Bravonil 720
Bravonil 720
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BRAVONIL® 720
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 06300
COMPOSIÇÃO:
Tetrachloroisophthalonitrile
(CLOROTALONIL)..................................................................................... 720 g/L (72% m/v)
Outros Ingredientes: ............................................................................... 640 g/L (64% m/v)
FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km
127,5, Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-915- Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 -
Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
GB Biosciences Corporation – 2239 Haden Road, Houston, TX 77015, EUA.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas – Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul -
CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP – CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro na SAA/CDA/SP
sob nº 008.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22.335 - Q.14 L 05 – Distrito Industrial
III – CEP: 38044-750 – Uberaba/MG – CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro IMA/MG sob nº
8.764.
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/MG – CNPJ: 23.361.306/0001-
79 – Cadastro no IMA/MG sob n°2.972.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda - Av. Roberto Simonsen,
1459 - Paulínia/SP – CNPJ: 03.855.423/0001- 81 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477.
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Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antonio de Souza, 400 Pq. Rui Barbosa – Londrina/PR - CEP:
86031-610 – CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263.
Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari/RS CEP: 95860-000 – CNPJ:
02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99.
Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena-Colômbia.
Kubix Agroindustrial Ltda - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP: 13348-
790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 47.754.052/0001-17 - Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº
4381.
AgraForm, LLC. - 133 East Krauss Street, St. Louis, MO 63111 – EUA.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
No do Lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil conforme
previsto no Art. 4° do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
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INSTRUÇÕES DE USO:
DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Antracnose
L/ha reaplicando a cada 14 dias,
Abacate (Colletotrichum 300 - 5
desde que as condições
Gloeosporioides)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Antracnose
L/ha reaplicando a cada 14 dias,
Abacaxi (Colletotrichum 300 - 5
desde que as condições
Gloeosporioides)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
Aplicação
preventivamente ou no máximo
Terrestre:
no aparecimento dos primeiros
800
Míldio sintomas da doença; reaplicar a
L/ha
Abóbora (Pseudoperonospora 300 - 5 cada 07 dias, desde que as
cubensis) condições estejam favoráveis
Aplicação
ao desenvolvimento da doença.
Aérea:
Realizar no máximo 5
20 a 40 L/ha
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Míldio
L/ha reaplicando a cada 07 dias,
Abobrinha (Pseudoperonospora 300 - 5
desde que as condições
cubensis)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
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DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Iniciar as aplicações
preventivamente. Se
necessário reaplicar em
intervalos de até 14 dias.
Realizar no máximo 6
aplicações por ciclo da cultura.
Se forem necessárias mais
Aplicação aplicações, complementar com
Terrestre: fungicida(s) de outro(s) grupo(s)
100 a 200 L/ha químico(s). Utilizar as doses
Ramulária
Algodão - 1,0 a 2,0 6 mais baixas sob condições de
(Ramularia areola)
Aplicação menor pressão da doença e
Aérea: utilização de variedades
20 a 40 L/ha tolerantes. Já as doses
maiores, utilizar em situações
de maiores pressões da doença
(utilização de variedades mais
suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado a
condições climáticas favoráveis
ao desenvolvimento do fungo.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Mancha-púrpura Terrestre: no aparecimento dos primeiros
(Alternaria porri) 800 sintomas da doença;
L/ha reaplicando a cada 07 dias,
Alho - 2,0 5
desde que as condições
Aplicação estejam favoráveis ao
Míldio Aérea: desenvolvimento da doença.
(Peronospora 20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
destructor) aplicações por ciclo.
Mancha-castanha Aplicação
(Cercospora Terrestre: Iniciar as aplicações logo aos
arachidicola) 300 a 500 L/ha primeiros sintomas das
Amendoim - 1,5 a 2,0 3 doenças. Repetir a cada 10 a 14
Mancha-preta Aplicação dias. Fazer no máximo 3
(Pseudocercospora Aérea: aplicações por ciclo da cultura.
personata) 20 a 40 L/ha
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Antracnose
L/ha reaplicando a cada 14 dias,
Anonáceas (Colletotrichum 300 - 5
desde que as condições
gloeosporioides)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
Aplicação Iniciar as aplicações
Terrestre: preventivamente ou no máximo
100 no aparecimento dos primeiros
Mancha-amarela
a 200 L/ha sintomas da doença;
Aveia (Drechslera - 1,0 a 2,0 3
reaplicando se necessário em
triticirepentis)
Aplicação intervalos de até 20 dias.
Aérea: Realizar no máximo 3
20 a 40 L/ha aplicações por ciclo.
Aplicação Iniciar as aplicações
Requeima
Terrestre: preventivamente à doença,
Batata (Phytophthora - 1,5 a 2,0 6
400 a reaplicando se necessário em
infestans)
1.000 L/ha intervalos de até 7 dias,
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DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
dependendo da evolução da
Aplicação doença. Realizar no máximo 6
Aérea: aplicações por ciclo da cultura.
20 a 40 Se forem necessárias mais
L/ha aplicações, complementar com
fungicida(s) de outro(s) grupo(s)
químico(s). Utilizar as doses
mais baixas sob condições de
menor pressão da doença e
utilização de variedades
tolerantes. Já as doses
maiores, utilizar em situações
de maiores pressões da doença
(utilização de variedades mais
suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado a
condições climáticas favoráveis
ao desenvolvimento do fungo.
Iniciar as aplicações logo após
Aplicação
a emergência da cultura.
Pinta-preta Terrestre:
- 1,75 a 2,0 2 Repetir a cada 7 dias. Fazer no
(Alternaria solani) 400 a
máximo 2 aplicações por ciclo
1.000 L/ha
da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Queima-das-folhas Aplicação
doença. Repetir a cada 7 dias.
Batata-doce (Alternaria 300 - 5 Terrestre:
Utilizar volume médio de 800
bataticola) 800 L/ha
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Mancha-de-alternaria Aplicação
doença. Repetir a cada 7 dias.
Batata-yacon (Alternaria 300 - 5 Terrestre:
Utilizar volume médio de 800
alternata) 800 L/ha
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Cercosporiose Aplicação
doença. Repetir a cada 7 dias.
Beterraba (Cercospora 300 - 5 Terrestre:
Utilizar volume médio de 800
beticola) 800 L/ha
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
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DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Monilíase L/ha reaplicando a cada 14 dias,
Cacau 300 - 5
(Moniliophthora roreri) desde que as condições
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou no máximo
no aparecimento dos primeiros
sintomas da doença;
reaplicando se necessário em
intervalos de 7 a 10 dias. Se
forem necessárias mais
aplicações, complementar com
Aplicação
fungicida(s) de outro(s) grupo(s)
Terrestre:
químico(s). Utilizar as doses
800 a 1.000
Antracnose mais baixas sob condições de
L/ha
Caju (Colletotrichum 209 - 4 menor pressão da doença e
gloeosporioides) utilização de variedades
Aplicação
tolerantes. Já as doses
Aérea:
maiores, utilizar em situações
20 a 40 L/ha
de maiores pressões da doença
(utilização de variedades mais
suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado a
condições climáticas favoráveis
ao desenvolvimento do fungo.
Fazer no máximo 4 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou no máximo
no aparecimento dos primeiros
sintomas da doença;
reaplicando se necessário em
intervalos de 7 a 10 dias. Se
forem necessárias mais
aplicações, complementar com
Aplicação
fungicida(s) de outro(s) grupo(s)
Terrestre:
químico(s). Utilizar as doses
800 a 1.000
Antracnose mais baixas sob condições de
L/ha
Caqui (Colletotrichum 209 - 4 menor pressão da doença e
gloeosporioides) utilização de variedades
Aplicação
tolerantes. Já as doses
Aérea:
maiores, utilizar em situações
20 a 40 L/ha
de maiores pressões da doença
(utilização de variedades mais
suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado a
condições climáticas favoráveis
ao desenvolvimento do fungo.
Fazer no máximo 4 aplicações
por ciclo da cultura.
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DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Queima-das-folhas Aplicação
doença. Repetir a cada 7 dias.
Cará (Curvularia 300 - 5 Terrestre:
Utilizar volume médio de 800
eragrostidis) 800 L/ha
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou no máximo
no aparecimento dos primeiros
sintomas da doença;
reaplicando se necessário em
intervalos de 7 a 10 dias. Se
forem necessárias mais
aplicações, complementar com
Aplicação
fungicida(s) de outro(s) grupo(s)
Terrestre:
químico(s). Utilizar as doses
800 a 1.000
Antracnose mais baixas sob condições de
L/ha
Carambola (Colletotrichum 209 - 4 menor pressão da doença e
gloeosporioides) utilização de variedades
Aplicação
tolerantes. Já as doses
Aérea:
maiores, utilizar em situações
20 a 40 L/ha
de maiores pressões da doença
(utilização de variedades mais
suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado a
condições climáticas favoráveis
ao desenvolvimento do fungo.
Fazer no máximo 4 aplicações
por ciclo da cultura.
Míldio Iniciar as aplicações logo após
(Peronospora os primeiros sintomas da
destructor) doença. Repetir a cada 7 dias.
Aplicação
Cebola - 2,0 5 Terrestre: Iniciar as aplicações logo após
800 L/ha os primeiros sintomas da
Mancha-púrpura
doença. Repetir a cada 7 dias.
(Alternaria porri)
Fazer no máximo 5
aplicações por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações logo após
Aplicação
Mancha-de-alternaria os primeiros sintomas da
Cenoura 300 - 5 Terrestre:
(Alternaria dauci) doença. Fazer no máximo 5
800 L/ha
aplicações por ciclo da cultura.
Aplicação Iniciar as aplicações
Terrestre: preventivamente ou no máximo
100 no aparecimento dos primeiros
Mancha-amarela
a 200L/ha sintomas da doença;
Centeio (Drechslera - 1,0 a 2,0 3
reaplicando se necessário em
triticirepentis)
Aplicação intervalos de até 20 dias.
Aérea: Realizar no máximo 3
20 a 40 L/ha aplicações por ciclo.
Aplicação Iniciar as aplicações
Terrestre: preventivamente ou no máximo
100 no aparecimento dos primeiros
Mancha-amarela
a 200L/ha sintomas da doença;
Cevada (Drechslera - 1,0 a 2,0 3
reaplicando se necessário em
triticirepentis)
Aplicação intervalos de até 20 dias.
Aérea: Realizar no máximo 3
20 a 40 L/ha aplicações por ciclo.
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NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Iniciar as aplicações
preventivamente ou no máximo
Aplicação
Mancha-púrpura no aparecimento dos primeiros
Terrestre:
(Alternaria porri) sintomas da doença;
800 L/ha
reaplicando a cada 07 dias,
Chalota - 2,0 5
desde que as condições
Aplicação
estejam favoráveis ao
Míldio Aérea:
desenvolvimento da doença.
(Peronospora 20 a 40 L/ha
Realizar no máximo 5
destructor)
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Míldio
L/ha reaplicando a cada 07 dias,
Chuchu (Pseudoperonospora 300 - 5
desde que as condições
cubensis)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Antracnose
L/ha reaplicando a cada 14 dias,
Cupuaçu (Colletotrichum 300 - 5
desde que as condições
gloeosporioides)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após o
Antracnose Aplicação transplante da cultura. Repetir a
Duboisia (Colletotrichum 175 a 200 - 8 Terrestre: cada 7 dias. Fazer no máximo 8
gloeosporioides) 1.000 L/ha aplicações por ciclo da cultura.
Volume de calda: 400 a 1.000
L/ha (aplicação terrestre).
Iniciar as aplicações
Aplicação
preventivamente ou no máximo
Terrestre:
no aparecimento dos primeiros
300
Mancha-castanha sintomas; reaplicando de 10 a
a 500 L/ha
Ervilha (Cercospora - 1,5 a 2,0 3 14 dias, desde que as
arachidicola) condições estejam favoráveis
Aplicação
ao desenvolvimento da doença.
Aérea:
Realizar no máximo 3
20 a 40 L/ha
aplicações por ciclo.
Aplicação
Terrestre: Iniciar as aplicações logo após
Antracnose 400 L/ha os primeiros sintomas da
Feijão (Colletotrichum - 2,0 4 doença. Repetir a cada 7 dias.
lindemuthianum) Aplicação Fazer no máximo 4 aplicações
Aérea: por ciclo da cultura.
20 a 40 L/ha
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DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Aplicação
Iniciar as aplicações por volta
Terrestre:
dos 20 dias após a germinação,
Mancha-angular 300 a 500 L/ha
ou logo aos primeiros sintomas.
(Phaeoisariopsis - 1,75 a 2,0
Repetir a cada 10 dias. Fazer no
griseola) Aplicação
máximo 4 aplicações por ciclo
Aérea:
da cultura.
20 a 40 L/ha
Iniciar as aplicações
Aplicação
preventivamente ou no máximo
Terrestre:
no aparecimento dos primeiros
300
Mancha-castanha sintomas; reaplicando de 10 a
a 500 L/ha
Feijão-caupi (Cercospora - 1,5 a 2,0 3 14 dias, desde que as
arachidicola) condições estejam favoráveis
Aplicação
ao desenvolvimento da doença.
Aérea:
Realizar no máximo 3
20 a 40 L/ha
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou no máximo
no aparecimento dos primeiros
sintomas da doença;
Antracnose reaplicando se necessário em
(Colletotrichum intervalos de 7 a 10 dias. Se
gloeosporioides) forem necessárias mais
aplicações, complementar com
Aplicação
fungicida(s) de outro(s) grupo(s)
Terrestre:
químico(s). Utilizar as doses
800 a 1.000
mais baixas sob condições de
L/ha
Figo 209 - 4 menor pressão da doença e
utilização de variedades
Aplicação
tolerantes. Já as doses
Aérea:
maiores, utilizar em situações
20 a 40 L/ha
de maiores pressões da doença
(utilização de variedades mais
Mofo-cinzento suscetíveis e/ou histórico da
(Botrytis cinerea) doença na região), associado a
condições climáticas favoráveis
ao desenvolvimento do fungo.
Fazer no máximo 4 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
Aplicação
preventivamente ou no máximo
Terrestre:
no aparecimento dos primeiros
300
Mancha-castanha sintomas; reaplicando de 10 a
a 500 L/ha
Grão-de-bico (Cercospora - 1,5 a 2,0 3 14 dias, desde que as
arachidicola) condições estejam favoráveis
Aplicação
ao desenvolvimento da doença.
Aérea:
Realizar no máximo 3
20 a 40 L/ha
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Mancha-de-filosticta Aplicação
doença. Repetir a cada 7 dias.
Gengibre (Phyllosticta 300 - 5 Terrestre:
Utilizar volume médio de 800
zingiberi) 800 L/ha
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
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NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Iniciar as aplicações
preventivamente ou no máximo
no aparecimento dos primeiros
sintomas da doença;
Antracnose
reaplicando se necessário em
(Colletotrichum
intervalos de 7 a 10 dias. Se
gloeosporioides)
forem necessárias mais
Aplicação aplicações, complementar com
Terrestre: fungicida(s) de outro(s) grupo(s)
800 a 1.000 químico(s). Utilizar as doses
L/ha mais baixas sob condições de
Goiaba 209 - 4
menor pressão da doença e
Aplicação utilização de variedades
Aérea: tolerantes. Já as doses
20 a 40 L/ha maiores, utilizar em situações
de maiores pressões da doença
Mofo-cinzento (utilização de variedades mais
(Botrytis cinerea) suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado a
condições climáticas favoráveis
ao desenvolvimento do fungo.
Fazer no máximo 4 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Antracnose
L/ha reaplicando a cada 14 dias,
Guaraná (Colletotrichum 300 - 5
desde que as condições
gloeosporioides)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Queima-das-folhas Aplicação
doença. Repetir a cada 7 dias.
Inhame (Curvularia 300 - 5 Terrestre:
Utilizar volume médio de 800
eragrostidis) 800 L/ha
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
300 sintomas da doença;
Mancha-castanha
a 500 L/ha reaplicando de 10 a 14 dias,
Lentilha (Cercospora - 1,5 a 2,0 3
desde que as condições
arachidicola)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Antracnose
L/ha reaplicando a cada 14 dias,
Lichia (Colletotrichum 300 - 5
desde que as condições
gloeosporioides)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
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DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Antracnose
L/ha reaplicando a cada 14 dias,
Macadâmia (Colletotrichum 300 - 5
desde que as condições
gloeosporioides)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
preventivamente à doença, no
início da brotação, reaplicando
se necessário em intervalos de
Mancha-foliar-da-gala 7 a 10 dias, com no máximo 3
(Colletotrichum 200 aplicações durante o ciclo da
gloeosporioides) cultura. Se forem necessárias
mais aplicações, complementar
com fungicida(s) de outro(s)
Aplicação grupo(s) químico(s). Utilizar as
Terrestre: doses mais baixas sob
Maçã - 3
1,5 a condições de menor pressão da
2,0 L/planta doença e utilização de
variedades tolerantes. Já as
doses maiores, utilizar em
situações de maiores pressões
Sarna-da-macieira da doença (utilização de
170
(Venturia inaequalis) variedades mais suscetíveis
e/ou histórico da doença na
região), associado a condições
climáticas favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Antracnose Aplicação
doença. Repetir a cada 7 dias.
Mandioca (Colletotrichum 300 - 5 Terrestre:
Utilizar volume médio de 800
gloeosporioides) 800 L/ha
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Aplicação
Mandioquinha- Queima-das-folhas doença. Repetir a cada 7 dias.
300 - 5 Terrestre:
salsa (Alternaria dauci) Utilizar volume médio de 800
800 L/ha
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Aplicação Iniciar as aplicações
Terrestre: preventivamente ou no máximo
800 no aparecimento dos primeiros
Antracnose
L/ha sintomas da doença;
Manga (Colletotrichum 300 - 5
reaplicando a cada 14 dias,
gloeosporioides)
Aplicação desde que as condições
Aérea: estejam favoráveis ao
20 a 40 L/ha desenvolvimento da doença.
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BRAVONIL 720
Bula completa – 15.04.2024
DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou no máximo
no aparecimento dos primeiros
sintomas da doença;
reaplicando se necessário em
intervalos de 7 a 10 dias. Se
forem necessárias mais
aplicações, complementar com
Aplicação
fungicida(s) de outro(s) grupo(s)
Terrestre:
químico(s). Utilizar as doses
800 a 1.000
Antracnose mais baixas sob condições de
L/ha
Mangaba (Colletotrichum 209 - 4 menor pressão da doença e
gloeosporioides) utilização de variedades
Aplicação
tolerantes. Já as doses
Aérea:
maiores, utilizar em situações
20 a 40 L/ha
de maiores pressões da doença
(utilização de variedades mais
suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado a
condições climáticas favoráveis
ao desenvolvimento do fungo.
Fazer no máximo 4 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Antracnose
L/ha reaplicando a cada 14 dias,
Maracujá (Colletotrichum 300 - 5
desde que as condições
gloeosporioides)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Míldio
L/ha reaplicando a cada 07 dias,
Maxixe (Pseudoperonospora 300 - 5
desde que as condições
cubensis)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
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BRAVONIL 720
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DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Iniciar as aplicações de forma
preventiva, sendo a primeira
aplicação realizada quando a
cultura apresentar de 6 a 8
folhas (V6 a V8), a segunda
aplicação na emissão da folha
bandeira (pré pendoamento) e a
terceira até 14 dias após a
segunda aplicação.
Realizar no máximo 3
Aplicação
aplicações por ciclo da cultura.
Terrestre:
Mancha-de- Se forem necessárias mais
100 a 200 L/ha
phaeosphaeria aplicações, complementar com
Milho - 1,0 a 2,0 3
(Phaeosphaeria fungicida(s) de outro(s) grupo(s)
Aplicação
maydis) químico(s). Utilizar as doses
Aérea:
mais baixas sob condições de
20 a 40 L/ha
menor pressão da doença e
utilização de variedades
tolerantes. Já as doses
maiores, utilizar em situações
de maiores pressões da doença
(utilização de variedades mais
suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado a
condições climáticas favoráveis
ao desenvolvimento do fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Aplicação
Mancha-de-alternaria doença. Repetir a cada 7 dias.
Nabo 300 - 5 Terrestre:
(Alternaria brassicae) Utilizar volume médio de 800
800 L/ha
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
de maiores pressões da doença
(utilização de variedades mais
suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado a
condições climáticas favoráveis
ao desenvolvimento do fungo.
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Mancha-de-alternaria Aplicação
doença. Repetir a cada 7 dias.
Rabanete (Alternaria 300 - 5 Terrestre:
Utilizar volume médio de 800
brassicae) 800 L/ha
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Terrestre: no aparecimento dos primeiros
800 sintomas da doença;
Antracnose
L/ha reaplicando a cada 14 dias,
Romã (Colletotrichum 300 - 5
desde que as condições
gloeosporioides)
Aplicação estejam favoráveis ao
Aérea: desenvolvimento da doença.
20 a 40 L/ha Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
Aplicação Iniciar as aplicações logo após
Mancha-negra
Rosa* 300 - 4 Terrestre: os primeiros sintomas da
(Diplocarpon rosae)
800 L/ha doença. Repetir a cada 7 dias.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou até os 65
Ferrugem-asiática dias após a emergência
(Phakopsora - aproximadamente.
pachyrhizi) Se necessário reaplicar em
intervalos de até 14 dias.
Realizar no máximo 2
aplicações por ciclo da cultura.
Se forem necessárias mais
Aplicação
aplicações, complementar com
Terrestre:
Oídio fungicida(s) de outro(s) grupo(s)
- 150 L/ha
(Microsphaera diffusa) químico(s).
Soja 1,0 a 2,0 2
Utilizar as doses mais baixas
Aplicação
sob condições de menor
Aérea:
pressão da doença e utilização
20 a 40 L/ha
de variedades tolerantes. Já as
doses maiores, utilizar em
situações de maiores pressões
da doença (utilização de
Septoriose variedades mais suscetiveis
-
(Septoria glycines) e/ou histórico da doença na
região), associado a condições
climáticas favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Iniciar as aplicações
Aplicação
preventivamente ou no máximo
Terrestre:
no aparecimento dos primeiros
Mancha-amarela 150L/ha
sintomas da doença;
Sorgo (Drechslera - 1,5 a 2,0 3
reaplicando se necessário em
triticirepentis) Aplicação
intervalos de até 14 dias.
Aérea:
Realizar no máximo 3
20 a 40 L/ha
aplicações por ciclo.
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BRAVONIL 720
Bula completa – 15.04.2024
DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Requeima Iniciar as aplicações logo após
(Phytophthora Aplicação a emergência da cultura.
infestans) Terrestre: Repetir a cada 7 dias. Fazer no
Tomate 175 a 200 8
400 a máximo 8 aplicações por ciclo
Pinta-preta (Alternaria 1.000 L/ha da cultura.
solani)
Iniciar as aplicações
preventivamente à doença,
reaplicando se necessário em
intervalos de até 20 dias,
dependendo da evolução da
doença. Realizar no máximo 3
aplicações. Se forem
necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s)
Terrestre:
de outro(s) grupo(s) químico(s).
Mancha-amarela 100 a 200 L/ha
Utilizar as doses mais baixas
Trigo (Drechslera tritici- - 1,0 a 2,0 3
sob condições de menor
repentis) Aplicação
pressão da doença e utilização
Aérea:
de variedades tolerantes. Já as
20 a 40 L/ha
doses maiores, utilizar em
situações de maiores pressões
da doença (utilização de
variedades mais suscetíveis
e/ou histórico da doença na
região), associado a condições
climáticas favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Iniciar as aplicações
Aplicação
preventivamente ou no máximo
Terrestre:
no aparecimento dos primeiros
Mancha-amarela 150L/ha
sintomas da doença;
Triticale (Drechslera - 1,0 a 2,0 3
reaplicando se necessário em
triticirepentis) Aplicação
intervalos de até 20 dias.
Aérea:
Realizar no máximo 3
20 a 40 L/ha
aplicações por ciclo.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente ou no máximo
Mofo-cinzento Terrestre: no aparecimento dos primeiros
Uva 209 - 4
(Botrytis cinerea) 800 a 1.000 sintomas da doença, até a
L/ha brotação. Repetir o tratamento
a cada 7 a 10 dias até o
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BRAVONIL 720
Bula completa – 15.04.2024
DOENÇAS DOSES
NÚMERO DE VOLUME DE ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS
Nome Comum mL p.c./100 APLICAÇÃO CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
Litros/ha
(Nome Científico) litros água
Aplicação florescimento. Se forem
Podridão-da-uva- Aérea: necessárias mais aplicações,
madura 20 a 40 L/ha complementar com fungicida(s)
(Colletotrichum de outro(s) grupo(s) químico(s).
gloeosporioides) Utilizar as doses mais baixas
sob condições de menor
pressão da doença e utilização
de variedades tolerantes. Já as
Antracnose
doses maiores, utilizar em
(Elsinoe ampelina)
situações de maiores pressões
da doença (utilização de
variedades mais suscetíveis
e/ou histórico da doença na
região), associado a condições
Míldio climáticas favoráveis ao
(Plasmopara vitícola) desenvolvimento do fungo.
Fazer no máximo 4 aplicações
por ciclo da cultura.
Nota: -1 litro de produto comercial contém 720 gramas de ingrediente ativo p.c./100 L = produto comercial por 100 litros de
água.
*Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças
indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar
a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
(1)
De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos
os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas,
herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo
(ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
MODO DE APLICAÇÃO:
BRAVONIL 720 deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as
culturas registradas.
A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da parte aérea das plantas) é
fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento
utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de
desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é
conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser
utilizado.
Aplicação terrestre:
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar da cultura.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a forma
de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo
atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato
cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV
(diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas
mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do
terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante
do bico utilizado, variando entre 100 a 1.000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea
da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50%
e ventos de 3 a 15 km/hora
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BRAVONIL 720
Bula completa – 15.04.2024
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar: acima de 50%.
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 15 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Aplicação aérea:
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas
citadas na bula.
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para
esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas
médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa,
etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para
proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C,
umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou
evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se
utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da
cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser
flexibilizadas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá
ser constantemente monitorada com termohigrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação
previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
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BRAVONIL 720
Bula completa – 15.04.2024
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média
de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de
deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das
gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que
serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio.
Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação
previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de
aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da
Agricultura (MAPA).
INTERVALO DE SEGURANÇA
CULTURA DIAS
Abacate 7
Abacaxi 7
Abóbora 7
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BRAVONIL 720
Bula completa – 15.04.2024
Abobrinha 7
Algodão 30
Alho 7
Amendoim 14
Anonáceas 7
Aveia 30
Batata 7
Batata-doce 7
Batata-yacon 7
Berinjela 7
Beterraba 7
Cacau 7
Caju 7
Caqui 7
Cará 7
Carambola 7
Cebola 7
Cenoura 7
Centeio 30
Cevada 30
Chalota 7
Chuchu 7
Cupuaçu 7
Duboisia UNA
Ervilha 14
Feijão 14
Feijão-caupi 14
Figo 7
Gengibre 7
Goiaba 7
Grão-de-bico 14
Guaraná 7
Inhame 7
Lentilha 14
Lichia 7
Macadâmia 7
Maçã 14
Mamão 7
Mandioca 7
Mandioquinha-salsa 7
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BRAVONIL 720
Bula completa – 15.04.2024
Manga 7
Mangaba 7
Maracujá 7
Maxixe 7
Melancia 7
Milheto 42
Milho 42
Nabo 7
Pepino 7
Plantas UNA
Ornamentais
Quiuí 7
Rabanete 7
Romã 7
Rosa UNA
Soja 30
Sorgo 42
Tomate 7
Trigo 30
Triticale 30
Uva 7
UNA = Uso não alimentar
LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes
de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas
com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou
não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO
aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de
eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
Não aplicar em mistura com óleo mineral e/ou vegetal, pois poderá causar fitotoxicidade.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação distintos do Grupo M05 para
o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos
causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência
do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos M05 para o
controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as Boas
Práticas Agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com
gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e
manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira de
Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas
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BRAVONIL 720
Bula completa – 15.04.2024
O produto fungicida BRAVONIL 720 é composto por uma isoftalonitrila, clorotalonil. Este
ingrediente ativo apresenta o mecanismo de ação de contato multi-sítio, pertencente ao
grupo M05, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas).
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da
ferrugem-asiática-da-soja, seguem algumas recomendações:
O produto fungicida BRAVONIL 720 é composto por uma isoftalonitrila, clorotalonil. Este
ingrediente ativo apresenta o mecanismo de ação de contato multi-sítio, pertencente ao
grupo M05, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas).
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios
e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos,
ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de
um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
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Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber
ou comer.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio,
anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
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Bula completa – 15.04.2024
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Bula completa – 15.04.2024
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 9.000 mg/kg p.c. (Intervalo de Confiança 95%: 7.845 – 10.350 mg/kg
p.c.)
DL50 dérmica em ratos: > 2.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): Devido ao grande tamanho das partículas do produto
Bravonil 720, sua exposição pela via inalatória não é considerada relevante. O estudo
inalatório in vivo, portanto, não foi apresentado.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: No estudo de irritação cutânea em coelhos, foi
observado eritema muito leve a leve nos animais tratados. O produto não foi considerado
irritante para a pele de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular, não foi possível
avaliar com precisão a opacidade e a irite da córnea em 2 animais no primeiro dia devido à
quemose. Os efeitos na córnea consistiram em opacidade leve em todos os animais por até
2 dias. Irite leve foi observada em 1 animal por 2 dias. Os efeitos na conjuntiva foram
observados em todos os animais por até 10 dias e consistiram em vermelhidão leve a
moderada, quemose leve a grave e secreção ocular leve a moderada. Sinais adicionais de
irritação consistiram em secreção pela glândula harderiana, hemorragia da membrana
nictitante, eritema/edema/pálpebras torcidas, secreção seca nas pálpebras e perda de pelo
na região periorbital. Todos os sinais de irritação foram reversíveis após 14 dias da instilação.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é considerado sensibilizante cutâneo
em cobaias pelo teste de Maximização.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
bacteriana com diferentes cepas da linhagem Salmonella typhimurium ou ensaio in vivo com
células da medula óssea de camundongos.
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Efeitos crônicos:
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Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
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BRAVONIL 720
Bula completa – 15.04.2024
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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Bula completa – 15.04.2024
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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In animal studies, chlorothalonil is rapidly excreted, with 82-115% of the administered dose being removed via feces, and small amounts through urine. At low to moderate doses, about 12-17% (females) and 11-21% (males) are excreted via bile, suggesting enterohepatic recirculation. This excretion pattern indicates that part of the dose absorbed into the body undergoes enterohepatic recirculation, prolonging its presence in the body .
The study on dermal exposure to chlorothalonil showed no signs of clinical toxicity, with very mild erythema observed in treated animals. Despite its non-irritant classification, safety practices should include careful decontamination of exposed skin and removal of contaminated clothing. These precautions minimize potential health risks, especially given chlorothalonil's potential irritation over repeated or prolonged exposure .
Animal studies indicate that chlorothalonil is non-mutagenic, non-teratogenic, and non-carcinogenic, suggesting no significant chronic toxicity concerns under the studied conditions. Its role as a non-endocrine disruptor and its non-interference with reproductive functions further diminish chronic risk concerns. However, long-term human health risk assessments must account for differences between species and human exposure patterns, making it essential to continue surveillance and toxicological evaluation as environmental and usage parameters evolve .
In the case of acute oral exposure to chlorothalonil, it is crucial to monitor vital signs and provide symptomatic and supportive treatment, primarily focusing on maintaining vital functions. Performing gastric lavage and administering activated charcoal can help limit absorption if ingested recently. Vomiting should not be induced due to the risk of aspiration and chemical pneumonitis. If spontaneous vomiting occurs, the patient should be positioned to prevent aspiration .
The maximum number of applications allowed for controlling purple spot in garlic cultivation is 5 applications per cycle. When deciding the dose, consider using lower doses under conditions of lower disease pressure and when using tolerant varieties. Higher doses should be applied in situations of greater disease pressure (e.g., with more susceptible varieties and/or a history of the disease in the region) and when climatic conditions favor the development of the fungus .
Preventative measures for ocular exposure to chemicals like chlorothalonil include significant irrigation with 0.9% saline solution or water for at least 15 minutes. This action is critical as it helps to immediately remove the chemical and minimize damage, such as conjunctival irritation or corneal injury. Prompt, thorough irrigation is essential to mitigate the severity of symptoms and reduce the risk of long-term ocular damage .
Diagnostic criteria for chlorothalonil exposure include confirming the exposure history and identifying clinical symptoms compatible with toxicological profiles, such as respiratory distress or dermal irritation. Initial treatment protocols emphasize symptomatic care, including maintaining respiratory and cardiac function, and utilizing measures like activated charcoal for ingestion or thorough washing for dermal exposure. These procedures aim to mitigate absorption and minimize acute effects, with ongoing monitoring essential for managing potential systemic impacts .
Chlorothalonil affects fungal cells by inhibiting the activation of glyceraldehyde-3-phosphate dehydrogenase, which leads to the inhibition of spore germination and mycelial growth. This occurs through its combination with glutathione inside fungal cells, depleting glutathione availability and leaving glutathione-dependent enzymes unable to function. Given that glutathione exists in humans and is involved in many biological processes, there is a potential concern that this mode of action might be conserved in humans, although there are no data on chlorothalonil toxicity in humans .
For managing late blight in potatoes, applications should start preventively with intervals of up to 7 days between applications. Aerial and terrestrial application methods can be used, with volumes ranging from 400 to 1,000 L/ha for terrestrial applications. The dose should be adjusted based on disease pressure, with lower doses used in low-pressure conditions and higher doses in conditions that favor disease development, such as more susceptible potato varieties or a known history of the disease in the region .
Environmental factors, such as climate conditions that favor fungal growth, along with historical disease prevalence, significantly influence fungicide dosing strategies. Areas with histories of substantial disease emergence or favorable fungal growth conditions typically necessitate higher fungicide dosages to preempt outbreaks. Conversely, moderate doses suffice in regions with low disease prevalence or where resistant crop varieties are used. Hence, dosing must balance effective control of the pathogen while minimizing chemical use and crop impact, emphasizing the role of integrated pest management principles in tailoring dosage .