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Comunicação e Códigos na PMESP

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CURSO SUPERIOR DE TÉCNICO DE

POLÍCIA OSTENSIVA E PRESERVAÇÃO DA


ORDEM PUBLICA

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
E COMUNICAÇÕES

JULHO – 2024

1º CICLO DE ENSINO
Sumário

1. TELECOMUNICAÇÕES - CONCEITO ............................................................................. 3


2. CODIFICAÇÕES E SIGLAS DE TIC NA PMESP ............................................................. 4
3. CÓDIGO “Q”........................................................................................................................ 5
4. ALFABETO FONÉTICO INTERNACIONAL ................................................................... 7
5. A IMPORTÂNCIA DA RADIOCOMUNICAÇÃO NA PM ............................................... 8
6. STATUS DE VIATURA ...................................................................................................... 9
7. CODIFICAÇÃO DE OCORRÊNCIAS .............................................................................. 10
8. CÓDIGOS DE ENCERRAMENTO DE OCORRÊNCIAS COM DESPACHO ............... 14
9. TÉCNICAS DE UTILIZAÇÃO E EXPLORAÇÃO DA REDE RÁDIO .......................... 14
10. SISTEMA DE COMUNICAÇÃO ...................................................................................... 16
11. TRANSCEPTORES ........................................................................................................... 18
12. QFTIC ................................................................................................................................. 20
13. SISTEMAS DE RADIOCOMUNICAÇÃO ....................................................................... 21
14. CRIPTOGRAFIA E A SEGURANÇA NA REDE-RÁDIO .............................................. 24
15. TELEFONIA ...................................................................................................................... 25
16. USO DE APARELHO CELULAR PARTICULAR DURANTE O SERVIÇO: ............... 27
17. SISTEMA CROSS.............................................................................................................. 29
18. COPOM .............................................................................................................................. 31
19. SIOPM CORP ..................................................................................................................... 33
20. SIOPM WEB ...................................................................................................................... 34
21. COPOM ON LINE ............................................................................................................. 35
22. GEOLOCALIZAÇÃO ........................................................................................................ 37
23. TELEMETRIA ................................................................................................................... 38
24. COMPUTAÇÃO EMBARCADA ...................................................................................... 39
25. RAIA................................................................................................................................... 42
26. REGISTRO DE OCORRÊNCIA RO-e .............................................................................. 43
27. CÂMERAS OPERACIONAIS PORTÁTEIS (COP) ......................................................... 44
28. SISTEMA MURALHA PAULISTA .................................................................................. 45
29. INTRANET PM.................................................................................................................. 48
30. CORREIO ELETRÔNICO NA PM ................................................................................... 49
31. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:............................................................................... 51
Aula 1 e 2 - Telecomunicações (conceito e breve histórico); Codificações e siglas na PMESP.

1. TELECOMUNICAÇÕES - CONCEITO
A Lei nº 4.117 de 27 de agosto de 1962 institui o Código Brasileiro de Telecomunicações
e define em seu artigo 4º:
“Para os efeitos desta lei, constituem serviços de telecomunicações a transmissão,
emissão ou recepção de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou
informações de qualquer natureza, por fio, rádio, eletricidade, meios óticos ou qualquer
outro processo eletromagnético”.

A Lei nº 9.472, em seu artigo 8º, cria a Agência Nacional de Telecomunicações


(ANATEL), com a função de órgão regulador das telecomunicações em todo país.

Desta forma, todas as frequências utilizadas no Sistema de Radiocomunicação Digital


(SRD) pela PMESP são fiscalizadas pelo órgão regulador, ou seja, pela ANATEL.

Conceito de Comunicação: transmissão de uma mensagem entre o emissor e o receptor,


utilizando uma linguagem comum.

Mensagem: algo que precisa ser transmitido.

Emissor: de onde origina a mensagem.

Receptor: aquele que recebe a mensagem inteira e a entende.

Canal: meio pelo qual a mensagem é transmitida.

3
Fonte: Internet

2. CODIFICAÇÕES E SIGLAS DE TIC NA PMESP

Na PMESP, os principais órgãos de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) são:


2.1. A DTIC: Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação, formados pelos
seguintes Departamentos:
• Departamento de Planejamento e Cibersegurança (DPC), localizado no
Complexo Administrativo Cel PM Hélio Guaycurus (antigamente onde se localizava
a DTel);
• Departamento de Comunicação e Infraestrutura (DCI), localizado no Complexo
do Invernada do Barro Branco (antigamente onde se localizava o CTel/CSMMTel);
• Departamento de Aplicações e Sistemas (DAS), localizado no Complexo do
Quartel do Comando Geral (QCG - antigamente onde se localizava o CPD).

Missão da DTIC: prover infraestrutura, sistemas, serviços e soluções


tecnológicas inovadoras que atendam às necessidades de comunicação da
Polícia Militar e de outros Órgãos, para combater o crime e aumentar a
segurança do cidadão.

2.2. O COPOM: Centro de Operações da Polícia Militar, sendo que o de São Paulo está
localizado na Rua Ribeiro de Lima nº 158.

4
DTIC Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação
DCI Departamento de Comunicação e Infraestrutura
DAS Departamento de Aplicações e Sistemas
COPOM Centro de Operações da Polícia Militar
SIOPM Sistema de Informações Operacionais da Polícia Militar
RDO Registro Digital de Ocorrências
TPD Terminal Portátil de Dados
US Unidade de Serviço
ROE Registro de Ocorrências Eletrônico
RSO Relatório de Serviço Operacional
Prodesp Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo
SSP Secretaria da Segurança Pública
IIRGD Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt
Infocrim Sistema de Informações Criminais
Fotocrim Sistema de Fotografias Criminais
CPP Cartão de Prioridade de Patrulhamento
PE Ponto de Estacionamento
AISP Área de Interesse de Segurança Pública
CPC Comando de Policiamento da Capital
CPM Comando de Policiamento Metropolitano
CPI Comando de Policiamento do Interior

Aula 3 e 4 – Padrão de utilização dos equipamentos de rádio na PMESP (código Q, alfabeto


fonético, gírias utilizadas); A Importância da Radiocomunicação na PM.

3. CÓDIGO “Q”:
O Código “Q” é utilizado nas comunicações via rádio, civil e militar, tendo como
objetivo a redução do tempo de emissão prolongando a vida útil do equipamento,
economia do canal de voz em cada mensagem dando maior fluidez e confiabilidade nas
5
comunicações, proporcionando melhor entendimento entre operadores de
radiocomunicação em qualquer idioma.
O Código “Q” é formado pela substituição de informações por um conjunto de três letras,
sempre iniciadas pela letra “Q”, que dá nome ao código, e que é a letra inicial da palavra
question, em português: “pergunta”, apesar disso, pode ser utilizado tanto para pergunta,
resposta ou inserido em uma frase.
Exemplo: Qual é o seu QTH? ou seja: Qual é o seu endereço? (Pergunta). Meu QTH
é .... ou seja: Meu endereço é (Resposta).
O código Q foi criado por volta 1909, originalmente pelo governo britânico, como uma
lista de abreviações preparadas para o uso dos navios britânicos e estações costeiras
licenciadas pela Agência Postal Geral.

Foi aprovado em 21 de dezembro de 1959, na Convenção Internacional de


Telecomunicações, em Genebra (Suíça), da qual o Brasil é um dos países signatários,
entrando em vigor em 1º de maio de 1961.
Compreendem-se os grupos de QAA à QZZ distribuídos em quatro séries:
QAA - QNZ - Serviço Aeronáutico.
QOA - QQZ - Serviço Marítimo.
QRA - QUZ - Serviço Geral: Exército, PM, PC, Radioamadores e etc.
QVA - QZZ - Não distribuídos.

Códigos mais usados na PMESP:


Código Significado Código Significado
QAP Na Escuta, escutar Intensidade dos sinais:
QRA Prefixo da estação, Identificação 1- Apenas perceptível:
QRM Interferência de outra estação 2- Muito fraca;
QSA
QRT Parar transmissão 3- Um tanto fraca;
QRU Tens algo para mim? Novidade 4-Boa;
QRV Pronto para receber 5-Ótima.
QRX Espere, Aguarde QTA Cancelar mensagem
QSL Confirmação, compreendido QTC Mensagem, Comunicado
QSJ Dinheiro, Valor QTI Destino, Rumo verdadeiro
QSO Contato entre duas estações QTH Endereço, Localização
QSP Retransmissão gratuita ou Ponte. QTR Hora exata

Casos especiais:
Código Significado Origem
NiHIL Nada Nada em Latim
RPT Repetir RePeaT em inglês
TKS obrigado ThanKS em inglês

6
4. ALFABETO FONÉTICO INTERNACIONAL
O alfabeto fonético internacional é um sistema de notação fonética baseado no alfabeto
latino, criado pela Organização de Aviação Civil Internacional e também adotado pela
Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) como uma forma de representação
padronizada dos sons do idioma falado.
É o método de soletração mais utilizado no mundo. Ele define palavras-chave para letras
do alfabeto inglês por meio de um princípio acrofônico (Alfa para A, Bravo para B, etc.)
para que palavras e números possam ser pronunciados e entendidos por aqueles que
transmitem e recebem mensagens de voz por rádio ou telefone, independentemente de
seu idioma nativo, especialmente quando a segurança de navegação ou de indivíduos é
essencial.
Letra Código Pronúncia Letra Código Pronúncia
A ALFA ál fa N NOVEMBER no vém ber
B BRAVO brá vo O OSCAR ós car
C CHARLIE tchár li P PAPA pa pa
D DELTA dél ta Q QUEBEC que béc
E ECHO é co R ROMEO rô meu
F FOXTROT (FOX) fóx trot S SIERRA si é rra
G GOLF gol fe T TANGO tán go
H HOTEL ho tél U UNIFORM ú ni fo me
I INDIA ín dia V VICTOR víc tor
J JULIETT jú li et W WHISKEY uís qui
K KILO kí lo X XRAY (XINGÚ) écs rei (xin gu)
L LIMA lí ma Y YANKEE ián qui
M MIKE máic Z ZULU zu lu

Da mesma maneira os números têm uma forma padronizada de comunicação.


Anteriormente se utilizava a forma ordinal, ou seja: primeiro, segundo, terceiro e assim
por diante, e negativo para 0 (ZERO).
Entretanto, desde 2005 a PMESP adotou a forma de numeração cardinal, ou seja, um,
dois, três, etc.
Número Código Pronúncia Número Código Pronúncia
0 ZERO zé-ro 5 CINCO cin-co
1 UM (UNO) um 6 MEIA-DÚZIA (MEIA) meia-dú-zia
2 DOIS do-is 7 SETE sé-te
3 TRÊS três 8 OITO oi-to
4 QUATRO qua-tro 9 NOVE nó-ve

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Existem ainda algumas expressões usadas com frequência por policiais militares na rede rádio,
entretanto estas não têm caráter oficial:
Termo usado na rede rádio Significado
Baixa frequência, via Falcão Contato por telefone
36 Pausa para comer
Papa Fox (PF) Policial feminina
Papa Mike (PM) Policial masculino
Copiar Escutar
Ca Ge (Caráter Geral) Veículo produto de roubo/furto
Comando Comando Força Patrulha
Subárea Comandante de Cia
QSA Para indicar condição de saúde
QTO Banheiro

5. A IMPORTÂNCIA DA RADIOCOMUNICAÇÃO NA PM

As atividades de segurança pública exigem, no contexto contemporâneo, um adequado suporte


técnico da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) para obtenção de êxito, a fim de
atender aos requisitos de eficiência, eficácia e efetividade. Assim, a TIC passa a fazer parte
essencial da estratégia do negócio.
A Tecnologia da Informação e Comunicação tem exercido papel fundamental para os
tomadores de decisão, pois, ao se atingirem as metas da organização, quanto mais sólidas e
completas, melhores serão os resultados alcançados; caso contrário, poderão gerar prejuízos
incalculáveis à Instituição.
TIC é de vital importância para que a Polícia Militar desempenhe as suas atividades
operacionais e também administrativas, com efetiva participação na gestão dos processos e
nos programas de Gestão da Qualidade, tendo em vista ser uma ferramenta valiosa para
melhoria dos serviços prestados à comunidade.
Dessa forma, para que a Polícia Militar possa obter êxito nas suas atividades de segurança
pública e de atendimento ao cidadão, são empregadas tecnologias voltadas ao atendimento
telefônico emergência (190 e 193), processamento eletrônico da informação e a
radiocomunicação, os quais fazem parte de um conjunto essencial para o bom atendimento da
sociedade.

Sem sombra de dúvidas, TIC está cada vez mais presente em nosso cotidiano, fato perceptível
nas redes sociais, transações bancárias, comércio eletrônico, internet, convergência de mídias
na telefonia celular, entre outros.
A tecnologia é fator essencial ao desempenho das atividades de segurança pública, desde o
8
atendimento do telefone de emergência policial até o encerramento da ocorrência no Distrito
Policial.
A informação rápida e correta ajuda os comandantes, gerentes ou tomadores de decisões a
atingirem suas metas.
Concluindo, a importância da comunicação no serviço policial tem como objetivos:
• APOIO;
• Preservação da VIDA;
• Inteligência, rapidez e clareza das informações;
• Sucesso das operações.

Aula 5 e 6 - Exibição de áudios de ocorrências.

Aula 7 e 8 - Status de viatura e códigos de ocorrências; Técnicas de utilização e exploração da rede


rádio (Informações essenciais a serem transmitidas via rede de rádio e sequência de ações).

6. STATUS DE VIATURA
Denomina-se status de viatura, o conjunto formado por um código e sua correspondente
denominação, que serve para designar a condição de operabilidade de uma viatura,
abrangendo a situação patrimonial e a operacional propriamente dita.
A tabela de Status de viatura controla a condição operacional de uma US.
Sua função, além do controle dinâmico e imediato da frota operacional, é permitir a
elaboração de estatísticas tais como: quantidade de horas de operação da viatura ou da frota
de uma OPM, tempo de atendimento de ocorrência, viaturas baixadas entre outras.
Toda viatura operacional deve sempre estar em um STATUS.

A guarnição de uma viatura, ao iniciar as atividades, realiza a composição da US via SIOPM


Web, ou fornece ao COPOM o STATUS conforme tabela abaixo.

É necessário o registro do status e todas as suas informações pertinentes (dados da ocorrência,


QTH, QTR de início e término, entre outros) nos relatórios, como por exemplo, o Relatório
de Serviço Operacional (RSO).
Tabela de Status de Viatura
Status 01 - Disponível: é a condição da viatura, operando em um ou vários subsetores de
uma subárea, pronta para o atendimento de ocorrência.
Status 02 - Manutenção Rápida: é a viatura que sai de qualquer status operacional para
pequenos reparos ou lavagens dentro da própria área de atuação.
Status 03 - Operação Especial: condição operacional da viatura empregada em determinada
9
subárea e sua atividade principal é o patrulhamento. Atenderá as ocorrências com as quais
sua guarnição deparar e, extraordinariamente, as irradiadas pelo COPOM. Enquadram -se
neste Status: Força Tática, Ronda Escolar, Rota, Radiopatrulhamento Comunitário, viaturas
empenhadas em operações de polícia ostensiva.
Status 04 - Abastecimento: condição da viatura que, em prejuízo momentâneo de outro
status que ocupe (exceto 05), desloca-se com ciência do COPOM para abastecimento.
Status 05 - Atendimento de Ocorrência: condição da viatura que se encontra atendendo a
ocorrência de qualquer natureza, com numeração fornecida pelo COPOM.
Status 06 - Assunção Manual: diz respeito somente ao COPOM quando o SIOPM deixa
de operar por qualquer circunstância.
Status 07 - Baixa por Equipamento Rádio: condição da viatura que permanece inoperante
por falta ou defeito no equipamento de rádio.
Status 08 - Baixa por Acidente de Viatura: condição da viatura que permaneceinoperante
por ter sofrido acidente de qualquer natureza.
Status 09 - Reserva: viatura em condições de operação, que permanece inoperante,
estacionada em sua respectiva base de operação.
Status 10 - Rendição: é a condição da viatura durante o período de troca da guarnição nas
sedes respectivas.
Status 11 - Supervisão: condição da viatura destinada a atividade de gerenciamento de uma
determinada área de OPM. Enquadram-se neste caso: Supervisor Regional, Comandante da
Subárea, Rota Comando, Comando de Força Tática, CFP e CGP.
Status 12 - Baixa por Defeito Mecânico ou Elétrico: condição da viatura que permanece
inoperante em virtude de defeito na parte mecânica ou elétrica.
Status 13 - Viatura em processo de descarga: é a condição da viatura em processo de
descarga.
Status 14 - Viatura em processo de troca de prefixo.
Status 15 - Refeição: condição da viatura que, em prejuízo momentâneo de outro status que
ocupe (exceto 05), com ciência do COPOM, encontra-se com sua equipe realizando a refeição.

7. CODIFICAÇÃO DE OCORRÊNCIAS
(Alterado pelo Bol G PM 188/17, 024/19 e 143/19) De acordo com o M-16-PM:
Artigo 1º - A Codificação de Ocorrências constitui processo por meio do qual são registrados
os fatos e circunstâncias relevantes das atividades operacionais realizadas pela Polícia
Militar, mediante a utilização de tabelas nas quais se encontram predefinidos os aspectos
dessas atividades que devem ser registrados, e seus respectivos códigos.

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Artigo 3º - A codificação de ocorrências da Polícia Militar tem por objetivos:
I - Padronizar as fórmulas de registro de fatos e circunstâncias relacionados às
intervenções operacionais da Polícia Militar, em especial as provenientes do serviço de
atendimento de chamadas de emergência;
II - Gerar informações úteis aos atendentes, despachadores e supervisores dos Centros
de Operações, seja na utilização do SIOPM (Sistema de Informações Operacionais da Polícia
Militar), seja no atendimento e despacho manual de ocorrências;
III - Permitir o correto preenchimento dos documentos oficiais destinados à obtenção de
Informações Quantitativas, naquilo que couber.
IV - Permitir a obtenção de estatísticas setoriais e globais a partir de dados reais, com
confiabilidade e flexibilidade, gerando informações para o planejamento e controle adequado
das atividades da Polícia Militar.

Seguem alguns códigos e definição de ocorrências mais comuns:


Grupo A - Contra a Pessoa e a Vida
A01 Homicídio culposo. Morte de alguém, provocada por conduta culposa de outra pessoa.
A02 Homicídio doloso. Morte de alguém, provocada por conduta intencional de outra pessoa
A05 Agressão. Ofensa à integridade física, moral, psicológica, material ou à saúde de alguém,
praticada por outra pessoa que não resulte em lesão.
A10 Ameaça. Promessa de causar mal injusto e grave a alguém, praticada por outra pessoa, por
palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico.
A98 Violência Doméstica. Violência doméstica e familiar contra a pessoa, configurada como
qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou
psicológico e dano moral ou patrimonial, incluindo descumprimento de medida protetiva de urgência
prevista na Lei Maria da Penha. (Incluído pelo Bol G PM 143/19)
A99 Medidas Protetivas (aplicativo). Risco à integridade física de pessoa detentora de medida
protetiva de urgência prevista na Lei Maria da Penha, concedida pelo Poder Judiciário do Estado de
São Paulo. Exclusivo para geração de ocorrência via aplicativo, não deverá ser utilizado para
encerramento de ocorrências. (Incluído pelo Bol G PM 143/19)

Grupo B - Contra o Patrimônio


B01 Furto. Subtração de coisa alheia móvel, para si ou para outrem.
B04 Roubo. Subtração de coisa alheia móvel, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou
violência à pessoa ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência.
Para caracterização do roubo, a violência deve ser praticada contra pessoa e não contra coisa.
B10 Receptação. Aquisição, recebimento, transporte, condução ou ocultação, em proveito próprio
ou alheio, de coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira,
receba ou oculte. O crime também ocorre na forma culposa, quando alguém adquire ou recebe coisa
que, por sua natureza ou pela desproporção entre o valor e o preço, ou pela condição de quem a
oferece, deve presumir-se obtido por meio criminoso.
11
B12 Alarme disparado. Aviso de alarme acionado em qualquer edificação, indicando a entrada não
autorizada de pessoa ou a prática de outros crimes.

Grupo C - Contra a Tranquilidade e os Mortos.


C01 Perturbação de sossego público. Perturbação a alguém, trabalho ou sossego público, mediante:
gritaria; algazarra; exercício de profissão incômoda ou ruidosa em desacordo com as - 33 -
prescrições legais; abuso de instrumentos sonoros ou sinais acústicos; provocando ou não procurando
impedir barulho produzido por animal de que tem guarda.
C04 Desinteligência. Desentendimento entre pessoas, gerando discussões e/ou agressão verbal, sem
chegar a constituir crime.
C05 Averiguação de atitude suspeita. Averiguação realizada em face de pessoa que apresenta
atitude sob fundada suspeita.

Grupo D - Contra os Costumes.


D09 Jogo de azar. Estabelecimento ou exploração de jogo de azar em lugar público ou acessível ao
público, mediante o pagamento de entrada ou não.

Grupo F - Com Entorpecente.


F02 Uso de Entorpecente. Fazer uso de substância que determine dependência física ou psíquica,
desde que o uso seja proibido ou controlado, nos termos da lei.

Grupo L - De Trânsito.
L01 Veículo. Refere-se a situações nas quais a ação policial decorre de uma ou mais das seguintes
circunstâncias que envolvem veículo abandonado, avariado, com pane mecânica / elétrica, localizado
ou ainda submerso.
L08 Acidente de trânsito com vítima. Todo evento não premeditado, de que resultem lesões em
pessoas e/ou animais, em que pelo menos uma das partes esteja em movimento nas vias terrestres.
Exceto ocorrência com moto.
L09 Acidente de trânsito sem vítima. Todo evento não premeditado, de que resulte dano em veículo
ou na sua carga em que pelo menos uma das partes esteja em movimento nas vias terrestres. Exceto
ocorrência com moto.
L10 Acidente de trânsito com PM. Todo evento não premeditado envolvendo policial militar de
serviço ou de folga, de que resulte dano em veículo ou na sua carga e/ou lesões em pessoas e/ou
animais, em que pelo menos uma das partes esteja em movimento nas vias terrestres.
L12 Acidente de trânsito com moto. Todo evento não premeditado, envolvendo motocicleta que
resulte dano e/ou lesões em pessoas e/ou animais, em que pelo menos uma das partes esteja em
movimento nas vias terrestres.

12
TABELA DE NATUREZA DE OCORRÊNCIAS DO M-16-PM
CONFORME BOL G PM 143, DE 01 DE AGOSTO DE 2019

13
8. CÓDIGOS DE ENCERRAMENTO DE OCORRÊNCIAS COM DESPACHO:
COD RESULTADO COD RESULTADO
1 CONDUÇÃO A ÓRGÃOS POLICIAIS 30 PARTE(S) ORIENTADA(S)
2 RESOLVIDA PELA PM 33 RESOLVIDA PELA GCM
3 NADA MAIS HAVIA 34 RESOLVIDA PELO COI
5 CONDUÇÃO A OUTROS ÓRGÃOS 35 RESOLVIDA PELO SAMU
6 END INEXISTENTE/NÃO LOCALIZADO 38 ENCAMINHAMENTO AO CONSELHO TUTELAR
9 CONDUÇÃO A PS/HOSPITAL 55 RESOLVIDA POR MEDIAÇÃO DO PM (NUMEC)
COND/ENCAMINHAM A ÓRGÃO ELAB DE NOTIFICAÇÃO DE OCORRÊNCIA
11 56
ASSIST/ABRIGO (NOC)
RESOLVIDA PELO CORPO DE
13 61 TROTE
BOMBEIROS
15 NADA CONSTATADO 63 ENCAMINHADO PARA NUMEC
18 RESOLVIDA POR OUTRO ÓRGÃO 64 ELABORADO BOLETIM SOCIAL
19 SOCORRIDA POR POPULARES

Além dos códigos de encerramento de ocorrência com despacho, citados acima, existem
códigos de encerramento de ocorrências sem despacho, utilizados internamente pelo COPOM,
como DUPLICIDADE DE CHAMADA, CANCELADA POR ORDEM SUPERIOR,
DISPENSADA PELO SOLICITANTE, etc.

9. TÉCNICAS DE UTILIZAÇÃO E EXPLORAÇÃO DA REDE RÁDIO


O microfone utilizado nos transceptores é do tipo “PUSH TO TALK – PTT ” (aperte para falar),
sendo que, quando acionado, desliga a parte de recepção do equipamento e liga a transmissão.
Para que se possa obter uma comunicação eficaz e precisa são necessárias algumas técnicas
de utilização e exploração da rede de rádio.

• Entre o acionar da tecla “PTT” e o desligar do circuito de recepção/ ligar circuito de


transmissão há um pequeno lapso de tempo (quase um segundo); por isso o operador não deve
apertar a tecla PTT e falar imediatamente para que o início da frase não seja suprimido;
• A fim de evitar interferência na transmissão da comunicação de outra US, o policial que
pretende modular deve ouvir a rede rádio antes de iniciar uma transmissão para ter certeza que
o canal está livre e desocupado;
• Deve-se tomar todo o cuidado para não manter pressionada, acidentalmente, a tecla “PTT”
(pela colocação de objetos sobre o microfone), pois caso ocorra, o transmissor ficará acionado,
transmitindo para a rede tudo o que for falado no interior da viatura, além de interromper toda
comunicação na rede rádio. Lembrando que pode haver apenas uma comunicação de cada vez;
• Fazer as transmissões tão breve quanto possíveis, com o máximo de abreviações, fazendo
uso correto das codificações (código Q, alfabeto fonético, etc.), de forma a ocupar o canal pelo
menor tempo possível;

14
• Manter o microfone distante cerca de 5 centímetros da boca durante as comunicações e tom
de voz normal para que o áudio seja inteligível para todos;
• Somente usar a rede de rádio para assuntos de serviço;
• Responder sempre prontamente a qualquer chamado via rede rádio;
• Sempre verifique no display (visor do rádio) se o canal que está selecionado no rádio é o
seu canal de comunicação correto (caso de transceptores que possuírem programação de mais
de um Batalhão);
• Mantenha o volume do rádio de modo que seja possível ouvir claramente, evitando que este
permaneça muito alto, para o abordado não ouvir a informação, além da discrição;
• Ao comunicar com o COPOM (ou outra viatura), deverá ser informado primeiramente quem
será solicitado e depois se identificar. Exemplo em que a viatura 123 necessita solicitar o COPOM:
“COPOM ESTÁ NO QAP DA VIATURA 123?”.
O COPOM necessita comunicar com o CFP: “ O COMANDO ESTÁ NO QAP DO
COPOM?”.

DISCIPLINA NA REDE DE RÁDIO


Algumas regras básicas disciplinam o bom aproveitamento das redes de rádio, tais como:
• Em ocorrências de gravidade ou prioridade, somente comunica quem está diretamente
ligado à ocorrência, informando QTH e QRU, sendo o CFP responsável pelo gerenciamento
da rede rádio com auxílio do despachador da cabine do COPOM para a rede não virar um
caos;
• Para informar a rede rádio que a equipe está com uma ocorrência de gravidade são
utilizadas as expressões: BREVIDADE, PRIORIDADE, COM UMA CERTA;
• No caso de uma via longa (avenidas), ao informar o QTH, deve-se informar também a
altura (numeral) ou o sentido da via. Exemplo: “COPOM, CARÁTER GERAL
EVANDINDO-SE DA VIATURA PELA AVENIDA TIRADENTES SENTIDO
SANTANA”.
• Não se deve usar gírias ou palavras estrangeiras, sendo que a comunicação deve ser
estritamente sobre serviço;
• Não se deve aproveitar-se do anonimato para atrapalhar a rede de rádio (antigamente, antes
de existir a identificação de cada viatura que modula, existia o chamado “chá de caneco”);
• Embora os equipamentos possuam mais de um canal, só devemos operar na frequência a
nós destinada;
• Se houver programação de vários batalhões no transceptor, atentar para a mudança de canal
15
de acordo com a área da OPM que está trabalhando, principalmente as viaturas de OPM
especializadas (Choque em geral, Trânsito, BAEP, Rodoviária e Ambiental);
• Falar na rede rádio de forma calma a fim de facilitar o entendimento das mensagens;
• Nas ocorrências que há necessidade de urgência da viatura de Resgate ou do Corpo de
Bombeiros, deverá ser informado inicialmente que se trata de uma ocorrência desse tipo.
Exemplo: “COPOM, ACIONA O RESGATE COM UMA CERTA PARA O QTH, QRU DE
VÍTIMA PRESA EM FERRAGEM”.

Aula 09 e 10 - Utilizando a codificação ministrada em sala de aula, adequada à respectiva modalidade


de policiamento.

Aula 11 e 12 - Sistema de Comunicação; Classificação de um sistema de comunicação; Transceptores


(conceito); Tipos de transceptores (Funcionalidades e Padrão de utilização dos equipamentos de rádio e
da rede de rádio na PMESP)

10. SISTEMA DE COMUNICAÇÃO


Quaisquer que sejam os métodos de envio utilizados, necessitamos, além da informação que
queremos enviar (Mensagem), um sistema de comunicação se utiliza basicamente de um
transmissor (Emissor), de um meio de comunicação (Canal) e de um Receptor.

Um sistema de radiocomunicação simples é chamado de enlace de rádio, composto por


Antena; Ambiente; Transmissor, Receptor; e Cabos de conexão.

Transmissor: composto por um microfone que converte a informação a ser transmitida em


impulsos elétricos; um modulador, que controla as variações da frequência; um oscilador, que
gera uma determinada frequência de rádio chamada de onda portadora; e uma antena para
emitir as ondas eletromagnéticas.
Receptor: Tem como componentes principais: a antena para captar as ondas eletromagnéticas
e convertê-las em sinais elétricos; amplificadores que aumentam a intensidade desses sinais;
16
misturador que faz a demodulação do sinal separando a portadora do áudio; e um alto-falante
para converter os sinais em ondas sonoras.
Um TRANSCEPTOR é um equipamento dotado de ambos os estágios (transmissor e receptor)
em um único equipamento.
Antena: é um elemento muito importante na comunicação à distância, pois ela que influencia
no desempenho do enlace e interage diretamente com o ambiente onde deve operar o
equipamento. Uma condição importante é a de se ter visada entre as antenas, ou seja, as
antenas não apenas se enxergam mutuamente, mas precisam de uma área livre de obstáculos
ao redor da reta que as une.

Ambiente: é o espaço físico existente onde a comunicação está ocorrendo. Obstáculos como:
paredes de alvenaria, de metais, de madeira, de plástico, árvores, água, etc, podem dificultar
a “visada” entre antenas. Algumas vezes pode ser necessário efetuar testes para se ter certeza
da viabilidade do enlace.

PROBLEMAS NA COMUNICAÇÃO
Um sistema de comunicação normalmente sofre perdas, atenuações e a influência de ruído
no sinal modulado. Além disso, podem ocorrer distorções e interferências que provocam
mudanças na forma do sinal transmitido.
Ruídos: são sinais aleatórios, produzido por fontes naturais.
Interferência: são sinais indesejáveis gerados por processos criados pelo homem.
Distorções: são mudanças na forma de onda devido à resposta imperfeita do sistema em
relação ao sinal, podem ocorrer em qualquer ponto do sistema de comunicação.
Outros fatores com grande influência no desempenho dos sistemas de comunicação são: a
distância, a energia necessária e as condições do ambiente em que o sistema vai operar.

17
11. TRANSCEPTORES

Transceptor é comumente chamado de RÁDIO, sendo que se trata de um equipamento de


comunicação que transmite e recebe sinais, composto por:
• Microfone
• Transmissor (modulação e codificação)
• Antena
• Receptor: (demodulação e a decodificação)
• Alto falante

TIPOS DE TRANSCEPTORES

Transceptor Fixo (TF) - É um equipamento de comunicação que permite centralizar as


comunicações e pode abranger uma área de cobertura muito maior sem a necessidade da
instalação de estações repetidoras (dependendo da topografia do local). São aqueles
instalados em imóveis ocupados pela Policia Militar (Batalhão, Cia PM, Destacamento, GP,
etc), ou seja, locais que possibilitem a fixação da antena na área externa.
É composta por transceptor móvel ligado a uma fonte de alimentação, cuja antena é diferente
daquela de um rádio móvel, possibilitando maior ganho em irradiação e consequentemente
maior alcance.

Transceptor Móvel (TM) - É o transceptor instalado em qualquer veículo (terrestres,


aquáticos ou marítimos) podendo operar quando o mesmo estiver em movimento ou
estacionado em lugar não especificado, dentro da área de cobertura de uma rede de rádio
específica.

18
Transceptor Móvel Aeronáutico (TMA) – É o transceptor móvel instalado nos helicópteros do
Comando de Aviação da Polícia Militar (CAvPM).

Transceptor Portátil (TP)- É um


transceptor de uso pessoal que é
chamado de HT (Handie Talkie),
devido ao porte e peso pode ser
transportado e usado em qualquer
lugar, não dependendo de um lugar
específico para ser usado.

19
Repetidora - Utilizada para ampliar a cobertura do sistema
irradiante, recebendo os sinais e retransmitindo
automaticamente, mantendo uma comunicação clara e eficaz.
Deve ser instalada preferencialmente no ponto mais alto da
região, dependendo da topografia, para um melhor
rendimento de equipamento. É composta basicamente por um
rádio transmissor e outro receptor, acoplados a um gabinete
com fonte de alimentação e ligados a um duplexador e a uma
antena fixa instalada em uma torre.

Algumas marcas de transceptores atualmente utilizados:


- Motorola
- TAIT
- Harris

12. QFTIC
Assim como existe uma quantidade fixada e definida de viaturas por Organização Policial
Militar (OPM) chamado de Quadro de Fixação de Frota (QFF), para os equipamentos de TIC
também existe um Quadro de Fixação de Ativos de Tecnologia da Informação e Comunicação
chamado de QFTIC.

O QFTIC define a quantidade de Computadores, Notebooks, Transceptores (todos os


tipos) e Dispositivos Embarcados (TPD) que cada Unidade da PMESP deve possuir.
As aquisições destes equipamentos acontecem de acordo com os claros existentes no respectivo
QFTIC.

Aula 13 e 14 - Demonstração prática do funcionamento do equipamento de rádio.

20
Aula 15 e 16 - Sistemas de Radiocomunicação (conceito, analógico e digital, digital convencional e
digital troncalizado); Criptografia (conceito e padrão utilizado no sistema de rádio da PMESP).

13. SISTEMAS DE RADIOCOMUNICAÇÃO

Site: local previamente escolhido por


meio de estudos técnicos de cobertura e
capacidade de transmissão
(normalmente um local alto), composto
basicamente por torre, antenas e demais
equipamentos para propagação das
ondas que formam um sistema de
radiocomunicação.

TM das viaturas se afiliando a sites que fazem a propagação dos sinais formando o SRD.

21
Sistema de Radiocomunicação Analógico (SRA)
No Sistema de Radiocomunicação Analógico (SRA) é mais comum à presença de
interferência, intermodulação, falta de redundância, dificuldade de expansão, diminuição da
sensibilidade do receptor entre outras falhas que não são encontradas nos sistemas digitais.

O que caracteriza a transmissão analógica é que a forma de onda possui a informação que deve
ser reproduzida no destino, ou seja, não há o emprego de técnicas de codificação para a
mensagem. Sendo uma comunicação suscetível a ruído, distorções e interferências.

Sistema de Radiocomunicação Digital (SRD)


No Sistema de Radiocomunicação Digital (SRD) a transmissão digital apresenta melhor
desempenho frente ao ruído, devido ao uso de equipamento de repetidoras digitais que
regeneram a transmissão de sinais pulsados, permitindo a recuperação de pulsos de formato
perfeito, totalmente isento de ruído. Pode, entretanto, ocorrer um erro na interpretação do
pulso, mas isto só ocorre eventualmente, e é possível durante a fase de projeto reduzir a níveis
considerados satisfatórios. O desempenho do sistema digital é bem superior ao analógico.
As principais características do sistema digital são: segurança da comunicação, correção de
erro, uso de repetidoras de alto tráfego, uso mais eficiente do espectro, etc.
A principal desvantagem desse sistema é que se torna mais sensível à atenuação de sinais por
conta de absorção, obstáculos, reflexões podendo até distorcer os sinais.

SRD Convencional X Troncalizado


O sistema de radiocomunicação digital convencional caracteriza-se pela fixação de um canal
de radiofrequência por repetidora para um determinado número de transceptores (fixos,
móveis e portáteis). Assim, os transceptores sempre estarão atrelados a um determinado canal
de radiofrequência ou repetidora.
Dessa forma, podem-se construir diversas redes de radiocomunicação, porém uma
determinada quantidade de transceptores sempre estará atrelado a um determinado canal,
correspondendo a uma repetidora em particular. São simples quanto à montagem e
configuração da rede e de custos relativamente baixos quanto à implantação, ao
funcionamento, à operação e à manutenção, mas não são robustas do ponto de vista de
interferências e nem adequadas a elevado tráfego de comunicações.

O tráfego gerado em um sistema convencional de radiocomunicação é um fator limitante para


a quantidade de redes em função do número de transceptores. Por exemplo: suponha-se um
sistema convencional composto de 05 (cinco) canais, com uma distribuição média de 30
22
transceptores por canal. Em um dado momento, o sistema poderá ter todos os seus canais
ocupados; em outro momento, canais ocupados e desocupados ao mesmo tempo. O segundo
momento é o mais crítico, pois mesmo havendo canal livre gerará fila de espera e poderá
comprometer a eficiência operacional, podendo trazer graves prejuízos à atuação operacional ou
expor o policial militar ao risco de não conseguir solicitar o apoio em uma ocorrência de
gravidade.
A solução para esse tipo de problema foi o emprego da técnica de troncalização de canais, de
forma que os transceptores possam utilizar qualquer um dos canais do sistema, mediante
controle inteligente de distribuição dos canais.
Essa distribuição é realizada através do canal de controle, que tem por função gerenciar o
tráfego e distribuir, de forma equilibrada, o canal a um determinado usuário da rede rádio.
Dessa forma, diferentemente do sistema convencional, que fixa rádios por canal, o sistema
troncalizado atrela rádios por grupo de conversação, independente do canal.

Rede Convencional
Na rede convencional o número de grupos de usuários que utilizam o sistema é maior que o
número de canais que o sistema proporciona, principalmente em horários de picos de
ocorrências, como por exemplo, o período noturno de sexta-feira e finais de semana, bem como
dias de recebimento de pagamento de salário dos cidadãos, ou seja, circunstâncias propícias
para a criminalidade agir. Como consequência, vários grupos de usuários (policiais militares
modulando ao mesmo tempo) compartilham um canal individual.

Nesse tipo de SRD, o policial militar deve aguardar que o canal seja liberado para só então
comunicar. Há ainda a possibilidade de ser bloqueado por outros usuários com um sinal mais
forte. Mesmo que haja canais disponíveis no sistema, o usuário fica restrito aquele destinado a
ele.

Rede Troncalizada
Visando aumentar a capacidade de tráfego de comunicação em uma rede de rádio foi criado o
sistema de rádio troncalizado, no qual todas as frequências estão disponíveis e vão sendo
alocadas de acordo com demanda, à medida que cada usuário requer acesso ao sistema.
Os sistemas de rádio troncalizado diferem dos sistemas de rádio convencionais, que utilizam um
canal exclusivo (frequência) para cada grupo de usuários, enquanto que os sistemas
troncalizados usam uma associação de canais que estão disponíveis para um determinado grupo
de usuários.

23
A rede troncalizada tem como principais características: canal de controle, chamadas em
grupo, chamada de multigrupo, chamadas privativas, chamada de alerta/emergência, fila de
espera, prioridades de acesso. Todos os usuários compartilham todos os canais, e em segundo
lugar nenhum canal permanece livre enquanto existir necessidade de comunicação.
Quando uma repetidora convencional apresenta falha ou sofre interferência, os usuários
alocados neste canal determinado perdem a capacidade de comunicação. Com o sistema
troncalizado, caso uma repetidora falhe, o controlador detecta o problema e não aloca esta
repetidora como canal de conversação, até que a mesma seja recuperada ou que a possível
interferência desapareça.
Além disso, na fase 2 do sistema troncalizado (TDMA) é possível a divisão dos canais de
comunicação, aumentando assim sua capacidade.

14. CRIPTOGRAFIA E A SEGURANÇA NA REDE-RÁDIO

A PMESP adotou a criptografia para garantir a segurança e privacidade da comunicação


operacional, garantindo que ninguém consiga ouvir as mensagens sem estar devidamente
autorizado.
Criptografia significa codificar as mensagens por meio de uso de algoritmos, de forma que
ela seja compreensível apenas para aqueles que devem ter acesso à informação.
A PMESP não compartilha a comunicação com nenhum outro órgão público de segurança
(Polícia Civil, Guardas Municipais, Polícia Federal, entre outros) e muito menos com órgãos
24
privados ou mídias.
Para poder operar no Sistema de Radiocomunicação Digital (SRD), os transceptores (todos
os tipos) devem ser devidamente programados, encriptados e inseridos no sistema.
O DCI é o responsável por tais providências.

Aula 17 e 18 - Exercícios práticos de comunicação via rádio, com simulação de atendimento de


ocorrências.

Aula 19 e 20 – Telefonia; Padrão de atendimento telefônico na PMESP, Uso do Celular, Sistema


CROSS.

15. TELEFONIA
O princípio da telefonia é a transformação da energia acústica (especialmente a voz humana)
em elétrica e vice-versa.
O Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) é o serviço de telecomunicações que, por meio
de transmissão de voz e de outros sinais, destina-se à comunicação entre pontos fixos
determinados, utilizando processos de telefonia.

Serviços Públicos de Emergência


100 Secretaria dos Direitos Humanos
128 Serviços de Emergência no âmbito do Mercosul
180 Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher
181 Disque Denúncia
190 Polícia Militar
191 Polícia Rodoviária Federal
192 Serviço Público de Remoção de Doentes (ambulância)
193 Corpo de Bombeiros
194 Polícia Federal
197 Polícia Civil
198 Polícia Rodoviária Estadual
199 Defesa Civil

25
Contudo, no âmbito da PMESP temos dois tipos de Serviço Telefônico Fixo Comutado –
STFC, a saber:
O Operacional, que dá suporte ao atendimento emergencial 190 e 193 (COPOM e COBOM).

Os serviços de emergência 190 para acionamento à Polícia Militar e 193 para acionamento ao
Corpo de Bombeiros são classificados como Serviços de Utilidade Pública, modalidade Serviço
Público de Emergência.

O Administrativo, que utiliza serviços de comunicação telefônica, com a finalidade de


produzir a integração entre as Unidades Policiais no exercício de sua missão, entre as Unidades
Policiais com os demais órgãos da Administração Pública e com a Comunidade, através do
Serviço Telefônico Fixo Comutado, nas modalidades: Local, Longa Distância Nacional (LDN)
e Longa Distância Internacional (LDI), para prover o tráfego de voz e dados.

REDE INTERNA DE TELEFONIA ADMINISTRATIVA


A Polícia Militar tem um elevado custo de contas telefônicas. Para reduzir os custos com
telefonia foi instalada uma Rede Interna denominada RITel (Rota interna de Telefonia) que
permite a discagem direta gratuita aos ramais das OPMs da Capital e Região Metropolitana de
São Paulo.
O uso da RITel é muito simples, basta seguir os passos descritos abaixo:
• retirar o telefone do gancho;
• teclar o código de 4 (quatro) dígitos da Rede Interna da OPM a ser chamada, conforme a
Relação de Códigos de Área da Rede Interna abaixo, e mais o sufixo (quatro últimos números
do telefone) da OPM;
Exemplo: Telefone (11) 3327-7555
Código de Área da Rede Interna é “5740” Tecle “5740-7555”
Nas ligações entre o Complexo Administrativo “Cel PM Helio Guaycuru de Carvalho”
(CAdm) e o Quartel do Comando Geral (QCG), o usuário só precisa teclar os quatro últimos
números, não sendo necessário discar o prefixo do código de área.
As OPM que não integram o sistema de Rede Interna continuam utilizando os prefixos e
sufixos cadastrados pela Rede de Telefonia Pública (Indicador Telefônico), listado nas páginas
das OPMs na Intranet PM.

TELEFONIA MÓVEL – “Celular funcional” (SMP)


O Serviço Móvel Pessoal (SMP) trata-se de um serviço de fornecimento de aparelho telefônico
celular com linha de dados e voz, com o objetivo de respaldar e auxiliar as funções de
26
comandamento (CFP, Cmt Cia, Coordenador Operacional, Cmt Btl, Cmt CPA/CPI, entre
outros) para a tomada de decisões, por meio da disseminação de informações operacionais no
menor espaço de tempo possível, para solução e tomada de providências dos fatos ocorridos.
Por meio das ligações telefônicas dos respectivos responsáveis do local da ocorrência (CFP
principalmente) o escalão superior é cientificado sobre o fato ocorrido. A Polícia Militar do
Estado de São Paulo, por meio da DTIC, mantém contrato com a empresa CLARO visando a
prestação de serviços de SMP para Oficiais que atuam primordialmente na área operacional.

16. USO DE APARELHO CELULAR PARTICULAR DURANTE O SERVIÇO:


Em relação ao uso do aparelho celular pessoal durante a atividade operacional, a Súmula
Instrução Continuada do Comando (ICC)1 nº 307 (de 15NOV21) diz que:

“Ao utilizar o celular, a atenção do usuário é focada na atividade executada na tela do


aparelho e há a readequação da postura corporal, com o direcionamento da cabeça para
baixo, reduzindo assim, as possibilidades do campo de visão e inconscientemente a percepção
auditiva de sons externos. Esta situação causa grande distração e o impede de perceber e
interpretar o ambiente em que está inserido.

Mais preocupante ainda é este fenômeno impactando a vida e a rotina do policial militar, uma
vez que as consequências serão extensivas e graves caso o policial, por desatenção, não
consiga se antever a determinadas situações de perigo real, além da exposição negativa da
imagem da Instituição.

O policial fica sujeito ao mesmo risco em horário de folga ou durante o deslocamento em


transporte público, já que na maioria das vezes está fardado e desacompanhado, de modo que
a necessidade de atenção e manutenção do estado de alerta se acentua ainda mais.”

Ainda em relação ao uso do celular pelo motorista que conduz a viatura, existe a previsão do
artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro que proíbe seu uso durante a condução de veículo.
A ICC diz:“Cabe ao encarregado a responsabilidade pela comunicação via rede rádio, a
atenção aos riscos e situações de segurança e o auxílio constante ao motorista, de forma que
ele também deve evitar ao máximo o uso do celular durante o deslocamento, privilegiando a
segurança e a imagem institucional.”

1
Fonte: http://www6.intranet.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/dec/?page_id=1669, acesso em 18JAN24.
27
Fonte: Internet
Quanto ao uso de celular, a referida ICC cita ainda as seguintes cautelas:
• Dê preferência a ligações rápidas;
• Busque local seguro e atente para a segurança;
• Se for imprescindível o uso de aplicativo, prefira mensagens de voz, pois elas permitem
que sua visão continue no ambiente e diminuem o tempo de utilização;
• Se a utilização de aplicativo for para estrito auxílio ao serviço, como uso de GPS,
pesquisas de interesse policial e manuseio do TPD, prefira fazer desembarcado ou com
outro policial na segurança;
• Os aparelhos intercomunicadores "telefone celular" poderão ser portados sobrepostos
nos uniformes B-3, B-4 ou nos uniformes operacionais em geral, que possuam cinto
em sua composição, na seguinte conformidade:
• com cinturão, deverão ser presos do lado oposto ao coldre;
• sem cinturão, deverão ser presos ao cinto, em posição à direita do usuário;
• fardas que não possuam cinto em sua composição não comportam a sobreposição do
aparelho.
• O uso de aparelhos intercomunicadores funcionais deverá ser lançado em Relatório de
Serviço, logo no início do trabalho;
• A postagem indiscriminada de imagens de ocorrência pode denegrir a sua imagem ou
a da Instituição, podendo acarretar responsabilização inclusive criminal com relação à
exposição indevida de terceiros;
• Se julgar que a ocorrência possui potencial para divulgação, siga os canais adequados
e encaminhe as imagens ao Centro de Comunicação Social (CComSoc), para que sejam
submetidas à análise técnica e então divulgadas nos canais oficiais.
• é proibida a postagem, divulgação, difusão ou compartilhamento de imagens, áudios
ou vídeos
de ocorrências policiais, conforme ORDEM DE SERVIÇO Nº CoordOpPM-
040/03/14;

28
• utilize o celular somente em casos de precisão, como ligações de urgência ou assuntos
profissionais;
• havendo a necessidade de fazer o uso do celular, desembarque da viatura, para que,
dessa forma, o outro integrante da equipe permaneça atento e realizando a segurança,
evitando situações indesejadas.
Sua vida e integridade física são muito importantes para a instituição e principalmente
para sua família, tenha isso em mente e faça o uso responsável das tecnologias.

17. SISTEMA CROSS


Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde

Fonte: https://www.cross.saude.sp.gov.br/

A Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde foi criada pela Secretaria da Saúde
do Estado de São Paulo tendo como objetivo implementar uma ferramenta de gestão do
sistema de saúde de todo Estado.

Tais serviços propiciam a correta assistência médica conforme necessidade da ocorrência.

Desta forma, por meio do CROSS, é possível que o COPOM consiga sinalizar para qual
unidade de saúde é possível socorrer uma vítima dependendo do tipo da lesão e da
disponibilidade de atendimento de cada unidade.
29
30
Aula 21 e 22 – COPOM (estrutura e regionalização): tecnologias e operacionalidade. Atendimento 190
e despacho de viaturas. SIOPM Corp, SIOPM Web e COPOM Online e Geolocalização;

18. COPOM

Fonte: http://copom.intranet.policiamilitar.sp.gov.br/institucional/

COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar) é o órgão de atendimento ao público, por


meio do telefone de emergência 190 e de despacho de ocorrências de uma determinada região,
planejado e organizado de acordo com as normas, critérios técnicos e de demandas da localidade
abrangida.

Inaugurado em dezembro de 1971, sendo instalado no prédio do QCG, dotado de um sistema


telefônico com 20 troncos sequenciais e com registro das solicitações todo feito manualmente
pelos atendentes, em 1982 já contava com mais de 500 policias militares de ambos os sexos e
atendimento diário de mais de 12 mil solicitações, através do recém-criado serviço 190.

A Polícia Militar vem trabalhando na reestruturação administrativa dos COPOMs, de forma a


racionalizar os meios humanos e materiais empregados nesta atividade. Assim a regionalização
dos Centros de Atendimento e Despacho (CAD), em torno de estruturas centralizadas
denominadas Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM), localizadas em OPM de maior
escalão e que possam atender toda a área geográfica de suas unidades subordinadas.
A centralização do atendimento do serviço telefônico de emergência foi viabilizada pela
ANATEL por meio da Resolução nº 357/04 (referência “1.5.”), que obrigou as empresas
concessionárias de serviços de telefonia a realizarem o roteamento intermunicipal das ligações
ao telefone 190, sem ônus para o Estado e o solicitante, enquanto o despacho depende de outras
providências estruturais da Polícia Militar para a cobertura perfeita das áreas abrangidas na
centralização.
Assim o COPOM, quando regionalizado, deve seguir determinados padrões de organização e
funcionamento, de forma a poder oferecer serviços de qualidade para o atendimento das
chamadas de emergência pelo telefone 190, bem como para o despacho das viaturas do

31
policiamento ostensivo.
Atualmente o interior é atendido pelos COPOM Regionais, os quais atendem as chamadas 190
e despacham as ocorrências para todas as cidades de abrangência do Grande Comando.

Fonte: http://copom.intranet.policiamilitar.sp.gov.br/institucional/

Mapa das posições de despacho (PD):

Em 2016, o DCI reestruturou todos os COPOM da Região Metropolitana (CPA/M-6, CPA/M-


7, CPA/M-8 e CPA/M-12), sendo que todos foram remanejados para o COPOM SP, inclusive
o COBOM.
Total de COPOM no Estado de São Paulo: 11
COPOM SÃO PAULO = CPC/CPM
COPOM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS = CPI-1
COPOM CAMPINAS = CPI-2
COPOM RIBEIRÃO PRETO = CPI-3
COPOM BAURU = CPI-4
COPOM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO = CPI-5

32
COPOM SANTOS = CPI-6
COPOM SOROCABA = CPI-7
COPOM PRESIDENTE PRUDENTE = CPI-8
COPOM PIRACICABA = CPI-9
COPOM ARAÇATUBA = CPI-10

19. SIOPM CORP


O SIOPM (Sistema de Informações Operacionais da Polícia Militar) teve início em 1988, com a primeira versão
em COBOL, passando pela Linguagem C em 1997, abrangendo COPOM e COBOM/CPC, COPOM/CPI-2 e
COBOM Campinas, CPA/M-6 (ABC).
O SIOPM é utilizado no registro de informações sobre as ocorrências atendidas pela Polícia
Militar, contendo a base de dados de logradouros, cuja referência é o mapa oficial do Município.
Permite a supervisão, em tempo real, de ocorrências geradas e dispõe de recursos de acesso aos
bancos de dados de armas, veículos e pessoas (PRODESP, INFOSEG, etc).

É importante saber que as informações obtidas por meio de consultas às bases


de dados da PRODESP, INFOSEG, SIOPM Corp e outras, são de uso
exclusivo para o serviço policial militar e de caráter RESERVADO.

Os principais objetivos do SIOPM são:


• Agilizar, otimizar e gerenciar os serviços de Segurança Pública prestados pela PMESP;
• Proporcionar o controle do atendimento de uma ocorrência desde o recebimento da
chamada telefônica até sua finalização;
• Controlar as patrulhas em serviço, inclusive a necessidade de viaturas.

Está subdividido em 03 (três) módulos:


Módulo Atendimento onde são classificadas as chamadas ou geradas as ocorrências oriundas
do telefone 190.
Módulo Despacho que gerencia as ocorrências proporcionando o despacho das viaturas,
controla os horários das Unidades de Serviço (US), cadastra envolvidos, armas, veículos, ações
PM, resultados, etc. Além de subsidiar ao bancos de dados para consultas.
Módulo Supervisão, proporciona o gerenciamento e suporte aos atendentes e despachadores,
além de consultar e controlar ocorrências pendentes e complexas e dar suporte ao serviço
operacional.

33
20. SIOPM WEB
Toda a infraestrutura operacional está interligada ao SIOPM Web que proporciona a composição
de Unidade de Serviço (US) conhecido como Composição de Mapa Força, adequa também a
geração de relatórios operacionais e gerenciais, bem como o encerramento de ocorrências via
web.
A composição de patrulhas (US) é essencial para que sejam utilizadas as funcionalidades do TPD.

Tela de início
SIOPM Web

Composição do mapa força:

34
Visualização das abas:

21. COPOM ON LINE

O COPOM ON LINE é o sistema desenvolvido para apoiar os comandantes na tomada de


decisão, pois permite em tempo real monitorar as ocorrências em atendimento e pendentes e
supervisionar as unidades de serviços, possibilitando a visualização do local em que a mesa se
encontra, bem como seus integrantes. Sendo assim, os comandantes de Companhias e de
Batalhões podem desenvolver estratégias eficientes de policiamento, alocando recursos humanos
e logísticos, de forma inteligente em sua área de policiamento, propiciando um policiamento
eficaz e inteligente.
É desenvolvido pela própria PMESP, estando integrado com os demais sistemas utilizados pelo
COPOM,
O sistema possui diversos relatórios como replay da US (Unidade de Serviço) e mapa de calor,
sendo que existe ainda a possibilidade de utilização do georreferenciamento em todas as
informações produzidas Trata-se de uma ferramenta que possibilita um nível de análise que vai
muito além das informações tabulares ou disponibilizadas por gráficos, possibilitando a
exibição de mapas e consequente análise espacial dos dados, sejam eles de ocorrências ou dados

35
de produtividades, como a quantidade ou região onde estão ocorrendo mais abordagens, índices
criminais, entre outros.

Possibilita uma visualização dos gestores, em tempo real, de onde estão as viaturas (ícones no
mapa), quais são os seus integrantes, quais as características da área, quais as ocorrências mais
comuns e em que ponto da área estão localizadas (mapa de calor, temático de ocorrências), tudo
de forma georreferenciada e com acesso instantâneo tanto aos comandantes, quanto ao próprio
COPOM.
Alertas:

36
Consulta de veículos:

22. GEOLOCALIZAÇÃO
A geolocalização permite identificar a origem geográfica de uma pessoa a partir de um
computador ou celular conectado à internet por meio do rastreamento do IP e de outros métodos
de identificação utilizando sistemas de satélites e servidores.
Celulares e smartphones utilizam o GPS integrado para envio de informações de localização
física geográfica. As maiorias dos equipamentos pedem a autorização prévia do usuário.
O GPS (Global Positioning System - Sistema de Posicionamento Global) é um sistema de
navegação por satélite a partir de um dispositivo móvel, que envia informações sobre a
posição de algo em qualquer horário e em qualquer condição climática.
Hoje em dia, o GPS é usado nos mais diversos aspectos da vida cotidiana das pessoas, seja como
um direcionamento de navegação (na aviação, marítima ou de automóveis) ou para encontrar
uma localização específica no mapa.

37
Os sistemas de posicionamento global usam a trilateração para determinar a localização de um
receptor em terra.

23. TELEMETRIA
Trata-se de uma solução tecnológica de rastreamento, telemetria, gestão de logística e controle
de frota para utilização nas viaturas da PMESP.
A solução de telemetria está integrada ao COPOM Online.

Aula 23 e 24 - Exploração das funcionalidades do equipamento de rádio, adequados à respectiva


modalidade de policiamento.

38
Aula 25 e 26 - Computação Embarcada; Funcionalidades do TPD Consultas, RAIA; RO-e.

24. COMPUTAÇÃO EMBARCADA


Consiste na instalação de terminais de dados em viaturas policiais, utilizando tecnologias de
ponta capazes de dar suporte aos protocolos utilizados, tais como o uso de serviços de dados
permitindo a verificação de placas de veículos, RG, entre outros recursos como a localização da
viatura em tempo real.
A computação embarcada teve início com os equipamentos
da Motorola ML-910 (laptop) e o HC- 700 (palm top).
Foi substituído por equipamentos mais sofisticados à época,
o i-MXT (tablet). O tablet i-MXT fabricado pela empresa
Maxtrack, foi projetado para o segmento industrial e
automotivo aparelho é robusto e leve, utiliza o Android,
sistema operacional que funciona sobre a plataforma Linux.
Esse equipamento ficava dentro da viatura, presa no vidro dianteiro,
sobre o painel. Era ligado diretamente à bateria da viatura e
proporciona a gestão do policiamento.
A versão em tablet era denominada Terminal Móvel de Dados (TMD) e está em fase final de
desativação pela DTIC, porém todas as normas e recomendações anteriormente aplicadas ao
TMD se aplicam ao TPD.

Terminal Portátil de Dados (TPD)

Consiste num tipo de computação embarcada, utilizando-se


de um smartfone, atualmente empregado no serviço
operacional, para que se possa agilizar a consulta de dados,
como pesquisas veicular, criminal, de celulares, entre outras.
Seu funcionamento está vinculado à composição da patrulha
através do SIOPM Web, para que todas as funcionalidades
possam ser disponibilizadas.
Em uma tela os policiais militares podem acessar os bancos de dados com informações policiais,
fazer uma análise preventiva do local, usar o Sistema de Posicionamento Global (GPS, do inglês
Global Positioning System), e confeccionar o Relatório de Averiguação de Incidentes
Administrativos (RAIA), além da elaboração de Registro de Ocorrências Eletrônico.
A principal finalidade do TPD é a de reduzir o uso da rede de rádio e proporcionar um
39
gerenciamento mais efetivo do policiamento da área por meio de informações como, quanto
tempo à viatura levou para chegar à ocorrência e quais policiais estão dentro da viatura. Tudo
monitorado pela intranet.
Com tais avanços tecnológicos, hoje o policial tem à sua disposição, durante a atividade
operacional, ferramentas que agregam inteligência e maior celeridade à atividade policial.
A versão 9.5 do sistema trás registro de Autos de Infração de Trânsito (AIT) para infrações
estaduais e na cidade de SP o E-AIT da CET municipal, além inclusão de consultas e o Registro
de Ocorrências Eletrônico (RO-e) como novidades.

• O equipamento fica atrelado ao encarregado da equipe.

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CONSULTAS:

A Consulta de VEÍCULO pode ser feita por Placa ou Chassi, e a de PESSOA agora pode ser
feita pelo RG ou CPF.

A Consulta de CELULAR/TABLET pode ser feita


pelo IMEI, a de Bicicleta pelo nº de Série do
Quadro e a SAÍDA TEMPORÁRIA é possível
consultar beneficiados pelo RG, CPF ou
Matrícula.

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25. RAIA
Relatório sobre Averiguação de Incidente Administrativo, ou apenas, RAIA, destina-se ao
registro da constatação de incidente (s) administrativo (s) relacionado à violação de normas
administrativas, sanitárias, fiscais, trabalhistas, civis, etc.

O policial militar, quando no exercício de suas atividades, ao ser comunicado ou constatar a


existência de incidente administrativo que, de alguma forma, possa afetar a ordem pública em
qualquer dos seus aspectos (segurança pública, salubridade pública e ou tranquilidade pública),
deverá elaborar o RAIA, sem prejuízo de outras medidas. (Fonte: ICC 225)

Antigamente o RAIA era elaborado através de formulário escrito e encaminhado ao órgão


responsável, atualmente ele é feito pelo TPD, que gera automaticamente as informações de
localização, sendo necessário apenas indicar o tipo de incidente no local.

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26. REGISTRO DE OCORRÊNCIA RO-e
Para registrar as ocorrências, o RO-e está gradativamente
substituindo o antigo BOPM. Esse registro inclusive pode
servir como base para um processo judicial, como um
Termo Circunstanciado. O RO-e encontra-se no TPD,
sendo necessário logar-se utilizando o CPF e senha do
Active Directory (AD, a mesma do e-mail funcional).

Apesar de possuir diversas telas de preenchimento, o sistema é intuitivo, abrindo opções


conforme evolui-se no preenchimento.

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Aula 27 e 28 . Demonstração prática do funcionamento do TPD com exercícios práticos e treinamentos
do TPD. Registro de evidência digital.

27. CÂMERAS OPERACIONAIS PORTÁTEIS (COP)

Fonte: Anexo B da Diretriz nº PM3-001/02/22.


6.2. Regras gerais de emprego da COP:
6.2.1. a COP é parte integrante do EPI, destinada ao uso exclusivo no serviço operacional,
por policial militar devidamente capacitado, sendo vedada a sua utilização para captação de
imagens e áudios que não sejam de interesse policial, ressalvados o uso em instrução e
treinamento ou em teste de funcionamento do equipamento;
Todos os policiais integrantes da US deverão utilizar as COP

COP com as luzes vermelhas intermitentes significa que a câmera


está gravando um vídeo intencional.

COP com as luzes verdes intermitentes significa que a câmera


está em standby registrando vídeos de rotina.

Regras de uso das COP:


• Mantenha a COP em standby durante todo o turno de serviço;
• Inicie a gravação intencional imediatamente após o despacho da ocorrência e antes de
qualquer ação policial (abordagens, fiscalizações, incursões, etc.);
• Informe as pessoas que a ocorrência está sendo gravada;
• Grave sua voz com a motivação antes de encerrar a gravação;
• Só encerre a gravação de uma ocorrência quando não houver mais partes sob sua custódia e
já estiver retornando ao patrulhamento;
• Em apoio a qualquer ocorrência/situação/ação a COP deve estar gravando;

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• Classifique as evidências no smartphone antes do fim do turno de serviço ou no sistema após
o upload dos dados à nuvem.

Registro de evidência digital:

Nos casos em que existam a produção de evidências


digitais em ações policiais como abordagens, incursões
em comunidades, busca e varredura em edificações,
orientações ao público e outros casos em que não exista
despacho de ocorrência e o número de talão, pode ser
gerado tal número através do T|PD, no menu RAIA,
clicando no botão “Registro de Evidência Digital”.
Confirmando em “SIM” um número de talão de
ocorrência será exibido na tela, para posteriormente ser
inserido no campo “ID” das evidências digitais.

Aula 29 e 30 - Muralha Paulista/Sistema Radar. Intranet PM e Correio eletrônico.

28. SISTEMA MURALHA PAULISTA


O Muralha Paulista (antigo Detecta) consiste em um sistema
inteligente de monitoramento criminal e de consciência situacional
em tempo real, que funciona como um motor de busca relacionando,
associando e cruzando informações existentes em suas bases de
dados automaticamente, mediante o fornecimento de um parâmetro
(exemplo: Placa de veículo), gerando alertas em tempo real,
otimizando assim o trabalho dos Policiais do Estado de São Paulo.
A PMESP contribui com o Muralha Paulista com o Sistema Radar, que consiste em câmeras
inteligentes equipadas com OCR (Optical Character Recognizing – Reconhecimento Óptico de
Caracteres) e integração com banco de dados dos sistemas da PMESP, Polícia Civil, Detran e
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Instituto de Identificação. Esse sistema e tem como principal objetivo a detecção em tempo real
de veículos que trafegam em vias públicas com pendências criminais.

Visual do sistema – Tempo Real:

Vídeo:

Menu:

Consultas Predefinidas:

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Investigação:

Consultas Predefinidas:

O acesso ao Muralha Paulista está vinculado a função, precisa estar vinculado a atividades de
Inteligência, Corregedoria, Justiça e Disciplina, Coordenadoria Operacional, Planejamento de
Operações, Centro de Operações, Centro de Comando de Controle, Comandantes e Sub Cmt de
Unidades até Cia PM (Cmt, Sub Cmt, Div Op e seus auxiliares até nível de Cia PM.

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29. INTRANET PM

As instruções para utilização da INTRANET da Polícia Militar, I-30-PM observa quanto às


regras de utilização:

-
Tela incial do portal da intranet em 2024,. Está em testes um novo portal da Intranet.

A intranet é restrita aos usuários dentro da rede PM. Para acesso à INTRANET por meio do
celular ou computador não conectado diretamente a rede da PMESP, deve-se utilizar o VPN
(“Virtual Private Network” - Rede Privada Virtual) que estabelece uma conexão de rede
protegida mesmo ao usar redes públicas, sendo necessário seguir os procedimentos indicados
ao usuário.

Atenção: A VPN-CORPORATIVO não tem direito de acesso para Mídia/streaming de vídeo,


Redes sociais, Windows Update e quaisquer outras solicitações de atualizações (assim como
antivírus)

Dentro da rede interna os Policiais Militares podem ter acesso à Internet, mediante “login” e
“senha”, ambos fornecidos nos órgãos de ensino da Polícia Militar, quando do ingresso na

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Instituição;
- Observar rigorosamente os procedimentos de segurança estabelecidos quanto à
confidencialidade da sua senha, a qual é pessoal e intransferível, através da qual pode efetuar
operações a ele designadas nos recursos computacionais que acesse;
- Não divulgar a sua senha a outras pessoas, mantendo-a em segurança;
- Somente utilizar o seu acesso para os fins relacionados com o serviço policial militar e para
os quais estiver devidamente autorizado, em razão de suas funções;
- Responder em todas as instâncias, pelas consequências das ações ou omissões de sua parte
que possam pôr em risco ou comprometer a exclusividade de conhecimento de sua senha ou
das transações que tenha acesso;

30. CORREIO ELETRÔNICO NA PM


O HCL Notes 12 é um sistema cliente-servidor de trabalho colaborativo e e-mail, concebido pela
empresa HCL Technologies. É usado principalmente como um cliente de e-mail, mas também age
como cliente de comunicador instantâneo (no caso para o Lotus Sametime), Navegador, Caderno
eletrônico, calendários e outros recursos, bem como uma plataforma para interagir com as
aplicações colaborativas.

O Notes foi o primeiro aplicativo a adotar usar a criptografia de chave pública para a autenticação
do usuário e para a criptografia dos dados.

Ele pode ser acessado por meio do endereço eletrônico:

https://mail.policiamilitar.sp.gov.br/, inserindo número do CPF e senha pessoal.


Como a versão 12 está em fase de implementação, ainda é possível acessar o e-mail corporativo
através do https://correio.policiamilitar.sp.gov.br/

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As instruções para utilização das ferramentas eletrônicas de comunicação da Polícia Militar
são as I-31-PM, sendo importante salientar:

- Será conferido ao usuário somente uma conta com senha, pessoal e intransferível, para
acesso aos serviços de correio eletrônico.

- O usuário é inteiramente responsável pela confidencialidade de sua conta e senha, bem


como de qualquer atividade que ocorra na utilização da sua conta.

- O usuário deverá notificar imediatamente o Oficial de Telemática de sua OPM, para que
este adote as providências necessárias junto ao CPD (atual DTIC) referente a qualquer uso
não autorizado de sua conta ou qualquer violação de segurança que seja ou não de seu
conhecimento.

- As contas de correio eletrônico da PMESP são para uso exclusivo e em função do trabalho
realizado.
- Não utilizar tais serviços para fins ilegais, imorais ou que maculem a Instituição

- Não transmitir e/ou divulgar material ilegal, difamatório, abusivo, ameaçador, prejudicial,
vulgar, obsceno, injurioso, que viole a privacidade ou quaisquer direitos de terceiros ou
que de qualquer outra forma seja censurável

- Não transmitir e/ou divulgar qualquer material que viole direitos de terceiro, incluindo os
de propriedade intelectual;

- Não transmitir e/ou divulgar qualquer material que tenha natureza ou caráter comercial
e/ou político;

- Não abusar de sua condição para obter acesso não autorizado aos serviços de tecnologia
da PMESP;

- Ser responsável pelo conteúdo de correio eletrônico que vier a transmitir.

Aula 31 e 32 - Estudo de caso de ocorrências de vulto e corriqueiras, Abertura e encerramento de


ocorrências.

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31. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BRASIL. Lei nº 4.117, de 27 de agosto de 1962. Institui o Código Brasileiro de


Telecomunicações. Diário Oficial da União, de 5 out. 1962. Disponível
em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4117.htm> . Acesso em 18 jan 2024.

BRASIL. Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997. Dispõe sobre a organização dos serviços de
telecomunicações, a criação e funcionamento de um órgão regulador e outros aspectos
institucionais, nos termos da Emenda Constitucional nº 8. Diário Oficial da União, Brasília ,DF,
17 jul. 1997. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9472.htm>. Acesso em:
18 jan 2024.

FERRARI, Antonio Martins. Telecomunicações: evolução e revolução. São Paulo: Érica, 1998.

MEDEIROS, Dário Garcia. Regulamentação do Uso de Radiofrequências no Brasil:


Situação da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Monografia do Mestrado Profissional em
Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública. — Centro de Altos Estudos de Segurança
“Cel PM Nelson Freire Terra”, Polícia Militar do Estado de São Paulo, 2004.

MIYOSHI, Edson Mitsugo; SANCHES, Carlos Alberto. Projeto de sistemas de rádio. São
Paulo: Érica, 2002.

NETO, Vicente S.; LUCILIO, Petrucci A.; TEIXEIRA, Paulo S., de A. Sistemas de propagação
e rádio enlace. São Paulo: Érica, 2002

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 39.994, de 10 de março de 1995. Disciplina o uso de


serviços de telefonia móvel celular. Diário Oficial do Estado. São Paulo, SP, de 11 mar. 1995.
Disponível em:
<http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1995/decreto-39994-10.03.1995.html>.
Acesso em: 18 jan 2024.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 40.006, de 17 de março de 1995. Dispõe sobre a


otimização do uso dos equipamentos que compõem o Sistema Integrado de Telecomunicações
Oficiais do Estado e dá providências correlatas. Disponível em:
<http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1995/decreto-40006-17.03.1995.html> .
Acesso em: 18 jan 2024.

SÃO PAULO (Estado). Decreto Estadual nº 40.007, de 17 de março de 1995. Disciplina a


utilização de linhas telefônicas no âmbito do Estado de São Paulo e dá providências correlatas.
Disponível em:
<http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1995/decreto-40007-17.03.1995.html> .
Acesso em: 18 jan 2024.

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Diretriz nº PM3-001/02/20 de 6 de


março de 2020. NORMAS PARA O SISTEMA OPERACIONAL DE POLICIAMENTO
PM – NORSOP. Disponível em: <https://www7.intranet.policiamilitar.sp.gov.br/
unidades/1empm/1empm_v3/Publicacoes/Manuais/Manuais%201%C2%AAEM/DTZ%20NO
RSOP%20PM3-001-02-20.pdf>. Acesso em: 18 jan. 2024.

51
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Manual de Codificação de
Ocorrências da Polícia Militar (M-16-PM). 2. ed. Disponível em:
<https://www7.intranet.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/1empm/1empm_v3/
Publicacoes/Manuais/Manuais%201%C2%AAEM/Manuais.htm>. Acesso em: 18 jan. 2024

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO.. Diretriz nº PM3-001/02/22. –


Câmeras Operacionais Portáteis . São Paulo: 3ª EM/PM, 2002.

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Instrução Continuada do Comando


(ICC) nº 225 (de 01JUN18). São Paulo, SP, 2018.

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Instrução Continuada do Comando


(ICC) nº 307 (de 15NOV21). São Paulo, SP, 2021.

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Nota de Instrução nº PM3-006/02/04


de 17 de dezembro de 2004. Disciplina a composição, forma de emprego e outras
particularidades das Equipes de Telecomunicações e do Serviço de Telecomunicações das
Organizações Policial-Militares. São Paulo, 2004.

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Portaria n°PM1-002/04/14. “I-30-


PM” – Instruções para utilização da rede mundial de computadores (Internet) e rede interna
(intranet) pela PMESP. 4ª edição, 2014. São Paulo: 1ª EM/PM, 2014.

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Portaria n°PM1-005/04/14. “I-31-


PM” – Instruções para utilização das ferramentas eletrônicas de comunicação na Polícia
Militar. 2ª edição, 2014. São Paulo: 1ª EM/PM, 2014.

SANTOS, Eduardo Carlos Farias dos. Telefonia Corporativa: Solução De Telefonia


Administrativa Para A Polícia Militar Do Estado De São Paulo. Monografia do Mestrado
Profissional em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública Centro de Altos Estudos de
Segurança “Cel PM Nelson Freire Terra”. Polícia Militar do Estado de São Paulo, 2015.

TELEFONES DE UTILIDADE PÚBLICA. Telefones Úteis. 2018. Disponível em: <


https://www.saopaulo.sp.gov.br/fale-conosco/telefones-uteis/>. Acesso em 19 jan. 2024.

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