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Protese Fixa A1 e A2 PDF

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PRÓTESE FIXA

@flaviaburgues
10-22
Princípios fundamentais em prótese Retentor
dentária CAP 1, 2, 3 E 20
Elementos de fixação que se assentam sobre
CAP 2 PAG 25 A 28 os dentes pilares

Pôntico

• Suporte Elementos suspensos que preenchem o


espaço protético com o objetivo de substituir
os dentes naturais ausentes.
• Retenção
Ato de manter a prótese o mesmo eixo
que ela é inserida, se dá através do Conector
preparo.
Elementos que unem os pônticos aos
retentores

• Estabilidade
Evitar o movimento latero-lateral

PRÓTESE PARCIAL FIXa (PPF) Próteses dentossuportadas

Prótese cimentada, constituída por pelo menos Próteses retidas, estabilizadas e assentadas
3 elementos; 2 dentes pilares e um elemento sobre os dentes naturais
suspenso.

Contra-indicação
Próteses retidas, estabilizadas e assentadas
• Quando houver na região posterior, 3
sobre os dentes naturais.
ou mais elementos ausentes; (lei das
barras)
• Quando a relação C:R for desfavorável
COMPONENTES DA PPF • Em pacientes adolescentes
Pilar • Em pacientes senis;
• Quando a inclinação axial de um dos
Retentor elementos de suporte for superior a 35
Pôntico graus;

Conector
Conectores
• Rígidos
DENTE PILAR, DENTE SUPORTE
Elementos dentários (preparados),
posicionados pela mesial e distal do espaço
protético, sobre os quais a prótese se assenta
• Semi-rígidos
➢ Conexão macho-fêmea
PRÓTESE FIXA
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10-22
Em PPF a soma da área dos ligamentos
➢ Encaixe de semi-precisão: periodontais dos dentes pilares devem ser
▪ Fabricado em laboratório igual ou maior do que as áreas periodontais
▪ Pré-fabricado dos dentes a serem substituídos.
• Conectores semi-rígidos
Vantagens
Pilares intercalados
Pilares não paralelos • Qualidade de mastigação
Pilares inclinados • Elementos suspensos (pônticos) atuam
União dente-implante como dentes naturais.

Desvantagens
Pônticos • Higienização
Requisitos básicos • Maior a possibilidade de cáries
recorrentes
• Restaurar a função mastigatória-
alinhamento de cúspide e fossas de
acordo com os dentes antagonistas
• Restaurar as demandas estéticas e
fonéticas
• Obedecer aos quesitos arquitetônicos
na substituições dos elementos
posteriores e anteriores

O contato com a flange vestibular da crista


alveolar deve ser mínima (somente um ponto
de contato) sem exercer pressão na mucosa
1. A superfície oclusal deve guardar
harmonia com a oclusal dos demais
dentes
2. Os contornos bucais e linguais
(palatinos) devem estar em
conformação com o contorno dos
retentores
3. A largura da mesa oclusal deve ser
igual a dos dentes pilares adjacentes

Indicações
• Quando existirem elementos
dentários situados mesial e
distalmente ao espaço desdentado;
• Quando os elementos a serem
substituídos e os dentes de suporte
atendem a Lei de Ante.
PRÓTESE FIXA
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10-22
• Dentes posteriores com coroa clínica
curta
AULA 2- Estácio
• Dentes tratados endodonticamente com
extensa destruição coronária e que
apresentam ampla dilaceração radicular
Contra-indicações
Soluções estéticas
• Hábitos parafuncionais
Compósitos • Sensibilidade à técnica
• Precisão da restauração
Cerâmica
• Dificuldade na prova
Cerômero- compósito de lab. • Custo
 Vantagens
Posteriores • Estético
• Resistência
ONLAY- pequenas ou moderadas, uma
cúspide • Conservador
• Estabilidade de cor
INLAY – dentes tratados endodonticamente; • Saúde periodontal
não cobre nenhuma cúspide • Resistência a abrasão
Overlay- lesões grandes; todas as cúspides • Integridade marginal
Mecanismo de união

INDICAÇÕES • Suporte pela estrutura dental



• Dentes posteriores que apresentam
lesões de cárie envolvendo no mínimo Princípios clínicos do preparo
duas superfícies
• Remoção de restaurações antigasc
• Substituição de restaurações amplas
• Desobstruir o canal abaixo da cervical
deficientes
• Dentina pigmentada
• Dentes tratados endodonticamente e
• Assoalho pulpar
com extensa destruição coronária
• Preparos axiais
• Substituição de restaurações metálicas
• Linha de acabamento
por razões estéticas
• Ângulos internos
• Dentes que apresentam fratura de

cúspides
• Dentes que estão extruídos ou em Coroas cerâmicas (cap 11)
suboclusão
• Dentes que apresentam defeitos Retenção
estruturais ou de formação Preparos extra-coronários
• Fechamento de pequenos diastemas
em dentes posteriores Altura oclusal
• Dentes vitais com extensa destruição Integridade marginal
coronária
PRÓTESE FIXA
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10-22
Desgaste mínimo para um bom resultado Questões
estético

1. Quais as indicações e contra-indicações


PREPARO OVERLAY para coroas totais de cerâmicas e as
facetas laminadas de porcelana
Redução cúspide de trabalho 2mm 2. Quais as vantagens e desvantagens
das coroas totais de cerâmicas e as
facetas laminadas de porcelana
3. Qual é o instrumental recomendado e
em que sequência um incisivo central
superior deve ser preparado para uma
coroa total de cerâmica e para uma
faceta laminada de porcelana
4. Quais os critérios mínimos para cada
PREPARO ONLAY CERÂMICO passo descrito acima Porque
5. Discuta as vantagens, desvantagens,
• Redução oclusal broca 1014 indicações e contra-indicações dos
• Canaletas de orientação → sulco inlays de cerâmica
secundário → perto do rebordo → 6. Qual é o instrumental recomendado, e
arestas, reduz 1,5 mm → remove as em que sequência deve um molar
ilhas → Broca em 45 graus (3145) inferior ser preparado para inlay e onlay
• Caixa proximal no sentido vestíbulo- de cerâmica
lingual, desgasta em cima do rebordo 7. Quais são os critérios mínimos para
proximal broca 2130 cada passo descrito acima Porque
• Individualização broca 2200
• 1 terço chanfro longo → canaletas de
orientação → sulco secundário →
arestas das cúspides→ broca 1014
• Refinamento 2135F

PREPARO COROA TOTAL


PRÓTESE FIXA
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10-22

Restaurações provisórias (CAP 15)


• O que são restaurações provisórias
• Restaurações temporárias ou
transitórias;
• Permitem proteger e estabilizar os
dentes preparados
• Reestabelecem função e estética;
• Guiam o planejamento e confecção da
definitiva

Exigências das provisórias


Proteção da polpa. A restauração provisória
deve selar e isolar do ambiente bucal da
superfície preparada do dente, a fim de evitar
sensibilidade e irritação adicional à polpa.

Simulação da restauração definitiva


PRÓTESE FIXA
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Resina Acrílica termopolimerizável


• Maior resistência
• Estabilidade dimensional e de cor
• Maior tempo de confecção
• Custo elevado

Resina Bisacrílica
➢ Monômero dimetacrilato
• Biológicas • Autopolimerizável
➢ Proteção pulpar • Libera pouco calor
 Manutenção da saúde periodontal • Estabilidade dimensional e de cor
o Adaptação marginal • Não permite reparo
o Contorno adequado • Custo elevado
o Lisura superficial
➢ Reestabelecimento da função
mastigatória Materiais para provisório
➢ Manutenção das posições dentárias
➢ Proteção contra fraturas • Resina acrílica autopolimerizável
• Resina bisacrílica
• Reina acrílica termopolimerizável
• Mecânicos • Resina fotopolomerizável
➢ Resistir as cargas funcionais
➢ Resistir as forças de remoção
Técnicas para confecção de
restaurações provisórias
• Estéticos
➢ Forma e textura Técnica indireta
➢ Compatibilidade de cores • Realizada sobre modelo de gesso-
➢ Estabilidade de cor troquel (etapa laboratorial)
• Resina acrílica termopolimerizavel

Resina acrílica autopolimerizável Vantagens

➢ Polimetilmetacrilato de metila ➢ Maior durabilidade


• Contração de polimerização ➢ Maior integridade e adaptação marginal
• Libera calor ➢ Maior resistência
➢ Melhor estética
• Alteração de cor e estética pobre
➢ Tempo clínico de ajuste menor
• Permite reparo
➢ Maior estabilidade de cor
• Baixo custo
➢ Menor tempo de contato dos
monômeros livres com dente preparado
PRÓTESE FIXA
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Moldagem
Desvantagens
• Maior tempo de confecção (etapa
laboratorial)
• Alto custo
Técnica direta
• Realizada diretamente sobre o dente
preparado
• Resina acrílica autopolimerizável
(quimicamente ativada)
• Resina bisacrílica
• Resina fotopolimerizável
Vantagens
• Fácil confecção
• Tempo clínico curto
• Relações oclusais e proximais
adequadas
• Fácil reparo

Desvantagens
• Alteração de cor em tempos curtos
• Menor resistência em próteses extensas
• Alta porosidade
• Tempo de uso limitado
Técnicas para confecção de provisórias
• Bolinha (massa densa-impressão do
dente antagonista
• Moldagem
• Lâmina de acetado
• Dentes de estoque
• Resina fotopolimerizável
• CAD-CAM
Bolinha
• Massa densa-grossa
• Impressão do dente antagonista
PRÓTESE FIXA
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Pino pré- fabricado é ao contrário, prepara o
conduto a partir do pino que foi selecionado
(adequa o dente ao material).

Objetivos
• Proteger o remanescente coronário
frente aos esforços mastigatórios,
promovendo uma união rígida entre as
porções coronária e radicular
• Restituir estrutura coronária perdida por
cárie, fratura, acesso endodôntico
amplo, ou uma combinação destes
• Proporcionar formas de retenção e
estabilidade adequadas para um
preparo dental
Núcleos fundidos
A máxima de toda prótese para
Principal diferença de um dente que sofreu um funcionar é a rigidez dos seus
tratamento endodôntico e o que mantém a componentes
vitalidade pulpar
Tipos
A remoção do teto da câmera pulpar
• Fundidos
Sequelas quando se perde integridade ➢ Metálicos (ligas tipo IV)
pulpar- TT endodôntico
• Perda da estrutura dentária
• Preenchimento
• Amplitude do acesso
➢ Com pino intracanal pré-fabricado
• Remoção do tecido cariado
➢ Sem pino intracanal pré-fabricado
• Fratura
Não tem como reabilitar um dente desse, sem Núcleo de preenchimento pode levar
lançar mão de alguma retenção intracanal. ou não um pino pré fabricado
A única função de um pino pré-
SEMPRE QUE TEM MENOS QUE 50% DE fabricado é ajudar a reter esse
ESTRUTURA DENTÁRIA REMANESCENTE, material de preenchimento.
PRECISA-SE LANÇAR MÃO DE ALGUMA
RETENÇÃO INTRA-CANAL, PRÉ EX:. Se o dente perde parede distal e
FABRICADO OU FUNDIDO. palatina, não segura o material de
preenchimento e é indicado o pino.
Principal diferença:
➢ Movimento da boca é excursivo, a
Núcleo metálico fundido é individualizado, a resultante das forças na mastigação
partir de um conduto radicular que foi tratado, é obliqua, nunca longo eixo do dente.
desobstruído e modelado (adequado ao
dente). O princípio para utilizar um pino pré-
fabricado sempre é presença de
remanescente dentinário na coroa para
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acomodar o material de preenchimento
e o pino funcionar somente como meio
➢ Núcleo+coroa
auxiliar na retenção do material.
▪ Coroa nucleada
▪ Qual diferença
Tipos
Materiais de preenchimento
• Resina composta
• Cimento de ionômero de vidro
• Compômero
• Amálgama de prata

Pinos intra-radiculares
• Metálicos →Ativos e passivos
• Cerâmicos
• Poliméricos de fibra de vidro

Coroa nucleada
• Dificuldade de remoção
• Paralelismo entre pilares
• Precisão de moldagem
• Adaptação marginal
• Qual indicação
PRÓTESE FIXA
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10-22
Quanto maior o braço de resistência, menor é
o braço de potência → logo vai funcionar bem
segurando o material de preenchimento → a
flexão que esse pino pode experimentar é
pequena
Ex:. guarda sol na praia, a parte dentro da
areia é o braço de resistência.
A medida que vai perdendo remanescente
coronário → perde estrutura dentária, uma
parte maior do guarda sol fica pra fora, uma
parte menor fica pra dentro→ mais fácil esse
pino sofrer uma flexão →material de
NÚCLEO METÁLICO FUNDIDO preenchimento se fratura.
Requisitos
• Comprimento Porque não pode fazer uma coroa nucleada
• Diâmetro
Tem que adaptar de uma vez a porção
• Conicidade
intracanal e a porção cervical do preparo.
• Rugosidade de superfície Melhor fazer o núcleo separado da coroa.

Comprimento
• Penetrar 2-3 do comprimento radicular
• Comprometimento periodontal- 1-2 de
extensão radicular implantada.
• Manter relação coroa-raiz mínima de
1.1
Casos extremos → penetrar ao máximo
respeitando um selamento endodôntico de
5mm (viabilidade de manutenção do elemento)

Diâmetro

O braço de potência é menor que o braço de


resistência.
PRÓTESE FIXA
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10-22
• MAIOR o diâmetro do preparo e ➢ 2/3 no canal de maior diâmetro
consequentemente do núcleo o Palatino superior e distal inferior
• MAIOR a resistência do núcleo
• MENOR a resistência da raiz ➢ ½ no (s) outro(s) canal (is)
• Respeitar a anatomia do canal radicular
• Em dentes uni-radiculares tornar o
canal circular em oval, alargando-o no • Canais divergentes
sentido VL
• Canais muito dilatados e expulsivos, ➢ Núcleo monobloco
com a porção cervical frágil, devem ser o 2/3 no canal de maior diâmetro
avaliados quanto à sua viabilidade o Apoio no(s) outro(s) como
mecanismo antirotacional
Conicidade
• O preparo deve ter uma indicação
compatível com a raiz ➢ Núcleo seccionado
• Canais muito alargados ou cariados o Segmentos individuais com sistema
devem ser aprofundados e de encaixe em posição no dente
protegidos
• Grandes inclinações facilitam o
assentamento, mas causam efeito
de cunha
• Confecções de férula para dissipar
forças verticalmente

E quando um dente pilar já apresenta um


núcleo intrarradicular, como avaliá-lo

O que devemos levar em consideração

Rugosidade de superfície
Vale a pena removê-lo ou mantê-lo
• Aumenta a área de embricamento
mecânico com o cimento
• Deve ser dado com o núcleo já
fundido
• Jateamento com óx de alumínio ou
ranhuras com brocas
Dentes multirradiculares
• Canais paralelos
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➢ Eliminar áreas de socavamento
(desgaste ou preenchimento)
➢ Alta rotação

• Preparo intracanal

➢ Isolamento absoluto
➢ Rx inicial- desobstrução 5 mm+ regra de
três
➢ Remoção da guta-percha com
instrumento aquecido ou brocas de
Núcleo fundido gattes gliden-largo e cursor
➢ RX de controle
Pino curto → Substituição
➢ Penetração e posterior alargamento
Pino longo → Periapical normal → OK com brocas de largo com cursor em
ordem crescente
Pino longo → Lesão periapical → Em
➢ Baixa rotação
regeneração ou estável → Proservação e RX
Pino longo → Lesão periapical → ATIVA → ➢ Confecção do ombro na embocadura do
Remoção, retratamento e substituição → canal, nos dentes sem remanescentes
Cirurgia periapical coronários
➢ Confecção de sistema anti-rotacional
em canais circulares
➢ Alta rotação
➢ Rx de controle
• Nos casos de tratamentos
endodônticos com cones de
prata devemos observar a Técnicas de confecção
viabilidade de preparos
intracanais, devido ao risco de • Método direto
percolação pós- operatória.
➢ Realizado diretamente na boca
• Retratamentos devem ser ➢ RAAP de baixa alteração dimensional
indicados quando não se pode ➢ Falhas → Repetição
garantir a integridade biológica
do dente.
✓ Selecionar um bastão-guia (pré-
fabricado):
Preparo dentário ▪ 1cm maior que o comprimento do
• Adequação do remanescente coronário preparo;
➢ Preservar o máximo de estrutura ▪ Menor que seu diâmetro
possível ✓ Lubrificação do preparo- conduto
➢ Possibilitar um eixo de inserção para o ✓ Modelagem inicial do conduto com
conduto RAAP
✓ Alívio, ativação e reembasamento
✓ Aposição coronária
PRÓTESE FIXA
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10-22
✓ Preparo coronário

• Método indireto

➢ Realizado em modelo de trabalho


➢ Casos múltiplos, núcleo seccionado ou
cerâmico
➢ Repetições facilitadas

Direto ou indireto?

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