Fisiologia da Olfação e Gustação
Fisiologia da Olfação e Gustação
TUTORIA 2.1:
1- O que é bioeletrogênese?
2- Defina olfação e gustação.
3- Quais estruturas estão envolvidas, e suas respectivas funções, na olfação e na gustação
(papilas gustatórias)?
4- Descreva as vias sensitivas da olfação e da gustação.
5- Qual a integração sensorial da olfação e da gustação?
6- Como ocorre a interpretação dos estímulos de olfação e de gustação pelo sistema
nervoso?
7- Quais são as causas de alterações na olfação e na gustação (ver significado das
palavras desconhecidas)?
8- Como a olfação e a gustação voltam ao normal?
9- Como funciona o processo de acomodação do olfato e da gustação?
10- Como o olfato e a gustação interferem no bem-estar?
11- Quais são os exames de imagem usados para avaliar estrutura e função dos órgãos
envolvidos na olfação e na gustação? Como correlacionar as áreas correspondentes a ela
no sistema nervoso?
Bioeletrogênese:
Olfação:
43 é área cortical primária e 36 é área cortical terciária.
No século XVIII, Haller definia sabor como a soma de gostos e odores. Na verdade,
mais do que a soma das ativações gustativa e olfatória, o sabor de algo que ingerimos
depende de uma complexa interação dessas e de outras modalidades sensoriais. Sabemos
a diferença entre beber um copo de refrigerante, quando bem gelado, e beber o mesmo
refrigerante se estiver à temperatura ambiente. Da mesma maneira, o pão fresquinho que
acaba de chegar da padaria não terá o mesmo sabor no dia seguinte. Percebemos,
portanto, que, ao lado das qualidades gustativas e olfatórias que caracterizam um alimento,
outras qualidades são igualmente importantes para construir a percepção de seu sabor, tais
como a sua temperatura, consistência e textura. Essas outras qualidades são percebidas
por meio da estimulação de receptores que constituem a sensibilidade somestésica da
cavidade oral (mecanoceptores e termoceptores). Mesmo nociceptores (que também fazem
parte da sensibilidade somestésica) contribuem para o sabor de um alimento, por serem
ativados por substâncias, como a capsaicina, encontrada em algumas pimentas, e que tanto
contribuem para a riqueza de nosso paladar.
Um aspecto ainda controvertido é o mecanismo responsável pelo sabor produzido
pelas gorduras presentes em um alimento. Alguns autores acreditam que a viscosidade e a
textura dos alimentos gordurosos sejam os únicos atributos que compõem seu sabor,
mediado, portanto, pela sensibilidade somestésica, tal como acontece como a sensação
adstringente produzida por polifenóis presentes em algumas frutas, chás e vinhos (e que
decorre da precipitação, na saliva, de aminoácidos ricos em prolina). No entanto, foram
encontrados, recentemente, receptores/transportadores de ácidos graxos na membrana de
células gustativas, que podem se ligar a ácidos graxos de cadeia longa e facilitar seu
transporte para o interior da célula. A inativação do gene que codifica a síntese desses
receptores/transportadores diminui o apetite de camundongos por alimentos enriquecidos
com ácidos graxos, o que dá força à proposta, defendida por alguns autores, de que um
mecanismo gustativo primário deva ser associado a estímulos gordurosos.
GUSTAÇÃO:
- célula receptora gustativa transmite a informação para os terminais das fibras dos
pares de nervos facial e glossofaríngeo. o neurotransmissor envolvido nessa
comunicação é o ATP.
- as informações codificadas projetam-se ao núcleo do trato solitário, localizado no
bulbo. as projeções ao NTS terminam em uma área denominada núcleo gustatório.
- em seguida as projeções chegam ao tálamo.
- essas informações continuam por uma via gustativa específica que alcança o córtex
gustativo primário, localizado no córtex insular anterior. Projeções do córtex
gustativo primário partem para o núcleo central da amígdala e de lá para o
hipotálamo e áreas dopaminérgicas do mesencéfalo. Ainda do córtex gustativo
primário partem projeções diretas para uma área do córtex orbitofrontal, por isso
denominada córtex gustativo secundário.
·
capacidade de Células musculares e
EQUAÇÃO DE NERST
MEMBRANA .
+
-
CANAIS COM PORTO CONTROLAM A PERMEABILIDADE
↓la
3 ÔNICA NEURÔNIO
EXTRACE CULAR DO .
cat
e
·
PRINCIPAIS CANAIS :
+
Citoso >
-
K -
CANAL DE Nat
Em Repouso = ↑ permeável AO
V
-
Canais De Ce-
↑ N
O POTENCIAL EM REPOUSO .
CONDUTANCIA
=
Facilidade QUE OS IONS LEM ATRAVÉS
+J
DE UM CANAL
↑
↑
valor medio do = -E0m (dentro da Célula
POTENCIAL EM
Relação canais portão são três
REPOUSOL, Em Ao MEIO com classificados em
EXTRA CATEGORIAS :
>
-
CANAIS ÔNICOS CONTROLADOS MECANICAMENTE
NEURÔNIOS SENSORIAIS
EquaÇÃo De G :
ESTÍMULO /ABERTURA =
FORGAS FÍSICAS
.
>
-
Canais lônicos dependentes de ligante .
7/ 1
SIGNIFICADO DA EQUAÇÃO
O POTENCIAL DE MEMBRANA EM REPOUSO É DETERMINADO ABERTURA ATIVAÇÃO Do CANAL
.
OBS
: =
-
O Movimento Dos INS GERA SINAIS ELÉTRICOS
=P
MEMBRANA DO
-
pornista
INTERNA DO CITOPLASMA .
ABERTURA
CANAL
DESPOLARIZAÇÃO -
↳ SEM NENHUM CANAL ABERTO :
RESISTENCIA
ABERTURA CANAL
↑
↓ CONDUTÂNCIA
RESISTÊNCIA INTERNA Dos NEURÔNIOS É DETERMINADA POR :
composição do Citoplasma .
-Diâmetro Da CÉWLA .
N
(MEMBRANA
4
RESISTENCIA EXTERNA CONSTANTE DE
POTENCIAIS GRADUADOS
-DISTÂNCIAS CURTAS .
- PERDEM A
FORÇA À MEDIDA QUE Percorrem A CÉLULA.
POTENCIAIS DE AÇÃO
-GRANDES DESPOLARIZAÇÕES
- BREVES
N
-
LONGAS DISTANCIAS
-
Não PERDEM FORÇA .
-
POTENCIAIS GRADUADOS
ESTÍMULO
.
REFLETEM A
mudade
INTENSIDADE DO
LUGAR DE ACORDO
FORÇA DO ESTÍMULO
. EXCITABILIDADE CELULAR .
DESPOLARIZAÇÃO E
REPOLARIZAÇÃO DOS NEURÔNIOS
.
-
POTENCIAIS DE AÇÃO PERCORREM LONGAS
DISTÂNCIAS .
A FORGA De
DESPOLARIZAÇÃO EM UM POTENCIAL
GRADIENTES DE CONCENTRAÇÃO
NICA :
Na-K+ ATPase .
PORTÕES .
PORTÕES DE
ATIVAÇÃO/INATIVAÇÃO
-N Se em A Membr Durante Os
POTENCIAIS .
TRÊS FASES :
( -
55mV)
N Li Dentro Da CÉLULA
+
descendente =↑ PERMEABILIDADE DO K
RESPOSTA A DESPOLARIZAÇÃO
CÉLULA Lamin /POTENCIAL DE REPOUSO
PS-PERPONARIZAÇÃO
-
A DESPOLARIZAÇÃO
ABRE OS CANAIS DE - Nat,
+ Na ENTRA NA
CÉLULA E MAIS A
CÉLULA DESPOLARIZA
.
-
Os POTENCIAIS De AÇÃO Não São DISPARADOS
MENOR .
-
Os POTENCIAIS de AÇÃO São Conduzidos
.
-
NEURÔNIOS MAIORES CONDUZEM POTENCIAIS
DE
AÇÃO MAIS RAPIDAMENTE .
- Diâmetro Do Nio
.
-
a condução é mais pida em
AXÔNIOS MIELINIZADOS .
condução Saltatória
.
NÓDULOS DE RANVIER
.