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Modelo atômico de bonh

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José

Modelos atômicos

Nome :Rakelly maria

Professora: Marta

Matéria: Química

Data:21/05/2024

Os modelos atômicos são teorias criadas para explicar a


composição e o funcionamento da matéria.
Foram evoluindo em paralelo com o avanço da ciência
O primeiro modelo atômico foi proposto por Dalton, em 1808,
que afirmava que o átomo é uma esfera maciça indivisível e
indestrutível.
Em 1887, Thomson atualizou o modelo atômico afirmando a
existência de carga elétrica.
Mais tarde, em 1911, Rutherford determinou que o átomo é
formado por duas regiões: o núcleo e a eletrosfera.
Niels Bohr propôs a existência de camadas eletrônicas na
eletrosfera para resolver limitações físicas no modelo de
Rutherford, no modelo que ficou conhecido como modelo de
Rutherford-Bohr.
Em 1926, Erwin Schroedinger determinou a existência de
orbitais, que são regiões com diferente probabilidade de se
encontrar o elétron.
"Modelo atômico de Dalton
O modelo atômico de Dalton foi a primeira teoria proposta
para tentar explicar a construção da matéria e foi
desenvolvida por John Dalton em 1808.
Esse modelo supõe que o átomo é uma esfera maciça,
homogênea, indivisível e indestrutível e, por isso, é também
conhecido como modelo da “bola de bilhar
O modelo atômico de Dalton é conhecido como “bola de
bilhar”.
Dalton determinou alguns princípios que explicavam a matéria
e seus fenômenos, baseado na ideia de que o átomo é uma
esfera indivisível:
A matéria é formada por pequenas partículas que não se
dividem, os átomos.
Os átomos de um mesmo elemento químico são idênticos.
Os átomos de elementos químicos diferentes possuem
propriedades físicas e químicas distintas.
Átomos não são criados ou destruídos.
Um elemento é definido pelo peso do seu átomo.
Ao formar substâncias, os átomos não se alteram.
Uma reação química ocorre mediante a simples reorganização
dos átomos, os quais mantêm a sua identidade.
Atualmente, se conserva a maioria desses princípios, com
exceção de que o átomo é maciço e indivisível e que os
elementos são definidos pelo seu peso (na realidade, é pelo
seu número atômico).

Interessante: Antes de Dalton propor a primeira teoria


atômica, o homem já se questionava sobre a composição da
matéria. No século V a.C., na Grécia Antiga, os filósofos
Demócrito e Leucipo utilizaram pela primeira vez o termo
átomo para se referir às partículas pequenas, indivisíveis e
indestrutíveis, que eles acreditavam ser a unidade
constituinte da matéria.

Modelo atômico de Thomson


O modelo atômico proposto por Joseph John Thomson, em
1898, afirma que o átomo possui natureza elétrica, é divisível
e formado por partículas subatômicas.
Thomson descobriu a existência de partículas carregadas
negativamente (elétrons) no átomo, derrubando o conceito de
Dalton, que afirmava que o átomo seria indivisível.
Por meio de experimentos, Thomson construiu uma nova
teoria atômica, na qual defendeu a existência de cargas
elétricas negativas presas a um núcleo, com carga elétrica
positiva. Devido a essa estrutura, esse modelo atômico é
conhecido como modelo do “pudim de passas”.
As considerações do modelo atômico de Thomson são
O átomo é esférico e divisível.
O átomo é eletricamente neutro, possuindo a mesma
quantidade de partículas negativas e positivas.
Os elétrons não estão presos no núcleo positivo, podendo ser
transferidos a outros átomos, em determinadas condições.
As cargas elétricas negativas estão uniformemente
distribuídas ao redor do núcleo positivo, por repulsão
eletrostática.

Modelo atômico de Rutherford


Ernest Rutherford propôs um novo modelo atômico em 1911,
no qual afirma que o átomo é formado por uma região central
de massa elevada e com caráter elétrico positivo. Em torno
dele, há uma região de massa desprezível em que orbitam os
elétrons (partículas de carga negativa).
Em razão dessa configuração, o átomo de Rutherford é
comparado ao Sistema Solar, assumindo o núcleo como o Sol e
os elétrons como os planetas, e conhecido como modelo do
sistema planetário.
O modelo atômico de Rutherford é conhecido como modelo
planetário.
Nesse modelo, o átomo é formado por duas principais regiões:
o núcleo e a eletrosfera. O núcleo é a região central do
átomo. Apresenta alta massa e alta densidade por concentrar
as partículas de carga elétrica positiva (prótons) em um
pequeno volume.
A eletrosfera é a região em torno do núcleo que abriga os
elétrons. Como os elétrons são partículas minúsculas, assume-
se que a eletrosfera é formada por extensos espaços vazios,
por isso possui baixa densidade.

Modelo atômico de Bohr


O modelo atômico de Bohr, proposto por Niels Bohr em 1913,
determina que a eletrosfera é formada por camadas de
energia nas quais se distribuem os elétrons.
Esse modelo é conhecido também como modelo atômico de
Rutherford-Bohr, pois é uma evolução do modelo de
Rutherford e resolve uma de suas falhas, que trata da
estabilidade dos átomos. O modelo de Rutherford, apesar de
explicar muitos aspectos da matéria, desobedecia a alguns
princípios de energia da Mecânica Clássica, como o fato de os
elétrons não perderem energia durante sua trajetória circular
em torno do núcleo.
Empregando os conceitos recém-descobertos da Mecânica
Quântica, o físico Niels Bohr conseguiu justificar essa
observação, determinando que os elétrons ocupam camadas
eletrônicas com valores pré-definidos de energia, de maneira
que a energia do elétron em uma camada se mantém
constante ao longo de sua movimentação.
As camadas eletrônicas são mais energéticas conforme mais
distantes do núcleo se encontrem. Os elétrons podem
transitar entre as camadas apenas por meio da absorção ou
liberação da diferença de energia existente entre duas
camadas. Esse processo é conhecido como transição
eletrônica.
As camadas eletrônicas do modelo atômico de Bohr são
representadas pela sequência de letras K, L, M, N, O, P e Q,
cada uma possuindo uma determinada capacidade de
acomodar elétrons.
O modelo atômico de Bohr organiza a eletrosfera em camadas
de energia.
O modelo atômico de Rutherford-Bohr é construído com base
em alguns postulados:
Os elétrons descrevem órbitas eletrônicas circulares ao redor
do núcleo, em razão da atração eletrostática entre cargas
elétricas de sinais opostos.
Essas órbitas são as camadas ou níveis eletrônicos.
As camadas eletrônicas possuem apenas valores de energia
constantes e determinados (conceito de quantização de
energia).
A movimentação dos elétrons em uma camada eletrônica não
envolve emissão ou absorção de energia de forma espontânea.
Os elétrons não ocupam regiões intermediárias entre as
camadas.
Os elétrons apenas transitam para uma camada de maior
energia ao absorver energia de uma fonte externa, situação
em que ficam instáveis. Para retomar a estabilidade, os
elétrons retornam ao seu nível inicial, liberando a energia
absorvida sob a forma de luz ou calor. Esse conceito é
conhecido como transição eletrônica.
O modelo de Bohr é o mais empregado para entender a
estrutura atômica, no entanto também apresenta algumas
limitações, como a falha para explicar a ocorrência de
ligações químicas e o comportamento de átomos

Modelo atômico de Schrödinger


Com a evolução da ciência e da Mecânica Quântica, novas
teorias foram desenvolvidas para entender o átomo. O modelo
atômico atualmente aceito é o modelo proposto por
Schrödinger em 1926, que conta com a contribuição de outros
cientistas e suas descobertas.
Antes de Schrödinger propor sua teoria para explicar o átomo,
o físico Arnold Sommerfield fez uma relevante contribuição ao
modelo atômico de Rutherford-Bohr, propondo que as órbitas
eletrônicas não seriam circulares, mas sim elípticas. Isso foi
importante, porque determinava que os elétrons possuíam
velocidades diferentes, uma vez que estavam a diferentes
distâncias do núcleo.
O físico Louis de Broglie, baseando-se no conceito da
dualidade onda-partícula, determinou que o elétron possui
trajetória constante quando se comporta como partícula e
movimento ondulatório quando se comporta como onda.
Assim, reunindo todos esses conceitos e fazendo uso de
cálculos matemáticos, Schrödinger concluiu que a eletrosfera
não é formada por órbitas de trajetória determinada, mas sim
por regiões que se assemelham a nuvens eletrônicas.
Com essa ideia, o modelo atômico de Schrödinger inseriu o
conceito de orbital atômico, explicado como sendo uma
região de alta probabilidade de se encontrar elétrons e que é
definida matematicamente por meio de uma equação
matemática, conhecida como função de onda.
O modelo atômico de Schrödinger define regiões em torno do
núcleo em que há maior probabilidade de se encontrar
elétrons.

História dos modelos atômicos


Os primeiros registros sobre tentativas de entender a matéria
e seus fenômenos são de cunho filosófico, e não
experimental. Em 478 a.C., Leucipo defendia que o universo
era formado por elementos indivisíveis e o vazio entre eles,
sendo a movimentação de tais elementos responsável pelos
eventos de criação e destruição de substâncias.
Mais tarde, seu seguidor, Demócrito, aperfeiçoou o
pensamento de Leucipo, defendendo que a matéria era
constituída por pequeníssimas partículas indivisíveis, às quais
deu o nome de átomos. Ainda, Demócrito defendia que a
formação da matéria resultava da combinação de partículas
dos elementos fogo, água, terra e ar.
Essa discussão se manteve a nível filosófico até o século XVII,
quando experimentos de laboratório começaram a ser
desenvolvidos pelos cientistas da época.
Uma das primeiras contribuições científicas foram as de
Robert Boyle, que concluiu que as substâncias químicas eram
formadas por unidades fundamentais, as quais tinham
diferentes naturezas, de acordo com a substância. Os estudos
de Antoine Lavoisier para o princípio de conservação de
energia impulsionaram o estudo, por outros cientistas, de
combinações químicas entre átomos de diferentes elementos.
Baseado nos experimentos de confirmação das leis ponderais,
John Dalton chegou à formulação da primeira teoria atômica
em 1808, afirmando que a matéria é formada por partículas
indivisíveis e maciças. Mais tarde, foi verificado que na
realidade os átomos não eram indivisíveis, mas sim formados
por partículas subatômicas que continham carga elétrica,
sendo os átomos penetráveis e destrutíveis.
Em 1878, o cientista William Crookes criou um dispositivo que
permitiu que gases, em determinada pressão, conduzissem
corrente elétrica. Utilizando um equipamento semelhante, J.
J. Thomson conseguiu determinar a existência de partículas
carregadas negativamente no átomo, as quais nomeou como
elétrons.
Assim, o modelo de Dalton deixou de ser válido e foi
atualizado por J. J. Thomson, que apresentou um novo
modelo atômico, agora assumindo o átomo divisível e formado
por partículas com carga elétrica negativa fixadas em um
núcleo positivo. Para chegar a essa conclusão, Thomson
contou com avanços da ciência obtidos por outros cientistas
da época, como Robert Milikan, Michael Faraday e Eugen
Goldstein.
Rutherford era um estudioso da radioatividade. Em um de
seus dias de trabalho em 1911, notou que um feixe de
partículas alfa, em vez de ser retido por uma lâmina metálica
(resultado esperado caso o átomo fosse maciço), a
atravessava, sendo que algumas partículas ainda sofriam
desvios de trajetória.
Investigando essa observação experimental, Rutherford propôs
um novo modelo atômico, ao concluir que, na realidade, os
átomos são formados por duas regiões diferentes — uma densa
e maciça, o núcleo, e outra quase vazia, onde orbitam os
elétrons.
A proposta de Rutherford era bastante consistente e explicava
diversos fenômenos da matéria. No entanto, ia contra um dos
princípios da eletrodinâmica, que comprova que uma
partícula em movimentação constante perde energia.
Ernest Rutherford criou o modelo atômico conhecido como
sistema planetário. [1]
Pouco tempo depois, a contradição do modelo de Rutherford
foi solucionada por Niels Bohr, com a combinação de
princípios de Mecânica Clássica e de Mecânica Quântica na
consolidação do modelo atômico de Bohr ou modelo atômico
de Rutherford-Bohr, que possui como principal atualização a
organização da eletrosfera em camadas de energia bem
definidas, nas quais os elétrons se distribuem.
Niels Bohr foi o responsável por inserir conceitos de Química
Quântica para explicar o comportamento do átomo. [2]
A teoria atômica mais aceita atualmente é a de Schrödinger,
que, considerando os avanços da Mecânica Quântica e
contando com a contribuição das descobertas de outros
cientistas, estabeleceu o conceito de orbital atômico,
explicando que a eletrosfera é semelhante a nuvens
eletrônica
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