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DIÁRIO OFICIAL

ESTADO DE SÃO PAULO

PUBLICADO EM: 21/05/2023 | EDIÇÃO: 001 | SEÇÃO:1 | PÁGINA: 1


ÓRGÃOS: ATOS DO PODER EXECUTIVO

1° CURSO DE FORÇA TÁTICA DA POLÍCIA MILITAR

O 1° Curso de Força Tática do 22° Batalhão de Polícia Militar, Responsabilizado Pelo


Coronel Castro; Capitão Peixoto; Capitão Sad; 2° Tenente Max

O Curso será dividido em 5 etapas

- Teórica
- Analistica / Psicológica
- Prática
- Aprimoramento
- Estágio

A Seguir se passa o conteúdo das 5 fases do Curso de Força Tática

este é um Manual de Patrulhamento Tático que reúne diversos assuntos para o curso ou
adaptação, servindo até mesmo para uma consulta de determinado assunto ou técnica
policial.
1° FASE : INTRODUÇÃO E PARTE TEÓRICA
- VISÃO ESTRATÉGICA DA PMESP

MISSÃO :● PROTEGER PESSOAS; ● FAZER COM QUE AS LEIS SEJAM


CUMPRIDAS; ● COMBATER O CRIME; ● PRESERVAR A ORDEM PÚBLICA.
VISÃO DE FUTURO ● Ser reconhecida como referência nacional e
internacionalmente em serviços de segurança pública.
SUPORTE DOUTRINÁRIO ● Polícia Comunitária; ● Direitos Humanos; ●
Gestão pela qualidade; ● Governo do Estado.

- HISTÓRICO DA FORÇA TÁTICA


“do PTM/Tático Cinza a atual FT”

O início do Patrulhamento Tático coincide com a história da ROTA. No final


da década de 60 e início de 70, o Brasil passava por um conturbado período
da história. Elevados índices de assaltos a estabelecimentos bancários e
similares, bem como as ações terroristas por remanescentes e seguidores
de “Lamarca e Mariguela”. Nesse período ocorreram ainda ataques a
quartéis e a sentinelas, assassinatos de civis, militares e sequestros de
autoridades. O patrulhamento nesse período era feito com homens a pé.
Havia necessidade de criação de um policiamento energético, reforçado,
com mobilidade e eficácia de ação. Assim a 2ª Cia de Segurança do 1º
Batalhão Policial, exclusivamente voltada para ação de choque, foi
incumbida de iniciar a nova modalidade de policiamento ostensivo
motorizado. Para fazer frente às quadrilhas de roubo a bancos foi fundada
a Ronda Bancária, embrião da ROTA, que tinha como missão reprimir e
coibir os roubos a bancos e outras ações violentas praticadas por
criminosos e por grupos terroristas. Em 15 de outubro de 1970, este
“embrião” passa a denominar-se RONDAS OSTENSIVAS TOBIAS DE AGUIAR,
a ROTA. Em 16 de dezembro de 1970, foi criada pelo Secretário de
Segurança Pública, da época, Sérvulo de Mota Lima, no 19ºBP (atual
1ºBPM/M) , um tipo de policiamento com emprego de 2 caminhões,
utilizando a perua Chevrolet C-14, que foi chamado de Tático Móvel, as
viaturas saíam em comboio para efetuar abordagens e operações de maior
risco.
A proposta de uma comissão desse novo policiamento foi presidida pelo
saudoso Aspirante ILLA, da turma de 1970, foi inspirado em ações
desenvolvidas pelo 9º BP. Em 1971, o 19º BP mudou-se para a Rua Antônio
Bento, Santo Amaro. Em 1973, foi inaugurada a sede da Unidade Integrada
da Região Sul, que tinha todas as modalidades de serviço que a Polícia
Militar possuía na época, razão chamada de USI-SUL, que recebeu o 12ºBP e
o 19ºBP. Nesse período, com a reestruturação da Corporação, as OPM da
Capital tiveram acrescido à sua denominação “METROPOLITANO” para
distinguir das unidades do interior.

ORDEM CRONOLÓGICA DOS FATOS:


● 1970 - Ronda Bancária - embrião da ROTA;
● 1970 - proposta e estudos para um novo policiamento energético, o Tático
Móvel;
● 1972 - início do Tático Móvel;
● 1988 - iniciou-se o Tático Móvel Regional, subordinados ao CPA;
● 1992 - episódio da Casa de Detenção do Carandiru, o Tático Móvel voltou
a ser subordinado aos Batalhões;
● 1997 - criação da FORÇA TÁTICA;
● 1998 - a FORÇA TÁTICA passa a ter previsão organizacional, conforme a
Diretriz Nº PM3 - 001/02/98

A Força Tática da Polícia Militar do Estado de São Paulo é uma modalidade


de policiamento tático motorizado ostensivo da Polícia Militar do Estado de
São Paulo. A Força Tática foi instituída pelo Coronel PM Carlos Alberto de
Camargo, comandante geral da PMESP na época, após mudanças na
política interna da Polícia Militar de São Paulo, que acabaram por decidir
pela extinção do Patrulhamento Tático Móvel. A modalidade de
patrulhamento foi criada no dia 30 de Maio de 1998, ao se extinguirem as
companhias administrativas dos batalhões da PMESP, que eram
responsáveis por administrar os batalhões, e realizar reparos em viaturas
e armamentos das demais companhias anexas ao batalhão. O
investimento inicial na época foi de R$ 5,7 milhões, na compra de 183
viaturas Chevrolet Blazer.
JURAMENTO
“INCORPORANDO-ME À FORÇA TÁTICA DO VIGÉSIMO SEGUNDO
BATALHÃO! PROMETO, HONRAR E OSTENTAR ESTE BRAÇAL E BOINA!
SÍMBOLO, DE DIGNIDADE, MORALIDADE E LEGALIDADE, EM DEFESA DA
SOCIEDADE PAULISTA, DOS IDEAIS DO VIGÉSIMO SEGUNDO BATALHÃO
E DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO”

- CONTROLE DE DISTÚRBIOS CIVIS

TÉCNICAS DE CDC

Funções do Pelotão

CMT PEL PCHQ;


AUX. CMT PEL PCHQ (1);
CMT DE GP (3);
ESCUDEIROS (12);
LANÇADOR (3);
ATIRADORES (3);
OPERADOR DE CANHÃO DE ÁGUA / HOMEM EXTINTOR (1);
CONDUTOR (1);
SEGURANÇA (1);
NOTA: TODOS OS MEMBROS TÊM UM NÚMERO EXCETO
CMT PEL, AUX. CMT E CMT GP.
COMANDANTE DO PELOTÃO DE CHOQUE
Tem a função de comandar efetivamente o
Pelotão de Choque nas ações de controle de
tumultos sendo o responsável quanto ao seu
emprego operacional nos casos em que atue
como apoio isoladamente.

SARGENTO AUXILIAR
É o auxiliar direto do Comandante do
Pelotão, deve estar pronto para
substituí-lo em casos de necessidade, vai
coordenar a atividade dos Sargentos
Comandantes de Grupo retransmitindo
aos mesmos as ordens do Comandante de
Pelotão.

HOMEM EXTINTOR
No caso de tropa embarcada em carro
de combate o PM tem por missão,
operar o canhão d'água; caso a tropa
esteja a pé, será o responsável pela
condução do extintor de incêndio.

SARGENTO COMANDANTE DE GRUPO


É o responsável pela correção e
orientação da fração sobre seu comando
durante as formações de choque,
evitando que ocorra isolamento do
Homem durante a ação e atentando para
a agilidade dos movimentos.
SARGENTO COMANDANTE DE GRUPO
É o responsável pela correção e
orientação da fração sobre seu comando
durante as formações de choque,
evitando que ocorra isolamento do
Homem durante a ação e atentando para
a agilidade dos movimentos.

LANÇADORES
Encarregados de lançar manualmente ou
com o auxílio de instrumentos
apropriados —(mosquetão federal e
cassetete lançador), por determinação de
quem estiver comandando, as granadas e
projéteis detonantes, bem como fazer o
uso de espargidores que estão em poder
do Pelotão de Choque.

SEGURANÇA
É o encarregado da segurança real do
Pelotão de Choque.

ATIRADORES
Responsáveis pelos disparos de munições
de elastômero (através da Cal12 ou
mosquetão federal), por determinação de
quem estiver comandando,

MOTORISTA
É o encarregado da condução, segurança
e da manutenção de primeiro escalão da
viatura empregada em controle de
tumultos. Dependendo da situação não
estará em forma e sim embarcado na
viatura.
- Todos os componentes do Pelotão portam colete balístico, cassetete (ou
tonfa), capacete anti-tumulto (ou balístico) e perneira anti-tumulto; - Cmt
Pel, Aux Cmt e Cmt de Grupo portam Revólver ou pistola; - Escudeiros
empunham escudos de policarbonato (anti-tumulto) ou aramida (balístico);
- Lançadores e atiradores carregam bornal (e/ou colete tático) com
munições químicas e de impacto controlado; - Segurança porta arma de
proteção coletiva (Bereta, Sub Metralhadora MT 40 ou equivalente –
munição real).

Cabos e Soldados poderão portar arma de fogo mediante avaliação do


comandante de maior patente da tropa de choque, conforme a dimensão
do perigo iminente contra a tropa e informações colhidas pelo serviço
reservado no teatro de operações. Cumpre lembrar que as normas
internacionais de controle de massas indicam que o porte e uso de arma de
fogo em ocorrências que envolvam número elevado de pessoas, em que a
individualização de condutas e o campo para efetuar disparos fiquem
prejudicados, devem ser evitados e controlados ao máximo, de modo que
possíveis excessos que venham ser cometidos pelos agentes responsáveis
pela aplicação da lei possam ser identificados e apurados adequadamente.

i. BÁSICAS;
ii. OFENSIVAS;
iii. DEFENSIVAS:
a. DINÂMICAS;
b. ESTÁTICAS;
iv. ATAQUE;
v. DE INVASÃO DE ESTABELECIMENTO PRISIONAL.
CONDUTA DE PATRULHA / TAPOEsp
“CONCEPÇÃO DO PERIGO”

PERIGO IMEDIATO: É o ponto, local ou situação em um ambiente onde


existe a maior probabilidade de surgir uma ameaça física ( pessoas ) contra
o policial.

PERIGO MEDIATO: É o ponto, local ou situação em um ambiente onde


existe a maior probabilidade de surgir uma ameaça física (coisas) contra o
policial

Não há uma responsabilidade exclusiva de um ponto de perigo e sim uma


troca constante para os pontos críticos. Perigo imediato: o primeiro que
deparar com um indivíduo toma providência. Perigo mediato: objeto,
coisas ameaça ao PM.

CONE DA MORTE: Consiste em aberturas, de portas ou janelas de onde


poderá convergir o fogo agressor.

ZONAS DE MORTE: Portas, janelas, escadas, corredores e alçapão


(transição rápida e cautelosa, adotando técnicas).

CONCEITOS TÁTICOS

FORMAS DE VISUALIZAÇÃO DO AMBIENTE:


• TOMADA DE ÂNGULO POR FATIAMENTO
• OLHADA RÁPIDA
• USO DE ESPELHO

DESLOCAMENTO:
É a transição de um ponto a outro.
TÉCNICA: Mata Borrão.
VELOCIDADES DOS DESLOCAMENTOS: - Cobertura ou varredura
(disciplina de luz e som) - Busca - Assalto ou Resgate.

MOVIMENTAÇÕES: são as formas como nos deslocamos em um ambiente.

CIP: CONCEPÇÃO IMEDIATA DO PERIGO


- Utilizado pelo GATE
- Utilizada pela Força Tática

CONTROLE DE ÁREA: 360º Durante deslocamentos, entradas, varreduras e


outras ações de risco, o Policial deve estar em condições de dominar
completamente a área ou ambiente em que se encontre presente. É uma
responsabilidade individual e coletiva que poderá colocar em risco a sua
vida e de seus companheiros.

O CONTROLE DE ÁREA COMPREENDE O DOMÍNIO TOTAL DO


AMBIENTE ATRAVÉS DE:
- Proteção 360º: todos os lados devem estar dominados;
- Pontos Distantes: os locais mais profundos, elevados e/ou distantes
devem ser observados; e
- Disciplina de ruídos: deve manter o silêncio como forma de aumentar a
percepção do ambiente.

POSTURA TÁTICA:
- Posição Retenção (Sul): arma empunhada junto ao corpo, cano para baixo,
usada em situações de composição de filas e na presença de pessoas não
suspeitas.
- Pronto Emprego: arma empunhada junto ao corpo, paralela ao solo, usada
em paradas, varreduras e abordagens; e - Perigo: arma empunhada na
altura dos olhos, usada em deslocamentos, varreduras e abordagens.

- Terceiro Olho: a arma sempre acompanha a direção do olhar do Policial,


quando em perigo. (cuidado com o conceito) - Escaneamento - evita a Visão
De Túnel: olhar por cima da arma, mesmo quando empunhada na altura
dos olhos; e - Controle Efetivo do Cano da Arma: sempre desviar o cano da
arma da direção de pessoas não suspeitas ou de outros policiais.
PROTEÇÕES: São locais, objetos, equipamentos e ambientes que ofereçam
garantias físicas contra agressões físicas ou dissimulem a presença do
Policial:

- Coberturas: são proteções que escondem visualmente o Policial, mas não


garantem segurança balística. Ex: divisórias de madeira, móveis, arbustos,
portas de veículos; e
- Abrigos: São proteções que oferecem segurança balística. Ex: paredes de
alvenaria, troncos de árvores, placas de ferro ou aço, escudos balísticos

TÉCNICAS DE ENTRADAS:
● Cris- cross ou cruzada;
● Button-hook ou em gancho e
● Limited penetration ou Limitada

FUNDAMENTOS DO TIRO TÁTICO:


1. Posição do Corpo;
2. Empunhadura;
3. Conjunto de Visada;
4. Puxada do Gatilho;
5. Retomada e Recuperação.

DEFINIÇÃO DE CONDUTA DE PATRULHA:


É o deslocamento de uma ou mais patrulhas, em uma área considerada de
alto risco, utilizando técnicas e táticas que permitam ao operacional
deslocar-se com maior segurança, mesmo que sob fogo do oponente.

TIPOS DE PATRULHAS POLICIAIS:


1. RECONHECIMENTO;
2. COMBATE;
3. OBSERVAÇÃO
PATRULHA DE RECONHECIMENTO
– Tem por finalidade confirmar ou buscar informações e reconhecimento
de áreas. O Sigilo é essencial durante toda a missão e em particular, na
área do objetivo.

▪ Rec ponto;
▪ Rec área;
▪ Rec itinerário;
▪ (Observação, Foto, Filmagem, Croqui, etc...)

PATRULHA DE COMBATE
– É a Patrulha que utiliza das técnicas policiais a fim de efetuar prisões,
desarticular pontos de venda de drogas, cumprir mandados judiciais, e é
também responsável por prestar apoio a outras patrulhas policiais.
▪ equipamentos e armamentos com maior poderio do que o da patrulha de
reconhecimento.

PATRULHA DE OBSERVAÇÃO
- É a Patrulha que tem por objetivo obtenção de informações e segurança
das outras patrulhas, utilizando armamento, equipamentos, e munições
especiais.

Patrulha de Observação
1. Segurança (Seg);
2. Observador Avançado (O. A.)
3. Spotter
Equipe de Observação
1. Segurança (Seg);
2. Observador Avançado (O. A.)

COMPOSIÇÃO

PONTAS - Operacionais mais experientes e que conhecem melhor o


terreno, definem pontos de abrigo seguindo o objetivo do Cmt.

CMT- Segurança do operador da frente e seu perigo imediato, comanda a


patrulha e traça objetivos.

ESPECIALISTA - Traz equipamentos coletivos e/ou peculiares a missão


segurança do operador a frente.

PT. RETAGUARDA - Retaguarda da patrulha.


PATRULHA COM 04 OPERADORES:
▪ Ponta (Pt);
▪ Comandante (Cmt);
▪ Especialista (Esp);
▪ Retaguarda (Rt).

PATRULHA COM 05 OPERADORES:


• Ponta (Pt);
• Comandante (Cmt);
• Especialista (Esp);
• Ala
• Retaguarda (Rt).

PATRULHA COM 06 OPERADORES:


• Ponta (Pt 1);
• Ponta (Pt 2)
• Comandante (Cmt);
• Especialista (Esp);
• Ala
• Retaguarda (Rt).

PATRULHA COM 07 OPERADORES:


• Ponta (Pt 1) e (Pt 2) ;
• Comandante (Cmt);
• Especialista (Esp);• Ala;
• Retaguarda (Rt 1) e (Rt 2).

PATRULHA COM 08 OPERADORES:


• Ponta (Pt 1) e (Pt 2) ;
• Comandante (Cmt);
• Especialista (Esp);
• Ala
• Subcomandante (Subcmt);
• Retaguarda (Rt 1) e (Rt 2).
TIPOS DE DESLOCAMENTO
1. COLUNA;
2. POR LANÇO FURTIVO;
3. POR LANÇO DINÂMICO;
4. PROGRESSÃO SOB FOGO;
5. RETRAÇÃO SOB FOGO.

DEFINIÇÃO DE DESLOCAMENTO POR LANÇO: Deslocamento curto e


rápido, realizado entre duas posições abrigadas ou cobertas. Deve ser
realizado em um movimento de decisão, posto que uma parada ou um
recuo podem ser fatais ao policial.

▪ NA PROGRESSÃO:
(a) Deslocar somente com cobertura.
(b) Utilizar, sempre que possível, as cobertas e abrigos existentes.
(c) Manter a disciplina de luzes e silêncio.

▪ NA LIGAÇÃO:
(a) Procurar manter o contato visual com o (os) operador(es) à sua frente.
(b) Ficar atento à transmissão de qualquer gesto ou sinal, para retransmiti-
lo e/ou executá-lo, conforme o caso.
APH (ATENDIMENTO PRÉ HOSPITALAR) TÁTICO

BANDAGES
- Bandage = Para segurar a perca de sangue
- Splint = Segurar a Perca de Vida
- Tourniquet = Segurar a Perca de Sangue (Temporáriamente)

MEDICINES
- PainKiller = Remove a dor (aos poucos, Disponível apenas para si mesmo)
- EnergyDrink = Recupera a vida por completo (Disponível apenas para si
mesmo)
- Morphine = Para Recuperar a Vida (Aos Poucos, Disponível apenas para o
uso em terceiros)
- Epirephine = Para amenizar a falta de sangue
OTHERS
- BloodBag = Para recuperar o Sangue por Completo (Apenas para o uso em
terceiros)

A Importância de entender como funciona, é a recuperação para o


combate, sem perder efetivo, praticaremos no futuro a agilidade e precisão
para manter a efetividade

CHEFIA E LIDERANÇA

TIPO DE LIDERANÇA MAIS ADEQUADA PARA PM SITUACIONAL:


A postura deste líder brota ante as diferentes situações que ele detecta no
dia-a-dia.
• Consequência: A reação do grupo é de segurança e motivação.

DOUTRINA DE FORÇA TÁTICA


SURGIMENTO
✓ O início do Patrulhamento Tático coincide com a história da ROTA
(Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar)
✓ Em meados de 1970, os elevados índices de assaltos a estabelecimentos
bancários e similares, bem como as ações terroristas por remanescentes e
seguidores desde 1969 de “Lamarca e Mariguela”.
✓ Ataques a quartéis e a sentinelas, assassinatos de civis, militares e
seqüestros de autoridades.
✓ Para fazer frente às quadrilhas de roubo a banco (guerrilheiros) foi
fundada a “ronda bancária” no início de 1970 pelo 1º BPChoque “TOBIAS DE
AGUIAR”

CARACTERÍSTICAS DO PATRULHAMENTO
✓ Viatura leve (tipo caminhonete)
✓ Maior capacidade de deslocamento
✓ Maior sensação de segurança
✓ Combate mais eficaz ao crime

RESULTADO
A atuação dessa ronda diminuiu praticamente a zero o número de roubos a
banco Extingui-se a Ronda Bancária e em 15 de outubro de 1970 surge as
Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar - ROTA

INICIA-SE UM NOVO TIPO DE POLICIAMENTO


✓ Doutrina de respeito à população
✓ Energia, firmeza e arrojo
✓ 24 horas por dia
✓ Capital e Grande São Paulo
✓ Viaturas mais leves (Veraneios C-14)
✓ Armamento, equipamento e treinamento
✓ Devido ao bom desempenho da ROTA, outras Unidades da PMESP,
procuraram implantar policiamentos semelhantes, e o PATRULHAMENTO
TÁTICO MÓVEL (PTM) foi o tipo de patrulhamento adotado a partir de 1972
1972

✓ Iniciou-se o Tático Móvel.


✓ Não se tem muita informação a respeito
✓ Surgiu no 1º BPM/M.
✓ Patrulhamento semelhante ao da ROTA
✓ Dependia da vontade do Comando das OPM.
1987

✓ Início do Radio Patrulhamento Padrão (RPP)


✓ Investimento no policiamento preventivo e ostensivo
1988

✓ Iniciou-se o Tático Móvel Regional subordinado aos CPA


1997
✓ Criou-se a Força Tática como tropa de apoio ao Policiamento
Comunitário
✓ Consolidou a Força Tática que passa a ter previsão organizacional
✓ Essa diretriz disciplinou a composição e o emprego da FT dos Btl Por quê
a Diretriz foi criada?
✓ Episódio da Favela Naval em 1997
✓ Implantação da Polícia Comunitária
✓ Altos índices de criminalidade

CONCEITO DE FORÇA TÁTICA


É a denominação que recebe a fração F Ptr reforçada:
✓Treinada para ações táticas de polícia ostensiva
✓ Preservação da ordem pública
✓ Prevenção setorizada
✓ Intensificação ou saturação localizada de policiamento
ASSUNTOS OBRIGATÓRIOS
✓ princípios básicos de polícia comunitária
✓ estudos de caso
✓ abordagem de indivíduos e veículos
✓ cautela nos deslocamentos de emergência e proibição de perseguições
(Resolução SSP-21, de 11ABR90)
✓ POP “Acompanhamento e cerco de auto”
✓ trato com o cidadão e direitos humanos
✓ Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA
✓ Lei dos Crimes de Tortura
✓ montagem de operações tipo polícia (bloqueio, saturação, táxi etc.)
✓ modus operandi de delinqüentes da área
✓ ações do crime organizado
✓ legislação penal
✓ poder de polícia
✓ direção defensiva
✓ emergência e socorros de urgência
✓ ocorrências de grande vulto e/ou com reféns
✓ preparação básica (condicionamento físico, defesa pessoal, ordem unida,
armamento e tiro com exercícios práticos etc.)
GERENCIAMENTO DE CRISES

EXEMPLOS DE CRISE
ψ Ocorrência com reféns localizados;
ψ Rebelião em Estabelecimentos Prisionais;
ψ Ocorrências com Explosivos;
ψ Atentados Terroristas;
ψ Decorrentes de Catástrofes;
ψ Decorrentes de Desastres Naturais;
ψ Suspeito Barricado;
ψ Invasão de Propriedade.

DEFINIÇÃO DE CRISE
DEFINIÇÃO DE CRISE DIRETRIZ
PM3-001/02/13
“...um episódio grave, desgastante, conflituoso, de elevado
risco, em que a perturbação da ordem social venha a
ameaçar ou causar danos a indivíduos ou a grupos
integrados na coletividade, exigindo, para tanto, atuação
célere e racional dos organismos policiais”
QUAIS OS CRITÉRIOS DE DEFINIÇÃO PARA QUE UMA
OCORRÊNCIA SEJA CONSIDERADA CRISE OU SITUAÇÃO
COMUM?

CARACTERÍSTICAS DE CRISE
1. Imprevisibilidade
2. Compressão de tempo
3. Ameaça de vida
4. Necessidade de:

GERENCIAMENTO DE CRISES DEFINIÇÃO


É o processo de identificar, obter e aplicar os recursos necessários à
antecipação, prevenção e resolução de uma crise

OBJETIVOS DO GERENCIAMENTO DE CRISE


-PRESERVAR VIDAS
-APLICAR A LEI
-PRESERVAR VIDAS DE POLICIAIS, VÍTIMAS, TERCEIROS INOCENTES,
CRIMINOSOS…

OBS.: NUNCA PRESERVAR A VIDA DO CRIMINOSO AO CUSTO DA VIDA DE


TERCEIROS E DE POLICIAIS. Em um cenário de crise, o risco é considerado
extremamente alto, o que demanda uma atenção maior no processo de
tomada de decisão.

COMO MINIMIZAR A POSSIBILIDADE DE SE TOMAR UMA DECISÃO


EQUIVOCADA?

CRITÉRIOS DE AÇÃO NECESSIDADE: Toda e qualquer ação somente deve


ser implantada quando for indispensável.
VALIDADE DO RISCO: Toda e qualquer ação tem de levar em conta se os
riscos advindos são compensados pelos resultados.
ACEITABILIDADE: Toda ação deve ter respaldo legal, moral e ético.
QUAIS SÃO AS TRÊS IMPORTÂNCIAS EM SE CONHECER O
GERENCIAMENTO DE CRISES?
1. Responsabilidade da Organização Policial
2. Crise é:
1. não seletiva;
2. Inesperada
3. Ação da mídia

OCORRÊNCIAS COM REFÉM LOCALIZADO


PRIMEIROS INTERVENTORES
✓ Analisar o fato – identificação da crise;
✓ nº de marginais, reféns, feridos, armas, vias de fuga, motivação etc.
✓ Sinalizar o local;
✓ Restringir acessos;
✓ Verbalizar;
✓ Acionar o COPOM/CAD (GATE, Bombeiros, Trânsito etc.);

TEATRO DE OPERAÇÕES
ψ Organização do local;
ψ Divisão em áreas;
ψ Relacionamento com a imprensa;
ψ Posto de Comando;
ψ “Quem não tem função....entra em forma”
ψ “Local de crise não é lugar para se fazer amigos...”
RELACIONAMENTO COM A IMPRENSA
ψ Entender o papel da imprensa;
ψ Estruturar local específico;
ψ Porta voz;
ψ Não beneficiar um único órgão;
ψ Transmitir dados verdadeiros.

POSSÍVEIS PROBLEMAS COM A IMPRENSA


ψ Interferências;
ψ Revelar planejamentos/reféns;
ψ Incentivar a resistência;
ψ Fazer relatos exagerados – reação das pessoas;
ψ Emitir informações falsas;

POSTO DE COMANDO
ψ Local onde se centralizam as informações;
ψ Gerente da Crise e staff;
ψ Demonstra organização;
ψ Facilita os trabalhos;
ψ Facilita a tomada de decisões; ψ Logística para os casos mais
prolongados.
DESFECHO DAS OCORRÊNCIAS PROVIDÊNCIAS FINAIS
ψ Evitar que as pessoas “invadam” o local;
ψ Atenção especial à imprensa;
ψ Necessidade de preservação;
ψ Condutor da ocorrência?;
ψ Liberação do local.

MEDIDAS CONTRA EMBOSCADA

DURANTE UMA EMBOSCADA


- DESCUBRA A INTENÇÃO DO INIMIGO
- REAÇÃO ADEQUADA AO ATAQUE:
- DEIXE A ZONA DE MORTE - REAGRUPE A PATRULHA
- INICIE A MOVIMENTAÇÃO
- RECUPERE A INICIATIVA
- SEQUENCIA PARA ABANDONAR A VIATURA
- ORDEM DO COMANDANTE DA EQUIPE (SE POSSÍVEL)
- APANHAR O MAIOR NÚMERO DE ARMAMENTO E MUNIÇÃO POSSÍVEL
- TAREFAS RECOMENDADAS ANTES DE ABAIXAR
- QUEM VISUALIZAR O PERIGO SEJA A FRENTE OU AS LATERAIS, REVIDA A
INJUSTA AGRESSÃO E NA OPORTUNIDADE DESEMBARCA O MAIS RÁPIDO
POSSÍVEL - NO PERIGO A FRENTE DESEMBARCA CADA UM POR SUA
RESPECTIVA PORTA, NO PERIGO A DIREITA SAEM TODOS PELA ESQUERDA E
COM O PERIGO A ESQUERDA SAEM TODOS PELA DIREITA; - TODOS FORA,
BUSCA-SE O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL O ABRIGO PARA UMA RESPOSTA
ORGANIZADA AO PERIGO
- O COMANDANTE COORDENADA O AVANÇO OU RETRAÇÃO DA EQUIPE
CONSIDERAÇÕES

ANTES DE DESEMBARCAR AS TAREFAS DEVEM ESTAR MUITO BEM


ASSIMILADAS PELOS COMPONENTES DA EQUIPE, POR ISSO O TREINAMENTO
É FUNDAMENTAL.
SEGURANÇA COM ARMAS NO VEÍCULO, OU SEJA, A COLOCAÇÃO DAS ARMAS
NA VIATURA DEVE SER REALIZADA DE FORMA QUE SUA RETIRADA SEJA ÁGIL
E FÁCIL.
AO DESEMBARCAR SOB FOGO DO INIMIGO É MELHOR DEIXAR AS PORTAS
FECHADAS.
O PRIMEIRO ABRIGO SERÁ A VIATURA, POR ISSO OS INTEGRANTES DA
EQUIPE DESEMBARCAM E VÃO PARA PARTE TRASEIRA DA VIATURA PARA
ASSIM REAGRUPAR E ENCONTRAR ABRIGOS PARA PROGRESSÃO OU
REGRESSÃO NO TERRENO. AO REVIDAR NO PRIMEIRO MOMENTO A INJUSTA
AGRESSÃO, SE POSSÍVEL, NÃO ATIRAR CONTRA OS VIDROS DA VIATURA
DEVIDO AOS ESTILHAÇOS QUE PODEM FERIR O OPERACIONAL.
PROGREDIR OU REGREDIR SEMPRE COM FOGO DE COBERTURA!!

Cap Pm Peixoto

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