Índice
Introdução ......................................................................................................................... 2
Definição de HIV e Sida................................................................................................... 3
HIV e Sida nos jovens ...................................................................................................... 6
HIV e Sida nos jovens em Moçambique .......................................................................... 7
Causas da disseminação de HIV e Sida em Moçambique ................................................ 8
Formas Tratamento da HIV-SIDA: .................................................................................. 9
Prevenção contra o HIV-SIDA ....................................................................................... 11
Conclusão ....................................................................................................................... 12
Bibliografia ..................................................................................................................... 12
Introdução
A síndrome da imunodeficiência adquirida, ou SIDA (da sigla em inglês), é uma doença
causada pelo HIV (vírus da imunodeficiência adquirida), que ataca o sistema
imunológico e deixa o organismo vulnerável a doenças. Embora a infecção já tenha sido
encarada como sentença de morte, a evolução dos tratamentos deu à SIDA um status de
condição crónica como tal, exige muitos cuidados, mas não impede ninguém de ter uma
vida plena e longa. Cerca de 1,8 milhão de pessoas são infectadas a cada ano no mundo,
segundo estimativas da UnSIDA, o programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV e
SIDA.
Em 2017, quase 37 mil pessoas viviam com o vírus, e 940 mil morreram por causas
relacionadas à SIDA, sendo que a região mais afectada do globo é a África subsaariana.
Neste contexto, no presente trabalho iremos falar de HIV e Sida nos Jovens, onde
iremos falar de HIV e Sida nos Jovens em Moçambique, iremos falar também das
causas e formas de prevenção de HIV e Sida.
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Definição de HIV e Sida
As siglas SIDA representam Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.
Síndrome - refere-se ao grupo de sintomas que colectivamente caracterizam uma
doença. No caso da SIDA pode incluir o desenvolvimento de determinadas infecções e
tumores, tal como a diminuição de determinadas células do sistema imunitário (de
defesa).
Imunodeficiência - quer dizer que a doença é caracterizada pelo enfraquecimento do
sistema imunitário.
Adquirida - quer dizer que a doença não é hereditária e desenvolve-se após o
nascimento por contacto com um agente (no caso da SIDA, HIV)
Portanto, a SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é uma doença causada por
um vírus, o vírus da imunodeficiência humana (VIH, ou HIV na língua inglesa) que
ataca o sistema imunitário do nosso organismo, destruindo a nossa capacidade de defesa
em relação a muitas doenças.
O doente infectado pelo VIH fica progressivamente débil, frágil e pode contrair várias
doenças que o podem levar à morte. Estas doenças normalmente não atacam as pessoas
com um sistema imunitário que funcione bem, pelo que são designadas por “doenças
oportunistas”.
A síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA, ou em inglês SIDA), é uma doença
causada pela infecção do vírus HIV. Este vírus danifica as células de defesa do nosso
corpo, principalmente os linfócitos T CD4+, que são responsáveis pela identificação de
que há um agente invasor no corpo como bactérias, fungos e vírus.
A quantidade de linfócitos T CD4+ diminui gradualmente fazendo com que a pessoa
fique mais susceptível à diversos tipos de infecções e cânceres. Quando ocorre alguma
infecção grave que o corpo não consegue combater devido a essa diminuição de
imunidade (infecção oportunista), ou tipos específicos de câncer, dizemos que a pessoa
possui SIDA.
O tempo médio para possuir os sintomas graves da infecção pelo HIV (SIDA), caso a
pessoa não realize o tratamento, é de aproximadamente 10 anos. O diagnóstico é
realizado através de testes que detectam a presença ou ausência de anticorpos contra o
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HIV. Na maioria das vezes, esses testes fornecem resultados rápidos, essenciais para o
tratamento precoce.
Actualmente, não há cura para a infecção pelo HIV. No entanto, medicamentos
antirretrovirais eficazes podem controlar o vírus para que pessoas com a doença possam
ter uma vida saudável, longa e produtiva.
Evolução do HIV-SIDA
O HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) é o vírus que causa a SIDA (Síndrome
da Imunodeficiência Adquirida). A história da evolução do HIV-SIDA é complexa e
envolve uma série de eventos ao longo do tempo.
O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é o agente causador da síndrome da
imunodeficiência adquirida (SIDA). A evolução do HIV-SIDA é um tema complexo
e envolve várias fases desde a descoberta inicial do vírus até os avanços no
tratamento e na compreensão da doença.
Os primeiros casos de HIV/SIDA foram detectados na África e nos Estados Unidos
em 1977 e 1978 e a epidemia passou a adquirir importância no decurso do decênio
de 1980. A sua origem tem sido objecto de investigações e debate ao longo dos
anos, mas a história de evolução foi:
1. Descoberta do HIV (Década de 1980): O HIV foi identificado como o vírus
causador da SIDA em 1983 e 1984 por pesquisadores independentes, incluindo
Luc Montagnier na França e Robert Gallo nos Estados Unidos.
2. Identificação das Fases da Infecção (1980-1990): A infecção pelo HIV passa
por várias fases, incluindo a fase aguda, a fase crónica assintomática e a fase
sintomática avançada. Durante uma fase aguda, muitos pacientes
experimentaram sintomas semelhantes aos da gripe. A fase crónica assintomática
pode durar muitos anos, durante os quais o vírus continua a se replicar, mas os
sintomas não são evidentes. Eventualmente, sem tratamento, a infecção pode
progredir para a fase sintomática avançada, conhecida como SIDA .
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3. Desenvolvimento de Testes de Diagnóstico (Década de 1980 em diante): Ao
longo das décadas, foram desenvolvidos vários testes de diagnóstico para
detectar a presença do HIV no sangue. Isso permitiu uma triagem mais eficaz e a
identificação precoce da infecção.
4. Avanços no Tratamento (Década de 1990 em diante): A década de 1990
marcou o início do uso de terapias antirretrovirais (TAR), que são transferências
de medicamentos destinados a inibir a replicação do HIV. Essas terapias
ajudaram a controlar a replicação do vírus, retardando a progressão da infecção
para a SIDA e melhorando significativamente a qualidade de vida dos pacientes.
5. Descoberta de Medicamentos mais Eficazes (Anos 2000 em diante): Desde a
década de 1990, novos medicamentos antirretrovirais foram desenvolvidos,
fornecendo opções de tratamento mais eficazes, com menos efeitos colaterais.
Além disso, a terapia combinada tornou-se padrão para o tratamento do HIV.
6. Prevenção e Educação (Em curso): Além do tratamento, os esforços foram
dedicados à prevenção do HIV. Campanhas educacionais, distribuição de
preservativos, programas de troca de seringas para usuários de drogas injectáveis
e promoção do teste regular são estratégias essenciais na prevenção da
transmissão do HIV.
7. Pesquisa Contínua (Em curso): A pesquisa científica continua a ser
fundamental na compreensão do HIV e da SIDA. Os cientistas estão explorando
novas terapias, estratégias de prevenção, vacinas e abordagens para erradicar o
vírus.
Apesar dos avanços significativos, o HIV-SIDA continua sendo uma preocupação
global de saúde pública. O acesso universal ao tratamento, a promoção da educação
e prevenção, bem como a pesquisa contínua, são cruciais para lidar com esse desafio
complexo.
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HIV e Sida nos jovens
Desde a identificação dos primeiros casos de SIDA, a epidemia da infecção pelo HIV
continua desafiando a sociedade, o sistema de saúde e seus profissionais, tanto no
âmbito da prevenção como na assistência.
Mais da metade das novas infecções por HIV que ocorrem na actualidade afectam
jovens de 15 a 24 anos de idade. Entretanto, as necessidades dos milhões de jovens do
mundo continuam sistematicamente desatendidas quando se elaboram as estratégias
sobre HIV/Sida ou se estabelecem políticas.
Estima-se que 11,8 milhões de jovens de 15 a 24 anos vivem na actualidade com HIV/
Sida em todo o mundo. Cada dia, cerca de 6 mil jovens dessa faixa etária se infectam
com o HIV. No entanto, somente uma parte deles sabe que está infectada.
Estima-se que, a cada ano, um contingente de 4 milhões de jovens tornam-se activos
sexualmente. O início precoce da vida sexual pode ser considerado um agravante para o
comportamento de risco frente ao HIV/ Sida.
O número elevado de ocorrências de gravidez na adolescência em jovens entre 10 e 19
anos, somado ao aumento da ocorrência de doenças sexualmente transmissíveis e à
intensificação do consumo de drogas, ajuda-nos a entender melhor porque os jovens
brasileiros são, cada vez em maior número, vulneráveis à infecção pelo HIV/Sida.
Outro dado não menos preocupante é a crescente incidência da Sida em relação à faixa
etária de 13 a 19 anos em adolescentes do sexo feminino, o que pode provocar uma
regressão na luta contra a epidemia, principalmente pelo perigo de um aumento da
transmissão vertical do vírus (de mãe para filho, durante a gestação, parto ou
amamentação).
Tal fato pode ser explicado pelo início precoce da actividade sexual em relação aos
adolescentes do sexo masculino, normalmente com homens com maior experiência
sexual e mais expostos aos riscos de contaminação por DST e pela Sida.
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HIV e Sida nos jovens em Moçambique
O Inquérito Nacional de Prevalência, Riscos Comportamentais e Informação sobre HIV
e SIDA em Moçambique (INSIDA) incluiu testagem para HIV de 3,400 mulheres e
homens jovens de 15- 24 anos. Os jovens são o principal grupo alvo das intervenções
para mudança de comportamento para a redução da transmissão de HIV, dado que os
hábitos e crenças formados durante a adolescência muitas vezes continuam muitos anos
depois desta idade.
No geral, 11.1% das mulheres e 3.7% dos homens de 15-24 anos têm infecção por HIV.
A prevalência é mais elevada entre as mulheres que entre os homens jovens em todas as
idades. Prevalência para ambos (mulheres e homens) geralmente aumenta com a idade.
A prevalência de HIV é mais alta entre mulheres que entre homens em ambas as áreas
(urbana e rural). A prevalência mais alta é encontrada nas áreas urbanas (10.1%),
comparado com as áreas rurais (6.4%).
A prevalência de HIV varia de um mínimo de 2.9% na província de Niassa para um
máximo de 13.1% em Sofala, quase três quartos de mulheres e homens de 15-24 anos
sabem que HIV pode ser prevenido usando preservativo ou limitando relações sexuais a
um único parceiro não infectado e cerca de 64% conhecem os dois métodos de
prevenção. Não há diferença entre mulheres e homens no conhecimento de métodos de
prevenção.
No geral, um quarto de jovens de 15-24 anos têm relações sexuais antes de 15 anos de
idade. Mulheres com nível secundário e superior são menos prováveis de terem relações
sexuais antes de 15 anos. Não há diferença na idade da primeira relação sexual entre
homens por nível de escolaridade.
No geral, 62% das mulheres e 74% dos homens de 15-24 anos conhecem uma fonte de
obtenção de preservativo. O conhecimento aumenta com o nível de escolaridade em
ambos os sexos.
Mais de metade de jovens de 15-24 anos que nunca casaram tiveram relações sexuais
nos 12 meses anteriores ao inquérito. Contudo, menos que metade usaram preservativo
na última relação sexual.
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No geral, 23% das mulheres e 10% dos homens de 15-24 anos que tiveram relações
sexuais, fizeram teste de HIV e receberam o resultado nos 12 meses anteriores ao
inquérito. Mulheres são mais prováveis de fazer o teste de HIV que os homens. Para
ambos os sexos a proporção de indivíduos testados aumenta com a idade.
Causas da disseminação de HIV e Sida em Moçambique
Falta de prevenção, violência sexual, abandono do tratamento e suposta vulnerabilidade
dos jovens são apontadas como as principais causas do elevado número de infecções por
HIV-SIDA nesta faixa etária, em Moçambique.
Um grande número de adolescentes exploradas sexualmente foram vítimas de abuso
sexual, na maioria das vezes praticados por parente próximo. A Rede Feminista de
Saúde identificou que 48% dos atendimentos nos serviços de abortos previstos por lei,
são de jovens entre 10 e 19 anos Nos últimos anos, vem se observando um progressivo
avanço do diagnóstico e assistência em HIV/Sida, aumentando a qualidade de vida e a
sobrevida das pessoas.
À medida que os tratamentos vão consolidando sua eficácia, manter condutas saudáveis
pode ser mais difícil, mostrando que o acesso universal à assistência e tratamento não
são sinónimos de qualidade de assistência.
Todas estas incertezas de riscos e benefícios fazem emergir novos problemas, tanto do
ponto de vista médico e psicológico quanto social, mostrando que as pessoas infectadas
pelo HIV necessitam muito mais do que indicação adequada de regimes terapêuticos e
acesso a exames laboratoriais.
Os profissionais de saúde devem realizar esforços para melhorar a acessibilidade e
abordagem das necessidades tanto das pessoas que estejam em risco de infectar-se,
quanto das que já estão infectadas.
Alguns percebem a prevenção da infecção pelo HIV apenas como uma questão
individual, resumindo-a ao uso do preservativo e ao autocuidado. A maior parte dos
interlocutores aponta estratégias educativas como as mais relevantes para a prevenção,
mas utilizadas de forma permanente e não pontual.
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Processo de evolução do HIV- SIDA no corpo humano
O processo de evolução do HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) para a SIDA
(Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) no corpo humano envolve várias fases e
eventos críticos. Vamos explorar as etapas desse processo, desde a contaminação até o
desenvolvimento da doença:
a) Contaminação e Entrada no Organismo:
O HIV é transmitido principalmente por meio de fluidos corporais, como sangue,
sémen, secreções vaginais e leite materno. A principal rota de transmissão é por meio de
relações sexuais desprotegidas, compartilhamento de agulhas contaminadas e de mãe
para filho durante o parto ou amamentação.
b) Fase Aguda da Infecção:
Após a contaminação, ocorre a fase aguda da infecção por HIV. O vírus se réplica
rapidamente e invade as células do sistema imunológico, especialmente os linfócitos
CD4. Durante essa fase, os sintomas iniciais podem se assemelhar aos da gripe, como
febre, fadiga, dor de cabeça e gânglios linfáticos inchados.
c) Disseminação e Infecção Latente:
O HIV se dissemina pelo corpo, replicando-se em grandes quantidades. O sistema
imunológico responde, mas o vírus pode se esconder dentro de células CD4,
estabelecendo uma infecção latente. Nesta fase, os sintomas podem diminuir, e a pessoa
pode entrar em um período assintomático que pode durar anos.
d) Fase Sintomática:
Algumas pessoas podem experimentar sintomas persistentes, enquanto outras
permanecem assintomáticas. Sintomas como fadiga persistente, perda de peso não
explicada e infecções recorrentes podem ocorrer, indicando uma progressão da infecção
por HIV.
e) Declínio da Contagem de CD4:
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Com o tempo, o HIV continua a atacar e destruir os linfócitos CD4, reduzindo a
capacidade do sistema imunológico de combater infecções. A contagem de CD4 começa
a diminuir, indicando uma progressão da infecção.
f) Início da Terapia Antirretroviral (TAR):
Quando a contagem de CD4 atinge um determinado limiar, ou quando surgem sintomas
significativos, é geralmente recomendado o início da Terapia Antirretroviral (TAR). A
TAR é um tratamento medicamentoso que visa suprimir a replicação do vírus, preservar
a função imunológica e prevenir a progressão para a SIDA .
g) SIDA:
A SIDA é diagnosticada quando a contagem de CD4 cai abaixo de 200 células/mm³ ou
quando ocorrem doenças relacionadas à SIDA(DRAs), indicando um sistema
imunológico gravemente comprometido. Nesta fase avançada, o corpo torna-se
susceptível a infecções oportunistas graves e condições médicas potencialmente fatais.
É importante notar que, com o tratamento adequado, a TAR pode retardar
significativamente a progressão do HIV para a SIDA , permitindo que muitas pessoas
vivam uma vida saudável e produtiva. A prevenção, o diagnóstico precoce e o acesso ao
tratamento são fundamentais para gerenciar eficazmente a infecção por HIV e prevenir a
evolução para a SIDA .
Formas Tratamento da HIV-SIDA
Existem dois tipos de medicamentos, chamados de anti-retrovirais, utilizados no
tratamento, os inibidores da transcriptase reversa que atuam inibindo a replicação do
HIV, bloqueando a acção da enzima transcriptase reversa, a qual converte o RNA viral
em DNA, e os inibidores da protéase inibem a acção da enzima protéase, a qual atua na
clivagem das cadeias proteicas, produzidas pela célula infectada, em proteínas virais
estruturais e enzimas que formarão cada partícula dos novos vírus. O tratamento
apresenta melhores resultados quando utilizados dois ou mais medicamentos de uma
mesma classe farmacológica, o que se denomina terapia combinada.
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Prevenção contra o HIV-SIDA
Para prevenir-se contra o contágio pelo vírus HIV, deve-se tomar algumas precauções,
como:
Uso de preservativos, masculino ou feminino, em todas as relações sexuais;
Uso de seringas e agulhas descartáveis;
Não compartilhar materiais perfurocortantes;
Controle do sangue e derivados para uso em transfusões;
Adopção de cuidados na exposição a material biológico;
Realização de pré-natal adequado para prevenir a transmissão vertical.
o tratamento normalmente inclui terapia de reposição hormonal.
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Conclusão
Terminado o trabalho, concluiu – se que O doente infectado pelo VIH fica
progressivamente débil, frágil e pode contrair várias doenças que o podem levar à
morte. Estas doenças normalmente não atacam as pessoas com um sistema imunitário
que funcione bem, pelo que são designadas por “doenças oportunistas”.
Actualmente, não há cura para a infecção pelo HIV. No entanto, medicamentos
antirretrovirais eficazes podem controlar o vírus para
Desde a identificação dos primeiros casos de SIDA, a epidemia da infecção pelo HIV
continua desafiando a sociedade, o sistema de saúde e seus profissionais, tanto no
âmbito da prevenção como na assistência.
Mais da metade das novas infecções por HIV que ocorrem na actualidade afectam
jovens de 15 a 24 anos de idade. Entretanto, as necessidades dos milhões de jovens do
mundo continuam sistematicamente desatendidas quando se elaboram as estratégias
sobre HIV/Sida ou se estabelecem políticas.
O Inquérito Nacional de Prevalência, Riscos Comportamentais e Informação sobre HIV
e SIDA em Moçambique (INSIDA) incluiu testagem para HIV de 3,400 mulheres e
homens jovens de 15- 24 anos. Os jovens são o principal grupo alvo das intervenções
para mudança de comportamento para a redução da transmissão de HIV, dado que os
hábitos e crenças formados durante a adolescência muitas vezes continuam muitos anos
depois desta idade.
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