Zeus Bula
Zeus Bula
COMPOSIÇÃO:
- (RS)-1-methyl-2-nitro-3-(tetrahydro-3-furylmethyl)guanidine
(DINOTEFURAM) .................................................................................................................... 84 g/L (8,4% m/v)
- Reaction product comprising equal quantities of (R)-α-cyano-3-phenoxybenzyl (1S,3S)-3-[(Z)-2-
chloro-3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate and (S)-α- cyano-3-phenoxybenzyl
(1R,3R)-3-[(Z)-2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate
(LAMBDA-CIALOTRINA) .............................................................................................. 48 g/L (4,8% m/v)
Hidrocarboneto aromático naftênico. .................................................................... 86,73 g/L (8,673% m/v)
Outros Ingredientes ......................................................................................... 821,27 g/L (82,127% m/v)
GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA
TITULAR DO REGISTRO:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul
18087-170 - Sorocaba/SP - Fone: (15) 3235-7700
CNPJ Nº 61.142.550/0001 30 - Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
3105174
YOUTH CHEMICAL CO., LTD. 3 Dalian Road, Yangzhou Chemical Industry Zone, Yizheng – 211402
Jiangsu, China
FORMULADOR:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul
18087-170 - Sorocaba/SP - Fone: (15) 3235-7700
CNPJ Nº 61.142.550/0001-30 - Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
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INSTRUÇÕES DE USO:
RECOMENDAÇÕES DE USO
DOSES
CULTURAS PRAGAS NÚMERO VOLUME
(p.c.) ÉPOCA E INTERVALO ENTRE
MÁXIMO DE DE
APLICAÇÕES
APLICAÇÕES CALDA
Inspecionar periodicamente a lavoura.
Iniciar as aplicações foliares no início
Percevejo- da infestação da praga. Caso seja
barriga-verde 400 necessário, devido a reinfestação
2 200 L/ha
(Dichelops mL/ha realizar 2 aplicações com intervalo de
melacanthus) 7 dias, não ultrapassando o limite
máximo de 2 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Lagarta-do-
cartucho 600 Realizar monitoramento constante e
(Spodoptera mL/ha aplicar no início da infestação.
frugiperda)
Cigarrinha-das-
1,1 a Após a colheita, realizar aplicação
raízes
2,3 dirigindo o jato no corte na soqueira da 200 L/ha
(Mahanarva
L/ha cana e abaixo do nível do solo,
fimbriolata)
próximo às raízes utilizando
Cana-de-
equipamentos apropriados (Aplicador 1
açúcar
de inseticidas em soqueira) para esta
Gorgulho-da-
1,7 a modalidade de aplicação. Utilizar a
cana-de-açúcar 130 a 200
2,3 maior dose para situações de maior
(Sphenophorus L/ha
L/ha pressão da praga.
levis)
3105174
Inspecionar periodicamente a lavoura.
Iniciar as aplicações foliares no início
Percevejo- da infestação da praga. Caso seja
barriga-verde 400 necessário, devido a reinfestação
2 200 L/ha
(Dichelops mL/ha realizar 2 aplicações com intervalo de
melacanthus) 7 dias, não ultrapassando o limite
máximo de 2 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Lagarta-do-
cartucho 600 Realizar monitoramento constante e
(Spodoptera mL/ha aplicar no início da infestação.
frugiperda)
Realizar monitoramento constante e
realizar a aplicação logo no início da
Centeio infestação.
O monitoramento deve ser feito
Lagarta-do-trigo 300 a contabilizando o número de lagartas.
(Pseudaletia 600 Verificar na superfície do solo e nas
150 a 200
sequax) mL/ha plantas. A aplicação deve ser 1
L/ha
realizada quando forem encontradas
as primeiras infestações de lagartas.
Usar a maior dose em caso de altas
infestações.
3105174
Realizar aplicação logo após a
emergência do milheto quando for
constatada a presença da praga. Em
Percevejo- áreas de histórico e de maior pressão,
barriga-verde deve-se utilizar a maior dose. Caso 120 a 200
(Dichelops seja necessário, devido a reinfestação L/ha
melacanthus) realizar 2 aplicações com intervalo
mínimo de 7 dias não ultrapassando o
limite máximo de 2 aplicações durante
o ciclo da cultura.
Realizar monitoramento constante
400 a para verificar a ocorrência de adultos
Milheto 500 e ninfas. A aplicação deve ser 2
mL/ha realizada quando for constatada a
presença da praga. Em áreas de
histórico e de maior pressão, deve-se
utilizar a maior dose. Caso seja
Cigarrinha-do-
necessário, devido a reinfestação, 150 a 200
milho (Dalbulus
realizar 2 aplicações com intervalo L/ha
maidis)
mínimo de 7 dias.
Os métodos de controle culturais
também devem ser adotados, tais
como: evitar a multiplicação do vetor
em plantios sucessivos e erradicar
plantas voluntárias de milho na área
do plantio.
Realizar aplicação logo após a
emergência do milho quando for
constatada a presença da praga. Em
Percevejo- áreas de histórico e de maior pressão,
barriga-verde deve-se utilizar a maior dose. Caso 120 a 200
(Dichelops seja necessário, devido a L/ha
melacanthus) reinfestação, realizar 2 aplicações
com intervalo mínimo de 7 dias, não
ultrapassando o limite máximo de 2
aplicações durante o ciclo da cultura.
Realizar monitoramento constante
para verificar a ocorrência de adultos
400 a
e ninfas. A aplicação deve ser
500
realizada quando for constatada a
mL/ha
presença da praga. Em áreas de
histórico e de maior pressão, deve-se
Milho Cigarrinha-do- utilizar a maior dose. Caso seja 2
milho necessário, devido a reinfestação,
(Dalbulus realizar 2 aplicações com intervalo
maidis) mínimo de 7 dias.
Os métodos de controle culturais
150 a 200
também devem ser adotados, tais
mL/ha
como: evitar a multiplicação do vetor
em plantios sucessivos e erradicar
plantas voluntárias de milho na área
do plantio.
Realizar aplicação no início da
ocorrência da praga.
Pulgão-do-milho 300 a Utilizar maior dose em caso de maior
(Rhopalosiphum 500 incidência do alvo. Caso seja
maidis) mL/ha necessário, devido a reinfestação,
realizar 2 aplicações com intervalo de
7 dias
Realizar aplicação quando for
Cigarrinha-das-
400 a observado a ocorrência das primeiras
pastagens
Pastagens 450 ninfas nas bases das plantas 1 200 L/ha
(Deois
mL/ha (Brachiaria sp.), sendo geralmente
flavopicta)
nos primeiros dias após a germinação.
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Inspecionar periodicamente a lavoura.
Realizar aplicação quando for
observado o início de infestação de
adultos na área, ou conforme a
infestação e o nível de dano na
Mosca-branca cultura. Caso seja necessário, devido
(Bemisia tabaci a reinfestação, realizar 2 aplicações
Raça B) com intervalo de 10 dias. Utilizar a
dose menor em condições de menor
infestação da praga. Em maiores
infestações da praga, utilizar a maior
dose. Realizar no máximo 2
aplicações por ciclo da cultura.
Inspecionar periodicamente a lavoura
através de batidas de pano, no mínimo
uma vez por semana. Recomenda-se
400 a
realizar a batida de pano em um metro
500 2 150 L/ha
linear de um lado da fileira de soja nos
mL/ha
momentos mais frescos do dia.
Realizar aplicação quando for
observado o início de infestação, no
máximo dois percevejos maiores que
Percevejo-
0,4 cm por metro linear em áreas de
verde-pequeno
produção de grãos e no máximo um
(Piezodorus
percevejo maior que 0,4 com em
guildinii)
áreas de produção de sementes. Caso
seja necessário devido a reinfestação,
realizar 2 aplicações com intervalo de
10 dias. Utilizar a dose menor em
condições de menor infestação da
praga. Em maiores infestações da
Soja praga, utilizar a maior dose. Realizar
no máximo 2 aplicações por ciclo da
cultura.
Realizar monitoramento constante e
500 aplicar quando forem observadas 2
mL/ha lagartas pequenas no início da
Lagarta-das-
infestação. Para a dose de 500 mL/ha,
vagens
respeitar o intervalo mínimo de 10 dias
(Spodoptera 500 a entre as aplicações. Para doses
eridania) 900 1
maiores que 500 mL/ha realizar
mL/ha somente 1 aplicação por ciclo da
cultura.
Inspecionar periodicamente a lavoura
500 através de batidas de pano, no mínimo 2
mL/ha uma vez por semana. Recomenda-se
realizar a batida de pano em um metro
linear de um lado da fileira de soja nos
150 a 200
momentos mais frescos do dia.
L/ha
Realizar aplicação quando for
observado o início de infestação, no
Percevejo- máximo dois percevejos maiores que
marrom 0,4 cm por metro linear em áreas de
(Euschistus 500 a produção de grãos e no máximo um
heros) 1000 percevejo maior que 0,4 com em 1
mL/ha áreas de produção de sementes. Para
a dose de 500 mL/ha, respeitar o
intervalo mínimo de 10 dias entre as
aplicações. Para doses maiores que
500 mL/ha realizar somente 1
aplicação por ciclo da cultura. Não
aplicar mais que 1000 mL/ha (84 +
48 g i.a./ha) por ciclo da cultura.
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Realizar aplicação no início da
Tripes ocorrência da praga.
500 150 a 200
Soja (Caliothrips Caso seja necessário, devido a 2
mL/ha L/ha
brasiliensis) reinfestação, realizar 2 aplicações
com intervalo de 10 dias.
Realizar monitoramento constante
para verificar a ocorrência de adultos
e ninfas. A aplicação deve ser
realizada quando for constatada a
presença da praga. Em áreas de
histórico e de maior pressão, deve-se
utilizar a maior dose. Caso seja
Cigarrinha-do- 400 a
necessário, devido a reinfestação, 150 a 200
Sorgo milho (Dalbulus 500 2
realizar 2 aplicações com intervalo L/ha
maidis) mL/ha
mínimo de 7 dias.
Os métodos de controle culturais
também devem ser adotados, tais
como: evitar a multiplicação do vetor
em plantios sucessivos e erradicar
plantas voluntárias de milho na área
do plantio.
Inspecionar periodicamente a lavoura.
Iniciar as aplicações foliares no início
Percevejo- da infestação da praga. Caso seja
barriga-verde 400 necessário, devido a reinfestação,
2 200 L/ha
(Dichelops mL/ha realizar 2 aplicações com intervalo de
melacanthus) 7 dias, não ultrapassando o limite
máximo de 2 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Lagarta-do-
cartucho 600 Realizar monitoramento constante e
(Spodoptera mL/ha aplicar no início da infestação.
frugiperda)
Trigo Realizar monitoramento constante e
realizar a aplicação logo no início da
infestação.
O monitoramento deve ser feito
Lagarta-do-trigo 300 a contabilizando o número de lagartas.
600 150 a 200
(Pseudaletia Verificar na superfície do solo e nas 1
sequax) mL/ha plantas. A aplicação deve ser L/ha
realizada quando forem encontradas
as primeiras infestações de lagartas.
Usar a maior dose em caso de altas
infestações.
Pulgão-verde- Realizar monitoramento constante e
300 a
dos-cereais aplicar no início da infestação. Utilizar
400
(Rhopalosiphum a maior dose em caso de alta pressão
mL/ha
graminum) da praga.
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Inspecionar periodicamente a lavoura.
Iniciar as aplicações foliares no início
Percevejo- da infestação da praga. Caso seja
barriga-verde 400 necessário, devido a reinfestação,
2 200 L/ha
(Dichelops mL/ha realizar duas aplicações com intervalo
melacanthus) de 7 dias, não ultrapassando o limite
máximo de 2 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Lagarta-do-
cartucho 600 Realizar monitoramento constante e
(Spodoptera mL/ha aplicar no início da infestação.
frugiperda)
Realizar monitoramento constante e
Triticale realizar a aplicação logo no início da
infestação.
O monitoramento deve ser feito
Lagarta-do-trigo 300 a contabilizando o número de lagartas.
150 a 200
(Pseudaletia 600 Verificar na superfície do solo e nas 1
mL/ha plantas. A aplicação deve ser L/ha
sequax)
realizada quando forem encontradas
as primeiras infestações de lagartas.
Usar a maior dose em caso de altas
infestações.
Pulgão-verde- Realizar monitoramento constante e
300 a
dos-cereais aplicar no início da infestação. Utilizar
400
(Rhopalosiphum a maior dose em caso de alta pressão
mL/ha
graminum) da praga.
p.c.: produto comercial
Preparo da Calda:
Encher com água o tanque do pulverizador com ¾ da capacidade. Com o sistema de agitação do
tanque do pulverizador funcionando, adicionar lentamente o produto diretamente no tanque do
pulverizador de acordo com as doses recomendadas. Completar o volume do tanque com água. Deve-
se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa
cobertura da área a ser tratada.
- Aplicação terrestre: Esta modalidade de aplicação é permitida para as culturas Aveia, Cana-de-
açúcar, Centeio, Cevada, Milheto, Milho, Pastagens, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale, desde que
considere:
Para as culturas: Milheto, Milho, Pastagens, Soja e Sorgo - Não aplicar este produto em uma
distância menor que 34 (trinta e quatro) metros da divisa com áreas de vegetação natural, culturas
agrícolas vizinhas em fase de florescimento. Sempre observar as disposições da legislação do
local de aplicação, prevalecendo a mais restritiva.
Para as culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale – Não aplicar este produto em uma
distância menor que 41 (quarenta e um) metros da divisa com áreas de vegetação natural, culturas
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agrícolas vizinhas em fase de florescimento. Sempre observar as disposições da legislação do
local de aplicação, prevalecendo a mais restritiva.
Utilizar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou pulverizador tratorizado de barra, equipado com
bicos ou pontas tipo leque, mas utilizar preferencialmente com bicos ou pontas de jato cônico vazio da
série JA ou D. Utilizar nesta série o difusor 23 ou 25 de acordo com as variações da umidade relativa
do ar nas áreas de aplicação, de forma a se obter um Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas
acima de 175 µm para Aveia, Centeio, Cevada, Milheto, Milho, Pastagens, Sorgo, Trigo e Triticale
e Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas acima de 341 μm para Soja, e uma densidade de
50 a 70 gotas/cm2, sobre o local onde o alvo biológico se situa. A pressão de trabalho para os bicos
recomendados deverá ser de 80 a 120 libras. Utilizar turbo atomizador conforme regulagem acima
citados, e procurar através de volume de calda e tamanho de gotas obter uma aplicação com cobertura
uniforme de toda a parte aérea da planta e evitar escorrimento da calda.
O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda operação
de preparo da calda e aplicação.
- Aplicação aérea: Esta modalidade de aplicação é permitida para as culturas Aveia, Centeio, Cevada,
Milheto, Milho, Pastagens, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale, desde que considere:
Para as culturas: Milheto, Milho, Pastagens e Sorgo - Não aplicar este produto em uma distância
menor que 45 (quarenta e cinco) metros da divisa com áreas de vegetação natural, culturas
agrícolas vizinhas em fase de florescimento. Sempre observar as disposições da legislação do
local de aplicação, prevalecendo a mais restritiva.
Para as culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Soja, Trigo e Triticale – Não aplicar este produto em
uma distância menor que 52 (cinquenta e dois) metros da divisa com áreas de vegetação natural,
culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. Sempre observar as disposições da
legislação do local de aplicação, prevalecendo a mais restritiva.
Podem ser utilizados atomizadores rotativos como Micronair, ASC ou Turboaero. Usar a combinação
de ponta e difusor que produza uma neblina com o maior DMV (Diâmetros Medianos Volumétricos de
gotas) e menor PRD (Potencial de Risco de Deriva).
Voar na altura adequada para uma distribuição correta na faixa de aplicação e evitando deriva; manter
esta altura e não voar mais alto do que o necessário, acompanhando sempre o FATOR AMSDEN.
Realizar sempre reconhecimento da área em que se está aplicando, tentar localizar além dos
obstáculos, residências, estábulos, apiários, granjas, bem como lago e pastagem vizinhas à área que
está sendo tratada. Ficar atento para as variações de vento, em direção, sentido e intensidade, em
relação a sua linha de voo. Não hesitar em parar as aplicações se uma mudança de vento ocorrer e
vier a provocar a deriva.
Parar as aplicações sempre que a temperatura passar dos limites 30°C ou se a umidade relativa descer
a níveis abaixo de 55%.
Não voar com equipamento vazando e realizar a sua manutenção adequada. O sistema de agitação
do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Todas as atividades aeroagrícolas bem como as recomendações de voo para evitar deriva a fim de
obter boa deposição de gotas sobre o alvo, devem ser acompanhadas de Técnicos em Agropecuária,
de nível médio, possuidores de curso de executor técnico em Aviação Agrícola, reconhecido pelo
Ministério da Agricultura.
ADVERTÊNCIA: A não observação das condições de uso podem aumentar a possibilidade de deriva.
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Condições Climáticas:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para
aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante
a aplicação, e não valores instantâneos:
-Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
-Umidade relativa do ar acima de 50%.
-Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Aveia: 15 dias
Cana-de-açúcar: 150 dias
Centeio: 15 dias
Cevada: 15 dias
Milheto: 21 dias
Milho: 21 dias
Pastagens: 3 dias
Soja: 30 dias
Sorgo: 21 dias
Trigo: 15 dias
Triticale: 15 dias
LIMITAÇÕES DE USO:
− Não há desde que siga corretamente as instruções de uso.
− O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula.
− Quando este produto for utilizado na dose recomendada, não causará danos à cultura indicada.
− Aplicar este produto somente no estágio de enchimento de grãos da SOJA, após o florescimento.
− O uso deste produto em pastagens se restringe à Braquiária, e não pode ser utilizado para banco
de sementes.
− Não aplicar total maior que 200g de Dinotefuram/ha/ciclo da soja, ou 150g de Dinotefuram/ha/ciclo
das demais culturas, caso sejam utilizados um ou mais produtos à base de Dinotefuram no mesmo
ciclo da cultura.
− Deve-se aplicar o produto até 36 horas antes do início do florescimento de cada cultura, ou
posteriormente a esta fase.
− Devido aos riscos detectados às abelhas pela exposição ao Dinotefuram via dieta, só será permitida
a aplicação do produto nas culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Milho, Milheto, Sorgo, Trigo e Triticale
em até no máximo 64 dias antes do florescimento e após o florescimento.
− Devido aos riscos detectados às abelhas pela exposição ao Dinotefuram via dieta, só será permitida
a aplicação do produto em Cana-de-açúcar em até no máximo 419 dias antes do corte da cana e
assim sucessivamente com os demais cortes.
− Não aplicar o produto enquanto for observada presença de seiva (exsudado) nos cortes dos colmos.
− Deriva: Não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja as plantas em floração,
cercas vivas ou culturas em floração nas proximidades da área tratada.
− Informar aos apicultores próximos antes da aplicar este produto.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
PRECAUÇÕES GERAIS:
NOVA FÓRMULA.
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− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamentos de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão de
algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de
borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
- Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- Tóxico se ingerido
- Nocivo se inalado
PERIGO - Provoca lesões oculares graves
- Provoca danos aos órgãos por exposição repetida
ou prolongada (pele)
- Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias
respiratórias
- Pode provocar irritação das vias respiratórias
- Pode provocar sonolência ou vertigem
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde,
etc.).
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Potenciais vias de Dérmica, ocular, inalatória e oral.
exposição
Toxicocinética DINOTEFURAM: O Dinotefuram é rapidamente e completamente
absorvido após a administração oral (> 90%) e amplamente distribuído. A
eliminação foi rápida, apenas pequenas quantidades de resíduos foram
detectadas em todos os tecidos examinados 168 horas após o tratamento
em animais de experimentação. A urina foi a principal via de eliminação
após administração oral e intravenosa (88 – 99,8%). Menos de 10% do
composto foi metabolizado, sendo que 93 – 97% foi excretado de forma
inalterada através da urina. Não foram observadas diferenças
relacionadas ao sexo nos parâmetros toxicocinéticos.
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alterar a conformação proteica. Pulmões - A irritação pulmonar e
pneumonite após inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos
pode envolver interação direta com as membranas das células nervosas,
o que pode causar broncoconstrição e dissolução das membranas do
parênquima pulmonar, resultando em uma exsudação hemorrágica de
proteínas, células e fibrina nos alvéolos.
Sintomas e sinais DINOTEFURAM: Em decorrência do mecanismo de ação do Dinotefuram,
clínicos após exposição a altas concentrações, podem ocorrer efeitos colinérgicos
como fraqueza muscular, lacrimejamento, salivação excessiva, entre
outros. Irritação nos olhos e na pele.
Toxicidade Sistêmica:
Sintomas sistêmicos podem ser desenvolvidos após exposição de
extensa superfície dérmica, inalação ou ingestão prolongada. Os
sintomas incluem dor de cabeça, vertigem, anorexia e hipersalivação. A
intoxicação severa não é comum e geralmente sucede ingestão
considerável e causa comprometimento da consciência, fasciculações
musculares, convulsões e, raramente, edema pulmonar não-
cardiogênico.
Cardiovascular - Podem ocorrer hipotensão e taquicardia associados à
anafilaxia.
Respiratória - Podem ocorrer reações de hipersensibilidade
caracterizadas por pneumonia, tosse, dispneia, dificuldade respiratória,
dor no peito e broncoespasmo. Foram relatados casos raros de parada
respiratória e cardiopulmonar.
Neurológica - Parestesias, dores de cabeça e vertigens são comuns.
Exposição substancial pode resultar em hiperexcitabilidade e convulsões,
mas é raro.
Gastrointestinal - Geralmente ocorrem náuseas, vômito e dor abdominal
dentro de 10 a 60 minutos após a ingestão.
Dermatológica - Podem ocorrer irritação e dermatite de contato. Após
exposição prolongada, também foi observado eritema semelhante àquele
produzido por queimadura solar.
Imunológica - Após inalação foi relatado broncoespasmo repentino,
inchaço das membranas mucosas da cavidade oral e da laringe e reações
anafiláticas. Podem ser observadas: pneumonia por hipersensibilidade
caracterizada por tosse, alterações respiratórias, dor no peito e
broncoespasmo.
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HIDROCARBONETO AROMÁTICO NAFTÊNICO: A ingestão de
substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse,
náuseas, vômito, diarreia, dor e queimação abdominal, taquidisritmia
cardíaca. A ingestão e a inalação podem causar depressão do sistema
nervoso central, caracterizada por náuseas, dor de cabeça, tontura, perda
da coordenação, inconsciência e coma. Pode causar irritação da pele,
olhos, trato respiratório e pode causar reação alérgica na pele. A
aspiração aos pulmões pode resultar em pneumonite química.
Diagnóstico Para efeito de diagnostico, observar:
Leve a moderada intoxicação: náusea, vomito, diarreia, dor abdominal,
tontura, dores de cabeça, salivação, tremores e excitabilidade.
Exposição Oral:
Consultar conduta com gastroenterologista em casos de pacientes com
dor ao engolir, salivação excessiva ou outra evidência de injúria a fim de
avaliar possível dano ao esôfago.
Atropina deve ser considerada se o paciente estiver bradicárdico ou
apresentando sintomas colinérgicos. Administrar fluidos IV em casos de
hipotensão e vasopressores caso a hipotensão persista.
Exposição inalatória:
Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto à irritação, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate
broncoespasmos com b2-agonistas via inalatória e corticosteroides via
oral ou parenteral.
Exposição ocular:
Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina
0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os
sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição dérmica:
Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante
água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação
ou dor persistirem.
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realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
deverá estar protegida por luvas e avental impermeáveis, de forma a não
se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e
de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não
deve ser evitado.
Efeitos das Não são conhecidos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-
ATENÇÃO 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT – ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de
informação de agravos de notificação (SINAN / MS). Notifique ao
Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272
Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148
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Hidrocarboneto aromático naftênico: Vapor de nafta de petróleo é irritante para membranas mucosas
do trato respiratório. Estudos em animais mostram que hidrocarbonetos de petróleo causam mínimo ou
nenhum dano aos olhos. Estudos de genotoxicidade in vivo e in vitro apontam que seus constituintes
também não apresentam potencial mutagênico ou genotóxico. Não há efeitos adversos observados em
estudos para o desenvolvimento em ratos. Há evidência inadequada quanto a carcinogenicidade de
solventes de petróleo em humanos, de maneira geral, não são classificados quanto à carcinogenicidade
á humanos.
- Este produto é:
X - ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I)
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
− Polinizadores
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Para as culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale – Não aplicar este produto em uma
distância menor que 41 (quarenta e um) metros da divisa com áreas de vegetação natural, culturas
agrícolas vizinhas em fase de florescimento.
− Em aplicações aéreas: Para as culturas: Milheto, Milho, Pastagens e Sorgo - Não aplicar este
produto em uma distância menor que 45 (quarenta e cinco) metros da divisa com áreas de
vegetação natural, culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento.
Para as culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Soja, Trigo e Triticale – Não aplicar este produto em uma
distância menor que 52 (cinquenta e dois) metros da divisa com áreas de vegetação natural, culturas
agrícolas vizinhas em fase de florescimento.
− Deve-se aplicar o produto até 36 horas antes do início do florescimento de cada cultura, ou
posteriormente a esta fase.
− Devido aos riscos detectados às abelhas pela exposição ao dinotefuram via dieta, só será permitida
a aplicação do produto nas culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Milho, Milheto, Sorgo, Trigo e Triticale
em até no máximo 64 dias antes do florescimento e após o florescimento.
− Devido aos riscos detectados às abelhas pela exposição ao dinotefuram via dieta, só será permitida
a aplicação do produto em cana-de-açúcar em até no máximo 419 dias antes do corte da cana e
assim sucessivamente com os demais cortes.
− Não aplicar o produto enquanto for observada presença de seiva (exsudato) nos cortes dos
colmos.
− Informar aos apicultores próximos antes de aplicar este produto.
Ao utilizar este produto, tomar medidas para minimizar a exposição de abelhas e outros polinizadores
quando estiverem forrageando as plantas atrativas no entorno e no local da aplicação. Minimizar a
deriva para áreas com colmeias ou no habitat dos polinizadores para evitar potenciais danos.
Não aplicar este produto enquanto as abelhas estão forrageando e até que a floração esteja completa
e todas as pétalas tenham caído, dando preferência para a aplicação após o pôr do sol, ou quando
as temperaturas estiverem mais amenas.
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− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS
QUÍMICAS – Telefone de Emergência: 0800-770-1760
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetores e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo
para a sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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