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Mapas Mentais: Aprendizado Eficaz e Criativo

hasslansdns

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Fichamento

CASTRO, Cláudio de Moura. Você sabe estudar? Quem sabe, estuda menos e
aprende mais / Cláudio de Moura Castro. – Porto Alegra: Penso, 2015. 173 p.: il:
23cm.

Cláudio de Moura Castro, nesta obra analisou alguns problemas educacionais


que necessitam de correção, por isso, o título escolhido da obra foi: Você sabe
estudar? Vale mencionar que, o processo de aprender e acumular conhecimento
varia de pessoa para pessoa. Contudo, existe diversos métodos para apresentar
sequencias de pensamentos ou teorias, como é o caso dos mapas mentais.
* “Tudo acontece em torno de um desenho que tem, ao centro, uma ideia, um
conceito. Vale a pena aprender a manejar mapas mentais, pois favorecem o
aprendizado e melhoram a criatividade e a produtividade pessoal, tanto na escola
quanto no trabalho.” (Castro, 2015, p. 74).
O autor apresenta uma visão introdutória sobre os mapas conceituais e
mentais, destacando sua emergência nos últimos anos como ferramentas gráficas
para representar teorias e pensamentos, sendo que esses métodos visuais visam
organizar ideias por meio de elementos como palavras-chave, cores, imagens e
símbolos, centrando-se em um desenho que encapsula um conceito central.
* “O mapa mental oferece ao nosso cérebro uma ferramenta conveniente para
o seu trabalho de transformar as peças do quebra-cabeça em um quadro coerente,
que é o assunto que está sendo aprendido. Ele dá um empurrão na tarefa de dar
sentido a informações soltas.” (Castro, 2015, p. 75).
Sendo assim, a aplicação do mapa mental visa facilitar o aprendizado,
através dos desenhos e estimula a criatividade, aumentando a eficiência pessoal. Os
mapas conceituais proporcionam uma representação não linear das ideias,
permitindo uma compreensão mais ampla e inclusiva, especialmente quando
enriquecidos com elementos visuais.
* “Na sua elaboração, ao contrário da redação de uma página, começamos
sem ordem, sem organização, sem pé e nem cabeça. E isso é bom, pois não nos
obriga a arrumar as ideias antes que possamos listar todas que nos ocorrem e olhar
simultaneamente para ela.” (Castro, 2015, p. 76).
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Desse modo, nota-se que a teoria discutida destaca a propensão natural do


cérebro em associar ideias aparentemente desconexas, cuja maneira que se
apresenta os mapas mentais, torna-se uma ferramenta que auxilia na organização e
compreensão de informações dispersas, permitindo uma visão global do tema e
detalhes específicos em uma única página.
* “No fundo, a mente humana aprende mais quando confrontada com a
mesma informação, fazendo apelo a sentidos diferentes. Um texto tem apenas
palavras. E, nelas, está tudo o que é preciso para dar um sentido exato ao que se
tem a dizer. Do ponto de vista puramente lógico, as palavras dizem tudo. E se não
dizem, há algo errado com o texto.” (Castro, 2015, p. 76).
Em contraste com a abordagem linear, os mapas mentais possibilitam uma
organização mais flexível das ideias, promovendo uma compreensão holística do
assunto. Sobretudo, a liberdade inicial de começar sem uma ordem específica,
permite listar todas as ideias sem restrições.
* “Os desenhos e mapas mentais permitem a percepção de vários elementos
que compõem o todo, com seus desdobramentos e relações, tirando proveito de fato
de a mente humana lida de forma muito mais eficiente com elementos organizados
visualmente.” (Castro, 2015, p. 77).
No contexto dos mapas mentais, salienta-se que as palavras são
complementadas por elementos visuais como desenhos, cores e imagens, criando
uma abordagem multidimensional à informação, e embora o desenho não adicione
conteúdo novo ao texto, a mente humana tende a favorecer essa combinação de
linguagens.
* “Contudo, não se trata de um amontoado de pensamentos que vão brotando
(que podemos chamar de braisntorn). Não é uma coleção de papéis colados na
parede, cada um com uma ideia solta. Pelo contrário, começamos com uma ideia
maior, grafada no centro do mapa mental. É em torno dela que se vão estruturar
todas as outras. Remexendo a organização do mapa, essas ideias irão,
progressivamente, ganhando ordem e sentido.” (Castro, 2015, p. 77).
Ressalta-se a eficácia dos desenhos e mapas mentais na compreensão e
organização dos elementos que constituem um todo, aproveitando a capacidade da
mente humana de lidar com informações visualmente estruturadas, onde o processo
progressivo de organização e aprimoramento de um mapa mental, são reconhecidos
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padrões comuns de elementos relacionados ou semelhanças formando


agrupamentos coerentes, resultando em uma estruturação do pensamento.
* “Aos poucos, começamos a ver traços comuns entre elementos. Diante
dessas semelhanças, vamos criando agrupamentos que fazem sentidos. Ao pensar
nos elementos que afetam o ambiente físico de estudo, vamos arrumando e revendo
as arrumações (...).” (Castro, 2015, p. 78).
Diante disso, constata-se que inicialmente era apenas uma lista de ideias,
avança-se para onde tem mais duas ou três ideias gerais que são identificadas,
consequentemente o conforto, tranquilidade e conveniência surge de maneira que
os demais elementos são associados a esses conceitos mais amplos, criando-se o
mapa mental.
* “Os mapas mentais são úteis para entender argumentos complexos, com
múltiplas ramificações.” (Castro, 2015, p. 80). Constata-se que o mapa mental é de
grande utilidade para compressão de conteúdos complexos, para um aprendizado
mais aprimorado, ativo e mais eficaz do que a passiva.
Pensar no processo de organização e estruturação de um mapa mental,
promovendo a importância de fazer escolhas sobre a ordem cronológica ou
categorias lógicas de organização do material, não é possível obter respostas
predeterminadas, e a organização deve ser feita de maneira conveniente em cada
caso.
Segundo o autor: * “Olhando para esse amontoado de palavras ou frases,
depois das aulas, começamos a perguntar quais são as grandes ideias transmitidas
pelo professor. Essas são, em seguida, identificadas no mapa (...). Tornam-se,
então, a espinha dorsal da aula ouvida.” (Castro, 2015, p. 81).
Nesse contexto, menciona-se que o texto ressalta a necessidade de avaliar
se uma ideia seja nova ou um detalhamento de uma ideia anterior e como esses
conceitos se relacionam entre si. Com efeito, frisa-se que os elementos do mapa são
movidos e reorganizados dentro de uma ideia maior. Além do mais, menciona-se
que, gradualmente, uma estrutura vai tomando forma, sendo aperfeiçoada até
satisfazer, apresentando a estruturação do mapa mental utilizando conteúdos que
foram apresentados em sala de aula por escrito ou ditadas.
* “Portanto, é um recurso poderoso para armar o arcabouço lógico da redação
que estamos preparando, permitindo verificar sua estrutura lógica e aperfeiçoar sua
apresentação.” (Castro, 2015, p. 84).
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Dessa forma, congrega-se o entendimento de que o autor destaca o mapa


mental como um recurso poderoso para estruturar logicamente uma redação, seja
um ensaio de uma página ou um livro inteiro. Inicialmente, as ideias são liberadas
sem uma estrutura prévia, como se fossem os ingredientes do texto e em seguida,
os elementos são rearranjados em busca de uma organização lógica, resultando em
uma estrutura coesa e aprimorada.
* “Os mapas mentais, quanto nasceram, não passavam de garranchos,
desenhos com papeis e lápis. De fato, muitos pesquisadores e administradores
respeitados que preferem os desenhos vão fazendo ao tentar entender algum
assunto, tomar notas de aulas ou programar atividades.” (Castro, 2015, p. 85).
Apresentando a evolução dos mapas mentais, inicialmente criados como
desenhos rudimentares feitos com papel e lápis, muitos pesquisadores e
profissionais preferem o método de desenho ao tentar compreender um assunto,
tomar notas ou planejar atividades. Com isso, entende-se que profissionais como
arquitetos têm uma afinidade natural com o lápis, utilizando-o para pensar e
expressar ideias. No entanto, a informática e as interfaces gráficas oferecem
facilidades imbatíveis para aqueles que não se sentem confortáveis com o desenho
à mão livre.
* “Não obstante, essa é uma área onde as facilidades da informática e das
interfaces gráficas são imbatíveis, pelo menos para quem não se delicia desenhando
garatujas. Isso porque umas das características mais convenientes dos mapas
desenhados em computados é a velocidade adotada. Com um mouse, puxamos um
elemento de um lugar para o outro.” (Castro, 2015, p. 85-86).
Nesse contexto, promove-se o entendimento de que com apenas um mouse,
torna-se possível mover elementos, reestruturar a lógica do mapa e até mesmo
eliminar ou adicionar ideias rapidamente, de maneira que comparando com o
processo manual, onde seria necessário redesenhar o mapa, a versão digital
permite ajustes rápidos e visuais na organização do pensamento.
* “Existe a disponibilidade de softwares para criar mapas mentais em versão
digital, eis que alguns softwares, como o MindManager, são pagos, enquanto outros,
como o X-Mind, estão disponíveis gratuitamente para download.” (Castro, 2015, p.
90).
Os mapas mentais podem ser utilizados para uma variedade de finalidades,
desde listas até planejamento de atividades complexas, proporcionando uma
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visualização visual das tarefas ou conceitos, permitindo uma visão geral e a


marcação do progresso.

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