ATENDIMENTO
ATENDIMENTO
PRÉ PRÉ
HOSPITALAR (APH)
-HOSPITALAR.
e
ACIDENTES COM
X.A.B.C.D.E
MÚLTIPLAS VÍTIMAS
(AMV)O.V.A.C
Método Start
Instrutor: Ronald Cosmo.
ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR
Segundo o Ministério da Saúde, o atendimento pré-hospitalar pode ser
definido como a assistência prestada em um primeiro nível de atenção,
aos portadores de quadros agudos, de natureza clínica, traumática ou
psiquiátrica, quando ocorrem fora do ambiente hospitalar, podendo
acarretar sequelas ou até mesmo a morte.
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ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR
NO BRASIL:
SUPORTE BÁSICO DE VIDA Realização de procedimentos não
invasivos, realizado por pessoa treinada ou socorrista, com objetivo de manter a
viabilidade dos órgãos nobres até a intervenção do suporte avançado.
RESGATE : Retirada da vítima do local em que não consegue sair sem auxílio.
PRIMEIROS SOCORROS: Atendimento inicial a uma vítima, preferencialmente
realizado por uma pessoa capacitada.
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA Executado por profissionais de
nível superior por envolver manobras invasivas de maior complexidade
(PROFISSIONAIS MÉDICOS E ENFERMEIROS).
RESOLUÇÃO COFEN Nº 375/2011
Dispõe sobre a atuação do profissional de Enfermagem no Atendimento
Pré-hospitalar e Inter-hospitalar.
RESOLVE:
Art. 1º - Que no atendimento Pré-Hospitalar e Inter-Hospitalar de Suporte Básico e de
Suporte Avançado de Vida os procedimentos de Enfermagem previstos em Lei sejam
privativamente desenvolvidos por Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem e Auxiliares de
Enfermagem, de acordo coma complexidade da ação após avaliação do Enfermeiro.
Parágrafo Único: Toda Assistência de Enfermagem em atendimento em Unidades
Móveis de UTI e Suporte Avançado de Vida (terrestre, aérea ou aquática) tem que ser
prestada pelo Enfermeiro.
Art. 2º - O Enfermeiro deverá desenvolver a Sistematização da Assistência de Enfermagem
como forma de registro e anotações pertinentes à profissão e aos respectivos profissionais
de Enfermagem.
Art. 3º - A Assistência de Enfermagem Pré-Hospitalar, tem que estar alicerçados em
Protocolos Técnicos específicos, devidamente assinados pelo Diretor Técnico e pelo
Enfermeiro Responsável Técnico de Enfermagem da Instituição ou Empresa.
O ENFERMEIRO NO ATENDIMENTO PRÉ-
HOSPITALAR
-Ter conhecimento e habilidades específicas para atuação no APH ;
-Assumir o papel de articulação ,integração da equipe, contribuindo na inter-relação entre
os diversos atores, além de ser reconhecido como coordenador da equipe de enfermagem;
-Realizar a educação continuada permanente da equipe de trabalho;
-Coordenar e supervisionar as atividades da equipe de enfermagem;
-Selecionar as vítimas de maior gravidade, de acordo com as prioridades estabelecidas;
-Participar da estabilização da vítima e encaminhar, o mais breve possível para o
tratamento definitivo.
ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR (APH)
Triagem ou Regulação Médica (Finalidade):
1-Atender a demanda com recurso necessários e suficientes;
2-Controlar o APH básico por rádio ou fone;
3-Despachar recursos adicionais quando necessário;
4-Identificar situações para atendimento básico ou avançado;
5-Contato com hospitais para atendimento ao traumatizado;
6-Seleção do hospital mais próximo e adequado
7-Coordenação do plano de atendimento a catástrofes.
ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR (APH)
Regulação Médica
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Central de Regulação
•Tipo de acidente
•Número de vítimas
•Nível de consciência
•Vítimas presas
•Ejeção
•Vítimas em óbito
•Situações de risco
TIPOS DE VEÍCULOS DE APH MÓVEL
Tipo A – destinada ao transporte de pacientes sem risco de vida, remoções
simples e caráter eletivo.
Tripulação mínima: 01 motorista e 01 Técnico/Auxiliar de Enfermagem;
Tipo B – ambulância de suporte básico: transporte inter-hospitalar de
pacientes com risco de vida, sem necessidade de intervenção médica local.
Tripulação mínima: 01 motorista e 01 Técnico/Auxiliar de Enfermagem;
Tipo C – destinada ao Resgate, atendimento de vítimas de acidentes, com
equipamentos de salvamento onde for necessário.
Tripulação mínima: 01 motorista e 02 militares com capacitação para salvamento e
suporte básico de vida;
TIPOS DE VEÍCULOS DE APH MÓVEL
Tipo D- ambulância de suporte avançado destinada ao suporte avançado,
atendimento e transporte de pacientes de alto risco de vida (tipo UTI).
Tripulação mínima: 01 motorista, 01 Médico e 01 Enfermeiro;
Tipo E – Aeronave de Transporte Médico: destinada ao transporte
inter-hospitalar de pacientes e atendimento de resgate.
Tripulação mínima: piloto, Médico e Enfermeiro;
Tipo F - Embarcação de Transporte Médico: destinado ao transporte marítimo ou
fluvial. Tripulação mínima: condutor, Técnico/Auxiliar (em suporte básico) ou
Médico/Enfermeiro (em suporte avançado).
AVALIAÇÃO DA CENA
Tem o objetivo de preservar a segurança da equipe de
socorro e auxiliar no diagnóstico das lesões sofridas pela
vítima.
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AVALIAÇÃO DA CENA
SEGURANÇA
A segurança da equipe é a prioridade
numero um
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EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
•MÁSCARA
•ÓCULOS
•LUVAS
•AVENTAL
Exemplos de situações de risco:
h Colisão Atropelamento
h Desabamento Agressão
h Instabilidade do veiculo colidido
h Incêndio Explosão Eletrocussão
h Contaminação com produtos tóxicos
O PROFISSIONAL DE SAÚDE É VÍTIMA EM POTENCIAL
SEMPRE
Obs: caso o local de socorro ofereça risco que não possa ser
neutralizado, remover rapidamente a vítima para local seguro,
mas sempre que possível fazer avaliação e estabilização do
paciente no local.
EXAME PRIMÁRIO
É o exame inicial , onde devemos ter uma avaliação rápida e global das
condições clinicas que causem risco eminente a vida da vítima e a
tomada de decisão do rápido transporte.
EXAME PRIMÁRIO- Realizado para uma avaliação rápida e global das
condições clinicas que causem risco eminente a vida da vítima e a tomada de
decisão do rápido transporte.
As seis etapas envolvidas no exame primário e sua ordem de
prioridade são as que seguem:
X. Hemorragia Ex-sanguinolenta (sangramento intenso).
A- Atendimento das vias aéreas e controle da coluna cervical
B-Respiração (ventilação)
C- Circulação e sangramento
D- Incapacidade (avaliação neurológica)
E- Exposição
X. HEMORRAGIAS EX-SANGUINOLENTAS
Controle de sangramento externo
No “X” há a contenção de hemorragia externa grave, a abordagem a esta
deve ser antes mesmo do manejo das vias aéreas uma vez que
epidemiologicamente, apesar da obstrução das vias aéreas ser responsável
pelos óbitos em curto período de tempo, o que mais mata no trauma são as
hemorragias graves.
A. GERENCIAMENTO DE VIAS AÉREAS
Obstrução de Vias Aéreas por Corpo Estranho (OVACE)
Podemos encontrar obstrução leve da via aérea quando o cliente tem troca
gasosa, está consciente, consegue tossir e apresentar chiados no tórax
quando respira.
Nesse caso, encorajar a pessoa a tossir para expelir o corpo estranho,
acompanhando sua evolução. Caso a obstrução da via aérea se torne
grave, a troca gasosa pode estar insuficiente ou ausente.
A pessoa pode não conseguir tossir, ruídos respiratórios podem ser
percebidos ou estar ausente, a pele fica cianótica e não consegue falar
nem respirar.
Nesse momento, a pessoa leva as mãos ao pescoço, agarrando-o com o
polegar e os dedos, olhos arregalados, apresentando claro sinal de asfixia.
É necessário acionar imediatamente o serviço de emergência.
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Obstrução de Vias Aéreas po Corpo Estranho (OVACE)
Nessa situação, indica-se a Manobra de Heimlich.
Para isso, você deve posicionar-se atrás do cliente, envolvendo-o com os
braços, fechando uma das mãos, que é colocada com o lado do polegar
contra o abdome na linha média entre o apêndice xifoide e a cicatriz
umbilical. O punho fechado deve ser agarrado pela outra mão. Em seguida,
aplicar golpes rápidos para dentro e para cima até que o corpo estranho seja
expelido ou a pessoa tornar-se inconsciente. Esta manobra provoca uma
tosse artificial, tentando expelir o corpo estranho.
MANOBRA DE HEIMLICH
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MANOBRA DE HEIMLICH
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A. GERENCIAMENTO DE VIAS AÉREAS e
Estabilizaçao da Coluna Cervical
No “A” deve-se realizar a avaliação das vias aé[Link] atendimento
pré hospitalar de 66 a 85% das mortes evitáveis ocorrem por obstrução
de vias aéreas. Para manutenção das vias aéreas utiliza- se as técnicas
de elevação do queixo, uso de aspirador de ponta rígida e de
anteriozação da mandíbula e cânula orofaríngea (guedel)
No “A” também realiza-se a proteção da coluna cervical. Em vítimas
conscientes, a equipe de socorro deve se aproximar da vítima pela
frente, para evitar que mova a cabeça para os lados durante o olhar,
podendo causar lesões medulares.
A imobilização deve ser toda coluna, não se limitando a coluna cervical.
Para isso uma prancha rígida deve ser utilizada.
A. GERENCIAMENTO DE VIAS AÉREAS e
Estabilizaçao da Coluna Cervical
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B. RESPIRAÇÃO
Ventilação e oxigenação
No “B” o socorrista deve analisar se a respiração está adequada. A
frequência respiratória, inspeção dos movimentos torácicos, cianose, desvio
de traquéia e observação da musculatura acessória são parâmetros
analisados nesta fase.
Para tal, é necessário expor o tórax do paciente, realizar inspeção, palpação,
ausculta e percussão. Verificar se a respiração é eficaz e se o paciente está
bem oxigenado.
B. RESPIRAÇÃO
Ventilação e oxigenação
Mascara c/ reservatório
de oxigênio
Dispositivo bolsa-válvula
-máscara com reservatório.
(Ambú)
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VENTILAÇÃO:
▪ Ver, ouvir e sentir
▪ Qualidade X Quantidade
▪ Ventilação X Respiração
Todo politraumatizado precisa de O2
complementar.
VENTILAÇÃO:
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C. CIRCULAÇÃO
Perfusão e outras hemorragias
No “C” a circulação e a pesquisa por hemorragia são os principais
parâmetros de análise. A maioria das hemorragias é estancada pela
compressão direta do foco. A hemorragia é a principal causa de morte
no trauma.
C. CIRCULAÇÃO
Perfusão e outras hemorragias
PULSO CAROTÍDEO PULSO RADIAL E
PULSO BRAUIAL
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TORNIQUETE: QUANDO
USAR
- Utilizar o torniquete para conter hemorragias em membros sempre que a
compressão direta não puder ser realizada ou não for efetiva;
-Aplicar no membro afetado cerca de 5 a 7 cm em posição proximal à lesão;
Não aplicar sobre articulações. Caso a lesão esteja próxima a um articulação,
posicione o torniquete acima da articulação.
-Apertar o torniquete até que o sangramento pare completamente;
-Aplicar, caso necessário, por cima das roupas. (Mas tenha cuidado para não
aplicar em cima de objetos dentro dos bolsos da vítima, por exemplo);
TORNIQUETE: QUANDO
USAR
- Registrar o horário de aplicação no torniquete.
Não afrouxe ou retire o torniquete (Somente deve ser retirado no momento em que
possa ser feita a correção da lesão).
ENTENDA AS DIFERENÇAS DA AVALIAÇÃO
“X” e “C”
A diferença entre o “X” e o “C” é que o X se refere a
hemorragias externas, grandes hemorragias. Já o “C” refere
se a hemorragias internas, onde deve-se investigar perdas de
volume sanguíneo não visível, analisando os principais pontos
de hemorragia interna no trauma (pelve, abdome e membros
inferiores), avaliando sinais clínicos de hemorragia como tempo
de enchimento capilar lentificado, pele fria e pegajosa e
comprometimento do nível e qualidade de consciência.
D. INCAPACIDADE (AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA)
No “D” a análise do nível de consciência, tamanho e reatividade das
pupilas, presença de hernial cerebral, sinais de lateralização e o nível
de lesão medular ao medidas realizadas.
Nessa fase o objetivo principal é minimizar as chances de lesão
secundária pela manutenção da perfusão adequada do tecido
cerebral.
Avaliação
: Neurológica
Doente agressivo, combativo ou que não coopera, deve ser
considerado como estando em hipóxia até prova contrário.
Um nível de consciência diminuído deve alertar o socorrista para
quatro possibilidades:
1. Oxigenação cerebral diminuída(devido a hipóxia e/ou
hipoperfusão).
2. Lesão do sistema nervoso central (SNC).
3. Intoxicação por drogas ou álcool.
4. Distúrbio metabólico (diabetes,convulsão, parada cardíaca)
E. EXPOSIÇÃO
Ambiente
No “E” a análise da extensão das lesões e o controle do
ambiente com prevenção da hipotermia são as principais
medidas realizadas. O socorrista deve analisar sinais de
trauma, sangramento, manchas na pele, etc.
A parte do corpo que não está exposta, pode esconder a lesão
mais grave que acometa a vítima.
Exposição com controle da hipotermia. Para identificar
fraturas e hemorragias, a vítima deve ser despida. Para
facilitar o trabalho e impedir novos traumas, corta-se a
roupa. Nesse procedimento, é comum que a temperatura
do corpo baixe, deixando os cidadãos mais suscetíveis à
hipotermia. Com isso, outros problemas podem surgir.
Assim, antes da remoção da vítima para o atendimento, é
preciso garantir que sua temperatura esteja estável. Por
isso, é preciso ter mantas térmicas sempre à mão.
EXAME SECUNDÁRIO
O exame secundário é um exame do
politraumatizado da cabeça aos pés (céfalo
caudal), isto é, uma história clínica e um
exame físico completos, incluindo a
reavaliação de todos os sinais vitais.
Cada região corporal deverá ser examinada
por completo. A possibilidade de passar lesão
despercebida, ou de não ser dado o real valor
a uma determinada lesão, é grande,
principalmente em pacientes que não
respondem a estímulos ou que se encontram
instáveis.
INCIDENTE COM MÚLTIPLAS VÍTIMAS.
(IMV)
ATENDIMENTO A MÚLTIPLAS VÍTIMAS
DE TRAUMAS .
O Ministério da Saúde define como recomendação a realização de triagem
em casos de eventos com mais de cinco vítimas.
AVALIAR A HISTÓRIA DO ACIDENTE;
EQUIPE PRÉ HOSPITALAR NA AVALIAÇÃO DAS VÍTIMAS.
:
CLASSIFICAÇÃO DOS ACIDENTES COM
MÚLTIPLAS VÍTIMAS (AMV)
Número de vítimas:
Nível 1: de 5 a 10 vítimas
Nível 2: de 11 a 20 vítimas
Nível 3: mais de 21 vítimas
DESASTRE
É um evento no qual os recursos de pessoa e
equipamentos de um sistema de emergência local são
insuficientes, em um primeiro momento, para fazer
frente à determinada situação de emergência. Caso
exista recursos suficientes para atender prontamente,
consideramos, portanto, como Acidente com múltiplas
vítimas (AMV).
:
AVALIAÇÃO DA CENA DE DESASTRE
O socorrista que chegar ao local deve reportar ao centro
de operações as seguintes informações:
O que aconteceu?
Quais os recursos são necessários?
Onde aconteceu o acidente?
Quantas vítimas estão envolvidas?
Com essas informações, será ativado pelo Centro de
operações, o plano de contingência .
ORGANIZAÇÃO DA ÁREA DE DESASTRE
1. zona quente (oferece risco);
2. zona morna ( área intermediária);
3. zona fria ( área segura).
:
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TRIAGEM
:
Realizada na área de busca e salvamento, exceto se há risco
presente, caso em que deve ser realizada na zona fria.
Transporte;
Tratamento;
Morgue (necrotério).
: ETAPAS DO GERENCIAMENTO
Triagem: classificar de acordo com o risco de morte e
probabilidade de morte.
Categorização das vítimas na triagem:
Vermelha (prioridade 1) lesões tratáveis com risco imediato
de morte. Dificuldade respiratória, queimaduras graves.
Amarelas ( prioridade 2) lesões graves, sem risco imediato de
vida. Fratura óssea sem choque ou hemorragias
: ETAPAS DO GERENCIAMENTO
Verde (prioridade 3) lesões de partes
moles, sem risco de morte.
Preta (prioridade zero) pacientes mortos
ou apresentando lesões irreversíveis.
: SEQUENCIA DA TRIAGEM
Triagem inicial ou primária: Normalmente, é
realizada na própria zona quente. Recebem cartões
de cor identificando a gravidade.
Triagem Secundária: As vítimas são agrupadas em
lonas coloridas de acordo com as dos cartões de
triagem
:
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: PROTOCLOS DE TRIAGEM
PROTOCOLO S.T.A.R.T.
(Simple Triage and Rapid
Treatment)
MÉTODO C.R.A.M.P.
(Circulação, Respiração,
Abdome, Motor ou Movimento,
Psiquismo ou Palavra)
ÁREA DE
:
TRATAMENTO
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PROTOCOLO S.T.A.R.T. Processo de triagem de vítimas
: e tratamento rápido (Simple Triage and Rapid Treatment –
simplificado
START). Para tanto, esse método de triagem de vítimas não preconiza
o diagnóstico médico e, sim, a classificação das pessoas acidentadas
com base nas necessidades de cuidados e chance de sobrevivência.
Respiração- Avaliar a capacidade respiratória por 1 minuto;
Perfusão –Avaliar a qualidade da perfusão periférica por 2
segundos;
Mental- Avaliar o “pode fazer” ,o nível de consciência dessa
vítima para seguir os comandos dos socorristas.
PROTOCOLO S.T.A.R.T. Processo de triagem de vítimas
:
: PROTOCOLO S.T.A.R.T.
Simple Triage and Rapid Treatment
Pacientes que deambulam.
Prioridade 3
Lesões graves, sem risco
Prioridade 2 imediato de vida.
Lesões facilmente tratáveis,
Prioridade 1
com risco imediato de vida.
Prioridade 0 Pacientes irresponsivos, com
ausência de respiração e pulso.
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ATENDIMENTO DO
ACIDENTE COM MÚLTIPLAS VÍTIMAS
O profissional de enfermagem tem sua atuação frente a um AMV respaldada na
Lei do Exercício Profissional de Enfermagem nº. 7.498 de 25 de junho de 1986, no
seu artigo 11º, está determinado como privativo do enfermeiro no item I, inciso 1: ”
cuidados direto de enfermagem a paciente grave com risco de vida; e no inciso m
– cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam
conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas”.
-Priorizar o cuidado ao paciente mais viável, o que difere de um atendimento
individualizado e a capacidade de tomada de decisão através da triagem, visando
o melhor atendimento ao maior número de pessoas possíveis;
-Ter conhecimento de cada etapa do princípio da triagem como forma de garantir
uma assistência significativa às vítimas;
-Manter como objetivo a otimização da ação de socorro, salvando o maior
número possível de vítimas;
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ATENDIMENTO DO
ACIDENTE COM MÚLTIPLAS VÍTIMAS
- Estabelecer o melhor tratamento , com todos os
recursos humanos e materiais disponíveis da
melhor forma;
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Azeredo TRM, Guedes HM, Almeida RAR, et al. Efficacy of the
Manchester Triage System: a systematic review. Int. Emerg.
Nurs. 2015; 23(2):47-52.
Brasil. Portaria Nº 2048, de 5 de Novembro de 2020.
Brasil. Resolução Conselho Federal Medicina nº 1451/95. DOU,
17 de março de 1995.
National Association of Emergency Medical Technicians
(NAEMT). PHTLS: Atendimento pré-hospitalar ao
traumatizado. 8ª edição. Editora Artmed. 2017.