SEPSE
Marina Lehnen de Oliveira
• Médica pela Universidade de Cuiabá – UNIC
• Intensivista pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP
• Preceptora da residência de Medicina Intensiva do HCAN
• Preceptora da disciplina de Emergências na UNIVAG
• Coordenadora e Preceptora da disciplina Emergências na Universidade de Cuiabá – UNIC
Principal causadora de mortes dentro das unidades de tratamento intensivo
(UTI);
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a sepse mata 11 milhões de
pessoas a cada ano;
No Brasil, estima-se que ocorram 240 mil mortes ao ano em decorrência de
um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por
uma infecção;
A mortalidade no Brasil chega a 65% dos casos, enquanto a média mundial
está em torno de 30 a 40%.
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Choque séptico: sepse
com hipotensão refratária
Sepse: foco infeccioso
Infecção: foco infeccioso a reposição volêmica
suspeito ou confirmado,
suspeito ou confirmado, adequada, sendo
com presença de
sem apresentar disfunção necessário o uso de
disfunção de disfunção
orgânica aminas vasoativas para
orgânico
manter PAM >= 65mmHg
+ Lactato > 2mmol/l
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A sepse ocorre quando há desregulação dos mediadores pró e anti-inflamatórios em resposta a uma
infecção, ultrapassando os limites do ambiente local e levando a uma resposta mais generalizada.
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EXEMPLO DE TEXTO DE RODAPÉ 6
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qSofa
SOFA
01/03/20XX EXEMPLO DE TEXTO DE RODAPÉ 9
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Conduta
• Medir nível de lactato
Lactato
• Coletar hemoculturas antes de iniciar antibióticos
Culturas
• Iniciar antibióticos de amplo espectro por via endovenosa
ATB
• Ressuscitação volêmica com 30 ml/kg de cristaloide
Volemia
• Iniciar vasopressores se paciente hipotenso durante ou após ressuscitação volêmica
Vasopressores para manter PAM > 65 mmHg
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• Use vasopressores para manter PAM >= 65 mmHg
Vasopressores
• Reavaliar o status volêmico e da perfusão tecidual
Reavaliar
• Meça novamente o lactato se hiperlactatemia inicial
Lactato
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