ANEL
LINFÁTICO DE
WALDEYER
Alexandre Tiago Ribeiro Lopes - S8
Rafael Cavalcante Lima Chagas - S8
CONTEÚDO
01 Definição e componentes
02 Imunofisiologia 07 Indicações
03 Sinais e sintomas na hiperplasia 08 Contra-indicações
04 Exame físico na hiperplasia
09 Complicações cirúrgicas
05 Exames complementares nas hiperplasias
06 Tratamento
DEFINIÇÃO E
COMPONENTES
Aglomerado de tecidos linfoides localizados em
posições estratégicas
Primeiro contato com uma variedade de
microorganismos e outros antígenos presentes no
alimento e no ar inalado
TONSILA FARÍNGEA
TONSILA FARÍNGEA
TONSILA FARÍNGEA
Suprimento arterial: faríngea
ascendente, palatina ascendente
e ramos faciais
Drenagem venosa: direciona-se
para o plexo faríngeo
Drenagem linfática: linfonodos
cervicais profundos
Inervação sensitiva: IX e X pares
cranianos
TONSILA FARÍNGEA
Suprimento arterial: faríngea
ascendente, palatina ascendente
e ramos faciais
Drenagem venosa: direciona-se
para o plexo faríngeo
Drenagem linfática: linfonodos
cervicais profundos
Inervação sensitiva: IX e X pares
cranianos
TONSILA PALATINA
TONSILA PALATINA
Suprimento arterial: sistema
carotídeo externo (palatina asc,
tonsilar, dorsal da língua, palatina
desc)
Drenagem venosa: acompanha as
artérias correspondentes
Drenagem linfática: linfonodos
júgulos digástricos
Inervação sensitiva: IX par é o
principal
TONSILA PALATINA
Suprimento arterial: sistema
carotídeo externo (palatina asc,
tonsilar, dorsal da língua, palatina
desc)
Drenagem venosa: acompanha as
artérias correspondentes
Drenagem linfática: linfonodos
júgulos digástricos
Inervação sensitiva: IX par é o
principal
IMUNOFISIOLOGIA
Defesa do trato aerodigestivo
Conceito funcional dos tecidos linfóides associados às mucosas
(MALT)
Contato com antígenos específicos
Produção de anticorpos específicos que serão lançados na circulação
sistêmica
VAMOS LÁ...
No interior das criptas, células
M captam antígenos que são
apresentados aos linfócitos T-
auxiliares que estão na zona
extrafolicular
Linfócitos T -> linfócitos B e T-
supressores -> DESENCADEAR UMA
RESPOSTA IMUNE -> pode produzir
imunoglobulinas ou não
E SE PRODUZIR
IMOGLOBULINA?
TONSILAS SÃO CAPAZES DE PRODUZIR AS
CINCO CLASSES DE IMUNOGLOBULINAS:
IgA
IgM
IgG
IgE
IgD
PREFERÊNCIA
PELA IGA
Mecanismos que protegem via aerodigestiva:
Inibição da adesividade bacteriana
Associação específica com mucina
Neutralização de vírus
Neutralização de enzimas e toxinas
Interação com mecanismos de defesas não
específicos
O QUE OCORRE É:
HIPERPLASIA
ESTIMULAÇÃO ANTIGÊNICA POR
PROCESSOS ATÓPICOS E INFECCIOSOS
AUMENTO NA
QUANTIDADE DE
TECIDO LINFÓIDE
VÍRUS HAEMOPHILLUS
EPSTEIN-BARR INFLUENZAE
SINAIS E SINTOMAS NA HIPERPLASIA DE
TONSILAS FARÍNGEA E PALATINAS
Como o sono é afetado?
RONCOS NOTURNOS
APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO
DISTÚRBIOS DO SONO
OBS: DÉFICIT DE CRESCIMENTO
SINAIS E SINTOMAS NA HIPERPLASIA DE
TONSILAS FARÍNGEA E PALATINAS
Como a orofaringe é afetada?
RESPIRAÇÃO BUCAL
DISTÚRBIO DE FALA
DIFICULDADE DE ALIMENTAÇÃO
HALITOSE
SINAIS E SINTOMAS NA HIPERPLASIA DE
TONSILAS FARÍNGEA E PALATINAS
Como nariz e orelha são afetados?
RINORREIA
INFECÇÕES DA ORELHA MÉDIA
SINAIS E SINTOMAS NA HIPERPLASIA DE
TONSILAS FARÍNGEA E PALATINAS
Outras afecções:
DIMINUIÇÃO DO RENDIMENTO
ESCOLAR
SINAIS E SINTOMAS DE COR
PULMONALE
EXAME
FÍSICO NAS
HIPERPLASIAS
TONSILA FARÍNGEA
FÁSCIES DE RESPIRADOR ORAL
TONSILA FARÍNGEA
ADENOMEGALIAS CERVICAIS
TONSILA FARÍNGEA
OTOSCOPIA
TONSILA FARÍNGEA
RINOSCOPIA ANTERIOR
TONSILA FARÍNGEA
RINOSCOPIA POSTERIOR
TONSILA FARÍNGEA
OROFARINGOSCOPIA
TONSILAS PALATINAS
FÁSCIES DE RESPIRADOR ORAL
TONSILAS PALATINAS
ADENOMEGALIAS CERVICAIS
TONSILA PALATINAS
OTOSCOPIA
TONSILAS PALATINAS
RINOSCOPIA ANTERIOR
TONSILAS PALATINAS
OROFARINGOSCOPIA
EXAMES COMPLEMENTARES NAS HIPERPLASIAS ADENOTONSILARES
RAIO X DE CAVUM
Radiografia de perfil da nasofaringe,
mostra coluna aérea que se estende
desde as coanas até a hipofaringe NASOFARINGOFIBROSCOPIA
Endoscópio flexível
Anestesia tópica
Padrão-ouro
TRATAMENTO CLÍNICO DAS HIPERPLASIAS ADENOIDEANAS
Geralmente associadas à rinopatia alérgica
Portanto, tratamento para RA pode reduzir o volume da vegetação adenoideana
Anti-histamínico VO
Loratadina, cetirizina, desloratadina e fexofenadina
1 a 3 meses
Estabilizador de mastócitos tópico nasal
Cromoglicato dissódico
3 a 6 meses
Corticoides tópicos nasais
Budesonida, beclometasona, triancinolona, mometasona e fluticasona
3 a 6 meses
TRATAMENTO CIRÚRGICO DAS HIPERPLASIAS DO ALW
Tonsilectomia das palatinas Adenoidectomia
HTTPS://YOUTU.BE/DDI-YGYQ66S?SI=RKLBS4ILS6STOA6B
HTTPS://YOUTU.BE/_MP4OP0U1UA?SI=OJ83OE1ZSEDUSFXW
INDICAÇÕES DE ADENOIDECTOMIA
Absolutas
Apneia obstrutiva do sono grave Relativas
Cor pulmonale
Respiração oral
Suspeita de neoplasia
Distúrbios do sono
Má oclusão dentária
Déficit estatural
Deformidade orofaciais acentuadas
Dificuldade de alimentação
Distúrbios de fala
Adenoidite crônica ou recorrente
Rinossinusite crônica ou recorrente
Otites médias crônicas
OMA recente
INDICAÇÕES DE TONSILECTOMIA DAS PALATINAS
Absolutas
Apneia obstrutiva do sono grave
Relativas
Cor pulmonale Respiração oral
Suspeita de neoplasia Distúrbios do sono
Disfagia Má oclusão dentária
Segundo abcesso peritonsilar Déficit estatural
Primeiro abcesso peritonsilar em
Deformidade orofaciais acentuadas
indivíduo com tonsilite recorrente
Distúrbios de fala
Tonsilite hemorrágica
Tonsilite crônica
Tonsilite aguda recorrente
Tonsilolitíase
Halitose
Cáseum frequente
CONTRA-INDICAÇÕES CIRÚRGICAS
Absolutas Relativas
Risco de vida para o paciente
Insuficiência velopalatina
Doenças sistêmicas descompensadas Imunodeficiência
Cardiopatias graves
Discrasias sanguíneas
Hepatopatias graves
DM descompensado Risco anestésico alto
Convulsões não controladas
COMPLICAÇÕES CIRÚRGICAS
Vômitos e desidratação
Subluxação C1/C2
Obstrução de VAS
Incompetência velofaríngea
Estenose de tuba auditiva
Estenose faríngea
Edema pulmonar
Hemorragia
TONSILECTOMIA DAS PALATINAS
Antes
Pós-cirúrgico imediato
Cicatrizado
OBRIGADO!
REFERÊNCIAS:
Otorrinolaringologia para Graduação, 2a edição ampliada