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Dadaísmo: Arte, Protesto e Irreverência

Dadaísmo
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© © All Rights Reserved
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Tópicos abordados

  • arte e irracionalidade,
  • arte e liberdade,
  • Dadaísmo,
  • niilismo,
  • crítica ao capitalismo,
  • manifesto dadaísta,
  • protestos artísticos,
  • experiência estética,
  • espontaneidade,
  • protesto contra a guerra
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Tópicos abordados

  • arte e irracionalidade,
  • arte e liberdade,
  • Dadaísmo,
  • niilismo,
  • crítica ao capitalismo,
  • manifesto dadaísta,
  • protestos artísticos,
  • experiência estética,
  • espontaneidade,
  • protesto contra a guerra

Arte no

Arte no

Dadaísmo, ou simplesmente “Dadá”, foi


um movimento artístico pertencente às
vanguardas europeias do século XX,
cujo lema era: "a destruição também é
criação".
Arte no

Foi considerado o movimento propulsor


das ideias surrealistas e tinha um
caráter ilógico, anti-racionalista e de
Dadaísmo, ou simplesmente “Dadá”, foi protesto.
um movimento artístico pertencente às
vanguardas europeias do século XX,
cujo lema era: "a destruição também é
criação".
Arte no

Foi considerado o movimento propulsor


das ideias surrealistas e tinha um
caráter ilógico, anti-racionalista e de
Dadaísmo, ou simplesmente “Dadá”, foi protesto.
um movimento artístico pertencente às
vanguardas europeias do século XX,
cujo lema era: "a destruição também é
criação".

Isso porque, através da ironia, buscava


questionar a arte e, sobretudo, seu
contexto histórico, com a ocorrência da
Primeira Guerra Mundial.
Arte no
CARACTERÍSTICAS DO
DADAÍSMO
• Rompimento com os modelos
tradicionais e clássicos;
• Espírito de protesto;
• Espontaneidade, improvisação
e irreverência artística;
• Anarquismo e niilismo;
• Busca do caos e desordem;
• Teor ilógico e irracional;
• Caráter irônico, radical,
destrutivo, agressivo e
pessimista;
• Aversão à guerra e aos valores
burgueses;
• Rejeição ao nacionalismo e ao
materialismo;
• Crítica ao consumismo e ao
capitalismo.
Arte no

Em 1916, os artistas e agitadores culturais Hugo Ball, Emmy


Hennings, Marcel Janco, Richard Huelsenbeck, Tristan Tzara,
Sophie Tauber-Arp e Jean Arp fundam o Cabaret Voltaire.
Arte no

Em 1916, os artistas e agitadores culturais Hugo Ball, Emmy


Hennings, Marcel Janco, Richard Huelsenbeck, Tristan Tzara,
Sophie Tauber-Arp e Jean Arp fundam o Cabaret Voltaire.

O espaço foi feito com o intuito de ser um lugar para


manifestações políticas e artísticas em Zurique, na Suiça. Lá,
um grupo de artistas refugiados com tendências anarquistas,
dentre escritores, pintores e poetas, reuniram-se para
inaugurar uma nova manifestação de arte.
Arte no

Em 1916, os artistas e agitadores culturais Hugo Ball, Emmy


Hennings, Marcel Janco, Richard Huelsenbeck, Tristan Tzara,
Sophie Tauber-Arp e Jean Arp fundam o Cabaret Voltaire.

O espaço foi feito com o intuito de ser um lugar para


manifestações políticas e artísticas em Zurique, na Suiça. Lá,
um grupo de artistas refugiados com tendências anarquistas,
dentre escritores, pintores e poetas, reuniram-se para
inaugurar uma nova manifestação de arte.

É nesse contexto que o poeta romeno Tristan Tzara (1896-1963) cria o


movimento Dadaísta, em meados da primeira guerra mundial, junto
aos artistas Hugo Ball e Marcel Duchamp
Essa proposta de arte era irreverente e espontânea, pautada na
irracionalidade, na ironia, na liberdade, no absurdo e no pessimismo.
O intuito principal era de chocar a burguesia da época e criticar a
arte tradicionalista, a guerra e o sistema.
Foi assim que aleatoriamente foi escolhido o termo "dadaísmo". Os
artistas reunidos resolveram escolher um termo num dicionário que,
de certa maneira, já indicava o caráter ilógico do movimento que
surgia. Do francês, o termo “dadá” significa "cavalo de madeira".
Nesse sentido, o dadaísmo é considerado um movimento
antiartístico, uma vez que questiona a arte e busca o caótico e a
imperfeição.
Tristan Tzara

"Eu redijo um manifesto e não quero nada, eu digo portanto certas


coisas e sou por princípios contra manifestos (...). Eu redijo este
manifesto para mostrar que é possível fazer as ações opostas
simultaneamente, numa única fresca respiração; sou contra a ação
pela contínua contradição, pela afirmação também, eu não sou nem
pró nem contra e não explico por que odeio o bom-senso. A obra de
arte não deve ser a beleza em si mesma, porque a beleza está morta."
DADAÍSMO NO BRASIL

O dadaísmo, assim como outras vanguardas


artísticas europeias, influenciou o movimento
modernista que surgia no Brasil, sobretudo
após a Semana de Arte Moderna.
DADAÍSMO NO BRASIL

O dadaísmo, assim como outras vanguardas


artísticas europeias, influenciou o movimento
modernista que surgia no Brasil, sobretudo
após a Semana de Arte Moderna.

Na literatura, podemos notar essa influencia em


algumas manifestações dos escritores Mário de
Andrade e Manuel Bandeira. Além deles,
destaca-se o "teatro de experiência" de Flávio
de Carvalho e as pinturas de Ismael Nery.

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