Reator 360 Cs
Tópicos abordados
Reator 360 Cs
Tópicos abordados
REATOR® 360 CS
Herbicida
COMPOSIÇÃO:
2-(2-chlorobenzyl) -4,4-dimethyl-1,2-oxazolidin-3-one
(CLOMAZONA)..............................................................................................................360,0 g/L (36,0% m/v)
Polymethylenepolyphenylene isocyanate…………………………………………………….37,4 g/L (3,74% m/v)
Outros ingredientes......................................................................................................760,6 g/L (76,06% m/v)
GRUPO F4 HERBICIDA
FORMULADOR:
FMC Corporation
100 Niagara Street, Middleport, 14105, New York - Estados Unidos da América
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FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
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Cheminova A/S
Thyboronvej 76-78, DK-7673, Harboore – Dinamarca
Servatis S.A.
Rodovia Presidente Dutra, Km 300,5 - Parque Embaixador - CEP: 27537-000 - Resende/RJ
CNPJ: 06.697.008/0001-35 - Registro no Estado nº FE009203 - FEEMA/RJ
MANIPULADOR:
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no
Art. 4º do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010).
INSTRUÇÕES DE USO:
Volume de No máximo de
Dose
Cultura Plantas Infestantes Calda Época e Intervalo de aplicação aplicação por
(L/ha)
(L/ha)(1) ciclo da cultura
Capim-marmelada
(Brachiaria plantaginea) 2,8 - 3,5 Aplicação em pré-emergência das
plantas infestantes e pós- plantio da
cultura.
Aplicar o produto imediatamente após
Capim-carrapicho a semeadura da cultura (plante e
(Cenchrus echinatus) aplique) em solo livre de torrões
A através de uma boa gradagem.
l Antes do plantio, as sementes devem
g ser tratadas com safener Permit® ou
Capim-colchão
o 150 - 300 Permit® Star, os quais funcionam
como protetor e conferem seletividade 1
(Digitaria horizontalis)
d (Terrestre)
ã ao produto para a cultura.
o 2,1 - 3,5
Algodão A escolha da dose depende da
Picão-preto infestação e do tipo de solo. As maiores
(Bidens pilosa) doses devem ser utilizadas para o
controle de áreas sujeitas a altas
infestações e a menor para baixas
infestações. Utilizar sempre a maior
Trapoeraba dose em solos argilosos, e a menor
(Commelina benghalensis) dose em solos arenosos
Beldroega
(Portulaca oleracea
Capim-brachiaria
(Brachiaria decumbens)
Aplicação em pré-emergência das
Capim-colchão plantas infestantes e em pré- plantio da
(Digitaria horizontalis) cultura.
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
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Volume de No máximo de
Dose
Cultura Plantas Infestantes Calda Época e Intervalo de aplicação aplicação por
(L/ha)
(L/ha)(1) ciclo da cultura
Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus)
Capim-colchão
(Digitaria horizontalis) Aplicação em pré-emergência das
plantas infestantes e em pré ou pós-
Capim-marmelada plantio da cultura.
(Brachiaria plantaginea)
2,8 - 3,5 A escolha da dose depende da
Capim-pé-de-galinha 150 - 300 infestação e do tipo de solo. As maiores
Mandioca 1
(Eleusine indica) (Terrestre) doses devem ser utilizadas para o
controle de áreas sujeitas a altas
Corda-de-viola infestações e a menor para baixas
(Ipomoea purpurea) infestações. Utilizar sempre a maior
dose em solos argilosos, e a menor
Trapoeraba dose em solos arenosos.
(Commelina benghalensis)
Guanxuma
3,5
(Sida rhombifolia)
Capim-amargoso
(Digitaria insularis)
1,8 - 2,8
Capim-marmelada
(Brachiaria plantaginea)
Capim-carrapicho 1
(Cenchrus echinatus) 150 - 200
Soja
(Terrestre)
2,0 - 2,5
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
Capim-amargoso
(Digitaria insularis)
Capim-colchão
(Digitaria horizontalis)
1,0 – 2,0 Pós-emergência inicial da cultura da
Capim-pé-de-galinha soja: a aplicação deve ser feita com as
(Eleusine indica) plantas daninhas em pré-emergência.
As maiores doses devem ser utilizadas
Picão-preto para o controle de áreas sujeitas a
(Bidens pilosa) altas infestações e a menor para
baixas infestações.
Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 – 2,0
Trapoeraba
(Commelina
benghalensis)
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
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MODO DE APLICAÇÃO:
O herbicida REATOR® 360 CS pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou
tratorizados. O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo através de
gradagem.
Como todos os herbicidas, o herbicida REATOR® 360 CS, necessita de umidade no solo para iniciar sua
atividade de controle sobre as plantas infestantes. Na ausência de umidade, deve-se aguardar uma chuva
leve (maior que 10 mm). Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas devem ser
eliminadas através de manejo nas entrelinhas (tratorizado ou manual), evitando-se o movimento intenso do
solo para manter o produto na camada superficial.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do solo. Siga sempre as boas práticas
para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro
Agrônomo responsável.
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para este fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado
e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio
ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos metade de sua
capacidade preenchida com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do
pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento
utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o
maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem
o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do
solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com
relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a
ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser
identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de
fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se
a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento
vertical do ar.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre
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Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar
a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo
e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma
altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor
possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de
gotas.
Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação empregada.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo
de segurança para cada cultura.
- Culturas subsequentes à aplicação de herbicida REATOR® 360 CS, poderão apresentar leve clorose
em locais onde realizadas aplicações de maneira diferente das recomendações de bula.
- Aguardar um período mínimo de 90 dias após a última aplicação do produto para a instalação da cultura
do milho e 150 dias para a instalação de outras culturas subsequentess.
- O herbicida REATOR® 360 CS, , só poderá ser utilizado na cultura do algodão quando as sementes
forem tratadas com safener Permit® ou Permit® Star, os quais funcionam como protetor e conferem
seletividade ao produto para a cultura.
Se houver erro de aplicação ou aplicação fora das recomendações acima descritas, que possibilite a deriva
do produto para culturas sensíveis (girassol, milho, hortas, pomares, viveiros, casas de vegetação (estufas),
jardins, videiras, arboredos, vegetações ribeirinhas e outras nativas), poderá ocorrer branquamento das
partes atingidas, em função do modo de ação do produto.
Fitotoxicidade: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade
nas culturas registradas.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F4 para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org),
Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
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O produto herbicida REATOR® 360 CS, é composto por Clomazona, que apresenta mecanismo de ação
dos Inibidores da biossíntese de carotenoides, pertencente ao Grupo F4, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola;
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
− Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
− Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
− Não reutilizar a embalagem vazia;
− No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
− A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
− Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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INTOXICAÇÕES POR
-REATOR® 360 CS-
Herbicida
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária
ventilação pulmonar assistida.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
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Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Em caso de broncoespasmo, considere a administração inalatória de agonistas
dos receptores β2-adrenérgicos e a administração sistêmica de corticosteroides.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente
por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidade não significativa.
Efeitos das interações Polymethylenepolyphenylene isocyanate: uma vez sensibilizado por um
químicas isocianato, o indivíduo costuma apresentar reatividade cruzada com outras
substâncias deste mesmo grupo químico.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de emergência da empresa: 0800 3435450 e (34) 3319-3019 (24
horas)
Endereço eletrônico da empresa: www.fmcagricola.com.br
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Efeitos crônicos:
Clomazona: Em estudos de 2 anos com ratos e camundongos e de 1 ano com cães não foi observado efeito
adverso. No estudo de 1 ano em cães, foi observada uma elevação do peso do fígado na dose de
2,5mg/kg/dia. No estudo de 2 anos em ratos, os animais que receberam mais que 4,3mg/kg/dia de
clomazone exibiram níveis elevados de colesterol, elevação do peso do fígado e aumento das células
hepáticas. Os camundongos que receberam a dose maior que 15mg/kg/dia apresentaram uma elevação
dos leucócitos. Não foi genotóxico, mutagênico, carcinogênico ou teratogênico.
SINTOMAS DE ALARME:
Efeitos no sistema respiratório como pneumonite por hipersensibilidade e ataques de asma (dificuldade
respiratória, aperto no peito, sibilância, tosse, falta de ar e broncoespasmo).
Este produto é
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II).
(X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
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- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
- Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
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TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com os alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de distribuição.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
FMC, Reator, Trovati e Permit são marcas comerciais da FMC Corporation e/ou de uma afiliada. ©2017-
2023 FMC Corporation. Todos os direitos reservados.
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Para evitar a contaminação do meio ambiente, é essencial não permitir que o herbicida atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água. Deve-se aplicar em condições climáticas adequadas, prevenir a deriva, e descartar corretamente os resíduos da limpeza dos equipamentos, seguindo a legislação vigente .
O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) ao preparar a calda é importante para proteger o aplicador de exposições diretas e indiretas aos produtos químicos, que podem causar riscos à sua saúde. Isso auxilia na prevenção de contaminação na pele, olhos, via respiratória, e minimiza o risco de intoxicações .
As embalagens vazias do herbicida devem ser lavadas através do método de Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão. Devem ser inutilizadas perfurando o fundo e armazenadas até a devolução em local coberto e ventilado. É obrigatório devolvê-las no prazo de até um ano da data da compra. A reutilização ou reciclagem dessas embalagens pelo usuário é proibida .
As condições climáticas ideais para a aplicação do herbicida REATOR® 360 CS são temperatura ambiente abaixo de 30ºC, umidade relativa do ar acima de 50%, e velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h. Recomenda-se realizar aplicações pela manhã até as 10:00 horas ou à tarde após as 15:00/16:00 horas .
Após a aplicação, é essencial sinalizar a área tratada com avisos como "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter estes sinais até o final do período de reentrada. A pessoa deve evitar ao máximo o contato com a área tratada e, se precisar entrar, deve usar EPIs. As roupas e EPIs devem ser lavados separadamente das roupas comuns .
O intervalo de segurança necessário entre a última aplicação do herbicida e a colheita para a soja em pré-emergência é de 100 dias .
O aplicador é responsável por evitar a deriva durante a aplicação, o que envolve considerar fatores como o tamanho das gotas, condições climáticas e características do equipamento de pulverização. O aplicador deve adotar práticas que minimizem a deriva e evitar que o produto atinja áreas proibidas .
O uso inadequado do herbicida REATOR® 360 CS pode causar clorose leve em culturas subsequentes, especialmente se o produto for aplicado de maneira diferente das recomendações. Isso implica na importância de seguir estritamente as indicações para mitigar impactos negativos em outras culturas .
Durante uma inversão térmica, o potencial de deriva é alto porque há uma diminuição do movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas perto do solo que podem se mover lateralmente. Isso aumenta o risco de o produto atingir culturas vizinhas ou fontes de água .
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos agroquímicos pode causar contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde humana. Essa prática viola as regulamentações e pode resultar em penalidades legais .