Pavimentação
Serviço Público Federal
Universidade Federal do Pará – UFPA
Campus Universitário de Tucuruí - CAMTUC
Faculdade de Engenharia Civil - FEC
Turma: Engenharia Civil 2019
Turma Forma Pará
AULA 2 – ESTUDO DO SUBLEITO
Prof. Me. Marlon Braga dos Santos Goianésia do Pará – PA
1 2024.2
REVISANDO ...
➢ Definições e funções do pavimento;
➢ Distribuição de pressões;
➢ Camadas do pavimento;
➢ Classificações de pavimentos;
➢ Classificação de bases e revestimentos;
➢ Estudos de viabilidade.
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Sumário
1 Introdução
2 Descrição dos solos
3 Estudo do subleito
4 Classificação dos solos
5 Compactação, CBR e outros ensaios
6 Escolha de jazidas
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1 Introdução
➢ A construção de um pavimento exige o conhecimento de vários materiais,
sejam aqueles que compõem as camadas do pavimento (ligantes asfálticos,
cimento, concreto, agregados, etc.) sejam os materiais constituintes do
subleito (normalmente solos).
➢ Destaca-se o estudos dos solos, pois eles interferem em todos os estudos
dos pavimentos, já que podem fornecer “matéria-prima” para as camadas
dos pavimentos e servem como suporte da superestrutura.
➢ Nesse sentido, o conhecimento de mecânica dos solos é fundamental em
projeto de pavimentação.
4
2 Descrição dos solos
➢ Os solos podem ser definidos como uma formação natural, de estrutura
solta e removível e espessura variável, resultante da transformação de uma
rocha-mãe, pela influência de diversos processos físicos, químicos e/ou
biológicos;
➢ No âmbito da engenharia rodoviária, considera-se como solo qualquer
material que possa ser escavado com pá, picareta, escavadeira, etc., sem
necessidade de explosivos;
➢ Os solos são identificados principalmente por sua textura (composição
granulométrica), plasticidade e consistência. Parâmetros como cheiro, cor e
forma dos grãos também são úteis na caracterização dos solos.
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2 Descrição dos solos
➢ Escala granulométrica adotada pelo DNIT (2006):
Fração do solo que passa na peneira de (3”) e é retida na
Pedregulho
peneira de 2,0 mm (nº 10)
Fração do solo que passa na peneira de 2,0 mm (nº 10) e é
Areia
retida na peneira de 0,075 mm (nº 200)
Fração compreendida entre as peneiras de 2,0 mm (nº10) e 0,42
Areia grossa
mm (nº 40)
Fração compreendida entre as peneiras 0,42 mm (nº 40) e
Areia fina
0,075 mm (nº 200)
Fração com tamanho de grãos entre a peneira de 0,075 (nº
Silte
200) e 0,005 mm
Fração com tamanho de grãos abaixo de o,005 mm (argila
Argila
coloidal é a fração com tamanho de grãos abaixo de 0,001 mm)
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2 Descrição dos solos
Comportamento Arenoso Comportamento Argiloso
o Granulação grossa; o Granulação fina;
o Formas cúbicas/arredondadas; o Formas lamelares/alongadas;
o Composição básica – Quartzo; o Composição – Caulinita, ilita e
o Comportamento praticamente não montmorilonita;
varia com teor de umidade; o Comportamento varia fortemente com
teor de umidade;
o Não tem coesão;
o Tem coesão;
o Resistência à deformação está
o Resistência à deformação está
relacionada ao entrosamento dos
relacionada à coesão;
grãos;
o Possui Plasticidade;
o Não tem Plasticidade;
o Adensamento lento.
o Adensamento rápido.
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3 Estudo do subleito
➢ Tem como objetivo o reconhecimento dos solos, visando à caracterização
das diversas camadas para efeito do projeto do pavimento.
➢ Este estudo é realizado em duas etapas:
Sondagem,
identificação expedita • Avaliação tato-visual.
e coleta de amostras
• Granulometria por peneiramento e sedimentação,
Execução de ensaios Limite de liquidez, limite de plasticidade,
nas amostras de solo compactação, massa específica aparente in situ,
CBR ou ISC, expansão, etc.
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3 Estudo do subleito
➢ Sondagem, identificação expedita e coleta de amostras
o O espaçamento máximo entre dois furos de sondagem no sentido
longitudinal é de 100m a 200m, tanto em corte como em aterro;
❖ Quando há grande variabilidade do solo, deve-se reduzir esse
espaçamento;
❖ Nos pontos de passagem de corte para aterro, também devem ser
realizados furos de sondagem.
o A profundidade dos furos de sondagem, de modo geral, é de 0,6m a 1,0m
abaixo do greide projetado para a regularização do subleito;
o Em cada furo de sondagem, devem ser anotadas as profundidades inicial e
final de cada camada, a presença e a cota de água, material com excesso
de umidade, ocorrência de mica e matéria orgânica.
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3 Estudo do subleito
➢ Sondagem, identificação expedita e coleta de amostras
o Os materiais para efeito de sua inspeção expedita no campo, serão
classificados de acordo com sua textura, nos seguintes grupos:
Bloco de rocha Matacão Pedra de mão
Pedregulho Areia (fina e grossa) Silte e argila
o Todos os elementos referidos, obtidos durante a inspeção expedita, são
anotados no “Boletim de sondagem”.
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3 Estudo do subleito
➢ Sondagem, identificação expedita e coleta de amostras
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3 Estudo do subleito
➢ Execução de ensaios nas amostras de solo:
o A medida que forem sendo executadas as sondagens e procedida a inspeção
expedita no campo, são coletadas amostras para a realização de ensaios de
laboratório.
o Ensaio de Granulometria (DNER-ME 051/94 e DNER-ME 080/94)
❖O conhecimento da composição granulométrica de um solo é de
fundamental importância para a caracterização do seu comportamento;
❖ O ensaio consiste em determinar a porcentagem, em peso, das diferentes
frações constituintes da fase sólida do solo. É feito através de
peneiramento e sedimentação (partículas inferiores a 0,075 mm).
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3 Estudo do subleito
➢ Execução de ensaios nas amostras de solo:
o Ensaio de Granulometria (DNER-ME 051/94 e DNER-ME 080/94)
Curva Aberta
Curva bem Curva
graduada uniforme
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3 Estudo do subleito
➢ Execução de ensaios nas amostras de solo:
o Índices de consistência (DNER-ME 122/94 e DNER-ME 082/94)
❖ Permitem avaliar a plasticidade dos solos argilosos;
❖ Maior ou menor capacidade de serem moldados, sob certas condições de
umidade;
❖ Limite de liquidez e limite de plasticidade.
Estado Estado
Estado Líquido Estado Sólido
Plástico Semissólido
Limite de Limite de Limite de
Liquidez (LL) Plasticidade (LP) Contração (LC)
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3 Estudo do subleito
➢ Execução de ensaios nas amostras de solo:
o Índices de consistência (DNER-ME 122/94 e DNER-ME 082/94)
❖ Índice de plasticidade (IP): define a zona em que o terreno se encontra
no estado plástico e, por ser máximo para as argilas e mínimo para as
areais, fornece valioso critério para se avaliar o caráter argiloso de um
solo. Quanto maior o IP, mais plástico será o solo.
IP = LL - LP
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3 Estudo do subleito
➢ Índice de Grupo (IG):
➢ Valor numérico, variando de 0 a 20, que retrata o duplo aspecto de plasticidade e
graduação das partículas do solo.
IG = 0,2.a + 0,005.a.c + 0,01.b.d
➢ a = % de material que passa na peneira nº 200 – 35. Se a % for > 75, adota-se
75; se for < 35, adota-se 35. (a varia de 0 a 40);
➢ b = % de material que passa na peneira nº 200 – 15. Se a % for > 55, adota-se
55; se for < 15, adota-se 15. (b varia de 0 a 40);
➢ c = LL – 40. Se LL > 60, adota-se 60; se LL < 40, adota-se 40 (c varia de 0 a 20);
➢ d = IP – 10. Se IP > 30, adota-se 30; Se IP < 10, adota-se 10 (d varia de 0 a 20).
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3 Estudo do subleito
➢ Índice de Grupo (IG):
o O Índice de Grupo é muito importante na caracterização do subleito, uma vez que
ele e o CBR são os parâmetros de entrada para o dimensionamento de
pavimentos pelo método do DNIT;
Qualidade do terreno
Índice de Grupo
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4 Classificação dos solos
➢ Classificação TRB – Transportation Research Board (Antigo HRB)
o Nesta classificação, os solos são reunidos em grupos e subgrupos, em função
de sua granulometria, limites de consistência e do índice de grupo;
o Determina-se o grupo do solo, por processo de eliminação da esquerda para
a direita, no quadro de classificação.
o O primeiro grupo a partir da esquerda, com o qual os valores do solo
ensaiado coincidir, será a classificação correta.
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4 Classificação dos solos
➢ Classificação TRB – Transportation Research Board (Antigo HRB)
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4 Classificação dos solos
➢ Classificação TRB – Transportation Research Board (Antigo HRB)
1. A partir dos dados abaixo, obtidos do ensaio de granulometria e dos índices
de consistência, classifique o solo segundo a metodologia TRB.
Dados do solo Valores (%)
Peneira #10 96,6
Peneira #40 77,5
Peneira #200 34,4
Limite de Liquidez 23
Limite de Plasticidade 15
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5 Compactação
➢ Operação da qual resulta o aumento da massa específica aparente de um
solo (e de outros materiais, como misturas betuminosas), pela aplicação de
pressão, impacto ou vibração, o que faz com que as partículas
constitutivas do material entrem em contato mais íntimo, expulsando o ar;
➢ Com a redução da porcentagem de vazios de ar, consegue-se também
reduzir a tendência de variação dos teores de umidade dos materiais
integrantes do pavimento, durante a vida de serviço;
➢ Objetivos práticos: melhoria de propriedades mecânicas, maior
uniformidade e homogeneidade, menor suscetibilidade a variações de
umidade.
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5 Compactação
➢ Ensaio de Compactação Proctor – DNER–ME 129/94
Massa Específica aparente úmida Massa Específica aparente seca
𝑷𝒉 𝜸𝒉 .𝟏𝟎𝟎
𝜸𝒉 = 𝜸𝒔 =
𝑽 𝟏𝟎𝟎 + 𝒉
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5 Compactação
➢ Ensaio de Compactação Proctor – DNER–ME 129/94
o Recipiente cilíndrico com aproximadamente 1000 cm³;
o 3 (normal) ou 5 (modificado) camadas sucessivas;
o 25 golpes de soquete;
o Altura de 30 cm (normal) e 45 cm (modificado);
o Repedido para diferentes teores de umidade (curva de compactação).
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5 Compactação
1. Tendo por base os dados da tabela abaixo, Trace a curva de compactação
(teor de umidade x massa específica seca), indicando o teor ótimo de
umidade, bem como a massa específica seca máxima.
1 2 3 4 5
Massa do molde + solo (g) 2.500 2.780 3.200 3.047 2.895
Massa do molde (g) 800 800 800 800 800
Massa do solo (g)
Volume do molde (cm³) 1.050 1.050 1.050 1.050 1.050
Teor de umidade (%) 8,7 9,9 12,0 14,6 16,1
Massa específica úmida (g/cm³)
Massa específica seca (g/cm³)
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5 Compactação
➢ Índice de Suporte Califórnia ou California Bearing Ratio (CBR) –
DNER-ME 049/94
o O ensaio consiste a determinação da relação entre a pressão necessária para
produzir a penetração de um pistão num corpo-de-prova de solo, e a pressão
necessária para produzir a mesma penetração numa brita padronizada;
o O valor dessa relação (%) permite determinar, por meio de equações
empíricas, a espessura do pavimento flexível necessária, em função do
tráfego.
𝑷𝒓𝒆𝒔𝒔ã𝒐 𝒅𝒐 𝒆𝒏𝒔𝒂𝒊𝒐 𝒅𝒐 𝒔𝒐𝒍𝒐 𝒂𝒕𝒖𝒂𝒍
CBR (%) = 𝑷𝒓𝒆𝒔𝒔ã𝒐−𝒑𝒂𝒅𝒓ã𝒐 𝒅𝒂 𝒃𝒓𝒊𝒕𝒂 𝒈𝒓𝒂𝒅𝒖𝒂𝒅𝒂 . 100
o Quanto mais baixo o valor do CBR, piores são as condições de suporte do solo.
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5 Compactação
➢ Índice de Suporte Califórnia ou California Bearing Ratio (CBR) –
DNER-ME 049/94
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5 Compactação
➢ Índice de Suporte Califórnia ou California Bearing Ratio (CBR) –
DNER-ME 049/94
o Relação da classificação TRB e CBR:
Solo (TRB) CBR provável (%)
A-1-a 40 a 80 (ou mais)
A-1-b 20 a 80 (ou mais)
A-2-4 e A-2-5 25 a 80 (ou mais)
A-2-6 e A-2-7 12 a 30
A-3 15 a 40
A-4 4 a 25
A-5 2 (ou menos) a 10
A-6 e A-7 2 (ou menos) a 5
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5 Compactação
➢ Compactação em campo
o Para comprovar se a compactação em campo está sendo feita em condições
próximas às determinadas em laboratório, deve-se levantar sistematicamente
na execução da compactação os valores de umidade e de massa específica do
material para se calcular o Grau de Compactação (GC).
𝜸𝒔 (𝒄𝒂𝒎𝒑𝒐)
𝑮𝒄 = 𝜸 . 100
𝒔,𝒎á𝒙.(𝒍𝒂𝒃𝒐𝒓𝒂𝒕ó𝒓𝒊𝒐)
o Se a compactação em campo não atingir o grau de compactação definido pelo
projeto, o material deverá ser revolvido e recompactado.
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5 Compactação
2. Tendo por base os dados da tabela abaixo, faça o que se pede:
1 2 3 4 5
Massa do molde + solo (g) 2.680 2.780 3.128 3.047 2.895
Massa do molde (g) 750 750 750 750 750
Massa do solo (g)
Volume do molde (cm³) 1.000 1.000 1.000 1.000 1.000
Teor de umidade (%) 8,5 9,5 11,5 14,5 16,5
Massa específica úmida (g/cm³)
Massa específica seca (g/cm³)
a) Trace a curva de compactação.
b) Considerando um Grau de Compactação de projeto de 97%, indique se uma
camada deste solo deve ser aceita com uma massa específica seca após
compactação em campo igual a 2,10 g/cm³.
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5 Compactação
➢ Em campo, a energia de compactação é fornecida através de:
Pressão (rolos estáticos)
• Rolo liso: Indicados para camadas de areia e pedregulhos bem graduados.
Espessura em torno de 15 cm. Utilizado para acabamentos;
• Rolo pé de carneiro: Indicado para solos coesivos (argilas);
• Rolo pneumático: Pode ser utilizado para camadas mais espessas e é
eficiente para a maioria dos materiais.
Vibração (rolos vibratórios)
• Rolo liso: Utilizado para solos não coesivos e de difícil compactação.
Compacta camadas de até 1m de espessura;
• Rolo Pé de Carneiro: indicado para solos coesivos (argilas).
Impacto
• Soquete mecânico: Utilizado em locais de difícil acesso cujo princípio de
operação é ar comprimido.
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5 Compactação
➢ Em campo, a energia de compactação é fornecida através de:
Soquete mecânico
Rolo pé de carneiro Rolo pneumático
Rolo Liso
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5 Compactação
➢ Ensaios complementares
o Massa Específica Aparente in situ – DNER-ME 036/94
❖ Ensaio utilizado após a compactação da camada em campo para posterior
cálculo do grau compactação.
o Expansibilidade do Solo – DNER-ME 029/94
❖ Mede o acréscimo de volume do solo quando, após compactado, absorve
água. Executado junto com o CBR.
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5 Compactação
➢ Tabelas resumo
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5 Compactação
➢ Tabelas resumo
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6 Escolha das jazidas
➢ Para se evitar o dispendioso transporte de materiais que serão utilizados na
construção do pavimento de uma rodovia, é indicado que se procure em
locais próximos à estrada a ocorrência de jazidas de materiais que possam
vir a ser utilizados na pavimentação;
➢ A delimitação destas áreas de empréstimos de materiais é realizada em
duas etapas:
Prospecção • Verifica a qualidade do material em estudo. Viabilidade
Preliminar técnica de utilização.
• Confirma a qualidade do material e o quantifica em
Prospecção
volume. Localiza as fontes de abastecimento de água.
Definitiva Viabilidade técnico-econômica de utilização.
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6 Escolha de jazidas
➢ Prospecção preliminar
o Identificação expedita, sondagens e ensaios de laboratório;
o Em áreas consideradas promissoras pela identificação expedita, adotam-se os
seguintes procedimentos:
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6 Escolha de jazidas
➢ Prospecção preliminar
o Uma jazida será considerada satisfatória do ponto de vista técnico se satisfizer
as seguintes condições:
Material para reforço de subleito
• Material deve possuir características geotécnicas superiores ao subleito (CBR,
Granulometria, LL e IP). Expansão ≤ 1%.
Material para sub-base estabilizada granulometricamente
• Material deve possuir CBR ≥ 20% e Índice de Grupo = 0. Expansão ≤ 1%. Ver
especificações do DNIT.
Material para base estabilizada granulometricamente
• Material deve possuir CBR ≥ 80%, LL ≤ 25%, IP ≤ 6%, Equivalente de Areia ≥ 30% e
Expansão máxima de 0,5%. Ver especificações do DNIT.
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6 Escolha de jazidas
➢ Prospecção preliminar
o Equivalente de areia – DNER-MS 054/97: medida indireta da limpeza do
agregado. Ficam em suspensão materiais deletérios, tais como vegetação e
grumos de argila.
EA = (h2/h1) . 100
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6 Escolha de jazidas
➢ Prospecção preliminar
o Material para base estabilizada granulometricamente
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6 Escolha de jazidas
➢ Prospecção definitiva
o Sondagens e Coleta de Amostras;
o Ensaios de Laboratório;
o Avaliação do Volume das Ocorrências.
o Quantidades mínimas de materiais de ocorrência a serem reconhecidas, para
cada 1 Km de pavimento:
Regularização e
Base e Sub-base Areia
reforço do subleito
2.500 m³ 2.000 m³ 300 m³
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6 Escolha de jazidas
➢ Tratamento Estatístico
𝟏, 𝟐𝟗 . 𝝈 σ𝑿
𝑿𝒎𝒂𝒙 ഥ+
=𝑿 + 𝟎, 𝟔𝟖. 𝝈 ഥ=
𝑿
𝑵 𝑵
𝟏, 𝟐𝟗 . 𝝈 ഥ )²
σ(𝑿 − 𝑿
𝑿𝒎𝒊𝒏 ഥ−
=𝑿 − 𝟎, 𝟔𝟖. 𝝈 𝝈=
𝑵 𝑵−𝟏
o Valor Máximo Provável
o Valor Mínimo Provável
o Mínimo de 9 amostras
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6 Escolha de jazidas
3. Conhecidos os valores do Limite de Liquidez para 12 amostras de uma
jazida, pede-se calcular LLmax e o LLmin.
Amostra LL Amostra LL
1 38 7 40
2 37 8 42
3 43 9 37
4 40 10 38
5 39 11 38
6 40 12 37
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REVISANDO ...
➢ Descrição e comportamento dos solos;
➢ Estudo do subleito;
➢ Classificação dos solos;
➢ Compactação;
➢ Critérios para escolha de jazidas.
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Obrigado pela atenção!
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