INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO INTERCONTINENTAL DE LUANDA.
TRABALHO DE PAISAGISMO
PAISAGISMO DE UMA PRAÇA PÚBLICA
NOME. Paulo francisco José
TURMA.AUN4
Nº 8822
SALA. 28
ANO. 2023-2024
DOCENTE
INTRODUÇÃO:
O paisagismo de uma praça publica , designa a manutenção de espaços ao ar
livre, melhorando a estética e a funcionalidade dessas áreas. A sua importância
vai muito além de promover uma boa aparência, já que, além disso, ele ajuda
diretamente na manutenção de locais verdes em espaços urbanos
O paisagismo trata da organização do espaço externo, buscando a harmonia
entre as construções e a natureza. Está baseado em critérios estéticos e na
relevância que assumem os elementos naturais, em especial a vegetação.
O paisagismo é uma técnica que tem o intuito de projectar, planejar, fazer a
gestão e a preservação de espaços livre. Estes espaços podem ser públicos
ou privados, urbanos ou não-urbanos. Além da estética, o paisagismo se
preocupa também em fazer a integração entre a natureza e os seres
humanos.
OBJETIVOS DO PAISAGISMO
Os objectivo do paisagismo numa praça publica é de contribuir para o bem-
estar físico e mental, caracterizado pela harmonia de uma paisagem
equilibrada, saudável e bela. O ambiente paisagista cumpre o seu papel
ecológico proporcionando ao indivíduo vários benefícios, através da interacção
natureza e ser humano
OS BENEFÍCIOS DO PAISAGISMO
Para a praça pública, o paisagismo é uma maneira de garantir maior conforto e
prazer ao se frequentar um espaço, o qual deve ser preparado "para receber
as pessoas com o maior conforto possível, dando aos visitantes o
Interesse e necessidade em sempre retornar aquele ambiente por ele ser
prazeroso e confortável.10/08/2021
AS PLANTAS USADAS NO PAISAGISMO
Como exemplo de árvores ornamentais podem ser citadas: pata-de-vaca
(Bauhinia blaqueana), magnólia amarela (Michelin compacta), oiti
(Licania tomentosa), sibipiruna (Cesalpínia peltophoroides), reseda
(Lagerstroemia indica), pau-ferro (Cesalpínia férrea), ipê-amarelo
(Tabebuia spp.), quaresmeira (Tibou china granulosa
GRUPOS DE PLANTAS ORNAMENTAI
1. O cultivo de plantas ornamentais encontra-se dividido em sectores, que facilitam
as acções de produção, padronização e comercialização, por este motivo
encontramos no mercado três sectores distintos; flores e folhagens de corte, plantas
envasadas e plantas para paisagismo
2. AS CARACTERÍSTICAS DOS PRINCIPAIS GRUPOS DE
PLANTAS ORNAMENTAIS USADOS EM PAISAGISMO;
Árvores, arbustos, coníferas, palmeiras, trepadeiras,
anuais, herbáceas, bulbosas, grama, zingiberáceas,
folhagens, suculentas e cactáceas, bromélias, orquídeas,
palustres e aquáticas, entre outros.
1.1. ÁRVORES Denominam-se árvores todas as plantas perenes e lenhosas com
tronco sem ramificações até determinada altura e copa na parte superior, o que as
distingue das palmeiras, cujo caule é do tipo estipe. Apresentam portes variados, que
segundo alguns autores podem ser divididos em pequeno (até 5,0 m), médio (5,0 a 8,0
m) e grande (acima de 8,0 m). Geralmente, no caso das plantas ornamentais as
gimnospermas são caracterizadas em um grupo a parte denominado coníferas.
1.2. ARBUSTOS
Arbustos são espécies vegetais lenhosas ou semilenhosas, com ramificação desde
a base, e altura média de até 4 m de altura. São plantas que em função do porte,
podem ser utilizadas em diversas áreas e com diferentes finalidades no jardim.
Apresentam facilidade para formação de maciços uniformes ou não, podem ser
alinhados ou utilizados em dispersão.
1.3. CONÍFERAS
As coníferas são Gimnospermas de porte arbóreo ou arbustivo, a maioria de
clima temperado e subtropical, e por este motivo apresentam um melhor
desenvolvimento quando usadas para compor jardins e cercas vivas em regiões de
clima temperado, como nas cidades serranas e regiões de altitude do Sul e do
Sudeste do País.
1.4. TREPADEIRAS
São plantas providas ou não de órgãos de sustentação, com caule semilenhoso ou
mesmo herbáceo, e que são usadas para proporcionar sombra, em pérolas e
caramanchões, revestir muros, embelezar cercas, bem como para dar graciosidade
e leveza aos jardins. As trepadeiras variam em relação ao tipo de caule, que pode
ser; Volúvel: quando se enrolam em espiral no suporte, não possuem outro tipo de
fixação, portanto, não conseguem subir em paredes ou muros por si só,
necessitando de suportes adequados; Sarmentoso: quando possuem estruturas de
fixação como gavinhas, espinhos, raízes adventícias, etc.
. 1.5. PALMEIRAS
As palmeiras são plantas pertencentes à Família Acerácea (Palma) e apresentam
grande importância económica devido à vasta utilização nos jardins tropicais. São
consideradas elementos vegetais de referência, devido às marcantes características
individuais de cada espécie (porte, formato, textura e coloração da folhagem).
Apresentam uma extensa possibilidade de utilização, incluindo a composição de
exuberantes maciços; a orientação de caminhos, por meio de alinhamentos; a
referência de espaços e a valorização de edificações.
1.6. GRAMADOS
As gramas estão entre as poucas espécies que suportam pisoteio, e por este
motivo possibilitam a criação de extensas áreas verdes e permeáveis no jardim.
Em projectos de áreas externas podem corresponder a até 70% da área projectada.
Além disso, a textura e a cor uniforme de um gramado funcionam como pano de
fundo da paisagem realçando e integrando os elementos do jardim. As gramíneas
são plantas rústicas, pertencentes à Família Poácea (Gramíneas), apresentam
rizomas de crescimento rápido, que formam um entrelaçamento das raízes, função
óptima para o controle de erosão, em áreas degradadas, encostas e taludes.
1.7. FORRAÇÕES
As forrações têm representantes de diversas famílias botânicas, de natureza
herbácea, e crescimento horizontal maior que o vertical; são usadas para revestir o
solo em áreas aonde, normalmente, as gramas não vão bem ou fica difícil a sua
manutenção. Evitam a erosão, mantém a umidade do solo; evitam a ocorrência de
plantas invasoras e proporcionam mudanças cromáticas quando utilizadas na
proximidade de gramados.
1.8. HERBÁCEAS FLORÍFERAS
As plantas ornamentais de consistência herbácea, podem ser divididas em
subgrupos, de acordo com o método de propagação utilizado para a exploração
comercial, em anuais, bienais, bulbosas, tuberosas etc. As herbáceas floríferas são
representadas por espécies de várias famílias botânicas (Begoniácea, Geraniácea,
Asterácea, Amarilidácea, entre outras) que apresentam valor ornamental devido à
beleza das flores, e que na maioria das vezes contrasta com o
1.9. SUCULENTAS e CACTÁCEAS
A utilização no paisagismo de plantas suculentas e cactáceas possibilita a criação
de jardins rochosos, onde podem ser evidenciados aspectos atrativos de diversas
famílias botânicas como Agavácea, Crassulácea e Cactácea. Estas famílias reúnem
muitas espécies de plantas provenientes de regiões semiáridas ou desérticas, sendo
adaptadas a longos períodos de estiagem. Agavácea possui distribuição
predominantemente em regiões áridas, com cerca de 25 géneros e 650 espécies.
1.10. ORQUÍDEAS
Orchidaceae apresenta distribuição cosmopolita incluindo cerca de 850 géneros e
20.000 espécies (excluindo híbridos artificiais), sendo a maior família de
Angiospermas em número de espécies. As adaptações a diferentes ambientes e
distintos polinizadores contribuíram para que as orquídeas desenvolvessem grande
variedade de estruturas vegetativas e florais. Já as flores destacam-se pelo
tamanho, forma, diversidade e combinação de cores, características essas que
contribuem para sua popularidade e apreciação por coleccionadores
1.11. BROMÉLIAS
As bromélias pertencem à classe Monocotyledonaeae e à família Bromeliáceas.
São plantas herbáceas e perenes, com agrupamento de folhas formando uma
roseta. São plantas originárias das Américas do Sul e Central e regiões sulinas dos
Estados Unidos. Elas habitam desde áreas litorâneas até altitudes acima de
3000m, tanto em regiões de alta umidade relativa do ar como em regiões secas. O
Brasil é o detentor da maior diversidade de espécies dessa família, com cerca de
40 géneros e 1.200 espécies.
CONCLUSÃO.
Entende- se que o paisagismo é a integração do homem com
a natureza, facultando-lhe melhores condições de vida pelo
equilíbrio do meio ambiente. Ele abrange todas as áreas onde
se registra a presença do ser humano.
REFERÊNCIAS
FLORIANO, César. Roberto Burle Marx: Jardins do Brasil, a
sua mais pura tradução. Revista Esboços, Nº 15. UFSC.
2007.
GUERRA, Abílio. José Tabacow. Entrevista, São Paulo, ano
07, n. 028.02, Vitrúvio, out. 2006
<Http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/07.028/32
99>.
CAZÉ, Regina. Programa Tataré. Um pé de que?
2014. Publicado por Pindorama filmes. Disponível em
https://youtu.be/Kdfi9aSsvGY. Acesso 29 Jun. 2019