CARTILHA
IDENTITARIA
PAULISTA
APRESENTAÇÃO
O movimento identitário paulista é uma resposta a destruição
cultural e tradicional que são Paulo sofre desde que a
“realeza” brasileira USURPOU o poder, um governo ilegítimo que
não demorou muito para ruir. Abrindo espaço para uma série de
governos seculares.
secularidade essa que não afeta só este asqueroso
governo brasileiro, mas também alguns separatistas menos
informados, buscando uma justificativa materialista para sua
separação.
de forma objetiva e sem firulas, apresentaremos o mínimo que
um paulista precisa saber sobre sua própria terra, antes de se
identificar como um identitário!
"Canta, ó musa, a ira do Pelida Aquiles, ira fatal que causou
infinitas dores aos Aqueus"
- A Ilíada, de Homero
Sangue ESPIRITO e OURIQUE
Há um momento na história de Portugal que ecoa através dos tempos,
quando um jovem líder, Afonso Henriques, em um gesto de coragem e
nobreza, fez um juramento solene em Ourique
"Eu, Afonso Henriques, filho do conde Henrique, juro perante
Deus, nosso Senhor, e perante os santos apóstolos Pedro e
Paulo e toda a corte celeste, que tomarei como minha esposa a
liberdade de Portugal e que jamais descansarei até ver
expulsos deste reino todos os mouros que aqui habitam. E juro
ainda que defenderei este reino dos inimigos estrangeiros e que
sempre o protegerei e o honrarei com a minha espada, o meu
braço e a minha vida. Que Deus me ajude e me dê a sua graça para
cumprir este juramento."
Os tambores ecoam pelos campos enquanto as tropas portuguesas
marcham para a batalha de Ourique. O ar está eletrificado com a tensão,
mas também com a determinação e coragem dos homens. Ao longe, o
exército mouro avança, determinado a subjugar os portugueses e impor
seu domínio sobre o reino. Mas os portugueses não têm medo, pois sabem
que lutarão pelo que é justo e pela liberdade de sua terra.
A batalha começa ferozmente, com as duas partes se engajando em uma
luta implacável. As espadas se chocam, os escudos se quebram, e o
sangue é derramado em profusão. Mas os portugueses são incansáveis,
lutando com uma ferocidade indomável, e é então que algo extraordinário
acontece.
Um homem surge do meio dos portugueses, empunhando sua espada e
galvanizando seus companheiros de batalha. É Afonso Henriques, o jovem
líder português, que se lança contra o exército inimigo com uma coragem
sem igual. Ele corta o caminho através das linhas mouros, desafiando
seus inimigos e mostrando a força e a bravura de seu povo.
As tropas portuguesas são inspiradas pela coragem de seu líder, e se
juntam a ele em uma luta heroica que abala os mouros. O choque é tão
intenso que a terra treme, e o grito de vitória dos portugueses ressoa
pelos campos, enchendo o coração de cada soldado com a certeza de que
estão lutando por uma causa justa.
E assim, com o brado de vitória dos portugueses, os mouros são
finalmente derrotados e forçados a recuar. A batalha de Ourique é ganha,
e a independência de Portugal é estabelecida. É uma vitória épica, que
ficará gravada para sempre na história de Portugal, como um testemunho
da coragem, determinação e lealdade de um povo que lutou por sua
liberdade e venceu contra todas as probabilidades!!!
assim, com pura vontade e ajuda de deus, os portugueses com
15.000 homens, expulsaram cerca de 80.000 mouros de suas
terras, Reconquistando seu direito divino de governar!!!
Ourique começou tudo, a união divina que Portugal fez, materializada
por sua pura vontade, deu-lhes força para derrotar um numero
absurdamente maior!
provando mais uma vez, que espirito do sangue nunca pode ser
esquecido, nem ignorado por conveniência!
"Vós, ó ditosas gentes, a quem a guerra Serviu de esporte, e não temor
tirano, Das partes onde o Sol ardente queima Até às plagas, onde esfria
o Oceano"
-Os Lusíadas
Conquista do mar
Os ventos sopravam forte, trazendo consigo o sal do oceano e o brilho
das estrelas. Os portugueses, incansáveis e destemidos, trabalhavam
incansavelmente na construção do seu primeiro navio, um feito que
marcaria o início de uma era de exploração e descobertas.
Os carpinteiros martelavam com força, moldando a madeira com a
habilidade de seus ancestrais. Os marinheiros poliam as velas,
preparando-se para as águas traiçoeiras e os mares desconhecidos. E no
meio de todo esse trabalho, estava o líder do empreendimento, um homem
destemido e visionário chamado D. Henrique.
Com sua visão e sabedoria, D. Henrique supervisionava a construção do
navio com um olhar determinado e confiante. Ele sabia que o futuro de
Portugal estava no mar, e que seu povo deveria ser livre para explorar
as terras distantes e descobrir novos horizontes.
E assim, depois de meses de trabalho árduo e dedicação inabalável, o
primeiro navio português estava pronto para navegar. Ele era pequeno,
mas forte, e tinha sido construído com amor e habilidade por homens que
acreditavam em um sonho maior.
E quando o navio finalmente levantou âncora, o brilho dos olhos dos
portugueses era como o das estrelas que brilhavam no céu. Eles sabiam
que haviam alcançado algo incrível, algo que mudaria para sempre o
curso da história de Portugal.
E assim, com a construção do primeiro barco português, uma nova era
começou. Os portugueses partiram em busca de novos mundos,
enfrentando tempestades e batalhando contra o desconhecido. Mas eles
nunca desistiram, nunca retrocederam, e nunca esqueceram o espírito de
determinação e coragem que havia sido incutido naquele primeiro navio. E
graças a essa determinação, Portugal se tornaria uma das maiores
potências marítimas da história.
a sacra terra portuguesa. Menor que seus vizinhos em terra e em
população, mas não menor em espirito, tira o sono de todos os
conspiradores da força divina!
"Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te
cruzarmos, quantas mães choraram, quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar!"
-Os Lusíadas
Onde TUDO COMEÇA
Erguida das águas bravias do Atlântico, a Capitania de São Vicente
resplandece como uma jóia imortal do que viria a ser a terra paulista.
Desde seus primeiros dias, quando os bravos colonizadores portugueses
se aventuraram pelas terras desconhecidas do Novo Mundo, esta região
tem sido um farol de esperança e progresso para o povo que lá vivia.
A história da Capitania de São Vicente é uma história de coragem,
perseverança e determinação. Fundada em 1532 pelo nobre português
Martim Afonso de Sousa, a capitania foi uma das primeiras colônias a
serem estabelecidas no Brasil. Com sua localização estratégica na
costa atlântica, a região rapidamente se tornou um importante centro de
comércio e desenvolvimento.
Ao longo dos séculos, a Capitania de São Vicente passou por muitas
batalhas e desafios, o que sem duvida nenhuma, estreitou cada vez mais
sua identificação como povo, sempre emergiu triunfante. Sob o domínio
português, a região prosperou e se tornou um centro de cultura e
educação, com a fundação da primeira universidade do paulista, a
Universidade de São Paulo.
De fato, a Capitania de São Vicente é uma terra de maravilhas e
maravilhas sem fim. Desde suas belas praias e florestas exuberantes até
suas cidades vibrantes e prósperas, esta região tem tudo. Mas talvez o
maior tesouro da Capitania seja seu povo - uma comunidade de indivíduos
trabalhadores, honestos e dedicados que personificam o melhor do
espírito paulista.
Em resumo, a Capitania de São Vicente é uma terra de lendas e mitos,
uma terra de beleza e grandiosidade, uma terra de história e tradição. Seu
legado permanece vivo e forte até hoje, uma fonte de inspiração e
orgulho para todos os paulistas. muitos séculos vindouros, iluminando
o caminho para as gerações futuras.
Nossos heróis, gloriosos em vida e santos na morte, gigantes
construtores que pavimentaram o caminho que nos formaria como povo.
Martim Afonso de Souza: Era o início do século XVI, e a grande
navegação dos portugueses pelo mundo estava em seu apogeu. Martim
Afonso de Sousa, um destemido navegador e administrador português, foi
escolhido pelo Rei Dom João III para liderar a primeira expedição oficial
para o Brasil, em 1530. Sua missão era fundar uma colônia na costa
brasileira e garantir a soberania portuguesa na região.
Martim Afonso desembarcou na Capitania de São Vicente e, com sua
visão estratégica e liderança habilidosa, fundou a primeira vila da
colônia, batizada de São Vicente em homenagem ao santo padroeiro de sua
cidade natal em Portugal. Com sua equipe de colonos, Martim Afonso
enfrentou inúmeros desafios, como a hostilidade dos índios e a
dificuldade de adaptar-se ao clima e às condições adversas da região.
Mas Martim Afonso não desistiu. Ele usou sua experiência como
administrador e sua habilidade como líder para garantir a sobrevivência
da colônia. Ele estabeleceu relações comerciais com os índios locais e
incentivou a agricultura e a produção de açúcar, que se tornaria a
principal fonte de riqueza da região. Ele também defendeu a soberania
portuguesa, combatendo as tentativas de invasão de outras potências
europeias.
Martim Afonso de Sousa ficou conhecido como o "Pai da Pátria
Paulista", por ter sido o responsável por fundar a primeira vila Vicentina,
antepassado paulista, e por ter iniciado o processo de colonização da
região que se tornaria o estado de São Paulo. Sua coragem, liderança e
visão estratégica foram fundamentais para o sucesso da empreitada
portuguesa na nova terra, e sua figura é lembrada até hoje como um dos
grandes heróis da história do país. Martim Afonso de Sousa, um homem de
visão e coragem, que colocou sua vida em risco para garantir a soberania
e o desenvolvimento da Capitania de São Vicente, fortalecendo cada vez
mais a força e coragem que futuramente formaria a força paulista!
Padre josé de Anchieta: Há quem diga que José de Anchieta foi um
dos maiores homens que já pisaram na terra paulista. Sua história é digna
de um épico, com feitos que transcenderam o tempo e ainda são
lembrados com admiração e respeito.
Nascido em Tenerife, nas Ilhas Canárias, em 1534, José de Anchieta foi
um jesuíta espanhol que, aos 19 anos, chegou a são Vicente com a missão
de catequizar os indígenas. Ele desembarcou na Capitania de São Vicente e
logo percebeu que seu trabalho seria extremamente desafiador.
Apesar das dificuldades, José de Anchieta não desanimou. Ele aprendeu
a língua tupi e começou a escrever um dicionário para facilitar a
comunicação com os nativos. Ele também fundou uma escola em São
Paulo, que se tornou o primeiro colégio jesuíta paulista.
Mas o trabalho de José de Anchieta não se limitou apenas à catequese.
Ele também foi um médico e um poeta.
José de Anchieta também teve um papel fundamental na história
paulista como um todo. Ele foi um dos fundadores de São Paulo e do Rio
de Janeiro, além de ter participado da defesa do país contra os invasores
franceses.
Seu legado é imenso. Ele escreveu peças teatrais em tupi, como o Auto
da Índia, considerado o primeiro texto teatral de são paulo. Ele também
deixou uma vasta obra literária, incluindo cartas, sermões e poemas.
José de Anchieta é um verdadeiro herói da história de são paulo. Sua
coragem, dedicação e amor pela cultura local inspiraram gerações de
paulistas e deixaram um legado que nunca será esquecido. Ele é um
exemplo de virtude, um verdadeiro gigante da história que sempre será
lembrado com admiração e respeito.
BARTOLOMEU BUENO DA SILVA: Bartolomeu Bueno da Silva,
conhecido como "o Anhanguera", foi um dos maiores bandeirantes
PAULISTAS. Nascido em São Paulo, em 1672, Bartolomeu Bueno da Silva
cresceu ouvindo histórias de grandes aventuras pelos sertões
DESBRAVADOS. Ele se tornou um bandeirante e liderou diversas expedições
em busca de riquezas e conhecimento.
Em 1698, Bartolomeu Bueno da Silva liderou a famosa expedição que
descobriu as minas de Goiás. Ele foi o primeiro a explorar aquelas terras,
enfrentando todas as dificuldades e perigos que o sertão oferecia. Ele
superou desafios como a falta de água, os ataques dos índios e as
tempestades de poeira.
Mas Bartolomeu não se contentou com a descoberta das minas de
Goiás. Ele continuou liderando expedições pelos sertões do PAULISTAS,
explorando novas regiões e enfrentando todos os desafios que
apareciam em seu caminho.
Sua coragem e habilidade como líder foram fundamentais para a
conquista dos sertões e para a expansão do território PAULISTA. Ele foi
um dos principais responsáveis pela descoberta de novas terras, pela
abertura de caminhos e pela conquista do interior do país.
Ele é um exemplo de perseverança, liderança e amor à pátria, um
verdadeiro gigante da história que sempre será lembrado com
admiração e respeito.
"Um herói é um homem que faz o que pode"
- As Nuvens, de Aristófanes
ESSÊNCIA SOBERANA
Os paulistas são conhecidos por sua determinação, resiliência e
coragem. São pessoas que não temem os desafios, que trabalham
arduamente e que buscam incessantemente o progresso e o
desenvolvimento. São pessoas que sabem se reinventar, que se adaptam
às mudanças e que sempre estão prontas para enfrentar os desafios da
vida.
Porém, também devemos lembrar que toda essa força adaptativa,
sempre foi em algum ponto, regida pela bússola moral, a maior parte das
vezes, ligada a igreja católica.
A soberania está incutida em nós a muitos anos, as vezes por
perspectivas politicas diversas, fundamentações um tanto complicadas
de se compreender, mas sempre com um pensamento forte de soberania,
somos donos de nossa terra.
Podemos observar e dar forma a esta abstração desde muito cedo,
com Amador Bueno da Ribeira.
Amador Bueno da Ribeira: Filho de nobres portugueses, Amador
nasceu em São Vicente, no litoral paulista, em meados do século XVII.
Desde cedo, ele mostrou-se um jovem ambicioso e corajoso, determinado
a deixar sua marca no mundo.
Foi assim que, aos 18 anos, ele se juntou a uma expedição rumo ao
interior do paulista, em busca de novas terras para conquistar. Lá, ele
conheceu os índios da região e aprendeu sua língua.
Mas a vida de Amador não foi fácil. Ele enfrentou muitas dificuldades
e perigos ao longo de sua jornada, e foi muitas vezes traído por seus
próprios companheiros. Mesmo assim, ele nunca perdeu sua determinação
e sua coragem, e sempre soube enfrentar seus desafios de cabeça
erguida.
Foi assim que, em 1641, ele se tornou o líder da Revolta de São Paulo
contra o domínio dos portugueses. Com o apoio dos índios e de outros
moradores da região, ele lutou bravamente contra as tropas
portuguesas, que tentavam subjugar a região. Apesar de sua herança, os
paulistas já não os viam como iguais.
a batalha não foi fácil. Amador e seus companheiros enfrentaram uma
grande desvantagem numérica, e tiveram que lutar com armas
improvisadas e com muita determinação. Mesmo assim, eles conseguiram
derrotar os portugueses, e assim nasceu o primeiro movimento de
resistência a favor de uma soberania de povo.
A partir daquele momento, Amador Bueno da Ribeira tornou-se uma lenda
viva, um herói cujo nome seria lembrado por gerações. Ele se tornou um
símbolo da resistência e da coragem do povo paulista, e inspirou muitos
outros a lutar por sua liberdade.
Hoje, a história de Amador Bueno da Ribeira é contada em livros e em
lendas, e seu nome é reverenciado em todo o país. Ele é um exemplo de
coragem, determinação e amor à pátria, aclamado pelo povo como rei de
são Paulo. um homem cuja vida foi uma verdadeira epopeia.
Apesar de amador não aceitar o honroso titulo real, a emancipação
paulista em prol de uma soberania paulista, ajudou a costurar a
identidade paulista.
Língua geral paulista: Originária da mistura do português com tupi
falada pelos índios tupinambás localizados nas regiões paulistas da
Região do Alto Tietê e São Vicente, passou a ser falada pelos
bandeirantes a partir do final do século XVII, disseminando-se
rapidamente por boa parte de são Paulo. Dessa forma, tal idioma tornou-
se corrente em locais onde esses tupinambás jamais estiveram,
influenciando, dessa maneira, o modo de falar dos paulistas de hoje.
No tempo colonial, tornou-se a língua mais falada na porção meridional
de são Paulo, em muitos casos sendo necessário um intérprete entre a
autoridade colonial portuguesa e o povo.
Em 1757, é publicado o Diretório dos Índios, por Sebastião José de
Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, levando a proibição da língua
paulista e de outras línguas gerais com o parágrafo 6.º, que reconhecia
o uso das língua gerais e classificava-as como invenções abomináveis e
diabólicas, declarando a proibição de seu uso, punindo severamente quem
a utilizasse, impondo-se, a partir de então, a língua portuguesa no Brasil,
a meio de assegurar a Portugal sua unidade e identidade como nação,
trazendo a ideia de uma língua homogênea e estável.
No entanto, poucas pessoas da colônia podiam frequentar as escolas,
o que leva ao raciocínio de que, nos lares, em reuniões informais, e no
cotidiano a língua paulista continuava a ser falada normalmente,
somente vindo a desaparecer totalmente no início do século XX, com a
grande onda migratória europeia. Enquanto nas capitais essa língua havia
entrado em desuso, no interior continuava viva, havendo hipóteses de que
a língua paulista deu origem ao dialeto caipira, falado no cinturão
cultural caipira, conhecido como Paulistânia.
NÃO É DE SE SUPREENDER QUE UM POVO, COM UMA LINGUÁ PRÓPRIA E
IDENPENDENCIA, TAMBÉM CONSTRUA SUA IDENTIDADE, AINDA QUE COM FORTE
RESPEITO AOS ANTEPASSADOS, O PROCESSO CLARO DE IDEPENDNCIA TEM UM DOS
SEUS PONTOS HISTÓRICOS MÁXIMOS, DURANTE A GUERRA DOS EMBOABAS.
Guerra dos emboabas: Era uma época de conflitos e rivalidades em
são Paulo, onde os bandeirantes paulistas lutavam contra os recém-
chegados emboabas, que vinham em busca das riquezas minerais das
terras conquistadas pelos paulistas.
Entre os bandeirantes, havia um homem que se destacava pela sua
bravura e liderança: Borba Gato. Com sua coragem e astúcia, ele liderou
seus companheiros em diversas batalhas contra os emboabas, e se
tornou um herói entre seu povo.
Foi em 1708 que a batalha decisiva entre os bandeirantes e os emboabas
foi travada. Os emboabas, liderados por Manuel Nunes Viana, tentavam
impor seu domínio sobre as minas de ouro da região, enquanto os
bandeirantes, liderados por Borba Gato, resistiam bravamente.
A batalha foi intensa e sangrenta, com ambos os lados lutando com
ferocidade. Borba Gato se destacou pela sua habilidade como
estrategista, liderando seus homens com coragem e determinação. Com
sua espada em punho, ele cortava caminho pelos inimigos, deixando um
rastro de corpos em seu caminho.
A batalha durou horas, mas no final os bandeirantes saíram vitoriosos.
Os emboabas foram derrotados e expulsos da região, e Borba Gato se
tornou ainda mais famoso e respeitado entre seu povo.
Ao longo dos anos, Borba Gato continuou liderando os bandeirantes em
diversas outras batalhas, sempre mostrando sua coragem e habilidade
como guerreiro. Ele se tornou uma lenda entre seu povo, um exemplo de
bravura e liderança.
Temos muitos outros exemplos de levantes históricos e modernos
contra a tirania Brasileira, os grandes destruidores como o governo
imperial brasileiro, Getúlio Vargas e as novas constituições de cunho
positivista, estão sepultando cada vez mais o espirito paulista, que
mesmo com novos rostos e formações politicas. Como por exemplo
Revolução Constitucionalista de 1932
Movimento Constitucionalista de 1924
Revolta Paulista de 1922
Revolução Liberal de 1842
E diversas outras de menor impacto.
A verdade inegável é que o espirito soberano reside no imaginário
popular, o ódio por nordestinos e estrangeiros de todas as partes é
completamente justificável, uma vez que ódio resulta do amor a terra
mãe, e seu povo vendo-a sangrar por canta de oportunistas nordestinos,
vinculados a um governo ilegítimo, só nos causa nojo e revolta!
"Bandeirantes! O sangue que verte de nossos corações e que banha o solo
sagrado de São Paulo será o testemunho de nossa fidelidade ao rei e à
pátria!"
- Amador Bueno da Ribeira
a cruzada paulista
NOSSA BANDEIRA
Poesia de Guilherme de Almeida
Bandeira da minha terra,
Bandeira das treze listas.
São treze lanças de guerra.
Cercando o chão dos Paulistas!
Prece alternada, responso
Entre a cor branca e a cor preta:
Velas de Martim Afonso,
Sotaina do Padre Anchieta!
Bandeira de Bandeirantes,
Branca e rota de tal sorte,
Que entre os rasgões tremulantes,
Mostrou a sombra da morte.
Riscos negros sobre a prata:
São como o rastro sombrio,
Que na água deixava a chata
Das Monções, subindo o rio.
Página branca pautada
Por Deus numa hora suprema,
Para que, um dia, uma espada
Sobre ela escrevesse um poema:
Poema do nosso orgulho
(Eu vibro quando me lembro)
Que vai de nove de julho
A vinte e oito de setembro!
Mapa de pátria guerreira
Traçado pela Vitória:
Cada lista é uma trincheira;
Cada trincheira é uma glória!
Tiras retas, firmes
Quando o inimigo surge à frente,
São barras de aço guardando
Nossa terra e nossa gente.
São dois rápidos brilhos
Do trem de ferro que passa:
Faixa negra dos seus trilhos
Faixa branca da fumaça.
Fuligem das oficinas;
Cal que as cidades empoa;
Fumo negro das usinas
Estirado na garoa!
Linhas que avançam; há nelas,
Correndo num mesmo fito,
O impulso das paralelas
Que procuram o infinito.
É desfile de operários;
É o cafezal alinhado;
São filas de voluntários;
São sulcos do nosso arado!
Bandeira que é o nosso espelho!
Bandeira que é a nossa pista!
Que traz no topo vermelho,
O coração do Paulista!
Assim se torna o Poema das Bandeiras, com a chamada à ação, à luta
pela liberdade e pela justiça. Em suas palavras, Almeida expressa a
indignação do povo paulista diante das injustiças cometidas pelo
governo Vargas, e o desejo de resistir e lutar por seus direitos e
liberdades.
"Deixa, São Paulo, que as bandeiras se movam, que as armas se preparem,
que as cidades se unam! Não importa o número, não importa a força, que o
direito é que te assiste, que a razão é que te anima, que a liberdade é que
te chama!"
Nestas palavras, Almeida nos convida a nos juntar à luta, a empunhar
as bandeiras da revolução e a lutar pela nossa liberdade e pelos nossos
ideais. Ele nos inspira a não desistir, a não nos render ao medo e à
opressão, mas a lutar com coragem e determinação até o fim.
Com o Poema das Bandeiras - Guilherme de Almeida nos lega um hino de
resistência e esperança, que ecoa até os dias de hoje como um lembrete
do poder da união e da coragem, e um chamado para lutar por nossos
direitos e liberdades, sempre que estes forem ameaçados.
O grande poema só demonstra o caráter transcendente de suas guerras
por liberdade, povos que não estão tão ligados aos meios problemáticos
de governos seculares e irresponsáveis, tão corruptos quanto são
passageiros!
Este poema poderoso, escrito por Guilherme de Almeida, é uma ode aos
heróis da Revolução Constitucionalista de 1932, que lutaram bravamente
contra o ilegítimo governo de Getúlio Vargas e defenderam os ideais de
liberdade e soberania!
Evola, em sua análise sobre a metafisica da guerra, traça um retrato
grandioso da guerra como um evento cósmico, em que o conflito assume
uma dimensão espiritual e transcendental. Para Evola, a guerra é uma das
poucas atividades humanas que pode ajudar a desvendar os mistérios da
existência e a atingir um estado superior de consciência.
Em uma das passagens mais marcantes de sua obra, metafisica da
guerra evola escreve: "A guerra é uma forma de revelação. Ela é capaz de
revelar a verdadeira natureza da vida e da morte, do heroísmo e do
sacrifício, da liberdade e da disciplina, da vitória e da derrota". Aqui,
Evola destaca a dimensão metafísica da guerra, argumentando que ela
pode fornecer um portal para o desconhecido, um meio para transcender
as limitações do mundo material e encontrar a verdade última.
Evola não só evoca a natureza transcendente da guerra, como que de
forma indireta, justifica toda a epopeia paulista para atingir a sua
liberdade por meio da força espiritual de cada membro.
Descendemos de um povo que expulsou um inimigo com mais que o
dobro de seu tamanho, conquistamos uma terra que a nós, era estranha,
desenvolvemos esta terra e constituímos nossa nação paulista, também
pela guerra, não é estranho que assim como em Ourique, devemos
expulsar os nossos ‘’mouros’’ de volta a sua terra de origem!
"A verdadeira liberdade não é a liberdade de escolha, mas a liberdade de
ser. É a liberdade de transcender as limitações do ego e da
personalidade, e de se conectar com o divino. É a liberdade de seguir o
caminho da realização espiritual, sem ser impedido pelas ilusões e
distrações do mundo material."
-Julius Evola
Raça e fé
Seria errado dizer que são Paulo não teve uma fundação branca e
cabocla em sua construção, mais errado ainda é adicionar uma terceira
raça a esta construção, raça essa que não viveu a epopeia, que não viveu
as guerras ou construiu com sua mão e espirito, a formação paulista.
Não, camaradas paulistas, não devemos nada aos escravos que aqui
foram comercializados depois de aproximadamente 200 anos de
formação paulista. Devemos apenas a nós mesmos, aos desbravadores
corajosos, aos construtores incansáveis, aos sacerdotes irreverentes!
Podemos compor a nação antiga por um protagonismo português, mas
não podemos ignorar o grande complemento itálico que, juntamente de
outras, ajudaram a compor a orquestra industrial moderna. Vieram sem
nada, assimilaram-se na cultura, e sem qualquer tipo de vitimismo
desenvolveram uma das maiores eras de abundancia econômica e cultural
paulista!
O mesmo não podemos dizer dos negros, esses que adotaram para vida
a covarde posição de eterna vítima, e como parasitas sociais, vivem de
acusações emocionais e nada práticos para construção de sua nação, pois
se estivessem preocupados com seu próprio bem estar e ou com sua
própria raça, construiriam, assim como os italianos, seu próprio meio de
existência, se moldariam a cultura originaria da terra onde vivem, e
assim, construiriam uma vida melhor para si e seus filhos.
O discurso de reparação histórica que os negros paulistas
covardemente apropriaram-se, não demonstra nada de heroico, épico ou
espirituoso, demonstra na verdade, uma ridícula demonstração de
passividade, apesar de seus meios explanarem o contrario em suas
propagandas financiadas pelo governo progressista brasileiro.
É conveniente que esses discursos deem as mãos a outros igualmente
danosos para uma sociedade paulista saudável, como o discurso lgbt,
fobias em geral, pós-positivismo e a morte da família tradicional!
Um paulista branco também não pode fazer parte destas bestialidades
seculares e abomináveis, um paulista deve ser antes de tudo, um
naturalista por excelência! Um homem de moral e conduta inabalável,
pois o espirito do homem deve ser tão ou mais importante que sua raça,
mas nunca condenando seus filhos a uma condição amorfa identitária, isso
é um crime contra sua memória, seus antepassados e seus filhos!
Por estes motivos e outros mais profundos que não cabem a esta
cartilha que eu vos digo, sejam racistas, mas não sejam burros. Estamos
sob controle inimigo, não temos força ainda e estabilidade para forçar
um pensamento, teremos cuidado com nossas palavras para o grande
público a fim de tomar aos poucos os espaços, mordendo cada vez mais
forte conforme nossa boca chega mais perto de sua jugular, sejamos
perspicazes no campo de batalha cultural.
São Tomás de Aquino IV: O argumento da perfeição
"Cada traço que vemos, em cada objeto, é comparado a algum padrão:
saúde, moralidade, força e assim por diante. O fato de que nós
instintivamente vemos graus nessas áreas implica que existe algum
padrão último contra o qual julgar essa propriedade. E todas as
propriedades comparativas compartilham um senso comum de
“perfeição”. Isso significa que deve haver algum padrão supremo de
“perfeição” a partir do qual julgar todas as outras propriedades; esses
objetos não podem ser a fonte ou definição dessa propriedade em si
mesmos.
Em outras palavras, o quarto argumento de Aquino em favor da
existência de Deus indica que, para falar de “bondade” ou “poder”, devemos
ter um padrão absoluto contra o qual julgar esses termos; deve haver
alguma outra coisa da qual eles derivem essa característica: Deus, o
Padrão Supremo.
Aplicando esse conceito para a humanidade, conseguimos
compreender que existem raças inferiores e superiores no sentido
espiritual, edificando nossa concepção de raça não em princípios de ódio
ou materiais, mas sim por pura conclusão lógica espiritual. E condenar
seus filhos a miscigenação é tão errado, quanto prejudicial aos mesmos,
sabendo destes fatos e mesmo assim, realiza-los, é uma afronta
deliberada contra a criação.
Podemos identificar esta superioridade racial em vários períodos da
história, desde campos militares até intelectuais.
O exemplo bandeirante é talvez a que mais se encaixe em nosso contexto
paulista. Quando algumas centenas de bandeirantes se embrenharam na
mata e submeteram grandes aldeias indígenas com milhares de pessoas,
isto foi uma prova, quando estes mesmos bandeirantes edificaram
escolas e cidades, conhecimentos cartográficos, científicos de fauna e
flora, estes foram outras provas de sua superioridade! quando negros
acusam os brancos de submeterem outros povos e que eles devem uma
reparação por essas supostas injustiças, isto sim é uma prova de sua
superioridade, pois assim como as feministas, eles não conseguiram nada
por conquista heroica, mas sim por concessões da raça vigente.
Cabe também dizer mais sobre a fé destes povos que danificam a
unidade paulista: candomblé, Umbanda, Quimbanda e seus sincretismos
com a fé cristã, por exemplo o Espiritismo e Kardecismo... todas de matriz
telúrica, ou seja, ligadas diretamente a terra e carente de qualquer
profundidade filosófica e ou metafisica, uma vez que a base principal
destas religiões. São a barganha com seres terrenos que atuam em
‘’outros planos de existência’’, compartilhando e trocando matéria por
favores mesquinhos em sua grande maioria das vezes, atingem campos
mesquinhos e fúteis ligados ao amor carnal, riqueza material e sucesso
corporativo. nunca em uma elevação espiritual, que no melhor dos casos,
beira o henoteísmo.
sabendo de tudo isso, é perfeitamente possível existir um espaço de
coabitação entre cristãos de quase todas as vertentes, pois seus
padrões morais não entram em contradição, deixando os por menores
filosóficos a cargo das igrejas. não entrando em contradição com a
estrutura da unidade do estado!
Considerações finais
Assim como dito no início, está cartilha tem como finalidade a instrução
básica dos identitários a deriva, daqueles que por culpa de uma
intencional desinformação sobre sua terra e suas origens, foram
arremessados a uma cultura artificial e prejudicial.
Quero agradecer a todos que leram esta cartilha, saiba que não está
sozinho e quem existem pessoas como você por toda SP. Não estamos
sozinhos.
que deus nos abençoe
nestas horas sombrias.