JONATHAS FELIPE FERREIRA
Número de inscrição: 284521
Pré-projeto de pesquisa apresentado ao Programa
de Pós-Graduação em Música do Instituto de
Artes Unesp – Campus São Paulo. Linha de
Pesquisa: Música, Epistemologia e Cultura.
Especialidade: Educação Musical.
Opção de orientador: Marisa Trench de Oliveira
Fonterrada
Projeto de Pesquisa de Mestrado
A música como um fato social: A questão do repertório
São Paulo, setembro de 2023
Sumário
Resumo
Introdução e Justificativa
Objeto geral e específicos
Justificativa
Procedimentos Metodológicos Fundamentação Teórica
Cronograma
Sumário
Referência
Resumo
Este pré-projeto tem como objetivo pesquisar a produção de repertório musical
imerso no contexto da sua produção. Durante a graduação estudei as bases teórica e a
música além da educação musical como prática social, sendo que a música é considerada
como uma comunicação sensorial, simbólica e afetiva que, muitas vezes, não está vivida
de forma consciente. Nesse sentido, o repertório musical foi visto no contexto da sua
produção e, portanto, é uma importante forma de compreensão da cultura, do gosto, dos
valores de um grupo
Palavras-chave: Educação musical; educação musical como prática social; fato social;
repertório.
Introdução e justificativa
A música como um fato social, a questão do repertório é o tema escolhido neste
pré-projeto. A música e a sociedade sempre estiveram intimamente conectadas. A música
reflete e cria condições sociais, incluindo fatores que facilitam ou impedem a mudança
social. Além disso, ela pode ser compartilhada e promover o desenvolvimento de
diferentes grupos de etnias, opiniões políticas e até mesmo opiniões musicais.
A música tem papel importante no aspecto social entre as pessoas. Não é de hoje
que essa arte atua na transformação da vida de milhares pessoas e abrindo os olhos de
outras. Na sociedade brasileira contemporânea há evidentes de desigualdades, pode-se
recorrer como embasamento para tal pesquisa. Locais com as periferias, o acesso à arte
possibilita uma espécie de saída ao cenário de desigualdade e a possibilidade de traçar
outras perspectivas de futuro.
Como fato social, a música possibilita análise dos problemas de desigualdade,
preconceitos e afins, afinal estimula as habilidades de reflexão e pensamentos de tais
mazelas. No entanto, o conceito pode ser estendido a outros casos, por exemplo, pessoas
com dificuldade de aprendizado, problemas psicológicos ou ainda que tenham algum tipo
de deficiência. O papel da música pode ser crucial para facilitar a inclusão dessas pessoas
em um grupo e consequentemente, mudar sua forma de vida na sociedade, destacando a
contribuição de alguma maneira a contribuição aos demais da mesma sociedade.
Como menciona Anne-Marie Green (1987, p. 88 e SOUZA, 2004, p.7) em um
de seus trabalhos que a presença da música em nossa vida cotidiana é tão importante que
podemos considerá-la como um fato social a ser estudado. Segundo Souza (2004, p.8), os
gêneros musicais experienciados na vida cotidiana e nos espaços educativo-musicais
diversos revestem-se aos olhos dos adolescentes de uma importância superior àquelas que
se ligam às relações obrigatórias de família. É por isso que o adolescente, que é quase
sempre um aluno, sente uma impressão muito forte de liberdade com esses gêneros
musicais.
Como base teórica, a música e a educação musical como prática social, são
consideradas como comunicação sensorial, simbólica e afetiva que, muitas vezes, não é
vivida de forma consciente. Nesse sentido, o repertório musical foi visto no contexto da
sua produção e, portanto, é uma importante forma de compreensão da cultura, do gosto e
dos valores de um grupo.
Há influência da educação musical na transmissão de papéis sociais partindo do
princípio da música como fato social (SOUZA, 2004 p.10) que está presente no cotidiano
das pessoas, e sabendo da importância de entender as relações que alunos estabelecem
com ela. O mundo da cultura aparece como um espaço privilegiado de práticas,
representações, símbolos e rituais no qual os jovens buscam demarcar uma identidade
juvenil (DAYRELL, 2002).
As abordagens teóricas realizadas durante a graduação, permitiram um
entendimento mais ampliado sobre o significado social da música, bem como
esclarecimentos e respostas úteis para a compreensão das diferentes práticas musicais e
dos diversos grupos de estudantes na escola ou em qualquer espaço de ensino-
aprendizagem de música. Além da revelação dos motivos que estudantes de diferentes
grupos se envolvem em certas práticas musicais e seus gêneros musicais e porque evitam
outras, além do fato de como respondem à música na sala de aula. Essa perspectiva
permitiu também analisar os contextos sociais como determinantes do gosto e de relações
(de gênero, étnico-racial, sexual, religiosa, de faixa geracional) com a música.
Durante a graduação aborda-se com dificuldade gêneros como o funk e sertanejo
por conta da resistência da academia. Com o sertanejo, a crítica é direcionada às suas
práticas vocais, bem como sobre repertório da música popular. Entretanto, é curioso esse
rechaço, uma vez que esses gêneros foram colocados como objeto de estudo para
trabalhar aspectos envolvendo colonialidade e decolonialidade nos currículos dos cursos
superiores de música.
Com esses apontamentos, justifica-se essa pesquisa pelo interesse e pela
contribuição que pode trazer para a área da educação musical, no sentido de compreender
o processo da música como um fato social, além de destacar a questão do repertório para
a sociedade - tendo em vista a escassez de pesquisas com a temática principalmente em
questão ao repertório. Com o proposito de realizar uma pesquisa qualitativa com
ingressantes do curso de música desta instituição, a fim de obter informações sobre a
influência da música e o repertorio musical em suas vidas, a música ouvida e vivenciada
em seu cotidiano e o papel que a música lhe fez fazendo a escolher um curso de música
em sua graduação e como foi o processo de escolha e trajetória.
Objeto geral e específicos
1. Compreender a música como um fato social para os acadêmicos e destacar a relação
do repertório.
• Conhecer casos em que a música foi determinante para os ingressantes do curso.
• Realizar uma pesquisa com estudantes de música.
• Compreender como a música foi uma ferramenta essencial para o
desenvolvimento
• Compreender a influência da música para os ingressantes do curso
• Conhecer em quais momentos a sociedade trocam conhecimentos sobre
repertório musical;
• Saber por que a influência da música foi ou não foi determinante para o nosso
país ao longo de sua história na visão dos novos ingressantes do curso de música
Justificativa
O projeto está embasado em três perspectivas que serão discutidas abaixo. Na
primeira situa-se a educação musical referente ao ensino e a aprendizagem em diferentes
contextos. Já a segunda situa o lugar teórico em que essa pesquisa se sustenta no que diz
respeito à educação musical: pela linha das teorias do cotidiano em relação a música como
um fato social. Na terceira discute-se sobre a questão do repertório na sociedade,
esclarecimentos e respostas úteis para a compreensão das diferentes práticas musicais e
suas influências
Educação musical no ensino e a aprendizagem
Busca-se compreender o ensino e a aprendizagem musical em diferentes contextos,
dos estudantes pesquisados em relação aos sentidos de educação musical, o primeiro é
como ensinar e aprender música e o outro está voltado para área de conhecimento
(SOUZA 2020). Com o crescimento da educação musical, a ABEM foi criada com muitos
profissionais de música e professores vinculados a universidades brasileiras que estão
envolvidos no ensino e aprendizagem da música no Brasil. Após a criação da ABEM, e
com esse crescimento, com vários profissionais envolvidos, o quarto encontro teve um
destaque importante para pesquisa em educação musical envolvendo pesquisadores da
ANPPOM. Este projeto está embasado nas perspectivas das teorias do ensino e
aprendizagem, teorias essa que Souza (2020) explica:
A ABEM promove, regularmente, encontros nacionais, regionais e
temáticos, propiciando à comunidade interessada a discussão de
metodologias adequadas à nossa realidade; reflexões e debates do
conhecimento produzido mediante ações de extensão e ensino através dos
relatos de experiência.
Como destacado, as práticas de ensino e aprendizagem estão voltadas para o
conhecimento e com o crescimento da educação musical, dessa forma, urge investigar e
colher material para a ampliação desse projeto. Ao entrevistar os futuros formando, é
essencial possibilitar essas competências, afinal, por meio de estratégias, o corpo
pedagógico estabelece técnicas que visam trabalhar todos os aspectos que são
responsáveis por constituir a aprendizagem. Ao longo da minha trajetória musical fui
estimulado às práticas que valorizam cada ação. Com isso, conquistei habilidades que
vão, gradativamente, possibilitando os degraus de minha autonomia diante das situações
e dos desafios que surgiram em minha vida. Esses desafios que surgem podem ressaltar
a música como um fato social para mim e para dos estudantes além da sua comunidade.
A professora Jussamara destaca que a novas formas de ensinar e aprender música
com ênfase na sociabilidade pedagógico musical, na socialização musical e nas novas
tecnologias na educação musical (televisão, celular e outros meios de comunicação) e a
formação e atuação profissional de professores de música e regentes de coro considerando
as realidades vividas nas universidades, nas empresas e na escola. (SOUZA, 2008 p7).
Carlos Kater (2004, p.44) argumenta sobre a importância do processo educativo
musical afirmando que “música e educação são, como sabemos, produtos de construção
humana, de cuja conjugação pode resultar uma ferramenta original de formação, capaz
de promover tanto processo de conhecimento quanto de autoconhecimento.
O Aprendizado não acontece de forma forçada, a partir da vivência dos seres
humanos na sociedade são construídas suas preferências musicais e a aprendizagem
musical vai se potencializando, ganhando e se tornando como um fato social; em seguida
se mostra a questão do repertório. Sendo assim, compreender o ensino e aprendizagem é
o primeiro passo para adquirir informações complementares para embasar esse projeto.
A música como um fato social
Fato social é um conceito da sociologia que diz respeito ao conjunto de hábitos e
formas de agir e pensar dos indivíduos dentro de uma sociedade. Ou seja, é o padrão de
comportamento. Ele é esperado por todos os grupos humanos e se expressa em regras,
valores e normas sociais. Como vivermos em sociedade já temos a experiência dos fatos
sociais nos forçando a agir de determinada maneira. Contudo, é a educação das crianças
o meio mais difundido para transmitir os hábitos socialmente esperados.
Todos os povos têm algum meio de educar suas gerações mais jovens para a
vivência em sociedade. Ainda que não possuam instituições formais de ensino, como as
escolas, elas adotam sistemas educacionais a fim de transmitir os códigos culturais. A
família e a religião possuem papel fundamental nisso, assim como as tradições dos povos.
Elas orientam na vida prática e, com isso, estabelecem quais são os comportamentos
esperados.
Desta forma, quando se destaca a música como um fato social, é preciso saber o
envolvimento da sociedade com ela. Anne-Marie Green (1987, p. 88) escreve em um de
seus trabalhos que a presença da música em nossa vida cotidiana é tão importante que
podemos considerá-la como um fato social a ser estudado. Sabe-se que uma parte
importante da nossa visão de mundo é moldada pela escola. Os conhecimentos
transmitidos e as relações estabelecidas ao longo dos anos de aprendizagem
são fundamentais na formação (HERNÁNDES, 2010).
Segundo (GREEN, p.91) se o sociólogo pretender estudar o fato musical, ele deverá
considerar a música como uma comunicação sensorial, simbólica e afetiva que pode,
muitas vezes, estar subjacente à nossa consciência. Busco compreender, o entendimento
mais ampliado sobre o significado social da música, com os esclarecimentos e respostas
que foram úteis para a compreensão das diferentes práticas musicais dos diversos grupos
de estudantes na escola ou em qualquer espaço de ensino-aprendizagem de música, e
revelar por que estudantes de diferentes grupos se envolvem em certas práticas musicais,
e seus gêneros musicais e por que evitam outras e ainda como respondem à música na
sala de aula.
Segundo autora (Souza 2004, p.8) destaca uma frase de (Green, A.-M., 1987, p.
100,) esses os gêneros musicais experienciados na vida cotidiana e nos espaços educativo-
musicais diversos revestem-se aos olhos dos adolescentes de uma importância superior
àquelas que se ligam às relações obrigatórias de família. É por isso que o adolescente, que
é quase sempre um aluno, sente uma impressão muito forte de liberdade com esses
gêneros musicais. Ao longo das citações acostuma-se com a ideia de que a música é
importante como atividade de expressão, de comunicação humana, na construção de
identidades.
A questão do repertório
A referências citadas ao longo do texto destacam que a música tem potencial de
incluir aqueles que são diferentes dos demais, desenvolvendo principalmente aspectos
físicos e mentais por exigir dos alunos atenção, criatividade, dinamismo e, também,
trabalhar com o lado lúdico. Para isso, os docentes devem estar preparados para lidar com
todo e qualquer obstáculo que aparecer pela frente, inovando sempre seu processo de
passar conhecimento.
Isso porque as preferências musicais dos adolescentes estariam ligadas a gêneros
musicais que para eles possuem um significado relacionado à liberdade de expressão e de
mudança. Ou seja, a relação que os adolescentes mantêm com a música representa uma
manifestação de uma identidade cultural caracterizada por dupla pertença: classe de idade
e do meio social (Green, A.-M., p. 100).
“os alunos não são iguais. Constroem-se nas vivências e nas experiências
sociais em diferentes lugares, em casa, na igreja, nos bairros, escolas, e
são construídos como sujeitos diferentes e diferenciados, no seu tempo-
espaço. E nós, professores, não estamos diante de alunos iguais”
(SOUZA, 2004 p.g 10)
Ramos (2002, f. 89) alerta, os alunos “vão construindo seu repertório a partir de
suas vivências musicais nos ambientes da família, na mídia e na escola”.
O ensino e a aprendizagem, o fato social e por fim o repertório é conjunto de fatores
onde sem querer ou querendo a sociedade acaba aprendendo ao na sua vida cotidiana e
fazendo a música como um fato social, é um tema que irá contribuir com a educação
musical, com as práticas sociais e para futuros pesquisadores.
Procedimentos Metodológicos
Como destacado ao longo do texto além das revisões das pesquisas e das discussões
de outros autores sobre o tema abordado neste pré-projeto de pesquisa. Busco
compreender o passo a passo, iniciando do ensino e aprendizagem até chegar no momento
que a música se torna um fato social para aquela sociedade e por fim chegando em relação
ao repertório apreciado por aquele grupo. Foi destacado ao longo do texto diversos
pesquisadores que contribuíram com o assunto em questão, e com cada contribuição
gostaria de realizar uma pesquisa qualitativa com futuros graduandos desta instituição
destacando a música como fato social para eles.
A pesquisa qualitativa dará todo o alicerce para a construção para uma dissertação,
Chizzotti (1991, p. 79) comenta que “a pesquisa qualitativa parte do fundamento de que
há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, uma interdependência viva entre
o sujeito e o objeto, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade
do sujeito”. Justifica-se, portanto, a pesquisa de caráter qualitativo tendo a intenção de
colher informações precisas de um grupo de pessoas, alunos, moradores, uma sociedade
disposta a participar dessa pesquisa com seus relatos. Além de objetivar a investigação
de todo o percurso até a formação do repertório ao longo do processo do ensino e da
aprendizagem desses grupos mencionados
A atitude participante pode estar caracterizada por uma partilha completa,
duradoura e intensiva da vida e da atividade dos participantes,
identificando-se com eles, como igual entre pares, vivenciando todos os
aspectos possíveis da sua vida, das suas ações e dos seus significados
(CHIZZOTTI, 1991, p. 90).
(SOUZA, 2008) destaca que “Aqui, não interessa a quantificação, mas a
construção de sentidos dos indivíduos no contexto em que vivem”.
Em contrapartida a comercialização da música pelas grandes mídias, bem como a
valorização simbólica da sociedade, influência e organiza o consumo por intermédio de
uma hierarquização disposta em gêneros musicais:
Ao falarmos em “jazz”, “samba”, “rock” ou “bossa-nova”, somos
capazes de construir mentalmente uma representação de
sonoridades, ambientações e comportamentos relacionados ao
conjunto de elementos característicos que identificam cada uma
dessas nomeações e, a partir dessa representação “encaixar” cada
uma dessas práticas em um quadro hierárquico, atribuindo-lhes
valores específicos”. (TROTTA, 2015, p. 188).
Dessa forma, entende-se que a comercialização e o consumo da música exercem
importante fato social. Nos últimos anos, e de forma cada vez mais intensa, pode-se
observar que os jovens vêm lançando mão da dimensão simbólica como a principal e mais
visível forma de comunicação, expressa nos comportamentos e atitudes pelos quais se
posicionam diante de si mesmos e da sociedade. É possível constatar esse fenômeno nas
ruas, nas escolas ou nos espaços de agregação juvenil, onde os jovens se reúnem em torno
de diferentes expressões culturais, como a música, a dança, o teatro, entre outras, e tornam
visíveis, através do corpo, das roupas e de comportamentos próprios, as diferentes formas
de se expressar e de se colocar diante do mundo (DAYRELL 2005 P.3)
Sendo assim, busca-se diferenciar o fato do fator social, mostrar ao longo da
pesquisa que a música é um fato social a ser estudado e como ela influencia uma parte da
sociedade, como liberdade de expressão na questão do repertório.
Os conceitos de aprendizagem e ensino podem ser entendidos e explicados
por diferentes formas. Podem ser compreendidos a partir da perspectiva das
teorias do cotidiano. A perspectiva dessas teorias analisa o sujeito imerso e
envolvido numa teia de relações presentes na realidade histórica prenhe de
significações culturais. Logo, a aprendizagem não se dá num vácuo, mas num
contexto complexo. Ela é constituída de experiências que nós realizamos no
mundo. Dessa maneira, a aprendizagem pode ser vista como um processo no
qual – consciente ou inconscientemente – criamos sentidos e fazemos o
mundo possível. (SOUZA, 2008 p7).
Como ferramenta de registro, propõe-se usar gravadores, filmadoras e um caderno
como diário de campo, recurso que “permite ao(à) pesquisador(a) recuperar com precisão
acontecimentos passados ao longo do processo discursivo que, de outro modo, passariam
despercebidos” (VIEIRA, 2001/2002, p. 93), mostrar ao orientadores a forma a forma que
a música se tornou um fato social na perspectiva da sociedade, trazendo a ideia de manter
realista as informações coletadas, além de possibilitar uma reflexão sobre os
acontecimentos coletados.
Há diversos artigos destacando sobre o ensino e a aprendizagem e o repertório
como uma forma de expressão cultural tornando assim a música como um fato social.
Esse pré-projeto foi escrito com base nos textos da professora Jusamara Souza que foram
discutidos ao longo da graduação, e esse é um assunto muito importante para a
contribuição na área da educação musical.
Cronograma
2024.01 1º semestre 2º semestre 1º semestre 2º semestre 2 meses 2 meses
2024/01 2024/02 2025/01 2025/01 2026/01 2026/01
Revisão bibliográfica
Ajuste do projeto
Coleta de dados
Qualificação
Entrevista
Análise dos dados coletados
Redação da dissertação
Defesa
Referências
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sociais. São Paulo: Cortez, 1991. p. 77 - 104.
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