Aulas 1 A 32
Aulas 1 A 32
Objetivo
O solol é um material
t i l de
d construção
t ã usado
d a
séculos. As primeiras edificações eram feitas
com este material porém seu conhecimento é
limitado. A priori não se conhece suas
características tais como aço,aço concreto,
concreto
argamassas, etc. Deve-se portanto avaliar
cada tipo de solo de modo a melhorar sua
utilização. Um conhecimento adequado do
material a p partir da Mecânica dos solos,,
associados com estudos experimentais de
laboratório junto com o bom senso irão
propiciar sua utilização adequada.
Geotecnia
• É uma das áreas de estudo da engenharia
• È a interação entre o ambiente geológico e os
trabalhos (obras) realizados pelo homem
• Esta interação permitirá uma perfeita harmonia
entre a construção e o solo
• O solo mal avaliado pode não resistir a esforços
atuantes na estrutura provocando situações
construtivas inadequadas
• Geotecnia envolve problemas relativos a:
– Capacidade de suporte de materiais geológicos
– Estabilidade
E t bilid d dde ttaludes
l d
– Obras de contenção
– Barragens
– Erosão
– Fundações
– Contaminação de solos
– Drenagens
– Etc…
Etc
Estudos geotécnicos visão interpretar
ç de g
resultados de serviços geotecnía,,
definição de valores de parâmetros para
cálculos e a aplicação de modelos
representativos de obras geotécnicas em
implantação de construções
construções.
• Todo pprojeto
j p
para uso do solo contempla
p
cargas aplicadas pela edificação sobre o
solo e a sua resposta a estas solicitações.
• A resposta do solo é muito variável, implicando em
uso da experiência para análise de cada caso.
• A engenharia de fundações é uma arte que se
aprimora com a experiência, com a interpretação do
comportamento
t t das
d estruturas
t t e a respostat
• Os solos são constituídos de partículas com um
lí id e o ar. A movimentação
líquido i t ã ddas partículas
tí l ffaz
com que o solo possa se alterar sob efeito de
carregamento
Características
• Tamanho das partículas – granulotetria
– Grão maiores como areias e pedregulhos claramente
visíveis
– grãos tão finos que na presença de água se torna uma
pasta
– Classificam-se: pedregulhos, areias, siltes e argilas
– As areias p
podem ser subdivididas em g grossas e finas
• Constituição mineralógica
– Cada material tem uma composição,
p ç , mais ou menos
resistente, estas composições interferem na resistência
final do solo
• Sistema solo água
– A composição da água não é rígida e na
presença das argilas pode fornar o que se chama
de “camada dupla”, impedindo o contato entre as
partículas
tí l e permitindo
iti d sua movimentação.
i t ã
• Sistema solo água ar:
– Na presença de pouca água superficial aparece o
efeito de capilaridade que é a ascensão capilar
d á
da água
CONCEPÇÃODE OBRAS
• Para se desenvolver um projeto para engenharia
que dependa do estudo de solos uma grande
variedade de situações são avaliadas.
• Alguns dos elementos necessários são:
1) Topografia da região ou área
– Levantamento topográfico (pplanialtimétrico)
– Dados sobre taludes e encostas no terreno ou
que possam, em caso de acidente, atingir a área
a ser utilizada
– Dados sobre erosão ou evoluções preocupantes
na geomorfologia
2) Dados geológicos-Geotécnicos
– Investigação
g ç do subsolo de p preferência em duas
etapas, preliminar e complementar
– Dados g geológicos
g eggeotécnicos como mapas,
p ,
fotos, aerofotogrametria, experiências na região
A seguir
g apresentamos
p a obtenção
ç dos dados
geológicos do terreno.
Sondagem geotécnica
• Objetivo: determinar as características do solo onde
será executada uma construção
• Custo relativamente baixo,
baixo facilidade de execução e
equipamentos simples dão ao engenheiro
conhecimento de todas as partes do subsolo
• Permite adotar a melhor solução para a fundação
• Sondagem
S d á percussãoã SPT é a mais i adotada
d t d
• Coletagem de amostras de solo, semi-deformadas
d metro
de t a metro,
t para uma posterior
t i
caracterização táctil-visual em laboratório, através
do barrilete amostrador padrão
• Determina-se:
Determina se:
• O perfil geotécnico do local investigado;
• A profundidade de ocorrência do lençol freático;
• A determinação da resistência do solo através do
S P T (StandardPenetration Test),
S.P.T. Test) ou
o seja,
seja o
número de golpes necessários para a cravação dos
últimos 30 cm do barrilete amostrador por um peso
de 65 kg, solto a uma altura de 75 cm em queda
livre;
• Fornecer informações sobre a consistência
e compacidade dos solos investigados;
• Portanto, somente com a execução de sondagens a
percussão é possível determinar as características
e propriedades
i d d d do subsolo
b l d desse empreendimento.
di t
• Basicamente a sondagem a percussão fornece
t d as informações
todas i f õ citadas
it d acima.
i Um
U engenheiro
h i
de posse dessas informações poderá tomar
decisões de projeto e execução mais eficientes
eficientes,
precisas, seguras e econômicas.
3) dados da construção
– Tipo de uso da obra a ser executada
– Sistema estrutural se for o caso
– Cargas
g atuantes e ações
ç nas fundações
ç
4) obras e construções vizinhas
– Tipos de construção na região
– Número de pavimentos de edificações próximas
– Desempenho das fundações das edificações
próximas
– Existência de subsolos próximos
– Consequências de escavações e vibrações
provocadas pela obra
– Consequências dos carregamentos provocados
pela obra nos entôrnos
Ações provocadas nas fundações
1) cargas vivas
– São as cargas operacionais de ocupação
ocupação,
armazenamento, veículos, frenagens.
– Cargas ambientais como ventos
ventos, umidade
umidade,
temperatura, etc
– Cargas acidentais como possibilidade de colisão
colisão,
explosões, fogo, etc.
2) cargas mortas ou permanentes
– Peso da estrutura – atuam sempre
– Carregamento estr
estrutural
t ral – atuam
at am com uso
so
– Empuxos e recalques – podem ser variáveis
• São previstos critérios para combinação destas
ações que representam os “estados limites últimos”
e “estados
“ t d lilimites
it d de utilização”.
tili ã ”
REQUISITOS PARA UM PROJETO DE FUNDAÇÕES
São requisitos básicos para atender um projeto de
fundações
• Deformações aceitáveis sob cargas
• Segurança adequada ao colapso do solo
• Segurança adequada do elemento estrutural
Alternativas de fundações
• Fundações superficiais
– Blocos – sem necessidade de armadura pois o
volume absorve os esforços de tração
– Sapatas – concreto armado com altura pequena
onde a armadura absorve a tração
– Vigas de fundação ou baldrame – apoiadas em
recebendo cargas de paredes e pilares
– Grelhas – conjunto de vigas que se cruzam
– Sapatas associadas –
– Radier – recebem todas as cargas
• Fundações profundas
– Estacas – executadas com auxilios de
equipamentos de percussão ou cravação,
prensagem, vibração, escavação, ou mistas
– Tubulões – cilíndricos com base alargada por
operário (riscos acentuados), camisas
– Caixão – fundações profundas prismáticos
instalados por escavação
• Fundações mistas de estacas e sapatas
Escolha da solução de fundação
• AA Associação
i ã B Brasileira
il i d
de G
Geologia
l i d de
Engenharia (ABGE, 1998), define que a
execução de cortes nos maciços pode
condicionar movimentos de massa ou, mais
especificamente,
p , escorregamento
g de taludes,,
desde que as tensões cisalhantes
ultrapassem a resistência ao cisalhamento
dos materiais
materiais, ao longo de determinadas
superfícies de ruptura. Naturalmente que os
taludes provenientes da má execução de
aterros pode também levar ao movimento de
massas de solos
• Em locais onde possam haver, ou haja um
g
escorregamento de taludes é necessária a
execução de obras de contenção.
• Os tipos de escorregamento podem ser:
– Escorregamento devido à inclinação
– Escorregamento por descontinuidades
– Escorregamentos por percolação de água
– Escorregamento em aterro
• Escorregamento devido à inclinação
Estes escorregamentos ocorrem sempre
que a inclinação do talude excede aquela
imposta pela resistência ao cisalhamento
do maciço e nas condições de presença
de água.
á A prática
á temindicado, para
taludes de corte de até 8m de altura,
constituídos por solos, a inclinação de
1V:1H como a mais generalizável.
• O
Os padrões
d õ (i(inclinações
li õ estabelecidas
t b l id
empiricamente, como referência inicial)
usuais indicam as inclinações associadas
aos gabaritos estabelecidos nos triângulos
retângulos
g mostrados na figura.
g Estes
gabaritos são freqüentemente usados na
prática da Engenharia, porém, para um
grande números casos de taltaludes
des não se
obtém a sua estabilidade com estas
inclinações sendo necessário a realização
inclinações,
de uma análise de estabilidade como será
visto nesta unidade.
Inclinação para taludes, estabelecidas
empiricamente, como referência
• Escorregamento por descontinuidades
• O contato solo-rocha
solo rocha constitui
constitui, em geral
geral,
uma zona de transição entre esses
materiais Quando ocorre um contraste de
materiais.
resistência acentuado entre eles, com
inclinação forte
f e, principalmente, na
presença
p ç de água,
g a zona de contato
pode condicionar a instabilidade do talude
(figura 03
03-a).
a).
As descontinuidades geológicas,
presentes nos maciços
p ç rochosos e em
solos de alteração, constituem também
planos ao longo dos quais pode haver
escorregamento, desde que a orientação
desses planos seja em sentido à rodovia
(figura 03-b).
• E
Escorregamentos t por percolação
l ã ded água
á
• Os escorregamentos, devidos à percolação
d’ água são ocorrências que se
registramdurante períodos de chuva quando
há elevação do nível do lençol freático ou,
apenas, por saturação das camadas
superficiais
fi i i d
de solo.
l Q Quando
d os ttaludes
l d
interceptam o lençol freático, a manifestação,
eventual,
t l dad erosão
ã iinterna
t poded contribuir
t ib i
para a sua instabilização.
• Escorregamento em aterro
• O projeto de um aterro implica na consideração das
características do material com o qual vai ser
construído, como também das condições de sua
fundação. Quando construídos sobre rochas
resistentes os aterros se mostram,
resistentes, mostram em geral,
geral
estáveis por longo tempo. No caso de aterros sobre
solos moles, como argila marinha ou argila
orgânica,
â i o seu projeto
j t e construção
t ã deveobedecer
d b d
a técnicas adequadas, de modo a impedir que
ocorram recalques
q exagerados,
g , deixando as ppistas
com ondulações e provocando rompimentos ou
deslizamentos de canaletas, bueiros e galerias
• N
Nos aterros
t bem
b projetados
j t d econstruídos
t íd
sobre solos resistentes,somente a má
execuçãoã d do maciçopoderá
i d á acarretar
t
problemas. Escorregamentos (figura 04)
podem ocorrer nas laterais do aterro
aterro, devido
à má compactação, mas, geralmente, de
pequenas proporções.
proporções
O material solto tende a escorregar e, se não
h
houver ttratamento,
t t poderá
d á evoluir
l i por
erosão.
Talude aterrado
Escorregamento superficial em extremidade
de aterro mal compactado, seguido de processo de erosão.
• E
Escorregamentos t em massas coluviais
l i i
• Massas coluviais constituem corpos em condições
d estabilidade
de t bilid d tãtão precárias
á i que pequenos
cortes, e mesmo pequenos aterros, são
suficientes para aumentar os movimentos de
rastejo, cujas velocidades são ainda mais
aceleradas,, quando
q saturados,, na época
p das
chuvas. Existem no Brasil, vários casos de obras
rodoviárias implantadas nesses corpos que
ocasionaramsérios
i é i problemas,
bl durante
d t anos, até
té
sua completa estabilização.
• Q
Quedad e rolamento
l t de
d blocos
bl
• A queda e rolamento de blocos é freqüente em
cortes
t em rocha, h onde
d o fraturamento
f t t do
d maciço
i é
desfavorável à estabilidade; em taludes com
matacões por descalçamento; em taludes com
matacões,
camadas sedimentares de diferentes resistências
à erosão e à desagregação
g g ç superficial.
p Em
qualquer situação, a conseqüência pode ser a
obstrução da rodovia, parcial ou totalmente. A
fi
figura 05 ililustra
t um corte
t em rocha
h ffraturada
t d
protegida com telas de arame de alta resistência.
Exemplos de talude em rocha,
estabilizados com
tela de arame de alta resistência.
Tipos de problemas relacionados aos taludes,
formas de ocorrência e causas
• Taludes
• Os maciços sob o aspecto genético
podem ser agrupados em duas
categorias: naturais e artificiais
artificiais. Estes
freqüentemente exibem uma
homogeneidade mais acentuada que os
ç naturais e, p
maciços por isto, adequam-se
q
melhor às teoria desenvolvidas para as
análises de estabilidade.
• D
Doisi outros
t aspectos
t elucidativos
l id ti d
deste
t
ponto merecem atenção: o primeiro refere-se
ao fato
f t de
d que os taludes
t l d naturais
t i possuem
uma estrutura particular que só é conhecida
através de um criterioso programa de
prospecção; o segundo está associado à
vida geológica do maciço natural
natural,
intimamente ligado ao histórico de tensões
sofrido por ele – erosão,
erosão tectonismo
tectonismo,
intemperismo (figura 06), etc.
São vários
Sã á i os ffatores
t naturais
t i que atuam
t
isolada ou conjuntamente durante o processo
d fformação
de ã dde um ttalude
l d natural
t l e que
respondem pela estrutura característica
deste maciços
maciços. Estes fatores podem ser
agrupados em duas categorias:
–FFatores
t Geológicos:
G ló i lit l i estruturação
litologia, t t ã e
geomorfologia
– Fatores Ambientais : clima,
clima topografia e
vegetação
• O
Os fatores
f t geológicos
ló i são
ã responsáveis
á i pela l
constituição química, organização e modelagem
do relevo terrestre;; à ação
ç deles,, soma-se a dos
fatores ambientais. Assim, a litologia, com os
constituintes dos diversos tipos de rocha, a
estruturação dos maciços – através dos
processos tectônicos, de dobras, de falhamento,
etc, e a geomorfologia – tratando da tendência
evolutiva
l i ddos relevos,
l apresentam um produto
d
final que pode ser alterado pelos fatores
climáticos principalmente pela ação erosiva
climáticos,
influenciada pelo clima, topografia e vegetação.
• A
As paisagens
i naturais
t i sãoã di
dinâmicas,
â i alterando-
lt d
se continuamente ao longo do tempo sob a ação
destes fatores
fatores. Ao lado destas ações naturais
podem surgir as ações humanas que altera a
geometria das p
g paisagens
g e atua sobre os fatores
ambientais, mudando ou destruindo a vegetação
alterando as formas topográficas e às vezes
mesmo o clima;
li em razão di
disto, estes maciços
i
diferem bastante dos aterros artificiais cujo
controle de “colocação
colocação das terras”
terras permite
conhecê-los infinitamente melhor.
• O
Os maciços
i d
devem ser avaliados
li d se podem
d
ou não, por si só, manter as suas
conformações originais
originais. Em caso negativo
negativo,
será necessário estabilizá-lo com a execução
de obras q
que vão desde uma simples p
mudança em sua geometria, incluindo-se,
por vezes, bermas, alterando a forma
geométrica e fa
fazendo
endo a drenagem ssuperficial
perficial
do maciço, até obras de contenção,
abrangendo os muros de arrimo,
arrimo placas de
ancoragem, escoramentos, etc.
talude natural instável, em que foram executadas obras (murro de
arrimo de “pé” e proteção com tela argamassada) para a garantia
de sua estabilidade.
• N
Nestes
t projetos
j t o fundamental
f d t l é atuar
t sobre
b
a instabilidade eleminando a causa, com
obras ou soluções
soluções, não só se ganhando em
tempo como em custo e segurança. Se a
ação
ç instabilizadora é a p percolação
ç interna
no maciço, devem ser obras de drenagem
profunda e/ou impermeabilização a montante
do tal
talude
de os efeitos da erosão podem ser
combatidos com a proteção vegetal ou obras
especiais e,e se o deslizamento ocorre por
efeito das forças gravitacionais o
retaludamento deve ser a primeira.
p
• Nas obras de estabilização é importante
ç
considerar também as soluções mais
simples, às vezes, elas são as mais
adequadas As obras mais caras só se
adequadas.
justificam quando o processo de
instabilização não pode ser mais
controlado pelas obras mais simples.
Proteção de taludes de aterro em canal de curso d’água, com
colchão de pedras de mão, contra o efeito de erosão desenvolvida
pelo movimento da água no canal
• E
Estabilidade
t bilid d d de T
Taludes
l d
• Antes de iniciar o estudo das análises de
estabilidade será conveniente tratar das
causas que podem levar os taludes a
escorregar Estas causas são complexas
escorregar. complexas,
pois envolvem uma infinidade de fatores que
se associam e entrelaçam. O conhecimento
delas permite ao engenheiro escolher com
mais critério as soluções que se apresentam
satisfatórias e mesmo prever o desempenho
destas alternativas.
• Ti
Tipos e Causas
C dos
d Escorregamentos
E t
• “O movimento dos maciços de terras
depende principalmente,
depende, principalmente da sua resistência
interna ao escorregamento”. (Terzaghi –
1925)
Os escorregamentos de taludes são
causados por uma redução da resistência
interna do solo que se opõe ao movimento
da massa deslizante e/ou por um acréscimo
d solicitações
das li it õ externas
t aplicadas
li d ao
maciço.
• Os movimentos de terra são separados
g
em três categorias consoante à
velocidade em que ocorrem. Podem
distinguir-se;
distinguir se; os desmoronamentos
desmoronamentos, os
escorregamentos e os rastejos. Varnes
(1958) estabeleceu uma classificação
destes movimentos baseada na
velocidade de ocorrência, figura 13.
• O
Os desmoronamentos
d t são
ã movimentos
i t rápidos,
á id
resultantes da ação da gravidade sobre a massa
de solo que se destaca do restante do maciço e
rola talude abaixo. Há um afastamento evidente
da massa q que se desloca em relação
ç àp parte fixa
do maciço.
Os escorregamentos
g p
procedem da separação
p ç de
uma cunha de solo que se movimenta emrelação
ao resto do maciço segundo uma superfície bem
d fi id O movimento
definida. i t é ainda
i d rápido,
á id mas não
ã há
uma separação efetiva dos corpos.
• Os rastejos
j ou fluimentos são movimentos
bastante lentos que ocorrem nas camadas
superiores do maciço, diferem dos
escorregamentos,
t pois
i neles
l nãoã existe
i t uma lilinha
h
que separa de forma nítida a porção que se
desloca e a parte remanescente
remanescente, estável
estável, do
maciço. Na figura 14 Terzaghi (1950) divide ainda
os rastejos em duas categorias, quais sejam,
contínuos e sazonais. Estes ocorrem numa
camada superficial de pequena espessura onde o
solo sofre as influências das variações freqüentes
da umidade e temperatura.
• Os contínuos atingem profundidades
g
maiores e diferem dos escorregamentos
pela baixa velocidade de deslocamento e
por não apresentar uma superfície de
deslizamento claramente definida. O
comportamento do solo no rastejo
contínuo pode ser comparado só de um
corpo viscoso; o escorregamento, ao de
p p
um corpo plástico.
Sinais de rastejo
• Para o controle da velocidade em que pode
estar ocorrendo o rastejo ou até mesmo o
início de um escorregamento deve-se limpar
((acerto do terreno)) umaporção
p ç do terreno em
que se visualiza uma determinada trinca a
ser observada (a montante do
escorregamento).
t )
• Para a verificação da evolução do movimento
do terreno pode
pode-sese preencher a trinca com
argamassa de cimento da trinca na
argamassa lançada
lançada.
As causas dos escorregamentos
g
a) causas externas: são devidas a ações
externas que alteram o estado de tensão
atuante sobre o maciço. Esta alteração
resulta
lt num acréscimo
é i d
das ttensões
õ
cisalhantes que igualando ou superando a
resistência
i tê i iintrínseca
tí d
do solo
l lleva o maciço
i a
condição de ruptura, são elas:
- aumento dad iinclinação
li ddo talude;
l d
- deposição de material ao longo da crista do
talude;
- efeitos sísmicos.
a)) causas externas:
t são
ã devidas
d id a açõesõ
externas que alteram o estado de tensão
atuante sobre o maciço
maciço. Esta alteração
resulta num acréscimo das tensões
cisalhantes qque igualando
g ou superando
p a
resistência intrínseca do solo leva o maciço a
condição de ruptura, são elas:
- aumento da inclinação do talude;
- deposição de material ao longo da crista do
t l d
talude;
- efeitos sísmicos.
b) causas internas: são aquelas que
atuam reduzindo a resistência ao
cisalhamento do solo constituinte do
talude sem ferir o seu aspecto geométrico
talude,
visível, podem ser:
- aumento da pressão na água
á interstical;
- decréscimo da coesão.
c) causas intermediárias: são as que não
podem ser explicitamente
p p classificadas
em uma das duas classes anteriormente
definidas:
- liquefação expontânea;
- erosão interna;
- rebaixamento do nível d’água
d água.
Barragens
g em terra e enrocamento
• Seções Transversais
• Nas seções transversais devem constar
elementos que caracterizem de forma
clara os critérios adotados para
elaboração do projeto, tais como:
- configuração do terreno;
- configuração da plataforma
plataforma, taludes
taludes,
remoção de solo mole e banquetas;
- configuração
fi ã ddos lilimites
it d de contato
t t entre
t os
diversos materiais encontrados e outros
elementos
l t necessários;
ái
- notas de serviço de plataforma acabada,
consistindo de distâncias em relação a um
eixo de referência e cotas;
- áreas de corte, com as suas respectivas
classificações, de aterro, da remoção e da
substituição de materiais;
- áreas ppara corpo
p de aterro,, se existirem
• Cál
Cálculol de
d Áreas,
Á Volumes,
V l Classificação
Cl ifi ã
e Seleção de Materiais
• Somente após a elaboração dos projetos de
geometria, de pavimentação, dos estudos
geológicos e geotécnicos deve-se
deve se calcular o
volume de terraplenagem.
• A camada vegetal correspondente à limpeza
do terreno não deve ser computada para
cálculo de volumes, tampouco a estrutura de
pavimento,
i t passeios
i e edificações
difi õ
existentes.
• Q
Quandod o projeto
j t de
d pavimento
i t especificar
ifi
camada de reforço, a escavação para
retirada
ti d d deste
t material
t i ld
de bbaixa
i qualidade
lid d
dever ser computada no volume de corte,
mas a execução da camada de reforço deve
ser quantificada e remunerada no item de
pavimento Nos trechos de obras de arte
pavimento.
especiais, correntes ou túneis, também se
deve desconsiderar as áreas para cálculo de
volumes.
• Os estudos geotécnicos devem classificar
p de materiais encontrados
os diversos tipos
nos
• cortes ou empréstimos e selecioná
selecioná-los
los
para utilização em aterros. No cálculo de
volumes, os
• materiais de terraplenagem devem ser
separados e calculados nas seguintes
categorias:
- limpeza de terreno e destocamento;
-11ª e 2ª
2 categoria;
- 2ª categoria com escarificador;
- 2ª categoria com explosivos;
-33ª categoria;
- solo mole.
• O
Outras
t categorias
t i ded materiais
t i i podem
d ser
encontradas, tais como material utilizável
somente t para corpo de
d aterro.
t Os
O volumes
l
das compensações laterais devem ser
calculados nesta planilha de volumes
volumes.
• Seleção de Materiais de Terraplenagem
• Para seleção de materiais de terraplenagem,
deve-se avaliar as características mecânicas
e físicas através dos ensaios descritos na
instrução para serviços geotécnicos.
• O material de aterro pode ser solo,
pedregulho
p g ou solo contendo fragmentos
g
de rochas. Os parâmetros de projeto são
a capacidade de suporte do material e a
expansão. Em princípio e salvo outra
indicação devem ser obedecidos os
indicação,
seguintes valores, conforme especificação
técnica do item aterros de terraplenagem:
• - aterro: no caso do corpo de aterro ser
constituído ppor solos expansivos,
p , SE,, ou
solos expansivos saturados, SES, os
metros finais do aterro da plataforma e do
talude devem ser executados por solos de
comportamento laterítico e compactado na
energia normal do ensaio de
compactação, conforme indicação de
projeto,
p j de forma a envelopar
p o corpo p de
aterro.
• Caso não se disponha de volume
suficiente deste material,, os metros finais
do aterro devem ser executados com
solos que apresentem CBR maior ou igual
a 6%, expansão menor do que 2% e os
últimos 30 cm executados por solo
selecionado de comportamento laterítico
compactado na energia intermediária do
p ç
ensaio de compactação;
• - corte: no caso do subleito do pavimento
p
apresentar solos expansivos,
p , SE,, ou solos
expansivos saturados, SES, deve-se
substituir o solo
solo, na espessura mínima de
1,50 m, constituído por solos de
comportamento laterítico e compactado na
energia normal do ensaio de
compactação.
Caso não se disponha de volume
suficiente deste material,, a substituição
ç
deverá ser executada por solos que
apresentem CBR maior ou igual a 6% 6%,
expansão menor do que 1% e os últimos
30 cm executados por solo selecionado de
comportamento laterítico compactado na
energia intermediária do ensaio de
p ç
compactação.
• Determinação do Fator de Contração
dos Materiais
• Os ensaios para determinação da
densidade in situ ou natural devem ser
realizados de acor do com a metodologia
preconizada na instrução de projeto
ç g
referente a serviços geotécnicos.
• Perfil de Distribuição de Volumes e
ç do Movimento de Terra
Orientação
• A distribuição teórica do material
escavado deve definir a origem e o
destino dos materiais envolvidos na
terraplenagem, considerando seus
ç
volumes, as classificações e as distâncias
médias de transporte, através da
elaboração do diagrama de Bruckner.
• Esta distribuição deve fornecer a solução mais
econômica sob o ponto de vista da distância
média de transporte e aproveitamento dos
materiais dos cortes, considerando o percurso
possível dos equipamentos de transporte de
terraplenagem. No caso de travessia de rio ou
via férrea, por exemplo, deve-se avaliar se é
possível realizar a transposição do material a
través de ponte ou viaduto existente ou se é
necessário contornar o obstáculo, aumentando
a distância a ser percorrida.
Terraplenagem - Aterros -
Especificação de Serviço - DENIT
• Definições
D fi i õ d da norma
3.1 Equipamento em geral
Má i
Máquinas, veículos,
í l equipamentos
i outros e
todas as unidades móveis utilizadas na
execução propriamente dita dos serviços e
obras.
3 2 Instalações industriais
3.2
Usinas misturadoras de agregados, usinas
de asfalto
asfalto, usinas de concreto de cimento
Portland e britadores.
3.3
3 3 At
Aterros
Segmentos de rodovia cuja implantação requer
d ó it d
depósito de materiais
t i i provenientes
i t d de cortes
t e/ou
/
de empréstimos no interior dos limites das seções
de projeto (Off sets) que definem o corpo estradal,
estradal
o qual corresponde à faixa terraplenada.
3 4 Faixa terraplenada
3.4
Faixa correspondente à largura que vai de crista a
crista do corte, no caso de seção plena em corte;
do pé do aterro ao pé do aterro,
no caso de seção plena em aterro; e da
crista do corte ao pé do aterro, no caso da
seção mista. É a área compreendida entre as
linhas “Off sets”.
3.5 Corpo do aterro
3 5 Corpo do aterro
3.5
Parte do aterro situado sobre o terreno
natural até 0,60m abaixo da cota
correspondente
p ao g
greide da terraplenagem.
p g
3.6
3 6CCamadad fifinall
Parte do aterro constituída de material
selecionado situado entre o greide da
selecionado,
terraplenagem e o corpo do aterro.
3 7 Plataforma
3.7
Faixa da estrada compreendida entre os dois
pés dos cortes,
cortes no caso da seção em corte;
de crista a crista do aterro, no caso da seção
em aterro;; e do pép do corte a crista do aterro,,
no caso da seção mista. No caso dos cortes,
a plataforma compreende também a sarjeta.
3.8 Bota-fora
Material de escavação dos cortes não
aproveitado nos aterros, devido à sua má
qualidade ao seu volume ou à excessiva
qualidade,
distância de transporte, e que é
depositado fora
f da plataforma
f da rodovia,
de p
preferência nos limites da faixa de
domínio, quando possível.
3.9 Bica corrida
Brita corrida,, da qual
q se separa
p apenas,
p , com
peneira, o material grande demais para uso.
3 10 Compactação
3.10
Operação por processo manual ou mecânico,
destinada a reduzir o volume dos vazios de
um solo ou outro material, com a finalidade
de aumentar-lhe a massa específica,
resistência e estabilidade.
3.11
3 11 B
Brita
it corrida
id
Material colhido diretamente do britador primário
d
decorrentet da
d ffragmentação
t ã d de rochas,
h ou
materiais duros que, quando disponíveis e
mediante tratamento adequado
adequado, são utilizados na
confecção de aterro.
4 Condições gerais
O início e desenvolvimento dos serviços de
execução de aterro pertinente a um segmento
viário se condicionam à rigorosa observância do
disposto nas subseções 4.1 e 4.2 a seguir:
4.1 Antes do início da execução dos aterros,
p
os elementos/componentes do p
processo
construtivo pertinente e que serão
utilizados para a respectiva para
implantação do aterro, deverão estar em
condições adequadas – condições estas
retratadas pelo atendimento ao disposto
nas subseções 4.1 a 4.8 da Norma
_____
DNIT_____/ES - Cortes.
4.2
4 2NNo ttocante
t ao segmento t em aterro
t a ser
implantado, as respectivas marcações do eixo e
dos “Off
Off sets
sets”, bem como as referências de nível
(RN’s) - já devidamente atendido o disposto nas
subseções
ç 4.2.1,, 4.2.2 e 4.2.4 da Norma
DNIT____/ES - Serviços Preliminares, deverão,
após as operações de desmatamento e
d
destocamento, ser ddevidamente
id checadas
h d e, se
for o caso, revistas, de sorte a guardarem
consonância com a nova configuração da
superfície do terreno e com o Projeto Geométrico.
• N
Nestet sentido,
tid e em conseqüência,
üê i d deverá á
ser procedido novo levantamento de seções
transversais de forma solidária com os RNs
transversais,
instituídos no Projeto de Engenharia. Tais
seções
ç transversais constituir-se-ão,, então,,
nas “seções primitivas” a serem efetivamente
consideradas, para efeito de elaboração e de
marcação da “Nota de SerServiço
iço de
Terraplanagem” (respeitadas as cotas do
projeto geométrico),
geométrico) do controle geométrico
dos serviços e da medição dos serviços
executados.
5CCondições
di õ específicas
ífi
5.1 Materiais
Os materiais a serem utilizados na execução
dos aterros serão p provenientes das
escavações referentes à execução dos
p
cortes e da utilização de empréstimos,
devidamente caracterizados e selecionados
com base nos Estudos Geotécnicos
desenvolvidos através do Projeto de
Engenharia.
Tais
T i materiais,
t i i que ordinariamente
di i t d
deverão
ã se
enquadrar nas classificações de 1ª categoria e de
2ª categoria deverão atender a vários requisitos
2 requisitos,
em termos de características mecânicas e físicas,
conforme se registra
g a seguir:
g
a) Ser preferencialmente utilizados de
conformidade com sua qualificação e
destinação prévia fixada no projeto.
b) Ser isento de matérias orgânicas
orgânicas, micáceas e
diatomáceas. Não deverão ser constituídos de
turfas ou argilas
g orgânicas.
g
c)) P
Para efeito
f it de
d execução
ã ddo corpo d
do aterro,
t
apresentar capacidade de suporte adequada
( ISC ≥ 2%) e expansão menor ou igual a
4%.
d) Para efeito de execução da camada final
dos aterros, apresentar as melhores
qualidades disponíveis,
q p sendo devidamente
selecionados e especificados no Projeto de
Engenharia, atendidos os preceitos de ordem
técnico – econômica.
econômica Deverá,
Deverá outrossim
outrossim,
apresentar expansão menor ou igual a 2%.
e) Em regiões onde houver ocorrência de
materiais rochosos e na falta de materiais
de 1ª e/ou 2ª categoria admite-se, desde
que devidamente especificado no projeto
de engenharia, o emprego destes
materiais de 3ª categoria (rochas)
(rochas),
atendidas as condições prescritas no
projeto de engenharia e o disposto na
ç 5.3 – Execução.
subseção ç
5.2
5 2EEquipamentos
i t
5.2.1 A execução dos aterros deverá prever a
utilização racional de equipamento
apropriado, atendidas as condições locais e
a produtividade exigida
exigida.
5.2.2 Poderão ser empregados tratores de
lâmina, escavo
escavo-transportadores,
transportadores, moto
moto-
escavo transportadores, caminhões
basculantes, moto-niveladoras, rolos lisos, de
pneus, pésé dde carneiro,
i estáticos
táti ou
vibratórios.
5.3 Execução
O início e o desenvolvimento dos serviços
de execução dos aterros deverão
obedecer rigorosamente à programação
de obras estabelecida e consignada na
“S
“Segmentação do Diagrama de Bruckner””
ç 4.2.7 da Norma
enfocada na subseção
DNIT ____/ES - Serviços Preliminares.
Uma vez atendida esta condição, a
ç dos aterros deve ser p
execução procedida
depois de devida autorização da
Fiscalização mediante a utilização dos
Fiscalização,
equipamentos focalizados na subseção
5 2 obedecendo aos elementos técnicos
5.2,
constantes no Projeto de Engenharia e
atendendo ao contido nas subseções
5.3.1 a 5.3.18.
5.3.1 Descarga, espalhamento em
camadas,, homogeneização,
g ç , conveniente
umedecimento ou aeração, compactação
dos materiais selecionados procedentes
de cortes ou empréstimos, para a
construção do corpo do aterro até a cota
correspondente ao greide da
terraplenagem.
5.3.2 Descarga, espalhamento em
camadas,, conveniente umedecimento ou
aeração, e compactação dos materiais
procedentes de cortes ou empréstimos
empréstimos,
destinados a substituir eventualmente os
materiais de qualidade inferior
inferior,
previamente retirados, a fim de melhorar
as fundações dos aterros.
• 5
5.3.3
33N No caso dde aterros
t assentes
t sobreb
encostas com inclinação transversal
acentuada de acordo com o projeto
acentuada, projeto, as
encostas naturais deverão ser escarificadas
com um trator de lâmina,, produzindo
p
ranhuras, acompanhando as curvas de nível.
Se a natureza do solo condicionar a adoção
de medidas especiais para a solidarização
solidari ação do
aterro ao terreno natural, a Fiscalização
poderá exigir a execução de degraus ao
longo da área a ser aterrada.
5.3.4
5 3 4 O lançamento
l t do
d material
t i l para a
construção dos aterros deve ser feito em
camadas sucessivas,
sucessivas em toda a largura da
seção transversal, e em extensões tais que
permitam seu umedecimento e compactação
p p ç
de acordo com o previsto no projeto de
engenharia. Para o corpo dos aterros, a
espess ra da camada compactada não
espessura
deverá ultrapassar de 0,30 m. Para as
camadas finais essa espessura não deverá
ultrapassar de 0,20m.
• 5
5.3.5
35T Todas
d as camadas d d do solo
l d
deverão
ã ser
convenientemente compactadas, de
conformidade com o definido no projeto de
engenharia. Ordinariamente, o preconizado é
o seguinte:
g
a) Para o corpo dos aterros, na umidade ótima,
mais ou menos 3%, até se obter a massa
específica aparente seca correspondente a
95% da massa específica aparente máxima
seca do ensaio DNER
seca, DNER-MEME 092/94 ou DNER
DNER-
ME 037/94.
b) P
Para as camadas
d fifinais
i aquelal massa
específica aparente seca deve corresponder
a 100% d da massa específica
ífi aparentet
máxima seca do referido ensaio.
c) Os trechos que não atingirem as condições
mínimas de compactação deverão ser
escarificados,
ifi d h
homogeneizados,
i d llevados
d à
umidade adequada e novamente
compactados,
t d d
de acordo
d com o estabelecido
t b l id
no projeto de engenharia.
5.3.6
5 36N No caso d de alargamento
l t d de aterros,
t sua
execução obrigatoriamente será procedida de
baixo p
para cima,, acompanhada
p de degraus
g nos
seus taludes. Desde que justificado em projeto,
poderá a execução ser feita por meio de
arrasamento parcial do aterro existente
existente, até que o
material escavado preencha a nova seção
transversal, complementando-se após, com
material
i l iimportado,
d toda
d a llargura dda referida
f id
seção transversal. No caso de aterros em meia
encosta o terreno natural deverá ser também
encosta,
escavado em degraus.
5.3.7 A inclinação dos taludes de aterro,
tendo em vista a natureza dos solos e as
condições locais, será fornecida pelo
projeto de engenharia
engenharia.
5.3.8 Na execução dos aterros deve ser
cuidadosamente controlada e verificada
f a
ç dos taludes, tanto com o uso de
inclinação
esquadro ou gabarito apropriado, bem
como pelas referências laterais.
5.3.9 Para a construção de aterros assentes
ç de baixa
sobre terreno de fundação
capacidade de carga, o projeto deverá
prever a solução a ser seguida
seguida. No caso
de consolidação por adensamento da
camada mole será exigido o controle por
medição de recalques e, quando prevista,
a observação da variação das pressões
neutras.
5.3.10 No caso da execução de aterros sobre
solos moles e quando previsto no projeto de
engenharia para a remoção de tais solos
deverão ser adotados os seguintes
procedimentos:
a) Iniciar as escavações para remoção dos
solos moles no local exato determinado pela
Fiscalização – a qual também determinará, face
aos resultados das escavações, o término das
mesmas, sempre com a orientação determinada
previamente no projeto de engenharia.
Quando
Q d a remoção ã se fifizer próximo
ó i a
construções, poderão ser necessários
cuidados especiais para evitar danos aos
prédios. Neste caso, deverão ser cravadas
estacas-prancha
p ou utilizadas outras formas,,
então aprovadas, para conter o solo sob a
construção, antes do início da remoção, de
forma a asseg
assegurar
rar a estabilidade do prédio
prédio.
Os locais serão determinados no Projeto de
Engenharia e nas situações não previstas
previstas, a
critério da Fiscalização;
b) E
Escavar em nichos
i h d de, no máximo,
á i 10
10,00
metros ao longo do eixo e 5,0 metros
perpendiculares ao eixo da rodovia;
c) Reaterrar os nichos logo após concluída a
escavação;
d) Evitar rebaixar o nível de água dentro da
escavação, ou seja, a escavação deverá ser
feita de forma lenta o suficiente para evitar
que o equipamento de escavação remova
á
água, mas o maisi rápido
á id possível
í l para
minimizar o tempo de escavação aberta;
e)) Sob
S b nenhuma
h hi
hipótese
ót se admitirá
d iti á que
qualquer escavação seja deixada aberta
durante paralisações de construção,
construção ou
mesmo interrupções não previstas;
f) Os taludes da escavação deverão ser o
mais íngreme possível e mantendo a
estabilidade;
g) Tão logo o material de preenchimento
esteja acima do nível d’água na escavação, o
material
t i lddeverá á ser compactado
t d com rolol
liso, ou a critério da fiscalização;
h) O material
t i l removido
id seráád depositado
it d
convenientemente ao lado da rodovia;
outro local qualquer
qualquer, definido pela
Fiscalização e provido de diques de
retenção dos materiais
materiais, de forma que a
água contida no solo se esvaia, permitindo
uma
u ap pré-secagem
é secage do so solooa
antes
tes do
mesmo ter sua conformação definitiva, ou
ser transportado
p p
para os locais de bota-
fora ou recomposição de empréstimos,
conforme designado no Projeto.
5.3.11 Os aterros-barragens terão o seu
projeto
p j e construção
ç fundamentados nas
considerações de problemas referentes à
compactação de solos
solos, estabilidade do
terreno de fundação, estabilidade dos
taludes e percolação da água nos meios
permeáveis. Deverão ser objeto de projeto
de engenharia específico.
5.3.12
5 3 12 EEm regiões
iõ onde d hhouver ocorrência
ê i
predominante de materiais rochosos, admitir-
se-á
á a execução ã d
de aterros
t com o emprego
dos mesmos, desde que haja conveniência e
a critério da Fiscalização
Fiscalização. A rocha deve ser
depositada em camadas, cuja espessura não
deve ultrapassar a 0 0,75
75 m
m. Os últimos 2
2,00
00 m
de aterro deverão ser executados em
camadas de,de no máximo
máximo, 0 0,30
30 m de
espessura..
A conformação
f ã das
d camadas d ddeveráá ser
executada mecanicamente, devendo o
material ser espalhado com equipamento
apropriado e devidamente compactado por
meio de rolos vibratórios. Deverá ser obtido
um conjunto livre de grandes vazios e
engaiolamentos e o diâmetro máximo dos
blocos de pedra será limitado pela espess
espessurara
da camada. O tamanho admitido para maior
dimensão da pedra é de 2/3 da espessura da
camada compactada.
• 5
5.3.13
3 13 EEm regiões
iõ onded hhouver ocorrência
ê i
predominante de areia admitir-se-á a
execução de aterros com o emprego da
mesma, desde que haja conveniência, e a
critério da Fiscalização.
ç Deverão ser
atendidos requisitos visando o
dimensionamento da espessura de camadas,
reg lari ação das mesmas,
regularização mesmas e execução
ec ção de
leivas de contenção sobre material terroso e
a compactação das camadas de material
terroso subseqüentes ao aterro em areia.
5.3.14 A fim de proteger os taludes contra
os efeitos da erosão,, deverá ser procedida
p
a sua conveniente drenagem e obras-de-
proteção mediante a plantação de
proteção,
gramíneas ou a execução de patamares,
com o objetivo de diminuir o efeito erosivo
da água, tudo de conformidade com o
estabelecido no projeto de engenharia.
5.3.15
5 3 15 H
Havendod a possibilidade
ibilid d dde
solapamento da saia do aterro, em épocas
chuvosas deverá ser providenciada a
chuvosas,
construção de enrocamento no pé do aterro.
Na execução
ç de banquetas
q laterais ou
meios-fios, conjugados com sarjetas
revestidas, desde que previstas no projeto,
as saídas de ág
águaa serão con
convenientemente
enientemente
espaçadas e ancoradas na banqueta e na
saia do aterro
aterro. O detalhamento destas obras
será apresentado no projeto de engenharia.
5.3.16
5 3 16 SSempre que possível,
í l nos llocais
i dde
travessia de cursos d’água ou passagens
superiores, a construção dos aterros deve
preceder a das obras-de-arte projetadas.
Em caso contrário, todas as medidas de
precaução deverão ser tomadas, a fim de
que o método construtivo empregado para
ç dos aterros de acesso não
a construção
origine movimentos ou tensões indevidas
em qqualquer
q obra-de-arte.
5.3.17
5 3 17 O
Os aterros
t d
de acesso próximos
ó i d
dos
encontros de pontes, o enchimento de cavas
de fundações e das trincheiras de bueiros
bueiros,
bem como todas as áreas de difícil acesso
ao equipamento
q p usual de compactação,
p ç ,
serão compactados mediante o uso de
equipamento adequado, como soquetes
man ais sapos mecânicos etc
manuais, etc. A e
execução
ec ção
será em camadas, nas mesmas condições
de massa específica aparente seca e
umidade descritas para o corpo dos aterros.
5.3.18
5 3 18 D
Durante t a construção,
t ã os serviços
i já
executados deverão ser mantidos com boa
conformação e permanente drenagem
superficial.
6 Condicionantes ambientais
Nas operações destinadas à execução dos
aterros, objetivando a preservação
ambiental, deverão ser devidamente
observadas e adotadas as soluções e os
respectivos
ti procedimentos
di t específicos
ífi
atinentes ao tema ambiental, definidos
e/ou instituídos no instrumental técnico-
normativo p pertinente vigente
g no DNIT e na
documentação técnica vinculada à
execução das obras – documentação esta
que compreende o Projeto de Engenharia
– PE,
PE o Estudo Ambiental (EIA ou outro) e
os Programas Ambientais.
• O conjunto de soluções e procedimentos
p
acima reportados constitui elenco
bastante diversificado de medidas
condicionantes que
que, à luz do instrumental
técnico-normativo pertinente e
referenciado à Norma DNIT 070/2006
PRO, comporta o desdobramento
apresentado na forma das subseções 6.1
a 6.3, q
que se seguem.
g
6.1 Medidas condicionantes de cunho genérico,
focalizadas na subseção 4.2 da mencionada
N
Norma, e que contemplam,
t l entre
t outros,
t os
seguintes tópicos:
• O atendimento
t di t à plena
l regularidade
l id d ambiental;
bi t l
• A observância rigorosa da legislação
referente ao uso e à ocupação do solo,
vigente no município envolvido;
• O estabelecimento de horário de trabalho
compatível com a lei do silêncio (regional ou local);
• O atendimento
t di t à segurança e ao conforto
f t dos
d
usuários da rodovia e dos moradores das faixas
lindeiras;
• A segurança operacional dos trabalhadores da
obra;
• O planejamento e a programação das obras;
• O disciplinamento do fluxo de tráfego e do
estacionamento dos veículos e equipamentos;
• A devida recuperação ambiental das áreas
afetadas pelas obras, após o encerramento das
atividades.
6.2 Medidas condicionantes de cunho
p
específico, , focalizadas na subseção
ç 5.1
da mencionada Norma, e que contemplam
os tópicos “canteiro
canteiro de obras”
obras ,
“instalações industriais” e “equipamentos
em geral”
geral , em suas etapas de instalação /
mobilização, de operação e de
desmobilização.
6.3 Medidas condicionantes de cunho
p , focalizadas na subseção
específico, ç 5.5
da mencionada Norma e que,
contemplando as atividades e ocorrências
relacionadas com a execução dos aterros,
se detêm
detêm, entre outros tópicos
tópicos, nos
seguintes:
• Ocorrências ou aceleração de processos
erosivos;
• Problemas de instabilidade física dos
ç ;
maciços;
• Execução de aterros em encostas;
• Implantação
I l t ã d de sistema
i t d
de d
drenagem
específico;
• Execução de obras e serviços de
proteção;
• Operações de terraplenagem em rocha.
7 Inspeções
Objetivando o atendimento ao
preconizado nas Normas DNIT 011/2004-
PRO e DNIT 013/2004
013/2004-PRO,
PRO a
Fiscalização deverá elaborar e cumprir
competente Programa de Inspeções, de
sorte a exercer o controle externo da obra.
7.1 Controle de insumos
Deverá ser p procedido o controle tecnológico
g
dos materiais terrosos utilizados, objetivando
verificar quanto ao atendimento aos vários
requisitos, em termos de características
físicas e mecânicas
mecânicas, de conformidade com o
definido no projeto de engenharia e nas
alíneas (a) a (e) da subseção 55.1
1 desta
Norma.
• N
Neste
t sentido
tid d
deverão
ã ser adotados
d t d os
seguintes procedimentos:
a) 1 (um) ensaio de compactação, segundo o
Método de Ensaio DNER-ME 129/94 para
cada 1.000 m³ de material do corpo do
aterro;
b) 1 (um) ensaio de compactação, segundo o
Método de Ensaio DNER-ME 129/94 para
cada 200m³ de material de camada final do
aterro;
• c)) 1 ((um)) ensaio
i dde granulometria
l t i (DNER-ME
(DNER ME
080/94), do limite de liquidez (DNER-ME 122/94)
e do limite de p plasticidade ((DNER-ME 082/94))
para o corpo do aterro, para todo o grupo de dez
amostras submetidas ao ensaiode compactação,
conforme a alínea “a”; a;
• d) 1 (um) ensaio de granulometria (DNER-ME
080/94),
080/9 ), do limite
te de liquidez
qu de ((DNER-ME 122/94)
/9 )
e do limite de plasticidade (DNER-ME 082/94)
para camadas finais do aterro, para todo o grupo
de quatro amostras submetidas ao ensaio de
compactação, conforme a alínea “b”;
• e) 1 (um) ensaio do Índice
Í de Suporte
Califórnia,, com energia
g do Método de
Ensaio DNER-ME 049/94 para camada
final para cada grupo de quatro amostras
final,
submetidas a ensaios de compactação,
segundo a alínea “b”
b.
• 7
7.2
2CControle
t l dda produção
d ã
• 7.2.1 Quanto aos atributos genéricos
Deverá ser verificado
verificado, na execução de cada
segmento de aterro, se:
• A sua execução foi, na forma devida,
formalmente autorizada pela Fiscalização;
• A origem do material terroso utilizado está de
conformidade
f id d com a didistribuição
ib i d
definida
fi id no
projeto de engenharia;
• O disposto nas seções 4 e 5 desta Norma está
sendo atendido.
7.2.2 Quanto à consolidação dos aterros
Deverá ser verificado quanto à
observância do constante nos subitens
5 3 9 e 5.3.10
5.3.9 5 3 10 e suas alíneas
alíneas, desta
• Especificação.
7.2.3 Quanto à compactação
g
Deverão ser adotados os seguintes
procedimentos:
a) Ensaio de massa específica aparente seca “in in
situ”, em locais escolhidos aleatoriamente, por
camada, distribuídos regularmente ao longo do
segmento, pelos Métodos de Ensaios DNER-ME
092/94 e DNER-ME
DNER ME 037/94. Para pistas de
extensões limitadas, com volume de, no
máximo, 1.200m³
1.200m no corpo do aterro,
ou 800m³ para as camadas finais, deverão
ser feitas pelo menos 5 determinações para
o cálculo do grau de compactação (GC).
b) O número de ensaios de massa específica
aparente “in situ”, para o controle da
execução será definido em função do risco
de rejeição de um serviço de boa qualidade a
ser assumido pelo Executante
Executante, conforme a
Tabela 1.
• c) As determinações do grau de
p ç ((GC)) serão realizadas
compactação
utilizando-se os valores da massa
específica aparente seca de laboratório e
da massa específica aparente "in situ"
obtida no campo.
campo Deverão ser
obedecidosos limites seguintes:
– Corpo do aterro GC ≥ 95%;
– Camadas finais GC ≥ 100%.
7.3 Verificação do produto
7.3.1 Q
Quanto ao controle geométrico
g
O controle geométrico de execução dos
serviços será feito por levantamento
topográfico e com gabarito apropriado e
considerando os elementos geométricos
estabelecidos nas “Notas de Serviço”, com
os quaisi será
á ffeito
it o acompanhamento
h t d
da
execução dos serviços.
Através
At é da
d verificação
ifi ã ddo alinhamento,
li h t ddo
nivelamento do eixo e dos bordos e de
medidas de largura será verificado se foi
alcançada a conformação da seção
transversal do p
projeto
j de engenharia,
g ,
admitidas as seguintes tolerâncias:
a)) Variação da altura máxima de ± 0,04m
para o eixo e bordos;
b) Variação máxima da largura de + 0,30m
para a plataforma,
l t f não
ã sendod admitida
d itid
variação negativa.
7.3.2
7 32Q Quanto
t ao acabamento
b t e configuração
fi ã ddos
taludes
O controle
t l deverá
d á ser visual
i l considerando
id d o
definido no projeto de engenharia e o constante
nas subseções 5 5.3.7
37e5 5.3.8
3 8 da seção 5 desta
Norma.
7 3 3 Quanto ao atendimento ambiental
7.3.3
Será verificado quanto à devida observância e
atendimento ao disposto na seção 6 desta Norma,
bem como procedida a análise dos resultados
alcançados, em termos de preservação ambiental.
7.4 Condições de conformidade e não
conformidade
Todos os ensaios de controle e verificação
dos insumos,
insumos da produção e do produto
serão realizados de acordo com o plano
da qualidade, devendo atender àsà
ç
condições gerais
g e específicas
p nas seções
ç
4 e 5 desta Norma, respectivamente.
Serão controlados o valor mínimo para o
ISC e ppara o g
grau de compactação
p ç eo
valor máximo, com valores de k obtidos na
Tabela de Amostragem Variável
8 Critérios de medição e de apropriação do
custo de execução dos serviços
Considerando que a medição dos serviços
tem como uma de suas finalidades
básicas a determinação, de forma racional
e precisa
precisa, do respectivo custo de
execução, a abordagem deste item
comportará dois tópicos específicos,
específicos a
saber: A “medição propriamente dita dos
serviços executados” e a “apropriação do
p
custo da respectiva execução”
ç
8.1
8 1PProcesso dde medição
di ã
Tendo em vista que as medições correspondentes
à escavação
escavação, carga e transporte dos materiais já
foram devidamente focalizadas quando da
abordagem da execução dos Cortes e dos
E
Empréstimos,
é ti a medição
di ã ddos aterros
t comportará,
t á
estritamente, a quantificação da compactação – a
qual e
qua envolve
o e várias
á as ope
operações
ações a sabe
saber:
a descarga e o espalhamento do material em
camadas, o ajuste e homogeneização da umidade
d solo,
do l a compactação
t ã propriamente
i t dit
dita e o
respectivo acabamento do aterro.
• 8.1.1 Os serviços aceitos de conformidade
ç 7.4 serão medidos de
com a subseção
forma referenciada com o grau de
compactação correspondente
correspondente, observadas
as duas condições seguintes:
a)) Compactação
C das camadas do corpo
de aterro
b) Compactação das camadas finais de
aterro
• 8
8.1.2
1 2 A cubação
b ã dosd materiais
t i i
compactados deverá ser efetivada com
base no apoio topográfico e referências de
nível (RN’s) integrantes do Projeto de
Engenharia – devendo as seções
primitivas ser objeto de checagens e dos
devidos tratamentos focalizados naa
ç
subseções 4.2.1, 4.2.2 e 4.2.4 da Norma
DNIT_____/ES - Serviços Preliminares e
ç 4.2 desta Norma.
na subseção
Assim,
A i para efeito
f it de
d cálculo
ál l d dos volumes
l
será aplicado o método da “média das
áreas”, devendo as seções transversais
áreas
finais a ter lugar após a conclusão do aterro,
ser levantadas dentro de adequado
q g
grau de
precisão e de forma solidária com os RN’s
que referenciaram as seções primitivas –
bem como aq aquelas
elas seções trans
transversais
ersais
levantadas em seqüência ao desmatamento,
na forma da subseção 4 4.2
2 desta
Especificação
seções
õ ttransversais
i estas
t que passam a ser
consideradas como as seções primitivas a
serem efetivamente adotadas
adotadas, para efeito de
controle e de medição dos serviços.
Os valores então obtidos devem ser
cotejados e considerados em função do
disposto
p no p
projeto
j de engenharia,
g em
especial as seções transversais definidas, o
Diagrama de Bruckner e sua segmentação,
na forma da subseção 4 4.2.7
2 7 na Norma
DNIT____/ES – Serviços Preliminares,
bem como as ttolerâncias
b l â i assumidasid conforme
f
preconizado na seção 7 desta Norma.
813D
8.1.3 Deverão
ã ser considerados
id d como iintegrantes
t t
ordinárias, dos processos construtivos pertinentes
aos serviços focalizados nesta Especificação
Especificação, as
seguintes operações:
a) As operações referentes ao acabamento final
da plataforma e dos taludes;
b) As operações referentes à preservação
ambiental, focalizadas na seção 6 desta
Especificação.
8.1.4
8 14N Na MMemória
ói d de Cál
Cálculo
l d dos Q
Quantitativos
tit ti
pertinentes à execução dos serviços em
foco os serviços executados deverão ser
foco,
objeto de quantificação e apresentação
explícita
p em separado,
p , em função
ç do
posicionamento específico da camada de
aterro correspondente. Neste sentido, os
demonstrati os dos q
demonstrativos quantitativos
antitati os de ser
serviços
iços
executados, observando o disposto em 8.1.1,
deverão estar referidos ao estaqueamento do
eixo da via em construção e desdobrados em
dois conjuntos,
j , na forma qque se segue:
g
a)) Volume
V l d
de material
t i l compactado
t d
constituinte das camadas de corpo do aterro,
na forma do constante da subseção 5 5.3.5
35
desta Especificação de Serviço e
considerando o q que dispõe
p o Projeto
j de
Engenharia;
b)) Volume de material compactado
p
constituinte das camadas finais do aterro, na
forma do constante da subseção 5.3.5 desta
Norma e considerando o que dispõe o
Projeto de Engenharia.
• NOTAS:
Os serviços
ç p pertinentes à abertura dos
caminhos de serviço que se situam dentro da
faixa da linha de “off-sets”
off sets devem ter seu
demonstrativo de cálculo inserido na planilha
de Caminhos de Serviço,
Serviço mas o respectivo
quantitativo de serviço estabelecido deve ser
agregado ao conjunto referente à alínea aa,
definida nesta subseção 8.1.4 desta Norma.
• O disposto no tópico anterior deverá
g
estar devidamente registrado nas
Memórias de Cálculo pertinentes às
Especificações em foco
foco.
• O Modelo correspondente da Folha de
Memória
ó de CáCálculo, com respectiva
ç para
instrução p elaboração,
ç consta no
Manual de Implantação Básica editado em
2009.
8.2
8 2AApropriação
i ã d do custo
t d de execução
ã d dos serviços
i
Para efeito de determinação do custo unitário dos
serviços deverá ser observado o disposto nas
subseções 8.2.1 a 8.2.3 a seguir:
8.2.1 O serviço
ç de execuçãoç dos aterros terá sua
unidade referida ao “m³” compactado, observando
o constante nas alíneas “a” e “b” da subseção 8.2,
medido na pista e considerando as seções
transversais definidas no Projeto de Engenharia.
A respectiva apropriação do custo engloba todas
as operações
õ pertinentes
ti t ao processo construtivo,
t ti
inclusive o constante na subseção 8.1.3.
8.2.2
8 22R Relativamente
l ti t aos serviços
i enquadrados
d d nas
alíneas “a” e “b” da subseção 8.1.4, os custos
pertinentes deverão considerar as respectivas
energias de compactação definidas no Projeto de
Engenharia
g e de conformidade com o disposto
p na
subseção 5.3.5 desta Norma.
8.2.3 A linha metodológica
g a ser ordinariamente
adotada, bem como o elenco de valores de
parâmetros e de fatores interferentes são os
estabelecidos
t b l id no M Manuall d
de CComposição
i ã dde
Custos Rodoviários do DNIT.
Ante particularidades ou especificidades
evidenciadas qquando da elaboração
ç do
Projeto de Engenharia e relativamente aos
parâmetros e fatores interferentes
interferentes, caberá
a adoção de valores diferentes do
preconizado no referido Manual de
Composição de Custos Rodoviários - sem
prejuízo da aplicação da linha
g
metodológica mencionada.
8.2.4 A apropriação do custo de execução
p
correspondente será obtida de
conformidade com os quantitativos de
serviços estabelecidos conforme 88.1.4
14e
mediante a aplicação dos respectivos
custos unitários estabelecidos na forma de
8.2.1 a 8.2.3.
• Para evitar problemas antes de construir e pensar
na terraplenagem, é importante consultar um
profissional da área para avaliar o terreno antes de
adquiri-lo. O profissional pode auxiliar em relação à
escolha de um lote onde a topografia original seja
condizente
di t com seus planos
l d
de construção.
t ã É
importante também observar que quando mais
próximo ao nível do pavimento térreo for à
topografia do terreno, maior será a economia com o
terraplenagem que em alguns casos pode chegar a
terraplenagem,
até 20% do valor da obra. Nem sempre o terreno
mais barato ppode ser o o mais indicado.
• Nem sempre há condições de escolher
ou utilizar
tili um tterreno com melhor
lh
topografia, e nesta parte é que entram as
técnicas de terraplenagem.
• São várias operações básicas a serem
empregadas, como por exemplo, a
escavação,ã que é o atot dde escavar a tterra,
rebaixando a topografia natural do terreno
para a cota pré-determinada no projeto de
ç
construção.
• Aterrar um determinado local, também faz parte do
processo de terraplenagem, utilizando-se
preferencialmente
f i l t de
d tterra vermelha,
lh por seu
melhor rendimento no trabalho de compactação do
aterro para que áreas abaixo da cota do projeto de
aterro,
construção sejam elevadas.
• O aterro pode ser com Importação de terra,
terra que é
quando não há no próprio local material suficiente
para atingir as cotas do projeto por meio de aterro,
aterro
sendo necessário realizar esta etapa com material
vindo de outro local.
• Alguns outros processos fazem parte do processo
de terraplanagem
terraplanagem, como o destocamento,
destocamento a
demolição, remoção , compactação de Solo e a
drenagem.
drenagem
• Para preparação do local para a terraplenagem,
pode ser também necessário a drenagem de
solo, que é feita em terrenos onde há excesso
de umidade
umidade, sendo realizada com a criação de
canais (valas de nível mais baixo que o restante
do terreno) em locais estratégicos para
escoamento da água existente.
• Quando a origem da umidade é proveniente de
nascentes, deve-se respeitar um raio de
aproximadamente 50m da mesma e criar um canal
que desvie a água para longe do local da
construção.
• Se a origem for resultado de acúmulo de águas
pluviais, recomenda-se
recomenda se apenas inclinar
suavemente o terreno para que haja
escoamento com maior facilidade, e se possível,
criar um canal adjacente à parte mais baixa do
terreno para escoamento da água.
• Pode-se perceber, portanto, que o processo
de terraplenagem envolve muitas variantes que
d
devem ser llevadas
d em consideração
id ã para que o
serviço de terraplanagem seja executado de
maneira plena e satisfatória
satisfatória.
Etapas
• Destocamento
• É um procedimento agrícola de limpeza de solo
através da retirada dos tocos ou restos de árvores
que infelizmente foram queimadas ou cortadas. Na
maioria
i i ddos casos é executado
t d por meios
i
mecanizados, por isso também um trabalho manual
com instrumentos roçais
roçais. Existem locais com
vegetação natural que são retiradas para que se
permita a execução da construção
construção.
• A terraplanagem
• É uma técnica construtiva que visa aplainar e
aterrar um terreno, significado de literalmente terra
cheia e cheio de terra, existem procedimentos que
complementam
l t o procedimento
di t em processos d de
terraplanagem e entre eles a macadamização que
consiste em assentar três camadas de pedras
colocadas numa fundação com valas laterais para a
drenagem da água da chuva
chuva. Em locais com base
muito mole esta etapa servirá para enrigecer a base
da construção de modo a não permitir movimentos.
• A pavimentação
• Em engenharia
engenharia, é a camada constituída por um ou
mais materiais que se coloca sobre o terreno natural
ou terraplenado,
p , aumentando assim sua resistência
e servindo a circulação de pessoas ou veículos.
• Dentro destas operações estão:
• Escavação: ato de escavar a terra, rebaixando a
topografia natural do terreno para a cota pré-
d t
determinada
i d no projeto
j t dde construção.
t ã
• Escavação com remoção de terra: operação em
que a terra é escavada e carregada em caminhões
basculantes que transportam o material para locais
denominados aterros ou bota-foras;;
• Escavação sem remoção de terra: neste tipo
de aterro, a terra é escavada onde a topografia
está acima das cotas do projeto, sendo utilizado no
aterro da área onde o nível do terreno está abaixo
das cotas do projeto de construção. Esse processo
t bé se conhece
também h como ““corte
t e compensação”.
ã ”
• Aterro: é o ato de aterrar determinado local
escolhido,
lhid utilizando
tili d d de preferência
f ê i a tterra
vermelha, por ser melhor rendimento no trabalho de
compactação do aterro
aterro, para que essas áreas
abaixo da cota do projeto de construção sejam
totalmente elevadas;
• Compactação do Solo
• É a redução do volume dos solos cortados ou
aterrados. São submetidos ao trabalho de
determinados equipamentos, como rolo
compactador.
t d Este
E t comportamento
t t é relacionado
l i d à
aproximação dos grãos, gerando consequente
redução do volume de vazios nas massas de solo
como:
– Densidade Natural
Natural.
– Densidade Água.
– Densidade do Solo Compactado
Compactado.
• O adensamento, portanto é o aumento da
densidade do material, diminuindo os vazios, que se
não forem eliminados antes da construção,
f t
futuramente
t irão
i ã se compactart provocando
d
deformações nas construções acima desta camada.
• Alguns
Al equipamentos
i t utilizados:
tili d
– Máquinas de escavação hidráulicas, superficiais
ou de
d profundidade,
f did d com rodas d ou esteiras
t i
– Motoniveladoras
– Compactadores de rolo ou pé de carneiro
– Caminhões de transporte com caçambas
Pa Carregadeira
Equipamento
E i t de
d pequeno porte t sobre
b
rodas ou esteira, de aproximadamente 3
toneladas, oferece alta produtividade,
baixo custo operacional,
operacional ideal para
trabalhar em espaços pequenos e em
áreas congestionadas, utilizadas para
transportes internos de materiais
materiais,
carregamento de caminhões e limpeza de
terrenos.
Mini Escavadeira
Tintas
Tintas anti pichação
• Para eliminar as consequências desses atos de
p
vandalismo, empresas p
passaram a
pesquisar tintas que fossem antiaderentes,
que dificultassem a fixação das tintas
utilizadas nas pichações e deixassem os locais
impermeáveis possibilitando sua limpeza
impermeáveis,
com água e sabão ou por solvente.
• V
Vantagens
t
• A principal vantagem está na limpeza: bastará o uso
de água e sabão ou de um solvente
solvente. Poderá ser feita
com jatos de água ou de vapor, com um pano ou
esponja embebidos em solvente;
• Após a limpeza, o local com a tinta
antipichação continuará mantendo a textura e a
tonalidade originais;
• Através da sua película protetora, ela faz um
isolamento,, reduzindo a impregnação
p g ç das tintas de
pichação, protegendo também contra a fuligem e as
intempéries;
• El
Ela custa
t maisi caro que a tinta
ti t comum, por ter
t
aditivos: cerca de três vezes mais que uma tinta
comum mas a economia está no longo prazo,
comum, prazo no
quesito manutenção;
• Essas tintas não precisam ser diluídas,
diluídas são
aplicadas com rolo de lã de carneiro (o qual
permite uma camada contínua e uniforme). São
de fácil aplicação, grande durabilidade, bom
rendimento e secagem rápida. Protegem contra
tinta spray,
spray tinta acrílica,
acrílica a óleo e látex
látex.
•
Tipos
• as Tintas Renner
Renner, que disponibilizam um esmalte de alta resistência,
resistência a
tinta Polipar, e um removedor em spray para a remoção de pichações e
manchas;
• a Denver Impermeabilizantes,
Impermeabilizantes que possui um verniz,
verniz o Denverniz
antipichação, que segundo a empresa, mesmo quando é feita a limpeza da
pichação, com um removedor, o acabamento do local não se altera.
• p
a Bautech Antipichaçãoç é um verniz q que impede
p a penetração
p ç de tintas de
pichação e fuligem;
• Antigraf, da Impercol possuem tanto verniz transparente, como tintas que
fornecem proteção contra pichações. *A cidade de Curitiba, Capital do
Estado
d do
d Paraná, á foi
f i a primeira
i i a utilizar
ili esse tipo
i ded tinta,
i em seus
viadutos.
• A Ureflex possui uma tinta antipichação que poderá ser encontrada em
diversas cores
cores. E possui também o verniz totalmente transparente que
poderá ser brilhante ou fosco.
• O
Outras soluções
l õ antipichações:
i i h õ na lutal contra as
pichações, algumas empresa como a Fórmica
produz
d o TS Exterior,
E t i um laminado
l i d de d alta
lt
densidade que é protegido por um filme
impermeável no qual pode‐se
impermeável, pode se usar um
removedor para tirar a pichação. Já a Pertech
possui a linha Pertech Exterior,
Exterior produzindo
painéis compactos com tecnologia anti‐pichação
e resistência a umidade,
umidade produtos químicos
químicos,
temperaturas elevadas e maresia.
A Tinta Esmalte
• É uma ti
tinta
t que permiteit um ótimo
óti rendimento,
di t
durabilidade e beleza. Pode ser encontrada à base de
solvente ou à base de água.
• É muito fácil de aplicar e fornece um ótimo acabamento.
• Ela poderá ser aplicada tanto em áreas internas como
externas É amplamente utilizada para trabalhos em metal,
externas. metal
vime e madeira.
• É especialmente
p indicada para
p pintura
p de portas
p de
madeira ou ferro, janelas de madeira ou ferro, chapas de
ferro ou aço, portões e mesas de ferro, compensados de
madeira, corrimãos, azulejos e alvenaria. Também utilizada
para cobrir superfícies de artesanatos em madeira MDF,
gesso, pátina, etc.
• A
Acabamento
b t
• A tinta esmalte pode ser encontrada com o
acabamento fosco,
fosco alto brilho (muito utilizada em
móveis de vime) e acetinada.
• Durabilidade
• Esse tipo de tinta possui uma boa resistência quando
em contato com chuva e sol, tendo uma durabilidade
média de 10 anos.
anos
• Quando aplicada em paredes, terá que ser muito bem
feita senão bolhas poderão aparecer,
feita, aparecer causando
descascamento mais rápido.
•
• D
Desvantagens
t
• Quando a tinta esmalte for diluída em aguarrás
ela irá apresentar cheiro forte e em caso
de contato com a roupa, não sairá com água. Já
os esmaltes à base de água não apresentarão
esses problemas;
• O período de secagem é em média de 8 horas
entre as demãos;
• Por serem suscetíveis à umidade relativa do ar
(acima de 60%), a pintura deverá ser evitada em
dias chuvosos.
A Tinta Acrílica
• É uma tinta muito versátil, criada na década
p ç
de 40 e aperfeiçoada até hoje.
j Por sua
constituição ser à base de água, possui
uma ótima aderência às paredes
paredes, é
muito fácil de ser aplicada, sua secagem é
rápida e oferece um bom acabamento
acabamento,
unindo economia com qualidade.
• O
Onded Utili
Utilizá‐la
ál
• Devido a sua natureza mais elástica, que lhe concede a
propriedade de expandir e contrair com
facilidade, resistindo melhor às intempéries e
mudança de temperatura, poderá ser utilizada
em pinturas
i t de
d interiores
i t i e exteriores,
t i t i como: em
tais
paredes externas, fachadas, áreas molhadas, sobre
concreto,, fibrocimento,, reboco,, massa acrílica,, ggesso,,
madeira, estuque, amianto, blocos e cerâmica não
vitrificada.
• Ela
El também bé é muito i utilizada
ili d em cozinhas
i h e
lavabos por sua impermeabilidade.
• Acabamentos
b
• A tinta acrílica possui
p os seguintes
g
acabamentos:
• Fosco: esse tipo de acabamento é indicado
para paredes que possuem algumas
imperfeições Por ser fosca
imperfeições. fosca, disfarça defeitos
existentes, mas, em contrapartida, é menos
resistente à limpeza
limpeza. Indicada para paredes
que não exigem cuidados constantes.
• SSemi‐brilho:
i b ilh esse tipo
ti ded ti
tinta
t irá
i á exigir
i i uma
parede sem imperfeições, pois possui algum
brilho e este tipo de acabamento mostrará os
possíveis defeitos existentes. No entanto, resiste
melhor à limpeza
p do q
que a Fosca.
• Acetinada: em paredes bem acabadas, sem
imperfeições, ela é o ideal. A acetinada
proporciona às mesmas um acabamento mais
suave, refinado e sofisticado. Com relação à
limpeza ela resiste bem mais do que as versões
limpeza,
anteriores (fosca e semi‐brilho).
• podemos
d encontrar
t a tinta
ti t acrílica
íli nas seguintes
i t versões:
õ
• Emborrachada: indicada como revestimento de paredes
externas de alvenaria ou tijolos
j à vista;; p
para p
pintura de
telhas de fibrocimento, barro, galvanizadas, de alumínio ou
zinco; bem como aplicação em sacadas, fachadas e muros,
conferindo às mesmas um acabamento de ótima qualidade
e durável. Ela possui o acabamento fosco e a propriedade
de acompanhar os movimentos de dilatação (devido às
variações de temperatura e à ação das chuvas
chuvas, do sol e
maresia) e retração da parede, cobrindo trincas e fissuras.
Forma uma camada impermeável que protege e aumenta a
resistência
i tê i d da parede
d contrat a umidade,
id d alcalinidade,
l li id d mofof
e descascamento da mesma.
• LLavável:
á l por possuiri mais
i resina,
i que torna a pintura
i
mais resistente, ela permite que a parede seja lavada
mais frequentemente.
frequentemente Por esse motivo
motivo, ela é
recomendada para áreas com grande tráfego de
pessoas ou locais frequentados
p q por crianças.
p ç Ela pode
p
ser aplicada em áreas internas ou externas.
• Sem cheiro: o cheiro característico de tinta é bem
menor e se dissipa em até três horas após a aplicação.
Ela serve tanto para ambientes internos como
externos,
t podendo
d d ser fosca
f ou acetinada.
ti d
Pintura com Cal
• Para quem não quer gastar muito, a cal
pç
hidratada é uma ótima opção. Ela reveste
paredes de uma maneira simples, dando às
mesmas uma aparência rústica
rústica, mas leve.
leve Sua
utilização é muito antiga, mas por ser barata
ficou fora da opção das classes média e alta
devido à entrada no mercado de outras tintas
com mais tecnologia.
• Através da Bioarquitetura e Bioconstrução ela
g
foi resgatada como uma forma ecológica
g e
sustentável de não agressão ao meio‐
ambiente Devido a isso
ambiente. isso, muitos arquitetos a
estão utilizando em habitações de alto padrão
com um resultado final de grande beleza e
inovação.
• O
Onded Utili
Utilizá‐la
ál
• A pintura com cal é muito fácil de ser feita, com ótimos
resultados desde que a mistura seja bem preparada e
resultados,
aplicada de maneira correta.
• A “caiação”,
ç como é chamada a pintura
p à base de
cal, pode ser aplicada em paredes externas e internas,
bem como em superfícies rústicas e porosas como
alvenarias de cimento
cimento, cal
cal, concreto e bloco de
concreto. Mesmo que as paredes estejam úmidas e
frescas, ela poderá ser aplicada; só não poderá ser
utilizada
ili d em superfícies
fí i lilisas como cerâmica,
â i nem em
paredes que já tenham recebido outros tipos de tinta.
• Por ser ded fá
fácilil aplicação
li ã e de
d b
baixo
i custo, ela
l
é muito utilizada em grandes áreas como
muros, fachadas, casas populares e conjuntos
habitacionais.
• A caiação não poderá ser feita sobre massa
acrílica,, nem sobre massa corrida,, p
por não
aderir às mesmas. Também não é indicada em
superfícies de concreto armado por não
proteger a armadura do efeito da corrosão.
• C
Cores
• A maneira mais comum de se obter a coloração é a adição
de p
pigmentos
g como o óxido de ferro em p pó e o ppó xadrez.
Mas estes pigmentos deverão ser adicionados num
percentual máximo de 10%, pois em excesso irá resultar
numa película sem coesão.
coesão Um pigmento mineral com boa
resistência aos raios UV dará mais longevidade à sua
pintura externa, já a adição de uma resina acrílica, dará
uma maior aderência e coesão às paredes internas
internas, desde
que usada na proporção correta, a fim de não alterar as
características físico‐químicas da caiação. E uma dica
i
importante:
t t é aconselhável
lhá l a compra na quantidade
tid d certa
t
para evitar diferenças de tonalidade.
• D
Durabilidade
bilid d
• Alguns cuidados deverão ser tomados com
relação à área onde será feita a caiação
caiação, para que
dure mais: a superfície deverá estar firme, sem
poeira gordura,
poeira, gordura mofo e sem vazamentos,
vazamentos os
quais poderão comprometer sua durabilidade.
• Com esses cuidados tomados, a pintura poderá
ter a duração igual à da tinta convencional, desde
que receba fixadores, impermeabilizantes e
aglutinantes
l i naturais,
i como a cola l ou o sumo ded
cactos.
• Quanto menos chuva incidir sobre a parede
pintada com Cal, mais tempo
p p ela durará.
• Para uma melhor aderência, a parede que
recebeu a pintura com cal só deverá ser
lavada três meses depois de aplicada.
• Para uma maior durabilidade da cor,
recomenda‐se
recomenda se o uso da cal em pasta, do que
a em pó.
• P
Prós
ó e Contra
C t da d Caiação
C i ã
• Além de ser uma tinta econômica pelo seu rendimento, de
fácil aplicação,
p ç , com uma ótima aderência e durabilidade e
fácil de ser encontrada, ela tem como vantagem disfarçar
defeitos nas paredes. Por isso é muito utilizadas em
paredes rústicas e rugosas.
• Ela não agride o meio‐ambiente por ser um produto de
base mineral, o que a torna ecológica. A sua natureza
calcária
l á i possuii ação
ã ffungicida
i id e bacteriana,
b t i não
ã possuii
insumos tóxicos, não forma película e permite que as
paredes “respirem”, evitando assim a formação de
umidade, e consequentemente, o surgimento de bolor. Por
estas qualidades é ótima para proteger paredes expostas às
intempéries
p e maresia.
• A pintura
i t com call resiste
i t às
à agressões
õ alcalinas,
l li
aos raios UV e aos demais poluentes.
• Sua desvantagem é não poder ser lavada
constantemente e o fato das intempéries
causarem um desbote e possíveis
descascamentos. Para que isso não venha a
acontecer, o local que recebeu a caiação deverá
receber uma reaplicação da tinta, em um espaço
de tempo menor. Mas se a tinta for de boa
qualidade ela poderá durar tanto quanto uma
qualidade,
tinta látex.
Látex PVA
Placas de madeira
Telhas
Impermeabilizações
MDF
• MDF é a sigla
i l internacionalmente
i t i l t utilizada
tili d para referir
f i
"Medium Density Fiberboard" que podemos traduzir
como "Chapa p de Fibras de Madeira de Média
Densidade".
• Trata‐se de um produto derivado da madeira,
produzido
d id à partirti d
das suas fib
fibras aglutinadas
l ti d por uma
resina sinté[Link] a outros produtos
derivados da madeira,, a distribuição
ç uniforme da fibra
em toda a sua espessura permite operações de
usinagem precisas, sem prejuízo na qualidade da
superfície daí resultante.
resultante
• Gamas de Espess
Espessuras
ras
• Finos: A tecnologia da fabricação de MDF já permite a prensagem
de chapas com espessuras muito finas. Pelas suas propriedades
b
bem características
t í ti e campo dde aplicações
li õ d das espessuras
tradicionais, pode dizer‐se que o MDF fino (de 1,8 a 6mm) é uma
classe distinta deste material.
O campo de aplicações é semelhante ao do compensado
multilaminado fino: painéis para paredes e tetos, fundos de
gavetas painéis traseiros de mobiliário,
gavetas, mobiliário painéis centrais de portas,
portas
painéis para exposições, bases para assoalhos, etc.
p
Podem aplicar os mesmos acabamentos e tratamentos superficiais
p
que no MDF de maior espessura. Esta gama de espessuras é
normalmente fabricada com pesos específicos da ordem dos
800/900Kg/m.
• Médi
Médios: Englobam‐se
E l b h bit l
habitualmente
t neste
t grupo as
espessuras de 7 a 30mm.
Grossos: É atualmente possível fabricar MDF até 60mm
de espessura. O maior potencial de utilização deste
tipo de produto reside em elementos estruturais e
arquitetônicos para edifícios, colunas e pilares em que
são importantes boas características para acabamento
e boa superfície. Também se pode utilizar em
assoalhos, prateleiras, tampos de bancadas, portas
interiores com faces profundamente moldadas,
moldadas pés
torneados para mesas, bilhares, etc...
• Modelos
M d l C Crus
Standard: a classe Standard destina‐se ao consumidor que
não tem exigências
ê especiais em relação ao MDF, a não ser
aquelas características normalmente esperadas do produto
e definidas p
pelas normas existentes.
Baixo teor de formaldeído: a classe de baixo teor de
formaldeído é particularmente importante para os
fabricantes de mobiliário que colocam seus produtos na
União Européia. A Alemanha e os países escandinavos, em
particular têm legislação muito severa quanto à emanação
particular,
de formaldeído presente na resina aglomerante do MDF.
• Resistente à umidade (MDF MR): o MDF
p
resistente à umidade suporta razoavelmente
bem a existência de vapor de àgua no
ambiente em que for empregado
empregado, podendo
receber ocasionalmente àgua ou um pano
úmido sobre a superfície
superfície. De salientar que
esta classe não é resistente (ainda) a
intempéries e, por isso, não deverá ser
utilizada ao ar livre.
• Para exterior:
e terior o MDF para exterior,
t i possuii além
lé d das b
boas
características para maquinabilidade e acabamento do MDF
Standard, a vantagem de extra‐resistência a condições ambientais
adversas desde que sejam tomados cuidados especiais a nível de
adversas,
acabamento, principalmente na selagem de superfícies e topos
comprodutos adequados. Recomenda‐se que os utilizadores desta
classe de MDF contatem os fabricantes ou os seus agentes, visando
obter dados sobre a aplicabilidade e, principalmente, sobre os
acabamentos. Esta classe de MDF pode ser utilizada, por exemplo,
em : pplacas de p
publicidade e sinalização,
ç , mobiliário de jjardim e de
zonas de recreio, esquadrias exteriores de janelas e portas
exteriores, painéis de portas exteriores, painéis desportivos,
revestimento de cabines de barcos, prateleiras para zonas ao ar
livre, etc...
• R
Resistente
i t t ao fogo
f (MDF FR):
FR) as chapas
h de
d MDF
denominadas Standard deverão, em condições
normais,, respeitar
p a Classe 3 de resistência ao fogo,
g ,
cujo método de tese se pode, por exemplo, regular
pela norma BS 476 Part. 7. As classes 1 ou 2 de MDF
são conseguidas durante a produção das chapas,
chapas
adicionando produtos químicos às resinas que
contrariam o desenvolvimento da combustão. O
material desta classe pode ser utilizado para
revestimentos de paredes, divisórias de escritório,
mobliliário institucional,
institucional mobiliário e componentes
decorativos de locais públicos, onde seja imperativo
por lei, o uso de materiais resistentes ao fogo.
• Alt
Alta Densidade
D id d (HDF):
(HDF) enquanto t os titipos anteriormente
t i t
citados são adequados à fabricação da maior parte do
mobiliário e aplicações na construção civil, existe a
possibilidade de se produzirem chapas com resistências ê
físico‐mecânicas melhoradas para aplicações que
requeiram
q alta resistência à flexão,, suportando
p pesos
p
elevados ou repetidos impactos. Estas chapas obtêm‐se
aumentando a quantidade de fibras, de resina aglutinante,
e modificando o ciclo produtivo. As chapas assim obtidas
têm um peso específico que pode atingir 900 Kg/m. As
aplicações mais prováveis para este MDF são : escadas,
prateleiras industriais,
industriais tampos de bancadas industriais,
industriais
estruturas de mesas, componentes de cadeiras, assoalhos
• Modelos
M d l Revestidos
R tid
Os revestimentos podem ser aplicados em
princípio, sobre qualquer tipo de chapa de MDF
cru. É evidente q
que,, com uma boa superfície,
p ,a
qualidade do revestimento será
significativamente superior.
Os materiais utilizados no recobrimento das
chapas são sensivelmente os mesmos usados
tradicionalmente.
• D
Deve‐se salientar,
li t entretanto,
t t t o revestimento
ti t
com papel primário, porque é de particular
importância que nas superfícies que serão
laqueadas ou envernizadas se evite os custos
inerentes a uma aplicação
p ç convencional do
primário.
Os principais
O i i i tipos
ti d revestimentos
de ti t são ã os
seguintes : papel melamínico, papel "finish‐foil",
lâmina de madeira,
madeira papel envernizável,
envernizável
revestimentos plásticos (PVC).
Compensado Resinado Cola Branca
(Virola)
• IIndicado
di d para construção
t ã d de edificações
difi õ no sistema
it a
seco
• O Compensado Resinado Cola Branca (Virola) é
preparado com resina cola PARMACOL UF 1408 (cola à
base de ureia e formol) em suas camadas internas. De
t
tonalidade
lid d clara,
l é indicado
i di d para construção
t ã d de
edificações no sistema a seco. A virola é uma madeira
p , característica da região
tropical, g norte do Brasil. Sua
característica principal é a ausência de nós no seu
aspecto visual, motivo pelo qual ela é utilizada na capa
e contracapa do compensado.
compensado
Compensado Plastificado de 120
gramas
• IIndicado
di d para construção
t ã d de lajes
l j à vista
it
• O Compensado Plastificado de 120 gramas é
composto por resina cola PARMACOL FS 1408
(cola à base de fenol ? cola fenólica), e tem seu
exterior coberto por um filme contínuo,
contínuo aplicado
sobre a capa. Este filme é composto com resina
fenólica em papel, tipo: 60512 /120 g/ m²,
indicado para construção de lajes à vista. Esta
chapa é resistente a seis deformadas de cada
lado (nas lajes),
lajes) desde que sejam tomados todos
os devidos cuidados.
• O filme
fil f óli faz
fenólico f ddo plastificado
l tifi d id ideall para
usos onde força e resistência à água são
essenciais.
essenciais
• Ao maximizar o uso da matéria‐prima, obtida de
fontes renováveis,
renováveis e ser reutilizável,
reutilizável o
compensado plastificado é um produto de
madeira sustentável.
• Por essas características e, ainda, por propiciar
excelente aparência ao concreto, é amplamente
empregadod na construção ã civil.l Conheça
h algumas
l
propriedades desse painel:
• APLICAÇÕES
Õ
• Com uma infinidade de usos, grande parte de
sua aplicação ocorre na produção de fôrmas
para concreto.
concreto A camada de filme que envolve
a chapa permite que o concreto não impregne
na fôrma.
fô O filme
fl fenólico
f ól ffacilita
l o desmoldel
e proporciona excelente aspecto ao concreto
aparente.
• MADEIRA
• O compensado plastificado é produzido com lâminas
de madeira reflorestada
reflorestada. Espécies como o Pinus e o
Eucalipto são empregadas, podendo inclusive ser
combinadas em sua composição, sendo as lâminas
externas
t d EEucalipto,
de li t e as lâ
lâminas
i internas
i t de
d Pinus.
Pi
• LÂMINAS
• As chapas de madeira compensada são uniformes.
uniformes O
cuidado na seleção de suas lâminas é para que o miolo
do compensado
p não tenha vazios ou nós. O número de
camadas do compensado pode variar, de 3 a 13
lâminas.
• FILME FENÓLICO
• As camadas de madeira, dos compensados para uso
exterior,
t i são ã coladas
l d com adesivos
d i t
termoendurecíveis,
d í i
classificados por WBP – weather and boil proof.
Resistentes ao calor e à pressão: o fenol‐formaldeído
fenol formaldeído e
a melamina permitem que a chapa seja exposta a
condições
ç rigorosas,
g de calor e frio, sol e chuva.
• Para a junção das lâminas do compensado plastificado,
é utilizado o tego film, uma película adesiva seca, à
base de resina fenólica. Disposto entre as lâminas de
madeira, esse adesivo é ativado com calor e pressão.
• A película
lí l seca, de
d tego film,
fil proporciona
i ao
compensado integridade estrutural e resistência
à água.
á N
Nas superfícies
fí i d da chapa,
h oferece
f
acabamento liso, o tornando ideal para concreto
aparente.
aparente
• Os filmes que revestem a chapa têm média e alta
d id d com gramaturas que podem
densidade, d variar,
i de d
110 g/m² a 250 g/m². Quanto mais espesso for o
fil
filme que envolve
l a chapa,
h maior
i é o número
ú d
de
reutilizações possíveis.
• ESPESSURAS E DIMENSÕES Õ
• O compensado plastificado é
comercializado em muitas espessuras, que
variam de 4 mm a 25 mmmm, sendo a de 18 mm
a mais utilizada nos canteiros de obras. Suas
dimensões tambémbé variam, com chapas
h que
têm de 1,10 metro de largura a 2,50 metros
de comprimento.
• BORDAS SELADAS
• Para aumentar ainda mais a durabilidade desse
compensado,
p , as bordas da chapa
p são seladas com
impermeabilizante. O produto impede a infiltração por
entre as lâminas. Recomenda‐se que, para cada novo corte
das chapas
chapas, seja aplicada uma demão de selador nas novas
bordas.
• REAPROVEITAMENTO
• As chapas plastificadas podem ser reaproveitadas e o
número de reutilizações está ligado à espessura do filme,
que reveste o compensado, ao número de lâminas e à
espessura da chapa. Alguns compensados proporcionam
até 30 reutilizações.
• Cuidados como o uso de selador e
desmoldante, assim como o
acompanhamento das normas da ABNT
colaboram para o aumento do índice de
reutilização. A garantia e o número de
utilizações são especificados pelo fabricante
no momento da aquisição das chapas.
Telhas
Tipos de telhas cerâmicas
Telhas de barro
• A
As características
í i d das telhas
lh que vamos abordar
b d abaixo
b i
são aproximadas, porque a telha de cada fabricante
possui algumas características e recomendações de
aplicação próprias, por isso, verifique e siga sempre as
instruções
ç do fabricante.
• Quanto mais inclinado for o telhado, maior a
quantidade de madeira será g
q gasta no engradamento
g
(estrutura) do telhado!
• Fazer a comparação de preços dos tipos de telha pelo
consumo por metro quadrado (un/m2) e não por
milheiro.
• Telha Americana
• Necessitam inclinação mínima de 30%,
tamanho aproximado de 43cm, consumo
médio de 16 un/m2
un/m2, peso de 36 kg/m2
kg/m2.
Geralmente são encontradas nas cores
vermelha,
lh bbranca e mesclada
l ((vermelha
lh e
branca). Capa e bica são separadas.
• TTelha
lh Colonial
C l i l
• Necessitam de inclinação mínima de 30%, tamanho
aproximado
i d d de 48
48cm, consumo médio
édi dde 24 un/m2,
/ 2
peso de 57,6 kg/m2 . A capa e bica são separadas. São
encontradas nas cores vermelha
vermelha, branca e mesclada
(vermelha e branca).
• Telha Italiana
• Necessitam de inclinação mínima de 30%, tamanho
p
aproximado de 41cm,, consumo médio de 14 un/m2,
/ ,
peso de 38,50 kg/m2. É uma única folha de capa e bica.
• Telha
lh Romana
• Necessitam de inclinação mínima de 30%,
tamanho aproximado de 40cm, consumo médio
de 16 un/m2, peso de 38,40kg/m2. É uma única
folha de capa e bica.
• Telha Portuguesa
• Necessitam inclinação mínima de 30%, tamanho
p
aproximado de 41cm,, consumo médio de 17
un/m2, peso de 40,8 kg/m2. É uma única folha de
p e bica.
capa
• Telha Francesa
• São telhas praticamente planas, sem a
formatação capa e bica, por isso exigem
inclinação maior (por volta de 36%)
36%), tem
tamanho aproximado de 41cm, consumo
médio
é de 16un/m2,
/ peso de 43,2kg/m2.
k /
• Telhas Cerâmica Paulista
• As Telhas de cerâmica do modelo paulista
possuem o mesmo design da telha colonial,
portanto apresenta as mesmas vantagens e
desvantagens. O diferencial desta telha está
em suas dimensões, sendo mais estreitas do
que o modelo colonial. Oferecem um design
mais moderno e possuem muitas opções de
cores.
• Telhas
lh Cerâmica
C â i Plan l
• A telha de cerâmica modelo plan apresenta
design simples e enxuto,facilitando o encaixa
sobre o ripamento, diminuindo assim o tempo da
obra. Além disso, proporciona um ótimo
isolamento térmico. Esse tipo de telha
caracteriza‐
i se por apresentar a capa com largura
l
ligeiramente inferior ao canal, que apresenta
f
forma reta,
t também
t bé é conhecida
h id como C Colonial
l i l
Quadrada.
• Peças Especiais
• Existe uma grande variedade de peças de
cerâmica especiais com finalidade de um
acabamento As peças proporcionam
acabamento.
fechamentos e vedações ao telhado dando o
acabamento
b necessário
á
• Telhas
lh ded Concreto
C
• As telhas de concreto são elementos de
cobertura com diferentes acabamentos, cujos
perfis permitem encaixes perfeitos. Disões de
saliências na parte inferior frontal (formando a
"pingadeira") para impedir o retorno de água e
f ili o deságue
facilitar d á sobre
b a telha
lh seguinte.
i
Também possuem duas travas na parte inferior
t
traseira,
i cujaj função
f ã é permitir iti o seu encaixe
i nas
ripas e evitar deslizamento.
• Existem dois tipos de telhas de concreto: uma
que apresenta
q p pigmentação
pg ç de cor chamada
de pirineos e a outra apresenta a sua
coloração natural
natural, chamada de clássica
Telhas de fibrocimento
• A Telha de fibrocimento de 6 e 8mm atende às
ç
mais variadas soluções arquitetônicas,
q
vencendo grandes vãos livres com segurança e
resistência Oferece a grande vantagem de ser
resistência.
mais leve quando comparada aos demais
perfis estruturais.
estruturais Versátil e eficiente tanto em
coberturas como em fechamentos laterais.
• A Telha fibrocimento canalete 90 de 8mm de
p
espressura éopperfil ideal p
para coberturas e
fechamentos laterais com segurança e
durabilidade Permite a criação de vãos livres
durabilidade.
arrojados e amplos beirais. Apresenta design
moderno e funcional
funcional, facilitando as
composições arquitetônicas.
• A Telha fibrocimento canalete 49 de 8mm de
p
espressura é uma p peça
ç estrutural capazp de
proporcionar grandes vãos livres com menor
estrutura de apoio
apoio. Seu perfil de linhas retas
confere classe e beleza às coberturas e
fechamentos laterais
laterais. Possibilita telhados
horizontais de alta resistência e durabilidade
com toda segurança.
• A Telha
T lh d de fib
fibrocimento
i t ondulada
d l d com opções õ de
d
4, 5, 6 e 8 mm de espressura é um produto de
grande versatilidade para coberturas e
fechamentos laterais em obras de qualquer
porte. Vence ggrandes áreas de telhado com
p
rapidez de montagem e fixação,exigindo, ainda,
estrutura de apoio simplificada. É econômica,
resistente
i t t e durável,
d á l oferecendo
f d uma variadai d
gama de peças complementares que preenchem
as exigências de arquitetos
arquitetos, projetistas e
construtores.
• Telha fibrocimento modulada ou onda de 50
p
com 8mm de espessura contribui de forma
marcante para compor a harmonia dos
telhados residenciais
residenciais. Possui as vantagens de
um produto funcional, resistente e
econômico com estrutura de apoio
econômico,
simplificada. Oferece total liberdade de
projeto graças à sua linha de peças
complementares.
• Telhas
lh Metálicas
áli
• As telhas de aço apresentam formato trapezoidal
e são fabricadas com aço galvanizado ou
galvalumi em diversas dimensões e espessuras de
acordo com a necessidade do cliente.
Geralmente, esse tipo de telha é utilizado em
coberturas
b d galpões
de l õ e industrias
i d i e são ã
montadas sobre estrutura metálica, tendo – se a
opçãoã de
d colocação
l ã de
d telhas
t lh translúcidas
t lú id para
maior aproveitamento de luminosidade solar
• As telhas metálicas também possibilitam a
pç de receberem pintura
opção p em diversas
cores e tonalidades.
• Telhas TranslucidasTELHAS TRANSLÚCIDAS
Ú
• Fabricada em resina poliéster, é aditivada com
absorvedor de raios U.V. e reforçada com
fibras de vidro
vidro. Possui também elevada
resistência química, permitindo sua aplicação
em locais
l que costumam afetar
f materiais
convencionais, que sofrem com problemas de
corrosão.
• O
Outra vantagem iimportante d da Fibertelha
ib lh é o
aclareamento natural e a perfeita difusão da luz
em ambientes
bi t ffechados,
h d propiciando
i i d uma
redução considerável no consumo de energia
elétrica A Fibertelha é também fabricada em
elétrica.
diversos perfis, nas espessuras 0.8, 1.0, 1.2, 1.5 e
2 0 mm e nas cores incolor,
2.0 incolor branca leitosa,
leitosa verde,
verde
azul e amarelo. A coloração é dosada
tecnicamente para proporcionar a iluminação
adequada para cada tipo de ambiente.
• Telhas Termoacústicas
• As telhas térmoacústicas proporcionam
grande conforto térmico em telhados. Seu
perfil é econômico e permite grande
velocidade na montagem. A chapa superior
possui um design leve
l com um trapézio
é a cada
50cm e a chapa inferior, por ser lisa, dispensa
a utilização de forros.
• As telhas apresentam em sua composição,
p
uma espuma de p
poliuretano q
que ggarante as
propriedades ideias de isolamento térmico,
estabilidade dimensional,
dimensional resistência à chama
e durabilidade, além de proporcionar
excelente isolamento acústico em relação aos
ruidos de chuva, vento,entre outros.
• Estrutura de Madeira
• As estruturas de madeira oferecem muita
estabilidade para o telhadoe proporciona
facilidade na fixação das telhas, parafusos, e
acessórios. Além disso, a madeira é um material
de alta durabilidade e não oferece danos ao solo
solo.
As estruturas de madeira podem ser utilizadas
nas coberturas dos mais variados tipos e para
uma grande variedade de finalidades.
• Estrutura Metálica
• Hoje
j em dia,, utiliza – se muito a opção
pç de
estruturas metálizas para construção de telhados,
principalmente quando se trata de telhados para
fins industriais e coberturas de quadras, fábricas,
escolas garagens,
escolas, garagens supermercados
supermercados, universidades,
universidades
galpões, igrejas, etc. Apesar de dimensões
grandes o material utilizado para confecção de
grandes,
uma estrutura metálica possui um baixo peso.
• Assim, é usual conseguir uma redução de
metade do tempo p necessário para
p a
construção quando comparada com a
construção convencional
convencional. Nas habitações com
estrutura metálica poupa‐se na mão de obra e
investe se na qualidade dos materiais básicos
investe‐se básicos.
• Manta de
d Subcobretura
S b b d Alumínio
de l í i
• As mantas de subcobertura aluminizadas são
muito utilizadas hoje em dia tanto para
construções residenciais como para coberturas
industriais, pois garante o conforto térmico
deixando a temperatura agradável no verão e no
i
inverno. Alé
Além disso,
di mostra – se muito
i eficaz
fi em
proteger o forro e a laje de possíveis infiltrações
causadas
d por telhas
t lh quebradas
b d ou com fi fissuras e
aumenta a impermeabilidade.
• Vantagens
– Proteção à radiação térmica: reflete 95% do calor por
radiação
– Maior conforto térmico: impede a entrada de calor no
verão e minimiza a saída no inverno.
– Economia: reduz ou elimina o uso do ar condicionado.
– Resistente ao calor, umidade, fungos e bactérias.
Segurança
g ç adicional contra vazamentos no telhado.
• M
Mantat Asfáltica
A fálti
• A manta asfáltica também é aluminizada, pois o
alumínio é um excelente componente de
isolamento térmico. Geralmente, é instalada
sobre as telhas
telhas, como revestimento de toda
cobertura. As folhas de alumínio, refletem os
raios solares, reduzindo o calor e protegendo o
ambiente de qualquer tipo de infiltração, pois é
100% impermeável. Como manta resistente, não
sofre ressecamento em função das intempéries e
não requer qualquer tipo de proteção mecânica.
Manta asfáltica para lajes
• ‐ Arredonde os cantos vivos entre lajes e
paredes com argamassa
p g forte de cimento e
areia, antes de aplicar a manta.
• ‐ Em caso de trinca na laje
laje, coloque uma tira
de manta de 40cm de largura em toda
extensão da trinca.
Cole somente as bordas desta tira (10 cm de
cada lado), deixando o meio sem colar
‐ Não derreta a manta, apenas queime bem o
plástico da superfície
p p inferior.
‐ As emendas de sobreposição devem ser muito
bem feitas,
feitas garantindo fixação em todos os
pontos de sua extensão.
Para isso, queime as duas faces
f das mantas
que serão colocadas.
‐ Utilize maçarico de boca larga, próprio para
aplicação de manta.
manta
‐ Após a colagem da manta em toda a área,
g
aconselha‐se fazer um teste de água,
tampando os ralos e enchendo a área com
5cm de água
água.
Deixe com água por 3 dias. Se houver
vazamentos verificar as emendas nas região
vazamentos,
da infiltração. Se houver cortes ou furos,
corrigir.
‐ Utilize
Utili uma camada d separadora
d para evitar
it que o
contra‐piso fique em contato direto com a manta.
Obs Sobre este tipo de manta deve
Obs.: deve‐se
se fazer
sempre um revestimento que a proteja de
perfurações cortes,
perfurações, cortes trânsito direto de pessoas e
da ação do tempo.
‐ Os contra
contra‐pisos
pisos devem ter espessura mínima de
3cm.
Em caso de áreas grandes, é necessário ter juntas
d d
de dilatação
l ã para preservar o contra‐piso de d
fissuras e trincas.
‐ Não aplicar a manta asfáltica com temperatura
inferior a 5°C.
‐ Não realizar trabalho com chuva ou tempo instável
e não recomeçar ate que a superfície este
totalmente seca.
‐ Em
E éépocas de d frio,
f i as mantas
t deverão
d ã ser
acondicionadas na obra, no mínimo 2 horas antes
d sua aplicação,
de li ã a fifim d
de conseguir
i um equilíbrio
ilíb i
climático que também afeta ao substrato.
• P
Preparação
ã d da superfície
fí i
• A superfície devera estar limpa e isenta de pó.
Sobre a superfície horizontal úmida
úmida, executar
regularização com argamassa cimento e areia na
proporção de 3:1 com caimento mínimo de 1% em
di ã ao ralo.
direção l
• Na região do ralo devera ser criado rebaixo de 40 x 40
cm por 1 cm de profundidade com bordas
arredondadas para o nivelamento da
impermeabilização acima dos reforços previstos.
O acabamento
b d
da superfície
fí i seráá d
desempenado
d e
todos os cantos e arestas deverão ser arredondadas.
• A
Aplicação
li ã do d produto
d t
• ‐ Aplicar sobre a regularização seca uma demão de
DILUPRIMER puro com rolo ou trincha e aguardar no
mínimo 8 horas para secagem.
• ‐ Alinhar as mantas de acordo com a área a
impermeabilizar, iniciando a colagem no sentido dos
ralos em direção as cotas mais elevadas.
• ‐ Proceder à aderência total do produto derretendo a
camada de polietileno antiaderente da manta com
chama de maçarico.
ç
As emendas deverão ser de no mínimo 10 cm e serão
biseladas para perfeita vedação.
• ‐ Realizar
R li teste
t t de
d estanqueidade
t id d com coluna
l de
d
água de no mínimo 5 cm por 72 hs.
• ‐ Após a aprovação do teste,
teste pintar as juntas e
arremates com tinta asfáltica aluminizada
ALUTINTA utilizando rolo de espuma pequeno
ALUTINTA,
para completa proteção e acabamento da manta.
• Manta asfáltica aluminizada
• Manta asfáltica autoprotegida com folha de
alumínio,, estruturada com uma armadura central
de filme de polietileno, com a finalidade principal
de impermeabilização.
• Aplicação
li ã com maçarico i
• Nesse tipo de aplicação, a manta deve ficar
aderida em relação a superfície ou substrato e
esta superfície deve estar regularizada e com
caimentos mínimos de 1% em direção aos pontos
de escoamento de água.
• 1) A tinta primária (PRIMER) deve ser aplicada
sobre o substrato a frio, em temperatura
ambiente, através de pincel ou rolo logo após a
limpeza da superfície.
• 2) Para a manta aderir
d i ao substrato,
b d
durante a
aplicação, a mesma deverá ser desenrolada ao
mesmo tempo
t em que é aquecida
id pelol ar quente
t
emanado do maçarico e comprimida sobre a
superfície previamente pintada
pintada.
• 3) Depois da aplicação da manta e antes do
assentamento dad camadad ded proteção
ã mecânica,
â i
deve‐se testar a estanqueidade, deixando‐se uma
lâ i de
lâmina d água
á sobre
b a manta t por um período
í d ded
no mínimo 72 horas.
• Decorrido esse prazo, é preciso proceder à
análise visual da superfície inferior da laje, para
se verificar a possibilidade de vazamentos.
A mesma operação
p ç deve ser feita na superfície
p da
manta, onde é necessário verificar a existência de
bolhas com água entre a manta e o substrato.
• 4) Por fim deverá ser colocada a camada
separadora e executada a proteção mecânica.
mecânica
• As matas devem ser dimensionadas para o
p de utilização,
tipo ç mudando espessura
p e
acabamentos
MEMBRANAS ELASTICAS FLEXIVEIS
Uma membrana líquida elástica ideal para
isolamento de lajes e telhados, criando um
revestimento durável, forte, impermeável e
respirável.
• é fá
fácilil iisolar
l ttambém
bé elementos
l t estruturais
t t i
complicados, tais como tubos de passagem e canos,
obtendo uma camada de cobertura sem quaisquer
q q
juntas.
• A cobertura pode ser reforçada instalando‐se malha de
poliéster
lié no revestimento
i da
d membrana.
b P
Pode
d ser
utilizado para cobrir diversas superfícies, tais como
concreto, madeira compensada, coberturas metálicas
entre outros.
• É um material impermeável, porém que respira
resistente aos raios ultravioletas,
l l estável
á l e com
excelente capacidade de fechar rachaduras.
• Informações Adicionais
• reduz temperatura nas lajes em até 45%.
45%
• reflete 85% da energia solar, manta asfáltica e
outros materiais
i i pretos só
ó refletem
fl 20%
% e vãoã
ajuda ao absorver o calor dentro de prédio.
• O acumulo do calor no caso da manta asfáltica
é reduzido com o uso de mantas deste tipo.
tipo
• A
Aplicações
li õ
• Reparar coberturas antigas de concreto e manta
asfáltica.
asfáltica
• Vedação e cobertura de telhados tipo colmeia em
telhados íngremes.
g
• Proteção de superfícies de telhados a partir de
condições ambientais.
• Impermeabilização sob revestimentos cerâmicos em
saunas, box, piscinas entre outras.
• Cobertura de novas e usadas com telhas de
fibrocimento.
• Condições de aplicação
• Não aplique quando a temperatura ar estiver
abaixo de +5ºC ou a umidade relativa acima
de 80%
80%, ou se o clima estiver chuvoso
chuvoso. Não é
recomendado aplicar a membrana em
concavidades onde se formam
f possas de água
á
após a chuva.
• Instruções de aplicação
• Limpe a base, remova poeira e sujeito e o
excesso de massa ou tinta. Aplique o Elasteq
Lajes sobre a superfície com um rolo ou
pincel, em duas camadas, a segunda
transversalmente
l com relação
l à primeira.
Dependendo das condições de aplicação, cada
camada deve secar por 12 a 24 horas.
• Superfícies
fí i d de concreto d
devem receber
b a
primeira camada de base de Elasteq Lajes
diluído 1:1 com água e as demais camadas
sem diluir. È recomendado o uso de uma
malha de polipropileno em junções de
paredes ao redor de canos e ralos aplicando
uma camada base de Elasteq Lajes a malha de
polipropileno e outra camada de Elasteq Lajes
sobre a malha de poliéster para uma melhor
aderência dos produtos.
• C
Calhas
lh e RRufos
f
• Um telhado é um coletor de água da chuva, essa
água precisa ser escoada sem empoçar a porta
porta,
varanda ou qualquer outro local do imóvel. As
calhas servem para recolher a água da chuva e
conduzi‐las para onde queremos.
As calhas protegem sua casa ou empresa de
sérios danos provocados pela água. Não apenas
de eventuais alagamentos causados por fortes
chuvas mas principalmente prevenindo as
chuvas,
fundações de rachaduras e corrosões.
• A
As calhas
lh evitam
i que as águas
á vindas
i d dod telhado
lh d
pinguem no chão e respinguem nas paredes externas.
Muitos dos danos estruturais de casas e prédios são
causados pela ação da água e da ausência de calhas.
• - Mistura rápida
ç
- Floculação
- Decantação
- Filtração
• Neste caso reutiliza-se o produto tratado
de maneira diferente
f
• Existem tratamentos de diversos portes
As instalações prediais - definições
1 45º 45º
• Á
Área ddos cabos
b d de 1”=
1” 2,54
2 cm
• S = π d²/4 = 5,06 cm²
• O equilíbrio das forças atuantes nos cabos devem
resultar em P = 2* F1* cos 45º
• Ou: F1= P/2*0,707
• σ = P/S ou P = 1500 * 5,06
5 06 = 7590 kgf
• Nos cabos inclinados:
• F1
1 = 7590/1,414=
90/1 1 5368 368 kgf
k f
• S= P/σ ou S= 5368/1500 = 3,57 cm²
Lei de Hooke
• Calcular a deformação linear no cabo do
p
exercício anterior se o comprimento for de 1
metro.
• O aço tem E = 2.100.000
2 100 000 kgf/cm²
• A deformação vem de
• σ = E* ε, ou ε = σ/E
• ε = 1500/2100000 = 0,71*
0 71* 10(
10(‐5)
5)
• E qual a deformação sofrida pelo cabo?
∆l = Nl/AE
A carga e a área vem do primeiro exercício:
7590 kkgff e 5
5,06
06 cm²²
∆l = 7.590*100/5,06*2.100.000
/ , = 0,07
, cm
• Uma análise da lei de Hooke nos leva a
algumas
l conclusões
l õ
• Corpos de
d um mesmo material i l tem relação
l ã
linear entre E e ε.
• Se um corpo com determinada área sobre um
ç de tração
esforço ç ou compressão
p e uma
determinada deformação, sofrer um aumento
g
de carregamento, , deformará
proporcionalmente a este carregamento. Se a
deformação tiver que ser a mesma, a seção
deverá ser aumentada igualmente.
• A relação entre tensão e deformação chama‐
ç longitudinal
se módulo de deformação g ou
módulo de elasticidade, ou ainda módulo de
Young símbolo E com medição em kgf/cm²
Young, kgf/cm .
• Os aços tem elevado E e materiais plasticos
tem baixo
b E.
• Neste
N di
diagrama podemos
d di
dizer que no estágio
á i
– OA o corpo está no regime elástico linear
– AB o corpo está
tá no regime
i elástico
lá ti não
ã linear
li
– BC o corpo está em escoamento com deformação plástica
– CD o corpo tem endurecimento com aumento da força
atuante, até um limite de ruptura.
• Cada material tem uma característica própria nas leis
da deformação. O aço, segue muito bem esta lei,
apresentando grandes deformações antes da ruptura
• Outros materiais, que não são dúcteis, rompem antes
deste escoamento.
Lei de Young – Símbolo E
• Diante
i deste
d gráfico
áfi representativo
i pode‐se
d
mostrar que cada material tem uma resposta
própria
ó i a este
t carregamentot
• Aço E= 2100000
• Ferro doce E= 1000000
• Alumínio EE= 700000
• Cordoalha E= 1000000
• Madeira E= 80000 à 140000
• Borracha E= 10
• Com este dados pode‐se concluir que, se duas
peças,
p ç com igual
g seçãoç transversal, forem
carregadas com a mesma força F, a
deformação do alumínio será 3 vezes maior
que a do aço
2100000/700000
/ =3
Módulo de Poisson
• Quando um corpo é tracionado sua seção
p
diminui, se comprimido, aumenta. A relação
ç
entre a deformação longitudinal e cada
dimensão transversal é característica do
material e chama‐se módulo de Poisson (μ)
MOMENTOS ESTÁTICOS E BARICENTROS DE
SUPERFÍCIES PLANAS
• Momento estático
ái d de um elemento
l d
de áárea
dA em relação a um eixo é o produto da área
do elemento por sua ordenada em relação ao
eixo considerado.
• Sendo:
dA ‐ elemento de área componente da
superfície
x e y ‐ coordenadas
d d d deste
t elemento
l t em
relação ao sistema de eixos
• Momento estático de uma superfície é a soma dos
momentos estáticos em relação a um mesmo eixo
dos elementos que a constituem.
DETERMINAÇÃO Ã DO BARICENTRO DE
SUPERFÍCIE
• A utilização dos conceitos de momento
estático se dá no cálculo da posição do centro
de gravidade de figuras planas.
• Seja:
G ‐ baricentro da superfície com coordenadas
à determinar (xG; yG)
MOMENTOS E PRODUTOS DE INÉRCIA
• D
Define‐se
fi momentos e produtos
d d
de inércia
i é i ded uma
superfície , usando como referencia a mesma
superfície de área A referida à um sistema de eixos xx,y:
y:
• "Momento de inércia de um elemento de área em
relação a um eixo é o produto da área deste elemento
pelo quadrado de sua distância ao eixo considerado."
– Notação
ç : j ((índice com o nome do eixo))
– Expressão analítica:
– jx = y2 . dA
– jy = x2 . dA
• Define‐se :
• "Momento
Momento de inércia de uma superfície em
relação a um eixo é a soma dos momentos de
inércia em relação ao mesmo eixo dos
elementos de área que a constituem.“
20
40
20 40 20
figura 1:
fi 1
• A1= 20*80
• (Ix)1
(Ix)1’ = bh
bh³/12=
/12= 80*20³/12
80 20 /12 = 53
53,3
3 * 10
10³ mm4
• (Ix)1= (Ix)1’ + A1*d1² = 53,3*10³ +(20*80)*24² =
=975*10³ mm4
figura 2:
• A2 = 40*60
• (Ix)2’ = b*h³/12 = 40*60³/12= 720*10³ mm4
• (Ix)2 = (Ix)2’ + A2*d2² = 720*10³ + (40*60)(16)²=
=1334*10³
1334*10³
Ix = (975+1334)* 10³ mm4
• Na questão ã ddo concurso, analisando
li d por soma d
de
figuras.
• A1 = 6, A2 = 6, A3 = 6
• ((Ix1)’=
) 18, ((Ix2)’=
) 2 e ((Ix3)’=
) 18
• Ix = 38 cm4
• Analisando como subtração de áreas:
• A1= 30, A2= 6 e A3=6
• Ix1’
1’ = 90,
90 Ix2’
2’ = 2 e Ix3’
3’ = 2
• Ix = 90‐26‐26 = 38 cm4.
Raio de Giração
• Trata‐se da relação entre momento de inércia
ç transversal de uma fugura
e da seção g p
plana;
i = √I/A
• É obtido
b id para os eixos
i xey
• Determina‐se a p possibilidade de flambagem
g
em peças comprimidas, que ocorre na direção
de menor raio de giração
Deformação em vigas,
vigas linhas elásticas
• Os esforços internos solicitantes provocam
ç
deformações em vigas.
g A determinação ç desta
deformação tem por objetivo, evitá‐las, ou
estudar estruturas hiperestáticas
hiperestáticas.
Deformadas e rotações de vigas bi‐
apoiadas
Deformadas e rotações de vigas bi‐
apoiadas
Deformadas e rotações de vigas bi‐
apoiadas
Deformadas e rotações de vigas bi‐
apoiadas
Método da Sobreposição
Determine o deslocamento em C e a
rotação em A da viga da figura
• A rotação e a deformação são obtidas pela
ç dos carregamentos;
associação g
• Para as cargas distribuídas temos:
• Para a carga concentrada:
σ = Pcrit/S
90 = 20000/S; S= 20000/90= 223 cm²
Lado b= 14,9X14,9
14 9X14 9 cm que á atendida pela
área de 15,7x15,7 cm.
• Determinar o momento de inércia da figura.
• O centro de gravidade da figura está localizado
no encontro dos eixos xy.
• O centro de
d gravidade
id d de
d cadad figura
fi éd
dado
d
pela expressão
bh³/12
• Utilizando a=30 cm
• Dividir a figura em duas partes, um quadrado
e um triangulo
• O centro ded gravidade
id d do
d quadrado
d d tem
coordenadas (15,15),
• O centro de gravidade do triangulo tem
coordenadas (40,10)
(40 10)
Ai xi yi AiXi AiYi
1 900 15 15 13500 13500
2 400 40 10 16000 4000
A 1300 Ʃ 29500 17500
X= 29500/1300= 22,69
22 69 Y=17500/1300=23,84
Y=17500/1300=23 84
CG ( 22,69;13,46)
Resolução de questões de provas