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O palco se torna um Universo, fundo e coxias com estrelas

“Parede” do palco, são pedras, montanha, terra

Dos dois lados no procênico dois montes de terra

Inicia a peça com Olorum sentado em um trono (luz branca no trono, solta a fumaça da máquina)

MUSICA UNIVERSO

LOCUTOR: Em uma dimensão paralela a nossa, vive o ser supremo (Olorum) criador do universo, das divindades e do
homem, do Ayê (plano sico) e do Òrum (plano espiritual), fonte inesgotável de criação, o Todo suficiente que
transforma o sopro em vida.

(Olorum levanta, vai até o prôcenico e fala a platéia)

MAGNO OLORUM: Eu sou o princípio da criação em eterno movimento, fonte de tudo o que são, e de tudo que os
seus sen dos possam perceber. Quem quiser me encontrar, tem que me achar primeiro em si mesmo e para acreditar
em mim deve lançar os olhos a minha criação.

(Olorum, vai até o trono e senta e diz)

MAGNO OLORUM: Mensageira!

Entra a mensageira pela coxia do lado direito, reverencia Olorum e diz:

CINTIA FERREIRA: Sim, oh grande ser supremo.

MAGNO OLORUM: Mensageira, avise aos quatro cantos de Orun, que tenho um comunicado a fazer. Desejo uma
grande festa!

CINTIA FERREIRA: Sim, oh grande ser supremo.

A mensageira fala ao público:

CINTIA FERREIRA: Atenção todos! Atenção todos!

A mensageira desce a escada pára em um dos degraus e fala ao público:

CINTIA FERREIRA: Todos estão convocados, atenção!

A mensageira vai até o meio do público e fala:

CINTIA FERREIRA: Haverá uma grande reunião no palácio, todos os orixás devem comparecer ricamente ves dos, pois
Olorum irá distribuir entre seus filhos as riquezas do mundo e haverá uma grande festa.

A mensageira sai pela porta principal do teatro

SOM DE TROMBETA

LUZ DIRECIONADA A MENSAGEIRA que volta pela porta principal do teatro e diz:

CINTIA FERREIRA: Anuncio a chegada dos filhos de Olorum!

Mensageira toca o adjá

CANTO PARA TODOS OS ORIXAS

Os orixás entram dançando em fila (sem ferramenta), sobem a escada e se posicionam em forma de U em relação ao
Olorum

Se posicionam com os trejeitos dos orixás.

MAGNO OLORUM: Sejam bem-vindos, meus filhos!

MAGNO OLORUM: Vejo que todos atenderam ao meu chamado e cumpriram o meu desejo. Vocês estão tão bonitos
que é impossível dizer qual o mais majestoso e belo.
Eu não sabia por onde começar, mas vocês ao escolheram o que achavam de melhor na natureza, já fizeram a divisão
da minha criação. Vocês representam a riqueza aos meus olhos. Tenho muitos presentes para vocês.

MAGNO OLORUM: Oxalá, o primogênito!

Olorum dá Cajado encimado por um Pombo Branco!

MARCELO OXALÁ: Meu Pai me fez dono de tudo que é branco e puro, de tudo que é o princípio, o poder da criação,
para que eu possa orientar meus irmãos nessa nova e eterna missão.

Oxalá levanta o presente

MARCELO OXALÁ: Epa baba

Oxalá dança (CANTO DE OXALÁ)

MARCELO OXALÁ: Nanã Buruquê, a mais velha filha, senhora da sabedoria!

Olorum dá o IBIRI

CINTIA SOUZA NANÃ: Terei o controle do portal entre a vida e a morte. Serei o princípio, o meio e o fim.

Nanã levanta o presente e diz

CINTIA SOUZA NANÃ: Salubá

Nanã dança (CANTO DE NANÃ)

MARCELO OXALÁ: Xangô, o rei da jus ça.

Olorum dá Oxé

LUCAS SOUZA XANGÔ: A mim foi dado o poder da fazer valer a jus ça, mesmo que pra isso seja necessário u lizar os
raios e a força de um trovão.

Xangô levanta o presente e diz

LUCAS SOUZA XANGÔ: Kao kabie sile

Xangô dança (CANTO DE XANGÔ)

OXALÁ MARCELO: Obaluaye, o senhor das doenças, o rei da terra.

Olorum dá Xaxará

EDINHO OBALUAYE: Por tudo que passei e pelo que sou, terei o poder da cura, afastarei as enfermidades do corpo e
trarei equilibrio nas mentes cansadas, sou o elo entre o homem e o mundo.

Obaluaye levanta o presente

EDINHO OBALUAYE: Atotô

Obaluaye dança (CANTO DE OBALUAYE)

MARCELO OXALA: OxumarÉ, deus da con nuidade!

Olorum dá serpente

KARIN OXUMARÉ: Serei responsável pelo movimento, pela con nuidade da vida na Terra. Comigo a Terra ficará em
constante movimento, haverá dia e noite, diferentes estações, água subindo aos céus e descendo de volta à terra.

Oxumaré levanta o presente

KARIN OXUMARÉ: A Roi Boboi

Oxumaré dança (CANTO DE OXUMARÉ)

MARCELO OXALA: Ossãe, senhor das folhas!


Olorum dá O OPERE

FELIPE OSSÃE: Serei detentor das folhas sagradas, o axé das ervas, o poder e a vitalidade.

Ossãe levanta o presente

FELIPE OSSÃE: Ewe ô (EU E O)

Ossãe dança (CANTO DE OSSÃE)

MARCELO OXALA: Iansã, senhora do entardecer!

Olorum dá Espada de Iansã

GREICY IANSÃ: Será meu o poder dos raios, da ventania e da tempestade. Agradeço ao meu Pai, o poder de guerrear!

Iansã levanta o presente

GREICY IANSÃ: Eparrei oya

Iansã dança (CANTO DE IANSÂ)

MARCELO OXALA: Ogum, o grande guerreiro!

Olorum dá espada

NEM OGUM: Terei o ferro e tudo o que se faz com ele, inclusive a guerra. Descerei primeiro à Terra, protegendo os
caminhos e abrindo passagem a seus irmãos. Obrigado pela confiança, meu Pai.

Ogum levanta o presente

NEM OGUM: Patacori ogum

Ogum dança (CANTO DE OGUM)

MARCELO OXALA: Oxossi, o senhor da caça!

Olorum dá o ofá (arco e a flecha)

GUSTAVO OXOSSI: Ficarei com as matas e todos os bichos, darei a meus seguidores o poder de desbravar mundos
novos e alcançar o conhecimento. Obrigado, meu pai!

Oxossi levanta o presente

GUSTAVO OXOSSI: Oke arô

Oxossi dança (CANTO DE OXOSSI)

MARCELO OXALA: Iemanjá, a mãe de todos!

Olorum dá Abebé

TANIA IEMANJA: Obrigada meu pai pelo mar, pela responsabilidade da maternidade, a con nuidade da vida. Serei a
mãe de todos e guardarei suas famílias.

Iemanjá levanta o presente

TANIA IEMANJA: Odoyá

Iemanjá dança (CANTO DE IEMANJÁ)

MARCELO OXALA: Oxum, meiga, doce e valente !

Olorum dá Abebé

DRICA OXUM: Agradeço o ouro e os rios, carregarei de beleza e amor o coração dos homens do momento da
fecundidade até a velhice.

Oxum levanta o presente


DRICA OXUM: O aie ie ie (salve a senhora da bondade)

Oxum dança (CANTO DE OXUM)

MAGNO OLORUM: Cada um terá o poder de governar um pedaço do mundo. De agora em diante, cada um será dono
e responsável de partes da minha criação. Assim, sempre que um humano ver necessidade relacionada a uma dessas
partes, deverá oferecer um presente a cada um de vocês, uma oferenda de acordo com suas preferências de orixá.

Os orixás, que tudo ouviram em silêncio, começaram a gritar e a dançar de alegria, fazendo um grande alarido na
corte.

MAGNO OLORUM: Silêncio a todos. Ainda não terminei. Falta ainda a mais importante das atribuições. Preciso dar a
um dos meus filhos o governo da Terra, o mundo habitado pelos humanos.

Todos os orixás se olham, comentam:

MARCELO OXALÁ: Pai, quem seria? Todos querem saber.

MAGNO OLORUM: Onile

TODOS OS ORIXÁS JUNTOS: Onilé?

TANIA IEMANJA: Como? Se ela não atendeu ao seu chamado? Se ela nem sequer veio a grande reunião?

GREICY IANSÃ: Nenhum de nós notou a sua ausência.

LUCAS SOUZA XANGÔ: Isso seria injusto!

MAGNO OLORUM: Seria, mas não é. Onile está entre nós. Olhem!

LUZ “BRANCA” NO MONTINHO DE TERRA

CANTO DE ONILÉ

Onile surge da terra, dentro da cova e fica parada Em posição de Onile - mãos fechadas e alinhadas, uma sobre a
outra, na altura do umbigo, num gesto que simboliza o conhecimento ancestral
MAGNO OLORUM: Meus filhos, darei a Terra, a quem se veste da própria terra. Tudo está na Terra, o mar e os rios, o
ferro e o ouro, os animais e as plantas, tudo, até mesmo o ar e o vento, a chuva e o arco-íris, tudo existe porque a
Terra existe, assim como as coisas criadas para controlar os homens e os outros seres vivos que habitam o planeta,
como a vida, a saúde, a doença e mesmo a morte.

LUCIANA ONILE: Vim da terra, sou a terra. E é de dentro da terra que jorra a água de todo o planeta e dá a vida. (ela
joga a agua na cova)
Ela sai da cova e se encaminha para Olorum

MAGNO OLORUM: Onilé - A mãe terra

Olorum da a terra para Onile, ela mostra a todos e diz

LUCIANA ONILE: Serei senhora do Ilê dos homens, e protetora de tudo que nela habita. Guardiã desse espaço sagrado.

MAGNO OLORUM: Pois então, que cada um pague tributo a Onilé, esta é minha sentença final.

Os orixás aclamam Onilé. (dando uma volta numa grande roda e bradando) e voltam a seus lugares, Onile volta a sua
cova e fica na posição

MAGNO OLORUM: A cada um de vocês foi dada uma COROA DE LUZ.

Olorum levanta e vai até o centro do palco e diz:

MAGNO OLORUM: Agora me re ro desse mundo para sempre e deixo o governo de tudo por conta de meus filhos, OS
ORIXÁS.
Olorum sai de cena, a mensageira vai com ele, quando ele se encaminhar para o fundo. AO SOM DE MÚSICA PARA
ORIXÁS

Os orixás se reúnem em uma grande roda, dançam até o toque do sinal pra apagar a luz

A luz apaga

(Entra um som de mundo – guerras, choros, alegrias, lamento) - Exu entra pela porta principal e diz:

WELITON EXU: Ouçam! Ouçam o som de ikú...a morte. De Àrun...das doenças. De òfó...prejuizos. De
èse...preocupações. De èwòn...a prisão...são os inimigos da humanidade! Ajogun ronda os homens, trago mensagem,
precisamos cumprir nossa missão no Ayê, a raça humana precisa aprender a viver em equilíbrio no planeta na
condição de passageiros. Cada um de nós deve cumprir a lei maior.

Paralelamente as quatro cenas são montadas e aos poucos as luzes de cada cena são acesas, cada uma no seu
momento

Cena 1 – anos a.C

MULHER LEPROSA (VAL) – Mulher maltrapilha, com meio rosto tapado, ela geme, chora, lamenta…

VAL MULHER LEPROSA: Por que eu? Por quê? Quem sobreviveria a solidão? Ao desprezo? Meus amores, meus
amigos, todos se foram sem olhar pra trás e estou aqui, abandonada. Como julga-los diante do medo, do pavor em
adoecer como eu. Será que não faria o mesmo? Eu só quero ir...me levem daqui!!!

Apaga a luz da cena 1

Cena 2 – anos 1600

Mendigos pedindo pão e mulher rica com uma cesta cheia passa e ignora

Mendigo 1: Por favor senhora, uma esmola?

Mendigo 2: Um pedaço de pão, pelo amor de Deus!

A mulher com olhar de desdem, anda uns dois passos e joga um pedaço de pão, os mendigos brigam pelo pedaço

Apaga a luz da cena 2

Cena 3 – anos 1400

Homem armado, mata criança e depois a mãe

Mulher: Por favor, por favor, poupe meu filho, por fa… antes que ela termine ele a ra na criança

Mulher: Nãoooooo

O homem a ra nela também

Ele senta e fuma um cigarro

Apaga a luz da cena 3

Cena 4 – anos 1600

Mulher sentada triste, homem em pé de costas, ele vira, sacode algumas notas de dinheiro, mulher levanta para pegar
o dinheiro, leva um tapa, cai, ele pega algumas notas jaga em cima dela, ela guarda nos seios, levanta , faz um carinho
nele e os dois viram de costas de braços dados

Apaga a luz da cena 4

Enquanto as luzes são apagadas, em cada cena vai entrando os orixas para ajudar os “aflitos”

CENA 1 – Nana / Iemanja


CENA 2 – Ossae / Oxumare

CENA 3 – Oxum

CENA 4 – Iansa

blackout só a luz da cena - Quando a luz da cena 4 é apagada, acende a 1 com os orixas Nana e Iemanja, a 2 com os
orixas Ossae e Oxumare, a 3 com o orixa Oxum e finalmente a 4 com o orixa Iansa , toca uma MUSICA AFRICANA, eles
saem, abrem-se outras luzes e entram os orixas

OBALUAYE OGUM OXALA XANGO OXOSSI (FUNDO DO PALCO)

Entra uma música indígena

Índio pajé entra, dançando, ajoelha e começa a rezar e fazer pajelança no centro. (Ele trabalha, esfrega as folhas nas
mãos...). Levanta as mãos reverenciando a lua e seus deuses, solta som de índio

Entra uma música em la m

Entra o jesuíta, dá uma volta fazendo o sinal da cruz para o público (devagar)

Pára em frente ao índio e fala:

RICARDO JESUITA: Pobre alma ingênua, que nunca conheceu a palavra de Cristo. Aceite nosso Deus! Converta-se a
ordem Cristã, a verdade absoluta.

Índio con nua trabalhando

JAPA INDIO: Roiko'i Haguã peraa va'kue roiko'i aguã. (Devolvam a nossa terra que vocês tomaram)

O jesuíta chama o soldado

VITORIO SOLDADO: Pare agora com essas fei çarias! Seus deuses não existem!

JAPA INDIO: Anauê Tupã! (Salve Tupã)

O soldado fica ao lado do índio (como se es vesse vigiando, aguardando ordens).

Olhando para o soldado o jesuíta diz:

RICARDO JESUITA: Só há forma dessa alma encontrar nosso Deus.

O jesuíta toca no ombro do soldado e dá as costas - O soldado a ra no índio e sai

Jesuíta caminha alguns passos, olha para trás e faz o sinal da cruz e começa a rezar

Luz apaga – jesuita sai

Entra uma música africana triste

LUZ BRANCA ACOMPANHANDO O NEGRO

Entra um capataz empurrando, negro cai e é chicoteado.

VITÓRIO CAPATAZ: Levanta negro! Dá uma chicotada

VITORIO CAPATAZ: Você já apanhou no tronco, já ficou preso e amordaçado! Quantas vezes foi dito que não é
permi do fazer mandingaria na fazenda?

THIAGAO AJAMU: Vois micês não manda n’eu! Não manda na minha alma, nas vontades do meu coração. Meus
orixás são meus deuses e nada vai mudar minha fé.

VITORIO CAPATAZ: E desde quando sua raça tem vontades? Bicho sem alma!

THIAGAO AJAMU: Eu nasci rei! Tenho orgulho do meu povo, você se orgulha do seu povo, feitor maldito?

VITORIO CAPATAZ: Cala a sua boca, negro!


THIAGAO AJAMU: Sou negro sim! Sou Tata!! Sou bantu, sou do Congo, sou filho de Nsumbu!

VITORIO CAPATAZ: Você fez sua escolha negro fei ceiro!

O capataz arma o rifle

O negro ajoelha de mãos pra cima

THIAGAO AJAMU: Kiuá Nsumbu! Pembelê (Viva Nsumbu, eu te saudo)!

O capataz a ra no negro.

VITORIO CAPATAZ: Vai pro inferno, seu negro!

O capataz chuta o negro e sai.

Os orixás observam...e se colocam atrás do negro (Obaluaye)


MÚSICA AFRICANA

LUZ BRANCA SOBRE OS CORPOS

Os dois se levantam, os dois conversam.

JAPA INDIO: Me chamo UPIARA. Venho da terra das palmeiras, PINDORAMA, meu povo foi dizimado pelos caraíbas
e suas armas de fogo. Jaci e Guaraci sejam os olhos de Tupã a olhar por todos os que ficaram por lá. E você?

THIAGAO NEGRO: Sou AJAMU, venho de terras distantes da sua, meu povo foi arrancado de lá e trazido para a sua
terra para servir ao mesmo povo branco que lhe fez sofrer. Não reneguei meus deuses, não me rendi aos branco e
hoje estou aqui. Zambi está do nosso lado.

THIAGAO NEGRO: Passamo pela merma dor, humilhação, tudo pela ignorância de um povo.

JAPA INDIO: Temo muito em comum, irmão, temo muito o que o que conversar, muito o que aprender e muito o que
ensinar

THIAGAO NEGRO: Nóis temo a eternidade, meu irmão.

Os dois trocam os colares e/ou objetos

Oxalá se aproxima dos dois

Os dois se surpreendem e se ajoelham, cada um com uma reverencia... Oxalá se aproxima

MARCELO OXALÁ: Vocês têm uma missão muito grande. Serão parte de nós, ancestrais coroados, en dades de luz,
terão o nosso axé e respeito. Este momento é um recomeço...vocês serão luz no caminho de muitos povos e serão
recompensados pela dor, através do amor.

GUSTAVO OXOSSI: Nós, os orixás, estaremos ao lado de vocês. Mantenham a raiz da união de AJAMU e UPIARA,
dela nascerá uma árvore geradora de paz e amor.

LUCAS SOUSA XANGÔ: Vão e reúnam a todos que queiram cumprir a lei universal.

EDINHO OBALUAYE: Levem a magia as terras brasileiras, sem dis nção de raça, todos conhecerão a arte de curar.

NEM OGUM: Marchem pela Terra e abram o caminho! Avante!

O negro e o índio saem para buscar os outros orixás de Umbanda (Pomba Gira, preta velha, exu, criança).

Entram os outros orixas de candomble ao som de música africana, felizes

Depois entram cada um de lado da coxia

Indio, boiadeiro, criança

e do outro lado

Negro velho, exu de capa, exu de terno, pomba gira, preta velha
Vao entrando e se posicionando, saudando o publico e “se apresentam” (velha dança miudinho, batendo a bengala,
criança brinca com a bola /boneca, pomba gira roda e dá uma gargalhada e o exu se impõe e dá uma gargalhada) –
todos com seus respec vos apetrechos, sons e movimentos, numa grande festa

Todos se juntam e dançam de acordo com os seus trejeitos

Todos cantam o Hino da Umbanda, 1 vez

No final da segunda vez do canto do Hino se juntam e cumprimentam o publico

FIM

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