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Bula UPL Evolution

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Matias Arenhardt
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V2023 10 17

UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

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t: (19) 3794-5600

BULA

EVOLUTION
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 22121

COMPOSIÇÃO:
Methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate
(AZOXISTROBINA) ...................................................................................37,5 g/kg (3,75% m/m)
Manganese ethylenebis(dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt
(MANCOZEBE) ..........................................................................................525 g/kg (52,5% m/m)
(RS)-2-[2-(1-chlorocyclopropyl)-3-(2-chlorophenyl)-2-hydroxypropyl]-2,4-dihydro-1,2,4-triazole-3-thione
(PROTIOCONAZOL) ..................................................................................37,5 g/kg (3,75% m/m)
Outros Ingredientes............................................................................... 400,0 g/kg (40,0% m/m)

GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO M03 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Fungicida
GRUPO QUÍMICO: Estrobirulinas (Azoxistrobina), Alquilenobis (ditiocarbamato) (Mancozebe) e
Triazolintiona (Protioconazol).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água – WG

TITULAR DO REGISTRO(*):
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda, s/n – Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial, CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


AZOXYSTROBIN TÉCNICO UPL BRASIL – Registro MAPA n° 6414
Shandong Jingbo Agrochemicals Technology Co., Ltd.
Economic Development Zone Boxing County, Binzhou City, Shandong Province, 256500, China

UPL Limited. (Unit 1)


Plot Nº 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia

AZOXYSTROBIN TECHNICAL UPL BR - Registro MAPA nº 44519


CAC Nantong Chemical Co., Ltd.
(Fourt Huanghai Road) Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County, 226407 Nantong, Jiangsu, China

AZOXISTROBINA TÉCNICA ME2 - Registro MAPA nº 26316


Shangyu Nutrichem Co., Ltd.
Nº 9, Weijiu Road, Hangzhou Bay, Shangyu Economic and Technological Development Area - 312369
Zhejiang, China

AZOXYSTROBIN TÉCNICO - Registro MAPA nº 01598


Syngenta Limited
Grangemouth Manufacturing Centre - Earls Road - Grangemouth - Stirlingshire FK3 8XG, Reino Unido

Saltigo GmbH - Chempark


Leverkusen, 51369 Leverkusen, Alemanha

MANCOZEB TÉCNICO UPL – Registro MAPA n° 07707


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UPL Limited – Plot N° 750, G.I.D.C., Jhagadia, Dist. Bharuch, Gurajat, 393110, India.
MANCOZEB TÉCNICO UNIPHOS – Registro MAPA n° 03701
Cerexagri B.V. – Tankhoofd 10 – 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam, Holanda.

MANCOZEB TÉCNICO UPL BR – Registro MAPA Nº 5716


Uniphos Colombia Plant Limited – Via 40, N° 85-85, Barranquilla, Atlântico, Colômbia.

MANCOZEB TÉCNICO BR - Registro MAPA nº 1418689


Dow Agrosciences Industrial Ltda. - Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte
Rio Abaixo. CEP: 12321-150 - Jacareí/SP - CNPJ: 47.180.625/0020-09 - Cadastro Estadual CDA/SP nº 679
Uniphos Colombia Plant Limited – Via 40, N° 85-85, Barranquilla, Atlântico, Colômbia.

PROTHIOCONAZOLE TECHNICAL UPL - Registro MAPA nº TC01821


UPL Limited - Plot nº 750, G.I.D.C., Jhagadia, Dist Bharuch, 393110, Gujarat, India

PROLINE TÉCNICO - Registro MAPA n° 08308


Bayer AG – ChemPark - 41538, Dormagen – Alemanha
Bayer CropScience LP - 8400 Hawthorn Road - 64120 Kansas City - MO- EUA
Saltigo GmbH - Chempark Leverkusen 51369 Leverkusen, Alemanha

PROTIOCONAZOL TÉCNICO HAILIR - Registro MAPA n° TC22322


Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. - Lingang Industrial Zone - Coastal
Econ. Development Zone – Weifang, Shandong, China

PROTIOCONAZOL TÉCNICO JY JBL - Registro MAPA n° TC09623


Anhui Jiuyi Agriculture Co., Ltd - Hefei Circulate Economy Zone
Hefei City, 231602, Anhui, China

FORMULADOR:
• UPL Limited – 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar, Dist Bharuch, 393002, Gujarat, India
• UPL Limited – 3101/2, G.I.D.C., Ankleshwar, Dist Bharuch, 393002, Gujarat, India
• UPL Limited – Plot nº 746 & 750, G.I.D.C., Jhagadia, Dist Bharuch, 393110, Gujarat, India
• Uniphos Colombia Plant Limited – Via 40 No. 85-85 Barranquilla, Colombia
• Cerexagri B.V. – Tankhoofd 10, 3196 KE, Vondelingenplaat, Holanda.
• UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. – Avenida Maeda, s/n°, Distrito
Industrial, Ituverava/SP - CEP: 14500-000, CNPJ: 02.974.733/0003-14. Cadastro no Estado (CDA/SP) nº
1049.

No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU


PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
no Art. 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO


AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL : CLASSE II – MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Faixa Azul PMS Blue 293 C


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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA– MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:
EVOLUTION é uma combinação de três fungicidas, um de efeito de contato com ação multissítio, o
Mancozebe, pertencente ao Grupo M03, a Azoxistrobina que interfere na respiração mitocondrial e pertence
ao Grupo C3 e o Protioconazol (triazolintiona), de efeito sistêmico que atua como inibidor da biossíntese do
ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos e pertence ao Grupo G1, segundo
classificação internacional do FRAC.
Indicado para o controle de doenças da parte aérea na cultura da soja.

CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, VOLUME DE CALDA e NÚMERO DE APLICAÇÕES:


DOENÇAS DOSE Produto VOLUME NÚMERO
NÚMERO, ÉPOCA E
CULTURA Nome comum Comercial DE CALDA MÁXIMO DE
INTERVALO DE APLICAÇÃO
(Nome científico) (kg/ha) (L/ha) APLICAÇÕES
Iniciar as aplicações
preventivamente nos primeiros
Terrestre:
sintomas da doença ou entre 35-
100-200
Ramularia 40 dias de emergência da cultura,
Algodão 2,0 a 2,5* 4
(Ramularia areola) repetindo a cada 12 dias. Realizar
Aéreo:
a alternância ou rotação com
20-50
produtos com outros modos de
ação.
Para mancha-angular e
Mancha-angular antracnose, iniciar as aplicações
(Phaeoisariopsis griseola) preventivamente nos primeiros
sintomas da doença ou antes do
Feijão, florescimento quando estiver no
Feijão- estágio V4 (4ª folha verdadeira),
Antracnose
caupi, repetindo a cada 14 dias. Para
(Colletotrichum Terrestre:
Feijão-fava, podridão-de-sclerotinia fazer a 1ª
lindemuthianum) 100-200
Feijão- aplicação aos 20 dias após a
2,0 a 2,5* 3
guandu, emergência da cultura; a 2ª na
Aéreo:
Feijão- pré-floração e a 3ª na pós-
20-50
mungo, floração da cultura. Utilizar a
Feijão- Podridão-de-sclerotinia maior dose em condições
vagem ou mofo-branco climáticas favoráveis ao
(Sclerotinia sclerotiorum) desenvolvimento da doença.
Realizar a alternância ou rotação
com produtos com outros modos
de ação.
Para cercosporiose ou ferrugem-
Cercosporiose comum fazer a 1ª aplicação
(Cercospora zeae- preventivamente, quando a
maydis) Terrestre: cultura apresentar de 6 a 8 folhas
100-200 ou nos primeiros sintomas da
Milho 2,0 a 2,5* 2 doença. A 2ª na fase de
Aéreo: pendoamento ou 15 dias após a
20-50 anterior, observando o
Ferrugem-comum
desenvolvimento da cultura em
(Puccinia sorghi)
função da precocidade do
material utilizado. Para mancha-
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branca fazer a 1ª aplicação


quando a cultura estiver com 40 a
50 dias após a emergência ou no
aparecimento dos primeiros
sintomas e reaplicar após 15 dias
Mancha-branca ou
a fim de cobrir adequadamente o
Mancha-de-
período de maior susceptibilidade
Phaeosphaeria
da doença. Utilizar a maior dose
(Phaeosphaeria maydis)
em condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento da
doença. Quando possível realizar
a rotação com produtos com
outros modos de ação.
Iniciar as aplicações a partir do
estádio fenológico V8 a R1
(cultivares de ciclo determinado)
Antracnose ou entre 30 e 35 dias após a
(Colletotrichum emergência da cultura (cultivares
truncatum) de ciclo indeterminado).
Promover o monitoramento da
lavoura e reaplicar, se necessário,
com intervalo de 14 dias.
Iniciar as aplicações a partir do
estádio fenológico V8 a R1
(cultivares de ciclo determinado)
ou entre 30 e 35 dias após a
emergência da cultura (cultivares
de ciclo indeterminado) realizar 2
Ferrugem-asiática pulverizações, com intervalo de
(Phakopsora 14 dias. A escolha do intervalo,
pachyrhizi) deve ser baseada no
monitoramento da lavoura e o
acompanhamento da evolução da
doença na região, diminuir o
intervalo, de acordo com o
acompanhamento da evolução da
doença na lavoura e na região.
Terrestre:
Iniciar as aplicações a partir do
1,75 a 2,25* 100-300
estádio fenológico V8 a R1
Soja 3
(cultivares de ciclo determinado)
Aérea:
Mancha-alvo ou entre 30 e 35 dias após a
20-50
(Corynespora emergência da cultura (cultivares
cassiicola) de ciclo indeterminado).
Promover o monitoramento da
lavoura e reaplicar, se necessário,
com intervalo de 14 dias.
Iniciar as aplicações a partir do
estádio fenológico V8 a R1
(cultivares de ciclo determinado)
ou entre 30 e 35 dias após a
emergência da cultura (cultivares
Crestamento-foliar de ciclo indeterminado).
(Cercospora kikuchii) Promover o monitoramento da
lavoura e reaplicar, se necessário,
com intervalo de 14 dias. Caso
ocorra outra doença ao mesmo
tempo, adotar o menor intervalo
que consta em bula.
Iniciar as aplicações a partir do
estádio fenológico R4 (cultivares
de ciclo determinado) ou entre 30
Oídio
e 35 dias após a emergência da
(Microsphaera diffusa)
cultura (cultivares de ciclo
indeterminado), ou no máximo no
aparecimento dos sintomas.
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Promover o monitoramento da
lavoura e reaplicar, se necessário,
com intervalo de 14 dias. Caso
ocorra outra doença ao mesmo
tempo, adotar o menor intervalo
que consta em bula.
Podridão dos grãos e
sementes (Anomalia
das vagens)
(Diaporthe
ueckerae/miriciae,
Diaporthe longicolla,
Colletotrichum
truncatum,
Colletotrichum
cliviicola/clivae, Iniciar as aplicações de forma
Cercospora flagelaris, preventiva, em até 25 dias após a
Fusarium incarnatum, emergência da cultura, ou no
Fusarium equiseti, Terrestre: estádio fenológico V4. Poderá ser
Soja Fusarium proliferatum) 2,0* 100-300 2 realizada 2 aplicações no ciclo da
Quebramento das Aérea: cultura, com intervalo de 14 dias
hastes 20-50 entre elas, dependendo da
(Diaporthe evolução da doença. Utilizar o
ueckerae/miriciae, produto no manejo com
Diaporthe longicolla, fungicidas de outros grupos
Colletotrichum químicos ou modos de ação.
truncatum, Realizar monitoramento
Colletotrichum constante da cultura,
acompanhando os resultados
cliviicola/clivae,
obtidos.
Cercospora flagelaris,
Fusarium incarnatum,
Fusarium equiseti,
Fusarium proliferatum)
Para o controle de giberela, em
condições climáticas favoráveis
Giberela ao desenvolvimento da doença
(Fusarium graminearum) (temperatura entre 20 a 25ºC e
chuvas constantes por mais de 2
dias). Iniciar as aplicações
preventivamente na fase de
Mancha-amarela floração, quando observar o
(Drechslera tritici- maior número de flores abertas
Terrestre:
repentis) na lavoura, reaplicando a cada 15
100-300
Trigo e dias.
2,0 a 2,5* 3
Cevada Para mancha-amarela e
Aérea:
ferrugem-da-folha, fazer a 1ª
20-50
aplicação quando se observar os
primeiros sintomas das doenças,
reaplicando a cada 15 dias. Para
Ferrugem-da-folha ferrugem-da-folha tolerar até 1%
(Puccinia triticina) de incidência foliar antes de
iniciar a aplicação. Utilizar as
maiores doses quando ocorrer
maior pressão de qualquer uma
destas doenças.
Obs. Adicionar adjuvante a base de óleo metilado de soja, na concentração de 0,25%.

MODO DE APLICAÇÃO:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou cônico vazio, visando à produção
de gotas finas a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção
do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da
ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de
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aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para
diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de
trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve
permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme
a recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da
pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um
Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa
cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições
meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha
de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de
ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço do seu
nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do
produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois
segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo
o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se
completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da
pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litro de
água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador
deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de
verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices,
bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que
por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda,
confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de
observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se
proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do
tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.

Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva,
conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco de
inversão térmica.
Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma
cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.

Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20
minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque
todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar
ar na bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
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Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio,
desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que
por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 35 dias
Cevada: 30 dias
Feijão: 21 dias
Feijão-caupi: 21 dias
Feijão-fava: 21 dias
Feijão-guandu: 21 dias
Feijão-mungo: 21 dias
Feijão-vagem: 21 dias
Milho: 35 dias
Soja: 30 dias
Trigo: 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual
(EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas;
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,


RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS


IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-
ASIÁTICA:
O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a
perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes
aos fungicidas, seguem algumas recomendações:
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• Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação distintos do


Grupo C3, M03 e G1 sempre que possível; se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-
lo isoladamente;
• Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada
região (adotar estratégia de escape);
• Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior
penetração e melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema,
outros controles culturais etc.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de
doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva;
• Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
• Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: [Link]),
Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura e
Pecuária(MAPA: [Link]).

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:


O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a
perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes
aos fungicidas, seguem algumas recomendações:

• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3, M03 e G1 para o controle do
mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: [Link]),
Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura e
Pecuária(MAPA: [Link]).

GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO M03 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida EVOLUTION é composto por Azoxistrobina, Mancozebe e Protioconazol, que apresentam
mecanismos de ação de Inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, atividade
de contato multissítio e C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencentes aos Grupos
UPL
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C3, M03 e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas),
respectivamente.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂCIA SANITÁRIA – ANVISA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.


PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos de segurança, touca árabe e luvas de nitrila;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO E NA PREPARAÇÃO DA CALDA:


• Utilize Equipamento de Proteção Individual – Equipamento de Proteção Individual recomendado: macacão
de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtros combinados
(filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:


• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato com a névoa do produto;
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• Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtros combinados (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:


• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
o final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,


o rótulo, bula e o receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, retirar as lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em
abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR EVOLUTION -


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Mancozebe: Alquilenobis (ditiocarbamato)


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Azoxistrobina: Estrobirulinas
Protioconazol: Triazolintiona
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo
Dérmica e inalatória.
Vias de exposição Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando
a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Mancozebe: Em ratos e camundongos, o mancozebe apresentou absorção
gastrointestinal rápida (com pico de concentração entre 3 e 6 horas em ratos e 1-2 horas
em camundongos) e não extensiva, com absorção de cerca de metade da dose em ratos
e um terço da dose em camundongos. A substância foi amplamente distribuída, com as
maiores concentrações sendo encontradas na tireoide.
A biotransformação foi ampla e ocorreu através de duas vias metabólicas. A primeira via
é predominante quantitativa e envolve a hidrólise do mancozebe a etilenodiamina (EDA)
e posterior oxidação a glicina. A segunda via é considerada a responsável pelos efeitos
tóxicos dos etilenobisditiocarbamatos (EBDCs) e envolve a oxidação do mancozebe a
sulfeto de etilenobisisocianato e posterior oxidação a etilenotioureia (ETU), outros
derivados do ETU e etilenoureia (EU) que, então, passam pela via metabólica principal
formando EDA, glicina e outros compostos. O ETU é o principal metabólito encontrado
na urina, fezes e bile, aproximadamente 7,5% da dose administrada é metabolizada a
ETU em ratos e cerca de 5-6% em camundongos.
A eliminação do mancozebe e seus metabólitos se deu tanto através da urina (49–55%)
quanto das fezes (36–65%), com distribuição quase uniforme entre as duas vias, mas
também pode ocorrer através da bile (2-8%) em menor proporção. A cinética de
eliminação do mancozebe foi bifásica com tempo de meia-vida de eliminação de
aproximadamente 7,5 e 35 horas para a fase rápida e fase lenta, respectivamente. Entre
74 e 94% da dose administrada foi excretada nas primeiras 24 horas. Não foram
observadas evidências de bioacumulação.
Azoxistrobina: A substância foi rapidamente absorvida (74–81%) e amplamente
distribuída após a administração por via oral em ratos, sendo as maiores concentrações
encontradas nos rins e no fígado.
Em ratos, foi amplamente biotransformada, principalmente por hidrólise, seguida de
conjugação com glucuronídeo. A azoxistrobina foi também biotransformada através da
Toxicocinética
hidroxilação na posição 8 e 10 no anel cianofenil, seguida de conjugação com
glucuronídeo ou, ainda, através de uma via menos comum que envolveu a clivagem da
ligação éter.
A principal via de eliminação da substância foi através das fezes (73–89%), com
excreção biliar de cerca de 57-74% da dose administrada, seguida pela via urinária (9–
18%). A excreção foi rápida, cerca de 82 e 96% da dose administrada foi excretada nas
primeiras 48 horas. Os perfis de absorção, distribuição e excreção foram essencialmente
similares entre machos e fêmeas, mas diferenças relacionadas ao sexo foram
observadas na biotransformação deste ativo. O número de metabólitos produzidos foi
maior em fêmeas do que em machos.
Não houve evidência de bioacumulação, menos de 1% da dose administrada foi
encontrada nos tecidos após 7 dias da administração.
Protioconazol: Em ratos, o protioconazol foi rápida e quase completamente absorvido
pelo trato gastrointestinal, com pico de concentração plasmática atingido em menos de
1 hora e mais de 90% de absorção da dose dentro de 48 horas. A distribuição foi ampla,
mas principalmente para o fígado, rins, tecido adiposo, tireoide e glândulas adrenais.
A biotransformação foi ampla (18 metabólitos identificados) e ocorreu principalmente
através da dessulfuração, hidroxilação oxidativa da molécula fenil e conjugação com o
ácido glucurônico. O metabólito mais abundante foi o protioconazol-S-glucuronídeo
(cerca de 46% da dose administrada na bile e até 7,8% na urina), seguido pelo
protioconazol na forma inalterada (1–22%) e do destio-protioconazol (0,4–18%). Foi
identificado na urina, também, o metabólito 1,2,4-triazol em uma concentração de até
2,3% da dose administrada.
A excreção foi rápida (quase completa dentro de 48 horas) e ocorreu principalmente
através das fezes, cerca de 78-96% da dose administrada, mas também através da
urina 4-16%.
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Não foi observado potencial de bioacumulação no organismo de ratos.


Mancozebe: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do mancozebe
em humanos. O principal alvo da toxicidade crônica dos etilenobisditiocarbamatos é a
tireoide e este efeito mostra-se relacionado ao metabólito ETU. Efeitos na tireoide são
decorrentes de um mecanismo secundário, sendo que o achado toxicológico em estudo
em animais de experimentação com o ETU é uma diminuição na síntese dos hormônios
Toxicodinâmica
tireoidianos (T3 e T4) através da inibição reversível da enzima tireoide peroxidase (TPO),
levando a um aumento dos níveis séricos de hormônio tireoestimulante (TSH) através
da estimulação do hipotálamo e da glândula pituitária via feedback.
Azoxistrobina/Protioconazol: Não são conhecidos os mecanismos específicos de
toxicidade destas substâncias em humanos nem em outras espécies de mamíferos.
Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
Com base em estudos em animais, o produto pode ser nocivo se ingerido. Em estudos
em coelhos, o produto foi considerado não irritante para os olhos e para a pele, mas
apresentou potencial sensibilizante para a pele em estudo em cobaias.

Mancozebe: Efeitos tóxicos sistêmicos decorrentes da exposição aguda ao mancozebe


são raros, porém alguns fungicidas da classe dos ditiocarbamatos podem causar
sintomas neurológicos como fraqueza, perda da consciência e convulsões.
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação manifestada por
ardência e vermelhidão. O mancozebe é considerado sensibilizante dérmico, podendo
causar alergias na pele.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório
com tosse e dor de garganta.
Exposição ocular: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição oral: Se ingerido, pode causar irritação trato gastrointestinal, manifestada
por náusea, vômito e diarreia. Efeitos tóxicos sistêmicos decorrentes da exposição aguda
ao mancozebe são raros, porém alguns fungicidas da classe dos ditiocarbamatos podem
causar sintomas neurológicos como fraqueza, perda da consciência e convulsões.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
humanos.
Azoxistrobina: Não são conhecidos sintomas específicos da azoxistrobina em humanos
ou animais. A exposição inalatória e/ou oral a grandes quantidades de fungicidas à base
Sintomas e sinais
de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
clínicos
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório,
com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de grandes quantidades de
fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,
náuseas, dor abdominal e diarreia. A ingestão de grandes quantidades de fungicidas à
base de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
humanos.
Protioconazol: Não são conhecidos sintomas específicos do protioconazol em humanos
ou animais. Sintomas gerais de intoxicação decorrentes da exposição a substância
químicas pode ocorrer como:
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório,
com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,
náuseas, dor abdominal e diarreia.
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Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
humanos.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro
Diagnóstico
clínico compatível.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração
boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento
ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar
com o agente tóxico.

Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar


orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória,
além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar
estado de consciência.

Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais
se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada
perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação
pulmonar assistida.

Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar


protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

Exposição Oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto,
também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em
pacientes intoxicados.
Tratamento - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a
cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Somente cogitar
a descontaminação gastrintestinal após ingestão da substância em uma quantidade
potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em casos de
intoxicação por mancozebe, azoxistrobina e protioconazol. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão
ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes:
25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).

Exposição Inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias
e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à
irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

Exposição Dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa
da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta
com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
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Exposição Ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por,
pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias
Contraindicações
respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; pacientes
com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não
significativa.
Efeitos das
interações Não disponível.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT-
ANVISA/MS
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
ATENÇÃO Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 ou (19) 3518-5465
Endereço eletrônico da empresa: [Link]
Correio eletrônico da empresa: [Link]@[Link]

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:


Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos:

• DL50 oral aguda em ratos: 3129 mg/kg.


• DL50 dérmica aguda em ratos: > 2000 mg/kg.
• CL50 inalatória em ratos (4 horas): Não determinado nas condições de teste (> 5,735 mg/L).
• Corrosão/irritação cutânea em coelhos: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos causou eritema
leve na pele de 3/3 coelhos, completamente revertido dentro de 48 horas. Nas condições de teste, o
produto foi classificado como não irritante para a pele.
• Corrosão/irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu quemose
e hiperemia na conjuntiva de todos os animais. Os sinais de irritação foram completamente reversíveis
dentro de 7 dias após a aplicação da substância teste. Não foram observados efeitos na córnea ou na
íris. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos.
• Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
• Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
(teste de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:

Mancozebe: Em estudos de toxicidade repetida em ratos, camundongos e cães, pela via oral, o principal
alvo de toxicidade do mancozebe foi a tireoide e os efeitos foram manifestados por alterações nos níveis de
hormônios tireoidianos, aumento do peso, lesões microscópicas (principalmente hiperplasia das células
foliculares da tireoide) e tumores na tireoide (por um mecanismo não genotóxico). Em ratos, em estudo de
90 dias o NOAEL foi de 7,4 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 15 mg/kg/dia. Em cães, o NOAEL estabelecido em
estudo de 1 ano foi de 2,3 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 23 mg/kg/dia. Em camundongos, em estudo de 90
dias o NOAEL estabelecido foi de 18 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 180 mg/kg/dia. O mancozebe e seu principal
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metabólito (ETU) não são considerados mutagênicos para mamíferos. Em estudo de carcinogenicidade
conduzido em ratos com o mancozebe, foi observado um aumento na incidência de adenomas e carcinomas
em células foliculares da tireoide em machos e fêmeas, no entanto, somente na maior dose testada (450
ppm/dia) e por um mecanismo não genotóxico que envolve a interferência no funcionamento da enzima
tireoide peroxidase (em estudo de 2 anos em ratos NOAEL de 125 ppm correspondente a 4,8 mg/kg p.c.).
Limites seguros de exposição foram estabelecidos. Em estudo de 78 semanas, conduzido em camundongos,
foram observadas pequenas alterações nos níveis de hormônio da tireoide, sem alterações no peso ou na
patologia da mesma, e sem alterações nas incidências de tumor relacionadas ao tratamento na dose de
1000 ppm/dia com NOAEL de 17 mg/kg p.c./dia (100 ppm/dia).
Em um estudo de toxicidade para a reprodução conduzido em ratos, não foram observados efeitos adversos
nos parâmetros reprodutivos avaliados. Em estudos de toxicidade embriofetal conduzidos em ratos e
coelhos, foram observados efeitos para o desenvolvimento (agnatia, fenda palatina, malformações cerebrais
e esqueléticas), mas apenas em doses que causaram toxicidade materna (em coelhos NOAEL de 55 mg/kg
p.c./dia e LOAEL de 100 mg/kg p.c./dia; em ratos NOAEL de 128 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 512 mg/kg
p.c./dia). Estes efeitos foram considerados como decorrência da formação do metabólito ETU que promove
a desregulação dos hormônios tireoidianos, os quais são essenciais para o desenvolvimento fetal.

Azoxistrobina: Em estudos de toxicidade repetida em ratos e cães, os principais alvos da toxicidade da


azoxistrobina foram o fígado e o ducto colédoco. Em estudo de toxicidade de 90 dias, pela via oral, os efeitos
tóxicos incluíram alteração do peso do fígado com alteração dos parâmetros bioquímicos e, nas doses mais
altas (em cães 250 mg/kg p.c./dia; em ratos 443,8 mg/kg p.c./dia), foram observadas alterações
histopatológicas, assim como alterações na função biliar. Em cães, o NOAEL estabelecido foi de 50 mg/kg
p.c./dia e em ratos o NOAEL foi de 21 mg/kg p.c./dia. A azoxistrobina não apresentou potencial mutagênico
em estudos in vivo. Esta substância também não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e
camundongos. Em estudos de toxicidade para a reprodução em ratos, não foram observados efeitos sobre
a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo. A azoxistrobina não apresentou potencial teratogênico em
ratos e coelhos.

Protioconazol: Em estudos de toxicidade crônica em ratos e camundongo, os principais alvos da toxicidade


do protioconazol foram o fígado e os rins/trato urinário. Em estudo de dois anos em ratos, na dose de 750
mg/kg p.c., os efeitos adversos incluíram alteração do peso do fígado com alteração dos parâmetros clínicos-
químicos, aumento da indução enzimática e aumento dos níveis séricos do hormônio T4 (em resposta à
indução enzimática), efeitos nos rins/trato urinário caracterizados por aumento do consumo de água,
alterações nos parâmetros de urinálise, aumento do peso dos rins, material cristalino no sedimento urinário
(não identificado), aumento da gravidade da nefropatia crônica progressiva e da hiperplasia celular
transicional na bexiga urinária.; na dose de 50 mg/kg p.c. os efeitos no fígado foram considerados
adaptativos e a gravidade da nefropatia crônica progressiva foi levemente aumentada no sexo masculino; o
NOAEL estabelecido foi de 5 mg/kg p.c. Em estudo de 18 meses, em camundongos, na dose de 70 mg/kg
p.c., foi observado aumento do peso do fígado, indução enzimática hepática, efeitos na histopatologia renal
como um aumento da incidência de degeneração/regeneração tubular renal no sexo masculino com NOAEL
de 10 mg/kg p.c. O protioconazol não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. Esta
substância também não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em
estudos de toxicidade para a reprodução em ratos, não foram observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre
o desempenho reprodutivo na maior dose testada de 750 mg/kg p.c. O protioconazol também não
apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos com NOAEL de 80 mg/kg p.c. para ambas espécies.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:


Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Tontura, fraqueza, dor de cabeça, alteração do estado mental, agitação, tremores e convulsões.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS


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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:

• Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
X Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas);
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza;
• Não utilize equipamento com vazamento;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
• Aplique somente as doses recomendadas;
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite
a contaminação da água;
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas;
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos;
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO


CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada;
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais;
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível;
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO;
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
recolhimento de produtos vazados;
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


• Isole e sinalize a área contaminada;
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do Brasil Indústria e Comércio de
Insumos Agropecuários S.A - Telefone de Emergência: 0800 707 7022 - (19) 3518-5465;
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser utilizado. Neste caso consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final;
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima;
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO


DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:


De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Common questions

Com tecnologia de IA

The recommended PPE for handling agricultural products includes a hydro-repellent cotton coverall with long sleeves, rubber boots, an apron, a mask with combined chemical and mechanical filters, safety goggles with side protection, an Arab cap, and nitrile gloves. Each item is necessary for specific reasons: the coverall and boots protect skin from spills and splashes; the apron adds an extra layer of protection; the mask protects against inhalation of harmful vapors and particles; safety goggles shield the eyes from splashes; the cap protects the head and neck; and gloves prevent direct skin contact .

Mancozeb is rapidly absorbed gastrointestinally with peak concentrations in hours, but its absorption is not extensive. It's widely distributed, especially in the thyroid. Azoxystrobin, however, is rapidly and extensively absorbed and broadly distributed in the organism. This suggests differences in metabolic pathways and target organ specificity, impacting their respective toxicological profiles .

Chronic exposure to Mancozeb targets the thyroid, altering hormone levels and causing weight changes and microscopic lesions. It is associated with non-genotoxic mechanisms resulting in thyroid tumors. Long-term, this could lead to disrupted endocrine functions and increased cancer risk if exposure limits are exceeded. Proper PPE and regulatory limits are essential to mitigate these risks .

Observing safety intervals allows pesticide residues to degrade to safe levels before consumption. Ignoring these intervals could lead to harmful residues in food, resulting in health risks such as poisoning and long-term toxic effects. Regulatory compliance ensures consumer safety and product marketability .

The guidelines recommend using PPE, applying products in well-ventilated areas, and maintaining safe distances from people and animals. Improvements could include enhanced training on PPE usage and maintenance, real-time air quality monitoring, and stricter enforcement of guidelines to further minimize exposure risks .

Improper disposal of pesticide containers can lead to environmental contamination, including soil and water pollution, harming ecosystems and potentially entering the human food chain. Recommended practices emphasize triple-washing or equivalent cleaning of containers, proper labeling, and return methods approved by environmental authorities like IBAMA to minimize these risks. This ensures containers are free from hazardous residues before recycling or disposal .

In case of ingestion, avoid inducing vomiting; if vomiting occurs, place the person on their side. This prevents aspiration. For eye contact, remove contacts and wash with water for 15 minutes to reduce irritation. Skin contact requires removing contaminated clothing and washing the area with water and soap for 15 minutes to prevent absorption. Inhalation requires moving to fresh air to prevent further exposure. These measures aim to minimize systemic exposure and provide immediate relief .

Continuous use of fungicides with the same action mechanism can lead to increased fungal populations resistant to the treatment, reducing the fungicide's efficacy. To mitigate this, alternating fungicides with different mechanisms, adhering to sanitary voids, and using resistant cultivars are recommended. Additionally, applying fungicides during the most susceptible phases and consulting agronomic advice can prevent resistance development .

Triple-washing pesticide containers removes nearly all residues, preventing chemical leaching into soil and waterways, thus reducing environmental pollution. It also minimizes the risk of accidental exposure during handling and disposal, protecting public health .

Safe PPE removal involves taking off items in this order: Arabian cap, safety goggles, apron, boots, coverall, gloves, and mask. Washing gloves before removal prevents contamination from surface residues, while the order minimizes exposure to any remaining contaminants on the gear .

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