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SIC-MATÃ RIA-online

Naisbx

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SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA CONTABILIDADE (ON-LINE)

Sociedade da Informação - Quando na sociedade as tarefas, as atividades, as profissões, as


relações, os negócios e mesmo a vida são fundamentalmente afetadas pelo uso das tecnologias
da informação.
NOTA: Não é o uso da tecnologia! É a transformação que ela provoca nas nossas vidas!

Tecnologias de informação: São a infraestrutura que suporta a recolha, o armazenamento, o


tratamento de dados (Hardware, Software, Comunicações). As TI são cada vez mais uma
“commodity”. São um meio e nunca um fim. São o espaço privilegiado dos tecnólogos (Espaço
passível de outsourcing).

Sistemas de informação: São a “plataforma lógica” que suporta os processamentos e os fluxos


de informação necessários ao funcionamento da organização (Conceito mais vasto). Os SI
podem ser mais ou menos suportados nas TI. São um espaço de gestão. São um espaço inviável
para o outsourcing (ou seja, são internas).
NOTA: saber como as organizações e indivíduos usam as tecnologias e constroem os sistemas de
informação

Evolução do uso das TIC

• Inicialmente: Automatizar (primeiro uso das TIC nas organizações e pilar atual da
eficiência operacional
• Depois: Informar (os gestores procuram extrair dos dados a informação adequada para
o apoio ao planeamento, ao controlo e à tomada de decisão)
• Hoje: Transformar (as tecnologias são fatores de transformação radical em modelos de
negócio já existentes ou encontram-se na base de novos negócios baseados na
informação)

Mudança de paradigmas

Evolução:

- Da eficiência para a inovação (não basta fazer bem, é preciso acrescentar valor)

- Do trabalho interno para o trabalho em rede (cada vez mais, as empresas cooperam)

- Do foco no produto para o foco no cliente


- Da aquisição de produtos para a “aquisição” de resultados (tangibilidade dos produtos e
intangibilidade dos resultados)

- Do controlo hierárquico para o foco na equipa

No tempo atual, a informação e o conhecimento são recursos estratégicos da organização. A


forma como a informação é obtida, processada e analisada é uma atividade crítica da gestão das
empresas.

A transformação digital é uma mudança associada à aplicação da tecnologia em todos os aspetos


da sociedade. “Transformar” significa que as tecnologias digitais são utilizadas para
proporcionar novos tipos de inovação e criatividade num dado domínio em vez de,
simplesmente, suportar e melhorar os métodos tradicionais.

A transformação digital afeta tanto os negócios como os segmentos completos da sociedade


(administração pública, comunicação social, artes, medicina, ciência).

A transformação digital não acontece por acaso. Acontece porque alguém pensou nos impactos
que uma determinada tecnologia ou um determinado uso da informação podia ter na mudança
ou na criação de um novo negócio. Importa ser capaz de perceber o que aconteceu. Importa
questionar para poder ser capaz de intervir em processos de transformação.

Ecologia da Informação

• Dados = simples observações, factos


• Informação = dados processados, com relevância e objetivo
• Conhecimento = contextualização com reflexão e que proporciona valor

Dimensões da Mudança

1. Ações de redução de custos (primeiras a serem destacadas)


2. Ações de melhoria de eficiência operacional
3. Transformação Digital
NOTA: ROI – Return Of Investiment (avaliação dos impactos)

Teoria das décadas: Desde o aparecimento do computador, a cada dez anos ocorre uma
transformação relevante na forma como as TIC são usadas na organização. Essa transformação
ocorre normalmente em diferentes dimensões mas ao mesmo tempo. Têm sempre impactos
significativos no papel dos colaboradores (informáticos e de negócio); no objetivo associado à
utilização das TIC; nos modelos de negócio.

1. Office Bureau: ocorre no exterior, nos fabricantes de computadores.


Os dados vão até ao computador e regressam os resultados. Destinado a satisfazer
necessidades internas
Informática = Informação + Automática
2. Informática centralizada: o grande computador nas empresas grandes.
Conceito do CPD: centro de processamento de dados
Ligada aos “financeiros” (“seções de informática” dependentes da DAF)
Mainframe - O computador é o sistema
3. Descentralização ou Dispersão: micro-informática e sistemas departamentais.
Dá poder aos utilizadores, aumenta a flexibilidade.
Distintos sistemas a funcionar pela organização, criando “ilhas” de informação isoladas
Suporte apenas da atividade da secção/departamento
Impossibilidade de suporte a processos transversais; Existência de diversos sistemas de
codificação; Dificuldade da obtenção de informação global e cruzamento de dados
4. Surgimento das redes internas
5. ERP
Antes dos ERP’s, no limite, havia um programa por função (um equipamento, um programa,
dados locais, sistemas de codificação próprios)

Com a chegada dos ERP’s, veio uma visão global da empresa, um único sistema, uma única
aplicação, uma base de dados comum: do isolamento para a partilha

Modelo em Camadas

Uma arquitetura mais estruturada e robusta; Separação de níveis; Crescimento modular

O ERP veio consolidar as necessidades das diversas funções da empresa num único sistema de
gestão (contabilidade, RH, comercial, gestão de stocks, financeiro, gestão de produção). Todos
os dados dispersos pelos departamentos passaram a integrar uma única base de dados.
Proporcionou-se acesso aos dados a todos os colaboradores, sob controlo. Automatizaram as
tarefas envolvidas na execução de processos de negócios.

Mudanças

• Integração (harmonização dos códigos e sistemas de classificação, evitando que


diferentes departamentos usassem diferentes sistemas de classificação para os mesmos
produtos)
• Orientação aos Processos (os sistemas que antecederam os ERP tinham uma lógica
vertical, orientados as funções e as tarefas sem transversalidade. Os ERP’s trazem uma
orientação aos processos: o “fluxo” de informação ganha transversalidade)
• Parametrização (uma nova lógica de construção da solução para a empresa, juntando
componentes: também designado por “customização”)
• Envolvimento da Gestão (oportunidade de analisar e repensar os processos: não faz
sentido adaptar uma ERP a uma realidade imperfeita. O primeiro passo é repensar os
processos. Uma consequência natural é o reforço do papel da gestão)
• Desenvolvimento dos Serviços
Vantagens da adoção de um ERP

• Acesso mais fácil à informação


• Elevada integração das operações
• Diminuição dos erros humanos
• Melhoria da capacidade de planeamento
• Melhores tempos de resposta da organização
• Aumento da probabilidade de cumprimento de prazos
• Adoção das melhores práticas do setor
• Envolvimento dos gestores de nível médio e de topo
• Facilidade de obter apoio externo

Contudo, a implementação de um ERP tem custos elevados; pode ser longa e consumir muitos
recursos; implica ligação a um fornecedor, tem necessidade de formação; existe um risco de
insucesso; implica toda a organização e um comprometimento da gestão de topo.

Modelo da Cadeia de Valor Tradicional

- Atividades Primárias: diretamente relacionadas com a produção e a distribuição de bens ou


serviços

- Atividades de Suporte: tornam as atividades primárias possíveis; baseiam a infraestrutura da


organização (recursos humanos, tecnologia)

Estrutura Modular: Diferentes fornecedores de ERP fornecem sistemas de ERP com algum grau
de especialidade. Contudo, os módulos principais são quase os mesmos para todos eles
(contabilidade; gestão financeira; gestão de produção; gestão comercial e de vendas; armazéns
e logística; gestão de recursos humanos)

Funções Básicas de um SI de Gestão

- Efetuar a recolha e armazenamento efetivo e eficiente de dados relacionados com as


transações da organização

- Proporcionar os controlos internos adequados para proteger os bens da organização

- Proporcionar à gestão informação útil para a tomada de decisão

Níveis da Tomada de Decisão

• Nível Estratégico (top): Decisões de longo-termo; Decisões não-estruturadas


• Nível Tático (middle): Decisões de médio prazo (semanas ou meses); Decisões semi-
estruturadas
• Nível Operacional (bottom): Decisões do dia-a-dia; Decisões estruturadas
Nível Operacional (sistemas transacionais) (TPS – transaction processing systems): Suportam e
registam de forma continuada todas as operações elementares do dia a dia em que se baseiam
as diversas rotinas de suporte ao negócio.

As TPS estiveram nas origens dos sistemas atuais.

Garantem o funcionamento das operações e “alimentam” outros sistemas.

Características:

• Efetuam normalmente operações elementares, desejavelmente simples e bem definidas


• Têm que ser completadas ou abortadas (roll-back)
• Necessitam de ser objetivas, seguras e rápidas
• Efetuam-se em grande volume
• Têm de suportar mecanismos de concorrência eficazes
• Normalmente, são sistemas “online” mas suportam o funcionamento “offline” (“Batch”)
• Normalmente, têm integrados sistemas de produção de “relatórios”

Nível de Gestão Tática ou Intermédia

Sistemas que suportam os gestores intermédios

- Sistemas de Informação de Gestão (MIS - Management Information Systems)

- Sistemas de Apoio à Decisão (DSS- Decisions Support Systems)

Management Information Systems (MIS)

• Supervisão e controlo de gestão


• Suporte para decisões estruturadas/semi-estruturadas
• Essencialmente baseados no reporting
• Focados na análise dos dados operacionais (presente e passado)
• Viradas para o funcionamento interno da organização
• Específicos e demorados a desenvolver
• Fortemente dependentes da organização
Decisions Support Systems (DSS)

• Desenhados para suportar o processo de tomada de decisão organizacional de nível


intermédio
• Resolver e/ou complementar as insuficiências dos relatórios fixos e predefinidos
• Pode suportar modelos de análise “What-if”
• Ad hoc, interativos e possuem ,normalmente, modelos para diversas áreas funcionais
(contabilidade, finanças, vendas, RH)

Nível Estratégico

Executive Support Systems (ESS/ EISS)

- Sistemas de suporte aos gestores de topo e à tomada de decisão estratégica

- Sistemas baseados em informação consolidada, facilitam a tomada de decisão

- Normalmente, interativos e flexíveis

- Permitem a simulação e o acompanhamento do negócio

Estes são usados nos níveis mais elevados da organização. Traduzem formas muito agregadas
de informação (soft data – notícias e dados não analíticos OU hard data – factos e números).
Foram concebidos para a interação, planeamento e projeções.

Exemplos de utilização: Decisão de nível executivo; Planeamento estratégico e de longo prazo

Nível do Conhecimento

Sistemas que suportam os colaboradores que lidam com o conhecimento

• Knowledge Work Systems: sistemas que apoiam postos de trabalho/colaboradores


especializados
• Sistemas de Escritório ou de Produtividade Pessoal: ferramentas de office & mail; workflow
e gestão documental

Estratégia de Negócio e Modelo da Cadeia de Valor

- Atividades Primárias: diretamente relacionadas com a produção e a distribuição de bens ou


serviços

- Atividades de Suporte: tornam as atividades primárias possíveis e baseiam a infra-estrutura da


organização (recursos humanos, “procurement”, tecnologia)

Aplicações focadas internamente

- Atividades de Suporte

• Infraestrutura operacional
• Recursos humanos
• Gestão de produção
• Procurement
Nova Cadeia de Valor

EMPRESA – Enterprise Resource Planning (ERP)


Diferentes funções de negócio suportadas por um único sistema que suporta diferentes
atividades de diferentes departamentos - Uma ótica de suporte ao processo
São compostos por pacotes aplicacionais que incorporam os módulos necessários para suportar
as diversas operações de um negócio.
Normalmente incluem módulos como Gestão de Produção; Contabilidade e Finanças; Recursos
Humanos; Vendas e Faturação.
Os Novos ERP II procuram também integrar a empresa com os seus parceiros de negócio.
Objetivo: Integração
Perspetiva do Processo de Negócio
As organizações funcionais têm mostrado uma tendência para mostrar baixos desempenhos, o
que levou os gestores a adotarem a perspetiva do processo de negócio na criação de valor.
Cada processo de negócio inclui:
• Um princípio e um fim
• ‘Inputs’ e ‘Outputs’
• Sub-processos que transforma “inputs” em “outputs”
• Um conjunto de métricas para medir a eficiência
DISTRIBUIDORES E CLIENTES – Customer Relationship Management (CRM)
Todas as empresas ambicionam fornecer produtos e serviços que os consumidores desejam e,
adicionalmente, procuram incentivá-los a comprar o que a empresa tem para oferecer. As
organizações contam com uma ferramenta aplicacional fundamental, conhecida como CRM.
Designa uma solução que tem por objetivo suportar e gerir, com qualidade e de forma integrada,
todas as relações de uma empresa com os seus clientes
Suporta a relação com o cliente através de um único ponto de contacto e de registo. Integra
essa relação, tornando-a independente dos canais de comunicação.
Dois diferentes focos – Operacional e Analítico
CRM Operacional: Suporte às operações de contacto com clientes (inbound e outbound)
Todos os eventos e dados associados à relação com os clientes são armazenados num único local
e disponibilizados, de forma adequada, a diversos tipos de utilizadores. Isto leva a uma boa
integração com diversos módulos do ERP da empresa.
CRM Analítico: A componente que assegura que os dados operacionais recolhidos das mais
diversas formas, ao longo do tempo, são convertidos em informação útil para a gestão da
empresa
EMPRESA E DISTRIBUIDORES – Sales Force Automation (SFA): Possibilidade de “automatizar” a
força de vendas colhendo e disponibilizando informação sobre os clientes e a atividade
comercial. Integração com múltiplos componentes (CRM, Módulos de marketing & comerciais).
Representa a possibilidade de integrar outros parceiros de negócio (agentes/ distribuidores)
Encontra-se em crescimento com o desenvolvimento dos sistemas de computação ubíquos.
FORNECEDORES E FORNECEDORES DOS FORNECEDORES – Supply Chain Management (SCM)
NOTA: Supply chain - Os fornecedores de bens utilizados por uma organização
Representam uma evolução das práticas tradicionais de EDI e a integração com sistemas de E-
procurement.
Problemas da supply chain: Adicionar valor ao longo da cadeia é essencial para a
competitividade. No entanto, existem problemas especialmente nas cadeias complexas ou
longas, e em casos que envolvem muitos parceiros de negócios. Estes problemas são devido a
incertezas e à necessidade de coordenar várias atividades, unidades internas e parceiros de
negócios.
• As previsões da procura são uma fonte de incertezas:
Concorrência e Preços
Condições Atmosféricas
Desenvolvimento tecnológico
Confiança do cliente

• Fatores de incerteza na entrega: Falha de Equipamento; Condições do Trajeto; “Shipments”


• Problemas de qualidade também promovem atrasos
E-PROCUREMENT: Portais verticais (construção civil; automóvel; Indústria Química; leilões
invertidos)
Empresa em Rede
Cada vez mais a inovação e criação de valor é feita em rede, numa relação entre empresas.
Nestes casos, o mais relevante são as conecções e as colaborações eficientes. As empresas
apercebem-se que não conseguem ser mais competitivas sozinhas.
Configurações:
• Mais simples, em que uma empresa assume um papel central
• Mais complexa, numa constelação de empresas
NOTA: O papel dos sistemas de informação é fundamental
Base de Dados: Coleção de dados relacionados e organizados de forma a facilitar a pesquisa
SGBD (Sistemas de Gestão de Base de Dados): Utiliza-se um software de SGBD para guardar,
organizar e aceder a data de uma ou mais bases de dados (Microsoft SQLserver, Oracle DB, IBM
DB2)
OLTP (on-line transaction processing): Sistema utilizado para aceder a uma base de dados no
seu modo normal de operação

• Inserções/ Extrações/ Modificações/ Consultas


• Transações rápidas e frequentes
• Pequeno volume de informação por transação
• Grande nível de concorrência
OLAP (on-line analytical process): Sistema de análise de dados e obtenção de informação
• Somente Consulta de Informação
• Consultas pesadas e não previsíveis
• Grande volume de informação histórica
• Operações lentas
• Baixo nível de concorrência
OLTP vs OLAP
O OLTP suporta as operações correntes, trabalhando sobre bases de dados “online” que
dinamicamente são afetadas por cada transação.
O sistema OLAP funciona normalmente sobre bases de dados preparadas para esse efeito,
designadas de datawarehouse. Possui normalmente ferramentas gráficas que proporcionam
uma análise complexa acerca dos dados armazenados na base de dados. Normalmente, suporta
questões do “what if” and “why”, bem como a análise da dimensão temporal.

Data Warehouse: Para que exista uma aprendizagem com as transações armazenadas pela
organização, dados de diversas fontes são reunidos e armazenados em conjunto, organizados
de forma consistente, ou seja num data warehousing. O DW permite à organização ir
recordando e usando informação que ela foi tendo e usando ao longo do tempo.
O DW integra múltipla informação, vinda de diferentes bases de dados e outras fontes, internas
e externas, sendo armazenada num único repositório. O objetivo é colocar informação “key-
business” ao alcance dos decisores.
NOTA: DW tem um custo elevado
Criação da Data Warehouse

Data Mart: Um data mart pode ser visto como um data warehouse mais pequeno e mais focado.
Um data mart normalmente reflete as regras de negócio de uma unidade de negócio dentro de
uma organização.
NOTA: Tem um volume e um custo muito menor que um DW
Ferramentas de “Data Mining”: São ferramentas para conhecer melhor os dados. Fornecem
informação sobre cliente, produtos, mercados. Procuram e extraem informação; Procuram
tendências, correlações e estatísticas.
Business Intelligence
Componentes:

• Data warehouse
• Business analytics
• Business performance management
• User interface
Big Data: É um “campo” que trata de maneiras de analisar, extrair informações
sistematicamente ou formas de lidar com conjuntos de dados que são muitos grandes ou
complexos para serem tratados por um software de processamento tradicional.
O conceito de “Big Data” cruza conceitos do Business Intelligence e da AI e refere a capacidade
de explorar quantidades massivas de dados, em busca de informação e conhecimento
escondidos.

Cloud Computing
Cloud Computing refere a utilização, por uma entidade, de recursos computacionais disponíveis
na internet, em função da evolução das suas necessidades, sendo o valor a pagar uma
consequência dos recursos efetivamente consumidos.
Em vez de comprar, operar e manter os suportes tecnológicos, o cliente pode aceder a serviços
de tecnologia - como capacidade de processamento, espaço em disco, plataformas de email ou
Web ou mesmo aplicações - conforme necessário, de fornecedores como a Amazon, a Google,
a Altice ou a DropBox.
Formas de fornecer serviços na cloud

Rede 5G: Redes de nova geração. Uma mudança não apenas quantitativa mas também
qualitativa.
IOT (internet of things): Extensão da conectividade de rede e capacidade de computação para
objetos, dispositivos, sensores e outros artefactos que normalmente não são considerados
computadores. A transformação digital associada ao IOT é a de que os dispositivos comunicam
entre si, tomam decisões e atuam.
EXEMPLOS: Gestão da energia e iluminação; Mobilidade; Rede de transportes; Gestão do
tráfego; Edifícios inteligentes; Conectividade e Interação; Segurança
Inteligência Artificial: O principal objetivo dos sistemas de Inteligência Artificial (IA) é executar
funções que, caso um ser humano fosse executar, seriam consideradas inteligentes.
• Capacidade de raciocínio - Aplicar regras lógicas a um conjunto de dados para chegar a
uma conclusão
• Aprendizagem - Aprender com os bons resultados, os erros e acertos de forma a no
futuro melhorar o desempenho e agir de maneira mais eficaz
• Reconhecer padrões - Padrões de dados, padrões visuais, mas também padrões de
comportamento
• Inferência - Capacidade de conseguir aplicar o raciocínio nas situações do nosso
cotidiano
Block Chain: É uma Distributed LedgerTechnology (DLT), baseada numa topologia peer-to-peer,
em que cada novo bloco de informação é acrescentado a uma cadeia de blocos, de forma
encriptada e segura. Permite que os dados sejam armazenados de forma global em milhares de
servidores, mas permitindo que qualquer um na rede possa ver todas as entradas quase em
tempo real. Este mecanismo dificulta as tentativas de alguém tomar o controle da rede e torna
obsoleta a anterior arquitetura cliente-servidor, que colocava sempre os dados nas mãos de
alguém.
Para as empresas, o blockchain mantém a promessa de transparência transacional. Promete
capacidade de criar redes de comunicação seguras e em tempo real com parceiros em todo o
mundo para oferecer suporte a tudo, desde cadeias de abastecimento, contratualização, redes
de pagamento e critpto moeda, negócios imobiliários ou de automóveis, partilha de dados de
saúde, registos históricos.

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