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Estrutura do Egito Antigo: Faraós e Pirâmides

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Colégio Elite

EGITO

Aluno: Samuel Alencar


Professor: Fernando Luis Hernandes

2024
Sumário

Introdução…………………….………….………………………………3
1-Egito…….......…………………………………………………………...4
2- Rio Nilo……………………………………..............………………..5
3- Faraó………….…………….......................................………..6
4- Pirâmides do Egito………………………….…..............………..7
6- Bibliografia………..........................................................10

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Introdução:

Hoje eu vou falar um pouco sobre o Egito que foi uma grande sociedade do continente
Africano de extrema importância.
Riu Nilo que fertilizava a terra possibilitando a agricultura.
O farão que era o cargo máximo do Egito constituído por uma dinastia, e sobre as
Pirâmides do Egito que foram construídas para colocar os corpos do Faraó após a
morte.

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1- EGITO

O Egito, localizado na região nordeste do continente africano, foi uma civilização que
floresceu graças à fertilidade de suas terras e a disposição de recursos hídricos oferecidos
pelo Rio Nilo. As condições favoráveis de vida daquela região foram responsáveis pelo
crescimento da população que logo passou a se organizar em diversas comunidades
descentralizadas chamadas nomos.

O Deus Amon sacrificando povos estrangeiros: indícios da cultura expansionista do Egito.

O crescimento da sociedade ao longo do rio Nilo acabou estabelecendo, em 3.500 a.C., a


criação de dois reinos: o Alto e o Baixo Egito. Durante o reinado de Menés, faraó do Alto Egito,
realizou-se um processo de unificação onde ele subordinou todos os nomarcas do Egito
(líderes supremos dos nomos) sob o seu comando. Dessa forma, temos estabelecido o
primeiro período da era dinástica do Egito: o Antigo Império, que vai de 3200 a.C. até 2300 a.C.

Sob o comando do faraó, o Egito tornou-se uma monarquia centralizada formada por súditos
subordinados ao poder do monarca. Dessa maneira, os egípcios eram obrigados a trabalhar
nas lavouras, construções e obras administradas pelo governo do faraó. A centralização política
era, vez após vez, questionada pelos nomarcas. Depois de um longo período de estabilidade, a
pressão dos nomarcas acabou descentralizando o poder político em 2200 a.C..

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2- Rio Nilo

Para os egípcios o rio Nilo era sagrado. Algumas histórias bíblicas de Moisés citam o rio Nilo.
Desde a antiguidade, o ele teve um papel preponderante na construção de diversas
civilizações, posto que muitas populações ribeirinhas se desenvolveram em suas margens.

Rio Nilo

Sua existência permitiu o desenvolvimento da civilização egípcia, visto que maior parte do
território está localizado em regiões desérticas.

Próximo ao rio, eles viviam da pesca e da agricultura (sobretudo cultivo de cereais) garantida
pelas cheias do Nilo, que favoreciam a fertilização do solo.

Além da agricultura, o rio Nilo foi uma das mais importantes fontes de água para os egípcios e
ainda, permitiu a intensificação do transporte (de pessoas e de mercadorias) e do comércio na
região.

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3- Faraó

Faraó era a autoridade que governava o Egito Antigo, seu poder era político, religioso, jurídico,
administrativo e militar. Ele era visto como a encarnação do deus Hórus na Terra, sendo
considerado um “deus vivo”, e a sua palavra tinha força de lei. Dono de todo o território egípcio,
ele governava a população com o auxílio da nobreza e de funcionários públicos como
conselheiros, sacerdotes e escribas.

O faraó tinha o governo teocrático, ou seja, governo cujo poder emana de uma divindade. Seus
símbolos eram o cetro, que representava o poder, e a dupla coroa, que mostrava a união entre
o Alto e o Baixo Egito.

O faraó era uma figura de conexão entre o plano terreno e o divino, e entre os próprios
territórios do Egito. Dentre os faraós e rainhas faraós mais recordados da história, destacam-
se: o faraó Amenófis IV e sua esposa Nefertiti; o faraó menino Tutâncamon; o faraó Ramsés II;
a rainha Hatshepsut, exaltada como filha do deus Amon; o faraó Tutmés III, conhecido como o
“Napoleão do Egito Antigo”; e a rainha Cleópatra.

As pirâmides e a esfinge de Gizé são símbolos do poder dos faraós egípcios.

A escrita também foi utilizada como forma de registro da história dos faraós, decoração dos
monumentos e demonstração de poder, sendo as mais conhecidas as escritas hieroglífica,
hierática e a demótica.

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4- Pirâmides do Egito

As pirâmides do Egito são túmulos construídos em pedra para abrigar os corpos dos faraós.

Há 123 pirâmides catalogadas, no entanto, as três mais conhecidas são Quéops, Quéfren e
Miquerinos, na península de Gizé.

As pirâmides serviam também para demonstrar o poder que os faraós tinham sobre o Egito,
uma vez que eram os próprios representantes dos deuses na terra. A falta de informações
precisas sobre como as pedras foram levadas em um momento em que as tecnologias eram
simples, transforma as pirâmides em construções envoltas de mistérios e curiosidades.

Este conjunto arquitetônico é guardado pela Esfinge, um ser mitológico com corpo de leão e a
cabeça de um faraó.

A construção das pirâmides começou na Primeira Dinastia.

As pirâmides foram construídas em um período em que florescia no Egito uma civilização rica e
poderosa.

Sua edificação começou no Antigo Império (por volta de 2686 a 2181 a.C.) e perdurou até o
século IV d.C., mas o auge das construções é registrado entre a Terceira e a Sexta Dinastia,
em torno do ano de 2325 a.C.

Nesse período, o Egito vivia sob estabilidade política e prosperidade econômica. Por sua vez,
os faraós acreditavam ser uma espécie de divindade escolhida para serem os mediadores
entre deuses e humanos.

Por isso, após a morte física, os egípcios acreditavam que o espírito do rei, que era conhecido
como Ka, permanecia no corpo e necessitava de cuidados especiais. Assim, seus cadáveres
eram mumificados.

No processo de mumificação, o corpo do faraó era cuidadosamente tratado com óleos e


envolto em faixas a fim de que não sofresse com desgaste do tempo. Alguns órgãos, como o
intestino e o fígado, eram retirados, mas colocados em urnas especiais junto ao sarcófago.

As pirâmides recebem os nomes dos faraós cujos corpos estão sepultados em seu interior.
Cada uma delas representa a grandeza do mandatário para povo e para os deuses.

Essas edificações fazem parte de um complexo funerário que era utilizado pelos faraós e altos
funcionários. As três pirâmides mais famosas são Queóps, Quéfren e Miquerinos.

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Visão da Pirâmide de Miquerinos ao lado de duas mastabas

A menor deste grupo de três pirâmides foi construída para o corpo de Miquerinos, que reinou
entre 2532 e 2503 a.C., filho de Quéfren e, portanto, neto de Queóps. Tem 65 metros de altura
e uma base de 105 metros.

Na Esfinge, a cabeça do homem simboliza a inteligência e o corpo de leão, a força do faraó.

A segunda maior pirâmide na península de Gizé foi edificada para abrigar o corpo do faraó
Quéfren, com 143 metros de altura. Quefrén era filho do faraó Queóps e, por respeito ao pai,
fez sua pirâmide 10 metros mais baixa.

Aspecto da maior pirâmide do Egito

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A pirâmide de Quéops é a maior túmulo do mundo, com 230 metros de largura na base e sua
altura é de 174 metros.

Na base da pirâmide social egípcia estavam os não privilegiados que eram artesãos,
camponeses, escravos e soldados.

Os sacerdotes formavam, junto com os nobres, a corte real. Tanto a nobreza como o
sacerdócio eram hereditários compondo a elite militar e latifundiária.

A antiga sociedade egípcia estava dividida de maneira rígida e nela praticamente não havia
mobilidade social.

No topo da sociedade encontrava-se o Faraó e sua imensidão de parentes. O faraó era


venerado como um verdadeiro deus, pois era considerado como o intermediário entre os seres
humanos e as demais divindades. Por isso, era uma monarquia teocrática, ou seja, um governo
baseado nas ideias religiosas.

Abaixo do faraó e de sua família vinham as camadas privilegiadas como sacerdotes, nobres e
funcionários.

Os escribas estavam a serviço do Estado para planejar, fiscalizar e controlar a economia. Por
isso, sabiam ler e escrever e eram eles que anotavam os feitos do faraó durante o seu reinado.
Estes textos seriam colocados nos seus túmulos quando morressem.

Já o exército era constituído por jovens que eram convocados em tempo de guerra e soldados
mercenários estrangeiros contratados pelo Estado.

Por sua parte, os artesãos eram trabalhadores assalariados que exerciam diferentes ofícios
como cortadores de pedra, carpinteiros, joalheiros etc. Os camponeses formavam a maior parte
da população, trabalhavam na agricultura, na criação de animais e deviam pagar altos
impostos.

Na sociedade egípcia, as mulheres tinham uma posição de prestígio. Podiam exercer qualquer
função política, econômica ou social em igualdade com os homens de sua categoria social. Isto
significava, inclusive, que poderiam ser faraós, como foi o caso de Cleópatra.

9
5- Bibliografia

[Link]
%20territ%C3%B3rio,poder%20emana%20de%20uma%20divindade.

[Link]
nilo/#:~:text=Al%C3%A9m%20da%20agricultura%2C%20o%20rio,Egito%20Antigo

[Link]
[Link]#:~:text=Durante%20o%20reinado%20de%20Men%C3%A9s,3200%20a.C.
%20at%C3%A9%202300%20a.C..

[Link]

[Link]

[Link]
antigo/#:~:text=Na%20base%20da%20pir%C3%A2mide%20social,a%20elite%20milit
ar%20e%20latifundi%C3%A1ria.

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