PROVA GLOBAL FQ (Física)
Retilínea
Elíptica
Circular
Curvilínea
Rapidez Média:
Rm= distâ ncia percorrida (s)
intervalo de tempo ( t)
Distância: rm x ( t)
( t)= d
rm
Referencial-> Ponto ou sistema de pontos que serve de referência em relaçã o ao
qual se descreve o movimento de um corpo.
Movimento-> O corpo altera a sua posiçã o ao longo do tempo em relaçã o a um
referencial.
Repouso-> O corpo nã o altera a sua posiçã o ao longo do tempo em relaçã o a um
referencial.
GRANDEZAS ESCALARES:
-> Define-se pelo seu valor
Ex: m=30 g
T= 1 hora
Rm= 100 km/h
GRANDEZAS VETORIAIS:
-> Representa-se por vetores
Define-se pelo: sentido, direçã o, ponto de aplicaçã o e intensidade
CLASSIFICAÇÃ O DOS MOVIMENTOS:
Retilíneo Uniforme: a velocidade constante, á rea do retâ ngulo
Retilíneo Acelerado: a velocidade aumenta, o vetor velocidade tem a mesma
direçã o e sentido do vetor aceleraçã o, á rea de um triâ ngulo.
Retilíneo Retardado: a velocidade diminui, o vetor velocidade tem a mesma
direçã o que o vetor aceleraçã o, mas sentidos opostos, á rea de um trapézio.
Velocidade-> indica nã o só a distâ ncia percorrida num dado intervalo de tempo,
mas também a direçã o e o sentido do movimento, é uma grandeza vetorial.
V= posiçã o final-posiçã o inicial
t
Aceleração média-> Indica como a velocidade de um corpo varia, em média, num
dado intervalo de tempo, é uma grandeza vetorial.
Am= variaçã o da velocidade = Vf - Vi
intervalo de tempo T f - Ti
DISTÂ NCIA DE SEGURANÇA RODOVIÁ RIA:
1º-> o condutor vê o obstá culo.
2º-> reage, ou seja, é o tempo de reaçã o,
este depende do condutor. (sonolência,
consumo de á lcool e utilizaçã o do
telemó vel), movimento retilíneo uniforme
3º-> o condutor inicia a travagem
4º-> trava, ou seja, é o tempo de travagem, este depende do veículo e do piso. (se
está molhado, se os pneus estã o gastos, ...), movimento retilíneo retardado
Distância de segurança= Distâ ncia de reaçã o + Distâ ncia de travagem
B + b x alt = alt x b + b x h
2 2
Tempo de reação-> é o intervalo de tempo que decorre entre o instante em que o
condutor se apercebe do obstá culo e o instante em que se inicia a travagem.
Tempo de travagem-> é o intervalo de tempo que decorre entre o instante em que
se inicia a travagem e o instante em que o veículo para.
Distância de reação-> é a distâ ncia percorrida pelo veículo durante o tempo de
reaçã o.
Distância de travagem-> é a distâ ncia percorrida pelo veículo durante o tempo de
travagem.
FORÇAS:
À distância: força exercida pela terra sobre a lua
De contacto: pontapé na bola
->Resultam da interaçã o entre dois corpos.
->Aparelho de mediçã o das forças: dinamó metro
->Unidade da força: Newton (N)
->É uma grandeza vetorial
->Alcance é o maior valor que conseguimos ter no dinamó metro.
->Menor divisão da escala é o menor valor que conseguimos ler no dinamó metro.
As forças podem causar: deformaçã o num corpo, alteraçã o do estado do
movimento ou repouso de um corpo.
Massa (grandeza escalar) -> Balança, grandeza escalar, unidade SI: Kg
Peso (grandeza vetorial) -> Dinamó metro, grandeza vetorial, unidade SI: Newton
P= m x g -> O peso é uma força que aponta para o interior da terra.
Gterra= 9,6 m/s2
LEIS DE NEWTON:
1ªlei- Lei da Inércia
2ªlei- Lei Fundamental da Dinâ mica
3ªlei- Lei açã o-reaçã o
Lei da Inércia: O corpo está em repouso e tenderá a permanecer em repouso:
equilíbrio está tico. Um corpo em movimento irá permanecer com velocidade
constante se nã o existirem forças exteriores.
Lei Fundamental da Dinâmica:
Fr= m x aceleraçã o
Para um corpo de massa constante-> maior força, significa maior aceleraçã o
Para um corpo com aceleraçã o constante-> maior massa, significa maior força
aplicada
Lei ação-reação: Se um corpo exerce uma força sobre outro, este exerce sobre o
primeiro uma força de igual intensidade e direçã o, mas sentidos opostos. Estas
duas forças chama-se par açã o reaçã o.
Ex: ponto de aplicaçã o: centro da terra
ponto de aplicaçã o: centro da lua
características: Fl/t e Ft/l mesma direçã o, mas sentidos opostos.
Ft/l e Fl/t mesma intensidade
SEGURANÇA RODOVIÁ RIA:
Fr= Fcolisão= m x a = m x v
t
maior massa = maior força de colisã o
maior velocidade = maior força de colisã o
maior intervalo de tempo = menor força de colisã o
A força de colisão depende: da massa, da velocidade do veículo e do intervalo de
tempo
Como diminuir a força de colisão: utilizaçã o de airbag, cintos, sistema ABS, apoio
de cabeça e capacete.
FORÇA DE ATRITO:
-> Força contrá ria ao movimento.
Características: tem a direçã o do deslocamento.
tem sentido oposto ao deslocamento.
Diferente consoante o tipo de piso: rugoso-> maior força de atrito
Liso-> menor força de atrito
A força de atrito pode ser ú til ou prejudicial-> permite andar (ú til)
desgasta a cartilagem (prejudicial)
FORÇA RESISTÊ NCIA DO AR:
Uma das forças que se opõ e ao movimento de um corpo no ar é a força de
resistência do ar. Esta força está sempre presente quando um corpo está em
movimento. Resulta da interaçã o entre a superfície do corpo e o ar.
Prejudicial-> como no caso do movimento de um veículo, pois faz diminuir a sua
velocidade.
Útil-> como acontece no paraquedismo, o paraquedas aberto faz diminuir a
velocidade da descida do paraquedista, devido ao aumento de força de resistência
do ar que se opõ e ao movimento. Deste modo, o paraquedista atinge o solo em
segurança, com uma velocidade relativamente pequena.
TIPOS FUNDAMENTAIS DE ENERGIA:
-> cinética: associada ao movimento
Ec= ½ x m x v2
energia-> joules massa-> kg velocidade-> m/s, metro por segundo
-> potencial gravítica: está associada à energia armazenada por um corpo e uma
determinada altura, ela aumenta com a altura do solo e com o aumento da massa.
Ec= m x g x alt
energia-> joules massa-> kg
gravidade-> m/s, metro por segundo altura-> metros
TRANSFORMAÇÃ O DE ENERGIA:
À medida que uma bola sobe, a sua energia potencial gravítica aumenta, devido ao
aumento da sua altura e a sua velocidade diminui, fazendo com que a sua energia
cinética diminua. No ponto mais alto da trajetó ria, a energia potencial gravítica é
má xima e a energia cinética é nula.
Transformação de energia-> é a conversã o de um tipo de energia noutro tipo de
energia.
TRANSFERÊ NCIA DE ENERGIA:
A energia pode ser transferida entre sistemas ou para um corpo por açã o de
forças, por exemplo, quando lançamos uma bola verticalmente para cima, a mã o
transfere energia para a bola ao exercer uma força vertical sobre ela para que o seu
movimento se inicie, ou seja energia cinética.
PRESSÃ O:
P= Força/á rea
Pressã o-> N/m2 ou Pa
Força-> newton
Á rea-> m2
Quanto maior a força = maior pressã o
Quanto maior a á rea = menor pressã o
ENERGIA MECÂ NICA:
Em = Ecinética + Epotencial = ½ mv2 + m x g x h
-> Quando nã o existe força de atrito e resistência do ar, há conservaçã o da energia
mecâ nica.
TRABALHO:
W= F x deslocamento
Trabalho potente-> o vetor peso irá ajudar no processo da descida da bola. A força
exercida no bloco, no mesmo sentido do movimento, transfere energia para o
bloco. A energia cinética aumenta. W > 0
Trabalho resistente-> o vetor peso prejudica o processo de subida da bola. A força
exercida no bloco, em sentido oposto ao movimento, faz diminuir a energia no
bloco. A sua energia cinética diminui. W < 0
Trabalho nulo-> A força peso, nã o realiza trabalho. A energia cinética nã o varia, é
nula. W=0
IMPULSÃ O:
-> Força ascendente contrá ria ao peso e surge sempre que o corpo está total ou
parcialmente imerso num fluído.
I= Pfluído deslocado (=) I= m x g (=) I= líquido x Vliquido x gravidade
Fluídos-> substâ ncias que se encontram no estado líquido ou gasoso.
Peso-> peso real: peso do objeto medido fora de á gua.
peso aparente: peso do objeto quando este se mergulhado na á gua.
Se o peso é menor ou igual à impulsã o, o corpo flutua.
Se o peso é maior que a impulsã o, o corpo afunda.
A impulsão depende-> do volume do corpo imerso, do fluido onde o corpo se
encontra.
Princípio de Arquimedes-> densidade= m/v, a á gua que sai quando se insere um
objeto é o volume desse mesmo objeto.
Maior volume implica maior impulsã o
Maior densidade implica maior impulsã o.
Lei de Arquimedes-> a intensidade da impulsã o a que um corpo fica sujeito
quando está mergulhado num fluído é igual á intensidade do peso do fluido
deslocado pelo corpo.
ELETRICIDADE:
Corrente elétrica
-> A corrente elétrica é um movimento orientado
de cargas elétricas através de um meio capaz de
conduzir a corrente elétrica, criando-se um fluxo
de energia.
As soluçõ es condutoras, nã o há eletrõ es livres; os portadores de carga elétrica sã o
iõ es com carga elétrica positiva (catiõ es) ou negativa (aniõ es).
Bons e maus condutores elétricos:
-> Os bons condutores elétricos, sã o os materiais que permitem a passagem da
corrente elétrica. Por exemplo os metais, as ligas metá licas e a grafite sã o materiais
bons condutores elétricos.
-> Os maus condutores elétricos, também designados por isoladores elétricos, sã o
os materiais que praticamente, nã o se deixam atravessar por uma corrente
elétrica. Por exemplo os a madeira, o vidro, a borracha, a cortiça, a seda e o plá stico
sã o materiais maus condutores elétricos.
Circuito elétrico-> é um conjunto de
componentes elétricos ligados por fios
condutores, inclui uma fonte de energia como
por exemplo pilhas ou baterias e recetores de
energia elétrica como por exemplo lâ mpadas,
resistências elétricas, motores, entre outros,
estabelecendo um circuito fechado. Só quando o interruptor está fechado (ligado) é
que existe passagem de corrente elétrica, quando está aberto (desligado) nã o
existe.
Fonte de energia-> fornece energia entre dois pontos do circuito de forma a criar
um movimento ordenado dos eletrõ es, têm sempre polo negativo, onde há
acumulaçã o de eletrõ es e um polo positivo, onde há défice de eletrõ es.
Recetores de energia-> lâ mpada: energia luminosa
resistências: energia térmica
campainhas: energia sonora
motores: energia mecâ nica
Corrente contínua-> Tem sempre o mesmo sentido, como por exemplo as pilhas e
as baterias.
Corrente alternada-> muda periodicamente de sentido, como por exemplo a
tomada.
Sentido da corrente-> sentido convencional: + para –
sentido real: - para +
Esquema de um circuito elétrico
Associação-> em
série: um só
caminho para as
cargas elétricas
em
paralelo: mais do
que um caminho para as cargas elétricas
Aparelhos de medição:
Multímetro-> voltímetro: mede a tensã o ou a diferença de potencial entre 2 pontos.
amperímetro: mede a intensidade de corrente elétrica que atravessa o circuito.
ohmímetro: mede a resistência que o circuito oferece à passagem de corrente.
-> Para que, num circuito elétrico os portadores de carga tenham um
movimento orientado, é necessá rio fornecer lhes energia.
Daí, nos circuitos elétricos, ser necessá rio existir sempre uma fonte de energia que
crie uma tensã o elétrica ou diferença de potencial elétrico nos terminais dos condu
tores que fazem parte do circuito elétrico.
Tensão-> mede a energia fornecida de circuito por unidade de
cargas elétricas, representa-se por U. A sua unidade SI é o volt, v.
Mede-se com um voltímetro que é instalado em paralelo.
Associaçã o em paralelo: U= Ul1 = Ul2 = Ul3
Associaçã o em série: U= Ul1 + Ul2 + Ul3
Intensidade-> mede a carga que atravessa o circuito num
dado intervalo de tempo. A corrente elétrica é uma grandeza
física que se representa por (I) e corresponde à carga elétrica
que passa, por unidade de tempo, através de uma secçã o reta
de um condutor. Quando a corrente elétrica aumenta significa que existe maior
carga elétrica que passa numa dada secçã o, por unidade de tempo. É medida por
um amperímetro.
Associaçã o em paralelo: I = Il1 + Il2 +Il3
Associaçã o em série: I = Il1 = Il2 = Il3
Resistência-> mede a oposiçã o à passagem de corrente, quando se aplica a mesma
tensã o elétrica, U, a diferentes condutores, verifica-se, que, em geral, a corrente
elétrica, I, é mais intensa no condutor de menor resistência elétrica, R. A sua
unidade SI é o ohm ().
Lei de Ohm-> U = R x I (=) R= U/I
Potência-> Qualquer aparelho elétrico necessita de energia elétrica para
funcionar. A potência elétrica, P, de um recetor é a energia transferida para o
recetor por unidade de tempo e que ele transforma em outra ou outras formas de
energia. É calculada dividindo a energia elétrica transferida pelo tempo de
funcionamento do aparelho. A unida SI é o watt, W.
P = Energia / tempo de funcionamento
P=UxI
E = Potência x tempo de funcionamento
EFEITOS DA CORRENTE ELÉ TRICA:
Efeito químico-> Quando a corrente
elétrica passa através de uma soluçã o
condutora, ocorrem normalmente reaçõ es
químicas junto dos elétrodos. Este efeito
tem muitas aplicaçõ es na indú stria, como na cromagem de peças de automó veis,
etc...
Efeito magnético-> A corrente elétrica, ao
percorrer um condutor, cria à sua volta um
campo magnético, o que pode ser
comprovado pelo desvio de uma agulha
magnética quando colocada perto do condutor. Os eletroímanes sã o exemplos de
uma aplicaçã o do efeito magnético da corrente elétrica, estes sã o constituídos por:
um enrolamento de fio condutor isolado e um nú cleo de ferro. Só quando o circuito
está fechado é que existe um campo magnético. Os eletroímanes tiveram um
grande impacto como por exemplo nos comboios de levitaçã o magnética,
alternadores nas centrais elétricas, motores, falantes, microfones, etc...
Efeito térmico-> Está associado ao aquecimento de um
condutor devido à passagem da corrente elétrica.
A transformaçã o de energia elétrica em energia térmica
nos diferentes componentes de um circuito deve-se à
resistência elétrica desses componentes. O efeito térmico
pode ser ú til ou indesejá vel dependendo das situaçõ es.
Ele é ú til em condutores puramente resistivos que sã o utilizados em aparelhos
elétricos como ferros de engomar, cafeteiras elétricas, secadores de cabelo,
torradeiras. Por outro lado, é indesejá vel num motor elétrico, pois enquanto este
funciona, aquece e esse aquecimento indesejá vel leva à dissipaçã o de energia, por
calor.
COMO PREVENIR ACIDENTES COM ELETRICIDADE:
Temos de respeitar algumas regras de segurança, a corrente elétrica que
utilizamos é uma corrente alternada com 230 V. Esta corrente elétrica é muito
perigosa para o ser humano, porque o corpo humano é bom condutor da corrente
elétrica.
Quanto maior for a corrente elétrica e quanto maior for o tempo de exposiçã o,
mais graves sã o os efeitos produzidos pela corrente elétrica no ser humano.
Regras básicas-> respeita os sinais de perigo de alta tensã o, nunca ligues
demasiados aparelhos elétricos à mesma tomada, nunca se devem substituir
lâ mpadas ou tomadas e reparar aparelhos elétricos com eles ligados à corrente
elétrica, nunca deixes um aquecedor elétrico de resistências ligado quando nã o
está ninguém em casa, etc...