Ergonomia
Aluno (a): Emília de Moura Silva Data: 15/ 08 / 2023
Atividade Prática Final NOTA:
INSTRUÇÕES:
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A atuação do profissional da área de ergonomia, como o fisioterapeuta do trabalho, que também é
considerado ergonomista em análises ergonômicas de trabalho, é cercada de investigações relacionadas
ao ambiente laboral, aos trabalhadores e aos seus empregadores. Essa relação abrange muitas variáveis
durante sua elaboração e todas têm importância no direcionamento do problema a ser solucionado.
Suponha que você é um fisioterapeuta que faz parte da equipe de uma empresa de saúde ocupacional e
atua como ergonomista, sendo o responsável pela elaboração das análises ergonômicas do trabalho.
Acompanhe a situação a seguir:
Atividade Prática
A partir do cenário descrito, identifique no posto de trabalho o que pode ser analisado em relação
às funções e condições de atuação, com base no que é recomendado na Norma Regulamentadora da
Ergonomia nº 17.
Resposta:
Essa parte da AET pode ser realizada com os seguintes pontos de análise: características
dos postos de trabalho, avaliação das condições do trabalho (mobiliário, utensílios,
espaço físico) e condições de posicionamento e movimentação de segmentos corporais.
A análise das condições do trabalho deve considerar a adequação de aspectos físicos,
temperatura, ruído, iluminação e umidade. Se houver falta de ajustes possíveis na
cadeira, é preciso colocar uma caixa nos pés como compensação. Quando não houver
descanso para pés, essa é uma adaptação indicada no anexo II da NR 17. Outro ponto
seria o assento e encosto ajustável em altura e em sentido, com forma adaptável ao corpo
para proteção da região lombar. Logo, essa será uma recomendação ergonômica: ajustes
Atividade Prática
de mobiliário em relação à antropometria do trabalhador e cadeira com ajuste de
tamanho.
Podem ser usadas ferramentas auxiliares, como os métodos RULA e OWAS, na análise
postural e na detecção de posturas de trabalho inadequadas ou consideradas fatores de
risco.
Na análise da função, os headsets devem ser adequados e os seus dispositivos de
operação devem ter fácil alcance e repetitividade. As pausas devem ser feitas em dois
períodos de dez minutos contínuos. Devem, ainda, ser observadas as posturas, a
existência de revezamentos, o número de horas extras e o trabalho aos finais de semana.
Outros aspectos relacionados ao comportamento também devem ser analisados, como o
relacionamento com a chefia, colegas e outros funcionários, os problemas com escala de
folgas ou pausas e os períodos de descanso. Além disso, a empresa deve seguir o que
está estabelecido em norma, como registros de horas extras, treinamentos e pausas
disponíveis ao trabalhador.
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