PROJUDI - Processo: 0007090-97.2022.8.16.0024 - Ref. mov. 1.
1 - Assinado digitalmente por Telma Cristina Antoniassi Paulista Nowacki
11/11/2022: JUNTADA DE PETIÇÃO DE INICIAL. Arq: Petição
Documento assinado digitalmente, conforme MP nº 2.200-2/2001, Lei nº 11.419/2006, resolução do Projudi, do TJPR/OE
RESPEITÁVEL JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DE ALMIRANTE TAMANDARÉ-
PR.
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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO.
CELIO ROBERTO WOTEKOSKI, brasileiro, separado, motorista,
portadora da Cédula de Identidade RG nº 6883310-8/SESP/PR, inscrito no
CPF/MF sob nº 029.176.179-85, residente e domiciliado na Rua Rua Aurélio
Todeschi 199, fone (41) 995767370, CEP 83504-520, Almirante Tamandaré/PR,
por intermédio de sua procuradora judicial (instrumento de mandato em anexo,
com escritório profissional estabelecido à Rua Antônio Batista de Siqueira, nº
307, sobreloja, sala 1, CEP 83501090, Almirante Tamandaré, Paraná, onde
recebe intimações e notificações, endereço eletrônico:
[email protected] vem respeitosamente à presença de Vossa
Excelência, com fulcro nos artigos 5º, X da Constituição Federal, 6º, VI, 14 do
Código de Defesa do Consumidor e 186, e 927, 932, III e 933 do Código Civil,
aforar
AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS
Em face de 1) CESAR MANFRON, brasileiro, casado, portador do
RG nº 33769776, inscrito no CPF/MF sob nº 450.443.179-34, residente e
domiciliado na Rua Barigui, 46, Vila Alto Pinheiros, Almirante Tamandaré, PR,
CEP 83.503-010, Fones: (41) 36981382/99843-7750, 2) MANOEL MESSIAS
DE MIRANDA FREITAS; brasileiro, qualificação ignorada e inscrito no CPF/MF
sob nº 048.161.119-30, residente na Rua Anita Garibaldi, 1478, Butieirinho,
Itaperuçu, PR, CEP 83.560-000, 3) GILSON ROQUE STRESSER
qualificação ignorada e inscrito no CPF/MF sob 051.374.289-14, 4) BV
FINANCEIRA S/A CFI, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ/MF
sob nº 01.858.774/0001-10, situado na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171,
Torre A, 12⁰ andar, parte, Vila Gertrudes, São Paulo – SP, CEP 04794-000,
pelas razões de fato e direito que passa a expor.
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I-DOS FATOS
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O Promovente adquiriu em 18/11/2019, mediante contrato verbal, o
veículo automotor Marca/Modelo FORD/RANGER XLT, Ano/Modelo 2007/2008,
cor predominante Prata, placa MZD 2455, chassi 8AFER13P28JI43718, código
RENAVAM 00952018470, diretamente do Primeiro Promovido, CESAR
MANFRON.
O preço ajustado foi de R$ 44.000,00 (quarenta e quatro mil reais),
tendo sido dada uma entrada de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais), valor
que fora enviado à pessoa de Juliana Soares Fernandes, por solicitação do
Primeiro Promovido, mais 6 cheques de R$ 1.500,00 cada e R$ 10.000,00 que
deveriam ser pagos à pessoa do Segundo Promovido, MANOEL MESSIAS DE
MIRANDA FREITAS, em razão de uma dívida de CESAR MANFRON para com
este.
Por lealdade e boa fé processual, dos seis cheques entregues, três
não foram adimplidos.
A tradição do bem foi realizada e os valores contratualmente
pactuados foram todos pagos, exceto a ressalva supra, conforme declaração
exarada pelo próprio Promovente, em anexo.
Ocorre que o veículo estava em nome de GILSON ROQUE
STRESSER, Terceiro Promovido, e não lhe foi transferido em razão de constar
alienação fiduciária junto ao Quarto Promovido, BV Financeira S/A CFI.
Uma vez concretizado o negócio, o Promovente exerceu seus direitos
de proprietário do bem desde a tradição, 18/11/2019, até o dia 04/12/2021,
quando foi abordado por uma blitz e, em razão de que o veículo estava com
licenciamento e IPVA em atraso, o veículo foi recolhido ao pátio do Detran-PR.
O Promovente então, providenciou o pagamento de todas as
pendências que recaiam sobre o veículo (multas, IPVA e taxa de licenciamento)
e solicitou ao MANUEL MESSIAS DE MIRANDA FREITAS, Segundo Promovido e
que consta como contribuinte por conta de comunicado de venda do veículo
junto ao Detran.
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Ocorre que este Segundo Promovido, MANUEL MESSIAS DE
MIRANDA FREITAS, retirou o veículo do pátio do Detran, vez que detinha
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poderes a tanto. Todavia, em descumprimento de todo o pacto feito em
novembro/2019, reteve indevidamente o veículo a partir de sua liberação do
Detran, no dia 07/12/2021.
Inquirido a respeito, este Promovido (MANUEL MESSIAS DE
MIRANDA FREITAS) disse que iria reter o veículo como forma de pressão para
que o Primeiro Promovido, CESAR MANFRON, quitasse uma dívida que havia
entre eles, e que o Promovente nada teria a ver com este caso.
Ocorre que, desde então, em violação ao pactuado, o Promovente
está sem o seu veículo desde o dia 07/12/2021, não podendo responder por
eventuais e supostas dívidas de terceiros e que estes se utilizem de seu bem
para pressionar um ao outro.
Neste sentido, sendo a posse indevida da “res” recente (menos de
ano), pugna-se de Vossa Excelência digne-se determinar a busca e apreensão
do bem, para que o veículo FORD/RANGER XLT, Ano/Modelo 2007/2008, placa
MZD 2455, para que o mesmo torne às mãos de seu efetivo proprietário, o
Promovente, que lidimamente o adquiriu em novembro/2019.
Sucessivamente, caso não seja este o entendimento deste r. Juízo,
requer-se de Vossa Excelência digne-se condenar Primeiro e Segundo
Promovidos, CESAR MANFRON e MANOEL MESSIAS DE MIRANDA FREITAS a
solidariamente, ao pagamento de perdas e danos ao Promovente, abrangendo-
se o valor de R$ 44.000,00, abatidos os 3 cheques inadimplidos (3x R$
1.500,00), totalizando o valor original pago de R$ 39.500,00, que deverão ser
pagos com juros e correção monetária legais (Decreto 1544/95) desde a data
do pacto (18/11/2019) até o efetivo pagamento, sem prejuízo, em ambos os
pedidos (principal e sucessivo) da condenação de uma reparação
compensatória pelos danos morais sofridos, ante sentimento de impotência e
frustração por não ter o veículo em suas mãos, em equivalente a R$ 4.000,00.
V-DO DIREITO
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Conforme explicitado acima, ocorrera aquisição de veículo
automotor, de forma direta com o Senhor Cesar Manfron. Porém, verifica-se na
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CRVL que esse veículo se encontra com financiamento bancário/BV FINACEIRA
SA em nome do terceiro promovido Gilson Roque Stresser, restando acordando
entre as partes que a transferência formal da propriedade do bem seria feita ao
Promovente tão logo se desse quitação do débito.
Demonstra-se incontroverso que o Promovente detinha a posse do
veículo até o dia fatídico, a saber, 04/12/2021.
A querela se resume, então, à ilicitude e irregularidade na qual o
segundo promovido tomou o veículo do Promovente e se nega a entregar,
devido a negociou não resolvido com o primeiro promovido.
Ocorre que o promovido em descumprimento ao ajuste entabulado
entre as partes, ofendeu de forma concreta a dignidade da pessoa humana
atributos a personalidade.
Trata-se, a hipótese em tela, de evidente descumprimento de ajuste
entabulado entre as partes, o que ensejou a ocorrência de danos, não só
materiais (sob forma de lucros cessantes e de danos emergentes), as também
extrapatrimoniais, especialmente diante da concretização de ofensas aos
atributos incorpóreos de sua personalidade, por parte dos demandados.
Discorre, ademais, sobre a presença de abalo moral, pois a situação
vivenciada pelo Promovente, perante seus familiares e outros colegas teria
ultrapassado a esfera do mero dissabor.
5.1-DANO MATERIAL
Conforme comprovantes em anexo, o veículo fora vendido por Cesar
Manfron, no caso primeiro promovido, por R$ 44.000,00 diretamente ao
Promovente. O veículo objeto de contrato de compra e venda fora firmado
entre promovente e primeiro promovido em 18/11/2019.
A documentação acostada demonstra cabalmente que o veículo
I/FORD RANGER XLJ_13P, estava sob a posse do Promovente.
Há, assim, uma conduta por parte dos promovidos de extrema má
fé, o que inclusive configura enriquecimento ilícito de suas partes, já que
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retiraram por meios escusos o veículo da posse do Promovente, sem ressarci-lo
quanto aos valores já pagos.
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O dano material é evidente, vez que à caminhonete a fora atribuído
um valor de R$ 44.000,00.
5.2-DANO MORAL
O direito à indenização por dano moral ao cidadão está assegurado
na Constituição que preceitua:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de
qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos
estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito
à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade, nos termos seguintes:
(...)
X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e
a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização
pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
(...)
O Código Civil, dispondo sobre os atos ilícitos, a culpa, a
responsabilidade civil e o dever de indenizar, inclusive o dano moral, entre
outros dispositivos, prevê:
Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária,
negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a
outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato
ilícito.
Art. 187. Também comete ato ilícito o titular de um direito
que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites
impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou
pelos bons costumes.
Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187),
causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.
Parágrafo único. Haverá obrigação de reparar o dano,
independentemente de culpa, nos casos especificados em
lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo
Promovente do dano implicar, por sua natureza, risco para
os direitos de outrem.
Os fundamentos que especializam a reparação por dano moral são
mais complexos do que aqueles necessários à indenização por dano material ou
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à repetição em dobro que já tem caráter indenizatório, exemplar e inibitório da
conduta ilícita. A caracterização do dano moral tem por pressuposto conduta
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ilícita que ocasione dano interior que extrapole o mero dissabor, sentimento de
frustração que não é suficiente para desencadear o desequilíbrio psicológico da
pessoa normal e justificar reparação pecuniária. Afinal, é a educação, a
necessidade da convivência social e o dever recíproco de lealdade e boa-fé que
exige preparo do indivíduo para o enfrentamento de situações adversas do
cotidiano e que não justificam litigiosidade. É pertinente a lição de CAVALIERI
FILHO.
Nessa linha de princípio, só deve ser reputado como
dano moral a dor, vexame, sofrimento ou humilhação que,
fugindo à normalidade, interfira intensamente no comportamento
psicológico do indivíduo, causando-lhe aflições, angústia e
desequilíbrio em seu bem-estar. Mero dissabor, aborrecimento,
mágoa, irritação ou sensibilidade exacerbada estão fora da órbita
do dano moral, porquanto, além de fazerem parte da normalidade
do nosso dia a dia, no trabalho, no trânsito, entre os amigos e até
no ambiente familiar, tais situações não são intensas e
duradouras, a ponto de romper o equilíbrio psicológico do
indivíduo. Se assim não se entender, acabaremos por banalizar o
dano moral, ensejando ações judiciais em busca de indenizações
pelos mais triviais aborrecimentos.
(In Sérgio Cavalieri Filho, Programa de
Responsabilidade Civil, Ed. Malheiros, 2004, p. 98)
Relativamente ao quantum indenizatório a título de dano moral, a
questão é altamente subjetiva, haja vista a ausência de critérios legais rígidos
para o arbitramento do quantum. Nesse escopo, doutrina e jurisprudência têm
construído paradigmas materiais, pautados pelo equilíbrio. A paga deve
representar para a vítima uma satisfação, capaz de amenizar ou suavizar o mal
sofrido. E, de outro lado, de significar para o ofensor um efeito pedagógico, no
sentido de inibir reiteração de fatos similares no futuro.
Igualmente, na fixação do quantum, importante avaliar a natureza
da falta cometida, a eventual contribuição da vítima e a condição das partes. O
valor não pode ser excessivo, a ponto de ensejar o enriquecimento sem causa,
mas também inexpressivo, a tornar-se insignificante.
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No presente caso, embora não tenha havido qualquer espécie de
restrição ao crédito do promovido, evidente o transtorno enfrentado pelo
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Promovente, capaz de ensejar o dever de indenizar. Tanto que, para a
resolução do conflito de interesses, necessário foi o ajuizamento da presente
demanda.
Destarte, levando em consideração a extensão dos prejuízos
sofridos, que ultrapassam o mero aborrecimento, denota-se que houve lesão
aos direitos de personalidade da parte Promovente, razão pela qual se extrai o
direito ao dano moral indenizável, em valor sugerido de R$ 4.000,00.
VI- DO PEDIDO
Ex positis, requer o Promovente que, ao final, digne-se Vossa
Excelência de julgar procedente a presente ação, para o fim de:
6.1) determinar a busca e apreensão do bem, para que o veículo
FORD/RANGER XLT, Ano/Modelo 2007/2008, placa MZD 2455, para que o
mesmo torne às mãos de seu efetivo proprietário, o Promovente, que
lidimamente o adquiriu em novembro/2019;
6.1.1) Sucessivamente, caso não seja este o entendimento deste r.
Juízo, condenar Primeiro e Segundo Promovidos, CESAR MANFRON e MANOEL
MESSIAS DE MIRANDA FREITAS a solidariamente, ao pagamento de perdas e
danos ao Promovente, em valor original de R$ 39.500,00 deverão ser pagos
com juros e correção monetária legais (Decreto 1544/95) desde a data do
pacto (18/11/2019) até o efetivo pagamento, e
6.2) em ambos os pedidos (principal e sucessivo) da condenação de
uma reparação compensatória pelos danos morais sofridos, ante sentimento de
impotência e frustração por não ter o veículo em suas mãos, em equivalente a
R$ 4.000,00;
Nos termos do art. 98 do CPC, conceder ao Promovente as benesses
da Justiça Gratuita, ante hipossuficiência econômica e de conformidade com a
declaração em anexo;
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Pugna-se pela citação dos Promovidos para que, querendo,
apresentem a defesa que tiverem, bem como para se provar o alegado por
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todos os meios de prova em direito admitidos.
Dá-se à causa o valor de R$ 43.500,00 (quarenta e três mil e
quinhentos reais).
Termos em que,
Pede deferimento.
Almirante Tamandaré, 04 de novembro de 2022.
Telma Cristina Antonissi Paulista Nowacki
OAB/PR 46080