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Zeus Bula

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© © All Rights Reserved
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ZEUS®

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 33119

COMPOSIÇÃO:
- (RS)-1-methyl-2-nitro-3-(tetrahydro-3-furylmethyl)guanidine
(DINOTEFURAM) .................................................................................................................... 84 g/L (8,4% m/v)
- Reaction product comprising equal quantities of (R)-α-cyano-3-phenoxybenzyl (1S,3S)-3-[(Z)-2-
chloro-3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate and (S)-α- cyano-3-phenoxybenzyl
(1R,3R)-3-[(Z)-2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate
(LAMBDA-CIALOTRINA) .............................................................................................. 48 g/L (4,8% m/v)
Hidrocarboneto aromático naftênico. .................................................................... 86,73 g/L (8,673% m/v)
Outros Ingredientes ......................................................................................... 821,27 g/L (82,127% m/v)

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Inseticida sistêmico, de contato e de ingestão, dos grupos químicos Neonicotinoide


(Dinotefuram) e Piretroide (Lambda-cialotrina).

TIPO DE FORMULAÇÃO: Emulsão de Óleo em Água (EW)

TITULAR DO REGISTRO:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul
18087-170 - Sorocaba/SP - Fone: (15) 3235-7700
CNPJ Nº 61.142.550/0001 30 - Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


Dinotefuram:
DINNO TÉCNICO (Registro MAPA nº 29119)
MITSUI CHEMICALS, INC.
Omuta Works, 30, Asamuta-Machi, Omuta, Fukuoka 836-8610, Japão
DECCAN FINE CHEMICALS (INDIA) PRIVATE LIMITED.
Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Vishakapatnam District, 531127 Andhra
Pradesh – Índia.
DECCAN FINE CHEMICALS (INDIA) PRIVATE LIMITED. (SEZ Unit)
Kesavaram & Rajavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District,
Andhra Pradesh - 531 127, Índia.
Lambda-cialotrina:
LAMBDA-CIALOTRINA TÉCNICO IHARA (Registro MAPA nº 02713)
NANJING RED SUN CO. LTD. Nº 8 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun County, 211303 Nanjing,
Jiangsu, China.
JIANGSU HUIFENG BIO AGRICULTURE CO. LTD. Weier Road, South Area of Ocean Economic
Development Zone 224145, Dafeng, Jiangsu, China.
JIANGSU AGROCHEM LABORATORY CO. LTD. No. 1218 North Changjiang Rd., Hi-Tech
Development Zone, Changzhou Jiangsu, 213034, China.

LAMBDA-CYHALOTHRIN TÉCNICO OXON (Registro MAPA nº 05213)

3105174
YOUTH CHEMICAL CO., LTD. 3 Dalian Road, Yangzhou Chemical Industry Zone, Yizheng – 211402
Jiangsu, China

LAMBDA-CYHALOTHRIN TÉCNICO ROTAM (Registro MAPA nº 8610)


TIANJIN ROTAM CHEMICAL CO. LTD. Tie Dong Road, Beichen District, Tianjin, China
LAMBDACYHALOTHRIN TÉCNICO ICI (Registro MAPA nº 0668902)
SYNGENTA LIMITED Huddersfield Manufacturing Centre, P.O. Box A38, Huddersfield West Yorkshire,
HD2 1FF, Inglaterra.
LAMBDA-CYHALOTHRIM TÉCNICO RTM (Registro MAPA nº 18117)
JIANGSU CHUNJIANG RUTIAN AGROCHEMICAL CO. LTD. - Nº 6 Huaihong Road, The Salt
Chemical Industry Development Zone, Hongze Jiangsu – China.
LAMBDA CYHALOTHRIN TÉCNICO SYN (Registro MAPA nº 15916)
YOUTH CHEMICAL CO. LTD. - 3 Dalian Road, Yanzhou Chemical Industry Zone - Yizheng – Jiangsu
– 211402 - China.
YOUJIA CROP PROTECTION CO., LTD. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic
Development Zone, Nantong, Jiangsu, China 226407.
BHARAT RASAYAN LIMITED. - 42/4, Amod Road, GIDC, Industrial Estate, Dahej, District Bharuch;
392 130, Gujarat, India.
LAMBDA-CYHALOTHRIN TÉCNICO SULPHUR MILLS (Registro MAPA nº 39819)
SML LIMITED - G.I.D.C., Plot Nº 1904, A-18/18, Panoli Dist: Bharuch, Gujarat – Índia.
LAMBDA-CIALOTRINA TRADECORP TÉCNICO (Registro MAPA nº 6218)
JIANGSU CHUNJIANG RUNTIAN AGROCHEMICAL CO., LTD. - Nº 6, Huaihong Road, The Salt
Chemical Industry Development Zone, 223100, Hongze, Jiangsu, China.
JIANGSU FENGDENG CROPSCIENCE CO., LTD. - Nº 88, Dengxing Sounth Road, Dengguan
Chemical Industry Zone, Zhixi Town, Jintan, Jiangsu, P.R. China.
LAMBDA-CIALOTRINA TÉCNICO MEGA (Registro MAPA nº TC18422)
MEGHMANI ORGANICS LIMITED – Plot No. 5001/B, 5027 to 5034, 5037, 4707/B; 4707/P393002 –
Dist. Bharuch, Ankleshwar, Gujarat - Índia.
LAMBDA-CIALOTRINA TÉCNICO IHARA BHA (Registro MAPA nº TC01923)
BHARAT RASAYAN LIMITED - 2 Km Stone, Madina-Mokhra Road, Village Mokhra, District Rohtak,
124022 Haryana – Índia

FORMULADOR:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul
18087-170 - Sorocaba/SP - Fone: (15) 3235-7700
CNPJ Nº 61.142.550/0001-30 - Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8

No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E


CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I – PRODUTO
ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

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INSTRUÇÕES DE USO:

ZEUS é um inseticida sistêmico, de contato e de ingestão, com atividade translaminar,usado para o


controle de pragas nas seguintes culturas:

CULTURAS, PRAGAS, DOSES E RECOMENDAÇÕES DE USO:

RECOMENDAÇÕES DE USO
DOSES
CULTURAS PRAGAS NÚMERO VOLUME
(p.c.) ÉPOCA E INTERVALO ENTRE
MÁXIMO DE DE
APLICAÇÕES
APLICAÇÕES CALDA
Inspecionar periodicamente a lavoura.
Iniciar as aplicações foliares no início
Percevejo- da infestação da praga. Caso seja
barriga-verde 400 necessário, devido a reinfestação
2 200 L/ha
(Dichelops mL/ha realizar 2 aplicações com intervalo de
melacanthus) 7 dias, não ultrapassando o limite
máximo de 2 aplicações durante o
ciclo da cultura.

Lagarta-do-
cartucho 600 Realizar monitoramento constante e
(Spodoptera mL/ha aplicar no início da infestação.
frugiperda)

Realizar monitoramento constante e


Aveia realizar a aplicação logo no início da
infestação.
O monitoramento deve ser feito
Lagarta-do-trigo 300 a contabilizando o número de lagartas.
150 a 200
(Pseudaletia 600 Verificar na superfície do solo e nas 1
L/ha
sequax) mL/ha plantas. A aplicação deve ser
realizada quando forem encontradas
as primeiras infestações de lagartas.
Usar a maior dose em caso de altas
infestações.

Pulgão-verde- Realizar monitoramento constante e


300 a
dos-cereais aplicar no início da infestação. Utilizar
400
(Rhopalosiphum a maior dose em caso de alta pressão
mL/ha
graminum) da praga

Cigarrinha-das-
1,1 a Após a colheita, realizar aplicação
raízes
2,3 dirigindo o jato no corte na soqueira da 200 L/ha
(Mahanarva
L/ha cana e abaixo do nível do solo,
fimbriolata)
próximo às raízes utilizando
Cana-de-
equipamentos apropriados (Aplicador 1
açúcar
de inseticidas em soqueira) para esta
Gorgulho-da-
1,7 a modalidade de aplicação. Utilizar a
cana-de-açúcar 130 a 200
2,3 maior dose para situações de maior
(Sphenophorus L/ha
L/ha pressão da praga.
levis)

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Inspecionar periodicamente a lavoura.
Iniciar as aplicações foliares no início
Percevejo- da infestação da praga. Caso seja
barriga-verde 400 necessário, devido a reinfestação
2 200 L/ha
(Dichelops mL/ha realizar 2 aplicações com intervalo de
melacanthus) 7 dias, não ultrapassando o limite
máximo de 2 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Lagarta-do-
cartucho 600 Realizar monitoramento constante e
(Spodoptera mL/ha aplicar no início da infestação.
frugiperda)
Realizar monitoramento constante e
realizar a aplicação logo no início da
Centeio infestação.
O monitoramento deve ser feito
Lagarta-do-trigo 300 a contabilizando o número de lagartas.
(Pseudaletia 600 Verificar na superfície do solo e nas
150 a 200
sequax) mL/ha plantas. A aplicação deve ser 1
L/ha
realizada quando forem encontradas
as primeiras infestações de lagartas.
Usar a maior dose em caso de altas
infestações.

Pulgão-verde- Realizar monitoramento constante e


300 a
dos-cereais aplicar no início da infestação. Utilizar
400
(Rhopalosiphum a maior dose em caso de alta pressão
mL/ha
graminum) da praga

Inspecionar periodicamente a lavoura.


Iniciar as aplicações foliares no início
Percevejo- da infestação da praga. Caso seja
barriga-verde 400 necessário, devido a reinfestação
2 200 L/ha
(Dichelops mL/ha realizar 2 aplicações com intervalo de
melacanthus) 7 dias, não ultrapassando o limite
máximo de 2 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Lagarta-do-
cartucho 600 Realizar monitoramento constante e
(Spodoptera mL/ha aplicar no início da infestação.
frugiperda)
Realizar monitoramento constante e
realizar a aplicação logo no início da
Cevada infestação.
O monitoramento deve ser feito
Lagarta-do-trigo 300 a contabilizando o número de lagartas.
(Pseudaletia 600 Verificar na superfície do solo e nas
150 a 200
sequax) mL/ha plantas. A aplicação deve ser 1
L/ha
realizada quando forem encontradas
as primeiras infestações de lagartas.
Usar a maior dose em caso de altas
infestações.

Pulgão-verde- Realizar monitoramento constante e


300 a
dos-cereais aplicar no início da infestação. Utilizar
400
(Rhopalosiphum a maior dose em caso de alta pressão
mL/ha
graminum) da praga

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Realizar aplicação logo após a
emergência do milheto quando for
constatada a presença da praga. Em
Percevejo- áreas de histórico e de maior pressão,
barriga-verde deve-se utilizar a maior dose. Caso 120 a 200
(Dichelops seja necessário, devido a reinfestação L/ha
melacanthus) realizar 2 aplicações com intervalo
mínimo de 7 dias não ultrapassando o
limite máximo de 2 aplicações durante
o ciclo da cultura.
Realizar monitoramento constante
400 a para verificar a ocorrência de adultos
Milheto 500 e ninfas. A aplicação deve ser 2
mL/ha realizada quando for constatada a
presença da praga. Em áreas de
histórico e de maior pressão, deve-se
utilizar a maior dose. Caso seja
Cigarrinha-do-
necessário, devido a reinfestação, 150 a 200
milho (Dalbulus
realizar 2 aplicações com intervalo L/ha
maidis)
mínimo de 7 dias.
Os métodos de controle culturais
também devem ser adotados, tais
como: evitar a multiplicação do vetor
em plantios sucessivos e erradicar
plantas voluntárias de milho na área
do plantio.
Realizar aplicação logo após a
emergência do milho quando for
constatada a presença da praga. Em
Percevejo- áreas de histórico e de maior pressão,
barriga-verde deve-se utilizar a maior dose. Caso 120 a 200
(Dichelops seja necessário, devido a L/ha
melacanthus) reinfestação, realizar 2 aplicações
com intervalo mínimo de 7 dias, não
ultrapassando o limite máximo de 2
aplicações durante o ciclo da cultura.
Realizar monitoramento constante
para verificar a ocorrência de adultos
400 a
e ninfas. A aplicação deve ser
500
realizada quando for constatada a
mL/ha
presença da praga. Em áreas de
histórico e de maior pressão, deve-se
Milho Cigarrinha-do- utilizar a maior dose. Caso seja 2
milho necessário, devido a reinfestação,
(Dalbulus realizar 2 aplicações com intervalo
maidis) mínimo de 7 dias.
Os métodos de controle culturais
150 a 200
também devem ser adotados, tais
mL/ha
como: evitar a multiplicação do vetor
em plantios sucessivos e erradicar
plantas voluntárias de milho na área
do plantio.
Realizar aplicação no início da
ocorrência da praga.
Pulgão-do-milho 300 a Utilizar maior dose em caso de maior
(Rhopalosiphum 500 incidência do alvo. Caso seja
maidis) mL/ha necessário, devido a reinfestação,
realizar 2 aplicações com intervalo de
7 dias
Realizar aplicação quando for
Cigarrinha-das-
400 a observado a ocorrência das primeiras
pastagens
Pastagens 450 ninfas nas bases das plantas 1 200 L/ha
(Deois
mL/ha (Brachiaria sp.), sendo geralmente
flavopicta)
nos primeiros dias após a germinação.

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Inspecionar periodicamente a lavoura.
Realizar aplicação quando for
observado o início de infestação de
adultos na área, ou conforme a
infestação e o nível de dano na
Mosca-branca cultura. Caso seja necessário, devido
(Bemisia tabaci a reinfestação, realizar 2 aplicações
Raça B) com intervalo de 10 dias. Utilizar a
dose menor em condições de menor
infestação da praga. Em maiores
infestações da praga, utilizar a maior
dose. Realizar no máximo 2
aplicações por ciclo da cultura.
Inspecionar periodicamente a lavoura
através de batidas de pano, no mínimo
uma vez por semana. Recomenda-se
400 a
realizar a batida de pano em um metro
500 2 150 L/ha
linear de um lado da fileira de soja nos
mL/ha
momentos mais frescos do dia.
Realizar aplicação quando for
observado o início de infestação, no
máximo dois percevejos maiores que
Percevejo-
0,4 cm por metro linear em áreas de
verde-pequeno
produção de grãos e no máximo um
(Piezodorus
percevejo maior que 0,4 com em
guildinii)
áreas de produção de sementes. Caso
seja necessário devido a reinfestação,
realizar 2 aplicações com intervalo de
10 dias. Utilizar a dose menor em
condições de menor infestação da
praga. Em maiores infestações da
Soja praga, utilizar a maior dose. Realizar
no máximo 2 aplicações por ciclo da
cultura.
Realizar monitoramento constante e
500 aplicar quando forem observadas 2
mL/ha lagartas pequenas no início da
Lagarta-das-
infestação. Para a dose de 500 mL/ha,
vagens
respeitar o intervalo mínimo de 10 dias
(Spodoptera 500 a entre as aplicações. Para doses
eridania) 900 1
maiores que 500 mL/ha realizar
mL/ha somente 1 aplicação por ciclo da
cultura.
Inspecionar periodicamente a lavoura
500 através de batidas de pano, no mínimo 2
mL/ha uma vez por semana. Recomenda-se
realizar a batida de pano em um metro
linear de um lado da fileira de soja nos
150 a 200
momentos mais frescos do dia.
L/ha
Realizar aplicação quando for
observado o início de infestação, no
Percevejo- máximo dois percevejos maiores que
marrom 0,4 cm por metro linear em áreas de
(Euschistus 500 a produção de grãos e no máximo um
heros) 1000 percevejo maior que 0,4 com em 1
mL/ha áreas de produção de sementes. Para
a dose de 500 mL/ha, respeitar o
intervalo mínimo de 10 dias entre as
aplicações. Para doses maiores que
500 mL/ha realizar somente 1
aplicação por ciclo da cultura. Não
aplicar mais que 1000 mL/ha (84 +
48 g i.a./ha) por ciclo da cultura.

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Realizar aplicação no início da
Tripes ocorrência da praga.
500 150 a 200
Soja (Caliothrips Caso seja necessário, devido a 2
mL/ha L/ha
brasiliensis) reinfestação, realizar 2 aplicações
com intervalo de 10 dias.
Realizar monitoramento constante
para verificar a ocorrência de adultos
e ninfas. A aplicação deve ser
realizada quando for constatada a
presença da praga. Em áreas de
histórico e de maior pressão, deve-se
utilizar a maior dose. Caso seja
Cigarrinha-do- 400 a
necessário, devido a reinfestação, 150 a 200
Sorgo milho (Dalbulus 500 2
realizar 2 aplicações com intervalo L/ha
maidis) mL/ha
mínimo de 7 dias.
Os métodos de controle culturais
também devem ser adotados, tais
como: evitar a multiplicação do vetor
em plantios sucessivos e erradicar
plantas voluntárias de milho na área
do plantio.
Inspecionar periodicamente a lavoura.
Iniciar as aplicações foliares no início
Percevejo- da infestação da praga. Caso seja
barriga-verde 400 necessário, devido a reinfestação,
2 200 L/ha
(Dichelops mL/ha realizar 2 aplicações com intervalo de
melacanthus) 7 dias, não ultrapassando o limite
máximo de 2 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Lagarta-do-
cartucho 600 Realizar monitoramento constante e
(Spodoptera mL/ha aplicar no início da infestação.
frugiperda)
Trigo Realizar monitoramento constante e
realizar a aplicação logo no início da
infestação.
O monitoramento deve ser feito
Lagarta-do-trigo 300 a contabilizando o número de lagartas.
600 150 a 200
(Pseudaletia Verificar na superfície do solo e nas 1
sequax) mL/ha plantas. A aplicação deve ser L/ha
realizada quando forem encontradas
as primeiras infestações de lagartas.
Usar a maior dose em caso de altas
infestações.
Pulgão-verde- Realizar monitoramento constante e
300 a
dos-cereais aplicar no início da infestação. Utilizar
400
(Rhopalosiphum a maior dose em caso de alta pressão
mL/ha
graminum) da praga.

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Inspecionar periodicamente a lavoura.
Iniciar as aplicações foliares no início
Percevejo- da infestação da praga. Caso seja
barriga-verde 400 necessário, devido a reinfestação,
2 200 L/ha
(Dichelops mL/ha realizar duas aplicações com intervalo
melacanthus) de 7 dias, não ultrapassando o limite
máximo de 2 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Lagarta-do-
cartucho 600 Realizar monitoramento constante e
(Spodoptera mL/ha aplicar no início da infestação.
frugiperda)
Realizar monitoramento constante e
Triticale realizar a aplicação logo no início da
infestação.
O monitoramento deve ser feito
Lagarta-do-trigo 300 a contabilizando o número de lagartas.
150 a 200
(Pseudaletia 600 Verificar na superfície do solo e nas 1
mL/ha plantas. A aplicação deve ser L/ha
sequax)
realizada quando forem encontradas
as primeiras infestações de lagartas.
Usar a maior dose em caso de altas
infestações.
Pulgão-verde- Realizar monitoramento constante e
300 a
dos-cereais aplicar no início da infestação. Utilizar
400
(Rhopalosiphum a maior dose em caso de alta pressão
mL/ha
graminum) da praga.
p.c.: produto comercial

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:


ZEUS é apresentado na forma de Emulsão de óleo em água (EW), e pode ser aplicado com
pulverizadores ou equipamentos terrestres e aéreos. São usados pulverizadores costais manual ou
motorizado, tratorizados, aviões com barras ou atomizadores, conforme recomendação para cada
cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.

As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do


Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da
aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.

Preparo da Calda:
Encher com água o tanque do pulverizador com ¾ da capacidade. Com o sistema de agitação do
tanque do pulverizador funcionando, adicionar lentamente o produto diretamente no tanque do
pulverizador de acordo com as doses recomendadas. Completar o volume do tanque com água. Deve-
se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa
cobertura da área a ser tratada.

Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de


Deriva.

- Aplicação terrestre: Esta modalidade de aplicação é permitida para as culturas Aveia, Cana-de-
açúcar, Centeio, Cevada, Milheto, Milho, Pastagens, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale, desde que
considere:

Para as culturas: Milheto, Milho, Pastagens, Soja e Sorgo - Não aplicar este produto em uma
distância menor que 34 (trinta e quatro) metros da divisa com áreas de vegetação natural, culturas
agrícolas vizinhas em fase de florescimento. Sempre observar as disposições da legislação do
local de aplicação, prevalecendo a mais restritiva.
Para as culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale – Não aplicar este produto em uma
distância menor que 41 (quarenta e um) metros da divisa com áreas de vegetação natural, culturas

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agrícolas vizinhas em fase de florescimento. Sempre observar as disposições da legislação do
local de aplicação, prevalecendo a mais restritiva.

Utilizar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou pulverizador tratorizado de barra, equipado com
bicos ou pontas tipo leque, mas utilizar preferencialmente com bicos ou pontas de jato cônico vazio da
série JA ou D. Utilizar nesta série o difusor 23 ou 25 de acordo com as variações da umidade relativa
do ar nas áreas de aplicação, de forma a se obter um Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas
acima de 175 µm para Aveia, Centeio, Cevada, Milheto, Milho, Pastagens, Sorgo, Trigo e Triticale
e Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas acima de 341 μm para Soja, e uma densidade de
50 a 70 gotas/cm2, sobre o local onde o alvo biológico se situa. A pressão de trabalho para os bicos
recomendados deverá ser de 80 a 120 libras. Utilizar turbo atomizador conforme regulagem acima
citados, e procurar através de volume de calda e tamanho de gotas obter uma aplicação com cobertura
uniforme de toda a parte aérea da planta e evitar escorrimento da calda.
O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda operação
de preparo da calda e aplicação.

- Aplicação aérea: Esta modalidade de aplicação é permitida para as culturas Aveia, Centeio, Cevada,
Milheto, Milho, Pastagens, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale, desde que considere:

Para as culturas: Milheto, Milho, Pastagens e Sorgo - Não aplicar este produto em uma distância
menor que 45 (quarenta e cinco) metros da divisa com áreas de vegetação natural, culturas
agrícolas vizinhas em fase de florescimento. Sempre observar as disposições da legislação do
local de aplicação, prevalecendo a mais restritiva.
Para as culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Soja, Trigo e Triticale – Não aplicar este produto em
uma distância menor que 52 (cinquenta e dois) metros da divisa com áreas de vegetação natural,
culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. Sempre observar as disposições da
legislação do local de aplicação, prevalecendo a mais restritiva.

Volume de calda para aplicação: 10 a 30 L/ha, dependendo da tecnologia de aplicação empregada.


Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm².
Tamanho de gotas (DMV): acima de 440 µm.
Altura sugerida de voo de 3 m acima do alvo. Calcular a altura do voo em função da velocidade do
vento. Considerar para o cálculo o fator AMSDEN de 30.
Condições meteorológicas: Temperatura do ar abaixo de 30ºC; umidade relativa do ar: acima de 55%.
Velocidade do vento: entre 3 a 10 Km/h.
Para a cultura da soja: além das informações acima utilizar somente aeronave Air Tractor AT-502 ou
com desempenho similar e volume de calda mínimo de 30 L/ha.

Podem ser utilizados atomizadores rotativos como Micronair, ASC ou Turboaero. Usar a combinação
de ponta e difusor que produza uma neblina com o maior DMV (Diâmetros Medianos Volumétricos de
gotas) e menor PRD (Potencial de Risco de Deriva).
Voar na altura adequada para uma distribuição correta na faixa de aplicação e evitando deriva; manter
esta altura e não voar mais alto do que o necessário, acompanhando sempre o FATOR AMSDEN.
Realizar sempre reconhecimento da área em que se está aplicando, tentar localizar além dos
obstáculos, residências, estábulos, apiários, granjas, bem como lago e pastagem vizinhas à área que
está sendo tratada. Ficar atento para as variações de vento, em direção, sentido e intensidade, em
relação a sua linha de voo. Não hesitar em parar as aplicações se uma mudança de vento ocorrer e
vier a provocar a deriva.
Parar as aplicações sempre que a temperatura passar dos limites 30°C ou se a umidade relativa descer
a níveis abaixo de 55%.
Não voar com equipamento vazando e realizar a sua manutenção adequada. O sistema de agitação
do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Todas as atividades aeroagrícolas bem como as recomendações de voo para evitar deriva a fim de
obter boa deposição de gotas sobre o alvo, devem ser acompanhadas de Técnicos em Agropecuária,
de nível médio, possuidores de curso de executor técnico em Aviação Agrícola, reconhecido pelo
Ministério da Agricultura.

Todos os procedimentos ligados às atividades aero agrícolas devem estar em conformidade às


regulamentações e legislações específicas ditadas pelo Ministério da Agricultura e devem evitar e
mitigar riscos de contaminação ambiental e risco à saúde humana.

ADVERTÊNCIA: A não observação das condições de uso podem aumentar a possibilidade de deriva.

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Condições Climáticas:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para
aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante
a aplicação, e não valores instantâneos:
-Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
-Umidade relativa do ar acima de 50%.
-Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:


Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de
proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados
Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na
região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Aveia: 15 dias
Cana-de-açúcar: 150 dias
Centeio: 15 dias
Cevada: 15 dias
Milheto: 21 dias
Milho: 21 dias
Pastagens: 3 dias
Soja: 30 dias
Sorgo: 21 dias
Trigo: 15 dias
Triticale: 15 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
− Não há desde que siga corretamente as instruções de uso.
− O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula.
− Quando este produto for utilizado na dose recomendada, não causará danos à cultura indicada.
− Aplicar este produto somente no estágio de enchimento de grãos da SOJA, após o florescimento.
− O uso deste produto em pastagens se restringe à Braquiária, e não pode ser utilizado para banco
de sementes.
− Não aplicar total maior que 200g de Dinotefuram/ha/ciclo da soja, ou 150g de Dinotefuram/ha/ciclo
das demais culturas, caso sejam utilizados um ou mais produtos à base de Dinotefuram no mesmo
ciclo da cultura.
− Deve-se aplicar o produto até 36 horas antes do início do florescimento de cada cultura, ou
posteriormente a esta fase.
− Devido aos riscos detectados às abelhas pela exposição ao Dinotefuram via dieta, só será permitida
a aplicação do produto nas culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Milho, Milheto, Sorgo, Trigo e Triticale
em até no máximo 64 dias antes do florescimento e após o florescimento.
− Devido aos riscos detectados às abelhas pela exposição ao Dinotefuram via dieta, só será permitida
a aplicação do produto em Cana-de-açúcar em até no máximo 419 dias antes do corte da cana e
assim sucessivamente com os demais cortes.
− Não aplicar o produto enquanto for observada presença de seiva (exsudado) nos cortes dos colmos.
− Deriva: Não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja as plantas em floração,
cercas vivas ou culturas em floração nas proximidades da área tratada.
− Informar aos apicultores próximos antes da aplicar este produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM


UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:


A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida ZEUS pertence ao Grupo 4A e ao Grupo 3A (moduladores competitivos de receptores
nicotínicos da acetilcolina e moduladores de canais de sódio, respectivamente) e o uso repetido deste
inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de
populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do ZEUS como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A e ao Grupo 3A. Sempre
rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar ZEUS ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalode aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de ZEUS podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo
de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ZEUS ou outros produtos doGrupo 3A e
ao Grupo 4A quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR ([Link]), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
([Link]).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

“ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”

PRECAUÇÕES GERAIS:

NOVA FÓRMULA.

− Produto para uso exclusivamente agrícola.

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− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamentos de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:


− Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental; máscara com filtro mecânico classe P2;
óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
preparação da calda em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de
segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).

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- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão de
algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de
borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
- Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

- Tóxico se ingerido
- Nocivo se inalado
PERIGO - Provoca lesões oculares graves
- Provoca danos aos órgãos por exposição repetida
ou prolongada (pele)
- Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias
respiratórias
- Pode provocar irritação das vias respiratórias
- Pode provocar sonolência ou vertigem

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a


embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato,
lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre
no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: ATENÇÃO: QUANDO INALADO PODE PROVOCAR SINTOMAS ALÉRGICOS, DE ASMA
OU DIFICULDADE RESPIRATÓRIAS. Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um
local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR ZEUS –


(DINOTEFURAM e LAMBDA-CIALOTRINA)

INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde,
etc.).

Grupo químico DINOTEFURAM: Neonicotinoide


LAMBDA-CIALOTRINA: Piretroide
Classe toxicológica CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO

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Potenciais vias de Dérmica, ocular, inalatória e oral.
exposição
Toxicocinética DINOTEFURAM: O Dinotefuram é rapidamente e completamente
absorvido após a administração oral (> 90%) e amplamente distribuído. A
eliminação foi rápida, apenas pequenas quantidades de resíduos foram
detectadas em todos os tecidos examinados 168 horas após o tratamento
em animais de experimentação. A urina foi a principal via de eliminação
após administração oral e intravenosa (88 – 99,8%). Menos de 10% do
composto foi metabolizado, sendo que 93 – 97% foi excretado de forma
inalterada através da urina. Não foram observadas diferenças
relacionadas ao sexo nos parâmetros toxicocinéticos.

LAMBDA-CIALOTRINA: Estudos efetuados em animais de laboratório


mostraram que a principal via de absorção foi oral, sendo as demais
secundárias, o produto se distribuiu pela maioria dos tecidos, e os maiores
níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. O Lambda-
cialotrina foi principalmente metabolizado através de hidrólise da ligação
de éster, oxidação e conjugação e foi excretado pela urina quase na sua
totalidade, após 48 horas, na forma de conjugados polares. A eliminação
foi precedida pela clivagem da ligação éster.

HIDROCARBONETO AROMÁTICO NAFTÊNICO: Estudos conduzidos


com ratos mostraram que os produtos pertencentes ao grupo dos
hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória,
atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente, atingem o
sistema nervoso central. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre
principalmente através das fezes.
Toxicodinâmica DINOTEFURAM: Age como agonista dos receptores nicotínicos pós-
sinápticos de acetilcolina, afetando as sinapses no sistema nervoso
central de insetos. Os neonicotinóides são de relativamente baixa
toxicidade aos mamíferos pois apresentam baixa afinidade pelos subtipos
de receptor nicotínico dos vertebrados, quando comparados aos dos
insetos, e não penetram a barreira hematoencefálica. Efeitos no SNC não
devem ser esperados a baixos níveis de exposição.

LAMBDA-CIALOTRINA: O sítio primário de ação dos piretroides no


sistema nervoso dos vertebrados é o canal de sódio da membrana neural.
Os piretroides causam prolongamento da permeabilidade da membrana
ao íon sódio durante a fase excitatória do potencial de ação. Isso diminui
o liminar para ativação de mais potenciais de ação, conduzindo a uma
excitação repetitiva das terminações sensoriais nervosas e podendo
progredir para uma hiperexcitação de todo o sistema nervoso. Os
piretroides do Tipo II (ex: Lambda Cialotrina) possuem o grupo alfa-ciano
e são mais potentes e tóxicos, podendo produzir bloqueio da condução
nervosa, com despolarização persistente e redução da amplitude do
potencial de ação e colapso na condução axonal. A interação com os
canais de sódio não é o único mecanismo de ação proposto para os
piretroides. Os efeitos causados no SNC levaram à sugestão de ações via
antagonismo do ácido gama-aminobutírico (GABA) mediado por inibição,
modulação da transmissão nicotínico-colinérgica, aumento na liberação
de noradrenalina ou ações nos íons cálcio; mas é improvável que um
desses efeitos represente o mecanismo primário de ação dos piretroides.

HIDROCARBONETO AROMÁTICO NAFTÊNICO: Sistema nervoso


central (SNC) – A exposição aguda a hidrocarbonetos aromáticos
possibilita a absorção destes solventes para a corrente sanguínea e
possibilita que atravessem a barreira hematoencefálica, podendo levar à
depressão do SNC. Devido à característica lipofílica, dissolve a porção
lipídica das membranas das células nervosas e interrompe a função das
proteínas de membrana, seja por alterar a bicamada lipídica, seja por

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alterar a conformação proteica. Pulmões - A irritação pulmonar e
pneumonite após inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos
pode envolver interação direta com as membranas das células nervosas,
o que pode causar broncoconstrição e dissolução das membranas do
parênquima pulmonar, resultando em uma exsudação hemorrágica de
proteínas, células e fibrina nos alvéolos.
Sintomas e sinais DINOTEFURAM: Em decorrência do mecanismo de ação do Dinotefuram,
clínicos após exposição a altas concentrações, podem ocorrer efeitos colinérgicos
como fraqueza muscular, lacrimejamento, salivação excessiva, entre
outros. Irritação nos olhos e na pele.

LAMBDA-CIALOTRINA: Baseado nos sinais de toxicidade em mamíferos


e invertebrados, os piretroides podem ser classificados em dois tipos: Tipo I
e Tipo II (alfaciano piretroides). Os piretroides do tipo II (ex: Lambda
Cialotrina) têm mostrado produzir uma típica síndrome tóxica com ataxia,
convulsões, hiperatividade, coreoatetose e salivação profusa.
Exposição aguda:
Exposição Dérmica - Os sintomas mais comuns são: formigamentos,
prurido, eritema e queimação na face ou em outras áreas expostas. Esses
compostos não são em princípio, irritantes, contudo o efeito principal da
exposição é a dermatite. A lesão usual é uma dermatite eritematosa
moderada com vesículas, pápulas nas áreas úmidas e intenso prurido.
Exposição Ocular - Pode ocorrer irritação ocular com lacrimação e
conjuntivite transitória, dano moderado ou severo da córnea, decréscimo
da acuidade visual e edema periorbital.
Inalação - A inalação é a principal via de exposição, sendo a irritação das
vias respiratórias o efeito tóxico primário. Após inalação, é comum ocorrer
tosse, dispneia moderada, rinorreia e sensação de garganta arranhada.
Podem ser observadas reações de hipersensibilidade incluindo
respiração ofegante, espirros e broncoespasmo.
Ingestão - Pode causar náusea, vômito e dor abdominal.

Toxicidade Sistêmica:
Sintomas sistêmicos podem ser desenvolvidos após exposição de
extensa superfície dérmica, inalação ou ingestão prolongada. Os
sintomas incluem dor de cabeça, vertigem, anorexia e hipersalivação. A
intoxicação severa não é comum e geralmente sucede ingestão
considerável e causa comprometimento da consciência, fasciculações
musculares, convulsões e, raramente, edema pulmonar não-
cardiogênico.
Cardiovascular - Podem ocorrer hipotensão e taquicardia associados à
anafilaxia.
Respiratória - Podem ocorrer reações de hipersensibilidade
caracterizadas por pneumonia, tosse, dispneia, dificuldade respiratória,
dor no peito e broncoespasmo. Foram relatados casos raros de parada
respiratória e cardiopulmonar.
Neurológica - Parestesias, dores de cabeça e vertigens são comuns.
Exposição substancial pode resultar em hiperexcitabilidade e convulsões,
mas é raro.
Gastrointestinal - Geralmente ocorrem náuseas, vômito e dor abdominal
dentro de 10 a 60 minutos após a ingestão.
Dermatológica - Podem ocorrer irritação e dermatite de contato. Após
exposição prolongada, também foi observado eritema semelhante àquele
produzido por queimadura solar.
Imunológica - Após inalação foi relatado broncoespasmo repentino,
inchaço das membranas mucosas da cavidade oral e da laringe e reações
anafiláticas. Podem ser observadas: pneumonia por hipersensibilidade
caracterizada por tosse, alterações respiratórias, dor no peito e
broncoespasmo.

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HIDROCARBONETO AROMÁTICO NAFTÊNICO: A ingestão de
substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse,
náuseas, vômito, diarreia, dor e queimação abdominal, taquidisritmia
cardíaca. A ingestão e a inalação podem causar depressão do sistema
nervoso central, caracterizada por náuseas, dor de cabeça, tontura, perda
da coordenação, inconsciência e coma. Pode causar irritação da pele,
olhos, trato respiratório e pode causar reação alérgica na pele. A
aspiração aos pulmões pode resultar em pneumonite química.
Diagnóstico Para efeito de diagnostico, observar:
Leve a moderada intoxicação: náusea, vomito, diarreia, dor abdominal,
tontura, dores de cabeça, salivação, tremores e excitabilidade.

Intoxicação severa: ingestão em grande quantidade pode causar


agitação, convulsões, acidose metabólica, hipotermia, pneumonite e
depressão respiratória.
Monitorar eletrólitos séricos, realizar monitoramento cardíaco e realizar
ECG em pacientes sintomáticos.

O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela


ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento Antídoto: não há antídoto específico. O tratamento é sintomático e de


suporte de acordo com o quadro clínico para a manutenção das funções
vitais.

Exposição Oral:
Consultar conduta com gastroenterologista em casos de pacientes com
dor ao engolir, salivação excessiva ou outra evidência de injúria a fim de
avaliar possível dano ao esôfago.
Atropina deve ser considerada se o paciente estiver bradicárdico ou
apresentando sintomas colinérgicos. Administrar fluidos IV em casos de
hipotensão e vasopressores caso a hipotensão persista.

Exposição inalatória:
Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto à irritação, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate
broncoespasmos com b2-agonistas via inalatória e corticosteroides via
oral ou parenteral.
Exposição ocular:
Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina
0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os
sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.

Exposição dérmica:
Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante
água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação
ou dor persistirem.

HIDROCARBONETO AROMÁTICO NAFTÊNICO: o quadro de


intoxicação deve ser reconhecido o quanto antes. Mantenha vias aéreas
abertas e aplique ventilação assistida se necessário. Administrar oxigênio
suplementar. Monitorar gases sanguíneos ou oximetria, raio-x do peito e
ECG e admitir pacientes sintomáticos ao cuidado intensivo. Utilizar
epinefrina e outras aminas simpatomiméticas com cautela em pacientes
com significante intoxicação por hidrocarboneto, visto que arritmias
podem ocorrer.

Cuidado para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar


respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar
um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para

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realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
deverá estar protegida por luvas e avental impermeáveis, de forma a não
se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e
de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não
deve ser evitado.
Efeitos das Não são conhecidos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-
ATENÇÃO 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT – ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de
informação de agravos de notificação (SINAN / MS). Notifique ao
Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272
Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:


Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO:


DL50 oral em ratos: 300 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 2,272 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante. Não houve sinais clínicos de irritação dermal
durante o período de avaliação, e o teste foi concluído na leitura de 72 horas após a remoção da
bandagem semi-oclusiva.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os animais apresentaram opacidade grau 1 com reversão em 21
dias; irite grau 1 com reversão em 14 dias; hiperemia grau 1; quemose grau 2 com reversão em 7 dias;
perda de brilho ocular; secreção ocular; neovascularização, alopecia periocular na avaliação de 14 dias
e ferida ocular na avaliação de 21 dias.
Sensibilização cutânea (LLNA): Não sensibilizante
Sensibilização respiratória: Dado não disponível.
Mutagenicidade: Não mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS DOS INGREDIENTES ATIVOS:


Dinotefuram: Em estudos de toxicidade crônica e carcinogenicidade conduzido em ratos com o
Dinotefuram técnico, os efeitos observados, nas maiores doses, foram considerados incidentais, não
relacionados ao tratamento ou não biologicamente relevantes. O efeito mais comumente observado
nesses estudos foram alterações no peso corpóreo e ou no ganho de peso (diminuição). O Dinotefuram
técnico não apresentou potencial carcinogênico quando testado em ratos e camundongos. Não foram
observados efeitos no desenvolvimento embriofetal em ratos e coelhos após exposição materna
durante a gestação. No estudo de reprodução de duas gerações, não foram observados efeitos
adversos significativos no crescimento e desenvolvimento dos filhotes, tampouco alterações sobre os
parâmetros reprodutivos. Tanto o Dinotefuram técnico quanto o produto formulado ZEUS não
demonstraram potencial genotóxico no teste de Ames e no teste de formação de micronúcleos.

Lambda-cialotrina: Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se


detectaram efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos. Foram notados
aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de
carcinogenicidade.

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Hidrocarboneto aromático naftênico: Vapor de nafta de petróleo é irritante para membranas mucosas
do trato respiratório. Estudos em animais mostram que hidrocarbonetos de petróleo causam mínimo ou
nenhum dano aos olhos. Estudos de genotoxicidade in vivo e in vitro apontam que seus constituintes
também não apresentam potencial mutagênico ou genotóxico. Não há efeitos adversos observados em
estudos para o desenvolvimento em ratos. Há evidência inadequada quanto a carcinogenicidade de
solventes de petróleo em humanos, de maneira geral, não são classificados quanto à carcinogenicidade
á humanos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO


MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
X - ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I)
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

− Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,


podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
− Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
− Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRAVEL em peixes.
− Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes).
− Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não
aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.

− Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.


− Não utilize equipamento com vazamentos.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
− Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
de animais e vegetação suscetível a danos.
− Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

1.1 INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA:

− Polinizadores

− Não aplicar este produto durante o período de floração.


− Não aplicar este produto caso haja presença de abelhas.
− Aplicar este produto somente no estágio de enchimento de grãos da SOJA, após o florescimento.
− O uso deste produto em pastagens se restringe à Braquiária, e não pode ser utilizado para banco
de sementes.
− Não aplicar total maior que 200g de Dinotefuram/ha/ciclo da soja, ou 150g de Dinotefuram/ha/ciclo
das demais culturas, caso sejam utilizados um ou mais produtos à base de Dinotefuram no mesmo
ciclo da cultura.
− Em aplicações terrestres: Para as culturas: Milheto, Milho, Pastagens, Soja e Sorgo - Não aplicar
este produto em uma distância menor que 34 (trinta e quatro) metros da divisa com áreas de
vegetação natural, culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento.

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Para as culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale – Não aplicar este produto em uma
distância menor que 41 (quarenta e um) metros da divisa com áreas de vegetação natural, culturas
agrícolas vizinhas em fase de florescimento.
− Em aplicações aéreas: Para as culturas: Milheto, Milho, Pastagens e Sorgo - Não aplicar este
produto em uma distância menor que 45 (quarenta e cinco) metros da divisa com áreas de
vegetação natural, culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento.
Para as culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Soja, Trigo e Triticale – Não aplicar este produto em uma
distância menor que 52 (cinquenta e dois) metros da divisa com áreas de vegetação natural, culturas
agrícolas vizinhas em fase de florescimento.
− Deve-se aplicar o produto até 36 horas antes do início do florescimento de cada cultura, ou
posteriormente a esta fase.
− Devido aos riscos detectados às abelhas pela exposição ao dinotefuram via dieta, só será permitida
a aplicação do produto nas culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Milho, Milheto, Sorgo, Trigo e Triticale
em até no máximo 64 dias antes do florescimento e após o florescimento.
− Devido aos riscos detectados às abelhas pela exposição ao dinotefuram via dieta, só será permitida
a aplicação do produto em cana-de-açúcar em até no máximo 419 dias antes do corte da cana e
assim sucessivamente com os demais cortes.
− Não aplicar o produto enquanto for observada presença de seiva (exsudato) nos cortes dos
colmos.
− Informar aos apicultores próximos antes de aplicar este produto.

RESTRIÇÕES QUANTO À PROTEÇÃO AOS POLINIZADORES


ESTE PRODUTO POSSUI RESTRIÇÃO DE APLICAÇÃO EM VIRTUDE DO RISCO PARA
ABELHAS E OUTROS INSETOS POLINIZADORES. SIGA AS INSTRUÇÕES DE APLICACAO E
RECOMENDACOES PARA PROTECAO DE POLINIZADORES.

As abelhas e outros insetos polinizadores forrageiam as plantas no período de floração, polinização


e produção do néctar, podendo ser expostos a este inseticida através de:
− contato direto com o produto durante as aplicações foliares;
− contato com resíduos do produto na superfície das plantas após a aplicação foliar e/ou aplicação
em solo, quando recomendado;
− ingestão de resíduos em néctar e pólen resultante das aplicações foliares e/ou aplicação em solo
e/ou tratamento de semente, quando recomendado.

Ao utilizar este produto, tomar medidas para minimizar a exposição de abelhas e outros polinizadores
quando estiverem forrageando as plantas atrativas no entorno e no local da aplicação. Minimizar a
deriva para áreas com colmeias ou no habitat dos polinizadores para evitar potenciais danos.

Não aplicar este produto enquanto as abelhas estão forrageando e até que a floração esteja completa
e todas as pétalas tenham caído, dando preferência para a aplicação após o pôr do sol, ou quando
as temperaturas estiverem mais amenas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E


PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


− Isole e sinalize a área contaminada.

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− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS
QUÍMICAS – Telefone de Emergência: 0800-770-1760
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetores e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo
para a sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E


DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
− Faça esta operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
− Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo
usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.

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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL


OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

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