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Manual Power Jet BT

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Eduardo Felito
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Manual de Instruções

Pulverizador Autopropelido Power Jet

Código da publicação: MPAPJ PO E01


Emissão: Maio de 2009
Seção 1 - Introdução

1 - Mensagem da JAN

O primeiro pulverizador autopropelido fabricado no Rio Grande do Sul, o pulverizador Power


Jet atende as suas necessidades agronômicas com alto rendimento, economia e perfeição na
distribuição de produtos para controle de pragas.

Como você sabe, a precisão na dosagem e uniformidade da distribuição, são fatores primordiais
na busca de maior produtividade e lucratividade na lavoura. O pulverizador Power Jet JAN é
desenvolvido e testado exaustivamente no campo, de modo a atender esta exigência.

O presente Manual tem como objetivo atender sua necessidade no campo, fornecendo instruções
de operação, manutenção preventiva e conservação do equipamento.

Portanto, é fundamental que antes mesmo de operar o pulverizador Power Jet pela primeira vez,
sejam lidas atentamente as recomendações de segurança.

Nosso esforço não para por aí: temos um Departamento de Assistência Técnica sempre pronto
para lhe atender.

Consulte-nos sempre que precisar.

IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS JAN S/A

3
Seção 1 - Introdução

2 - Senhor proprietário e/ou operador


São nossas responsabilidades:
4 Zelar pela satisfação constante dos nossos clientes em relação aos produtos e serviços
JAN.
4 Conceder ao primeiro proprietário, através da rede de assistência técnica, o direito a entrega
técnica onde serão efetuados os serviços relacionados no item “3 da seção 10”.
4 Efetuar uma revisão na máquina com 45 e 90 horas de operação (mão-de-obra gratuita).
Veja a Seção 8 para informações detalhadas.

São responsabilidades do proprietário da máquina:


4 Disponibilizar um ou mais operadores aptos a receberem nosso treinamento por ocasião da
Entrega Técnica.
4 Solicitar a revisão de 45 horas (mão-de-obra gratuita) com a devida antecedência para que
possamos programar a visita.

IMPORTANTE:
Ao solicitar a revisão de 45 horas (mão-de-obra gratuita), é indispensável apresentar o comprovante
de Entrega Técnica. Também a Garantia fica condicionada a realização e comprovação da Entrega
Técnica.

4 Fazer cumprir as recomendações constantes neste manual.


4 Manter o equipamento, acessórios e o presente manual em perfeito estado de conservação
e ao alcance do usuário a qualquer hora.
4 Tendo em vista a importância da garantia para o proprietário, é fundamental que este tome
conhecimento de todos os termos e condições.
Veja o item “1 da seção 10”.

Esclarecimentos gerais
4 Devido à política de aprimoramento constante em seus produtos, a JAN reserva-se o direito
de promover alterações e aperfeiçoamentos sem que isso implique em qualquer obrigação
para com produtos fabricados anteriormente. Por esta razão, o conteúdo do presente manual
encontra-se atualizado até a data da sua impressão, podendo portanto sofrer alterações sem
aviso prévio.
4 As condições de garantia proporcionadas pela JAN, referentes aos componentes fornecidos
por terceiros, é condicionada às condições oferecidas pelos respectivos fabricantes. Portanto,
para fazer valer os seus direitos à garantia, é fundamental seguir as recomendações contidas
nos manuais anexos a esta literatura.
4 O objetivo do presente manual é fornecer instruções que abrangem a máquina completa, com
acessórios e variações. Portanto, não assume responsabilidade no que se refere a configuração
da máquina ora adquirida, ou seja: diversos itens descritos neste manual, podem não estar
presentes na sua máquina.
4 Algumas ilustrações podem mostrar detalhes ligeiramente diferentes ao encontrado em sua
máquina, por terem sido obtidas de máquinas-protótipo, sem que isso implique em prejuízo
na compreensão das instruções.
4 Algumas figuras mostradas neste manual foram obtidas com a retirada de proteções da
máquina, para facilitar sua identificação. No entanto, jamais opere-a desprovida de tais
proteções.

4
Seção 1 - Introdução

Índice
Seção 1: Introdução
1- Mensagem da JAN.............................................................................................................................. 3
2- Senhor proprietário e/ou operador...................................................................................................... 4

Seção 2: Segurança
1- Símbolos de advertência utilizados neste manual.............................................................................. 13
2- Segurança em geral............................................................................................................................ 14
2.1 - Para preservar a máquina:.......................................................................................................... 14
3- Segurança no manuseio de produtos químicos e o meio ambiente.................................................... 15
3.1 - Higiene corporal e cuidados com a saúde.................................................................................. 15
3.2 - Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) recomendados................................................... 15
4- Segurança na operação....................................................................................................................... 17
5- Segurança na manutenção................................................................................................................. 20
6- Armazenagem de combustíveis, lubrificantes e peças........................................................................ 21

Seção 3: Conheça o pulverizador


1- Identificação do pulverizador ........................................................................................................... 25
1.1 - Identificação do pulverizador.................................................................................................... 25
1.2 - Identificação do motor.............................................................................................................. 25
1.3 - Identificação da transmissão...................................................................................................... 25
1.4 - Identificação do ar-condicionado.............................................................................................. 25
1.5 - Identificação da cabine.............................................................................................................. 26
1.6 - Identificação bomba de produto................................................................................................ 26
1.7 - Identificação da bomba de carga (4) (opcional)......................................................................... 26
2- Convenção lado esquerdo / lado direito............................................................................................. 26
3- Identificação dos componentes.......................................................................................................... 27
3.1 - Sistema de pulverização............................................................................................................ 27
3.2 - Cabine e iluminação.................................................................................................................. 29
3.3 - Suspensão.................................................................................................................................. 30
3.4 - Transmissão............................................................................................................................... 30
3.5 - Motor........................................................................................................................................ 30
3.6 - Sistema hidráulico..................................................................................................................... 31
3.7 - Sistema pneumático.................................................................................................................. 33
4- Especificações técnicas....................................................................................................................... 34
5- Circuito de pulverização (ARAG)..................................................................................................... 36
5.1 - Identificação dos componentes................................................................................................. 37
6- Itens avulsos que acompanham a máquina........................................................................................ 39

5
Seção 1 - Introdução

Seção 4: Controles e instrumentos


1- Cabine............................................................................................................................................... 43
1.1 - Acesso (escada)......................................................................................................................... 43
1.2 - Espelhos.................................................................................................................................... 44
1.3 - Assento do operador................................................................................................................ 44
1.4 - Sistema de climatização da cabine............................................................................................ 45
1.5 - Sistema lavador do pára-brisas.................................................................................................. 46
2- Comandos e controles....................................................................................................................... 47
3- Controles de pulverização.................................................................................................................. 48
3.1 - Controle das barras de pulverização e bombas.......................................................................... 48
3.2 - Sistema controlador eletrônico (ARAG)................................................................................... 49
3.3 - Registros................................................................................................................................... 50
4- Controles elétricos gerais................................................................................................................... 51
5- Indicadores e luzes de aviso............................................................................................................... 52

Seção 5: Controlador ARAG


1- Ligando os acessórios........................................................................................................................ 56
1.1 - Pump Protector......................................................................................................................... 56
1.2 - Placa de memória SD............................................................................................................... 56
2- Comandos e visualizações.................................................................................................................. 57
2.1 - Painel de comando.................................................................................................................... 57
2.2 - Teclas funcionais....................................................................................................................... 57
2.3 - Teclas de comando, seleção ou modificação............................................................................... 57
2.4 - Comutadores para o comando das válvulas do grupo de comando............................................ 57
2.5 - Display...................................................................................................................................... 58
3- Estrutura dos menus.......................................................................................................................... 58
4- Programação do usuário.................................................................................................................... 59
4.1 - Velocidade................................................................................................................................. 60
4.2 - Menu de trabalhos.................................................................................................................... 61
4.3 - Menu de bicos........................................................................................................................... 63
4.4 - Limites de trabalho................................................................................................................... 64
4.5 - Fator de correção vazão............................................................................................................. 64
4.6 - Preferências de usuário.............................................................................................................. 65
4.7 - Data e hora............................................................................................................................... 65
4.8 - Registrador de dados................................................................................................................. 65
4.9 - Teste.......................................................................................................................................... 66
4.10 - Carregar/salvar setup............................................................................................................... 67
5- Teclas funcionais................................................................................................................................ 68
5.1 - Seleção do trabalho................................................................................................................... 68
5.2 - Dados do trabalho..................................................................................................................... 68
5.3 - Calibração zero transdutor...................................................................................................... 69
5.4 - Tanque...................................................................................................................................... 69
5.5 - Registrador ON........................................................................................................................ 70
5.6 - Programação usuário................................................................................................................. 70
6- Funcionamento manual..................................................................................................................... 71
6.1 - Funcionamento automático....................................................................................................... 71

6
Seção 1 - Introdução

7- Manutenção / Diagnóstico / Reparos................................................................................................ 72


7.1 - Erros de funcionamento............................................................................................................ 72

Seção 6: Preparando o equipamento


1- Ajuste da bitola (Opcional)............................................................................................................... 79
1.1 - Procedimento de regulagem das bitolas.................................................................................... 79
2- Escolha dos bicos pulverizadores....................................................................................................... 80

Seção 7: Instruções de operação


1- Orientações importantes para a correta pulverização......................................................................... 83
1.1 - Fatores que afetam a qualidade da pulverização ....................................................................... 83
1.2 - Condições adequadas de operação ........................................................................................... 84
2- Partida e parada do motor................................................................................................................. 85
3- Deslocamento e parada da máquina.................................................................................................. 86
4- Controle da velocidade da máquina................................................................................................... 87
5- Barras em posição de operação e transporte...................................................................................... 87
5.1 - Abertura das barras (Operação)................................................................................................ 87
5.2 - Fechamento das barras (Transporte)......................................................................................... 88
6- A pulverização passo-a-passo............................................................................................................ 89
6.1 - Abastecendo o pulverizador...................................................................................................... 89
6.2 - Incorporando o produto............................................................................................................ 90
6.3 - Pulverizando............................................................................................................................. 90
6.4 - Lavagem de embalagens............................................................................................................ 91
6.5 - Lavagem interna do tanque de produto.................................................................................... 92
7- Cuidados gerais com o sistema de pulverização................................................................................. 93
7.1 - Ao deslocar o pulverizador até o local de trabalho.................................................................... 93
8- Recomendações quanto ao motor...................................................................................................... 94
8.1 - Cuidados no amaciamento........................................................................................................ 94
8.2 - Utilização de bateria auxiliar..................................................................................................... 94
9- Guia de consulta rápida GPS (opcional)........................................................................................... 95
9.1 - Identificação do Painel.............................................................................................................. 95
9.2 - Condução em paralelo............................................................................................................... 96
9.3 - Condução em contorno............................................................................................................. 97
9.4 - Interrupção e retorno a um trabalho......................................................................................... 97
9.5 - Alinhamento do traçado........................................................................................................... 98
9.6 - Cálculo da área.......................................................................................................................... 98
9.7 - Funções..................................................................................................................................... 99
9.8 - Display.................................................................................................................................... 101
10 - Guia rápido Bravo 300S.................................................................................................................. 102
10.1 - Preparação para o trabalho.................................................................................................... 102
10.2 - Utilização.............................................................................................................................. 103
10.3 - Visualização no display......................................................................................................... 104
10.4 - Seleção do tipo de roda......................................................................................................... 104
10.5 - Alarmes de funcionamento................................................................................................... 105

7
Seção 1 - Introdução

Seção 8: Manutenção e Conservação


1- Quadro de manutenção periódica.................................................................................................... 109
2- Tabela de lubrificantes e capacidades de reabastecimento................................................................ 113
3- Pontos de lubrificação com graxa..................................................................................................... 113
4- Reapertos de parafusos e porcas em geral........................................................................................ 115
5- Inspeção geral periódica................................................................................................................... 117
6- Itens de reposição sugeridos para estoque........................................................................................ 117
7- Manutenção do sistema de pulverização.......................................................................................... 119
7.1 - Limpeza após cada jornada de trabalho.................................................................................. 119
7.2 - Limpeza dos bicos pulverizadores........................................................................................... 119
7.3 - Manutenção dos filtros............................................................................................................ 120
7.4 - Manutenção da bomba de pulverização.................................................................................. 121
7.5 - Manutenção da bomba de carga (2) (opcional)....................................................................... 121
7.6 - Pontos de inspeção periódica.................................................................................................. 122
8- Motor . ............................................................................................................................................ 123
8.1 - Lubrificação............................................................................................................................ 123
8.2 - Limpeza da mangueira do respiro do cárter............................................................................ 123
8.3 - Manutenção do sistema de alimentação de ar......................................................................... 124
8.4 - Manutenção do sistema de combustível.................................................................................. 125
8.5 - Manutenção do sistema de arrefecimento............................................................................... 127
9- Sistema de transmissão e embreagem.............................................................................................. 129
9.1 - Lubrificação da caixa de câmbio............................................................................................. 129
9.2 - Lubrificação do diferencial . ................................................................................................... 129
9.3 - Lubrificação dos acionamentos finais (baixadas)..................................................................... 129
9.5 - Ajuste da folga das correntes de acionamento......................................................................... 130
9.6 - Ajuste da embreagem.............................................................................................................. 130
10 - Sistema pneumático......................................................................................................................... 131
11 - Sistema hidráulico........................................................................................................................... 132
11.1 - Cuidados com o sistema hidráulico....................................................................................... 132
11.2 - Verificação de nível do fluido................................................................................................ 132
11.3 - Troca de fluido e filtros.......................................................................................................... 133
11.4 - Sistema de freios................................................................................................................... 133
12 - Manutenção do sistema eletro-eletrônico........................................................................................ 134
12.1 - Cuidados com o sistema elétrico........................................................................................... 134
12.2 - Manutenção e cuidados com a bateria................................................................................... 134
12.3 - Ajuste da tensão da correia do alternador.............................................................................. 135
12.4 - Quadros elétricos dos fusíveis e relés..................................................................................... 136
12.5 - Troca de lâmpadas................................................................................................................. 137
12.6 - Inspeção de componentes eletro-eletrônicos......................................................................... 138
13 - Eixos e rodas.................................................................................................................................... 139
13.1 - Ajuste da convergência das rodas dianteiras.......................................................................... 139
13.2 - Calibragem dos pneus........................................................................................................... 139
13.3 - Aperto dos parafusos de fixação das rodas............................................................................. 139
14 - Manutenção do sistema condicionador de ar................................................................................... 140
14.1 - Manutenção dos filtros.......................................................................................................... 140
14.2 - Tensão da correia do compressor........................................................................................... 141
14.3 - Recarga de refrigerante (Utilize somente R-134 A)............................................................. 141

8
Seção 1 - Introdução

15 - Cuidados que visam a conservação da máquina............................................................................... 142


15.1 - Na época da operação (período ativo)................................................................................... 142
15.2 - Conservação em períodos inativos........................................................................................ 142

Seção 9: Acessórios
1- Bomba de carga (opcional).............................................................................................................. 145
2- Marcador de linha (opcional).......................................................................................................... 146
3- Navegador via satélite (opcional)..................................................................................................... 147

Seção 10: Garantia, entrega técnica e revisão


1- Termo de garantia JAN - Pulverizadores......................................................................................... 151
2- Instruções gerais.............................................................................................................................. 153
3- Entrega Técnica............................................................................................................................... 154
4- Revisões Gratuitas/Obrigatórias:..................................................................................................... 155
5- Revisões adicionais (pós-garantia)................................................................................................... 156
6- Como solicitar assistência técnica JAN............................................................................................ 157
A1 - Certificado de Entrega Técnica (1ª via: Cliente).............................................................................. 159
A2 - Certificado de Entrega Técnica (2ª via: enviar à JAN)..................................................................... 161
B1 - Cupom da 1ª revisão obrigatória (45 horas): 1ª via: Cliente........................................................... 163
B2 - Cupom da 1ª revisão obrigatória (45 horas): 2ª via: Enviar à JAN................................................. 165
C1 - Cupom da 2ª revisão obrigatória (90 horas): 1ª via: Cliente........................................................... 167
C2 - Cupom da 2ª revisão obrigatória (90 horas): 2ª via: Envia à JAN................................................... 169
D- Revisões Adicionais (não-gratuitas/recomendadas)......................................................................... 171

9
Seção 1 - Introdução

Anotações

10
Manual de Instruções
Pulverizador Autopropelido Power Jet
Seção 2: Segurança
Seção 2 - Segurança

Embora saibamos que segurança é antes de tudo uma


questão de conscientização e bom-senso, apresentamos
neste Manual uma série de cuidados a serem tomados no
uso.
Lembre-se: toda máquina tem capacidades e limitações
no seu uso. Portanto, por segurança e precaução não abuse
das mesmas.
Alertamos que não é possível enumerar aqui todas as
situações de risco envolvidas na operação e manutenção do
equipamento, tornando-se necessário o bom-senso.

1 - Símbolos de advertência utilizados


neste manual
Atente sempre para os símbolos descritos abaixo. Quando
aparecem no texto, dê especial atenção às instruções
dadas.
ATENÇÃO

- NOTA:
O símbolo ao lado e a palavra “Nota” indicam
pontos de interesse especial para manutenção ou
ATTENTION
ATENCIÓN
Produto tóxico.

Toxic product.
operação mais eficientes. A não-observância destas
Producto tóxico.
recomendações pode acarretar perda de rendimento, 74141053

diminuição da vida útil e até danos à máquina.

IMPORTANTE:
O símbolo ao lado e a palavra “Importante” são
usados para salientar instruções e/ ou procedimentos
especiais que, não sendo observados, podem resultar
em danos ou desgaste prematuro do equipamento
ou riscos indiretos à sua segurança.

ATENÇÃO!
O símbolo ao lado e a palavra “Atenção!”
Identificam instruções que, não sendo observadas,
PERIGO
representam risco de acidentes com danos pessoais
DANGER
de conseqüências imprevisíveis.
PELIGRO
Não se aproxime de linhas de transmissão ou
cabos energizados. O choque elétrico pode
ocorrer com ou sem contato direto.

Stay away from power lines and cables.


Eletrocution can occur with or without direct
contact.
No aproxímese de líneas de transmisión o de
cables energizados. El choque puede ocurrir con
o sin contacto directo.
74141041

13
Seção 2 - Segurança

2 - Segurança em geral
4 Familiarize-se com as regras de segurança, evite os riscos e procure eliminar as causas de
acidentes.
4 Leia este manual com atenção antes de operar a máquina, familiarizando-se com suas
características e limitações de operação. Mantenha o manual sempre à mão para esclarecer
suas dúvidas.
4 Não ingira bebidas alcoólicas, calmantes, estimulantes, etc. antes do trabalho.
4 Não permita a condução da máquina por menores de idade e/ou por pessoas não devidamente
habilitadas.
4 Não permita a aproximação de pessoas não envolvidas no trabalho, na área de operação.
4 Mantenha as escadas, assoalho da cabine e os pedais livres de graxa, óleo ou barro.
4 Nunca utilize o pulverizador para transporte de líquidos inflamáveis e outros produtos que
não sejam defensivos agrícolas.
4 Antes de iniciar a operação, veja se a preparação do equipamento está correta para o tipo de
trabalho.
4 Não permita pessoas sobre ou junto a máquina, estribos ou escadas com o motor acionado,
tampouco durante a movimentação.
É uma boa precaução dar 3 toques na buzina antes de acionar o motor, para servir de alerta
à pessoas que eventualmente se encontrem junto a máquina.
4 Verifique periodicamente o estado dos pneus, quanto a cortes, furos e calibragem correta. A
operação com pneus danificados, gastos ou descalibrados compromete a segurança.
4 Quando não estiver utilizando o Pulverizador, não abandone a cabine com o motor ligado:
desligue-o, acione o freio de estacionamento e engate a primeira marcha.

2.1 - Para preservar a máquina:


4 Nunca transporte a máquina com as barras abertas. Proceda como descrito no item “5.2 da
seção 7”.
4 Se necessitar fazer soldas na máquina, sempre desligue os cabos da bateria. A não-observância
desta recomendação poderá causar danos irreversíveis aos sistemas computadorizados.
4 Siga sempre o plano de manutenção e utilize óleos e aditivos recomendados conforme
descrito no item “2 da seção 8”.
4 Não opere com níveis de lubrificante, fluido hidráulico e líquido de arrefecimento
incorretos.
4 Não opere estando os limites de temperatura e pressão do motor fora do normal.
4 Permita que somente pessoas habilitadas operem e façam a manutenção da máquina.
4 A sujeira é fatal ao sistema hidráulico. Por isso, utilize somente utensílios (latas, funis,
mangueiras) limpos e isentos de outros fluidos.
4 Guarde combustíveis, lubrificantes e peças de reposição em locais adequados conforme
descrito no item “6 desta seção”.

14
Seção 2 - Segurança

3 - Segurança no manuseio de produtos químicos e o meio ambiente


4 Faça a aplicação de todos os defensivos e regulagens do Pulverizador, sempre em conformidade
com as recomendações pertinentes: do respectivo fabricante, de orientação agronômica e/
ou legislação ambiental vigente.
4 Estado do pulverizador: Todo e qualquer vazamento deve ser eliminado tão logo se forma,
evitando desperdício de produtos químicos e preservando a natureza.
4 Aplique somente a dosagem de agrotóxico recomendada pelo seu Agrônomo e utilize os
bicos pulverizadores corretos para cada caso e na vazão recomendada.
4 Respeite o intervalo recomendado entre as aplicações, e o período de carência.
4 Leia sobre as condições apropriadas de pulverização no item “1.2 da seção 7”: temperatura,
umidade, ventos, etc.
4 Nunca tente desentupir bicos soprando com a boca. Siga o procedimento indicado no item
“7.2 da seção 8”.
4 A contaminação da água, além de causar a morte de animais, peixes e até seres humanos, se
constitui em crime grave!
4 Nunca contamine fontes de água. O pulverizador deve ser abastecido em abastecedouros
específicos para tal finalidade ou utilizando caminhões-pipa. Veja o item “6.1 da seção 7”.
Não lave equipamentos de aplicações em rios, riachos, lagos e outras fontes de água. Jamais
escoe água de lavagem do equipamento de aplicações ou das áreas aplicadas para locais que
possam ser utilizados por pessoas e animais.
4 Descarte elementos como filtros e óleo lubrificante usados, de forma segura, prevista em lei,
para não poluir o ambiente.

3.1 - Higiene corporal e cuidados com a saúde


4 Após uma jornada de pulverização, remova os Equipamentos de Proteção Individual e lave-os.
4 Lave também as roupas, separadas das demais.
4 Tome banho com bastante água e sabão e vista roupas limpas.
4 Evite comer, beber ou fumar durante a pulverização e mesmo após, sem antes tomar os
devidos cuidados com a higiene corporal.
4 Ao menor sinal de intoxicação e/ou sintomas suspeitos, consulte imediatamente um médico.
Reveja os procedimentos empregados no trabalho e obtenha orientações adicionais do seu
médico sobre formas de prevenir contaminação.

3.2 - Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) recomendados


Todas as pessoas envolvidas na aplicação de defensivos, devem utilizar os itens de EPI
recomendados para cada caso, o que depende essencialmente do tipo de produto aplicado.
Normalmente o fabricante dos produtos especifica os EPI’s no próprio rótulo da embalagem.
Você também pode se informar com seu Agrônomo que receitou o produto e portanto, deve
conhecer também as precauções de uso.

15
Seção 2 - Segurança

- NOTA:
A cabine do pulverizador Power Jet possui filtro
de carvão ativado que contribui para a proteção do
1

operador. No entanto, para cada produto diferente, 2


informe-se sobre os itens de proteção adicional
recomendados.
Normalmente, estes itens são: 3

1 - Protetor facial
2 - Máscara
3 - Macacão 4

4 - Luvas
5 - Avental 5
6 - Proteção para botas

Embalagens de produto químico:


4 Jamais utilize embalagens de agrotóxico para outras
finalidades. Jamais enterre as embalagens ou restos de
produto junto às fontes de água.
4 Da mesma forma, jamais utilize recipientes, funis e
mangueiras de outras aplicações, para o manuseio de 6
agrotóxicos, ainda que em pequenas concentrações.
4 As sobras de produtos devem ser guardadas na
embalagem original, bem fechadas.
4 Ao drenar fluidos e agrotóxicos, utilize sempre
recipientes adequados, sem vazamento.
4 Lave todas as embalagens após o uso com o sistema de
lavagem (7) junto com o reservatório do incorporador
(8) e ou com o esguicho (9). Após, fure as embalagens
e guarde-as de forma adequada, longe do alcance
de crianças e animais, destinando-as ao serviço de
recebimento de embalagens de agrotóxicos de sua 8
região, acompanhadas de nota fiscal, para fins de
reciclagem.

7
9

16
Seção 2 - Segurança

Limpeza do pulverizador:
A limpeza dos aparelhos que aplicam defensivos, deve ser realizada ao final de cada dia de trabalho
ou a cada recarga com outro tipo de produto. Além de preservar o meio ambiente, prolonga-se a
vida útil do equipamento e evita-se problemas nas aplicações posteriores, tal como obstrução de
bicos e filtros, travamento do medidor de vazão, etc. Na limpeza, tome os seguintes cuidados:
4 Use os EPI’s recomendados.
4 Após o uso, certifique-se de que toda a calda do produto foi aplicada no local
recomendado.
4 Diariamente, após cada jornada de pulverização, abasteça o tanque com água limpa, retire
os bicos e acione a máquina até esgotar toda a água em local apropriado, seguro, longe de
mananciais de água. Após, limpe os bicos e filtros e recoloque-os.
4 Certifique-se de que o pulverizador está totalmente vazio.
4 Lave todos os filtros e bicos, o tanque, as alças e a tampa, com esponjas, escovas e panos
apropriados. Lave também a máquina externamente.
4 Junto com a água de limpeza, adicione detergentes ou outros produtos recomendados pelos
fabricantes.
4 Repita o processo de lavagem com água e com o detergente por no mínimo, mais duas
vezes.
4 Verifique se há vazamento na bomba, nas conexões, nas mangueiras, registros e bicos,
regulando a pressão de trabalho para o ponto desejado, utilizando-se somente a água para
isso.
4 No preparo da calda, utilize somente água limpa, sem materiais em suspensão, especialmente
areia.
4 Regule o equipamento, sempre que o gasto de calda variar ± 5% em relação ao obtido com
a calibração inicial.
4 Troque os componentes dos bicos sempre que a vazão diferir de ± 5% da média dos bicos
da mesma especificação.

4 - Segurança na operação

7
4 Na operação, observe todas as recomendações do
capítulo 2 da presente Seção, relacionadas ao manuseio
de produtos químicos, preservação do meio ambiente
e uso de EPI’s.
4 Ao entrar na cabine, retire os equipamentos de
proteção que tiveram contato com produtos tóxicos.
4 Mantenha atenção especial e constante quanto a pontos
de interferência das barras de pulverização, pontos de
passagem estreita e/ou altura baixa, passagem sobre
curvas de nível, terraços ou bases largas.
4 Ao pulverizar uma área desconhecida, analise-a
antes de iniciar, contribuindo para evitar choques
com árvores, postes, valetas e outros obstáculos, se
existirem.
4 Observe os limites de inclinação lateral, aclives e
declives do terreno.

17
Seção 2 - Segurança

4 Mantenha velocidade compatível para cada situação. Com o tanque abastecido, redobre os
cuidados. Não faça manobras bruscas.
4 Nunca acione o motor por meios como ligação direta, rebocamento, etc.
4 Dedique a atenção necessária aos indicadores da cabine (no painel de instrumentos),
certificando-se de que todas as luzes de aviso estão apagadas. Veja o item “2 da seção 4”.
4 Somente acione o motor com a transmissão em neutro e desengate o freio manual antes de
arrancar.
4 Desligue o freio estacionário somente depois de ligar o motor.
4 Antes de movimentar a máquina, verifique se não há pessoas ou animais próximos à
mesma.
4 Sempre teste os freios antes de iniciar o deslocamento. Jamais opere a máquina com os freios
necessitando de reparos ou ajustes.
4 Não permita que pessoas fiquem sobre ou próximas a máquina durante o deslocamento ou
operação. Além disso, certifique-se de que não hajam objetos soltos sobre a máquina.
4 Não permita a permanência de pessoas no compartimento do motor quando em
funcionamento.
4 Antes de iniciar a operação, certifique-se que todas as blindagens de segurança estejam em
seus devidos lugares e corretamente fixadas.
4 Pelo fato de alguns órgãos da máquina não permitirem a montagem de chapas de proteção,
sob pena de impedir ou prejudicar seu funcionamento, mantenha-se sempre afastado destes,
quando em movimento.
4 Ao trafegar sob redes elétricas, observe sempre a altura entre a máquina e fios da rede.
4 Em caso de parada do motor ou avaria no sistema de direção, o sistema hidrostático permite
guiar a máquina, mas o deslocamento deverá ser bem lento, pois será necessário mais esforço
para esterçar as rodas. Obviamente, tal problema deve ser corrigido imediatamente.
4 Durante a ida e a volta da máquina à lavoura, mantenha desligados todos os itens do sistema
de pulverização.
4 Somente dê a partida no motor devidamente posicionado no assento, na cabine.
4 Não fique de pé na cabine quando a máquina estiver se deslocando.
4 Nunca ajuste a coluna da direção e/ou o assento durante o deslocamento da máquina: faça-o
antes de iniciar o deslocamento.

4 Nunca desloque a máquina em declive com a


transmissão desengatada. No caso de aclives, não
reduza a marcha no meio do percurso: entre com uma
marcha correta, que permita efetuar a subida com
segurança.
4 Antes do início de uma nova temporada de pulverização,
teste todas as funções da máquina.
7
4 Ao parar a máquina: coloque a alavanca de câmbio em
neutro, acione o freio de estacionamento.
4 Após estacionar, abaixe o suporte e as barras
completamente e desligue o motor.

18
Seção 2 - Segurança

ATENÇÃO! Transporte da máquina em caminhão


O tráfego de máquinas agrícolas em estradas é uma 4 Confie o serviço de transporte à uma transportadora
prática perigosa e não recomendada em muitas capacitada neste tipo de carga.
condições e/ou regiões.
4 Utilize somente caminhões com carroceria de tamanho
Assim, a JAN não se responsabiliza, em hipótese compatível com a máquina, que deve ser posicionada
alguma, por quaisquer conseqüências resultantes corretamente sobre a carroceria e fixada de forma
desta prática. rígida:
O que determina a possibilidade ou não de conduzir
a máquina rodando em certos trechos de estradas,
são as Normas de Trânsito vigentes no local.
Mesmo havendo esta permissão, você poderá
necessitar itens como: balizas sinalizadoras,
triângulo refletor, luzes de tráfego, etc.
Além de observar e respeitar as Normas, obedeça
às recomendações do item anterior, mais as
mencionadas abaixo:

4 O condutor deve atender às exigências quanto ao


tipo de habilitação exigida pelo Código de Trânsito
vigente.
4 Dobre e trave todas as barras de pulverização.
4 Observe a altura e largura máxima permissível da
4 Os freios devem estar devidamente revisados e
carga.
testados.
4 Desligue a chave de segurança da bateria (1),
4 Conduza a máquina sempre no lado correto da
impedindo o acionamento do motor e de todos os
estrada.
sistemas da máquina.
4 Mantenha sempre em condições de funcionamento,
todos os faróis e sinaleiras.
4 A velocidade deve ser compatível com a segurança, 1
mas nunca deverá ultrapassar 25,0 km/h.
4 Antes de entrar na estrada, ajuste adequadamente os
espelhos retrovisores para ter uma boa visibilidade.
4 Mesmo durante o dia, mantenha as luzes acesas. Se
trafegar à noite, os cuidados devem ser redobrados:
- Utilize sempre luz baixa ao cruzar por veículos.
- Use triângulo refletor na parte traseira da máquina.

ATENÇÃO
ATTENTION
ATENCIÓN
Proibido o trafego em rodovias.

Traffic prohibited on roads.

Prohibido transitar en carreteras.


74141044

19
Seção 2 - Segurança

5 - Segurança na manutenção
4 Na manutenção do sistema de pulverização, observe todas as recomendações dos capítulos
2 e 3 da presente Seção.
4 Não faça qualquer ajuste ou manutenção com o motor ligado.
4 Nunca deixe o motor funcionando em ambientes fechados. Os gases tóxicos do escapamento
podem asfixiá-lo em poucos minutos!
4 Maneje o combustível com todas as precauções - veja o próximo capítulo.
4 Antes de abastecer, desligue o motor e retire a chave do contato. Nunca abasteça em espaço
fechado. Limpe imediatamente qualquer combustível derramado.
4 Nunca trabalhe sob componentes suspensos sem abaixar a(s) respectiva(s) trava(s) dos
cilindros de levante.
4 Os jatos de líquido a alta pressão (combustível, líquido hidráulico, etc), podem atravessar a
pele e causar lesões graves. Se isso ocorrer, solicite assistência médica urgente. Há perigo de
infecções graves!.
4 Antes de efetuar reparos no sistema hidráulico, certifique-se que os cilindros hidráulicos
estejam sem pressão e as barras de pulverização abaixadas e apoiadas. Reparos no sistema
hidráulico devem ser feitos por um profissional qualificado.
4 Antes de realizar reparos no sistema elétrico, retire a chave de contato e desconecte o
cabo negativo da bateria. Para a remoção da bateria, desconecte sempre o cabo negativo
primeiro.
4 Se necessitar fazer soldas na máquina, sempre desligue os cabos da bateria. A não-observância
desta recomendação poderá causar danos irreversíveis aos sistemas computadorizados.
4 Com o motor quente, cuidado ao remover a tampa do radiador. Faça-o com o motor em
marcha lenta. Gire a tampa só até o final do primeiro estágio e espere até aliviar a pressão.
Somente após, termine a remoção e use pano grosso ou luva para proteger a mão.
OBS: Tome muito cuidado com a hélice do radiador que está em movimento.
4 Não se aproxime de correias, correntes, engrenagens, polias ou qualquer peça em movimento.
Roupas folgadas prendem-se facilmente em peças em movimento. Ajustes com peças em
movimento, só devem ser feitos em casos especiais, mencionados para cada caso e assim
mesmo, tomando-se todas as precauções necessárias.
4 Utilize ferramentas adequadas: improvisos podem causar acidentes, além de comprometer
a qualidade do trabalho.
4 Após realizar algum serviço de reparo ou revisão na máquina, certifique-se de ter recolhido
toda e qualquer peça ou ferramenta utilizada.
4 A instalação de pneus nos aros só pode ser realizada por pessoas treinadas e com os recursos
adequados.

20
Seção 2 - Segurança

4 Se durante a movimentação de uma roda, a mesma ameaça cair, não tente segurá-la, mas
afaste-se rapidamente, evitando ferimentos ou esforço excessivo.
4 Calibragem dos pneus: respeite a pressão recomendada. Pressão excessiva pode estourar o
pneu.
Cuidado: Durante a calibragem, fique sempre ao lado do pneu e nunca em frente. Impeça
a aproximação de outras pessoas durante esta operação.
4 A revisão ou recarga de refrigerante (R-134a) do ar condicionado de ar só pode ser efetuada
por técnicos e recursos especializados. Nunca desconecte mangueiras contendo fluido
refrigerante.
4 Nunca tente remover ou instalar alguma correia ou corrente com o motor funcionando.

4 Ao fazer manutenção no sistema elétrico, sempre 1


desligue a chave geral (1) - figura ao lado.
4 Não efetue manutenção no motor quente. Retire a
chave do contato durante o trabalho.
4 Seja cuidadoso na drenagem de fluidos quentes. Óleos
costumam atingir até 140 °C.

6 - Armazenagem de combustíveis,
lubrificantes e peças
A pureza e a limpeza do combustível são vitais para o bom
funcionamento do motor e a durabilidade do sistema de
injeção.
Para isso siga as recomendações abaixo:
1 - Utilize reservatórios equipados com 2 torneiras - uma
em cada extremidade.
Prefira reservatórios plásticos. Em caso de reservatório
metálico, utilize os de aço inox ou com revestimento
interno apropriado, que não seja zinco, pois este
contamina o combustível.
2 - Os tambores ou tanques devem ficar abrigados do sol,
da chuva e da poeira.
Devem ficar apoiados sobre cavaletes e na posição
horizontal, com leve inclinação, de modo que o lado
do escoamento fique em torno de 7 cm mais alto em
7 cm
relação ao outro. Assim, a água e as impurezas ficarão
depositadas no fundo, de onde serão escoadas pela
torneira da extremidade oposta.
Armazenamento em reservatórios
3 - Os reservatórios devem possuir um respiro, à prova
de penetração de água, situado na extremidade mais
elevada.

21
Seção 2 - Segurança

4 - Antes de encher novamente o reservatório, deixe escoar


o restante de combustível, juntamente com a água e
impurezas. Pode-se utilizá-lo para outras finalidades,
como lavagem de peças, ferramentas, etc.
5 - Utilize sempre funis, vasilhames ou bomba perfeitamente
limpos para o abastecimento. Se possível, use filtros ou
tela fina para limpar o combustível: Jamais use panos
ou estopas.
6 - Construa o reservatório de combustível em local
afastado de galpões, casas ou estábulos e mantenha
uma faixa limpa ao redor, para que, em caso de eventual
incêndio, não haja materiais inflamáveis, que ajudem
a propagar o fogo.
7 - Não fume nem instale aparelhos elétricos que
produzam faíscas próximas do reservatório.
8 - Nunca deixe o motor em funcionamento durante o
abastecimento.
9 - Coloque avisos bem visíveis próximo ao reservatório ATENÇÃO
com os seguintes dizeres: ATTENTION
ATENCIÓN
NÃO FUME - INFLAMÁVEL Verifique periodicamente o nível
do combustível.
PERIGO - INFLAMÁVEL Periodically check the fuel level .

10 - Abasteça o tanque da máquina sempre ao final de Verifique periódicamente el nivel


de combustible.
cada jornada de trabalho, evitando que durante a 74141050

noite ocorra a condensação da umidade no interior


do tanque, formando água.
A água que se forma, contamina o combustível,
danificando seriamente o sistema de injeção.

Armazenagem de peças e lubrificantes


Mantenha sempre um estoque de peças de reposição como:
filtros, correias, fusíveis, diodos, relês, lâmpadas, contrapinos,
vedações e todos os lubrificantes, etc.
Evita-se perda de tempo e permite-se que a manutenção
preventiva seja feita nos intervalos corretos.
Os produtos devem ser armazenados em local ventilado e
organizado, limpo, isento de umidade ou poeira, distante da
estocagem de produtos ácidos e corrosivos e livre de insetos
que possam penetrar nos filtros e destrui-los. O interior dos
filtros constitui um ambiente favorável a certos insetos.
Todos os itens devem permanecer em suas respectivas
embalagens até o uso.

22
Manual de Instruções
Pulverizador Autopropelido Power Jet
Seção 3: Conheça o pulverizador
Seção 3 - Conheça o pulverizador

1 - Identificação do pulverizador
O pulverizador e seus principais componentes possuem
placas de identificação que estão instaladas em diversos
componentes da máquina.
Para solicitar assistência técnica é necessário os números
de identificação que constam nestas placas.
1
1.1 - Identificação do pulverizador
Localizada na base da suspensão no lado esquerdo, nesta
placa (1) encontra-se os:
- Dados da fábrica.
- Número de série. 2
- Modelo.

1.2 - Identificação do motor


Localizada no cabeçote do motor a plaqueta de identificação
(2) possui informações como número de série, modelo e
potência.

1.3 - Identificação da transmissão


Localizado na lateral esquerda da caixa de transmissão, a
plaqueta (3) traz informações como:
- Cod PTO.
- Número de série.
- Modelo. 3

1.4 - Identificação do ar-condicionado


A placa localiza-se dentro do teto da cabine para acessar é
necessário retirar o teto. Este procedimento esta detalhado
no item 14 da seção 8.

25
Seção 3 - Conheça o pulverizador

1.5 - Identificação da cabine


A placa de identificação localiza-se na coluna direita da
cabine ao lado da porta.

1.6 - Identificação bomba de produto


Localizada na carcaça da bomba, esta placa tem informações
importantes como:
- Vazão.
- Fabricação.
- Modelo.

1.7 - Identificação da bomba de carga (4)


(opcional) 4

Localizada na carcaça ao lado esquerdo contendo


informações de fabricação e vazão.

2 - Convenção lado esquerdo / lado


direito
Considera-se lado esquerdo e lado direito, o ponto de vista
de quem se encontra sentado no assento do operador.

Lado direito

ito
dire
do
La
Lado esquerdo
o
rd
q ue
es
do
La

26
Seção 3 - Conheça o pulverizador

3 - Identificação dos componentes 1 2


3.1 - Sistema de pulverização
1 - Tanque principal.
Construido em fiberglass com capacidade de 2500
litros.

2 - Tanque de água para lavagem.


Construido em fiberglass com capacidade de 250 litros.
A água é utilizada para a limpeza dos filtros, bicos,
tanque principal, embalagens e outros.

3 - Barras de pulverização. 3
Instaladas na parte dianteira do pulverizador, com
21,5 metros (23,5 metros opcional) com acionamento
eletro-hidráulico com suspensão por acumulador de
nitrogênio.

4 - Bomba de produto.
Do tipo diafragma com fluxo radial acionada por motor
hidráulico.

5 - Filtros.
São de dois tipos: 1 grande principal (5a) localizado
4
entre os tanques principal e de água limpa e 1 (5b)
para cada seção das barras.

5b 5a

27
Seção 3 - Conheça o pulverizador

6 - Bicos de pulverização.
6
O pulverizador dispõem de 44 bicos trijet com 0,50
cm de espaçamento ou (48 bicos trijet com 50 cm de
espaçamento) (opcional).

7 - Válvula controladora de fluxo.


Com base no controlador ARAG, esta válvula
regula o fluxo de produto encaminhado aos bicos
pulverizadores.

8 - Fluxômetro.
Monitora o fluxo de produto e informa ao controlador
ARAG.
8 10 7

9 - Válvulas de seções.
Localizada junto a barra de pulverização, dirige o fluxo
de produto a cada uma das seções.

10 - Válvula reguladora.
Regula o fluxo, destinando-o para as seções das
barras.

11

11 - Incorporador de produto e lavador de embalagem.

12 - Balizamento (marcador de espuma).

12

12

28
Seção 3 - Conheça o pulverizador

3.2 - Cabine e iluminação


1a 1b 1c 1d 1e
A cabine é confortável, pressurizada com banco anatômico,
pára-brisa laminado verde com faixa degrade, vidros
temperados fume, rádio, giroflex, buzina, carregador de 1f
celular, porta luvas, 8 faroletes, 2 portas e ar condicionado 1h
ecológico.

1 - Painel de instrumentos.
O painel contém instrumentos para o monitoramento
do motor e interruptores de iluminação, além do 1j 1i 1h 1g
rádio.
1a - Contagiros.
1b - Temperatura motor. 2
1c - Nível de combustível.
1d - Voltímetro.
1e - Luz da ignição.
1f - Luz do óleo.
1g - Giroflex.
1h - Rádio.
1i - Faroletes.
1j - buzina. 3
1h - Controle de iluminação. Para identificação dos fusíveis
veja o item 12.4 da seção 8.

2 - Controlador ARAG.
4

3 - Controlador das barras.

4 - GPS (opcional).

5 - Faróis.

6 - Portas de acesso.

6 6 4 5

29
Seção 3 - Conheça o pulverizador

3.3 - Suspensão 1 2
A suspensão pneumática ativa nas 4 rodas sendo controlada
através das hastes (1) e válvulas (2), o nivelamento é mantido
de forma automática, alterando a pressão pneumática
dirigida as molas pneumáticas (3).

Ajuste de bitolas.
O ajuste de bitolas do pulverizador é executado manualmente.
Para este ajuste é necessário erguer o pulverizador, soltar a
roda e inverte-la. 3

Tamanho de bitola.
O pulverizador dispõem de 2 regulagens:

4
- 2660mm
- 2820mm

- NOTA
Veja o item 1 da seção 6 o procedimento para troca
de bitola.

3.4 - Transmissão
O pulverizador Power Jet está equipado com tração 4x2 ou
4x4. A tração é acionada pelo eixo traseiro com comando
através de eixo cardan e corrente em cada roda

3.5 - Motor
O motor é o MWM-International MS 4.1 litros.

30
Seção 3 - Conheça o pulverizador

3.6 - Sistema hidráulico


O Sistema hidráulico controla toda a movimentação
das barras inclusive o travamento das mesmas, direção
hidráulica (eixo dianteiro), e bomba de produto.

1
O sistema hidráulico é formado por uma bomba dupla(1)

Bomba hidráulica (1)


Instalada em frente ao motor com acionamento por eixo
cardan com cruzetas. Essa bomba é responsável pelo
bombeamento do óleo hidráulico por toda a máquina.

4
Reservatório de óleo hidráulico (2)
Instalado no lado direito abaixo do chassi, com duas
linhas de saída (3) para o sistema e uma de retorno (4). O
reservatório conta ainda com marcador de nível de óleo (5)
e dreno para limpeza do tanque (5a).

2
Filtros
Há dois filtros no sistema, um de pressão (6) instalado entre
a bomba hidráulica e a bomba de produto, com indicador 3 5a 5
de restrição (6a), e outro filtro (7) na linha de retorno entre
a saída do comando hidráulico e o tanque, este também
possui um indicador de restrição (8). A entrada do ponteiro 6a
na faixa vermelha indica que o filtro está saturado, e que
deve ser trocado.

Comando hidráulico (9) (válvula de ventagem)


Responsável pela distribuição do óleo por todo o sistema 9
priorizando as linhas da direção e freios.
6

Comando da direção (10)


Com comando hidrostático gera segurança e conforto para
o operador.

10

31
Seção 3 - Conheça o pulverizador

Comando hidráulico das barras (11)


11
Localizado junto as barras de pulverização é responsável
pelo acionamento dos cilindros de levante, travamento e
abertura das barras.

Cilindro de travamento da barra (12)


12
Utilizada para travar as barras evitando torções e balanços
indesejáveis. 12

13a

Cilindros de aberturas das barras (13)


Responsável pela subida, decida e abertura das barras para
o trabalho.

13a - Responsável por subir e descer a barra principal.


13b - Responsável pela abertura da barra intermediária
e ponta da barra.
13b

Sistema de freios (14)


Junto com a direção o f reio também é controlado
hidraulicamente, gerando conforto e segurança para o
operador. 14

32
Seção 3 - Conheça o pulverizador

3.7 - Sistema pneumático

Compressor de ar (1)
Responsável pela geração de ar comprimido. O compressor
está ligado diretamente ao tanque de ar. Contendo uma
válvula de alivio de pressão (governadora) (1b)
1

1b

Reservatório de ar (2)
Reservatório de ar para o sistema, com capacidade de 30
litros e contendo um purgador automático (2a) para retirar
2
a umidade do Reservatório.

2a

Distribuição de ar (3)
Responsável pela distribuição do ar entre as molas 3
pneumáticas.

Molas pneumáticas (4)


São 4 molas instaladas uma em cada braço da suspensão.

33
Seção 3 - Conheça o pulverizador

4 - Especificações técnicas

Sistema de pulverização

Capacidade do tanque principal........................ 2500 litros.


Capacidade do tanque de água p/lavagem......... 250 litros.
Bomba............................................................... Do tipo diafragma com fluxo radial acionada por motor hidráulico.
Capacidade de bombeamento............................ 160 litros por minuto à 540 rpm.
Abastecimento................................................... Através de fonte externa e opcionalmente com bomba de carga externa.
Características das barras................................... De aço com 5 seções, com suspensão hidráulica por acumulador.
Largura da barra................................................ 21,5m ou (23,5m opcional).
Altura das barras Min/Max............................... 0,60 cm / 2,00 m.
Filtragem do produto......................................... Um elemento filtrante tipo tela na sucção e um filtro de tela para cada
uma das 4 seções.
Sistema controlador........................................... ARAG bravo 300S.
Bicos.................................................................. Triplos equipados com válvula anti-gotejo.
Espaçamento entre bicos................................... 0,50 cm
Motor................................................................ Maxion P4001T 130 CV - Turbo Diesel.

Suspensão
Tipo................................................................... Pneumática ativa.

Transmissão
Caixa................................................................. Eaton FS 2305 C (5 velocidades a frente e 1 a ré).
Diferencial......................................................... Dana 80 (Ford F4000) 4x2 traseiro 4x4 traseiro e dianteiro permanente.
Transmissão na roda.......................................... corrente ANSI 140 (versão) banho de óleo SAE 600-5L
Velocidade máxima de deslocamento................ 35 km/h com máquina vazia.
Velocidade máxima de aplicação........................ 18 km/h.
Frenagem........................................................... Acionamento hidráulico com disco ventilado e pinças nas 4 rodas.
Rodado.............................................................. Pneu 12-4x36 com câmara (14-9x24 com câmara 4x4).

Direção
Direção.............................................................. Hidrostática com coluna regulável 4x2 direcional dianteiro
4x4 direcional dianteiro e traseiro.
Raio de giro mm................................................ 4x2 8940 mm.
4x4 6575 mm.

34
Seção 3 - Conheça o pulverizador

Cabine e ar condicionado
Comandos......................................................... Elétricos.
Climatização...................................................... Cabine pressurizada e refrigerada com filtro de carvão ativado.
Modelo.............................................................. AC20
Capacidade........................................................ 20.000 Btu/h.
N° de ventiladores.............................................. 2.
Fluxo de ar......................................................... 400 m3 / h.
Corrente nominal.............................................. 12V - 10Amp 3 velocidades.
Compressores Modelos..................................... SEL TEC TM08HS, TM13HS.
Filtro de ar......................................................... Anti-pólen ou carvão ativado com pré-filtro.
Óleo lubrificante................................................ ZXL 100PG(PAG).
Quantidade de Óleo.......................................... 150 ml.
Refrigerante....................................................... R134a
Quantidade de refrigerante............................... 800 gr.
Acessórios.......................................................... Rádio.

Pesos da Máquina
Peso Vazio......................................................... 4x2 = 6000 kg 4x4 = 6300 kg

Dimensões (aproximadas)
Altura total........................................................ 3,90 metros (4x4 - 3,75m).
Comprimento.................................................... 7,20 metros.
Largura.............................................................. 3,00 metros com barras fechadas.
Vão livre............................................................. 1,35 metros (4x4 - 1,20m).
Bitolas................................................................ 2619mm, 2707mm, 2795mm, 2883mm,
(4x4 - 2700 fixo). Com regulagem manual.
Distancia entre eixos.......................................... 3,50 metros.

Capacidade de reabastecimento
Tanque de combustível (L)................................ 100 litros + 9 litros de reserva construido em polietileno

Sistema elétrico
Bateria .............................................................. 160A.
Alternador......................................................... 120A.

35
Seção 3 - Conheça o pulverizador

5 - Circuito de pulverização (ARAG)

R3

R1
13

V1
7a 7b 7c

R4
2

F1
R2

3
R5
10
1

4
13
11

5
9

6
12

F2

36
Seção 3 - Conheça o pulverizador

5.1 - Identificação dos componentes 1 2


1 - Tanque de produto: 2500 litros.
2 - Tanque de água limpa: 250 litros.
3 - Bomba de produto: Tipo diafragma com fluxo radial
acionada por motor hidráulico.
4 - Válvula controladora de fluxo. Com base no controlador
ARAG, esta válvula regula o fluxo de produto
encaminhado aos bicos pulverizadores.
5 - Medidor de fluxo (fluxômetro). Monitora o fluxo de
produto e o informa ao controlador ARAG.
6 - Válvula de 4 seções (7 seções é opcional).
7 - Válvula múltipla - possui 3 registros:
7a - Lavagem tanque principal
7b - Sucção do incorporador (8).
7c - Lava frascos e outras utilidades (9).
8 - Incorporador de defensivo e lavador de frascos.
9 - Chuveiro: faz a lavagem interna do tanque de produto
(1).
10 - Agitador hidráulico: promove a mistura do produto
(água + defensivo).
11 - Dreno do tanque principal. 3
12 - Mangueira de nível do tanque principal.
13 - Válvula reguladora.

5 13 4

7a
8
9

7b

7c

10

37
Seção 3 - Conheça o pulverizador

Filtros “F”:
F1 - Filtro principal de produto.
F2 - Filtros das linhas de pulverização. Sendo 4 filtros
standard ou 7 opcional.

Registros “R” e válvulas:


R1 - Abastecimento do tanque principal: registro para
frente do pulverizador puxa produto do incorporador
R1
(8), para traz puxa água de fonte externa. F1
R2 - Registro para escolha do tanque a ser usado, posição
para frente libera fluxo do tanque principal, para traz
usa o tanque de água limpa.
R3 - Registro para bomba de carga externa.
R4 - Seleciona o destino do fluxo para esquerda aciona o sub-
comando, para direita o sistema de pulverização.

R5 - Registro para acionamento do agitador (10).

V1 -Válvula de regulagem de pressão do sub-comando (7).


Pressão máxima 10 bar.

F2

R2

7a R3

7b

7c

R5

V1

R4

38
Seção 3 - Conheça o pulverizador

Monitoramento do nível de produto no tanque


principal:
12 - Indicador visual, no lado direito do tanque principal
(1): através de uma mangueira transparente, pode-se
visualizar a altura da coluna de líquido frente à uma
escala em litros.

12

6 - Itens avulsos que acompanham a


máquina
14
14 - Moto Bomba: Utilizado para abastecer rapidamente o
tanque principal com uma vazão de 970 L/min. Para
mais informações consulte o item 1 da seção 9.

15 - Mangueira de sucção: Equipada com filtro em sua


extremidade para evitar a entrada de impurezas no
sistema de pulverização.

16 - Chave de roda.

16

15

39
Seção 3 - Conheça o pulverizador

Anotações

40
Seção 4 - Controles e instrumentos

Manual de Instruções
Pulverizador Autopropelido Power Jet
Seção 4: Controles e instrumentos

41
Seção 4 - Controles e instrumentos

42
Seção 4 - Controles e instrumentos

1 - Cabine 1

1.1 - Acesso (escada)


O acesso à cabine se dá por uma escada localizada no lado
esquerdo da máquina.

- Nota:
Mantenha a escada levantada durante a operação
e deslocamento da máquina.
2

1
A) Utilização da escada traseira
No pulverizador Power Jet, a escada (1) localiza-se na parte
traseira.
4 Após subir, levante a escada puxando-a, gire a trava
(2) e encaixe-a no degrau.
4 Para descer, puxe a escada, solte a trava (2), e libere a
descida da escada de forma controlada.

B) Portas da cabine
O pulverizador Power Jet dispõem de duas portas de acesso,
sendo uma em cada lado da cabine. A abertura da porta pelo
lado externo é feita comprimindo-se o miolo da fechadura
(3), que deve estar deschaveada. Simultaneamente, puxe a
porta pela maçaneta (4).
A abertura é bloqueada quando a porta estiver chaveada
com a chave.
A chave da cabine acompanha a máquina. Há uma cópia
de segurança para a chave da cabine e outra para a chave
de partida.
Guarde as cópias em local seguro, porém, conhecido.
O cilindro a gás (5) evita movimentos descontrolados da
porta.
6
Para abrir a porta da cabine internamente, use a alavanca
(6).

43
Seção 4 - Controles e instrumentos

1.2 - Espelhos
A cabine possui um espelho retrovisor em cada lado.
A) Regulagem dos espelhos

CUIDADO!
Para regular a posição dos espelhos, permaneça
sentado no assento e peça a um auxiliar para
movimentar os espelhos até obter a posição desejada.
Faça esta operação com a máquina parada e motor
desligado!

Os espelhos permitem as seguintes regulagens:


a) Para frente e para trás: mova o braço (1). 1
b) Ângulo: gire o espelho.
c) Altura: solte o parafusos (2) e mova o espelho sobre a
haste do suporte.

1.3 - Assento do operador 2

1 - Trava do deslocamento para frente e para trás.


Levante a trava e desloque o assento.
2 - Trava da inclinação do encosto lombar:
Gire o parafuso e posicione o encosto na inclinação
desejada.
3 - Ajuste de altura e suspensão. 4
4 - Cinto de segurança.

ATENÇÃO!
4 Os assentos são equipados com cinto de
segurança (4). Sempre utilize-o ao operar
a máquina e ajuste a f ivela de forma a
proporcionar a folga correta do cinto - veja 2
instrução na próxima página.
4 Sempre faça os ajustes do assento e do cinto
antes de iniciar o deslocamento da máquina.
4 Em caso de capotamento, não tente abandonar
a cabine. 1

44
Seção 4 - Controles e instrumentos

A) Uso e ajuste do cinto:


Para fixar e ajustar o cinto, puxe a fivela (1) sobre o colo
e encaixe-a na trava (2). Um “clique” e um movimento 1 2
para cima, do botão de destrave (3) indica que o cinto está
devidamente travado.
Para soltar o cinto, pressione a trava laranja (3).
4
Ajuste o cinto puxando a extremidade curta (4) através do
ajustador (5) até que o cinto esteja confortável e apertado
5
na medida certa.
Deslize a extremidade através do tecido do cinto para obter
3
uma certa folga ao final do ajuste.

1.4 - Sistema de climatização da cabine


A) Controles 6

6 - Botão liga-desliga o ar condicionado:


Posição para traz: desligado
Posição para frente: ligado.
7 - Botão seletor de velocidade do ventilador.
Posição “0”: desligado
Posição “1”: ventilação baixa
Posição “2”: ventilação média 7
Posição “3”: ventilação alta
8 - Direcionadores do fluxo de ar forçado, permitem
direcionar o fluxo de ar conforme a preferência do
operador.
9
9 - Retorno do ar (recirculação), nesta saída encontra-se
um filtro que deve ser limpo sempre que necessário.

B) Operação
8 8
Posicione o seletor (7) no nível de ventilação desejada e
pressione o botão (6) na posição (ligado).
Ajuste a direção do fluxo de ar através dos direcionadores
(8).

- NOTA:
O condicionador de ar somente é acionado se a chave
de ventilação (7) estiver ligada.
9

C) Recomendações especiais no uso do condicionador de ar


4 Não deixe o condicionador de ar sem funcionar, durante mais de uma semana. Mesmo no
inverno, faça-o funcionar 15 minutos por semana. Isto evita o ressecamento das vedações
internas do compressor e mantém a lubrificação.
4 Evite dirigir o fluxo de ar gelado diretamente sobre sua face. Isto é prejudicial devido ao
choque térmico.
4 Siga as recomendações de Manutenção conforme descrito no item “14 da seção 8”.

45
Seção 4 - Controles e instrumentos

D) Proteção do sistema de filtragem contra os efeitos


do agrotóxico
ATENÇÃO!
Os filtros de carvão ativado, são peças indispensáveis
para garantir a integridade da saúde do operador,
evitando a entrada de agentes tóxicos.
Consulte as instruções do fabricante do defensivo
quanto a periodicidade dos f iltros de carvão
ativado.
A cabine é pressurizada para sua segurança,
evitando a entrada de agentes tóxicos externos.
Não é permitido a instalação ou alteração das
características da mesma sem prévia autorização
por escrito do fabricante.

1.5 - Sistema lavador do pára-brisas


O reservatório (1) e bomba d’água (2) de lavagem do pára-
brisa se localiza entre a cabine e o compartimento do motor,
veja - figura ao lado.
- Mantenha-o sempre abastecido.
- Utilize água potável.
Se for utilizar detergentes, escolha somente produtos
específicos para essa finalidade, sob pena de causar a
deterioração das borrachas do limpador.

1
A) Limpador e lavador
A distribuição da água sobre o pára-brisa é feita pelo
esguicho (4), sendo a água conduzida através da mangueira 2
(5).
Este sistema não requer regulagem.
Em caso de entupimento, limpe o esguicho com ar
comprimido ou água sob pressão.
Eventualmente, pode tornar-se necessário o uso de uma
agulha para desentupimento.

5 4

46
Seção 4 - Controles e instrumentos

2 - Comandos e controles
A) Volante de direção (1)
A direção hidrostática permite o controle direcional do
Pulverizador mesmo em caso de sistema hidráulico ou
motor inoperante. No entanto, seja cauteloso, pois o esforço
requerido para o esterçamento será bem maior.

- NOTA:
Ao atingir o final do curso, não segure o volante
nesta posição: retorne-o ligeiramente evitando que
1a 1

o sistema hidráulico trabalhe sobre pressão.


A coluna de direção pode ter sua inclinação alterada,
para isso solte as travas (1a) dos lados da coluna 3 4
de direção.

2
B) Pedal da embreagem (2)
A embreagem é de acionamento mecânico, conta com
reservatório fluído (2b) dentro da cabine.
OBS: Não mantenha o pé sobre o pedal sem ser para a troca
de marchas. O uso do pedal como “descanso” do pé, irá gerar
desgaste prematuro no conjunto da embreagem.

C) Pedal do freio (3)


O freio à disco com acionamento hidráulico e atua
simultaneamente nas 4 rodas.
5
D) Pedal do acelerador(4)
Utilize o acelerador de pedal para trafegar com a 2b
máquina.

E) Trava do acelerador (5)


Utilize a trava do acelerador durante a operação, onde é
fundamental manter a rotação do motor constante.
Para saber sobre o funcionamento da trava veja o item 4
da seção 7.

F) Freio de estacionamento (6)


Ao abandonar a cabine, com o motor ligado ou não, sempre
acione o freio de estacionamento.
Para acionar o freio de estacionamento, antes é necessário
pisar no pedal de freio e em seguida acionar o botão (6).

47
Seção 4 - Controles e instrumentos

G) Alavanca de câmbio (7)


O câmbio possui 5 marchas a frente e uma a ré. A posição
da alavanca para as marchas está na figura ao lado.

7
3 - Controles de pulverização
3.1 - Controle das barras de pulverização e
bombas
Todos os controles de basculamento, altura, abertura e 2 3
fechamento das barras, encontram-se no painel junto com
o computador ARAG.
O controle é feito através de chaves, onde o acionamento
é direto nas válvulas hidráulicas. 1

5
1 - Liga / Desliga a geral do comando elétrico de água.
2 - Liga / Desliga cada sessão individualmente.
4
3 - Aumenta / Diminui o fluxo de água.
4 - Liga / Desliga bomba de pulverizador.
5 - Marcador de espuma direito e esquerdo.
6 - Abre / fecha ponta da barra esquerda.
6 7 8 9 10 11
7 - Desnível da barra esquerda.
8 - Giro da barra esquerda.
9 - Giro da barra direita.
10 - Desnível da barra direita.
11 - Abre / fecha ponta da barra direita.
12 - Levanta / Abaixa torre.
13 - Trava torre.
14 - Liga / Desliga controle de barras.
12 13 14

48
Seção 4 - Controles e instrumentos

A) Controle do nível de produto no tanque


Este sistema possui um visor transparente (12), com escala
calibrada em litros.

12

3.2 - Sistema controlador eletrônico (ARAG)

- NOTA:
Veja a Seção 5 para informações completas.

49
Seção 4 - Controles e instrumentos

3.3 - Registros

- NOTA:
Veja no item “5.1 da seção 3” sobre o circuito e
identif icação geral do sistema de pulverização
ARAG. A utilização destes registros passo-a-passo,
é descrito no item “6 da seção 7”.

R3

R1
13

V1
7a 7b 7c

R4
2

F1
R2

3
R5
10
1

4
11

5
9

6
12

F2

50
Seção 4 - Controles e instrumentos

4 - Controles elétricos gerais 1

A) Iluminação interna
Para ligar e desligar a luz interna (1), pressione o botão
(2).

B) Teclas de iluminação
3 - Iluminação interna.
4 - Faróis do teto, dianteiro.
5 - Faróis do teto, lateral.
6 - Faróis de teto, traseiros.

C) Sinaleira traseira (7)


3 4 5 6
7a - Luz de posição.
7b - Luz de freio.
7c - Pisca-alerta.
5 4

7a 7b 7c 6

51
Seção 4 - Controles e instrumentos

5 - Indicadores e luzes de aviso


As luzes de aviso e indicadores monitoram o funcionamento de diversos itens vitais da máquina.
Eles são, portanto, a segurança de integridade, pois em caso de mau funcionamento, alertam para
que não se opere em tais condições, que podem gerar danos irreversíveis.

A) Indicador da tensão de carga do alternador (1)


7 5 6 1
Se a tensão de carga encaminhada pelo alternador à bateria
3
sair da faixa recomendada (verde entre 12 e 14 volts), deve-
se desligar o motor e verificar a causa do problema, evitando
danos aos sistema elétrico e aos microprocessadores do
controle de pulverização. 4
8

B) Luz de aviso de freio de estacionamento acionado


(2)
Ao acionar o freio de estacionamento, acende-se esta luz
servindo de alerta no sentido de não deslocar a máquina
com o freio acionado.

C) Luz de aviso de pressão baixa do óleo do motor


(3)
Se a pressão do óleo sair da faixa recomendada, representando
risco a integridade do motor, acende-se esta luz. Se isto
ocorrer, desligue o motor imediatamente e não opere sem
que a causa seja sanada

D) Luz da ignição (4) 2


Deve-se acender ao girar a chave para a posição 2 e apagar-
se tão logo o motor entre em funcionamento. Se isso não
ocorrer desligue o motor e verifique o problema

E) Indicador de temperatura do motor (5)


Este instrumento deve sempre trabalhar na área verde
do marcador. Se o ponteiro atingir a área vermelha pare
imediatamente a maquina e deixe o motor em marcha lenta
por alguns minutos até que o ponteiro do indicador retorne
para a faixa normal. Após, desligue o motor e elimine a causa G) Contagiros (7)
do superaquecimento, que pode ser nível baixo do líquido A rotação correta e constante do motor é um fator importante
de arrefecimento, radiador obstruido, etc. na manutenção da correta dosagem de produto.

F) Indicador do nível de combustível no tanque (6) H) Horímetro (8)


A escala do indicador vai de vazio (esquerda) até cheio. Instalado dentro do contagiros, indica o número de horas
Evite deixar o combustível chegar na reserva, tampouco trabalhadas. Possui 5 dígitos de horas inteiras e um dígito
esgotar-se durante a operação. Além do contratempo e a (à direita) de décimos de hora.
necessidade de sangria do sistema, isso pode causar danos
a bomba injetora ao funcionar com ar.

52
Manual de Instruções
Pulverizador Autopropelido Power Jet
Seção 5: Controlador ARAG
Seção 5 - Controlador ARAG

2 3
1

4 5

6 7 8 9 10 11 12 13

14 16
15

1 - Display 8 - Tecla para percorrer dados ou modificar valores:


2 - “F1”: Tecla de seleção de trabalho. - No modo manual, aumenta a vazão.
OBS: As teclas são do tipo ocultas, protegidas por uma - No modo Automático, aumenta a vazão por hectare
membrana contra umidade e impurezas. de 10 em 10% a cada toque na tecla.
3 - “F2”: Alterna a exibição dos seguintes dados no display: 9 - Tecla que zera os dados.
- Numero de trabalho 10 - Tecla “OK”: confirma os ajustes de programação feitos.
- Área tratada (ha) . Equivale a uma tecla “Enter”.
- Tempo de aplicação (hh:mm). 11 - Tecla “ESC”: anula uma operação.
- Produtividade (ha/h). 12 - Tecla “AUTO”: alterna (seleciona) o modo de operação,
- Dose programada (l/ha). entre Manual e Automático. Ativando-se o modo Automático,
- Dose aplicada (l/ha). é exibida a palavra AUTO no centro do display (tela).
- Bicos, data, hora, distância percorrida. 13 - Não é utilizado.
4 - “F3”: Acessa o menu de programação do usuário. 14 - Abre e fecha a válvula geral (Master) de pulverização.
5 - “F4”: Informa a quantidade de produto abastecido. 15 - Chaves Abre/fecha válvulas das seções desejadas.
6 - Não é utilizado. 16 - Tecla reguladora de pressão.
7 - Tecla para percorrer dados ou modificar valores:
- Operando em modo manual, reduz a vazão da
pulverização.
- Operando em modo Automático, reduz a vazão por
hectare de 10 em 10% a cada toque na tecla.

55
Seção 5 - Controlador ARAG

1 - Ligando os acessórios
1.1 - Pump Protector
O sensor opcional é um dispositivo capaz de sinalizar quando ligado ao computador, a eventual
ruptura da membrana da bomba ou indicar quando o nível de óleo desce abaixo do mínimo.
A entrada principal a ser utilizada para a ligação do sensor é sempre a marcada com a letra “X”
na fiação; se a entrada principal não estiver disponível, utilize a entrada secundaria marcada com
a letra “T”.

ATENÇÃO!
A entrada secundária “T” só deve ser utilizada se a entrada “X” já estiver ocupada por um outro sensor.
Não utilize a entrada secundária “T” se nenhum outro sensor estiver ligado à entrada principal “X” porque
o computador não conseguiria detectar o sinal do sensor Pump Protector.

1.2 - Placa de memória SD


A placa de memória SD é utilizada para a troca de dados
com o computador BRAVO 300S.
Antes de utilizá-la, certifique-se de que a placa não esteja
protegida.
Desligue sempre o computador antes de introduzir ou
remover a placa de memória SD.

Introdução
Introduza a placa de memória prestando atenção no sentido
correto: o chanfro (A) da placa deve ficar virada para baixo;
após a introdução, pressione até a placa ficar travada e feche
com a cobertura própria.
Remoção
Pressione a placa dentro da sua sede e solte-a imediatamente
depois: ela ficará livre para poder ser extraída. A
A falta de introdução da placa de memória SD no
computador provoca um erro.
A placa de memória SD removida do computador deve ser
guardada no estojo próprio (fornecido).

56
Seção 5 - Controlador ARAG

2 - Comandos e visualizações 1

2.1 - Painel de comando


1 - Teclas funcionais para a visualização e programação
dos parâmetros de distribuição.
2 - Teclas de seleção dos dados ou de modificação dos
parâmetros. Teclas de comando do marcador de
2
espuma.
3 - Comutadores para o funcionamento das válvulas do
grupo de comando.

3
2.2 - Teclas funcionais
4 - Seleção trabalho
5 - Dados do trabalho Registrador ON
6 - Calibração zero transdutor
7 - Tanque programação usuário 4 5

6 7
2.3 - Tec las de comando, seleç ão ou
modificação
8 9 10 11 12 13 14 15
8 - Não utilizado
9 - Diminuir / percorrer dados
10 - Aumentar / percorrer dados
11 - Zerar dados
12 - Confirmar dados
13 - ON / OFF Sair da alteração dos dados
14 - Distribuição Manual / Automática
15 - Não utilizado

16 17
2.4 - Computadores para o comando das válvulas
do grupo de comando
16 - Comando geral ON
17 - Comando geral OFF
18 - Seção aberta
18 19
19 - Seção fechada
20 - Aumento da distribuição
21 - Diminuição da distribuição

20 21

57
Seção 5 - Controlador ARAG

2.5 - Display
22 - Dosagem programada Funcionamento Automático / Funcionamento Manual
23 - Estado da pulverização
24 - Estado do registrador de dados
25 - Relógio
26 - Distribuição medida
27 - Percentual de variação da distribuição
28 - Velocidade
29 - Pressão
30 - RPM / Área tratada (apenas se o sensor de RPM não estiver presente)
31 - Líquido no tanque (texto e gráfica)
32 - Vazão

22 23 24 25

26 28
27

29 30 31 32

3 - Estrutura dos menus


Utilização das teclas funcionais Página 1
É possível ter acesso às funções da página 1 de várias
maneiras: utilize as teclas de seta e pressione a tecla funcional
correspondente, pressione a tecla funcional correspondente
duas vezes ou então mantenha-a pressionada por 3
segundos.
Para ter acesso às funções da página 2 utilize as teclas de
seta (as páginas 1 e 2 se alternarão); em seguida, pressione
a tecla funcional correspondente.
Página 2

58
Seção 5 - Controlador ARAG

4 - Programação do usuário Min. velocidade de reg.: 2.0 km/h


Mín. pressão de reg.: 1.00 bar
Velocidade
Fator de correção vazão
- Obter sinal de: Sensor roda, GPS/W24
0.01÷10.00
- Tipo de roda selecionada: 1÷3
DEF: 1.00
- Menu de rodas:
Cálculo de constante: Manual, Automático
Preferências de usuário
Constante de roda 1÷3: 0.01÷150.00 cm/pls
- Alarme sonoro: desativado, ativado
DEF:
- Contraste do display: 01÷10
- Obter sinal de: Sensor roda
DEF:
- Tipo de roda selecionada: 1
- Alarme sonoro:
- Menu de rodas:
- Contraste do display: 05
Cálculo de constante: Manual
Constante de roda 1:50 cm/pls
Data e hora
Código de bloqueio modificações: No, 0000+9999
Menu de trabalhos
Data: dd-mm-aaaa
- Trabalho 01÷20, Tipo A÷E
Hora: hh:mm:ss
DEF Trabalho 01 Trabalho 02 Trabalho 03 DEF:
Dose pr. 60 l/ha 90 l/ha 120 l/ha Código do bloqueio modificações: Não
Bicos ISO01 Laranja ISO 015 Verde ISO 02 Amarelo

Menu de bicos Registrador de dados


- Bicos ISO01÷20, Tipo A÷E Desativado, 1, 2, 5, 10 sec.
Vazão: Tab.12 DEF: Desativado
Pressão Tab.12
Alarme de pressão mínima: desativado, 0.1÷99.9 bar Teste
Alarme de pressão máxima: desativado, 0.1÷99.9 bar - Simulação de velocidade: Não, Sim
DEF: - Velocidade, vazão, pressão, fluxômetro de carga,
Alarme de pressão mínima: desativado contador
Alarme de pressão máxima: desativado - Tensão da bateria
- Display
Limites de trabalho - Teclado e chaves
Controle de desgaste dos bicos: desativado, 1÷50% - Versão de software
Velocidade mínima de pulverização: desativada, DEF:
0.1÷999.9 km/h Simulação de velocidade: Não
Tipo de bloqueio reg.: Desativado, velocidade,
pressão
Carregar / salvar setup
Mín. velocidade de reg.: desativado, 0.1÷999.9 km/h
- Carregar o cartão SD
Mín. pressão de reg.: desativado, 0.1÷99.9 bar
- Salvar no cartão SD
DEF:
Controle desgaste bicos: desativado
Velocidade mínima de pulverização: desativado
DEF: Valor pré-definido
Tipo de bloqueio reg.: desativado

59
Seção 5 - Controlador ARAG

4.1 - Velocidade
Acesse as programações para o cálculo da velocidade: 1
Sensor da roda
2
- Impulsos provenientes do sensor de velocidade
(instalado na roda). 3
GPS W24 > Dado selecionado

1 - Informações provenientes do GPS ligado diretamente


a porta auxiliar ou provenientes do modulo rádio.
2 - Selecione o tipo de roda (3 tipos disponíveis).
3 - Selecione para acessar a modificação do valor da
constante da roda:
Introdução manual / Cálculo automático

Constante da roda: programação manual


Formula necessária para o cálculo:

KRoda = distância percorrida (cm) > Constante selecionada para a programação manual

n° de pontos de medição x n° de rotações da roda

<Distância percorrida>
Distância, expressa em centímetros, percorrida pela roda
durante o trajeto de medição,
<n° de pontos de medição>
Número de pontos de medição (por exemplo, imã, parafusos,
etc.), montados na roda,
<n° de rotações da roda>
Número de rotações que a roda faz para percorrer o trajeto
de medição.

- NOTA:
Faça a medição com os pneus cheios à pressão de
trabalho.

1 3
1 - Para percorrer os dados ou modificar os valores.
2 - Zera o dado rapidamente.
3 - Confirma o acesso ou a modificação do dado.
4 - Sai da função ou da modificação do dado.
2 4

60
Seção 5 - Controlador ARAG

Constante da roda: calculo automático


Selecione uma constante e acesse a função de cálculo
- Faça a medição em um trecho retilíneo de pelo menos automático.
100 m (300 feet).
- Introduza o valor medido no parâmetro “Distância de
referência”.
- Pressione OK para confirmar o início da contagem.
- Percorra o trecho necessário: o número de impulsos
irá aumentar durante o trajeto. No fim do trecho pare

-
o pulverizador.
Pressione OK para terminar a contagem. O computador
irá indicar o número de cm (inches) por impulso. A
- NOTA:
Faça a medição com os pneus cheios à pressão de
trabalho.
constante da roda é memorizada.
> Constante selecionada para o cálculo automático
O teste deve ser feito sobre um terreno de dureza média.
Se a distribuição for feita sobre terrenos muito moles ou
muito duros, o diâmetro de rolamento diferente pode causar
erros no cálculo da distribuição: neste caso, é aconselhável
repetir o procedimento.
A programação automática deve ser feita percorrendo o
trecho com o tanque carregado apenas com água e pela
metade do seu volume total.

ATENÇÃO!
Erro: Quantidade de pulsos inadequados.
Procedimento não válido, repita o cálculo.
- NOTA:
Quanto mais longa for a distância percorrida,
maior será a precisão de cálculo da constante da
roda.

4.2 - Menu de trabalhos


Acesse as programações dos dados de trabalho
Selecione o trabalho a ser programado (19 disponíveis);
programe os tipos utilizados e desabilite os outros. O
trabalho ativo não pode ser modificado.

1 - Para percorrer os dados ou modificar os valores.


2 - Zera o dado rapidamente.
3 - Confirma o acesso ou a modificação do dado.
4 - Sai da função ou da modificação do dado. 1 3

2 4

61
Seção 5 - Controlador ARAG

A vazão do bico utilizado permite que o BRAVO 300S


calcule a pressão na ausência de um sensor de pressão.
1 - 2 ÷ 9999 l/ha Variável

1
Se for conectado ao navegador via satélite SKIPPER, o > Dado selecionado
BRAVO 300S varia a distribuição utilizando os dados
enviados, que indicam exatamente a quantidade de líquido
que deve ser pulverizado em cada ponto do campo.

- NOTA:
As cores (1), (2), e (3) representam dosagens
diferentes. Quanto maior for a intensidade da cor,
mais alto será o valor da dosagem aplicada.

62
Seção 5 - Controlador ARAG

4.3 - Menu de bicos


Acesse as programações dos dados para cada bico
(disponíveis: 12 ISO + 5 do usuário)

Selecione o bico a ser programado: o bico ativo não pode


ser modificado. > Dado selecionado
* Trabalho ativo
1 - Fora dos valores programados, o computador gera um
alarme:
Devagar! Pressão alta
Acelerar! Pressão baixa 1
2 - Se for programado como desativado: o alarme é
desabilitado.
Valores não modificáveis para os bicos ISO 2
(Tabela ao lado).

- NOTA:
O alarme somente fica ativo durante o controle
automático do tratamento.
Cor do bico Código ISO Vasão (l/min) Pressão (bar)
Laranja ISO01 0,40 3,0
Verde ISO015 0,60 3,0
Amarelo ISO02 0,80 3,0
Roxo ISO025 1,00 3,0
Azul ISO03 1,20 3,0
Vermelho ISO04 1,60 3,0
Marrom ISO05 2,00 3,0
Cinza ISO06 2,40 3,0
Branco ISO08 3,20 3,0
Azul Claro ISO10 4,00 3,0
Verde Claro ISO15 6,00 3,0
Preto ISO20 8,00 3,0
Tipo A - 1,00 5,05
Dados do usuário: Tipo B - 2,00 5,0
0,01÷99,99 Tipo C - 3,00 5,0
Tipo D - 4,00 5,0
Tipo E - 5,00 5,0

1 - Para percorrer os dados ou modificar os valores. 1 3


2 - Zera o dado rapidamente.
3 - Confirma o acesso ou a modificação do dado.
4 - Sai da função ou da modificação do dado.
2 4

63
Seção 5 - Controlador ARAG

4.4 - Limites de trabalho


Acesse a programação dos parâmetros de trabalho da
máquina agrícola.

A) Controle de desgaste dos bicos:


O BRAVO 300S compara os valores lidos pelo sensor de > Dado selecionado
pressão e pelo fluxômetro: se forem encontradas diferenças
percentuais maiores do que as programadas, o computador
gera um alarme.
B) Velocidade mínima de pulverização:
O BRAVO 300S interrompe a pulverização quando a
velocidade medida for menor do que a programada.
C) Tipo de bloqueio reg.:
Desativado, velocidade, pressão: O BRAVO 300S
interrompe a regulagem automática da válvula proporcional
quando a velocidade ou a pressão medidas forem menores
do que os limites programados (ver abaixo).
Mín. velocidade de reg. / Mín. pressão de reg.
Abaixo dos dados programados, o
computador interrompe a pulverização ou
bloqueia a regulagem da válvula proporcional
Desativado: bloqueio desabilitado.

4.5 - Fator de correção vazão


Acesse a programação do fator de densidade do líquido
pulverizado.
Se for utilizado um fluxômetro de pás e o
líquido pulverizado tiver uma densidade
diferente da densidade da água, o computador
poderia indicar medições erradas; para corrigir
esta medição, modifique o fator do líquido
pulverizado:
• Se o tanque ainda contiver líquido no fim da
pulverização, diminua o fator;
• Se o líquido acabar antes do fim da distribuição,
- NOTA:
Os fluxômetros da série ORION (cód. 462XXX)
não são sensíveis à diferença de densidade dos
aumente o fator. líquidos: programe o fator igual a 1.00.

1 - Para percorrer os dados ou modificar os valores. 1 3


2 - Zera o dado rapidamente.
3 - Confirma o acesso ou a modificação do dado.
4 - Sai da função ou da modificação do dado.
2 4

64
Seção 5 - Controlador ARAG

4.6 - Preferências de usuário


Acesse as programações do sistema. 1
1 - Ativa ou desativa a sinalização sonora durante os
alarmes.

> Dado selecionado

4.7 - Data e hora


2
Acesse os ajustes do relógio.
2 - Permite bloquear a modificação de data e hora
ajustadas no computador, para obter balanços reais.

Introduza um número para habilitar o bloqueio; > Dado selecionado


em seguida, reintroduza o mesmo número para
desbloquear a modificação dos dados.

4.8 - Registrador de dados


Acesse a programação para salvar os dados de trabalho na
memória SD: programe uma freqüência de memorização
(1, 2, 5, 10s) para habilitar o registrador de dados.

Se conectar um receptor via satélite ou o


navegador SKIPPER, o registrador de dados
(atualmente habilitado) permite registrar
também a posição geográfica da máquina em
- NOTA:
Para qualquer informação sobre o gerenciamento
dos dados em memória SD, consulte o documento
todos os momentos do tratamento. ADD_IN cód. D30037, descarregável do site
[Link]

1 - Para percorrer os dados ou modificar os valores, data 1 3


e hora: não percorrem os dados.
2 - Zera o dado rapidamente, data e hora: para percorrer
os dados durante a modificação.
3 - Confirma o acesso ou a modificação do dado. 2 4
4 - Sai da função ou da modificação do dado.

65
Seção 5 - Controlador ARAG

4.9 - Teste
Verifique se o computador está funcionando corretamente:
os textos são de APENAS LEITURA.
A) Simulação de velocidade:
Permite executar testes de regulagem mesmo com a
máquina parada: simulação programada a 6 km/h.
B) Sensor:
O computador mede a freqüência e a corrente produzida > Dado selecionado
por cada sensor no equipamento.
C) Display:
O computador liga progressivamente cada linha do display
para verificar o acendimento de todos os pixels.

D) Teclado e chaves:

F1, F2, F3 e F4
Marcador de espuma esquerdo
Abaixo, Acima, CLR, OK, ESC e AUTO
Marcador de espuma direito

G1234567
Para cada um dos desviadores

P+-
P -

Comando externo E
(SIRIO, SKIPPER, etc...)

66
Seção 5 - Controlador ARAG

4.10 - Carregar/salvar setup


Acesse as possibilidades de troca de dados entre a placa
SD e o computador.

Uma vez concluída a instalação e tendo verificado o


funcionamento correto da máquina, aconselhamos a
memorizar toda a configuração em memória SD.
> Dado selecionado
As programações no computador podem ser carregadas
ou salvadas em uma memória SD para que, em caso de ATENÇÃO!
necessidade, se possa reconfigurar o computador, resolver
Carregando no BRAVO 300S o arquivo [Link]
problemas ou configurar uma outra unidade BRAVO
presente na memória SD, todas as programações
300S.
feitas até aquele momento serão perdidas.

A) Problemas que podem ser exibidos:


- Cartão SD não presente
- Cartão SD protegido contra gravação
- NOTA:
Para qualquer informação sobre o gerenciamento
dos dados em memória SD, consulte o documento
- Cartão SD cheio ADD_IN cód. D30037, descarregável do site
- [Link]: Arquivo não encontrado [Link]

1 - Para percorrer os dados ou modificar os valores.


1 3
2 - Zera o dado rapidamente.
3 - Confirma o acesso ou a modificação do dado.
4 - Sai da função ou da modificação do dado.
2 4

67
Seção 5 - Controlador ARAG

5 - Teclas funcionais
A utilização das teclas funcionais está descrita no item 3 - Estrutura dos menus.

5.1 - Seleção do trabalho


Seleção do trabalho: São exibidos apenas os trabalhos
habilitados.
Depois da seleção do trabalho, o BRAVO 300S
pergunta ao Usuário se deve ou não zerar os dados
memorizados para o Trabalho anterior ativo. > Dado selecionado
* Trabalho ativo
Todos os dados cancelados serão salvados
automaticamente na placa de memória SD.

5.2 - Dados do trabalho


Acesse a visualização dos dados de trabalho: ao entrar na
pagina, o computador mostra o trabalho ativo.
Zerar totalizadores:
- dado individual: selecione o dado;
- todos os dados: selecione o número do
trabalho;
- o computador pede confirmação para fazer
a zeragem.

Vazão ON = Contagem da área tratada


habilitada
- NOTA:
Para qualquer informação sobre o gerenciamento
dos dados em memória SD, consulte o documento
ADD_IN cód. D30037, descarregável do site
[Link]
Contagens da quilometragem e tempo
habilitada

1 - Para percorrer os dados ou modificar os valores. 1 3


2 - Zera o dado rapidamente.
3 - Confirma o acesso ou a modificação do dado.
4 - Sai da função ou da modificação do dado.
2 4

68
Seção 5 - Controlador ARAG

5.3 - Calibração zero transdutor


Acesse a zeragem do sinal residual para o sensor de
pressão.

ATENÇÃO!
Sinal não adequado! Contr. transdutor.
Se este alarme aparecer, signif ica que foram
encontrados valores anormais de pressão: verifique
se o transdutor está funcionando corretamente.
Se o problema persistir, verifique se não há resíduos
de pressão no equipamento.

5.4 - Tanque
Gerenciamento do abastecimento do tanque.

Se o fluxômetro de abastecimento estiver


conectado, o display exibe os dados do
abastecimento em tempo real.
OBS: O fluxômetro de carga é opcional nos pulverizadores ATENÇÃO!
H3000I. Nível máximo atingido.
Desligue a bomba de carga: a capacidade máxima
A) Abastecendo: do tanque foi atingida.
O BRAVO 300S exibe a capacidade do tanque: o valor foi
definido na programação avançada.
B) Nível:
O BRAVO 300S exibe a quantidade efetiva de liquido
presente no tanque.
C) Quantidade abastecida:
Ligo depois do abastecimento do tanque, o BRAVO 300S
exibe a quantidade de liquido que foi carregada.

1 3
1 - Para percorrer os dados ou modificar os valores.
2 - Zera o dado rapidamente.
3 - Confirma o acesso ou a modificação do dado.
4 - Sai da função ou da modificação do dado.
2 4

69
Seção 5 - Controlador ARAG

5.5 - Registrador ON
Habilita / desabilita o registro dos dados para o
tratamento.

5.6 - Programação usuário


Acesse os parâmetros da programação do usuário.

1 - Para percorrer os dados ou modificar os valores.


2 - Zera o dado rapidamente. 1 3
3 - Confirma o acesso ou a modificação do dado.
4 - Sai da função ou da modificação do dado.

2 4

Freqüência Programação Progr. usuário Tecla funcional


Velocidade *
Programação dos trabalhos *
A fazer na primeira Programação dos bicos *
utilização d o Limites de trabalho *
computador Fator de correção da vazão *
Preferências do usuário *
Data e hora *
Registrador de dados *
Memorização das programações em placa SD *
Tipo de roda *
Fator de correção da vazão *
A fazer antes de Tipo de trabalho *
cada tratamento Parâmetro do tanque *
Zerar totalizadores (opcional) *
Registro dos dados de trabalho (opcional) *

- NOTA:
Depois de ter feito as programações acima indicadas, comece o tratamento escolhendo entre os modos manual
ou automático.
70
Seção 5 - Controlador ARAG

6 - Funcionamento manual
1 - Ative o funcionamento manual.
1
2 - Abra as válvulas de seção desejadas.
3 - Coloque o trator no inicio do campo que deve ser
6
tratado.
4 - Ponha o desviador geral na posição ON.
5 - Comece o tratamento.
6 - Utilize o desviador da válvula de regulagem para
1
regular a quantidade desejada.

4 2 6

6.1 - Funcionamento automático


1 - Ative o funcionamento automático.
1
2 - Abra as válvulas de seção desejadas.
3 - Coloque o pulverizador no inicio do campo que deve
6
ser tratado.
4 - Ponha o desviador geral na posição ON.
5 - Comece o tratamento.
6 - Utilize o desviador da válvula de regulagem para 1
modificar temporariamente a dosagem.

O computador mantém constante o valor de


distribuição programado.

4 2 6

71
Seção 5 - Controlador ARAG

7 - Manutenção / Diagnóstico / Reparos


7.1 - Erros de funcionamento

Mensagem de alarme O que fazer


Desativar comando pulverização:
Mova o desviador geral para baixo (posição OFF).
Desviador geral ON ao ligar o computador.
Avançar! Máquina parada:
Ponha o pulverizador em movimento. Mova o desviador geral
Apenas para o funcionamento automático, desviador geral ON
para baixo (posição OFF).
com a máquina parada.
Ligar bomba! Vazão ausente:
Apenas para o funcionamento automático, desviador geral ON, Ligue a bomba e ponha o pulverizador em movimento.
máquina parada mas vazão a zero.
Diminua a velocidade do pulverizador:
Devagar! Pressão alta: Regule a pressão de trabalho para que caia dentro dos limites
A pressão ultrapassa o nível máximo permitido para o bico programados anteriormente para os bicos utilizados.
utilizado. Repita o procedimento de configuração do alarme para
as pressões mínima e máxima dos bicos.
Aumente a velocidade do pulverizador.
Regule a pressão de trabalho para que caia dentro dos limites
Acelerar! Pressão baixa:
programados para os bicos utilizados.
A pressão não atinge o valor mínimo para o bico utilizado.
Repita o procedimento de configuração do alarme para as pressões
mínima e máxima dos bicos.
Diminua a velocidade do pulverizador.
Devagar! Vazão insuficiente:
Verifique se o valor da constante do fluxômetro foi programado
A vazão não atinge o valor necessário para a distribuição.
corretamente.
Aumente a velocidade do pulverizador.
Acelerar! Vazão excessiva:
Verifique se o valor da constante do fluxômetro foi programado
A vazão ultrapassa o valor necessário para distribuição.
corretamente.
Reduzir RPM! Diminua a velocidade de rotação do componente em
O valor de RPM ultrapassa o máximo permitido. movimento.
Aumentar RPM! Aumente a velocidade de rotação do componente em
O valor de RPM não atinge o mínimo. movimento.
Parar imediatamente! Falha na bomba:
Pare o pulverizador e verifique o estado da bomba.
Nível de óleo na bomba muito baixo ou misturado com água.
Regule a pressão de trabalho para que caia dentro dos limites
Fluxômetro fora de escala: programado anteriormente para os bicos utilizados.
A vazão esta fora dos limites permitidos pelo fluxômetro. Verifique se o valor da constante do fluxômetro foi programada
corretamente.

72
Seção 5 - Controlador ARAG

Mensagem do alarme O que fazer


Cartão SD não presente! Desligue o computador e verifique se a placa de memória
A placa de memória não está inserida corretamente. foi introduzida.
Cartão SD protegido contra gravação!
Desligue o computador e destrave a memória.
A placa de memória está travada.
Cartão SD cheio! Disponibilize espaço para informações elimine da placa de
A placa de memória não tem espaço disponível. memória os arquivos não necessários.
[Link]: Arquivo não encontrado!
Faça a memorização dos dados.
A configuração do computador não foi memorizada.
Sinal não adequado! Contr. transdutor: Verifique o estado do sensor de pressão e se não há resíduos
Foram encontrados valores de pressão anormais. de pressão no equipamento.

- NOTAS:
-
-
Limpe exclusivamente com um pano macio e úmido.
Não utilize detergente ou substâncias agressivas.
- Não utilize jatos diretos de água para limpar o computador.

73
Seção 5 - Controlador ARAG

Problema Causa Solução


Falta alimentação. Verifique as conexões no cabo de
O display não acende. alimentação.
O computador está desligado. Pressione o botão de ligação.
Não se consegue comandar as válvulas
As válvulas não estão ligadas. Ligue os conectores.
de seção.
Verifique a ligação elétrica e o
Uma válvula não se abre. Não chega corrente à válvula.
funcionamento da válvula.
Programação errada. Controle a programação da constante
da roda.
O display não exibe a velocidade
Não chega o sinal proveniente do Controle as conexões com o sensor de
sensor de velocidade. velocidade.
Controle a programação da constante
A velocidade visualizada é imprecisa Programação errada.
da roda.
Controle a programação da largura
da barra.
Controle a programação da constante
do fluxômetro.
A visualiz aç ão d o vo l u m e d e Controle a programação da constante
Programação errada.
distribuição é imprecisa. da roda.
Controle a programação do tipo de
válvulas de seção.
Controle as conexões com o sensor de
velocidade.
Programação errada. Controle a programação da largura
da barra.
A contagem da superfície tratada Controle a programação da constante
exibida no computador é diferente da da roda.
realmente tratada. Controle as conexões com o sensor de
velocidade.
O contador de superfície tratada não
foi zerado. Zere o contador.
Controle a programação da constante
A contagem da distância percorrida
da roda.
exibida no computador e diferente da Programação errada.
Controle as conexões com o sensor de
realmente percorrida.
velocidade.
O contador de distância percorrida Zere o contador.
não foi zerado.
Programação errada. Controle a programação da constante
A contagem do líquido distribuído do fluxômetro
exibido no computador é diferente Controle a programação do tipo de
do valor de litros/gpm realmente válvulas de seção.
distribuídos.
O contador de distância percorrida Zere o contador.
não foi zerado.
Uso de válvulas de seção de três vias sem Faça a calibração.
ter aferido os retornos calibrados.

74
Seção 5 - Controlador ARAG

Problema Causa Solução


A contagem do tempo exibida no O contador do tempo de trabalho não
computador é diferente do efetivamente foi zerado. Zere o contador.
trabalhado.
Programação errada. Controle a programação da dosagem.
Controle a programação da largura
da barra.
Não se consegue atingir o valor do
volume de distribuição programado Equipamento não dimensionado para Verifique a regulagem da válvula de
para o funcionamento automático. a vazão requerida. máxima pressão.
Verifique se a válvula de regulagem
e apropriada para o tipo de
equipamento.
Funcionamento errado da válvula de Ver ifique o funcionamento da
regulagem. válvula.
A visualização da pressão instantânea Programação errada. Controle a programação do fim de
é imprecisa. escala para o sensor de pressão.
Não foi feita a calibração do sensor
de pressão. Faça a calibração.
Instalação errada do sensor de Controle as conexões com o sensor
pressão. de pressão.
A pressão instantânea não é exibida. Programação errada. Controle a programação do sensor de
pressão.
O computador não recebe o sinal Controle as conexões com o sensor
proveniente do sensor de pressão. de pressão.
Programação errada. Controle a programação da constante
O valor do rpm não é exibido. para o sensor de rpm.
O computador não recebe o sinal Controle as conexões com o sensor
proveniente do sensor de rpm. de rpm.
Instalação errada do sensor de rpm. Controle as conexões com o sensor
de rpm.
O alarme da avaria da bomba fica
sempre ativo. O computador não recebe o sinal Controle as conexões com o sensor
p r o v e n i e n t e d o s e n s o r P u m p Pump Protector.
Protector.

75
Seção 5 - Controlador ARAG

Anotações

76
Manual de Instruções
Pulverizador Autopropelido Power Jet
Seção 6: Preparando o equipamento
Seção 6 - Preparando o equipamento

1 - Ajuste da bitola (Opcional)


Bitola é a distância entre centros de rodas conforme figura
ao lado.
O pulverizador Power Jet dispõem de 2 regulagens de bitolas.
Sendo todas as regulagem executadas manualmente.

Tamanhos de bitolas
1 - 2660mm.
2 - 2820mm.

1.1 - Procedimento de regulagem das bitolas


a) Solte o limpa trilhos das rodas (1)
b) Levante a máquina junto a uma roda de cada vez.
Bitola
c) Solte as porcas (2) do disco de roda.
d) Retire a roda (3).
e) Inverta o disco da roda ou ainda inverta o aro (4) fixado
no disco, obtendo assim os 2 tamanhos de bitolas.
f) Instale a roda (3) e fixe as porcas (2) no cubo.
g) Proceda da mesma forma com as demais rodas.

- NOTA:
Faça o ajuste de bitola de forma que a alteração seja
igual para ambos lados, para manter a simetria na
abertura das rodas em relação a máquina.
1

79
Seção 6 - Preparando o equipamento

2 - Escolha dos bicos pulverizadores


O tipo de bico correto para cada aplicação é definido por
normas internacionais.
Há uma convenção de cores utilizadas para cada tipo de
bico. Desta forma temos bicos pretos, azuis claros, azuis
escuros, vermelhos, verdes, amarelos, etc.
A escolha do bico mais adequado para cada situação, deve
levar em conta orientação agronômica e/ou do fabricante
do produto aplicado.
O pulverizador Power Jet vem equipado com porta bicos
triplos.

A seleção dos bicos é simples e rápida: basta girar os


conjuntos de forma que os bicos selecionados fiquem para
baixo, liberando o fluxo para os mesmos e bloqueando os
demais, conforme figura ao lado.

OBS: Para bloquear todos os bicos de um dado conjunto,


gire-o para a posição “Fluxo bloqueado” ilustrada ao lado,
em que todas as passagens estão fechadas.

ATENÇÃO!
Nunca tente limpar um bico sem as devidas
proteções, muito menos soprar com a boca!

80
Seção 7 - Instruções de operação

Manual de Instruções
Pulverizador Autopropelido Power Jet
Seção 7: Instruções de operação

81
Seção 7 - Instruções de operação

82
Seção 7 - Instruções de operação

1 - Orientações importantes para a correta pulverização


1.1 - Fatores que afetam a qualidade da pulverização
1 - Observe atentamente as recomendações que visam a proteção do meio ambiente, pessoas e
animais.
Para isso, veja orientações do fabricante do produto aplicado, do seu agrônomo, das orientações
dadas na seção 2 deste manual e legislação ambiental vigente.
2 - Segurança na aplicação: seja rigoroso em todos os aspectos e utilize o bom-senso sempre
que a segurança está em jogo.
3 - Utilize sempre a dosagem mínima necessária, além de observar a uniformidade na aplicação
ao longo de toda a área. Para isso, é fundamental a correta calibragem do pulverizador e o
controle do estado dos bicos pulverizadores.
4 - Condições operacionais da máquina: a manutenção preventiva dos sistemas vitais como
motor, transmissão, freios e sistema hidráulico, deve estar em dia.
No sistema de pulverização, observe: limpeza dos filtros, dos bicos, regulagens, etc.
5 - Momento da aplicação: levando em conta o estágio e a intensidade de infestação de pragas,
doenças ou ervas daninhas na plantação em tratamento.
6 - Boa cobertura: não devem ficar faixas sem pulverizar ou faixas com sobreposição
desnecessária.
7 - Preparação da calda: Prepare a quantidade mais exata possível, evitando que permaneça
produto sobrando no tanque após a aplicação.
É aconselhável abastecer o tanque com água para não mais do que a metade de sua capacidade,
acrescentar o produto a ser aplicado e só depois completar o enchimento com água. Isto
melhora as condições de mistura da calda.
8 - Proteção de plantações próximas. Evite ao máximo a deriva de produto sobre a plantação que
não está em tratamento. Para isso, é importante observar a intensidade e a orientação do vento.

A) Para diminuir a deriva


- Procure pulverizar nos períodos com menor incidência de ventos, como nas primeiras horas
da manhã e nas últimas horas da tarde.
- Diminua a proporção de gotas pequenas.
- Utilize bicos de maior vazão e diminua a velocidade de deslocamento do pulverizador.
- Opere com as barras o mais próximo possível das plantas.
9 - Altura das barras de pulverização: é um fator essencial para uma boa homogeneidade de
aplicação na faixa pulverizada, o que é influenciado também pelo tipo de bico utilizado e
tipo de cultura. Com maior altura das barras, se obtém uma maior sobreposição, mas deixa
a pulverização mais suscetível a deriva.
Consulte recomendações relativas ao tipo de bicos, ângulo de pulverização, distância entre
bicos e altura recomendada.
10 - Bicos pulverizadores: são os elementos básicos para uma aplicação de qualidade, pois
determinam a uniformidade de distribuição, o volume de líquido pulverizado, o tamanho
de gota e outros. Para selecionar os bicos, adote parâmetros como:
- Velocidade de trabalho.
- Volume de produto aplicado em litros/hectare.
- A finalidade do tratamento: tipo de praga, doença ou erva daninha que se deseja
combater.

83
Seção 7 - Instruções de operação

- Consulte tabelas de fabricantes de produtos e também de bicos pulverizadores. Há normas


internacionais que regulamentam e padronizam os critérios de seleção.
OBS: Para bloquear bicos (fechar a passagem de líquido), gire-os a 45° em relação a barra.
- Há no mercado atualmente opções de bicos variando: vazão, formato do leque (cone cheio,
cone vazado...), ângulo de projeção, especiais para baixa deriva, etc.

B) Controle do estado dos bicos:


A verificação da vazão deve ser feita sob a pressão
recomendada pelo fabricante do bico.
O método mais simples consiste em utilizar uma jarra
graduada.

C) Para calcular a vazão média dos bicos:


Com a jarra graduada, recolha a água liberada por 10 bicos
IMPORTANTE:
durante um tempo definido e exato, como 60 segundos.
- Utilize sempre água limpa para efetuar os
Anote a quantidade de água liberada por cada bico.
testes.
Some a vazão de todos os bicos analisados e divida por 10,
- Faça os testes somente com os filtros e bicos
obtendo assim, a vazão média.
todos limpos. Não utilize objetos pontiagudos
OBS: quanto maior a quantidade de bicos analisados, maior
que possam causar deformação ou alargamento
será a precisão da análise.
dos orifícios, alterando a vazão e o ângulo.
Compare a vazão média obtida no cálculo com a vazão - As barras devem estar niveladas.
verificada em cada um dos bicos: normalmente recomenda-
se a troca dos bicos que apresentarem um desvio de 10%
ou superior.

1.2 - Condições adequadas de operação


1 - Antes de começar a pulverização:
Assegure-se de dispor da quantidade suficiente de 5 - Condições climáticas: informe-se sobre as condições
produto recomendado. meteorológicas para as próximas horas ou dias. Não deve
Demarque a área e/ou marque as linhas em que o chover por pelo menos uma hora antes da pulverização
pulverizador irá passar, com base no comprimento das e duas horas após, sob pena de comprometer o efeito do
barras do mesmo. produto químico aplicado. Para alguns produtos, esse
2 - Umidade: Evite a pulverização sob condições de período pode ser muito maior que duas horas.
umidade relativa muito baixa, já que isto favorece a OBS: a chuva antes da aplicação representa um
evaporação das gotas (evapotranspiração). inconveniente muito sério a ser levado em conta, que
3 - Temperatura ambiente: Temperatura excessiva (maiores é a maior compactação do solo nessas condições.
que 35 °C), apresentam o mesmo inconveniente da
umidade relativa muito baixa, ou seja, a evaporação
excessiva das gotas.
4 - Velocidade do vento: veja o item “Para diminuir a
deriva”.

84
Seção 7 - Instruções de operação

2 - Partida e parada do motor 1


A) Antes da partida:
Verifique os seguintes itens antes de dar a 1ª partida no
motor:
1 - O nível do óleo do motor. Veja o item “8.1 da seção
8”.
2 - Nível do líquido de arrefecimento (água + aditivo
anticorrosivo). Veja o item “8.5 da seção 8”. 2
3 - Nível do fluido hidráulico principal.
3

- NOTA:
Verifique diariamente o indicador de restrição dos
filtros de fluido (3a), com o motor ligado: o ponteiro
3a

não deve entrar na faixa vermelha da escala. Se


4
isso ocorrer, troque os filtros. Veja o item “11.3 da
seção 8”.

4 - Estado de conservação e limpeza da bateria, conforme


descrito no item “12.2 da seção 8”.
5 - Nível de fluido do sistema de embreagem.
6 - Estado das correias, do ventilador, alternador e
5 7
compressor do condicionador de ar, conforme descrito
no item “12.3 da seção 8”.
7 - Nível de combustível.

- NOTA:
Abasteça sempre ao final de cada dia. Isto evita a
formação de água pela condensação do vapor dentro
do tanque vazio durante a noite.

8 - Drene a água e impurezas depositadas no(s)


elemento(s) filtrante(s), soltando o bujão da base.

9 - Aperto das porcas/parafusos de fixação das rodas


dianteiras e traseiras.

85
Seção 7 - Instruções de operação

B) Partida:
a) Certifique-se de que todos os faróis, sinaleiras e demais
componentes elétricos estejam desligados.
b) Com o freio de estacionamento acionado através do
seletor (10), mova a alavanca da transmissão (11) para
a posição central - neutro.
c) Introduza a chave de partida (13) no contato.
d) Gire a chave de partida (13), soltando-a tão logo o
motor entrar em funcionamento.
e) Após 1 minuto em marcha lenta, acelere o motor a 11 10
1500 rpm para o aquecimento, através da trava do
acelerador (14).

- NOTA:
Se o fluido hidráulico estiver frio, deixe o motor em
marcha lenta durante 5 minutos, só acelerando-o
13

após, para evitar danos ao sistema hidráulico.

3 - Deslocamento e parada da máquina


a) Ajuste o assento e a coluna de direção de acordo com
sua preferência e também os espelhos retrovisores, se
necessário, para mais informações veja o item “1 da
seção 4”.
b) Solte o freio de estacionamento. 14
c) Pise o pedal da embreagem até o final, engate a 1ª
marcha.
d) Solte o pedal da embreagem de modo suave e
progressivo.
e) Para deslocar a máquina em transporte, utilize o
acelerador de pedal e durante a operação, utilize a
trava do acelerador.
A) Parando a máquina
a) Reduza a velocidade e coloque a alavanca de marchas
(11) em ponto morto (neutro).
b) Pise no pedal de freio e acione o freio de estacionamento
através do botão (10).
c) Desligue a bomba de pulverização (15). 15 10
d) Posicione as barras em “Transporte”.
e) Reduza a rotação do motor para a marcha lenta.
Desligando o motor
f) Antes de desligar, deixe o motor funcionando em
g) Gire a chave de partida (13) para a posição “0” e retire-a
marcha lenta por 1 minuto.
do contato.
Isto é fundamental para evitar danos ao turbo
h) Desligue outros itens, como faróis, rádio, etc.
compressor.

86
Seção 7 - Instruções de operação

4 - Controle da velocidade da máquina


O controle da velocidade é um dos pontos mais importantes
na manutenção da dosagem correta.
Conforme descrito anteriormente, o controle da velocidade
se dá na seguinte forma:
A) Como controlar a velocidade
Através da trava do acelerador, puxando para cima destrava
a aceleração. Acelere com o acelerador de pé até a rotação
desejada e baixe a trava do acelerador. A trava do acelerador
permite aumentar a aceleração com o acelerador de pé e 14
ao desacelerar o acelerador de pé, a aceleração volta para
a memorizada.
B) Como monitorar a velocidade
Se a velocidade estiver monitorada via satélite o GPS deverá
estar ligado para a velocidade ser marcada no GPS e CPU.
A velocidade da máquina é indicada no display do controlador
de pulverização ARAG.
Para acessar a velocidade, proceda como mostrado ao lado. A
seta indica o local no display onde é exibida a velocidade da
máquina.

5 - Barras em posição de operação e transporte


5.1 - Abertura das barras (Operação)
Todo o controle de abertura, fechamento, altura e travamento
das barras, é efetuado no interior da cabine, através do painel
mostrado ao lado. Veja no item “3.2 da seção 4”, a identificação
de todos os controles.

IMPORTANTE:
Antes de iniciar a abertura e o fechamento de barras,
certifique-se de que a oscilação da torre está travada
através da chave (3).
Procure movimentar as barras com o motor a
meia rotação (não todo acelerado), proporcionando
movimentos mais suaves e progressivos, sem golpes
na estrutura.
a) Ligue o controlador das barras (1). 4 5 6 7 8 9
b) Libere o travamento ao subir e descer a torre através da
chave (2),
c) Nivele as barras conforme a necessidade. Para isso, utilize
os controles (5 e 8).
d) Gire as barras para abri-las através dos comandos (6 e 7)
e) Acione a abertura total das barras direita e esquerda através
dos comandos (4 e 9).
f) Libere o travamento da torre das barras, utilizando o
controle (3). 2 3 1

87
Seção 7 - Instruções de operação

- NOTA:
Com as barras liberadas e totalmente abertas
como descrito acima, elas estarão na posição
“Operação”.
Para conduzir a máquina até o local de trabalho,
recomenda-se seguir o procedimento a seguir, para
colocá-las na posição “Transporte”.

5.2 - Fechamento das barras (Transporte)


4 5 6 7 8 9
A colocação das barras na posição “Transporte” consiste
nas seguintes etapas:
a) Trave a torre através do controle (3).
b) Libere o travamento ao subir e descer a torre através
da chave (2).
c) Feche as barras direita e esquerda através dos comandos
(4 e 9).
d) Acione o fechamento das barras direita e esquerda
através dos comandos (6 e 7), até aproximá-las dos 2 3 1
suportes (descansos).
e) Através do controle (2), as barras na medida em que
for necessário, ou seja, até permitir o encaixe aos
respectivos apoios laterais.

88
Seção 7 - Instruções de operação

6 - A pulverização passo-a-passo 1
6.1 - Abastecendo o pulverizador
A) Abastecimento do tanque de água limpa
O tanque de água limpa, destinado para lavagens, é
abastecido através do bocal (1).
Este tanque localiza-se no lado oposto das barras, junto
com o tanque principal.

B) Abastecendo o tanque de produto com fornecimento


externo de água
A água pode ser fornecida por bombeamento ou por
gravidade (abastecedouros). 2 R2

a) Conecte a mangueira no bocal (2), após remover a


tampa de proteção.
b) Gire o registro “R1”no sentido do bocal de abastecimento
para coletar de água de abastecedouros.

- NOTA:
Para abastecer utilizando bomba de carga
(Opcional), veja a Seção 9 (Acessórios).
R1

C) Abastecendo o tanque de produto, transferindo


água do tanque de água limpa
Esta é uma alternativa no caso de completar a água faltante
para um arremate de área:

a) Posição dos registros:


- Registro “R2”: gire o registro para traz (sentido do
tanque de água limpa).
- Registro “R4”: alavanca voltada para esquerda (aciona 7a
o sub-comando para a válvula tripla “7a-7b-7c”).

7b
b) Abra o registro “7a”: a água será encaminhada para
o tanque de produto pela mangueira que alimenta o
chuveiro de lavagem. 7c

c) Acione a bomba de pulverização através do interruptor


(4), localizado no console lateral - veja as próximas
páginas. Em seguida, acelere o motor.

ATENÇÃO!
Quando a água esgotar-se, desligue imediatamente a
bomba, sob pena de danificá-la com o funcionamento
à seco.
R4

89
Seção 7 - Instruções de operação

6.2 - Incorporando o produto


8
Após o abastecimento total ou parcial* do tanque de
produto com água, incorpore o produto químico a ser
aplicado.
* Conforme recomendado no item “6.2 da seção 7”, abasteça
o tanque com água até a metade, incorpore o produto através
do incorporador (8) e só depois complete o abastecimento 1
de água.

2
A) Procedimento:
a) Abaixe o incorporador (8). Para isso, levante-o pela alça
(1), solte o engate (2) e libere a descida do mesmo.
b) Abra a tampa superior do incorporador e despeje o
produto químico .
c) Feche a tampa e levante o incorporador (8), travando-o
corretamente no engate (2).
d) Posição dos registros (usando como fonte de água o
tanque de produto): gire o registro “R2” para frente
liberando o fluxo do tanque de produto.
e) Em seguida, gire o registro “R4” para esquerda
(acionando o sub-comando).
f) Abra o Registro (7b).
OBS: Para utilizar água do tanque de água limpa,
gire o registro “R2” para traz, e execute os mesmos
procedimentos acima.
g) Acione a bomba de pulverização, através do interruptor
(4), e acelere o motor.
h) Lave as embalagens de produto pressionando o frasco
na válvula de esguichamento, e abrindo o registro
(7c).
Sobre lavagem, veja mais informações no item “6.4 da
seção 7”.
i) Terminada a sucção, gire o registro “R4” para a direita,
encaminhando o fluxo de produto para as barras de 4
pulverização.

6.3 - Pulverizando
5
a) Acione e ajuste os controles do sistema:
Registro “R2”: com a alavanca voltada para frente
3
(fluxo liberado a partir do tanque de produto).
b) Registro “R4”: registro para a direita (libera fluxo para
as barras de pulverização.
c) Acione a bomba de pulverização através do interruptor
(4). Em seguida, acelere o motor para a rotação mínima
de trabalho de 1500 rpm. 4

90
Seção 7 - Instruções de operação

d) Inicie o deslocamento do pulverizador e através


do controlador ARAG abra e feche o fluxo de
pulverização através da chave (3) ou através das chaves
(5), específicas para cada seção de barra, em casos de
arremate.
O pulverizador Power Jet também dispõe de um sistema
de GPS utilizado para mapear a área a ser pulverizada, no
final desta seção encontra-se um guia rápido para o uso
do GPS.

6.4 - Lavagem de embalagens


O Pulverizador Autopropelido Power Jet é equipado com sistema que permite executar a lavagem.
É um método que assegura a proteção ao operador e ao meio ambiente e consiste na lavagem das
embalagens de agrotóxicos para a posterior destruição ou encaminhamento para reciclagem.
OBS: A lavagem sob pressão deve ser realizada pelo usuário na ocasião do preparo de calda,
imediatamente após o esvaziamento da embalagem, para evitar que o produto resseque e fique
aderido à parede interna da embalagem, dificultando assim a sua remoção.

a) Esvazie completamente a embalagem de agrotóxico


no cone misturador.
b) Gire a alavanca do registro “R2” no sentido anti-
horário e a alavanca do registro, para usar o tanque de
água limpa.
OBS: Veja a identificação geral de registros no item
“5.1 da seção 3”.
c) Gire o registro “R4” para a esquerda, para acionar as
válvula do sub-comando (7a+7b+7c). Abra o registro
“7c”.
16
d) Acione a bomba de pulverização através do botão (4)
no console lateral e acelere o motor.
e) Abra a tampa e pressione a embalagem sobre a
válvula de esguichamento (16) durante 30 segundos,
movimentando a embalagem de modo que o jato de
água alcance toda a superfície interna da mesma.
f) Ou utilize o esguicho (17) para lavar os frascos.
g) Terminada a lavagem do frasco, efetue a lavagem
interna do incorporador (8)
h) Feche o registro “7c” e abra o registro “7b” para que a
água da lavagem que se encontra no incorporador seja
encaminhada ao tanque de produto.
17
Um venturi sob o registro “7b” arrasta o líquido para
o tanque de produto.
Terminada a sucção, feche o registro “7b”.
i)
j)
Reduza a rotação do motor.
Inutilize a embalagem perfurando o fundo da mesma.
Porém, não danifique o rótulo, que contém informações
- NOTA:
Sempre que for efetuada a troca de produto ou ao
final de cada temporada de trabalho faça a limpeza
necessárias no encaminhamento posterior para interna do incorporador (8) e drene a água através
reciclagem. do dreno (11).

91
Seção 7 - Instruções de operação

6.5 - Lavagem interna do tanque de produto


Além da lavagem de frascos, o circuito de água limpa
também pode ser utilizado para a lavagem interna do
tanque.
Isto é importante para: 9
4 A conservação dos componentes do circuito de
pulverização.
4 Eliminação do odor tóxico.
4 Evita-se o ressecamento do produto químico no
tanque o no sistema, o que pode causar entupimentos
futuros.
4 Em caso de mudança de produto químico aplicado, é
fundamental que seja eliminado o produto anterior,
R2
evitando misturas prejudiciais ao efeito esperado.
A lavagem interna do tanque é feita através do chuveiro
(9).
Para acionar o chuveiro, com água proveniente do tanque
de água limpa, proceda da seguinte maneira:
OBS: Veja a identificação geral de registros no item “5.1
da seção 3”.
a) Gire a alavanca do registro “R2” para traz. Desta forma,
a água usada pela bomba será proveniente do tanque
de água limpa.
OBS: Veja a identificação geral de registros no item
“5.1 da seção 3”.
b) Mova a alavanca do registro “R4” para esquerda,
acionando o sub-comando (7a+7b+7c). Abra o registro
“7a”.
c) Acione a bomba de pulverização através do interruptor
(4), da página anterior e acelere o motor.
d) Deixe o processo funcionando durante 2 ou 3
minutos.
e) Elimine a água do tanque, em local adequado*,
puxando a tampa do tanque através do puxador (13).
7a
*Observe sempre a legislação ambiental vigente na sua
região.

R4

13

92
Seção 7 - Instruções de operação

7 - Cuidados gerais com o sistema de


pulverização
7.1 - Ao deslocar o pulverizador até o local de
trabalho
Sempre posicione as barras em Transporte, conforme
descrito no item “5.2 da seção 7”.

A) Acionamentos
Não acione as bombas com o motor acelerado.
Acione estes componentes com o motor em marcha lenta
e em seguida acelere para a rotação recomendada para
trabalho.

B) Não acione bombas sem líquido


Não acione bombas a seco, ou seja, sem líquido no
tanque.

C) Término de combustível durante a operação


Evite que isso ocorra. Além dos transtornos causados,
a bomba injetora pode sof re danos ao operar sem
combustível.

D) Utilizações não previstas e/ou autorizadas


O Pulverizador Autopropelido não deve ser usado para:
7 Rebocar carretas, veículos ou qualquer outra forma de
tração.
7 Transporte de cargas ou produtos.

93
Seção 7 - Instruções de operação

8 - Recomendações quanto ao motor


8.1 - Cuidados no amaciamento
O “amaciamento” consiste no ajuste entre as diversas
peças vitais do motor, o que influencia na vida útil e no
desempenho.
1 - Evite funcionamento prolongado em baixa ou alta
rotação, sem carga imposta ao motor.
2 - Procure variar a rotação e a carga durante o trabalho.
3 - Não sobrecarregue o motor: a sobrecarga pode ser
constatada quando, ao acelerar, este não responde com
aumento de rotação.
4 - Dê atenção especial aos indicadores e luzes de aviso,
para controlar com segurança as condições do motor:
temperatura, pressões, rotação, etc.
5 - O motor pode ser submetido à carga máxima,
porém, não por períodos prolongados de maneira
contínua. Tanto a falta de carga quanto o excesso são
prejudiciais.
OBS: A não-observância destas recomendações
Consumo de óleo lubrificante
resultará no espelhamento das camisas, perda de
potência, consumo excessivo de combustível e óleo Durante o período de amaciamento, é normal que o
lubrificante. motor apresente um consumo de lubrificante ligeiramente
superior.
No caso do motor MWM, é considerado aceitável
um consumo de 0,5 L de óleo para cada 100 litros de
combustível.
Em caso de dúvida, consulte um representante MWM.
8.2 - Utilização de bateria auxiliar
ATENÇÃO!
Jamais use baterias auxiliares em 24 volts. Nunca
inverta a polaridade da bateria. Tal procedimento
provocará a destruição de componentes, como
microprocessadores, danos ao alternador e risco de
explosão da bateria!

Embora seja possível o uso de bateria auxiliar, o ideal


é manter a bateria sempre em perfeitas condições de
manutenção.
Procedimento correto:
Quando for utilizar uma bateria auxiliar, não fixe os cabos
desta sobre os bornes da bateria fraca. Isto danificará os
bornes, podendo inclusive causar a explosão da bateria
fraca devido a circulação de corrente excessiva através da
mesma.
Ligue o cabo “+” diretamente no terminal “+” do motor de
partida e o cabo “-” na carcaça do motor.

94
Seção 7 - Instruções de operação

9 - Guia de consulta rápida GPS


(opcional)
Este guia descreve as principais funções do GPS. Para
detalhes sobre instalação consulte o item 3 da seção 9. F1 F2

F3 F4
9.1 - Identificação do Painel
F5 F6
1 - Tecla de confirmação.
2 - Tecla habilitar / desabilitar tratamento.
3 - Tecla de navegação e zoom.
4 - Tecla de navegação do GPS.
2 4
5 - Tecla liga / desliga / interromper programa.
OK ESC
A) Teclas funcionais F.
A função de cada botão é indicada pelo ícone ao lado,
dependendo do menu ativado no momento. A numeração 1 3 5
(F1, F2, etc.) foi introduzido por comodidade de ilustração
das funções, mas não aparece realmente nas teclas do
GPS.

< 2.0 <


MARK A-B RETURN

MODE PAUSE

AREA
+3 ALIGN

OK ESC

95
Seção 7 - Instruções de operação

9.2 - Condução em paralelo


A) Paralelo retilíneo (padrão)
Siga os passos do desenho abaixo.

1a Novo trabalho OK

A
+0 +1 +2 +3 +4 +5 +6 +7 +8 +9 +10+11

5.0
Km/h Marca A? 0.027
Ha
5.0
Km/h Marca B? 0.192
Ha
5.0
Km/h >>0.0<< 0.654
Ha

OK OK

0.000
Ha +0 0.0º 0.000
Ha +0 0.0º 0.000
Ha +1 180º

B) Paralelo curvilíneo

1b OK
Novo trabalho
MODE Cu r ved

A
+0 +1 +2 +3 +4 +5 +6 +7 +8 +9 +10

5.0
Km/h Marca A? 0.027
Ha
5.0
Km/h Marca B? 0.192
Ha
5.0
Km/h >>0.0<< 0.654
Ha

OK OK

0.000
Ha +0 0.0º 0.000
Ha +0 0.0º 0.000
Ha +1 180º

96
Seção 7 - Instruções de operação

9.3 - Condução em contorno

OK
1 Novo trabalho
MODE Contour

2 5.0 3
Km/h Não marcou! 0.027
Ha
5.0
Km/h <15.4< 0.654
Ha

0.000 0.0º 0.000 180º


Ha Ha

9.4 - Interrupção e retorno a um trabalho

5.0
Km/h >>0.0<< 0.654
Ha
5.0
Km/h >>0.0<< 0.654
Ha

PAUSE

0.000
Ha +1 180º 0.000
Ha +1 180º

5.0
Km/h T17.8T 0.654
Ha
5.0
Km/h T2.0T 0.654
Ha

RETURN

0.000
Ha -3 195º 0.000
Ha 5.8 m 195º

97
Seção 7 - Instruções de operação

9.5 - Alinhamento do traçado

5.0
Km/h >6.8> 0.654
Ha
5.0
Km/h >>0.0<< 0.654
Ha

ALIGN

0.000
Ha +1 180º 0.000
Ha +1 180º

9.6 - Cálculo da área

5.0
Km/h >>0.0<< 0.654
Ha
5.0
Km/h >>0.0<< 0.654
Ha

MARK SX

AREA

0.000
Ha +1 180º
MARK DX
0.000
Ha +1 180º

5.0
Km/h >>0.0<< 0.654
Ha

AREA ZOOM ALL DATA

0.000
Ha +1 180º

98
Seção 7 - Instruções de operação

9.7 - Funções
A) Geral
1 - Percorre as páginas de funções.
2 - Guia em linha.
3 - Dados do GPS. 1
?
HELP HELP Erase Save
& Exit
4 - Permite apagar as zonas tratadas, mantendo os outros
dados na memória. 2 3 4 5

5 - Saída e memorização dos dados de trabalho.

B) Modo de condução
6 - Permite escolher o modo de trabalho para o
tratamento.
7 - Contorno.
8 - Paralelo retilíneo. MODE

9 - Paralelo curvilíneo. 6 CONTOUR STRAIGHT CURVED

7 8 9
C) Cálculo da área
10 - Permite calcular a área de um campo percorrendo o
perímetro dele.
11 - Margem ESQUERDA do campo.
AREA
12 - Margem DIREITA do campo.
10 MARK SX MARK DX

11 12
D) Marcação de pontos
13 - Permite memorizar o ponto de interrupção do trabalho
para retornar a ele em um segundo momento.
14 - Fornece as indicações do condução para retornar ao
ponto de interrupção memorizado. P M

15 - Permite marcar os pontos de interesses. PAUSE RETURN mark ALIGN MARK A-B

16 - Permite zerar o desvio relativamente ao traçado ideal 13 14 15 16 17


para realinhar o veículo com as linhas (milho, cana-
de-açucar, ect.).
17 - Permite criar um novo traçado de referência AB.

E) Relatório do trabalho
18 - Visualizar relatório do trabalho executado.
19 - Visualização total do trabalho executado.
20 - Aumenta o nível de zoom. P
21 - Diminui o nível de zoom. job rpt Zoom ALL Zoom + Zoom - PAUSE DATA
22 - Pe r m i t e m a rc a r u m p on t o ao q u a l vo l t a r
18 19 20 21 22 23
posteriormente.
23 - Visualização dos dados de trabalho.

99
Seção 7 - Instruções de operação

F) Fechamento automático
24 - Habilita o fechamento automático das seções de
barra.
25- Desativa o fechamento automático das seções de
AUTO MAN
barra.
24 25

G) Gerenciamento das seções


26 - Abre seção de barra mais interna atualmente fechada
(lado esquerdo).
27 - Abre seção de barra mais interna atualmente fechada
(lado direito).
28 - Fecha seção de barra externa atualmente aberta (lado
open open Close Close OPEN ALL OPEN ALL
esquerdo).
29 - Fecha seção de barra mais externa atualmente aberta 26 27 28 29 30 31
(lado direito).
30 - Abre todas as seções do lado esquerdo da barra.
31 - Abre todas as seções do lado direito da barra.

H) Aplicação variável
32 - Gerenciamento da aplicação variável.
33 - As dosagens definidas no mapa de prescrição serão
modificadas.
34 - Permite carregar um novo mapa de prescrição. VAR CHANGE QT CHMAP RATE

35 - Dosagem para tratamentos fora do mapa. 32 33 34 35

I) Opções de visualização
36 - Muda a visualização (2D/3D).
37 - Visualização diurna.
38 - Visualização noturna. 2D-3D DAY night

36 37 38

100
Seção 7 - Instruções de operação

9.8 - Display
1 - Velocidade de avanço do pulverizador. 1 2 3
2 - Desvio: Distância entre a posição do pulverizador e o
traçado a ser seguido.
5.0
Km/h >>0.0<< 0.654
Ha
- >>0.0<< máquina corretamente alinhada.
- >1.4> Deslocar a máquina 1,4m para a direita.
- <1.4< Deslocar a máquina 1,4m para a esquerda.
3 - Área tratada desde o início do tratamento.
4 - Direção em graus relativamente ao Norte.
- 90° Leste.
- 180° Sul.
- 270° Oeste.
5 - Número de passada: exibido no modo de trabalho
0.000
Ha +1 180º

paralelo (retilíneo ou curvilíneo): a linha de referência


é a número 0, os traçados à esquerda são negativos e 6 5 4
os à direita são positivos.
6 - Área medida / Perímetro do campo: depois do
procedimento de cálculo da área, neste espaço
aparecem, de maneira alterada, a área medida e o
perímetro do campo.

101
Seção 7 - Instruções de operação

10 - Guia rápido Bravo 300S


1
A)Teclas de acessos
1 - Percorrer dados e valores ou modifica-los.
2 - Zera o conteúdo rapidamente.
3 - Confirma o acesso ou a modificação
4 - Sai da função ou da modificação 4

10.1 - Preparação para o trabalho 2 3

A) Seleção do trabalho
> Trabalho selecionado.
* Trabalho ativo.
OBS: São visíveis APENAS os trabalhos habilitados.

B) Abastecimento do tanque
> Item selecionado. ** Líquido no tanque: depois do abastecimento, introduza
* Capacidade do tanque. o nível de líquido presente no tanque.

*
**

102
Seção 7 - Instruções de operação

10.2 - Utilização
1 2 4 6
A) Controle manual do tratamento
1 - Ative o funcionamento manual.
2 - Abra as válvulas de seção desejadas.
3 - Ponha o pulverizador no início do campo que deverá
ser pulverizado.
4 - Ponha o desviador geral na posição ON.
5 - Comece o tratamento.
6 - Utilize o desviador da válvula de regulagem para
regular a quantidade desejada.

1 6

B) Controle automático do tratamento


1 2 4 6
1 - Ative o funcionamento automático.
2 - Abra as válvulas de seção desejadas.
3 - Ponha o pulverizador no início do campo que deverá
ser pulverizado.
4 - Ponha o desviador geral na posição ON.
5 - Comece o tratamento.
6 - Utilize o desviador da válvula de regulagem para
regular a quantidade desejada. Aumenta e diminui a
dose de 10 em 10% até 50%

103
Seção 7 - Instruções de operação

10.3 - Visualização no display 6 - Vazão


1 - Dose programada. 7 - Líquido no tanque (texto e gráfico).
2 - Estado da pulverização. 8 - RPM / Área tratada.
3 - Estado do registrador de dados. 9 - Pressão.
4 - Relógio. 10 - Percentual de variação da distribuição.
5 - Velocidade. 11 - Dose aplicada.

1 10 2 3 4

11 5

9 8 7 6

10.4 - Seleção do tipo de roda

Programação usuário

104
Seção 7 - Instruções de operação

10.5 - Alarmes de funcionamento


* APENAS com funcionamento automático.

Mensagem de alerta Significado da mensagem


Desativar comando pulverização Desviador geral ON ao ligar o computador
Avançar! Máquina parada *Desviador geral ON com a máquina parada
Ligar bomba! Vazão ausente *Desviador geral ON máquina parada mas vazão a zero
A pressão ultrapassa o nível máximo permitido para o bico
Devagar! Pressão alta
utilizado
A pressão não atinge o valor mínimo para o bico
Acelerar! Pressão baixa
utilizado
Devagar! Vazão insuficiente A vazão não atinge o valor necessário para a distribuição
Acelerar! Vazão excessiva A vazão ultrapassa o valor necessário para a distribuição
Reduzir RPM! O valor de RPM ultrapassa o máximo permitido
Aumentar RPM! O valor de RPM não atinge o mínimo
Nível de óleo na bomba muito baixo ou misturado com
Parar imediatamente! Falha na bomba
água
Fluxômetro fora da escala A vazão está fora dos limites permitidos pelo fluxômetro
Cartão SD não presente A placa de memória não está inserida corretamente
Cartão SD protegido contra gravação A placa de memória está travada
Cartão SD cheio! A placa de memória não tem espaço disponível
[Link]: Arquivo não encontrado A configuração do computador não foi memorizada
Sinal não adequado! Contr. transdutor Foram encontrados valores de pressão anormais
A diferença entre os valores lidos pelo sensor de pressão e
Controlar desgaste bicos
pelo fluxômetro ultrapassa o valor máximo permitido.

105
Seção 7 - Instruções de operação

Anotações

106
Seção 8 - Manutenção e conservação

Manual de Instruções
Pulverizador Autopropelido Power Jet
Seção 8: Manutenção e Conservação

107
Seção 8 - Manutenção e conservação

108
Seção 8 - Manutenção e conservação

1 - Quadro de manutenção periódica


Nesta seção você encontrará de forma detalhada todos os períodos de manutenção periódica,
para que seu pulverizador funcione sempre em perfeitas condições e por muito mais tempo. Além
disso, evitando prejuízos por perdas de tempo decorrentes de quebras ou desgaste prematuro.

- NOTAS:
1 - Para todos os itens de manutenção relativo ao motor, consulte também o manual do respectivo
fabricante do motor, anexo ao Manual de Instruções.
2 - Os intervalos em horas constante do Quadro de Manutenção devem ser baseados nas horas indicadas
pelo horímetro do pulverizador. Adote uma caderneta de controle para facilitar o gerenciamento da
manutenção nos períodos corretos.

109
110
Sempre que for Cada 10 hs ou Cada 50 hs Cada Cada Cada Cada Cada
Item 1º Vez
necessário diariamente ou semanal 100 hs 200 hs 500 hs 800 hs 1000 hs
Geral
Lavagem externa do pulverizador X
Verifique o estado dos decais de advertência X
Lubrifique todos os pontos de graxa X
Motor
Troca do óleo e filtro 45 horas X
Elemento do filtro de ar Sempre que o indicador acusar restrição
Limpe o radiador d’água externamente X
Drene a água e as impurezas dos elementos filtrantes X
Verifique o estado do elemento do filtro de ar X
Verifique o nível da água do radiador X
Verifique o estado e a tensão da correia do ventilador e
X
alternador
Verifique o nível de óleo do motor X
Verifique o estado das mangueiras e braçadeiras X
Faça um teste no sistema indicador de restrição X
Drenar as impurezas do filtro e do pré-filtro de combustível X
Troca dos filtros de combustível X
Limpe o tubo do respiro do cárter X
Drene o tanque de combustível e limpe X
Seção 8 - Manutenção e conservação

Verifique o motor e todo o circuito de combustível quanto a


X
vazamentos
Troca do líquido de arrefecimento Anualmente ou a cada 800 horas
Sistema de direção
Verifique a lubrificação das rótulas e dos terminais de direção X
Verifique o alinhamento das rótulas e terminais de direção X
Verifique a convergência das rodas X
Verifique e aperte as porcas das rodas X
Calibre os pneus X
Item 1º Vez Sempre que for Cada 10 hs ou Cada 50 hs Cada Cada Cada Cada Cada
necessário diariamente ou semanal 100 hs 200 hs 500 hs 800 hs 1000 hs
Sistema hidráulico
Troca dos filtros Sempre que os indicadores acusarem restrição ou a cada 500 horas
Verifique o indicador de restrição do filtro X
Verifique o nível de fluido hidráulico X
Verifique o estado das mangueiras X
Troca do fluido hidráulico Anualmente ou a cada 800 horas
Troca dos filtros X
Sistema de transmissão
Troca do óleo da caixa de câmbio 90 horas X
Troca do óleo do diferencial 90 horas X
Verifique e ajuste, se necessário, as pontas de eixo X
Verifique o nível de óleo da caixa de câmbio X
Verifique o nível de óleo do diferencial X
Verifique o nível do óleo das baixadas traseiras X
Ajuste o eixo superior das baixadas traseiras 45 horas
Sistema pneumático
Drene o reservatório do sistema pneumático X
Verifique o estado das mangueiras braçadeiras e conexões X
Verifique o estado e o funcionamento do compressor de ar X
Seção 8 - Manutenção e conservação

Verifique a altura das molas pneumáticas X


Sistema de pulverização
Limpe o filtro de aspiração X
Limpe o filtro de linha X
Verifique a existência de eventuais vazamentos X
Verifique o estado da bomba de pulverização X
Bomba de pulverização: Troca das membranas e molas X
Bomba de carga: Verificar nível de óleo X

111
112
Item 1º Vez Sempre que for Cada 10 hs ou Cada 50 hs Cada Cada Cada Cada Cada
necessário diariamente ou semanal 100 hs 200 hs 500 hs 800 hs 1000 hs
Sistema de freios
Verifique o estado geral do sistema X
Verifique e troque, se necessário, as pastilhas de freio X
Cabine e ar condicionado
Faça uma inspeção geral X
Verifique se a carga de refrigerante está correta (R-134a) X
Troque o filtro de recirculação de ar X
Limpe o condensador X
Limpe o filtro de recirculação de ar X
Troque o filtro de carvão ativado X
Verifique o estado e a tensão da correia do compressor X
Sistema elétrico
Verifique e ajuste o foco dos faróis X
Verifique o estado, a fixação e a limpeza dos terminais e cabos X
Verifique o estado da bateria e unte os bornes com vaselina
Seção 8 - Manutenção e conservação
Seção 8 - Manutenção e conservação

2 - Tabela de lubrificantes e capacidades de reabastecimento


Aplicação Capacidade - lts Tipo de óleo
Motor 8,1 com filtro SAE 15W40 - API CF4
Fluido de embreagem Conforme necessário. DOT 3
Graxa (partes móveis e graxeiras) Conforme necessário. Tipo EP 2 a base de Lítio.
Sistema de arrefecimento 10 Água + aditivo (etilenoglicol)
Motor bomba de carga 0,8 SAE 20W40
Sistema condicionador de ar 250 ml PAG 100 (sintético)
Bomba de pulverização Apenas completar o nível SAE 15W40 - API CF4
Sistema de transmissão:
Câmbio 5,0 SAE 90
Diferencial 3,5 SAE 140
Reduções finais (baixadas) 8,0 (cada um) Graxa líquida 680
Sistema hidráulico:
Sistema hidráulico 150 Fluido ISO VG 68

3 - Pontos de lubrificação com graxa


3.1 - Tabela de graxas recomendadas

- NOTA:
A lubrificação deve ser feita diariamente antes de por a maquina em funcionamento

Fabricante Especificação da Graxa


IPIRANGA................................................... ISAFLEX EP 2 (usada na fábrica)
ATLANTIC.................................................. LITHOLINE MP 2
SHELL.......................................................... RETINAX OU ALVANIA EP 2
ESSO............................................................. BEACON EP 2
PETROBRÁS............................................... LUBRAX GMA-2
TEXACO...................................................... MULTIFAK MP 2 ou MARFAK

1 2

1 - Barra principal / Barra intermediária 2 - Quadro

113
Seção 8 - Manutenção e conservação

3 4

3 - Barra principal / Quadro 4 - Quadro

5 6

5 - Quadro 6 - Quadro e Barra principal

7 8

7 - Quadro 8 - Eixo dianteiro

9 10

9 - Cubo de roda do eixo dianteiro 10 - Cardan do diferencial

114
Seção 8 - Manutenção e conservação

4 - Reapertos de parafusos e porcas em geral


O reaperto geral de parafusos e porcas deve ser efetuado em especial nas revisões gratuitas/
obrigatórias de 45 e 90 horas.
Após, recomenda-se que seja feito periodicamente.
Nos reapertos periódicos, deve-se dar atenção especial a TODOS os componentes da máquina.
A lista abaixo apresenta apenas os pontos mais críticos.

Porcas de fixação das rodas: o aperto deve ser feito logo após o Mecanismos de direção e barras estabilizadoras
primeiro dia de operação

Flanges de acoplamento dos semi-eixos do diferencial nas


Suporte do compressor de ar
canelas (baixadas)

Suportes do motor e caixa de câmbio Suporte de compressor do ar condicionado e alternador

115
Seção 8 - Manutenção e conservação

Engrenagem superior de semi-eixos, dentro das canelas.


Recomenda-se que esta operação seja feita pela assistência
técnica JAN na ocasião da 1ª revisão

Cruzetas dos cardans Suportes e articulações das barras de pulverização, mangueiras,


etc

Conexões e mangueiras de ar, óleo e água

116
Seção 8 - Manutenção e conservação

5 - Inspeção geral periódica


Diariamente
- Verificar o compressor de ar quanto a vazamentos nas mangueiras de conexões de óleo e
água. Esses fluidos são derivados do motor e em caso de perdas por vazamento, causarão
danos irreversíveis ao motor.

- NOTA:
Reaperte conexões e braçadeiras de mangueiras somente em caso de apresentarem sinais de vazamento.
Reapertos exagerados e/ou sem necessidade, podem causar danos que também podem resultar em
vazamentos.
- Mangueiras de alimentação de ar do motor: entre o filtro e o turbo e do turbo até o coletor
de admissão: verifique estas mangueiras quanto a danos e fixação: conforme alertado na nota
acima, reaperte somente se necessário.
- Verificar o motor e todo o circuito de combustível quanto a vazamentos.
- Abastecer o tanque de combustível sempre ao final de cada jornada de trabalho, evitando
que o ar úmido contido no espaço vazio do tanque condense durante a noite, formando água
no combustível.
Cada 1000 horas
Faça uma inspeção nos diversos componentes do sistema condicionador de ar.
4 Mangueiras e conexões: verifique quanto a trincas, desgaste ou furos. Dê especial atenção
às conexões e curvas e passagens na lataria e outras partes.
4 Fios e suas ligações.
4 Fixações em geral.
4 Correia de acionamento do compressor (ver item anterior).

6 - Itens de reposição sugeridos para


estoque
Para uma manutenção eficiente, sem perdas de tempo e
necessidade de paradas prolongadas, sugerimos manter
em estoque algumas peças que são mais sujeitas a desgaste
natural e/ou troca mais freqüente.

- NOTA:
Observe as recomendações sobre armazenamento
correto de peças e lubrificantes conforme descrito
no item “6 da seção 2”.

Os itens indicados abaixo são apenas um indicativo, se você


constatar a necessidade de manter mais itens em estoque,
complemente a lista. 1

1 - Correias: do ventilador do motor, do compressor


do condicionador de ar e do compressor do sistema
pneumático.

117
Seção 8 - Manutenção e conservação

2 - Pinos graxeiros 8 - Filtros do motor: de ar, combustível e óleo


3 - Filtros de defensivo 9 - Filtro de carvão ativado da cabine
4 - Vedadores de filtros 10 - Lâmpadas
5 - Mangueiras de defensivo 11 - Relés
6 - Bicos pulverizadores 12 - Fusíveis
7 - Filtro de óleo do sistema hidráulico

2 4

6
8
7

8 10

11 12

118
Seção 8 - Manutenção e conservação

7 - Manutenção do sistema de pulverização


ATENÇÃO!
Leve em conta todas as recomendações de segurança ao fazer qualquer trabalho de manutenção no sistema
de pulverização em virtude dos produtos tóxicos.
Utilize luvas e todos os demais itens de EPI recomendados.

7.1 - Limpeza após cada jornada de trabalho


A lavagem diária do pulverizador, interna e externamente, é
fundamental para a conservação do mesmo. Isto porque, os
produtos químicos normalmente aderem à máquina e são
altamente corrosivos. A lavagem diária é importante para
evitar a formação de acúmulos que após ressecar, tornam-se
difíceis de serem removidos.

7.2 - Limpeza dos bicos pulverizadores


1
A freqüência da limpeza depende essencialmente do
produto aplicado, podendo desta forma, variar de algumas 2
horas até dias.

ATENÇÃO!
Jamais tente limpar bicos soprando com a boca.

IMPORTANTE:
Não utilize objetos pontiagudos na tentativa de
limpar ou desobstruir bicos. Isto alarga os furos,
comprometendo a dosagem e a qualidade da
pulverização.
Utilize jato de água ou ar comprimido ou um pincel
pequeno para a limpeza.

Limpe apenas os bicos que estão em uso, ou seja, aqueles


selecionados para a pulverização, virados para baixo.
Para remover os bicos (1), gire os alojamentos (2) no sentido
anti-horário conforme indicado pela seta.
Limpe o bico e reinstale-o.
Proceda da mesma forma com todos os demais bicos.

119
Seção 8 - Manutenção e conservação

7.3 - Manutenção dos filtros


Todos os filtros devem sofrer uma limpeza diária ou com maior freqüência conforme a necessidade
(em função do produto aplicado).
Lembre-se: sempre que houver troca do produto aplicado, também deve ser feita uma lavagem
interna de todo o circuito de pulverização, filtros e tanque conforme descrito nos itens “6.5 da
seção 7”.

A) Filtro de sucção
a) Remova a válvula de obstrução (1).
b) Solte a porca (2) liberando o conjunto do filtro.
c) Faça a limpeza utilizando ar comprimido ou jato de
água.
d) Verifique se a malha filtrante (3) está em boas
condições. Se apresentar deformações, furos e outros
danos, troque-a.
e) Observe também o estado das vedações de borracha
(4), trocando-as sempre que necessário.
Montagem:
1 2
Proceda na ordem inversa, observando o correto encaixe da
malha filtrante e o aperto correto do alojamento.
Reinstale e aperte a válvula (1) para liberar o fluxo ao
filtro. 4

B) Filtros das seções de pulverização (filtros de


linha)
Há um filtro para cada seção de pulverização, podendo ser
de 4 (padrão), 5 ou 7 filtros.
Para a remoção, utilize luvas e demais itens de EPI
recomendados. 1
Gire o alojamento (1) no sentido anti-horário e remova
o conjunto.
Lave a malha filtrante (2) e verifique o estados dos
componentes tal como recomendado para os demais
filtros.
1 2

120
Seção 8 - Manutenção e conservação

7.4 - Manutenção da bomba de pulverização


A bomba de pulverização (1) é do tipo à diafragma.
Uma das maiores vantagens desta bomba, é não requerer
manutenção preventiva.
Quando apresentarem vazamento, remova a bomba e
encaminhe-a para uma revisão completa.
Trocar as membranas e molas a cada 500 horas.

7.5 - Manutenção da bomba de carga (2)


(opcional)
A bomba de carga (2) deve ser usada somente com água
limpa, a não observância desta restrição pode causar defeito 3
prematuro na mesma. 2
Antes de iniciar o procedimento de bombeamento, realize
a escorva (preenchimento da bomba com água), para isso
abra o bujão de abastecimento (3) e abasteça a bomba com
água limpa até atingir o nível máximo.
4

- NOTA:
Sempre que terminar o procedimento de bombeamento
drene a água da bomba, para isso remova o bujão de
dreno (4) e aguarde até escoar toda a água. 5

Nível de óleo do motor da bomba de carga (2) 6


Verifique o nível do óleo do motor da bomba de carga
(2) semanalmente, com o motor desligado e a máquina
nivelada.
O nível deve estar entre as marcas de MIN e MAX da Troca de óleo do motor da bomba de carga (2)
vareta do bujão de abastecimento (5).
Com o motor aquecido, remova o bujão de dreno (6) e
deixe o óleo escoar por completo, após reinstale o bujão
IMPORTANTE de dreno (6).
Nas primeiras 24 horas de operação da bomba (2) OBS: Utilize um recipiente adequado para coletar o óleo
troque o óleo a cada 8 horas, após esse período o óleo drenado.
deve ser trocado a cada 50 horas. Abasteça o cárter do motor com óleo SAE 20W40 através
do bocal de abastecimento (5) até atingir o nível.

121
Seção 8 - Manutenção e conservação

7.6 - Pontos de inspeção periódica


Para ter segurança de que a máquina está nas melhores
condições sempre que for operar, é importante fazer uma
1
verificação geral pelo menos uma vez por semana, verifique
itens como:
1 - Chuveiro de lavagem interna do tanque de produto.

2 - Agitador hidráulico.

3 - Estado das mangueiras, tubos e aperto das braçadeiras. 2


Isto evita perdas de produto, pressão e poluição do
meio ambiente.

4 - Válvula de seções: verifique vazamentos e o estado das


conexões elétricas.

5 - Válvula de controle de fluxo: verifique vazamentos e o 4


estado das conexões elétricas.

3
6 - Fluxômetro.

6 5

122
Seção 8 - Manutenção e conservação

8 - Motor 1

8.1 - Lubrificação
1 - Vareta de nível
2 - Bocal de abastecimento
3 - Bujão de dreno
4 - Filtro de óleo

A) Nível de óleo
Verifique diariamente, com o motor desligado, máquina
nivelada, após introduzir a vareta de nível (1) totalmente
no alojamento. O nível deve estar entre as marcas de MIN 2
e MAX.
Se necessário, complete com óleo recomendado no item “2
desta seção” até o nível máximo.
Nunca misture óleos de marca e/ou classificação diferentes
no cárter.

B) Troca de óleo e filtro


4 Faça a troca com o motor aquecido para permitir um
escoamento completo do óleo e eventuais impurezas
depositadas no fundo do cárter.

3
4 Ao montar o filtro novo (4), não utilize ferramentas.
Lubrifique o anel de vedação do filtro antes da
montagem, evitando a deformação deste anel, o que
pode gerar vazamentos.

8.2 - Limpeza da mangueira do respiro do


cárter
O acumulo de pó no interior da mangueira pode prejudicar
a ventilação do cárter.
Periodicamente remova a mangueira (5) do respiro e 4
limpe-a internamente.
Para isso, solte as braçadeiras (5a) que fixam a mangueira 5
(5) na parte superior e inferior.
Para a limpeza, use querosene ou óleo diesel e seque com
ar comprimido. 5a

5a
5

123
Seção 8 - Manutenção e conservação

8.3 - Manutenção do sistema de alimentação


de ar
A filtragem é efetuada por elemento seco, de papel, com
elemento de segurança interno. 4
A) Descarga de pó
Diariamente comprima a extremidade da válvula de
descarga (1) para eliminar o pó acumulado na carcaça.
B) Elemento primário (2) 3

Faça a limpeza do elemento primário sempre que o 1


indicador acusar restrição.

- NOTAS:
4 Para a limpeza, dirija o jato de ar de dentro
para fora, uma vez que a poeira se encontra
2

pelo lado externo do elemento. Não exceda 70


PSI de pressão e não aproxime excessivamente
5
o bico de ar.
4 A cada 3 limpezas, troque o elemento.

Para remover o elemento primário:


a) Solte as três presilhas (3) e remova a tampa (4).
b) Remova a porca (5) e em seguida, o elemento primário
(2).
Limpeza:
Utilize ar comprimido com pressão máxima de 70 PSI.
Importante: aplique o ar de dentro para fora.
Não reinstale o elemento sem examiná-lo quanto a Máx. 70 PSI
existência de furos: Limpeza do
Elemento primário

Teste do elemento primário:


2
Após cada limpeza, sempre faça o teste do elemento
primário quanto a furos. Para isso, introduza uma lâmpada
conforme mostrado ao lado e veja eventuais pontos de
passagem de luz, o que indica furos e determina a troca
do elemento.

Reinstalação do elemento primário:


Teste do elemento primário
c) Limpe o interior do alojamento do filtro conforme quanto a furos
indicado pela seta na foto ao lado com um pano
úmido, evitando que poeira atinja o duto de admissão
do motor.
d) Encaixe corretamente o elemento na carcaça, instale e
aperte a porca (5) de forma correta: o filtro deve ficar
firme, porém, não sofrer deformação.
e) Reinstale a tampa (4) e as três presilhas (3).

124
Seção 8 - Manutenção e conservação

C) Tubulação de ar filtrado (6)


6
Inspecione estes componentes atentamente quanto a furos,
ressecamento e aperto das braçadeiras.

8.4 - Manutenção do sistema de combustível


Identificação dos elementos filtrantes:
1 - Filtro primário
2 - Filtro secundário

1
2

A) Diariamente: Drene a água e impurezas dos


elementos filtrantes
Para drenar, solte os respectivos bujões na base dos
elementos (1 e 2), indicado pela seta.
OBS: Utilize um recipiente para coletar o combustível, pois o
derramamento deste representa risco de incêndio com o motor
aquecido.

B) Cada 200 Horas: Troque os elementos filtrantes


(1 e 2)

- NOTA:
Limpe os f iltros e o motor nas proximidades,
evitando contaminação do combustível.

Os elementos (1) e (2) são do tipo inteiriço. Antes de


montá-los, encha-os com combustível, facilitando a
posterior sangria do sistema. Além disso, lubrifique o anel
de vedação.

125
Seção 8 - Manutenção e conservação

C) Sangria do sistema de combustível


A sangria normalmente é necessária nas seguintes situações:
- *Após a troca dos filtros.
- *No inverno, quando pode ocorrer a formação de parafina no combustível que pode chegar
a obstruir os filtros.
*Nestes casos, normalmente basta fazer a sangria do circuito de baixa pressão (tanque até a
bomba injetora).
Para os casos abaixo, é necessária a sangria completa, incluindo bomba e bicos injetores.
- Ao realizar reparos no sistema que permitam a entrada de ar.
- Ao esgotar o combustível durante a operação.
- Após longos períodos inativos da máquina.

- NOTA:
Nunca acione o motor de partida durante mais de 15 segundos de forma contínua. Além disso, espere de 2 a
3 minutos entre cada tentativa para a recuperação da bateria. Se o motor não funcionar após 2 tentativas,
repita os passos anteriores.

1ª Etapa: circuito de baixa pressão


1
a) Acione a chave de partida para a segunda posição
(contato).
b) Solte o bujão de dreno do filtro (1).
c) Acione a bomba manual (2) até fluir combustível isento 2
de bolhas de ar. 4
Reaperte o bujão de dreno (1).
d) Solte o bujão de sangria inferior (3) da bomba
injetora.
e) Acione a bomba manual (2) até fluir combustível isento 3
de bolhas de ar pela abertura do bujão (3).
Após, reaperte-o.
f) Solte o bujão de sangria superior (4) da bomba
injetora.
g) Acione a bomba manual (2) até fluir combustível isento
de bolhas de ar pela abertura do bujão (4).
Após, reaperte-o.
h) Verifique se não há vazamentos.
2ª Etapa: circuito de alta pressão (se necessário)
i) Acione a chave de partida para a segunda posição 5
(contato).
j) Solte as conexões de entrada (5) de 2 bicos injetores
quaisquer.
k) Peça a um auxiliar para posicionar o acelerador manual
em máxima rotação e acionar a partida.
Ver Nota anterior.
l) No momento em que o motor apresentar sinais de
funcionamento, reaperte as conexões (5).
m) Verifique se não há vazamentos.

126
Seção 8 - Manutenção e conservação

D) Limpeza do tanque de combustível


Anualmente ou a cada 800 horas, drene o combustível
contido no tanque retirando o bujão inferior (1).
Lave o interior do tanque usando jato de água quente sob
pressão, deixe secar completamente e reabasteça o tanque.

- NOTAS:
4 Abasteça o tanque sempre ao final do dia,
evitando a formação de água no combustível
durante a noite, pela condensação dos
vapores.
4 Veja as recomendações referentes a correta
armazenagem de combustíveis, conforme
descrito no “item 6 da seção 2”.
4 Durante o abastecimento, sempre mantenha
o motor desligado.
8.5 - Manutenção do sistema de arrefecimento
1
A) Nível do líquido de arrefecimento
Diariamente, antes de começar o trabalho, verifique e se
necessário, abasteça até o nível com água limpa.
2
ATENÇÃO!
Se tiver que abrir a tampa (2) sob alta temperatura,
faça-o com o motor em marcha lenta.
Além disso, proteja as mão com um pano grosso e
gire a tampa só até o final do 1° estágio até aliviar
a pressão. Somente depois termine a remoção.

B) Limpeza externa do radiador


Sob certas condições de operação, pode ocorrer obstrução da
colméia do radiador. Sempre que necessário, faça a limpeza
usando ar comprimido ou jato de água. 1°
OBS: Não utilize água para a limpeza enquanto o motor se encontra
em alta temperatura, sob pena de provocar choque térmico.

C) Troca do líquido de arrefecimento


O líquido é composto por uma mistura de água potável
2° 0
com aditivo, que é fundamental para a conservação dos
componentes do sistema.

- NOTA:
Utilize aditivo a base de etilenoglicol. Concentração
40%.
OBS: Se utilizar aditivo diferente (que deve ser de boa qualidade),
observe a proporção da mistura conforme recomendação do
respectivo fabricante.

127
Seção 8 - Manutenção e conservação

Para trocar o líquido:


a) Remova a tampa (2) do radiador.
b) Solte a braçadeira e desconecte a mangueira inferior
(3).
c) Pela mangueira desconectada e também pelo bocal de 2
abastecimento do radiador, introduza água limpa sob
pressão para proporcionar uma limpeza interna do
sistema.
d) Reconecte a mangueira inferior e reabasteça o sistema. 3
Inicialmente coloque o aditivo e em seguida, complete
o nível com água limpa.

IMPORTANTE:
4 Introduza a água e o aditivo lentamente, de
forma a permitir que o ar existente na parte
superior das galerias internas do motor seja
eliminado.
Tampa do radiador
Faça o motor funcionar em marcha lenta
durante alguns minutos e complete o nível.
4 Inspecione as mangueiras e braçadeiras. Se
as mangueiras se apresentam ressecadas,
substitua-as.
4 Conserve e substitua sempre que necessário,
a tampa do radiador e a(s) válvula(s) Válvula
termostática(s): estes componentes são Termostática
fundamentais para o correto controle da
temperatura.

128
Seção 8 - Manutenção e conservação

9 - Sistema de transmissão e embreagem


9.1 - Lubrificação da caixa de câmbio
1 - Bujão de nível e abastecimento
2 - Bujão de dreno
Óleo recomendado e capacidade:
Veja a tabela no item “2 desta seção”.
Verificação do nível:
Verifique o nível com a máquina nivelada e remova o bujão
(1): o nível deve atingir a borda do orifício.
Troca do óleo:
Faça a troca com o câmbio em temperatura de funcionamento,
permitindo um escoamento completo, inclusive das
impurezas eventualmente presentes.
Limpe o bujão de dreno (2), que possui uma parte
1
magnética para reter as partículas metálicas formadas com
o desgaste normal. 2

9.2 - Lubrificação do diferencial


1 - Bujão de nível e abastecimento
Óleo recomendado e capacidade:
Veja a tabela no item “2 desta seção”.
Verificação do nível: 3
Verifique o nível com a máquina nivelada, para isso remova 1
o bujão (1): o nível deve atingir a borda do orifício.
2
Troca do óleo:
Faça a troca com o diferencial em temperatura de
funcionamento, permitindo um escoamento completo,
inclusive das impurezas eventualmente presentes.
Remova os dez parafusos (2), a tampa (3) e deixe escoar o
óleo, após reinstale os componentes removidos e abasteça
através do bujão (1).

9.3 - Lubrificação dos acionamentos finais 1


(baixadas)
1 - Bujão de abastecimento e respiro.
2 - Bujão de nível: o nível deve atingir a borda roscada.
3 - Bujão de dreno.
Troca do óleo:
2
Faça a troca com os acionamentos finais (baixadas) em
temperatura de funcionamento, permitindo um escoamento
completo, inclusive das impurezas eventualmente presentes.
Limpe o bujão de dreno (3), que possui uma parte
magnética para reter as partículas metálicas formadas com 3
o desgaste normal.

129
Seção 8 - Manutenção e conservação

9.5 - Ajuste da folga das correntes de


acionamento
O ajuste da folga das correntes das reduções finais
(ou “baixadas”), requer conhecimento e ferramental
específico.
Basicamente, consiste na remoção das rodas e das tampas
internas (1).
Em seguida, é removido o cubo (2), o qual, ao ser girado
em relação ao alojamento, proporciona alteração na folga
da corrente. 1
Além de ferramental adequado, a vedação é feita com junta
líquida.
Aconselhamos solicitar assistência técnica em concessionária
credenciada JAN. 2

9.6 - Ajuste da embreagem


Não há necessidade de regulagem. O acionamento
da embreagem neste caso, possui também auxílio
pneumático.
Apenas deve-se fazer a sangria quando necessário, seguindo
o procedimento abaixo:
a) Acione o motor e aguarde o sistema pneumático atingir
a pressão de operação.
b) Abasteça o reservatório de fluido (1) localizado dentro
da cabine do operador. 1
c) Peça para um auxiliar acionar o pedal da embreagem
até o fundo e mantê-lo nesta posição.
d) Solte o bujão de sangria (2) junto ao cilindro-servo
atuador, no lado esquerdo do motor.
Cuide para que o jato de fluido não lhe atinja.
e) Reaperte o bujão (2) e somente agora, peça para soltar
o pedal da embreagem.
f) Repita estes passos 2 ou 3 vezes, conforme
necessário.
OBS: Se a atuação do pedal não ficar satisfatória e/ou a
necessidade de sangria se tornar freqüente, consulte a Assistência
Técnica especializada JAN.
2

130
Seção 8 - Manutenção e conservação

10 - Sistema pneumático
O sistema é livre de manutenção. O dreno do reservatório
é automático através do purgador (2).
1

Suspensão pneumática:
3
Verifique diariamente estado e eventuais vazamentos das
válvulas de controle (3) e as molas pneumáticas (4).
4

131
Seção 8 - Manutenção e conservação

11 - Sistema hidráulico
11.1 - Cuidados com o sistema hidráulico
1 - Nunca misture fluidos hidráulico de marcas e/ou classificações diferentes.
2 - Não misture qualquer tipo de aditivo no fluido.
3 - Tenha como precaução sempre limpar os locais onde irá retirar filtros e bujões.
4 - Quando um terminal ou conexão hidráulico apresentar vazamento, verifique se está bem
apertado, não tente repará-lo: troque-o.
5 - Em caso de anormalidades no sistema hidráulico, não hesite em requisitar assistência
especializada JAN.
6 - Ao reinstalar bombas e motores hidráulicos, preencha as carcaças com óleo antes da
partida.
7 - Sempre troque o fluido com a máquina em temperatura normal de funcionamento.
Para verificar níveis, a máquina deve estar perfeitamente nivelada. Observe também
recomendações sobre a posição indicada para os cilindros, que, salvo orientação contrária,
devem estar com as hastes recolhidas.
8 - Ao preencher o circuito hidráulico com óleo novo, faça todos os sistemas hidráulicos
funcionarem sem carga por alguns minutos para a desaeração (purga) das linhas e
carcaças.
9 - Jamais acione o motor com o reservatório hidráulico vazio.
10 - Não use trapos ou estopas para vedar as tubulações e conexões, nem para secar peças.

ATENÇÃO!
4 Óleo hidráulico sob pressão pode penetrar na pele.
4 A sujeira é a maior inimiga do sistema hidráulico.
4 Use um recipiente adequado para recolher os líquidos drenados.
4 Acondicione os líquidos drenados em local apropriado.
4 Evite contaminar o solo e rios ou esgotos.

PRESERVE O MEIO AMBIENTE


ÓLEOS E GRAXAS SÃO RECICLÁVEIS

11.2 - Verificação de nível do fluido 1

1 - Bocal de abastecimento com respiro e filtro de ar:


Mantenha o respiro e o filtro de ar sempre limpos.
2 - Visor de nível: O nível deve atingir o visor, estando a
máquina nivelada.
2

- NOTA:
Para verificar nível, recolha todas as haste dos
cilindros.

132
Seção 8 - Manutenção e conservação

11.3 - Troca de fluido e filtros


3 - Bujão de dreno: Drene o fluido com o sistema em
temperatura de funcionamento.
Vejas as Notas abaixo.
4 - Filtro de pressão.
5 - Filtro de retorno: Equipado com indicador de restrição
(6).
A troca do fluido e dos filtros (4 e 5) deve ser feita
anualmente ou cada 500 horas de trabalho - o que ocorrer
primeiro.
Para o filtro (4) há um indicador de restrição (4a) se este
indicador não apresentar a cor verde é necessário efetuar
7
manutenção deste filtro.
No caso do filtro (5) o ponteiro do indicador de restrição (6)
entrar na faixa vermelha, este deve ser trocado independente
do número de horas.

- NOTAS:
1 - Sempre que trocar algum filtro (4 ou 5) feche
os registros (7).
3

2 - Antes de drenar o óleo, recolha todas as


haste dos cilindros, de forma que a mínima
quantidade de óleo ficará sem renovação.
4a

6
11.4 - Sistema de freios 4

O sistema de freio é acionado hidraulicamente, utilizando


o mesmo óleo do sistema hidráulico do pulverizador e não
necessita de manutenção preventiva.

5
Importante:
A manutenção do sistema de freios deve ser
executada por profissionais qualificados pela JAN

133
Seção 8 - Manutenção e conservação

12 - Manutenção do sistema eletro-eletrônico


12.1 - Cuidados com o sistema elétrico
ATENÇÃO!
4 Jamais inverta os cabos da bateria (inversão da polaridade), pois isto pode provocar a imediata
destruição dos diodos do alternador.
4 Jamais use baterias auxiliares em 24 volts, pelas mesmas razões do alerta acima.

4 Nunca teste a bateria fazendo contato (provocando curto)


entre o terminal (+) com a massa ou pólo ( - ). 1
4 Ao efetuar solda na máquina, desligue o motor, retire
a chave do contato e desligue a chave geral (1) junto a
bateria. Em seguida, desconecte os cabos do alternador
(identificando-os antes para evitar inversões).
4 Em longos períodos inativos da máquina, também
desligue a chave geral (1).
4 O alternador e componentes do quadro elétrico,
necessitam de cuidados especializados - exceto quando
se trata de simples substituição de fusível ou relé.
4 Cabos elétricos: atente para a correta conservação destes
componentes: conserve a limpeza, a integridade e as
fixações nos diversos pontos da máquina.
A correta fixação é fundamental para evitar danos aos
cabos e mangueiras (conduítes).

12.2 - Manutenção e cuidados com a bateria


A) Limpeza da bateria:
A limpeza influi na durabilidade da bateria. Os acúmulos
de depósitos externos corroem a pintura e as partes
metálicas, além de descarregar a bateria, pois funcionam
como condutores.
Os terminais da bateria perdem o correto contato com os
terminais dos cabos, gerando dificuldade para conduzir a
corrente, resultando em descarga e o superaquecimento
da bateria.

134
Seção 8 - Manutenção e conservação

B) Carga da bateria:
A carga da bateria pode ser verificada de duas formas:
1 - Medindo a tensão entre os terminais, utilizando um
multímetro.
12,7 Volts ................................ Carga máxima
12,4 Volts ................................. Carga a 50 %
12,0 ou menos . ......................... Descarregada

Na recarga: não submeta a bateria à corrente de carga


superior a 17 A / h. Tal descuido, além de não acelerar a
carga, poderá destruir a bateria.
A recarga deverá ser o mais lenta possível e o tempo varia
conforme o estado da carga em que ela se encontra:

Tensão x tempo para a recarga:


Entre 12,5 e 15 V de carga.......................4 horas
Entre 12,4 a 12,59 V de carga..................6 horas
Entre 12,2 a 12,39 V de carga..................10 horas
Menor de 12,19 V de carga......................16 horas
OBS: Jamais use carga sob tensões acima de 15 Volts.

- NOTA:
Conforme alertado na Seção Operação, ao utilizar
uma bateria auxiliar não f ixe os cabos desta
diretamente sobre os terminais da bateria fraca:
a elevada corrente em circulação poderá explodir
a bateria fraca.
Conecte o cabo positivo (+) diretamente no terminal
(+) do motor de partida e o cabo negativo (-) em
algum ponto de massa da máquina.

12.3 - Ajuste da tensão da cor reia do


alternador
A deflexão da correia no trecho indicado deve estar entre
10 e 20 mm.
Se necessário, solte a porca dos parafusos (1 e 2), mova o 10 a 20
alternador até obter a tensão correta e reaperte as porcas. mm

135
Seção 8 - Manutenção e conservação

12.4 - Quadros elétricos dos fusíveis e relés


A) Quadro elétrico dos fusíveis: F1
Localizado no painel de instrumentos, neste quadro F2
concentra os fusíveis da maioria das funções elétricas do F3
pulverizador. F4
F5
F1 - Farol dianteiro - 30 A
F2 - Limpador de para-brisas (palhetas e esguichos) - 30A
F3 - Farol lateral e farol central - 25 A
F4 - Giroflex e farol traseiro - 15 A
F5 - Buzina, carregador de celular e luz de freio - 15 A
F6 - Fusível do marcador de espuma F6
F7 - Fusível do controlador das barras
F8 - Fusível geral do condicionador de ar
F9 - Motor condensador 20 A
F10 - Motor evaporador - 15 A
F7

- NOTAS:
1 - O Fusível (F8) localiza-se próximo da
bateria.
2 - Para acessar os fusíveis (F9 e F10) e o relé F8
(R7) veja o item “12 desta seção”.

F9
R7
F10

B) Quadro elétrico dos relés: 2 1


Localizado abaixo do painel de instrumentos, neste quadro
encontram-se os relés da maioria das funções elétricas do
pulverizador.
Para ter acesso aos relés, remova os parafusos (1) e afaste
a tampa (2).
1
R1 - Farol traseiro da cabine
R2 - Faróis externos da cabine
R3 - Faróis intermediários da cabine
R4 - Limpador do pára-brisa
R5 - Faróis internos da cabine
R6 - Pisca alerta
R7 - Relé do motor condensador - 30 A R1 R2 R3 R4 R5 R6

136
Seção 8 - Manutenção e conservação

12.5 - Troca de lâmpadas


3 2 1

- NOTA:
Observe sempre a indicação da potência (em Watts)
de cada lâmpada, a qual é indicada no corpo da
própria lâmpada ou próximo ao soquete ou base 5
de montagem.

Troca das lâmpadas traseiras :


1 - Lâmpadas indicadoras direcionais (pisca-alerta)
traseiros: 15 watts. 4

2 - Sinaleira e luz de freio (Stop), constituída de 2 pólos,


5 e 21 watts.
3 - Luz indicadora da ré: 15 watts.
Remova os dois parafusos (4) e a lente (5), pressione e gire
a lâmpada queimada no sentido anti-horário.
Substitua a lâmpada queimada por outra da mesma potência
e reinstale os demais componentes.

Troca das lâmpadas dos faróis do teto da cabine:


a) Remova os seis parafusos (6) e a capa (7). 6
b) Remova o parafuso (8) e a moldura de fixação (9).
c) Remova o parafuso (10) e puxe a lâmpada (11).
d) De maneira inversa, instale uma lâmpada nova e os
demais componentes.
7

Troca das lâmpadas dos faróis da traseira da cabine:


a) Remova os dois parafusos (12) e a moldura de fixação.
c) Remova o parafuso (13) e puxe a lâmpada (14).
9
d) De maneira inversa, instale uma lâmpada nova e os
demais componentes.

11
12 10

14

13

137
Seção 8 - Manutenção e conservação

Troca da lâmpada da baliza giratória sobre o teto da cabine:


1
a) Libere a lente (1) girando-a no sentido no sentido
indicado pela seta.

b) Pressione e gire a lâmpada (2) retirando-a do


suporte.

c) De maneira inversa, monte uma lâmpada (2) nova


e reinstale a lente (1).

12.6 - Inspeção de componentes eletro-


eletrônicos
Há diversos componentes eletro-eletrônicos na máquina,
relacionados principalmente ao controle do sistema de
pulverização.
Para assegurar o perfeito funcionamento da máquina
durante toda a temporada, convém verificar periodicamente
tais componentes.
Veja alguns exemplos e detalhes a serem analisados:

A) Sensor de roda
O sensor de roda transmite pulsos elétricos proporcionais 1a
a velocidade do pulverizador para o computador do
controlador de pulverização.
Os pulsos são gerados pela passagem dos pinos (1a) do cubo
da roda em frente ao sensor (1).

Para o correto funcionamento do sensor:


4 Limpeza: a localização do sensor está muito sujeita a
acumulo de sujeira, como folhas, barro, etc.
4 Estado, fixação e conexão do cabo elétrico (1b).
1 1b
4 Regulagem de aproximação: a face frontal do sensor
deve ficar em torno de 3 mm dos pinos ou prisioneiros,
conforme o caso.
A regulagem pode ser feita através da porca e
contraporca de fixação do sensor.
Pode ocorrer que a desregulagem é causada pelo
empanamento do suporte do sensor. Neste caso,
desempene-o de modo a obter a folga adequada.

138
Seção 8 - Manutenção e conservação

13 - Eixos e rodas
13.1 - Ajuste da convergência das rodas Frente do Pulverizador
dianteiras
A correta convergência das rodas direcionais é de
fundamental importância para a durabilidade dos pneus e
para o controle da máquina.
A convergência deve ser tal, que a abertura das rodas na
frente fique 5 mm menor que a abertura das rodas atrás.
IMPORTANTE:
Faça a medida na altura dos eixos das rodas e entre
as bordas do aro.
A) Para ajustar: 3 2
a) Solte as braçadeiras (1) em ambos os lados da barra
de direção (3).
b) Solte também as contraporcas (2).
b) Gire as barras (3) até obter a convergência correta.
c) Reaperte o parafuso* das braçadeiras e contraporcas,
se montadas. 1
* Deixe a barra (3) de modo que os parafusos das
braçadeiras (1) fiquem para cima, tal como mostrado
na figura.

13.2 - Calibragem dos pneus


A correta calibragem contribui para a durabilidade dos
pneus e a segurança da máquina.
Faça a calibragem a cada 50 Horas ou semanalmente.
NOTAS: 3

- 4 Faça a calibragem sempre com os pneus


frios.
4 Pressões de calibragem recomendadas:

- Pneus traseiros e dianteiros = 30 PSI 2

13.3 - Aperto dos parafusos de fixação das 4


rodas
A cada 50 Horas de trabalho ou semanalmente, verifique
e aperte se necessário os parafusos das rodas dianteiras e
traseiras.
O torque recomendado é:
Para rodas dianteiras e traseiras: 260 /280 N.m

- NOTAS:
O kit de itens avulsos contém uma chave-de-rodas
(4).
139
Seção 8 - Manutenção e conservação

14 - Manutenção do sistema condicionador 1


de ar
14.1 - Manutenção dos filtros
A) Filtro de recirculação de ar
Para retirar o filtro de recirculação, retire os 4 parafusos (1)
e remova a proteção (2).
Limpe o filtro com ar comprimido e reinstale-o.
2

B) Filtro de renovação 3

Estes filtros não admitem limpeza: troque-os de acordo com


a indicação do fabricante do defensivo ou quando o teste
de restrição com folha de papel indicar saturação.
a) Abra o teto da cabine, para isso remova as 4 porcas
(3).
b) Retire as 2 porcas (4) da carcaça de proteção do
filtro.
Teste de saturação (restrição) dos filtros de carvão ativado
(5):
b) Ligue o ventilador da cabine e deixe o seletor de rotação 4
na posição “1” (intensidade mínima do fluxo de ar).
c) Passe uma folha de papel sobre o elemento filtrante
(5): o papel deve ser succionado contra o filtro.
Se não houver sucção suficiente a ponto de manter o
papel no filtro, indica restrição excessiva (saturação). 5
Neste caso, troque o filtro.
d) Os filtros são fixados no alojamento (6) através da
tampa e das porcas-borboletas (4).

C) Acesso a componentes internos


Caso haja necessidade de limpeza ou manutenção do
sistema de ar é necessário retirar a tampa de proteção.
8
Para isso remova todos parafusos (8) para ter acesso
aos componentes internos do ar condicionado como
condensador, ventiladores, fusíveis, reles, etc.

140
Seção 8 - Manutenção e conservação

14.2 - Tensão da correia do compressor 1


A deflexão da correia no ponto indicado pela seta deve ser
de 5 a 10 mm.
Para ajustar:
Solte as porcas (1) gire as porcas (2) até obter a tensão
desejada.
Após, reaperte todas as porcas.

14.3 - Recarga de refrigerante (Utilize somente


R-134 A)
A necessidade de recarga do fluido refrigerante, pode
ser constatada quando houver perda de eficiência do
condicionador.
Além disso, sobre o filtro-secador há um visor (4): se
este estiver branco (espumando) com o compressor em
funcionamento, é provável que a carga de gás esteja baixa, 4
devendo ser completada.
Porém, antes certifique-se de que todos os demais itens
estão em perfeitas condições: limpeza do filtro de renovação
de ar da cabine, limpeza do condensador, tensão da correia
do compressor, etc.
OBS: Um dos cuidados que mantém a vida útil do
compressor por mais tempo, é o acionamento do sistema
de refrigeração semanalmente.

- NOTAS:
1 - A troca ou recarga do fluido refrigerante,
requer pessoal e recursos especializados.
Consulte um especialista em condicionadores
de ar de sua confiança.
2 - Jamais solte alguma conexão condutora de
fluido refrigerante. Este é tóxico e exige
técnicas e equipamentos especiais para o
manuseio. A liberação do gás diretamente
para a atmosfera é prejudicial inclusive ao
meio ambiente.

141
Seção 8 - Manutenção e conservação

15 - Cuidados que visam a conservação da máquina


Equipamento bem conservado tem sua vida útil ampliada. Estes cuidados devem existir tanto
em períodos ativos, quanto em períodos inativos (na entressafra).

15.1 - Na época da operação (período ativo)


Os cuidados durante a temporada de utilização da máquina consistem de:
1 - Lubrificação diária em todos os pontos de graxa.
2 - Limpeza diária após a jornada de trabalho, com lavagem geral.
3 - Limpeza preventiva de filtros e bicos do sistema de pulverização.
4 - Em especial após aplicar produtos muito corrosivos, como uréia, fazer a lavagem e após,
aplicar produtos de proteção anti-ferrugem.
5 - Fazer a troca de óleos nos períodos indicados.
6 - Controlar a pressão dos pneus.
7 - Manter a tensão das correias ajustada.
8 - Verificar periodicamente o estado das mangueiras.
9 - Acionar o sistema condicionador de ar semanalmente, mesmo nos períodos em que este
sistema não requer utilização.
10 - Controlar todas as regulagens conforme descrito nesta seção.

15.2 - Conservação em períodos inativos


O primeiro cuidado consiste em fazer uma lavagem geral, por dentro e por fora da máquina,
com rigor especial.
Limpar também filtros e bicos de pulverização.
Em seguida, proporcionar todas as condições para uma secagem perfeita do equipamento. Isto
se consegue deixando-o algumas horas em local aberto, ensolarado e com incidência de vento.
Retire ou abra as tampas de inspeção existentes pela máquina.
O segundo aspecto é o da armazenagem: a máquina deve permanecer o período inativo totalmente
abrigado de intempéries, do contrário, não há conservação!
4 Lubrifique todos os pontos de graxa.
4 Verifique a necessidade de trocar o óleo de alguns conjuntos mecânicos.
4 Aplique produtos de proteção anticorrosiva nas barras e chassi, mais afetados pelo contato
com as plantas e produtos químicos.
4 Desconecte a bateria da máquina.
4 Proteja a saída do escape e a entrada do filtro de ar contra a entrada de insetos e sujeira. Ao
reativar a máquina, não esqueça de retirar as proteções.
4 Sistema hidráulico: Mantenha todos os cilindros hidráulicos em sua posição fechada (hastes
recolhidas). Nunca coloque graxa ou tinta nas hastes, nem lave-as com solvente, pois isto
danifica as vedações.
4 Sistema de combustível: verifique o estado dos filtros, substituindo-os se necessário e abasteça
completamente o tanque de combustível.
4 Faça o motor funcionar semanalmente durante 15 a 20 minutos, prevenindo o risco de
oxidação interna das camisas, pistões e anéis.
4 Sistema de arrefecimento: esgote a água do sistema e abasteça com água limpa + aditivo
recomendado.

142
Seção 9 - Acessórios

Manual de Instruções
Pulverizador Autopropelido Power Jet
Seção 9: Acessórios

143
Seção 9 - Acessórios

144
Seção 9 - Acessórios

1 - Bomba de carga (opcional)


Bomba de carga com vazão de 970 litros/min, com
acionamento por um motor a gasolina, destinada para
abastecimento do tanque principal com água.
3
Bomba instalada na linha final do abastecimento de água, ou
seja, sem comprometer os demais processos como lavagens,
incorporação de produto pelo incorporador, etc. 10
A) Para abastecer o tanque.
a) Conecte a mangueira de sucção (1) na válvula de
1
entrada (2) da bomba de carga.
b) Abasteça a câmara de sucção (3) da bomba com água,
retirando o bujão de abastecimento (4). A câmara de
sucção e a seção de mangueira (5) até a válvula de
entrada (2) devem estar cheios de água.
5

ATENÇÃO!
Antes de dar partida na bomba de carga, abra a
válvula de entrada da bomba de carga. 2

c) Para dar a partida na bomba de carga, gire o interruptor


(6) para posição (ON). Puxe o estrangulador (7), abra
a válvula de combustível (8) e puxe o manipulo de
arranque (9).
d) Acelere a bomba gradativamente, para obter maior
vazão.
4

- NOTA:
Após o uso da bomba de carga, sempre drene toda
a água de dentro da câmara de sucção da bomba
através do bujão de dreno (10).

7 8
6

145
Seção 9 - Acessórios

2 - Marcador de linha (opcional)


O compressor (1), peça mais importante do marcador de
linha, produz ar para pressurizar o reservatório (2) e soprar
o líquido sobre a esponja dentro do formador de espuma
(3), com acionamento pelo painel de comando (4).
A) Formação de espuma 2
1
Sempre que houver deficiência na formação de espuma
ou simplesmente não formar espuma, proceda da seguinte
maneira:
a) Desconectar as mangueiras do formador de espuma
certifique-se que haja fluxo de ar e líquido.
b) Verificar agente espumante. 4 3
c) Substitua a esponja (5) do formador de espuma (3).

- NOTA:
Limpe periodicamente o f iltro do pescador do
reservatório e válvula reguladora de vazão, para
evitar interrupção de formação de espuma por falta
de líquido.

B) Esquema básico de funcionamento


1 - Compressor elétrico e válvulas. 8 - Chicote de fios
2 - Reservatório (20 litros). 9 - Fio azul (negativo).
3 - Formador de espuma. 10 - Fio vermelho (positivo).
4 - Painel de comando. 11 - Mangueira azul de ar.
5 - Esponja do formador de espuma. 12 - Mangueira branca de líquido.
6 - Válvula reguladora de vazão. 13 - Válvula anti-retorno.
7 - Bateria do pulverizador (12 volts).
11

4
6

10 9

2
1

13 7

3 8 3

12

146
Seção 9 - Acessórios

3 - Navegador via satélite (opcional)


O navegador via satélite (1) ARAG (Skipper) estando
conectado ao computador Bravo 300S (2) auxilia na
pulverização executando funções como, corte automático
da válvula geral assim como corte automático individual
da seções das barras, alarme de sobreposição e visualização
1
completa do trabalho realizado como falhas no tratamento,
perímetro e extensão do lote.

2
1

- NOTA:
Para informações mais detalhadas como instalação,
painel de controle, funções de operação , manutenção,
diagnósticos, reparos e dados técnicos consulte o
manual de operação do Navegador GPS (Skipper)
que acompanha a máquina.

Esquema geral de instalação 2

1 - Navegador via satélite.


2 - Computador Bravo 300S.
3 - Antena e receptor GPS. 6 6
4 - Bateria do pulverizador (12 volts).
5 - Fusível de 3A.
6 - Habilitação do tratamento em curso + 12vdc (da
válvula de comando geral).
5

4 + 12v -

147
Seção 9 - Acessórios

Anotações

148
Manual de Instruções
Pulverizador Autopropelido Power Jet
Seção 10: Garantia, entrega técnica e revisão
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

1 - Te r m o d e g a r a n t i a J A N - C - Condições para cobertura efetiva da Garantia:


Pulverizadores 1 - Que as revisões (de Entrega e as Gratuitas), tenham
sido executados por Revenda Autorizada JAN,
Esta máquina é garantida pela JAN, contra defeitos de respeitando o número de horas prescrito nos cupons
material e/ou fabricação, através de sua Rede de Revendas e demais revisões programadas.
Autorizadas, nos termos a seguir estabelecidos:
2 - O cliente deverá mostrar para a Revenda Autorizada
JAN o presente termo. Se assim não proceder, ou a
A - Validade / vigência: garantia estiver com seu prazo expirado, a fábrica ou o
representante faturará os serviços e materiais do reparo
1 - Para a máquina 12 (doze) meses após a data da venda
efetuado.
ou da entrega ou 600 (seiscentas) horas trabalhadas, o
que ocorrer primeiro. 3 - Que a reclamação seja feita diretamente à Revenda
Autorizada JAN.
2 - Para peças de reposição ou agregados genuínos JAN,
quando adquiridos pelos clientes e instalados por uma 4 - Que as peças tenham sido substituídas e o serviço
Revenda Autorizada JAN: 6 (seis) meses após a data executado por uma Revenda Autorizada JAN.
da venda. 5 - Que os defeitos não sejam resultantes de desgaste
3 - Os prazos acima aplicam-se também para itens natural das peças, pelo prolongado tempo de desuso,
fornecidos por terceiros: Motor, Câmbio, Diferencial, utilização de barras, equipamentos ou acessórios
bombas, etc. inadequados e não recomendados pela JAN, bem como,
peças ou conjuntos não originais ou não aprovados
B - Cobertura / abrangência:
pela fábrica, má conservação, sobrecarga, condução
1 - Esta garantia abrange os reparos necessários em imprópria, reparos efetuados fora das oficinas
decorrência de falhas de material, montagem ou autorizadas JAN, acidentes de qualquer natureza e
fabricação da máquina JAN. casos fortuitos.
2 - A Garantia de todos os conjuntos e componentes 6 - Que todos os serviços de lubrificação e manutenção
da máquina, inclusive os fornecidos por terceiros, é preventiva prescritos no Manual do Operador tenham
administrada pela JAN, através da rede de Revendas sido providenciados e executados pelo proprietário da
Autorizadas ou diretamente pela fábrica, em máquina, utilizando lubrificantes, fluidos, aditivos e
casos especiais, definidos por julgamento técnico- combustíveis recomendados.
administrativo do Pós-Venda. D - Despesas a cargo do proprietário
3 - As peças reconhecidas como deficientes ou defeituosas
1 - Despesas relativas a itens de manutenção normal,
serão substituídas através da Rede de Revendas
tais como: óleos lubrificantes, graxas, combustíveis e
Autorizadas JAN.
similares. Elementos filtrantes e suas vedações, aditivo
4 - A substituição dos conjuntos completos como: da água do radiador, fluidos, vedações, etc.
motor, transmissão, eixos traseiros e dianteiros da
2 - Despesas de deslocamento do mecânico ou transporte
máquina, somente será considerada no caso da total
da máquina.
impossibilidade de seu conserto.
3 - Frete de peças: as despesas de transporte para as
Porém, em hipótese alguma ocorrerá a substituição da
devoluções de peças danificadas para a Revenda bem
máquina completa.
como envio de peças de reposição da Revenda até a
5 - São gratuitos: somente as peças substituídas e os propriedade do cliente.
serviços executados no período de vigência da
O mesmo ocorre para os casos com deslocamento de
Garantia.
pessoas para assistência técnica fora do período da
6 - Esta garantia se limita a reparar ou trocar através
garantia.
das Revendas Autorizadas JAN as peças que
E - Esta garantia não cobre:
comprovadamente apresentem problemas de fabricação,
1 - Peças por desgaste natural, nem avarias provocadas por
considerando para isso que todas as peças do produto
acidentes, ação de intempéries, materiais estranhos,
são originais de fábrica.
sobrecargas, falta de manutenção ou manutenção
7 - Reparos de pintura: são garantidos se os defeitos não
deficiente, negligência, uso indevido, etc., tampouco
forem causados por agentes externos anormais de
a quebra de vidros e torção da estrutura e/ou das
origem química ou mecânica.
rodas.
151
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

2 - Materiais considerados perecíveis, tais como elementos OBS: Entenda-se como peças originais, peças homologadas pelo
de filtragem em geral, óleos e graxas etc. controle de qualidade e fornecidas pela JAN.
3 - Elementos não-originais instalados no Pulverizador. A - Forem realizados reparos e alterações em locais não
JAN não se responsabiliza por tais peças danificadas, autorizados ou não integrantes da rede de serviços
alteradas ou usadas incorretamente, tampouco pelas JAN sem prévia autorização desta.
consequências resultantes. - Forem removidos ou alterados quaisquer dados das
4 - Serviços de manutenção regular da máquina, tais como placas ou sinais de identificação constantes no produto
lavagens, limpeza do tanque de defensivo e sistema de e no certificado de garantia.
alimentação de combustível, regulagens e inspeções. - Se o primeiro comprador vender o produto e/ou
5 - A JAN não assume indenizações por imobilidade descumprir os termos de pagamento previamente
ou danos e prejuízos diretos ou indiretos, tampouco estabelecidos.
por acidente. Em nenhum momento a JAN se - A máquina ou componentes forem danificados por
responsabilizará por danos derivados de lucro mau uso, negligência, inexperiência ou imperícia do
cessante. operador, alteração das características do equipamento
6 - A presente garantia se restringe à máquina, suas peças e ou acidente, bem como inundações, incêndios,
componentes, não cobrindo quaisquer outras despesas, sobrecargas mecânicas, regulagens incorretas ou não
mesmo decorrentes da avaria ou defeito, tais como: recomendadas.
- Despesas de reboque ou transporte da máquina, - Se for constatado o uso do equipamento para fins não
socorro ou guincho. previstos em projeto.
- Imobilização da máquina. G - Geral
- Despesas de deslocamento de pessoal e hospedagem. 1 - A presente garantia substitui qualquer outra garantia
F - Esta garantia perde sua validade: subentendida ou expressa, bem como qualquer outra
obrigação e responsabilidade da JAN, e não assume,
1 - Pelo decurso do prazo de validade.
tampouco autoriza a nenhuma outra pessoa que
2 - A qualquer tempo, se:
assuma em nome da empresa a responsabilidade sobre
- Não tiver sido realizada e comprovada a Entrega qualquer informação aqui descrita.
Técnica.
2 - Nenhuma outra garantia expressa é dada e nenhuma
- Não tiverem sido realizadas e comprovadas as revisões afirmação da JAN constituirá uma garantia.
obrigatórias gratuitas, dentro do período de Garantia,
3 - A presente garantia não obriga a JAN, nem suas
conforme cupons constantes na presente Seção,
Revendas Autorizadas a introduzir em unidades já
devidamente preenchidos, datados e dentro dos prazos
produzidas as possíveis modificações de peças, de
previstos.
detalhes construtivos, a adaptação de acessórios que
OBS: Revisões adicionais dentro do período de garantia, embora a fábrica julgue necessário para o melhoramento da
aconselhadas, são feitas por conta do cliente. máquina ou qualquer outra exigência de caráter técnico
- Ocorrer violação do marcador de horas trabalhadas da ou comercial.
máquina. 4 - Os reparos efetuados durante o período de garantia não
- Ocorrer modificação ou alteração da máquina ou serão, em nenhum momento motivo para prolongação
seus componentes fora das características previstas, da mesma.
sugeridas ou aprovadas pela JAN. 5 - Peças substituídas durante o período de garantia são de
- Ocorrer a inobservância de qualquer das recomendações propriedade JAN. Em hipótese alguma será fornecida
constantes neste Certificado de Garantia e no Manual uma peça nova em garantia sem que a peça defeituosa
do Operador. tenha sido encaminhada para a fábrica.
- Não forem seguidas as instruções de serviço, uso 6 - Todas as peças enviadas para a fábrica, para fins
e manutenção periódica indicada no Manual do de análise de garantia, devem ser devidamente
Operador. identificadas com etiquetas resistentes, com os
- Não forem usadas peças originais, lubrificantes e/ou seguintes dados:
- Breve descrição da falha.
combustíveis aprovados conforme listado no Manual
do Operador. - Modelo e Série da máquina.
- Identificação do proprietário.

152
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

2 - Instruções gerais
Os cupons deverão ser utilizados da seguinte forma:
O não cumprimento dos procedimentos definidos nos itens
A - Certificado de Entrega da máquina
abaixo cancelará a garantia da máquina.
Na ocasião da entrega da máquina ao cliente ou seu
1 - Leia com a máxima atenção as instruções contidas
representante, o representante técnico da Revenda
nesta publicação, pois elas estão diretamente ligadas à
Autorizada JAN, deve executar todos os itens de
Garantia da máquina JAN.
serviço relacionados no próprio certificado e remeter
2 - Exija da sua Revenda Autorizada JAN, o preenchimento o mesmo para o Departamento de Pós-Venda,
correto e completo das informações contidas no devidamente preenchido, assinado e datado; somente
Certificado de Entrega e Cupons de Revisão. assim a Entrega Técnica terá validade.
3 - Na seqüência V. Sa. encontrará o Termo de Garantia B - Cupom das duas Revisões Gratuitas Obrigatórias:
e as responsabilidades da JAN S.A., e das Revendas
Na ocasião destas revisões, o consultor técnico da
Autorizadas.
Revenda Autorizada JAN, deve executar todos os
4 - Não viole os selos de quaisquer componentes do motor, itens de serviços relacionados nos próprios cupons e
sistema de injeção de combustível ou parte elétrica, sob remetê-los para o departamento de Pós-Venda da JAN
pena do cancelamento automático da Garantia. (Não-Me-Toque), devidamente preenchido, assinado
5 - Utilize sempre combustível diesel conforme e datado.
especificação e óleos lubrificantes com as características
recomendadas. Substitua-os nos prazos indicados,
lubrifique periodicamente a máquina, conforme as
indicações no Manual do Operador.
6 - Cabe ao operador e responsável(is) direto(s),
uma grande parcela de responsabilidade pelo
bom funcionamento e durabilidade da máquina.
Recomendamos enfaticamente que o proprietário
selecione somente operadores experientes, treinados
e cuidadosos.
7 - O presente manual:
- Deve ser mantido sempre conservado e junto ou
próximo da máquina.
- No caso de existir mais de um Pulverizador em
operação numa mesma propriedade, é fundamental
observar que cada máquina possui um manual
específico, com os respectivos controles de Pós-Venda
(Entrega Técnica e Revisões).
OBS: os números de Série do equipamento são
anotados no Certificado de Entrega e Cupons de
Revisão.
8 - Ao receber a máquina, o cliente deve:
- Verificar toda a máquina quanto a eventuais avarias
oriundas do transporte, tais como faróis quebrados,
bicos pulverizadores quebrados ou faltantes e demais
itens.
- Exigir o fornecimento do manual, com o presente
anexo sobre instruções e controles de Pós-Venda.

153
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

3 - Entrega Técnica - Localização das plaquetas de identificação e importância


dos números de série.
Antes da Entrega propriamente dita: - Ajustes e verificações a serem feitas antes de iniciar a
1 - Caso a máquina seja transportada da fábrica até a operação.
Revenda com alguns componentes removidos, antes - Utilização dos instrumentos e comandos.
da entrega, o revendedor JAN deverá providenciar a
- Configuração e utilização do controlador eletrônico
instalação de tais componentes.
de pulverização.
2 - O Revendedor deverá inspecionar a máquina quanto
- Procedimentos e precauções ao conduzir a máquina
a itens faltantes ou danificados. Se for o caso, deve
em vias públicas, alertando que essa normalmente é
fazer o registro no Certificado de Entrega Técnica e
uma prática reprovada por lei.
em seguida, tomar as providências cabíveis.
- Uso e cuidados com o sistema condicionador de ar e
calefação (Se equipado).
Entrega Técnica:
- Ajuste da bitola dianteira e traseira, convergência das
1 - O proprietário não deve iniciar a utilização da máquina rodas dianteiras e da pressão dos pneus.
sem que a Entrega Técnica tenha sido efetuada
integralmente.
A nível de manutenção:
2 - A Entrega Técnica é um esforço da JAN em assegurar
- Explicar o plano de manutenção periódica e sua
que a máquina chegue até o cliente em perfeitas
importância.
condições e que todas as instruções pertinentes sejam
repassadas aos usuários. - Tabela de lubrificantes, pontos de lubrificação à graxa,
itens sugeridos para estoque, pontos de reaperto e
Porém, nosso esforço não encerra com a Entrega
inspeções periódicas.
Técnica: oferecemos duas Revisões Gratuitas e
colocamos à sua disposição o serviço de Assistência - Posição dos bujões de nível e abastecimento, varetas e
conforme orientações na presente Seção. bujões de dreno.
3 - Toda a Entrega Técnica deve ser efetuada com o manual, - Nível do líquido de arrefecimento, ajuste das correias,
que além de conter as informações necessárias, inclui forma de drenagem e cuidados gerais com o sistema
a documentação de controle, de Garantia, Entrega de arrefecimento.
Técnica e Revisão Gratuita, bem como, as formas de - Limpeza e troca dos filtros de ar e cuidados com o
entrar em contato com o serviço de Assistência JAN. sistema de filtragem de ar.
4 - O entregador apresentará o presente manual e a forma - Posição da caixa de fusíveis e procedimentos de
para encontrar todas as informações de que precisa, e troca.
portanto, a importância de manter o manual sempre
conservado e junto ou próximo da máquina.
5 - Na Entrega devem ser explicados e/ou demonstrados
todos os itens relacionados no Checklist do certificado
de Entrega Técnica anexo à esta Seção.
Em linhas gerais, o entregador deve esclarecer:
- A importância e a forma de utilizar o manual do
operador.
- Os principais pontos envolvendo segurança, na
operação e na manutenção.
- Sobre Equipamentos de Proteção Individual
recomendados e a importância em consultar
o fornecedor do defensivo aplicado quanto a
precauções especiais. Normalmente, o próprio
rótulo das embalagens fornece as informações mais
importantes.

154
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

4 - Revisões Gratuitas/Obrigatórias:
- A JAN concede ao primeiro proprietário o direito
de submeter sua máquina a duas Revisões Gratuitas/
Obrigatórias, quando esta completar:
45 horas de operação: 1a Revisão.
90 horas de operação: 2a Revisão.
- Se as revisões Gratuitas/Obrigatórias não forem
executadas e os cupons de Revisão não forem
apresentado no prazo previsto, a máquina perde a
Garantia.
- Nos 2 ou 3 dias que antecedem a ocorrência do período
(em horas) recomendados para as revisões, o cliente
deve entrar em contato com a Revenda Autorizada para
agendar a execução da respectiva Revisão Gratuita.
Na data agendada, o proprietário deverá disponibilizar
a máquina por um período de 4 horas em local acessível
e informado por ocasião do agendamento.
A máquina deve estar limpa.
- A mão-de-obra destas revisões é de responsabilidade
do revendedor, porém os materiais empregados tais
como: juntas, elementos de filtragem, graxas, óleos, e
peças em geral, etc. fica por conta do proprietário.
- O presente manual obrigatoriamente deverá estar junto
à máquina no dia da revisão, pois o mesmo contém
na presente Seção, todos os formulários (cupons) de
controle.
- Caso a máquina, durante o período de garantia,
seja transferida para outra região além daquela em
que foi adquirida, a revisão deverá ser efetuada pelo
representante da região para a qual a máquina foi
transferida.
Para isto, é fundamental que se apresente o Cupom de
Revisão e este Manual, onde constam, a data de venda
da máquina, números de série, etc.
- Verifique os itens a serem revisados e os respectivos
controles e comprovações conforme relacionado no
cupom de cada revisão.

155
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

5 - Revisões adicionais (pós-garantia)


Recomendamos que após o prazo de garantia e execução da revisão Gratuita, o proprietário mande
efetuar periodicamente novas revisões, à fim de manter a máquina nas melhores condições de
funcionamento, prolongando a vida útil.
Embora estas revisões não sejam gratuitas, nem obrigatórias, convém lembrar que a execução das
mesmas por um técnico treinado na fábrica, assegura qualidade na revisão, além de permitir um
acompanhamento da fábrica quanto ao desempenho e durabilidade do equipamento.
Nossos técnicos e representantes estarão sempre dispostos para receber críticas e sugestões de
nossos clientes, contribuindo para um aprimoramento contínuo dos nossos produtos.
Convém destacar também, que um equipamento revisado com regularidade, além da garantia de
bom funcionamento por muito mais tempo, conserva seu valor.
A execução de revisões adicionais é documentada através dos cupons também inseridos ao final
desta Seção.

6 - Como solicitar assistência técnica JAN


Nosso esforço não para com a elaboração do presente manual nem com a Entrega Técnica:
colocamos à sua disposição um serviço de Assistência Técnica permanente.
Alem disso para compras de peças de reposição, solicitação de revisões e demais benefícios acesse
nosso portal na internet através do endereço [Link] e solicite seu cadastro. No site
você poderá usufruir de recursos que lhe proporcionarão maior agilidade e precisão na pesquisa
e solicitação de peças, orçamentos, etc.
Contate-nos, cadastre-se e aproveite essa nova ferramenta que a JAN está colocando à sua
disposição.
OBS: Ao solicitar assistência ou requisitar peças de reposição, sempre informe os números de
série solicitados. Veja a identificação dos mesmos no item “1 da seção 3”.
Para entrar em contato, utilize a forma mais conveniente:
Telefone: (0XX54) 3332-6500 Fax: (0XX54) 3332-1712
Email: decom@[Link]
Nosso site: [Link]
Endereço: Rua Senador Salgado Filho, 101 Cep: 99470.000
Não-Me-Toque RS/Brasil

156
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

A1 - Certificado de Entrega Técnica (1ª via: Cliente)


Senhor proprietário:
4 A mão-de-obra da Revisão é de responsabilidade da revendedora, nos termos apresentados
nesta Seção.
4 Exija o preenchimento total deste certificado, à máquina ou com letra de forma legível.
4 Assine o certificado somente após a execução da entrega.
I - Dados do cliente
Nome:______________________________ Fazenda:_____________________________
Endereço: ___________________________ Município / UF: _________________/ ____
Telefone: ___________________________ Email (se tiver): _______________________
Participantes da Entrega (responsável ou capataz, operadores e outros):
1 - _________________________________ 2 - __________________________________
3 - _________________________________ 4 - __________________________________

II - Dados da Revenda
Nome: ______________________________ Endereço:_____________________________
Município / UF: _________________ / ____ Telefone: ______________
Técnico que efetuou a revisão / Email: _________________________ / _________________

III - Dados da máquina


Modelo:_____________ Data da venda (constante da nota fiscal): ___/___/___
Série da máquina:_____________________ Série do motor:_____________________
Série do controlador:___________________ Horímetro (horas registradas):_________

IV - Itens executados na entrega técnica


Vide checklist no verso deste Certificado.

V - Anotações (use este campo para relatar anormalidades encontradas na máquina e outras informações que
julgar pertinentes:
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________.

VI - Declaração do cliente
( ) A Entrega Técnica foi devidamente executada de acordo com as instruções contidas no
presente manual, tendo sido efetuados todos os itens acima citados.
( ) Esta máquina me foi entregue nesta data, completamente revisada e em perfeitas condições
de aparência e funcionamento.
( ) Recebi também instruções sobre operação, manutenção e as condições de garantia.

___/___/___ ________________________ ________________________


Data da revisão Assinatura do cliente Assinatura do técnico.

157
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

Itens executados na entrega técnica


A) A nível geral: ver seções 1,2 e 3.
( ) Utilização do manual do operador.
( ) Localização dos números de série.
( ) Condições de garantia e revisões.
( ) Regras de segurança e EPIs recomendados.
( ) Abastecimento e armazenagem de combustível.
( ) Funcionamento e características da máquina.

B) Operação: ver seção 4,5,6 e 7.


( ) Identificar instrumentos e controles da cabine.
( ) Procedimento para partida, deslocamento e parada da máquina.
( ) Utilização do freio de estacionamento.
( ) Controles hidráulicos.
( ) Registros e válvulas.
( ) Controlador eletrônico de pulverização.
( ) A operação passo-a-passo.
( ) Todos os cuidados a nível de limpeza.

C) Manutenção da máquina: ver seção 8.


( ) Plano de manutenção periódica.
( ) Lubrificantes e aditivos recomendados.
( ) Pontos de lubrificação a graxa.
( ) Itens de manutenção do motor, sistema e pulverização, transmissão, sistema elétrico, sistema
hidráulico. Citar e explicar os procedimentos.
( ) Cuidados e procedimentos em períodos inativos.
( ) Cuidados inerentes a manutenção de sistemas como o elétrico, hidráulico e de
pulverização.

D) Utilização de acessórios: ver seção 9.


( ) Bomba de carga.
( ) Marcador de espuma.
( ) Navegador via satélite (GPS)

158
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

A2 - Certificado de Entrega Técnica (2ª via: enviar à JAN)


Senhor proprietário:
4 A mão-de-obra da Revisão é de responsabilidade da revendedora, nos termos apresentados
nesta Seção.
4 Exija o preenchimento total deste certificado, à máquina ou com letra de forma legível.
4 Assine o certificado somente após a execução da entrega.
I - Dados do cliente
Nome:______________________________ Fazenda:_____________________________
Endereço: ___________________________ Município / UF: _________________/ ____
Telefone: ___________________________ Email (se tiver): _______________________
Participantes da Entrega (responsável ou capataz, operadores e outros):
1 - _________________________________ 2 - __________________________________
3 - _________________________________ 4 - __________________________________

II - Dados da Revenda
Nome: ______________________________ Endereço:_____________________________
Município / UF: _________________ / ____ Telefone: ______________
Técnico que efetuou a revisão / Email: _________________________ / _________________

III - Dados da máquina


Modelo:_____________ Data da venda (constante da nota fiscal): ___/___/___
Série da máquina:_____________________ Série do motor:_____________________
Série do controlador:___________________ Horímetro (horas registradas):_________

IV - Itens executados na entrega técnica


Vide checklist no verso deste Certificado.

V - Anotações (use este campo para relatar anormalidades encontradas na máquina e outras informações que
julgar pertinentes:
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________.

VI - Declaração do cliente
( ) A Entrega Técnica foi devidamente executada de acordo com as instruções contidas no
presente manual, tendo sido efetuados todos os itens acima citados.
( ) Esta máquina me foi entregue nesta data, completamente revisada e em perfeitas condições
de aparência e funcionamento.
( ) Recebi também instruções sobre operação, manutenção e as condições de garantia.

___/___/___ ________________________ ________________________


Data da revisão Assinatura do cliente Assinatura do técnico.

159
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

Itens executados na entrega técnica


A) A nível geral: ver seções 1,2 e 3.
( ) Utilização do manual do operador.
( ) Localização dos números de série.
( ) Condições de garantia e revisões.
( ) Regras de segurança e EPIs recomendados.
( ) Abastecimento e armazenagem de combustível.
( ) Funcionamento e características da máquina.

B) Operação: ver seção 4,5,6 e 7.


( ) Identificar instrumentos e controles da cabine.
( ) Procedimento para partida, deslocamento e parada da máquina.
( ) Utilização do freio de estacionamento.
( ) Controles hidráulicos.
( ) Registros e válvulas.
( ) Controlador eletrônico de pulverização.
( ) A operação passo-a-passo.
( ) Todos os cuidados a nível de limpeza.

C) Manutenção da máquina: ver seção 8.


( ) Plano de manutenção periódica.
( ) Lubrificantes e aditivos recomendados.
( ) Pontos de lubrificação a graxa.
( ) Itens de manutenção do motor, sistema e pulverização, transmissão, sistema elétrico, sistema
hidráulico. Citar e explicar os procedimentos.
( ) Cuidados e procedimentos em períodos inativos.
( ) Cuidados inerentes a manutenção de sistemas como o elétrico, hidráulico e de
pulverização.

D) Utilização de acessórios: ver seção 9.


( ) Bomba de carga.
( ) Marcador de espuma.
( ) Navegador via satélite (GPS)

160
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

B1 - Cupom da 1ª revisão obrigatória (45 horas): 1ª via: Cliente


Senhor proprietário:
4 A mão-de-obra da Revisão é de responsabilidade da revendedora, nos termos apresentados
nesta Seção.
4 Exija o preenchimento total deste certificado, à máquina ou com letra de forma, legível.
4 Assine o certificado somente após a execução da Revisão.
I - Dados do cliente
Nome:______________________________ Fazenda:_____________________________
Endereço: ___________________________ Município / UF: _________________ / ____
Telefone: ___________________________ Email (se tiver): _______________________
Participantes da Entrega (responsável ou capataz, operadores e outros):
1 - _________________________________ 2 - __________________________________
3 - _________________________________ 4 - __________________________________

II - Dados da Revenda
Nome: ______________________________ Endereço:_____________________________
Município / UF: _________________ / ____ Telefone: _____________________________
Técnico que efetuou a revisão / Email: _________________________ / ________________

III - Dados da máquina


Série da máquina:_____________________ Série do motor:_____________________
Série do controlador:___________________ Horímetro (horas registradas):_________

IV - Itens executados na entrega técnica


Vide checklist no verso deste Cupom.

V - Anotações (use este campo para relatar anormalidades encontradas na máquina e outras informações que
julgar pertinentes:
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________.

VI - Declaração do cliente
( ) Esta Revisão Obrigatória foi executada de acordo com os itens mencionados acima e a
máquina encontra-se em perfeitas condições de funcionamento.

___/___/___ ________________________ ________________________


Data da revisão Assinatura do cliente Assinatura do técnico.

161
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

Itens executados na 1a revisão obrigatória (45 horas)


A) Motor e periféricos
( ) Verifique nível de água do radiador.
( ) Verifique estado e tensão das correias.
( ) Verifique o filtro de ar e mangueiras.
( ) Verifique compressor de ar e mangueiras.
( ) Verifique atuação do acelerador manual.

B) Sistema de transmissão
( ) Verifique o funcionamento da embreagem e se necessário ajuste.
( ) Verifique a existência de vazamento e elimine-os.
( ) Torque dos parafusos que prendem a engrenagem superior ao semi eixo (canelas).

C) Sistema de freio
( ) Verifique o funcionamento dos freios e o nível de fluído do comando.

D) Sistema hidráulico
( ) Verifique a existência de vazamentos e elimine-os.
( ) Verifique as pressões do sistema.

E) Sistema de direção
( ) Verifique a convergência das rodas dianteiras.
( ) Verifique o funcionamento.

F) Sistema elétrico e ar condicionado


( ) Verifique o funcionamento da iluminação.
( ) Verifique o funcionamento do ar condicionado.
( ) Verifique o funcionamento do painel.

G) Geral
( ) Reaperte todos os parafusos.
( ) Lubrifique todos os pinos graxeiros.
( ) Verifique se o cliente está fazendo a lubrificação com graxa conforme recomendado, bem
como as demais manutenções e cuidados de conservação.
( ) Acessórios verifique o funcionamento.

162
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

B2 - Cupom da 1ª revisão obrigatória (45 horas): 2ª via: Enviar à JAN


Senhor proprietário:
4 A mão-de-obra da Revisão é de responsabilidade da revendedora, nos termos apresentados
nesta Seção.
4 Exija o preenchimento total deste certificado, à máquina ou com letra de forma, legível.
4 Assine o certificado somente após a execução da Revisão.
I - Dados do cliente
Nome:______________________________ Fazenda:_____________________________
Endereço: ___________________________ Município / UF: _________________ / ____
Telefone: ___________________________ Email (se tiver): _______________________
Participantes da Entrega (responsável ou capataz, operadores e outros):
1 - _________________________________ 2 - __________________________________
3 - _________________________________ 4 - __________________________________

II - Dados da Revenda
Nome: ______________________________ Endereço:_____________________________
Município / UF: _________________ / ____ Telefone: _____________________________
Técnico que efetuou a revisão / Email: _________________________ / ________________

III - Dados da máquina


Série da máquina:_____________________ Série do motor:_____________________
Série do controlador:___________________ Horímetro (horas registradas):_________

IV - Itens executados na entrega técnica


Vide checklist no verso deste Cupom.

V - Anotações (use este campo para relatar anormalidades encontradas na máquina e outras informações que
julgar pertinentes:
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________.

VI - Declaração do cliente
( ) Esta Revisão Obrigatória foi executada de acordo com os itens mencionados acima e a
máquina encontra-se em perfeitas condições de funcionamento.

___/___/___ ________________________ ________________________


Data da revisão Assinatura do cliente Assinatura do técnico.

163
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

Itens executados na 1a revisão obrigatória (45 horas)


A) Motor e periféricos
( ) Troque o óleo lubrificante e filtro.
( ) Verifique nível de água do radiador.
( ) Verifique estado e tensão das correias.
( ) Verifique o filtro de ar e mangueiras.
( ) Verifique compressor de ar e mangueiras.
( ) Verifique atuação do acelerador manual.

B) Sistema de transmissão
( ) Verifique o funcionamento da embreagem e se necessário ajuste.
( ) Verifique a existência de vazamento e elimine-os.
( ) Torque dos parafusos que prendem a engrenagem superior ao semi eixo (canelas).

C) Sistema de freio
( ) Verifique o funcionamento dos freios e o nível de fluído do comando.

D) Sistema hidráulico
( ) Verifique a existência de vazamentos e elimine-os.
( ) Verifique as pressões do sistema.

E) Sistema de direção
( ) Verifique a convergência das rodas dianteiras.
( ) Verifique o funcionamento.

F) Sistema elétrico e ar condicionado


( ) Verifique o funcionamento da iluminação.
( ) Verifique o funcionamento do ar condicionado.
( ) Verifique o funcionamento do painel.

G) Geral
( ) Reaperte todos os parafusos.
( ) Lubrifique todos os pinos graxeiros.
( ) Verifique se o cliente está fazendo a lubrificação com graxa conforme recomendado, bem
como as demais manutenções e cuidados de conservação.
( ) Acessórios verifique o funcionamento.

164
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

C1 - Cupom da 2ª revisão obrigatória (90 horas): 1ª via: Cliente


Senhor proprietário:
4 A mão-de-obra da Revisão é de responsabilidade da revendedora, nos termos apresentados
nesta Seção.
4 Exija o preenchimento total deste certificado, à máquina ou com letra de forma, legível.
4 Assine o certificado somente após a execução da Revisão.
I - Dados do cliente
Nome:______________________________ Fazenda:_____________________________
Endereço: ___________________________ Município / UF: _________________ / ____
Telefone: ___________________________ Email (se tiver): _______________________
Participantes da Entrega (responsável ou capataz, operadores e outros):
1 - _________________________________ 2 - __________________________________
3 - _________________________________ 4 - __________________________________

II - Dados da Revenda
Nome: ______________________________ Endereço:_____________________________
Município / UF: _________________ / ____ Telefone: _____________________________
Técnico que efetuou a revisão / Email: _________________________ / ________________

III - Dados da máquina


Série da máquina:_____________________ Série do motor:_____________________
Série do controlador:___________________ Horímetro (horas registradas):_________

IV - Itens executados na entrega técnica


Vide checklist no verso deste Cupom.

V - Anotações (use este campo para relatar anormalidades encontradas na máquina e outras informações que
julgar pertinentes:
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________.

VI - Declaração do cliente
( ) Esta Revisão Obrigatória foi executada de acordo com os itens mencionados acima e a
máquina encontra-se em perfeitas condições de funcionamento.

___/___/___ ________________________ ________________________


Data da revisão Assinatura do cliente Assinatura do técnico.

165
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

Itens executados na 2a revisão obrigatória (90 horas)


A) Motor e periféricos
( ) Troque o óleo lubrificante e filtro.
( ) Verifique nível de água do radiador.
( ) Verifique estado e tensão das correias.
( ) Verifique o filtro de ar e mangueiras.
( ) Verifique compressor de ar e mangueiras.
( ) Verifique atuação do acelerador manual.

B) Sistema de transmissão
( ) Verifique o funcionamento da embreagem e se necessário ajuste.
( ) Verifique a existencia de vazamento e elimine-os.
( ) Torque dos parafusos que prendem a engrenagem superior ao semi eixo (canelas).

C) Sistema de freio
( ) Verifique o funcionamento dos freios e o nével de fluído do comando.

D) Sistema hidráulico
( ) Verifique a existência de vazamentos e elimine-os.
( ) Verifique as pressões do sistema.

E) Sistema de direção
( ) Verifique a convergência das rodas dianteiras.
( ) Verifique o funcionamento.

F) Sistema elétrico e ar condicionado


( ) Verifique o funcionamento da iluminação.
( ) Verifique o funcionamento do ar condicionado.
( ) Verifique o funcionamento do painel.

G) Geral
( ) Reaperte todos os parafusos.
( ) Lubrifique todos os pinos graxeiros.
( ) Verifique se o cliente está fazendo a lubrificação com graxa conforme recomendado, bem
como as demais manutenções e cuidados de conservação.
( ) Acessórios verifique o funcionamento.

166
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

C2 - Cupom da 2ª revisão obrigatória (90 horas): 2ª via: Envia à JAN


Senhor proprietário:

4 A mão-de-obra da Revisão é de responsabilidade da revendedora, nos termos apresentados


nesta Seção.
4 Exija o preenchimento total deste certificado, à máquina ou com letra de forma, legível.
4 Assine o certificado somente após a execução da Revisão.
I - Dados do cliente
Nome:______________________________ Fazenda:_____________________________
Endereço: ___________________________ Município / UF: _________________ / ____
Telefone: ___________________________ Email (se tiver): _______________________
Participantes da Entrega (responsável ou capataz, operadores e outros):
1 - _________________________________ 2 - __________________________________
3 - _________________________________ 4 - __________________________________

II - Dados da Revenda
Nome: ______________________________ Endereço:_____________________________
Município / UF: _________________ / ____ Telefone: _____________________________
Técnico que efetuou a revisão / Email: _________________________ / ________________

III - Dados da máquina


Série da máquina:_____________________ Série do motor:_____________________
Série do controlador:___________________ Horímetro (horas registradas):_________

IV - Itens executados na entrega técnica


Vide checklist no verso deste Cupom.

V - Anotações (use este campo para relatar anormalidades encontradas na máquina e outras informações que
julgar pertinentes:
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________.

VI - Declaração do cliente
( ) Esta Revisão Obrigatória foi executada de acordo com os itens mencionados acima e a
máquina encontra-se em perfeitas condições de funcionamento.

___/___/___ ________________________ ________________________


Data da revisão Assinatura do cliente Assinatura do técnico.

167
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

Itens executados na 2a revisão obrigatória (90 horas)


A) Motor e periféricos
( ) Troque o óleo lubrificante e filtro.
( ) Verifique nível de água do radiador.
( ) Verifique estado e tensão das correias.
( ) Verifique o filtro de ar e mangueiras.
( ) Verifique compressor de ar e mangueiras.
( ) verifique atuação do acelerador manual.

B) Sistema de transmissão
( ) Verifique o funcionamento da embreagem e se necessário ajuste.
( ) Verifique a existencia de vazamento e elimine-os.
( ) Torque dos parafusos que prendem a engrenagem superior ao semi eixo (canelas).

C) Sistema de freio
( ) Verifique o funcionamento dos freios e o nível de fluído do comando.

D) Sistema hidráulico
( ) Verifique a existência de vazamentos e elimine-os.
( ) Verifique as pressões do sistema.

E) Sistema de direção
( ) Verifique a convergência das rodas dianteiras.
( ) Verifique o funcionamento.

F) Sistema elétrico e ar condicionado


( ) Verifique o funcionamento da iluminação.
( ) Verifique o funcionamento do ar condicionado.
( ) Verifique o funcionamento do painel.

G) Geral
( ) Reaperte todos os parafusos.
( ) Lubrifique todos os pinos graxeiros.
( ) Verifique se o cliente está fazendo a lubrificação com graxa conforme recomendado, bem
como as demais manutenções e cuidados de conservação.
( ) Acessórios verifique o funcionamento.

168
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

D - Revisões Adicionais (não-gratuitas/recomendadas)

- NOTA:
Os cupons destas revisões devem ser mantidos no manual.
Não é necessário enviar 2a via para a JAN.

Cupom da 1ª Revisão adicional Cupom da 2ª Revisão adicional


1.000 Horas 2.000 Horas
Mão de obra NÃO gratuita! Mão de obra NÃO gratuita!

N° da OS:__________ Data: __/__/____ N° da OS:__________ Data: __/__/____


Horímetro: ______________ Horímetro: ______________

Carimbo e Assinatura do Concessionário Carimbo e Assinatura do Concessionário

Cupom da 3ª Revisão adicional Cupom da 4ª Revisão adicional


3.000 Horas 4.000 Horas
Mão de obra NÃO gratuita! Mão de obra NÃO gratuita!

N° da OS:__________ Data: __/__/____ N° da OS:__________ Data: __/__/____


Horímetro: ______________ Horímetro: ______________

Carimbo e Assinatura do Concessionário Carimbo e Assinatura do Concessionário

169
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

170
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

Cupom da 5ª Revisão adicional Cupom da 6ª Revisão adicional


5.000 Horas 6.000 Horas
Mão de obra NÃO gratuita! Mão de obra NÃO gratuita!

N° da OS:__________ Data: __/__/____ N° da OS:__________ Data: __/__/____


Horímetro: ______________ Horímetro: ______________

Carimbo e Assinatura do Concessionário Carimbo e Assinatura do Concessionário

Cupom da 7ª Revisão adicional Cupom da 8ª Revisão adicional


7.000 Horas 8.000 Horas
Mão de obra NÃO gratuita! Mão de obra NÃO gratuita!

N° da OS:__________ Data: __/__/____ N° da OS:__________ Data: __/__/____


Horímetro: ______________ Horímetro: ______________

Carimbo e Assinatura do Concessionário Carimbo e Assinatura do Concessionário

Cupom da 9ª Revisão adicional Cupom da 10ª Revisão adicional


9.000 Horas 10.000 Horas
Mão de obra NÃO gratuita! Mão de obra NÃO gratuita!

N° da OS:__________ Data: __/__/____ N° da OS:__________ Data: __/__/____


Horímetro: ______________ Horímetro: ______________

Carimbo e Assinatura do Concessionário Carimbo e Assinatura do Concessionário

171
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

Anotações

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172
Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

Anotações

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Seção 10 - Garantia, entrega técnica e revisão

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