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Reformulação Curso Técnico IFSP

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Ministério da Educação

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo

Proposta de Reformulação

Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio

Campos do Jordão

Fevereiro / 2021
PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Jair Messias Bolsonaro

MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Milton Ribeiro

SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA - SETEC


Wandemberg Venceslau Rosendo Dos Santos

REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO


PAULO
Eduardo Antonio Modena

PRÓ-REITOR DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL


Bruno Nogueira Luz

PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO
Silmário Batista dos Santos

PRÓ-REITOR DE ENSINO
Reginaldo Vitor Pereira

PRÓ-REITOR DE PESQUISA E INOVAÇÃO


Eder José da Costa Sacconi

PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO
Breno Teixeira Santos

DIRETOR GERAL DO CÂMPUS


Walter Luiz Andrade de Oliveira

1
Comissão de Elaboração e Implementação do Projeto Pedagógico de Cursos de
Educação Básica (CEIC)

Comissão de Elaboração e Implantação do Projeto Pedagógico de Curso (CEIC) do Curso Técnico


em Informática Integrado ao Ensino Médio, conforme Portaria nº CJO.0016/2021, de 18 de fevereiro
de 2021.

Membros da CEIC:
Coordenador de Curso/Presidente
Leandro Marcos Tessari
_________________________________________________________
Docentes
Aline de Vasconcelos Silva
_________________________________________________________
Alisson Ribeiro
_________________________________________________________
Ana Paula Andreo Urbano
_________________________________________________________
Christian Fernando dos Santos Moura
_________________________________________________________
Elton Oliveira Ferreira
_________________________________________________________
Fábio Luiz Viana
_________________________________________________________
Fernanda Aparecida dos Santos
_________________________________________________________
Fernanda Maria Macahiba Massagardi
_________________________________________________________
Flávio Luiz dos Santos de Souza
_________________________________________________________
José Augusto Navarro Garcia Manzano
_________________________________________________________
Laura Beatriz Faleiro Diniz
2
_________________________________________________________
Leandro Paschoalotto
_________________________________________________________
Maíra Nogueira de Almeida
_________________________________________________________
Marlon da Silva
_________________________________________________________
Roberta Barros da Fonseca
_________________________________________________________
Robson Batista dos Santos Hasmann
_________________________________________________________
Rodrigo Augusto Rosa
_________________________________________________________
Viviane Dinês de Oliveira Ribeiro Bartho
_________________________________________________________
Waldemir de Paula Silveira
_________________________________________________________
Pedagogas
Alexsandra Marta da Silva Alvarenga
_________________________________________________________
Leila Taeko Jin Brandão
_________________________________________________________
Extensão
Edson Santos Rodrigues Júnior
_________________________________________________________
Pesquisa, Inovação e Pós Graduação
Stefanie Martin
_________________________________________________________
Discentes
Gabriel Fazion dos Santos
_________________________________________________________
Gabriela Guilherme Pereira
_________________________________________________________

3
Maria Vitória Minski de Almeida
_________________________________________________________
Comunidade Externa
Susane Pereira Goulart
_________________________________________________________

4
Sumário

1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ........................................................................................... 7


1.1 IDENTIFICAÇÃO DO CÂMPUS ........................................................................................................ 8
1.2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................... 9
1.3 MISSÃO ...................................................................................................................................... 10
1.4 CARACTERIZAÇÃO EDUCACIONAL ............................................................................................. 10
1.5 HISTÓRICO INSTITUCIONAL ........................................................................................................ 10
1.6 HISTÓRICO DO CÂMPUS E SUA CARACTERIZAÇÃO ....................................................................... 12
2 JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO ........................................................................ 14
3 OBJETIVOS DO CURSO ............................................................................................................... 19
4 PERFIL DO EGRESSO .................................................................................................................. 24
5 REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO AO CURSO ................................................................. 24
6 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ................................................................................................. 25
6.1 NÚCLEOS ESTRUTURANTES ........................................................................................................ 27
7 ESTRUTURA CURRICULAR ....................................................................................................... 32
8 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO ................................................. 33
9 PLANOS DE ENSINO .................................................................................................................... 34
10 PRÁTICA PROFISSIONAL......................................................................................................... 191
10.1 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ................................................................................. 192
10.2 PROJETO INTEGRADOR ............................................................................................................. 194
11 TEMAS TRANSVERSAIS............................................................................................................ 196
11.1 EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E
INDÍGENA ............................................................................................................................................ 196
11.2 EDUCAÇÃO AMBIENTAL........................................................................................................... 197
11.3 EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS ........................................................................................ 197
11.4 EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL .................................................................................. 198
12 DISCIPLINAS OPTATIVAS ........................................................................................................ 199
12.1 ARTE, LÍNGUAGEM DIGITAL E TECNOLOGIA; LÍNGUA BRASIELIRA DE SINAIS (LIBRAS) E LÍNGUA
ESPANHOLA E CULTURAS HISPÂNICAS ................................................................................................ 199
13 ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS ....................................................................................... 199
14 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ......................................................................................... 200
15 ATIVIDADES DE PESQUISA ..................................................................................................... 204
16 ATIVIDADES DE EXTENSÃO ................................................................................................... 205
17 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS............................................................. 206
18 APOIO AO DISCENTE ................................................................................................................ 207
19 AÇÕES INCLUSIVAS .................................................................................................................. 208
20 EQUIPE DE TRABALHO ............................................................................................................ 210
20.1 DOCENTES ............................................................................................................................... 210
20.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO / PEDAGÓGICO .................................................................. 217
5
21 BIBLIOTECA ............................................................................................................................... 218
22 INFRAESTRUTURA .................................................................................................................... 221
22.1 INFRAESTRUTURA FÍSICA ......................................................................................................... 221
22.2 ACESSIBILIDADE ...................................................................................................................... 221
22.3 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA ............................................................................................ 222
23 CERTIFICADOS E DIPLOMAS ................................................................................................. 226
24 LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA.............................................................................................. 227
25 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......................................................................................... 233

6
1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

NOME: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo

SIGLA: IFSP

CNPJ: 10882594/0001-65

NATUREZA JURÍDICA: Autarquia Federal

VINCULAÇÃO: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação


(SETEC)

ENDEREÇO: Rua Pedro Vicente, 625 – Canindé – São Paulo/Capital

CEP: 01109-010

TELEFONE: (11) 3775-4502 (Gabinete do Reitor)

PÁGINA INSTITUCIONAL NA INTERNET: [Link]

ENDEREÇO ELETRÔNICO: gab@[Link]

DADOS SIAFI: UG: 158154

GESTÃO: 26439

NORMA DE CRIAÇÃO: Lei nº 11.892 de 29/12/2008

NORMAS QUE ESTABELECERAM A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ADOTADA NO


PERÍODO: Lei nº 11.892 de 29/12/2008

FUNÇÃO DE GOVERNO PREDOMINANTE: Educação

7
1.1 Identificação do Câmpus

NOME: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo

Câmpus: Campos do Jordão

SIGLA: IFSP – CJO

CNPJ: 10.882.594/0008-31

ENDEREÇO: Rua Monsenhor José Vita – Vila Abernéssia – Campos do Jordão/SP

CEP: 12460-000

TELEFONES: (12) 3668-9620

FACSÍMILE: (12) 3668-9620

PÁGINA INSTITUCIONAL NA INTERNET: [Link]

ENDEREÇO ELETRÔNICO: camposdojordao@[Link]

DADOS SIAFI: UG: 158347

GESTÃO: 26439

AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO: Portaria de criação do campus: Portaria


Ministerial nº 711 de 09.06.2008

8
1.2 Identificação do Curso

Curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio

Câmpus Campos do Jordão

Modalidade Presencial

Matutino, com oferta dos componentes


Turno curriculares de Educação Física e
Optativas no perído vespertino

Duração 3 anos

Vagas Anuais 40 vagas

Carga Horária Mínima obrigatória 3.066,7 horas

Estágio não obrigatório 180,0 horas

Carga horária optativa 266,7 horas

Carga horária máxima 3.513,3 horas

Duração da hora-aula 50 minutos

Duração anual 40 semanas

9
1.3 Missão

Consolidar uma práxis educativa que contribua para a inserção social, a formação integradora
e a produção do conhecimento.

1.4 Caracterização Educacional

A Educação Científica e Tecnológica ministrada pelo IFSP é entendida como um conjunto de


ações que buscam articular os princípios e aplicações científicas dos conhecimentos tecnológicos à
ciência, à técnica, à cultura e às atividades produtivas. Esse tipo de formação é imprescindível para o
desenvolvimento social da nação, sem perder de vista os interesses das comunidades locais e suas
inserções no mundo cada vez mais definido pelos conhecimentos tecnológicos, integrando o saber e
o fazer por meio de uma reflexão crítica das atividades da sociedade atual, em que novos valores
reestruturam o ser humano. Assim, a educação exercida no IFSP não está restrita a uma formação
meramente profissional, mas contribui para a iniciação na ciência, nas tecnologias, nas artes e na
promoção de instrumentos que levem à reflexão sobre o mundo, como consta no Plano de
Desenvolvimento Institucional.

1.5 Histórico Institucional

O primeiro nome recebido pelo Instituto foi o de Escola de Aprendizes e Artífices de São
Paulo. Criado em 1910, inseriu-se dentro das atividades do governo federal no estabelecimento da
oferta do ensino gratuito primário e profissional . Os primeiros cursos oferecidos foram os de
tornearia, mecânica e eletricidade, além das oficinas de carpintaria e artes decorativas.

O ensino no Brasil passou por uma nova estruturação administrativa e funcional no ano de
1937 e o nome da Instituição foi alterado para Liceu Industrial de São Paulo, denominação que
perdurou até 1942. Nesse ano, por meio de um Decreto-Lei, introduziu-se a Lei Orgânica do Ensino
Industrial, refletindo a decisão governamental de realizar profundas alterações na organização do
ensino técnico.

A partir dessa reforma, o ensino técnico industrial passou a ser organizado como um sistema,
fazendo parte dos cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação. Com um Decreto posterior, o de
nº 4.127, também de 1942, deu-se a criação da Escola Técnica de São Paulo, visando à oferta de
cursos técnicos e de cursos pedagógicos.

10
Esse decreto, porém, condicionava o início do funcionamento da Escola Técnica de São Paulo
à construção de novas instalações próprias, mantendo-a na situação de Escola Industrial de São Paulo
enquanto não se concretizasse tal condição. Posteriormente, em 1946, a escola paulista recebeu
autorização para implantar o Curso de Construção de Máquinas e Motores e o de Pontes e Estradas.

Por sua vez, a denominação Escola Técnica Federal surgiu logo no segundo ano do governo
militar, em ação do Estado que abrangeu todas as escolas técnicas e instituições de nível superior do
sistema federal. Os cursos técnicos de Eletrotécnica, de Eletrônica e Telecomunicações e de
Processamento de Dados foram, então, implantados no período de 1965 a 1978, os quais se somaram
aos de Edificações e Mecânica, já oferecidos.

Durante a primeira gestão eleita da instituição, após 23 anos de intervenção militar, houve o
início da expansão das unidades descentralizadas – UNEDs, sendo as primeiras implantadas nos
municípios de Cubatão e Sertãozinho.

Já no segundo mandato do Presidente Fernando Henrique Cardoso, a instituição tornou-se um


Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET), o que possibilitou o oferecimento de cursos de
graduação. Assim, no período de 2000 a 2008, na Unidade de São Paulo, foi ofertada a formação de
tecnólogos na área da Indústria e de Serviços, além de Licenciaturas e Engenharias.

O CEFET-SP transformou-se no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São


Paulo (IFSP) em 29 de dezembro de 2008, por meio da Lei nº 11.892, tendo como características e
finalidades: ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades,
formando e qualificando cidadãos com vistas à atuação profissional nos diversos setores da economia,
com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional; desenvolver a educação
profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de
soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais; promover e a
verticalização da educação básica e sua integração à educação profissional e à educação superior,
otimizando a infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de gestão; orientar sua oferta
formativa em benefício da consolidação e fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais
locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades de desenvolvimento
socioeconômico e cultural no âmbito de atuação do Instituto Federal; constituir-se em centro de
excelência na oferta do ensino de ciências, em geral, e de ciências aplicadas, em particular,
estimulando o desenvolvimento de espírito crítico, voltado à investigação empírica; qualificar-se
como centro de referência no apoio à oferta do ensino de ciências nas instituições públicas de ensino,
11
oferecendo capacitação técnica e atualização pedagógica aos docentes das redes públicas de ensino;
desenvolver programas de extensão e de divulgação científica e tecnológica; realizar e estimular a
pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo, o cooperativismo e o desenvolvimento
científico e tecnológico; promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias
sociais, notadamente as voltadas à preservação do meio ambiente.

Além da oferta de cursos técnicos e superiores, o IFSP – que atualmente conta com 36 câmpus
em funcionamento – contribui para o enriquecimento da cultura, do empreendedorismo e do
cooperativismo e para o desenvolvimento socioeconômico da região de influência de cada câmpus.
Atua também na pesquisa aplicada destinada à elevação do potencial das atividades produtivas locais
e na democratização do conhecimento à comunidade em todas as suas representações.

1.6 Histórico do câmpus e sua caracterização

O câmpus Campos do Jordão teve seu funcionamento autorizado, em um primeiro momento,


pela Portaria Ministerial nº 711, de 09 de junho de 2008, enquanto Unidade de Ensino Descentralizada
(UNED) do CEFET/SP, e, em um segundo momento, pela Portaria Ministerial nº. 116, de 29 de
janeiro de 2010, como câmpus do IFSP, atendendo aos pressupostos do Plano de Expansão I da
Educação Tecnológica, proposto pela administração do presidente Luís Inácio Lula da Silva.

O prédio do câmpus Campos do Jordão foi inicialmente destinado, em 1998, a abrigar uma
unidade de Educação Profissional, sendo financiado pelo Programa de Expansão da Educação
Profissional (PROEP), porém o projeto não teve continuidade e as obras foram paralisadas em meados
de 2001. Em 2006, houve a refederalização da edificação e, assim, foi repassada ao CEFET/SP, no
intuito de prover as atividades educacionais inicialmente programadas.

As atividades do câmpus iniciaram-se no dia 02 de fevereiro de 2008, ainda com obras em


andamento, as quais foram totalmente finalizadas em junho de 2009. O início das atividades escolares
se deu com a abertura de 40 vagas para o curso Técnico em Edificações e 40 vagas para o curso
Técnico em Informática, sendo ambos os cursos oferecidos nas modalidades subsequente e
concomitante. A escolha pela oferta desses cursos ocorreu em virtude da necessidade de profissionais
voltados para a área de construção civil, bem como para a de informática que pudessem atuar,
sobretudo, na região, contribuindo para o seu desenvolvimento.

Em fevereiro de 2012, iniciou-se o curso superior Tecnologia em Análise e Desenvolvimento


de Sistemas com a abertura de 40 vagas, enquanto em agosto do mesmo ano, deu-se início a mais um

12
curso superior, o de Licenciatura em Matemática, ofertando também 40 vagas à comunidade de
Campos do Jordão e região.

O curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas foi implantado a partir da


identificação da necessidade de informação nas instituições de serviços ou produtos
independentemente do porte de cada uma delas. O curso de Licenciatura em Matemática do câmpus
Campos do Jordão, por sua vez, foi implantado para suprir a necessidade de professores da Educação
Básica na região do município. Ambos os cursos têm possibilitado a oportunidade de inclusão social
e profissional ao egresso. Vale ressaltar que, em março de 2015, o curso de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas foi avaliado pelo MEC recebendo nota 4 e, em 2016, o curso de
Licenciatura em Matemática do câmpus Campos do Jordão também foi avaliado pelo MEC,
recebendo também nota 4.

A partir de 2015, foi realizado o processo seletivo para o curso Técnico de Eventos, nas
modalidades concomitante e subsequente, procurando dar ênfase para as áreas de hospitalidade e
gestão de eventos. Assim, procura-se preparar os alunos egressos para suprir a demanda por
profissionais qualificados, sendo orientados no que tange a critérios de qualidade na prestação do
serviço e à valorização da cultura e tradições regionais.

Em 2016, iniciaram-se as atividades do curso Técnico em Hospedagem, que visa qualificar


profissionais para atuar na área operacional dos meios de hospedagem da região, nas atividades
comerciais e de serviços, principalmente vinculados aos setores de saúde, atrativos turísticos,
hoteleiro, dentre outros.

O IFSP de Campos do Jordão realiza o esforço em ofertar um ensino de excelência, ajudando


no desenvolvimento local e regional do processo de capacitação profissional. Em 2016, ocorreu,
ainda, a oferta do curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, modalidade de curso
inédito no município. Em 2017, seguindo os passos do curso anteriormente citado, passou a ser
oferecido o curso Técnico em Edificações Integrado ao Ensino Médio. Ainda em 2017, foram
ofertadas 40 vagas para o curso de Licenciatura em Pedagogia, atendendo a uma demanda de
qualificação de professores da Educação Básica na região.

No câmpus Campos do Jordão do IFSP, funcionam também programas de ensino, extensão e


pesquisa com alunos bolsistas e voluntários.

13
2 JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO

A oferta do curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio baseia-se na Lei nº


11.892, de 29 de dezembro de 2008, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais
para a Educação Profissional e Tecnológica, Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021, e com
as diretrizes institucionais e demais legislações nacionais vigentes.

No Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2019/2023, apresenta-se, como um dos


desafios do IFSP, o objetivo de oferecer um Ensino Técnico integrado ao Ensino Médio de qualidade,
a fim de desenvolver uma formação inclusiva, baseada na educação integral do cidadão, ampliar a
participação dos alunos no mundo do trabalho e contribuir para o desenvolvimento econômico e
social (PDI, 2018, p.150), tornando-se, assim, referência para a região.

Além da formação profissional, a formação humana faz parte das diretrizes do currículo do
curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, compreendendo o ser humano como
resultado de um conjunto de relações sociais historicamente determinadas e em constante construção
e transformação, isto é, um ser sócio-histórico. Nesse sentido, “somos produtos da interação com o
meio e todo conhecimento é resultado da construção da relação com o outro” (Vigostsky, 1998).
Assim sendo, o desenvolvimento de capacidades, potencialidades, habilidades, competências, valores
e atitudes especificamente humanas, depende da ação educativa informal e formal que existe no meio
em que vivemos (PDI, 2018, p. 175), produzindo conhecimentos que transformam a si e ao meio no
qual está inserido.

O projeto pedagógico do curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio justifica-


se na medida em que forma profissionais de nível médio com formação científica, tecnológica e
humanística, integrando todas as dimensões da vida, ou seja, trabalho, ciência e cultura.

Observando-se os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da


Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados do Estado de São Paulo (SEADE), em relação à
participação da população nos três níveis de ensino (fundamental, médio e superior), na região de
Campos do Jordão, nota-se um crescimento da proporção da população no Ensino Fundamental e no
Superior, mas uma queda no Ensino Médio. Tanto no Ensino Fundamental quanto no Superior, a
região demonstra a tendência de atingir as metas estabelecidas pelo MEC, mas, no Ensino Médio, ela
está bem aquém do esperado.

São duas as escolas públicas da esfera estadual que oferecem Ensino Médio à população do

14
município, sendo esse número ainda inexpressivo. Ressalta-se que ambas as instituições não
oferecem o Ensino Técnico Integrado ao Ensino Médio, o que representa um diferencial na oferta
realizada pelo câmpus, pois, ao mesmo tempo em que o aluno aprende uma profissão, dispõe de uma
carga horária destinada às disciplinas do núcleo comum, isto é, prevista para a formação em Ensino
Médio.

Dessa forma, o câmpus Campos do Jordão do IFSP pode contribuir para a inserção do egresso
no mercado de trabalho, preparando alunos não só para o ingresso no Ensino Superior, mas também
profissionais técnicos, dos quais nossa região e nossa sociedade carecem. Reunir-se-ão, assim, na
formação discente oferecida pelo IFSP-CJO, conhecimentos técnicos, tecnológicos e científico-
humanistas de forma integrada.

A universalização do ensino básico se faz necessária em nosso país, pois todo cidadão tem
direito ao acesso ao conhecimento, a fim de que possa satisfazer suas necessidades como ser humano,
bem como profissional dentro de uma sociedade. O ensino também representa um passo em prol da
inserção do cidadão no mercado de trabalho. Nesse sentido, a oferta de um curso gratuito contribui
para a inclusão social e profissional do aluno que não apresenta condições financeiras para se
inscrever em um curso pago.

Em uma pesquisa realizada no segundo semestre de 2014 pelo professor Paulo Giovani de
Faria Zeferino (IFSP-CJO) e pelo seu aluno de iniciação científica Felipe Reis Simões (IFSP-CJO),
constatou-se, por meio de coleta de dados provenientes de um questionário 1 aplicado a alunos
matriculados no Ensino Fundamental das escolas municipais de Campos do Jordão, que 87,3% dos
entrevistados, que totalizavam um número de 2.151 alunos, , manifestaram interesse em realizar um
Curso Técnico Integrado ao Ensino Médio oferecido pelo IFSP, sobretudo, pelo fato de terem ciência
da qualidade dos cursos já ofertados pela instituição (informação extraída também por meio da
coleta).

Do total de entrevistados, a maioria – representada por 56,8% - expressou o interesse em atuar


profissionalmente na área de informática, o que corroborou a intenção prévia do câmpus de oferecer
um curso técnico integrado nessa área do conhecimento, uma vez que o município necessita
profissionais que executem serviços relacionados à tecnologia da informação.

1
Tal questionário teve por objetivo realizar um levantamento do perfil dos alunos que frequentam o ensino público
oferecido pela prefeitura de Campos do Jordão, bem como coletar dados que possam ser utilizados futuramente para
complementar a prescrição de novos cursos a serem implantados no câmpus Campos do Jordão do Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia.
15
Além disso, é preciso salientar que a escolha prévia pelo curso na área de informática deu-se
também pelo fato de os computadores, atualmente, representarem uma ferramenta indispensável não
só ao universo do trabalho, mas também ao de diversos setores da sociedade. São largamente
utilizados em indústrias, empresas, organizações, instituições de ensino e de pesquisa, não se
restringindo a um único ramo de atuação, mas espraiando-se, cada vez mais, por todas as áreas.

Com base em pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Brasil encontra-se
acima da média mundial por habitante com computadores, vende-se mais de um computador por
segundo, e, a cada quatro anos, dobra o número de computadores em uso, desde 2000 (MEIRELLES,
2014).

Além disso, Meirelles (2014), em sua pesquisa, aponta o uso de 136 milhões de computadores
no país em 2014 (2 computadores por 3 habitantes). A expectativa para 2016 é que se tenha em uso
um computador para cada habitante, totalizando aproximadamente 200 milhões de computadores.

Nas médias e grandes empresas, os investimentos em Tecnologia da Informação (TI) foram


de 7,5% do faturamento líquido em 2013. Já nas indústrias, esse valor é de 4,7%. Em ambos os
ambientes de mercado, a pesquisa mostra uma tendência de alta para os próximos anos. O estudo
ainda apresenta que 84% das empresas declaram ter um Sistema Integrado de Gestão (ERPs)
(MEIRELLES, 2014).

Segundo dados do International Data Corporation (IDC) (2015), era esperado o mercado de
Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) deveria crescer 5% e movimentar 165,6 bilhões de
dólares no Brasil em 2015.

Além do cenário nacional apresentado, o município de Campos do Jordão possui diversos


segmentos que utilizam de TICs em suas atividades cotidianas. A partir disso, pode-se citar algumas
áreas e empresas:

● rede hoteleira;

● segmento comercial e de serviços vinculados, em especial ao turismo.

● indústria têxtil;

● fábrica de chocolate;

● indústria de bebidas;

● ramo imobiliário;

16
Em média, a rede hoteleira de Campos do Jordão, segundo o Guia de Campos do Jordão, é
constituída por aproximadamente dez mil leitos e atende um público, na alta temporada, de mais de
um milhão de pessoas ao ano. As TICs, nesse contexto, são indispensáveis para os processos de
operação e de gestão de hotéis e pousadas, restaurantes, circuitos e atrativos turisticos com o auxílio
de computadores, smartphones, softwares, websites e aplicativos.

Com relação às indústrias têxtil, alimentícia e de bebidas, softwares são utilizados para
automatizar todo o processo de produção. Além disso, esses sistemas controlam a distribuição dos
produtos. Esses segmentos dependem diretamente das TICs.

A cidade de Campos do Jordão conta com o evento anual de grande porte conhecido como
“Temporada de Inverno”, que acontece de junho a agosto e possibilita a realização diversas atrações,
artísitico-culturais, cênicas, gastronômicas, dentre outras, destinadas ao turismo. Dentre elas, pode-
se citar o Festival Internacional de Inverno, a Festa das Cerejeiras e a Festão do Pinhão. Além disso,
o evento atrai empresas de diversos ramos, como o automobilístico, o de agronegócios, o comercial
e de serviços. Tudo isso demanda infraestrutura e prestação de serviços de TICs.

Outra realidade na área de TIC é a modalidade de home office, que significa escritório em
casa. O home office é em geral utilizado por trabalhadores autônomos e por empresas que não
necessitam da presença constante dos funcionários no local de trabalho. Os funcionários realizam as
atividades em casa e se comunicam por meio de telefone ou da internet. Empresas da área de TICs
são uma das que mais contratam profissionais nessa modalidade (EXAME, 2012). Tais profissionais
podem atuar em atividades como desenvolvimento de software, criação de websites, aplicativos,
jogos digitais, suporte a distância, entre outras.

Conforme já mencionado, em Campos do Jordão as atividades assessórias complementares à


sua realização como o comércio e os serviços, vinculados aos atrativos e às potencialidades do
turismo já instalados no município, atendem esse nicho produtivo, incorporando as atividades
relacionadas à informática e seus desdobramentos.

É evidente, portanto, que as TICs estão presentes no dia-a-dia e vêm crescendo gradualmente
de forma significativa. A partir dessas informações, o curso Técnico em Informática Integrado ao
Ensino Médio atende a essa demanda, presente no arranjo produtivo local e regional, bem como
beneficia uma quantidade significativa de pessoas que necessitam de formação e qualificação
profissional.

Em 2019, com a conclusão da primeira turma do curso, observou-se que alterações no projeto

17
pedagógico seriam necessárias a fim de atender as orientações contidas nos documentos institucionais
e na legislação nacional vigente, a destacar: Resolução nº 62/2018, de 07.08.2018, que trata da
Organização Didática da Educação Básica do IFSP, a Resolução nº 37/2018, de 08.05.2018, que
aprovou a construção do Currículo de Referência, e posteriormente o próprio Currículo de Referência,
aprovado pelo Conselho de Ensino/PRE/IFSP e pelo Conselho Superior do IFSP no ano de 2021, a
Resolução CNE/CP nº01, de 05.01.2021, que definiu as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para
a Educação Profissional e Tecnológica, bem como o Novo Catálogo Nacional de Cursos Técnicos
(CNCT) publicado em 18.12.2020.

Nesse contexto, deve-se destacar que o instrumento balizador desta reformulação foi o
Currículo de Referência para o curso técnico em Informática do IFSP. A partir desse documento
foram extraídas informações como: o perfil do egresso, os objetivos do curso, os conhecimentos e os
conteúdos essenciais para os conteúdos programáticos dos componentes curriculares, bem como a
redefinição dos componentes curriculares para atender o perfil do egresso. O processo de
reformulação do curso possibilitou um ganho pedagógico e uma aprendizagem coletiva significativa,
tendo em vista a necessidade de maior aproximação entre as áreas de conhecimentos e componentes
curriculares para o fortalecimento do ensino técnico na modalidade integrada ao Ensino Médio.
Tendo em vista a participação de alunos do curso no processo de construção deste PPC no âmbito da
CEIC, puderam opinar e contribuir, a perspectiva é que haja um maior envolvimento e participação
dos diversos atores envolvidos no processo, entre eles os docentes, a família e a comunidade, no
processo de ensino e aprendizagem, já que houve o fortalecimento do diálogo na instituição. Convém
salientar que a alteração do tempo de duração do curso de 4 anos para 3 anos foi estabelecida a partir
da alteração da carga horária, indicada pela Resolução CNE/CP nº 01/2021, de 05.01.2021, que
limitou o quantitativo das horas do curso em relação ao Projeto Pedagógio de Curso anterior.

Neste documento, foram reformulados o perfil do egresso (a partir do Currículo de Referência


do IFSP e ao Novo Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, CNCT, publicado em 18.12.2020), os
objetivos do curso, a estrutura curricular, as ementas e a cargas horárias das disciplinas. Além disso,
foram atualizados o histórico do câmpus, as informações sobre o arranjo produtivo local e a demanda
regional pelo curso, legislação e a referência, avaliação da aprendizagem, de acordo com a Resolução
62/2018- IFSP – a qual norteia a organização didática dos cursos da instituição. Somam-se a isso as
atualizações de atividades de pesquisa, atividades de extensão, apoio ao discente, ações inclusivas,
equipe de trabalho, informações sobre a infraestrutura do câmpus e acessibilidade. Também houve

18
atualização textual do estágio, do projeto integrador, dos temas transversais, das disciplinas optativas
e das orientações metodológicas.

3 OBJETIVOS DO CURSO

1. Promover a integração entre a educação básica e a educação profissional, consolidando e


aprofundando os conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental.

2. Preparar o estudante para sua integração ao mundo do trabalho, contemplando as dimensões


do eixo tecnológico Informação e Comunicação.

3. Assumir como princípios balizadores em suas práticas educativas o respeito aos direitos
humanos e o reconhecimento da diversidade, pautado pelos princípios da igualdade nas relações
sociais, étnicos-raciais, religiosa, sexual e de gênero e o reconhecimento e respeito às diferenças.

4. formar profissionais que entendam o preconceito racial e a discriminação de gênero e sexo


como um problema que fomenta a exclusão social e as mais diversas formas de violência na
sociedade, atuando como um sujeito transformador desta realidade.

5. Proporcionar uma formação crítica e ética em todas as áreas de conhecimento, que


considere os arranjos produtivos locais, regionais e nacionais, de modo a possibilitar ações
transformadoras, combatendo as desigualdades e discriminações de gênero, sexo, étnico-raciais e
sociais, no mundo do trabalho e sociedade como um todo.

6. Formar profissionais que apliquem os conhecimentos científicos e tecnológicos voltados


para o desenvolvimento, o teste, a atualização e a manutenção de sistemas computacionais, de acordo
com as tendências atuais da área de tecnologia.

7. Oportunizar reflexões sobre o exercício da cidadania no ambiente de atuação profissional


e na vida social, por meio do respeito ao pluralismo de ideias e atitudes éticas.

8. Propiciar o desenvolvimento educacional do sujeito para continuar os estudos, articulando-


os com os fundamentos científicos da pesquisa e extensão, por meio de processos educativos que
promovam a autonomia, a cidadania e o protagonismo na construção de seu projeto de vida e que
garantam a indissociabilidade entre trabalho, ciência, tecnologia e cultura.

9. Proporcionar uma formação geral integrada, possibilitando a compreensão de maneira


crítica e autônoma de sua atuação no mundo como cidadãos e profissionais técnicos de qualidade,
estimulando a inovação tecnológica.
19
10. Possibilitar a análise de situações-problema e avaliar aplicações do conhecimento
científico e tecnológico e suas implicações no mundo, utilizando procedimentos e linguagens próprias
das Ciências da Natureza.

11. Desenvolver o reconhecimento e utilizar os conhecimentos historicamente produzidos


pela ciência da natureza para que os estudantes consigam elaborar argumentos, realizar previsões e
propostas de intervenção, pautadas em evidências científicas e fundamentar decisões éticas e
responsáveis.

12. Promover ações coletivas que aperfeiçoem processos produtivos, minimizem impactos
socioambientais, sendo capaz de comunicar suas descobertas e conclusões a públicos variados, em
diversos contextos e por meio de diferentes mídias e tecnologias digitais de informação e
comunicação.

13. Possibilitar o estudo sistemático dos fenômenos, processos e características físicas,


químicas e biológicas dos diversos materiais, espaços e seres vivos, de forma a compreender as
peculiaridades e consequências de alterações no ambiente e na diversidade da vida;

14. Promover a análise e problematizar processos políticos, econômicos, sociais, ambientais


e culturais nos âmbitos local, regional, nacional e mundial em diferentes tempos e espaços.

15. Oportunizar a compreensão dos processos históricos que geram e transformam as


sociedades e geram classes hegemônicas e dominantes.

16. Desenvolver a compreensão que as transformações históricas dentro do desenvolvimento


de processos mais amplos que envolvem realidades regionais, nacionais e internacionais implicam
em consequências que podem significar permanências ou transformações, e mesmo rupturas, em
estruturas sociais e na cultura, na infraestrutura econômica e na superestrutura que corresponde ao
Estado, que estão em permanente transformação.

17. Promover a valorização e reflexão a respeito do patrimônio histórico e cultural e de seus


significados, favorecendo a reflexão, argumentação e construção da memória histórica das classes e
setores subalternos, dominados e marginalizados da sociedade.

18. Promover o desenvolvimento da consciência crítica acerca da realidade sócio-histórica,


cultural e política e do mundo do trabalho.

19. Formar profissionais com visão humanística e técnica capazes de compreender a produção
material e imaterial da humanidade, reconhecendo todas as manifestações artísticas e culturais como

20
parte do patrimônio histórico e cultural da humanidade e de sua própria sociedade e como produtos
das transformações materiais vividas por diferentes grupos humanos em diferentes contextos
históricos.

20. Promover o conhecimento do legado intelectual e cultural da humanidade por meio do


estudo das diferentes correntes filosóficas.

21. Formar profissionais que possuam o entendimento de sua inserção e ocupação do espaço
geográfico e as relações da vida humana com a paisagem, em seus desdobramentos político-sociais,
culturais, econômicos e humanos.

22. Promover o desenvolvimento de estratégias, conceitos e procedimentos matemáticos, em


unidades de conhecimento da Matemática – Números e Álgebra, Geometria e Medidas, Probabilidade
e Estatística – para interpretar, construir modelos e resolver problemas em diversos contextos;

23. Proporcionar aos estudantes experiências que lhes permitam articular conhecimentos
matemáticos ao propor e/ou participar de ações para investigar desafios do mundo contemporâneo,
incluindo as implicações da tecnologia no mundo do trabalho, por meio de conceitos, procedimentos
e linguagens próprios da Matemática;

24. Propiciar espaços formativos que reconheçam a matemática além de seu caráter
instrumental, colocando-se como área do conhecimento advinda da construção humana, com
características próprias de investigação e de linguagem;

25. Fomentar o domínio da linguagem matemática e suas relações com o mundo e com as
Ciências, incentivando a compreensão e utilização diferentes registros de representação matemáticos
(algébrico, geométrico, estatístico, computacional etc.), na busca de solução e comunicação de
resultados de problemas, de modo a favorecer a construção e o desenvolvimento do raciocínio
matemático.

26. Proporcionar os conhecimentos necessários para o entendimento dos significados, da


estrutura e da função dos conceitos matemáticos; de tal forma que o estudante possa relacionar
conceitos teóricos com situações reais e estabelecer relações com outras áreas do saber.

27. Incentivar o olhar crítico e a postura criativa dos estudantes frente à Matemática e
proporcionar experiências que permitam o desenvolvimento de diferentes maneiras de pensar,
representar, comunicar, argumentar e transformar a realidade por meio do conhecimento matemático.

28. Oportunizar a investigação e a elaboração de conjecturas a respeito de diferentes conceitos

21
e propriedades matemáticas, empregando recursos e estratégias como observação de padrões,
experimentações e tecnologias digitais na construção de sistemas computacionais, evidenciando a
lógica existente na Informática, tanto na estruturação de sistemas como na elaboração de softwares.

29. Oportunizar a compreensão das línguas como fenômeno (geo)político, histórico, social,
variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-as e vivenciando-as como
formas de expressões identitárias, pessoais e coletivas, bem como incentivar o respeito às variedades
linguísticas e a ação no enfrentamento de preconceitos de qualquer natureza, na promoção e na
garantia da democracia, dos direitos humanos, da consciência socioambiental e do consumo
responsável, em âmbito local, regional e global, evidenciando o respeito a diversidade de saberes,
identidades e culturas.

30. Fomentar o uso das diferentes formas de linguagens, códigos e suas tecnologias
considerando-as como meios de busca e produção de signos e significados ao expressarem,
investigarem e se comunicarem por intermédio das artes, da motricidade, da oralidade e da escrita;

31. Proporcionar a aprendizagem de diferentes manifestações da cultura corporal,


possibilitando ao estudante reconhecer e valorizar as diferenças de desempenho, linguagem e
expressão, além de identificar, na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de
crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes
pontos de vista postos em debate;

32. Propiciar espaços formativos que oportunizem a compreensão do funcionamento das


diferentes linguagens e práticas culturais (artísticas, corporais e verbais), mobilizando-as na recepção
e produção de conhecimentos, pautados em formação integral com vistas ao exercício da cidadania
para atuação como agente modificador nas várias esferas sociais.

33. Capacitar os estudantes a ler, articular, interpretar e expressar-se por meio de símbolos e
códigos em diferentes linguagens e representações, estabelecendo estratégias de solução e articulando
os conhecimentos das várias ciências e outros campos do saber, em uma perspectiva histórico-social
e formação de consciência crítica e da própria identidade;

34. Possibilitar o domínio da análise, interpretação e aplicação dos recursos expressivos das
linguagens, relacionando textos e discursos com seus contextos de produção e circulação para a
apresentação de ideias e projetos voltados à ciência e tecnologia.

35. Capacitar os estudantes a lerem e produzirem, com destreza e criatividade, diversos


gêneros textuais e artísticos, de modo a desenvolver habilidades de comunicação verbal e corporal
22
para que consigam compreender e se fazerem entender em diferentes contextos, profissionais ou não;

36. Incentivar a realização de produções significativas, individuais e coletivas, em


consonância com as necessidades do mundo globalizado moderno, promovendo os Direitos Humanos
e o respeito ao meio ambiente.

37. Proporcionar ações para que desenvolvam a relação de qualidade e autoconfiança com as
próprias produções (verbais, motrizes e artísticas), possibilitando os processos de construção,
expressão e comunicação de suas ideias, análises, argumentos, sentimentos e emoções, tanto em
língua vernácula quanto estrangeira;

38. Proporcionar aos estudantes experiências que lhes permitam utilizar e compreender as
diferentes linguagens para exercer de forma autônoma, crítica, criativa, ética e solidária sua
performance social;

39. Capacitar os estudantes para a análise, reflexão, respeito e preservação das diversas
manifestações de Arte – em suas múltiplas funções – utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos,
interagindo com o patrimônio nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua
dimensão sócio-histórica;

40. Fornecer noções para a aplicação de conceitos artísticos que permitam ao estudante
conhecer, analisar, refletir e compreender critérios culturalmente construídos e embasados em
conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico, científico e tecnológico, entre
outros;

41. Proporcionar ao estudante amplo conhecimento das línguas Portuguesa e estrangeira


(Língua Inglesa e/ou Espanhola) que permitam o uso da norma culta na forma escrita e oral em seus
contextos formais, além de capacitá-lo na compreensão do uso adequado de suas variações
linguísticas, quando necessário.

42. Habilitar o egresso a reconhecer e fazer uso das estruturas gramaticais, do vocabulário e
das expressões técnicas pertinentes a sua área de formação, bem como utilizá-las como ferramenta
para sua inserção social e no mundo do trabalho.

43. Inserir o estudante no mundo da literatura, evidenciando sua importância no contexto


histórico e sua relevância enquanto instrumento de expressão dos movimentos sociais e culturais e
para o despertar do interesse pela leitura.

44. Mobilizar práticas de linguagem no universo digital e práticas artísticas, corporais e

23
verbais, considerando as dimensões técnicas, críticas, criativas, éticas e estéticas, para expandir as
formas de produzir sentidos, de engajar-se em práticas autorais e coletivas, e de aprender a aprender
nos campos da ciência, cultura, trabalho, informação e vida pessoal e coletiva.

45. Valorizar e incentivar a comunicação interpessoal de forma ética e respeitosa, nos diversos
ambientes, sejam acadêmicos, profissionais ou sociais.

4 PERFIL DO EGRESSO

O egresso do Curso Técnico em Informática atua na sociedade (da qual integra o mundo do
trabalho) de forma crítica, ética e transformadora, valorizando aspectos da cidadania, colaborando
com ações de inclusão social, respeitando os direitos humanos, reconhecendo as diversidades
existentes nas relações sociais e as demandas ambientais. Compreende que o desenvolvimento
tecnológico modifica as relações profissionais e interpessoais. Atua em diferentes modalidades do
mundo do trabalho, entendendo seu caráter, sua essência e a indissociabilidade entre os saberes
práticos e teóricos. Reconhece a diversidade sexual, de gênero e as relações étnico-raciais atuando na
desconstrução do machismo e racismo estruturais, do preconceito de qualquer tipo e das mais diversas
formas de discriminação e desigualdade sociais, raciais e de gênero, dentro e fora das relações de
trabalho. Desenvolve sistemas computacionais com base em metodologias, linguagens de
programação, bancos de dados, ambientes de desenvolvimento e tecnologias da engenharia de
software. Conhece, instala, configura, testa e realiza a manutenção preventiva e corretiva de
componentes de hardware, software, sistemas operacionais e redes de computadores locais de
pequeno porte. Realiza atendimento help-desk e identifica, registra e executa as rotinas de
monitoramento do ambiente operacional, bem como os procedimentos de segurança para ambiente
de rede. Apresenta formação científica e tecnológica, que lhe permite atuar profissionalmente de
forma a integrar trabalho, ciência, tecnologia e cultura, buscando a inovação, considerando o contexto
sócio-político, econômico e o desenvolvimento sustentável, estando apto a prosseguir os estudos com
autonomia intelectual e criatividade. Articula os conhecimentos em ciências humanas, ciências da
natureza, linguagens e matemática ao eixo tecnológico de Informação e Comunicação.

5 REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO AO CURSO

Para o acesso ao curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, o estudante deverá
ter concluído o Ensino Fundamental. O ingresso se dará por meio de:
24
● Processo seletivo, de responsabilidade do Instituto Federal de São Paulo;

● Processos seletivos para vagas remanescentes, por meio de edital específico, a ser
publicado pelo IFSP no endereço eletrônico: [Link]

Outras formas de acesso previstas são:

● reopção de curso;

● transferência interna e externa, ex-officio ou outras formas definidas pelo IFSP por
meio de edital específico.

A Instituição não exigirá do candidato competências ou conhecimentos específicos próprios


da área técnica para o acesso ao curso e a matrícula nele.

Serão ofertadas 40 (quarenta) vagas anuais no período matutino, com exceção da disciplina
de Educação Física e das disciplinas optativas, que serão ofertadas no período vespertino.

De acordo com a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, serão reservados, no mínimo, 50%
das vagas aos candidatos que cursaram integralmente o Ensino Fundamental em escola pública.
Dentre essas vagas, 50% serão reservados para candidatos que tenham renda per capita bruta igual
ou inferior a 1,5 salário-mínimo (um salário-mínimo e meio).

Das vagas para estudantes egressos do ensino público, os autodeclarados pretos, pardos ou
indígenas preencherão, por curso e turno, no mínimo, percentual igual ao dessa população, conforme
último censo do IBGE para o Estado de São Paulo, conforme a Lei nº 12.711/2012.

6 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

O currículo do curso Técnico em Informática integrado ao Ensino Médio propõe a integração


entre formação geral e formação profissional, possibilitando, assim, a articulação entre a formação
acadêmica e o mundo do trabalho, ou seja, entre conhecimentos construídos a partir das disciplinas
do núcleo comum e das diferentes disciplinas do núcleo técnico, que proporcionam uma prática real
do trabalho, estabelecendo, nesse sentido, o diálogo entre as diferentes áreas de formação.

Conforme a Organização Didática da Educação Básica do IFSP, Resolução nº 62, de 07 de


agosto de 2018, o currículo do curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio está
organizado em 03 (três) núcleos politécnicos, a saber: Núcleo Estruturante Comum, Núcleo

25
Estruturante Articulador e Núcleo Estruturante Tecnológico.

O diálogo constante entre as diversas áreas do saber promove um conhecimento mais


abrangente, que pressupõe a apresentação de pontos de vista complementares, distintos sobre um
mesmo objeto. A interdisciplinaridade pode ser tomada como um recurso que visa a uma rede, a uma
teia de conhecimento, dirimindo uma educação pautada no isolamento de disciplinas do curso e na
fragmentação do saber. A contextualização, por sua vez, é um elemento indispensável para que o
aluno atribua sentido ao que aprende, tornando seu aprendizado cada vez mais articulado à sua
realidade como cidadão do mundo e como profissional. Com uma educação pautada na cidadania,
tencionamos formar técnicos comprometidos com a sociedade em que se inserem.

O curso Técnico em Informática integrado ao Ensino Médio foi elaborado de acordo com o
Eixo Tecnológico de Informação e Comunicação e organizado em três anos. Durante o curso, o aluno
terá, em todos os anos, disciplinas do núcleo estruturante comum, bem como disciplinas relacionadas
à profissão do núcleo estruturante tecnológico, a fim de aproximar conteúdos e saberes. No núcleo
estruturante articulador, encontram-se disciplinas construídas a partir da integração de conhecimentos
de áreas da formação geral e da habilitação profissional.

Salienta-se que o curso Técnico em Informática integrado ao Ensino Médio prevê disciplinas
optativas de acordo com a legislação institucional do IFSP e suas regulamentações. As disciplinas
optativas garantem o oferecimento de conteúdos também relevantes à formação discente.

No IFSP-CJO, no curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, as disciplinas


oferecidas nesse caráter serão: Língua Espanhola e Culturas Hispânicas I e II, Língua Brasileira de
Sinais (Libras) e Arte, Linguagem Digital e Tecnologia, as quais compreendem o universo da
linguagem, que permite ao indivíduo posicionar-se e expressar-se dentro de uma sociedade,
exercendo sua cidadania.

O componente curricular Língua Espanhola é de oferta obrigatória para a instituição, porém


de matrícula optativa para os alunos, conforme dispõe Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017. O
estudo dessa disciplina é proposto para o discente familiarizar-se com a língua espanhola e a culturas
dos países hispâno-falantes, conhecendo palavras, expressões, compreendendo e construindo textos
em contextos com o mundo do trabalho e a sua formação profissional. Além disso, busca-se
potencializar o diálogo com a América Latina, fortalecendo nossa identidade cultural e histórica.

O componente curricular Libras é de oferta obrigatória pela instituição, entretanto optativa


para o discente. A legislação que garante a oferta da disciplina é o Decreto nº 5.626, de 22 de

26
dezembro de 2005. O parágrafo 2º, do artigo 3º, define: “a Libras constituir-se-á em disciplina
curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional, a partir de um
ano da publicação deste Decreto.” A presença dos estudos da Libras também vai ao encontro de uma
formação inclusiva e cidadã.

Arte, Linguagem Digital e Tecnologia é de oferta obrigatória pela instituição, entretanto


optativa para o discente. Essa disciplina desenvolve, por meio da arte, em diálogo com as linguagens
digitais e tecnologias, ampliando repertório técnico e artístico dos estudantes, para a construção do pensamento
crítico de um sujeito consciente de sua condição social, histórica e cultural.

Alguns componentes curriculares, que compõem os núcleos estruturantes articulador e


tecnológico da formação profissional que preveem tratamento metodológico teórico e prático estão
organizados, preferencialmente, com dupla docência, para que as aulas práticas possam ser
ministradas aos alunos com disponibilidade adequada de estrutura e materiais didáticos. Além disso,
entende-se que as aulas práticas de laboratório e/ou o uso de outros espaços com fins didáticos têm
intervenção pedagógica de maior qualidade quando feita em pequenos grupos.

Enfatiza-se que as disciplinas que abrangem o curso, sejam elas optativas ou obrigatórias,
preveem atividades diversas, que tendem a uma aproximação entre áreas. Atividades práticas, visitas
técnicas, interação com profissionais e empresas da área, projetos de extensão e de pesquisa previstos
contam com um trabalho multidisciplinar elaborado pelos docentes que ministrarão aulas no curso.

Lançar-se-á também um olhar acurado, durante as aulas e outros momentos de reflexão e de


debate oferecidos pelo câmpus, a temas que envolvam questões ambientais, éticas, étnico-raciais,
sócioinclusivas, de modo a despertar o interesse discente por assuntos relevantes para a sociedade.

O aluno egresso contará, pois, não só com uma visão ampla da área de informática com meios
suficientes para atuar no mercado de trabalho, mas também com uma visão ampla sobre questões
cidadãs e ainda terá meios suficientes para aprofundar os estudos em outros cursos e outros níveis de
ensino.

6.1 Núcleos Estruturantes

Núcleo Estruturante Comum

O Núcleo Estruturante Comum trata dos conhecimentos e habilidades inerentes à formação


27
geral no Ensino Médio, constituído pela área de Linguagem e seus códigos, Ciências Humanas,
Matemática e Ciências da Natureza, cujo objetivo é contribuir na constituição de sujeitos autônomos,
críticos, reflexivos, argumentativos, capaz de desenvolver o raciocínio lógico e de de dialogar nos
diferentes espaços.

Núcleo Estruturante Articulador

O Núcleo Estruturante Articulador trata de conhecimentos das disciplinas inerentes à


educação básica e à área técnica, de forma integrada, com o objetivo maior de ser o elo entre os
núcleos comum e tecnológico, promovendo a formação integral, omnilateral e politécnica. A
articulação de conhecimentos das diferentes áreas que irão compor novas disciplinas nesse núcleo
estruturante deverá favorecer a construção de situações práticas e de aprendizagens significativas.

Para a constituição e o fortalecimento do projeto e da identidade do Núcleo Estruturante


Articulador e das suas disciplinas no Curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio do
IFSP-CJO, faz-se necessária a criação de espaços de análise e reflexão acerca das experiências dos
docentes e dos estudantes ao longo do seu desenvolvimento. Nesse sentido, tendo em vista as
especificidades do trabalho de integração, o núcleo contará com o acompanhamento, o apoio e a
orientação de uma comissão multiprofissional, designada em portaria específica, composta por, no
mínimo, um pedagogo da Coordenadoria Sociopedagógica do câmpus, um representante membro da
CEIC e pelos docentes responsáveis pelas disciplinas integradoras. A comissão será constituída a
cada ano letivo, indicará o presidente entre os seus membros e terá, no mínimo, três encontros
[Link]-se, assim, por uma gestão pedagógica de qualidade, na qual os docentes, de forma
coletiva, possam construir a identidade do Núcleo Estruturante Articulador e dos projetos das
disciplinas que o compõem, a partir da reflexão sobre suas práticas.

Busca-se, assim, uma gestão pedagógica de qualidade, na qual os docentes, de forma coletiva,
possam construir a identidade do Núcleo Estruturante Articulador e dos projetos das disciplinas que
o compõem.

As componentes currículares do núcleo estruturante articulador do curso Técnico em


Informática Integrado ao Ensino Médio do IFSP-CJO, são:

28
Nome do Componente Curricular

Empreendedorismo e Sociologia do Trabalho

Componentes Articulados

Sociologia e Núcleo Tecnológico

Conteúdos de Integração
Núcleo Estruturante Comum – Sociologia: Mundo do trabalho.
Núcleo Estruturante Tecnológico: Administração, gestão e empreendedorismo.

Nome do Componente Curricular

Inglês para o Mundo da Informática

Componentes Articulados

Inglês e Núcleo Tecnológico

Conteúdos de Integração
Núcleo Estruturante Comum – Inglês: Aspectos léxico-gramaticais, funcionamento
da língua e práticas discursivas textuais; Relações entre identidade, cultura e
sociedade e a língua inglesa para a formação integral e cidadã no mundo do trabalho.
Núcleo Estruturante Tecnológico - História da computação; Atribuições legais e
atuação dos profissionais da área de informática; Fundamentos de Informática.

Nome do Componente Curricular


Filosofia, Raciocínio Lógico e Técnicas de Programação

Componentes Articulados
Filosofia e Núcleo Tecnológico

Conteúdos de Integração
Núcleo Estruturante Comum – Filosofia: Filosofia da ciência; Lógica.
Núcleo Estruturante Tecnológico - Algoritmos e linguagens de programação.

29
Nome do Componente Curricular
Física Aplicada à Informática

Componentes Articulados
Física e Núcleo Tecnológico

Conteúdos de Integração
Núcleo Estruturante Comum – Física: A organização do conhecimento na Física;
As linguagens e a comunicação na Física.
Núcleo Estruturante Tecnológico - Fundamentos de Informática e Infraestrutura:
(hardware, sistemas operacionais, redes de computadores, segurança).

Nome do Componente Curricular


Projeto Integrador

Componentes Articulados
O projeto integrador deverá articular os conhecimentos trabalhados em, no mínimo,
quatro disciplinas específicas, contemplando necessariamente disciplinas do núcleo
estruturante comum e do núcleo estruturante tecnológico. Porém, conhecimentos de
outras áreas poderão ser artitulados no seu desenvolvimento.

Conteúdos de Integração
Pela natureza da Componente Curricular, conforme descrito no Item 10.2 - Projeto
Integrador, deste Projeto Pedagógico de Curso, os conhecimentos/ conteúdos de
integração serão definidos coletivamente na CEIC do curso e registrado no respectivo
plano de aulas da componente.

Núcleo Estruturante Tecnológico.

O Núcleo Estruturante Tecnológico se caracteriza pelas disciplinas que tratam dos


conhecimentos inerentes à educação técnica, com ênfase tecnológica, e que possuem uma menor
integração com as disciplinas do Núcleo Estruturante Comum. O

A carga horária total mínima obrigatória do curso Técnico em Informática Integrado ao


Ensino Médio será de 3.066,7 horas relógio, sendo composta pelas cargas horárias dos três núcleos,
que são: 1.800,0 horas relógio no Núcleo Estruturante Comum, 400,0 horas relógio para o Núcleo
Estruturante Articulador e 866,7 horas relógio para o Núcleo Estruturante Tecnológico.
30
A carga horária mínima de 1200,0 horas, exigida pelo Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos
(CNCT) para o Curso Técnico em Edificações, é composta pela soma das cargas horárias do Núcleo
Estruturante Articulador (400,0 horas) e o Núcleo Estruturante Tecnológico (866,7 horas),
totalizando 1.266,7 horas.

31
7 ESTRUTURA CURRICULAR

Carga Horária
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO Mínima Obrigatória
Criado pela Lei nº 11.892 de 29/12/2008.
Campus Campos do Jordão 3066,7
Criado pela Portaria Ministerial nº 711, de 09.06.2008
Total Anual de
ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA NA FORMA INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO
semanas
Base Legal: Lei nº 9.394/1996, Decreto n° 5.154/2004, Resoluções CNE/CP nº 01/2021.
Resolução de autorização do Curso no IFSP, nº 70 de 01.09.2015 40

Habilitação Profissional: TÉCNICO EM INFORMÁTICA


Aulas semanais Carga horária Total Total
Trat. Núm.
ÁREAS Componente Curricular Cód.
Met. Prof. 1º 2º 3º 1º 2º 3º aulas Horas

Língua Portuguesa e Literatura LPL T/P 1 4 3 3 133,3 100,0 100,0 400 333,3

Arte ART T/P 1 2 66,7 80 66,7


LINGUAGENS
Educação Física
NÚCLEO ESTRUTURANTE COMUM

EFI T/P 1 2 66,7 80 66,7

Inglês ING T/P 1 2 66,7 80 66,7

MATEMÁTICA Matemática MAT T/P 1 4 3 3 133,3 100,0 100,0 400 333,3

Biologia BIO T/P 1 2 2 66,7 66,7 160 133,3


CIÊNCIAS DA
NATUREZA Física FIS T/P 1 2 2 66,7 66,7 160 133,3

Química QUI T/P 1 2 2 66,7 66,7 160 133,3

História HIS T/P 1 2 2 66,7 66,7 160 133,3

CIÊNCIAS Geografia GEO T/P 1 2 2 66,7 66,7 160 133,3


HUMANAS
Filosofia FIL T 1 2 2 66,7 66,7 160 133,3

Sociologia SOC T 1 2 2 66,7 66,7 160 133,3

NÚCLEO ESTRUTURANTE COMUM = Sub Total I 20 20 14 666,7 666,7 466,7 2160 1800,0

Empreendedorismo e Sociologia do trabalho EST T/P 2 2 66,7 80 66,7

Inglês para o Mundo da Informática


ESTRUTURANT

IMI T/P 2 2 2 66,7 66,7 160 133,3


ARTICULADOR
NÚCLEO

Filosofia, Raciocínio Lógico e Técnicas de Programação FRP T/P 2 2 66,7 80 66,7


E

Projeto Integrador PRI T/P 2 2 66,7 80 66,7

Física Aplicada à Informática FAI T/P 2 2 66,7 80 66,7

NÚCLEO ESTRUTURANTE ARTICULADOR = Sub Total II 2 2 8 66,7 66,7 266,7 480 400,0

Fundamentos da Informática e Aplicativos FIA T/P 2 2 66,7 80 66,7

Programação I PR1 T/P 2 3 100,0 120 100,0

Análise e Projeto de Sistemas APS T/P 2 3 100,0 120 100,0


NÚCLEO ESTRUTURANTE

Organiz. de Computadores e Sistemas Operacionais OSO T/P 2 2 66,7 80 66,7


TECNOLÓGICO

Banco de Dados BDS T/P 2 3 100,0 120 100,0

Programação II PR2 T/P 2 3 100,0 120 100,0

Redes de Computadores RDC T/P 2 2 66,7 80 66,7

Redes e Administrações de Sistemas RAS T/P 2 2 66,7 80 66,7

Programação III PR3 T/P 2 4 133,3 160 133,3

Gerenciamento e Segurança de Dados GSD T/P 2 2 66,7 80 66,7

NÚCLEO ESTRUTURANTE TECNOLÓGICO = Sub Total III 10 8 8 333,3 266,7 266,7 1040 866,7

Sub Total I + Sub Total II + Sub Total III 32 30 30 1066,7 1000,0 1000,0 3680,0 3066,7

Trat. Núm. Aulas Carga Total Total


Componente Curricular Optativo Cód.
Met. Prof. Semanais Horária Aulas Horas
PARTE Arte, Linguagem Digital e Tecnologia ALD T/P 1 2 66,7 80 66,7
DIVERSIFICADA
OPTATIVA Língua Espanhola e Culturas Hispânicas I LE1 T/P 1 2 66,7 80 66,7

Língua Espanhola e Culturas Hispânicas II LE2 T/P 1 2 66,7 80 66,7

Libras I LB1 T/P 1 2 66,7 80 66,7

PARTE DIVERSIFICADA OPTATIVA = Sub Total IV 8 266,7 320 266,7

Estágio supervisionado não obrigatório 180,0

Total de Aulas Semanais (Aulas de 50 minutos) 3066,7


CARGA
HORÁRIA Núcleo Estruturante Comum 1800,0
TOTAL MÍNIMA
OBRIGATÓRIA
Núcleo Estruturante Articulador + Núcleo Estruturante Tecnológico 1266,7

Núcleo Estruturante Comum + Núcleo Estruturante Articulador + Núcleo Estruturante Tecnológico 3066,7
CARGA HORÁRIA
TOTAL MÁXIMA
Carga Horária Total Máxima 3513,3

32
8 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO

33
9 PLANOS DE ENSINO

CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA

Ano: 1º ANO Código: LPL


C.H. Presencial: 133,3h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 133,3h
4 160

Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala


Abordagem Metodológica:
de aula?
T( ) P( ) T/P ( X )
( X ) NÃO ( ) SIM Quais:

2 - EMENTA:
O componente curricular aborda a língua materna como geradora de significação e
integradora da organização do mundo e da própria identidade. Trabalha as relações entre a
Língua Portuguesa e outras línguas e linguagens, reconhecendo a diversidade linguística
como patrimônio cultural e objeto de estudo. Estuda os recursos linguísticos e discursivos
para o desenvolvimento do olhar crítico em práticas comunicativas orais, escritas e
multissemióticas. Pratica a leitura e a escrita de diferentes gêneros discursivos considerando
o contexto de produção, seus aspectos sócio-históricos e os elementos ideológicos. Trabalha
a literatura como arte da linguagem e como expressão artística coletiva de uma sociedade.
Aborda textos literários em seus aspectos linguísticos, estéticos, sociais, históricos e lúdicos.
Reflete sobre as Relações Étnico-Raciais e a História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena
na literatura.

34
3- OBJETIVOS:

 Compreender as concepções de língua, sua história e origens;

 Compreender a língua portuguesa como fenômeno histórico, social, heterogêneo e


sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a e vivenciando-a como formas de
expressões identitárias, pessoais e coletivas;

 Compreender o fenômeno da heterogeneidade da língua, principalmente da língua


materna, a fim de conhecer e respeitar as variedades linguísticas, assumindo o
combate ao preconceito linguístico (e a outro de qualquer natureza) e evidenciando o
respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas;

 Ler criticamente, assumindo olhar ético e crítico em relação aos direitos humanos e
ao reconhecimento da diversidade, pautado pelos princípios da igualdade nas relações
sociais, étnico-raciais, religiosa, sexual e de gênero e o reconhecimento e respeito às
diferenças;

 Ampliar as possibilidades de leituras intertextuais e interdiscursivas;

 Ler e produzir diferentes gêneros discursivos, sobretudo aqueles organizados


textualmente pelos modos narrativo e descritivo, analisando os elementos típicos da
narrativa e os aspectos linguístico-discursivos para os efeitos de sentido;

 Ler diferentes gêneros discursivos, principalmente aqueles inseridos em práticas


sociais do mundo profissional da Informática e do mundo acadêmico, e produzi-los
com autonomia, refletindo sobre os discursos sócio-históricos e ideológicos que são
neles materializados;

 Desenvolver olhar epilinguístico, refletindo sobre o emprego das estruturas


gramaticais, do vocabulário e das expressões técnicas pertinentes à sua área de
formação, bem como empregá-las com adequabilidade contextual para sua inserção
social e no mundo do trabalho;

 Compreender a literatura como arte e suas relações com a sociedade;

 Conhecer a linguagem literária, suas especificidades linguísticas, estéticas e


estilísticas;

 Ampliar o interesse pela leitura.


35
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de Conhecimento: Língua, identidade e sociedade


Grupo de Conhecimento: História da língua portuguesa, gramática e sociedade

1. Língua portuguesa como língua materna:

1.1. Concepções de língua;

1.2. História da língua portuguesa;

1.3. Origens, organização, políticas linguísticas.

2. Heterogeneidade linguística e o fenômeno das variedades linguísticas;

3. Variedades linguísticas de prestígio e estigmatizadas e o combate ao preconceito


linguístico (bem como a todos os outros a ele vinculados);

4. Modalidades oral e escrita da língua: diferenças, características, especificidades;

5. Adequação e inadequação linguística nos enunciados concretos e nos diferentes


contextos;

6. A homonímia e a paronímia;

7. A polissemia e a ambiguidade;

8. O sentido denotativo e conotativo das palavras;

9. As classes de palavras e suas articulações de sentido no texto;

10. Os elementos formadores das palavras e seus processos de formação das palavras no
favorecimento da compreensão do texto.

Grupo de Conhecimento: Construção de sentido, leitura e produção de textos orais e


escritos

Grupo de Conhecimento: Linguagem, tecnologia e mundo do trabalho

11. Leitura e produção gêneros discursivos organizados textualmente pelos modos narrativo
e descritivo: conto, crônica, romance, memórias literárias, notícia, relato de experiência,
entre outros;
36
12. Elementos da narrativa (foco narrativo, tipos de narrador, caracterização de
personagens, tempo psicológico e cronológico, espaço e ambientação) e estrutura narrativa;

13. Discurso direto, indireto e indireto livre;

14. Leitura e produção gêneros discursivos do mundo profissional da Informática e do


mundo acadêmico: foco para os tipos de relatório;

15. Elementos constitutivos dos gêneros estudados: aspectos composicionais, estilo de


linguagem;

16. Propósitos comunicativos dos textos;

17. Contextos de produção, circulação e recepção;

18. Multimodalidade e Multissemiose: linguagens e novas tecnologias;

19. Coesão e coerência textuais ligadas aos gêneros discursivos estudados;

20. Intertextualidade e interdiscursividade.

Grupo de Conhecimento: Literatura, história e cultura

21. Conceituações gerais sobre arte e literatura;

22. Literatura com direito humano e como medição na reflexão sobre a sociedade, sendo
constitutiva dela e constituída por ela;

23. O texto literário e o não literário;

24. Literatura e realidade: ficção e verossimilhança;

25. Gêneros literários: divisão clássica e moderna;

26. A formação do cânone e a literatura clássica;

27. Plurissignificação da linguagem literária;

28. Recursos literários e estilísticos e as figuras de linguagem;

29. Verso e Prosa;

30. Períodos literários e seus contextos sociais, históricos, culturais e ideológicos:

30.1. Formação da literatura de língua portuguesa: cantigas medievais, novelas de


cavalaria, a crônica de Fernão Lopes,

37
30.2. O teatro de Gil Vicente,

30.3. Lírica e épica camoniana,

30.4. Manifestações literárias no Brasil: literatura catequética e informativa,

30.5. Padre Antônio Vieira: a prosa argumentativa e persuasiva, o contexto político,

30.6. Formação da literatura brasileira: Gregório de Matos e Tomás Antônio Gonzaga.

31. Relações com textos de literaturas de expressão em Língua Portuguesa de povos


africanos e indígenas: influências, relações, diálogos.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ALMEIDA, R. de C. S. Práticas de leitura e Produção de Texto. Rio de Janeiro: Editora


Vozes, 2015. (E-Book Pearson).

AMARAL, Emília et al. Novas palavras. 4. ed. São Paulo: FTD, 2017.

CEREJA, W. R., VIANNA, C. D., DAMIEN, C. Português contemporâneo: diálogo,


reflexão e uso. São Paulo: Saraiva, 2016.

KOCH, I. G. V. ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. 3. ed. São Paulo:


Contexto, 2006.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. Revista e ampliada. Rio de


Janeiro: Lucerna, 2009.

BOSI, A. História Concisa da Literatura Brasileira. 45. ed. São Paulo: Cultrix, 2010.

CÂNDIDO, Antônio. O direito à literatura. In: Vários Escritos. 5. ed. Rio de Janeiro:
Editora Ouro sobre azul, 2011.

CUNHA, C.; CINTRA, L. F. L. Nova Gramática do português contemporâneo. 6. ed. Rio


de Janeiro: Lexikon, 2013.

PERINI, M. A. Gramática Descritiva do Português. São Paulo: Ática, 2007. (E-Book


Pearson).

38
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: ARTE

Ano: 1º ANO Código: ART


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80
Uso de laboratório ou outros ambientes além da
sala de aula?
Abordagem Metodológica:
( ) NÃO (x) SIM Quais: Laboratório de Informática,
T( ) P( ) T/P ( X )
espaços externos, biblioteca, espaços para
apresentações (auditório etc.)
2 - EMENTA:
O componente curricular aborda e desenvolve, por meio das diversas linguagens artísticas,
formas de explorar a percepção, a análise crítica e a imaginação, de forma a compreender e
interferir com criatividade na realidade individual e coletiva, promovendo o fazer e o saber
artístico, a partir da compreensão de códices, procedimentos, técnicas e contextos sócio-
históricos-culturais.
3 - OBJETIVOS:
 Utilizar a linguagem artística, nas suas diversas modalidades, para integrar-se no
processo de transformação cultural e social: ciência, arte, técnica, tecnologia e
sociedade.
 Identificar e compreender conceitos, práticas e procedimentos das Artes em suas
diversas linguagens.
 Situar-se como agente produtor, apreciador, consumidor e tranformador da Arte e
Cultura.
 Elaborar novas possibilidades crítico-criativas de acordo com as dinâmicas culturais
da sociedade contemporâneade de forma individual e colaborativa, desenvolvendo a
cidadania e o respeito pela diversidade.
 Analisar formas tradicionais e alternativas de se manifestar a visão da vida e do

39
mundo.
 Valorizar a formação e manifestação étnico cultural no Brasil e no mundo,
 Adquirir noção geral da função e da aplicação da linguagem artística na vida
cotidiana.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Apreciação, leitura e fruição de obras de arte. Fundamentos


das linguagens artísticas
1. Arte. O que é? Principais conceitos e problemas na definição do campo de atuação da
Arte.
Grupo de conhecimento: Fundamentos das linguagens artísticas; Artes hibridas;
Criação em arte
2. Linguagens artísticas (música, dança, teatro e artes visuais): aspectos teóricos e
práticos.
Grupo de conhecimento: Apreciação, leitura e fruição de obras de arte (exemplo).
História e historiografias da arte e de suas linguagens
3. Linha do tempo da Arte: artistas e movimentos artísticos. Da pré-história à
contemporaneirdade.
Grupo de conhecimento: Criação em arte
4. O processo de criação e suas implicações: materialidde e imaterialidade, criação,
registro, percepção e experimentação (eixos leitura, produção e contextualização).
Grupo de conhecimento: Artes híbridas
5. Arte e Interdisciplinaridade.
Grupo de conhecimento: Fundamentos das linguagens artísticas
6. Estética e História da Arte e de suas linguagens.
Grupo de conhecimento: Mediações, culturas e arte. Artes híbridas
7. Mediação cultural e cultura visual.
Grupo de conhecimento: Mediações, culturas e arte. Patrimônio Cultural
8. Cultura Brasileira: produção indígena, africana, multiculturas. Patrimônio Cultural.
Grupo de conhecimento: Mediações, culturas e arte. Patrimônio cultural
9. Culturas do mundo e suas especificidades.

40
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BENNETT, Roy. Uma breve História da Música. Trad. Maria Teresa R. Costa. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 2007.

COSTA, Cristina. Questões da Arte. São Paulo: Moderna, 2004.

GROUT, Donald Jay. História da música ocidental. 5. ed. Lisboa: Gradiva, 2007.

PEREIRA, Almícar Araújo. Paulo Silva: um contraponto nas relações raciais no Brasil.
Niterói: EdUFF, 2021.

RIBEIRO, Ana Cristina; CARDOSO, Ricardo. Dança de rua. Campinas: Átomo, 2011.

SCHAFER, Murray. O ouvido pensante. São Paulo: UNESP, 2012.

SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. 6. ed. São Paulo: Perspectiva, 2015.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

COLI, Jorge. O que é arte. São Paulo: Brasiliense, 1981.

FRÓIS, J. P. Educação estética e artística: abordagens transdisciplinares. Lisboa:


Fundação Calouste Gulbenkian, 2000.

GILSON, Étienne. Introdução às Artes do Belo. Tradução de Érico Nogueira. São Paulo:
É Realizações, 2010.

GOMBRICH, Ernst. A história da Arte. São Paulo: LTC, 2000.

PROENÇA, Graça. Descobrindo a história da arte. 2. ed. São Paulo: Ática, 2008. volume
único.

41
CÂMPUS
Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: EDUCAÇÃO FÍSICA

Ano: 1º ANO Código: EFI


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas:
Total de horas: 66,7h
2 80
Uso de laboratório ou outros ambientes além da
sala de aula?
Abordagem Metodológica:
( ) NÃO (x) SIM Quais: Quadra poliesportiva,
T( ) P( ) T/P ( x )
espaços abertos do campus em geral, espaços
alternativos extra campus.
2 - EMENTA:

O componente curricular aborda o movimento humano no contexto das práticas corporais


esporte, lutas, danças, ginástica e jogos e brincadeiras, enquanto trabalha com a
compreensão e o entendimento dos diversos grupos sociais enquanto produtores de cultura
na execução destas práticas e busca apresentar diferentes práticas corporais e seus contextos,
origem e história. Estuda o movimento humano e as práticas e conceitos do lazer por meio
da perspectiva da cultura coporal, conceito que traz à tona as individualidades de cada sujeito
na expressão e comunicação de suas experiências na vivências destas práticas corporais.
Além disso, o componente trabalha a relação entre as práticas corporais e aspectos
relacionados à saúde e qualidade de vida por meio da prática de atividade física. Aborda
temas transversais na sociedade, como as práticas corporais e o lazer, aspectos de gênero,
raça e étnicos culturais e de inclusão e suas relações com o esporte, as danças, as lutas, a
ginástica e os jogos e brincadeiras.

42
3 - OBJETIVOS:

 Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal em diversificados


grupos sociais e étnico culturais, reconhecendo e valorizando as diferenças de
desempenho, linguagem e expressão e a importância de inclusão.

 Compreender os contextos sociais, culturais, históricos e políticos dos esportes, lutas,


danças, ginástica e jogos e brincadeiras, conteúdos da educação física escolar.

 Compreender os conceitos de lazer, bem como seus espaços e equipamentos na


sociedade, as políticas públicas existentes e o conceito do lazer como um direito do
cidadão.

 Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-


las e reinterpretá-las, adotando uma postura autônoma na prática de atividades e
procedimentos para a manutenção e/ou aquisição da saúde.

 Interessar-se pelo surgimento das múltiplas variações de atividade física e


compreender a sua importância.

 Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e


modificar as atividades corporais, valorizando-as como recursos para melhoria de
suas aptidões físicas.

 Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças


individuais, a importância da inclusão no espaço escolar e procurando colaborar para
que o grupo possa atingir os objetivos que se propôs.

 Demonstrar autonomia na elaboração de práticas corporais, assim como capacidade


para discutir, modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de
movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos
sobre a cultura corporal.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

43
5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Grupo de conhecimento: Práticas da cultura corporal em contextos dos direitos sociais
do esporte e lazer.
1. Lazer e práticas corporais;
2. que é lazer? Relações entre lazer, trabalho, cultura e estilos de vida.

3. Práticas de lazer e conteúdos da educação física escolar em diferentes espaços–


esportes, danças, lutas, ginástica e jogos brincadeiras.
4. Políticas públicas de lazer: indústria cultural e lazer; programas e projetos e órgãos de
fomento do lazer na sociedade.
5. Espaços e equipamentos de lazer.

Grupos de conhecimento: Práticas da cultura corporal em contextos de inclusão,


diferenças e diversidades; Práticas da cultura corporal em contextos econômicos,
midiáticos e de consumo; Práticas da cultura corporal em contextos políticos, históricos
e intercâmbios simbólicos; Práticas da cultura corporal em contextos lúdicos, juvenis
e virtuais; Práticas da cultura corporal enquanto fenômeno e patrimônio humano e
social.
6. Esportes, lutas, danças, ginástica, jogos e brincadeiras: contextos sociais, culturais,
históricos e políticos.
7. Origem, história e contextos de práticas corporais de diferentes grupos: matriz afro
brasileira, matriz indígena e quilombola e pessoas com deficiência.
8. Tradições, simbolismos, subjetividades e códigos dos relatos das práticas corporais
baseados em experiências individuais.
9. Acesso e democratização das práticas corporais na sociedade para grupos
marginalizados socialmente- mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e
idosos.
10. Práticas corporais femininas x Práticas corporais masculinas – questões de gênero.
11. Práticas corporais inclusivas para pessoas com deficiência na escola - como fazer?
12. Práticas corporais e aspectos religiosos.
13. Práticas corporais na natureza e educação ambiental.
14. Práticas corporais em diferentes fases da vida: infância, juventude, vida adulta e
terceira idade; relação entre o corpo, suas mudanças e aspectos sociais e culturais das
práticas corporais.

44
15. Práticas corporais e a negação de violências: torcidas, megaeventos e fanatismos.
16. Práticas corporais tradicionais, não tradicionais, e-games e esportes de aventura.
Grupos de conhecimento: Práticas da cultura corporal em contextos econômicos,
midiáticos e de consumo; Práticas da cultura corporal em contextos de saúde e
exercício físico; Práticas da cultura corporal e modos de vida.

17. Atividades físicas e estilo de vida: relações e consequências.


18. Atividade física e saúde: mitos e verdades relacionados à prevenção, cuidados e
manutenção da saúde.
19. Saúde: conceito, determinantes, relações socioeconômicos, biológicas, culturais e
ambientais; políticas públicas e privadas de saúde.
20. Cuidados com o corpo: o uso de esteróides anabólicos, doping e aspectos nutricionais
e suas relações com a imagem corporal, o consumo e os padrões de beleza impostos
socialmente.
21. Construção de um estilo de vida saudável por meio das práticas corporais: atividade
física e autocuidado, ativididade física e desempenho esportivo, estética e saúde;
22. Corpo humano ativo: aspectos fisiológicos (frequência cardiáca, pressão arterial e
outros).
23. Riscos e doenças advindas do sedentarismo ou inatividade física.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

SOARES, C. et al. Metodologia do ensino de Educação Física. São Paulo: Cortez, 2009.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio: Educação Física. Brasília:


MECSEF, 2000- Disponível em: [Link]

DARIDO, S.; RANGEL, I. Educação Física na escola: implicações para a prática


pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.

45
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: INGLÊS

Ano: 1º ANO Código: ING


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas:
Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T() P( ) T/P (X)
( ) NÃO (X) SIM Quais: Laboratório de Informática
2 - EMENTA:
A disciplina trabalha aspectos léxico-gramaticais de nível básico do inglês,
transculturalidade e recursos linguísticos em práticas comunicativas orais e escritas como
prática social situada em contextos cotidianos, profissionais e acadêmicos, apresentando
gêneros discursivos/ textuais orais e escritos para a formação cidadã.

3- OBJETIVOS:
 Gerais:
 Perceber a língua inglesa como fenômeno político, histórico, social, variável,
heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo e compreendendo as
variações linguísticas e culturais e as relações de poder na e pela linguagem;
 Reconhecer e usar aspectos léxico-gramaticais da linguagem oral e escrita como
instrumento de comunicação e de interação social necessária ao desempenho
profissional.
 Específicos:
 Reconhecer e usar diferentes práticas de linguagem e repertórios linguísticos em
inglês em contextos formais e informais por intermédio da oralidade e da escrita;

46
 Compreender o funcionamento do inglês nos níveis morfológico, semântico,
sintático, fonético-fonológico e seu papel na construção de sentidos em discursos/
textos orais e escritos;
 Refletir sobre a linguagem na perspectiva da transculturalidade, considerando os
diversos repertórios linguísticos culturais da língua inglesa por meio de textos,
músicas e filmes
 Refletir, por meio de leitura e filmes, sobre o racismo, discursos hegemônicos e
as diversas formas de preconceito e violência na sociedade, nos níveis locais e
globais, na perspectiva do letramento crítico

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupos de conhecimentos: Aspectos léxico-gramaticais e seu papel na construção de


sentidos nos discursos/textos orais e escritos
1. Simple Present, statements with be, subject pronouns and word groups
2. Imperative, Imperative and Simple Present, word formation and multi-word verbs
3. Present Continuous, Simple Present and Present Continuous, question words, possessive
adjectives and noun phrases
4. Modal verbs and discourse markers
5. Simple Past, object pronouns and word formation
6. Simple Past and Past Continuous, phrasal verbs
7. Relative pronouns and discourse markers
8. Future with will and phrasal verbs
9. Future with going to and time expressions
10. Quantifiers and adverbs of frequency
11. Present Perfect, for and since in answers and Present Perfect/ Simple Past
12. Comparative and superlative forms of adjectives
13. So, too, neither and either and different verb aspects
Grupo de conhecimento: Práticas discursivas/ textuais
14. Gêneros discursivos/ textuais relacionados ao desempenho profissional, mundo do
trabalho e formação cidadã crítica a partir da leitura e análise de reportagens e artigos

47
15. Organização de ideias, adequabilidade, coesão e coerência trabalhados no
desenvolvimento de tópicos conversacionais e textos escritos
Grupo de conhecimento: Relações entre identidade, cultura e sociedade
16. Transculturalidade e os diversos repertórios linguístico-culturais da língua inglesa a
partir da análise de filmes, músicas, entrevistas e documentários

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

FRANCO, Cláudio de Paiva; TAVARES, Kátia Cristina do Amaral. Way to Go 1!: Língua
estrangeira mooderna: inglês. 2. ed. São Paulo: Ática, 2016.

MURPHY, Raymond. Essencial Grammar in Use: a reference and practice book for
elementary students of English. 4. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2015.

SWAN, Michael. Practical English usage. 3. ed. New York: Oxford University Press,
2014. xxix, 658 p.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

LONGMAN. Dicionário escolar para estudantes brasileiros: inglês-português,


português-inglês. 2. ed., 1. reimpr. Edinburgh Gate, [Inglaterra]: Pearson Education Limited,
2009. 770 p. + 1 CD-ROM.

MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura - módulo 1. São Paulo:


Textonovo: CEETEPS, 2004. 111 p.

OXFORD UNIVERSITY PRESS. Dicionário Oxford escolar para estudantes brasileiros


de inglês: português-inglês, inglês-português. New York: Oxford University Press, 2015.
757 p.

GUDE, Kathy; DUCKWORTH, Michael. Proficiency Masterclass: Exam Practice


Workbook. Oxford: Oxford University Press, 2002.

48
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: MATEMÁTICA

Ano: 1º ANO Código: MAT


C.H. Presencial: 133,3h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 133,3h
4 160

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X )
( ) NÃO (X) SIM Quais: Laboratório de informática

2 - EMENTA:
A disciplina de matemática aborda o estudo de conjuntos, funções e matrizes, determinantes
e sistemas lineares, apresentando noções de representações e notações, abordando suas
caracteristicas, definições e aplicabilidade. Desenvolve a relação da matemática com o
cotidiano e com o mundo do trabalho através da discussão de problemas aplicados.

3 - OBJETIVOS:

 Ler e interpretar textos Matemáticos;

 Desenvolver a capacidade de indentificar e formular problemas, assim como


desenvolver e/ou selecionar estratégias adequadas para soluciona-los quando
possível;

 Identificar diferentes representações e significados de números e operações no


contexto social;

 Identificar e operar com conjuntos nas suas diferentes formas de representação.

 Identificar os diferentes conjuntos numéricos, bem como suas operações e


propriedades.

 Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para a linguagem

49
simbólica (equações, gráficos, diagrama, fórmulas, etc) e vice versa;

 Identificar a importância do estudo das funções e aplicar estes conhecimentos em


situações reais, partindo do princípio que as funções representam relações de
interdependência;

 Construir gráficos e associar a eles suas respectivas funções;

 Reconhecer a aplicação e utilização do estudo das matrizes, determinantes e sistemas


lineares no estudo das diversas Ciências;

 Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos;

 Utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e


potencialidades;

 Aplicar conhecimentos e métodos matemáticos em situações reais do cotidiano e


diretamente relacionadas ao mundo do trabalho, mais especificamente,
correlacionando com a área técnica.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conehcimento: Números


1. Conjuntos:
1.1. Noções e representação de conjuntos;
1.2. Operações: união, interseção, diferença, complemento;
1.3. Conjuntos Numéricos: números naturais, números inteiros, números racionais,
números reais, irracionais: definições, operações, propriedades.
Grupo de conehcimento: Álgebra
2. Funções:
2.1. Plano Cartesiano: coordenadas de um ponto;
2.2. Conceitos de Função: definição (lei de formação, domínio, contradomínio e
imagem), gráfico, raízes.
3. Função Afim:
3.1. Definição, gráfico, raiz, estudo do sinal;
50
3.2. Inequações do 1°grau: resolução gráfica, inequação-produto e inequação-quociente;
3.3. Aplicações.
4. Função Quadrática:
4.1. Definição, gráfico, raízes, coordenadas do vértice, estudo do sinal;
4.2. Inequações do 2° grau: resolução gráfica; inequação-produto e inequação-quociente;
4.3. Aplicações.
5. Função modular:
5.1. Função definida por duas ou mais sentenças;
5.2. A função modular.

6. Função Exponencial:

6.1. Definição, gráfico, equações;

6.2. Aplicações.
7. Logaritmos:
7.1. Definições, propriedades, mudança de base;
8. Função Logarítmica:
8.1. Definição, gráfico, domínio;
8.2. Equações;
8.3. Aplicações.
9. Matrizes:
9.1. Conceitos, definições, notações;
9.2. Igualdade de matrizes;
9.3. Tipo de matrizes;
9.4. Operações.
10. Determinantes:
10.1. Conceitos e notações;
10.2. Determinante de uma matriz quadrada de 1ª, 2ª e 3ª ordem.
11. Sistemas lineares:
11.1. Resolução por escalonamento;
11.2. Regra de Cramer;
11.3. Classificação dos sistemas.

51
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. 3. ed. São Paulo: Ática, 2016.
v. 1.

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. 3. ed. São Paulo: Ática, 2016.
v. 2.
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

LEONARDO, Fabio Martins de. Conexões com a Matemática. 3. ed. São Paulo: Moderna,
2016. v. 1.

LEONARDO, Fabio Martins de. Conexões com a Matemática. 3. ed. – São Paulo:
Moderna, 2016. v. 2.

IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar: conjuntos e


funções. 9. ed. São Paulo: Atual, 2013. v.1.

52
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: BIOLOGIA

Ano: 1º ANO Código: BIO


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80
Uso de laboratório ou outros ambientes além da
Abordagem Metodológica: sala de aula?

T() P( ) T/P (X) ( ) NÃO (X) SIM Quais: Espaços abertos, pátio,
laboratório de Edificações.

2 - EMENTA:
O Componente Curricular aborda os fundamentos do pensamento científico e conceitos
fundamentais sobre os princípios que norteiam a vida de seres unicelulares a pluricelulares.
Relaciona os conhecimentos acerca das bases moleculares da vida à educação alimentar e
nutricional. Descreve os processos celulares básicos de manutenção dos organismos vivos.
Trabalha a visão científica acerca da origem da vida e as teorias e evidências da evolução
biológica. Apresenta conceitos sobre educação ambiental, ecologia, meio ambiente,
sustentabilidade e a interação do ser humano com o planeta.
3 - OBJETIVOS:

 Reconhecer o sentido histórico da ciência e da tecnologia, percebendo seu papel na


vida humana em diferentes épocas e na capacidade humana de transformar o meio.

 Compreender o impacto das tecnologias associadas às Ciências Naturais, na sua vida


pessoal, nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida
social.

 Analisar de forma crítica e sistemática os diversos elementos do campo biológico,


dentro de uma perspectiva da contextualização e da realidade, estabelecendo relações
entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico;

53
 Reconhecer os seres vivos como formados por diversos componentes bioquímicos,
designando uma identidade específica;

 Identificar a realidade microscópica existente e a partir desse conhecimento


incorporar o pensamento científico fundamentado no funcionamento celular;

 Compreender as relações intercelulares, tendo como base as estruturas celulares e seus


compartimentos;

 Compreender os aspectos evolutivos envolvidos na origem da diversidade atual de


seres vivos e as evidências da evolução;

 Identificar e compreender os impactos ambientais e os desequilíbrios causados às


populações de todos os seres vivos em decorrência da ação humana;

 Compreender que a elaboração de planos de preservação e a criação de medidas que


diminuam o impacto ambiental são necessários.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Ciência e sociedade: aspectos históricos, filosóficos e


sociológicos da ciência e tecnologia na história da humanidade

1. Fundamentos do pensamento científico e a Ciência da Biologia


1.1. Método científico e procedimentos em ciência;
1.2. História e desenvolvimento da ciência e tecnologia;
1.3. História e importância da Biologia;
1.4. Características dos seres vivos – composição química dos seres vivos, organização
celular, metabolismo, reação e movimento, crescimento e reprodução,
hereditariedade;
1.5. Níveis de organização biológica – de átomos a organismos, de organismos a biosfera.

Grupos de conhecimento: A unidade da vida: aspectos estruturais, morfofisiológicos,


bioquímicos e biofísicos das células” e “Corpo humano e saúde: aspectos bioquímicos,
biofísicos, celulares, histológicos e fisiológicos do organismo humano e suas inter-

54
relações com a saúde e prevenção de patologias

2. Bases moleculares da vida


2.1. Substâncias orgânicas e inorgânicas;
2.2. Água e sais minerais;
2.3. Biomoléculas (carboidratos, proteínas, lipídeos, ácidos nucleicos, vitaminas);
2.4. Educação alimentar e nutricional - dieta balanceada, distúrbios alimentares e
desnutrição.

Grupo de conhecimento: A unidade da vida: aspectos estruturais, morfofisiológicos,


bioquímicos e biofísicos das células

3. Biologia celular básica


3.1. Teoria celular, descobrimento das células e microscopia (tipos de microscópios e
procedimentos básicos para observação de células);
3.2. Partes fundamentais de uma célula;
3.3. Tipos celulares (células procarióticas e células eucarióticas animais e vegetais).

Grupo de conhecimento: A unidade da vida: aspectos estruturais, morfofisiológicos,


bioquímicos e biofísicos das células

4. Membrana celular e citoplasma


4.1. Organelas citoplasmáticas e suas funções;
4.2. Digestão e secreção celular;
4.3. Estrutura, organização e funções da membrana plasmática;
4.4. Paredes celulares e suas funções.

Grupo de conhecimento: A unidade da vida: aspectos estruturais, morfofisiológicos,


bioquímicos e biofísicos das células

5. Núcleo celular, divisões celulares e síntese proteica


5.1. Estrutura e organização do núcleo celular;
5.2. Dogma central da biologia molecular (replicação, transcrição e tradução);
5.3. Divisões celulares (mitose e meiose).

Grupo de conhecimento: A unidade da vida: aspectos estruturais, morfofisiológicos,

55
bioquímicos e biofísicos das células

6. Bioenergética
6.1. Fermentação e sua importância econômica e alimentar;
6.2. Respiração celular;
6.3. Fotossíntese.

Grupo de conhecimento: Origem da vida e evolução: aspectos históricos, climáticos,


geológicos e evolutivos do planeta e sua inter-relação com o surgimento, evolução e
diversificação da vida

7. Origem e diversificação da vida na Terra


7.1. Origem do Universo e do planeta Terra;
7.2. Teorias e hipóteses sobre o surgimento da vida na Terra;
7.3. Pensamento evolucionista e teorias evolutivas (Lamarck e Darwin);
7.4. Teoria sintética da evolução;
7.5. Mecanismos evolutivos;
7.6. Evolução humana;
7.7. Registro fóssil, eras geológicas e eventos fundamentais na história da vida.

Grupo de conhecimento: Dinâmica dos sistemas biológicos e sustentabilidade: a inter-


relação e interdependência dos fatores bióticos e abióticos que compõem os
ecossistemas, e suas consequências para o planeta e a sociedade humana

8. Fundamentos da Ecologia
8.1. Conceitos básicos em ecologia: nicho ecológico, hábitat, níveis tróficos, fatores
bióticos e abióticos;
8.2. Pirâmides ecológicas;
8.3. Teias e cadeias alimentares;
8.4. Ciclos biogeoquímicos (água, carbono e nitrogênio).

9. Ecossistemas: interações organismo-meio


9.1. Interações intraespecíficas e interespecíficas;
9.2. Ecossistemas terrestres e aquáticos.

56
10. Ação antrópica, Impactos socioambientais e Ameaças à biodiversidade
10.1. Toxinas e poluição ambiental;
10.2. Mudanças climáticas e outros impactos da ação humana no ambiente;
10.3. Biomas e impactos ambientais relacionados.

11. Restauração ambiental e Estratégias de redução de impacto ambiental

11.1. Sucessão ecológica;


11.2. Tecnologias de controle da poluição do ar, do solo e da água;
11.3. Serviços ecossistêmicos;
11.4. Educação ambiental – estratégias de conservação ambiental, desenvolvimento
sustentável, discussão de padrões de produção e consumo.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia Moderna. São Paulo:
Moderna, 2016. v. 1.

AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia Moderna. São Paulo:
Moderna, 2016. v. 3.

MACHADO, Elaine Ferreira; NADAL, Thaisa Maria. Fundamentos da Biologia. Curitiba:


Contentus, 2020. (E-book Pearson)

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ODUM, Eugene Pleasants. Fundamentos de ecologia. Lisboa: Fundação Calouste


Gulbenkian, 1997.

CORDEIRO, Silmara T. P. Evolução biológica: atualizações na linha do tempo da Teoria


da Evolução. Curitiba: InterSaberes, 2020. (E-book Pearson)

REECE, Jane B. et. al. Biologia de Campbell. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2015.

PANSANI, Daniela Cristina (org.). Nutrição e dietética. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2016. (E-book Pearson)
VIEIRA, E. R. Educação Ambiental para a Sustentabilidade. Curitiba: Contentus, 2020.
(E-books Pearson).

57
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: FÍSICA

Ano: 1º ANO Código: FIS


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas:
Total de horas: 66,7 h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica: sala de aula?
T( ) P( ) T/P (X) ( ) NÃO (X) SIM Quais: laboratório de informática e
laboratório de edificações.
2 - EMENTA:

Este Componente Curricular aborda conhecimentos necessários para o entendimento da


produção do conhecimento científico, especificamente da Mecânica, seus desdobramentos
científicos e tecnológicos e sua aplicabilidade no cotidinano, considerando aspectos
ambientais, sociais, políticos e econômicos.
3- OBJETIVOS:
 Compreender e utilizar os códigos e signos para representar grandezas da Mecânica e
suas relações na linguagem científica matematizada;
 Articular o conhecimento de Mecânica com conhecimentos do saber científico;
 Compreender e aplicar conceitos da Mecânica presentes no mundo vivencial e nos
equipamentos e procedimentos tecnológicos;
 Investigar situações-problema, identificar a situação física envolvida, utilizar modelos
físicos para explicar, generalizar, prever, avaliar, analisar em contextos da Mecânica;
 Compreender a mecânica newtoniana como ferramenta para o entendimento do
movimento e suas causas;
 Conhecer diferentes formas de energia, as relações entre usos de recursos naturais,
transportes das diferentes formas de energia, impactos ambientais e sustentabilidade;
 Compreender o princípios de conservação da energia associado a identificação de

58
padrões de fenômenos no Universo;
 Comprender elementos básicos de Astronomia, Astrofísica e Cosmologia como
articuladores com conhecimento físico;
 Articular os conhecimento relativos ao movimento com a mecânica do corpo humano,
problemas de locomoção e inclusão social;
 Entender a linguagem matemática como estruturadora do pensamento na
interpretação dos fenômenos físicos;
 Articular as relações entre linguagem científica, linguagens comuns e linguagens
artísticas;
 Comprender a experimentação como elemento essencial para dar sentido e significado
à dimensão matemática e teórica da Física e seu diálogo com aspectos
fenomenológicos;
 Saber que a identificação de padrões na natureza e a busca por teorias unificadas
servem como dínamos para o desenvolvimento científico;
 Entender o processo científico de modelização de fenômenos físicos e a
problematização de sua conexão com a realidade;
 Conhecer o espaço, o tempo, a carga e a massa como componentes básicos da
estrutura conceitual da física clássica;
 Compreender o cotidiano como fonte para a compreensão da Física e como fonte
de produção do conhecimento científico;
 Entender a Física enquanto atividade humana construída a partir de diferentes
concepções de realidade;
 Compreender a participação feminina na Física, bem como as criticas às práticas de
sexismo no meio cientifico.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: A Física como conhecimento científico; A Física em diversos


contextos

59
1. A Física como conhecimento científico.
1.1. cotidiano como fonte de produção do conhecimento científico.

1.2. papel da experimentação no conhecimento da Física.

1.3. A Física e suas relações socioeconômicas e culturais.

1.4. A Física no Brasil.

1.5. A participação feminina na Física.

1.6. As fronteiras do conhecimento na Física.

Grupo de conhecimento: A organização do conhecimento na Física; As linguagens e a


comunicação na Física

2. Física clássica.

2.1. Estrutura conceitual: componentes básicos.

2.2. As principais quantidades conservadas na Física.

3. Mecânica newtoniana.
3.1. Força e movimento.
3.2. Leis de Newton.
3.3. Aplicações das leis de Newton.
3.4. A mecânica do corpo humano.
4. Energia.
4.1. Princípio da Conservação da Energia.
4.2. Formas de energia.
4.3. Usos da energia e seus impactos sociais, econômicos e ambientais.
4.4. Sustentabilidade.
5. Gravitação.
5.1. Modelos Cosmológicos.
5.2. Elementos básicos da Astronomia e Astrofísica.
5.3. Gravitação de Newton e Einstein.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

TORRES, C. M. A. et al. R. Física: ciência e tecnologia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2016.
1 v.

60
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BONJORNO, J. R. et al. Física. 4. ed. São Paulo: FTD, 2020. 1 v.

GASPAR, A. R. Compreendendo a Física: Mecânica. 2. ed. São Paulo: Ática, 2013. 1 v.

GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA. Leituras de Física: Física


térmica, para ler, fazer e pensar, 2021. Disponível em:
[Link] Acesso em 12 jan. 2021.

61
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: QUÍMICA

Ano: 1º ANO Código: QUI


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas:
Total de horas: 66,7h
2 80
Uso de laboratório ou outros ambientes além da
Abordagem Metodológica: sala de aula?

T() P( ) T/P ( X ) ( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Edificações


e Laboratório de Informática
2 - EMENTA:

O componente curricular trata dos aspectos da Química Geral, introduzindo o tema com a
história desta ciência, abordando seus desdobramentos e a importância para a sociedade.
Perpassa por outros aspectos essenciais e conceituais como propriedades dos materiais,
modelos atômicos, assim como as interações interatômicas e interpartículas. Também
aborda conceitos quantitativos presentes nessa ciência. Esse componente curricular
apresenta noções de Educação Ambiental e sua importância no cotidiano. Também relaciona
a importância da Química e as possíveis aplicações na área da informática.
3- OBJETIVOS:

 Reconhecer aspectos químicos relevantes na interação individual e coletiva do ser


humano com o ambiente.

 Reconhecer o papel da química no sistema produtivo, industrial e rural.

 Reconhecer as relações entre o desenvolvimento científico e tecnológico da química


e aspectos sócio político-culturais.

 Reconhecer os limites éticos e morais que podem estar envolvidos no


desenvolvimento da química e da tecnologia
 Compreender a relação da química com os eventos cotidianos.

62
 Compreender e diferenciar substâncias simples e compostas.
 Compreender e classificar os Fenômenos Químicos e Físicos

 Reconhecer o tipo de sistema estudado e propor métodos de separação de seus


compomentes.

 Compreender a evolução histórica dos diferentes modelos atômicos.

 Conceituar e classificar: níveis de energia, subníveis de energia

 Conceituar camada de valência.

 Compreender os aspectos conceituais do Diagrama de Linus Pauling.

 Estabelecer a configuração eletrônica, determinar o número de elétrons da camada de


valência para átomos neutros e íons.

 Compreender os princípios sob os quais está estruturada a organização da atual tabela


de classificação periódica dos elementos químicos.
 Conceituar e classificar os elementos representativos, de transição externa e de
transição interna.
 Compreender as propriedades periódicas.
 Conceituar e avaliar como variam as propriedades periódicas da eletronegatividade e
raio atômico.
 Compreender o conceito de estabilidade química, regra do octeto/dueto eletrônico.
 Conceituar e classificar as ligações químicas em: iônicas, covalentes e metálicas.
 Montar a fórmula química dos compostos iônicos e identificar suas principais
propriedades.
 Montar a fórmula química dos compostos covalentes e moleculares, identificar suas
principais propriedades e classificar os diferentes tipos de ligações covalentes.
 Avaliar a geometria molecular via Teoria da Repulsão Eletrônica do Elétron de
Valência
 Avaliar os fatores que influem na polaridade das moléculas e em suas propriedades
como pontos de ebulição e solubilidade.
 Identificar, de acordo com a polaridade da substâsncia, a força interpartículas presente
no sistema e como essa força afeta as propriedades das substâncias.
 Entender a necessidade de agrupar as substâncias a partir de determinados critérios.
63
 Compreender o que seja eletrólito e classificá-lo como forte ou fraco, por meio do
grau de dissociação (ou ionização).
 Compreender os conceitos de ácido e base segundo Arrhenius. - Identificar, formular
e nomear ácidos, bases, sais e óxidos.
 Comparar e diferenciar as propriedades dos ácidos, bases, sais e óxidos.

 Compreender a importância de ácidos, bases, sais e óxidos no cotidiano

 Compreender a história, a necessidade, o desenvolvimento e os desafios da Educação


Ambiental.

 Compreender alguns problemas ambietais e a responsabilidade das pessoas no seu


agravamento.

 Perceber a necessidade de escolher um padrão de medida e utilizar uma unidade


compatível com a grandeza a ser medida para quantificar átomos e moléculas.

 Definir, diferenciar e aplicar os conceitos de unidade de massa atômica, massa


molecular e massa molar.

 Entender o significado de quantidade de matéria e sua unidade, o Mol, bem como da


constante de Avogadro, relacionando ao significado de massa molar.

 Efetuar cálculos envolvendo massas atômicas, massas moleculares e massas molares


(g/mol).

 Compreender o conceito de reação química, reagentes, produtos e equações químicas.

 Estabelecer o balanceamento estequiométrico pelo método das tentativas.

 Classificar as reações químicas em reações: de síntese, decomposição, simples troca


e dupla troca.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Desenvolvimento científico, tecnológico e suas relações com a


sociedade e o meio ambiente

64
1. Introdução ao estudo de Química
1.1. História e filosofia da ciência;
1.2. Ciência ligada ao contexto histórico e social vinculada a tecnologia e a sociedade;
1.3. Implicações da química na sociedade e qualidade de vida;
1.4. A química como vetor de desenvolvimento tecnológico e econômico;
1.5. Experimentação química.
Grupo de conhecimento: Aspectos quantitativos da matéria e suas transformações

2. Propriedades Físicas dos Materiais

2.1. Estrutura da Matéria;

2.2. Estados de agregação da matéria;

2.3. Mudanças de estado físico;

2.4. Fenômenos Físicos e Químicos;

2.5. Elementos Químicos;

2.6. Substâncias Simples e Compostas;

2.7. Alotropia;

2.8. Sistemas, Substâncas Puras e Misturas.


Grupo de conhecimento: Desenvolvimento científico, tecnológico e suas relações com a
sociedade e o meio ambiente
3. Separação de Misturas
3.1. Filtração comum, Filtração a vácuo, Decantação (líquido-líquido; sólido – líquido),
Sifonação, Centrifugação, Levigação, Catação, Peneiração ou Tamização,
Ventilação, Extração por solventes, Cristalização fracionada, Separação Magnética,
Destilação Simples, Destilação Fracionada.

Grupo de conhecimento: Modelos submicroscópicos da matéria e suas relações com as


propriedades macroscópicas
4. Modelos Atômicos
4.1. Os primeiros modelos atômicos;
4.2. Modelo atômico de Dalton;
4.3. Modelo atômico de Thomson;

65
4.4. Modelo atômico de Rutherford;
4.5. Modelo Atômico de Rutherford-Bohr;
4.6. Número atômico e Número de Massa.
5. Distribuição Eletrônica
5.1. Distribuição eletrônica de Linus Pauling;
5.2. Subnível de maior energia;
5.3. Camada de Valência
6. Tabela Periódica
6.1. Evolução da organização periódoca;
6.2. Divisão e caracterísiticas da Classificação Periódica;
6.3. Periodicidade das configurações eletrônicas;
6.4. Algumas propriedades períódicas (raio atômico e eletronegatividade).
7. Ligações Químicas
7.1. Modelo do Octeto e estabilidade dos gases nobres;
7.2. Estrutura eletrônica de Lewis;
7.3. Ligação Iônica;
7.4. Ligação Covalente;
7.5. Ligação Metálica.
8. Geometria Molecular
8.1. Teoria da Repulsao dos Elétrons de Valência
9. Polaridade
9.1. Substância polar e apolar;
9.2. Polaridade e solubilidade das substâncias.
10. Forças interpartículas
10.1. Dipolo induzido;
10.2. Dipolo permanente e Ligação de hidrogênio;
10.3. Propriedades de compostos moleculares.
Grupo de conhecimento: Desenvolvimento científico, tecnológico e suas relações com a
sociedade e o meio ambiente
11. Funções Inorgânicas
11.1. Soluções eletrolíticas e não eletrolíticas;
11.2. Ácidos e Bases (conceito, formulação, nomenclatura, classificação, propriedades,
aplicações).
66
11.3. Sais e óxidos (conceito, formulação, nomenclatura, classificação, propriedades,
aplicações).
12. Educação Ambiental
12.1. Efeito Estufa e Aquecimento Global;
12.2. Camada de Ozônio;
12.3. Chuva Ácida;
12.4. Poluição das Águas;
12.5. Noções de Sustentabilidade.
Grupo de conhecimento: Aspectos quantitativos da matéria e suas transformações
13. Massa atômica, massa molecular e fórmula mínima.
14. Conceito de mol – Mol; Constante de Avogadro.
15. Massa molar e volume molar.
16. Reações Químicas e Balanceamento das Equações Químicas
16.1. Reações e Equações Químicas;
16.2. Condições para ocorrer uma reação química;
16.3. Tipos de reação química (Síntese, decomposição, simples troca e dupla troca);
16.4. Balanceamento de reação (Método das Tentativas).
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

FRANCO, Dalton. 360º química: cotidiano e transformações. São Paulo: FTD, 2015.
volume único.

RUSSEL, John Blair. Química Geral. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1994.
volume 1.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação ambiental: a formação do sujeito


ecológico. São Paulo: Cortez, 2012.

CANTO, E. L.; PERUZZO, F. M. Química na abordagem do cotidiano. São Paulo:


Moderna, 2011. volume 1.

MACHADO, A. H.; MORTIMER, E. F. Química.São Paulo: Scipione, 2011. volume 1.

BROWN, Theodore L. [et al.]. Química: a ciência central. 9. ed. Editora Pearson 992 (E-
Book Pearson).

ARAGÃO, M. J. História da química. Rio de Janeiro:Interciência 256. (E-Book Pearson).

67
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: FILOSOFIA, RACIOCÍNIO LÓGICO E TÉCNICAS DE
PROGRAMAÇÃO

Ano: 1º ANO Código: FRP


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X )
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática

2 - EMENTA:
O Componente Curricular aborda o estudo da filosofia relacionado com os temas da
computação, discute a noção de algoritmo, apresenta uma perspectiva histórica da lógica e
desenvolve o cálculo proposicional. Trabalha modelos computacionais a partir de ações
algébricas, aritméticas e lógicas. Apresenta os conceitos de imutabilidade e uso de
constantes relacionados ao uso de funções simples e recursivas com foco em funções
nomeadas e anônimas. Estuda o uso de desvios condicionais e casamento de padrões.
Caracteriza ações de operações sobre conjuntos atendendo a concepção da teoria de
conjuntos. Indica o uso de conhecimentos relacionados as operações de processamento de
sequências de dados.
3- OBJETIVOS:
 Desenvolver o pensamento lógico e sistemático, a partir de preceitos filosóficos, para
a programação de computadores.
 Aplicar o conhecimento e técnicas necessárias para a resolução de problemas
funcionais.
 Desenvolver programas funcionais de computadores.

68
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

 Núcleo Estrurante Comum – Filosfia: Filosofia da ciência; Lógica.


 Núcleo Estruturante Tecnológico - Algoritmos e linguagens de programação.

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupos de conhecimento: Filosofia da ciência; Lógica; Algoritmos e linguagens de


programação.
1. Contextualização da filosofia na computação: da origem à máquina de Turing.
2. Dado, informação, conhecimento e sabedoria no contexto epistemológico.
3. História e desenvolvimento da lógica e seus tipos.
4. Dado, informação, conhecimento e saberia no contexto computacional.
5. Processamento digital e sistemas numéricos.
6. Introdução à computação e funcionamento computacional.
7. Lógica proposicional.
8. Lógica de programação, por que programar?
9. Linguagens de programação e algoritmos computacionais.
10. Modelo funcional.
11. Álgebra e aritmética.
12. Conjuntos e funções.
13. Imutabilidade.
14. Tipos de dados.
15. Incógnitas e constantes.
16. Expressões matemáticas e lógicas.
17. Funções e constantes.
18. Desvio condicional.
19. Casamento de padrões.
20. Função nomeada e anônima (lambda).
21. Recursividade simples e de cauda.
22. Compreensão de lista.
23. Múltiplos e divisores.
24. Pertinência, união, intersecção, diferença e igualdade.
25. Mapeamento, filtragem, redução, convolução e desconvolução.

69
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

MANZANO, José Augusto N. G. Algoritmos funcionais: Introdução minimalista à lógica


de programação funcional pura aplicada à teoria de conjuntos. Rio de Janeiro: Alta Books,
2020.

SOUZA, Marcos Fernando Ferreira de. Computadores e sociedade: da filosofia às


linguagens de programação. Paraná: Editora Intersaberes, 2016. (E-Book Pearson).

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

JIMÉNEZ, José A. Alonso; Doblado, Ma. José Hidalgo. Piensa en Haskell: Ejercicios de
programación con Haskell. Sevilla: Universidad de Sevilla, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 24 fev.
2021.

MANZANO, José Augusto N. G.; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos – Lógica
para Desenvolvimento de Programação de Computadores. 29. ed. São Paulo: Érica, 2019.

MANZANO, José Augusto N. G. Linguagem Logo: Programação de computadores,


princípios de inteligência artificial. São Paulo: All Print, 2012.

MORTARI, Cezar A. Introdução à Lógica. São Paulo: Editora UNESP, 2001.

70
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: FUNDAMENTOS DA INFORMÁTICA E APLICATIVOS

Ano: 1º ANO Código: FIA


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X )
( ) NÃO ( X) SIM Quais: Laboratório de Informática
2 - EMENTA:

O Componente Curricular aborda conceitos e aplicação da informática. Apresenta a


arquitetura básica de um computador e os sistemas de numeração. Caracteriza a Internet e
utiliza seus recursos. Apresenta os principais tipos de software e trabalha com os aplicativos
de edição e formatação de textos, apresentação de slides, edição multimídia e planilhas
eletrônicas.
3 - OBJETIVOS:

 Compreender as noções e os termos técnicos da informática e suas aplicações;


 Conhecer a arquitetura básica de um computador e os sistemas de numeração;
 Conhecer conceitos de internet e uso de seus recurso;
 Utilizar softwares para edição de textos, apresentação de slides, edição multimídia e
planilhas eletrônicas.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

71
5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento:Fundamentos da Informática

1. Noções e os termos técnicos da informática e suas aplicações:


1.1. História da computação;
1.2. Atribuições legais e atuação dos profissionais da área de informática;
1.3. Termos técnicos e aplicações da informática.
2. Arquitetura básica de um computador:
1.1. Tipos de memórias, processadores e dispositivos de E/S;
1.2. Sistemas de numeração, bases numéricas e conversão de bases.
3. A Internet e seu recursos:
1.1. Uso de correios eletrônicos;
1.2. Navegação na Internet e recursos em nuvem.
4. Principais tipos de software e suas aplicações;
5. Aplicativos para escritório de edição e formatação de textos;
6. Aplicativos para escritório de edição e formação de apresentações e multimídia;
7. Aplicativos para escritório de edição, formatação e programação de planilhas eletrônicas.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CAPRON, H. L. Introdução à Informática. 8. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,


2004. (E-Book Pearson)

JOÃO, Belmiro N. (Org.). Informática Aplicada. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2019. (E-Book Pearson)

VELLOSO, Fernando de Castro. Informática - Conceitos Básicos. 10. ed. São Paulo: GEN
LTC. 2017.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CARVALHO, Andre Carlos Ponce de Leon Ferreira de; LORENA, Ana Carolina.
Introdução à computação: hardware, software e dados. Rio de Janeiro: GEN LTC. 2017.

MANZANO, André Luiz N. G. Estudo dirigido de Microsoft Office PowerPoint 2010. 1.


ed. São Paulo: Érica, 2010.

MANZANO, André Luiz N. G.; MANZANO, Maria Izabel N. G. Estudo dirigido de


Microsoft Word 2013. São Paulo: Érica, 2013.

72
MANZANO, José Augusto N. G. Estudo dirigido de Microsoft Office Excel 2010
avançado. 1. ed. São Paulo: Érica, 2010.

NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1997.

SILVA, Mário Gomes da. Informática: terminologia: Microsoft Windows 7, Internet,


segurança, Microsoft Office Word 2010, Microsoft Office Excel 2010, Microsoft Office
PowerPoint 2010, Microsoft Office Access 2010. 2. ed. São Paulo: Érica, 2011.

WILDAUER, Egon Walter, CAIÇARA JÚNIOR, Cícero. Informática instrumental.


Curitiba: InterSaberes. 2013. (E-Book Pearson)

73
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: PROGRAMAÇÃO I

Ano: 1º ANO Código: PR1


C.H. Presencial: 100,0h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 100,0h
3 120

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática

2 - EMENTA:
O Componente Curricular trabalha o desenvolvimento do pensamento lógico, por meio de
técnicas de programação, proporcionando a resolução de problemas.

3- OBJETIVOS:
 Desenvolver o pensamento lógico, focado à programação de computadores;
 Aplicar o conhecimento e técnicas necessárias para a resolução de problemas;
 Desenvolver programas de computadores;
 Avaliar resultados de testes dos programas desenvolvidos por meio da técnica de
testes.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Algoritmos e linguagens de programação


1. Raciocínio lógico para resolução de problemas.
2. Lógica de programação: formalização de problemas.
3. Entrada, processamento e saída; variáveis e tipos de dados.
1.1. Dados Primitivos.

74
1.2. Variáveis e constantes.
4. Algoritmos: formas de representação, estruturas de decisão, estruturas de repetição,
estruturas de dados homogêneas unidimensionais, estruturas de dados homogêneas
bidimensionais, operadores lógicos, operadores relacionais e operadores aritméticos.
1.1. Programação sequencial.
1.2. Programação com decisão.
1.3. Programação com laços.
1.4. Arranjos.
5. Introdução a versionamento de código.
6. Programação estruturada: modularização, passagem de parâmetros e retorno de valores.
a. Subrotinas.
7. Manipulação de cadeias de caracteres.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

MANZANO, José Augusto N. G.; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos – Lógica
para Desenvolvimento de Programação de Computadores. 29. ed. São Paulo: Érica, 2019.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

FORBELLONE, André Luiz Villar; Eberspacher, Henri Frederico. Lógica de


Programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Prentice
Hall, 2005. (E-Book Pearson).

MATTHES, Eric. Curso intensivo de Python: uma introdução prática e baseada em


projetos à programação. 1. ed. São Paulo: Novatec, 2016.

MENEZES, Nilo Ney Coutinho. Introdução à programação com Python: algoritmos e


lógica de programação para iniciantes. 2. ed. rev. ampl. São Paulo: Novatec, 2014.

75
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS

Ano: 1º ANO Código: APS


C.H. Presencial: 100,0h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 100,0h
3 120

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P (X ) ( ) NÃO ( X) SIM Quais: Laboratório de Informática

2 - EMENTA:
O Componente Curricular aborda conceitos de gerenciamento de requisitos, processos de
desenvolvimento de sistemas computacionais e seus ciclos de vida, trabalhando com os
mecanismos gerais da UML e seus diagramas. Possibilita o desenvolvimento de
competências para documentar e utilizar ferramentas CASEs e apresenta noções de
arquitetura, de testes e manutenção de sistemas computacionais e de suporte ao usuário.

3- OBJETIVOS:
 Obter uma visão geral sobre a análise e o projeto de sistemas computacionais sob o
ponto de vista de orientação a objetos;
 Compreender os processos de desenvolvimento e ciclos de vida de sistemas
computacionais;
 Conhecer os mecanismos gerais da UML e construir seus diagramas utilizando
ferramentas CASEs;
 Avaliar e empregar diferentes arquiteturas para sistemas;
 Conhecer procedimentos de testes e manutenção de sistemas e de suporte ao usuário.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

76
5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Análise e projeto de sistemas


1. Gerenciamento de requisitos:
1.1. Levantamento de requisitos;
1.2. Técnicas de elicitação de requisitos;
1.3. Prototipação de sistemas;
1.4. Escrita de requisites.
1.5. Análise e qualificação de requisitos.
2. Modelagem de software orientada a objetos:
2.1. Mecanismos gerais da UML e seus diagramas.
3. Ciclo de vida de sistemas computacionais.
4. Processos de desenvolvimento de sistemas computacionais.
5. Documentação de sistemas.
6. Ferramentas CASE para desenvolvimento de sistemas computacionais.
7. Modelagem de sistemas computacionais orientados a objetos.
8. Arquitetura de sistemas computacionais:
a. Arquiteturas Cliente-Servidor;
b. Padrões e tecnologias para o ambiente web;
9. Testes de sistemas.
10. Manutenção de sistemas e ferramentas e técnicas de atendimento para suporte ao
usuário.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML. Rio de


Janeiro: Campus, 2015.

GUEDES, Gilleanes T. A. UML 2: uma abordagem prática. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2011.
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BOOCH, Grady; RUMBAUGH, James; JACOBSON, Ivar. UML: guia do usuário. 2. ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2012.

DENNIS, A., WIXOM, B. H. Análise e Projeto de Sistemas. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2005.

LIMA, Adilson da S. UML 2.0: do requisito à solução. 4. ed. São Paulo: Érica, 2009.

77
PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2011.

SOMMERVILLE I. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Education do


Brasil, 2011.

78
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES E SISTEMAS
OPERACIONAIS
Ano: 1ºANO Código: OSO
C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T() P( ) T/P ( X )
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratórios de Informática
2 - EMENTA:
O Componente Curricular caracteriza os sistemas computacionais e a organização interna
de um computador, apresenta os seus componentes de hardware, seu funcionamento e uma
visão geral da manutenção de computadores e das principais arquiteturas de processadores
modernos. Fornece noções dos sistemas operacionais e seus principais conceitos, tipos e
mecanismos de gerenciamento, além da sua instalação, configuração, aplicação prática e
manutenção.
3 - OBJETIVOS:

 Compreender o que é um sistema computacional e o hardware sob o ponto de vista


das unidades funcionais de controle e operativa, assim como o interfaceamento entre
processadores e periféricos;
 Obter uma visão geral de arquiteturas de processadores modernos, seu funcionamento
e suas aplicações;
 Conhecer os principais sistemas operacionais, seus tipos, gerenciamentos, integrações
com hardware e os recursos de segurança;
 Compreender e executar instalação, configuração e manutenção de sistemas
operacionais.

79
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Fundamentos da Informática; Infraestrutura (hardware,


sistemas operacionais, redes de computadores, segurança)
1. Introdução aos Sistemas Computacionais:
1.1. Histórico e evolução;
1.2. Organização interna de um computador;
1.3. Componentes de hardware: placas, processadores, sistemas de memória, dispositivos
de entrada, saída e de armazenamento;
1.4. Interfaceamento entre processadores e periféricos;
1.5. Noções de detecção de possíveis problemas e manutenção de computadores.
2. Arquiteturas de processadores modernos, seu funcionamento e suas aplicações:
1.1. Representação de instruções e noções de linguagem de máquina;
1.2. Principais arquiteturas convencionais e não-convencionais e suas aplicações.
3. Introdução e aplicação dos sistemas operacionais:
1.1. Histórico e evolução dos sistemas operacionais;
1.2. Sistemas Operacionais: tipos, componentes e recursos de segurança;
1.3. Caracterização, estruturação de sistemas operacionais e seus gerenciamentos.
4. Instalação, configuração e manutenção de sistemas operacionais:
1.1. Particionamento de dispositivos de armazenamento;
1.2. Formatação e sistemas de arquivos;
1.3. Tipos e formatos de instalação do sistema operacional;
1.4. Instalação e configuração de drivers e softwares;
1.5. Backup de dados.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

MACHADO, Francis Berenger; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de sistemas


operacionais. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.

TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. 5. ed. São Paulo:


Pearson Education do Brasil, 2007. (E-Book Pearson).

80
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J.; CHOFFNES, D. R. Sistemas operacionais. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2005.

MORIMOTO, Carlos E. Hardware II: o guia definitivo. Porto Alegre: Sul Editores, 2010.

SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer; GAGNE, Greg. Fundamentos de


sistemas operacionais: princípios básicos. Rio de Janeiro: LTC, 2013.

WEBER, Raul Fernando. Fundamentos de arquitetura de computadores. 4. ed. Porto


Alegre: Bookman, 2012.

81
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA

Ano: 2º ANO Código: LPL


C.H. Presencial: 100,0h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 100,0h
3 120

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( X ) NÃO ( ) SIM Quais:

2 - EMENTA:
O componente curricular aborda a língua materna como geradora de significação e
integradora da organização do mundo e da própria identidade. Estuda as linguagens por meio
da análise do dialogismo e do interdiscurso. Pratica a leitura e a produção de diferentes
gêneros discursivos, considerando o contexto de produção, seus aspectos sócio-históricos e
os elementos ideológicos. Realiza análises linguísticas em favor das relações sintático-
semânticas, da construção de sentidos e da (in)adequação à variedade culta da língua.
Aborda a literatura a partir de produções artístico-literárias do século XIX, considerando as
relações sociais, históricas, culturais e ideológicas que as circundam e as constituem.
3- OBJETIVOS:

 Compreender os movimentos de dialogismo que constituem os enunciados concretos;

 Ler, articular, interpretar e expressar-se por meio da língua materna, em suas


variedades e modalidades, estabelecendo estratégias de solução e articulando os
conhecimentos das várias ciências e outros campos do saber, em uma perspectiva
histórico-social e formação de consciência crítica e da própria identidade;

 Ler diferentes gêneros discursivos, das diferentes esferas de interação humana (com
ênfase para o mundo profissional e acadêmico relacionado à Informática), e produzi-
los com autonomia, analisando, sobretudo, os discursos sócio-históricos e ideológicos
82
que são neles materializados;

 Analisar, interpretar e experimentar os recursos expressivos da língua, relacionando


textos e discursos com seus contextos de produção e circulação para a apresentação
de ideias e projetos voltados à ciência e à tecnologia;

 Empregar os recursos linguístico-discursivos na leitura e na escrita, no ambiente de


atuação profissional e na vida social, com respeito ao pluralismo de ideias e atitudes
éticas;

 Conhecer a variedade culta da língua e realizar as adequações linguísticas necessárias


de acordo com os gêneros discursivos e os contextos de produção;

 Conhecer a literatura e a sociedade do século XIX, tendo em vista a relação intrínseca


entre produção literária e expressão social, histórica e coletiva.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupos de Conhecimentos: Língua, identidade e sociedade; História da língua


portuguesa, gramática e sociedade

1. Relações interdiscursivas e intergenéricas: o dialogismo materializado nos textos;

2. Domínios discursivos e a produção de sentidos históricos e ideológicos;

3. A sintaxe da língua como forma de organização dos enunciados;

4. Frase, oração, período;

5. Os termos associados ao verbo;

6. Os termos associados ao nome;

7. As vozes verbais e os efeitos de sentido;

8. A predicação verbal e suas relações sintático-semânticas;

9. A regência verbal e nominal e os termos sintáticos: construção e adequação de sentidos;

10. A vírgula no período simples;

11. A concordância entre sujeito, verbo e complementos e a adequação linguística em

83
textos e contextos.
Grupos de Conhecimentos: Construção de sentido, leitura e produção de textos
orais e escritos; Linguagem, tecnologia e mundo do trabalho

12. Leitura e produção de gêneros discursivos organizados textualmente pelos modos


expositivo e dissertativo: reportagem, entrevista, resenha crítica, seminário, entre
outros;

13. Leitura e produção de gêneros discursivos do mundo profissional da Informática e do


mundo acadêmico: resumo, resenha acadêmica e resumo científico;

14. Elementos constitutivos dos gêneros estudados: aspectos composicionais, estilo de


linguagem;

15. Propósitos comunicativos dos textos e a relação entre interlocutores: fatores para
escolhas linguístico-enunciativas e para a produção de sentidos;

16. Contextos de produção textual, circulação e recepção;

17. Multimodalidade e Multissemiose: linguagens e novas tecnologias;

18. Coesão e coerência textuais ligadas aos gêneros discursivos estudados.


Grupo de Conhecimento: Literatura, história e cultura

19. literatura do século XIX: tendências ideológicas, aspectos culturais, fatos históricos;

20. A formação do Romantismo como movimento literário e artístico e como expressão


social ligada a uma visão de mundo;

21. O Romantismo brasileiro: público leitor, fatos históricos, as gerações românticas;

22. O romance urbano e o retrato da burguesia;

23. O romance indianista e o mito do bom selvagem;

24. A perspectiva crítica sobre o romance histórico e o nacionalismo;

25. As reações dialógicas ao Romantismo: os embates de Antero de Quental e as bases


para a formação da Era Realista;

26. O Realismo cientificista;

27. A prosa de Eça de Queirós e o olhar sobre a classe burguesa;

28. Machado de Assis: prosa, linguagem, abordagens sobre a burguesia brasileira;


84
29. O movimento do Naturalismo;

30. A prosa de Aluísio Azevedo e Raul Pompeia;

31. O Parnasioanismo brasileiro: a poesia de Alberto de Oliveira, Raimundo Correia e


Olavo Bilac;
32. A literatura entresséculos: Simbolismo e Pré-modernismo;
33. Bases filosóficas do Simbolismo;
34. Simbolismo no Brasil: Cruz e Souza e Alphonsus de Guimaraens;
35. Pré-modernismo: perspectivas nacionalistas e de renovação;
36. O regionalismo nas obras de Graça Aranha, Monteiro Lobato, Lima Barreto, Euclides
da Cunha;
37. A poesia de Augusto dos Anjos;

38. Ecos discursivos do século XIX com a contemporaneidade.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ALMEIDA, R. de C. S. Práticas de leitura e Produção de Texto. Rio de Janeiro: Editora


Vozes, 2015. (E-Book Pearson).

AMARAL, Emília et al. Novas palavras. 4. ed. São Paulo: FTD, 2017.

CEREJA, W. R., VIANNA, C. D., DAMIEN, C. Português contemporâneo: diálogo,


reflexão e uso. São Paulo: Saraiva, 2016.

KOCH, I. G. V. ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. 3. ed. São Paulo:


Contexto, 2006.

85
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: MATEMÁTICA

Ano: 2º ANO Código: MAT


C.H. Presencial: 100,0h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 100,0h
3 120

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de informática

2 - EMENTA:

A disciplina de matemática aborda tópicos da geometria plana, geometria espacial e


matemática financeira, assim como o estudo de trigonometria, apresentando suas
caracteristicas, definições e aplicabilidades. Desenvolve a relação da matemática com o
cotidiano e com o mundo do trabalho através da discussão de problemas aplicados e, de
maneira transversal, desenvolve o tema de educação financeira.
3- OBJETIVOS:
 Ler e interpretar textos Matemáticos;

 Desenvolver a capacidade de indentificar e formular problemas, assim como


desenvolver e/ou selecionar estratégias adequadas para soluciona-los quando
possível;

 Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões,


etc).

 Transcrever mensagens matemáticas da linguagem materna para a linguagem


simbólica (equações, gráficos, diagrama, fórmulas, etc) e vice versa;

 Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos;

 Interpretar e criticar resultados numa situação concreta;


86
 Construir os fundamentos básicos de geometria plana e espacial;

 Construir os fundamentos básicos de trigonometria;

 Compreender os calculos de juros simples e compostos para as diferentes aplicaçoes


de situações financeiras no cotidiano.

 Utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e


potencialidades;

 Aplicar conhecimentos e métodos matemáticos em situações reais do cotidiano e


diretamente relacionadas ao mundo do trabalho, mais especificamente,
correlacionando com a área técnica.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de Conhecimentos: Geometria; Grandezas e medidas


1. Geometria:
1.1. Teorema de Tales.
1.2. Triângulos semelhantes.
1.3. Circunferência e círculo.
1.4. Polígono regular.
1.5. Área das principais figuras planas.
Grupo de Conhecimentos: Grandezas e medidas
2. Trigonometria:
2.1. Razões trigonométricas no triângulo retângulo.
2.2. Trigonometria na circunferência.
2.3. Relações fundamentais.
2.4. Funções trigonométricas.
2.5. Equações trigonométricas.
Grupo de Conhecimento: Geometria
3. Geometria espacial:
3.1. Geometria espacial de posições: conceitos, principais axiomas, posições relativas de

87
ponto e reta, ponto e plano, reta e reta, reta e plano.
Grupos de Conhecimentos: Geometria; Grandezas e medidas
4. Geometria Espacial Métrica:
4.1. Poliedros: conceitos, classificação, relação de Euler.
4.2. Conceitos, classificação, cálculo de superfície e volume de prismas, pirâmides,
cilindros, cones, esferas.
4.3. Inscrição e circunscrição de sólidos.
Grupos de Conhecimentos: Números
5. Matemática financeira:
5.1. Taxa de porcentagem.
5.2. Lucro e prejuízos.
5.3. Juros simples e composto.

5.4. Aplicações.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. 3. ed. São Paulo: Ática, 2016.
v. 1.

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. 3. ed. São Paulo: Ática, 2016.
v. 2.

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. 3. ed. São Paulo: Ática, 2016.
v. 3.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

LEONARDO, Fabio Martins de. Conexões com a Matemática. 3. ed. São Paulo: Moderna,
2016. v. 1.

LEONARDO, Fabio Martins de. Conexões com a Matemática. 3. ed. São Paulo: Moderna,
2016. v. 2.

LEONARDO, Fabio Martins de. Conexões com a Matemática. 3. ed. São Paulo: Moderna,
2016. v. 3.

88
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: BIOLOGIA

Ano: 2º ANO Código: BIO


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T () P( ) T/P ( X ) ( X ) NÃO ( ) SIM Quais:

2 - EMENTA:

O Componente Curricular aborda a diversidade da vida e estabelece ligação sistemática entre


as diversas categorias dos seres vivos. Trabalha conhecimentos necessários para a
compreensão de aspectos da fisiologia humana e para a manutenção da saúde. Estuda as leis
de hereditariedade e o desenvolvimento da biotecnologia.
3- OBJETIVOS:

 Compreender que a classificação biológica, além de organizar a diversidade dos seres


vivos e de facilitar seu estudo, revela padrões de semelhança que evidenciam as
relações de parentesco evolutivo entre diferentes grupos de organismos;

 Valorizar os conhecimentos científicos e técnicos sobre vírus, bactérias, protozoários


e fungos e reconhecer que esses seres, mesmo sendo causadores de doenças graves,
podem contribuir para a melhoria da vida humana;

 Conhecer as semelhanças e diferenças entre os grandes grupos de plantas, de modo a


possibilitar reflexões e análises sobre as relações de parentesco evolutivo entre os
componentes do mundo vivo. Valorizar o conhecimento sistemático das plantas, tanto
para identificar padrões no mundo natural quanto para compreender a importância das
plantas no grande conjunto de seres vivos;

89
 Reconhecer nossas semelhanças e diferenças com outros seres vivos – em particular
com os do reino animal – de modo a possibilitar reflexões e análises não-
preconceituosas sobre a posição que nossa espécie ocupa no mundo vivo;

 Reconhecer em si mesmo os princípios fisiológicos que se aplicam a outros seres


vivos, particularmente aos animais vertebrados, o que contribui para a reflexão sobre
nossas relações de parentesco com os outros organismos;

 Valorizar os conhecimentos sobre a estrutura e o funcionamento dos sistemas de


órgãos do corpo humano, reconhecendo-os com necessários tanto para identificação
de eventuais distúrbios orgânicos como para os cuidados com a manutenção da
própria saúde;

 Conceituar os principais termos relacionados à genética;

 Caracterizar as leis de Mendel;

 Caracterizar as principais técnicas utilizadas pela biotecnologia, como também, as


suas aplicações nos diversos campos de conhecimento.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento Biodiversidade: aspectos históricos, taxonômicos,


filogenéticos, ecológicos, evolutivos e morfofisiológicos dos seres vivos:

1. Sistemática e classificação dos seres vivos


1.1. Classificação de Lineu;
1.2. Definições de Espécie;
1.3. Sistemática moderna;
1.4. Filogenias.
2. Vírus
2.1. Características gerais, estrutura, reprodução;
2.2. Principais viroses humanas.
3. Procariontes – Bacteria e Archaea
90
3.1. Características gerais, estrutura, reprodução;
3.2. Principais bacterioses humanas;
3.3. Importância das bactérias para a humanidade.
4. Eucariontes – Protistas, Fungos, Animais e Vegetais
4.1. Características gerais, classificação, diversidade, morfologia, anatomia e fisiologia
básicas;
4.2. Importância (econômica, alimentar e médica) para a sociedade humana.
Grupo de conhecimento: Corpo humano e saúde: aspectos bioquímicos, biofísicos,
celulares, histológicos e fisiológicos do organismo humano e suas inter-relações com a
saúde e prevenção de patologias:
5. Nutrição, respiração, circulação e excreção
5.1. Sistemas digestório, cardiovascular, respiratório e excretor e suas interações para a
manutenção do metabolismo
6. Integração e controle corporal
6.1. Sistemas nervoso, sensorial e endócrino e suas interações para o controle corporal e
a manutenção da homeostase.
7. Suporte e movimento do corpo humano
7.1. Sistema locomotor – esquelético e muscular;
7.2. Histologia humana – estrutura e função dos tecidos humanos.
8. Reprodução humana e desenvolvimento embrionário
8.1. Embriologia e desenvolvimento humanos;
8.2. Reprodução e sexualidade humana: sexo biológico, orientação sexual, identidade e
expressão de gênero;
8.3. Infecções sexualmente transmissíveis;
8.4. Planejamento familiar e prevenção da gravidez não desejada.
9. Saúde individual e pública
9.1. Definição de saúde: bem estar físico, mental, social e ambiental;
9.2. Drogas lícitas e ilícitas: aspectos fisiológicos, patológicos, políticos, sociais e de
saúde pública;
9.3. Patologias humanas crônicas, infectocontagiosas e parasitárias: sintomas,
transmissão, desenvolvimento, tratamento e prevenção;
9.4. Epidemias, pandemias, métodos preventivos;

91
9.5. Sistema imunitário e sua relação com vacinas e soros.
Grupo de conhecimento: Hereditariedade e biotecnologia: aspectos conceituais,
históricos e aplicados da Genética clássica e moderna:
10. Hereditariedade e Biotecnologia
10.1. Conceitos básicos em Genética – genótipo, fenótipo, alelo, gene, loco gênico,
homozigoto, heterozigoto.
10.2. Heredogramas e cálculo de probabilidades;
10.3. Leis de Mendel: princípios e aplicabilidades;
10.4. Variações dos padrões de herança mendeliana;
10.5. Herança e Sexo;
10.6. Genética populacional e a evolução;
10.7. Biotecnologia: histórico, técnicas e suas implicações políticas sociais, econômicas
e éticas;
10.8. Epigenética.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia Moderna. 1. ed. São
Paulo: Moderna, 2016. v. 1.

AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia Moderna. 1. ed. São
Paulo: Moderna, 2016. v. 2.

AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia Moderna. 1. ed. São
Paulo: Moderna, 2016. v. 3.

BOSCHILIA, Cleuza. Manual Compacto de Biologia. 1. ed. São Paulo: Rideel, 2010. (E-
book Pearson)

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

MACHADO, Elaine Ferreira; NADAL, Thaisa Maria. Fundamentos da Biologia. Curitiba:


Contentus, 2020. (E-book Pearson)

FRANCISCO M. SALZANO. Genômica e evolução. São Paulo: Oficina de Textos, 2012.


(online)

REECE, Jane B. et. al. Biologia de Campbell. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2015.

92
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: FÍSICA

Ano: 2º ANO Código: FIS


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica: sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( ) NÃO ( X ) SIM Quais: laboratório de informática
e laboratório de edificações
2 - EMENTA:

Este Componente Curricular aborda conhecimentos necessários para o entendimento da


produção do conhecimento cintífico, especificamente da Óptica, Ondulatória,
Termodinâmica e Física Moderna seus desdobramentos científicos e tecnológicos e sua
aplicabilidade no cotidiano, considerando aspectos ambientais, sociais, políticos e
econômicos.
3- OBJETIVOS:
 Saber usar códigos e signos para representar grandezas da Óptica, Ondulatória,
Termodinâmica e Física Moderna suas relações na linguagem científica
matematizada;
 Articular o conhecimento de Óptica, Ondulatória, Termodinâmica e Física Moderna
com conhecimentos de outras áreas do saber científico;
 Compreender e aplicar conceitos da Óptica, Ondulatória,Termodinâmica e Física
Moderna presentes no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos
tecnológicos;
 Investigar situações-problema, identificando a situação física envolvida e utilizando
modelos físicos para analisar, generalizar, prever, avaliar em contextos da Óptica,
Ondulatória, Termodinâmica e Física Moderna;

93
 Compreender o desenvolvimento da Óptica, Ondulatória,Termodinâmica e Física
Moderna na história e na atualidade;
 Articular conhecimentos da Óptica, Ondulatória,Termodinâmica e Física Moderna
com ética e cidadania.
 Comprender o modelo padrão de partículas como a teoria sobre interações (forças) e
a natureza da matéria;
 Compreender os conceitos de força e campo e as quatro interações fundamentais e
suas aplicações;
 Conhecer os elementos de mecânica quântica e seu papel na explicação de várias
tecnologias digitais;
 Saber que o espaço-tempo e a relação massa-energia são componentes básicos da
estrutura conceitual da física moderna;
 Articular a educação alimentar com conhecimento físico-energia do alimento, o
balanço energético, o corpo humano como máquina térmica.
 Conhecer os benefícios e riscos do uso de radiações ionizantes e não ionizantes
para o ser humano e para o ambiente.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupos de conhecimentos: A organização do conhecimento na Física; As linguagens e


a comunicação na Física; A Física em diversos contextos.
1. Termodinâmica.

1.1. Evolução do conceito de calor.


1.2. Leis da Termodinâmica.
1.3. Máquinas térmicas.
1.4. Corpo humano como máquina térmica.
2. Ondas.
2.1. Natureza das ondas e seus tipos.
2.2. Fenômenos ondulatórios e suas aplicações.
2.3. Som, audição e cidadania.
3. Óptica
3.1. Natureza da luz e sua evolução na história.

94
3.2. Fenômenos ópticos e suas aplicações.
3.3. Radiações ionizantes e não ionizantes.
3.4. Luz, sistema visual e cidadania.
4. Tópicos de Física moderna.
4.1. Estrutura conceitual: componentes básicos.
4.2. As quatro interações fundamentais.
4.3. Modelo padrão de partículas.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

TORRES, C. M. A. et al. R. Física: ciência e tecnologia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2016.
2 v.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BONJORNO, J. R. et al. Física. 4. ed. São Paulo: FTD, 2020. 2 v.

GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA. Leituras de Física: Física


térmica, para ler, fazer e pensar, 2021. Disponível em:
[Link] Acesso em 12 jan. 2021.

GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA. Leituras de Física: Óptica,


para ler, fazer e pensar, 2021. Disponível em: [Link]
Acesso em 12 jan. 2021.

95
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: QUÍMICA

Ano: 2ºANO Código: QUI


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80
Uso de laboratório ou outros ambientes além da
Abordagem Metodológica: sala de aula?

T() P( ) T/P ( X ) ( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Edificações


e Laboratório de Informática
2 - EMENTA:

O componente curricular aborda as áreas de Físico-Química e Química Orgânica. Perpassa


por aspectos essenciais e conceituais como estudo dos aspectos quantitativos das relações
matéria e energia de ambas as áreas citadas. Esse componente curricular apresenta noções
de Educação Alimentar e Nutricional e seus impactos sobre a saúde. Também relaciona a
importância da Química e as possíveis aplicações na área da informática.

3- OBJETIVOS:
 Compreender o conceito subjacente a lei de Lavoisier.

 Definir o que seja cálculo estequiométrico.

 Perceber a importância do cálculo das substâncias utilizadas ou produzidas nas


reações químicas.

 Aplicar o cálculo estequiométrico na resolução de problemas envolvendo quantidade


de reagentes e/ou produtos participantes de uma reação química.

 Ilustrar o comportamento físico de um gás, variando condições de pressão,


temperatura, número de moléculas e volume.

 Avaliar as consequências provocadas pelas mudanças nos parâmetros físicos de um

96
gás num sistema fechado.

 Aplicar a Equação de Clapeyron

 Compreender as interações existentes entre os constituintes de uma solução (soluto e


solvente).

 Analisar e interpretar gráficos com curvas de solubilidade de algumas substâncias.

 Distinguir soluções iônicas e moleculares.

 Relacionar quantitativamente soluto e solvente para expressar a concentração das


soluções.

 Realizar cálculos de concentração, diluição e misturas de mesmo soluto ou solutos


diferentes.

 Desenvolver habilidades para interpretar e resolver situações do cotidiano


relacionados a concentração e diluição de soluções.

 Reconhecer as principais aplicações das soluções no cotidiano.

 Abordar as propriedades coligativas de forma qualitativa.

 Valorizar a compreensão e interpretação de fenômenos envolvendo situações do


cotidiano, tendo como referência as propriedades coligativas e seus modelos
explicativos.

 Discutir aspectos termoquímicos das transformações químicas, estabelecendo


relações com situações do cotidiano.

 Realizar cálculos teóricos correspondentes às propriedades termoquímicas dos


sistemas em estudo: cálculo variação de entalpia pelos métodos “Diferença do Calor
de formação dos reagentes e produtos”, “Energia de Ligação” e “Lei de Hess”.

 Compreender a velocidade das reações reconhecendo os fatores que influenciam a


rapidez das mesmas.

 Aplicar os conceitos na compreensão de assuntos da atualidade.

 Reconhecer a importância dos catalisadores e sua aplicação nas transformações


químicas.

97
 Entender como duas reações reversíveis atingem o equilíbrio.

 Calcular a constante de equilíbrio.

 Prever o deslocamento de equilíbrio.

 Calcular o número de oxidação dos elementos químicos que compõe a substância.

 Conhecer a sistemática dos processos de perda e ganho de elétrons (oxirredução).

 Balancear uma reação química pelo método de oxirredução.

 Relacionar os potenciais de redução com a espontaneidade de uma reação.

 Conhecer o princípio químico de funcionamento das pilhas (celas galvânicas).

 Calcular a diferença de potencial de uma pilha.

 Identificar o sentido dos elétrons quando a pilha se encontra em funcionamento, assim


como os polos positivos e negativos da pilha.

 Identificar uma eletrólise ígnea e uma eletrólise aquosa.

 Relacinar as semireações que ocorrem em cada tipo de eletrólise e prever os produtos


obtidos.

 Compreender os diferentes processos de corrosão

 Entender as importância dos mecanismos de proteção contra processos de corrosão


eletroquímica e eletrolítica.

 Compreender as características da radioatividade e o funcionamento de reações


nucleares;

 Compreender o conceito de tempo de meia-vida.

 Calcular o tempo de meia-vida de um isótopo radioativo.

 Reconhecer os usos da Química Nuclear na sociedade atual.

 Perceber a evolução da Química Orgânica por meio dos procedimentos de sínteses e


análises, os quais impulsionaram seu desenvolvimento.

 Compreender a importância do conhecimento químico para o entendimento da

98
estrutura e obtenção de compostos “naturais” ou sintéticos.

 Entender a importância da fórmula estrutural para a representação dos diferentes


compostos orgânicos existentes.

 Reconhecer as principais características do átomo de carbono e aplicá-las na


classificação das cadeias carbônicas.

 Definir, formular, nomear e classificar os hidrocarbonetos e suas subclasses.

 Identificar e definir os haletos orgânicos.

 Nomear e formular um haleto orgânico.

 Identificar e definir a função orgânica de um composto orgânico oxigenado (aldeído,


cetona, éter, éster, ácido carboxílico, álcool, enol e fenol)

 Nomear e formular um composto orgânico oxigenado.

 Identificar e definir a função orgânica de um composto orgânico nitrogenado (amina,


amida).

 Nomear e formular um composto orgânico nitrogenado.

 Definir e compreender o que é isomeria.

 Entender como e quando ocorre isomeria plana.

 Identificar e diferenciar os casos mais comuns de isomeria plana, de cadeia, de


posição, de compensação, de função e a tautomeria.

 Entender como e quando ocorre a isomeria espacial;

 Identificar os casos mais comuns de isomeria geométrica e de isomeria óptica.

 Reconhecer a importância da isomeria na Química Orgânica e na Bioquímica.

 Compreender o mecanismo das diversas reações orgânicas.

 Prever reagentes e/ou produtos envolvidos em uma reação.

 Perceber a importância das reações na vida diária.

 Definir e identificar um polímero.

99
 Prever e reconhecer reagentes envolvidos em uma reação de polimerização utilizados
na obtenção de polímeros e/ou copolímeros.

 Reconhecer as propriedades, a utilização e a aplicação dos polímeros, relacionando a


sua estrutura com suas propriedades.

 Compreender os principais critérios de classificação e importância das biomoléculas


dos grupos: carboidratos, proteínas, lipídeos e ácidos nucléicos.

 Entender como é feita análise nutricional dos alimentos e seus impactos sobre a saúde

 Reconhecer as principais composições dos ciclos biogeoquímicos.

 Identificar as relações dos ciclos biogeoquímicos.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de Conhecimento: Aspectos quantitativos da matéria e suas transformações


1. Leis Ponderais
1.1. Lei de Lavoisier;
1.2. Lei de Proust;
1.3. Lei de Dalton.
2. Cálculos Estequiométricos, rendimento das reações e previsão de reagentes e produtos
2.1. Cálculo estequiometrico;
2.2. Rendimento de reações químicas;
2.3. Pureza de reagente;
2.4. Reagente limitante e reagente em excesso
3. Gases e suas transformações
3.1. Variáveis de estado (pressão, volume e temperatura);
3.2. Transformações gasosas (isotérmica, isobárica e isovolumétrica);
3.3. Equação de Clapeyron.
4. Dispersões e Classificação das soluções e seus comportamentos
4.1. Solubilidade;

100
4.2. Curva de solubilidade.
5. Cálculo de concentrações
5.1. Concentração em g/L;
5.2. Concentração em mol/L;
5.3. Título em massa;
5.4. Título em volume;
5.5. Fração molar;
5.6. Diluição;
5.7. Mistura de soluções de mesmo soluto;
5.8. Mistura de soluções de solutos diferentes.
6. Propriedades Coligativas
6.1. Pressão de Vapor;
6.2. Número de partículas dispersas;
6.3. Diagrama de Fases da água;
6.4. Tonoscopia;
6.5. Ebulioscopia;
6.6. Crioscopia;
6.7. Pressão osmótica.
Grupo de Conhecimento: A relação entre a produção e o consumo de energia e as
transformações da matéria
7. Termoquímica
7.1. Entalpia e variação de entalpia;
7.2. Processos Endotérmicos e Exotérmicos;
7.3. Entalpia padrão e equações termoquímicas;
7.4. Fatores que influenciam a variação de entalpia de uma reação;
7.5. Cálculos teóricos da variacão de entalpia (calor de formação, energia de ligação e lei
de Hess).
8. Cinética Química
8.1. Energia de ativação e complexo ativado;
8.2. Fatores que influenciam a velocidade da reação;
8.3. Catalisador
Grupo de Conhecimento: Aspectos quantitativos da matéria e suas transformações
9. Equilíbrio Químico em meio aquoso
101
9.1. Condições de equilíbrio;
9.2. Constante de equilíbrio;
9.3. Deslocamento de equilíbrio
Grupo de Conhecimento: A relação entre a produção e o consumo de energia e as
transformações da matéria
10. Eletroquímica
10.1. Número de oxidação;
10.2. Reações de oxidação e redução;
10.3. Balancemanto de equação pelo Método de Oxirredução;
10.4. Pilhas;
10.5. Eletrólise ígnea;
10.6. Eletrólise Aquosa;
10.7. Corrosão;
10.8. Proteção Anódica e Proteção Catódica.
11. Radioatividade
11.1. Partículas alfa, beta e radiação gama;
11.2. Tempo de meia-vida;
11.3. Utilização de energia nuclear.
Grupo de Conhecimento: Modelos submicroscópicos da matéria e suas relações com as
propriedades macroscópicas
12. Cadeias Carbônicas
12.1. Introducão à Química Orgânica;
12.2. Classificação de Carbono;
12.3. Classificação de Cadeias Carbônicas.
Grupo de Conhecimento: Desenvolvimento científico, tecnológico e suas relações com
a sociedade e o meio ambiente
13. Combustíveis
13.1. Hidrocarbonetos
14. Funçòes Orgânicas
14.1. Hidrocarbonetos, Álcool, Fenol, Enol, Aldeído, Cetona, Éter, Éster, Ácido
carboxílico, Amina, Amida, Haleto orgânico
Grupo de Conhecimento: Modelos submicroscópicos da matéria e suas relações com as
propriedades macroscópicas
102
15. Isomeria
15.1. Isomeria plana (cadeia, função, posição, compensação e tautomeria), Isomeria
espacial (geométrica e óptica).
Grupo de Conhecimento: A relação entre a produção e o consumo de energia e as
transformações da matéria
16. Reações de Compostos Orgânicos
16.1. Reação de adição, Reação de Substituição, Reação de eliminação, Reação de
Oxidação (Branda, energética, ozonólise, de álcoois), Reações de Redução, Reações
de Saponificação, Reações de Esterificação, Reações de combustão, Reações de
Polimerização
Grupo de Conhecimento: Desenvolvimento científico, tecnológico e suas relações com
a sociedade e o meio ambiente
17. Polímeros
17.1. Tipos de polímeros,
17.2. Vulcanização,
17.3. Propriedades dos polímeros
18. Bioquímica (macromoléculas)
18.1. Carboidratos;
18.2. Lipídeos;
18.3. Proteínas,
18.4. Ácidos nucleicos;
18.5. Educação Alimentar e Nutricional
18.5.1. Análise nutricional dos alimentos, seus impactos sobre a saúde
Grupo de Conhecimento: Desenvolvimento científico, tecnológico e suas relações com
a sociedade e o meio ambiente
19. Ciclos biogeoquímicos
19.1. Ciclo do carbono;
19.2. Ciclo do Nitrogênio;
19.3. Ciclo da água;
19.4. Ciclo do oxigênio.

103
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

FRANCO, Dalton. 360º química: cotidiano e transformações. São Paulo: FTD, 2015.
volume único.

RUSSEL, John Blair. Química Geral. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1994.
volume 1.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BONATTO, Isabela da Cruz. Saúde Alimentar. Curitiba: Contentus, 2020. (E-Book)

CANTO, E. L.; PERUZZO, F. M. Química na abordagem do cotidiano. São Paulo:


Moderna, 2011. volume 2.

MACHADO, A. H.; MORTIMER, E. F. Química. São Paulo: Scipione, 2011. volume 2.

MOL, G. S.; et al. Química para a nova geração – Química cidadã. São Paulo: Nova
Geração, 2011. volume 3.

REIS, M. Química – Meio Ambiente – Cidadania – Tecnologia. São Paulo: FTD, 2011.
volume 3.

104
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: HISTÓRIA

Ano: 2º ANO Código: HIS


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas:
Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X )
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de informática
2 - EMENTA:
O componente curricular trata dos significados da vida individual e coletiva dos seres
humanos no transcorrer da história no Ocidente, da Antigüidade ao século XIX da era cristã,
a partir de um olhar sobre as questões científico-informacionais e suas aplicações
tecnológicas ao longo da história, analisadas sob o enfoque da Educação, da Ciência e da
Tecnologia, e suas relações com o desenvolvimento econômico-social e a compreensão das
questões dos direitos humanos, das relações étnicos-raciais, da diversidade, das diferenças,
da igualdade nos gêneros, e da educação ambiental e alimentar, acordadas nos documentos
institucionais.
3- OBJETIVOS:

 Compreender sobre a origem do termo “História” e a forma pela qual o conceito foi
modificado ao longo dos tempos. E estudar conceitos e noções como: Fato histórico;
Sujeito histórico; Tempo histórico: periodizações, permanências e rupturas; Memória
e patrimônio; História e historiografia: narrativas e os usos do passado; Metodologia
da história: fontes, conceitos e análise; História e interdisciplinaridade: os perigos de
uma história única;
 Entender dos principais conceitos e categorias que estruturam a construção do
discurso historiográfico e suas relações com os contextos reais de vida.

105
 Estudar sobre os processos históricos vinculados ao desenvolvimento da cultura
informacional, da ciência e da tecnologia para a apropriação de um saber articulado
que facilite a ação reflexiva, autônoma, crítica e criativa;
 Dominar os principais fatos históricos da Antiguidade à história moderna ocidental e
a construção de suas interpretações sobre as transformações das sociedades humanas
ao longo do tempo e seus reflexos na conjuntura da atualidade e a importância da
atuação dos sujeitos históricos para as transformações sociais, econômicas políticas e
culturais das diferentes populações.
 Conhecer a cultura informacional relacionada a Ciência e a Tecnologia no âmbito do
desenvolvimento econômico-social atual e considerar a influência da cultura afro-
brasileira e indígena nesse processo.

4 - ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Teorias e métodos do conhecimento histórico e Antiguidade


1. Conhecimento histórico e a Antiguidade: o perigo de uma história única
1.1. Introdução à História: conceitos. Compreensão sobre o Tempo e as diferentes formas
de vivenciá-lo.
1.2. A história do universo, a história da vida e a história do ser humano, da inteligência
e da consciência;
1.3. Origem, adaptações e expansão da espécie humana;
1.4. Nomadismo, caça e coleta, domesticação de plantas e animais e a Revolução
agrícola;
1.5. Democracia, cidadania e conhecimento
1.6. Povos originários na América antes da colonização;
1.7. Urbanização: os casos do Crescente Fértil;
1.8. Povos e impérios africanos: berberes, Axum, Egito, Núbia, bantos;
1.9. Povos e culturas do antigo Mediterrâneo;
1.10. Conhecimento de fontes informacionais na Antiguidade e suas repercussões para o
presente;
Grupo de conhecimento: História medieval

106
2. A Idade Média europeia e a construção do Ocidente medieval
2.1. Formação da cristandade na Europa Ocidental e Oriental e sua expansão para a Ásia
e a África;
2.2. Formação e expansão islâmica (da Península Arábica e sul da Europa até o norte da
África);
2.3. Formação do sistema capitalista na Europa e a estruturação do mundo trabalho
centrado no comércio: rotas e contatos culturais entre Europa, Ásia e África;
2.4. Sociedades africanas do eixo Transaariano e comércio de longa distância: os
almorávidas, Mali, Gana, Songai, Hauçá, Iorubá. Sociedades africanas subsaarianas:
Congo-Angola, os Suaíli, o Grande Zimbábue;
2.5. A China medieval: aspectos culturais, econômicos, sociais e tecnológicos;
2.6. budismo e sua expansão na Ásia: conflitos políticos e econômicos;
2.7. Grandes complexos urbanos e tecnológicos nas Américas: astecas, maias e incas;
2.8. Relações entre cultura infomacional, sociedade, tecnologia e meio ambiente;
2.9. Relações de gênero.
Grupo de conhecimento: História moderna
3. O início da Idade Moderna ocidental e as transformações técnico-cientificas na transição
do feudalismo para o capitalismo
3.1. Modernidade e a representação do “outro”: Renascimento, Expansão Marítima e
Reformas Religiosas;
3.2. A colonização nas Américas: objetivos, características e conflitos
3.3. Absolutismo, mercantilismo, produção agroexportadora e escravidão
3.4. Sociedade africanas e o comércio atlântico
3.5. Sociedades coloniais: relações de gênero, patriarcalismo, famílias, religiosidades.
Grupo de conhecimento: Tempo presente
4. A era das revoluções
4.1. Cidadania e democracia: a constituição filosófica e política do mundo burguês;
4.2. Iluminismo, Movimentos revolucionários na Europa;
4.3. Emancipações políticas na América e formação territorial na América Latina,
4.4. A Revolução Industrial inglesa: novas formas de produção, trabalho e sociabilidade
e impactos socioambientais
4.5. Os papéis das revoluções científicas.

107
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

GUARINELLO, NORBERTO LUIZ. História Antiga. São Paulo: Contexto, 2013. 174p.
(E-Book Pearson).

BRAGA, Marco; GUERRA, Andreia; REIS, José Claudio. Breve história da ciência
moderna: volume 2: Das máquinas do mundo ao universo-máquina. 3. ed. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 2010. 5 v. (Breve História da Ciência Moderna ; 2).

SANTIAGO, Theo (org.), Do feudalismo ao capitalismo. Uma discussão histórica. 3. ed.


São Paulo: Contexto, 1988. (E-Book Pearson).

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ANDERSON, Perry. Passagens da Antigüidade ao feudalismo. Tradução de Beatriz


Sidou. São Paulo: Editora Brasiliense, 1987.

FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média: o nascimento do Ocidente. São Paulo: Editora
Brasiliense, 2001.

KI-ZERBO, J. (Ed.). História geral da África. [Link]. Brasília: UNESCO, 2010. v. I-VIII.

SANTOS, Lara Taline dos. História da América: das independências a globalização.


Curitiba; InterSaberes, 2018. (E-Book Pearson).

SELKE, Ricardo; BELLOS, Natália. História social e econômica Moderna. Curitiba:


InterSaberes, 2017 (E-Book Pearson).

108
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: GEOGRAFIA

Ano: 2º ANO Código: GEO


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas:
Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática
T() P( ) T/P ( X )
e Trabalho de Campo.
2 - EMENTA:
A componente curricular aborda o espaço geográfico, segundo suas categorias de análise,
em uma construção teórico-metodológica, como um produto da ação do Homem e de seu
trabalho, no decorrer da história. Desenvolve conceitos e temas que explicam a formação e
a produção do espaço geográfico, seus elementos e sua dinâmica natural, social, histórica e
cultural. Possibilita o estudo dos mapas, cartas e plantas, decodificando os signos próprios
da cartografia e as escalas, com vistas à localização e orientação no espaço geográfico.
Aborda o espaço geográfico brasileiro e suas regionalidades, bem como sua inserção no
sistema capitalista mundial, segundo a Divisão Internacional do Trabalho, no contexto do
meio técnico científico internacional. Analisa a formação e diversidade cultural da
população brasileira, as transformações na estrutura demográfica e nos fluxos populacionais
em escala nacional e mundial. Estuda as relações inerentes ao direito a cidade, aos processos
de produção, expansão e reestruturação das cidades, os problemas socioambientais
materializados no espaço urbano. Compreende a formação, a produção e a estrutura do
espaço rural, a modernização da agricultura e a formação dos complexos agroindustriais no
Brasil. Analisa a dinâmica dos movimentos sócioespaciais no campo brasileiro, a questão
da Reforma Agrária e os aspecetos inerentes a segurança alimentar. Aborda as tendências
contemporâneas nas relações campo-cidade e os paradigmas socioambientais da agricultura,
na perspectiva do desenvolvimento sustentável. A componente curricular contribui para a
109
formação humana, cidadã e voltada para o respeito à diversidade e às diferenças.
3- OBJETIVOS:
 Analisar o espaço geográfico e as suas categorias de análise (paisagem, lugar, região
e o território) nas suas múltiplas escalas, à leitura do cotidiano socioespacial da
sociedade de forma crítica.
 Ler, interpretar e comparar mapas, com diferentes linguagens cartográficas,
percebendo-as como possibilidade de representação social, selecionando dados
quantitativos que possam ser qualitativamente aproveitados.
 Desenvolver e utilizar processos, práticas e procedimentos de investigação para
compreender o mundo natural, social, econômico, político e o meio técnico científico
e informacional nos âmbitos local, regional, nacional e mundial em diferentes tempos
e espaços.
 Compreender a Divisão Internacional do Trabalho e suas contradições como resultado
de mudanças técnicas, econômicas e das relações sociais, tendo o processo de
globalização, na atual fase do neoliberalimso, como produtor e produto do espaço
geográfico.
 Identificar elementos culturais representativos das diferentes matrizes étnicas
brasileiras de modo a respeitar os seres humanos e suas diversas identidades étnicos-
raciais, sexuais e de gênero e reconhecer e respeitar as diferenças.
 Analisar o fenômeno populacional e suas implicações no espaço geográfico, suas
conexões com questões de ordem global, considerando aspectos históricos,
geográficos, socioeconômicos, culturais e ambientais.
 Interpretar técnicas aplicadas a análise demográfica do espaço geográfico, visando o
entendimento da formação e desenvolvimento das sociedades atuais, na perscetiva do
trabalho como princípio educativo e a prática como instrumento de reflexão sobre a
realidade em que se vive
 Analisar os fatores de repulsão e atração motivadores das migrações e o
direcionamento dos fluxos migratórios, bem como a questão do migrante e sua
identidade.
 Posicionar-se criticamente a partir da análise sobre a produção e a reprodução dos
espaços urbano e rural e suas interrelações.

110
 Compreender os principais conceitos referentes ao espaço urbano e a composição da
rede urbana brasileira, bem como os diferentes modos de vida e os movimentos sociais
urbanos e metropolitanos.
 Debater sobre as relações da agricultura com o desenvolvimento econômico, voltados
à modernização tecnológica do campo e as medidas e ações globais da Organização
das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação.
 Problematizar a questão fundiária brasileira, os movimentos sociais no campo e a
constante luta pela terra no Brasil.
 Compreender os problemas sociambientais presentes nos espaços urbano e rural
brasileiro, de forma crítica e contextualizada, voltada à autonomia intelectual e ao
pensamento crítico.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Teorias, métodos e linguagens da Geografia


1. A Geografia como ciência e espaço geográfico
1.1. Teoria, métodos, dinâmicas socioespaciais e categorias de análise para um olhar
geográfico do mundo: o lugar, o território, a região e a paisagem.
2. Cartografia e a representação espacial
2.1. Cartografia e poder.
2.2. Localização geográfica, orientação espacial.
2.3. Coordenadas UTM e geográfica, fuso horário, mapas, croquis, maquetes e gráficos.
2.4. Escala e projeção cartográfica, sensoriamento remoto e geoprocessamento).

Grupo de conhecimento: Dinâmicas da sociedade


3. Globalização e mundialização
3.1. A inserção do Brasil no mundo.
3.2. Geografia econômica e da organização espacial e territorial da produção na definição
dos fluxos de produção, distribuição e consumo em diferentes escalas, configurando
novos tipos de regionalização e de arranjos produtivos locais, modos de produção no
capitalismo e no socialismo.
4. O Meio Técnico Científico Informacional

111
4.1. Divisão Territorial/Internacional do trabalho.
4.2. Revoluções nos processos industriais, fatores locacionais e a automatização da
produção.
4.3. Impactos do uso das tecnologias na sociedade e as relações de trabalho no mundo
digital.
4.4. Acordos de integração, organismos internacionais e movimentos sociais.
5. A formação e diversidade cultural da população brasileira
5.1. Formação territorial e divisões regionais do Brasil no planejamento e construção da
noção de identidade territorial brasileira.
5.2. Geografia das matrizes culturais da formação do povo brasileiro e da vulnerabilidade
socioespacial, ressaltando a contribuição do povo negro e indígena e das mulheres
nas áreas social, econômica e política.
6. População mundial: estrutura, fluxos migratórios, desafios demográficos no século XXI
6.1. Dinâmica populacional e o planejamento territorial: estruturas etárias no Brasil e no
mundo, teorias demográficas, transição demográfica, envelhecimento e as políticas
de controle de natalidade e .
6.2. Mercado de trabalho, população economicamente ativa e inativa, racismo, machismo
e capacitismo no Brasil e no Mundo.
6.3. Movimentos populacionais no contexto da Globalização: conflitos raciais e religiosos
no mundo contemporâneo, processos migratórios internos e externos, refugiados e
xenofobia.
6.4. Geografia da população e pertencimento: reconhecimento das desigualdades sociais,
raciais e de gênero e valorização da diversidade religiosa e cultural no Brasil e no
mundo.
7. O espaço urbano, processo de urbanização e os problemas urbanos
7.1. Direito à cidade e segregação socioespacial.
7.2. Urbanização, planejamento urbano, metropolização e hierarquia urbana.
7.3. Relação campo-cidade, problemas urbanos, patrimônio cultural e os movimentos
sociais e socioterritoriais urbanos.
8. O espaço rural e a produção agropecuária
8.1. A questão agrária: concentração fundiária, movimentos socioterritoriais de luta pela
terra, reforma agrária e a violência no campo.

112
8.2. Modelos de produção do agronegócio: a modernização conservadora do campo, o
êxodo rural, os complexos agroindustriais, a produção agropecuária brasileira e
mundial.
8.3. Modelo de produção da agricultura camponesa: segurança e soberania alimentar,
agricultura orgânica e a agroecologia.
8.4. Transgênicos, biotecnologia, insumos e uso de defensivos na agropecuária.
8.5. Ações globais para a agricultura e alimentação.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

LUCCI, Elian A.; BRANCO, Anselmo L.; MENDONÇA, Claudio. Território e Sociedade
no Mundo Globalizado. São Paulo: Saraiva, 2020. volume 1, 2 e 3.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CARLOS, Ana F. A.; SANTOS, César S.; ALVAREZ Isabel P. (Org.). Geografia urbana
crítica: Teoria e método. São Paulo: Contexto, 2018. (E-Book Pearson).

CHICARINO, Tathiana. (Org.). Diversidade cultural. São Paulo: Pearson Education, 2017.
(E-Book Pearson).

DAMIANI. Amélia L. População e Geografia. 10. ed., 4ª reimpressão. São Paulo:


Contexto, 2017. (E-Book Pearson).

MARTINELLI, Marcelo. Mapas da Geografia e Cartografia Temática. 4. ed. São Paulo:


Contexto, 2008. (E-Book Pearson).

OLESKO, Gustavo F. Geografia agrária. Curitiba: Intersaberes, 2017. (E-Book Pearson).

SILVEIRA, Ricardo M. P. Cartografia temática. Curitiba: Intersaberes, 2019. (E-Book


Pearson).

SPINELLI, Silvia M. C. Segurança alimentar, a soberania alimentar e a globalização.


Curitiba: Contentus, 2020. (E-Book Pearson).

113
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: FILOSOFIA

Ano: 2º ANO Código: FIL


C.H. Presencial: 66,7 h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7 h
2 80

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T(X) P( ) T/P ( ) ( X ) NÃO ( ) SIM Quais:

2 - EMENTA:
A disciplina aborda temas clássicos da filosofia teórica relacionados às áreas de Metafísica,
Teoria do Conhecimento, Filosofia da Ciência e Lógica, proporcionando ao discente a
compreensão acerca das bases da racionalidade ocidental.
3- OBJETIVOS:

 Compreender os principais temas da metafísica.

 Conhecer os principais temas relacionados da teoria do conhecimento e da filosofia


da ciência.

 Obter noções básicas da disciplina de lógica.


4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupos de conhecimentos: Introdução à Filosofia; História da Filosofia; Metafísica;


Teoria do Conhecimento; Lógica; e Filosofia da Ciência.

1. Introdução à Filosfia e demonstração de sua importância.


2. Contribuições da Filosofia no desenvolvimento da “razão” em diversas culturas.

114
3. A realidade dos inteligíveis em Platão.
4. Filosofia primeira proposta por Aristóteles.
5. A tradição cristã da metafísica como estudo racional do ser supremo.
6. A crítica de Kant à metafísica.
7. Sobrevivência contemporânea da metafísica.
8. O sentido da existência humana.
9. Raízes da metafísica nos pensadores originários e em Parmênides.
10. Estudo sobre “O um e o múltiplo”.
11. Conceitos e distinções metafísicas de: necessidade e contingência, ato e potência,
substância, espaço e tempo, cosmologia, mental e físico.
12. As modalidades de dicto e de re.
13. A maiêutica socrática e a distinção platônica entre conhecimento sensível e inteligível.
14. A teoria aristotélica e seu desenvolvimento medieval.
15. O contato da alma com as coisas exteriores e os trabalhos da razão.
16. Conflito entre o racionalismo cartesiano com suas ramificações e o empirismo de
Bacon, Locke e Hume.
17. Teoria crítica kantiana.
18. O contato do entendimento com as sensações.
19. Os tipos de conhecimento: empírico, científico, artístico, filosófico e teológico.
20. Questões de linguagem, representação e símbolo.
21. Lógica aristotélica
22. Princípios lógico-ontológicos: identidade, não-contradição e terceiro excluído.
23. Estudo do conceito e do termo: extensão e compreensão.
24. Estudo do juízo e da proposição: verdade e falsidade.
25. Estudo do raciocínio: inferência, premissas e conclusão.
26. Silogismo, dedução, indução e abdução.
27. Lógica simbólica e matemática.
28. Estudo das principais falácias e sua incidência atual.
29. A função da Lógica nas ciências e na Retórica.
30. O processo de construção das ciências.
31. Estudo das correntes filosóficas: ceticismo antigo, confiança iluminista, positivismo,
historicismos e pragmatismo.
32. O papel da escola de Frankfurt na filosofia contemporânea.
115
33. O princípio da falseabilidade e a questão dos paradigmas.
34. A construção histórica das ciências e os limites da neutralidade científica.
35. As fronteiras entre ciências naturais e ciências humanas.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ARANHA, Maria L. A; MARTINS, Maria H. P. Filosofando: Introdução à Filosofia. São


Paulo: Moderna, 2016.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2010.

GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. A Aventura da Filosofia: de Parmênides a Nietzche. São


Paulo: Editora Manole, 2010. (E-Book Pearson)

MORTARI, César A. Introdução à Lógica. São Paulo: Editora UNESP, 2001.

116
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: SOCIOLOGIA

Ano: 2º ANO Código: SOC


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T(X) P( ) T/P ( )
( X ) NÃO ( ) SIM Quais:
2 - EMENTA:
O Componente Curricular apresesnta a Sociologia como área do conhecimento científico
das Ciências Humanas, a partir de seu surgimento e desenvolvimento histórico e
apresentando seus principais temas, objetos e das teorias e abordagens metodológicas da
sociologia clássica. Também introduz a Sociologia Brasileira, abordando as principais
teorias sobre a formação do Brasil e a identidade nacional.
3 - OBJETIVOS:
 Diferenciar os conhecimentos do senso comum e do conhecimento científico;
 Desnaturalizar relações e padrões sociais e culturais;
 Compreender as relações entre indivíduo e coletividade, percebendo-se como
integrante partícipe da sociedade;
 Conhecer a Sociologia como ciência, seu surgimento e desenvolvimento históricos;
 Compreender conceitos e abordagens metodológicas da sociologia clássica;

 Apropriar-se de conceitos e teorias para o desenvolvimento de uma análise crítica e


contextualizada da sociedade contemporânea.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

117
5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Problemas sociais e problemas de pesquisa

1. Senso comum, ciência e pensamento sociológico;

2. Objetividade, neutralidade e método nas ciências sociais;


Grupo de conhecimento: Vida em sociedade: relações entre indivíduos e sociedade e
processos de socialização

3. Relações entre indivíduo, sociedade e instituições sociais;

4. O contexto do surgimento da Sociologia e as rimeiras escolas e autores da Sociologia:


Comte, Durkheim; Weber e Marx;
Grupo de conhecimento: Interpretações do Brasil

5. Sociologia brasileira e formação da identidade nacional: Gilberto Freyre, Caio Prado


Júnior, Sérgio Buarque de Holanda e Josué de Castro.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CUIN, Charles-Henry; GRESLE, François. História da Sociologia: antes de 1918.


Petrópolis (RJ): Vozes, 2017. (E-Book Pearson)

CUIN, Charles-Henry; GRESLE, François. História da Sociologia 2: depois de 1918.


Petrópolis (RJ): Vozes, 2017. (E-Book Pearson)

PINHEL, André M.; ALVES, Benno W. Sociologia Brasileira. Curitiba: Intersaberes, 2019.
(E-Book Pearson)

SILVA, Silvana; SANTOS, Cleverson L. dos. Introdução ao pensamento social clássico.


Curitiba: Intersaberes, 2019. (E-Book Pearson)

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

DURKHEIM, Émile. Émile Durkheim: sociologia. 9. ed. São Paulo: Ática, 1999]. 208 p.
(Grandes cientistas sociais).

MARX, Karl; Engels, Friedrich. Manifesto do Partido Comunista. Petrópolis (RJ): Vozes,
2016. (E-book Pearson)

WEBER, Max; COHN, Gabriel (Org.). Max Weber: sociologia. 7. ed. São Paulo: Ática,
2008. 167 p. (Grandes cientistas sociais).

118
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: INGLÊS PARA O MUNDO DA INFORMÁTICA

Ano: 2º ANO Código: IMI


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas:
Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T() P( ) T/P ( X )
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática
2 - EMENTA:
A disciplina aborda o funcionamento da língua inglesa no nível básico/intermediário e seu
papel na produção de sentidos significativos nos discursos/ textos orais e escritos da área de
Informática, ampliando o conhecimento da língua em diferentes práticas de linguagem, bem
como o engajamento em discursos orais e escritos em contextos profissionais e acadêmicos.
3 - OBJETIVOS:

 Gerais:
 Expandir as possibilidades de compreensão, experiências e repertórios da língua
inglesa, nas modalidades oral e escrita;
 Fomentar o reconhecimento e uso de estruturas gramaticais e vocabulário
apresentados em diferentes textos orais e escritos da área de informática.
 Específicos:
 Reconhecer e fazer uso do repertório léxico-gramatical de nível básico e
intermediário e das expressões técnicas da área de informática, bem como utilizá-
las como práticas de linguagem para a inserção social;
 Compreender e fazer uso da variedade culta da língua inglesa na forma escrita e
oral em contextos formais e de suas outras variações linguísticas, quando
necessário;

119
 Fomentar o uso do inglês, considerando-o como meio de busca e produção de
sentidos por intermédio da oralidade e da escrita;
 Ler e elaborar os gêneros de texto orais e escritos delimitados para estudo,
enfatizando as práticas sociais da área da Informática e considerando os contextos
situados e sócio históricos que incidem na produção de sentidos.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

 Núcleo Estrurante Comum - Inglês: Aspectos léxico-gramaticais; Práticas


discursivas/ textuais; Língua inglesa para a formação integral e cidadã no mundo do
trabalho.
 Núcleo Estruturante Tecnológico – Fundamentos de Informática.

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimentos: Inglês: Aspectos léxico-gramaticais; Práticas discursivas/


textuais; Língua inglesa para a formação integral e cidadã no mundo do trabalho;
Fundamentos de Informática.
1. Leitura e produção de gêneros textuais orais e escritos da formação técnica, refletindo as
condições específicas e sócio históricas de produção, os propósitos comunicativos, a
temática contextual e os aspectos linguístico-discursivos em cada texto trabalhado:
1.1. Reportagens e artigos sobre/da área de Informática;
1.2. Resumo/Sinopse;
1.3. Filmes;
1.4. Vídeos técnico-institucionais;
1.5. Fórum de comunidades de Informática;
1.6. Apresentação profissional oral;
1.7. Editais e chamadas internacionais;
1.8. Tutoriais, guias técnicos e manuais de software;
2. Aspectos léxico-gramaticais e seu papel na construção de sentidos nos discursos/textos
orais e escritos da formação técnica:
2.1. Verb aspects
2.2. Past Perfect and Present Perfect
2.3. Present Perfect Progressive;
2.4. Expressions of quantity;

120
2.5. Discourse and Sequence Markers;
2.6. Comparisons with adjectives;
2.7. Phrasal verbs and idioms;
2.8. Conditional sentences with if clauses;
2.9. Gerunds and infinitives;
2.10. Passive Voice with Simple Past and Simple Present;
2.11. Relative pronouns;
2.12. Modals and adverbs;
2.13. Reported speech;
2.14. Prepositions.
3. Relações entre identidade, cultura e sociedade:
3.1. A formação do sujeito linguístico-global para a comunicação internacional e
diferentes formas de intercâmbio científico e cultural por intermédio de encontros
de mobilidade virtual e filmes;
3.2. Práticas linguagem pelo viés da transculturalidade e considerando os diversos
repertórios linguístico-culturais da língua inglesa nos gêneros textuais;
4. Inglês para a formação integral e cidadã no mundo do trabalho:
4.1. Elementos linguístico-discursivos e repertório lexical específicos da formação
técnica no mundo do trabalho presentes em artigos, programas e projetos da área de
informática;
4.2. Construção crítica e responsável de sentido na interação linguística nos diferentes
gêneros e contextos;
4.3. Língua Inglesa como mediadora no processo de internacionalização das instituições
por intermédio da leitura e análise de editais e chamadas de instituições estrangeiras.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

FRANCO, Cláudio de Paiva; TAVARES, Kátia Cristina do Amaral. Way to Go 2!: Língua
estrangeira mooderna: inglês. 2. ed. São Paulo: Ática, 2016.

GLENDINNING, Eric H; MCEWAN, John. Basic english for computing. New York:
Oxford University Press, 2012. 136 p

MURPHY, Raymond. Essencial Grammar in Use: a reference and practice book for
elementary students of English. 4. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2015.

SWAN, Michael. Practical English usage. 3. ed. New York: Oxford University Press, 2014.
xxix, 658 p.
121
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

LONGMAN. Dicionário escolar para estudantes brasileiros: inglês-português,


português-inglês. 2. ed., 1. reimpr. Edinburgh Gate, [Inglaterra]: Pearson Education Limited,
2009. 770 p. + 1 CD-ROM.

MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo:


CEETEPS, 2004. 111 p. módulo 1.

MARINOTTO, Demóstene. Reading on info tech: inglês para informática. 2. ed. São
Paulo: Novatec, 2007. 176 p.

OXFORD UNIVERSITY PRESS. Dicionário Oxford escolar para estudantes brasileiros


de inglês: português-inglês, inglês-português. New York: Oxford University Press, 2015.
757 p.

122
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: BANCO DE DADOS

Ano: 2º ANO Código: BDS


C.H. Presencial: 100,0h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 100,0h
3 120

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T() P( ) T/P ( X )
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática
2 - EMENTA:
O Componente Curricular aborda tipos e modelos de dados e o conceito de álgebra
relacional. Trabalha a modelagem relacional, desenvolvendo os modelos conceitual, lógico
e físico com o uso de ferramentas CASEs. Apresenta os aspectos de Sistemas de
Gerenciamento de Banco de Dados e da linguagem para banco de dados, a qual se
caracterizam em consulta, definição, manipulação, programação, transação e controle de
dados. Estuda conceitos de segurança de banco de dados e otimização de consultas e a
vanguarda tecnológica para armazenamento e manipulação de dados e informações.

3 - OBJETIVOS:
 Compreender os conceitos de dados, seus tipos, seus modelos e suas restrições em
Banco de Dados.
 Conhecer o conceito de álgebra relacional e sua relação com o modelo relacional de
dados.
 Desenvolver a modelagem relacional por meio dos modelos conceitual, lógico e
físico.
 Analisar os principais Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados.
 Aplicar a linguagem para banco de dados, a realizar consulta, definição,
manipulação, programação, transação e controle de dados.

123
 Analisar mecanismos de segurança de dados e otimização de consultas.
 Estudar tecnologias de vanguarda para armazenamento e manipulação de dados e
informações.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Banco de Dados


1. Tipos e modelos de dados.
2. Tipos de banco de dados.
3. Dados e suas restrições em Banco de Dados.
4. Álgebra Relacional.
5. Modelo Relacional: Conceitual, Lógico e Físico.
6. Ferramentas CASE para construção dos modelos de dados.
7. Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD).
8. Normalização de Dados.
9. Linguagem para banco de dados:
9.1. Structured Query Language (SQL);
9.2. Data Definition Language (DDL);
9.3. Data Manipulation Language (DML);
9.4. Data Query Language (DQL);
9.5. Data Transaction Language (DTL);
9.6. Data Control Language (DCL).
10. Consultas estruturadas, operações de junção e funções de agrupamento.
11. Programação em banco de dados: Tabelas temporárias, views, funções, stored
procedures e triggers.
12. Segurança de baco de dados e transações.
13. Otimização de consultas.
14. Tecnologias para armazenamento e manipulação de dados.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de banco de dados. 6. ed. São


Paulo: Pearson Education do Brasil, 2011. (E-Book Pearson).

124
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,


2004.

SANDRA PUGA, Edson França e Milton Goya. Banco de dados: Implementação em SQL,
PL/SQL e Oracle 11g. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. (E-books Pearson)

MACHADO, Felipe Nery Rodrigues; ABREU, Maurício Pereira de. Projeto de banco de
dados: uma visão prática. 17. ed. rev. e atual. São Paulo: Érica, 2012.

HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.

MANZANO, José Augusto N. G. Oracle Database 10g: Express Edition : interativo: guia
básico de orientação e desenvolvimento. 1. ed. São Paulo: Érica, 2007.

MANZANO, José Augusto N. G. Microsoft SQL Server 2016 Express: edition interativo.
1. ed. São Paulo: Érica, 2017.

125
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: PROGRAMAÇÃO II

Ano: 2º ANO Código: PR2


C.H. Presencial: 100,0h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 100,0h
3 120

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática

2 - EMENTA:
O Componente Curricular trabalha conceitos e aplicações de orientação a objetos no
desenvolvimento de programas em modo console e gráfico, a partir de um Ambiente
Integrado de Desenvolvimento. Aborda a integração com banco de dados e o
desenvolvimento de relatórios gerenciais.
3- OBJETIVOS:
 Consolidar noções básicas sobre programação de sistemas;
 Utilizar um ambiente integrado de desenvolvimento de sistemas;
 Aplicar os conceitos da orientação a objetos;
 Desenvolver sistemas em modo console e gráfico;
 Realizar integração com banco de dados;
 Apresentar informações por meio de relatórios gerenciais.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

126
5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Algoritmos e linguagens de programação


1. Revisão dos conceitos básicos de programação.
2. Uso de Ambientes de Desenvolvimento de Sistemas.
3. Fundamentos do paradigma de programação orientada a objetos: classes, objetos,
atributos, métodos, herança, polimorfismo e encapsulamento de dados;
3.1. Pilares da Orientação a Objetos.
3.2. Desenvolvimento de sistemas computacionais em modo console.
4. Tratamento de exceções.
5. Coleções: conceitos e técnicas para implementação de interfaces gráficas com usuários e
manipulação de eventos.
5.1. Desenvolvimento de sistemas computacionais em modo gráfico.
6. Desenvolvimento de software em camadas: conceitos, técnicas e tecnologias para
persistência de dados em bancos de dados.
6.1. Implementação de sistemas computacionais com integração a banco de dados.
6.2. Construção de relatórios gerenciais.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

DEITEL, Paul J.; DEITEL, Harvey M. Java: como programar. 8. ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2010.

MANZANO, José Augusto N. G. Programação de computadores com C++: guia prático


de orientação e desenvolvimento. 1. ed. São Paulo: Érica, 2010.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

DALL´OGLIO, Pablo. PHP: programando com orientação a objetos. 3. ed. São Paulo:
Novatec, 2015.

MANZANO, José Augusto N. G. Programação de computadores com C#. 1. ed. São


Paulo: Érica, 2014.

MANZANO, José Augusto N. G. Java 8: programação de computadores: guia prático de


introdução, orientação e desenvolvimento. 1. ed. São Paulo: Érica, 2014.

MATTHES, Eric. Curso intensivo de Python: uma introdução prática e baseada em


projetos à programação. 1. ed. São Paulo: Novatec, 2016.

127
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: REDES DE COMPUTADORES

Ano: 2º ANO Código: RDC


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas:
Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T() P( ) T/P ( X )
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de informática
2 - EMENTA:
O Componente Curricular aborda conceitos de rede de computadores, estágios da evolução
tecnológica das comunicações de dados e seus dispositivos. Aplica os conhecimentos
básicos sobre as instalações físicas e lógicas de redes de computadores para montagem de
projetos, bem como, a elaboração de um projeto integrando todo o conteúdo estudado.
3 - OBJETIVOS:
 Discutir os conceitos tecnológicos de redes de computadores;
 Acompanhar de forma autônoma o desenvolvimento futuro da área;
 Desenvolver projetos e analisar resultados de ensaios laboratoriais;
 Projetar, instalar e configurar redes de computadores para ambientes com diferentes
conjuntos de requisitos.
4 - ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Infraestrutura (hardware, sistemas operacionais, redes de


computadores, segurança).
1. Introdução às Redes de Comunicações

128
2. Tipos de Meios Físicos: Coaxial, Par Trançado, Fibra Ótica, Rádio (WiFi);
3. Técnicas de Transmissão Analógica e Digital;
4. Protocolos de comunicação e endereçamento :
4.1. Modelo de Referência OSI e TCP/IP;
4.2. IPv4 e IPv6;
5. Interconexão de Redes, Endereçamento de Redes, Máscaras de Sub-Redes;
6. Dimensionamento de Redes;
7. Protocolos da camada de aplicação:
7.1. SMTP;
7.2. IMAP/pop3;
7.3. FTP;
7.4. SSH;
7.5. HTTP/HTTPS;
7.6. DNS;
7.7. DHCP.
8. Prática em cabeamento estruturado:
8.1. Ferramentas;
8.2. Tomadas;
8.3. Conectores;
8.4. Patch Cords;
8.5. Racks;
8.6. Bracks;
8.7. Hubs;
8.8. Patch Panel.
9. Redes de computadores:
9.1. Instalação;
9.2. Configuração;
9.3. Gerenciamento;
9.4. Configuração de rede IP em ambientes Windows e Unix;
10. Projeto de Redes;
11. Tarefas administrativas em Sistemas Operacionais e Redes de Computadores.

129
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

KUROSE, Jim; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem


top-down, 6. ed. São Paulo: Editora Pearson, 2013. (E-Book Pearson).

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BASSO, Douglas E. Administração de Redes de Computadores. Curitiba: Contentus,


2020. (E-Book Pearson).

TANENBAUM, Andrew S.; WETHERAL, David. Redes de Computadores. 5. ed. São


Paulo: Editora Pearson, 2011. (E-Book Pearson).

FOROUZAN, B. A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores. 4. ed. Porto


Alegre: McGraw-Hill Brasil, 2008.

130
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA

Ano: 3º ANO Código: LPL


C.H. Presencial: 100,0h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 100,0h
3 120

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( X ) NÃO ( ) SIM Quais:

2 - EMENTA:
O componente curricular aborda o estudo do texto e do discurso, considerando sentidos,
sujeitos e ideologias. Estuda o processo de sedimentação e desnaturalização de sentidos
social e historicamente construídos. Pratica a leitura e a produção de diferentes gêneros
discursivos considerando o contexto de produção, seus aspectos sócio-históricos e os
elementos ideológicos. Realiza análises linguísticas em favor das relações sintático-
semânticas, da construção de sentidos e da (in)adequação à variedade culta da língua. Aborda
a literatura a partir de produções artístico-literárias do século XX e da contemporaneidade,
vislumbrando relações com os contextos sociais, os movimentos e os diálogos que marcam
a época delimitada.
3- OBJETIVOS:

 Ler textos e refletir sobre os discursos neles materializados, observando as relações,


o interdiscurso, as posições sociais dos sujeitos e os encaminhamentos ideológicos;
 Ler diferentes gêneros discursivos, principalmente aqueles inseridos em práticas
sociais do mundo profissional da Informática e do mundo acadêmico, e produzi-los
com autonomia, analisando os discursos sócio-históricos e ideológicos que são neles
materializados;
 Ler e produzir textos argumetativos, compreendendo as estratégias enunciativas, os

131
posicionamentos ideológicos dos sujeitos e os tipos de argumentos;
 Ampliar o letramento acadêmico, participando de práticas escritas e sociais da
academia e iniciando o olhar científico para objetos de pesquisa;
 Empregar os recursos linguístico-discursivos na leitura e na escrita, no ambiente de
atuação profissional e na vida social, com respeito ao pluralismo de ideias e atitudes
éticas;
 Empregar os recursos gramaticais, linguísticos, estilísticos e enunciativos nos textos
e compreender como esses fatores contribuem para a produção de sentidos;
 Realizar as adequações linguísticas necessárias de acordo com os gêneros discursivos
e os contextos de produção;
 Ler e compreender as produções e expressões literárias do século XX e da
contemporaneidade, observando os diálogos entre as artes de outros tempos e espaços;
 Compreender as produções literárias do século XX e suas relações com os processos
histórico-sociais, bem como suas contribuições para a construção de identidades
individuais e coletivas, ampliando as noções de diversidade culturais.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupos de conhecimentos: Língua, identidade e sociedade; História da língua


portuguesa, gramática e sociedade

1. Texto e discurso;
2. Os efeitos de sentido nos textos e seus vínculos discursivo-ideológicos;
3. A impossibilidade da concretização de língua/linguagem neutra;
4. O processo de sedimentação histórica de sentidos sociais e o exercício de desnaturalização
desses sentidos;
5. O diálogo entre língua portuguesa e outras línguas e linguagens (Libras, línguas
indígenas, africanas e linguagens LGBTQI+, entre outras), ampliando a reflexão sobre a
diversidade cultural;
6. A coordenação e a subordinação na construção dos períodos;

132
7. A coordenação e os mecanismos sintáticos de coesão e coerência;
8. A subordinação e as construções de sentido;
8.1. as orações substantivas na argumentação e modalização do enunciado,
8.2. as orações adjetivas como estratégia de generalização e especificação de sentidos do
enunciado,
8.3. as orações adverbiais como recursos linguístico-enunciativos para o estabelecimento
de relações semânticas, pragmáticas e argumentativas nos textos;
9. A vírgula no período composto fundamentada nas relações sintático-semânticas;
10. A concordância verbal e nominal na variedade padrão da língua;
11. A regência verbal e nominal relacionada ao contexto e aos sentidos pretendidos;
12. A crase como decorrência da regência verbal ou nominal e como fator para clareza
comunicativa;
13. A colocação pronominal nos enunciados da variedade padrão do idioma.
Grupos do conhecimentos: Construção de sentido, leitura e produção de textos orais e
escritos; Linguagem, tecnologia e mundo do trabalho
14. Leitura e Produção de texto:
14.1. Gêneros discursivos organizados textualmente pelos modos dissertativo e
argumentativo: editorial, artigo de opinião, carta do leitor, anúncio publicitário,
debate, entre outros, enfocando:
14.1.1. identificação e análise de informação, argumento, tese,
14.1.2. posicionamentos dos sujeitos e vozes sociais,
14.1.3. tipos de argumento,
14.1.4. projeto de texto;
14.2. Gêneros discursivos do mundo profissional da Informática e do mundo acadêmico:
artigo acadêmico e projeto de iniciação científica:
14.2.1. os elementos da pesquisa científica,
14.2.2. a problemática de investigação,
14.2.3. a construção do objeto de pesquisa,
14.2.4. o estabelecimento de objetivos de pesquisa,
14.2.5. os aspectos da linguagem acadêmica,
14.2.6. objetividade e subjetividade enunciativas;
Grupos do conhecimentos: Literatura, história e cultura
15. A literatura so século XX: tendências ideológicas, aspectos culturais, fatos históricos;
133
16. Os movimentos de Vanguardas na Europa e a busca por novos meios de expressão;
17. O Modernismo em Portugal: etapas de consolidação, avanços e retornos ideológicos;
18. Fernando Pessoa: obra, heterônimos, o espírito nacionalista místico;
19. O Modernismo no Brasil: a Semana de Arte Moderna e seus desdobramentos;
20. Antropofagia e Verde-Amarelismo: vínculos discursivo-ideológicos com o passado e a
contemporaneidade;
21. Primeira geração modernista: Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel
Bandeira;
22. Produções da primeira geração modernista e a intertextualidade e interdiscursividade
com produções de outros tempos e espaços;
23. Segunda geração modernista: a consolidação do movimento e o engajamento social e
regional;
24. A prosa moderna da segunda geração: Rachel de Queiroz, José Lins do Rego, Jorge
Amado, Graciliano Ramos, Érico Veríssimo;
25. A poesia moderna da segunda geração: Carlos Drummond de Andrade, Cecília
Meireles, Vinicius de Moraes;
26. Terceira geração modernista: o contexto pós-guerra, a ênfase na alteridade;
27. A poesia da terceira geração: João Cabral de Melo Neto, Ferreira Gullar;
28. A ficção introspectiva de Clarice Lispector;
29. A fição experimental de Guimarães Rosa;
30. O movimento concretista e seus desdobramentos;
31. A poesia marginal: Torquato Neto, Paulo Leminski, Ana Cristina César;
32. A narrativa do pós-modernismo: novos caminhos ficcionais com Antônio Callado, J. J.
Veiga, Dalton Trevisan, Ignácio de Loyola Brandão, Ricardo Ramos etc.;
33. Feminismo e literatura;
34. Literatura africana de expressão portuguesa: Mia Couto, Pepetela, José Eduardo
Agualusa;
35. O rap brasileiro: resistência, vozes marginalizadas, relações eu-outro;
36. Tendências da poesia contemporânea.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ALMEIDA, R. de C. S. Práticas de leitura e Produção de Texto. Rio de Janeiro: Editora


Vozes, 2015. (E-Book Pearson).

134
AMARAL, Emília et al. Novas palavras. 4. ed. São Paulo: FTD, 2017.

CEREJA, W. R., VIANNA, C. D., DAMIEN, C. Português contemporâneo: diálogo,


reflexão e uso. São Paulo: Saraiva, 2016.

KOCH, I. G. V. ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. 3. ed. São Paulo:


Contexto, 2006.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. revista e ampliada. Rio de Janeiro:
Lucerna, 2009.

BOSI, A. História Concisa da Literatura Brasileira. 45. ed. São Paulo: Cultrix, 2010.

CÂNDIDO, Antônio. O direito à literatura. In: Vários Escritos. 5. ed. Rio de Janeiro:
Editora Ouro sobre azul, 2011.

CUNHA, C.; CINTRA, L. F. L. Nova Gramática do português contemporâneo. 6. ed. Rio


de Janeiro: Lexikon, 2013.

PERINI, M. A. Gramática Descritiva do Português. São Paulo: Ática, 2007. (E-Book


Pearson).

135
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: MATEMÁTICA

Ano: 3° ANO Código: MAT


C.H. Presencial: 100,0h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 100,0h
3 120

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de informática

2 - EMENTA:
A disciplina de matemática aborda o estudo da geometria analítica, polinomios e analise
combinatória, assim como tópicos de números complexos, probabilidade, estatística e
sequências, apresentando suas caracteristicas, definições e aplicabilidades. Desenvolve a
relação da matemática com o cotidiano e com o mundo do trabalho através da discussão de
problemas aplicados e, de maneira transversal.
3- OBJETIVOS:
 Ler e interpretar textos Matemáticos;
 Desenvolver a capacidade de indentificar e formular problemas, assim como
desenvolver e/ou selecionar estratégias adequadas para soluciona-los quando
possível;
 Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões,
etc).
 Transcrever mensagens matemáticas da linguagem materna para a linguagem
simbólica (equações, gráficos, diagrama, fórmulas, etc) e vice versa;
 Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos;
 Interpretar e criticar resultados numa situação concreta;
 Construir os fundamentos básicos da geometria analítica;

136
 Reconhecer a aplicação do estudo dos números complexos e polinômios na resolução
de problemas;
 Reconhecer a aplicação do estudo da analise combinatória, probabilidades e
estatisticas e suas aplicações no dia a dia;
 Identificar os tipos de sequência numérica e suas leis de formação quando existirem;
 Utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e
potencialidades;
 Aplicar conhecimentos e métodos matemáticos em situações reais do cotidiano e
diretamente relacionadas ao mundo do trabalho, mais especificamente,
correlacionando com a área técnica.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Geometria


1. Geometria Analítica:
1.1. O ponto: conceitos, distância de pontos, ponto médio, condição de alinhamento, área
de triângulo.
1.2. A reta: equação reduzida, equação geral, posições relativas.
1.3. A circunferência: equação geral, equação reduzida, posições relativas.
1.4. As cônicas: elipse, hipérbole e parábola.
Grupo de conehcimento: Números
2. Números complexos:
2.1. Conceitos e operações básicas
Grupo de conhecimento: Álgebra
3. Polinômios:
3.1. Conceitos, operações, teorema do resto, Equações polinomiais
Grupo de conhecimento: Probabilidade e estatística
4. Análise combinatória:
4.1. Princípio fundamental da contagem, permutações, arranjos e combinações.
5. Probabilidade:
5.1. Espaço amostral, eventos, probabilidade clássica, probabilidade condicional,
distribuição de probabilidades
6. Estatística:
6.1. Gráficos estatísticos, medidas de tendência central e medidas de dispersão

137
Grupo de conhecimento: Números
7. Sequências:
7.1. Lei de formação;
7.2. Progressões aritméticas;
7.3. Progressões geométricas.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. 3. ed. São Paulo: Ática, 2016.
v. 1.

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. 3. ed. São Paulo: Ática, 2016.
v. 2.

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. 3. ed. São Paulo: Ática, 2016.
v. 3.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

LEONARDO, Fabio Martins de. Conexões com a Matemática. 3. ed. São Paulo: Moderna,
2016. v. 1.

LEONARDO, Fabio Martins de. Conexões com a Matemática. 3. ed. São Paulo: Moderna,
2016. v. 2.

LEONARDO, Fabio Martins de. Conexões com a Matemática. 3. ed. São Paulo: Moderna,
2016. v. 2.

HAZZAN, S. Fundamentos de Matemática Elementar: combinatória, probabilidade. 8. ed.


São Paulo: Atual, 2013. v.5.

138
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: HISTÓRIA

Ano: 3º ANO Código: HIS


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas:
Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X )
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de informática
2 - EMENTA:
O componente curricular trata das principais formas de relações de trabalho no decorrer da
história contemporânea ocidental. Transformações políticas e econômicas por meio dos
diferentes processos que resultaram na constituição dos estados democráticos
contemporâneos. Transformações na vida e no trabalho perpetradas pelo advento da
industrialização. A partir de um olhar sobre as questões científico-informacionais e suas
aplicações, analisadas sob o enfoque da Educação, da Ciência e da Tecnologia, e suas
relações com o desenvolvimento econômico-social e a compreensão das questões dos
direitos humanos, das relações étnicos-raciais, da diversidade, das diferenças, da igualdade
nos gêneros e da educação ambiental e alimentar, acordadas nos documentos institucionais.
3- OBJETIVOS:

 Estudar os panoramas das principais movimentações político-econômicas e sociais do


período mencionado na ementa.
 Compreender a relação entre as estratégias de comunicação e as manifestações do
poder econômico e político nas sociedades contemporâneas -
 Conhecer e avaliar os processos históricos vinculados ao desenvolvimento da cultura
infomacional, da ciência e da tecnologia para a apropriação de um saber articulado
que facilite a ação reflexiva, autônoma, crítica e criativa;

139
 Aprender sobre as identidades, manifestações ou representações da diversidade, do
patrimônio cultural e artístico no mundo contemporâneo, a partir da visão de
diferentes povos, culturas e contextos sociais.
 Entender da cultura informacional relacionada a Ciência e a Tecnologia no âmbito do
desenvolvimento econômico-social atual e considerar a influência da cultura afro-
brasileira e indígena nesse processo;

4 - ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: História contemporânea


1. A dupla Revolução e a fundação do mundo contemporâneo
1.1. As Revoluções Burguesas e seus impactos.
1.2. Nações e nacionalismos;
1.3. A construção do Brasil-nação no século XIX e seus efeitos;
1.4. No caminho da globalização: as transformações nas comunicações e meios
informacionais nos séculos XIX e XX;
1.5. Lutas operárias e ideologias no século XIX;
1.6. Imperialismo no século XIX e seus desdobramentos – racismo científico e partilha
dos territórios coloniais;
1.7. Resistências ao colonialismo na América, Ásia e África;
1.8. Sociedade agrária e exclusão no Brasil do século XIX;
1.9. O processo da abolição da escravidão e seus desdobramentos no Brasil;
1.10. Republicanismo, a crise e o fim da monarquia.
2. As crises do liberalismo burguês
2.1. Construção do mito de origem da República, construção da simbologia republicana
(hino, bandeira, brasão, pinturas, esculturas), festas comemorativas, entre outros;
2.2. Exclusão social e os movimentos sociais rurais e urbanos na Primeira República;
2.3. Primeira Guerra Mundial;
2.4. Revolução Russa e as transformações culturais;
2.5. A crise econômica de 1929 e seus efeitos mundiais;
2.6. Feiticeiros e Aprendizes, as ciências naturais;

140
2.7. Os regimes totalitários;
2.8. A Guerra Civil Espanhola;
2.9. A “era Vargas”;
2.10. Segunda Guerra Mundial.
Grupo de conhecimento: Tempo presente
3. O Pós-Guerra
3.1. Crises democráticas;
3.2. A Guerra Fria: cultura, revoluções e conflitos em um mundo bipolar;
3.3. O Brasil no pós-guerra: a experiência republicana, o desenvolvimentismo e a tradição
autoritária;
3.4. Golpes civil-militares no Brasil e na América Latina: tortura e direitos humanos;
3.5. Cidadania: a luta pelos direitos civis no século XX.
4. Como adiar o fim do mundo
4.1. As lutas de libertação nacional;
4.2. O fim da Guerra Fria e o surgimento da Nova Ordem Mundial;
4.3. Sociedade da informação, do conhecimento e o processo de redemocratização: a
democracia brasileira contemporânea no contexto da hegemonia do capital
neoliberal, do neofascismo e da globalização;
4.4. Direitos humanos, identidades, diversidade, diferenças e os processos de
inclusão e exclusão na sociedade capitalista;
4.5. Ecologia, trabalho, consumo: a crise planetária e o destino dos povos e das nações.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BRAGA, Marco; GUERRA, Andreia; REIS, José Claudio. Breve história da ciência
moderna. Vol. 4: A belle-époque da ciência (séc. XIX). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.

HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. 2. ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995.

FAUSTO, Boris. História do Brasil. [Link]. São Paulo: Edusp, 2010. 660 p. (Didática).

141
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CHAFF, Adam. A sociedade informática: as consequências sociais da segunda revolução


industrial. 1995.

EMOS, André. Cibercultura: tecnologia e vida social na cultura contemporânea. 4. ed.


Porto Alegre: Sulina, 2008. 295 p. Tese (Doutorado) - Université René Descartes, Paris,
1995

HARTLEY, S. (2017). O fuzzy e o techie: porque as ciências humanas vão dominar o


mundo digital. Tradução de Luis Dolhnikoff. São Paulo: BEĨ Comunicação

HOFFMANN, Wanda Aparecida Machado (Org.). Ciência, tecnologia e sociedade:


desafios da construção do conhecimento. São Carlos: Edufscar, 2011

KRENAK, Ailton. 2019. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das
Letras.

142
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: GEOGRAFIA

Ano: 3º ANO Código: GEO


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas:
Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática
T() P( ) T/P ( X )
e Trabalho de Campo.
2 - EMENTA:
A componente curricular aborda, o espaço geográfico, na perspectiva das dinâmicas
fisiográficas da Terra, no decorrer do tempo geológico e histórico, tendo em vistas as
transformações no ambiente e nas paisagens. Caracteriza e estuda a estrutura e a forma dos
relevos e a formação e distribuição do solos na superfície terrestre, em relação com os
processos de uso e ocupação humana. Aborda as dinâmicas, os elementos e os fatores que
compõem os aspectos meteorológico e climático, bem como as alterações provocadas pela
ação humana no comportamento da atmosfera e seus os impactos no cotidiano. Estuda a
dinâmica e a distribuição das águas e dos biomas terrestres, com destaque aos domínios
morfoclimáticos brasileiros. Aborda e estuda os recursos energéticos e a problemática
socioambiental, como decorrente das transformações e produções humanas que foram e
estão sendo materializadas no tempo e no espaço, seja na perspectiva local ou global. A
componente curricular aborda de forma crítica as mmudanças nas relações entre o homem e
a natureza e suas repercussões na sociedade. Possibilita aos estudantes uma ação reflexiva
frente aos paradigmas socioambientais que necessitam serem consolidados à construção
responsável e sustentável dos princípios de cidadania, justiça ambiental, educação ambiental
e respeito aos direitos humanos.

143
3- OBJETIVOS:
 Identificar e compreender as dinâmicas e os processos naturais do sistema terrestre e
as suas implicações na sociedade nas dimensões globais, regionais e locais, e, sua
relação com o crescimento socioeconômico;
 Compreender a dinâmica interna e externa da Terra, a morfogênese e morfodinâmica
do relevo e os principais eventos paleobiogeográficos do planeta.
 Estudar a formação e a classificação, segundo os critérios técnicos, do relevo
brasileiro, sua gênese e os múltiplos processos que intervém na sua modelagem, bem
como avaliar a participação da sociedade nos processo geomorfológicos,
relacionando natureza, sociedade e tecnologia, através das relações estabelecidas
entre homem, espaço e sociedade.
 Conhecer e identificar as principais áreas da produtoras de minérios no Brasil.
 Estudar os processos pedogenéticos visando a conservação e manejo dos solos e seus
impactos.
 Diferenciar tempo atmosférico e clima para compreender a dinâmica climática
terrestre, inter-relacionando os eventos meteorológicos e fenômenos climáticos
presentes no cotidiano.
 Identificar e analisar os recursos hídricos, o ciclo hidrológico, e seus múltiplos usos,
reconhecendo sua importância e fragilidades ambientais, tendo a sociedade como um
dos agentes transformadores deste processo.
 Analisar os aspectos fisiográficos que compõem e diferenciam a formação dos
biomas, dos domínios morfoclimáticos e composições vegetacionais do Brasil,
relacionando-os com a ocupação e uso do solo.
 Conhecer a produção do espaço global, numa perspectiva política, cultural,
econômica e social, frente as transformações produzidas pelo sistema capitalista,
que vem potencializando os impactos e apropriação desigual dos recursos naturais.
 Refletir sobre as necessidades e as condições das unidades de conservação, da prática
da educação ambienta, no contexto nacional e internacional em relação com debate
em torna das conferências ambientais globais.
 Analisar os problemas socioambientais e suas implicações no cotidiano,
reconhecendo a sociedade como produtora/ transformadora do espaço geográfico.
 Estudar os principais usos com suas vantagens e desvantagens, em relação ao

144
impacto socioambiental, das principais fontes de energia renováveis e não
renováveis.
 Conhecer e avaliar a matriz energética mundial e do Brasil, bem como compreender
a distribuição e apropriação territorial das relações de produção e de consumo da
energia no contexto nacional.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Dinâmicas da natureza


1. A fisionomia da superfície terrestre: formação da Terra
1.1. Fatores endógenos da dinâmica da Terra: teorias da deriva continental e da tectônica
de placas, estrutura interna da terra, vulcanismo, terremotos e localização dos
continentes e oceanos.
1.2. Tempo geológico e social na formação das paisagens e transformação dos ambientes
naturais.
1.3. Distribuição espacial das jazidas e minérios, tipos de rochas e sua importância para
os desdobramentos políticos e econômicos dos tipos de recursos naturais.
2. Estrutura e formas do relevo terrestre
2.1. Fatores endógenos e exógenos, os processos de formação do relevo terrestre e a sua
relação com os processos de uso e ocupação humana.
2.2. O solo como recurso essencial à vida.
2.3. Processo de formação, carcaterísitcas e tipos de solos e seus usos.
2.4. Poluição dos solos.
3. Clima e seus condicionantes
3.1. O clima como recurso natural.
3.2. Dinâmica climática, movimentos da Terra, tempo e clima.
3.3. Elementos e fatores climáticos, tipos de ventos, nuvens e chuvas.
3.4. Tipos de climas do Brasil e do mundo
3.5. Ação antrópica na atmosfera: chuvas ácidas, efeito estufa, inversão térmica e ilhas de
calor.
4. Hidrografia enquanto um recurso estratégico e fundamental
4.1. Dinâmica e formas da distribuição das águas.

145
4.2. Rede de drenagem, bacias hidrográficas, aquíferos, lençóis freáticos e reservas
hídricas.
4.3. Os impactos socioambientais e os recursos hídricos nas diversas escalas.
5. Biomas e impactos ambientais
5.1. Os domínios morfoclimáticos
5.2. Preservação e conservação ambiental e cultural e a educação ambiental.
5.3. Impactos ambientais, fragilidades e potencialidades socioeconômicas
contemporâneas.
Grupo de conhecimento: Questões ambientais
6. A questão ambiental e sua origem
6.1. Ssustentabilidade e o desenvolvimento sustentável.
6.2. A questão ambiental e a produção de desigualdades
6.2.1. Extrativismo, grandes obras e seus impactos e socioambientais
6.2.2. Contaminação ambiental no campo e na cidade.
6.2.3. Vulnerabilidade, desigualdade de gênero, racismo ambiental e a luta dos povos
tradicionais.
6.3. Movimentos sociais e socioterritoriais de defesa do meio ambiente.
6.4. Justiça e educação ambiental.
7. Globalização dos problemas ambientais
7.1. O capitalismo e crise ambiental: geopolítica ambiental e apropriação de recursos
naturais, o aquecimento global, mudanças climáticas e seus impactos em diferentes
escalas.
7.2. Acordos e conferências sobre o meio ambiente.
Grupo de conhecimento: Dinâmicas da sociedade
8. Os recursos energéticos no cenário geopolítico atual
8.1. Geopolítica da questão energética: usos da energia e aspectos centrais da matriz
energética no Brasil e no mundo
8.2. Fontes de energia renováveis e não renováveis
8.3. Geografia da energia e apropriação territorial: relações de produção e consumo de
energia e seus impactos socioambientais.
8.4. Movimentos socioterritoriais associados à questão energética.

146
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

LUCCI, Elian A.; BRANCO, Anselmo L.; MENDONÇA, Claudio. Território e Sociedade
no Mundo Globalizado. São Paulo: Saraiva, 2020. volume 1, 2 e 3.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

COUTINHO, Leopoldo M. Biomas brasileiros. São Paulo: Editora Oficina de Textos,


2016. (E-Book Pearson).

GUERRA, Antonio J. T.; CUNHA, Sandra B. da. (Org.). Impactos ambientais urbanos no
Brasil. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 416 p.

MEDEIROS, Paulo C. Geomorfologia: fundamentos e métodos para o estudo do


relevo. Curitiba: Intersaberes, 2016. (E-Book Pearson).

MONTEIRO, CARLOS A. de F. et al. Clima Urbano. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2013.
(E-Book Pearson).

OLIVEIRA, Marcia M. D. et. al. (Org.). Cidadania, meio ambiente e


sustentabilidade. Caixas do Sul: Educs, 2017. . (E-Book).

SENE, Eustáquio. Globalização e espaço geográfico. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2012. (E-
Book Pearson).

WARNAVIN, Larissa; ARAUJO, Wiviany M. de. Estudo das transformações da


paisagem e do relevo. Curitiba: Intersaberes, 2016. (E-Book Pearson).

147
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: FILOSOFIA

Ano: 3º ANO Código: FIL


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T (X ) P( ) T/P ( ) (X) NÃO ( ) SIM Quais:

2 - EMENTA:
A disciplina aborda temas clássicos da ética, filosofia política, estética, trabalho bem como
apresenta discussões relacionadas à filosofia da cultura e filosofia. Tais temas permitem ao
discente compreender e participar dos debates políticos, éticos e culturais presentes na
sociedade contemporânea.
3- OBJETIVOS:

 Conhecer as principais concepções da filosofia política.


 Compreender as principais concepções éticas apresentadas na história da filosofia.
 Analisar as principais contribuições da filosofia relacionadas à temática do Trabalho.
 Compreender as principais concepções da estética da filosofia da arte.
 Estudar as concepções da filosofia da cultura e filosofia africana.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupos de Conhecimento: Filosofia Política; Ética; Trabalho; Filosofia da arte e


estética; Filosofia da cultura; Filosofia africana; e Ensino de Filosofia e a lei
11.645/2008.
1. Visão geral da política na Grécia clássica.

148
2. O conceito de poder político.
3. Modelo contratualismo.
4. Sistemas políticos e tipos de governo.

5. Conceitos e características da democracia antiga, moderna e contemporânea.

6. Significados de autoritarismo, totalitarismo, cidadania, direitos e justiça.

7. Teorias do Estado e soberania.

8. Economia política e suas ramificações.

9. Reflexão sobre a desigualdade e suas implicações sociais, políticas e econômicas.

10. O pensamento Marxismo e da Escola de Frankfurt na filosofia política.

11. O Poder no Macro e no Microcosmo sociais e a relação de controle social.

12. Gênero na política contemporânea.

13. Reflexão sobre o Desenvolvimento Sustentável (ODS).

14. Conceito de ética, moral e suas diferenças.

15. Os tipos de Éticas: gregas clássicas, helenísticas, consequencialista e ética do dever.

16. Conceitos de autonomia, liberdade e felicidade.

17. Os conceitos e as relações de sujeito e a dimensão inconsciente, e de essência e


existência humanas.

18. Os valores individuais e sua relação com a intolerância, violência e a recusa do outro.

19. Direitos humanos e a ética.

20. Os princípios da Bioética.

21. Problemas éticos do mundo contemporâneo e seus impactos no indivíduo.

22. O ser humano e sua relação com o trabalho.

23. As transformações históricas da organização do trabalho.

24. Conceito de alienação do trabalho e a concepção marxista.

25. A influência da globalização e da diversificação no mundo do trabalho.

26. O conceito de arte e suas redefinições.

149
27. A arte nas concepções platônica e aristotélica.

28. Relação da arte com religião, técnica, tecnologia e ciência.

29. As concepções da Teoria Crítica sobre a arte.

30. A dimensão mercadológica da arte.

31. A arte como dimensão crítica e emancipatória.

32. A arte e a sua relação com a psicanálise.

33. Arte e Política.

34. Fundamentos da estética e as concepções acerca da beleza.

35. Relações entre estética e outros ramos da filosofia e da ciência.

36. As concepções estéticas da filosofia moderna e contemporânea.

37. Arte e estética africana e indígena.

38. Concepção antropológica e filosófica da cultura.

39. Multiculturalismo e Interculturalismo.

40. Origens e vigência do racismo.

41. Conceitos de raça, etnia e a desconstrução da noção de raça.

42. Agenda 21 da Cultura.

43. Formação cultural e a diversidade como princípio educativo.

44. Indústria cultural, cultura de massas e cultura popular.

45. Aspectos do Ubuntu: Cosmovisão, Ontologia, Epistemologia e Ética.

46. As filosofias africanas, afrodiaspóricas e a Necropolítica.

47. Conteito de afrodiáspora.

48. História e Cultura Afro-brasileira.

49. História e Cultura Indígena brasileira.

150
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ARANHA, Maria L. A; MARTINS, Maria H. P. Filosofando: Introdução à Filosofia. São


Paulo: Moderna, 2016.
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2010.

GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. A Aventura da Filosofia: de Parmênides a Nietzche. São


Paulo: Editora Manole, 2010. (E-Book Pearson)

GALLO, Sílvio (coord.). Ética e cidadania: Caminhos da filosofia. Campinas, Papirus,


2003. (E-Book Pearson)

151
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: SOCIOLOGIA

Ano: 3º ANO Código: SOC


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T(X) P( ) T/P ( ) ( X ) NÃO ( ) SIM Quais:

2 - EMENTA:
O componente curricular apresenta e problematiza abordagens sociológicas sobre cultura,
política e cidadania e relações do trabalho, construindo os fundamentos necessários à
compreensão e ao debate da sociedade contemporânea.

3- OBJETIVOS:
 Entender conceitos de identidade, cultura e etnia;
 Compreender as relações étnicas e suas implicações no cotidiano;
 Conhecer conceitos de política, e cidadania;
 Investigar as relações entre os aspectos coletivos e individuais da vida política e na
democracia;
 Compreender aspectos necessários à vivência da cidadania;
 Conhecer os Direitos Humanos e entender as implicações deles no ato cidadão, na
política e nas organizações estatais;
 Relacionar situações-problema do cotidiano e do mundo do trabalho a partir de uma
perspectiva ética e abrangente;
 Compreender os problemas relacionados ao mundo do trabalho, bem como as
demandas sociais, políticas e éticas da sociedade tecnológica.

152
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Cultura, alteridade e diversidade


1. Conceitos de cultura, multiculturalismo; diversidade cultural, identidade, etnia e
etnocentrismo;
2. Diversidade étnico-racial brasileira: pluralismo, discriminação e racismo Cultura erudita,
cultura popular e de massa;
Grupo de conhecimento: Vida em sociedade: relações entre indivíduos e sociedade e
processos de socialização
3. Escola de Frankfurt: indústria cultural, ideologia e alienação;
Grupo de conhecimento: Mundo do trabalho
4. Trabalho e cidadania;
Grupo de conhecimento: Política e cidadania
5. Conceitos de poder, política, Estado e democracia;
6. Cidadania e Direitos Humanos;
7. Movimentos sociais da atualidade.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ARAÚJO, Silvia M. de; BRIDI, Maria Ap.; MOTIM, Benilde L. Sociologia: um olhar
crítico. São Paulo: Contexto, 2009. (E-Book Pearson).

CAMPOS, Juliana L.; PONTES, Stefânia P. Sociologia. Curitiba: Intersaberes, 2018. (E-
Book Pearson).

DIAS, Reinaldo. Introdução à Sociologia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. (E-Book
Pearson)

LACERDA, Gustavo B. Introdução à Sociologia Política. Curitiba: Intersaberes, 2016. (E-


Book Pearson).

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Global, 2015. (E-Book Pearson)

SOUZA, Milena C. Sociologia do consumo e indústria cultural. Curitiba: Intersaberes,


2017. (E-Book Pearson).

153
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BASTIDE, Roger, FERNANDES, Florestan. Brancos e Negros em São Paulo. São Paulo:
Global, 2013. (E-Book Pearson)

DIAS, Reinaldo. Sociologia. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018. (E-Book
Pearson)

MIRANDA, Nilmário. Por que direitos humanos. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. (E-
Book Pearson)

MOURA, Paulo G. M. de. Sociologia Política. Curitiba: Intersaberes, 2017. (E-Book


Pearson).

OLIVEIRA, Allan de P. Antropologia: questões, conceitos e histórias. Curitiba:


Intersaberes, 2018. (E-Book Pearson).

RIBEIRO, Darcy. Configurações histórico-culturais dos povos americanos. São Paulo:


Global, 2016. (E-Book Pearson)

154
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: EMPREENDEDORISMO E SOCIOLOGIA DO TRABALHO

Ano: 3º ANO Código: EST


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Visitas técnicas

2 - EMENTA:
O componente curricular aborda teorias sociológicas sobre as relações de trabalho, com
destaque para os modelos de gestão do trabalho sob o modo de produção capitalista e seu
desenvolvimento histórico, proporcionando ao discente base para compreensão e análise
crítica de teorias e práticas relativas às relações de trabalho contemporâneas. Também
estuda: conceitos e definições de Empreendedorismo e Intraempreendedorismo; o perfil e as
características do empreendedor; as habilidades e competências necessárias aos
empreendedores. Estuda o processo criativo e inovador. Aborda a importância do
Empreendedorismo social para o desenvolvimento das comunidades. Trabalha a
identificação de oportunidades de negócios. Aborda técnicas de pesquisa de mercado;
recursos da tecnologia da informação na criação de novos negócios; ferramentas e planilhas
na elaboração do Plano de Negócios. Apresenta noções de Empreendedorismo na era do
Comércio Eletrônico. Trabalha a elaboração do Plano de Negócios.
3 - OBJETIVOS:
 Pensar conceitos a partir de problemas que envolvam o mundo do trabalho e as
demandas sociais, políticas e éticas da sociedade tecnológica;
 Relacionar situações-problema do cotidiano e do mundo do trabalho a partir de uma
perspectiva sócio-histórica;
 Conhecer as relações de trabalho e analisar criticamente cada contexto;
155
 Compreender os conceitos e tipos de empreendedorismo;
 Identificar oportunidades de empreeendedorismo social e de negócios;
 Desenvolver o potencial de perspicácia, criatividade e inovação;
 Conhecer as potencialidades e limitações da ação empreeendedora;
 Saber elaborar um Plano de Negócios.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

 Núcleo Estrurante Comum – Sociologia: Mundo do Trabalho.


 Núcleo Estruturante Tecnológico: Administração, gestão e empreendedorismo.

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimentos: Mundo do Trabalho; Administração, gestão e


empreendedorismo
1. Trabalho assalariado: gênese histórica e consequências de sua generalização a partir da
revolução industrial;
2. Marx e Durkheim: diferentes perspectivas sobre a divisão social do trabalho;
3. Modelos de administração do trabalho: taylorismo, fordismo e toyotismo;
4. Revolução Informacional e o trabalho no século XXI: as modalidades de trabalho na
chamada “sociedade da informação” e suas consequências;
5. Empreendedorismo: conceitos e definições;
6. mundo do trabalho e o empreendedorismo;
7. Perfil e características dos empreendedores e intraempreendedores;
8. As habilidades e competências necessárias para empreender;
9. Importância do empreendedorismo para uma sociedade;
10. Empreendedorismo como alternativa de carreira e geração de renda;
11. Identificação das oportunidades de empreendedorismo social e de negócios;
12. Conceitos e definições sobre crise e oportunidades;
13. Criatividade, inovação e novas organizações;
14. A importância do Plano de Negócios;
15. Conceitos e definições do Plano de Negócios;
16. A importância do Plano de Negócios;
17. Estudos, ferramentas e planilhas na elaboração do Plano de Negócios;
18. Estrutura e etapas na elaboração de um Plano de Negócios;
156
19. Fontes de apoio e financiamento de novos empreendimentos.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 4. ed.


Barueri: Manole, 2012.

DURKHEIM, Émile. Émile Durkheim: sociologia. São Paulo: Ática, 1999. (Grandes
cientistas sociais).

HARVEY, David. Condição pós-moderna. São Paulo, Loyola, 1993.

MARX, Karl. Karl Marx: sociologia. São Paulo: Ática, 1984. (Grandes cientistas sociais).

RIBEIRO, Andressa de F. Taylorismo, Fordismo e Toyotismo. In: Lutas Sociais, São Paulo,
vol.19 n.35, p.65-79, jul./dez. 2015.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão – Fundamentos, Estratégias


e Dinâmicas. São Paulo: Atlas. 2003.

DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 5. ed. Rio


de Janeiro: Empreende/LTC, 2014.

MACHADO, Igor J. R. et. al. Sociologia hoje: volume único : ensino médio. São Paulo :
Ática, 2013.

MALHEIROS, R. C. C.; FERDA, L. A.; CUNHA, C. J. C. Viagem ao mundo do


Empreendedorismo. 2. ed. Florianopólis: IEA, 2005.

MARTINS, José R. Introdução à Sociologia do Trabalho. Curitiba: Intersaberes, 2017.

TAYLOR, Frederick W. Princípios de administração científica. São Paulo: Editora Atlas


S.A., 1990.

TRAGTENBERG, Maurício. Administração, poder e ideologia. São Paulo: Cortez, 1989.

157
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: INGLÊS PARA O MUNDO DA INFORMÁTICA

Ano: 3º ANO Código: IMI


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala


Abordagem Metodológica:
de aula?
T() P( ) T/P ( X )
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática
2 - EMENTA:
A disciplina aborda o funcionamento da língua inglesa no nível intermediário/avançado e
seu papel na produção de sentidos significativos nos discursos/ textos orais e escritos da área
de Informática, ampliando o conhecimento da língua em diferentes práticas de linguagem,
bem como o engajamento em discursos orais e escritos em contextos profissionais e
acadêmicos.
3- OBJETIVOS:

 Gerais:
 Fomentar o reconhecimento e uso de estruturas gramaticais e vocabulário
apresentados em diferentes textos orais e escritos da área de informática;
 Perceber a língua inglesa como fenômeno político, histórico, social, variável,
heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo e compreendendo as
variações linguísticas e culturais e as relações de poder na e pela linguagem;
 Desenvolver o pensamento crítico por meio de diferentes gêneros textuais e
situações comunicativas
 Específicos:
 Reconhecer e fazer uso do repertório léxico-gramatical de nível
intermediário/avançado e das expressões técnicas da área de informática, bem

158
como utilizá-las como práticas de linguagem para a inserção social no mundo do
trabalho;
 Fomentar o uso do inglês, considerando-o como meio de busca e produção de
sentidos por intermédio da oralidade e da escrita;
 Proporcionar condições para produções textuais e virtuais locais da área de
informática, em intercâmbio com as necessidades do mundo globalizado moderno
e o mundo do trabalho;
 Compreender o inglês como língua internacional, importante para a área da
Informática e o mundo do trabalho, bem como discutir sobre as condições sociais
e hegemônicas que constituem o idioma, afetam a produção de sentido e marcam
identidades
4 - ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

 Núcleo Comum - Inglês: Relações entre identidade, cultura e sociedade e a língua


inglesa para a formação integral e cidadã no mundo do trabalho;
 Núcleo Estruturante Tecnológico: Atribuições legais e atuação dos profissionais
da área de informática; História da computação.

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Relações entre identidade, cultura e sociedade e a língua


inglesa para a formação integral e cidadã no mundo do trabalho; Práticas discursivas/
textuais; Atribuições legais e atuação dos profissionais da área de informática;
Fundamentos de Informática; História da computação.
1. Leitura e produção de gêneros textuais orais e escritos da formação técnica, refletindo as
condições específicas e sócio históricas de produção, os propósitos comunicativos, a
temática contextual e os aspectos linguístico-discursivos em cada texto trabalhado:
1.1. Reportagens e artigos sobre/da área de Informática
1.2. Documentários
1.3. Filmes
1.4. Entrevista de especialistas técnicos, podcast, talk shows e outros
1.5. Entrevista de emprego/estágio
1.6. Currículo vitae e cover letter
1.7. Apresentação profissional oral

159
1.8. Editais e chamadas internacionais
1.9. E-mails
1.10. Relatórios diversos
2. Aspectos léxico-gramaticais:
2.1. Polissemia da linguagem na construção e produção de sentidos nos discursos/ textos
orais e escritos da área de Informática;
2.2. Recursos linguísticos em práticas comunicativas orais e escritas, em contextos
profissionais e acadêmicos.
3. Relações entre identidade, cultura e sociedade
3.1. Inglês como língua para comunicação internacional e seu papel para o
compartilhamento e intercâmbio científico e cultural por intermédio de sites de
instituições estrangeiras.
4. Língua inglesa para a formação integral e cidadã no mundo do trabalho:
4.1. elementos linguístico-discursivos e repertório lexical específicos da formação técnica
em diferentes tópicos conversacionais e contextos de uso;
4.2. Língua inglesa como mediadora no processo de internacionalização para a
mobilidade virtual entre comunidades profissionais da Informática.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

FRANCO, Cláudio de Paiva; TAVARES, Kátia Cristina do Amaral. Way to Go 3!: Língua
estrangeira moderna: inglês. 2. ed. São Paulo: Ática, 2016.

GLENDINNING, Eric H; MCEWAN, John. Basic english for computing. New York:
Oxford University Press, 2012. 136 p

MURPHY, Raymond. Essencial Grammar in Use: a reference and practice book for
elementary students of English. 4. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2015.

SWAN, Michael. Practical English usage. 3. ed. New York: Oxford University Press,
2014. xxix, 658 p.

160
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

LONGMAN. Dicionário escolar para estudantes brasileiros: inglês-português,


português-inglês. 2. ed., 1. reimpr. Edinburgh Gate, [Inglaterra]: Pearson Education Limited,
2009. 770 p. + 1 CD-ROM.

MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo:


CEETEPS, 2004. 111 p. módulo 1.

MARINOTTO, Demóstene. Reading on info tech: inglês para informática. 2. ed. São
Paulo: Novatec, 2007. 176 p.

OXFORD UNIVERSITY PRESS. Dicionário Oxford escolar para estudantes brasileiros


de inglês: português-inglês, inglês-português. New York: Oxford University Press, 2015.
757 p.

161
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: PROJETO INTEGRADOR

Ano: 3º ANO Código: PRI


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T() P( ) T/P ( X ) ( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática.

2 - EMENTA:
O componente curricular tem como característica o desenvolvimento da prática profissional
a partir da busca de soluções de situações-problema por meio de abordagem metodológica
do ensino, da extensão e da pesquisa. Através de propostas de projetos contextualizados e
multidisciplinares, integra os conhecimentos desenvolvidos nos componentes curriculares
cursados, utilizando e/ou desenvolvendo habilidades de trabalho em grupo, comunicação
oral e escrita, resolução de problemas, pensamento crítico, metodologia de desenvolvimento
de projetos.
3 - OBJETIVOS:

 Vivenciar a prática-profissional integrando os conhecimentos em situações reais;


 Desenvolver um olhar investigativo, incentivando o interesse pela pesquisa;
 Desenvolver a capacidade de trabalhar em equipe, resolver problemas e administrar
conflitos;
 Desenvolver o pensamento crítico;
 Estimular a construção coletiva de conhecimentos.
 Desenvolver projetos de forma analítica alcançando um trabalho conclusivo a partir
dos objetivos pretendidos;
 Desenvolver e articular de forma interdisciplinar os conhecimentos teóricos

162
adquiridos nos componentes curriculares do curso, relacionando-os às práticas
profissionais.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

O projeto integrador deverá articular os conhecimentos trabalhados em, no mínimo, quatro


disciplinas específicas, contemplando necessariamente disciplinas do núcleo comum e do
núcleo tecnológico. Porém, conhecimentos de outras áreas poderão ser artitulados no seu
desenvolvimento.

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

1. Problemas relacionados à atuação profissional na área de Informática;


2. Casos exitosos de resolução de problemas na área de Informática;
3. Delimitação de objeto de trabalho e construção de conceitos relativos à atividade da
disciplina: definições, terminologia, princípios, etc;
4. Princípios do trabalho científico e da metodologia de pesquisa;
5. Metodologia de desenvolvimento de produto;
6. Organização do trabalho em equipe e divisão de tarefas;
7. Normas técnicas para elaboração do trabalho;
8. Formas de apresentação de projetos ou produtos.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML. 2. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2007.

KUROSE, Jim; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem


top-down, 6. ed. São Paulo: Editora Pearson, 2013. (E-Book Pearson).

ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de banco de dados. 6. ed. São


Paulo: Pearson Education do Brasil, 2011. (E-Book Pearson).

STALLINGS, W. Criptografia e segurança de redes. 6. ed. São Paulo: Editora Pearson,


2014. (E-Book Pearson).

TANENBAUM, Andrew S. Sistemas operacionais modernos. 3. ed. São Paulo: Pearson


Prentice Hall, 2010. (E-Book Pearson).

163
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Education do


Brasil, 2011.

CORMEN, Thomas H. et al. Algoritmos: teoria e prática. Rio de Janeiro: Campus,


Elsevier, 2012.

LUBBERS, Peter; ALBERS, Brian; SALIM, Frank. Programação profissional em


HTML5: APIs poderosas para o desenvolvimento de aplicações para a Internet com mais
recursos. Rio de Janeiro: Alta Books, 2013.

DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,


2004.

ZIVIANI, Nivio. Projeto de algoritmos: com implementações em Pascal e C. 3. ed. São


Paulo: Cengage Learning, 2011.

MACHADO, Francis Berenger; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de sistemas


operacionais. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.

164
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: FÍSICA APLICADA À INFORMÁTICA

Ano: 3º ANO Código: FAI


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T( ) P( ) T/P (X)
( ) NÃO (x) SIM Quais: Laboratório de Informática

2 - EMENTA:
Este Componente Curricular aborda conhecimentos necessários para o entendimento de
princípios da Física aplicados à dispositivos de informática e à transmissão de dados,
considerando a evolução desses processos no decorrer da história e seus impactos sociais,
econômicos e ambientais.
3- OBJETIVOS:
 Compreender os efeitos e fenómenos físicos nos dispositivos da informática;
 Conhecer os princípios físicos aplicados à transmissão de dados;
 Investigar situações-problema, identificando a situação física envolvida, utilizando
modelos físicos para explicar, generalizar, prever, avaliar em contextos de
Informática;
 Entender a evolução dos dispositivos de informática e de transmissão dados no
decorrer da história a partir da evolução dos conhecimentos físicos envolvidos;
 Compreender o processo de formação de imagens em monitores de computadores;
 Conhecer as diferentes tecnologias aplicadas aos monitores de computadores;
 Identificar os diferentes componentes eletrônicos e saber suas funções em um circuito
elétrico;
 Entender o funcionamento dos leitores ópticos e os princípios físicos envolvidos;

165
 Compreender os processos físicos relativos à impressão e digitalização de
documentos;
 Saber usar códigos e signos para representar grandezas físicas e suas relações na
linguagem científica matematizada;
 Articular conhecimentos de física, informática e cidadania;
 Compreender o eletromagnetismo e suas aplicações como conhecimento fundamental
para a compreensão das tecnologias cotidianas;
 Conhecer os elementos de mecânica quântica e seu papel na explicação de várias
tecnologias digitais.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

 Núcleo Estruturante Comum - Física: A organização do conhecimento na Física;


As linguagens e a comunicação na Física.
 Núcleo Estruturante Tecnológico: Fundamentos de informática e Infraestrutura
(hardware, sistemas operacionais, redes de computadores, segurança).

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Fundamentos de informática e Infraestrutura (hardware,


sistemas operacionais, redes de computadores, segurança); A organização do
conhecimento na Física; As linguagens e a comunicação na Física.
1. História dos computadores e a Física
2. Evolução dos computadores

3. Evolução dos mecanismos de transmissão de dados


4. Física aplicada aos computadores
5. A corrente elétrica no processamento de dados
6. magnetismo no armazenamento de dados
7. LASER na leitura de dados
8. As ondas eletromagnéticas na transmissão de dados
9. Física aplicada aos monitores e às impressoras
10. Formação de imagens em monitores
11. Impressão e digitalização
12. Física moderna e o computador quântico

166
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

TORRES, C. M. A. et al. R. Física: ciência e tecnologia. 4 ed. São Paulo: Moderna, 2016.
3 v.
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BONJORNO, J. R. et al. Física. 4 ed. São Paulo: FTD, 2020. 3 v.

GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA. Leituras de Física:


Eletromagnetismo, para ler, fazer e pensar, 2021. Disponível em:
[Link] Acesso em 13 jan. 2021.

GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA. Leituras de Física: Óptica,


para ler, fazer e pensar, 2021. Disponível em: [Link]
Acesso em 13 jan. 2021.

167
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: REDES E ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS

Ano: 3º ANO Código: RAS


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T() P( ) T/P ( X )
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de informática
2 - EMENTA:
O Componente Curricular aborda as técnicas para implantação de servidores. Instalação,
configuração e administração básica de infraestrutura de serviços de rede, bem como, as
abordagens de fornecimento de recursos através de virtualização e em nuvem.
Administração de sistemas operacionais de rede.

3 - OBJETIVOS:
 Instalar e operar sistema operacional de rede em um servidor;
 Utilizar as ferramentas administrativas para manutenção de sistemas;
 Instalar e disponibilizar serviços utilizando tecnologias de virtualização e em nuvem.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Infraestrutura (hardware, sistemas operacionais, redes de


computadores, segurança).
1. Tarefas administrativas em Sistemas Operacionais e Redes de Computadores:
1.1. Configuração básica de rede;
1.2. Instalação e configuração de um Sistema Operacional de rede;

168
1.3. Arquiteturas, topologias, equipamentos e infraestrutura de rede.
2. Conceitos de usuário simples e usuário com privilégios;
3. Instalação, atualização e remoção de pacotes e serviços;
4. Sistema hierárquico de arquivos, utilização do terminal;
5. Configuração e gerência de repositórios;
6. Ferramentas de Virtualização;
7. Modelo cliente-servidor:
7.1. Instalação de serviços;
7.2. Servidor web;
7.3. Banco de dados;
7.4. Ferramentas administrativas;
7.5. Conteinerização de Aplicações.
8. Serviços essenciais de uma rede de computadores:
8.1. Funcionamento e configuração;
8.2. Publicação de aplicações.
9. Plataformas e serviços de nuvem:
9.1. Armazenamento em nuvem.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

NEMETH, Evi; SNYDER, Garth; HEIN, Trent R. Manual Completo de Linux: guia do
administrador. 2. ed. São Paulo: Editora Pearson, 2005. (E-Book Pearson).

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

VITALINO, Jeferson F. N.; CASTRO, Marcus A. N. Descomplicando o Docker. 2. ed.,


São Paulo: Editora Brasport, 2018. (E-Book Pearson).

SOUSA NETO, Manoel Veras de. Computação em Nuvem: nova arquitetura de TI. São
Paulo: Editora Brasport, 2015. (E-Book Pearson).

LARA, Luiz Gustavo e Alves de; FRYSZMAN, Flavia. Administração, sistemas e


ambientes. Curitiba: Editora InterSaberes, 2018.

169
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: PROGRAMAÇÃO III

Ano: 3º ANO Código: PR3


C.H. Presencial: 133,3h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 133,3h
4 160

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática

2 - EMENTA:
O Componente Curricular aborda a construção de páginas web responsivas com conteúdos
estáticos e dinâmicos, e desenvolve aplicações para dispositivos móveis, sendo as páginas
dinâmicas e as aplicações mobile integradas a banco de dados.

3- OBJETIVOS:
 Conhecer as tecnologias relacionadas ao desenvolvimento web;
 Reconhecer as diferentes estratégias de criação de layouts responsivos;
 Escolher e empregar as recomendações de acessibilidade para conteúdo web;
 Desenvolver sites utilizando codificação estática e dinâmica;
 Desenvolver aplicativos para dispositivos móveis;
 Realizar integração sistemas web e mobile com banco de dados.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Algoritmos e linguagens de programação


1. Introdução à programação para web.
2. Desenvolvimento de sistemas web, com páginas estáticas e dinâmicas, tratamento de

170
formulários e integração com sistemas de gerenciamento de bancos de dados.
2.1. Tecnologias client side e server side.
2.2. Construção de aplicações dinâmicas para web.
2.3. Integração com banco de dados.
3. Tecnologias e ferramentas para programação de dispositivos móveis.
3.1. Construção de aplicações mobile.
4. Desenvolvimento de aplicativos para dispositivos móveis com acesso a serviços web e
funcionalidades nativas do dispositivo.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

MANZANO, José Augusto N. G.; TOLEDO, Suely Alves. Guia de orientação e


desenvolvimento de sites HTML, XHTML, CSS e JavaScript/JScript. 2. ed. rev. e atual.
São Paulo: Érica, 2010.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BORGES JUNIOR, Maurício Pereira. [Link] utilizando C#: de programador para


programador. São Paulo: Ciência Modena, 2006.

DALL´OGLIO, Pablo. PHP: programando com orientação a objetos. 3 ed. São Paulo:
Novatec, 2015.

SILVA, Diego (Org.). Desenvolvimento para dispositivos móveis. 1 ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2016. (E-Book Pearson).

SOARES, Walace. PHP 5: conceitos, programação e integração com banco de dados. 6. ed.
rev. e atual. São Paulo: Érica, 2010.

171
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: GERENCIAMENTO E SEGURANÇA DE DADOS

Ano: 3º ANO Código: GSD


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Uso de laboratório ou outros ambientes além da


Abordagem Metodológica:
sala de aula?
T() P( ) T/P ( X )
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática
2 - EMENTA:
O Componente Curricular apresenta noções de políticas de segurança de dados. Estuda as
normas, leis e políticas de segurança com o propósito de assegurar a proteção e integridade
dos dados.

3 - OBJETIVOS:
 Apresentar as leis de segurança e proteção a dados e sua importância.
 Compreender os conceitos e as normas que asseguram a integridade, disponibilidade,
autenticidade e confidencialidade dos dados.
 Conhecer os conceitos das principais estratégias de administração e gestão a
segurança de dados.
4 - ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

172
5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Infraestrutura (hardware, sistemas operacionais, redes de


computadores, segurança).
1. Fundamentação de Seguranças de dados:
1.1. integridade, disponibilidade, autenticidade e confidencialidade dos dados.
2. Ataques e Vulnerabilidades
2.1. Vulnerabilidades;
2.2. Tipos de ataques.
3. Gestão de Segurança:
3.1. Normas de seguranças (ISO 27000 e LGPD);
3.2. Políticas de segurança;
3.3. Sistema de gerenciamento de segurança;
3.4. Gerenciamento, avaliação de riscos e contingência.
4. Segurança em redes de computadores:
4.1. Criptografia de dados;
4.2. Autenticação;
4.3. Certificados e assinatura digital
4.4. Infraestrutura de chaves públicas;
4.5. Protocolos de segurança;
4.6. Segurança de rede.
5. Segurança da informação:
5.1. Políticas de acesso;
5.2. Permissões.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

STALLINGS, W. Criptografia e segurança de redes. 6. ed. São Paulo: Editora Pearson,


2014. (E-Book Pearson).

KUROSE, Jim; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem


top-down, 6. ed. São Paulo: Editora Pearson, 2013. (E-Book Pearson).

173
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

GALVÃO, Michele da Costa (Org.). Fundamentos em Segurança da Informação. São


Paulo: Editora Pearson, 2015. (E-Book Pearson).

HINTZBERGEN, Jule; et. al. Fundamentos de Segurança da Informação: com base na


ISO 27001 e na ISO 27002. São Paulo: Editora Brasport, 2018. (E-Book Pearson).

CAPRINO, Willian O.; CABRAL, Carlos. Trilhas em Segurança da Informação:


caminhos e ideias para a proteção de dados. São Paulo: Editora Brasport, 2015. (E-Book
Pearson).

174
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: ARTE, LINGUAGEM DIGITAL E TECNOLOGIA

Ano: OPTATIVA Código: ALD


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80
Uso de laboratório ou outros ambientes além da
Abordagem Metodológica: sala de aula?
( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de Informática,
T( ) P( ) T/P ( X ) espaços externos, biblioteca, espaços para
apresentações (auditório etc.)
2 - EMENTA:
O componente curricular aborda, deslinda e desenvolve, por meio da arte, em diálogo com
as linguagens digitais e tecnologias: a leitura, contextualização e produção de sentidos em
experiências de percepção de mundo, conhecimentos e possibilidades expressivas/criativas
de diferentes códices, promovendo a ampliação de repertório técnico e artístico, bem como
estimula a construção do pensamento crítico de um sujeito consciente de sua condição social,
histórica e cultural.
3 - OBJETIVOS:
 Compreender a importância e as possibilidades dialógicas/complementares das
tecnologias com a Arte;
 Utilizar a linguagem artística, nas suas diversas modalidades, para integrar-se no
processo de transformação cultural e social: ciência, arte, técnica, tecnologia e
sociedade.
 Identificar e compreender conceitos, práticas e procedimentos das artes, tecnologias
e linguagem digital.
 Situar-se como agente produtor, apreciador, consumidor e tranformador da arte e
cultura.
 Elaborar novas possibilidades crítico-criativas de acordo com as dinâmicas culturais

175
da sociedade contemporâneade de forma individual e colaborativa, desenvolvendo a
cidadania e o respeito pela diversidade.
 Analisar formas tradicionais e alternativas de se manifestar a visão da vida e do
mundo.
 Valorizar a formação e manifestação étnico cultural no Brasil e no mundo,
 Adquirir noção geral da função e da aplicação da linguagem artística e tecnológica na
vida cotidiana.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de conhecimento: Apreciação, leitura e fruição de obras de arte


1. Arte e Cibercultura: o acesso à Arte e à fruição artística mediada pela tecnologia no espaço
virtual;
Grupo de conhecimento: Mediações, culturas e arte; História e historiografia da arte
e de suas linguagens; Patrimônio
2. Espacialidade urbana, rural, virtual e os deslocamentos culturais, sociais, econômicos e
políticos no processo de globalização;
Grupo de conhecimento: Apreciação, leitura e fruição de obras de arte
3. Leituras de imagem, som e movimento;
Grupo de conhecimento: Apreciação, leitura e fruição de obras de arte; Mediações,
culturas e arte
4. A experiência estética e suas particularidades;
Grupo de conhecimento: Apreciação, leitura e fruição de obras de arte; Criação em
arte; Mediações, culturas e arte; História e historiografia da arte e de suas linguagens;
Artes híbridas
5. Diferentes dimensões da produção artística individual e coletiva;
Grupo de conhecimento: Criação em arte; Fundamentos das linguagens artísticas;
História e historiografia da arte e de suas linguagens; Artes híbridas
6. Os recursos digitais multimeios e produção artística contemporânea individual ou
coletiva: dimensões expressivas da tecnologia;
Grupo de conhecimento: Fundamentos das linguagens artísticas; Mediações, culturas
176
e arte; História e historiografia da arte e de suas linguagens
7. O uso da tecnologia como ferramenta expressiva pelos movimentos sociais e de
diversidade cultural (indígena, africana, latino-americana, queer, pop, geek, entre outros);
Grupo de conhecimento: Mediações, culturas e arte
8. Diferentes contextos midiáticos, o debate político sobre “funções” da Arte, a cultura de
massa, o consumo, a propaganda e a comunicação;
Grupo de conhecimento: Fundamentos das linguagens arttísticas; Artes híbridas
9. A produção imagética e seus fundamentos (composição, enquadramento, movimento,
iluminação, espacialidade, entre outros), em associação com a produção sonora para
promoção da interação via uso da tecnologia;
Grupo de conhecimento: Fundamentos das linguagens artísticas; Criação em arte;
História e historiografia da arte e de suas linguagens
10. A produção audiovisual para cinema, vídeo 360, realidade virtual, videoarte, televisão,
internet, redes sociais, jogos eletrônicos, aplicativos, podcasts, fotografia, projeções em
intervenções e instalações etc. e as adaptações necessárias da linguagem, dos tempos,
narrativas e recursos sensoriais;
Grupo de conhecimento: Artes híbridas; Mediações, culturas e arte
11. A junção entre arte e tecnologia e suas potencialidades para o desenvolvimento do
sujeito no mundo do trabalho.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

COSTA, Cristina. Questões da Arte. São Paulo: Moderna, 2004.

COSTA, Mário. O Sublime Tecnológico. São Paulo: Experimento, 1995.

SCHAFER, Murray. O ouvido pensante. São Paulo: UNESP, 2012.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ALMEIDA, Milton José de. História em imagens e sons na moderna história oral.

ARAÚJO, Inácio. Cinema, o mundo em movimento. São Paulo, Scipione, 1995.

BAIRON, Sérgio. Multimídia. São Paulo, Global, 1995.

COLI, Jorge. O que é arte. São Paulo: Brasiliense, 1981.

177
DOMINGUES, Diana (Org.). A arte no século XXI – A humanização das tecnologias. São
Paulo: Editora Unesp, 1997.

FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1971.

GOMBRICH, Ernst. A história da Arte. São Paulo: LTC, 2000.

PROENÇA, Graça. Descobrindo a história da arte. São Paulo: Ática, 2014. volume único.

FRÓIS, J. P. Educação estética e artística: abordagens transdisciplinares. Lisboa:


Fundação Calouste Gulbenkian, 2000.

MORIN, Edgar. Cultura de massas no sec. XX. Rio de Janeiro: Forense, 1967.

NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. São Paulo: Cia. das Letras, 1995.

NOVAES, Adauto (org.). Rede Imaginária, televisão e democracia. São Paulo: Secretaria
Municipal da Cultura/Cia. das Letras, 1991.

OLIVEIRA, Ana Cláudia Mei Alves de – Arte e tecnologia, uma nova relação? In:
SOARES, Ismar de Oliveira. Sociedade da informação ou da comunicação. São Paulo,
Cidade Nova, 1996.

178
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: LÍNGUA ESPANHOLA E CULTURAS HISPÂNICAS I

Ano: OPTATIVA Código: LE1


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( X ) NÃO ( ) SIM Quais:

2 - EMENTA:

Língua espanhola se caracteriza pela inserção do estudante no universo linguístico e cultural


dos países hispano-falantes. Aborda desde questões elementares como o reconhecimento
dos fonemas até os aspectos semânticos-discursivos decorrentes das variantes linguísticas.
Apresenta também panoramas das literaturas latino-americana e espanhola. Desenvolve
práticas comunicativas de situações variadas por meio de compreensão e produção textual
oral e escrita. Adota uma postura linguística discursivo-funcional a partir de bases
conceituais multiculturalistas.

3- OBJETIVOS:

 Conhecer panoramicamente a Língua Espanhola de modo a fazer uso da norma culta


na forma escrita e oral em seus contextos formais, além compreender o uso adequado
de suas variações linguísticas, quando necessário;
 Reconhecer as peculiaridades dos fonemas castelhanos;

 Utilizar a língua espanhola em situações comunicativas corriqueiras, tanto por escrito


quanto oralmente;

 Compreender textos curtos das esferas jornalística e educacional (textos didáticos);

 Compreender e usar vocabulário do cotidiano escolar;


179
 Refletir sobre diferenças culturais com respeito aos direitos humanos;

 Estabelecer relações entre conhecimentos de outras áreas, inclusive técnica, com


aspectos culturais.

 Produzir pequenos textos (recados, lista de compras, notícias, e-mails etc.) em língua
espanhola considerando os aspectos comunicativos e os formatos de circulação;

 Valorizar e incentivar a comunicação interpessoal de forma ética e respeitosa, nos


diversos ambientes, sejam acadêmicos, profissionais ou sociais.

 Conhecer panoramicamente aspectos culturais, geográficos, sociológicos e históricos


dos países hispano-falantes;

 Fruir a leitura literária, evidenciando sua importância no contexto histórico e sua


relevância enquanto instrumento de expressão dos movimentos sociais e culturais.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Grupo de Conhecimento: Uso da língua


1. Fonética e Fonologia: Sons do Espanhol. Aspectos contrastivos entre sons do Espanhol e
do Português:
1.1. O alfabeto espanhol;
1.2. Diferenças fonéticas de algumas letras em português e espanhol.
2. Práticas de leitura, escrita, expressão e compreensão oral a partir de diferentes tipos e
gêneros textuais:
2.1. Escrever comentários em blog ou post em rede social;
2.2. Fazer compras em loja e/ou supermercado.
3. Análise sintática e aspectos contrastivos entre o Português e o Espanhol:
3.1. Diferenças entre “muy” e “mucho”,
3.2. pronúncia de sílabas tônicas em palavras cognatas;
3.3. verbos no presente do indicative;
3.4. uso de “tú”, “usted” e “vos” etc.

180
4. Classes de palavras: verbo e numeral:
4.1. Presente do indicativo de verbos regulares e irregulares;
4.2. Pretéritos em espanhol;
4.3. Números, horas e dias da semana.
5. Variação linguística: Diferenças de sons regionais. Diferenças de léxico em diferentes
países hispano- falantes. Diferenças de expressões informais de acordo com o contexto
ou grupos sociais:
5.1. A língua espanhola no mundo;
5.2. Lugares famosos e/ou turísticos em países hispânicos;
5.3. História da Língua espanhola.
6. Classes de palavras: verbo e numeral:
6.1. Presente do indicativo de verbos regulares e irregulares;
6.2. Pretéritos em espanhol;
6.3. Números, horas e dias da semana.
7. Língua, diversidade, direitos humanos e inclusão: Preconceito linguístico:
7.1. Costumes, folclores e tradições orais dos países hispano-falantes;
7.2. Políticas linguísticas para indígenas na América Latina;
7.3. Língua oficiais da Espanha.
Grupo de Conhecimento: aspectos socioculturais
8. Noção de América Latina e latinidade:
8.1. A chegada dos europeus na América;
8.2. Cultura jovem em países hispânicos.
9. História e expressões da literatura de língua espanhola:
9.1. Leitura de poetas e poemas contemporâneos.
10. Práticas de leitura, escrita, expressão e compreensão oral a partir de diferentes tipos e
gêneros textuais:
10.1. Textos da esfera jornalística;
10.2. Notícia, reportagem e divulgação científica;
10.3. Textos explicativos de normas gramaticais típicos de livros didáticos e sites com
conteúdo de língua espanhola.
Grupo de Conhecimento: Relações com o trabalho
11. Produção de discurso sobre assuntos de interesse pessoal:

181
11.1. Formas de apresentação, saudação e despedida;
11.2. Informações pessoais em situações formais e informais;
11.3. Formas de expressar gostos e preferências. (verbos “gustar”, “encantar” e preferir);
11.4. Descrições de pessoas e lugares.
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CASTRO, F; MARIN, F. Nuevo ven. Madri: Edelsa, 2003. v. 1, 2 e 3.

PERIS, E; BAULENAS, N. Gente hoy. Barcelona: Difusión, 2008.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ERES FERNÁNDEZ, Gretel et al. Expresiones idiomáticas: valores y usos. São Paulo:
Ática, 2004.

______. Gêneros textuais e produção escrita. Rio de Janeiro: IBEP Nacional: 2012.

GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Tradadução de Sérgio Faraco.


Porto Alegre: L&PM, 2010.

MATTE BON, Franciso. Gramática comunicativa del español. Madri: Edelsa, 1999.

UNIVERSIDAD DE ALCALÁ DE HENARES. Señas: diccionario para la enseñanza de la


lengua española. Tradução de Eduardo Brandão e Cláudia Berliner. São Paulo: Martins
Fontes, 2000.

182
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: LÍNGUA ESPANHOLA E CULTURAS HISPÂNICAS II

Ano: OPTATIVA Código: LE2


C.H. Presencial: 66,7 h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7 h
2 80

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( X ) NÃO ( ) SIM Quais:

2 - EMENTA:

Língua espanhola se caracteriza pela inserção do estudante no universo linguístico e cultural


dos países hispano-falantes. Aborda desde questões elementares como o reconhecimento
dos fonemas até os aspectos semânticos-discursivos decorrentes das variantes linguísticas.
Apresenta também panoramas das literaturas latino-americana e espanhola. Desenvolve
práticas comunicativas de situações variadas por meio de compreensão e produção textual
oral e escrita. Adota uma postura linguística discursivo-funcional a partir de bases
conceituais multiculturalistas. Neste momento, a disciplina aprofunda conhecimentos,
habilidades e competências adquiridos e desenvolvidos anteriormente. Oferece condições
de agenciamento crítico a partir da perspectiva de falantes da língua espanhola. Coloca
especial atenção em práticas discursivas cidadãs e profissionais. Articula-se com os
conhecimentos técnicos e profissionais.

3- OBJETIVOS:
 Aprimorar a compreensão de que as línguas são fenômenos (geo)político, histórico,
social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-as e
vivenciando-as como formas de expressões identitárias, pessoais e coletivas, bem
como incentivar o respeito às variedades linguísticas e a ação no enfrentamento de
preconceitos de qualquer natureza, na promoção e na garantia da democracia, dos

183
direitos humanos, da consciência socioambiental e do consumo responsável, em
âmbito local, regional e global, evidenciando o respeito a diversidade de saberes,
identidades e culturas.
 Utilizar diferentes formas de linguagens, códigos e suas tecnologias considerando-as
como meios de busca e produção de signos e significados ao expressarem,
investigarem e se comunicarem por intermédio das artes, da motricidade, da oralidade
e da escrita;
 Construir descrições, narrativas e argumentações utilizando, de maneira crítica e
adequada às situações de comunicação e contexto social, elementos linguísticos
necessários, tais como tempos verbais, perífrases nominais e verbais e formas de
cortesia;
 Lançar mão de diferentes recursos linguísticos para a construção de textos
instrucionais e da área da formação profissional;
 Desenvolver habilidades linguístico-cognitivas para o planejamento, a produção e a
revisão de textos, com coerência, criatividade e adequação à linguagem;
 Aproximar-se da cultura hispânica por meio de filmes, vídeos e canais digitais;
 Descrever experiências e eventos, sonhos, esperanças e ambições;
 Expor razões e justificativas para uma opinião ou um projeto;
 Conhecer autores e textos da Conquista e da Colonização da América a fim de
confrontar relatos de europeus e indígenas;
 Experimentar textos literários de diversos gêneros por meio da fruição e da reflexão
sobre a estética e a sociologia das obras.
4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Grupo de conhecimento: uso da língua
1. Gêneros textuais: Tipos de texto e gêneros textuais. Práticas de leitura, escrita, expressão
e compreensão oral a partir de diferentes tipos e gêneros textuais:
1.1. Leitura e compreensão de textos instrucionais do cotidiano social e da área de
formação profissional;
1.2. Relatórios;
1.3. Descrição de serviços em orçamentos; Memorial descritivo de projeto arquitetônico

184
simples
1.4. Sinopse de filmes, séries e livros;
1.5. Resenha de filmes, séries e livros;
1.6. Comentários orais em canais especializados em filmes, séries e livros.
2. Análise sintática e aspectos contrastivos entre o Português e o Espanhol:
2.1. Articuladores textuais temporais e argumentativos;
2.2. Ordem direta da frase e voz passiva.
3. Reflexão sobre aspectos linguísticos nas relações sociais, considerando variados
contextos sócio-históricos e relações de cidadania:
3.1. Verbos no futuro;
3.2. Formas compostas dos verbos no pretérito.
4. Léxico e aspectos comunicativos das seguintes situações sociais:
4.1. Viagens de lazer, estudo e trabalho;
4.2. Saúde, enfermidades, diagnósticos e tratamentos,
Grupo de conhecimento: Aspectos socioculturais
5. Construção do “eu” na diversidade sociocultural.
5.1. As juventudes da Espanha e da América Latina e a relação com trabalho.
6. Leitura crítica em nível social, histórico e ideológico.
6.1. Apresentação panorâmica das culturas inca, maia e asteca;
6.2. Fruição e estudo de romancistas e dramaturgos espanhóis e hispano-americanos;
6.3. Diretores de cinema e filmes da América Latina e da Espanha.
Grupo de conhecimento: Relações com o trabalho
7. Uso da língua espanhola em ambientes técnicos, científicos e de trabalho.
7.1. Verbos no imperativo e perífrases verbais e nominais de situações instrucionais;
7.2. Descrições e exposições escritas e orais acerca de processos da área de formação
profissional;
7.3. Perífrases verbais na expressão de opiniões pessoais;
8. Relações língua, política, economia, cultural e trabalho
8.1. Busca por emprego e progressão nos estudos;
8.2. Currículo acadêmico;
8.3. curriculum vitae.

185
6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CASTRO, F; MARIN, F. Nuevo ven. Madri: Edelsa, 2003. volume 1, 2 e 3.

PERIS, E; BAULENAS, N. Gente hoy. Barcelona: Difusión, 2008.

7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ERES FERNÁNDEZ, Gretel et al. Expresiones idiomáticas: valores y usos. São Paulo:
Ática, 2004.

______. Gêneros textuais e produção escrita. Rio de Janeiro: IBEP Nacional: 2012.

GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Tradução Sérgio Faraco. Porto
Alegre: L&PM, 2010.

MATTE BON, Franciso. Gramática comunicativa del español. Madri: Edelsa, 1999.

UNIVERSIDAD DE ALCALÁ DE HENARES. Señas: diccionario para la enseñanza de la


lengua española. Tradução de Eduardo Brandão e Cláudia Berliner. São Paulo: Martins
Fontes, 2000.

186
CÂMPUS

Campos do Jordão

1- IDENTIFICAÇÃO
Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio
Componente curricular: LIBRAS 1

Ano: OPTATIVA Código: LB1


C.H. Presencial: 66,7h
Nº de aulas semanais: Total de aulas: Total de horas: 66,7h
2 80

Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da


sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( X ) ( ) NÃO ( X ) SIM Quais: Laboratório de informatica

2 - EMENTA:
Esse componente curricular aborda os aspectos históricos e sociais do povo Surdo, relatando
a trajetória dos sujeitos surdos na sociedade, o modo como eram vistos antigamente e como
são vistos atualmente. Caracteriza as diferenças entre surdez e deficiência auditiva,
abordando visões sobre identidade e reabilitação. Trabalha concepções sobre língua e
línguagem, diferenciando e definindo os conceitos. Estuda aspectos específicos da
comunidade surda, tais como a identidade, a comunicação e a cultura do povo Surdo. Aborda
os aspectos legais da Libras e do ensino bilíngue para surdos, caracterizando aspectos
específicos da língua de sinais e definindo as diferentes frentes de trabalhos oferecidos na
educação dos surdos (ensino da Libras como L1, intérprete de Libras em sala de aula e AEE
para ensino da língua portuguesa como L2). Apresenta as tecnologias assistivas e TICs,
ferramentas que podem auxiliar no desenvolvimento da Libras. Aborda os aspectos os
artísticos e literários do povo [Link] os aspectos linguísticos, gramaticais, lexicos
e terminologias da Libras voltadas para o curso de informática.

187
3- OBJETIVOS:
 Analisar e conhecer a história da língua de sinais e dos surdos no mundo e no Brasil
 Conhecer as concepções da surdez;
 Identificar a diferença entre lingua e linguagem;
 Conhecer as tecnologias assistivas e TICs para a aprendizagem da Libras;
 Reconhecer os aspectos culturais, artisticos e literários do povo Surdo;
 Conhecer os aspectos legais da Libras e do ensino bilíngue para surdos;
 Aprender e praticar os aspcetos linguisticos e gramaticais da lingua brasileira de
sinais;
 Desenvolver diálogos em Libras;
 Aprender e utilizar as conversações em LIBRAS em contexto formal e informal;
 Comunicar-se utilizando os vocabulários básicos de LIBRAS;
 Adquirir alguns sinais especificos em Libras da área do curso de informática.

4 – ÁREAS DE INTEGRAÇÃO:

5 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Gurpos do conhecimento: Aspectos teóricos.


1. Aspectos históricos e culturais da língua de sinais e do Surdo:
1.1. Repercussões nas representações;
1.2. Concepção de surdez e de Surdos: mitos e verdades;
1.3. Diferença entre lingua e linguagem;
1.4. Mitos sobre a lingua de sinais;
1.5. Lingua de sinais, signwriting e lingua portuguesa: definições e diferenciações.
1.6. As tecnologias assistivas e TICs para a aprendizagem da Libras.
Gurpos do conhecimento: Aspectos culturais, artisticos e literários.
2. As múltiplas identidades surdas
3. Marcas de diferença cultural surda.
4. Artefatos culturais do povo Surd.
5. Literatura surda.
6. Expressões artísticas por meio da língua de sinais.
Gurpos do conhecimento: Aspectos legais.

188
7. Lei federal no. 10.436 de 24 de abril de 2002.
8. Decreto federal no. 5.626 de 22 de dezembro de 2005.
Gurpo do conhecimento: Aspectos linguisticos e gramaticais.
9. Estrutura linguística da LIBRAS:
9.1. Fonologia (configuração de mão, locação/ponto de articulação, movimento de mão,
orientação de mão e aspectos não-manuais), morfologia e sintaxe;
9.2. Semântica e pragmática;
9.3. Prosódia;
9.4. Alfabeto manual da língua de sinais;
9.5. Datilologia;
9.6. Numerais cardinais e para quantidades;
9.7. Identificação pessoal;
9.8. Classificadores;
9.9. Expressões faciais e corporais.
9.10. Variação linguistica da Libras
9.11. Cumprimentos básicos: saudações e despedidas; noções de calendário: dias da semana,
meses do ano; lugares públicos; valores monetários; lojas; tipos de roupas; meios de
transporte; estados/capitais; cores; condições climáticas; diálogo em língua de sinais;
histórias infantis em língua de sinais; alguns sinais especificos em Libras da área do curso
de informática.
9.12. Pronomes pessoais;
9.13. Pronomes demonstrativos;
9.14. Pronomes interrogativos;
9.15. Pronomes indefinidos e quantificadores;
9.16. Advérbios de lugar;
9.17. Advérbio de tempo;
9.18. Singular e plural;
9.19. Verbos.

6 - BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRITO, L. F. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
1995.

GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? São Paulo, Editora Parábola: 2009.

QUADROS, Ronice Muller.; KARNOPP, Lodenir Becker. Estudos Linguísticos: a língua


de sinais brasileira. Editora ArtMed: Porto Alegre. 2004.
189
7 - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CAPOVILLA, Fernando César (Ed.). Dicionário da língua de sinais do Brasil: a libras em


suas mãos: volume 1: sinais de A a D. São Paulo: EdUSP,2017. v. 1

CAPOVILLA, Fernando César (Ed.). Dicionário da língua de sinais do Brasil: a libras em


suas mãos: volume 2: sinais de E a O. São Paulo: EdUSP,2017. v. 2

CAPOVILLA, Fernando César (Ed.). Dicionário da língua de sinais do Brasil: a libras em


suas mãos: volume 3: sinais de P a Z. São Paulo: EdUSP,2017. v. 3

SKILAR, C. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 2005.

190
10 PRÁTICA PROFISSIONAL

O objetivo de garantir a prática profissional no curso Técnico em Informática Integrado ao


Ensino Médio está ligado ao compromisso de levar o estudante ao aprofundamento de seu
entendimento nas áreas de atuação do curso, buscando uma aproximação da sua formação com o
mundo do trabalho. Dessa forma, o curso oportuniza ao estudante espaços de integração entre as
disciplinas, discussão e reflexão, com a finalidade de incentivar a pesquisa como princípio educativo,
promovendo a interdisciplinaridade e a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.

Como define o artigo 33 da Resolução CNE/CP nº 01/2021, a prática profissional prevista nos
cursos de Educação Profissional e Tecnológica deve estar relacionada aos seus fundamentos
científicos e tecnológicos, orientada pela pesquisa como princípio pedagógico, que possibilita ao
estudante enfrentar o desafio do desenvolvimento da aprendizagem permanente.

O parágrafo 1º desse mesmo artigo ainda explicita que a prática profissional compreende
diferentes situações de vivência profissional, aprendizagem e trabalho, como experimentos e
atividades específicas em ambientes especiais, tais como laboratórios e oficinas, assim como
investigação sobre atividades profissionais, projetos de pesquisa e/ou intervenção, visitas técnicas,
simulações, observações e outras.

De acordo com a Organização Didática do IFSP, em seu artigo 135:

A prática profissional configurar-se-á como um procedimento didático pedagógico


que contextualiza, articula e inter-relaciona os saberes apreendidos, relacionando
teoria e prática, a partir da atitude de desconstrução e (re)construção do
conhecimento, viabilizando ações que conduzam ao aperfeiçoamento técnico-
científico-cultural e de relacionamento humano.

Estas atividades serão articuladas entre as disciplinas dos períodos letivos correspondentes,
possibilitando efetivar uma ação interdisciplinar e um planejamento integrado dos elementos do
currículo pelos docentes.

A prática profissional também será contemplada nas atividades de pesquisa e extensão em


desenvolvimento nos diferentes setores da instituição e na comunidade local, possibilitando o contato
com as diversas áreas de conhecimento dentro das particularidades do curso.

Como estabelece o artigo 136 da Organização Didática, a prática profissional neste curso será
desenvolvida, principalmente, como: estágio profissional supervisionado e projeto integrador.

191
10.1 Estágio Curricular Supervisionado

O estágio curricular supervisionado do curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino


Médio será de execução facultativa pelo estudante, ou seja, não obrigatório, desenvolvido mediante
convênio e termos de compromisso entre o IFSP e empresas ou instituições que garantam as
condições legais necessárias.

O desenvolvimento do estágio curricular observará as orientações oriundas da Lei n° 11.788,


de 25 de setembro de 2008, Lei do Estágio, além da Portaria n° 1.204, de 11 de maio de 2011, que
regulamenta o estágio no âmbito do IFSP.

O desenvolvimento do estágio também seguirá as orientações da Resolução CNE/CP Nº 1/


2021, da Resolução CNB/CEB n° 2, de abril de 2005, e do Parecer CNB/CEB n° 35, de 05 de
novembro de 2003. Também serão observadas as orientações contidas na Organização Didática
vigente do IFSP.

Para fins deste projeto pedagógico de curso, o estágio não obrigatório é uma atividade
didático-pedagógica desenvolvida no ambiente de trabalho, supervisionada tanto pelo IFSP quanto
pela empresa parceira. Tem por objetivo envolver o estudante no ambiente de trabalho, com vistas à
preparação para o trabalho produtivo e ao desenvolvimento de competências técnicas próprias da
atividade profissional, além de proporcionar ao educando a formação necessária à vida cidadã.

Como estabelece o artigo 146 da Organização Didática:

A inserção do estudante no ambiente de trabalho, objetivando uma capacitação para


o exercício profissional, pressupõe supervisão sistemática, realizada conjuntamente
por um professor orientador do IFSP e por um supervisor técnico da concedente, em
função da área de atuação no estágio.

O câmpus Campos do Jordão do IFSP se articula com a cadeia produtiva local e regional, por
meio de realização de convênios e parcerias com as empresas. Outras estratégias de articulação são a
realização de visitas técnicas às empresas, a promoção de eventos no câmpus que possibilitem o
contato entre os educandos e os representantes das empresas e convênios entre o IFSP e unidades
concedentes de estágio.

O estágio curricular optativo poderá ser iniciado a partir do 2° ano do curso, devido ao fato
de o 1º ano apresentar componentes curriculares embasadores dos conhecimentos técnicos mínimos
a serem aplicados na prática do estágio. Para ser validado o estágio deverá ter, no mínimo, 180,0
192
horas com jornadas diárias de até 6 horas e semanais de até 30 horas e não poderá de forma alguma
ser realizado em horário igual ao horário das aulas regulares do curso.

Os docentes responsáveis pela orientação dos estagiários serão designados e nomeados por
portaria específica, emitida pela direção geral do câmpus, e serão responsáveis pela orientação,
avaliação e acompanhamento das atividades, inclusive no ambiente de estágio do estudante, quando
necessário. O professor orientador de estágio também poderá viabilizar a articulação com as
organizações parceiras.

A avaliação do estágio ocorrerá por meio da análise dos relatórios parcial e/ou final de estágio
apresentados ao orientador, da avaliação do supervisor na empresa parceira, além da autoavaliação
do estagiário.

O início do estágio será formalizado após as assinaturas, por parte da direção geral do câmpus
e do representante da empresa concedente do estágio, do termo de compromisso de estágio em três
vias, do convênio de estágio em duas vias e da declaração de que o estudante possui seguro de vida
inclusive com número de apólice. Esses procedimentos, bem como a entrega pelo estudante dos
comprovantes das horas de estágio e dos relatórios, são realizados junto à Coordenadoria de Extensão
do câmpus.

O estágio profissional optativo, em termos de prática profissional em situação real de trabalho,


pode ser assumido como ato educativo da instituição educacional, quando previsto. Nesse sentido, a
participação dos estudantes em projetos de Pesquisa, Ensino e Extensão poderá ser considerada para
efeito de estágio, se for desenvolvida na área do curso e desde que não exista regulamentação em
contrário. O orientador de estágio avaliará se a ação executada pelo estudante foi desenvolvida na
área do curso.

As atividades desenvolvidas pelos discentes vinculadas a projetos de iniciação científica e


projetos de extensão do IFSP poderão ser aproveitadas como estágio, desde que estas estejam
relacionadas com o conteúdo ministrado no curso técnico em informática, de acordo com o disposto
no artigo 17 da Portaria nº 1.204/2011.

Para a validação das atividades de pesquisa e de extensão, deverá ser firmado o Termo de
Compromisso Interno, que estará condicionado à aprovação do professor orientador do projeto. Para
a realização desta atividade, fica mantida a obrigatoriedade da apresentação de relatórios, por parte
dos discentes, com as atividades desenvolvidas em tais projetos. O professor orientador de estágio
fará o acompanhamento e a avaliação das atividades desenvolvidas pelo educando no projeto de

193
forma análoga aos estágios em outra unidade concedente.

10.2 Projeto Integrador

De acordo com a Organização Didática da Educação Básica do IFSP, artigos 139 a 141, os
cursos oferecidos pelo IFSP deverão prever o Projeto Integrador em seus currículos, como
componente curricular obrigatório. O artigo 139 define que:

Os projetos integradores articulam ensino, pesquisa e extensão e poderão permear


todos os períodos dos cursos, devendo contemplar a aplicação dos conhecimentos
adquiridos durante o curso, tendo em vista a intervenção no mundo do trabalho e na
realidade social, contribuindo para o desenvolvimento local e a solução de
problemas.

Essa diretriz é proposta no sentido de atender ao disposto na Resolução CNE/CP nº 01/2021,


especialmente seu artigo 33, já citado, que prevê a prática profissional nos cursos de Educação
Profissional e Tecnológica, “relacionada aos seus fundamentos técnicos, científicos e tecnológicos,
orientada pelo trabalho como princípio educativo e pela pesquisa como princípio pedagógico, que
possibilitam ao educando se preparar para enfrentar o desafio do desenvolvimento da aprendizagem
permanente, integrando as cargas horárias mínimas de cada habilitação profissional técnica e
tecnológica”. O princípio de que a Educação Profissional tem como referência o mundo do trabalho
subsidiará docentes e estudantes no desenvolvimento dessa atividade curricular, segundo a qual se
compreende o trabalho como princípio educativo e não apenas como redução de mão de obra.

Nesse sentido, no curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio do câmpus


Campos do Jordão, o Projeto Integrador está formatado como componente curricular, que será
oferecido no 3º ano com carga horária total de 66,7 horas, sendo 2 aulas semanais de 50 minutos.

O Projeto Integrador, como componente curricular, articula as práticas de ensino, pesquisa e


extensão que são desenvolvidas nos cursos técnicos do IFSP, conforme as diretrizes institucionais
por meio da Resolução IFSP n. 163/ 2017 de 28.11.2017. O Projeto Integrador no Curso Técnico em
Informática Integrado tem por objetivo aprofundar o entendimento do perfil do egresso e áreas de
atuação do curso, buscando a formação e a contextualização dos conhecimentos adquiridos durante
os três anos do curso para a elaboração de estratégias de intervenção com o mundo do trabalho e/ou
na realidade social.

Da mesma forma, pretende articular horizontalmente o conhecimento dos três anos do curso,
oportunizando o espaço de discussão e um espaço aberto para entrelaçamento entre as disciplinas,

194
com a finalidade de incentivar a pesquisa como princípio educativo, promovendo a
interdisciplinaridade e a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, por meio do incentivo
à inovação tecnológica.

O componente curricular Projeto Integrador integra o Núcleo Estruturante Articulador, que é


responsável por consolidar um dos espaços no qual se buscam formas e métodos responsáveis por
promover, durante todo o itinerário formativo, a politécnica, a formação integral e omnilateral e a
interdisciplinaridade, integrando os Núcleos Estruturantes Comum e Tecnológico, bem como a parte
diversificada optativa. Dessa forma, o componente curricular Projeto Integrador seguirá os mesmos
procedimentos do trabalho de integração desse núcleo, que contará com o acompanhamento, o apoio
e a orientação de uma comissão multiprofissional. Assim, os professores titulares das disciplinas
específicas e os docentes coordenadores do Projeto Integrador poderão interagir, planejar e avaliar,
em conjunto com a comissão multiprofissional, a realização e o desenvolvimento do componente
curricular, para possibilitar a efetiva ação interdisciplinar e o planejamento integrado, além de
contribuir para a construção do perfil profissional do egresso.

Esse componente curricular deve articular os conhecimentos trabalhados em, no mínimo,


quatro disciplinas específicas, contemplando necessariamente disciplinas do núcleo comum e do
núcleo tecnológico, definidas em reunião da Comissão para Elaboração e Implementação de Projeto
Pedagógico de Curso (CEIC), no ano anterior da realização do componente curricular, cuja carga
horária será de 66,7 horas no terceiro ano.

As atividades correspondentes ao Projeto Integrador ocorrerão ao longo dos quatro bimestres,


orientadas pelos professores titulares das disciplinas específicas, além de pelo menos dois
professores, com aulas atribuídas nesse componente curricular, em dupla docência, como
coordenadores. O desenvolvimento do componente curricular Projeto Integrador deverá estar descrito
no plano de aulas elaborado preferencialmente antes do início do ano letivo, envolvendo os docentes
com aulas atribuídas para os componentes curriculares específicos e para o Projeto Integrador. Tal
elaboração coletiva será desenvolvida no decorrer do planejamento acadêmico de cada novo ano
letivo. O plano de aulas do Projeto Integrador deverá conter os itens: temática que será abordada,
objetivos gerais da prática, metodologia, critérios de avaliação integrada e estratégias de articulação
entre ensino, pesquisa e extensão, bem como os conhecimentos a serem desenvolvidos por cada
disciplina. Esse plano de aulas deverá ser assinado, apresentado aos estudantes até a segunda semana
letiva e arquivado juntamente com o Diário de Classe de cada disciplina envolvida.

A efetivação do Projeto Integrador prevê o desenvolvimento de produção de um produto

195
(escrito, virtual e/ou físico) conforme o Perfil Profissional do Egresso. Ao final do processo,
compondo a carga horária desse componente curricular, deve ser previsto, no mínimo, um momento
de socialização dessa produção por meio de seminário, oficina, feira, evento, dentre outras
possibilidades planejadas.

11 TEMAS TRANSVERSAIS

11.1 Educação das Relações Étnico-Raciais e História e Cultura Afro-Brasileira e


Indígena

Conforme determinado pela Resolução CNE/CP Nº 01, de 17 de junho de 2004, que institui
as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, as instituições de ensino incluirão, nos conteúdos de
disciplinas e atividades curriculares dos cursos que ministram, a Educação das Relações Étnico-
Raciais, bem como o tratamento de questões e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes e
indígenas, objetivando promover a educação de cidadãos atuantes e conscientes, no seio da sociedade
multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando relações étnico-sociais positivas, rumo à construção
da nação democrática.

A fim de atender a essas diretrizes, além das atividades que podem ser desenvolvidas no
câmpus envolvendo essa temática, como Semana da Consciência Negra e Seminários sobre
Diversidade, alguns componentes curriculares abordarão conteúdos específicos enfocando esses
assuntos. Essa abordagem se dará ora de forma objetiva, sendo explícito o tópico que trata de aspectos
do tema em questão, ora de forma implícita, como, por exemplo, em Literatura Brasileira, quando
trabalhados os estilos estético-literários, como o Romantismo, que aborda, entre outros itens, questões
indígenas, o Parnasianismo e Simbolismo, movimentos ocorridos no fim do século XIX, sofrendo,
pois, influências das questões abolicionistas.

Assim, no curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, os componentes


curriculares História, Geografia, Sociologia, Língua Portuguesa e Literatura, Arte e Educação Física
atuarão enfaticamente no sentido de promover a compreensão da diversidade cultural por meio do
estudo de temas relativos à questão. Essa temática também se fará presente nas atividades
complementares do curso, realizadas no âmbito da instituição, tais como palestras, oficinas, semanas
acadêmicas, entre outras. Além das atividades curriculares, o câmpus conta com o Núcleo de Estudos
AfroBrasileiros e Indígenas (NEABI), que desenvolve atividades formativas voltadas para estudantes

196
e servidores.

11.2 Educação Ambiental

Como estabelece o artigo 2º da Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que dispõe sobre a
educação ambiental e institui a Política Nacional de Educação Ambiental, “a educação ambiental é
um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma
articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal”.
Assim, determina-se que a educação ambiental será desenvolvida como uma prática educativa
integrada, contínua e permanente também na educação profissional.

Com isso, prevê-se, neste curso, a educação ambiental ora tratada diretamente em conteúdos
de componentes curriculares, como Gerenciamento e Segurança de Dados, Empreendedorismo e
Sociologia do Trabalho, Biologia, Química, Geografia, Arte, Língua Portuguesa e Literatura, Língua
Espanhola, ora em integração aos componentes do curso de modo transversal, contínuo e permanente,
conforme artigo 5º do Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002, por meio da realização de atividades
curriculares e extracurriculares, como projetos, palestras, apresentações, programas, ações coletivas,
dentre outras possibilidades.

Sublinha-se que, no câmpus Campos do Jordão, é realizada a separação do lixo reciclável por
meio de lixeiras com indicações em cores e letreiros, a fim de conscientizar os estudantes sobre a
importância de se ter uma atitude sustentável.

11.3 Educação em Direitos Humanos

A Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012, estabelece as Diretrizes Nacionais para a


Educação em Direitos Humanos a serem observadas pelos sistemas de ensino e suas instituições.

A educação em direitos humanos tem como objetivo central a formação para a vida e para a
convivência, no exercício cotidiano dos direitos humanos como forma de vida e de organização
social, política, econômica e cultural nos níveis regionais, nacionais e planetário.

Está prevista neste curso a integração da educação em direitos humanos às disciplinas, de


modo transversal, contínuo e permanente, por meio da realização de atividades curriculares e
extracurriculares.

No componente curricular de Sociologia, com a abordagem ao tema direitos humanos, busca-


se desenvolver nos discentes um senso crítico da realidade que os cerca, bem como construir

197
dialogicamente habilidades e competências voltadas para uma compreensão do indivíduo enquanto
futuro profissional e ente sociocultural.

No componente Arte, as questões de gênero e de direitos humanos são tratadas a partir de


análise e reflexão da produção artística contemporânea e da análise da produção artística durante a
ditadura civil-militar, bem como sua propagação pelos movimentos de contracultura.

No componente curricular Fundamentos da Informática e Aplicativos as questões de gênero


e de direitos humanos são tratados, no contexto da história e evolução dos computadores, destacando
as relações com a igualdade de gênero, através da atuação e participação da mulher no campo de
conhecimento da Informática/ Computação.

O câmpus Campos do Jordão promove um evento sobre a diversidade, uma semana dedicada
à abordagem dos temas concernentes aos direitos humanos, a ações afirmativas, à pluralidade
religiosa, como previsto no Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos de 2018. A Semana
da Diversidade tem como objetivo trazer aos estudantes a tarefa de formação de cidadãos críticos e
conscientes para participar de uma sociedade livre, democrática e tolerante com as diferenças étnico-
racial, religiosa, cultural, territorial, físico-individual, geracional, de gênero, de orientação sexual, de
opção política, de nacionalidade, dentre outras.

Além das atividades curriculares, o câmpus conta com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros
e Indígenas (NEABI) que desenvolve atividades formativas sobre essa temática voltadas para
estudantes e servidores.

11.4 Educação alimentar e nutricional

Conforme determinado pela Resolução nº 3, de 21 de novembro de 2018, a qual define


Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, os componentes curriculares devem ser
instrumento para a construção de cidadania do estudante. Para isso, é essencial a presença de temas
socialmente relevantes, que devem abordar conteúdos específicos a serem trabalhados de maneira
transversal e integradora.

Educação alimentar e nutricional está presente nos componentes curriculares de Química,


trabalhada na forma de análise nutricional dos alimentos e seus impactos sobre a saúde; de História,
utilizada a fim de investigar a massificação das práticas e dos gostos alimentares nas sociedades
ocidentais dos séculos XX e XXI; de Biologia, discutida a partir do estudo das biomoléculas, suas
fontes, a importância como moléculas energéticas, estruturais, reguladoras, entre outras; e de
Geografia, na qual serão analisadas as medidas e ações globais da Organização das Nações Unidas
198
para a Agricultura e Alimentação.

12 DISCIPLINAS OPTATIVAS

12.1 Arte, Línguagem Digital e Tecnologia; Língua Brasielira de Sinais (Libras) e


Língua Espanhola e Culturas Hispânicas

O Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, define, no artigo 3º, parágrafo 2º, que a
Língua Brasileira de Sinais (Libras) constituir-se-á em disciplina curricular optativa nos cursos de
educação profissional, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9394/96,
define que a Língua Espanhola (Espanhol) deve ser a língua estrangeira preferencialmente oferecida
em caráter optativo no Ensino Médio.

As Diretrizes para os Cursos Técnicos de Nível Médio na forma integrada ao Ensino Médio
do IFSP e a Organização Didática da Educação Básica definem que esses componentes serão
ofertados obrigatoriamente, com matrícula facultativa para o estudante.

No curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio também será ofertada, no 3º


ano, a disciplina de Arte, Linguagem Digital e Tecnologia é de oferta obrigatória pela instituição,
entretanto optativa para o discente.

Além das três disciplinas optativas: Arte, Línguagem Digital e Tecnologia; Língua Brasielira de
Sinais (Libras); e, Língua Espanhola e Culturas Hispânicas poderão ser ofertadas outras disciplinas
optativas, desde que sejam deliberadas pela CEIC do curso e registradas, em ata, a opção de escolha,
a carga horária, o plano de ensino do componente, a seleção de estudantes, a forma de realização,
entre outras questões pertinentes à oferta. A proposta de novas disciplinas deverá ser formalizada à
Pró-Reitoria de Ensino e condicionada às normativas internas.

O estudante que optar por fazer alguma disciplina optativa, deverá ter registrado no seu
histórico escolar a carga horária cursada, bem como a frequência e o aproveitamento.

13 ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

No curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, serão apresentadas diferentes


atividades pedagógicas para trabalhar os conteúdos e atingir os seus objetivos. Assim, a metodologia
do trabalho pedagógico com os conteúdos apresentará grande diversidade, variando de acordo com
as necessidades dos estudantes, o perfil do grupo ou da turma, as especificidades da disciplina, o
199
trabalho do professor, dentre outras variáveis, podendo envolver: aulas expositivas, dialogadas, com
apresentação de slides, explicação dos conteúdos, exploração dos procedimentos, demonstrações,
leitura programada de textos, análise de situações-problema, esclarecimento de dúvidas e realização
de atividades individuais, em grupo ou coletivas, aulas práticas em laboratório, projetos, pesquisas,
trabalhos, seminários, debates, painéis de discussão, sociodramas, estudos de campo, estudos
dirigidos, tarefas, orientação individualizada.

Além disso, prevê-se a utilização de recursos tecnológicos de informação e comunicação


(TICs), tais como: gravação de áudio e vídeo, sistemas multimídias, redes sociais, fóruns eletrônicos,
blogs, chats, podcast, webnair, videoconferência, softwares e suportes eletrônicos.

A cada semestre ou ano de curso, o professor planeja o desenvolvimento da disciplina,


organizando a metodologia de cada aula ou conteúdo, de acordo com as especificidades do plano de
ensino.

14 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

Conforme estabelecido na LDB, Lei nº 9.394/96, a avaliação do processo de aprendizagem


dos estudantes deve ser contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os
quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. Da mesma
forma, no IFSP é previsto, pela Organização Didática da Educação Básica, no artigo 111, que:

A avaliação do ensino e da aprendizagem consistirá num conjunto de ações


desenvolvidas de forma sistemática, processual, contínua e cumulativa norteada pelo
caráter diagnóstico e formativo, pressupondo a contextualização dos conhecimentos,
possibilitando ao professor analisar sua prática e ao estudante comprometer-se com
seu desenvolvimento intelectual e sua autonomia.

A avaliação da aprendizagem segue o disposto na Organização Didática, artigo 112, e visa à


progressão do estudante para o alcance do perfil profissional de conclusão, com preponderância dos
aspectos qualitativos sobre os aspectos quantitativos. A avaliação dos aspectos qualitativos
compreende o diagnóstico, a orientação e a reorientação do processo de ensino e de aprendizagem,
visando ao aprofundamento dos conhecimentos e ao desenvolvimento dos estudantes.

Assim, os componentes curriculares do curso preveem que as avaliações terão caráter


diagnóstico, contínuo, processual e formativo e serão obtidas mediante a utilização de vários
instrumentos, tais como:

200
• Exercícios;

• Trabalhos individuais e/ou coletivos;

• Fichas de observações;

• Relatórios;

• Autoavaliação;

• Provas escritas;

• Provas práticas;

• Provas orais;

• Seminários;

• Projetos interdisciplinares e outros.

Os processos, os instrumentos, os critérios e os valores de avaliação adotados pelo professor


serão explicitados aos estudantes até a segunda semana letiva, quando da apresentação do plano de
ensino e de aulas. Ao estudante também será assegurado o direito de conhecer os resultados das
avaliações mediante vistas dos referidos instrumentos, apresentados pelos professores como etapa do
processo de ensino e aprendizagem.

Ao longo do processo avaliativo, poderá ocorrer a recuperação contínua e paralela, com


propostas de atividades complementares para revisão dos conteúdos e discussão de dúvidas. O tema
é tratado no artigo 41 da Organização Didática. Tal artigo indica que a recuperação contínua ocorre
em todo o período letivo, com base em resultados obtidos pelos estudantes. Portanto, a recuperação
será prevista e inserida no trabalho pedagógico realizado no dia a dia da sala de aula e decorrerá da
avaliação diagnóstica de desempenho do estudante, constituindo-se por intervenções imediatas,
dirigidas às dificuldades específicas, assim que estas forem constatadas.

Já a recuperação paralela será oferecida a partir da identificação das dificuldades dos


estudantes no decorrer do período letivo, prevista em um plano elaborado pelo docente responsável
pelo componente curricular, ou pelo grupo de docentes de um determinado curso, e ofertada em
horário diferente dos horários de aulas regulares do seu curso. Como determina a Organização
Didática, na recuperação paralela, serão garantidas novas medidas de avaliação que não se
restringirão à aplicação de provas. Ademais, será observado o progresso do estudante em comparação

201
à situação anterior, e os registros de nota serão revistos.

A recuperação contínua e a recuperação paralela seguirão a normatização quanto ao


planejamento do professor, à frequência, à organização das aulas e a outros aspectos estabelecidos na
Nota Técnica do IFSP nº 001/2014.

Os docentes registrarão, bimestralmente, no diário de classe, no mínimo, dois instrumentos


diferentes de avaliação. A Organização Didática, no artigo 115, afirma que o registro do processo
acadêmico compreende a frequência dos estudantes, a síntese das atividades desenvolvidas, incluindo
estudos de recuperação da aprendizagem, e a avaliação do aproveitamento acadêmico. Cada docente
é responsável pelos registros e encaminhamentos dos documentos. Ao final de cada período letivo, o
sistema acadêmico realizará o cálculo das notas finais e da frequência de acordo com as informações
inseridas no diário de classe.

Os registros das avaliações seguirão os critérios do artigo 117 da Organização Didática. O


registro das avaliações dos componentes curriculares será expresso em notas graduadas de 0,00 (zero)
a 10,00 (dez) pontos, com duas casas decimais. O registro das atividades acadêmico-científico-
culturais e estágios utilizará a expressão “cumpriu”/“não cumpriu”.

A verificação do rendimento escolar dos estudantes seguirá o disposto nos artigos 64 a 68 da


Organização Didática. O estudante é aprovado quando obtiver em cada área do conhecimento
(Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Disciplinas Técnicas e Projeto
Integrador) média das notas finais igual ou superior a 6,0 (seis), e frequência global mínima de 75%
(setenta e cinco por cento) das aulas dadas e demais atividades no período letivo. O estudante que
obtiver frequência global menor que 75% (setenta e cinco por cento) das aulas dadas e demais
atividades no período letivo, independentemente da nota que tiver alcançado, é reprovado.

Já o estudante que obtiver, no componente curricular, nota final inferior a 6,0 (seis) e
frequência global mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas dadas e demais atividades no
período letivo ficará sujeito à reavaliação, conforme artigo 66 da Organização Didática, assegurada
a recuperação paralela, antecedendo a reavaliação. A nota final do componente curricular será a maior
nota entre a nota final e a nota de reavaliação.

O estudante que obtiver frequência global maior ou igual a 75% (setenta e cinco por cento)
das aulas dadas no período letivo e média das notas finais menor que 6,0 (seis), em pelo menos uma
área do conhecimento, após a reavaliação, ficará sujeito ao Conselho de Classe Deliberativo.

Os Conselhos de Classe possuem determinações explicitadas nos artigos 42 a 47 da

202
Organização Didática do IFSP. No artigo 47, trata-se do Conselho de Classe Deliberativo, que define,
após análise do grupo sobre a situação de cada estudante com dados para retenção (média das notas
finais menor que seis, em pelo menos uma área do conhecimento, após a reavaliação), a aprovação
ou não do estudante. A deliberação final é definida como aprovado ou retido no ano para os casos
dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio.

Além do Conselho de Classe Deliberativo, ao final de cada bimestre, será realizado o


Conselho de Classe Pedagógico com o objetivo de acompanhar o processo de ensino e de
aprendizagem, verificar os progressos e as dificuldades de cada turma e propor encaminhamentos.

O artigo 119 da Organização Didática do IFSP trata das faltas dos estudantes nos dias de
aplicação de instrumentos de avaliação. O discente pode requerer avaliação substitutiva na
Coordenadoria de Registros Acadêmicos (CRA), endereçada ao Coordenador de Curso, até cinco dias
úteis após a realização da avaliação, apresentando documentos comprobatórios para justificar sua
falta, tais como atestado médico, solicitação judicial, entre outros. Após o deferimento do
Coordenador de Curso, será agendada nova data para aplicação da avaliação.

Os procedimentos avaliativos podem ser revisados, de acordo com a Organização Didática,


artigos 121 a 124. O estudante pode requerer tal revisão quando houver discordância da correção feita
pelo professor, protocolando o pedido na CRA, endereçada ao Coordenador de Curso. A solicitação
será avaliada pelo professor responsável pelo componente curricular e, caso mantenha inalterada a
correção da avaliação, deverá ser dada ciência ao estudante, e caso este continue discordando será
designada banca revisora composta para esse fim.

As faltas poderão ser abonadas, de acordo com o descrito na Organização Didática, artigo
206. A solicitação feita pelo estudante de posse dos documentos comprobatórios necessários será
encaminhada para a CRA até 3 (três) corridos após afastamento. O abono de faltas, entendido quando
a ausência do estudante não é computada para efeito de frequência, ocorrerá mediante apresentação
de um desses documentos: declaração de corporação militar, comprovando o motivo da ausência;
declaração da Direção Geral do câmpus, comprovando que o estudante esteve representando o IFSP
no momento da aula da qual se ausentou; atestado médico para os casos previstos em lei (doenças
infectocontagiosas); certidão/declaração de óbito de parentes em até 2º (segundo) grau ou cônjuge;
ou solicitação judicial.Já ao estudante com incapacidade física temporária, que impossibilite a
frequência às aulas por período entre 5 (cinco) e 14 (quatorze) dias, poderá ser concedida a
compensação de faltas, após o cumprimento com êxito das atividades propostas. A solicitação feita
pelo estudante de posse do atestado médico será encaminhada para a CRA até 2 (dois) úteis após a

203
ocorrência do fato.

Os artigos 211 a 219 da Organização Didática do IFSP trata do Regime de Exercícios


Domiciliares, que pode ser solicitado pelo discente com incapacidade física temporária de frequência
às aulas por período mínimo de afastamento a partir de 15 (quinze) dias, nos casos de tratamento de
saúde, e solicitado também por alunas gestantes. A solicitação do Regime de Exercícios Domiciliares
deve ser feita pelo estudante, com a apresentação do atestado médico, protocolando o pedido na CRA,
endereçado ao Coordenador de Curso, no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis contados a partir do
início da data do afastamento. As atividades de estágio e as atividades curriculares de caráter prático,
que necessitem de acompanhamento do docente e a presença física do estudante em ambiente próprio
para sua execução, serão realizadas após o retorno do estudante às aulas.

15 ATIVIDADES DE PESQUISA

De acordo com o inciso VIII do artigo 6º da Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, o


IFSP busca, dentre suas finalidades, a realização e o estímulo à pesquisa aplicada, à produção cultural,
ao empreendedorismo, ao cooperativismo e ao desenvolvimento científico e tecnológico, tendo como
princípios norteadores: (i) sintonia com o Plano de Desenvolvimento Institucional; (ii)
desenvolvimento de projetos de pesquisa que reúna, preferencialmente, professores e alunos de
diferentes níveis de formação e em parceria com instituições públicas ou privadas que tenham
interface de aplicação com interesse social; (iii) atendimento às demandas da sociedade, do mundo
do trabalho e da produção, com impactos nos arranjos produtivos locais; e (iv) comprometimento
com a inovação tecnológica e a transferência de tecnologia para a sociedade.

No IFSP, essa pesquisa aplicada é desenvolvida por meio de grupos de trabalho nos quais
pesquisadores e estudantes se organizam em torno de uma ou mais linhas de investigação. A
participação de discentes dos cursos de nível médio em Programas de Iniciação Científica ocorre de
duas formas: com bolsa ou voluntariamente.

No câmpus Campos do Jordão, há a possibilidade de o discente de nível médio desenvolver


atividades por meio do Programa de Iniciação Científica Voluntária nas áreas do curso técnico
ofertado. Alguns projetos podem, ainda, ser financiados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq) para o nível médio, pelo Programa Institucional de Bolsas de
Iniciação Científica no Ensino Médio (PIBIC-EM) e por bolsas de pesquisa institucionais.

No caso do curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, solicitar-se-á ao aluno

204
que desenvolva, preferencialmente, pesquisa que estabeleça uma relação com os objetivos da área
técnica, tendo em vista fomentar trabalhos que possam contribuir para o ramo em que o aluno irá
atuar profissionalmente.

16 ATIVIDADES DE EXTENSÃO

A extensão é um processo educativo, cultural, político, social, científico e tecnológico que


promove a interação dialógica e transformadora entre a comunidade acadêmica do IFSP e diversos
atores sociais, contribuindo para o processo formativo do educando e para o desenvolvimento
regional dos territórios nos quais os câmpus se inserem. Indissociável ao ensino e à pesquisa, a
extensão configura-se como dimensão formativa que, por conseguinte, corrobora com a formação
cidadã e integral dos estudantes.

Pautada na interdisciplinaridade, na interprofissionalidade, no protagonismo estudantil e no


envolvimento ativo da comunidade externa, a extensão propicia um espaço privilegiado de vivências
e de trocas de experiências e saberes, promovendo a reflexão crítica dos envolvidos e impulsionando
o desenvolvimento socioeconômico, equitativo e sustentável.

As áreas temáticas da extensão refletem seu caráter interdisciplinar, contemplando


comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e
produção e trabalho. Assim, perpassam por diversas discussões que emergem na contemporaneidade
como, por exemplo, a diversidade cultural, étnico-raciais, sexual e de gênero.

As ações de extensão podem ser caracterizadas como programa, projeto, curso de extensão,
evento e prestação de serviço. Todas devem ser desenvolvidas com a comunidade externa e a
participação, com protagonismo, de estudantes. Além das ações, a extensão é responsável por
atividades que dialogam com o mundo do trabalho, como o estágio e o acompanhamento de egressos.
Desse modo, a extensão contribui para a democratização de debates e da produção de conhecimentos
amplos e plurais no âmbito da educação profissional, pública e estatal.

Os estudantes do curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio serão incentivados


a participar de projetos e eventos relacionados à área, bem como daqueles que necessitem do apoio
de um técnico em informática. Serão proporcionadas, também, visitas técnicas a empresas que
oferecem e/ou utilizam serviços do ramo de tecnologia (TICs).

Além disso, o estudante poderá participar de projetos de extensão propostos pelos docentes
ou técnicos administrativos, com a possibilidade de receber bolsa. Poderá, ainda, participar ou
205
apresentar trabalhos em eventos acadêmicos, cívicos e culturais, organizados pela Coordenação de
Extensão, como a Mostra de Arte e Cultura, a Jornada de Extensão e a Semana da Consciência Negra.

17 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

Os estudantes terão direito a aproveitamento de estudos dos componentes curriculares já


cursados com aprovação, no IFSP ou instituição congênere, desde que dentro do mesmo nível de
ensino, observando os pressupostos legais, como a LDB, Lei nº 9.394/96, o Parecer CNE/CEB nº
40/2004 e as normas institucionais, como a Organização Didática.

Conforme Organização Didática do IFSP, artigos 125 a 131, esse aproveitamento poderá ser
concedido pela Coordenação do Curso, mediante a análise da Comissão Verificadora de
Aproveitamento de Estudos, designada pelo Coordenador de Curso, composta pelos docentes dos
componentes curriculares que tiveram solicitação de aproveitamento.

Para requerer aproveitamento de estudos dos componentes curriculares, o estudante deverá


protocolar requerimento na Coordenadoria de Registros Acadêmicos (CRA), endereçado ao
Coordenador de Curso, conforme o prazo estabelecido no Calendário Acadêmico, acompanhado dos
seguintes documentos:

● Requerimento de aproveitamento de estudos;

● Histórico escolar, contendo o nome do curso e dos componentes curriculares, com


especificação do período, frequência, carga horária e notas;

● Estrutura curricular;

● Programas, ementas e conteúdos programáticos dos componentes curriculares


cursados com aproveitamento na escola de origem ou no IFSP que sejam equivalentes à disciplina
pleiteada.

A verificação da compatibilidade dar-se-á após análise, que considerará a equivalência de, no


mínimo, 80% (oitenta por cento) dos conteúdos e da carga horária do componente curricular.

A Comissão Verificadora de Aproveitamento de Estudos informará o resultado à Coordenação


de Curso, que devolverá o processo para a CRA para divulgação.

206
18 APOIO AO DISCENTE

O apoio ao discente tem como objetivo principal fornecer ao estudante o acompanhamento e


os instrumentos necessários para iniciar seus estudos e prosseguir neles, na perspectiva de que o
estudante possa concluir sua formação com sucesso e, consequentemente, evitar a evasão escolar.

Dessa forma, serão desenvolvidas ações afirmativas de caracterização e constituição do perfil


do corpo discente, para o estabelecimento de: hábitos de estudo, programas de apoio extraclasse,
orientação educacional e psicológica, atividades diagnósticas e propostas extracurriculares, estímulo
à permanência e contenção da evasão, apoio à organização estudantil e promoção da interação e
convivência harmônica nos espaços acadêmicos, além de outras possibilidades.

A caracterização do perfil do corpo discente também poderá ser utilizada como subsídio para
construção de estratégias de atuação dos docentes que irão assumir as disciplinas, respeitando as
especificidades do grupo, para possibilitar a proposição de metodologias mais adequadas à turma.

Para as ações propedêuticas, propõe-se atendimento em sistema de plantão de dúvidas,


monitorado por docentes, em horários de complementação de carga horária previamente e
amplamente divulgados aos discentes. Outra ação prevista é a atividade de estudantes de semestres
posteriores na retomada dos conteúdos e realização de atividades complementares de revisão e
reforço.

No câmpus Campos do Jordão, são disponibilizadas bolsas de ensino, o que possibilita aos
estudantes bolsistas o contato com atividades pedagógicas e a realização de atividades
complementares, sendo a eles proporcionado atendimento para esclarecimento de dúvidas e apoio
aos estudos.

O apoio psicológico, social e pedagógico ocorre por meio do atendimento individual e


coletivo, efetivado pela Coordenadoria Sociopedagógica (CSP), constitída por uma equipe
multidisciplinar composta por pedagogos, assistente social, psicólogo, e os técnicos em assuntos
educacionais (TAE). A CSP atua também no Programa de Assistência Estudantil, apoio financeiro
que visa dar condições ao estudante de frequentar o curso, e no Núcleo de Atendimento a Pessoas
com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE), numa perspectiva dinâmica e integradora.

Dentre outras ações, a Coordenadoria Sociopedagógica fará o acompanhamento permanente


do estudante, por meio dos registros de frequência e rendimento, além de outros elementos. A partir
disso, a CSP deverá propor intervenções e acompanhar seus resultados, fazendo os encaminhamentos

207
necessários.

Outra forma de realizar o acompanhamento do rendimento do discente se dá por meio dos


Conselhos de Classe Pedagógicos, previstos na Organização Didática, formado por todos os docentes
do curso, pelo Coordenador de Curso, pelo representante de turma, pelo representante de pais ou
responsáveis, e presidido por um pedagogo ou TAE da CSP. Tal conselho tem por objetivo realizar
um diagnóstico da turma e dos discentes, identificando progressos e dificuldades no processo de
ensino e aprendizagem, casos de evasão e outras situações de relevância, levando à proposição de
ações didático-pedagógicas que visem sanar as dificuldades encontradas.

Em relação a algumas situações que impossibilitem o discente de frequentar temporariamente


as atividades escolares, existem expedientes previstos e regulamentados na Organização Didática que
poderão dar suporte ao estudante, como o abono e a compensação de faltas e o Regime de Exercícios
Domiciliares.

19 AÇÕES INCLUSIVAS

O compromisso do IFSP com as ações inclusivas está assegurado pelo Plano de


Desenvolvimento Institucional (PDI 2019-2023). Nesse documento, estão descritas as metas para
garantir o acesso, a permanência e o êxito de estudantes dos diferentes níveis e modalidades de ensino.

O IFSP objetiva efetivar a educação inclusiva como uma ação política, cultural, social e
pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os estudantes com necessidades específicas.
Dentre seus objetivos, o IFSP busca promover a cultura da educação para a convivência, a prática
democrática, o respeito à diversidade, a promoção da acessibilidade arquitetônica, bem como a
eliminação das barreiras educacionais e atitudinais, incluindo socialmente a todos por meio da
educação. Considera também fundamental a implantação e o acompanhamento das políticas públicas
para garantir a igualdade de oportunidades educacionais, bem como o ingresso, a permanência e o
êxito de estudantes com necessidades educacionais específicas, incluindo o público-alvo da educação
especial: pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou
superdotação, considerando a legislação vigente (Constituição Federal/1988, artigos 205, 206 e 208;
Lei nº 9.394/1996 - LDB; Lei nº 13.146/2015 - LBI; Lei nº 12.764/2012 - Transtorno do Espectro
Autista; Decreto 3298/1999 – Política para Integração - Alterado pelo Decreto nº 5.296/2004 –
Atendimento Prioritário e Acessibilidade; Decreto n° 6.949/2009; Decreto nº 7.611/2011 – Educação

208
Especial; Lei 10.098/2000 – Acessibilidade, NBR ABNT 9050 de 2015; Portaria MEC nº
3.284/2003- Acessibilidade nos processos de reconhecimento de curso).

Nesse sentido, no Câmpus Campos do Jordão, pela atuação da equipe do Núcleo de Apoio às
Pessoas com necessidades específicas (NAPNE), em conjunto com equipe da Coordenadoria
Sociopedagógia (CSP) e com os docentes, buscar-se-á o desenvolvimento de ações inclusivas,
abrangendo:

● construção de currículos, objetivos, conteúdos e metodologias que sejam adequados às


condições de aprendizagem do estudante, inclusive o uso de tecnologias assistivas,
acessibilidade digital nos materiais disponibilizados no ambiente virtual de aprendizagem;
● possibilidade de aplicação de terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir
o nível exigido para a conclusão do ensino técnico integrado ao Ensino médio, em virtude de
suas deficiências, com base no Parecer CNE/CEB nº 002/2013, que trata de “consulta sobre a
possibilidade de aplicação de ‘terminalidade específica’ nos cursos técnicos integrados ao
ensino médio do Instituto Federal do Espírito Santo- IFES”;
● educação especial para o trabalho, visando à sua efetiva integração na vida em sociedade,
inclusive condições adequadas para os que não revelaram capacidade de inserção no trabalho
competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que
apresentam uma habilidade superior nas áreas artística, intelectual e psicomotora;
● acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o
respectivo nível de ensino.

O NAPNE é composto por equipe multiprofissional de ação interdisciplinar, formada por


assistente social, pedagogo, psicólogo, técnico em assuntos educacionais, docentes, técnicos
administrativos e outros atores da comunidade escolar. Suas ações visam assegurar o pleno
desenvolvimento do processo educativo nos câmpus, orientando, acompanhando, intervindo e
propondo ações que promovam a qualidade do processo de ensino e aprendizagem e a garantia da
inclusão dos estudantes no IFSP-CJO.

No câmpus Campos do Jordão, durante o ato da matrícula, no formulário específico, existe


um campo para que o discente assinale e especifique a existência de deficiências, transtornos e/ou
altas habilidades, sendo esse preenchimento de caráter opcional. A partir dessa autodeclaração, o

209
estudante é chamado pelo NAPNE para uma entrevista; se o estudante for menor de idade os
responsáveis são convocados a comparecerem também. O registro da entrevista é realizado em
formulário próprio, anexo III da Instrução Normativa PRE/IFSP nº 01, de 20 de março de 2017, e
arquivado pelo NAPNE. O objetivo da entrevista é conhecer as necessidades educacionais específicas
do discente para oferecer-lhe o atendimento adequado. Após esse primeiro contato, a coordenação de
curso é informada das necessidades do discente e reuniões podem ser convocadas para apoio aos
docentes e acompanhamento das metodologias utilizadas. O discente será acompanhado ao longo de
todo percurso acadêmico e haverá intervenções e ajustes nos procedimentos sempre que necessário.

Para a formação e a capacitação dos profissionais responsáveis pelo atendimento a estudantes


com necessidades educacionais específicas, é incentivada a participação dos servidores em eventos
internos e externos e o desenvolvimento de pesquisas científicas para contribuir com as ações
inclusivas.

20 EQUIPE DE TRABALHO

20.1 Docentes

NÚCLEO ESTRUTURANTE COMUM

NOME DO DOCENTE: ALINE DE VASCONCELOS SILVA


Graduação em Ciências Sociais; Mestre em
TITULAÇÃO:
História Social
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Sociologia
CURSO:

NOME DO DOCENTE: ANA PAULA ANDREO URBANO


Bacharel em Química tecnológica e licenciatura
TITULAÇÃO: em química / Mestrado em Engenharia Civil (Área
de concentração: saneamento e ambiente)
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Química
CURSO:

210
CHRISTIAN FERNANDO DOS SANTOS
NOME DO DOCENTE:
MOURA
TITULAÇÃO: Graduação em História e Doutorado em Artes

REGIME DE TRABALHO: RDE


ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO História
CURSO:

NOME DO DOCENTE: DANIELLA ZANELLATO


Graduação em Artes Visuais e Mestrado em
TITULAÇÃO:
Educação
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Arte
CURSO:

NOME DO DOCENTE: FERNANDA APARECIDA DOS SANTOS

TITULAÇÃO: Graduação em Licenciatura em Matemática

REGIME DE TRABALHO: 40 horas


ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Matemática
CURSO:

FERNANDA MARIA MACAHIBA


NOME DO DOCENTE:
MASSAGARDI
Graduação em Educação Artística e Doutorado
TITULAÇÃO:
em Educação
REGIME DE TRABALHO: 40 horas
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Arte
CURSO:

NOME DO DOCENTE: LAURA BEATRIZ FALEIRO DINIZ


Graduação em Educação Física e Mestrado em
TITULAÇÃO:
Ciências do Esporte
REGIME DE TRABALHO: 40 horas
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Educação Física
CURSO:

211
NOME DO DOCENTE: LEANDRO MARCOS TESSARI
Graduação em Geografia e Doutorado em
TITULAÇÃO:
Geografia (Organização do Espaço)
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Geografia
CURSO:

NOME DO DOCENTE: LEANDRO PASCHOALOTTO


Graduação em Tecnologia em Mecânica de
Precisão, Graduação em Física e Mestrado
TITULAÇÃO:
profissional em Automação e Controle de
Processos
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Física
CURSO:

NOME DO DOCENTE: MAIRA NOGUEIRA DE ALMEIDA


Graduação em Ciências Biológicas e Mestrado em
TITULAÇÃO:
Biologia Vegetal
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Biologia
CURSO:

NOME DO DOCENTE: MARLON DA SILVA


Graduação em Matemática e Doutorado em
TITULAÇÃO:
Computação Aplicada
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Matemática
CURSO:

NOME DO DOCENTE: ROBERTA BARROS DA FONSECA


Graduação em Letras (Língua Inglesa e Literatura
TITULAÇÃO: Correspondente) e Mestrado em Interdisciplinar
de Lingüística Aplicada
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Inglês
CURSO:
212
ROBSON BATISTA DOS SANTOS
NOME DO DOCENTE:
HASMANN
Graduação em Letras Português / Espanhol e
TITULAÇÃO: Doutorado em Letras (Língua Espanhola e Lit.
Espanhola e Hispano-Americ.)
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Língua Portuguesa e Literatura / Espanhol
CURSO:

NOME DO DOCENTE: RODRIGO AUGUSTO ROSA


Graduação em Filosofia, Mestrado em Filosofia e
TITULAÇÃO:
Doutorado em Filosofia
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Filosofia
CURSO:

NOME DO DOCENTE: VALMIR LUIS SALDANHA DA SILVA


Graduação em Letras - Italiano e Mestrado em
TITULAÇÃO:
Estudos Literários
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Língua Portuguesa e Literatura
CURSO:

VIVIANE DINÊS DE OLIVEIRA RIBEIRO


NOME DO DOCENTE:
BARTHO
Graduação em Letras (Português/ Inglês);
TITULAÇÃO: Mestrado em Linguística Aplicada; Doutorado
em Letras
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Língua Portuguesa e Literatura
CURSO:

PARTE DIVERSIFICADA OPTATIVA

NOME DO DOCENTE: DANIELLA ZANELLATO


Graduação em Artes Visuais e Mestrado em
TITULAÇÃO:
Educação
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Arte
CURSO:
213
FERNANDA MARIA MACAHIBA
NOME DO DOCENTE:
MASSAGARDI
Graduação em Educação Artística e Doutorado
TITULAÇÃO:
em Educação
REGIME DE TRABALHO: 40 horas
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Arte
CURSO:

JEAN RODRIGO JACINTO CONCEIÇÃO


NOME DO DOCENTE:
FIGUEIREDO
Licenciatura em Letras, habilitação em Língua
TITULAÇÃO:
Brasileira de Sinais e Especialização em Libras
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Letras: Português / LIBRAS
CURSO:

ROBSON BATISTA DOS SANTOS


NOME DO DOCENTE:
HASMANN
Graduação em Letras Português / Espanhol e
TITULAÇÃO: Doutorado em Letras (Língua Espanhola e Lit.
Espanhola e Hispano-Americ.)
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Língua Portuguesa e Literatura / Espanhol
CURSO:

NÚCLEO ESTRUTURANTE TECNOLÓGICO

NOME DO DOCENTE: ALISSON RIBEIRO


Graduação em Análise e Desenvolvimento de
TITULAÇÃO: Sistemas e Mestrado profissional em Gestão e
Desenvolvimento Regional
REGIME DE TRABALHO RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO Fundamentos de Informática e Aplicativos;
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Programação I. Programação II; Programação III;
CURSO: Análise e Projeto de Sistemas.

214
NOME DO DOCENTE: AVELINO NATAL BAZANELA JUNIOR
Graduação em Computação - Ênfase em
TITULAÇÃO: Sistemas de Informação e Mestrado em
Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO Redes de Computadores; Redes e
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Administrações de Sistemas; Análise e Projeto de
CURSO: Sistemas

NOME DO DOCENTE: ELTON OLIVEIRA FERREIRA


Graduação em Sistemas de Informação e
TITULAÇÃO:
Mestrado em Ciências
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
Fundamentos de Informática e Aplicativos;
EM QUE PODERÁ ATUAR NO
Análise e Projeto de Sistemas; Banco de Dados.
CURSO:

NOME DO DOCENTE: FABIO LUIZ VIANA


Graduação em Ciências de Computação e
TITULAÇÃO:
Mestrado em Engenharia Elétrica
REGIME DE TRABALHO: RDE
Fundamentos da Informática e Aplicativos;
ÁREAS DE CONHECIMENTO
Análise e Projeto de Sistemas; Organização de
EM QUE PODERÁ ATUAR NO
Computadores e Sistemas Operacionais;
CURSO:
Gerenciamento e Segurança de Dados.

NOME DO DOCENTE: FLAVIO LUIZ DOS SANTOS DE SOUZA


Graduação em Engenharia de Computação e
TITULAÇÃO: Mestrado em Ciências da Computação e
Matemática Computacional
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
Programação I; Programação II; Programação III;
EM QUE PODERÁ ATUAR NO
Gerenciamento e Segurança de Dados.
CURSO:

NOME DO DOCENTE: HEDER DORNELES SOARES


Graduação em Ciência da Computação e
TITULAÇÃO:
Mestrado em Computação
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO Redes de Computadores; Redes e Administrações
EM QUE PODERÁ ATUAR NO de Sistemas; Organização de Computadores e
CURSO: Sistemas Operacionais.

215
NOME DO DOCENTE: HELTON HUGO DE CARVALHO JUNIOR
Graduação em Engenharia da Computação e
TITULAÇÃO:
Doutorado em Engenharia Elétrica
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO Programação I; Programação II; Programação III;
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Organização de Computadores e Sistemas
CURSO: Operacionais.

NOME DO DOCENTE: JOÃO CARLOS CORREIA


Graduado em Administração de Empresas.
TITULAÇÃO: Especialização em Gestão Estratégica. Mestrando
em Segurança, Saúde e Ambiente.
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
EM QUE PODERÁ ATUAR NO Gestão e Administração; Empreendedorismo.
CURSO:

NOME DO DOCENTE: JOAO EVANGELISTA NETTO


Graduação em Computação Científica e
TITULAÇÃO: Doutorado em Engenharia Eletrônica e
Computação
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO Redes de Computadores; Redes e Administrações
EM QUE PODERÁ ATUAR NO de Sistemas; Gerenciamento e Segurança de
CURSO: Dados.

JOSE AUGUSTO NAVARRO GARCIA


NOME DO DOCENTE:
MANZANO
Graduação em Ciências Econômicas e Mestrado
TITULAÇÃO:
em Administração de Empresas
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
Fundamentos da Informática e Aplicativos;
EM QUE PODERÁ ATUAR NO
Programação I; Programação II.
CURSO:

NOME DO DOCENTE: MARQUES MOREIRA DE SOUSA


Graduação em Sistemas de Informação e
TITULAÇÃO:
Doutorado em Computação
REGIME DE TRABALHO: RDE
Fundamentos da Informática e Aplicativos;
ÁREAS DE CONHECIMENTO
Programação I; Programação II; Programação III;
EM QUE PODERÁ ATUAR NO
Organização de Computadores e Sistemas
CURSO:
Operacionais.

216
NOME DO DOCENTE: PAULO GIOVANI DE FARIA ZEFERINO
Graduação em Computação Científica e Mestrado
TITULAÇÃO:
em Computação Aplicada
REGIME DE TRABALHO: RDE
ÁREAS DE CONHECIMENTO
Programação I; Programação II; Programação III;
EM QUE PODERÁ ATUAR NO
Banco de Dados.
CURSO:

20.2 Corpo Técnico-Administrativo / Pedagógico

Cargos Função (quando houver) Quantidade

Administrador - 01

Coordenador de Apoio ao
Assistente de Aluno 01
Ensino

Coordenador de
Assistente de Aluno 01
Licitações e Contratos

Assistente de Aluno - 01

Assistente em Administração Diretor Adjunto de Ensino 01

Assistente em Administração Coordenador de Extensão 01

Coordenador de Apoio à
Assistente em Administração 01
Direção

Coordenador de
Assistente em Administração Manutenção, Almoxarifado 01
e Patrimônio

Diretor Adjunto de
Assistente em Administração 01
Administração

Assistente em Administração - 08

Assistente Social - 01

Auxiliar em Administração - 02

Auxiliar em Assuntos Coordenador de Registros


01
Educacionais Acadêmicos

217
Auxiliar em Assuntos
- 01
Educacionais

Bibliotecário-Documentalista Coordenadora de Biblioteca 01

Bibliotecário-Documentalista - 01

Contador - 01

Engenheiro - 01

Coordenadora
Pedagoga 01
SocioPedagógico

Pedagoga - 01

Psicologo-Área - 01

Técnico de Laboratório Área - 05

Técnico de Tecnologia da Coordenador de Tecnologia


01
Informação da Informação

Técnico de Tecnologia da
Informação - 01

Técnico em Assuntos
Coordenadora de Pesquisa 01
Educacionais

Técnico em Assuntos
- 04
Educacionais

Técnico em Contabilidade Coordenadora de Finanças 01

Tradutor Intérprete de
- 02
Linguagem Sinais

21 BIBLIOTECA

A Biblioteca do IFSP – Câmpus Campos do Jordão, denominada Biblioteca Pedro Paulo


Filho, tem o objetivo de fornecer suporte ao desenvolvimento dos cursos e estimular, por meio de
seus serviços e recursos informacionais, as atividades de ensino, pesquisa e extensão realizadas pelo

218
câmpus. A biblioteca é gerenciada pelo Sistema Pergamum e integra a Rede de Bibliotecas do
Instituto Federal de São Paulo.

O acervo está informatizado e compõe-se de livros, periódicos eletrônicos, materiais


multimídias e monografias acadêmicas. O Sistema Pergamum é utilizado para gerir as atividades da
biblioteca e permitir o acesso remoto ao catálogo; o que pode ser feito através do SUAP
<[Link] pelo site do IFSP-CJO
<[Link] ou através do link <[Link]

A biblioteca pode ser utilizada por discentes, servidores (docentes e técnicos administrativos)
e pela comunidade externa. No entanto, o serviço de empréstimo domiciliar está disponível somente
aos alunos, regularmente matriculados, e aos servidores, mediante inscrição prévia. O atendimento
ao público é de segunda a sexta-feira, das 9 às 23 horas e, em período de férias escolares, das 8 às 17
horas.

Um dos principais serviços oferecidos pela biblioteca é o acesso exclusivo a periódicos


eletrônicos, gratuitos ou pagos, disponibilizados às Instituições Federais de Ensino, por meio de
contrato, como o Portal de Periódicos Capes (periódicos científicos eletrônicos, patentes e livros), a
Biblioteca Virtual da Pearson (livros digitais de áreas diversas) e a base Target GEDWeb (específica
para acesso às normas da ABNT). Essas bases podem ser acessadas através do Pergamum.

A Capes disponibiliza um acervo de mais de 37 mil títulos com texto completo, 130 bases
referenciais, 12 bases dedicadas exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de
referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual.

Os bibliotecários orientam a comunidade interna sobre a aplicação das normas técnicas e a


padronização de trabalhos acadêmicos.

Destacam-se também outros serviços e atividades oferecidos:

● Acesso à internet;
● Auxílio em pesquisas bibliográficas;
● Consulta local;
● Consultas no catálogo on-line;
● Divulgação de novas aquisições;
● Elaboração de fichas catalográficas;
● Empréstimo domiciliar de materiais bibliográficos para discentes e servidores, mediante
inscrição prévia;

219
● Orientação no uso de normas sobre documentação;
● Realização de eventos e atividades;
● Reserva de livros;
● Treinamento de usuário para acesso ao catálogo on-line e ao acervo.

Os servidores que atuam na da biblioteca estão apresentados no quadro a seguir:

Nome Cargo Formação

Kleber Soares Araújo Bibliotecário-Documentalista Superior

Vera Lucia Villas Boas Bibliotecária-Documentalista Superior

José Paulo de Almeida Assistente Administrativo Nível médio

Paulo Sergio Fernandes Junior Assistente Administrativo Superior incompleto

Acervo da biblioteca:

Quantidade por área do conhecimento


Tipo de recurso Ciências Ciências Ciências TOTAL
Exatas Biológicas Humanas

Livros 2644 160 3022 5826

Revistas científicas impressas 0 0 0 0

Bases de dados eletrônicas 3 3 3 3

Jornais 0 0 0 0

Revistas científicas eletrônicas 290 290 290 290

DVDs 1 0 2 3

CD-Rom 90 0 0 90

220
22 INFRAESTRUTURA

22.1 Infraestrutura Física

Quantidade Quantidade prevista Área


Local
Atual até ano: - (m²)

Biblioteca 1 - 101,75

Instalações Administrativas 34 - 855,16

Laboratórios 15 - 816,23

Salas de aula 12 - 472,64

Salas de Coordenação 4 - 48,87

Salas de Docentes 1 - 45

Banheiros 3 - 44

Área de vivência 4 - 436,49

22.2 Acessibilidade

A Resolução nº 872, de 04 de junho de 2013, que aprova as alterações do Estatuto do Instituto


Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, no artigo 4º, inciso IV, estabelece que o
IFSP, em sua atuação, observa, entre outros princípios norteadores, a inclusão de pessoas com
necessidades educacionais especiais e deficiências específicas.

A Resolução nº 871, de 04 de junho de 2013, que aprova o Regimento Geral do Instituto


Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, alterado pela Resolução nº 7, de 4 de
fevereiro de 2014, no artigo 55, inciso I, estabelece que compete à Diretoria de Projetos Especiais
propor, acompanhar e supervisionar programas e projetos especiais criados pelo IFSP com base nas
políticas da Reitoria ou do Ministério da Educação, e ainda, no inciso II do mesmo artigo, propor e
implantar as políticas de inclusão e permanência no IFSP. O Núcleo de Apoio às Pessoas com

221
Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE) possui regulamento próprio no âmbito do IFSP, a
saber, a Resolução nº 137, de 4 de novembro de 2014.

O câmpus Campos do Jordão conta com ação conjunta de equipe multidisciplinar de enfoque
psicopedagógico e social para proporcionar melhores condições de aprendizagem e inclusão. Por
meio dos esclarecimentos e orientação dessa equipe multidisciplinar, os professores têm mais
segurança para prestar o atendimento pedagógico aos estudantes com necessidades educacionais
específicas.

Também estão disponíveis softwares especiais de acessibilidade, com recursos e programas


que possibilitam a interação dos alunos com o computador. O Windows 7 e 10 oferece alguns recursos
como: lupa, teclado virtual, narrador, configuração de alto contraste e outras opções que se ajustam
às reais necessidades e potencialidades do usuário deficiente. Nessa direção, pode-se dizer que os
recursos de acessibilidade do próprio sistema Windows oferecem um ambiente significativo de
aprendizagem, porque suas interfaces se voltam para a construção da aprendizagem dos alunos com
base em suas necessidades e potencialidades.

O projeto inicial da construção do prédio do câmpus previu a acessibilidade e instalações


adequadas. A construção do prédio foi entregue em 2009 e, em 2010, foram executadas algumas
obras de melhorias nas instalações. As condições de acessibilidade das instalações do câmpus, em
conformidade com as especificações e critérios da NBR ABNT 9050 para atendimento do Decreto nº
5.296, de 02 de dezembro de 2004, atualmente são:

● Acesso à entrada dos alunos;


● Corredores que permitem manobras;
● Rampas acessíveis com corrimão em única altura;
● Rotas acessíveis aos ambientes pedagógicos;
● Sanitários adaptados à acessibilidade com identificação em símbolos pictográficos;
● Vaga demarcada para estacionamento de deficiente.

O câmpus conta com dois tradutores e intérpretes de Libras a fim de garantir pleno acesso,
participação e aprendizagem dos estudantes com deficiência auditiva.

22.3 Laboratórios de Informática

222
EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 01

Equipamento Especificação Quantidade

Lenovo ThinkCentre M90p - Processador


intel core i5 650 - Memoria ddr3 4Gb - Ssd 30
Kingston 240Gb (windows 7)

Itautec Infoway ST-4272 - Proessador intel


Computadores core i5 2320 - Memoria ddr3 4Gb - Ssd 10
Kingston 240Gb (windows 7)

Lenovo B40 - Processador intel core i7


4510u - Memoria 8Gb ddr3 - Hd 1Tb 01
(windows 10) notebook

Switch switch 48 portas 01

Projetor multimídia marca Epson


Powerlite1716, Luminosidade de 2700
Lumens, sistema de cores NTSC3.58, PAL,
Projetor 01
SECAM, NTSC4.43, PAL-M, PAL-N,
PAL60.

Lousa ou Quadro
Lousa ou Quadro Branco. 01
Branco

EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 02

Equipamento Especificação Quantidade

Dell optiplex 7050 - Processador intel corei5


7500 - Memoria ddr4 8Gb - Hd 1Tb 20
(windows 10)
Computadores
Lenovo B40 - Processador intel core i7
4510u - Memoria 8Gb ddr3 - Hd 1Tb 01
(windows 10) notebook

223
Switch switch 48 portas 01

Projetor multimídia marca Epson 01


Projetor

Lousa ou Quadro
Lousa ou Quadro Branco. 01
Branco

EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 03

Equipamento Especificação Quantidade

Dell optiplex 7050 - Processador intel corei5


7500 - Memoria ddr4 8Gb - Hd 500Gb 20
(windows 10)
Computadores
Lenovo B40 - Processador intel core i7
4510u - Memoria 8Gb ddr3 - Hd 1Tb 01
(windows 10) notebook

Switch switch 48 portas 01

Lousa ou Quadro
Lousa ou Quadro Branco. 01
Branco

EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA/MATEMÁTICA 04

Equipamento Especificação Quantidade

Lenovo Thinkpad e480 - Processador intel


Computadores core i7 8550u - Memoria 8Gb ddr4 - Hd 10
500Gb (windows 10) notebook

224
Lenovo B40 - Processador intel core i7
4510u - Memoria 8Gb ddr3 - Hd 1Tb 01
(windows 10) notebook

Switch switch 48 portas 01

Televisor LG 50" 01

Lousa ou Quadro
Lousa ou Quadro Branco. 01
Branco

EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DE


INFORMÁTICA/EDIFICAÇÕES
Equipamento
Especificação Quantidade

Dell optiplex 7050 - Processador intel corei5


7500 - Memoria ddr4 8Gb - Hd 500Gb 20
(windows 10)
Computadores
Lenovo B40 - Processador intel core i7
4510u - Memoria 8Gb ddr3 - Hd 1Tb 01
(windows 10) notebook

Switch switch 48 portas 01

Projetor Epson (wireless) 01

Lousa ou Quadro
Lousa ou Quadro Branco. 01
Branco

225
Conforme dados apresentados, o câmpus conta com laboratórios de informática, que podem
atender às demandas das disciplinas propedêuticas e específicas.

23 CERTIFICADOS E DIPLOMAS

No curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, fará jus ao Diploma de Técnico
em Informática o estudante que cumprir com êxito e integralmente os três anos do curso. O modelo
de diploma segue a legislação vigente e o modelo utilizado pelo Instituto Federal de São Paulo.

A Organização Didática do IFSP, em consonância ao Parecer CNE/CEB nº 13, de 9 de


novembro de 2011, prevê também a revalidação de diplomas estrangeiros, por meio de procedimentos
próprios do IFSP.

226
24 LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA

Legislação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo

● Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, que institui a Rede Federal de Educação


Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e
Tecnologia, e dá outras providências.

● A Resolução nº 871, de 04 de junho de 2013, que aprova o Regimento Geral do Instituto


Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, alterado pela Resolução nº 7, de 4
de fevereiro de 2014.

● Resolução nº 872, de 04 de junho de 2013, que aprova alterações no Estatuto do Instituto


Federal de Educação, Ciências e Tecnologia de São Paulo.
● Resolução nº 866, de 04 de junho de 2013, que aprova o Projeto Pedagógico Institucional do
IFSP.
● Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2019/2023 do IFSP.
● Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2019/2023 do IFSP-CJO.
227
● Resolução nº 62, de 07 de agosto de 2018, que aprova a Organização Didática da Educação
Básica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo.
● Nota Técnica nº 001/2014, que trata da recuperação contínua e recuperação paralela;
● Instrução Normativa nº 3, de 04 de maio de 2015, que dispõe sobre a Comissão para
Elaboração e Implementação de Projeto Pedagógico de cursos de Educação Básica do IFSP e
suas atividades.
● Balizadores para realização de Estágio Curricular Supervisionado, Projeto Integrador e
Trabalho de Conclusão de Curso na Educação Básica. Maio, 2015.
● Resolução nº 139, de 08 de dezembro de 2015, que aprova a regulamentação do Conselho de
Ensino (CONEN) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo.
● Resolução nº 163, de 28 de novembro de 2017, que aprova as Diretrizes para os Cursos
Técnicos de Nível Médio na forma integrada ao Ensino Médio do Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo.
● Memorando nº 34/2017- PRE/2017- Utilização da Nuvem IFSP para tramitação de Projetos
Pedagógicos de Curso.
● Portaria nº 3.067, de 22 de dezembro de 2010, que regula a oferta de cursos e palestras de
extensão;
● Portaria nº 3.314, de 1º de dezembro de 2011, que dispõe sobre as diretrizes relativas às
atividades de extensão no IFSP;
● Portaria nº 1204, de 11 de maio de 2011, que aprova o regulamento de estágio do IFSP.
● Portaria nº 2.095, de 2 de agosto de 2011, que regulamenta o processo de implantação, oferta
e supervisão de visitas técnicas no IFSP;
● Resolução nº 138/2014, de 04 de novembro de 2014, que aprova o Regulamento da
Coordenadoria Sociopedagógica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de
São Paulo.
● Resolução nº 137/2014, de 04 de novembro de 2014, que aprova o Regulamento do Núcleo
de Apoio às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE).
● Instrução Normativa PRE/IFSP Nº 001, de 20 de março de 2017, que estabelece orientações
para identificação e acompanhamento, pelo NAPNE, do estudante com necessidades
específicas
● Resolução nº 10, de 03 de março de 2020 que aprova a disposição sobre a tramitação das
propostas de Implantação, Atualização, Reformulação, Interrupção Temporária de Vagas e
Extinção de Cursos da Educação Básica e Superiores de Graduação, nas modalidades

228
presencial e a distância, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo.

Ações Inclusivas

● Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de


novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e nº 10.098,
de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção
da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá
outras providências.
● Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre a educação especial e o
atendimento educacional especializado e dá outras providências.

Ingresso nas instituições federais de ensino

● Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais
e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências.

Resoluções

● Resolução nº 3, de 21 de novembro de 2018, a qual define Diretrizes Curriculares Nacionais


para o Ensino Médio
● Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de janeiro de 2021, que define as Diretrizes Curriculares
Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica.

Pareceres

● Parecer CNE/CEB nº 13, de 9 de novembro de 2011, que trata da revalidação dos diplomas
de cursos técnicos e tecnológicos emitidos por instituições estrangeiras

Plano Nacional de Educação - PNE

● Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) e dá
outras providências.

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

● Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação


Nacional.

Educação Profissional Técnica de Nível Médio

● Decreto 5.154 de 23/07/2004, que regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº


9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional,
229
e dá outras providências.

Temas obrigatórios para a abordagem transversal ou interdisciplinar no currículo:

História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena

● Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008, altera Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996,


modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da
temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.
● Resolução nº 1, de 17 de junho de 2004, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira
e Africana.

Educação Ambiental

● Lei nº 9.795 de 27 de abril de 1999, que dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política
Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências.
● Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação Ambiental.
● Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002, que regulamenta a Lei nº 9.795, de 27 de abril de
1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.

Educação em Direitos Humanos

● Decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009, que institui o Programa Nacional de Direitos


Humanos.
● Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, que estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Educação em Direitos Humanos.
● Parecer CNE/CP N° 8, de 06 de março de 2012. Diretrizes Nacionais para a Educação em
Direitos Humanos.
● Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos 2018.

Educação alimentar e nutricional

● Lei nº 11.947/2009, que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar e do Programa


Dinheiro Direto na Escola aos alunos da educação básica; altera as Leis nº 10.880, de 9 de
junho de 2004, nº 11.273, de 6 de fevereiro de 2006, e nº 11.507, de 20 de julho de
2007; revoga dispositivos da Medida Provisória no 2.178–36, de 24 de agosto de 2001,
e a Lei no 8.913, de 12 de julho de 1994; e dá outras providências.
230
● Resolução/CD/FNDE nº 38, de 16 de julho de 2009, que dispõe sobre o atendimento da
alimentação escolar aos alunos da educação básica no Programa Nacional de Alimentação
Escolar - PNAE.
● Lei nº 13.666, de 16 de maio de 2018, que inclui a educação alimentar e nutricional entre os
temas transversais.

Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso, de forma a eliminar o


preconceito e a produzir conhecimentos sobre a matéria.

● Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras
providências.

Educação para o trânsito

● Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro.

Combate à violência e promoção da cultura de paz

● Lei nº 13.663, de 14.5.2018, que inclui a promoção de medidas de conscientização, de


prevenção e de combate a todos os tipos de violência e a promoção da cultura de paz entre as
incumbências dos estabelecimentos de ensino.

Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

● Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril


de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098,
de 19 de dezembro de 2000: Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

Catálogo Nacional de Cursos Técnicos

● Resolução CNE/CEB nº 2, de 15 dezembro de 2020, que aprova a quarta edição do Catálogo


Nacional de Cursos Técnicos.

CFT/CRT

● Resolução CFT nº 56, de 22 de março de 2019, que altera a Resolução do CFT nº 34 de 25 de


outubro de 2018 e dá outras providências.
● Resolução nº 058, de 22 de março de 2019, que define as prerrogativas e atribuições dos
Técnicos Industriais com habilitações em Edificações, e dá outras providências.

Classificação Brasileira de Ocupações

● Portaria nº 397, de 09 de outubro de 2002, que aprova a Classificação Brasileira de Ocupações

231
(CBO/2002), para uso em todo território nacional e autoriza a sua publicação.

Estágio Curricular Supervisionado

● Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a
redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei
nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis
nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e nº 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único
do art. 82 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6 da Medida Provisória nº
2.164-41, de 24 de agosto de 2001 e dá outras providências.
● Portaria nº 1204/IFSP, de 11 de maio de 2011, que aprova o Regulamento de Estágio do IFSP.
● Resolução CNE/CEB nº 2, de 4 de abril de 2005, que modifica a redação do § 3º do artigo 5º
da Resolução CNE/CEB nº 1/2004 até nova manifestação sobre estágio supervisionado pelo
Conselho Nacional de Educação.
● Resolução CNE/CEB nº 1, de 21 de janeiro de 2004, que estabelece Diretrizes Nacionais para
a organização e a realização de Estágio de alunos da Educação Profissional e do Ensino
Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e de Educação de Jovens e Adultos.
Inclui texto Resolução CNE/CEB nº 2/2005.
● Resolução CNE/CEB nº 2, de 30 de janeiro de 2012, que define Diretrizes Curriculares
Nacionais para o Ensino Médio.
● Parecer CNB/CEB n° 35, de 05 de novembro de 2003, Normas para a organização e
realização de estágio de alunos do Ensino Médio e da Educação Profissional.

Exibição de filmes na Educação Básica

● Lei nº 13.006, de 26 de junho de 2014-acrescenta § 8º ao art. 26 da Lei nº 9.394, de 20 de


dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para obrigar a
exibição de filmes de produção nacional nas escolas de educação básica.

Ensino de Arte

● Lei nº 13.278, de 2 de maio de 2016, que altera o § 6o do art. 26 da Lei no 9.394, de 20 de


dezembro de 1996, que fixa as diretrizes e bases da educação nacional, referente ao ensino da
arte.

Educação Física

● Lei nº 10.793, de 1 de dezembro de 2003, que altera a redação do art. 26, que dispõe sobre a
Educação Física no projeto pedagógico da escola e altera a redação do art. 26, § 3 o, e do art.
232
92 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que "estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional”, e dá outras providências.

Espanhol

● Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017, que altera as Leis n º 9.394, de 20 de dezembro de


1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e 11.494, de 20 de junho
2007, que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de
Valorização dos Profissionais da Educação, a Consolidação das Leis do Trabalho - CLT,
aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e o Decreto-Lei nº 236, de 28 de
fevereiro de 1967; revoga a Lei nº 11.161, de 5 de agosto de 2005; e institui a Política de
Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral.

● Resolução IFSP nº 01/2015, de 01 de setembro de 2015, que aprova o Curso Técnico em


Informática Integrado ao Ensino Médio, do câmpus Campos do Jordão.

25 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Documento Base da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrada ao


Ensino Médio. SETEC/MEC, 2007. Disponível em:
<[Link] Acesso em abr. 2018.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Marco de referência de educação


alimentar e nutricional para as políticas públicas. Brasília: MDS; Secretaria Nacional de Segurança
Alimentar e Nutricional, 2012. Disponível em:
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