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Memorial Descritivo de Pavimentação em Xanxerê

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MEMORIAL DESCRITIVO

1. DADOS DA OBRA

PROPRIETÁRIO: MUNICÍPIO DE XANXERÊ


LOCAL: LOTEAMENTO PEDRO BORTOLUZZI
OBJETO: PAVIMENTAÇÃO DAS VIAS DO LOTEAMENTO

2. PAVIMENTAÇÃO

2.1. Serviços Preliminares

A execução dos serviços regularização e compactação do sub-leito será precedida da


execução dos serviços preliminares que compreendem: o desmatamento, o destocamento e
limpeza, e os serviços de terraplenagem, visando desimpedir o corpo da estrada, locais de
empréstimos, jazidas e demais ocorrências de materiais de construção das obstruções
naturais ou artificiais porventura existentes As operações correspondentes aos serviços
preliminares para os casos de cortes e aterros terão lugar no interior da faixa de domínio.

Regularização do sub-leito

A regularização do sub-leito é o conjunto de operações executadas na superfície do


sub-leito de ruas e rodovias a pavimentar, compreendendo cortes e/ou aterros até 20cm de
espessura e a compactação da mesma, de modo a conferir condições adequadas em termos
geométricos e tecnológicos.

a) Materiais

Os materiais empregados na regularização do sub-leito serão os da própria camada


final de terraplenagem. No caso de substituição ou adição de material, estes deverão ser
provenientes de ocorrência previamente estudadas.

b) Execução

Inicialmente, proceder-se-á escarificação geral até 0,20 m abaixo da cota de projeto.


Caso seja necessária a execução de bota-fora com material resultante de operação de corte,
esta será efetuada lançando-se o excesso nos taludes de aterro ou nos pontos de passagem,
em locais que não causem prejuízos à drenagem ou obra de arte. No caso de importação de
material os mesmos serão lançados após a escarificação do material existente. As operações
de corte ou aterro que excedam ao limite de 20 cm serão tratadas como itens de
terraplenagem.
O material espalhado será homogeneizado com uso combinado de grade de disco e
motoniveladora. Este operação prosseguirá até que o material se apresente visualmente
homogêneo e isento de grumos ou torrões. O teor de umidade dos materiais utilizados na
regularização do sub-leito, para efeito de compactação, deverá estar situado no intervalo que
garanta um ISC mínimo igual ao obtido no ensaio do método DNER ME 49/64. Caso o teor
de umidade se apresente fora dos limites estabelecidos, proceder-se-á o umedecimento da
camada se demasiada seca, ou a escarificação e aeração, se excessivamente úmida.

2.2. Dimensionamento Do Pavimento

Considerações Gerais

De acordo com as características do solo da região, que mantém características


uniformes, adotaremos o CBR de 12.
Projeto de pavimentação

a) Considerações Preliminares

Foi prevista a pavimentação flexível do tipo asfáltica com Concreto Betuminoso


Usinado à Quente.

b) Dimensionamento

O dimensionamento do pavimento foi dimensionado de acordo com o Método de


Dimensionamento de Pavimento Flexível adotado pelo DNIT, proposto pelo Eng. Murilo Lopes
de Souza, através das diretrizes propostas pela Prefeitura Municipal de São Paulo na
instrução de projeto IP 05 – Instrução para Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis para
Tráfego Meio Pesado, Pesado, Muito Pesado e Faixa Exclusiva de ônibus.

c) Espessuras do pavimento

Assim, de acordo com a IP 05 - Instrução para Dimensionamento de Pavimentos


Flexíveis para Tráfego Meio Pesado, Pesado, Muito Pesado e Faixa Exclusiva de ônibus da
Prefeitura Municipal de São Paulo, temos uma via que pode ser classificada como Coletoras
e Estruturais.
Volume Inicial da
Vida de
Função Tráfego Faixa mais carregada
Projeto N Ncaracterístico
Predominante Previsto Veículo Caminhões
(Anos)
Leve e ônibus
Vias 1.501 101 1,4 x 106
Meio
Coletoras e 10 a a a 2 x 106
Pesado 6
Estruturais 5.000 300 3,1 x 10

Pois o nº de veículos comerciais situa-se entre 101 e 300 veículos por dia.
Tal fluxo de veículos resulta em um número equivalente de operações padrão (N)
variando entre 1,40x106 e 3,10x106 solicitações. Seguindo a IP 05 – PMSP adotaremos 105
solicitações, como o número equivalente de operações padrão. O período de projeto foi
definido como 10 anos, e a carga por eixo foi definida como 10t por eixo simples de rodagem
dupla.
Adotamos como sendo 12 o Índice de Suporte Califórnia (CBR) do solo local (sub-
leito), conforme demonstrado acima.
As camadas foram determinadas seguindo a IP 05 – PMSP, sendo que para este CBR
temos a espessura total do pavimento como 35 cm.
Para estes parâmetros obtivemos as espessuras apresentadas nas tabelas abaixo.
Espessura
Espessura Coeficiente
Camada Material equivalente
(cm) Estrutural
(cm)
Revestimento Concreto
Betuminoso
5,00 2,00 10,00
Usinado à Quente –
CBUQ
Base Brita Graduada 10,00 1,00 10,00
Sub-base Macadame seco 15,00 1,00 15,00
TOTAL 30,00 35,00

Assim, o pavimento será composto pela estrutura abaixo representada:


Camada de Concreto Betuminoso Usinado à Quente 5,00cm
 Brita Graduada 10,00cm
Macadame seco 15,00cm
3.3. Especificação Para A Execução Da Pavimentação Asfáltica

A execução da pavimentação asfáltica deverá ser executada conforme o indicado em


projeto, sendo feita á locação das áreas a pavimentar.

Pavimentação

A execução da pavimentação asfáltica deverá ser executada conforme o indicado em


projeto, sendo feita á locação das áreas a pavimentar.
A área a pavimentar será preparada obedecendo-se o alinhamento e nivelamentos
projetados. Regularização e compactação da área será nivelada pela equipe de topografia,
sendo então executado os serviços de regularização com o uso de motoniveladora, até
colocar a área no greide de projeto, sendo a área então compactada com rolo compactador
vibratório do tipo pé de carneiro, até atingir uma densidade de 95% do P.N. para aquele solo,
e posteriormente nivelada novamente com a motoniveladora.
A Sub-base de macadame seco será executada com 15 cm de espessura. Para a base
será executado uma camada de brita graduada compactada com espessura de 10 cm.

a) Pintura de ligação

A pintura de ligação consiste numa pintura ligante, que recobre a camada da base, e
tem por função proporcionar a ligação entre a camada de base e a capa de rolamento
(C.B.U.Q.).
O material utilizado para a pintura de ligação é derivado do petróleo, conhecido como
emulsão asfáltica RR-2C, a taxa de aplicação do material deverá ser na ordem de 0,5
litros/m².
A imprimação da base compactada de macadame seco e na área onde foi executado
tubulação nova de drenagem com camada de brita graduada deverá ser utilizando-se asfalto
diluído tipo CM30, aplicado com uma taxa estimada de 1,2 litros/m2.
A pintura de ligação será executada após a base estar perfeitamente limpa e seca,
utilizando-se para tal o caminhão espargidor.

Execução
O material betuminoso deverá ser aplicado de maneira uniforme, sempre através de
barras de aspersão e sob pressão. Antes do início da distribuição do material deve-se verificar
se todos os bicos da barra de distribuição estão abertos. A aplicação poderá também ser
executada manualmente utilizando-se a caneta sob pressão acoplada ao caminhão
espargidor.
A área a ser pintada deve estar seca ou ligeiramente umedecida. É vedado proceder
com o serviço com a superfície molhada ou quando a temperatura do ambiente estiver inferior
a 10° C ou ainda em condições atmosféricas desfavoráveis.

A área que apresentar taxas abaixo da mínima especificada deverá


receber uma segunda aplicação de forma a completar a quantidade recomendada.
Não se deve permitir o trânsito sobre a superfície pintada.

b) Revestimento em concreto asfáltico

Concreto asfáltico é um revestimento flexível, resultante da mistura a quente, em uma


usina adequada, de agregado mineral graduado, material de enchimento e material
betuminoso, espalhado e compactado a quente sobre uma base pintada (pintura de ligação).

Material Betuminoso
Deverá ser empregado como material betuminoso o cimento asfáltico de petróleo
(CAP-50).

Agregado Graúdo
O agregado graúdo deve ser de pedra britada, com partículas de forma cúbica ou
piramidal, limpas, duras, resistentes e de qualidade razoavelmente uniforme.
O agregado deverá ser isento de pó, matérias orgânicas ou outro material nocivo e
não deverá conter fragmentos de rocha alterada ou excesso de partículas lamelares ou
chatas.

Agregado Miúdo
O agregado miúdo é composto de pedrisco e pó de pedra, de modo que suas partículas
individuais apresentem moderada angulosidade, sejam resistentes e estejam isentas de
torrões de argila ou outra substâncias nocivas.

Composição da Mistura
O teor de asfalto será de 6,0%, sendo que a porcentagem de betume se refere à
mistura de agregados, considerada como 100%.

Execução

O revestimento será em C.B.U.Q. (Concreto Betuminoso Usinado à Quente), e deve


obedecer a faixa C especificada pelo DNIT. O C.B.U.Q. será executado sobre a superfície
após a realização da pintura de ligação. A massa asfáltica deverá deixar a usina a uma
temperatura de no máximo 177° C, e chegar no local da obra a uma temperatura não inferior
a 120° C.
O transporte deste material deverá ser feito através da utilização de caminhões
providos de caçamba metálica juntamente com lonas para a proteção e conservação da
temperatura.
A camada de regularização será feita em toda a largura da pista. A camada de
rolamento deverá ser executada na largura de cada rua conforme projeto. Também deverá
ser feita a camada de rolamento nos cruzamentos.
A rolagem deve ser iniciada à temperatura de 120°C e encerrada sem que a
temperatura caia abaixo de 80°C. A compactação deverá ser iniciada nas bordas e progredir
longitudinalmente para o centro, de modo que os rolos cubram uniformemente em cada
passada pelo menos a metade da largura de seu rastro da passagem anterior. Nas curvas, a
rolagem deverá progredir do lado mais baixo para o lado mais alto, paralelamente ao eixo da
guia e nas mesmas condições do recobrimento do rastro.
Os compressores não poderão fazer manobras sobre a camada que está sofrendo
rolagem. A compressão requerida em lugares inacessíveis aos compressores
será executada por meio de soquete manual ou placa vibratória.
As depressões ou saliências que aparecerem após a rolagem deverão ser corrigidas
pelo afrouxamento e compressão da mistura até que a mesma adquira densidade igual ao
material circundante.
Para esta camada o agregado deverá consistir de pedra britada, com fragmentos
angulares, limpos, duros, tenazes e isentos de fragmentos moles ou alterados. Deverá
apresentar boa adesividade, sendo que os agregados, constituídos de brita nº 1 e pó de pedra,
pedrisco e Filler calcáreo, deveram obedecer a faixa granulométrica da NBR.
É de exclusiva responsabilidade da empresa executora, fornecer um laudo sobre a
pavimentação, atendendo as exigências do DNIT.

No laudo deverá estar expresso a qualidade dos itens abaixo:


- Espessura;
- Teor de CAP na Mistura;
- Densidade.
4. MEIO-FIO DE CONCRETO

Os meio fios são dispositivos posicionados ao longo do pavimento, e mais elevados


que este, com o duplo objetivo de limitar a área destinada ao trânsito de veículos e conduzir
as águas precipitadas sobre o pavimento e passeios, para outros dispositivos de drenagem.
Para a execução dos meios fios será realizado onde se fizer necessário, aterro
compactado em toda sua extensão e com uma largura mínima de 50 cm a fim de garantir o
travamento e evitar o tombamento dos mesmos.
Os meio fios serão executados em concreto, com fck mínimo de 18 Mpa, pré-moldados
conforme projeto executivo. O assentamento do meio fio será executado no limite da
pavimentação, sendo que a pista de rolamento deverá ter as dimensões mínimas
especificadas em projeto.
A seção dos meios fios será de acordo com o projeto, e terá espessura mínima de 12
cm, sendo que a borda superior será arredondada podendo chegar a 10 cm (conforme detalhe
no projeto).
A ancoragem (engastamento) do meio fio ao substrato (pavimentação existente, etc...),
deve ser adequada ao caso e de responsabilidade da empreiteira.

5. SINALIZAÇÃO

a) Sinalização Horizontal

Tem como finalidade, transmitir e orientar os usuários sobre as condições de utilização


adequada da via, compreendendo as proibições, restrições e informações que lhes permitam
adotar comportamento adequado, de forma a aumentar a segurança e ordenar os fluxos de
tráfego.
Para sinalização horizontal, o Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito – Volume
IV – Sinalização Horizontal, trás padrões de formas e de cores.
Para as formas, tem-se: Contínua – linhas sem interrupção; tracejada ou seccionada
– linhas interrompidas, aplicadas em cadência; Setas, símbolos e legendas – às informações
representadas em forma de desenho ou inscritas.
Para as cores, tem-se: Amarela – separar movimentos veiculares de fluxos opostos;
Branca – regulamentar faixas de travessias de pedestres; Vermelha – demarcar ciclovias;
Azul – áreas especiais de estacionamento; Preta – para proporcionar o contraste entre a
marcação viária e o pavimento.
As dimensões são definidas pela sua função e pelas características físicas e
operacionais da via.
Os materiais a serem empregados devem considerar os seguintes fatores: natureza
do projeto, volume e classificação do tráfego, qualidade e vida útil do pavimento, frequência
de manutenção, entre outros. Podendo ser utilizados tintas, massas plásticas de dois
componentes, massas termoplásticas, plásticos aplicáveis a frio, películas pré-fabricadas,
dentre outros.
Dessa forma, neste projeto, a sinalização horizontal consiste na execução das faixas
de travessia de pedestres (FTP) com linhas de retenção (LRE) e pintura de linhas de divisão
de fluxos opostos (LFO).

Linha de divisão de fluxos opostos (LFO)

Neste projeto, para linha de divisão de fluxos opostos (LFO), será utilizado a Linha
longitudinal dupla contínua (LFO-3). Utilizada em toda a extensão com largura igual ou
superior a 7.00m e/ou volume veicular significativo, onde é necessário proibir a ultrapassagem
em ambos os sentidos, principalmente nas proximidades de interseções.
Figura 1 - Linha dupla contínua - LFO-3

Fonte: CONTRAN (2012)

Características para execução da LFO-3

Descrição
Cor Amarela – Tonalidade 10 YR 7,5/14 – padrão Munsell. Branca – N 9,5
Dimensões A largura (l) das linhas e a distância (d) entre elas é de no mínimo 0,10m e
no máximo de 0,15m.
Colocação Inicia-se a partir de 2,00m do alinhamento da pista transversal ou da faixa
de pedestres, ou junto à linha de retenção.
Material Será empregado tinta à base de resina acrílica conforme NBR-11862/2012,
na espessura de 0,6mm, com a aplicação de micro-esfera de vidro tipo I-B
e II-A (NBR-16184/2013).
As pinturas deverão conter pelo menos 250g em micro-esfera de vidro tipo
drop-on para cada m2 de aplicação.
Aplicação Após respeitado o período de cura do revestimento, deve-se aplicar sobre
superfície seca, livre de sujeira, óleos, graxas ou qualquer outro material
que prejudique a aderência ao pavimento.

Faixa de travessia de pedestre (FTP) com Linhas de retenção (LRE)

A Linha de retenção (LRE) indica ao condutor o local limite em que deve parar o
veículo, devendo ser usada junto a faixa de travessia de pedestre.

Figura 2 - Linha transversal de retenção (LRE)

Fonte: CONTRAN (2012)


Características para execução da LRE

Descrição
Cor Branca – N 9,5 – padrão Munsell.
Dimensões A largura (l) mínima é de 0,30m e a máxima de 0,60m.
Colocação Deve ser locada a uma distância mínima de 1,60m do início da faixa para
travessia de pedestres.
Material Será empregado tinta à base de resina acrílica conforme NBR-11862/2012,
na espessura de 0,6mm, com a aplicação de micro-esfera de vidro tipo I-B
e II-A (NBR-16184/2013).
As pinturas deverão conter pelo menos 250g em micro-esfera de vidro tipo
drop-on para cada m2 de aplicação.
Aplicação Após respeitado o período de cura do revestimento, deve-se aplicar sobre
superfície seca, livre de sujeira, óleos, graxas ou qualquer outro material
que prejudique a aderência ao pavimento.

A faixa de travessia de pedestres do tipo zebrada (FTP-1), delimita a área destinada à


travessia de pedestres e regulamenta a prioridade de passagem dos mesmos em relação aos
veículos.

Figura 3 - Faixa de pedestres do tipo zebrada - FTP-1

Fonte: CONTRAN (2012)

Características para execução da FTP-1

Descrição
Cor Branca – N 9,5 – padrão Munsell.
Dimensões A largura (l) das linhas varia de 0,30m a 0,40m, e adistância (d) entre elas
de 0,3.m a 0,80m. A extensão mínima das linhas é de 3,00m, podendo varia
em função do volume de pedestres e da visibilidade.
Colocação Deve ser locada em locais onde haja necessidade de ordenar e
regulamentar a travessia de pedestres. Nos locais de caminhamento
natural dos pedestres com segurança. Em interseções, deve ser
demarcada no mínimo a 1,00m do alinhamento da pista transversal.
Material Será empregado tinta à base de resina acrílica conforme NBR-11862/2012,
na espessura de 0,6mm, com a aplicação de micro-esfera de vidro tipo I-B
e II-A (NBR-16184/2013).
As pinturas deverão conter pelo menos 250g em micro-esfera de vidro tipo
drop-on para cada m2 de aplicação.
Aplicação Após respeitado o período de cura do revestimento, deve-se aplicar sobre
superfície seca, livre de sujeira, óleos, graxas ou qualquer outro material
que prejudique a aderência ao pavimento.
b) Sinalização vertical

A sinalização vertical é um subsistema da sinalização viária, que se utiliza de sinais


apostos sobre placas fixadas na posição vertical, ao lado ou suspensas sobre a pista,
transmitindo mensagens de caráter permanente ou variável.
A sinalização vertical é classificada segundo sua função: regulamentação – dispõe
sobre as obrigações, limitações, proibições ou restrições que governam o uso da via;
advertência – que dispõe sobre condições com potencial risco existentes na via ou nas suas
proximidades, tais como escolas; e informativas – que indica direções, localizações, pontos
de interesse turístico ou de serviços.

Placas de Regulamentação

A sinalização vertical de regulamentação utilizada no projeto deste loteamento foram


a de Parada Obrigatória (R-1) e a de velocidade máxima permitida (R-19).

Parada Obrigatória (R-1)

Assinala ao condutor que deve parar seu veículo antes de entrar ou cruzar a via/pista.
Assim, em vias transversais, junto a interseções com vias consideradas preferenciais, devido
suas condições geométricas, de volume de tráfego ou continuidade física.
Será instalada no lado direito da via o mais próximo possível do ponto de parada do
veículo, sendo no máximo a 10,00m do prolongamento do meio fio ou bordo da via transversal,
permitindo uma altura livre entre 2 a 2,5m em relação ao solo.

Descrição
Cores Padrão Munsell Red Neutral
Fundo – Vermelha 7,5 4/14
Orla Interna – Branca 9,5
Orla externa – Vermelha 7,5 4/14
Letras – Branca 9,5
Forma e Octogonal
dimensões Em área urbana dimensão mínima recomendada
Lado - 0,25m 0,35m
Orla Interna Branca - 0,02m 0,028m
Orla Externa vermelha - 0,01m 0,014m
Material Chapa de aço galvanizado, com fundo preto fosco – antioxidante.
placas
A placa deverá ser pintada com tinta de esmalte sintético fosca ou pintura
eletrostática.
As películas serão retrorrefletivas de esferas inclusas.
Suporte Tubo Ø2 ½” – parede 3mm de aço galvanizado com comprimento de 3,25m.
Sendo 0,60m deverá ser enterrado. Composto por um tubo Ø3/4” com 20cm
de comprimento como dispositivo anti-giro. E também por uma travessa de
aço galvanizado de comprimento 30cm.

Velocidade Máxima Permitida (R-19)

Regulamenta o limite máximo de velocidade em que o veículo pode circular na pista,


válido a partir do ponto onde o sinal é colocado.
Deve ser instalada em vias em que haja necessidade de informar ao usuário a
velocidade máxima regulamentada; em vias fiscalizadas com equipamentos medidores de
velocidade; ou quando estudos de engenharia indicarem a necessidade da possibilidade de
regulamentar velocidade menor ou maior do que as estabelecidas.

Descrição
Cores Padrão Munsell Red Neutral
Fundo – Branca 9,5
Tarja – Vermelha 7,5 4/14
Orla externa – Branca 9,5
Letras – Preta 0,5
Forma e Circular
dimensões Em área urbana dimensão mínima recomendada
Diâmetro - 0,40m 0,75m
Tarja - 0,04m 0,075m
Orla Externa vermelha - 0,04m 0,075m
Material Chapa de aço galvanizado, com fundo preto fosco – antioxidante.
placas
A placa deverá ser pintada com tinta de esmalte sintético fosca ou pintura
eletrostática.
As películas serão retrorrefletivas de esferas inclusas.
Suporte Tubo Ø2 ½” – parede 3mm de aço galvanizado com comprimento de 3,25m.
Sendo 0,60m deverá ser enterrado. Composto por um tubo Ø3/4” com 20cm
de comprimento como dispositivo anti-giro. E também por uma travessa de
aço galvanizado de comprimento 30cm.

Placas Logradouros Públicos

As placas com o nome da rua terão dimensão 80x15cm, dobrada em 90°em chapa
galvanizada nº 18, soldada em barra chata 70 cm de comprimento, 2” de largura e 1/8” de
espessura, confeccionada com letras brancas, pintura acrílica e fundo anti corrosivo, fixada
através de parafusos, porcas e arruelas galvanizados conforme detalhe em projeto.

Obs.: Neste projeto não foi utilizado as placas informativas e de advertência.

Não consta no projeto áreas turísticas ou de acesso as rodovias estaduais (SC) ou


federais (BR) para placas informativas.

Por as vias do loteamento serem de baixa velocidade e de baixo tráfego, dispensa o


uso da placa de advertência A-32b – Passagem de pedestres.

Xanxerê/SC, 29 de janeiro de 2020.

GUILHERME STÄHELIN COELHO


Eng. Civil – CREA/SC 86.423-6

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