0% acharam este documento útil (0 voto)
14 visualizações18 páginas

Políticas Voltadas A Saúde Da Criança e Adolescentes: Enf Esp. Karina D. C. Gabino

Jaja z xbdkdks e sid d disk dmdid. Donde shysjdndodb r

Enviado por

Junior Hountt
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
14 visualizações18 páginas

Políticas Voltadas A Saúde Da Criança e Adolescentes: Enf Esp. Karina D. C. Gabino

Jaja z xbdkdks e sid d disk dmdid. Donde shysjdndodb r

Enviado por

Junior Hountt
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Políticas Voltadas a Saúde

da Criança e Adolescentes
Enfª Esp. Karina D. C. Gabino
O que é criança?
• A criança é um ser humano em pleno desenvolvimento. As
experiências vividas nos primeiros anos de vida são
fundamentais para a formação do adulto que ela será no
futuro. Por isso, é muito importante que a criança cresça em
um ambiente saudável, cercada de afeto e com liberdade
para brincar.
“IMPORTANTE: A criança deve ter seu crescimento e
desenvolvimento acompanhados regularmente pela equipe da
Unidade Básica de Saúde mais próxima de onde mora”.
• Para cuidar da criança, educar e promover sua saúde e seu
desenvolvimento integral, é importante a parceria entre os
pais, a comunidade e os profissionais de saúde, de assistência
social e de educação.
• É importante estimular desde cedo o desenvolvimento da
criança para que ela adquira autoconfiança, autoestima e
desenvolva capacidade de relacionar-se bem com outras
crianças, com a família e com a comunidade. Desse modo,
terá maior possibilidade de tornar-se um adulto bem
adaptado socialmente.
• Vigiar o desenvolvimento da criança nos primeiros anos de
vida é de fundamental importância, pois é nesta etapa da
vida extrauterina que o tecido nervoso mais cresce e
amadurece, estando, portanto, mais sujeito aos agravos.
Devido a sua grande plasticidade, é também nesta época que
a criança melhor responde aos estímulos que recebe do meio
ambiente e às intervenções, quando necessárias.
A importância de brincar
• Crianças brincam! Brincam sozinhas, acompanhadas,
animam objetos, imitam sons, são heroínas, choram e riem
em suas brincadeiras. E porque estão brincando, podem
amar e odiar livremente, protegidas pelo círculo mágico do
jogo ou do ambiente lúdico. Costumamos ouvir que as
crianças brincam na infância, mas seria mais preciso dizer
que as crianças têm a infância para brincar. Ofereça à
criança um pedaço de pau ou papel e logo haverá um
maravilhoso mundo imaginativo pronto para tomar forma.
O lúdico é fator constituinte da vida. É através dele que a
criança se constitui como sujeito.
• Nos primórdios de sua existência, o eu, num processo criador
de interpretação do mundo, criou um território interno para
sua realidade psíquica. Interpretar o mundo é “inventar” e
dar-lhe um sentido. O lúdico é o primeiro movimento da
criança em direção ao seu potencial criador. A brincadeira é,
para ela, um dos principais meios de expressão que possibilita
a investigação e a aprendizagem sobre as pessoas e o mundo.
Valorizar o brincar significa oferecer locais e brinquedos que
favoreçam a brincadeira como atividade que ocupa o maior
espaço de tempo na infância.
Política Nacional
de Atenção
Integral à Saúde
da Criança
(PNAISC)
A Política Nacional de Atenção Integral à
Saúde da Criança (PNAISC) foi instituída
pela Portaria nº 1.130, de 5 de agosto de
2015, após 4 anos de construção coletiva do
Ministério da Saúde com as Coordenações de
Saúde da Criança das Secretarias Estaduais de
Saúde e Municipais das capitais, com o apoio
metodológico da Estratégia Brasileirinhas e
Brasileirinhos Saudáveis EBBS/IFF/FIOCRUZ.
• Com o objetivo de promover e proteger a saúde da criança e
o aleitamento materno, o Ministério da Saúde instituiu
a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança
(PNAISC).
• A política abrange os cuidados com a criança da gestação aos
9 anos de idade, com especial atenção à primeira infância e
às populações de maior vulnerabilidade, visando à redução da
morbimortalidade e um ambiente facilitador à vida com
condições dignas de existência e pleno desenvolvimento.
• A política se estrutura em 7 (sete) eixos estratégicos, com a
finalidade de orientar e qualificar as ações e serviços de
saúde da criança no território nacional, considerando os
determinantes sociais e condicionantes para garantir o
direito à vida e à saúde, visando à efetivação de medidas que
permitam o nascimento e o pleno desenvolvimento na
infância, de forma saudável e harmoniosa, bem como a
redução das vulnerabilidades e riscos para o adoecimento e
outros agravos, a prevenção das doenças crônicas na vida
adulta e da morte prematura de crianças.
• A Coordenação Geral de Saúde da Criança e Aleitamento
Materno (CGSCAM) é responsável por coordenar e
implementar a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde
da Criança (PNAISC) mediante a articulação interfederativa
com os gestores estaduais e municipais.
• A PNAISC tem por objetivo promover e proteger a saúde da
criança e o aleitamento materno, mediante a atenção e
cuidados integrais e integrados, da gestação aos nove anos de
vida, com especial atenção, à primeira infância e populações
de maior vulnerabilidade, visando à redução da
morbimortalidade e contribuir para um ambiente facilitador
à vida com condições dignas de existência e pleno
desenvolvimento.
Os pilares da política são:

I - Atenção humanizada e qualificada à gestação, II - Aleitamento materno e alimentação


ao parto, ao nascimento e ao recém-nascido complementar saudável

• Consiste na melhoria do acesso, cobertura, • Estratégia ancorada na promoção, proteção e


qualidade e humanização da atenção obstétrica e apoio ao aleitamento materno, iniciando na
neonatal, integrando as ações do pré-natal e gestação, considerando-se as vantagens da
acompanhamento da criança na atenção básica, amamentação para a criança, a mãe, a família e
principal porta de entrada para o SUS, com a sociedade, bem como a importância de
aquelas desenvolvidas nas maternidades. estabelecimento de hábitos alimentares saudáveis.
III - Promoção e acompanhamento do crescimento e IV - Atenção integral a crianças com agravos
do desenvolvimento integral prevalentes na infância e com doenças crônicas

• Consiste na vigilância e estímulo do pleno • Consiste em estratégia para o diagnóstico precoce e


crescimento e desenvolvimento da criança, em a qualificação do manejo de doenças prevalentes na
especial do "Desenvolvimento na Primeira Infância infância e ações de prevenção de doenças crônicas
(DPI)", pela atenção básica à saúde, conforme as e de cuidado dos casos diagnosticados, com o
orientações da "Caderneta de Saúde da Criança", fomento da atenção e internação domiciliar
incluindo ações de apoio às famílias para o sempre que possível.
fortalecimento de vínculos familiares.
Consiste em articular um conjunto de ações e
estratégias da rede de saúde para a prevenção de
violências, acidentes e promoção da cultura de paz,
além de organizar metodologias de apoio aos
V - Atenção integral a crianças em serviços especializados e processos formativos para a
situação de violências, prevenção de qualificação da atenção à criança em situação de

acidentes e promoção da cultura de paz violência de natureza sexual, física e psicológica,


negligência e/ou abandono, visando à
implementação de linhas de cuidado na Rede de
Atenção à Saúde e na rede de proteção social no
território.
VI - Atenção à saúde de crianças com deficiência ou VII - Vigilância e prevenção do óbito infantil,
em situações específicas e de vulnerabilidade fetal e materno
• Consiste na articulação de um conjunto de estratégias
• Consiste na contribuição para o
intrassetoriais e intersetoriais, para inclusão dessas
monitoramento e investigação da
crianças nas redes temáticas de atenção à saúde,
mortalidade infantil e fetal e possibilita a
mediante a identificação de situação de
vulnerabilidade e risco de agravos e adoecimento, avaliação das medidas necessárias para a
reconhecendo as especificidades deste público para prevenção de óbitos evitáveis.
uma atenção resolutiva.
PRINCÍPIOS

• I - direito à vida e à saúde;


• II - prioridade absoluta da criança;
• III - acesso universal à saúde;
• IV - integralidade do cuidado;
• V - equidade em saúde;
• VI - ambiente facilitador à vida;
• VII - humanização da atenção;
• VIII - gestão participativa e controle social.
Art. 5º A PNAISC possui as seguintes diretrizes a serem observadas na
elaboração dos planos, programas projetos e ações de saúde voltadas para
crianças:

I - gestão interfederativa das ações de saúde da criança;


II - organização das ações e serviços na rede de atenção;
III - promoção da saúde;
IV - fomento à autonomia do cuidado e da corresponsabilidade da família;
V - qualificação da força de trabalho do SUS;
VI - planejamento e desenvolvimento de ações;
VII - incentivo à pesquisa e à produção de conhecimento;
VIII - monitoramento e avaliação;
IX - intersetorialidade.
Obrigada!

Você também pode gostar