PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE GUAÍRA
Avenida Gabriel Garcia Leal, 676 — Telefones; (0173) 31-2256 e 31-2668
CEP. 14.790 ~~ GUAÍRA — São Paulo
LEt COMPLEMENTAR MUNICIPAL Ng 1.528, DE 12 DE DEZEMBRO DE
1991.
Dispõe sobre o CÓdigo Tributário do Município de Guaíra.
JOSÉ PlíGLIESI, PREFEITO MUNICIPAL DE GUAÍRA, ESTADO DE '
SÃO PAULO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS, FAZ SABER;
0 POVO DO MUNICÍPIO DE GUAÍRA, POR SEUS REPRESENTANTES RE
SOLVEU E EU EM SEU NOME SANCIONO A SEGUINTE LEI:
PARTE GERAL
TITULO I
DOS TRIBUTOS EM GERAL
CAPITULO i
DO SISTEMA TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO
Artigo I® - Este Codigo dispõe sobre os fatos geradores,a
incidência , aliquotas, o lançamento , a cobrança e fiscalizaçao '
dos tributos municipais e estabelece normas de direito fiscal a ele
pertinentes.
Artigo 2® - Integram o Sistema Tributário do Município:
1 - Impostos:
a) sobre a propriedade predial e territorial urbana-1.
P.T.U
b) sobre serviços de qualquer natureza-íSSQN;
c) sobre a transmissão de bens *Í nter-vi vos**;
d) sobre a venda a varejo de combustíveis- IVVC.
Î1 - Taxas
a) decorrentes das atividades do poder de pottcia do '
p
m un I c I p I o ;
b) decorrentes de atos relativos a utílízaçao efetiva'
ou potencial de serviços públicos municipais espccj_
ficos e divisíveis.
Ill - Contribuição de Melhoria.
Artigo 3® - Para serviços cuja natureza nao comporte a co
brança de taxas, serão estabelecidos, pelo Executivo, preços públi
cos, nao submetidos a disciplina Jurídica dos tributos.
CAPITULO II
DA LEGISLAÇÃO FISCAL
Artigo 4® - Nenhum tributo sera exigido ou alterado, nem '
qualquer pessoa considerada como contribuinte cu responsável pelo '
cumprimento de obrigações tributaria, se nao em virtude deste Codigo
ou Lei subsequente.
Artigo 5® - A lei fiscal entra em vigor na data da sua pu
blicação, salvo as disposições que aumentarem tributos que incidem'
sobre a propriedade predial e territorial urbana- IPTU, as quais en
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trarao em vigor a partir do dia primeiro de janeiro do ano seguinte.
Art ígo 6- - As tabelas de tributos, anexas a este Codigo '
serão revistas e publicadas integralmente pelo Poder executivo '
sempre que forem substancia Imente alteradas.
CAPITUtC IH
DA ADMINISTRAÇÃO FISCAL
Artigo 7® “ Todas as funções refei*enté a cadastramento, lajn
çamento,cobrança,recoihimento e fiscalizaçao de tributos municipais
ap1i caçao de sanções por i nfraçao de di spos í çao deste Cod igo, bem *
como as medidas de prevenção e repressão as fraudes, serão exercidas
pelos orgaos fazendarios, e repartições a ele subordinadas, segundo
as atribuições constantes da lei de organizaçao dos serviços admi-'
n i strat i vos e do respect i vo regimento.
Artigo 8® - Os orgaos e servidores incumbidos da cobrança'
e fiscal izaçao dos tributos , sem prejuízo do rigor e vigilância iii
dispensáveis ao bom desempenho de suas atividades, dara^assistencia
técnica aos contribuintes, prestando-lhes esclarecimentos sobre a '
interpretação e fiel observância das leis fiscais.
§ 1“ - Aos contribuites é facultado reclamar esta ássisten
Cl a aos orgâos responsaveis;
§ 2“ - As medidas repressivas so serão tomadas contra con
tribui ntes ' fnfratores que, dolosamente ou por descaso, lesarem ou
tentarem lesar o Fisco.
Artigo 9®- Os orgaos fazendarios faraó imprimir e distri-'
buir sempre qUe necèssarió, líiodelos dè declarações de dócumêntõs
que devam ser preénóhidos obrigatoriamente pelos contribuintes,para
efeito de fi scaIi zaçao, lençamentos, cobrança e'recolhí mento de im
postos, taxas e contribuiçao de Mpjhoria.
' ..f ...
CAPITULO IV
DO DOMICILIO DO CONTRIBUINTE
Artigo 10 - dera-se^, dom i ci I i o fiscal do ©ofttribuíate
ou responsavei por obrigaçao tributaria:
I Tratando-se; de pessoa física, o lugar onde habitualmen
te reside^ e nao sendo do« :O lugar onde se encotst:«?^« a sede
pr í í pa1 de soas -at i v i dades ou negoci os j
11:;?^ tratando-se de pessoa jur i di ca de direito privado , o
local de qualquer de seus estabelecimentos;
III - tratando-se de pessoas jurídicas de direito público,
o local da sede qualquer de suas repartições administrativas.
Artigo II - 0 dontcí Uo ,fiscai sera consignado nas peti- '
çoes, guias e outros documontós que os óbrígados dirijam 4>u devam '
apresentar a Fazenda Míi^tcípai.
■Parã^grafo Bn’Tco ' - Os incfitos cocho contribuintes habituais
comunicarso toda mudança de dom>ci1ío, no prazo de 15 (quinze) dias
contados á partir da õcórreácíà.
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§ I® - Aplica-se ao lançamento a legislação que, pos-
teríormente ao nascimento da obrigaçao^ haja instituído novos cri te
rios de apuraçao da base de calculo, estabelecido novos métodos de'
fiscal ízaç^ ampliado os poderes de inyestigaçao das autori'dades
»inístrs^ivas,; ou.outorgado maiores garantias e prtvt legios a Fas^
^a Municipal, exceto no ultimo caso, para atribuir responsabiI idade
trj but ar i a a terce i ro s •
§ 2® - 0 disposto neste artigo não se aplica ap*
j^os lai^ados por periodos certos de tamipor desde que a ltfi trí
ria i^apactiva fixe dxpressamente a data em que o fato gerador deva
ser considerado para efeito de lançamento*
Artigo 17 - Os atos^forniai s relativos ao lançamento dos '
tributos fiçarao a cargo de orgao fazendario competente^
Paragrafo inico - A omissão ou erro de lançamento nao e:^^-
ms o cpntri buinte de cuinpriinento da obri gaçao fiscal^, nem de quaX ~
3uer modo lhe aproveite. \ ,
Artigo I8 -I 0 lançamento efetuar-se-a com base nos dados
constantes do Cadastro Fiscal e nas declarações apresentadas pelos'
contribuintes, na forma e nas épocas estabelecidas neste Codigo,s **
«« raswlaP»ento*
Parágrafo Único - As declarações deverão conter todos os'
elementos S; dados^néscessarÍos ao conhecimento do fato g^ador das'
o^rid^<>*s tributarias e a verificação do montante do credí^to tribu
tario correspondente«
Artigo 1.9 “ Fac-se-a o tsnçamento de ofício, com base nos'
el^entois 4>sponjyeis;. ■
'V -.Quando o contribuinte ou responsável não houver
prei^tedo declaração,^ ou a mesma apresentar-se inexata, por serem. *
falsos ou erroneos os fatos consignados;
11 - Quarído, tendo prestedo deelaraçao,, o contrib^-
Jnte PU responsável deixar de atender, satisfatoTi,amente, no prazo'
e' na forma legal, pedido de esclarecimento formulado pela
adm*njstr.ativa«
Artisio ^0 - Com a finalidade de obter elementos que lhe '
permitam verificar a exatidao das declarações apresentadas pelos '
contribuintes e responsáveis e de determinar com precisão, a nature
za e o montante dos créditos tributários, a Fazenda Municipal pode
rá;
I - exigir a qualquer tempo, a exibição de livros'
e comprovantes dos atos e operações, qua poséami'const i tu ir f<te ge
rador de obrigação tributãrfW;
, I I - Fazétr ínãpeçõ^ nos' íoqars e estsbelecítneãtos*'
onde sè exercerem as' ati v Idades sujeít«^ a obrígaçoeSs tríbutarlsa,*'
oii qtie nos bens ou serviços que sorfstitdam «gâterie tributari
llt ^ exfgir informaçOes e ^comtínrcwgÃsw escrito
verbais;
IV - notificar o contribuinte ou rersponsável para
comparecer as repartições da Fazenda Municipal;'
V - requisítãr o èox'fllo cWl Pol feia MÎ fitar ou
^uércr àrdem Judicial guando indi Spensávéf a reafização de dil*Í^^-
cias, fnOtUsiVe inspeções hecessariaS aoPeÇiStro dos*locais e esta
belecimentos, assim como dos objetos dos cohtribuintes e responsa-
vei s«
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Parãgrafo Oníco - Np« ç«s««, a que. «e refere^ o inciso V des
os funcionários lavrarao tapnio d« diligenéía, do qual *
constarao específicarnente os èlementos examinados. /
Artigo 21-0 lan<^amento e suas alterações serão, comunic^-
aos contrj buintôs por meio da edital af ixado na Prèfeitura, pü-
blicaçao em*Jornal íocal^ ou mediante notificação direta, feita poll*
meio de aviso, para sepvir como guia de pagamento.
Artigo.22 - Far-se-a revisão do lançamento sempre qup se '
verificar erro na ftxaçao de base tributaría,. ainda que os eíemen*^
^S indutivos desta fixaçao haj^ sido apurados diretamente p^lo
fi SCO«
Artigo 23 - Os lançaaientos efetuados de Oficio, ou dscpr r
jre^tes de arbitramento, so poderão ser revistos em, face da supervj^
ni-'encia de prova irrecusável que modifique a base de calculo utj
^ada no lançamento anterior»
Artigo 24 - í facultado aos propostos da fiscalízaçao o ar
bitramente dc base tributaria quando ocorrer sonegaçao cujo movimes
to^nao sa possa conhecer exatamente. *
Artipo 25-0 município poderá instituir livros e*registras
pbrtgatorios d^ tributos municipais, a fim de apurar os seus fatos'
geradores bases de calculo, exceto em relaçao ao imposto so^re as
operqçoes .relativas a ciròulaçao de mercadorias» »
Artigo. 26 - In de pen dent emente do controle de quà tr^ta .o *.
ahfciso anterior, poderá ser adotada a apuraçao ou verificação diá
ria no proprio local de atividade durante determinado período
^ houver duvida'sobre a exatidão do que for declarado para efeito*
dos impostos de competência do município» * .
• CAPfTlH.0 VII - . -
DA COBRANÇA E DO RECOLHIMENTO DOS TRIBUTOS
Artigo 27 A cobrança dos tri butcs murrici pai s fa***se^í
1 por pagamento a boca do cofre; ‘
11 pela rede bancaria autorizada;
111 por prooedimento amigaveí; \ *
(V mediante ação exec?utlva-a * . ■ ■ . . /.u . .
§ P A cobrança par^ pâgamsntõ a boca^ do cofre far.4
jftp-a pela forma e nos prazoa estabelecidos- nestê Codigo^- nas^ letu .*
è hos regulamentos fiscais»
Artigo 28 - Nènbum recólhimertto' dè tributo sèrã efetuaíÔõ *
sem qtite se expeça, a cómpçténtè-guia dé recolhimento»-
Artigò 29 — *NoS cásos de expedição fraudulenta de guias ou
conhec i mentos, respondera civil, cr ími nâ 1 o adiS ifi istrat i vawèpte-/ O*
servidor qüe os houVerem subsci*ito-ou fomecido. ■ ' *
Artigo 30 - Pela cobrànÇa menor do tributo responded* peran
te a Fazenda Municipal, sol Ídariãmtnte> O aèrvidor eulpado> cabendo
-Ibé" direi to regressivo contra o contribuinte»
Artigo 31 - Nao se pt'ocederar cohtt*0 o contribuinte-que te
nha agido- ou pégo tributo de acòrdocçm decíSãò acbi in i strati va ou *
Judi c í a 1 trans i tada em Ju 1 ^ade'erOsmO' pçstertormentê-,- venha ia SMi* mO
dificacíar a jurisprudência^
* Artigo 32-0 êxeCütiVo podérã contratar com estabêlécimen
tos de credito com sede, agência ou escritório no município o rece
bimento de tributos, segundo normas especiais baixadas para esse '
fim.
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- CAPÍTULO VI I I
DA .'íESTiTUIçio *' •
Artigo 33 “0 contribuinte tera-d ire i to> i ndeperKÍenternente'^
de prevío protesto^ a restituição totaI ou -p^rci aUdo -tributo^ sej^
qual Por a iiiodalidade de seu pagaínento, nos seguintes casos:
r - cobrança ou pagamento expontâneo de tributo ifí
devido ou maior que o deví do em face deste Codi go, ou da natureza
ou das circunstancias raateriais de fato gerador efeti vainente ecorcj;
do.
II - erro na identi ficacac do contribuinte, na de -
* * /l ■ -X *"**
terminação da alíquota apíicavel, no calculo do montanto do tri-bu -•
tp/ ou na etaboraçao ou conferência de qualquer documento reíativo\
ao pagamento; - . \
d H •• reforma, anulaçao, revogaçao ou rescisão de de
cisão condenatorta.
Artigo 34 - A restituição total ou parciaí de tributos ;
abrangera também, na mesma proporção, os juros de nora e as penalj^-
dades pecuniárias, saí vo as referente a infrações de carater formai
que-nao 1^
devam reputar prejudi
* b.
cadas pela causa assegurator Í a da-res*^'
tituiçao. - ' , » b .
Artigo 35 - 0 direito, de pleitear^ a restituição do ímpos
to, taxa, contribuição de mel horta ou multa, estingue-3e-com*o.*de -
cürso do-prazo de 6 (sei s) meses, quando o pedi do se-basefa-eFi si m-*
^'les erró de calculo, ou de-3(tros) anos nos demáis casos-contado^r
-í -nas hipóteses previstas nos incisos l a kl da**
artigo 33 da data da extinção do credi to -tri butar i o;
H - na hipotese prevista no inciso III do artigo '
33 da data em que se tornar definitiva a decisão adn inistrative, ou
transitar em julgado a decisão Judicial que tenha reformado,- anula
do, revogado ou rescindido a decisão çondonatoria. -
Artigo 3ó - Ouando se tratar d© tr-ibytos e multas ihcíevid^
mente arrecadados, por motivo de erro cometido pelo Fisco, ou pelo'
contribuinte, regu!aríiiente apurado, mediante determinação de autor
dade competente em representação forciulada pelo orgao fazendario e*
devi damente’processada» , ■
Artigo 37 pedido de restituição sera i^ndeferído se o í
requcrpíTte criar qualquer obstáculo ao exame de sua escrita ou de '
documentos, quando- isso se torne-necessário a yer'ifícaçao da proce-?
deacia da medida, a juízo da acUiinlstraçap*
Artigo 3S - Os,processos de restituição serão obrigatoria
mente informados., antes, de receberei» de.spacho,. pe ta repartí çaò queí
houver aPCPcadado os tributos e'as multas reclaíaadas’total* oti pár -
ci ala -
'■ CAPÍT-UW IX- - : . - ■ ■ 1
QA PSÈÇCRIçM • ■ • ,
AHzigo 39 - Ô diT"ai-to de proecder áo I.an<j.araento de tmibu -
tós* assitn -eoflio a sua-revísao prescreveia-se :eiir 5 (cinco) an«s, « '
contar ck> ultimo día do -ono em que se tornarem devidos»
f^arasft*afd Ún i co' - 0 decurso de prazo sstabe ído neste «r
tigo i nterroínf>e-se pele NotT^ficaçeo ao contribuinte de qualqger me
dí da preparatória i ndispensaveí ap I ançaísento o.u a sua rev.isao, co
meçando de novo a correr dadata que se operou □ notificação.
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Artigo 40 - As dívidas., provenientes de tributos prescre- '
vem e;n 5 (cinco) anos contados do termino do exercício dentro do
cuaI aqueles sc tornarem dev idos.
Artigo 41 - Înterronpe-se a prescrição da dtvida fiscal:
1- por qualqüer rntimacao ou notificaicao feita ao contri-
bxiintc, por repartição ou funcionário fiscal’, para pagar a divida;'
■ íl “ pela concessão de prazos especiais para essô fim;
I ! ! - pelo despacho que ordenou a citacao judicial do res- '
por.save 1 para efetuar o pagamento ; '
ÍV - Pela apresentaoao do do^cumento comprebator i o dâ divi'da
enr j u r zo ae i n ventar i o ou concur co ce c reco re s.
Artigo 42 - Cessa ern 5 (cinco) anos o poder de ap’Iiear ou’
cobrar ioultas por infrações a esse Codi go, exceto, nos casos de quan
tia superior a un décimo da '.ÍFESP- UíUDAAu' FÍSCAL 'DO uSfA'?C DE f ÃC '
PAGLf . *
CAPIPíLC X
uAd l'-fUN ÎOADES f í ;? L. H -.A-o o
Art i 90 .4 0 _ oao 1 munes cos i mpostos nun t c t pa i sp
1 - o patri’-ionio , a renda ou serviços da Un i ao, dos Esta
dos, do f i str i to Federa 1 e respectivas autanqu Í as,eujos serv t ço^ çe
Jam vinculados as suas finalidades essenciais ou delas decorrerites^
í I, - templos de qualquer culto; _
' 1 ! - o patripionio, a renda ou os serviços de partidos polí
ticos e de instituições de educaçao ou de assistencia socia 1, obser
vadoa os requisitos erm lei cornp I cinentar;
IV - os I i vj’os, Jorná i s, per i od i COS e o papel destinada a- sue
t nipressao,.t
je - 0 disposto no inciso 1 deste artigo nao sô e et
aos serviços públicos concedidos,nem exonera ó promitente comprador
da obrigaçao de pagar í reposto que incidir sobre í uiove I' objeto de; '
promessa, de compra e vendo. \ *
*0 «« •• •**
A 2® - 0 disposto neste artigo nao exclui a atp (bou ç.apjr
ler^ ps entidades neie referidas,da condição de responsaveis“peIos^
tributos que lhes caiba reter na fonte, e nao dispensa da pratica *
de atos previstos em lei assccuratorips do cumprimento dq’obriga-'*
çoes tributarias por terceirosf
§ 5® “ A imunidade tributar ia de; bens - imoveis dos Temp i ps,.
se restringe aqueles destinados ao exercício de culto,
§ 4® As instituições de educaçao e ass i stenc i a soc i aT '
somente gozarao de i mun i dade i«enc i onada no inciso lil deste artfgo*^
quando se tratar de sociedades ciyis IegaImente constituidas-e sem
fins lucrativos subordinando-se a observância dos seguintes requi-
s i tos:
I - nao d i str i bu i rem qua I quer parcela de seu patririonio '
ou de suas rendas a titulo de lucro ou particípaçao no seu reeult^
ado;
I I' - ap I i carem i ntegtã In^ènte, * no paí s, os seus recursos,-na
manutenção/dos seus óbjetivos institucionais; , *
1 FI . manterçn éscríturabao de s’ua*s receitas e despesas de'
livros revestidos de forma I idades capazes’de assegurar eXatídão. '
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Artigo 44 - Sao ísentas de impostos municipais:
I - as atividades individuais de pequeno .’endtmeri '
to, dost i nadas, cxc f us i vamente ao sustento de que??, as exerce ou de'
sua fam ( H a e como ta i s def Í n i das em regu I ar.:en :o;
II - as atividades desenvolvidas por pessêas def_i_ *
cientes, desde que, proceda analise criteriosa de cada caso.
Art i go 45 A concessão de isenções apoiar-se-a sempre era '
fortes razoes de ordem publica ou de interesse do raunicípio, nao p£
dera ter carater pessoafe dependera de analise criteriosa do Exec^j
t i vo ’Municipal, na conformidade do Art. Il8 da Lei Organica do MunJ.
Cl pi o, e nos demais casos, de Lei aprovada pela Carnara de Vereado^ '
res.
^5 1” “ Entende-se como favor pessoal no permitido, a '
concessão, em lei, de isenção de tributos a determinada pessoa fís^.
ca ou jurídica.
D 2- - As isenções estão condicionadas a renovação
anual e serão reconhecidas por ato do Prefeito, sempre a requer inien
to do interessado.
Artigo 46 - Verificada, a qualquer tempo, a inobservância '
das formalidades exigidas para concessão, ou o desaparecimento das'
condiçoes que a motivaram, sera a isenção obr i gator i aiaente cancela'
da.
Artigo 47 - As imunidades e isenções nao abrangem as taxas'
e a contribuição de melhoria, salvo as excessoes, expressamente es'
tabelccidas neste Codígo.
CAPÍTULO XI
DA DÍVIDA ATI VA '
Artigo 48 - Constitui Divida Ativa do Município a prove *
niente de impostos, taxas , contribuição de melhoria e multas de '
qualquer natureza regularmente inscritas na repartição administrate^
va competente, depois de esgotado o prazo fixado para pagamento pe
la Lei ou por decisão final proferida cm processo regular.
Artigo 49 “ Para todos os efeitos legais considera-se como'
inscrita a divida registrada em livros especiais e ou "Poli" na re
partição competente da Prefeitura.
Artigo 50 - Encerrado o exercício financeiro, a repartição'
competente providenciara imediatamente; a inscrição dos débitos fi^
cais por contribuinte.
Paragrafo unie - Independente, porem, do,termino do exer-'
cicio financeiro, os débitos fiscais nao pagos em tempo habil, pode
rao ser inscritos no livro e ou "Roll" proprio da Divida Ativa f/un_i_
c i paI.
Artigo 51 - A fazenda Municipal fera expedir avisos dé c£
brança amigave I da DÍvida Ativa com prazos previstos em lei.
§ 15 - Dentro de 10 (dez) diâs contados do recebimento
dos referidos avisos o contribuinte que nao quitar seu debito, o '
mesmo sera encaminhado para a ProcuradorÍ'a Jurídica do Município pa
ra a competente cobrança Judicial.
5 2- - Pecebída a certidão do debito inscrito e,., Divi
da Ativa a Procuradoria Jurídica do Município fara expedir aviso ao
contribuinte para no prazo de 10 (dez) dias proceder o pagamento '
nao o fazendo ajuizar-se-à a competente aça.o executiva.
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Artigo 52 - 0 termo de inscrição da Divida Ativa# autentj,-
cado pe I a autor i dade competente, i ndi cara, obri gator i aniente:
I - o nome do devedor, e sendo o caso, os dos co-
responsavei s, bem como, sempre que possível o domicílio ou residêri-
ci a de uni ou de outros;
íi - a origem da natureza do credito fiscal, líien -
cionando a IeÍ tributaria respectiva;
líl - a quantia, deví da e a maneira de cÀtcuIar os '
juros de mora e atualizaçao acrescidos;
IV - a data em que foi inscrita;
V - o numero do processo adm i n í strat í vo de que se'
origina o credito fiscal, sendo o caso.
Paragrafo Único - A CER TIDÂO, dev idamente autenticada, '
constara alem dos requisitos deste artigo, a indicacao dos livros e
ou "Rolls'* e da folha de inscrição.
Artigo 53 - Serão cancelados, mediante despacho do Prefej_-
to, os débitos fiscais:
I - legalmente prescritos;
H - de contribuintes, que haj’am falecido sem dej, -
xar bens que exprimam valor.
Paragrafo Único - 0 cancelamento se determinado de ofício*
ou a requerimento de pessoa interessada, desde que fiquem provadas*
a morte do devedor e a inexistência de bens, ouvidos os orgaos f^ -
zendarios c jurídico da Prefeitura.
Artigo 54 - As dividas relativas ao mesmo devedor, quando*
conexas ou consequentes, serão reunidas em um so processo.
Artigo 55 - As certidões da Divida Ativa, para cobrança ju
dicial, deverão conter os elementos mencionados no artigo 52 deste*
Codí go.
Artigo 5ó - 0 recebimento de débitos fiscais constantes de
certidões Ja encaminhada para cobrança executiva, sera feito exci^-
sivamente a vista de guia em duas vias, expedidas pelos escrivães *
ou advogados, com o visto do orgao Jurídico da Prefeitura, incumbj^-
do da cobrança Judicial da dívida.
Artigo 57 ” As guias, datadas e assinadas pelo emitente, *
conterão:
í - o none do devedor e seu endereço;
li - o numero de inscrição da divida;
III - a importância total do debito e o exercício *
ou período a que se refere;
IV - a multa, os Juros de mora e a atualizaçao mone
taría a que estiver sujeito o debito;
V - as custas Judiciais.
Artigo 5S - Ressalvados os casos de autorizaçao legist ati-
va, nao se efetuara o recebimento de débitos fiscais inscritos em *
Divida Ativa com dispensa de multa, dos Juros de mora e atualizaçao
monetäri a.
Paragrafo Único - Verificada, a qualquer tempo, a inobse£-
yancia do disposto neste artigo, e o funcionário responsável obriga
gado alem da pena disciplinar a que estiver sujeito, a recolher aos
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cofres do piunicipio o valor da Mulfa, dos juros de niora e da afua -
zaç ao monetär ia qae houver dispensado.
ArtÍsP 59 - C di sposto. no arti go antér i or, se aplica -
bem ao servidor que reduzir ilegal ©u irreguIarmente, ® montante de
qualquer debíto fiscaI - ihscrito na DÍvída Ativa, com ou stem aUtorJ,-
^aç ao s úpe T* * u •
Artigo ÓO - É sOí i dar i amente rêsponsáveI com o servi dor,
quanto a reposição das quantias relativas a redução, a multa, aos '
juros de mora, a atuaIizáçao monetäria,mencionados nós dois artigos
anteriores, a autoridade superior, que autorizar ou determinar '
aquelas concessões, salvo se o fizer etn cumprimento de mandado judi
£ * cl I •
Artigo 61 - Encaminhada a certidão da DÍvída Ativa para co
branca executiva^ cessara a competência dò orgao fazendario para
agir ou decidir sobre ela, cumprindo-1he, . entretanto, prestar as ÍW
fôrmaçoes sO rí citadas pelo ôrgao encarregado da execução e pelas '
autoridades judiciarias»
CAPÍTULO XI U
. . DA3 PENALIDADES
SEÇÃO Is ' ' ■ "
DIspcsIçÇIes gerais .
Artigo 62 ~ Sem prejuízo das di spos i ^oes relativas tji/,*■
fraepes e penas constantes de outraa leis e codigos municipais, as'
infrações a este Codígo, serão punidas cora as seguintes penasj
I - mu Itas;
H - proibição de transacionar cora as repartições '
mun i c i pa i s; ,*w ■• ••
I U - sujeição ao regime especial de freoalízaçao;
, íV . - suspensão ou cancelamento de isenção de tribut
Artigo 63 “ Aplicação da penalidade de qualquer natureza,'
de carater civil, criminal ou adm in istratí YQ# e o seu • cur.Tpri mento, <
em caso algum dispensam o pagamento do tributo devido, das multas,'
da atualizaçao monetaria e dos juros de mpra-
Artigo 64 - Nao se procedera contra servidor ou contribui£
te que tenha agido ou pago tributo de acordo com interpretaçdo fis-r
cal, constante de decisaode qualquer instancia adm í ni strati va rsiesmo
que, posterioriente, venha a ser modif1oqda essa interpretação.
Artigo 65 -, A ora Î ssao do ; paauf^ænto de tributo e a fraude *
fiscal serão apurados raedj.antp representação, notificação prelim_£ -
nar ou auto de infraçep,, nos termos da lei .•
§ Dar-se-a por comprovada a fraude fiscal quando
o contribuinte nao dispuser de elementos conyincentes era razao.dos'
quaisse possa admitir involuntária a omissão do pagamento.
§ 2® Em qualquer caso, considcrar-se-a como fraude'
a reincidência na omissão de que trata este artigo»
§ 3~ -Conceitua-se também como fraude 0 nao pagamen
to do tributo, tempestIvaraente, quando o contribuinte o deva reco -
_l_her a seu proprio requerimento formulado este antes de qualquer d2_
li gene!a fiscal e desde que a negligencia perdure apos decorridos '
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10 (dez) dias contados da data de entrada desse requerimento na re
partição arrecadadora competente.
Artigo 66 - A co-autoria e a cumplicidade, nas infrações '
ou tentativas de ínfraçao aos dispositivos deste Codigo, implica os
que a praticarem em responderem solidariamente com os autores pelo'
pagamento do tributo devido, ficando sujeitos as mesmas penas fis '
cais impostas a estes.
Artigo 67 “ Apurando-se, no mesmo processo, infracao de '
mais de u:.ía disposição deste Codigo pela mesma pessoa, sera aplic_a'
da somente a pena cor respondente a ínfraçao .-.ia is grave.
Art igo 6S - Apurada a responsabiiidade de diversas pessoas
nao vinculadas por co-autoria ou cumplicidade, ímpor-se-a a cada '
uma delas a pena relativa a Ínfraçao que houver cometido.
Artigo 69 - A sançao as infrações das nopi.ias estabe I cc i das
neste Codigo sera, no caso de re í nc i denc i a, agravada de 307- (trinta
por cento),
Paragrafo único - tons i dera-se reincidência 3 repetição
* > de
Ínfraçao de um mesmo dispositivo pela mesma pessoa física ou Jur(d_Í_
ca depois de transitada cm Julgado, administrativamente, a decisão'
condenatoria referente a infracao anterior.
Artigo 70 - A apIicaçao de multa nao prejudicara a açao
cr ImI na que, no caso. couber.
SEÇAO 2^^
DAS PULTAS
Artigo 71 “ As multas serão impostas em grau mínimo, medio
ou i.iax I mo .
Paragrafo lln Í co - Na imposição de multa c para graduã-la, '
ter-se-a em vista:
a) a maior ou menor gravidade da Ínfraçao;
b) as suas circunstancia atenuantes ou agravantes;
c) os antecedentes do infrator com reiaçao as disposições'
deste odigo e de outras leis e regulamentos municipais.
Artigo 72 - É passível de multa de 5 (cinco) Uf ESP-’dn i dade
Fiscal do Estado de Sao P au 1 o 10 (dez) vezes o valor desta, o cori
tríbuinte responsável que:
I - Iniciar atividade ou praticar ato sujeito a ta __
xa de 1icença, antes da concessão desta;
II - deixar de fazer a inscrição no Cadastro Fiscal
da Prefeitura, de seus bens ou atividades sujeitos a tributação mu'
n i c i paI;
III - apresentar ficha de inscrição cadastral, I'
vros, documentos ou declarações relati-vas aos bens e at i v i dades sju'
Jeitos, a tributação mun cípal, como omissoes ou dados inver.'dicos;
IV - deixar de comunicar, dentro dos prazos prcvi_s'
tos, as alterações ou baixa que íi.;pliqUem em modificação ou ext i tr '
çao de fatos anteriormente gravados;
V - deixar de apresentar, dentro dos respectivos '
prazos, os ele entos básicos a identificação ou caracterizaçao de '
fatos geradores ou base de calculo dos tributos municipais;
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I-.-.‘J
'í. '■ 1-
íi
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I - deixar de reineter a Prefeitura, e sendo obriga
do a faze-1o, documento ex Í gi do por lei ou reguIamento ft sca í;
Vi - negar-se-a exibir li vros e docuinentos da escri
ta fi scaI que i nteressar a fi scaIi zaçao;
VIÍI - apresentar a ficha de inscrição fora do prazo^
legal ou reguianentar;
iX - negar-se a prestar informações ou, por qualquer
outro modo, tentar ou impedir a açao dos agentes do fisco a serviço
dos interesses da Fazenda Viunicipaí;
?< -deixar de cumpr Í r qua I quer outra obri gaçao aces
soria estabelecida neste Codigo ou em reguIaniento a ele referente.
?\rtigo 73 “ As multas de que trata o artigo anterior serão
ap I i cadas sem prejuízo de outras pena I t dades por tnoti vo de fraude '
ou sonegação de tri butos.
Artigo 74 - Fessalvadas as hipóteses do artigo oc deste
código, serão punidos com:
I - multa de importância igual ao valor do tributo
nunca inferior a 50% (cinquenta por cento) da liF CSF-Un i dade FiscaH
do Estado de Sao Paul o, os que corneterem í nf raçao capaz de iludir '
o pagamento do tri buto no todo ou em parte, uma vez regu I arniente *
apurada a falta e se nao ficar provado a existência de artificio do
J^oso ou intuito de fraude;
II - multa de importância igual a 1 (iiiaa) a tres '
(tres) vezes o va Ior do tri buto nas nunca i nferi or ao va I or de I ( *
uma) UFE3P-Unidade Fiscal do Est, de 3. Paulo, os que sonegarem, *
por qua í squer formas tr i butos dev idos, se apurada a exi stenci a de '
artifício doloso ou intuito de fraude.
III - snulta de 3 (tres) UFESP-Un i dade Fiscal do Est.
de Sao Paulo os que:
a) viciarem ou falsificarem docunentos ou escrituração de'
seus livros fiscais e comerciais, para Iludir a fiscalizaçao ou fu-
r ao pagamento do tr i buto;
b) instruireti pedidos de isenção ou redução de impostos, '
taxas ou contribuição de melhoria, com documento falso ou que conte
r^ha falsi dade.
5 I- - íAs penal idades a que se refere o inciso I I í se
rao apIí cadas nas h i poteses em que nao se puder efetuar o calculo '
peIa forma dos i nc í sos S e H.
§ 2- - Considera-se consumada a fraude fiscal, nos ca
sos do inciso Ni, mesmo antes de vencidos os prazos de ct^iiprimento
das obrigações tributarias.
§ 3- - Salvo prova em contrario, presume-se o do Io eni
qualquer das seguintes circunstancias ou em outras anaIogas:
a) contradição evidente entre os livros e docui.ientos de es
crita Fiscal e os elcRíentos das declarações e guias apresentadas a'
repartições municipais;
b) man i festo desacordo entre os preceitos 1egai s c regula
mentares no tocante as obrigações tributarias e a sua aplicacao por
parte do contribuinte ou responsável;
c) remessa de informes e comunicacoes falsas ao fisco com'
respe i to aos fatos geradores e a base de calculo de obri gaçoes trj_-
butari as;
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d; “ ouHssãc' de l'anearfeíTto n'cs I iv ro s, f i c í 1 as, ccc ! o raç o'c s
ou Î'OS,''g\v bens e atividades c’ue' const i t ucrr fatos geradores de o-
brieaoocs tributoríás, '
■;oA . ■ .
Jf’.S f bt\
Artigo 7" “ 7s cont,r : b.u i n tes eue estîverer.i er; dpb.t to ce
t
bùfos c-j:;ul.tas nag podorao receber qua.i scuçr quc'irti as u crcdî
cue tivcrcir co:;; a Ar-''f e i cur a, - participar de conce^rrenc i C î.) eca^ ou
tomada -de preçus, cele';^rar eoîgtratos ou rrros ce çua i quer rsat urejraj
ou transact onqr a q-uaicjUÇ'r tituhT co:,; a ad;’,; i r> i stramo c'a i v'i'.icfpio
,13
f ' rr ' 7 f df rC ! A l b'-
Artigo 76 - ■/' contr ibuif'ite q,ue h ouver çonct i do i n rragao. pri
n i da q: )grau po.x i ?;e,,ou re inc id i r das norr a s e s t a ioe i eç i t'as ues,I;e Ao*-
d ‘ Ç?, e en! outras le; s e régu la ;'.;entos r.un i c i po i s. poder a, ser subnietj.
do, a reg i r;e cspec i a I de f i rsca I i zaea;;’*.
.Artige 77 - régi rie espeçicnl de f i sçaI i zagaç» de que. trata
este caP f tU J O sera défi n i do : regu 1 a;ren t ■
... î-'A it t r \ V? OU - 7 VAAEî AA ;i i A, \
(Art i go 7-- - Todas as • 's t? c-, .3 Q ■;■ ff ri'; i cas eu jupiGicas
• *■1- que goza
r c?! 1 da i s cr n g a o d í? .t r i ’> u t <; s ; r u n i C i P a i S. e. i,n f r ! n g i re;:; ■ d i spos/ ç.oe.s des
f
fe .Cí' tu'go, . ficarao orivadas po r ua exerci cio, da conçessao e , no
caso (le re i.nc i donc i a, . <’e l a or i \-adas def î n i t ! \'a’::ent e .
I pen a c ; e r i v a e à o défi r; i t i v a c’ a s i s o n e o e s so sc de
gI arara nas cenc;í goes previstas no paragrafo un i co t'o artigo 69 des
, ' . . . . - - - - „
te < oç1 CO,
A 2*^ - \s penas pre v i stas . n os te. .art i go serae aplicadas eij '
face de representação nesse sent i-cAo, dev i dariepte co: rprovadaA feita*
eriprocesso propr! o, depois c!e aberta defesa ao i nteressado, nos *
prazos I egti i s ■ ■ - ,
e. o fa
■■■* f. <'' n -7 í ! A t t Pi 1 ;i"“ i"* rI HíA I »1 s i ■ *
i- ;, i tJ ■„ g. J Ç t; i.lr.o i V I ,
Artigo 79 - 2erao punidos cern fülta equivalente a 5 (cinco)
dias do respect í vo venc ! r'ento ‘ ou rer;unôra'^ao :
f - íbs f une í ón ar i os que se neparen a pretar assistência ao
contribuinte quando for ' so ! i c t tadó na fer.ra deste Codiqo;
i I -- ’?•- ege.7 tes f i sca i s, que, por neg I i gene í a ou ta rê, I avra-
rep autos ser? ebedíerlcia aos requisitos legais,tie forra a lbu*s aca£
retar nulidades.
Artigo b'd - As r-ultas serão ippostas pelo '/Vef e i to, ued i an-
te re"ires^'r;tar'ac da autoridade co;’petente^ se de out,r<'- ‘oedo nau-; dís~
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í*“ ■ r— • •
puser o csta*fcuí;o dos Funcionários Municipais.
ArUigo Sl - C pagamento de mufta decorrente de processo *
fiscal se tornara exigí ve I depois de transitada e,.i Julgado a deci -
sao que a línpos«
IX/*\‘ E*^ ü \ Aí*
U/ o.''-' i í! vír*fL
L*,
CAPfiULÜ í
voo {■ í\ u L t i it i- O i í s V i d í_ N (
r- - r-y--.
4id i— '5^-'
DOS TEDMOS DE EÍSCALíZAÇaO
Art i go - A autoridade ou funcionário fiscal que pres^. “
dir ou proceder a exames e diligencias, fara ou lavrara, sob sua as
sinatura, Termo circunstancía 1 do que apurar, do qual constara,
alem do mais que possa interessar, as datas iniciais e finais do,pe
£iodo fiscalizado e a reiaçao dos livros e documentos examinados.
§ I- “0 terciO sera 1 avrado no estabe 1 eciinento ou l£-
cal onde se verificar a fiscalizaçao ou a constatacao da infraçao '
que ai nao resida o fiscalizado ou infrator e poderá ser dati íogr^a-
fado ou impresso em reiaçao as palavras rituais, devendo os claros*
ser preenchidos a mao e utilizadas as entrelinhas em branco.
.§ 2- - fiscalizado ou infrator dar-se-a copia do '
termo autenticada pela autoridade, contra recibo no original.
5 3- “a recusa do recibo, que sera declarada pela au
toridade, nao aproveita ao fiscalizado ou infrator, nem o prejudica.
§ 4“ “ Ds dispositivos do paragrafo anterior sao aplj,
caveis extensivan*ente, aos f íscaJ i zados e infratores analfabetos ou
impossibilitados de assinar o docutiento de fiscal izaçao ou infraçao
medi ánte decIaraçao de autor í dade fi scaI, ressalvadas as h* poteses*
dos incapazes definidos era lei ci vi I.
DA APP l- iiNSAO BENS E OOdUMEhTOS
Artigo S3 “ 3o poderão ser apreendidas as coisas móveis, '
inclusive bens e docunjentos existentes e oat estabelecimento corner^ -
ciai, industrial, agrícola ou profissional, de contribuinte, respon
^aveí ou de terceiros, ou ea outros lugares ou em transito, que *
constituem prova material de infraçao tributaria, estabelecidas nes
te Codigo, em lei ou regu I a:nento.
Paragrafo Ijnico - Havendo provas, ou fundada suspeita, de*
que as coisas encontradas era residência particular ou lugar uti IJ_ -
^ado como raoradia, serão proraovidas as buscas e apreensao Judiciai*
sera prejuízo das medidas necessárias para evitar a reraoçao clandes-
t ina.
Artigo 84 - Da apreensao lavra-se auto, cora os elementos *
do auto de infraçao, observando-se, no que couber o disposto no a£-
tigo 95 deste Codigo.
Paragrafo único - 0 laudo de apreensao conterá a descrição
das coisas ou documentos apreendidos, a índicaçao do lugar onde fo
ram depositadas e a assinatura do depositário, o qual sera designa
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dó pelo autuante, podendo a designação recairno proprio detentor,*
se for idonêo, ajuizo do autuante*
Artigo 85 - Os documentos apreendidos podèrao, a requerj. -
mento do aufuado, ser-lhe devolvidos, ficando no processo copia do*
inteiro teor ou da parte que deva fazer prova, caso o original nao*
seja indispensável a esse fim»
Artigo 86 - As coisas apreendidas serão restitutdas, a re-
^uerimento mediante deposito das quantias exígiveis, cuja importân
cia sera arbitrada pela autoridade competente, ficando retidos ate*
decisão final, os especimes necessários a prova»
Parágrafo Único - Em relação a matéria deste artigo, apl£-
ca-se no que couber, o disposto nos artigos 119 e 121 deste Codigo.
Artigo 87- Se o autuado nao provar o preenchimento das
xígencras legais para Hberaçao dos bens apreendidos, no prazo de *
60 (sessenta), dias, a contar da data da apreensão, serão os bens le
vados a hasta publica ou leilão»
§ |C - Quando a apreensao recair em bens de faciI de
terioração, a hasta publica ou leilao poderá realizar-se a partir *
dq praprio dia da apreensao»
§ 2P - Apurando-se, na venda, importância superior #io
tributo e a multa dev.idà, sera o autuado notificado, no prazo (Io 5*
(cinco) dÍAS, para receber o excedente, se. Já Rao houver coraparect"
do para faze-lo»
SEÇÃO 3® , ........................
DA NOTIFICAÇÃO PRELIMINAR
Artigo' 88 - Verificando-se otnissao, nao dolosd die pagttnôn-
to de tributo, ou qualquer infraçao de lei ou regulaíííento,. dfe
possa resultar a evasao de receita sera ekpedida cónti^a o infrator'*
notifícaçao preliminar para que, nò prazo de 10 (dez) dias, regula-
r í ze a situaçao»
§ Ifl - Esgotado o prazo de que trata este artigo, sem
que o infrator tenha regularizado a situaçao perante a repartição *
competente, làvrar-se-a auto de infraçao; , '
§2® - Lavrar-se-a, igual mente, auto de Infração quarv
o contribuinte se recusar a 'tomar conheiqiménto da not.ificáçãQ *
preliminar» , '
Artigo 89 - A notificação preriminar sera feita fem fòrmuía
destacada .do ta1onarío,.probrio, nx> qual ficara copia a carbono, com
o "ciente** do notificado, a conterá as elementos seguintes: . , '
I - nome do notificado;
II , local,; dia e hora da lavratura;
III - descrição do fato que motivou a indícaçao dó *
dispositivo legal de físcalizaçao, quando couber;
IV - valor do tributo e multa devidos; ‘ .
V . assinatura do noti ficado;
Parágrafo Úfvico - Aplica-se a este artigo as disposições *
constantes dos parágrarfos a 4® do artigo 82»
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ArEígo 90 - Considera-se convencido do debito fiscal o coni
tribtóínte que pagar o tributo mediante notificação preli minar# da (
qual nao caiba recurso ou defesa.
Artigo 91 cabera notificação preliminar^ devendo o *
contribuinte ser irsediaiamcntc autuado:
I - quando for encontrado no exercj c i o de ati vi da-
Qcs tributáveis, serT provia inscrição;
U “ quando houver provas de tentativas para cxÍE^n£-
se ou furtar-se ao pagamento do tribvíto;
I I I - quando for manifesto o ânimo de sonegar;
IV - quando incidir sem nova falta de que podería *
resultar evasao de receita, antes de decorrido I (hum) anO, contado
da ultima notificação preliminar.
Oi-V 7\L 4^
2
?\rtigo 92 Guando i ncompetente para notificar preliminar
mente ou para autuar, o agente da fazenda i unicipal deve, c quaí
j^uer pessoa pode, representar contra toda açao ou omissão contraria
à disposições deste CodÍgo ou de outras leis e regu t amentos t í scat s.
Artigo 93 “ A representação far-se-a. em petição assinada'
e mencionara, em letra legível, o nome, a profissão e o endereço de
seu autor; sera acoc^panhada de provas ou indicara os elementos de«-
ta e mencionara os meios ou as circunstancias em razao aos quais se
tornou conhecida a infraçao.
Faragrafo Único - Nao se adnitira representação feíta por'
quem haja sido socio, diretor, preposto ou empregado œ contribuin
te, quando relativa a fatos anteriores a data em que tenha perdido'
essa qual idade.
Artigo 94 “ Recebida a representação, a autoridade compe
tente prov { denci ara í ned i atasfie nte as diligencias para verificar a '
respectiva veracidade conforme houver, notificara prcIiminarmen-
- r* t 1 ■ * “
te o inrrator, autua-lo-a ou arquivara a representação.
CAPÍTULO !l
DOS ATOS HíiCIAiS
SECSO
LI- |9
DC AlIK! DE !NF.!Ax'T0
Artigo 95 ~ C auto de infraçao, sera lavrado com precisão'
e clareza,, sem entrelinhas, emendas ou rasvras, devera:
í - mencionar o local, dia e hora da lavratura;
SI - referir ao nofi:e do infrator e das testemunhas,
se houver;
III - descrever o fato que constitui a infraçao e as
círcunstancias pertinentes, indicar o dispositivo legal ou regul^ -
mentar violado c fazer referehcias ao Termo dé fiscaIizaçao, em que
se consignou a infraçao quando for o caso;
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V- * cont0r inCirpaç^Q ao infrator para pagar os
trÍbtftoM e wultasávidos ou apresentar defosa e provas nos prazas*
previstos« _
§1® -"As otTíi ssoes ou i n cor roço os do auto nap acarre-*
;^arao huiidade, quando do processo constarem elementos suficientes'
para a determi naçao -da infraçao e do infrator.
§ 2^ ~ A assinatura nao constitui formalidade esseri
ciai a validade do auto, nao implica em confissão, nem a recusa S
gravara sua pena.
§ 3® - Se o infrator, ou quem o represente, nao puder
nao quiser assinar o- auto far-se-a menção dessa circunstancia.
Artigo 96-0 auto de infraçao poderá ser lavrado cumulatj_
Vímiente com o de apreensão, então contera, também os elementos des
te (ARTIGO 84) e paragrafo único.
Artigo 97 - Oa lavratura do auto sera intimado o infrator:
I - pessoal mente sempre que possível, mediante eri-
trega de copia do auto ao autuado, seu representante ou preposto, '
contra recibo datado no original;
íl - por carta, acompanhada de copia do auto, com '
aviso de recebimento (AR), datada e firmado pelo destinatário ôu '
alguém de seu domicílio;
III - por edital com prazo de 30 (trinta) dias, se '
desconhecido o domicílio fiscal do infrator. '
Artigo 98 - A intimação presume-se feita:
I - quando pessoal, na data do recibo;
II —quando por carta, na data do recibo de volta,'*"
e se for esta omitida, 15 (quinze) dias apos a entrega da carta no'
Correio;
lit - quando por edital, KW no termo e prazo; contado (
este da data da afixãçao ou da publIcaçao.
Artigo 99 - As intimações subsequentes a inicial far-se-ao
pessoalmente, caso em que serão certificadas no processo, e por car
ou edital, conforme as circunstancias, observado .o disposto nos'
artigos 97 e 98, deste Codigo.
SEÇSC 2®
DAS RECLAMAÇÕES CONTRA LANÇAMENTO
Artigo 100- 0 contribuinte que nao concordar com lançameri-
to poderá reclamar no prazo de 20 (vinte) dias, contados da public^
£30 no orgao oficial, da afixaçao de edital, ou do recebimento do '
aviso.
Artigo 101- A reclamação contra lançamento far-se-a íSor pe
tiçao facultada a juntada de documentos;
Artigo 102- f cabível a reclamação por parte de qualquer '
pessoa, contra a emissão, exclusão do lançamento.
Artigo 103- A reclamaçao contra lançamento tera efeito su^
pensivo da cobrança dos tributos lançados.
CAPÍTULO III
DA DEFESA
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Artigo 104 - Ao autuado representará defesa no prazo de 20
(vinte) dias, contados da íntimaçao.
Artigo 105 “ A defesa do autuado sera apresentada por pet^,
5^ao a repartição por onde correr o processo, contra recibo. Apresen
tada a defesa, tera o autuado o prazo de 10 (dez) dias para impugna
-Ia, o que fara na forma do artigo seguinte»
Artigo 106 - Na defesa o autuado alegara toda a matéria que
entender utiI, indicara e requerera as provas que pretenda produzir
Juntara logo as que constarem de documento e, sendo o caso, arrola“
ra testeiííunhas ate o maximõ de 3 (tres).
Artigo 107 “ Nos processos iniciados mediante reclamaçao '
contra lançamento sera dada vista a funcionário da repartição compe
tente para aquela operaçao a fim de apresentar a defesa, no prazo '
de 10 (dez) dias contados da data em que receber o processo.
CAPÍTULO IV
DAS PROVAS
Artigo lOS - findos os prazos a que se refereai os artigos*
104 e 105/ deste Codigo, o dirigente da repartição responsável pelo
lançamento definira, no prazo de 10 (dez) dias, a produção das pro~
vas que nao sejam manifestamente inúteis ou protelatorias, ordenara
a produção de outras que entender necessárias, e fixara o prazo nao
superior a 30 (trinta) días, em que uma e outra devam ser produzj_ -
Artigo 109 - As perícias deferidas competirão ao perito *
designado pela autoridade competente, na forma do artigo anterior,*
quando requeridas pelo autuante, ou nas reclamações contra lançameri
to pelo funcionário da Fazenda ou quando ordenado de ofiòio poderão
ser atribuídas e agente de fiscalização.
Artigo I10 - Ao autuado e ao autuante sera permitido, su -
cessivaraente, reinquirrr as testemunhas, do mesmo modo ao reclBinas
te e ao impugnante, nas reclamações contra lançamento.
Artigo 111 - 0 autuado e o reclamante poderão participar *
das diligencias e as alegações que tiverem sido Juntadas ao proces
so ou constarao do Termo de Diligencia, para serem apreciadas no *
Julgamento.
Artigo 112 - Nao se admitira prova fundada em exame de íí -
V ros e arquivos das repartições da fazenda Publica, ou e;i depoinien
^o pessoal de seus representantes ou funcionários»
CAPÍTULO V
DA’DECISÃO em primeira INSTÂNCIA
Artigo 113 “ findo o prazo para produção de provas õu pe -
rante o direito de apresentar a defesa, o processo sera apresentado
a autoridade Julgadora, que proferira a decisão, no prazo de 10 "( *
dez) dias.
§ I- - Se entender, necessário, a autoridade poderá*
no prazo deste artigo, a requerimento da parte ou de oficio, dar *
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vista, sucessivanente, ao autuado e ao autuante, e ao reclamante e'
ao inpugnante, por 5 (cínco) dias a cada um, para alegações finais.
§ 2- - Verificada a hipótese do paragrafo anterior,'
a autoridade tera novo prazo de 10 (dez) dias para proferir decisão
§ 3~ “A autoridade nao fica adstrita as alegações *
das parte, devendo julgar de acordo com sua convicção, cm face das'
provas no processo.
Artigo 114 - A decisão, redigida com simplicidade e clare-
concluira pela procedência ou improcedência do auto de ínfraçao
ou da reclcimaçao contra lançamento, definindo expressamente os seus
efe i tos.
Artigo 115 - Nao sendo proferida decisão em diligencia, po
dera a parte interpor recurso voluntário, como se fora julgado pro
cedente o auto de Ínfraçao ou improcedente a reclamaçao contra o '
lançar.iento, cessando, com a interposição do recurso, a jurisdição '
da autoridade de primeira instancia.
CAPÍTULO VI
DOS RECURSOS
SEÇÃO |s
DO RECURSO VOLUNTÁRIO
Artigo 116 - Da decisão de primeira instância caberá recur
£o voluntário para o Prefeito, interposto no prazo de 20 (vinte) '
dias contados da data de ciencía da decisão, pelo autuado ou recla
mante, pelo autuante ou pelo funcionário que houver produzido a de
fesa, nas reclamações contra o lançamento.
Artigo 117 - É vedado reunir em uma só petição recursos re
ferentés a mais de uma decisão ainda que versem sobre o mesmo assun
to e alcancem o mesmo contribuinte, salvo quando proferidas em um
uni CO processo fiscal.
SEÇÃO 2a
DA GARANTIA DE INSTÂNCIA
Artigo I Io - Nenhum recurso voluntário interposto pelo au
tuado OU reclamante sera encaminhado ao Prefeito, sem o prévio depo
sito de metade das quantias exigidas, extinguindo-se o direito do '
recorrente que nao efetuar o deposito no prazo legal.
Parágrafo ßnico - Sao dispensados de deposítos os servido
res públicos que recorrerem de multas impostas com fun^arnento no ar
ti go 79 deste Codígo.
Artigo 119 “ Quando a importância total do litigio exceder
de 10 (dez) vezes a UFESP - Unidade Fiscal do Estado de São Paulo ,
se permitira a prestaçao de fiança para interposição do recurco vo
luntário, requeridas no prazo a que se refere o Artigo 116 deste Co
digo.
5 - A fiança prestar-se-a mediante indicação do fiador'
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Î doneo, a Juízo da Adm i ni straçao, ou pela caução de tí-tulos da dívj_
da pubiica.
§ 2“ - Ficara anexado ao processo o requeriment;o que '
indicar fíador, com a expressa aquiescência deste, e, se for casado
também de sua mulher, sob pena dc indeferimento.
5 3” - A fiança mediante cauçao far-se-a no valor dos'
tributos e multas exigidos e pela cotaçao dos títulos no mercado, '
devendo o recorrente declarar no requerimento que se obriga a efe -
tuar o pagamento do remanescente da dívida no prazo de 10 (dez) '
dias, contados da notificação, se o produto da venda dos títulos '
nao for suficiente para liquidação do debito.
/Artigo 120 - Julgado idoneo o fiador, poderá o recorrente,
depois de intimado e dentro do prazo igual ao que restava quando '
protocolado o requerimento de prestaçao de fiança oferecer outro '
fiador, indicando os elementos comprovantes de idoneidade do mesmo*
5 ÚNI CO - Nao se achnitira como fiador o soei o solidário
quotista ou comanditario da firma recorrente nem o devedor da Fazen
da Mun í ci pal.
Artigo 121 - Recusados dois fi adores, sera o recorrente iri
timado a efetuar o deposito dentro de 5 (cinco) dias, ou de prazo'
igual ao que lhe restava protocolado o segundo requerimento de près
taçao de fiança, se este prazo for maior.
SEÇÃO 3-
DO RECURSO DE OFÍCIO
Artigo 122 - Das decisões de primeira instancia, contraria-
as, no todo ou em parte, a Fazenda Municipal, inclusive por desci
^ificaçao, serã obrigatoriamente interposto recurso de ofício ap '
Prefeito com efeito suspensivo, scinpre que a importância em 1í tigio
exceder de 10 UFESP - Uní d. Fiscal Estado de Sao Paulo.
PARÁGRAFO (InI CO - Se a autoridade Julgadora deixar de re -
correr de oficio quando couber medida, cumpre ao funcionário que '
subscreveu a inicial do processo ou que do fato tomar conhec i riento'
interpor recurso, ci» petição encaminhada por intermédio daquela au
tor i dade.
CAPÍTULO VII
DA EXECUÇÃO DAS DECISÕES FISCAIS
Artigo 123 - As decisões definitivas serão cumpridas:
1 - Pela notificação do contribuinte, e, quando '
for o caso também do seu fiador, para no prazo de 10 (dez) días, sa
tisfazerem ao pagamento do valor da condenação e, em consequência,'
receberem os títulos depositados, em garantia da instancia-.
It - Pela notificação do contribuinte para vir re
ceber importância recolhida indevidamente como tributo ou multa.
III - Pela notificação do contribuinte para vir re
ceber ou quando for o caso pagar no prazo de 10 (dez) dias, a dife
rença entre o valor da condenação e a importância depositada em ga
rantia de instância.
IV - Pela notificação do contribuinte para vir re-
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ceber ou, quando for o caso, pagar, no prazo de 10 (dez) dias, a d^^
^erença entre o valor da condenação e o produto da venda dos “
Us caucionados, quando nao satisfeito o pagamento no prazo legal«
V - Pela liberaçao dos bens apreendidos e deposita
dos, ou pela restituição do produto de sua venda, se houver ocorrj^-
do aíiençaao, com fundamento no artigo 87/ seus paragrafos, deste '
Codigo»
VI -Pela imediata inscrição, como dívida ativa e ■
remessa da certidao a cobrança executiva, dos débitos a que se refe
rem os incisos 1,111 e IV., se nao satisfeitos no prazo estabelecido
Artigo 124 - A venda de títulos da dívida publica aceitos*
em cauçao nao se realizara abaixo da cotaçao, e deduzidas as despe
sas legais da venda, inclusive taxa oficial de corretagem procèder'-
se-a, ein tudo o que couber, de acordo com artigo 123/ inciso IV, e"*
com 5 3-/ do artigo 119/ deste Codigo.
TÍTULO III
00 CADASTRO FISCAL
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art i go 125-0 cadastro fiscal da Prefeitura compreende:
I - 0 cadastro imobiliário
II - 0 cadastro dos industriais e comerciantes
f I I - 0 cadastro dos prestadores de serviços de *
qualquer natureza.
5 iíi - 0 cadastro imobiliário, compreende:
a) os terrenos vagos existentes ou que venham a ex-ístir nas
areas urbanas ou destinadas a urbanizaçao;
b) as edificações existentes, ou que vi ereni a ser constru^
das, nas areas urbanas e urbanizadas»
§ 2- - 0 cadastro dos industriais e comerciantes cob
£reende os estabelecimentos de industria e de comercio, habituais e
lucrativas, exercidas no âmbito do Município, em conformidade com *
as disposições do Codigo Tributário Nacional.
§ 3- - 0 cadastro dos prestadores de serviços de *
qualquer natureza compreende as empresas ou profissionais autonomos
com ou sem estabelecimentos fixo, de serviço sujeito a tributação *
muni ci paI.
Artigo ,12ó - Todos os propr Í etar i os ou possuidores, a qual
£Uer titulo, de ímove is mencionados no § I- do artigo anterior /
aqueles que indivíduaImente ou sob razao social.de qualquer especie
exercerem atividade lucrativa no município, estão suj’eitos a inserj^
^ao obrigatorie no Cadastro Imobiliário da Prefeitura.
Artigo 127-0 poder Executivo poderá celebrar convênios *
com a União e os Estados, visando a utilizar os dados e os elemen -
tos cadastrais disponiveJs, bem como o numero de inscrição no Cadas
tro Geral de contribuintes, de âmbito federal, para melhor caracte-
jrizaçao de seus registros. .
Artigo 128 - A Prefeitura, poderá quando necessário, instj,
tuir outras modalidades de cadastros, a fim de atender a organiz^ -
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£30 fazendaria dos tributos de sua competência, especialmente,, os *
relativos a contribuição de melhoria*
CAPÍTULO tl
DA INSCRIÇÃO NO CADASTRO IMOBILIÁRIO
Artigo 129 " A inscrição do contribuinte do imposto no ca
dastro fiscal imobiliário sera feita através de dados obtidos junto
ao Cartorío de Registro de Imóveis local e com verificações feitas*
* in loco ",
CAPfTULO HI
DA INSCRIÇÃO NO CADASTRO DE
í NDUSTRI A IS E COMERC í ANTES
Artigo 130 - A inscrição no cadastro de industriais e co -
mereiantes, sera feita pelo responsável, ou seu representante legal
que preenchera e entregara na repartição competente ficha propria '
para cada estabelecimento, com modelos adotados pela Prefeitura.
Paragrafo Único - Entende-se por Industrial ou Comerciante
para os efeitos de tributação municipal, aquelas pessoas físicas ou
j'urfdicas, estabelecidas ou nao, assim definidas e qualificadas co
mo responsáveis pelo tributo.
Artigo 131 - A ficha de inscrição do cadastro de í.ndu«trj_-
ais e comerciantes devera conter:
I - o nome, a razao social, ou a denominação sob'
cuja responsabi í idade deva funcionar o estabelecimento ou ser exer
cidos os atos de comercio e industria*
II - a localizaçao de estabelecimento, seja na 2£-
na urbana ou rural, compreendendo a numeraçao do prédio, do pavímeri
to^ da sala ou outro tipo de depêndencia ou sede, conforme o caso,'
ou de proprietário rural as elas sujeita.
jll -as cspecies principais e acessórias da ativ_£-
dade;
IV “ a area total do imóvel, ou da parte dele, ocu
jQada pelo estabelecimento e suas dependencias;
V - outros dados previstos em regulamento*
Paragrafo Único - A entrega da ficha de Inscrição devera *
ser feita:
a) quanto aos estabelecimentos novos, antes da respectiva*
abertura òu inicio dos negocios;
b) quanto ads ja existente a, dentro do prazo de 90 (novea
_ ta) dias, a contar da vigência deste Codigo,
Artigo 132 - A inscrição devera ser pemanentemente atualj,
£ada, ficando o responsável obrigado a comunicar a repartição compe
tente, dentro de 15 (quinze) dias, a contar da data em que ocorre -
rem as alterações que se verificar em qualquer das características'
mencionadas no artigo anterior,
Paragrafo Único - No caso de venda ou transferência do es
tabelecimento, sem a observância do disposto neste artigo, o adquj.-
rehte ou sucessor sera responsável pelos débitos e multas do contrj^
buinte inscrito.
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Artrgo 133 - A cetsào do es'tabele&imeoto será cooiuniçada a
Frfefeͱura dentro dõ prazo de 15 (quinze) dias, a fim de ser anota
da no cadastro.
Paragrafo único - A anotaçao no Cadastro sera feita após *
verificação da veracidade da comunicação, sem prejuízo de quaisquer
débitos de tributos pelo exercício de atividades ou negocios de ini-
dustria ou comercio.
Artigo 134 - Para os efeitos deste Capitulo, cons* dera-se'
estabelecimento o local fixo ou nao,^ de exercício de qualquer ativjj.
^ade industrial, comercial em carater permanente ou eventual, ainda
que no interior da residência, desde que a atividade nao seja carac
;terizada como de prestaçao de serviço.
Artigo í35 - Constituem estabeIecimentos distintos, para '
efeito de inscrição no Cadastro:
I - os que, embora no mesmo local, ainda que com'
idêntico ramo de atividade pertença a diferentes pessoas físicas ou
jurídicas;
II - os que, embora sob a mesma responsabiIidade e
com o mesmo ramo de negocio, estejam localizados em prédios distiji-
tos ou locais diversos.
Parágrafo Õn ICO - Nao sao considerados como locais diversos
dois ou mais i move is contíguos e com comunicação interna, neíii os va
rios pavimentos de um mesmo ímovei.
CAPÍTULO IV
DA INSCRIÇÃO MC CADASTÜC DE PRESTADCRES
DE SERVIÇOS DE aUALOÜER RATUREZA
Artigo I3ó - A inscrição no Cadastro de Prestadores de oer
viço de Qualquer Natureza sera feita pelo responsável, empVesa ou '
profissional autonomo, ou seu representante legal, que preenchera '
e èntregara na repartição competente, ficha própria para cada èstá-
belecimento fixo, ou para o local, que normalmente desenvolva ativi
jJade de prestaçao de serviços,
PARTE ESPECIAL
TfrULO I
DC líiPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL
E TERRITORIAL URBANA '
CAPÍTULO I
DO fATO GERADOR DA INCIDÊNCIA, DAS
ISENÇÕES E DAS 'REDUÇÕES
Artigo 138 “0 Imposto Phcdial e territorial urbano-IPTU,'
tem como Bato gerador a propriedade, o dotnfhío uti I ou a posse de *
terrenos localizados nas zonas urbanas do município.
5 I" “ Para os efeitos deste imposto considera-se '
terreno o solo sem benfeitorias ou edificações, assim entendido tam
bem o terreno que contenha:
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I - construção provisória que possa ser removida'
sem destruição;
1 I ~ construção em andamento du paratizada;
I i I - construção em ruínas, em demolição, condenada
ou interditada;
IV - construção que a autoridade competente consj.-
dere i nadequada, quanto a area ocupada, para a dest i naçao ou ut i
^açao pretendida,.
§ 2^ - Para os efeitos deste Imposto, entende-se co
mo zonas urbanas as definidas em ato do Poder Executivo, observado*
o requisito mínimo de existencia de pelo menos dois dos seguintes '
nie I horamcntos:
a) meio-fio, ou calçamento, com canalizaçao de aguas plu r-
VI ai s;
b) abastecimento de água;
c) sistema de esgotos sanitaríos;
d) rede de íI uminaçao publica, com ou sem posteamentos pa
ra distribuição domiciliares;
e) escola primaria ou posto de saude, a uma distancia maxj_
ma de 3 (tres) qu ilómetros do imóvel considerado.
§ 3^ - Considera-se também urbanas as areas urbaniz^
yeis, ou de expansao urbana, constantes de loteamentos aprovados pe
Ia PREFEITURA, destinados a habítaçao, a industria ou ao comercio,'*
mesmo que localizadas fora das zonas definidas nos termos do para -
^rafo anteri or.
Artigo 139 - Sao isentos do Imposto Pred. e Terr. - IPTU,'
os terrenos cedidos gratuiteunente para uso da Uníao, Estado ou Muni
£1P> Oo
Artigo 140-0 Imposto Territorial Urbano constituí onus '
real e, acompanha o imovei em todos os casos de transmissão da pro
priedade ou de direitos reais a ela relativos do compromissarÍo co£
prador se este estiver na posse do imóvel.
Artigo 141 - 0 Imposto Predial tem como fato gerador a pro
priedâde, o'domicilio utiI ou a posse, conjuntamente ou nao, com os
respectivos terrenos, prédios situados nas zonas urbanas do Municy-
pio.
§ I® - Considera-se prédios, para efeitos deste arty
po, todas as edificações ou construções que possam servir a habíta-
pao, ao uso ou recreio, seja qual for sua denominação, forma ou de^
tino,
§ 2® - Para efeito deste Imposto, entende-se como zp
na urbana a definida nos termos dos paragrafos 2® e 3®, do artigo *
I38 deste código.
Artigo 142 - Sao isentos do Imposto os prédios cedidos gra
tuítamcnte em sua totalidade, para uso da Uníao, do Estado ou do Mp
pi cI pi o.
CAPÍTULO 11
DA ALÍQUOTA E BASE DE CXlCULO
Artigo 143 - 0 Imposto Predial e Territorial Urbano»IPTU, '
sera cobrado coin base nas segui ntes al íquotasr
I - construídos e usos conforme com a legislaçao'
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do municrpio ( Lei de Uso do Solo ) ....... 1,20% (Hum vírgula vir£-
te por cento);
II - terrenos vagos e usos desconformes com a le -
qislaçao do município (Lei de Uso do Solo . 3«00% (très por cento){
Paragrafo Unico - A alíquota prevista neste artigo poderá'
ser elevada, através de Lei para os contribuintes que nao cumprirem
as exigências legais da política urbanística do Município»
Artigo 144 - 0 valor venal dos terrenos sera apurado e a -
tualizado anualmente, com base nos dados fornecidos pelo Cadastro *
Imobiliário, levando-se em conta, a critério da repartiçao, os se
jguintes elementos;
I - o índice medio de valorizaçao correspondente'
a zona em que se esteja situado o imóvel;
II - o preço do terreno nas ultimas transações de'
compra e venda rea1i zadas nas zonas em que esteja si tuado o i move I «
III - quaisquer outros dados informativos obtidos '
**
pelas repartí çoes competentes.
Artigo 1-45 - Na determinação da base de calculo nao se cor£
sidera o valor dos bens moveis mantidos, em carater permanente ou '
temporário, no imóvel para efeito de sua uti lizaçao, exploraçao, enj
belezamento ou comodidade.
Artigo 146 - 0 critério a ser uti Iizado para apuraçao dos'
valores que servirão de base de calculo para o lançamento do Impo«-
to Territorial Urbano sera finido em regulamento baixado pelo Exec^
ti vo.
CAPÍTULO III
SEçSc |9
DO LANÇAMENTO E DA ARRECADAÇÃO
Artigo 151 - 0 lançamento do Imposto Territorial Urbano, '
sempre que possível, sera feito em conjunto com os demais tributos'
que recaem sobre o Îmovei, tomando-se por base a situaçao existente
em primeiro'(I^) de janeiro do ano a que corresponder o lançamento.
Artigo 152 - Far-se^a o lançamento no nome sob o qual estj,
ver inscrito o terreno no cadastro Imobiliário.
§ ï2 - No caso de condomínio, figurara o lançamento'
em nome de todos os condomínos, respondendo cada um, na proporção '
de sua parte, pelo onus do tributo.
§ 2^ - Nao sendo conhecido o proprietario, o lança -
m^ento sera feito em nome de quem esteja na posse do terreno.
§ 3~ - Quando o imóvel estiver sujeito a inventario
far-se-a o lançamento em nome do Espolio,e, feita a partilha, sera'
transferido para o nome dos sucessores, para esse fim os herdeiros'
sao obrigados a promover a transferência perante o orgao fazendario
competente, dentro do prazo de 3Q (trinta) dias, a contar da data '
do julgamento da partilha ou da adjudicaçao.
§ 42 - Os terrenos pertencentes a Espolio, cujo in -
^/entario esteja sobrestado, serão lançados em nome do mesmo, que '
respondera pelo tributo ate que se façam as necessárias modifica
£oes.
55- - 0 lançamento do terreno pertencente a massas'
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falidas ou sociedades em líquídaçao será feito em nome das nieanas, '
mas os avisos ou notificações serão enviados aos seus representan^ -
tes legais/ anotando-se os nomes e endereços nos registros.
Artigo 153 “ 0 lançamento e g recolhimento do Imposto se.-
rao efetuados conforme disposição neste Codi 90,
Artigo 154-0 lançamento e a arrecadaçao do imposto pre -
dial, sempre que possível será feito em conjunto com o dos demais '
tributos que recaem sobre o imóvel, tomando-se por base a situaçao'
existente a 1- de Janeiro do ano em que corresponder o lançamento.
Paragrafo Único - Os apartamentos, unidades ou dependencj_-
as com economias autonomas, serão lançados um a um, em nome de seus
proprietários condominos.
Artigo 155-0 lançamento do imposto sera anual, e o reco-
J^himento se fara no numero de quotas e na epoca estabelecida em re
gulamento.
Paragrafo Unico - 0 lançamento do tributo sera anual e o *
recolhimento se fara no numero de quotas e na epoca fixada em reg^-
J^amento.
DÂS PENALIDADES
SEÇÃO 2®
Artigo 156 - A falta de pagamento do tributo nos vencimen
tos fixados nos avisos de lançamentos, sujeitara o contribuinte a
multa de 20% (vinte por cento) sobre e tributo corrigido monetaria
mente.
TÍTULO I 1
DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE OUALQUER NATUREZA
"ISSON’
CAPÍTULO I
DA INCIDÊNCIA E DAS ISENÇÕES
Artjgo 157 - 0 Imposto Sobre serviços de Qualquer Kature -
^a tem como fato gerador a prestaçao de serviços, por empresas ou '
profissional autonorao, com ou sem estabelecimento fixo.
Paragrafo Único - A incidência do imposto e sua cobrança '
í ndependem;
a) do resultado financeiro do efetivo exercício da ativída
de;
b) do cumprimento de quaisqüer exigências legais ou regu
mentares relativas ao exercício da afívidade, sem prejuízo das pena
J_idades cabíveis.
Artigo 15S - Para os efeitos deste Capítulo, cons1 deram-se
como serviços, os constantes da Lei Complementar n® 56, de 15/12/87
e da seguinte lista:
" LISTA DE SERVIÇOS "
01) N-edicos, inclusive análises clínicas, eletricidade me
dica, radioterapia, ultra-sonograf1 a, radiologia, tomografia e con-
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genres;
02) H ospitais, cÍÍnicas, saha'fcorí.os, laboratóriôs de anal
ambulatórios, prontos-socorròs, maniconibs, casas de saude, de'
repouso e de recuperação.e congénères.
03) Bancos de sangue, leite, pele, olhos, semen e congénè
res.
04) Enfermeiros, obstetras, ortopticos, fonaudiologos, pr^
teticos (prótese dentaria).
05) Assistênciã medica e òongenres previstos nos ftens 1,2
e 3 desta Hsta, prestado através de planos de medicina de grupõ,''
convênios, inclusive com empresas para assistência a empregados.
■06) Planos de saude, prestados por empresà que nao èstejá'^
incluída ho item,05 da lista e que se cumpram através de serviços '
prestados por terceiros contratados pela empresa ou apenàs pagòs por
esta, mediante índícãçao do beneficiário do plano.
07) ^Med i cos veteri narÍ os.
03) Hospitais veterinários, clinicas veterinárias è'congé
nères.
09) Guarda, tratamento, amestramento, adestramento, embele
^amento, alojamento e congeneres, reIativos a animais.
10) Barbeiros, cabelereíros, manicuros, pedicuros, trat^ -
mento de pele, depilação e congeneres.
11) Banhos, duchas, sauna, massagens, ginasticas e congen^
res,
1^2) Varriçao, coleta, remoção e incineração de lixo,
Î3) limpeza e dragaem de portos, rios e canatsw , .
14) Limpeza, manutenção e conservação de imóveis, inclusj_-
ve vias publicas, parques e Jardins.
15) Desinfecção, imuntzaçao, higienizaçao, desratizaçao e'
congeneres.
16) Controle e tratamqnto de efluentes de qualquer nature
za e de agentes físicos e biológicos.
17) Incineração de resíduos quaisquer.
18) Limpeza de chaminés.
19) Saneamento amb i entaI e congeneres
20) Assistência tecniça.
21) Assessor!a ou consultoria de qualquer natureza, nao, '
contida em outros itens da lista, organiza^ao, programação, assesso
ria, processamento de dadqs, consultoria,técnica, financeira..ou qd-r
minlstrativa.
22) Planejamento, coordenação, programaçao Ou organizaçao'
técnica financeira ou administrativa.
23) Analise^ inclusive dè si st em as, exames,- pesquisas e tr^
formaçoes,. coleta e processamento de dados de qualquer natureza.
24) Contabilidade, auditoria, guarda-livros, técnicos em
contabilidade e congeneres. .
25) Perícias, laudos, exames técnicos e analises técnicas^,
. 26) Traduções e interpretações.
22) Avaliaçao de bens.
28) Datilografia, estenografia, expediente, secretaria em'
gerai e congeneres.
29) Pnojetos, cálculos e desenhos técnicos de qualquer na
tureza.
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30) Aerofogrametria (inclusive interpretação), mapeamento"
e topografi a.
31) Execução, por administraçao, empreitada ou subempreita
da, de construção civil, de obras hídraulícas e outras obras seme -
J_hantes e respectiva engenharia consultiva, inclusive serviços auxj.
J_i ares ou comp 1 ementares (exceto o fornecimento de mercadorias pro
duzidas pelo prestador dos serviços, fora do local da prestaçao dos
serviços, que fica sujeito ao ICMS.
32) Demo Ii çao
33) Reparação, conservação e reforma de edifícios, estr^ -
das, pontes, portos e congeneres (exceto o fornecimento de mercado-
jrias produzidas pelo prestador dos serviços fora do local de presta
£ao dos serviços, que fica sujeito ao iCíiS.
34) Pesquisa, perfuração, cimentaçao, perfilagem, estimula
£ao e outros serviços relacionados com a exploraçao e exportação de
petroleo e gas natural.
35) Florestamento e reflorestamento.
36) Escoramento e contenção de encostas e serviços congene
res.
37) Paisagismo, jardinagens e decoraçao (exceto o fornecj_-
mento de níercador 1 as, que fica sujeito ao l CiMS) «
38) Raspagem, calafetaçao, polimento, lustraçao de pisos,*
paredes e divisórias.
39) Ensino de qualquer grau, avaliaçao de conhecimento de*
qualquer ^rau ou natureza.
40) Planejamento, organizaçao e administraçao de feiras, *
exposições, congressos e congeneres.
41) Organizaçao de festas e recepções: "buffet" (exceto o*
fornecimento de alimenta^ao e bebidas, que fica sujeito ao ICI'IS).
42) Adn i n i straçao de bens e negocios de terceiros e de corr
sorcio.
43) Acbni ni straçao de fundos .mutuo s (exceto a realizada por
instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central).
44) Agenciamento, corretagen ou intermediação de cambio, *
de seguros e planos de previdência privada.
45) Agenciamento, corretagem ou intemedíaçao de títulos *
quaisquer (exceto os serviços executados por rnstituíçoes financej^-*
jras autorizadas a funcionar pelo Banco Central).
46) Agenci^ento, corretagem ou intermediação de direitos*
da propriedade industrial, artística ou líteraría.
47) Agenc1amento, corretagem ou intermediação de contratos
de fran<|uia (franchise) e de faturaçao (Factoring), excetuam-se os*
serviços prestados por instituições autorizadas a funcionar pelo *
Banco Central.
48) Agenci amento, organ iza^ao, pix>nroçao e execução de pro**
jg^ramas de turismo, passeios, excursões, guias de turismo e congene
res.
49) Agenciamento, corretagem oy intemedíaçao de bens mo -
ve is e imóveis nao abrangidos os itens 44, 45, 46 e 47.
50) Despachantes
51) Agentes da propriedade índustrial-
52) Agentes da propriedade artística ou literariaw
53) leilão
54) Regulaçao de sinistros cobertos por contratos de segjj-
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jpos, inspeção, avaliacao de riscos para cobertura de contratos, pre
yençao e gerencia de riscos seguráveis, prestados por queai nao seja
o proprio segurado de seguro,
55) Armazenamento, depositos, carga, descarga, arrumaçao e
x- / * ***
guarda de bens de qualquer especie (exceto depositos em instituições
financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central)
56) Guarda e estacionamento de veículos terrestres
57) Vigilância ou segurança de pessoas ou bens.
58) Transporte, coleta, remessa, ou entrega de bens ou va-
J_ores, dentro do terrítorío do município,
59) Diversões publicas;
a) cinemas, taxi-daneíngs e congeneres
b) bilhares, boliches, corridas de animais e outros Jogos
c) exposições, com cobrança de ingresso
d) bailes, shows, festivais, recitais, inclusive espetacu
_I_os que sejam também transmitidos, mediante compra de direitos para
tanto, pela televisão ou pelo radio,
e) Jogos eletrônicos
f) competições esportivas ou de destreza fisíca ou inte -
J^ectua I, com ou seni a partí cipaçao do espectador, inclusive de dy -
£eítos a transmissão pelo radio ou pela televisão.
g) execução de musica individualmente ou por conjuntos
ÓC) Distribuição e venda de bilhete de loteria, cartões, *
pules ou cupons de apostas, sorteios ou prêmios.
61) Fornecimento de musica, mediante trans.r.i ssao por quaj_-
^uer processo, para vias publicas ou ambientes fechados (exceto *
transmissões radiofônicas ou de televisão).
62) Gravaçao e distríbuí^oo de filmes e videoteipes.
63) Fonograf ia ou gravaçao de sons ou ruídos, inclusive *
trucagem, dublagem ou mixagem sonora,
Ó4) Fotografia, cinematografÍa, inclusive, ampIiaçao, co -
£ia, reprodução e trucagem,
65) Produção, para terceiros, mediante ou sem encomenda '
previa, de espetáculos, entrevista e congeneres.
66) Coíocaçao de tapetes e cortinas, com material fornecy-
do pelo usuário final do serviço.
67) Lubrificação, limpeza e revisão de maquinas, veículos'
aparelhos e equipamentos (exceto o fornecimento de peças e partes,'
que fica sujeito ao ICmS.
63) Conserto, restauraçao, manutenção e conservação de m^-
^uinas, veículos, motores, elevadores ou qualquer objeto (exceto o'
fornecimento de peças e partes, que fica sujeito ao ICMS)
69) Recondicionamento de motores (o valor das peças forne
cidas pelo prestador do serviço fica sujeito ao 1 Ci'S).
70) Recauchutagem ou regeneração de pneus para o usuário '
final.
71) Recondicionamento, acondicionamento, pintura e benefy-
£Íamento, lavagem, secagem, tingimento, gaIvanoplastia, anodtzaçao,
corte, recorte, polimento, pIastífÍcaçao e congeneres, de objetos '
nao destinados a industriaíÍzaçao ou comercíaIízaçao.
72) Lustraçao de bens moveis quando o serviço for prestado
para o usuário final do objeto lustrado.
73) Instalaçao e montagem de aparelhos, maquinas e equipa-
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fiientos, prestados ao usuário final do serviço, excl usi vamentc cori
material por ele fornecido«
74) Montagem industrial, prestada ao usuário final do ser
viço, exclusivamente com material por ele fornecido.
75) Copia ou reprodução, por quaisquer processos, de docu
mentos e outros papéis, plantas ou desenhos.
7ó) Composição grafica, fotocomposíçao, clíchería, síncc^ -
orafia, litografia e fotoíitografía.
77) Colocaçao de molduras e afins, encadernaçao, gravaçao
c douraçao de livros, revistas e congeneres.
78) Locaçao de bens moveis, inclusive arrendamento mercan
til.
79) Funerais
50) Alfaiataria e costura, quando o material for fornecj, -
do pelo usuário final, exceto aviamento.
51) Tinturaria e lavanderia
82) Taxi dermi sta
83^ Recrutamento, agenct amento, seleção, colocaçao ou fojr-
necimento de mão de obra, mesmo em carater tamporario, inclusive '
por enípregados do prestador do serviço ou por trabaIhadores avulsos
por ele contratados.
©4) Propaganda e publicidade, inclusive promoção de vendas
planejamento de campanhas ou sistenjas, de publicidade de desenhos,'
textos e demais materiais publicitários (exceto) sua impressão, re-
£roduçao ou fabricaçao.
85) Veiculaçao e divulgação de textos, desenhos e outros '
materiais de publicidade, por qualquer meio (exceto Cín jornais, pe
riódicos, radio e TV).
86) Serviços portuários e aeroportuarios, utilizaçao de '
porto ou aeroporto, atracao, capatazia, armazenagem interna, exter-
na e especial, suprimento de agua, serviços acessorios,.moviment^ -
2^30 de mercadorias fora do caís.
87) Advogados
88) Engenheiros, arquitetos, urbanistas, agronomos
89) Dentistas
9C) Economistas
91) Psico logos
92) A ssistentes sociais
93) Relações publicas
94) Cobranças e recebimentos por conta de terceiros, in -
elusive direitos autorais, protestos de títulos, sustaçao de protes
tos, devolução de títulos não pagos, manutençao de títulos vencidos
fornecimentos de posição de cobrança ou recebimento e outros serv^-
£os correlates da cobrança ou recebimento (este item abrange também
os serviços prestados por instituições autorizadas a funcionar pelo
Banco Central)
95) Instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo'
Banco Central, fornecimento de talao de cheques, emíssao de cheques
administrativos, transferencias de fundos, devolução de cheques, '
sustaçao de pagamento de cheques, ordens de pagamentos e de credj_-
tos, por qualquer meio, emíssao e renovacao de cartões magnéticos,'
consultas em terminais eíetronícos, pagamentos por conta de tercei-
ros, inclusive os feitos fora do estabelecimento, eiaboraçao de fj_-
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çha cadastral, aluguel de cofres, fornecimento de 2- via de avisos*
de lançamento de extrato de contas, emissão de carnes (neste ítem *
nao esta abrangido o ressarcimento, a instituições financeiras, de*
gastos com portes de correio, telegramas, telex e teleprocessamento
necessários a prestaçao dos serviços).
9ó? Transporte de natureza estritamente municipal
97) Hospedagem em boteis, nioteis, pensões e congeneres ( o
valor da alimentaçao, quando incluído no preço da diaria, fica sjj -
j^eito ao ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza).
98) Distribuição de bens de terceiros em representação de*
qualquer natureza.
5 I- - 0 fornecimento de mercadorias com prestaçao de
serviços nao especificados neste artigo, fica sujeito ao ICM.
§ 2- - As atividades a que se referem os ftens 37, 4t
67, 68 e 69 deste artigo, serão consideradas:
I - de carater misto, as acompanhadas de fornecj_ -
mento dc mercadorias;
II - como representando exclusivamente prestaçao de
serviços nos demais casos.
§ 3“ - Nos casos do item 96, o tributo sera devido *
desde que o serviço sej’a de natureza estritamente municipal, bem co
mo no caso de transporte de passageiros, entre municípios adjacen -
tes que integrem um mesmo mercado de trabalho, como tal definido no
paragrafo unico do artigo 1^ do Decreto Lei 284, de 28/02/67.
0 4- - No caso de transporte de passageiros entre mu-
£tcipios, adj’acentes, que integreín um mesmo mercado de trabalho, *
considera-se local de prestaçao:
a) o local da sede da empresa;
b) no caso de a empresa ter sede fora dos dois íHunicípios*^
o estipulado mediante convênio celebrado entre as partes integran, -
5 5" * Para o disposto no § 3-r entende-se por merca
do de trabalho os aglomerados populacionais em torno de um municj_ -
jJjio polo, que tenha mais de 500.000 (quinhentos iail) habitantes e *
se ligue aquele por percursos, cujos pontos terminais estejam derr -
tro do mesmo agIomeramento e sejam inferiores a 30 Km (trinta quilo
metros) de acordo com o § 3' do Artigo I- do Decreto n- 54.0Ó4 de *
05/02/69.
Artigo 159 - No caso de eiupresas que realizam a prestaçao*
de serviços em mais de um município, considera-se local de operaçao
para efeito de ocorrência do fato gerador deste imposto:
I - o local onde se efetuar a prestaçao do serviço
no caso de CONSTRUÇÃO ClVIt;
íl - o do estabelecimento prestador ou, na falta *
de estabelecimento, o do domicilio do prestador.
Artigo I60 - 0 imposto o devido pela pessoa jurídica ou pe
J_o profissional autonomo que exerça, habitual ou temporariamente, *
qualquer das atividades relacionadas no artigo IjS.
§ I® - Considera-se profissional autonomo o contribu
£nte que executar a prestaçao do serviço pessoaímente, sem auxílio*
de terceiros, empregados ou nao, observado o disposto no paragrafo*
seguinte.
§ 2® - Nao perdera a condição de profissional autono
mo aquele que possuir ate 2 (dois) empregados em formaçao qualifica
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da para a execuí^ão de serviços auxiliares, bem como até 2 (dois) em
pregados em estagio de fonmaçao profissional.
§3" - As empresas ou profissionais autonomos sao so
J^i dar i amente responsáveis pelo pagamento do imposto relativo aos '
serviços a eles prestados por terceiros se nao exigirem do presta -
dor do serviço a comprovação da respectiva inscrição Fiscal da Pre
feitura»
Artigo 161 - Estão ISENTOS DO IMPOSTO:
í - os assa lariados, como tais definidos pela le
is trabalhistas, e pelos contratos de relaçao de emprego, singulares
** *
e coletivos, tácitos e expressos, de prestaçao de serviços A terce^,
II - os diretores e membros de conselhos consultj,-
vos ou fiscal de S/k, por açoes e de economia mista, bem como outros
tipos de sociedades civis e comerciais, mesmo quando nao sejam so -
cios, quotistas, acionistas ou participantes, desde que nao sej*am *
remunerados;
ill - os servidores federais, estaduais, municipais
e autárquicos, inclusive inativos, amparados pelas respectivas le -
^islaçoes que os definam nessa situaçao ou condição;
IV - os serviços de instalaçao e montagem de apare
_£hos, maquinas e equipamentos, prestados ao Poder Publico, autarqu£
as e empresas concessionária de produção de energia eletrica.
V - as casas de caridade, as sociedades de socor-
£os mutuos, os sindicatos e os estabelecimentos de fins humanity -
rios e assistencíais, sem finalidade lucrativa.
VI - as pessoas físicas:
a) reconhecidas e pobres, sem estabelecimento fixo;
b) que prestarem serviços em sua própria residência, por '
conta propria, sem reclames, sem letreiros, e sem empregados, excíu
^dos os profissionais de nível técnico de qualquer grau-
Artigo 162 - As isenções serão solicitadas em requerimento
acompanhadas de provas,, de que o contribuinte preenche os requisj^ -
tos a obtenção do benefício,
CAPÍTULO II
DA SA3E DE CÁLCULO E CA ALÍCUOTA
Artigo 163 “ Unidade Fiscal do Estado de Sao Paalo-UFESP
quando se tratar de:
í - o preço total da execução de obras hidraul^, “
cas ou construção civil, inclusive demolição, conservação e repara-
£30 de edifícios, estradas, pontes deduzidas as parcel as correspon
dentes :
a) ao valor dos materiais fornecidos pelo prestador de ser
ví ços;
b) ao valor das subempreitadas Ja tributadas pelo imposto;
II - A diferença entre o valor total da operaçao e
aquele que houver servido de base de calculo do imposto de circula-
£30 de mercadorias, quando se tratar de atividades de carater misto
na forma do inciso í do paragrafo 2~ do artigo 158-
III - A Unidade Fiscal do Estado de Sao Paulo-lIFESP
quando se tratar de:
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a) profissional autonono;
b) barbeari as, insfitirtos de beleza, inclusive de banhos,*
duchas, massagens, tratamentos de pele, ginásticas e congeneres, *
distribuição g venda de bilhetes de loteria.
c) sociedades constituídas principaImente para a prestaçao
de serviços que se referem os itens 1, 25, S8, 89, 91 e 92 do artj^-
^o 158 *
IV - a receita bruta nos demais casos.
§ I- - As alíquotas para o calculo do Imposto sao as
previstas na Tabela anexa a este Codigo.
§ 2~ - No caso da alínea '*b** do inciso III, o Impo_s-
to sera calculado em relaçao a cada profissional que participe dir^
tamente na formaçao do preço do serviço prestado.
§ 3" - No caso da alínea "c" do inciso III, o impos
to sera calculado em relaçao a cada profissional habilitado, socio,
empregado, ou nao, que presta serviços em nome da sociedade, embor^
assumindo responsabiIidade pessoal nos termos da lei aplícavel.
Artigo 164 - Quando nao puder ser conhecido o valor efeti
vo da receita bruta resultante da prestaçao de serviços, ou quando'
os registros relativos ao Imposto nao merecerem fe pelo Fisco, to -
mar-se-a para base de calculo a receita bruta arbitrada, a qual nao
pode em hipótese alguma ser inferior ao total das seguintes parc£ -
Ias:
I - o valor das matérias primas, combustíveis e '
outros materiais consumidos ou aplicados durante o ano;
II - folha de pagamento de salarios durante o ano,
adicionadas de honorários de diretores e retiradas de proprietários
socios ou gerentes;
lit - 10% (dez por cento) do valor do imóvel, ou '
parte dele, e dos equipamentos utilizados pela empresa ou pelo pro
fissional autonoBio;
IV - despesas com fornecimento de agua, luz, tel^-
jFone e demais encargos mensais obrigatorios do contri bu i nte.
CAPfPJLO III
DO LANÇAMENTO E 00 RECOLHIMENTO
Artigo 165 ” Os contribuintes do ISSQN ficarão sujeitos:
í - ao regime de lançamentos, os de que trata as'
alíneas do inciso III do artigo I63.
íí - ao regime de Auto-1ançamento, os demai s.
Parágrafo flnico - A critério do Fisco, poderá ser enquadra
do ao regime de Estimativa os contribuintes do inciso II;
Artigo 166 - Os contribuintes do IS3QN, obrigatoriamente,'
manterao livro de Registro do Imposto sobre serviços, emitirão Nota
Fiscal de Serviços, obedecendo as instruções e modelos estabelecj^ -
dos em regulainento.
Artigo 167 - 0 montante do Imposto a recolher sera arbitra
pel^ autoridade oompetentej
I - quando o contribuinte deixar de apresentar '
guia de recolhimento no prazo regulamentar;
I! - quando o contribuinte apresentar guias cora '
falsidade, erro ou omissão;
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Hi - quando o inon'tante da receita bruta niensal for
de baixa oxpresaao economícar eu a prestàçao do serviço seja de c^-
£ater instável ou ainda for diffoil o çalculo do seu preço»
IV “ quando ínexistirem os registros a que se refe
re o artigo 166 ou for dificultado o exame dos mesmos.
Paragrafo único - 0 procedí isento de ofício de que trata es
1 -
!te artigo I * * * -
prevaiecera ate prova eni contrario.
“*
Artigo 168 - Consideram-se e4apresas distintas, para efeito
de lançamento e cobrança de imposto:
í - as que embora no mesmo local, atnda que com '
idêntico rarao de atividade, pertençain a diferentes pessoas físicas'
ou juridi cas;
LI . - as que, embora pertencentes a mesma pessoa fj^
si ca ou Jurídica, tenhám funcionamento em locais diversos.
Parágrafo Ún ico - hão sao considerados locais diversos do«*
_LS ou mai^ imóveis contíguos cora . coinun i caçao interna, nesi: vários
VÍmentos de um mesmo imóvel.
Artigo 169 * As pessoas físicas ou Jurídicas que, na condj;
Ç_ao d,e prestadores.de serviços de qualquer natureza, no .decorrer dó
exercíóió financeiro, se tornarem sujeitas a incidência do imposto'
serão lançadas a partir do trimestre civil eii que i n í c i arem as atj_-
V idades» *
Artigo 170 - As empresas ou profissionais autonomos, de ’
prestaçao de serviços de qualquer natureza-, que deeempenhjare/ atív_r
dades cl assif içadas em mais de um dos. grupos de atividades constatâ
tes da Tabela anexa a este Codigo, estarao sujeitas ao Imposto com'
base na alíquota imedíatamente inferior a mais elevada e conrespon-
deni^e a uma dessas atividades.
^'íírtt go Ï7 I “ Contri bui nte do Imposto eC o prestador ’4o ser
viço ou nfo ^caso de obras h tdrau I i cas e de construção cJ vi I,, o e^ípre
_Í.tei-ro principal »
TÍTULO Hl
OC IMPOSTO SOSFíE TfAMSMISSÃÚ ''Îh!TEíí-V I VOS"
A QUALQUEO TÍTULO, POR ATO. ÛKEROSC, DE SENS
IMÍVEiS E DE DIREíKíS REAIS SOSRE ELES - ITSI
CAPÍTULO L . ' ' / \ .
DA LUCIDÊMCIA E DAS ISENÇÕES
Arti go 172 - 0 Imposta sobre a'transimi ssáo .*i nter-vi vos*'
a qualquer titulo, por ato oneroso, ;dô bens- imóveis e de direitos '
reais sobre eles tem como fato gerador: ; '
í - a transmissão de bem imóvel por natureza ou '
por acessao física;
I I - a transmissão de direitos reais sobre bens j_-
moveis, exceto os direitos reais dè garantia;
III - a cessão- de direitos relativos a aquisiçao de
bens imóveis. »
Artigo 173 “ 0 fato gerador deste imposto ocorrera no tej?-
ritorio do município da situaçao do bem.
Artigo 174 - 0 imposto incidira espeeif1camente sobre:
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í - a compra e venda;
H - á C3ÇQO GBi pagamento;
Hí - a permuta;
!V - o mandato em caxjsa proprie, ou cotn poderes '
equivalentes para transmissão de bem imóvel e respectivo substalecj_
mento, ressàlvado □ caso de o mandatario receber a escritura defin^,
t i va do imovei ;
V - a arremataçao, a adjudícaçao e a remissão;
VI - as divisões de patrimônio comum ou partilha,'
quando for atribuído a um dos conjuges, separado ou divorciado, v^-
J_or dos bens inoveis acima da respectiva meaçao;
Ví ï as divisões para extinção de condomínio de *
bem imóvel, quando for recebida por qualquer condomino quota-parte*
material, cujo valor seja maior do que o de sua quota-par^e ideal;
Vííï - o usufruto, a enfiteuse e a subenfiteuse;
1X - a cessão de direitos do arremat;ante ou adjud^
catario, depois deassinado o auto de arremataçao ou adjudícaçao;
X - a cessão de direitos decorrentes de* compromis
so de compra e venda e de promessa de cessão;
M»
Xî -a çessao de direitos a usucapiao;
Xîi - a cessao de direitos a usufrUto;
XÎÎÎ -a cessao de direîtos a sucessão;
XiV - a cessao de benfeitorias e construções em te£
reno co<pproin i ssado a venda ou albeio;
XV/ - a cessao fisica quando houVer pagamento de in
den i zaçaoj
' ' aVf - todos os demais atos onerosos, translatives *
de bens imóveis, por natureza física, © constitutivos de direitos '
reais sobre bens imóveis e demais cessões de direitós a eles reíat£
vos. '
Artigo Í75 - 0 imposto nao incide sobre a transimissao de'
bens imóveis ou direitos a eles relativos quando:
í - o adquirente for a Uni ao, os Estados, o Dis -
trito Federal, os Municípios e respectivas autarquias e fundações,'
instituídas e mantidas pelo poder público para atendimento de suas'
finalidades essenciais;
t! - o adquirente for entidade religiosa para ate£
dí mento de suas f i na 1 í dadest essenc í a í s;
III - o adquirente for partido político, inclusive'
suas fundações, entidadés sindicais de trabaIhadores, instituições'
de educaçao e assistência social sem fins lucrativos que preenchan'
os requisitos do paragrafo 7* destq artigo, para atendimento de *
suas fi'na4idades essenciais;
IV - efetuada para incorporação ao patrimônio de ’
pessoas jurídica em-realizaçao de capital;
V “ decorrente de fusão, incorporação, cisão ou '
extinção de pessoa jura dIça;
VI - efetuada a transfereneia de imóveis desapro -
£riados para fins de reforma agraria;
VíL. - o bem imóvel voltar ao domínio do antigo pro-
£rietario .por força de retrovenda, retrocessao, pacto de melhor com
£rador ou condição résolut iva mas nao sera restituído o imposto que
tiver sido pago pela transimissao originaria;
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VI li - decorrente da 1- (primeira) aquísiçao de imó
vel de Conjuntos Habitacionais, construído por órgãos oficiais e '
considerados de interesse social para o município, desde que adqui
rido diretamente destes orgaos , excluído os demais casos;
IX - o adquirente por Companhia HabitacionaI,para'
construção de Conjunto Residencial considerado de interesse sociaU
para o município.
§ I- - 0 imposto nao incide sobre a transmissão aos mes-'
mos alienados dos bens e direitos adquiridos na forma do inciso IV
deste artigo, em decorrência da sua des incorporação do patrimônio '
da pessoa Jurídica a que foram conferidos.
§ 2- - 0 díspopto nos incisos IV e V, deste artigo , nao '
se apficá quando a pessoa Jurídica adquirente tenha como atividade'
preponderante a çompra e venda de bens imóveis ou dírei tos,locaçao'
de bens imóveis ou arrendamento mercant íI«
§ 3- “* Considera-se caracter Í zada a atividade preponderan
te , referida no paragrafo anterior, quando mais de 50% (cinquenta'
por cento) da receita operacional da pessoa Jurídica adquirente,nos
2 (dois) anos anteriores e nos 2(doi s) anos subsequentes a aqui si
çao, decorrer de transações mencionadas no paragrafo anterior.
§ 4- - Se a pessoa Jurídica adquirente iniciar suas ativi
dades apos a aquísiçao ou menos de 2 (dois) anos antes dela, apurar-
se-a a preponderância nos paragrafos anteriores, levando-se em con
ta os 3 (tres) primeiros anos seguintes a data da aquísiçao.
§ 59 _ Verificada a preponderancia a que se referem os pa-
ragrafoa anteriores torna-se-a devido o imposto nos termos da lei'
vi gente a data da aqui siçao e sobre o valor atuali zado do bem imo-'
vet ou dos direitos sobre ele.
§ 6- - Nao se considera preponderante a atividade para os'
efeitos do paragrafo deste artigo, quando a transmissão de bens ou'
direitos for realizado em conjunto cota a totalidade do patrimonto '
da pessoa Jurídica alienante.
§ 7“ - Âs instituições de educaçao c assistência social de
verão observar os seguintes requisitos:
I - nao d í str í bui rem qua I quer parce1 a de seu pa-'
trimonio ou de suas rendas a titulo de lucro ou partícípaçao no re
sultado;
II - aplícarem integraImente no pais os seus recur
SOS na manutenção e no desenvolvimento dos seus objetivos sociais;
III - manterem escrituração de suas respectivas re
ceitas e despesas eia livros revestidos de formalidades capazes de '
assegurar perfeita exatídao.
Artigo 176 - Sera devido novo imposto de compra e venda '
quando as partes resolverem a retrataçao do contrato que Ja houver'
sido celebrado.
Artigo 177 - 0 contr í bui nte do 1mposto e o adqui rente ou '
cess i onari o de bem i move I ou de direito a ele reI atí vo.
Artigo I7S - Sao responsáveis solidariamente pelo pagamen
to do imposto devido:
( - o transmitente e o cedente nas transmissões '
que se efetuarem sem o pagamento do imposto;
11^ - os tabe1iaes,escrivaesdemais serventua- '
rios de oficio, desde que o ato de transmissão tenha sido pratica
do por eles ou parentes deles.
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CAPITULO II
DA BASE DE CÁLCULO E DA ALÍQUOTA
Artigo Í79 - A base de cálculo do imposto e o valor venal
dos bens ou direitos transmitidos»
Parágrafo Onico - Nao serão abatidas do valor venal quais
quèr dividas que onerem o i move I transm i t i do
Artigo ISO - Para os efeitos de recolhimento do imposto,'
devera ser utilizado o valor constante do instrumento de transmis
são ou cessão.
5 i- - - Prevalecera o valor venal do imóvel apurado'
no exercício, com base na Planta Generica de Valores do Município,
quando o valor referido no "caput" for inferior.
’5 2- “ 0 valor alcançado na forma do poragrafo antje
ri or devera ser atualízado,bí-mensàI mente, pelo Executivo.
§ 3” - Na arremataçao , na adjudícaçao e na remis-*
sao dé bens imóveis, a base de calculo sera o valor estabelecido '
pela avaiiaçao ou o preço pago, se este for maior.
§4- - Nos casos de divisão do patrimônio comum,par
ti lha ou extinção de condomínio, a base de calculo sera o valor da
fraçao ideal superior a meaçao ou a parte ideal.
§ 5® Nas rendas expressamente constituídas sobre'
imoveIs,usufruto, enfiteusê subènfíteuse ê na cessão de direito a
acessao física, ã base de cálculo será o valor do negocio jurídico,
§ 62 - - o valor mínimo fixado parà as transmissões '
referidas no paragrafo anterior e o seguinte:
I - nas rendas expressamente constituídas sobre'
imóveis a base de calculo sera o valor do negocio ou 30% (trinta '
por cento) do valor venal do imóvel,se maior;
ii - no usufruto e na cessão de seus direitos , a
base de ca leu To sera o valor do negocio óu 70% (setenta por cento)
do valor venal do imoveí, se maior;
III - na enfiteuse e subènfíteuse, a base de calcjj
Io sera o valor do negocio jurídico ou (oitenta por cento) do'
valor venal do imóvel,se maior;
IV -no caso de acessao física, sera o valor da'
indent zaçao.
Artigo I8l - Para o calculo do imposto serão aplicadas as
seguintes al(quotas:
I - nas transmissões compreendidas no Sistema fj.
nanceiro da Habitaçao, em relaçao a parcela financiada, 0,5% (meio
por cento) sobre o valor obtido no artigo iSO parágrafo |2.
II - nas demais transmissões, 2,00% (dois por cen
to) —
CAPITULO 111
DC LANÇAMENTO E DO RECOLHIMENTO
Artigo IS2 — 0 imposto será pago antes da data do ato de'
lavratara do instrumento de transmíssao dos bens ímoveis e direi
tos a eles relativos.
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Paragrafo Ünico - Kepolhido o imposto, os atos ou contra-'
tos correspondentes deverão ser efetivados no prazo de 90 (noventa)'
dias sob pena de caducidade» do documento dc arrecac'acao.
Artigo IS3 - Na arremataçao, adjudicação ou remissão, o '
imposto sera pago dentro de 10 (dez) dias daqueles atos,antes da as
si natura da respectiva carta e mesmo que esta nao seja extrai da»
Artigo IS4 - Nas transmi’ssoes decorrentes dé termos e de '
sentença Judiciai, o' imposto sera Teco ihi do dentro de 10 (dez) dias
apos a data da;í assinatura do termo ou dd transito em Julgado da '
sentença. ' /
Artigo 185 - Nas promessas ou compromissos de compra e ven
da, e facultado efetuar*-se o pagamento do imposto a qualquer tempo,
desde que dentro do prazo fixado para o pagamento do preço do btem '
ímovei»
§ U - Optando -se pela antecipaçaO a que ae refere éôte'
artigo, tomar-se-a por base o valor do bem imóvel na data em que '
for efetuada a anteci paçao', ficando o Contribuinte exonerado db pa
gamento do imposto sobre o acréscimo do valor veri'ficiadö no mbmento
da escritura definitiva^
§ 22 - Verificada a redução do valor,nao se restituira a
diferença dp imposto correspondente.
Artigo iBó *- C imposto sera rest í tu ido quando i ndeví damen-
te recolhido ou quando nao se efetivar o ato ou eontratd por força
do qua I* foi págo'»
Artigb l87 - 0 decreto regUÍÂnentàr estabelecera os prazo*,
os modelos de formulário e outros documentos a fiscal í zaçao d‘So '
'pagamento do imposto»
Artigo ISS - Os Serventuarios de Justiça nao praticararo '
quaisquer atos atínentes a seu pffcio, nos instrumentos públicos ou
particulares relacionados com a transmissão de bens imóveis ou de'
direitos a eles relativos, sem a prova de pagamento do imposto»
Paragrafo Qnico - Em qualquer caso de incidência séra o co
nhe'cimdnto obri gator iamente transcrito na escritura ou documento»
Artigo 189 - Os serventuários de Justica” estão obri gadüs a
facultar aos encarregados da fisealizaçao municipal ao exame, em '
cartorib, dos livros,atas e papéis que interessem a arrecadaçao do'
imposto»
Artigo 190 - Cs tabeliaes estão obrigados, no prazo de 15'
(quinze) dias dos atos praticados, comunicar todosr 03 atos transia
dativos de domínio imobiliário, identificando-se o objeto da tran-
saçao, nome das partes e demais elementos afo cadastrd imobi Eiário'
müní cipa t» ' " - '
Artigo 191 - Havendo a inobservância dcT cOnstanto nos artí
gos t87rl38 e IS9, serão aplicadas aS penalidade* constantes do"art.
6® da Lei n® 7*S47 de 11 de março de 1963, e posteriores alterações
se houver»
Artigo 192 - A falta de passamento do imposto nos prazos fj,
xados sujeitara o contribuinte e o responsavais
I - a atualízaçao do debito calculado mediante a
apI í caçao jdos coifefic4entes f í xadoa peLo Governe federai ;
II a multa de d0% (dez por cento) sobre o valor'
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do débíto àtuâlÍzado monetäriaménte, até 30 (trinta) dta do vencí-'
mento;■
111 - â multa de 20^ (vinte por cento) sobre o va-'
lor do debito atualizado monetäri‘anente, a partir do trigésimo pri
meiro dia do vencimento;
IV - a cobrança de juros moratòrios a razàò de 1
(hum por cènto) ao nes,íncidente sobre o valòr originário»
Artigo 193 * A omissão'ou inexatidão fraudulenta de decla-
raçao a elementos que possam influir no calculo do imposto sujeita
ra o contribuinte a multa de SOJÍ (cinquenta por cento) sobre o va-'
lor do imposto sonegado,atuaIizado monetäriàmente.
Pãragrafo Ônico - Igual multa será aplicada a qualquer pe^
soa que intervènha no negocio Jurídico ou que, por qualquer forma ,
contribua para a inexatidão ou 0151 i ssao prat i cada.
Artigo 194 - Sempre que sejam omissos ou nao méreçàm fe às
declaràçoes ou os esclarecimentos prestados ou os documentos expedj^
dos pé1o sujeito passivo oú pêlo terceiro igualmente obrígado,medr-
ante processo regular, a Administraçao Publica pódera arbitrar ova
lor.
Parágrafo Ônico - fíaõ caberá arbi tràitento sé o valor do i-
Biovel constar de ava I i açâo contradi tor í a administrativa ou Judicial
Artigo 195 - Os valores vènaís para a base de càlcúfo do‘ '
imposto a ser recolhido serão fornecidos pela Prefeitura MünicípàF^
mediante requerimento dos interessados.
Artigo 196 • 0 Executivo publicàra Decreto regülamentàhde'
o imposto sobré transmissão " i ntêr-v í vos" de bens iínoveís é de di-'
Peitos reais.
TlTÜtO {
DO IMPÔSTO S08KE.A VENDA A VAREJO DE
:CMBUST1 VEiS ifQUUDOS í vv
, CAPITULO I ..............................
DA’ incidência; E DA’3 ’ISENÇÕES . ■ ■
Artigo 197 - Constitui fato gerador do imposto sobre venda
a varejo de Combustíveis LÍquídds, a venda efetuadó de combustíveis
líquidos, exceto o oleo dieseT, efetuado em estabelecimentos locàlT,
zàdos no terrítorio do Niunícipío. .
.Artigo 19s - Pára os fins dã í nc t dénc í'a do' Imposto còhs i de
rados:- ' ' *
I - Cóifibústi vei s - todas as substâncias, cota éxce
çaò do óleo diesel, qúe, ém estado Tiquidò se 'prestem mediante
combustao,^ a produzir calór òú qualquer Outra forma de energia;
H - Vendas a varejo - aquelas realizadas para cojn
sumo, nao destinando o comprador a revenda, o combustível àdqui r_i_
dd, ■ ' .
Artigo 199 - Contribuinte do imposto e‘o vendedor nò vare
jo, dé combust ívèi s Iíqui dos.
Paragrafo Único - Também sao contribuintes do imposto*as '
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empresas di strí bui doras quando efetuem^ d ire tarnen te ao consumidor
no varejo, a venda dos combustíveis líquidos-
Artigo 200 - As empresas distribuidoras serão obrigadas
a retenção do imposto, ao promoverem a distribuição, para os vare
j^istas de combustíveis líquidos, como se estabelecer em regulatnen
to.
Artigo 201 - Çonsídera-se estabelecimento todo e quaj_ -
3uer local onde se promova, de modo permanente ou temporário, a '
venda, a varejo de combustíveis líquidos.
Parágrafo Único - Também se considera estabelecimento o
veículo usado para a venda, no varejo, de combustíveis líquidos,*
exceto quando se tratar de veículo utilizado para simples entrega
de combustíveis a destinatários certos em decorrência de operaçao
ja tributada.
Artigo 202 - Cada cstabe1ecimento do mesmo sujeito paa-
si vo e considerado autonome para ftn.s de manutenção de livros e. *
documentos fiscais e para recolhimento do imposto, respondendo a*
empresa pelos débitos concernentes a quaisquer deles.
CAPÍTULO II
OA BASE DE CÁLCULO E DA ALÍQUOTA
Artigo 203- 0 imposto correspondente as vendas efetua
das em cáda mes ser a calculado pelo proprio contribuinte, que dje-
vera reco lhe-Io ate o dia 25 (vinte e cinco)’ do Mes subs^iquente *
ao daf ocorrência dos fatos geradores^ independentemente de qua^ “
^uer aViso ou notificação.
Parágrafo Único - 0 imposto será calculado sobre o pre-
£O final da operarão de venda do combustível, no varejo, medtante
a aplicaçao da alíquota de 3% (tres por cento), tomando-se por ba
se as Notas Fiscais de Entrada dos Combustíveis taxados.
Artigo 204 - Terminado o prazo fixado para pagamento, *
incidirão os seguintes acréscimos sobre o imposto devido:
a) juros de mora de 1% (um por cento) ao mes ou fraçao*
do mes, calculados sobre o valor do tributo aplicando-se índice *
atualizador vigente;
b) multa de 20% (vinte por cento) calculada sobre o trj_
butò indexado;
c) atualização monetär ia do va lor do tr í buto'.*
Paragrafo Único - Os índices de atualizaçao utilizáveis
sao os estabelecimentos para correção de débitos fiscais adotados
pelo município.
CAPÍTULO III
00 LANÇAMENTO E DO RECOLHIMENTO
Artigo 205 - A inscrição no cadastro de contribuintes *
do imposto sera efetuada como se estabelecer em regulamento.»
Artigo 206 - 0 descurr.primento das obrigações, princj^
£ais ou acessórias,- cw^ui instituídas sujeitara os contribuintes *
e responsáveis as seguintes penalidades:
I - falta de recolhimento do imposto, multa *
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equivalente a 50 (cinquenta) UFESP (Unidade Fiscal do Estado de *
Sao Paulo), ressalvada a hípot<se do inciso seguinte;
íí - falta de recolhimento do imposto, tnas com*
documentos fiscais emitidos e escriturados regularmente, multa e-
^u iva lente a 50/o (cinquenta por cento) do valor do imposto corrj.-
jgido monetariamente a data da aplícaçao.
Hl - quando nao houver sido solicitada a inscrj^
£ao cadastral, sua atual izaçao ou cancelamento, na forma e condj.-
£Ões da legislação tributaria, multa equivalente a 25 (vinte e *
cinco) UFESP, Unidade Fiscal do Estado de Sao Paulo);
IV - por adulteraçao, extravio, perda, inutilj_-
zaçao, permanência fora do estabelecimento em local nao autoriza
do, de documentos fiscais ou sua exibição a autoridade fiscaliza-
dora, multa de valor equivalente a 10 (dez) UFESP (Unidade Fiscal
do Est. de S. Paulo);
V - quando não forem prestadas as informações'
solicitadas pela administraçao; quando forem descumprídas as nor
mas relativas do documentário fiscal; quando nao for cumprida *
qualquer obrigaçao acessória, desde que nao haja multa especifica
multa equivalente a 50 UFESP (Unidade Fiscal do Est. de S» Paulo)
Parágrafo Único - Ás multas de que trata este artigo po
derao ser aplicadas cumulativamente, inclusive a do inciso Vw
Artigo 207 - 0 Executivo, no interesse da arrecadaçao e
fiscalizaçao do imposto estabelecera:
í - o documento fiscal;
tI - a forma, os prazos e as condíçoes para a
escrituração de livros, documentos de arrecadaçao, declarações e'
outros elementos, integrantes do documentário fiscal, bem como pa
ra a emissão, impressão e controle de notas fiscais e faturas»
TÍTULO V
DAS TAXAS
CAPÍTULO I
DA INCIDÊNCIA E DAS ISENÇÕES
Artigo 208 - As taxas tem como fato gerador o efetivo '
exercício regular do Poder de Polícia Achi í ni strat i va do Município
mediante a realizaçao de diligencias, inspeções, vistorias e ou -
tros atos administrativos.
Artigo 209 - Considera-se exercício do poder de policia
a atividade da Admínístraçao Publica que, limitando ou disciplinan
do direito, interesse ou liberdade, regula a pratica de ato ou *
abstençao de fato, em pezao de interesse publico concernente a h_í_
jgiene, a ordem, aos costumes, a tranquilidade pubt íca ou ao res -
jgeito a propri edade e aos direitos individuais ou coletivos.
§ 1“ - Considera-se regular o exercício de Poder*
de Polícia quando desempenhado pelo orgao competente nos limites*
da lei ap lí cavei, com a observância do processo legal e, tr atari -
do-se de atividade que a lei tenha como discricionária, sem abuso
ou desvio de poder.
§2“ - 0 poder de Policia Administrativa serã '
exercido em reiaçao a quaisquer atividades ou atos, lucrativos ou
não, nos limites deste Codigo, de previa licença da Prefeitura.
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Artigo 210 - As taMas de Iiçen^a serão devidas para:
I - loca f i :çdçao;
I I "■ fiscãltzaçao de funcíonatnento em horário
normal e especi a I;
ili - exercício de atividade de comercio ambulan
te;
ÍV - execução de obrasparticulares;
V - pubíicidade;
VI “ arruamentos.
Artigo 21I - 0 contribuinte das taxas de licença e a '
pessoa física ou jurídica que der causa ao exercício de atividade
ou pròtica de atos sujeitos ao Poder de Polícia Adninístrativa do
Muhicípio, nos termos do artigo 208,
Artigo 212 - Sao isentos do pagamento da taxa:
I - Os proprios federais, estaduais e raunicj^ -
^ais quando utilizados por serviços da União, Estados e Município;
H - templos de qualquer culto;
§ I- - As isenções condicionadas serão solicita -
das em requerimento instruído com as provas de cumprimento das '
exigências necessárias para a suas ooncessao, que deve ser apre -
sentado atê o ultimo dia úti I do mês de cada exercício, sob pena'
de perda do benefício fiscal no ano seguinte.
§ 2® - A documentação apresentada com o primeiro'^
pedido de isenção poderá servir para os demais exercícios, deven
do o requerimento da renovaçao da isenção referir-se aquela docu
mentação.
CAPÍTULO li
DA BASE DE CÁLCULO E DA ALÍQUOTA
Artigo 213 * A base de calculo das taxas de polícia '
administrattva do município e o custo estimado da atividade des -
pendida com o exercício regular do Poder de Policia.
Artigo 214 - 0 calculo das taxas decorrentes do exerej^-
cio do poder de policia administrativa sera procedido com base '
nas tabelas jue acompanham cada especie tributaria, levando-se em
conta os períodos, critérios e alíquotas nelas indicadas.»
Artigo 215 - Ao requerer a licença, o contribuinte for-
necera a Prefeitura os elementos e informações a sua inscrição no
Cadastro Fí scaI.
CAPÍTULO 1II
00 LANÇAMENTO £ 00 RECOLHIMENTO, BEM GOMO
DE OUTRAS TAXAS PREVISTAS NESTE CÓDIGO.
Artigo 216 - As taxas de licença podem ser lançadas iso
J^adamente ou em conjunto com outros tributos, se possível, mas '
dos avisos-recibos constarão, obrigatoriamente, os elementos dis
tintos de cada tributo e os respectivos valores.
Paragrafo Único - As taxas de licença serão arrecadadas
antes do início das atividades ou da pratica dos atos sujeitos ao
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poder de polícia administrativa do município, mediante guia ofj_ -
ciai preenchida pelo contribuinte, observando-se os prazos estabe
Jt^ecidos neste Codigo«
Art i go 2Í7 - 0 contribuinte que exercer, quaisquer atj_-
yidades ou praticar quaisquer atos, sujeitos ao poder de policia'
do município e dependentes de previa licença, sem a autorizaçao '
da Prefeitura, de que trata o artigo 209 paragrafo 2^ e sem paga
mento da respectiva taxa de licença, ficara sujeito;
I - a multa de 20% (vinte por cento) sobre o '
valor do debito corrigido;
II - a cobrança de Juros de mora a razao de 1%'
(hum por cento) ao mes ou fraçao, incidentes sobre o valor corry-
o i do«
Paragrafo uníco - Ao contribuinte reincidente sera ira -
jDosta a multa equivalente a 40% (quarenta por cento) do valor cor
rigido da taxa devida, cora as denaís cora inações deste artigo.
SEÇÃO |s
DA TAXA DE LICENÇA PARA INSCRIÇÃO E LOCALIZAÇÃO DE
ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS, INDUSTRIAIS E DE PRES
TAÇÃC DE SERVIÇOS
Artigo 218 - Qualquer pessoa física ou Jurídica que se'
dedique a industria, ao comercio, a prestaçao de serviços, ou a '
qualquer outra atividade, em carater permanente ou teniporarío, so
poderá instalar-se mediante previa licença da Prefeitura e paga -
mento da taxa de licença para localizaçao«
§ I- - Considera-se temporária a atividade que e'
exercida em determinados períodos do ano, especialmente durante '
festividades ou comemoraçoes, era instalações precarias ou removy-
yeis, como balcões, barracas, mesas e similares, assim como era '
veículos.
§ 2^ - A taxa de licença para localizaçao também'
e devida pelos depositos fechados, destinados a guarda de mercado
rias.
Artigo 219 - A licença para localizaçao sera concedida'
desde que as condi coes de zoneamento, higiene, segurança do esta
belecimento sejam adequadas a especíe de atividade a ser exercída
observados os requisitos de legislaçao edilícias e urbanísticas '
do município.
§12 - Sera obrigatória nova licença toda vez que
ocorrer modificações nas caracter»sticas do estabelecimento.
§ 2~ - A licença poderá ser cassada e determinado
o fechamento do estabelecimento, a qualquer tempo, desde que dey-
xem de existir as condi coes que legitimarem a concessão da licen-
£a ou quando o contribuinte, mesmo apos a aplicaçao das penalida
des cabíveis, nao cumprir as determinações da Prefeitura para re
gularizar a situaçao do estabelecimento.
§ 3- - As licenças serão concedidas sob a forma '
de AI vara que devera ser fixado em lugar visível e de faciI aces
so a fi scali zaçao.
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4- “ A taxa c!e local i zaçao scra rcc^íiiiíCa c.c ví..:
vez, actoG- c’o inicio das atividades ou da pratica das atos svjjeitos'’
ao Poder dè Policia AcE; i n í strat i va do tunícipio.
Artigo 220 - A ■ta;;a cc licença para localízaçao e devida dc _a
cordo cou i/\S2LA anexa, devcndo ser lançada e arrecadada aplicando-'
sc, quando cabíveis, as disposições do TÍTdLC !1J
A rt í go 2.21 - Cualqucr pessoa Pisíca ou j Lir I o i ca que CCGI
q u e a ■ !ndustr i a. ao concrcío, a prestaçao dc serviços ou a qualquer'
í*
outra at i V i dade. poderá exercer suas atividades e:a carater per;:;a^'
so
nente ou tcr.'iporar i 0 f iicdiante previa licença da Prefeitura e paga:.:eri
tC) ■ anual da taxa de licença para f une i enai-ento .
I n Considera-se tcnporaria a at i v i dade que e exerc_Í_
j *
da c.m deter: :i nado £5 períodos do ano, espec i a Ezente durante festivid_a'
des ou coi.enoraçocs, e:.: instalações precarias ou rcnoviveis, cg;3o
barracas, :.:csas c s i r.: i lares as- in co:no e:.i veículos.
■ p 2- ■ - A taxa dc I ícença para f une i onanento ta:abei;i e d_e
vida pelos deposites fechados destinados a guarda de r.ercadorras.
2 3“ - As pes:'oas relacionadas neste artigo que queira;;;
iianter seus estabc 1 ec Í :.:entoG abertos er. horário norriai, nos casos cl:
que a leí periiitir so poderão iniciar suas atividades r/.edisnte pre^ '
via licença da Prefeitura c pagar.ento da ta?;a correspondente,
.-i o
“ Considera-se horari espccia' o [.'>eriOGo corres
o. o.
ponccnbc aos cloningos e icriacíos, cm qualquer horário c nos dias
te is, das !t;CC as 6 ;C0 horas.
A rtIgo _ o
Para os estabeIecimentes abertos e;:; horário esp^
ciai a, taxa dc 1 Î cençQ para f une Í ona;:;cntü sera acrescida das seguijç'
tes alíquotas:
- ca; r as 22:00 hs. pop* da taxa devida
- da: 90 as 6;00 hs. i COO da ta'a dev i da
Art o
223 - Os Qcrcsci:,ios constantes do artigo anterior nao'
9í^
le ap } ca:- as icguintcs atividades:
I - i;.iprcssao e distribuição de jornais;
II - serviços dc transporte coletivo;
III - i nst i tutüs de educaç ao c dc assistência social;
IV - hospitais e congci:crcs.
Artigo 224 -A licença para funcionamento sera concedida des
de que observadas as condí çoes constantes do poder da po I icia ad:.;j^'
nistrativa do i;iunic>pio. ■
p I- - Sera obrigatória nova licença toda vez que ocoE'
rc!?. modificações nas car acter f st i casdo estabe 1 ec i ;4cnto ou no excrc_£
cio da atividade.
j 2- - A I i cença poderá ser cassada e dcúcrr.: i nado e f£'
cliamcnto doestabe I cc i izcnto/ a qua 1 quer tc;:ipo desde que d i xem de
X i st i r as condiçoes que legitimarem a concessão da licença ou o coin'
tribuinte, mesi.w apos a aplicação das pena I i dados cabiveís, nao cum
prir as determÍnações da Prefeitura para regularizar a situaçao do
estabe 1 cc i nicr.to ,
C 3^ " 2^s 1 í cenças scrao concedidas sob a forma de Al
ra que devera ser fi xado em local visível de facil acesso a fiscal i '
zacao.
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54- - A taxa de licença para funcionamento é anu
al e será recolhida de uma so vez antes do início das atividades'
ou prática dos atos sujeitos ao poder de polícia administrativa ’
do município, na seguinte conformidade:
l - total, se a atividade se iniciar no primej^
ro semestre;
li - pela metade, se a atividade se iniciar no'
segundo swnestre.
Artigo 225 - Nos casos de atividades múltiplas, exerci
das no mesmo estabelecimento, a taxa de licença para funeionameri-
to sera calculada e paga levando-se em consideração a atividdade*
sujeita a maior onus fiscal.
Artigo 22Ó - A taxa de licença para funcionamento e de
vida de acordo com TABELA anexa, e com períodos nela indicados, '
devendo ser lançada e arrecadada, nos prazos e datas fixados no '
aviso de lançamento, apHcando-se quando cabíveis, as disposições
do TITULO VI.
Paragrafo Único - As atividades de Uso nao Conforme com
a área em que estiver estabelecida (Lei de Uso do Solo) a alíquo
ta sera cobrada em B03R0.
SEÇÃO 3“
DA TAXA DE LICENÇA PANA 0 EXERCÍCIO
DE COMÉRCIO EVENTUAL E AMBULANTE
Artigo 227 - A taxa de licença para comercio eventual *
ou ambulante sera exigivel por ano, mes e dia.
§ I- - Considera-se comercial eventual o que e ’
exercido em determínadas épocas do ano, especía Imente por ocasiao
de festejos ou comemoraçoes em locais autorizados pela prefeitura
§ 2~ ~ Ê considerado, também como comercio even -
tuai, o que e exercido em instalações removíveis, colocadas nas ’
vias ou logradouros públicos, como balcões, barracas, mesas, tabu
J^e i ros e seme I hantes.
§ 3- - Comercio ambulante e o exercí do indivíduaj^
mente pelo titular da inscrição, sem estabelecimento, instalaçao'
ou localizaçao fixa.
Artigo 22S - Serão definidas em regulamento as ativida«
des que podem ser exercí das em instalações removíveis nas vias ou
logradouros públicos.
Artigo 229 - A taxa de que trata esta Seçao sera cobra
da de acordo com a Tabela anexa a este Codigo e na conformidade '
do respectivo regulamento, observados os seguintes prazos:
I - antecipadamente, quando por dia;
íl - ate o dia 5 (cinco) do mes em que for devj_
da, quando mensa Imente;
111 - durante o primeiro mes do semestre em que'
for devida, quando por ano.
Artigo 230 - 0 pagamento da taxa de licença para o exer
cicio de comércio eventual nas vias e logradouros públicos, nao '
dispensa a cobranca da taxa de ocupaçao do solo.
Artigo 231 - E obrigatória a inscrição, na repartiçao
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competente, dos comerciantes eventuais e ambulantes, mediante o *
preenchimento de ficha própria, conforme modeío fornecí do pela '
Prefeitura.
§ - Nao inclui na exigencia deste artigo os co
merci antes com estabelecimentos fixos, que, por ocasiao de festjg^"
j^os ou comemoraçoes, explorem o comercio eventual ou ambulante.
§ 2^ - A inscrição sera permanentemente atualiza
da por iniciativa do comerciante eventual ou ambulante, sempre '
que houver modificação nas características inicial da atividade '
por ele exercida.
Artigo 232 - Ao comerciante eventual ou ambulante que *
satisfazer as exigências regulamentares, sera concedido um cartao
de habílitaçao contendo as características expeciais de sua ins -
criçao e as condiçoes de incidência da taxa, destinado a basear '
a cobrança desta.
Artigo 233 - Respondem pela taxa de licença de comercio
eventual ou ambulante os bens encontrados em poder dos vendedores
mesmo que pertençam a contribuintes que hajam pago a respectiva '
taxa.
Artigo 234 - 3ao isentos da taxa de licença para o exer
cicio do comercio eventual ou ambulante:
I - os cegos e mutilados que exercerem comer -
cio ou industria em escala infima;
II - os vendedores ambulantes de livros. Jornais
e revi stas;
III - os engraxates ambulantes.
SEÇÃO 4«
DA TAXA DE LICENÇA PARA EXECUÇÃO
DE OBRAS PARTICULARES
Artigo 235 - A taxa de licença pára execução dp obras *
particulares e devida em todos os casos de construção, reconstru-
£ao, reforma ou demolição de prédios e muros de qualquer obra.
Artigo 236 - Nenhuma construção, reconstrução, reforma,
demolição ou obra de qualquer natureza, poderá ser iniciada sem '
prévio pedido de licença a prefeitura e pagamento da taxa devida.
Artigo 237 - A taxa de licença para’execução de obras '
particulares sera cobrada de conformidade com a Tabela anexa a es
te oodigo.
Artigo 23S - Sao isentos da taxa de licença para execu
ção de obras particulai^es:
1 - a.limpeza ou pintura externa ou interna de
prédios, muros, gradi s;
I t - a construção de passeios, quando do tipo '
aprovado pela prefeitura;
III - a construção de barracOes destinados a '
guarda de materiais para obras Ja devidamente licenciadas.
SEÇÃO 5«
DA TAXA DE LICENÇA PARA EXECUÇÃO DE ARRUAMENTOS
E LOTEAMENTOS PARTICULARES
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE GUAÍRA
Avenida Gabriel Garcia Leal, 676 — Telefones: (0173) 31-2256 e 31-2688 -45-
CEP, 14.790 — G U A iRA — São Paulo
Arti^o 239 * A taxa de licença para execução de arruameri
tos de terrenos particulares e exigível pela permissão outorgada'
pela Prefeitura, na forma da Lei e medi ante previa aprovacao dos'
respectivos planos ou projetos, para arruamentos ou parcelamentos
de terrenos particuIares, segundo a Lei de loteamento em vigor no
município.
Artigo 240 - Nenhum plano ou projeto de arruamento ou Io
teamento poderá ser executado sem prévio pagamento da taxa de que
trata esta seçao.
Artigo 241 - A licença concedida constara de Al vara, no
qual se mencionarão as obrigações do loteador ou arruador, com re
ferencia as obras de terraplenagem e urbanizaçao, e demais obriga
£oes previstas na legislação vigente.
Arti go 242 - A taxa de que trata esta seçao sera cobiça
da de conformidade com Tabela anexa a este Codigo.
SEÇÃO 6ã
9A TAXA DE LICENÇA PARA PUBLICIDADE
Artigo 243 “ A exploração ou uti lizaçao de meios de pu
blicidade nas vias e logradouros públicos do município; bem como'
nos lugares de acesso ao publico fica sujeita a previa licença da
Prefeitura e, quando for o caso, ao pagamento da taxa devida.
Artigo 244 - Incluem—se na obrigatoriedade do artigo an
teri or:
I - os cartazes, letreiros, programas, quadros
painéis, placas, anúncios e mostruarios fixos ou volantes, lumino
sos ou nao, afixados, distribuídos ou pintados em paredes, muros'
postes, veículos ou calçadas;
N - a propaganda falada, em Iugares públicos,'
por meio de amplificadores de voz, alto-falantes e propagandistas
Parágrafo Único - Compreende-se neste artigo os anúncios
colocados em lugares de acesso ao publico, ainda que mediante co
brança de ingresso, assin como os que forem de quaisquer forma, '
visíveis da via publica.
Artigo 245 - Respondem pela observância das disposições
desta seçao, todas as pessoas físicas ou Jurídicas, as quais dire
^a ou i ndí retamente, a publicidade venha a beneficiar, utna vez '
que a tenham autorizado.
Artigo 246 - Sempre que a licença depender de requerímen
to, este devera ser instruído com a descrição da posição, da situ
açao das cores, dos dízeres, das alegorias de outras caracteri stj_
cas do meio de publicidade, de acordo com as instruções e regula
mentos respecti vos.
Paragrafo Único - Quando o local em que se pretender co
_[ocar o anuncio nao for de propriedade do requerente, devera este
juntar ao requerimento autorizaçao do proprietario.
Artigo 247 - Ficam os anunciantes obrigados a colocar '
nos painéis e anúncios, sujeitos a taxa, um numero de identifica
rão fornecido pela repartição competente.
Artigo 248 - Os anúncios devem ser escritos em boa e pu
ra linguagem, ficando por isso, sujeitos a revisão da repartição'
competente.
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Avenida Gabriel Garcia Leal, 676 — Telefones: (0173) 31-2256 e 31-2688
CEP. 14.790 — GUAÍRA — São Paulo -46-
Artigo 249 ~ A taxa de licença para publicidade e cobra
da segundo o período fixado para a publicidade e de confornidade*
com a tabela anexa a este Cedí go.
§ l° - i caia sujeitos ao acréscimo de fdez
por cento), da taxa, os anúncios de qualquer natureza referentes'
as bebidas alcoólicas, bem como os redigidos em lingua estrangcj_'
ra.
5 2- - zÀ taxa sera paga ad i antadamente, por oca '
siao de outorga da Iicença;
§• 3” “ i'^as I icenças sujeitas a renovacao anual, a
taxa sera paga no prazo estabelecido e:;; regulamento.
Artigo 250 - Sao isentos da taxa de I icença para pubij_'
c i dade:
! - os cartazes ou letreiros destinados a fins
patrioticos, religiosos ou eleitorais;
! I - as tabuletas indicativas de sítios, grary '
Jas ou fazendas, bem coiuo as de rumo ou de dire^ae de estradas;
III - os dísticos ou denoja i nações de estabe I ec_i_'
mentos comerciais c industriais apostos nas paredes e vitrines í
ternas;
IV - os anúncios publicados em Jornais, revis '
tas ou cataloges e os irradiados e;., estações de rad í o-d í f usao,
SEÇÃO 7^
OA TAXA OE LICENÇA PARA OCUPAÇAO 00 SOL?
• NAS VIAS E LOCPADCUPOS PÚBLICOS
Art i go 25I - Entende-se por ocupaçao do solo aquela f ej_
ta mediante instalaçao provísoría de balcao, barraco, mesa, tab^'
leiro, quiosque, aparelho e qualquer outro movei, ou utensiIio, ‘
deposites de materiais para fins comerciais, ou de prestaçao de '
serviços e estac i onamento privativo de veiculo cm locais per;”it_i_'
dos.
Artigo 252 - Sem prejuízo de tributo e multa devidos, a
i^refeitura apreendera e removera para os seus deposites qualquer'
objetos deixados cm locais nao permitidos ou colocados cm vias c'
logradouros publícos, sem o pagamento da taxa de que trata e^'
ta seçao,
SEÇÃO 8'"
DA TAXA DE LlCENCA PAPA ABATE DE GADO FC PA
DC PATA DC UPC f’UNICIPAL
Artigo 253 " P abate de gado destinado ao consumo pui *
blico, quando nao for feito no 'iatadouro Punícipal so sera pernP
tido mediante licença da Prefeitura, procedida a inspeção sanita'
ria feita nas condíçoes previstas nas posturas uiunicipais.
Artigo 254 - Conced ida a licença de que se trata o art_i_
go anterior o abate fica sujeito ao pagamento da taxa respect va,
cobrada de acordo com a Tabela anexa a este Codigo.
Artigo 255 - A exígencia da taxa nao- atinge o acate de
gadÇocm charqueadas, frigoríficos ou outros estabelecimentos se.'ic
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J^hantes, fiscalizados pelo serviço federal competente, salvo ao '
gado cuja carne fresca se destinar ao const,zno tocai, f í condo o '
abate nesse caso, sujeito ao tributo.
Artigo 256 - A arrecadaçao da taxa de que trata esta se
£ao sera fe i ta no ato da concessão da respect iva li cença, ou, no *
caso do artigo anterior ao ser a carne distribuída ao consuíiio lo
cal «
Artigo 257 - Fica sujeito as pena Iidades previstas nes
te Codigo e nas Posturas municipais quem abater gado fora do Mata
douro municipal, sem previa licença da Prefeitura e pagamento das
taxas devidas.
SEÇÃO 8^
OA TAXA OE EXPEDIENTE
Artigo 258 - A taxa de expediente e devida pela apresejr
taçao de petição e documentos as repartições da Prefeitura, para'
apreciaçao e despacho pelas autoridades municipais.
Artigo 259 - A taxa de que trata este Capitulo e devida
pelo peticionário ou por quem tiver interesse direto no ato do Go
verno municipal, e sera cobrada de acordo com a Tabela anexa a es
te Codigo,
Artigo 260 - A cobrança da taxa sera feita por meio de'
guia, conhecimento ou processo mecânico na ocasiao em que o ato '
for praticado, assinado, visado, ou em que o instrienento formal '
for protocolado, expedido ou anexado, desentranhado ou devolvido.
Artigo 26I - Ficam isentos da taxa de expediente os re
querimentos e certidões relativos ao serviços de alistamento milj^
tar, para fins eleitorais ou funcionários municipais.
SEÇÃO 9-
DA3 TAXAS DE SERVIÇOS DIVERSOS
Artigo 2Ó2 - Pela prestaçao dos serviços de numeraçao '
de prédios, de apreensao e deposito de bens moveis, semoventes, '
de alinhamento e nivelamento e de cemiterio, inclusive quanto as'
concessões, serão cobradas as seguintes taxas:
I - de numeraçao de prédios;
H - do apreensao de bens moveis ou semoventes;
Hl - de alinhamento c nivelamento;
IV - de cem i ter í o.
Artigo 263 “ A arrecadaçao das taxas de que trata esta'
Seçao sera feita no ato da prestaçao, antecipadamente, ou poste -
riormente, segundo as condíçoes previstas em regulamento ou ins -
truçoes de acordo com a Tabela anexa a este Codigo.
SEÇÃO lOa
DA TAXA DE SERVIÇOS URBANOS
Artigo 264 - A taxa de serviços urbanos tem como fato '
gerador a prestaçao, pela Prefeitura, de serviços de limpeza pu -
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blica, pemoçao de lixo, irrigaçao de vias publicas, í lumínaçao '
publica e conservação de vias publicas^ e sera devida pelos pi*o -
£jrietariós ou possuidores, a qualquer titulo, de imóveis edifica-
dos ou nao, localizados em logradouros beneficiados por esses ser
vi 90s..
Artigo 2Ó5 ” A taxa definida no artigo anterior, incidX
ra sobre cada twna das economias autonomas beneficiadas por pelo '
meno^ 3 (tres) dos referidos serviços de que trata o artigo ante
rior.
Artigo 266 - A alíquota da taxa de servícos urbanos se—
ra de 3 (tres) UF£3P-lln i dade Fiscal do Estado de 3ao Paulo, em v_i_
^or no dia primeiro de janeiro.
Artigo 267 - A taxa de serviços urbanos sera cobrada '
Juntamente com o Imposto Predial e Territorial Urbano - ÍPTU,
TfTULC IX
DA CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA
CAPfTULO ÖN1CQ
DISPOSIÇÕES GERAIS
Artigo 2ó3 - A contribuição de melhoria cobrada pelo mu
nicípio, e instituída para fazer face ao custo de obras publi’cas*
de que decorre valorizaçao imobiliária, tendo conK> limite total á
despesa realizada e come limite individual o acréscimo de valer *
que dà obra resultar para cada imóvel beneficiado»
Artigo 209 “ A contribuição sera nos termos da 1’ei espe
cífíca que observara os seguintes requisitos mínimos;
I - pubt tcaçao previa dos seguintes elcinentos:
a) memorial descritivo do projeto;
b) orçamento do custo da obra;
c) determinação da parcela do custo da obra a ser finan
£Í ada peI a contr i bu içao;
d) dei inítaçao da zona beneficiada;
e) determinação do fator de absorçao do benefiçio da va
jLorízaçao para toda a zona ou para cada uma das areas diferencia
das, nela contidas.
II - fixaçao de prazo nao inferior a 30 (trinta)
dias, para impugnação pelos interessados, de qualquer dos eméri
tos referidos no inciso anterior.
HI “ regulamentação do processo administrativo*
de instrução e Julgamento da impugnação a que se refere o inciso*
anterior, sem prejuízo da sua apreçjaçao judicial.
§ I- - A contribuição relativa a cada imóvel sera
determ inada pelo rateio da parcela do custo da obra a que se refje
re alínea "c* do inciso I, pelos imóveis situados na zona benefi
ciada cm função dos respectivos fatores individuais de valori za -
£ao,
§ 2- - por ocasião do respectivo lançamento, cada*
contribuinte devera ser notificado do montante da contribuição, *
da forma e dos prazos de seus pagamentos e dos elementos que inte
^barem o respectivo calculo.
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-4^-
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TÍrULC X
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS '
CAPÍTULO .ÚNICO
DISPOSIÇÕES FINAIS
Artigo 270 - Os Juros tnoràtorios resultantes dá tmpô^ -
Qualidade de pagamentos serão cobrados a partir dó mes itnediáto *
ao db vencimento do tributo, considerando-se como mes completo '
qualquer fraçao desse período de tempo.
Artigo 271 - A àtualizaçao monetär ia nao sera ap^I i cada*^
sobre qualquer quantia depositada pelo contribuinte, na repartj, -
^ao arrecadadora, para discussão adminístrativa ou judieiál do c£
bi to.
Artigo 272 - Cs prazos fixados nesta lei, serão contj, -
n^uos e fatais excluindo-se na sua contagem o dia de inicio e in -
cluindo“se o dia do vencimento.
Artigo 273 “ Cs prazos so se iniciam ou vencem cm dia *
de expediente normal da repartição em que tenha curso no processo
ou deva ser praticado o ato.
Artigo 274 - As certidões negativas serão sempre expedj_
das nos termos em que*tenham .sido requeridas, e seraq fornecidas'
dentro ,do prazo, de 10 (dez) dias da data da entrada ,do reqUerire^
to na Prefeitura. . ,
' ’ ÄJ'ti 90 275 ~ fica instituída a UFcSP Unidade fiscal ’*
do Esrtado de Sao Paulo,, que e a representação em cruzeiros, de uro
determinado valdr, para servir de parametro ou el,eraento/ indicati-
vo de calculo de tributos e penalidades como estabelecidos na pre
sente lei. ;
Artigo.27á - 0 prefeito municipal baixara por Decreto,'
regulamento dtsciplinando a aplicacao desta Lei..
Artigo.277 - Este. Codi go entrara em v^i gor a partir de '
L- de Janeiro de 1992, revogadas as disposições em contrario.
Prefeitura, do Município dc Cuaira, 12 de dezembro de '
1991.
JoS’
Pr*efeito Munidipaí
Publicada e registrada na Secretaria da Prefeitura do ’
Município dè Guaíra, ha data suprá.'
rs. • 1 • / /
Jose Joao Oíjiel i Cavêiiague
Secretario Geral
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE GUAIRA
Avenida Gabriel Garcia Leal, 676 — Telefones: (0173) 31-2256 e 31-2688 **50*
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ANEXO I
TABELA I
TAXA DE LICENCA PARA LOCALíZACÃC
eUANTlL'AÜE DE UFESP |
NATUREZA DA ATIVIDADE
01- Comércio 04
02- Indústria 08
03- Prestaçao de Serviços 04
04- Profíssionais Autonomos 03
05- Diversões publicas , 04
06- Produção pecuarta 05
ANEXO [f
TABELA If
TAXA 9E LICENÇA E FUNCIONAMENTO
NATUREZA OA ATIVIDADE ÎUAL QUANTIDADE DE UFE3P
01- INDÖSTRIA
l.l - Ate 10 empregadoâ 06
Î.2 - Oe ti a 20 éíapregados OS
1.3 - De 21 a 50 etnpregados 12
Ï.4 - De 51 a 100 enipregados 15
í. 5 " Acima de 100 empregados 30
02- COMÉRCIO
2.1 - Venda de generös alimentícios
(mercearias e emporios) 04
2.I.J Supermercados
Ate 10 empregados 08
De 11 a 20 empregados í5
Acima de 20 empregados 30
2.1.2 Bares e Restaurantes 05
2.1.3 Quaisquer outras atividades comerciais 04
03- PRODUÇÃO PECUÁRIA
» 1 - Ate l@ empreg^ido 06
,2 - de II a 20 empregados 08
.3 - de21 a 50 «^pregados 12
.4 - de 51 â 100 empregados 15
■5 “ acima de 100 empregados • 30
04- ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS» DE CRÉDITO» FINANCIAMENTO ÎN-
VE3T1MENT0 DE SEGUROS, DE CAPITALIZAÇÃO E SIMILARES..,
........................ .. ............................ 06
05- HOTÉIS» MCTEIS» PENSÕES E SIMILARES
. I - Categori a "A" os
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE GUAÍRA
Avenida Gabriel Garcia Leal, 676 — Telefones: (0173) 31-2256 e 31-2688 -òf-
CEP. 14.790 — G U A í R A — São Paufo
5.2 - Categoria "B" 05
5.3 - Categoria 03
06- DIVERSÕES PÚBLiCAS
6.1 - Bailes e festas 05
6.2 - Cinemas e teatros 05
6.3 - Restaurarrtes c!ançsnt:es, boates e
Similares 5/ 5
ó » 4 "• Bilhares e quaisquer outros jogos
(por mesa) 15
6.5 - f 1 íperanta - por aparelho 15
6.6 - Boliches - por pista 15
6.7 - Tiro ao alvo - por arma- 15
6.3 - Exposfçoes>feiras e quermesses 03
6.9 - Circos e parques óe diversões (nao in
cluídos nos ftens anteríores)-por quin
6.10, Cofíipet i coes esport í vas
6. i ï Quaisquer espetáculos ou diversões nao
incluídos nos itens anteriores r
07 REPRESENTANTES COIiERCIAIS AUTÔNOMOS, '
CORRETORES, DESPACHANTES, AGENTES E '
PREPOSTOS EM GERA L,MEOI ADORES DE NEGÓ
CIOS E CUTROS PROFISSIONAIS AUTÔNOMOS 03
08- ARMAZÉNS GERAIS,FRIGORÍr ICOS, SILOS, '
GUARDA-KÓVEIS 06
09- ESTACIONAMENTO DE VEÍCULOS 05
10- ESTÚDIOS FOTOGRÃF f COS,CENEMATOGRÁFI COS
E DE GRAVAÇÕES . 05
11 CASAS LOTÍRICÃS 05
12- OFICINAS DE CONSERTOS EM GERAL OS
13 POSTOS DE SERVIÇOS P/ VEÍCULOS,DEPÓSI
TOS DE INFLAMÁVEIS, EXPLOSIVOS £ SlíULA
RES q8
14- Tinturarias e lavanderias 04
15- SALÕES DE engraxates 03
16- BARBEARIAS 1/
17- CABELEREIROS,SALÕES DE BELEZA,ESTABELE
CIMENTOS DÈ BANHOS,DUCHAS,MASSAGENS,GI
NÁSTICAS E CONGÊNERES 05
18- ENSINO DE QUALQUER GRAU OU NATUREZA 08
19- LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS E
ELETRICIDADE MÉDICA 05
20 HOSPI TA 1S, SANATÓRICS, AHBU LATÓRI OS, PRON
TO-SOCORROS, CASAS BE SAÚDE E CONGENERES 05
21- COSTUREI RAS,BORDADEIRAS E LAVADEIRAS 03
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE GUAÍRA
Avenida Gabriel Garcia Leal, 676 — Telefones: (0173) 31-2256 e 31-2688 -52-
CEP. 14.790 — G U A i R A — São Pauto
22- ,MOTOSISTAS,CARP INTEIROS,E LETR1C ISTAS C4
23- SUA13QUER OUTRAS ATIVIDADES INCLUSI
VE COMERCIAIS,INDUSTRIAIS.AGROPECUJ-
RÎA3, OE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E FJ.-
RANCÉIRAS NÃO INCLUfOAS NOS ÍTENS AN
TERIORES,ASSIM COMO QUAISCUER ESTABE
LECIMENTOS DE PESSOAS FÍSICAS OU JU=
RÍDICAS GUE DE MCao PERMENENTE CU '
TEMPORÁRIO, PRESTEM SERVIÇOS OU EXER
£AM AS ATIVIDADES CONSTANTES D.A LIS
TA DE SERVIÇOS CONSTANTE DO ARTIGO '
— i
15S DESTE CCDIGO KÃO INCLUÍDOS EM
ÎTENS ANTERIORES
A N E X C III
TABELA III
IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA - "iSSQN" -
PARTE "A" - ALÍQUOTAS F!;<AS
SERVIÇOS COM ALÍaUCTAS DE 350% SOBRE A "UFESP"
01- MÉOlCOS,INCLUSIVE ANALISES CLÍNICAS,tLETRICIDADE MÉDICA,’
RADIOTERAPIA,ULTRA-SONC'GRAF1A,TCMCGRAF1A E CONGENERES (I)
02- ENFERME IR03,OBSTETRAS, ORTOPT! COS, FONAUD lÓLOGCS, PROTÉTI CCS
(PRÓTESE DENTÁRIA) - (4)
03- MÉDICOS VETERINÁRIOS
04- CONTABILISTA,AUDITCRES,GUAROA-LIVROS, TÉCNICOS EM CONTAB_I_-
LIOADE E CONGENERES - (25)
05- TiíADUTCRES E INTERPRETES ■;27)
06- ADVOGADOS (8S)
07- ENGENHE IROS,AROUi TETOS,USBAKi STAS,AGRONOMOS (8°)
03- DENTISTAS (90)
09- ECONOMISTAS (91)
10- PSICÓLOGOS (92^
SERVIÇOS COM ALÍQUOTAS DE: 200% SOBRE A "UFESP"
01- ANÁLISES,INCLUSIVE DE SISTEMAS,EXAMES,PESOUISA3 E INFORMA
£ÕES, COLETA E P.RCCESSAMENTC DE DADOS DE QUALQUER NATU.RE-
Zk (24)
02- PERÍCIAS,LAUDOS,EXAMES TÉCNICOS E ANÁLISES TÉCNICAS (2ó)
PREFEITURA DO MUNíCÍPJO DE GUAÍRA
Avenida Gabriel Garcia Leal, 676 — Telefones: (0173) 31-2256 e 31-2688
CEP, 14.790 — GUAÍRA — São Paulo
zWALlAÇAC DZ DZNS (23)
04- P;':CJETC5,Cz(LCL!LC3 Z OZGENHCS TÉCfHCCS Dl OGALCUZD NATCDE'
7 A ( ''
05- DOSPzXCHAHTES (SC
3ERVIÇ0S cor. ALÍQUOTA 05; 100:5 OCOQO A "UFESP"
0 I - BAQ3E I QC5, CASE LEQE í EOS, rOAN í CLIEOS, ?E0 ! CUECS, TQATA’.;Ei’TO DE'
OELE,DEPILAÇÃG E COEGEEEQES.
02- DArUlOS, DUCHAS, 5Al!UA,:óA5GA0Er;S,GU,’ASTlCz^ E CCHGEHEQES.
PARTE "3" - ALÍQUOTAS VAQIÃVEIS
DELAÇÃO DOS SESVtOOS COE. ALÍQUOTAS DE 07; SGGDE DSECO '
íAT
LJ</
<? O L_ I i' I r'p, c *
EXECUÇÃO, 303 AD::iHlSTDAÇÃ0,EE33EtTAD,\ OH SUBEEODE ! TADA '
DE C0N5T3UÇÃ0 CIVIL,DE 033AS HIDRÁULICAS E OUTRAS ORRAS '
SERELHAHTES E RESRECTIVA ENGEHHARHA CORSHLT!VA, IRCLHS! VE'
SERVIÇCS AUzXI LIARES OH CC''RLEREHTARES (EXCETO G EORREÇJ, '
’:EHTQ de '.'ERCADORI as RRODHZIDAS RE LO PRESTADOR DOS SERVI'
ÇOS,FORA DG LOCAL DA PRESTAÇÃO DGS SERVIÇOS GHE EICAi: SH'
j^ilTOS AO lCRS (22)
0 2- DER.OLIÇÃO (23)
03- REPARAÇÃO,CONSERVAÇÃO E REFORRA DE :DIF ici OS, ESTRADAS, '
PONTES,PORTOS E ccnge:;ere3 (exceto '( RNEC Í'’ENTC DE VER'
CADOPJAS PRODUZIDAS FORA DO LOCAL DA PRESTAÇÃO DOS GERV_t_'
ÇOS QUE RICA SUJEITO AO I CRS (34)
PARTE - RELAÇÃO DOS SERVIÇOS COR ALÍQUOTAS DE Ç;' '
SOBRE 0 PREÇO DOS SERVIÇOS
01- IICSP 1 TA 1 S, CL ÍN I CAS, SARATÓR 105, LABORATÁR I OS DE ANÃL I SE, AR '
3ULATí5r1C5,PRONTOS-SOCORRCS,RAN1CÔNIOS,CASA5 de SAÚDE, lâfe
REPOUSO E DE RECUPERAÇÃO E CONGENERES.
BANCOS DE SANGUE,LEITE,PELE,OLHOS,SERES E CONGENERES.
o ASSISTÊNCIA RÉDICA E CONGENERES PREVISTOS NOS ÍTENS 1,2 t
DESTA LISTA PRESTADOS ATRAVÉS DE PLANOS DE REDíCINA DE
GRUP0,C0'O/ÊN10S, INCLUSI VE COR ERPRESAS I^ARA ASSISTÊrPOIA A
ER.PREGADOS.
04- PLANOS DE SAÚDE, PRESTADOS POR ER.PRESA OHE NÃO ESTEJA IN '
CLUÍDA NC ÍTEI: Z DA LISTA E QUE SE Cir.íPRA’: ATRAVÉS DE SER
VISOS prestados por TERCEIROS, CONTRATADOS PELA E:’.PRESA '
OU^APENAS PAGOS POR ESTA,RED I ANTE INDiÇAÇÃO DO 3ENEFÍCIÃ'
RIO DO PLANO.
05- HOSPITAIS VETERINÁRIOS, CLÍNICAS VETERINÁRIAS E CONGEr:ERES
Jb PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE GUAIRA
Avenida Gabriel Garcia Leal, 676 — Telefones: (0173) 31-2256 e 31-2688 —54—
CEP. 14.790 — G U A i R A — São Paulo
06- GUARDA, TRATArENTO, AÎ'ESTnAi.'.ENTO, ADEGTP.Ar.EMTO, U.;GELEZAr.ENTQ
ALOJAHENTC E CCliGENERES. RELATI VO A Aíil.UAIS.
07- varf;ição,coleta,eei'cção e uicineeação de lixo.
nP- Lir.PEZA E dragage:: de portos,ricg e canais.
on Li::PEZA,t:ANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE NÍVE I G, I NCLUSI VE VIAS
PÍBLIcas,PARQUES E JARDINS.
10- DESINFECÇÃO, i::UNIZAÇÃC’,HIGIENI2AÇÃ0,DESRATIZAÇÃO E CONGE'
j rrn »7 c
I I CONTROLE E TRATA::ENTO DE EFLUENTES DE QUALQUER NATUREZA E
DE AGENTES FÍSICOS E BIOLÓGICOS.
12- INCINERAÇÃO DE RESÍDUOS QUAISQUER.
13- Lir.PEZA DE CHAUINÍS.
14- SANEAIIENTO AF.BIENTAL E COMGENERES.
15- ASSISTÊNCIA TÉCNICA.
16- ACESSÓRIA OU CONSULTORIA DE QUALQUER NATUREZA,NÃO CONTIDA
e:; outros ítens desta lista,organização, prograração,pla'
NE JAIRENTO, ACESSÓRIA, PRCCESSAN.ENTO DE “dADCS, CONSULTOR U\ '
TÉCNICA, FINANCEIRA OU ADi: IN I STRATI VA.
17- PLANEJAÍíENTO, coordenação, programação técnica,financei:ía ou
ADMINISTRATIVA.
18- DATILOGRAFIA, estenografia, EXPEDI ENTE, SECRETARIA E!.’. GERAL'
E COMGENERES.
19- aerofotogra:.:etria (inclusive interpretação),mapeamento e'
TOPOGRAFIA.
20- PESQUISA, PERFURAÇÃO,CIMENTAÇÃO,PEREILAGEM, ESTIMULAÇÃO E'
OUTROS SERVIÇOS RELACIONADOS'cOM \ EXPLORAÇÃO DE PETRÍLEO
E GÁS NATURAL.
FL0RE3TAM.ENTC E REFLORESTAMENTO.
E5CORAMENTO E CONTENÇÃO DE ENCOSTAS E SERVIÇOS CCNGENERES
9-7.
o PA ISAGIS:.:O, JARDINAGEM E DECORAÇÃO (EXCETO 0 FORNEC IMiENTC '
DE MERCADOR IAS,QUE FICA SUJEITO AO I CMS)
24- RASPAGEM,CALEFAÇÃO, POLIMENTO, LLISTRAOÃC DE P I SOS, PAREDES '
E DIVISÓRIAS.
9 r. EMSINC, INSTRUÇÃO,TREINAMENTO,AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTO DE
QUALQUER GRAU OU NATUREZA.
26- PLANEJAMENTO,ORGANIZAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE FEIRAS,EXPOSJ
ÇÕES,CONGRESSOS E CCNGENERES.
27- ORGANIZAÇÃO DE TESTAS E RECERÇÕES:SUFFET (EXCETO C FCRN^'
CIM;ENTO DE ALUIENTAÇÃO E BEEIDAS,QUE FICA SUJEITO AC ICIIS
oO ad::inistração de eens e negócios de terceiros e de consór
CIO.
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Avenida Gabriel Garcia Leal, 676 — Telefones: (0173) 31-2256 e 31-2688
CEP. 14.790 — GUAIRA — São Paulo
29- ADMINISTRAÇÃO DE FUNDOS MUTUOS (EXCETO A REALIZADA POR '
INSTITUIÇÕES AUTORIZADAS A FUNCIONAR PELO BANCO CENTRAL).
30- AGENCIAKENTO,CORRETAGEM OU INTERMEDIAÇÃO DE CÂMBIO,DE SE
GUROS DE PLANOS DE PREVIDÊNCIA PRIVADA.
31- AGENCIAfSENTO,CORRETAGEM OU INTERMEDIAÇÃO DE TÍTULOS (EXCE
TO OS SERVIÇOS EXECUTADOS PO.R INSTITUIÇÕES AUTORIZADAS A'
FUNCIONAR PÉLC BANCO CENTRAL).
32- AGENCIAMENTC,CORRETAGEM CU INTERMEDIAÇÃO DE DIREITCS DA'
PROPRIEDADE INDUSTRIAL,ARTÍSTICA OU LITERÁRIA.
33- A3ENCIAMENT0,CORRETAGEM CU INTE.RMEDIAÇÃO DE CONTRATOS DE'
FRANQUIA (F.RANCH1SE) E DE FATURAÇÃO (FACTORING) EXETUAN-'
SE OS SERVIÇOS P.3ESTÂD03 POR INSTITUIÇÕES AUTORIZADAS A '
FUNCIONAR PÉLO BANCO CENTRAL.
34- AGENCIAHENTO,CRGANIZAÇÃO,PROMOÇÃO E EXECUÇÃO DE PROGRAMAS
DE TURISMO,PASSEIOS,EXCURSÕES,GUIAS DE TURISMO E CONGENE-
^E3 ■
35- AGENCIÂMENTO,CORRETAGEM OU INTERMEDIAÇÃO DE BENS MÓVEIS E
IMÓVEIS ABRANGIDOS NOS ÍTENS 45,46,47 e 43.
36- AGENTES DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL.
37- AGENTES DE PROPRIEDADE ARTÍSTICA E LITERÁRIA.
38- LEILÃO
39- REGULAÇÃO DE SINISTROS COBERTOS PCR CONTRATOS DE SEGUROS;
INSPEÇÃO, AVALIAÇÃO DE RISCOS PARA COBERTURA DE CONTRATOS
PREVENÇÃO E GERÊNCIA DE RISCOS SEGURÁVEIS, PRESTADOS POR'
QUEM NÃO SEJA 0 PRÓPRIO SEGURADO CU COMPANHIA DE SEGURO.
40- ARMAZENAMENTO,DEPÓSITO,CARGA,DESCARGA,ARRUMAÇÃO E GUARDA'
DE BENS DE QUALQUER ESPÉCIE (EXCETO DEPÓSITOS FEITCS EM '
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS AUTORIZADAS A FUNCIONAR PELO BAN
£0 CENTRAL)
41- GUARDA E ESTACIONAMENTO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES TERRESTRES
42- VIGILÂNCIA OU SEGURANÇA DE PESSOAS E BENS
43- TRANSPORTE,COLETA,REMESSA OU ENTREGA DE BENS OU VALORES '
DENTRO DC TERRITÓRIO DO MUNICÍPIO
44- DIVERSÕES PÓBLl i^AS
A) CINEMAS,TAXI-DANCINGS E COMGENERES;
B) BILHARES,B0LI0HES,00RRIDA3 DE ANIMAIS E OUTROS JOGOS;
C) EXPOSIÇÕES, COM COB.RANÇA DE INGRESSOS;
D) BAI LES,’SHOVZS,FESTI VAIS,RECITAIS E CONGENERES, INCLUSIVE ES
PETÁCULOS eUE SEJAM TRANSMITID03,KEDIANTE COMPRA DE DIREI
TOS PARA TANTO, PELz\ TELEVISÃO OU PELO RÁDIO;
£) JOGOS ELETRÔNICOS;
F) COMPETIÇÕES ESPORTIVAS OU DE DESTREZA FÍSICA OU INTELECTU
AL, COM OU SEM A PARTICIPAÇÃO DO ESPECTADOR,INCLUSIVE A VEN
DA DE DIREITCS A TRANSMISSÃO PELO RÁDIO OU PELA TELEVISÃO;
G) EXECUÇÃO DE MÓSICA,INDiVIOUALMENTE OU POR CONJUNTO;
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CEP. 14.790 — G U A í R A — São Paulo
45- DISTRiBUIçXO E VENDA DE BILHETE OE LOTElí 1 A,CARTÕES,PULES'
OU CUPONS DE APCSTAS,SO.RTE IC-S OU PRÊMIOS.
46- FORNECIMENTO DE MÚSI CA.MEOIANTE TRANSMISS,ÃO POR OUALQUERr
PROCESSO,PARA VIA PS1bLICz\ CU AMBIENTES FECHADOS (EXCETO '
TRANSMISSÕES RAD IOFCn I CAS OU DE TE LEV I S.ÃO>) .
47- GRAVAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE FILMES E V!3E0TEIPES.
48- FONOGRAFI.A ou GRAVAÇÃO de SONS OU ííUfDOiS, INCLUSi VE TRUCA-
GEM.OUBLAGEK OU MIXAGEM SONORA.
49- FOTOGRAFIA E C INEMATOGRAFI A, i NCLUSI VE REVELAÇÃO, AM.PLIACSC
. COPIA,REPRODUÇÃO E TiWCAGE^i.
50- PRODUÇÃO, PA.RA TERCE I SOS, MEO S ANTE OU SEM ENCCAEENC.A PRÉVIA,
DE E3PõTÁCUL03,ENTREVlST,i3 E CONGENERES.
5!- COLOCAÇÃO DE TAPETES E CORT!NAS,COM MATERIAL FORNECIDO PE
■ LO U3UASIC FINAL DO SERVIÇC. ~
52- LUBRIFICAÇÃO, L1.MPEEA E REVISÃO DE MÃQUI NAS, VEÍCULOS, APARE
LHOS E EQUIPAMENTOS (EXCETO 0 FtÚiNEC IMENTO DE PEÇAS E PAR
' TES,QUE FICA'SUJEITO AO.ICHS)
53- CONSERTO, RESTAURAÇÃO,MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃOi DE MÃQUINAS
' VEfCULOS MCiTORES, ELEVADORES OU QUALQUER OBJETO (EXCETO 0
, FORNECIMENTO DE PEÇAS E PARTES,QUE FICA SUJEJTO AO ICMS).
54^ RECONDICIONAHENTO DE MOTORES (0 VALOR DAS PEÇAS FORNECÍ -
DAS PELO PRESTADOR DO SERVIÇC FICA SUJEITO AO ICÜS)..
55- RECAUCHUTAGEM OU REGENERAÇÃO DE PNEUS PARA 0 USUÁRIO FT -
nal.
56- RECONDICIONAMENTO, ACONDIC I CX'A.';ENTC, PI NTURÂ, BENEFIC IAMENTO
.. LA VAGEM,SECAGEi , T1NGI MENTO, GA LVANÇPLASTI A, ANOD12AÇÁ0, COR*
TE,RECORTE,POLIMENTO,PLA3TIFICAÇÃO E CONGENERES,.DE OBjI*
TOS NÃO DESTINADOS A INDUSTRIALIZAÇÃO OU CCMERÇIALIZAÇÃD.
57- LUSTRAÇ.ÃC DE BENS MÍVEiS DUANEC C SERVIÇO FOR PRESTAC-O
■ RA.USUÁRIO FINAL DO OBJETO LUSTRADO.
5S-. INSTALAÇÃO E MONTAGEM DE APARE LliCS.MÁOU I NAS E EQUIP,AMEN -
TOS,PRESTADO AO USUÁRIO FINAL DO SERVIÇO EXCLUSIVARíENTE '
COM MATERIAL POR.ELE FORNECIDO.
59- MONTAGEM IN0U3TRI AL, PRESTADA AO USUÁRIO FINAL .00 SERVIÇO'
EXCLUSIVAMENTE COM .MATERIAL POR ELE FORNECIDO.
fô- Cí5PIA ou reprodução, por QUAISQUER PSOCESSOS, DE DOCUMEN -
_T0S E OUTROS PAPEIS,PLANTAS OU DESENHOS.
61 - COMPOS IÇÃO G.RÁF 1 Cf{, FOTOCOM PCS IÇÃO, C LI CHER 1 A, ZI NCC6SAFI A, '
LITOGRAFIA E FOTCLITOGRAFIAi
62- COLOCAÇÃO DE MCLDÚ.RAS E AFINS, ENCADERNAÇÃO,GRAVAÇÃO E '
DOORAÇÃC DE LIVROS,REVISTAS E CONGENERES
63- LOCAÇÃO DE BENS .MÍVE IS, I NCLUSl VE ARENDA.MENTC MERCANTIL.
64- FUNERAIS
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ANEXO IV
TABELA IV
TABELA PARA LANÇAMENTOS E TAXAS DE LICENÇA
ESPÉC IFÍ CAÇ’So PERCENTUAL SOBRE A ÜFE3P
01-
Tdxa de licença para obras particulares ............... 10%
02- Taxa de licença para execução de lotea-
^entos de terrenos particulares - lotea
raentoszarea constante da planta apresen
tada,descontadas as destinadas a logra-
__douro publico e as que serão doadas ao
munícfpio - por metro quadrado 02%
03- Taxa de licença para publicidade:
3.1 anuncío;
3.1 .1 No interior de veículos - por veiculo
- anual ................. .. ................................... 100%
3. ï »2 Pintadas no muro ............................. .. .............................. .. 10%
3.2 Letrei ros:
3.2 «f Ate 1 m2 - anual - 100%
-j o .2 0/ mais de 1 m2,p/cada fraçao de irC-anual-.., 50%
3.3 ,Distico,metaIiCO ou nao com indicá^ao de
proTissao,artc,ofício,nome ou endereço,'
quando colocado na parte externa de quaj^
^uer predfo por distico-anuaI. 50%
3.4 Tabuletas:
3.4 . 1 Ate I 11)2 - anual - ............................... .. .......................... 5^%
3.4 ^2 2/ mais de 1 m2,p/ fraçao de m2 - anual 20%
04- Taxa de licença para ocupaçao de areas em
vias e logradouros públicos:
4.1 «1 Ponto de taxi - anual - ........................ .. 200%
4. I .2 Espaço ocupado por:circos e parques
de diversoes-p/ semana ou fraçao e p/ 1)2 .... 200%
A N E X C V
TABELA V
TABELA PARA LANÇAMENTO E COBRANÇA DE TAXAS DE EXPEDIENTE E DE
SERVIÇOS DIVERSOS.
ESPECIFICACÃC PERCENTUAL SOBRE A
UFESP
01- Taxa de expediente:
'**’ A
I. I. 1 Certidões,inscrfçao,transferenci a
baixa de qualquer natureza em 1an
£amentos ou reg i stros ........... 100%
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ESPECÍFICAÇXO PERCENTUAL SOBRE Á
UFESP
I. U2 Petições,requerimentos,recursos '
ou memori ais dí rigi dos aos orgaos
ou autoridades municipais .............. 50/^
02- Taxa de Serviços Diversos:
4* tf * Numeração de prédios - por prédios . ... 30%
2.2- Taxa de apreensao e deposito de *
bens,armazenagem por dia ou fraçao
no depos i to mun i c í pa i
2.2.2 Â ‘ Bens 100%
2.2.2 B Animal : can í no, cava í ar,muar ou bov_Í_
no,c$S4rÍQ9*VYÍ09*>VÍQ9.T.PZ.Ç«feÇÇ9---..- 150%
03- Taxa de AIi nhamento ~ p/metro de *
testada ................................ 10%
04- Taxa de Cemitérío-lnumaçao rasa:
4.1.í AdoIto p/ 5 anos 100%
4^. í. 2 Infante por 3 anos ............................. i00%
4.2^ Perpetuidade:
4.2.1 Sèpultura rasa ............ .. Í00%
4.2.3 De carne i ro ................. .. i 50%
CBS: ALÉM DAS TAXAS ACIMA SERÁ COBRADO C PREÇO DO TERRENO E EM '
, CASO DE CARNEIRO, ESTE SESíA COBRADO PELO PREÇO DO SERVIÇOS NA
SGA- EXECUÇÃO.
05- Exumaçao:
5.i. 'Adulto antes de vencido o prazo '
( 5 anos ) .................................... .. 150%
5. i. ínfan£es antes de vencido o prazo'
( 3 anos ) ............................. 100%
5.1.3 Adulto e infante apos vencido o '
prazo .................................... .. ....................... 50%
oó- Diversos:
6.1. Abertura de sepultura rasa ................. .. 100%
6- 1. Abertura de carne i r jaz i go, mauso I eu ... 150%
o « 2« Entrada de ossada no cemiterio ............ 200%
Ù. 3 • Retirada de ossada no cemiterio 200%
Ó.4. Remoção de assada no interior do '
cemiterio ................................................................... .. 200%
Ó.5.1 Permissão para construção de car -
neiro,coIocaçao de inscrição e exc
çuçao de obras de embelezamento .......... .. 200%
6,S. I Einp I acamento ................................................ 20%