O que são aplicações financeiras?
As aplicações financeiras podem ser definidas como ativos que estão disponíveis no mercado com o
objetivo de gerar retorno financeiro ao seu detentor ao longo do tempo.
No entanto, o retorno dessas aplicações nunca deve ser tido como sendo 100% seguro, pois estarão
sujeitos a riscos como, por exemplo, risco de crédito, liquidez e mercado.
Como existem vários tipos de aplicações financeiras, algumas são mais arriscadas que outras, no
entanto, quanto maior o risco, maior pode ser o retorno. Cabe ressaltar que um dos principais pontos
para os investidores é entender seu perfil de risco e a dinâmica da aplicação financeira que ele inseriu
em seu dinheiro.
O que é aplicação financeira?
Explicando tecnicamente, em uma aplicação financeira o interessado compra um ativo ou título
oferecido por uma instituição com o objetivo de obter uma remuneração para os recursos aplicados.
Tipos de aplicações financeiras
Existem inúmeros tipos de aplicações financeiras, com variações no tipo de rendimento, vencimento e
liquidez.
As opções podem ser mais seguras, como, por exemplo, algumas modalidades de renda fixa, ou que
visem uma maior rentabilidade e risco, como no mercado variável.
algumas das principais aplicações para o investidor iniciante começar a investir:
Tesouro Direto
Criado há 15 anos pelo Tesouro Nacional em parceria com a BM&FBovespa, o Tesouro Direto é um dos
investimentos mais seguros do [Link] garante a remuneração dos títulos é o Tesouro Nacional,
o governo do paí[Link] das grandes vantagens do Tesouro Direto é o baixo risco para o investidor além
da facilidade para aplicação, uma vez que títulos podem ser adquiridos por valores a partir de R$
[Link] como os conhecidos Certificados de Depósito Bancários (CDBs), os títulos do Tesouro podem
ser prefixados, pós-fixados ou híbridos.
Prefixado
O título prefixado do Tesouro Direto é conhecido como Letras do Tesouro Nacional, a LTN, ou
simplesmente Tesouro Prefixado, nome atual. Ao adquiri-lo o comprador já sabe no momento da
contração qual rendimento terá na data do vencimento.
No caso dos investimentos prefixados, eles são recomendados para quem não precisará utilizar os
recursos economizados no curto prazo.
A totalidade da rentabilidade acertada na contratação só será paga se o investidor levar a aplicação até
a data do vencimento. Em caso de retirada antecipada, o interessado pode ter perdas na rentabilidade.
Em algumas instituições, no entanto, esse resgate antecipado nem é realizado. Sendo assim, é
recomendado na carteira de investimentos para auxiliar nos objetivos definidos pelo cliente para o
médio prazo.
Pós-fixado
Os mais conhecidos títulos pós-fixados do Tesouro Direto são os títulos LTF, conhecidos hoje como
Tesouro Selic. Estes títulos remuneram seus compradores a partir do rendimento da taxa Selic, a taxa
básica de juros da economia brasileira. O valor desta taxa é definido periodicamente pelo Comitê de
Política Monetária do Banco Central do Brasil, popularmente conhecido pela sua sigla Copom. É uma
boa aplicação para quem busca baixo risco e retornos ligados ao motor básico da renda fixa.
Mesmo sem saber o valor final da remuneração dos títulos, a LTF, assim como qualquer título do
Tesouro Direto, garante ao comprador um rendimento mais atrativo quando comparado com a
caderneta de poupança. Outro ponto atrativo do Tesouro Selic é a sua alta liquidez.
Neste caso, a liquidez é de D+1, ou seja, o Banco Central do Brasil se compromete a comprar qualquer
título antes do vencimento e oferece os valores do resgate em um dia útil. Você negocia em um dia e
recebe no próximo dia útil. Por essa característica, os títulos do Tesouro Selic são recomendados na
composição de uma carteira de investimentos como aqueles recursos que podem ser usados em caso de
emergência. O Tesouro Selic não perde o rendimento mesmo se negociado antes do vencimento.
Híbrido
Esta alternativa é a menos popular entre os títulos do Tesouro Direto. A opção híbrida tem o retorno
definido por uma taxa fixa acrescida de um índice de inflação, o IPCA. Pode ser bastante interessante no
longo prazo, para se blindar da inflação.
Certificado de Depósito Bancário – CDB
O Certificado de Depósito Bancário está entre as opções mais populares de investimento do público
brasileiro. Com garantia de baixo risco (conta com garantia do FGC, a mesma que a poupança) e
rendimentos maiores do que o da caderneta de poupança, o CDB é uma aplicação de renda fixa
oferecida pelas grandes instituições bancárias.
Nela, o cliente faz uma espécie de empréstimo ao banco, onde determina o valor e fixa períodos em que
não pode movimentar o dinheiro.
Durante este tempo a instituição remunera com juros o valor depositado pelo investidor.
Ao contrário da tradicional poupança, que conta com uma rentabilidade fixa independente da
instituição bancária escolhida, o CDB tem remuneração variável de acordo com o banco escolhido.
Prefixado
Nesta opção, assim como no Tesouro Direto, o cliente sabe exatamente em quanto será remunerado já
no momento da contratação.
Por exemplo, se no momento da compra foi acertada uma taxa de 10% ao ano, independente de
qualquer alteração na economia do país, o cliente garante esse rendimento do valor nominal aplicado.
Pós-fixado
O CDB pós-fixado é o tipo mais popular de CDB.
Essa modalidade tem a taxa de remuneração geralmente atrelada ao valor do CDI, o Certificado de
Depósito Interbancário, que é uma taxa de juros que tem valor próximo à Selic, a taxa básica de juros da
economia brasileira.
Por exemplo, se um CDB pagar 110% do CDI, quando este for de 10%, a remuneração anual ficará em
11%.
O CDB pós-fixado pode ter liquidez diária, o que permite o resgate em qualquer período, ou no
vencimento, em que permite a retirada somente após o período determinado inicialmente.
Híbrido
Esta modalidade é menos comum.
O CDB híbrido tem também o rendimento associado a um índice de inflação.
Há uma taxa fixa somada ao índice de inflação, normalmente o IPCA, índice usado pelo governo para
medir a inflação oficial.
LCI e LCA
A Letra de Crédito Imobiliário, a LCI, e a Letra de Crédito do Agronegócio, a LCA, são títulos de renda fixa
criados para apoiar o crédito imobiliário e do agronegócio no Brasil.
Similares ao CDB, tanto a LCI quanto a LCA são emitidas pelos bancos com o objetivo de captar recursos
para destinar a empréstimos, que serão oferecidos tanto para o setor imobiliário quanto para o
agronegócio.
As duas aplicações têm características bastante semelhantes para o investidor e contam com isenção do
Imposto de Renda para pessoa física.
Também oferecem rentabilidades prefixadas e pós-fixadas.
LCIs e LCAs contam com a mesma garantia do FGC que CDBs e a poupança.
COE
Saindo dos investimentos tradicionais em renda fixa, o Certificado de Operações Estruturadas, o COE,
pode ser uma alternativa ao investidor.
O COE foi regulamentado pelo Banco Central em 2013 e pela CVM em 2015, e envolve renda fixa e
variável. Ele é um título que pode assumir diferentes formas de atuação.
A partir de um único investimento é possível ter acesso a novos mercados com a vantagem dos custos
baixos.
Existem duas formas de aplicação: com capital protegido (garantia da devolução do valor inicial) ou com
o capital em risco (sem a garantia).
A criação de uma COE depende de um banco ou de uma corretora, que emite esse título com um
vencimento (variável), um valor mínimo para a aplicação, um indexador e o cenário definido de ganhas e
perdas, com ou sem capital inicial protegido.
Os COEs sofrem a incidência do Imposto de Renda, mas não contam com a cobrança das taxas de
administração, performance ou custódia.
Os COEs não contam com a garantia do FGC.
Fundos de Investimentos
Um fundo de investimentos é um veículo de aplicações financeiras.
Ou seja, você não investe diretamente em um título, e sim faz um aporte para um fundo, que converte o
valor em cota e aplica em diferentes opções de renda fixa e variável.
Em palavras simples, um fundo de investimento reúne os valores destinados por diversas pessoas e
contrata um gestor que, a partir da aplicação desse dinheiro em modalidades do mercado financeiro,
busca uma maior remuneração.
Cada investidor possui uma ou mais partes do fundo, chamadas de cotas, que segue uma série de
normas para obter a remuneração.
De forma geral, é uma forma bastante prática de investir as economias, uma vez que profissionais
habilitados estarão cuidando da administração e buscando a melhor forma de rentabilidade.
O gestor profissional buscará as melhores oportunidades de investimento, porém sempre respeitando o
regulamento do fundo em questão. Por isso, é muito importante ler esse documento antes de aplicar
para evitar alguma surpresa.
Na classificação da Anbima, existem quatro tipos de Fundos de Investimentos: os Fundos de Renda Fixa,
os Fundos de Ações, os Fundos Multimercado e os Fundos Cambiais.
Renda fixa
Esta modalidade permite investimento em títulos emitidos por entidades públicas ou privadas, atrelados
à variação de taxas ou índices de preços pré ou pós-fixados.
Cambial
Tem a obrigação de investir no mínimo 80% dos recursos em dólares, euros ou em ativos que
representem a variação dessas moedas, como títulos públicos ou privados.
Seu principal fator de risco é a variação da moeda estrangeira ou do cupom cambial.
Ações
Nesta modalidade são aplicados recursos em ações de empresas negociadas na Bolsa de Valores.
Saiba mais sobre os fundos de ações neste texto aqui.
Multimercado
A alternativa de fundo de investimento multimercado oferece a possibilidade de investir em diversos
mercados ao mesmo tempo como juros, câmbio e ações.
Lembre-se: fundos de investimento não contam com a garantia do FGC.
Previdência Privada
Aplicação Financeira: o que é, tipos e opções para você investir
Os planos de Previdência Privada também estão entre as opções em Renda Fixa, ideais para investidores
que almejam um retorno no longo prazo maior em comparação com a caderneta de poupança.
São duas as modalidades de Previdência Privada: o Plano Gerador de Benefício livre (PGBL) e a Vida
Gerador de Benefício livre (VGBL).
Ambos se diferenciam das demais aplicações em renda fixa por unir benefícios de um investimento
financeiro com algumas vantagens fiscais asseguradas por Lei para aplicações de longo prazo.
Simplificando, o PGBL é mais adequado para quem tem renda tributável e declara o Imposto de Renda
no formulário completo, pois permite a dedução das contribuições até 12% da renda bruta anual.
Nesse tipo, o imposto recai sobre o total acumulado no plano.
Já o VGBL é indicado para quem declara o Imposto de Renda no formulário simplificado ou já atingiu os
12% num plano PGBL.
Nesse tipo de aplicação, o imposto recai sobre os lucros e não sobre o principal aplicado.
Eles são recomendados para investimentos de longo prazo, pois possuem uma tributação alta e não
contam com liquidez diária.
Apesar de ser uma possibilidade interessante de investimentos visando o longo prazo, os fundos de
previdência não contam com a garantia do FGC.
Diversifique seus investimentos
A diversificação dos investimentos é sempre a melhor opção para aliar segurança e rentabilidade a uma
carteira de investimentos.
Ao diversificar, é possível construir rentabilidades e prazos que se adequem às metas pessoais de curto,
médio e longo prazo, com liquidez diária e não.
Há inúmeros fatores que afetam papéis e títulos e um portfólio diversificado permite proteção em caso
de fatores externos.
Para o investidor, essa é a alternativa para lidar com a imprevisibilidade atrelada aos cenários
econômico e político.
Antes de começar a diversificar, é importante ter uma fatia de recursos para o curtíssimo prazo, uma
espécie de mecanismo de defesa contra imprevistos.
O apelido para essa parcela dos seus investimentos é colchão de liquidez, uma base de sustentação para
você se apoiar em qualquer momento.
Nesse colchão, entram aplicações de fácil resgate, como fundos DI, títulos do Tesouro Direto (de
preferência o Tesouro Selic, que não sofre com a volatilidade de outros títulos públicos), CDB de liquidez
diária.
O ideal é destinar para esse tipo de investimento o equivalente a seis vezes o seu custo de vida, para
garantir que qualquer imprevisto seja equacionado sem problemas.
Uma demissão, por exemplo, pode ser bem desastrosa se não houver um mecanismo como esse.
Em uma situação dessas, muita gente recorre a empréstimos com juros altos que acabam prejudicando
a situação financeira da família por muitos e muitos anos.
Então, é depois desse colchão de liquidez que você vai mirar seus ganhos mais altos e prazos mais
longos.
E é aí que a diversificação ganha ainda maior importância: no longo prazo, você não sabe qual será o
comportamento da economia.
Para se blindar da inflação, por exemplo, você pode se proteger com títulos atrelados ao IPCA (do
próprio Tesouro Direto ou do mercado privado).
Para se proteger em qualquer cenário, você pode investir em um título de longo prazo atrelado ao CDI,
que acompanha de perto a Taxa Selic.
E para buscar ganhos mais expressivos em determinadas situações, você pode investir em títulos
prefixados.
Por que a poupança não é interessante?
A poupança não é interessante devido ao seu rendimento, que deixa muito a desejar.
Quando falamos em caderneta de poupança, estamos falando sobre uma alternativa de investimento
tradicional, que está na mente de grande parte da população brasileira há um longo tempo.
Longe de estar entre as opções mais rentáveis do mercado, a poupança foi uma garantia de proteção às
economias no período de hiperinflação.
Quando a taxa Selic está, por exemplo, em 8,5% ou menos ao ano, a caderneta de poupança remunera o
investidor com 70% da Selic mais a TR.
Já quando a taxa Selic está acima de 8,5% ao ano, a caderneta paga 0,5% mais a TR, que não faz grande
diferença no cálculo final.
Em qualquer cenário, vale a pena considerar os investimentos citados acima.
A poupança é, de longe, a alternativa menos rentável entre as aplicações financeiras. Em 2017, a
rentabilidade da poupança, sem considerar o desconto da inflação, foi de 6,93%.
Descontada a inflação, a remuneração foi de 3,88% segundo a Economatica. Em 2016, o desempenho
real, com o desconto da inflação, ficou em 1,9%.
Como comparação, o título Tesouro Selic, do Tesouro Direto, paga a rentabilidade cheia da Taxa Selic e
seu rendimento fica em patamar superior ao da poupança, apesar do pagamento do Imposto de Renda
e da taxa de custódia dos títulos.
Esse é um título que serve de substituto direto para a poupança, pois pode ser vendido a qualquer
momento, sem perda de valor.
Invista com o BTG Pactual digital
No BTG Pactual digital, você conta com inúmeras aplicações financeiras de renda fixa e variável. Além
disso, você tem um time de profissionais especializados que podem orientá-lo em seus primeiros
investimentos.
Veja como é fácil se cadastrar:
1. Abra uma conta
Basta preencher os dados e enviar uma foto do seu RG, comprovante de residência e uma selfie. Depois,
aguarde o e-mail de confirmação.
2. Descubra seu perfil de investidor
Depois de responder um questionário bem simples e curtinho, você vai desvendar qual é o seu perfil de
investidor, uma informação que o ajudará a garantir as ações são um bom destino para suas economias.
3. Transfira o dinheiro
Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.
4. Consulte um assessor
No BTG Pactual digital, você conta com a ajuda de um assessor de investimento. Assim que você fizer o
cadastro e tiver seu perfil em mãos, poderá consulta-lo e ele irá te auxiliar a definir melhor os seus
primeiros passos em investimentos ao te mostrar todos os produtos que se adequem ao seu perfil.
5. Acompanhe seus investimentos
Depois de fazer suas primeiras aplicações, você poderá monitorar diariamente suas posições em fundos
e aplicações e suas rentabilidades no site do BTG Pactual digital e no aplicativo de smartphone.
6. Tenha acesso a relatórios
A cada mês, você terá acesso a um relatório completo e personalizado com todos os números que vão
mostrar como o seu dinheiro está sendo bem tratado e o quanto ele está se valorizando, inclusive com
comparações a indicadores do mercado e a outras aplicações.
Conclusão
O primeiro passo foi dado: você está indo atrás de conhecimento sobre finanças e investimentos.
É isso que vai fazer a diferença na hora de verificar seu extrato daqui a alguns anos.
Nas finanças e nos investimentos, um movimento em falso pode derrubar seu esforço, mas um
movimento na direção correta pode levá-lo a um patamar de vida mais confortável e tranquilo.
Por isso, não basta encarar a aplicação financeira como algo distante ou como apenas um título de
renda fixa, e sim uma jornada de investimentos que você precisa encarar para chegar mais longe.
Essa jornada deve começar por aqui, pela busca do conhecimento, e seguir para as suas primeiras
aplicações, bem distantes da poupança.
Nessa hora, crie seu colchão de liquidez e, então, busque opções para prazos médios, a partir de dois
anos, e ainda mais longos, a partir de quatro anos.
É no longo prazo que você poderá multiplicar seu dinheiro e ver seu dinheiro crescer com o poder dos
juros compostos.
Para isso, é importante contar com uma instituição financeira sólida e confiável como o BTG Pactual
digital, que vai poder te oferecer excelentes alternativas em renda fixa e variável.
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Ricardo Júnior da Silva
olá, sou leigo neste assunto e queria mais explicações, teria alguém para me auxiliar?
Responder
BTG Pactual digital
Olá Ricardo, como vai? Nossa equipe de atendimento está disponível 24h por dia, 7 dias por semana.
Entre em contato e tire todas as suas dúvidas sobre aplicação financeira. Qualquer coisa estamos à
disposição!
Zélia Monteiro
Tenho um bom valor na poupança e quero fazer um outro tipo de investimento faça esse valor render
mais. Preciso de ajuda para fazer esse valor se multiplicar.
ATT Zélia
Responder
Leonardo Uller
Olá, Zélia!
Nossa equipe entrará em contato para auxiliá-la.
Muito obrigado!
ADRIANO DE SOUSA CAVALCANTE PEREIRA
Excelente explicação, gostaria muito de começar a fazer aplicações, mas minha saúde financeira esta
abalada. Necessito colocar as contas em ordem.
Responder
O Banco BTG Pactual não fornece opiniões jurídicas ou tributárias. Sendo assim, essa apresentação não
constitui aconselhamento legal de qualquer natureza. Essa apresentação é um breve resumo de cunho
meramente informativo, não configurando análise de valores mobiliários nos termos da Instrução CVM
Nº 598, de 03 de maio de 2018, e não tendo como objetivo a consultoria, oferta, solicitação de oferta
e/ou recomendação para a compra ou venda de qualquer investimento e/ou produto específico.
Embora as informações e opiniões expressas aqui tenham sido obtidas de fontes confiáveis e fidedignas,
nenhuma garantia ou responsabilidade, expressa ou implícita é feita a respeito da exatidão, fidelidade
e/ou totalidade das informações. Todas as informações, opiniões e valores eventualmente indicados
estão sujeitos à alteração sem prévio aviso. Ressaltamos também, que as opiniões expressas neste
material refletem a opinião do respectivo profissional convidado e não necessariamente expressam a
opinião do BTG Pactual, não devendo ser tratadas como tal. As informações contidas nesta
apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do
investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e
respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco ("Suitability"). Para maiores
informações, acesse [Link]
Os riscos da operação com títulos de renda fixa (CDB, LCI e LCA) estão na capacidade de o emissor
honrar a dívida; na impossibilidade de venda do título ou na ausência de investidores interessados em
adquiri-lo; e na possibilidade de variação da taxa de juros e dos indexadores. É importante a adequada
compreensão da natureza, forma de rentabilidade e riscos dos títulos de renda fixa antes da sua
aquisição. CDB, LCI e LCA contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante a
devolução do principal investido acrescido de juros referente a rendimentos, na hipótese da
incapacidade de pagamento da instituição financeira, de até R$ 250 mil reais por CPF e por instituição
financeira, considerando o limite de garantia de R$ 1 milhão para cada período de quatro anos.
FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE
QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. RENTABILIDADE
PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. E recomendada a leitura cuidadosa
do Formulário de Informações Complementares e Regulamento do Fundo de Investimento pelo
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Ressaltamos que as opiniões e projeções referente COE, aqui apresentadas representam a opinião da
área Structured Products do BTG Pactual, mas não necessariamente a opinião institucional do BTG
Pactual, podendo o BTG Pactual, suas subsidiárias e/ou seus empregados podem, eventualmente,
possuir uma posição comprada ou vendida, atuar em nome próprio e/ou como coordenador ou agente
em operações envolvendo ações ou demais investimentos relevantes. COE NÃO CONTA COM GARANTIA
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DE CRÉDITO – FGC. RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA.
Os regulamentos completos dos Planos de Previdência da BTG Pactual Vida e Previdência S/A deverão
ser lidos previamente a sua contratação. Os direitos e obrigações das partes estão definidos na Proposta
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de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos. O registro do plano na Susep não implica, por
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consultar a situação cadastral de seu corretor de seguros no site [Link], por meio do
número de seu registro na Susep, nome completo, CNPJ ou CPF. BTG Pactual Vida e Previdência S/A -
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contratuais específicas.
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