Índice
Introdução........................................................................................................................................2
Olfato...............................................................................................................................................3
Função do olfato..............................................................................................................................3
Órgãos do olfato..............................................................................................................................4
Doenças do olfato............................................................................................................................5
Anatomia do Nariz:..........................................................................................................................6
Estrutura do Nariz............................................................................................................................6
Vascularização do nariz.................................................................................................................10
Fisiologia do Nariz........................................................................................................................12
Auscultacao do nariz......................................................................................................................13
Conclusão......................................................................................................................................14
Referencias bibliograficas.............................................................................................................15
Introdução
O olfato e o nariz desempenham papéis essenciais na percepção sensorial humana e na interação
com o ambiente circundante. O olfato, um dos cinco sentidos fundamentais, é responsável pela
detecção e interpretação de uma ampla gama de odores, enquanto o nariz serve como o principal
órgão sensorial associado a esse sentido. Este trabalho acadêmico explora em detalhes a
anatomia e fisiologia do nariz, bem como o funcionamento do sentido do olfato, destacando sua
importância na experiência humana e em diversos contextos, desde a alimentação até a saúde
mental.
Olfato
O olfato é um dos cinco sentidos humanos. Ele é responsável pela detecção e interpretação de
odores no ambiente. Esse sistema sensorial está intimamente ligado ao paladar, influenciando a
percepção dos sabores. Além disso, desempenha um papel muito importante na detecção de
perigos, orientação no ambiente e interação social. A presença de distúrbios no olfato, devido a
condições médicas ou lesões, impactam significativamente a qualidade de vida.
O que é o olfato?
O olfato é um dos cinco sentidos humanos. Esse sentido desempenha um papel fundamental na
nossa interação com o ambiente e é responsável pela transdução das moléculas químicas
presentes no meio externo em informações percebidas como odores, sendo o nariz o órgão
central nesse processo.
Função do olfato
O olfato possui as seguintes funções:
Garantir as sensações olfativas: Por meio de receptores localizados nas células do
epitélio olfativo, somos capazes de captar e identificar o cheiro de moléculas odoríferas
do meio externo.
Auxiliar as sensações gustativas: A palatabilidade dos alimentos é resultado da
combinação entre o paladar e o olfato, contribuindo para experiências gustativas mais
ricas e complexas.
Atuar na manutenção do estado de alerta: A identificação de odores é importante não
apenas na identificação de alimentos, mas também como um mecanismo de alerta para
substâncias ou locais potencialmente nocivos. Com base em odores específicos,
conseguimos discernir situações adversas, uma capacidade importante para a nossa
sobrevivência.
Órgãos do olfato
O nariz é o principal órgão envolvido na captação de substâncias químicas voláteis. Localizada
na parte superior da cavidade nasal, o epitélio olfativo é um neuroepitélio colunar
pseudoestratificado formado por três tipos celulares: células de sustentação, células basais e
células olfatórias. As células olfatórias (também conhecidas como neurônios olfativos ou células
receptoras olfativas) são células quimiorreceptoras especializadas na detecção de odores. Elas
possuem cílios com proteínas receptoras olfativas projetando-se no epitélio olfativo. Em uma
superfície de 10cm2, há entre 10 e 20 milhões de células olfatórias. Além disso, existem mais de
300 genes codificadores de proteínas receptoras olfativas em humanos, capazes de responder a
diferentes estímulos odoríferos.
Também envolvidos no olfato estão o nervo olfatório, o bulbo olfativo, o trato olfativo e o córtex
olfativo. O bulbo olfativo é uma região localizada na base do cérebro. Ele recebe os sinais
elétricos das células olfativas por meio do nervo olfativo, uma estrutura constituída por fibras
nervosas que se estendem a partir dos neurônios olfativos. O bulbo olfativo é responsável por
processar e transmitir as informações para as demais áreas do cérebro, como o córtex olfativo,
com o auxílio do trato olfativo. Uma vez no córtex cerebral, as informações serão interpretadas e
reconhecidas.
O sistema olfatório envolve estruturas ligadas ao nariz e cerebrais.
Como funciona o olfato?
A percepção das diferentes substâncias químicas é feita por células receptoras presentes no
epitélio olfativo. Cada uma expressa apenas uma proteína receptora, e células semelhantes
projetam-se para um mesmo glomérulo olfativo, uma estrutura presente no bulbo olfativo, de
modo que existe uma separação espacial dos tipos de estímulos odoríferos. Após a interação das
partículas odoríferas com os receptores, a célula sensorial gera impulsos elétricos (ou impulso
nervoso). Esses sinais viajam pelo nervo olfatório e chegam ao cérebro através do bulbo
olfatório. Por meio do trato olfativo, as informações odoríferas chegam ao córtex olfativo, onde
são interpretadas, identificando o cheiro que entrou pelo nariz.
As informações sensoriais são transmitidas ao hipocampo, uma estrutura cerebral que contribui
para a formação de memórias associadas a esses odores e que serão armazenadas em outras
regiões do cérebro. A percepção olfativa desperta experiências emocionais e comportamentais
mediadas também pelo hipotálamo, estrutura cerebral responsável por desencadear respostas
viscerais e endócrinas.
Doenças do olfato
O olfato pode ser afetado por diversas condições médicas, tanto qualitativamente (distúrbios que
afetam a percepção do cheiro) quanto quantitativamente (distúrbios que afetam a quantidade de
odor que percebemos).
Distúrbios qualitativos
Fantosmia: Também conhecida como alucinação olfativa, é uma condição caracterizada pela
percepção de um odor que não está presente no ambiente. O mais comum é a percepção de um
cheiro desagradável, como de algo podre ou queimado. No geral, as causas da fantosmia estão
relacionadas a infecções virais e doenças neurológicas.
Parosmia: Esse distúrbio é caracterizado pela distorção de um estímulo existente, sentindo um
odor diferente daquele exposto. Essa condição pode ocorrer devido a infecções respiratórias ou
bacterianas, problemas neurológicos, tabagismo, entre outros. A covid-19 colocou essa condição
em evidência, uma vez que sua ocorrência durante a fase de recuperação da doença se tornou
comum. O tratamento varia de acordo com a causa. No caso de pacientes com covid-19, tem sido
usado treinamento olfatório com essências. O treinamento olfatório envolve a exposição regular
a cheiros distintos e a tentativa de identificar e diferenciar esses odores.
Distúrbios quantitativos
Hiposmia: é caracterizada pela redução da capacidade olfativa. Devido a isso, é necessária a
presença de uma concentração maior das partículas que provocam o odor para que ele seja
percebido. Obstrução do canal nasal, sinusite, rinite, lesões nasais, problemas neurológicos,
câncer, infecções e certos medicamentos podem levar a essa condição.
Hiperosmia: há o aumento da capacidade total do olfato. Dessa forma, é necessária a presença
de uma concentração baixa de partículas responsáveis pelo odor para senti-lo. É um distúrbio
raro, e pode estar presente em condições como esclerose múltipla, doença de Lyme e enxaqueca.
Anosmia: ocorre a perda total do olfato e, muitas vezes, do paladar. A maioria dos casos de
anosmia ocorre por infecções respiratórias, mas o sintoma também pode estar presente nas
doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson, e em alguns tipos de câncer. É um dos
sintomas mais característicos da covid-19 e uma das sequelas mais comuns da doença.
Anatomia do Nariz:
A anatomia do nariz pode ser dividida em nariz externo e cavidade nasal. Existem 12 ossos
cranianos que contribuem para a estrutura das paredes do nariz e conchas nasais, o esqueleto e a
cavidade nasal, que é dividida em direita e esquerda pelo septo nasal.
Estrutura do Nariz
Parte externa do nariz
A parte externa do nariz é a porção visível externamente do órgão, que se projeta na face. Seu
esqueleto estrutural é principalmente cartilaginoso. Como mencionado, as dimensões e o formato
dos narizes variam muito, principalmente por causa das diferenças nessas cartilagens.
O dorso do nariz estende-se da raiz até o ápice (ou, ponta) do nariz. A face inferior do nariz é
perfurada por duas aberturas piriformes, as narinas (aberturas nasais anteriores), que são
limitadas lateralmente pelas asas do nariz. A parte óssea superior do nariz, inclusive sua raiz, é
coberta por pele fina.
A pele sobre a parte cartilaginosa, móvel e macia do nariz é coberta por pele mais espessa, que
contém muitas glândulas sebáceas (comum surgir muitas acnes e comedões, inclusive). A pele
estende-se até o vestíbulo do nariz (região interna, após as narinas), onde há um número variável
de pêlos rígidos (chamados de vibrissas).
As vibrissas geralmente estão úmidas, e atuam na filtração de partículas de poeira do ar que
adentra a cavidade nasal. A junção da pele e da túnica mucosa está além da área que tem pelos,
mais posteriormente
LEGENDA: parte externa e esqueleto cartilaginoso do nariz
FONTE: Anatomia Orientada para a Clínica – Moore – 2018
Esqueleto
O esqueleto de sustentação do nariz é formado por duas estruturas: osso e cartilagem hialina.
A parte óssea do nariz consiste em ossos nasais, processos frontais das maxilas, parte nasal do
osso frontal e sua espinha nasal, e partes ósseas do septo nasal.
Já a parte cartilaginosa do nariz é formada por cinco cartilagens principais: duas cartilagens
laterais (processos laterais das cartilagens do septo), duas cartilagens alares (que formam as asas
do nariz) e uma cartilagem do septo.
As cartilagens alares, em forma de U, são livres e móveis. Elas dilatam ou estreitam as narinas
quando há contração dos músculos que atuam sobre o nariz, sendo comum o surgimento do sinal
semiológico “batimento de asa de nariz” quando lactentes e crianças apresentam importante
desconforto e esforço respiratório..
O septo nasal divide a cavidade nasal em duas partes, região esquerda e região direita. Ele é
formado por uma parte óssea e uma parte cartilaginosa móvel flexível. Os principais
componentes do septo nasal são a lâmina perpendicular do osso etmoide, o vômer e a cartilagem
do septo.
A fina lâmina perpendicular do etmoide, que forma a parte superior do septo nasal, desce a partir
da lâmina cribriforme. Superiormente a essa lâmina ela se estende como a crista etmoidal. O
vômer, um osso fino e plano, forma a parte posteroinferior do septo nasal, com alguma
contribuição das cristas nasais da maxila e do palatino.
A cartilagem do septo tem uma articulação importante com as margens do septo ósseo.
LEGENDA: parede lateral e medial da cavidade nasal
FONTE: Anatomia Orientada para a Clínica – Moore – 2018
Cavidade nasal
São as regiões abertas entre cada lado do nariz e o septo, ou seja, são bilaterais (direita e
esquerda). A entrada da cavidade nasal é anterior, através das narinas. Posteriormente a cavidade
se encerra na parte nasal da faringe, sendo finalizada nos cóanos.
Trata-se de uma porção anatômica revestida por túnica mucosa, com exceção do vestíbulo nasal,
que é revestido por pele. A túnica mucosa do nariz está firmemente unida ao periósteo e
pericôndrio dos ossos e cartilagens que sustentam o nariz.
A túnica mucosa é contínua com o revestimento de todas as câmaras com as quais as cavidades
nasais se comunicam, como a parte nasal da faringe na parte posterior, os seios paranasais nas
regiões superior e lateral, e com o saco lacrimal e a túnica conjuntiva na parte superior.
Os dois terços inferiores da túnica mucosa do nariz correspondem à área respiratória e o terço
superior é a área olfativa. Fisiologicamente, o ar inspirado pelo nariz passa sobre a área
respiratória, onde é aquecido e umedecido antes de atravessar o restante das vias respiratórias
superiores até os pulmões.
A área olfativa contém o órgão periférico do olfato (região com epitélio especializado, formado
por células quimiorreceptoras dotadas de prolongamentos muito sensíveis, cílios).
Na inspiração, as narinas captam inúmeras moléculas dispersas no ar e as levam até essa área
posterior da cavidade, permitindo contato dessas partículas de odor e fragrância com o receptor,
levando a uma resposta sensorial importante e a percepção sensitiva de cheiros e aromas (olfato).
Nas cavidades, são encontrados as conchas nasais (superior, média e inferior) que se curvam em
sentido inferomedial, pendendo da parede lateral como persianas ou cortinas curtas. As conchas
ou cornetos são estruturas muito convolutas, semelhantes a rolos, que oferecem uma grande área
de superfície para troca de calor.
Tanto seres humanos com conchas nasais simples, semelhantes a lâminas, quanto animais com
conchas complexas, têm um recesso ou meato nasal (passagem na cavidade nasal) sob cada
formação óssea. Desse modo, a anatomia da cavidade nasal pode ser dividida em cinco
passagens:
um recesso esfenoetmoidal posterossuperior;
três meatos nasais laterais (superior, médio e inferior);
um meato nasal comum medial, no qual se abrem as quatro passagens laterais.
A concha nasal inferior é a mais longa e mais larga sendo formada por um osso independente (de
mesmo nome, concha nasal inferior) coberto por uma túnica mucosa que contém grandes espaços
vasculares que aumentam afetando o calibre da cavidade nasal. Já as conchas nasais média e
superior são processos mediais do osso etmoide.
A infecção ou irritação da túnica mucosa pode ocasionar o rápido surgimento de edema, com
obstrução de uma ou mais vias nasais daquele lado, gerando obstrução nasal e dificuldade para
respirar, como na rinite alérgica.
Quanto aos limites das cavidades nasais, infere-se que elas possuem teto, assoalho e paredes
medial e lateral, bem definidas:
Teto: curvo e estreito, com exceção da extremidade posterior, onde o corpo do esfenoide, que é
oco, forma o teto. É dividido em três partes (frontonasal, etmoidal e esfenoidal), nomeadas de
acordo com os ossos que formam cada parte.
Assoalho: é mais largo do que o teto e é formado pelos processos palatinos da maxila e pelas
lâminas horizontais do palatino.
Parede medial: é formada pelo septo nasal
Paredes laterais: são irregulares por causa de três lâminas ósseas, as conchas nasais, que se
projetam inferiormente, como persianas.
LEGENDA: parede lateral da cavidade nasal, com foco nas conchas nasais
FONTE: Anatomia Orientada para a Clínica – Moore – 2018
Vascularização do nariz
A irrigação arterial das paredes medial e lateral da cavidade nasal tem cinco origens:
Artéria etmoidal anterior (da artéria oftálmica);
Artéria etmoidal posterior (da artéria oftálmica);
Artéria esfenopalatina (da artéria maxilar);
Artéria palatina maior (da artéria maxilar);
Ramo septal da artéria labial superior (da artéria facial).
A parte anterior do septo nasal é a sede de um plexo arterial anastomótico do qual participam
todas as cinco artérias que vascularizam o septo (área de Kiesselbach).
A drenagem venosa fica sob responsabilidade de um rico plexo venoso submucoso situado
profundamente à túnica mucosa do nariz e proporciona escoamento sanguíneio por meio das
veias esfenopalatina, facial e oftálmica. O plexo venoso é uma parte importante do sistema
termorregulador do corpo, trocando calor e aquecendo o ar antes de entrar nos pulmões.
O sangue venoso do nariz drena principalmente para a veia facial através das veias angular e
nasal lateral. Cabe lembrar que a vascularização nasal está localizada no “triângulo perigoso” da
face em razão das comunicações com o seio cavernoso.
Em relação à inervação do nariz, sabe-se que a inervação da região posteroinferior da túnica
mucosa do nariz é feita principalmente pelo nervo maxilar, através do nervo nasopalatino para o
septo nasal, e os ramos nasal lateral superior posterior e nasal lateral inferior do nervo palatino
maior até a parede lateral.
A inervação da parte anterossuperior provém do nervo oftálmico (NC V, em seu primeiro ramo)
através dos nervos etmoidais anterior e posterior, ramos do nervo nasociliar. A maior área da
parte externa do nariz (dorso e ápice) também é suprida pelo NC V.
Os nervos olfatórios, associados ao olfato, originam-se de células no epitélio olfatório na parte
superior das paredes lateral e septal da cavidade nasal. Os processos centrais dessas células (que
formam o nervo olfatório) atravessam a lâmina cribriforme e terminam no bulbo olfatório, a
expansão rostral do trato olfatório, no sistema nervoso central.
Fisiologia do Nariz
A fisiologia do nariz envolve várias funções, como filtrar, umedecer e aquecer o ar inspirado,
além de contribuir para o olfato e a ressonância vocal. As mucosas nasais secretam muco para
capturar partículas estranhas e impedir que elas cheguem aos pulmões. Os cílios nasais ajudam a
mover o muco para fora do nariz. O nariz também é importante para o sistema olfativo, pois
contém os receptores de odor. Além disso, o nariz tem um papel na regulação da temperatura e
umidade do ar inspirado.
1. Filtragem:O nariz contém pequenos pelos e mucosas que ajudam a filtrar partículas
indesejadas presentes no ar, como poeira, pólen e bactérias. O muco secretado pelas mucosas
nasais captura essas partículas, evitando que entrem nos pulmões e causando irritação ou
infecção.
2. Umedecimento:O muco produzido pelas glândulas mucosas do nariz ajuda a manter as
membranas mucosas úmidas. Isso é importante para evitar o ressecamento das vias respiratórias
e garantir uma respiração confortável.
3. Aquecimento:O nariz aquece o ar inspirado à temperatura corporal antes de chegar aos
pulmões. Isso é essencial para proteger as vias respiratórias inferiores de danos causados pelo ar
frio e seco.
4. Olfato:A parte superior do nariz contém o epitélio olfativo, onde estão localizados os
receptores de odor. Quando as moléculas de odor entram em contato com esses receptores, são
convertidas em sinais elétricos que são transmitidos ao cérebro, permitindo a percepção do
cheiro.
5. Ressonância vocal: O formato e a cavidade nasal têm um papel na produção de sons durante a
fala. As cavidades nasais ajudam a modular e ressoar o som produzido pelas cordas vocais,
contribuindo para a qualidade da voz.
6.Imunidade: O muco nasal não apenas captura partículas estranhas, mas também contém
anticorpos e enzimas que ajudam a combater infecções. Isso faz parte do sistema imunológico
inato do corpo, que atua como uma primeira linha de defesa contra invasores patogênicos.
Auscultacao do nariz
Pode-se fazer a ausculta com o estetoscópio de 4 a 6 pontos nas costas do paciente. É preciso que
seja feita em ambos o lados, de forma comparativa. Além disso, deve-se ausculta a parte da supra
escapular, onde podemos encontrar o ápice do pulmão, e, nas laterais.
O som pode estar normal, com murmúrios vesiculáres presentes. Caso não, pode ter a presença
de ruídos adventícios, que são sons anormais. Eles podem ser:
Sibilos;
Roncos;
Creptos;
Bolha.
Pode ter ainda a presença de sons vocais, que são a broncofonia, egofonia e pectorilóquia.
Conclusão
Em resumo, o olfato e o nariz desempenham papéis vitais na vida humana, influenciando nossa
percepção sensorial, saúde e bem-estar. Através do nariz, somos capazes de detectar uma ampla
variedade de odores, que podem evocar memórias, influenciar nossos estados emocionais e até
mesmo alertar-nos sobre perigos potenciais. Compreender a anatomia e fisiologia do nariz,
juntamente com o funcionamento do sentido do olfato, é fundamental para a pesquisa científica,
o desenvolvimento de tratamentos médicos e a criação de experiências sensoriais enriquecedoras.
Referencias bibliograficas
https://www.sanarmed.com/exame-do-aparelho-respiratorio
https://www.ricardoferri.com.br/a-estrutura-nasal/
https://www.lecturio.com/pt/concepts/anatomia-do-nariz/
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