(a), ou pequenos grupos, mas que apoiam a construção
PROCEDIMENTOS
de metas mais geraisPARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE METAS DE APRENDIZAGEM
da escola.
O plano de ação para o alcance das metas pode, inclusive, contemplar mais de uma meta por
Como organizar um coletivo na escola para analisar todos esses dados?
ano. É o coletivo da escola que consegue mensurar, observando os índices gerais de sua escola, se
maisApós
de uma meta é necessária,
a sistematização, selecionando
considerando pontos
o Comunicado inegociáveis
nº 422/24, para Educacional
a Unidade a garantia elaborará,
dos direitos de
coleti-
aprendizagem
vamente, aos(às)
o seu plano estudantes.
de ação para alcance das metas de aprendizagem, para cada ano dos ciclos. O documento
orienta a construção de uma meta por ano/ciclo. Este movimento inicia-se em ações mais individuais, de cada
Se cada professor(a) já tem seus planejamentos específicos, por que é importante, então,
professor(a), ou pequenos grupos, mas que apoiam a construção de metas mais gerais da escola.
que a escola estabeleça metas de aprendizagem maiores, mais gerais? Para que todas as ações
O plano de ação para o alcance das metas pode, inclusive, contemplar mais de uma meta por ano. É o
pedagógicas tenham objetivos comuns como alvos, por meio do estabelecimento de metas coletivas
coletivo da escola que consegue mensurar, observando os índices gerais de sua escola, se mais de uma meta é
para constituição do projeto de escola, articulando cada uma das ações potentes presentes no PPP,
necessária, selecionando pontos inegociáveis para a garantia dos direitos de aprendizagem aos(às) estudantes.
planejamentos didáticos, projetos e demais planos.
Se cada professor(a) já tem seus planejamentos específicos, por que é importante, então, que a escola
estabeleça Quando
metas detodos os(as) professores(as)
aprendizagem envolvidos(as)
maiores, mais gerais? com as
Para que todas determinada turma possuem
ações pedagógicas metas
tenham objetivos
compartilhadas,
comuns como alvos,aspor
ações
meiopara a garantia de seu
do estabelecimento alcancecoletivas
de metas ficam fortalecidas. E mais
para constituição do do que isso,
projeto essa
de escola,
articulando cada uma
meta torna-se das ações
mais potentes
factível quandopresentes
todo onocoletivo
PPP, planejamentos
da escoladidáticos, projetos
desenvolve e demais
ações planos.e
coerentes
Quando todos
conectadas, os(as) professores(as)
independente envolvidos(as) com de-
do ano/série.
terminada turma possuem metas compartilhadas, as ações para a ga-
Quando um(a) professor(a) de matemática, por
rantia de seu alcance ficam fortalecidas. E mais do que isso, essa meta
exemplo, percebe necessidades de aprendizagem do eixo
torna-se mais factível quando todo o coletivo da escola desenvolve
“geometria”,
ações quanto à independentemente
coerentes e conectadas, localização de pontos no plano
do ano/série.
cartesiano
Quando e,um(a)
por meio de açõesdecompartilhadas,
professor(a) matemática, porconstrói
exem-
plo,um compromisso
percebe com o
necessidades decoletivo da escola,
aprendizagem outros
do eixo projetos
“geometria”,
quanto à localização
e ações dos(as) de pontosprofessores(as)
demais no plano cartesiano e, porapoiar
podem meio deo
ações compartilhadas, constrói um compromisso com o coletivo
avanço dos(as) estudantes nessa necessidade. O(A)
da escola, outros projetos e ações dos(as) demais professores(as)
professor(a)
podem apoiar o de geografia
avanço dos(as)pode refletirnessa
estudantes com necessidade.
as crianças
sobre
O(A) a geometria
professor(a) nos espaços,
de geografia na elaboração
pode refletir de croquis
com as crianças sobree
a geometria
atividadesnos
deespaços, na elaboração
construção de croquis
da linguagem e atividades
cartográfica. de
Tudo
construção da linguagem cartográfica. Tudo isso conectado com
isso conectado com os planejamentos intencionalmente
os planejamentos, intencionalmente, articulados entre as áreas.
articulados entre as áreas.
31
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Análise dos dados: O que considerar como prioritário na construção das metas?
De forma coletiva, é preciso estabelecer os critérios de prioridade, para a definição de metas de aprendi-
zagem. É fundamental
Índice dequeDesenvolvimento
haja um alinhamento
daentre toda a equipe
Índiceescolar, tanto para o momento
de Desenvolvimento da de elencar
prioridades, quanto na seleçãoBásica
Educação das estratégias
(IDEB) a serem adotadas. A colaboração
Educação entre os(as)
Paulistana professores(as), a
(IDEP)
utiliza
definição clara como base
dos objetivos de alcançados
a serem cálculo oe a construçãoutiliza como base
de critérios defavorecem
comuns cálculo oo sucesso dos
fluxoeescolar
processos de ensino e a média de
aprendizagem. fluxo escolar e a média de
desempenho da Prova Brasil. desempenho da Prova São Paulo.
Para essa construção, a articulação pela equipe gestora é fundamental, além da clareza do projeto comum
de escola, que se efetiva no PPP na Unidade. Nesse movimento, alguns pontos ajudam a sintetizar necessidades
de se apurar o olhar:
• Organizar espaços e materialidades para criar ambientes que favoreçam a aprendizagem significativa
aos(às) estudantes.
• Planejar práticas intencionais, ajustadas às necessidades dos(as) estudantes. Cada escolha didática,
cada boa pergunta, cada intervenção docente é pensada para garantir um determinado objetivo de
aprendizagem.
32
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Quais necessidades
percebemos? E o que
Professor
CP: tem dado certo? de História:
Eles se engajaram muito no
O IAD mostra que, na TCA. Levantamos a
produção de texto, os problemática dos
meninos têm pouco alagamentos no bairro e
estamos estudando os
repertório e apresentam porquês. Eles têm
ainda várias questões de desenvolvido habilidades de
regularidades e pesquisa, de seleção de
informações, isso tem
irregularidades ajudado inclusive no
de escrita. conteúdo de história
Professor de
Matemática:
Estamos iniciando o
estudo de gráficos e
tabelas utilizando
notícias. Temos
trabalhado, por
exemplo, a
intencionalidade do uso
dos gráficos. Podemos
articular esse
trabalho
33
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Componente Matemática
Ano/Série 3º Ano
Ciclo Alfabetização
As professoras do 3º ano percebem que seus
estudantes escrevem números com poucas
interferências da fala, localizam e exploram figuras
Eixo Números espaciais, compreendendo, inclusive, a planificação
dos sólidos geométricos, como poliedros. Ainda que
alguns estudantes apresentem dificuldades nos
OAD (EF03M07) Analisar, interpretar e solucionar conteúdos da matemática, são questões consideradas
problemas, envolvendo os significados do
OAD campo aditivo (composição, transformação e dentro do esperado para o 3º ano. Porém, na
comparação) e validar a adequação dos
resultados por meio de tecnologias digitais. correção da avaliação do 2º bimestre, uma questão
chamou a atenção das professoras.
34
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
Ciências Naturais:
(EF05C10) Identificar os órgãos internos do corpo humano,
Ano/Série 5º Ano OADs reconhecendo as relações entre as funções biológicas.
(EF05C12) Identificar transformações dos sistemas
reprodutores feminino e masculino na puberdade.
Matemática:
(EF05M26) Associar tabelas e gráficos de colunas, barras
(simples e múltiplas) e linhas, e vice-versa, e identificar
alguns dos elementos constitutivos, como título, legendas,
fontes e datas.
Ciclo Interdisciplinar (EF05M27) Realizar pesquisa envolvendo variáveis
categóricas e numéricas, organizar dados coletados, por
meio de tabelas e gráficos de linha, colunas, barras e
pictóricos, com e sem uso de tecnologias digitais.
Os estudantes do 5º ano na
̃ o conseguiram responder questõ es da avaliaça
̃ o
bimestral elaborada com itens do SAEB, da Prova Sa
̃ o Paulo e do IAD de Matemática
35
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
A sistematização, pela equipe gestora, dos movimentos que os(as) professores(as) construíram na fase
anterior ajudará na elaboração de metas de aprendizagem mais gerais, num plano de ação compartilhado por
todos(as). Esse protagonismo da equipe gestora, apoiando os(as) professores(as) nessa construção, organiza um
fluxo de construção para tomadas de decisão.
Cada escola organizará seus registros quanto às discussões das metas específicas conforme sua realidade.
É possível partir dos desafios que foram mais frequentes entre os grupos. Como no exemplo:
Dificuldade de Organizar situações com duração menor e encadeadas de forma coerente, para garantir o
concentração dos(as) engajamento;
estudantes, mesmo Diversificar os recursos utilizados (vídeos, textos, fotos, notícias, kits de experiência);
nas aulas de apenas Garantir uma linguagem inclusiva, para que todos os estudantes acessem os conteúdos;
45 minutos. Garantir momentos de pesquisa, de organizar informações coletadas e sistematização de
informações (registros escritos, gráficos, mapas mentais, cartazes para compor o ambiente
educador);
Sistematizar os conteúdos das aulas – sempre retomar os pontos importantes das
aulas, garantindo o registro qualificado das reflexões e discussões construídas pelos(as)
estudantes;
Antes de avançar nos conteúdos, verificar necessidades de recuperação contínua, por meio
da avaliação e acompanhamento.
• Planejamento de situações didáticas e/ou projetos que potencializem a função social da leitura e da
escrita;
• Analisar os conhecimentos prévios dos(as) estudantes e o seu percurso de aprendizagem para propor
intervenções pedagógicas adequadas;
• Organizar adequadamente o tempo, o espaço, os materiais e demais recursos em função das propostas;
• Garantir propostas capazes de engajar os(as) estudantes e desconsiderar todas as que não atendem
aos objetivos de aprendizagem, mesmo que tradicionalmente sejam consideradas como boas “por si”.
• Oferecer oportunidades para que os(as) estudantes investiguem de que forma as interações entre ciên-
cia, tecnologia e sociedade e ambiente podem resultar em consequências a serem avaliadas, nas suas
tomadas de ações individuais e coletivas;
36
boas ‘por si’.
bAvaliar
) Além osdos
resultados obtidos,
cadernos e redirecionar
do Currículo asepropostas
da Cidade se elesDidáticas,
de Orientações não forem satisfatórios.
alguns documentos oferecem
pistas sobre o que é preciso observar. Clique no ícone para acessá-los:
23
37
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
7. PLANO DAs
E Mmetas
ETAS DEespecíficas
APRENDIZApodem
GEM DAtornar-se
UNIDADE um compromisso de toda a comunidade escolar quando são com-
partilhadas, analisadas e o plano de ação de toda a escola é elaborado. Todo esse exercício colaborativo é funda-
As metas específicas podem tornar-se um compromisso de toda a comunidade escolar quando são compartilhadas, analisadas e o plano de ação de
mental para a garantia dos direitos de aprendizagem de todos(as) os(as) estudantes. O documento a seguir é um
toda a escola é elaborado. Todo esse exercício colaborativo é fundamental para a garantia dos direitos de aprendizagem de todos(as) os(as) estudantes. O
exemplo de um plano de ação elaborado pelo coletivo de uma Unidade:
documento a seguir é um exemplo de um plano de ação elaborado pelo coletivo de uma unidade:
Avaliação formativa
Ampliar a leitura dos(as) estudantes
utilizando como
Garantir espaços de de textos conhecidos (parlendas,
Ampliar as Professores(as) instrumentos a planilha
acesso a materiais adivinhas, poemas, canções, trava
interações das regentes e para emissão de
escritos. Criar línguas etc.), ainda que seja por um
crianças com especialistas do Atestado de Mérito em
Qualificar os situações de leitura procedimento de ajuste do falado
textos e escritas 1º Ano, quadro Docência e o
ambientes pelos(as) estudantes ao escrito. Leitura de textos
1º alfabetizadores das
fixas e estáveis,
em que sejam multimodais (livro álbum, capa de
de apoio, documento Indicadores
em contextos de equipe gestora, de Acompanhamento
turmas do 1º Ano protagonistas. livros e periódicos), leitura de
uso social e para estagiários e dos Ciclos e
Organizar espaços e manchetes de jornais e portais de
consulta em suas professores(as) observação dos
materiais para essa notícias, mensagens em murais
escritas. em CJ. ambientes pelos(as)
leitura. impressos da sala de aula virtual,
professores(as) e equipe
etc.
gestora.
As crianças do 2º
ano têm avançado
Propor atividades com foco na
na aquisição do
Ampliar as construção de estratégias de
sistema de escrita Professores(as) Avaliação diagnóstica,
estratégias de leitura compreensão na leitura, para além
alfabética, porém Desenvolver a regentes e sondagem, e
das crianças do 2º da aquisição do sistema de escrita,
utilizam poucas capacidade de especialistas do avaliações internas que
ano, considerando o intensificando as leituras pelos(as)
2º estratégias de compreensão de
eixo práticas de estudantes de diferentes gêneros
3º Ano, considerem os objetivos
compreensão, textos dos(as) estagiários, PAP de aprendizagem do
leitura e o objeto textuais de uso real, a leitura literária
como estudantes. e professor(a)es Ciclo de Alfabetização
capacidades de e promover diferentes situações de
antecipação, em CJ. e do 2º Ano.
compreensão. leitura pelo(a) professor(a), leitura
verificação,
colaborativa/compartilhada, etc.
localização e
inferência.
Os(as) estudantes
possuem Avalições diagnósticas,
Professores(as)
dificuldade de Possibilitar momentos Propor atividades com o foco em observação de sala de
Construir regentes e
identificar e para que os(as) interações discursivas, leituras de aula para a retomada
4 procedimentos de especialistas do
classificar estudantes possam textos verbais e multimodais e dos objetivos de 24
estudo no 3º Ano,
informações e de levantar e testar as promover produção de textos que aprendizagens que
3º contexto de um estagiários(as),
construir relações hipóteses, buscar e sistematizem os conhecimentos ainda não foram
ciclo investigativo. PAP e
com as selecionar as construídos, como resumos, tabelas, consolidados.
professores(as)
observações e informações e ficha técnica entre outros.
em CJ.
construções de construir explicações.
hipóteses.
Elaboração e
Ensinar procedimentos leitores:
acompanhamento de
grifar, circular, realizar resumos,
produção de textos de
Os(As) estudantes Mobilizar pesquisas, selecionar diferentes
Todos os(as) estudos, tais como
não apresentam Desenvolver capacidades leitoras fontes, mapas mentais entre outros.
professores(as) resumos, mapas
4º autonomia para procedimentos de de textos em diversas Promover produção de textos que
regentes, CJ e mentais, tabelas,
realizar ações de estudos. linguagens. registrem e sistematizem as suas
PAP. diagramas, fichamentos
estudos. aprendizagens, considerando os
e leituras utilizando os
cinco operadores de produção
procedimentos
textual;
estabelecidos.
Os(As) estudantes
Promover a Propor momentos de discussões
apresentam
aprendizagem sobre o eixo vida, ambiente e
dúvidas e O envolvimento do
dos(as) saúde.
curiosidades sobre coletivo da escola
estudantes Propor atividades que estabeleçam Todos(as) os(as) Exposições orais,
5
transformações para apoiar de
possibilitando a relações entre as alterações físicas professores(as) mapas mentais,
hormonais, ações previstas
identificação das do corpo e a fase da adolescência; regentes, CJ e seminários, cartazes
5° corporais e pelos(as)
transformações Rodas de conversas, leitura PAP. entre outros.
emocionais em sua professores(as) sobre
presentes nessa compartilhada sobre a temática.
fase de essa temática.
fase de Utilizar os kits experiências
desenvolvimento.
desenvolvimento. pedagógicas.
38
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
39
aprendizagens dos(as) est
qualificar
Os(as) educadores(as) de uma escola têm o compromisso fundamental os processos
de garantir as de
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
aprendizagens dos(as) estudantes. Para isso, é preciso se atualizar, refletir sobreseja,
sua para quea fim
prática o movimen
de
qualificar
Os(As)oseducadores(as)
processos de ensino
de uma eescola
estar têm
atento(a) às necessidades
o compromisso específicas
fundamental deasas
de garantir
ações
cada de formação
estudante.
aprendizagens Ou e d
dos(as) estudantes.
seja, para Para isso, é preciso
que o movimento se atualizar,não
de (re)planejar refletir sobre sua
se perca práticao apercurso
durante dosesegundo
retroalimentam.
fim de qualificar os processos
semestre,
de ensino e estar atento(a) às necessidades específicas de cada estudante. Ou seja, para que o movimento de
as ações de formação e de acompanhamento precisam acontecer. Sempre num movimento em que
(re)planejar não se perca durante o percurso do segundo semestre, as ações de formação e de acompanhamento
se retroalimentam.
precisam acontecer. Sempre num movimento de retroalimentação.
O uso
coletiv
O uso do documento Indicadores de Acompanhamento dos Ciclos pode apoiar os coletivos
profes
O
dasuso do documento
escolas Indicadores
nos processos dereflexão
formativos, de Acompanhamento dosdos
e autorregulação Ciclos pode apoiar os
professores(as).
interdisciplinares. Interdi
Para apoiar os processos de reorganização do PAP, o documento Projetos Interdisciplina- interdi
res traz sugestões e inspirações para a realização de projetos interdisciplinares.
9. CONSIDERAÇÕES FINAAPlataforma
IS PAM,40
com acesso via SGA, oferece jogos matemáticos
[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Além de tudo o que foi posto, é essencial que os(as) educadores(as) mantenham um diálogo constante
com os(as) estudantes, incentivando a participação ativa e o engajamento nas atividades escolares, para asse-
gurar um clima favorável às aprendizagens e desenvolvimento pleno. O compromisso com uma educação pública
e de qualidade para todos(as) é fundamental para garantir que nenhum(a) estudante fique para trás. Que tenha-
mos um bom semestre, repleto de estudos e muitas aprendizagens!
A IN SME nº 32/2023, que dispõe sobre o Calendário de Atividades para 2024, prevê para
o dia 10/08 o Dia da Família na Escola. Esta é uma ótima oportunidade para compartilhar
com as famílias os percursos construídos até aqui e as ações planejadas para os próximos
meses. O envolvimento de todos é essencial para o sucesso dos processos de ensino e
aprendizagem, num compromisso compartilhado por escola, famílias e estudantes.
REFERÊNCIAS
CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: Vários Escritos. 5. ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul/ São Paulo: Duas Cidades, 2011.
LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.
LUCK, Heloísa. Dimensões de gestão escolar e suas competências. Curitiba: Editora Positivo, 2009.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2002.
PLACCO, V. M. N. S.; ALMEIDA, L. R. O coordenador pedagógico no espaço escolar: articulador, formador e transformador. 1. ed. São
Paulo: Loyola, 2015.
SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Orientações didáticas do Currículo da
Cidade: Coordenação Pedagógica. 2. ed. São Paulo: SME/COPED, 2019.
SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Currículo da Cidade: Ensino Fundamental: Língua
Portuguesa. São Paulo: SME/COPED, 2018.
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SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Orientações didáticas do Currículo da
Cidade: Língua Portuguesa. São Paulo: SME / COPED, 2018. v. 1.
SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Orientações didáticas do Currículo da
Cidade: Língua Portuguesa. São Paulo: SME/COPED, 2018. v. 2.
SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Documento orientador de sondagens no
Ciclo de Alfabetização: Língua Portuguesa e Matemática. São Paulo: SME/COPED, 2022
SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Educação. Avaliação no contexto escolar: vicissitudes e desafios para (res)significação de
concepções e práticas. São Paulo: SME/COPED, 2020. Disponível em: [Link]
Livro_Avaliacao_no_contexto_2020.pdf Acesso em: 20 jun. 2024.
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ENSINO MÉDIO
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ACOMPANHAR É PRECISO!
Finda o primeiro semestre e, neste momento, temos a oportunidade de analisar a trajetória realizada
até aqui. Foram dois bimestres, durante os quais produzimos muitos registros sobre o desenvolvimento das
atividades pedagógicas, o desenrolar das aulas e a progressão das aprendizagens de cada um dos estu-
dantes. Ao concluir as discussões do Conselho de Classe do segundo bimestre, é possível vislumbrar quais
estudantes precisam de um acompanhamento mais individualizado e quais já avançaram. É a oportunidade
de recalcularmos as rotas, reorganizarmos as práticas, retomarmos as trajetórias e repensarmos as ações.
Uma ação fundamental para compreender a real necessidade de cada estudante é o acompanhamento
individualizado. Saber o que cada um deles traz como maior obstáculo para o pleno desenvolvimento de suas
aprendizagens é imprescindível, já que suas trajetórias são ímpares.
Pensando nisso, e com a intenção de facilitar a sistematização dos pontos a serem observados, reco-
mendamos o preenchimento do documento Mapeamento dos Estudantes – Ensino Médio, que é uma ferra-
menta que pode subsidiar o trabalho da equipe gestora, permitindo assim que conheçam, e individualizem,
os fatores que podem ter contribuído para as dificuldades apresentadas pelos estudantes, com um olhar
integral, e planejar ações para assegurar a superação delas.
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É importante relembrar, com os(as) professores(as), que o replanejamento no Ensino Médio envolve
não só a retomada dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento e a seleção de conteúdos que melhor
atendem a essa organização, mas também o redimensionamento deles de acordo com os resultados obtidos
no Conselho de Classe. É necessário, também, que sejam analisadas as estratégias utilizadas, e detectadas
quais as mais adequadas, considerando a necessidade de que todos(as) os(as) estudantes alcancem os ob-
jetivos esperados.
Mais do que em qualquer outra realidade, esse replanejamento precisa priorizar a integração entre
os(as) professores(as) regentes das Unidades de Percurso e o diálogo com aqueles que lecionam na Forma-
ção Geral e no Fortalecimento das Aprendizagens, quando for o caso. É fundamental que todos(as) esses
profissionais estejam alinhados, para que os obstáculos apontados ao término do primeiro semestre possam
ser vencidos no decorrer do segundo semestre.
Para que isso ocorra, é possível pensar nos agrupamentos docentes, nesses dias de replanejamento,
considerando a área de conhecimento, ou as Unidades de Percurso na qual atuam, a fim de que possam ela-
borar ações interdisciplinares e integradas. Os profissionais que atuam na Formação Geral e/ou no Fortaleci-
mento das Aprendizagens podem compor os agrupamentos onde estiver o maior número de profissionais do
seu componente curricular, ou ainda circular entre os diferentes agrupamentos, a fim de que possam pensar
de maneira articulada no redimensionamento de seu planejamento. Já os(as) professores(as) que atuam em
Projeto de Vida podem contribuir na análise do aproveitamento individual dos estudantes e fornecer infor-
mações importantes para subsidiar o trabalho dos(as) demais colegas.
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z Como é possível estabelecer a interlocução entre Formação Geral Básica e Unidades de Per-
curso, do ponto de vista de seu componente curricular específico?
z Quais as articulações possíveis dentro da própria área de conhecimento e até mesmo com
as outras áreas?
Como Coordenador(a), ao longo desses dois dias, provoque a reflexão, junto aos(às) professores(as),
sobre alguns aspectos específicos do Ensino Médio:
Lembre-se, ainda, que repensar as práticas, replanejar, redimensionar os conteúdos, buscar articula-
ções e planejar coletivamente são demandas fundamentais para os profissionais que optaram por atuar no
Ensino Médio. Assim como também é do(a) Coordenador Pedagógico(a) que, ao detectar as necessidades
formativas, replaneja e reorganiza seu Plano de Formação a fim de favorecer a integração entre as áreas, a
troca de experiências, a socialização docente e a qualificação das aprendizagens dos estudantes. Isso, fun-
damentalmente, responde ao que Sacristán (1998) denomina como currículo baseado na escola. De acordo
com o autor, um currículo baseado na escola é aquele que:
Nessa perspectiva, é fundamental que as equipes (gestora e docente) reflitam sobre as possibilidades,
naquela escola, de transformar o Currículo da Cidade – Ensino Médio, as ementas das Unidades de Percurso
e as Orientações Didáticas – Ensino Médio em práticas efetivas propulsoras de aprendizagens. Concretizar
o trabalho formativo, a superação das dificuldades apresentadas e a ressignificação do processo de ensino
aprendizagem passam a ser metas a serem alcançadas.
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[RE]PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO | 2024 – 2º SEMESTRE
REFERÊNCIAS
BRUNO, E. B.; ABREU, L. C. O coordenador pedagógico e a questão do fracasso escolar. In: ALMEIDA, L. R.; PLACCO, V. M. O coordenador
pedagógico e questões da contemporaneidade. São Paulo: Loyola, 2012. p. 93-108.
HASHIMOTO, C. I. Dificuldades de aprendizagem: concepções que permeiam a prática de professores e orientadores. In: ALMEIDA, L. R.; PLACCO, V.
M. O coordenador pedagógico e o espaço da mudança. São Paulo: Loyola, 2001. p. 101-108.
PARO, Vitor Henrique. Reprovação escolar: renúncia à educação. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2021.
PLACCO, V. M.; SARMENTO, M. L. Outro jeito de dar aulas: orientação de estudos. In: BRUNO, E. B.; ALMEIDA, L. R.; CHRISTOV, L. H. O coordenador
pedagógico e a educação continuada. São Paulo: Loyola, 2012. p. 41-50.
SACRISTÁN, J. GIMENO. O Currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: Artmed, 2000.
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DE JOVENS E ADULTOS
EDUCAÇÃO
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IMPORTÂNCIA DO
REPLANEJAMENTO NA EJA
É preciso compreender o replanejamento como
Foto: Daniel Cunha - Núcleo de Foto e Vídeo Educação | CM | COPED | SME
Na EJA, é preciso que o replanejamento possibilite trocas de conhecimento entre os sujeitos. Lem-
brando que os indivíduos possuem necessidades diferentes, entre si e na comparação com os(as) ado-
lescentes que frequentam o Ensino Fundamental Regular.
É imprescindível, nas etapas de Alfabetização e Básica, retomar, analisar os dados das sondagens
coletados e o seu impacto na aprendizagem dos(as) estudantes. Nas etapas Complementar e Final, é
essencial analisar os resultados das avaliações internas, os registros dos conselhos de classe, os efeitos
dos projetos educacionais e refletir sobre as consequências das ações e atividades pedagógicas, bem
como realinhar os princípios e as concepções de ensino ao Currículo da Cidade - EJA, assegurar o de-
senvolvimento pedagógico por meio do registro e mapeamento dos(as) estudantes com dificuldades e
das pessoas com deficiência, a partir das ações de acompanhamento e recuperação das aprendizagens.
Por fim, o processo de replanejamento, na EJA, visa também à ressignificação das práticas e
propostas pedagógicas, de modo a atender melhor às necessidades específicas dos(as) estudantes,
contribuindo, principalmente, à sua permanência, conclusão e continuidade dos estudos.
SONDAGEM
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sar o que e como o(a) estudante aprende, estabelecendo percursos para que cada um possa aprender
de diversas maneiras, algo indispensável na Educação de Jovens e Adultos, por se tratar de um público
heterogêneo.
Pensar nos(as) estudantes da EJA - jovens, adultos e idosos - requer uma visão que vai além
do aspecto cognitivo, para que o(a) estudante seja compreendido não pelo que lhe falta, mas a par-
tir de situações vivenciadas ao longo da sua vida.
Reforçamos que a avaliação na Educação de Jovens, Adultos e Idosos deve ser um processo
contínuo e dinâmico, que visa garantir o direito de aprendizagem e precisa estar alinhado com os
objetivos educacionais e pessoais dos(as) estudantes da EJA.
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Lembramos que prever uma rotina bem estruturada na Educação de Jovens e Adultos e Idosos
é indispensável e produtivo, ainda que seja necessário partir de algumas perguntas orientadoras para
planejar, como: quem é esse(a) estudante? (conhecer as especificidades discentes), quais as barrei-
ras para o acesso à aprendizagem do(a) estudante? (considerando que o(a) estudante já sabe, qual
o impedimento para o avanço nas aprendizagens), o que ensinar? (conteúdos e objetos de conhe-
cimentos), e como ensinar? (ações, materiais e estratégias pedagógicas que irão favorecer os(as)
estudantes).
APRENDIZAGEM
O Currículo da Cidade EJA, Parte 1 - Introdutório (p. 45) orienta ser “fundamental oferecer
[aos estudantes] oportunidades de retomada e continuidade dos estudos que considerem seus diferentes
repertórios culturais e conhecimentos obtidos por meio da experiência”. Por isso, as avaliações internas
devem considerar a necessidade de possíveis ajustes no percurso educativo, especialmente em re-
lação aos objetivos ainda não alcançados, servindo como diagnóstico do processo de aprendizagem
de cada estudante.
Os(As) estudantes da EJA possuem experiências e aprendizagens prévias significativas, não
necessariamente formalizadas no ambiente escolar, e as avaliações devem ser sensíveis a essas reali-
dades, utilizando critérios precisos, ao mesmo tempo que levem em conta os sujeitos que estão sendo
avaliados; isso envolve a criação de instrumentos de avaliação que valorizem diferentes vivências.
As avaliações internas devem se concentrar na aprendizagem, não se limitando apenas ao co-
nhecimento factual, pois têm o potencial de incentivar novas práticas educacionais, além de apon-
tar a necessidade de aperfeiçoamento no planejamento docente. Elas representam parcialmente as
aprendizagens, apresentando apenas algumas dimensões do processo educativo e são válidas dentro
desse contexto limitado, mas é necessário complementá-las com outras estratégias que considerem
aspectos afetivos e/ou sociais, fundamentais para o desenvolvimento integral dos(as) estudantes.
Reconhecida a EJA nas suas especificidades, bem como sua diversidade, pensada a organiza-
ção dos tempos e espaços educativos para a garantia do direito à educação aos jovens, adultos e
idosos, é importante avaliar o planejamento inicial e sua execução ao longo do primeiro semestre
de 2024, objetivando localizar limites e potencialidades do trabalho pedagógico em curso, assegu-
rando as aprendizagens dos sujeitos, pautadas no Currículo da Cidade.
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z Conseguimos incluir as demandas e necessidades da EJA ante a organização dos tempos e espaços na
Unidade Educacional?
z As trajetórias e experiências de vida desse público da EJA verteram-se em ações pedagógicas? Como se
constituíram as estratégias de escuta dos estudantes?
z As diferentes áreas e componentes curriculares se articularam para execução dos projetos pedagógicos,
fomentando o fortalecimento das aprendizagens?
z Estudantes com deficiência estão incluídos nas ações cotidianas, mediante estratégias que favoreçam suas
aprendizagens?
z Entre tantos outros tópicos possíveis a serem considerados no processo de replanejar, os pontos acima são
centrais para (re)orientar o trabalho pedagógico que está sendo desenvolvido na Unidade Educacional.
Link: [Link]
REFERÊNCIAS
FERREIRO, Emilia. Alfabetización de niños y adultos: textos escogidos. Pátzcuaro, México: CREFAL, 2007.
GADOTTI, Moacir; ROMÃO, José Eustáquio. Educação de Jovens e Adultos: teoria, prática e proposta. 5. ed. São Paulo: Cortez;
Instituto Paulo Freire, 2002.
HADDAD, Sérgio (org.). O estado da arte das pesquisas em Educação de Jovens e Adultos no Brasil: a produção
discente da pós-graduação em educação no período de 1986- 1998. São Paulo: Ação Educativa, 2000.
LAFFIN, Maria Hermínia Lage Fernandes. O conhecimento escolar, suas mediações e as atividades de ensinar e aprender. In: LAFFIN, Maria Hermínia
Lage Fernandes (org.). Crianças, Jovens e Adultos: diferentes processos e mediações escolares. Florianópolis: Letras Contemporâneas,
2008. p. 9-20.
SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Currículo da cidade: Educação de Jovens e
Adultos: Língua Portuguesa. São Paulo: SME/COPED, 2019.
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