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Aulas 1 A 32

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GEOTECNIA

Objetivo
O solol é um material
t i l de
d construção
t ã usado
d a
séculos. As primeiras edificações eram feitas
com este material porém seu conhecimento é
limitado. A priori não se conhece suas
características tais como aço,aço concreto,
concreto
argamassas, etc. Deve-se portanto avaliar
cada tipo de solo de modo a melhorar sua
utilização. Um conhecimento adequado do
material a p partir da Mecânica dos solos,,
associados com estudos experimentais de
laboratório junto com o bom senso irão
propiciar sua utilização adequada.
Geotecnia
• É uma das áreas de estudo da engenharia
• È a interação entre o ambiente geológico e os
trabalhos (obras) realizados pelo homem
• Esta interação permitirá uma perfeita harmonia
entre a construção e o solo
• O solo mal avaliado pode não resistir a esforços
atuantes na estrutura provocando situações
construtivas inadequadas
• Geotecnia envolve problemas relativos a:
– Capacidade de suporte de materiais geológicos
– Estabilidade
E t bilid d dde ttaludes
l d
– Obras de contenção
– Barragens
– Erosão
– Fundações
– Contaminação de solos
– Drenagens
– Etc…
Etc
Estudos geotécnicos visão interpretar
ç de g
resultados de serviços geotecnía,,
definição de valores de parâmetros para
cálculos e a aplicação de modelos
representativos de obras geotécnicas em
implantação de construções
construções.
• Todo pprojeto
j p
para uso do solo contempla
p
cargas aplicadas pela edificação sobre o
solo e a sua resposta a estas solicitações.
• A resposta do solo é muito variável, implicando em
uso da experiência para análise de cada caso.
• A engenharia de fundações é uma arte que se
aprimora com a experiência, com a interpretação do
comportamento
t t das
d estruturas
t t e a respostat
• Os solos são constituídos de partículas com um
lí id e o ar. A movimentação
líquido i t ã ddas partículas
tí l ffaz
com que o solo possa se alterar sob efeito de
carregamento
Características
• Tamanho das partículas – granulotetria
– Grão maiores como areias e pedregulhos claramente
visíveis
– grãos tão finos que na presença de água se torna uma
pasta
– Classificam-se: pedregulhos, areias, siltes e argilas
– As areias p
podem ser subdivididas em g grossas e finas
• Constituição mineralógica
– Cada material tem uma composição,
p ç , mais ou menos
resistente, estas composições interferem na resistência
final do solo
• Sistema solo água
– A composição da água não é rígida e na
presença das argilas pode fornar o que se chama
de “camada dupla”, impedindo o contato entre as
partículas
tí l e permitindo
iti d sua movimentação.
i t ã
• Sistema solo água ar:
– Na presença de pouca água superficial aparece o
efeito de capilaridade que é a ascensão capilar
d á
da água
CONCEPÇÃODE OBRAS
• Para se desenvolver um projeto para engenharia
que dependa do estudo de solos uma grande
variedade de situações são avaliadas.
• Alguns dos elementos necessários são:
1) Topografia da região ou área
– Levantamento topográfico (pplanialtimétrico)
– Dados sobre taludes e encostas no terreno ou
que possam, em caso de acidente, atingir a área
a ser utilizada
– Dados sobre erosão ou evoluções preocupantes
na geomorfologia
2) Dados geológicos-Geotécnicos
– Investigação
g ç do subsolo de p preferência em duas
etapas, preliminar e complementar
– Dados g geológicos
g eggeotécnicos como mapas,
p ,
fotos, aerofotogrametria, experiências na região
A seguir
g apresentamos
p a obtenção
ç dos dados
geológicos do terreno.
Sondagem geotécnica
• Objetivo: determinar as características do solo onde
será executada uma construção
• Custo relativamente baixo,
baixo facilidade de execução e
equipamentos simples dão ao engenheiro
conhecimento de todas as partes do subsolo
• Permite adotar a melhor solução para a fundação
• Sondagem
S d á percussãoã SPT é a mais i adotada
d t d
• Coletagem de amostras de solo, semi-deformadas
d metro
de t a metro,
t para uma posterior
t i
caracterização táctil-visual em laboratório, através
do barrilete amostrador padrão
• Determina-se:
Determina se:
• O perfil geotécnico do local investigado;
• A profundidade de ocorrência do lençol freático;
• A determinação da resistência do solo através do
S P T (StandardPenetration Test),
S.P.T. Test) ou
o seja,
seja o
número de golpes necessários para a cravação dos
últimos 30 cm do barrilete amostrador por um peso
de 65 kg, solto a uma altura de 75 cm em queda
livre;
• Fornecer informações sobre a consistência
e compacidade dos solos investigados;
• Portanto, somente com a execução de sondagens a
percussão é possível determinar as características
e propriedades
i d d d do subsolo
b l d desse empreendimento.
di t
• Basicamente a sondagem a percussão fornece
t d as informações
todas i f õ citadas
it d acima.
i Um
U engenheiro
h i
de posse dessas informações poderá tomar
decisões de projeto e execução mais eficientes
eficientes,
precisas, seguras e econômicas.
3) dados da construção
– Tipo de uso da obra a ser executada
– Sistema estrutural se for o caso
– Cargas
g atuantes e ações
ç nas fundações
ç
4) obras e construções vizinhas
– Tipos de construção na região
– Número de pavimentos de edificações próximas
– Desempenho das fundações das edificações
próximas
– Existência de subsolos próximos
– Consequências de escavações e vibrações
provocadas pela obra
– Consequências dos carregamentos provocados
pela obra nos entôrnos
Ações provocadas nas fundações
1) cargas vivas
– São as cargas operacionais de ocupação
ocupação,
armazenamento, veículos, frenagens.
– Cargas ambientais como ventos
ventos, umidade
umidade,
temperatura, etc
– Cargas acidentais como possibilidade de colisão
colisão,
explosões, fogo, etc.
2) cargas mortas ou permanentes
– Peso da estrutura – atuam sempre
– Carregamento estr
estrutural
t ral – atuam
at am com uso
so
– Empuxos e recalques – podem ser variáveis
• São previstos critérios para combinação destas
ações que representam os “estados limites últimos”
e “estados
“ t d lilimites
it d de utilização”.
tili ã ”
REQUISITOS PARA UM PROJETO DE FUNDAÇÕES
São requisitos básicos para atender um projeto de
fundações
• Deformações aceitáveis sob cargas
• Segurança adequada ao colapso do solo
• Segurança adequada do elemento estrutural
Alternativas de fundações

• Fundações superficiais
– Blocos – sem necessidade de armadura pois o
volume absorve os esforços de tração
– Sapatas – concreto armado com altura pequena
onde a armadura absorve a tração
– Vigas de fundação ou baldrame – apoiadas em
recebendo cargas de paredes e pilares
– Grelhas – conjunto de vigas que se cruzam
– Sapatas associadas –
– Radier – recebem todas as cargas
• Fundações profundas
– Estacas – executadas com auxilios de
equipamentos de percussão ou cravação,
prensagem, vibração, escavação, ou mistas
– Tubulões – cilíndricos com base alargada por
operário (riscos acentuados), camisas
– Caixão – fundações profundas prismáticos
instalados por escavação
• Fundações mistas de estacas e sapatas
Escolha da solução de fundação

• Características da construção podem impor tipo de


solução
• Alguns casos pode exigir soluções profundas como
camadas espessas de solo mole e rígido
posteriormente.
t i t Deve-se
D ultrapassar
lt a camada
d molel
para chegar ao rígido. Várias soluções podem ser
adotadas em estacas
estacas.
• Existem casos em várias soluções podem ser
adotadas o que pode determinar deve ser
adotadas,
escolhido entre:
– Menor custo ou prazo de execução
• No estudo de alternativas pode se incluir mais de
um tipo de fundação superficial ou profunda.
• Alguns parâmetros avaliados para a solução
– Cortes, aterros e reaterros
– Volume de concreto e aço a ser utilizado
– Mão de obra p para execução
ç
– Lençol freático e necessidade de rebaixamento
– A escolha é portanto variável e deve-se avaliar
algumas alternativas para adotar a melhor
escolha
Caso de fundações superficiais
• Blocos são os elementos mais simples e quando
possível adotá-los são os mais econômicos por não
precisar
i usar aço.
• Sapatas são apropriadas em locais de baixa
resistência
i tê i d do solo,
l iindependente
d d t d da carga.
• Radier ajuda nas áreas molhadas pois a
compressão ã sobreb a tterra di
diminui
i i a umidade,
id d porém
é
não são aconselháveis em local de transito intenso
pela falta de rigidez.
rigidez Podem ser lisos
lisos, com
cogumelos, nervurados ou caixão. Nesta ordem
está sua rigidez
rigidez. Ainda existe os abóbada.
abóbada
Casos de fundações profundas
• Vários tipos de soluções e sempre aparecem
novidades
a) Com grandes deslocamentos
• Madeira – em p pouco uso
• Concreto pré moldado ou in situ como escavadas
ou Franki
b) Com pequenos deslocamentos
• Perfis de aço
• Concreto moldadas in situ como strauss ou raiz ou
pré moldadas com pré furo
c) Sem deslocamento
• Escavadas
E d ou didiafragma
f
Escolha da estaca
É preciso levarem conta:
1)) Esforços
ç
– Intensidade do esforço na fundação
– Possibilidade de esforços adicionais como flexão
2) Características do solo
– Lençol freático dificulta abertura do solo sem uso de lama
bentonítica
– Solos resistentes ou com pedregulhos dificultam a
cravação
ã d de estacas
t préé moldadas
ld d
– Solos com matacões impedem cravações
– Argilas moles dificultam moldagem em loco.
loco
– Aterros não compactados devem ser ultrapassados para
garantir resistência
g
3) Local da obra
• Terrenos acidentados dificultam acesso de
equipamentos pesados
• Obstruções de altura dificultam acesso de
equipamentos altos
• Obras distantes de centros encarecem transportes
de materiais e equipamentos
• Ocorrência de água
4) Construções vizinhas
• Tipo e profundidade das fundações
• Existência de subsolos
• Sensibilidade a vibrações
ç
• Danos pré existentes
• Possibilidade de danos pela adoção de solução
Concepção do projeto
j e condições
especiais
• Sempre deve-se estudar tipos de soluções
diferentes
• Em alguns casos pode-se ter situações especiais
como pilares junto a divisa ou subsolos nas divisas.
• Em edifícios sem subsolo e afastados da divisa não
há condicionante especial usando-se somente
critérios
ité i d de di
dimensionamento.
i t
• A figura mostra três alternativas com soluções
diferentes.
dif
Pilares na divisa
• No caso de não haver subsolo com construção nas
divisas, os pilares devem ter tratamento
dif
diferenciado.
i d O centro t dde gravidade
id d ddo pilar
il nãoã
pode coincidir com o CG da estaca, ocasionando
momento fletor
fletor. São criadas vigas de equilíbrio para
atender este esforço.
• Na figura estão três soluções para atender este
esforço, no caso superficial em sapatas estas
devem ser interligadas
interligadas. No caso do radier deverá
absorver o momento e no de estacas a viga
interligando os blocos.
Edifícios com sub solo
• Deve-se prever um escoramentos da divisa oucriar
um método construtivo.
• O sistema de escoramento das divisas podem ser
de vários tipos
• Paredes de diafragma
• Estacas prancha de concreto, aço, escavadas,
pranchões
• Os escoramentos horizontais são tirantes
ancorados, estroncas e a laje da estrutura
Método construtivo
• Quanto ao método construtivo temos o método
direto que é o convencional que inicia pelas
f d õ e sobe
fundações b
• O método indireto são cravadas as estacas e a laje
d pavimento
do i t té
térreo ou iinicial.
i i l AApós
ó esta
t etapa
t
retira-se o volume de terra até o primeiro subsolo,
executando se a laje deste piso
executando-se piso. Paralelamente a
isto pode-se construir o andar superior em outra
frente de trabalho
• Os escoramentos são proporcionados pelas lajes
dos subsolos
Situações especiais

• Subsolos estendem-se até as divisas mas


apparte superior
p não. As p
paredes de
contenção em estacas pode servir de
sustentação aos pilares das lajes do
subsolo e térreo sem as vigas de
equilíbrio
• No casos de subsolos não chegarem
g a
divisa, mas a torre sim deve aparecer uma
viga de transição no nível superior
Lajes de fundo de subsolo
Edifícios em encosta
• O grande problema de fundações nestas condições
é o de deslizamento. A diferença de posição de
apoio
i precisa
i ser considerada
id d e o ffundo
d ddas
sapatas não pode ser muito distinto.
• Os
O terrenos
t inclinados
i li d exigem i uma profundidade
f did d
mínima para as fundações, chegando ao solo
resistente independe de deslizamentos
deslizamentos, seja pelo
carregamento ou pela existência de água.
• Desta forma soluções em sapatas não são
aconselháveis, porém pode ser difícil o acesso de
maquinas de perfuração ou cravação
cravação.
Edifícios industriais

• Existem grandes vãos devendo a


ç ser estável por
fundação p si.
• Aparecem momentos devido a flexão em
pilares
• Aparecem vibrações por efeito de
máquinas
• Sensibilidade para máquinas de precisão
devendo haver maior rigidez a vibrações
Pontes e viadutos
• Sem problemas em locais onde não existe água,
apesar de ser necessário considerar maiores
cargas e vibrações
ib õ
• Em locais com rio ou água nas proximidades
exigem
i soluções
l õ especiaisi i em relação
l ã a erosãoã ou
ao processo executivo.
• Analise
A li mais i cuidadosa
id d d
da geologia
l i é iimportante
t t e
normalmente usa-se solução profunda e com
necessidade de contenções
• Aspectos da arquitetura influem nas fundações
como no desenho
• Os processos executivos interferem na fundação. O
equipamento e o acesso fazem parte da escolha da
solução.
• Na figura aparecem soluções que dependem destas
alternativas
– Plataformas provisórias
– Guindastes
– Barcaças
– Plataformas
f auto elevatórias
ó
Geotecnia e Obras em Terra
Toda e qualquer estrutura civil que utiliza o solo como
elemento construtivo e funcional. O Solo pode ser
natural ou alterado artificialmente. Alguns Tipos de
Obras de Terra são as Barragens de Terra e de
Enrocamentos os Taludes: Urbanos, Rodoviários e
Encostas Naturais, as Contenções e os Muros de
A i
Arrimo. Al
Alguns l de
exemplos d obras
b t
em terra ã a
são
barragem de Itaipu em Foz do Iguaçu, muros de
arrimo de edificações com estacas e atirantamentos,
atirantamentos
arrimos com contrafortes, tuneis, etc.
Obras de
Ob d revestimento–proteção
ti t t ã x obras
b d
de
contenção
• Os
O tipos
ti d obra
de b voltados
lt d para a estabilização
t bili ã de
d
encostas evoluem constantemente, em função de
novas técnicas adotadas e dos conhecimentos,
conhecimentos
cada vez mais aprofundados, a respeito dos
mecanismos de instabilização.
ç Considerando-se
os problemas mais comuns, procurou-se sintetizar
algumas das obras que podem ser utilizadas,
visando
i d à proteção
t ã ou contençãot ã adequada
d d e
segura das encostas, cortes e aterros.
• Estas obras são apresentadas
resumidamente conforme a figura 01,
tendo sido agrupadas em dois blocos
principais, segundo o IPT (1991):
1) sem estruturas de contenção, incluindo
retaludamento, drenagem e proteção
superficial; e
2) com estruturas de contenção, como
muros e gravidade e obras de
estabilização de blocos de rocha.
Quadro resumo dos tipos de obra utilizados na
estabilização de massas de solo
solo,
segundo o IPT (1991).
• R
Ressalta-se
lt que a escolha
lh adequada
d d d do titipo
de obra implica uma correta avaliação das
características do meio físico (tipos e
características dos materiais, inclinação da
encosta,, condições
ç hidrogeológicas,
g g , etc.)) e
dos processos de instabilização envolvidos,
pois cada obra tem eficiência restrita para
certas condições e fai
faixas
as de solicitação
solicitação.
Além disso, as obras devemser
dimensionadas adequadamente e sua
implantação deve ser acompanhada por
fiscalização
ç técnica competente.
p
Obras sem estrutura de contenção
(revestimento–proteção)
• Estabilização de Taludes
• Alguns dos procedimentos de
estabilização mais adotados em taludes
ou encostas naturais
naturais, que poderão ser
executados sem a execução de uma
estrutura de contenção (ABGE,
( G 1998).
1998)
• Modificação da geometria
O procedimento,
procedimento conhecido por
retaludamento, consiste na retirada do
material através de serviços de
material,
terraplanagem, reduzindo a altura e o
ângulo de inclinação da encosta ou talude
de corte ((figura
g 02 – a).
)
• A maior
i vantagem
t que a mudança
d d
de
geometria tem sobre outros métodos é que
seus efeitos são permanentes
permanentes, pois a
melhora na estabilidade é atingida pelas
mudanças
ç p permanentes no sistema de forças
ç
atuantes no maciço. Mesmo para taludes de
corte com níveis de erosão diferenciados, e
em locais com deposição de massas
coluviais, o retadulamento pode ser efetuado
com sucesso
sucesso, se bem estudado
estudado, projetado e
executado edequadamente.
Retaludamento – (figura 2 a)
• Obras de drenagem
• A experiência tem mostrado que em todo
talude de corte, de aterro e de encostas
naturais uma eficiente proteção
naturais,
superficial e um sistema de drenagem
superficial
f (figura
(f 02 – b),
) que dê
ê
escoamento rápidop à água
g da chuva,
impedindo sua infiltração e erosão
superficial, melhoram as condições de
estabilidade.
Drenagem superficial (figura 2b)
• Obras de Proteção
ç Superficial
p
• A proteção superficial de taludes de corte ou de
aterro e encostas naturais
naturais, por revestimento
vegetal, imprimação asfáltica, etc., desempenha
papel extremamente importante na estabilização
dos mesmos, impedindo a erosão e a infiltração
de água
água. O meio mais simples e eficiente de
proteção de taludes ainda é o revestimento
vegetal, representado pelas gramíneas (figura
02 – c), que os protege contra a erosão das
águas das chuvas e do vento.
• O crescimento e desenvolvimento da grama faz
com que ela l absorva
b a maior
i parte
t d
do iimpacto
t
das gotas de chuva. Suas raízes fixam o solo
superficial impedindo que ele seja carreado pela
superficial,
água, talude abaixo. Para que a colocação do
revestimento vegetalg seja
j eficaz deve ser
escolhido o procedimento e a espécie mais
adequada, levando-se em conta o tipo de solo, a
i li
inclinação
ã d do ttalude
l d e as condições
di õ climáticas.
li áti
Dentre os procedimentos mais usuais, no nosso
meio destacam
meio, destacam-se se a grama em placas
placas, a
hidrossemeadura e o uso de mudas.
Figuras 2c e 2d
• O concreto projetado e a gunita (argamassa
projetada) são aplicados sobre a superfície
do talude, previamente limpo e recoberto
com tela metálica
metálica, empregando-se
empregando se
equipamento com capacidade de projetar a
mistura ((figura
g 02 – d).
) Normalmente, o
processo é utilizado em condições especiais,
por causa do seu custo elevado. Seu uso em
solo deve ser analisado com cuidado
cuidado, pois
sua maior rigidez impede que ele acompanhe
pequenas deformações do talude
talude, vindo a
trincar e quebrar, muitas vezes destruindo a
proteção
p ç almejada.
j
• Ob
Obras com estruturas
t t de
d contenção
t ã
• Para a escolha da obra de contenção mais
adequada de ser executada em uma determinada
situação é fundamental avaliar as características
do meio físico local e dos processos de
i t bili
instabilização
ã percebidos
bid na encosta, t corte
t ou
aterro. Dentre as obras mais comuns destacam-se
os muros
u os de aarrimo
o ou muros
u os de g
gravidade,
a dade,
constituídos de concreto ciclópico, concreto
armado, cortina atirantada, gabiões, solo cimento
ensacado muros em forma de cortina com perfis
ensacado,
metálicos com painéis pré-moldados, estacas
pranchas, etc.
• É dada ênfase, nesta unidade, às
questões de natureza g
q geotécnica
referente às obras com estruturas de
contenções particularmente os “muros
contenções, muros de
arrimo”.
Contenção solo cimento
Concreto ciclópico
Pedras em gaiolas metálicas
Cortina atirantada
• Tipos de contenções x Muros de arrimo
• A designação
g ç “Muros de Arrimo” é utilizada
de uma forma genérica para referir-se a
qualquer estrutura construída com a
finalidade de servir de contenção ou arrimo a
uma determinada massa de solo “instável”
instável ,
ou seja, que tem a possibilidade de se
movimentar para baixo
baixo, à partir da sua
ruptura por cisalhamento.
• O
Os principais
i i i titipos d
de estruturas
t t d
de
contenção são os seguintes:
• Muros de peso: alvenaria de pedras,
concreto gravidade, gabiões, solo-pneus,
solo reforçado e sacos de solo-cimento;
• Muros de concreto armado: seção em L, com
contrafortes e chumbado, cortina atirantada;
• Muros em forma de cortina: Perfis metálicos
com painéis pré-moldados, estacas
p
pranchas.
– Empuxos
E de
d Terra
T

• Um caso de equilíbrio com particular interesse é o


estado de repouso do solo, correspondentes às
condições de campo em que as deformações
laterais são nulas, ou seja, quando o solo sofre
deformações somente na vertical
vertical. Se a solicitação
imposta ao solo envolver deformações laterais de
compressão ou de extensão, o equilíbrio é
alterado e o solo se afasta da condição de
repouso
• D
Dependendo
d d d da magnitude
it d d
das d
deformações
f õ
laterais, o estado de tensões no solo pode
situar-se
it entre
t as condições
di õ d de repouso e d de
ruptura. Quando a solicitação levar a uma
condição de tensões com o círculo de Morh
tangenciando a envoltória, a resistência ao
cisalhamento disponível do solo passa a ser
integralmente mobilizada e o elemento atinge
o estado de equilíbrio plástico ou equilíbrio
limite.
• O
Os termos
t ativo
ti e passivo i são
ã usualmentel t
empregados para descrever as condições
li it d
limites de equilíbrio
ilíb i correspondente
d t ao
empuxo do solo de retroaterro contra a face
interna (tardoz) do muro de arrimo ou
contenção.
• O estado
t d de
d repouso: corresponde d à pressãoã
exercida pelo solo de retroaterro sobre um
muro ded contenção
t ã rígido
í id e fifixo, ou seja,
j que
não sofre movimentos na direção lateral.
• O estado
t d ativo:
ti ocorre quandod o muro sofref
movimentos laterais suficientemente grandes
no sentido de se afastar do retroaterro.
retroaterro De
forma análoga, o estado passivo
corresponde
p à movimentaçãoç do muro de
encontro ao retroaterro. Para o caso ativo, a
trajetória de tensões corresponde a um
descarregamento da tensão lateral (red (redução
ção
da tensão principal menor σ3), enquanto,
para o caso passivo
passivo, a trajetória pode ser
associada a um carregamento lateral
((aumento da tensão p principal
p maior σ1).)
Variações no tipo de empuxo com o
deslocamento da parede.
• O
Os deslocamentos
d l t relativos
l ti entre
t o muro e o
solo, necessários para mobilizar os estados
ativo e passivo de equilíbrio limite
limite, dependem
do tipo de solo e da trajetória de tensões. A
figura
g 05 ilustra uma variação
ç típica
p do
coeficiente de empuxo K em função do
deslocamento de translação lateral de um
m ro rígido em relação ao retroaterro.
muro retroaterro Pode-
Pode
se notar que o movimento lateral necessário
para atingir o estado ativo é muito reduzido
reduzido,
da ordem de 0,1% a 0,4% da altura do muro,
dependendo
p da densidade do solo.
Fig 05 – Variação do coeficiente de empuxo em
função do movimento de translação do muro.
Para um muro com altura
P lt H=4m,
H 4 um
deslocamento horizontal x=4mm é em
geral suficiente para mobilizar o estado
ativo de equilíbrio limite em um retroaterro
de areia compacta. A figura 05 indica,
ainda, que valores significativamente
maiores de deslocamentos do muro (x =
1% a 4% H)) são necessários p para
mobilizar o estado passivo de equilíbrio
limite.
• Em ambos os casos (ativo ou passivo), a
tensão horizontal (p
(p’A ou p
p’P)) no tardoz do
muro pode ser considerada com valor
proporcional à tensão vertical efetiva (σ’v)
(σ v),
ou seja, com distribuição triangular ao
longo da profundidade (equação 1) 1). Esta
consideração é razoavelmente precisa
desde que os movimentos do muro sejam
ç ou de rotação
de translação ç no topo.p
Estabilidade
E t bilid d ded muros (gravidade)
( id d )
Os muros de peso, também denominados
muros de gravidade
gravidade, dependem da geometria
e do peso próprio para sua estabilidade. Um
muro de peso deve ser construído com a
largura suficiente para evitar o surgimento de
tensões de tração em seu interior. Estas
tensões seriam provocadas pela ação
instabilizante do empuxo do solo, com
tendência ao deslizamento da base e ao
tombamento do muro.
• P
Para a garantia
ti de
d estabilidade
t bilid d ddo muro, d
deverão
ã
ser cuidadosamente estudados e verificados os
g
seguintes mecanismos ppotenciais de ruptura:
p
– Instabilidade global do talude;
– Deslizamento ao longo da base do muro;
– Tombamento em relação ao pé do muro;
– Capacidade de suporte do solo de fundação do muro.
Os itens acima são comuns ao projeto e
dimensionamento de todos os tipos convencionais
de muro de arrimo. Na figura
g 14 são explicitados
p
estes mecanismos potenciais de ruptura de muros
de peso.
• Verificação da instabilidade global do talude
• A possibilidade de instabilidade global do talude,
envolvendo o conjunto de muro e solo deve ser
cuidadosamente verificada
f através dos métodos
de análise de taludes por equilíbrio limite. Para
a análise
áli d da estabilidade
bilid d global,
l b l os principais
i i i
parâmetros a serem utilizados são os pesos
específicos
ífi dos
d materiais i i ((muro e solo)
l ) e os
parâmetros de resistência (coesão e ângulo de
atrito)
t it ) do
d solo.
l A partir
ti ddestes
t d dados,
d d
deve-se
fazer uma avaliação do equilíbrio do conjunto
t l d
talude-muro (
(conforme
f ilustrado
il t d na fi figura 14
14-a).
)
• O estudo sobre a análise da estabilidade
de um talude ((sem a ppresença
ç da
estrutura do arrimo) será apresentado na
unidade 04 deste curso.
curso Apresentada esta
análise, poderemos “incluir” a geometria, e
conseqüentemente sua “massa”
massa , como se
fosse um outro material, distinto do solo
do talude, e analisarmos a sua condição
g ç
de segurança.
• V
Verificação
ifi ã dod deslizamento
d li t ao longo
l da
d base
b
• Esta verificação consiste na determinação do fator
d segurança contra
de t o deslizamento
d li t dda b
base ddo
muro (figura 15). O fator de segurança, obtido
pela razão entre os somatórios das forças
resistentes (Fr) e solicitantes (Fs), deve ser igual
ou superior
p a 1,5
, (equação
( q ç 2). ) Na figura
g 15,, a
força E corresponde ao empuxo resultante sobre
o muro e inclui o efeito da sobrecarga (q)
di t ib íd na superfície
distribuída fí i ddo retroaterro.
t t
• A análise da possibilidade de tombamento
de um muro de contenção ç consiste na
verificação dos momentos atuantes na
estrutura em relação à aresta externa da
estrutura,
base (pé do muro), conforme apresentado
na figura 16
16. O fator de segurança contra
o tombamento é definido como indicado
na equação 3.
• V
Verificação
ifi ã da
d capacidade
id d de
d suporte t do
d
solo de fundação
• A distribuição de pressões verticais na base
do muro apresenta uma forma trapezoidal,
conforme indicado na figura 17
17. Esta
distribuição não é uniforme devida à ação
combinada do p peso W e do empuxo
p E sobre
o muro.
• Deve-se garantir, ainda, que σmin ≥ 0 (ou
seja,
j e ≥ B/6) para evitar
it pressões
õ d de ttração
ã
na base do muro..
ESTABILIDADE DE TALUDES

• AA Associação
i ã B Brasileira
il i d
de G
Geologia
l i d de
Engenharia (ABGE, 1998), define que a
execução de cortes nos maciços pode
condicionar movimentos de massa ou, mais
especificamente,
p , escorregamento
g de taludes,,
desde que as tensões cisalhantes
ultrapassem a resistência ao cisalhamento
dos materiais
materiais, ao longo de determinadas
superfícies de ruptura. Naturalmente que os
taludes provenientes da má execução de
aterros pode também levar ao movimento de
massas de solos
• Em locais onde possam haver, ou haja um
g
escorregamento de taludes é necessária a
execução de obras de contenção.
• Os tipos de escorregamento podem ser:
– Escorregamento devido à inclinação
– Escorregamento por descontinuidades
– Escorregamentos por percolação de água
– Escorregamento em aterro
• Escorregamento devido à inclinação
Estes escorregamentos ocorrem sempre
que a inclinação do talude excede aquela
imposta pela resistência ao cisalhamento
do maciço e nas condições de presença
de água.
á A prática
á temindicado, para
taludes de corte de até 8m de altura,
constituídos por solos, a inclinação de
1V:1H como a mais generalizável.
• O
Os padrões
d õ (i(inclinações
li õ estabelecidas
t b l id
empiricamente, como referência inicial)
usuais indicam as inclinações associadas
aos gabaritos estabelecidos nos triângulos
retângulos
g mostrados na figura.
g Estes
gabaritos são freqüentemente usados na
prática da Engenharia, porém, para um
grande números casos de taltaludes
des não se
obtém a sua estabilidade com estas
inclinações sendo necessário a realização
inclinações,
de uma análise de estabilidade como será
visto nesta unidade.
Inclinação para taludes, estabelecidas
empiricamente, como referência
• Escorregamento por descontinuidades
• O contato solo-rocha
solo rocha constitui
constitui, em geral
geral,
uma zona de transição entre esses
materiais Quando ocorre um contraste de
materiais.
resistência acentuado entre eles, com
inclinação forte
f e, principalmente, na
presença
p ç de água,
g a zona de contato
pode condicionar a instabilidade do talude
(figura 03
03-a).
a).
As descontinuidades geológicas,
presentes nos maciços
p ç rochosos e em
solos de alteração, constituem também
planos ao longo dos quais pode haver
escorregamento, desde que a orientação
desses planos seja em sentido à rodovia
(figura 03-b).
• E
Escorregamentos t por percolação
l ã ded água
á
• Os escorregamentos, devidos à percolação
d’ água são ocorrências que se
registramdurante períodos de chuva quando
há elevação do nível do lençol freático ou,
apenas, por saturação das camadas
superficiais
fi i i d
de solo.
l Q Quando
d os ttaludes
l d
interceptam o lençol freático, a manifestação,
eventual,
t l dad erosão
ã iinterna
t poded contribuir
t ib i
para a sua instabilização.
• Escorregamento em aterro
• O projeto de um aterro implica na consideração das
características do material com o qual vai ser
construído, como também das condições de sua
fundação. Quando construídos sobre rochas
resistentes os aterros se mostram,
resistentes, mostram em geral,
geral
estáveis por longo tempo. No caso de aterros sobre
solos moles, como argila marinha ou argila
orgânica,
â i o seu projeto
j t e construção
t ã deveobedecer
d b d
a técnicas adequadas, de modo a impedir que
ocorram recalques
q exagerados,
g , deixando as ppistas
com ondulações e provocando rompimentos ou
deslizamentos de canaletas, bueiros e galerias
• N
Nos aterros
t bem
b projetados
j t d econstruídos
t íd
sobre solos resistentes,somente a má
execuçãoã d do maciçopoderá
i d á acarretar
t
problemas. Escorregamentos (figura 04)
podem ocorrer nas laterais do aterro
aterro, devido
à má compactação, mas, geralmente, de
pequenas proporções.
proporções
O material solto tende a escorregar e, se não
h
houver ttratamento,
t t poderá
d á evoluir
l i por
erosão.
Talude aterrado
Escorregamento superficial em extremidade
de aterro mal compactado, seguido de processo de erosão.
• E
Escorregamentos t em massas coluviais
l i i
• Massas coluviais constituem corpos em condições
d estabilidade
de t bilid d tãtão precárias
á i que pequenos
cortes, e mesmo pequenos aterros, são
suficientes para aumentar os movimentos de
rastejo, cujas velocidades são ainda mais
aceleradas,, quando
q saturados,, na época
p das
chuvas. Existem no Brasil, vários casos de obras
rodoviárias implantadas nesses corpos que
ocasionaramsérios
i é i problemas,
bl durante
d t anos, até

sua completa estabilização.
• Q
Quedad e rolamento
l t de
d blocos
bl
• A queda e rolamento de blocos é freqüente em
cortes
t em rocha, h onde
d o fraturamento
f t t do
d maciço
i é
desfavorável à estabilidade; em taludes com
matacões por descalçamento; em taludes com
matacões,
camadas sedimentares de diferentes resistências
à erosão e à desagregação
g g ç superficial.
p Em
qualquer situação, a conseqüência pode ser a
obstrução da rodovia, parcial ou totalmente. A
fi
figura 05 ililustra
t um corte
t em rocha
h ffraturada
t d
protegida com telas de arame de alta resistência.
Exemplos de talude em rocha,
estabilizados com
tela de arame de alta resistência.
Tipos de problemas relacionados aos taludes,
formas de ocorrência e causas
• Taludes
• Os maciços sob o aspecto genético
podem ser agrupados em duas
categorias: naturais e artificiais
artificiais. Estes
freqüentemente exibem uma
homogeneidade mais acentuada que os
ç naturais e, p
maciços por isto, adequam-se
q
melhor às teoria desenvolvidas para as
análises de estabilidade.
• D
Doisi outros
t aspectos
t elucidativos
l id ti d
deste
t
ponto merecem atenção: o primeiro refere-se
ao fato
f t de
d que os taludes
t l d naturais
t i possuem
uma estrutura particular que só é conhecida
através de um criterioso programa de
prospecção; o segundo está associado à
vida geológica do maciço natural
natural,
intimamente ligado ao histórico de tensões
sofrido por ele – erosão,
erosão tectonismo
tectonismo,
intemperismo (figura 06), etc.
São vários
Sã á i os ffatores
t naturais
t i que atuam
t
isolada ou conjuntamente durante o processo
d fformação
de ã dde um ttalude
l d natural
t l e que
respondem pela estrutura característica
deste maciços
maciços. Estes fatores podem ser
agrupados em duas categorias:
–FFatores
t Geológicos:
G ló i lit l i estruturação
litologia, t t ã e
geomorfologia
– Fatores Ambientais : clima,
clima topografia e
vegetação
• O
Os fatores
f t geológicos
ló i são
ã responsáveis
á i pela l
constituição química, organização e modelagem
do relevo terrestre;; à ação
ç deles,, soma-se a dos
fatores ambientais. Assim, a litologia, com os
constituintes dos diversos tipos de rocha, a
estruturação dos maciços – através dos
processos tectônicos, de dobras, de falhamento,
etc, e a geomorfologia – tratando da tendência
evolutiva
l i ddos relevos,
l apresentam um produto
d
final que pode ser alterado pelos fatores
climáticos principalmente pela ação erosiva
climáticos,
influenciada pelo clima, topografia e vegetação.
• A
As paisagens
i naturais
t i sãoã di
dinâmicas,
â i alterando-
lt d
se continuamente ao longo do tempo sob a ação
destes fatores
fatores. Ao lado destas ações naturais
podem surgir as ações humanas que altera a
geometria das p
g paisagens
g e atua sobre os fatores
ambientais, mudando ou destruindo a vegetação
alterando as formas topográficas e às vezes
mesmo o clima;
li em razão di
disto, estes maciços
i
diferem bastante dos aterros artificiais cujo
controle de “colocação
colocação das terras”
terras permite
conhecê-los infinitamente melhor.
• O
Os maciços
i d
devem ser avaliados
li d se podem
d
ou não, por si só, manter as suas
conformações originais
originais. Em caso negativo
negativo,
será necessário estabilizá-lo com a execução
de obras q
que vão desde uma simples p
mudança em sua geometria, incluindo-se,
por vezes, bermas, alterando a forma
geométrica e fa
fazendo
endo a drenagem ssuperficial
perficial
do maciço, até obras de contenção,
abrangendo os muros de arrimo,
arrimo placas de
ancoragem, escoramentos, etc.
talude natural instável, em que foram executadas obras (murro de
arrimo de “pé” e proteção com tela argamassada) para a garantia
de sua estabilidade.
• N
Nestes
t projetos
j t o fundamental
f d t l é atuar
t sobre
b
a instabilidade eleminando a causa, com
obras ou soluções
soluções, não só se ganhando em
tempo como em custo e segurança. Se a
ação
ç instabilizadora é a p percolação
ç interna
no maciço, devem ser obras de drenagem
profunda e/ou impermeabilização a montante
do tal
talude
de os efeitos da erosão podem ser
combatidos com a proteção vegetal ou obras
especiais e,e se o deslizamento ocorre por
efeito das forças gravitacionais o
retaludamento deve ser a primeira.
p
• Nas obras de estabilização é importante
ç
considerar também as soluções mais
simples, às vezes, elas são as mais
adequadas As obras mais caras só se
adequadas.
justificam quando o processo de
instabilização não pode ser mais
controlado pelas obras mais simples.
Proteção de taludes de aterro em canal de curso d’água, com
colchão de pedras de mão, contra o efeito de erosão desenvolvida
pelo movimento da água no canal
• E
Estabilidade
t bilid d d de T
Taludes
l d
• Antes de iniciar o estudo das análises de
estabilidade será conveniente tratar das
causas que podem levar os taludes a
escorregar Estas causas são complexas
escorregar. complexas,
pois envolvem uma infinidade de fatores que
se associam e entrelaçam. O conhecimento
delas permite ao engenheiro escolher com
mais critério as soluções que se apresentam
satisfatórias e mesmo prever o desempenho
destas alternativas.
• Ti
Tipos e Causas
C dos
d Escorregamentos
E t
• “O movimento dos maciços de terras
depende principalmente,
depende, principalmente da sua resistência
interna ao escorregamento”. (Terzaghi –
1925)
Os escorregamentos de taludes são
causados por uma redução da resistência
interna do solo que se opõe ao movimento
da massa deslizante e/ou por um acréscimo
d solicitações
das li it õ externas
t aplicadas
li d ao
maciço.
• Os movimentos de terra são separados
g
em três categorias consoante à
velocidade em que ocorrem. Podem
distinguir-se;
distinguir se; os desmoronamentos
desmoronamentos, os
escorregamentos e os rastejos. Varnes
(1958) estabeleceu uma classificação
destes movimentos baseada na
velocidade de ocorrência, figura 13.
• O
Os desmoronamentos
d t são
ã movimentos
i t rápidos,
á id
resultantes da ação da gravidade sobre a massa
de solo que se destaca do restante do maciço e
rola talude abaixo. Há um afastamento evidente
da massa q que se desloca em relação
ç àp parte fixa
do maciço.
Os escorregamentos
g p
procedem da separação
p ç de
uma cunha de solo que se movimenta emrelação
ao resto do maciço segundo uma superfície bem
d fi id O movimento
definida. i t é ainda
i d rápido,
á id mas não
ã há
uma separação efetiva dos corpos.
• Os rastejos
j ou fluimentos são movimentos
bastante lentos que ocorrem nas camadas
superiores do maciço, diferem dos
escorregamentos,
t pois
i neles
l nãoã existe
i t uma lilinha
h
que separa de forma nítida a porção que se
desloca e a parte remanescente
remanescente, estável
estável, do
maciço. Na figura 14 Terzaghi (1950) divide ainda
os rastejos em duas categorias, quais sejam,
contínuos e sazonais. Estes ocorrem numa
camada superficial de pequena espessura onde o
solo sofre as influências das variações freqüentes
da umidade e temperatura.
• Os contínuos atingem profundidades
g
maiores e diferem dos escorregamentos
pela baixa velocidade de deslocamento e
por não apresentar uma superfície de
deslizamento claramente definida. O
comportamento do solo no rastejo
contínuo pode ser comparado só de um
corpo viscoso; o escorregamento, ao de
p p
um corpo plástico.
Sinais de rastejo
• Para o controle da velocidade em que pode
estar ocorrendo o rastejo ou até mesmo o
início de um escorregamento deve-se limpar
((acerto do terreno)) umaporção
p ç do terreno em
que se visualiza uma determinada trinca a
ser observada (a montante do
escorregamento).
t )
• Para a verificação da evolução do movimento
do terreno pode
pode-sese preencher a trinca com
argamassa de cimento da trinca na
argamassa lançada
lançada.
As causas dos escorregamentos
g
a) causas externas: são devidas a ações
externas que alteram o estado de tensão
atuante sobre o maciço. Esta alteração
resulta
lt num acréscimo
é i d
das ttensões
õ
cisalhantes que igualando ou superando a
resistência
i tê i iintrínseca
tí d
do solo
l lleva o maciço
i a
condição de ruptura, são elas:
- aumento dad iinclinação
li ddo talude;
l d
- deposição de material ao longo da crista do
talude;
- efeitos sísmicos.
a)) causas externas:
t são
ã devidas
d id a açõesõ
externas que alteram o estado de tensão
atuante sobre o maciço
maciço. Esta alteração
resulta num acréscimo das tensões
cisalhantes qque igualando
g ou superando
p a
resistência intrínseca do solo leva o maciço a
condição de ruptura, são elas:
- aumento da inclinação do talude;
- deposição de material ao longo da crista do
t l d
talude;
- efeitos sísmicos.
b) causas internas: são aquelas que
atuam reduzindo a resistência ao
cisalhamento do solo constituinte do
talude sem ferir o seu aspecto geométrico
talude,
visível, podem ser:
- aumento da pressão na água
á interstical;
- decréscimo da coesão.
c) causas intermediárias: são as que não
podem ser explicitamente
p p classificadas
em uma das duas classes anteriormente
definidas:
- liquefação expontânea;
- erosão interna;
- rebaixamento do nível d’água
d água.
Barragens
g em terra e enrocamento

• Barragem pode ser definida como sendo


um elemento estrutural,, construída
transversalmente à direção de
escoamento de um curso d’água
d água,
destinada a criação de umreservatório
artificial de acumulação de água
água.
Os objetivos
j q
que regem
g a construção
ç de
uma barragem são vários e os principais
se resumem em :
• a) aproveitamento hidrelétrico
• b) regularização das vazões deo curso
d’água para fins de navegação
• c)) abastecimento
b t i t doméstico
d é ti e iindustrial
d ti ld de
água
• d) controle de inundações
• e) irrigação
• Os objetivos acima citados poderão ser
p
explorados individualmente ou em
conjunto. Se, por exemplo, uma baragem
é implantada com a finalidade imediata de
obtenção de energia elétrica, outras
atividades ditas secundárias poderam ser
também desenvolvidas correlatamente.
Assim é que os aspectos como recreação,
piscicultura, saneamento, etc., são
p
comumente desenvolvidos.
• El
Elementost de d uma barragem
b
• a) ensecadeira - destinada a desviar as águas do
l it d
leito do rio,
i ttotal
t l ou parcialmente,
i l t com o objetivo
bj ti
de permitir o tratamento das fundações nessas
áreas ee, às vezes
vezes, nas áreas das planícies de
inundação, possibilitando a comstrução em seco
dso diques
q de terras ou estrutura de concreto. As
ensecadeiras mais comuns são aquelas
construídas com terras e blocos de rocha. Em
alguns
l casos, é necessária
á i a utilização
tili ã dde chapas
h
metálicas ou diafragmas impermeáveis.
b) túneis de desvio - possuem a mesma
finalidade das ensecadeiras,, sendo
porém, construídos em cursos d’água com
vales íngremes
íngremes, e quando possível
possível, nos
locais onde existam curvas. Em muitos
casos o túnel de desvio é usado
casos,
posteriormente como túnel de adução,
para transportar as águas do reservatório
para a casa das máquinas.
p q
• c)) vertedouro
t d - seu objetivo
bj ti é ffuncionar
i como
um dispositvo de segurança, quando a vazão
do curso d’água
d água assumir valores que tornem
a estabilidade da baragem perigosa, ou
impedir
p q
que o nível máximo estabelecido
para a barragem cause prejuísos às
propiedades agrícolas ou industrias a jusante
da barragem
barragem. A capacidade do vertor
ertor é
calculada para permitir o escoamento
máximo ( enchente catastrófica )), que
poderia ocorrer na secção da barragem.
d) ttomada
d d’á
d’água - representat o conjunto
j t ded
obras que permite a retirada, do resevatório,
da água a ser utilizada
utilizada, seja para a obtenção
de energia ou para outros fins. O tipo de
tomada d’água
g varia com o tipo p de barragem.
g
Assim, as barragens de concreto, a tomada
d’água consiste geralmente em um conduto
q e pode se desen
que desenvolver
ol er atra
através
és do maciço
da barragem ou em sua proximidade,
enquanto na barragem de terra,
terra aparece nas
ombreiras do reservatório.
• B
Barragens d de Terra
T
• As barragens de terra são as mais
elementares obras de barragens e
normalmente se prestam para qualquer tipo
de fundação, desde a rocha compacta, até
terrenos construídos de materiais
i
incosolidados.
lid d E
Esses últi
últimos, aliás,
liá são
ã seu
campo típico de aplicação. Existe uma certa
variabilidade
i bilid d no titipo d
de bbarragem dde tterra,
que poderá ser homogêneo ou zonado.
• a) Homogêneo - é aquele composto de
p
uma única espécie de material,, excluindo-
se a proteção dos taludes. Nesse caso, o
material necessita ser suficientemente
impermeável, para formar uma barreira
adequada contra a água
água, e os taludes
precisam ser relativamente suaves, para
uma estabilidade adequada.
• b) Zonado - esse tipo é representado por
p
um núcleo central impermeável, , envolvido
por zonas de materiais consideravelmente
mais permeáveis
permeáveis, zonas essas que
suportam e protegem o núcleo. As zonas
permeáveis consistem de areia
areia, cascalho
ou fragmentos de rocha, ou uma mistura
desses materiais.
• B
Barragens d de Enrocamento
E t
• Esse tipo de barragem é aquele em que são
utilizados blocos de rocha de tamanho
variável e uma membrana impermeável na
face de montante
montante. O custo para a produção
de grandes quantidades de rocha, para a
construção desse tipo
p de barragem,
g somente
é econômico em áreas onde o custo do
concreto fosse elevado ou onde ocorresse
escassez de materiais terrosos e houvesse
houvesse,
ainda, excesso de rocha dura e resistente.
• D
Devemos llembrar
b que a rocha h d
de ffundação
d ã
adequada para uma barragem de enrocamento
pode não ser aceitável para uma de concreto
concreto.
• A rocha que deve preencher a maior parte da
barragem precisa ser inalterada pelo
intemperismo, não sendo facilmente desintegrada
ou qquebrada. Rochas qque,, q
quando sujeitas
j à ação
ç
de explosivos, fragmentam-se facilmente em
pedaços muito pequenos, com elevada
porcentagem
t de
d llascas e pó,
ó são
ã iigualmente
l t
inadequadas.
• As rochas para essas barragens, devendo
p
ter resistência ao intemperismo físico e
químico, gnaisse, diabásio, etc. Os blocos
de rocha são colocados de modo a se
obter o maior contato entre suas
superfícies e os vazios entre elas
elas, que são
preenchidos por material de menor
tamanho.
TERRAPLANAGEM
Terraplenagem ou terraplanagem é
uma técnica construtiva que visa aplainar e
aterrar um terreno. "Terrapleno", literalmente,
significa "terra cheia cheio de terra
terra cheia, terra". Geralmente
esta movimentação de solo tem o objetivo de
atender a um projeto topográfico, para posterior
execução de uma construção como barragens,
edifícios,, aeroportos,
p , açudes,
ç , ou outros p projetos.
j
Os primeiros registros de seu uso de são as
construções da antiguidade como as das
civilizações egípcias, romanas e babilônicas.
A Revolução industrial, traz os primeiros usos de
máquinas
á i a vapor para terraplanagem.
l
Limpeza de Terreno e Destocamento
• Consiste na remoção, na área a ser
terraplenada, de árvores, arbustos, tocos,
galhos,, emaranhados de raízes e terra que
g q
as envolve, capim e todo material impróprio
para a construção de terraplenos.
• Inclui, portanto, roçada, derrubada de
árvores e arbustos
arbustos, destocamento
destocamento,
empilhamento, queima, carga, transporte,
d
descarga e espalhamento
lh t em llocais
i
definidos pelo projeto ou pela fiscalização.
Materiais de 1ª e 2ª Categorias
g
• Compreendem
p os solos em g
geral, as
rochas em decomposição, os seixos
rolados ou não,
não com a dimensão máxima
de 0,15 m, e, em geral, todos os materiais
que podem ser escavados por tratores
escavo-transportadores de pneus,
empurrados por tratores de esteiras de
peso compatível
p p ou p
por escavadeiras
hidráulicas
Material de 2ª Categoria
g com
Escarificador
• Compreende as pedras soltas e rochas
fraturadas,, em blocos maciços
ç de volume
inferior a 0,50 m³, as rochas alteradas,
exceto as incluídas na 1ª1 categoria,
categoria e as
de resistência inferior à da rocha sã, as
rochas brandas
brandas, cuja extração exija
emprego contínuo de escarificador ou
ripper.
• M
Material
t i l de
d 2ª Categoria
C t i com Explosivos
E l i
• Compreende os materiais de 2ª categoria cuja
extração
t ã exija ij d
desmonte
t prévio
é i ffeito
it com
escarificador ou emprego descontínuo de
explosivos de baixa potência
potência.
• Material de 3ª Categoria
• Compreende as rochas sãssãs, incluindo os
matacões maciços e as rochas fraturadas com
volume igual ou superior a 0,50 mm³,, que só
possam ser extraídos após redução em blocos, e
que exijam o uso contínuo de explosivos.
Aterro

• Éad descarga e espalhamento


lh t dde material
t i l
escavado e transportado de acordo com o
que dispõem as normas correspondentes,
em camadas compactadas com
espessuras definidas em projeto, no
máximo de 0,30 m. O equipamento
utilizado para execução deve permitir o
atendimento aos critérios de projeto,
p j
obedecendo ao alinhamento, greide e
ç
seções transversais definidos.
Solo Mole ou Material Brejoso
• Solos moles ou materiais brejosos são,
conforme definido em instrução de projeto
referente a estudos geotécnicos, aqueles
com baixa capacidade de suporte para
servirem como base de aterros rodoviários,
por serem muito compressíveis
p p e
apresentarem baixa resistência ao
cisalhamento conduzindo a situação de
instabilidade caso não sejam feitos
instabilidade,
tratamentos adequados. De maneira geral,
os solos classificados como moles ou
compressíveis são:
– argilas,
il orgânicas
â i ou não,
ã d de consistência
i tê i
muito mole a mole, com valores de
penetração SPT em geral inferior a 2 golpes /
30 cm, baixa coesão, elevada umidade
natural;
– turfas, comumente com elevado teor de
matéria orgânica e restos vegetais que
apresentam baixos índices de penetração
SPT,, baixos valores de coesão,, elevada
umidade, porém com permeabilidade bem
maior que as argilas citadas acima.
• Di
Distância
tâ i Médi
Média de
d Transporte
T t – DMT
• Distância do centro de gravidade de massa
de solo, rocha ou outro material inerte a ser
presentar o percurso efetivo. transportado
até o centro de gravidade do local do seu
destino.
• No caso de obras de ampliação de
capacidade o cálculo da distância de
transporte deve representar o percurso
efetivo.
• Empolamento é o processo de expansão
volumétrica do terreno natural após o desmonte
do material. A Tabela de Preços Unitários – TPU
do DER/SP já contempla empolamento médio
no preço do transporte de materiais
• Compensação Lateral
• É a destinação do volume de corte parcial ou
total de uma seção mista ao aterro da mesma
seção, compensado transversalmente ao eixo
do trecho considerado.
• Compensação Longitudinal
• Éad destinação
ti ã ddo volume
l d
de corte
t parcial
i l ou
total de um trecho ao aterro de outro trecho,
compensado longit
longitudinalmente
dinalmente ao ei
eixo
o do
trecho considerado, salvo nos casos de bota-
fora ou empréstimo
empréstimo.
• Grau de Compactação – GC
• É a relação entre a densidade máxima seca
obtida no campo, após a compactação, e a
densidade máxima seca de laboratório (γdmáx),
referencial de projeto em função da energia de
compactação pré-estabelecida.
• Fator de Contração dos Materiais - FC
• É a relação entre o volume do material no corte
de origem e o volume que este mesmo material
ocupará no aterro após ser compactado. Em
termos de densidade, é a relação entre as
d
densidades
id d máxima
á i seca d
de llaboratório
b ó i ((γdmáx)
d á )
e in situ (γd) da área de empréstimo multiplicada
pelo
l grau d de compactação ã especificado
ifi d para o
aterro compactado. Em muitos casos, este valor
resulta
lt em 11,25,
25 entretanto,
t t t o valor l a ser
efetivamente adotado depende de ensaios
realizados
li d em cada d situação.
it ã
• C
Caixa
i ded Empréstimo
E é ti
• Área destinada a prover ou complementar
qualitativa e quantitativamente os materiais
necessários à constituição de aterros, ao
preparo de fundações
fundações, à substituição de
materiais do subleito dos cortes ou para
melhorar a p proteção da terraplenagem
p g contra
a erosão. Pode localizar-se dentro ou fora da
faixa de domínio. A utilização da caixa de
empréstimo será de ordem econômica ou
tecnológica de seleção de materiais.
• Depósito de Material Excedente – DME
• Área destinada ao depósito de materiais
excedentes de cortes de terraplenagem
ou de solos inservíveis para
reaproveitamento, tais como solos moles,
de baixa capacidade de suporte,
p
expansivos, rochosos, de difícil
trabalhabilidade etc.
• FASES DO PROJETO
• O projeto de terraplenagem deve ser
elaborado em três fases:
- estudos
t d preliminares;
li i
-pprojeto
ojeto bás
básico;
co;
- projeto executivo.
• E
Estudos
t d Preliminares
P li i
• Os estudos geológicos e geotécnicos, a
serem desenvolvidos de acordo com as
Instruções de Projeto correspondentes,
devem definir os diversos tipos de materiais
que serão encontrados ao longo da rodovia,
assim
i como as seçõesõ ttransversaisi tí
típicas
i a
serem adotadas, principalmente em relação
à d
às declividades,
li id d utilização
tili ã dde bermas
b e
alturas dos taludes de cortes e aterros.
• L
Locais
i potenciais
t i i para d
depósito
ó it d
de materiais
t i i
excedentes, áreas de empréstimos, jazidas
de solos lateríticos,
lateríticos de areia e de cascalhos e
pedreiras, devem ser indicados com as
respectivas
p capacidades
p de volume,, além de
serem projetados de acordo com instrução
específica.
• Nesta etapa os volumes de terraplenagem
devem ser estimados e separados pelas
diversas categorias de materiais,
materiais bem como
suas distâncias de transporte.
Projeto Básico

• Nesta fase, os horizontes dos diversos


materiais devem estar caracterizados ao
longo do eixo da via como materiais de 1ª,
2ª e 3ª
2 3 categorias,
categorias solos moles
moles, solos
inadequados para aterros ou aproveitáveis
somente para corpo
corpo, isto é
é, núcleo
núcleo, de
aterros. Os materiais previstos devem ser
caracterizados para a finalidade
p
pretendida.
• P
Para cálculo
ál l d de volume
l d
deve-se considerar
id a
espessura da caixa de pavimento; nos locais
em corte deve-se adicionar o volume
volume,
enquanto que nos locais de aterro deve-se
subtrair o volume em relação
ç ao g greide
projetado.
• Os taludes de corte e aterro definidos nos
estudos preliminares devem ser reavaliados,
em função das sondagens e ensaios
realizados pelos estudos geotécnicos nesta
etapa.
• D
Deve-se elaborar
l b a movimentação
i t ã d dos
volumes de terraplenagem, com as
compensações longitudinais. Deve ser
prevista a localização dos locais de
depósito de materiais excedentes e áreas
de empréstimos, se assim for necessário,
de forma a atender aos aspectos
geológicos,
g g g
geotécnicos, de drenagem,
g
paisagísticos, de custo e de proteção ao
meio ambiente.
• Os volumes e os seus respectivos
p
momentos de transportes devem ter ggrau
de precisão suficiente para contratação
dos serviços e devem fornecer subsídios
para refinamento do projeto executivo de
geometria visto que o projeto de
geometria,
terraplenagem é decorrente do projeto
geométrico.
Projeto Executivo

• O projeto executivo deve aprofundar os


estudos e melhorar o ggrau de
detalhamento estabelecido no projeto
básico Seu objetivo principal é o
básico.
desenvolvimento do projeto em nível final
de engenharia
engenharia, permitindo a determinação
dos quantitativos e do orçamento da obra
com maior precisão e a perfeita
p ç da obra.
implantação
• O volume
l de
d tterraplenagem
l d
deve ser
calculado considerando os intervalos das
áreas das seções transversais no mínimo
a cada 20,00 m, isto é, uma estaca, caso
seja utilizado o método dos prismas. Tal
método consiste em calcular o volume
como proveniente de uma série de sólidos
geométricos, denominados p
g prismóides,
limitados nos extremos por faces paralelas
e nas laterais ppor superfícies
p p
planas.
• N
No campo, as ffaces paralelas
l l correspondemd à
às
seções transversais extremas, e as superfícies
planas laterais correspondem à plataforma da
estrada, aos taludes e à superfície do terreno
natural. Pode-se adotar outro método, desde
que apresente precisão semelhante ou maior a
este.
• O projeto executivo de terraplenagem relativo
aos volumes resulta dos parâmetros
estabelecidos nos estudos geológicos e
geotécnicos, projetos de geometria e de
pavimentação.
ELABORAÇÃO DO PROJETO

• Seções Transversais
• Nas seções transversais devem constar
elementos que caracterizem de forma
clara os critérios adotados para
elaboração do projeto, tais como:
- configuração do terreno;
- configuração da plataforma
plataforma, taludes
taludes,
remoção de solo mole e banquetas;
- configuração
fi ã ddos lilimites
it d de contato
t t entre
t os
diversos materiais encontrados e outros
elementos
l t necessários;
ái
- notas de serviço de plataforma acabada,
consistindo de distâncias em relação a um
eixo de referência e cotas;
- áreas de corte, com as suas respectivas
classificações, de aterro, da remoção e da
substituição de materiais;
- áreas ppara corpo
p de aterro,, se existirem
• Cál
Cálculol de
d Áreas,
Á Volumes,
V l Classificação
Cl ifi ã
e Seleção de Materiais
• Somente após a elaboração dos projetos de
geometria, de pavimentação, dos estudos
geológicos e geotécnicos deve-se
deve se calcular o
volume de terraplenagem.
• A camada vegetal correspondente à limpeza
do terreno não deve ser computada para
cálculo de volumes, tampouco a estrutura de
pavimento,
i t passeios
i e edificações
difi õ
existentes.
• Q
Quandod o projeto
j t de
d pavimento
i t especificar
ifi
camada de reforço, a escavação para
retirada
ti d d deste
t material
t i ld
de bbaixa
i qualidade
lid d
dever ser computada no volume de corte,
mas a execução da camada de reforço deve
ser quantificada e remunerada no item de
pavimento Nos trechos de obras de arte
pavimento.
especiais, correntes ou túneis, também se
deve desconsiderar as áreas para cálculo de
volumes.
• Os estudos geotécnicos devem classificar
p de materiais encontrados
os diversos tipos
nos
• cortes ou empréstimos e selecioná
selecioná-los
los
para utilização em aterros. No cálculo de
volumes, os
• materiais de terraplenagem devem ser
separados e calculados nas seguintes
categorias:
- limpeza de terreno e destocamento;
-11ª e 2ª
2 categoria;
- 2ª categoria com escarificador;
- 2ª categoria com explosivos;
-33ª categoria;
- solo mole.
• O
Outras
t categorias
t i ded materiais
t i i podem
d ser
encontradas, tais como material utilizável
somente t para corpo de
d aterro.
t Os
O volumes
l
das compensações laterais devem ser
calculados nesta planilha de volumes
volumes.
• Seleção de Materiais de Terraplenagem
• Para seleção de materiais de terraplenagem,
deve-se avaliar as características mecânicas
e físicas através dos ensaios descritos na
instrução para serviços geotécnicos.
• O material de aterro pode ser solo,
pedregulho
p g ou solo contendo fragmentos
g
de rochas. Os parâmetros de projeto são
a capacidade de suporte do material e a
expansão. Em princípio e salvo outra
indicação devem ser obedecidos os
indicação,
seguintes valores, conforme especificação
técnica do item aterros de terraplenagem:
• - aterro: no caso do corpo de aterro ser
constituído ppor solos expansivos,
p , SE,, ou
solos expansivos saturados, SES, os
metros finais do aterro da plataforma e do
talude devem ser executados por solos de
comportamento laterítico e compactado na
energia normal do ensaio de
compactação, conforme indicação de
projeto,
p j de forma a envelopar
p o corpo p de
aterro.
• Caso não se disponha de volume
suficiente deste material,, os metros finais
do aterro devem ser executados com
solos que apresentem CBR maior ou igual
a 6%, expansão menor do que 2% e os
últimos 30 cm executados por solo
selecionado de comportamento laterítico
compactado na energia intermediária do
p ç
ensaio de compactação;
• - corte: no caso do subleito do pavimento
p
apresentar solos expansivos,
p , SE,, ou solos
expansivos saturados, SES, deve-se
substituir o solo
solo, na espessura mínima de
1,50 m, constituído por solos de
comportamento laterítico e compactado na
energia normal do ensaio de
compactação.
Caso não se disponha de volume
suficiente deste material,, a substituição
ç
deverá ser executada por solos que
apresentem CBR maior ou igual a 6% 6%,
expansão menor do que 1% e os últimos
30 cm executados por solo selecionado de
comportamento laterítico compactado na
energia intermediária do ensaio de
p ç
compactação.
• Determinação do Fator de Contração
dos Materiais
• Os ensaios para determinação da
densidade in situ ou natural devem ser
realizados de acor do com a metodologia
preconizada na instrução de projeto
ç g
referente a serviços geotécnicos.
• Perfil de Distribuição de Volumes e
ç do Movimento de Terra
Orientação
• A distribuição teórica do material
escavado deve definir a origem e o
destino dos materiais envolvidos na
terraplenagem, considerando seus
ç
volumes, as classificações e as distâncias
médias de transporte, através da
elaboração do diagrama de Bruckner.
• Esta distribuição deve fornecer a solução mais
econômica sob o ponto de vista da distância
média de transporte e aproveitamento dos
materiais dos cortes, considerando o percurso
possível dos equipamentos de transporte de
terraplenagem. No caso de travessia de rio ou
via férrea, por exemplo, deve-se avaliar se é
possível realizar a transposição do material a
través de ponte ou viaduto existente ou se é
necessário contornar o obstáculo, aumentando
a distância a ser percorrida.
Terraplenagem - Aterros -
Especificação de Serviço - DENIT
• Definições
D fi i õ d da norma
3.1 Equipamento em geral
Má i
Máquinas, veículos,
í l equipamentos
i outros e
todas as unidades móveis utilizadas na
execução propriamente dita dos serviços e
obras.
3 2 Instalações industriais
3.2
Usinas misturadoras de agregados, usinas
de asfalto
asfalto, usinas de concreto de cimento
Portland e britadores.
3.3
3 3 At
Aterros
Segmentos de rodovia cuja implantação requer
d ó it d
depósito de materiais
t i i provenientes
i t d de cortes
t e/ou
/
de empréstimos no interior dos limites das seções
de projeto (Off sets) que definem o corpo estradal,
estradal
o qual corresponde à faixa terraplenada.
3 4 Faixa terraplenada
3.4
Faixa correspondente à largura que vai de crista a
crista do corte, no caso de seção plena em corte;
do pé do aterro ao pé do aterro,
no caso de seção plena em aterro; e da
crista do corte ao pé do aterro, no caso da
seção mista. É a área compreendida entre as
linhas “Off sets”.
3.5 Corpo do aterro
3 5 Corpo do aterro
3.5
Parte do aterro situado sobre o terreno
natural até 0,60m abaixo da cota
correspondente
p ao g
greide da terraplenagem.
p g
3.6
3 6CCamadad fifinall
Parte do aterro constituída de material
selecionado situado entre o greide da
selecionado,
terraplenagem e o corpo do aterro.
3 7 Plataforma
3.7
Faixa da estrada compreendida entre os dois
pés dos cortes,
cortes no caso da seção em corte;
de crista a crista do aterro, no caso da seção
em aterro;; e do pép do corte a crista do aterro,,
no caso da seção mista. No caso dos cortes,
a plataforma compreende também a sarjeta.
3.8 Bota-fora
Material de escavação dos cortes não
aproveitado nos aterros, devido à sua má
qualidade ao seu volume ou à excessiva
qualidade,
distância de transporte, e que é
depositado fora
f da plataforma
f da rodovia,
de p
preferência nos limites da faixa de
domínio, quando possível.
3.9 Bica corrida
Brita corrida,, da qual
q se separa
p apenas,
p , com
peneira, o material grande demais para uso.
3 10 Compactação
3.10
Operação por processo manual ou mecânico,
destinada a reduzir o volume dos vazios de
um solo ou outro material, com a finalidade
de aumentar-lhe a massa específica,
resistência e estabilidade.
3.11
3 11 B
Brita
it corrida
id
Material colhido diretamente do britador primário
d
decorrentet da
d ffragmentação
t ã d de rochas,
h ou
materiais duros que, quando disponíveis e
mediante tratamento adequado
adequado, são utilizados na
confecção de aterro.
4 Condições gerais
O início e desenvolvimento dos serviços de
execução de aterro pertinente a um segmento
viário se condicionam à rigorosa observância do
disposto nas subseções 4.1 e 4.2 a seguir:
4.1 Antes do início da execução dos aterros,
p
os elementos/componentes do p
processo
construtivo pertinente e que serão
utilizados para a respectiva para
implantação do aterro, deverão estar em
condições adequadas – condições estas
retratadas pelo atendimento ao disposto
nas subseções 4.1 a 4.8 da Norma
_____
DNIT_____/ES - Cortes.
4.2
4 2NNo ttocante
t ao segmento t em aterro
t a ser
implantado, as respectivas marcações do eixo e
dos “Off
Off sets
sets”, bem como as referências de nível
(RN’s) - já devidamente atendido o disposto nas
subseções
ç 4.2.1,, 4.2.2 e 4.2.4 da Norma
DNIT____/ES - Serviços Preliminares, deverão,
após as operações de desmatamento e
d
destocamento, ser ddevidamente
id checadas
h d e, se
for o caso, revistas, de sorte a guardarem
consonância com a nova configuração da
superfície do terreno e com o Projeto Geométrico.
• N
Nestet sentido,
tid e em conseqüência,
üê i d deverá á
ser procedido novo levantamento de seções
transversais de forma solidária com os RNs
transversais,
instituídos no Projeto de Engenharia. Tais
seções
ç transversais constituir-se-ão,, então,,
nas “seções primitivas” a serem efetivamente
consideradas, para efeito de elaboração e de
marcação da “Nota de SerServiço
iço de
Terraplanagem” (respeitadas as cotas do
projeto geométrico),
geométrico) do controle geométrico
dos serviços e da medição dos serviços
executados.
5CCondições
di õ específicas
ífi
5.1 Materiais
Os materiais a serem utilizados na execução
dos aterros serão p provenientes das
escavações referentes à execução dos
p
cortes e da utilização de empréstimos,
devidamente caracterizados e selecionados
com base nos Estudos Geotécnicos
desenvolvidos através do Projeto de
Engenharia.
Tais
T i materiais,
t i i que ordinariamente
di i t d
deverão
ã se
enquadrar nas classificações de 1ª categoria e de
2ª categoria deverão atender a vários requisitos
2 requisitos,
em termos de características mecânicas e físicas,
conforme se registra
g a seguir:
g
a) Ser preferencialmente utilizados de
conformidade com sua qualificação e
destinação prévia fixada no projeto.
b) Ser isento de matérias orgânicas
orgânicas, micáceas e
diatomáceas. Não deverão ser constituídos de
turfas ou argilas
g orgânicas.
g
c)) P
Para efeito
f it de
d execução
ã ddo corpo d
do aterro,
t
apresentar capacidade de suporte adequada
( ISC ≥ 2%) e expansão menor ou igual a
4%.
d) Para efeito de execução da camada final
dos aterros, apresentar as melhores
qualidades disponíveis,
q p sendo devidamente
selecionados e especificados no Projeto de
Engenharia, atendidos os preceitos de ordem
técnico – econômica.
econômica Deverá,
Deverá outrossim
outrossim,
apresentar expansão menor ou igual a 2%.
e) Em regiões onde houver ocorrência de
materiais rochosos e na falta de materiais
de 1ª e/ou 2ª categoria admite-se, desde
que devidamente especificado no projeto
de engenharia, o emprego destes
materiais de 3ª categoria (rochas)
(rochas),
atendidas as condições prescritas no
projeto de engenharia e o disposto na
ç 5.3 – Execução.
subseção ç
5.2
5 2EEquipamentos
i t
5.2.1 A execução dos aterros deverá prever a
utilização racional de equipamento
apropriado, atendidas as condições locais e
a produtividade exigida
exigida.
5.2.2 Poderão ser empregados tratores de
lâmina, escavo
escavo-transportadores,
transportadores, moto
moto-
escavo transportadores, caminhões
basculantes, moto-niveladoras, rolos lisos, de
pneus, pésé dde carneiro,
i estáticos
táti ou
vibratórios.
5.3 Execução
O início e o desenvolvimento dos serviços
de execução dos aterros deverão
obedecer rigorosamente à programação
de obras estabelecida e consignada na
“S
“Segmentação do Diagrama de Bruckner””
ç 4.2.7 da Norma
enfocada na subseção
DNIT ____/ES - Serviços Preliminares.
Uma vez atendida esta condição, a
ç dos aterros deve ser p
execução procedida
depois de devida autorização da
Fiscalização mediante a utilização dos
Fiscalização,
equipamentos focalizados na subseção
5 2 obedecendo aos elementos técnicos
5.2,
constantes no Projeto de Engenharia e
atendendo ao contido nas subseções
5.3.1 a 5.3.18.
5.3.1 Descarga, espalhamento em
camadas,, homogeneização,
g ç , conveniente
umedecimento ou aeração, compactação
dos materiais selecionados procedentes
de cortes ou empréstimos, para a
construção do corpo do aterro até a cota
correspondente ao greide da
terraplenagem.
5.3.2 Descarga, espalhamento em
camadas,, conveniente umedecimento ou
aeração, e compactação dos materiais
procedentes de cortes ou empréstimos
empréstimos,
destinados a substituir eventualmente os
materiais de qualidade inferior
inferior,
previamente retirados, a fim de melhorar
as fundações dos aterros.
• 5
5.3.3
33N No caso dde aterros
t assentes
t sobreb
encostas com inclinação transversal
acentuada de acordo com o projeto
acentuada, projeto, as
encostas naturais deverão ser escarificadas
com um trator de lâmina,, produzindo
p
ranhuras, acompanhando as curvas de nível.
Se a natureza do solo condicionar a adoção
de medidas especiais para a solidarização
solidari ação do
aterro ao terreno natural, a Fiscalização
poderá exigir a execução de degraus ao
longo da área a ser aterrada.
5.3.4
5 3 4 O lançamento
l t do
d material
t i l para a
construção dos aterros deve ser feito em
camadas sucessivas,
sucessivas em toda a largura da
seção transversal, e em extensões tais que
permitam seu umedecimento e compactação
p p ç
de acordo com o previsto no projeto de
engenharia. Para o corpo dos aterros, a
espess ra da camada compactada não
espessura
deverá ultrapassar de 0,30 m. Para as
camadas finais essa espessura não deverá
ultrapassar de 0,20m.
• 5
5.3.5
35T Todas
d as camadas d d do solo
l d
deverão
ã ser
convenientemente compactadas, de
conformidade com o definido no projeto de
engenharia. Ordinariamente, o preconizado é
o seguinte:
g
a) Para o corpo dos aterros, na umidade ótima,
mais ou menos 3%, até se obter a massa
específica aparente seca correspondente a
95% da massa específica aparente máxima
seca do ensaio DNER
seca, DNER-MEME 092/94 ou DNER
DNER-
ME 037/94.
b) P
Para as camadas
d fifinais
i aquelal massa
específica aparente seca deve corresponder
a 100% d da massa específica
ífi aparentet
máxima seca do referido ensaio.
c) Os trechos que não atingirem as condições
mínimas de compactação deverão ser
escarificados,
ifi d h
homogeneizados,
i d llevados
d à
umidade adequada e novamente
compactados,
t d d
de acordo
d com o estabelecido
t b l id
no projeto de engenharia.
5.3.6
5 36N No caso d de alargamento
l t d de aterros,
t sua
execução obrigatoriamente será procedida de
baixo p
para cima,, acompanhada
p de degraus
g nos
seus taludes. Desde que justificado em projeto,
poderá a execução ser feita por meio de
arrasamento parcial do aterro existente
existente, até que o
material escavado preencha a nova seção
transversal, complementando-se após, com
material
i l iimportado,
d toda
d a llargura dda referida
f id
seção transversal. No caso de aterros em meia
encosta o terreno natural deverá ser também
encosta,
escavado em degraus.
5.3.7 A inclinação dos taludes de aterro,
tendo em vista a natureza dos solos e as
condições locais, será fornecida pelo
projeto de engenharia
engenharia.
5.3.8 Na execução dos aterros deve ser
cuidadosamente controlada e verificada
f a
ç dos taludes, tanto com o uso de
inclinação
esquadro ou gabarito apropriado, bem
como pelas referências laterais.
5.3.9 Para a construção de aterros assentes
ç de baixa
sobre terreno de fundação
capacidade de carga, o projeto deverá
prever a solução a ser seguida
seguida. No caso
de consolidação por adensamento da
camada mole será exigido o controle por
medição de recalques e, quando prevista,
a observação da variação das pressões
neutras.
5.3.10 No caso da execução de aterros sobre
solos moles e quando previsto no projeto de
engenharia para a remoção de tais solos
deverão ser adotados os seguintes
procedimentos:
a) Iniciar as escavações para remoção dos
solos moles no local exato determinado pela
Fiscalização – a qual também determinará, face
aos resultados das escavações, o término das
mesmas, sempre com a orientação determinada
previamente no projeto de engenharia.
Quando
Q d a remoção ã se fifizer próximo
ó i a
construções, poderão ser necessários
cuidados especiais para evitar danos aos
prédios. Neste caso, deverão ser cravadas
estacas-prancha
p ou utilizadas outras formas,,
então aprovadas, para conter o solo sob a
construção, antes do início da remoção, de
forma a asseg
assegurar
rar a estabilidade do prédio
prédio.
Os locais serão determinados no Projeto de
Engenharia e nas situações não previstas
previstas, a
critério da Fiscalização;
b) E
Escavar em nichos
i h d de, no máximo,
á i 10
10,00
metros ao longo do eixo e 5,0 metros
perpendiculares ao eixo da rodovia;
c) Reaterrar os nichos logo após concluída a
escavação;
d) Evitar rebaixar o nível de água dentro da
escavação, ou seja, a escavação deverá ser
feita de forma lenta o suficiente para evitar
que o equipamento de escavação remova
á
água, mas o maisi rápido
á id possível
í l para
minimizar o tempo de escavação aberta;
e)) Sob
S b nenhuma
h hi
hipótese
ót se admitirá
d iti á que
qualquer escavação seja deixada aberta
durante paralisações de construção,
construção ou
mesmo interrupções não previstas;
f) Os taludes da escavação deverão ser o
mais íngreme possível e mantendo a
estabilidade;
g) Tão logo o material de preenchimento
esteja acima do nível d’água na escavação, o
material
t i lddeverá á ser compactado
t d com rolol
liso, ou a critério da fiscalização;
h) O material
t i l removido
id seráád depositado
it d
convenientemente ao lado da rodovia;
outro local qualquer
qualquer, definido pela
Fiscalização e provido de diques de
retenção dos materiais
materiais, de forma que a
água contida no solo se esvaia, permitindo
uma
u ap pré-secagem
é secage do so solooa
antes
tes do
mesmo ter sua conformação definitiva, ou
ser transportado
p p
para os locais de bota-
fora ou recomposição de empréstimos,
conforme designado no Projeto.
5.3.11 Os aterros-barragens terão o seu
projeto
p j e construção
ç fundamentados nas
considerações de problemas referentes à
compactação de solos
solos, estabilidade do
terreno de fundação, estabilidade dos
taludes e percolação da água nos meios
permeáveis. Deverão ser objeto de projeto
de engenharia específico.
5.3.12
5 3 12 EEm regiões
iõ onde d hhouver ocorrência
ê i
predominante de materiais rochosos, admitir-
se-á
á a execução ã d
de aterros
t com o emprego
dos mesmos, desde que haja conveniência e
a critério da Fiscalização
Fiscalização. A rocha deve ser
depositada em camadas, cuja espessura não
deve ultrapassar a 0 0,75
75 m
m. Os últimos 2
2,00
00 m
de aterro deverão ser executados em
camadas de,de no máximo
máximo, 0 0,30
30 m de
espessura..
A conformação
f ã das
d camadas d ddeveráá ser
executada mecanicamente, devendo o
material ser espalhado com equipamento
apropriado e devidamente compactado por
meio de rolos vibratórios. Deverá ser obtido
um conjunto livre de grandes vazios e
engaiolamentos e o diâmetro máximo dos
blocos de pedra será limitado pela espess
espessurara
da camada. O tamanho admitido para maior
dimensão da pedra é de 2/3 da espessura da
camada compactada.
• 5
5.3.13
3 13 EEm regiões
iõ onded hhouver ocorrência
ê i
predominante de areia admitir-se-á a
execução de aterros com o emprego da
mesma, desde que haja conveniência, e a
critério da Fiscalização.
ç Deverão ser
atendidos requisitos visando o
dimensionamento da espessura de camadas,
reg lari ação das mesmas,
regularização mesmas e execução
ec ção de
leivas de contenção sobre material terroso e
a compactação das camadas de material
terroso subseqüentes ao aterro em areia.
5.3.14 A fim de proteger os taludes contra
os efeitos da erosão,, deverá ser procedida
p
a sua conveniente drenagem e obras-de-
proteção mediante a plantação de
proteção,
gramíneas ou a execução de patamares,
com o objetivo de diminuir o efeito erosivo
da água, tudo de conformidade com o
estabelecido no projeto de engenharia.
5.3.15
5 3 15 H
Havendod a possibilidade
ibilid d dde
solapamento da saia do aterro, em épocas
chuvosas deverá ser providenciada a
chuvosas,
construção de enrocamento no pé do aterro.
Na execução
ç de banquetas
q laterais ou
meios-fios, conjugados com sarjetas
revestidas, desde que previstas no projeto,
as saídas de ág
águaa serão con
convenientemente
enientemente
espaçadas e ancoradas na banqueta e na
saia do aterro
aterro. O detalhamento destas obras
será apresentado no projeto de engenharia.
5.3.16
5 3 16 SSempre que possível,
í l nos llocais
i dde
travessia de cursos d’água ou passagens
superiores, a construção dos aterros deve
preceder a das obras-de-arte projetadas.
Em caso contrário, todas as medidas de
precaução deverão ser tomadas, a fim de
que o método construtivo empregado para
ç dos aterros de acesso não
a construção
origine movimentos ou tensões indevidas
em qqualquer
q obra-de-arte.
5.3.17
5 3 17 O
Os aterros
t d
de acesso próximos
ó i d
dos
encontros de pontes, o enchimento de cavas
de fundações e das trincheiras de bueiros
bueiros,
bem como todas as áreas de difícil acesso
ao equipamento
q p usual de compactação,
p ç ,
serão compactados mediante o uso de
equipamento adequado, como soquetes
man ais sapos mecânicos etc
manuais, etc. A e
execução
ec ção
será em camadas, nas mesmas condições
de massa específica aparente seca e
umidade descritas para o corpo dos aterros.
5.3.18
5 3 18 D
Durante t a construção,
t ã os serviços
i já
executados deverão ser mantidos com boa
conformação e permanente drenagem
superficial.
6 Condicionantes ambientais
Nas operações destinadas à execução dos
aterros, objetivando a preservação
ambiental, deverão ser devidamente
observadas e adotadas as soluções e os
respectivos
ti procedimentos
di t específicos
ífi
atinentes ao tema ambiental, definidos
e/ou instituídos no instrumental técnico-
normativo p pertinente vigente
g no DNIT e na
documentação técnica vinculada à
execução das obras – documentação esta
que compreende o Projeto de Engenharia
– PE,
PE o Estudo Ambiental (EIA ou outro) e
os Programas Ambientais.
• O conjunto de soluções e procedimentos
p
acima reportados constitui elenco
bastante diversificado de medidas
condicionantes que
que, à luz do instrumental
técnico-normativo pertinente e
referenciado à Norma DNIT 070/2006
PRO, comporta o desdobramento
apresentado na forma das subseções 6.1
a 6.3, q
que se seguem.
g
6.1 Medidas condicionantes de cunho genérico,
focalizadas na subseção 4.2 da mencionada
N
Norma, e que contemplam,
t l entre
t outros,
t os
seguintes tópicos:
• O atendimento
t di t à plena
l regularidade
l id d ambiental;
bi t l
• A observância rigorosa da legislação
referente ao uso e à ocupação do solo,
vigente no município envolvido;
• O estabelecimento de horário de trabalho
compatível com a lei do silêncio (regional ou local);
• O atendimento
t di t à segurança e ao conforto
f t dos
d
usuários da rodovia e dos moradores das faixas
lindeiras;
• A segurança operacional dos trabalhadores da
obra;
• O planejamento e a programação das obras;
• O disciplinamento do fluxo de tráfego e do
estacionamento dos veículos e equipamentos;
• A devida recuperação ambiental das áreas
afetadas pelas obras, após o encerramento das
atividades.
6.2 Medidas condicionantes de cunho
p
específico, , focalizadas na subseção
ç 5.1
da mencionada Norma, e que contemplam
os tópicos “canteiro
canteiro de obras”
obras ,
“instalações industriais” e “equipamentos
em geral”
geral , em suas etapas de instalação /
mobilização, de operação e de
desmobilização.
6.3 Medidas condicionantes de cunho
p , focalizadas na subseção
específico, ç 5.5
da mencionada Norma e que,
contemplando as atividades e ocorrências
relacionadas com a execução dos aterros,
se detêm
detêm, entre outros tópicos
tópicos, nos
seguintes:
• Ocorrências ou aceleração de processos
erosivos;
• Problemas de instabilidade física dos
ç ;
maciços;
• Execução de aterros em encostas;
• Implantação
I l t ã d de sistema
i t d
de d
drenagem
específico;
• Execução de obras e serviços de
proteção;
• Operações de terraplenagem em rocha.
7 Inspeções
Objetivando o atendimento ao
preconizado nas Normas DNIT 011/2004-
PRO e DNIT 013/2004
013/2004-PRO,
PRO a
Fiscalização deverá elaborar e cumprir
competente Programa de Inspeções, de
sorte a exercer o controle externo da obra.
7.1 Controle de insumos
Deverá ser p procedido o controle tecnológico
g
dos materiais terrosos utilizados, objetivando
verificar quanto ao atendimento aos vários
requisitos, em termos de características
físicas e mecânicas
mecânicas, de conformidade com o
definido no projeto de engenharia e nas
alíneas (a) a (e) da subseção 55.1
1 desta
Norma.
• N
Neste
t sentido
tid d
deverão
ã ser adotados
d t d os
seguintes procedimentos:
a) 1 (um) ensaio de compactação, segundo o
Método de Ensaio DNER-ME 129/94 para
cada 1.000 m³ de material do corpo do
aterro;
b) 1 (um) ensaio de compactação, segundo o
Método de Ensaio DNER-ME 129/94 para
cada 200m³ de material de camada final do
aterro;
• c)) 1 ((um)) ensaio
i dde granulometria
l t i (DNER-ME
(DNER ME
080/94), do limite de liquidez (DNER-ME 122/94)
e do limite de p plasticidade ((DNER-ME 082/94))
para o corpo do aterro, para todo o grupo de dez
amostras submetidas ao ensaiode compactação,
conforme a alínea “a”; a;
• d) 1 (um) ensaio de granulometria (DNER-ME
080/94),
080/9 ), do limite
te de liquidez
qu de ((DNER-ME 122/94)
/9 )
e do limite de plasticidade (DNER-ME 082/94)
para camadas finais do aterro, para todo o grupo
de quatro amostras submetidas ao ensaio de
compactação, conforme a alínea “b”;
• e) 1 (um) ensaio do Índice
Í de Suporte
Califórnia,, com energia
g do Método de
Ensaio DNER-ME 049/94 para camada
final para cada grupo de quatro amostras
final,
submetidas a ensaios de compactação,
segundo a alínea “b”
b.
• 7
7.2
2CControle
t l dda produção
d ã
• 7.2.1 Quanto aos atributos genéricos
Deverá ser verificado
verificado, na execução de cada
segmento de aterro, se:
• A sua execução foi, na forma devida,
formalmente autorizada pela Fiscalização;
• A origem do material terroso utilizado está de
conformidade
f id d com a didistribuição
ib i d
definida
fi id no
projeto de engenharia;
• O disposto nas seções 4 e 5 desta Norma está
sendo atendido.
7.2.2 Quanto à consolidação dos aterros
Deverá ser verificado quanto à
observância do constante nos subitens
5 3 9 e 5.3.10
5.3.9 5 3 10 e suas alíneas
alíneas, desta
• Especificação.
7.2.3 Quanto à compactação
g
Deverão ser adotados os seguintes
procedimentos:
a) Ensaio de massa específica aparente seca “in in
situ”, em locais escolhidos aleatoriamente, por
camada, distribuídos regularmente ao longo do
segmento, pelos Métodos de Ensaios DNER-ME
092/94 e DNER-ME
DNER ME 037/94. Para pistas de
extensões limitadas, com volume de, no
máximo, 1.200m³
1.200m no corpo do aterro,
ou 800m³ para as camadas finais, deverão
ser feitas pelo menos 5 determinações para
o cálculo do grau de compactação (GC).
b) O número de ensaios de massa específica
aparente “in situ”, para o controle da
execução será definido em função do risco
de rejeição de um serviço de boa qualidade a
ser assumido pelo Executante
Executante, conforme a
Tabela 1.
• c) As determinações do grau de
p ç ((GC)) serão realizadas
compactação
utilizando-se os valores da massa
específica aparente seca de laboratório e
da massa específica aparente "in situ"
obtida no campo.
campo Deverão ser
obedecidosos limites seguintes:
– Corpo do aterro GC ≥ 95%;
– Camadas finais GC ≥ 100%.
7.3 Verificação do produto
7.3.1 Q
Quanto ao controle geométrico
g
O controle geométrico de execução dos
serviços será feito por levantamento
topográfico e com gabarito apropriado e
considerando os elementos geométricos
estabelecidos nas “Notas de Serviço”, com
os quaisi será
á ffeito
it o acompanhamento
h t d
da
execução dos serviços.
Através
At é da
d verificação
ifi ã ddo alinhamento,
li h t ddo
nivelamento do eixo e dos bordos e de
medidas de largura será verificado se foi
alcançada a conformação da seção
transversal do p
projeto
j de engenharia,
g ,
admitidas as seguintes tolerâncias:
a)) Variação da altura máxima de ± 0,04m
para o eixo e bordos;
b) Variação máxima da largura de + 0,30m
para a plataforma,
l t f não
ã sendod admitida
d itid
variação negativa.
7.3.2
7 32Q Quanto
t ao acabamento
b t e configuração
fi ã ddos
taludes
O controle
t l deverá
d á ser visual
i l considerando
id d o
definido no projeto de engenharia e o constante
nas subseções 5 5.3.7
37e5 5.3.8
3 8 da seção 5 desta
Norma.
7 3 3 Quanto ao atendimento ambiental
7.3.3
Será verificado quanto à devida observância e
atendimento ao disposto na seção 6 desta Norma,
bem como procedida a análise dos resultados
alcançados, em termos de preservação ambiental.
7.4 Condições de conformidade e não
conformidade
Todos os ensaios de controle e verificação
dos insumos,
insumos da produção e do produto
serão realizados de acordo com o plano
da qualidade, devendo atender àsà
ç
condições gerais
g e específicas
p nas seções
ç
4 e 5 desta Norma, respectivamente.
Serão controlados o valor mínimo para o
ISC e ppara o g
grau de compactação
p ç eo
valor máximo, com valores de k obtidos na
Tabela de Amostragem Variável
8 Critérios de medição e de apropriação do
custo de execução dos serviços
Considerando que a medição dos serviços
tem como uma de suas finalidades
básicas a determinação, de forma racional
e precisa
precisa, do respectivo custo de
execução, a abordagem deste item
comportará dois tópicos específicos,
específicos a
saber: A “medição propriamente dita dos
serviços executados” e a “apropriação do
p
custo da respectiva execução”
ç
8.1
8 1PProcesso dde medição
di ã
Tendo em vista que as medições correspondentes
à escavação
escavação, carga e transporte dos materiais já
foram devidamente focalizadas quando da
abordagem da execução dos Cortes e dos
E
Empréstimos,
é ti a medição
di ã ddos aterros
t comportará,
t á
estritamente, a quantificação da compactação – a
qual e
qua envolve
o e várias
á as ope
operações
ações a sabe
saber:
a descarga e o espalhamento do material em
camadas, o ajuste e homogeneização da umidade
d solo,
do l a compactação
t ã propriamente
i t dit
dita e o
respectivo acabamento do aterro.
• 8.1.1 Os serviços aceitos de conformidade
ç 7.4 serão medidos de
com a subseção
forma referenciada com o grau de
compactação correspondente
correspondente, observadas
as duas condições seguintes:
a)) Compactação
C das camadas do corpo
de aterro
b) Compactação das camadas finais de
aterro
• 8
8.1.2
1 2 A cubação
b ã dosd materiais
t i i
compactados deverá ser efetivada com
base no apoio topográfico e referências de
nível (RN’s) integrantes do Projeto de
Engenharia – devendo as seções
primitivas ser objeto de checagens e dos
devidos tratamentos focalizados naa
ç
subseções 4.2.1, 4.2.2 e 4.2.4 da Norma
DNIT_____/ES - Serviços Preliminares e
ç 4.2 desta Norma.
na subseção
Assim,
A i para efeito
f it de
d cálculo
ál l d dos volumes
l
será aplicado o método da “média das
áreas”, devendo as seções transversais
áreas
finais a ter lugar após a conclusão do aterro,
ser levantadas dentro de adequado
q g
grau de
precisão e de forma solidária com os RN’s
que referenciaram as seções primitivas –
bem como aq aquelas
elas seções trans
transversais
ersais
levantadas em seqüência ao desmatamento,
na forma da subseção 4 4.2
2 desta
Especificação
seções
õ ttransversais
i estas
t que passam a ser
consideradas como as seções primitivas a
serem efetivamente adotadas
adotadas, para efeito de
controle e de medição dos serviços.
Os valores então obtidos devem ser
cotejados e considerados em função do
disposto
p no p
projeto
j de engenharia,
g em
especial as seções transversais definidas, o
Diagrama de Bruckner e sua segmentação,
na forma da subseção 4 4.2.7
2 7 na Norma
DNIT____/ES – Serviços Preliminares,
bem como as ttolerâncias
b l â i assumidasid conforme
f
preconizado na seção 7 desta Norma.
813D
8.1.3 Deverão
ã ser considerados
id d como iintegrantes
t t
ordinárias, dos processos construtivos pertinentes
aos serviços focalizados nesta Especificação
Especificação, as
seguintes operações:
a) As operações referentes ao acabamento final
da plataforma e dos taludes;
b) As operações referentes à preservação
ambiental, focalizadas na seção 6 desta
Especificação.
8.1.4
8 14N Na MMemória
ói d de Cál
Cálculo
l d dos Q
Quantitativos
tit ti
pertinentes à execução dos serviços em
foco os serviços executados deverão ser
foco,
objeto de quantificação e apresentação
explícita
p em separado,
p , em função
ç do
posicionamento específico da camada de
aterro correspondente. Neste sentido, os
demonstrati os dos q
demonstrativos quantitativos
antitati os de ser
serviços
iços
executados, observando o disposto em 8.1.1,
deverão estar referidos ao estaqueamento do
eixo da via em construção e desdobrados em
dois conjuntos,
j , na forma qque se segue:
g
a)) Volume
V l d
de material
t i l compactado
t d
constituinte das camadas de corpo do aterro,
na forma do constante da subseção 5 5.3.5
35
desta Especificação de Serviço e
considerando o q que dispõe
p o Projeto
j de
Engenharia;
b)) Volume de material compactado
p
constituinte das camadas finais do aterro, na
forma do constante da subseção 5.3.5 desta
Norma e considerando o que dispõe o
Projeto de Engenharia.
• NOTAS:
Os serviços
ç p pertinentes à abertura dos
caminhos de serviço que se situam dentro da
faixa da linha de “off-sets”
off sets devem ter seu
demonstrativo de cálculo inserido na planilha
de Caminhos de Serviço,
Serviço mas o respectivo
quantitativo de serviço estabelecido deve ser
agregado ao conjunto referente à alínea aa,
definida nesta subseção 8.1.4 desta Norma.
• O disposto no tópico anterior deverá
g
estar devidamente registrado nas
Memórias de Cálculo pertinentes às
Especificações em foco
foco.
• O Modelo correspondente da Folha de
Memória
ó de CáCálculo, com respectiva
ç para
instrução p elaboração,
ç consta no
Manual de Implantação Básica editado em
2009.
8.2
8 2AApropriação
i ã d do custo
t d de execução
ã d dos serviços
i
Para efeito de determinação do custo unitário dos
serviços deverá ser observado o disposto nas
subseções 8.2.1 a 8.2.3 a seguir:
8.2.1 O serviço
ç de execuçãoç dos aterros terá sua
unidade referida ao “m³” compactado, observando
o constante nas alíneas “a” e “b” da subseção 8.2,
medido na pista e considerando as seções
transversais definidas no Projeto de Engenharia.
A respectiva apropriação do custo engloba todas
as operações
õ pertinentes
ti t ao processo construtivo,
t ti
inclusive o constante na subseção 8.1.3.
8.2.2
8 22R Relativamente
l ti t aos serviços
i enquadrados
d d nas
alíneas “a” e “b” da subseção 8.1.4, os custos
pertinentes deverão considerar as respectivas
energias de compactação definidas no Projeto de
Engenharia
g e de conformidade com o disposto
p na
subseção 5.3.5 desta Norma.
8.2.3 A linha metodológica
g a ser ordinariamente
adotada, bem como o elenco de valores de
parâmetros e de fatores interferentes são os
estabelecidos
t b l id no M Manuall d
de CComposição
i ã dde
Custos Rodoviários do DNIT.
Ante particularidades ou especificidades
evidenciadas qquando da elaboração
ç do
Projeto de Engenharia e relativamente aos
parâmetros e fatores interferentes
interferentes, caberá
a adoção de valores diferentes do
preconizado no referido Manual de
Composição de Custos Rodoviários - sem
prejuízo da aplicação da linha
g
metodológica mencionada.
8.2.4 A apropriação do custo de execução
p
correspondente será obtida de
conformidade com os quantitativos de
serviços estabelecidos conforme 88.1.4
14e
mediante a aplicação dos respectivos
custos unitários estabelecidos na forma de
8.2.1 a 8.2.3.
• Para evitar problemas antes de construir e pensar
na terraplenagem, é importante consultar um
profissional da área para avaliar o terreno antes de
adquiri-lo. O profissional pode auxiliar em relação à
escolha de um lote onde a topografia original seja
condizente
di t com seus planos
l d
de construção.
t ã É
importante também observar que quando mais
próximo ao nível do pavimento térreo for à
topografia do terreno, maior será a economia com o
terraplenagem que em alguns casos pode chegar a
terraplenagem,
até 20% do valor da obra. Nem sempre o terreno
mais barato ppode ser o o mais indicado.
• Nem sempre há condições de escolher
ou utilizar
tili um tterreno com melhor
lh
topografia, e nesta parte é que entram as
técnicas de terraplenagem.
• São várias operações básicas a serem
empregadas, como por exemplo, a
escavação,ã que é o atot dde escavar a tterra,
rebaixando a topografia natural do terreno
para a cota pré-determinada no projeto de
ç
construção.
• Aterrar um determinado local, também faz parte do
processo de terraplenagem, utilizando-se
preferencialmente
f i l t de
d tterra vermelha,
lh por seu
melhor rendimento no trabalho de compactação do
aterro para que áreas abaixo da cota do projeto de
aterro,
construção sejam elevadas.
• O aterro pode ser com Importação de terra,
terra que é
quando não há no próprio local material suficiente
para atingir as cotas do projeto por meio de aterro,
aterro
sendo necessário realizar esta etapa com material
vindo de outro local.
• Alguns outros processos fazem parte do processo
de terraplanagem
terraplanagem, como o destocamento,
destocamento a
demolição, remoção , compactação de Solo e a
drenagem.
drenagem
• Para preparação do local para a terraplenagem,
pode ser também necessário a drenagem de
solo, que é feita em terrenos onde há excesso
de umidade
umidade, sendo realizada com a criação de
canais (valas de nível mais baixo que o restante
do terreno) em locais estratégicos para
escoamento da água existente.
• Quando a origem da umidade é proveniente de
nascentes, deve-se respeitar um raio de
aproximadamente 50m da mesma e criar um canal
que desvie a água para longe do local da
construção.
• Se a origem for resultado de acúmulo de águas
pluviais, recomenda-se
recomenda se apenas inclinar
suavemente o terreno para que haja
escoamento com maior facilidade, e se possível,
criar um canal adjacente à parte mais baixa do
terreno para escoamento da água.
• Pode-se perceber, portanto, que o processo
de terraplenagem envolve muitas variantes que
d
devem ser llevadas
d em consideração
id ã para que o
serviço de terraplanagem seja executado de
maneira plena e satisfatória
satisfatória.
Etapas
• Destocamento
• É um procedimento agrícola de limpeza de solo
através da retirada dos tocos ou restos de árvores
que infelizmente foram queimadas ou cortadas. Na
maioria
i i ddos casos é executado
t d por meios
i
mecanizados, por isso também um trabalho manual
com instrumentos roçais
roçais. Existem locais com
vegetação natural que são retiradas para que se
permita a execução da construção
construção.
• A terraplanagem
• É uma técnica construtiva que visa aplainar e
aterrar um terreno, significado de literalmente terra
cheia e cheio de terra, existem procedimentos que
complementam
l t o procedimento
di t em processos d de
terraplanagem e entre eles a macadamização que
consiste em assentar três camadas de pedras
colocadas numa fundação com valas laterais para a
drenagem da água da chuva
chuva. Em locais com base
muito mole esta etapa servirá para enrigecer a base
da construção de modo a não permitir movimentos.
• A pavimentação
• Em engenharia
engenharia, é a camada constituída por um ou
mais materiais que se coloca sobre o terreno natural
ou terraplenado,
p , aumentando assim sua resistência
e servindo a circulação de pessoas ou veículos.
• Dentro destas operações estão:
• Escavação: ato de escavar a terra, rebaixando a
topografia natural do terreno para a cota pré-
d t
determinada
i d no projeto
j t dde construção.
t ã
• Escavação com remoção de terra: operação em
que a terra é escavada e carregada em caminhões
basculantes que transportam o material para locais
denominados aterros ou bota-foras;;
• Escavação sem remoção de terra: neste tipo
de aterro, a terra é escavada onde a topografia
está acima das cotas do projeto, sendo utilizado no
aterro da área onde o nível do terreno está abaixo
das cotas do projeto de construção. Esse processo
t bé se conhece
também h como ““corte
t e compensação”.
ã ”
• Aterro: é o ato de aterrar determinado local
escolhido,
lhid utilizando
tili d d de preferência
f ê i a tterra
vermelha, por ser melhor rendimento no trabalho de
compactação do aterro
aterro, para que essas áreas
abaixo da cota do projeto de construção sejam
totalmente elevadas;
• Compactação do Solo
• É a redução do volume dos solos cortados ou
aterrados. São submetidos ao trabalho de
determinados equipamentos, como rolo
compactador.
t d Este
E t comportamento
t t é relacionado
l i d à
aproximação dos grãos, gerando consequente
redução do volume de vazios nas massas de solo
como:
– Densidade Natural
Natural.
– Densidade Água.
– Densidade do Solo Compactado
Compactado.
• O adensamento, portanto é o aumento da
densidade do material, diminuindo os vazios, que se
não forem eliminados antes da construção,
f t
futuramente
t irão
i ã se compactart provocando
d
deformações nas construções acima desta camada.
• Alguns
Al equipamentos
i t utilizados:
tili d
– Máquinas de escavação hidráulicas, superficiais
ou de
d profundidade,
f did d com rodas d ou esteiras
t i
– Motoniveladoras
– Compactadores de rolo ou pé de carneiro
– Caminhões de transporte com caçambas
Pa Carregadeira

Equipamento de grande porte sobre


pneus, com grande capacidade de carga,
ideal para enfrentar pesadas condições de
trabalho.
Mini Carregadeira

Equipamento
E i t de
d pequeno porte t sobre
b
rodas ou esteira, de aproximadamente 3
toneladas, oferece alta produtividade,
baixo custo operacional,
operacional ideal para
trabalhar em espaços pequenos e em
áreas congestionadas, utilizadas para
transportes internos de materiais
materiais,
carregamento de caminhões e limpeza de
terrenos.
Mini Escavadeira

Equipamento de pequeno porte sobre esteira, de


aproximadamente 3 toneladas, oferece alta produtividade, baixo
custo operacional, ideal para trabalhar em espaços pequenos e em
áreas congestionadas
congestionadas, utilizadas para drenagem de solo
solo,
escavação de piscinas e valas.
Retroescavadeira

Equipamento de médio porte sobre pneus, com aproximadamente


7 toneladas, utilizada para terraplenagem, escavação, taludes,
retirada de terra e entulho.
Escavadeira
Equipamento de grande porte com aproximadamente 15 e 22
toneladas ideal para grandes obras, grandes movimentos de terra,
escavação profunda, carregamentos de caminhões, escavação e
remoção de terra.
Scrapers
é um equipamento de terraplanagem onde tem a função de raspar
a terra.
Motoniveladora ou Patrol
equipamento para terraplenagem. Tem a função cortar ou aterrar
sub-leitos, sub-bases e bases de acordo com as estacas de
marcação topográfica. Equipamento de muita força que consegue
espalhar ou cortar grandes volumes de material (terra
(terra, bica corrida)
Rolo compactador pé-de-carneiro
equipamento para terraplenagem. Depois que a Patrol deixa a
camada de material pronta, ou no greide, passa-se o rolo para
compactar o material. Passa-se o rolo o número de vezes
necessárias para atingir o “grau
grau de compactação”.
compactação . Uma ida e volta
do rolo é chamada de “feixe”.
Rolo compactador liso:
também é um equipamento para terraplenagem. Tem a função de
compactar materiais mais finos como bica corrida ou CBUQ
(asfalto) e que precisam de uma superfície bem lisa e compactada.
O grau de compactação também é determinado pelo número de
“feixes” que o equipamento faz sobre o material.
Compactador
p de Solo:
são equipamentos utilizados para adensar terra e areia visando um
melhor substrato para a construção de uma rodovia, represa,
edifício ou uma obra. Este equipamento pode ser de rolo vibratório,
pneumático, de percussão, tracionados, motorizados por
combustão ou elétrico.
Bulldozer
tratores guincho utilizado na floresta, bulldozer deserto, lgp
escavadora, hw bulldozer pode ser escolhido de acordo com
exigências especiais do cliente.
Bulldozer
tratores guincho utilizado na floresta, bulldozer deserto, lgp
escavadora, hw bulldozer pode ser escolhido de acordo com
exigências especiais do cliente.
Geologia aplicada
• Ati
Atividades
id d de d Superfície
S fí i :
a) Obtenção de materiais para construções
em geral.
b)) Construção
ç de estradas,, corte em geral
g e
minas a céu aberto.
c) Fundações de Edifícios.
d) Obtenção de água subterrânea.
e) Barragens de terra e aterros em geral
geral.
f) Túneis e escavações subterrâneas.
• a)) Obtenção
Obt ã d de materiais
t i i para construções
t õ em
geral.
• A procura de d ocorrências
ê i naturais
t i (j(jazidas)
id ) dde
materiais de construção como pedras, saibros,
areia ou cascalho
cascalho, argilas para exploração
exploração,
constituem uma das fases importantes do
planejamento
p j das obras civis de vulto. Nas obras
situadas nas grandes cidades e nas proximidades
das mesmas, o material de construção necessário
poderá
d á ser adquirido
d i id d de ffornecedores
d ((pedreiras,
d i
areais, ...) já instalados.
A maioria das grandes obras rodoviárias,
ferroviárias,, hidráulicas,, habitacionais etc.,,
no entanto, utiliza jazidas próprias.
A localização adequada das jazidas que
forneçam materiais de boa qualidade é um
dos fatores
f que mais influem
f no custo e
no andamento das g grandes obras civis.
Identificação de jazidas naturais para
exploração de material:
- Pedreiras
P d i (P
(Pedra):
d ) Utili
Utilizadas
d para
confecção de concretos, pavimentação,
revestimentos de fachadas de edifícios, etc...
- Jazidas de Cascalhos e Areia: Utilizados
para revestimento de leitos de estradas,
construção de aterros de terra, concretos,
obras de drenagem, etc...
- Jazidas de Argila:
g p
para impermeabilização
p ç
de obras de terra, para cerâmica em geral
((fabricação
ç de tijolos).
j )
• A potencialidade de uma região, quanto à
possibilidade de existirem ocorrências
favoráveis para a exploração de jazidas
(materiais minerais nobres, como o
mármore,
á granito...)
it ) pode d ser verificada
ifi d
facilmente pelo simples exame dos mapas
geológicos. O sucesso dessa verificação
dependerá
depe de á muito
u to da pecu
peculiaridade
a dade
geológica da região e dos detalhes dos
mapas disponíveis
disponíveis.
• A utilização
ç das rochas e dos depósitos
p
naturais de sedimentos como materiais de
construção em obras de engenharia são
intensas e, normalmente, são utilizadas
como: agregados para confecção de
concreto, blocos para revestimento de
f
fachadas de edifícios,
f proteção de taludes
g
de barragens, p
pedra britada p para os leitos
de ferrovias, aeroportos e rodovias, blocos
para calçamentos de ruasruas, etc
etc.
A exploração de uma pedreira ou de um depósito
de argila, areia, cascalho, depende de três fatores
básicos:
• Qualidade
Q do material: não deve haver alteração
no material pelo intemperismo e nem o mesmo
exibir fraturas demasiadas
demasiadas. Como exemplo
exemplo, sabe
sabe-
se que as pedreiras de basalto e diabásio se
prestam para extração de paralelepípedos para
calçamento; que as de calcário e arenito cozido
são utilizadas para revestimento de fachadas; que
as de mármore servem para o revestimento de
interiores.
• Volume
V l de
d material
t i l útil
útil: este
t ffator
t é calculado
l l d
pelos métodos usualmente empregados em
geologia A investigação de toda jazida é feita
geologia.
através de umreconhecimento geológico
superficial,
p , complementado
p p
por p
prospecção
p ç
através de sondagens mecânicas, poços, furos a
trado, é até mesmo por métodos geofísicos.
• Localização geográfica da jazida: se as distâncias
do depósito à obra ou aos centros consumidores
f considerável,
for id á l o materialt i l pode
d se ttornar anti-
ti
econômico.
• Obt
Obtençãoã ddos materiais
t i i dde construção
t ã
Esses materiais podem ser obtidos de diferentes
formas:
• Pedreira: são abertas para a obtenção de pedra
britada a fim de se confeccionar concreto para
britada,
pavimentação ou mesmo blocos de revestimentos
de fachadas de edifícios.
edifícios As pedreiras são
são,
normalmente, localizadas em rochas ígneas ou
metamórficas. As especificações mínimas que
uma pedreira deve ter para ser explorada, são as
seguintes:
• A rocha deve ser durável e estar
inalterada.
• Apresentar pequena cobertura de solo no
local.
local
• Possuir topografia favorável, isto é,
encostas ou faces íngremes que facilitem
o desmonte.
• Alguns
g exemplos
p de cidades brasileiras
que possuem pedreiras voltadas para
revestimento de fachadas: Itu e Cachoeiro
do Itapemirim (granito), Ubatuba (gabro ou
granito verde”)
“granito verde ), Piracicaba (calcários
listrados), São Carlos (arenitos róseos),
entre outros. Deve-se também dar um
q especial
destaque p ao mármore
encontrado, nas mais variadas cores, na
Bahia Minas Gerais e Ceará
Bahia, Ceará.
• Jazidas de aluviões ou de solos residuais:
quandod o material
t i l não
ã é rocha,
h a exploração
l ã
se dá através dos depósitos de aluvião ou
dos solos residuais
residuais. Os aluviões são fontes
dos seguintes materiais:
• Cascalho: para concreto,
concreto revestimento de
leitos de estradas de terra, etc.
• Areia: para confecção de concreto
concreto,
fundações, filtros de barragem, etc.
• Argila: para cerâmica em geral, núcleo
impermeável de barragem, etc.
As jjazidas
A id d de solos
l residuais
id i (á
(áreas dde
empréstimo): quando o material é solo
(maduro – argila laterítica – cores em tons de
vermelho e laranja) a exploração se dá
através dos depósitos
p formados p pela “capa”
p
de solos residuais. Os solos argilosos (nunca
siltosos) são fontes dos seguintes materiais:
• Argila: para construção de aterros em geral.
• Argila: Construção de estruturas
compactadas
t d com finalidade
fi lid d d de ttrabalhar
b lh
compermeabilidade baixa.
• Métodos de investigação
• Pedreiras: a seleção preliminar deste tipo
de área é feita através de observações
emmapas topográficos, geológicos e por
fotografias aéreas. Posteriormente, visita-
se o local
local, utilizando-se de métodos
usuais de investigação, como abertura de
poços e trincheiras,
ti h i execução
ã d
de
sondagens e até de aplicação de métodos
geofísicos (sísmicos e elétricos).
• Depósitos naturais
• Aluvião: são concentrações de solos
constituídas pela ação da água ou vento,
sendo que os materiais mais comuns
encontrados neste tipo de depósito são as
areias, argilas e cascalhos. Normalmente
g de rios,
são localizados ao longo
principalmente nas suas confluências ou
em suas planícies de inundação.
• Solos Residuais: são concentrações de
solos maduro,, formado a partir
p de
processos de pedogenese (alterações
realizadas pelo meio – clima tropical
tropical,
quente e úmido), após a ação do
intemperismo de solos de alteração de
rocha. Normalmente são localizados ao
encostas não muito íngremes.
• Rochas
R h e solos l mais i comuns e sua aplicação
li ã
• Pedra britada: em construção civil, as rochas mais
utilizadas
tili d sãoã as magmáticas
áti como o granito,
it
gabro e diabásio. Eventualmente, usam-se
também algumas rochas metamórficas
metamórficas, que são são,
porém, menos favoráveis, pois tendem a formar
fragmentos
g em p
placas,, ao invés de
equidimensionais, como é o caso de gnaisses e
quartzitos. Usam-se também depósitos naturais
d cascalho
de lh em aluviões,
l iõ após
ó a llavagem e
seleção por tamanho.
• Revestimentos de fachadas e pisos: as
g
rochas mais comuns são as magmáticas e
metamórficas, usadas com e sem
polimento Como exemplos
polimento. exemplos, pode-se
pode se citar
o granito, gabro, diabásio, quartzito,
itacolomito (pedra
(pedra-mineira),
mineira) mármore
mármore,
ardósia, gnaisses. Porém, em alguns
casos, utiliza-se até rochas sedimentares
como o calcário e o siltito.
• Paralelepípedos:
pp as rochas mais utilizadas
são o granito, o basalto, o diabásio e o
gnaisse.
gnaisse
• Solos residuais: são usados normalmente
como áreas
á d
de empréstimo
é ti para aterros,
t
barragens, entre outros.
• Solos de aluvião: podem fornecer areia
(para concreto,
concreto filtro ou fundição)
fundição),
cascalho (para leitos de estradas e
concreto)
t ) e argila
il ((para cerâmica).
â i )
• Pedreiras: a exploração de uma pedreira
requer uma série de equipamentos e
várias etapas a serem seguidas:
• Limpeza por tratores do material estéril
que recobre a rocha sã.
• Marteletes para perfuração da rocha e
explosivos para serem colocados nestes
furos.
• Carregadeiras para transportar o material
g
fragmentado p
pelas explosões
p até a central
de britagem.
• Peneiras para seleção dos fragmentos
fragmentos.
• Britadores para fragmentar os blocos de
rocha em vários tamanhos menores.
• Lavadores para retirar o pó que se
associa aos fragmentos. Métodos de
exploração
l ã dde jjazidas
id
b) C
Construção
t ã d de estradas,
t d corte
t em gerall e
minas a céu aberto. Para que sejam asseguradas
as condições de conforto
conforto, segurança e economia
na construção de uma rodovia, além das
condicionantes g geométricas de traçado,
ç , há que
q se
proceder as investigações de natureza geológica
e geotécnica da região a atravessar, as quais
constituem
i os ffundamentos
d d
dos estudos
d d de
drenagem e de estabilidade dos cortes e túneis,
aterros e seus terrenos de suporte
suporte, fundações de
obras de arte e dimensionamento dos pavimentos.
• Os problemas de fundações de aterros
para estradas surgem,
p g , em g geral,, na
construção de aterros sobre argilas moles
ou terrenos pantanosos
pantanosos, quando então é
de se prever o aparecimento de grandes
recalques ou
ou, até mesmo
mesmo, a ruptura da
fundação.
c)) Fundações
F d õ d de Edifí
Edifícios
i
A escolha do tipo de fundação é responsabilidade
d engenheiro
do h i projetista
j ti t e é ffeita
it bbaseada
d nas
informações geológicas, as quais devem fornecer
dados sobre o terreno de fundação
fundação.
O método mais comum para investigação
geológica da fundação de edifícios é o de
sondagem à percussão com circulação de água,
acompanhado pelo ensaio normalizado de
penetração (SPT) ou sondagem de simples
reconhecimento do solo (Normas ABNT).
• E
Este
t método
ét d fornece
f um perfil
fil com a descrição
d i ã
das camadas do solo e a resistência oferecida por
elas à penetração de um amostrador normalizado.
normalizado
Pode fornecer, ainda, a profundidade do nível de
água
g estático.
• Quando a fundação é rochosa, ou parcialmente
rochosa,, usa-se outro método de sondagem,
g ,a
sondagem rotativa com broca de diamante e
extração de testemunho de sondagem.A rocha
amostrada
t d éd descrita
it e avaliada
li d quanto t à
resistência.
d) Obtenção de água subterrânea.
O interior da Terra,
Terra composto de
diferentes rochas, funciona como um
vasto reservatório subterrâneo para a
acumulação e circulação das águas que
nele se infiltram.
f As rochas que formam
f o
subsolo da Terra, raras vezes, são
totalmente sólidas e maciças.
• Elas contêm numerosos vazios chamados
também de interstícios, que variam dentro
de uma larga faixa de dimensões e
formas. Apesar desses interstícios
poderem atingir dimensões de uma
g
caverna em algumas rochas,, deve-se
notar que a maioria tem dimensões muito
pequenas São geralmente
pequenas. geralmente, interligados
interligados,
permitindo o deslocamento das águas
infiltradas.
infiltradas
• Em conseqüência da infiltração, a água
precipitada sobre a superfície da terra
penetra no subsolo e através da ação da
gravidade sofre um movimento
d
descendente
d t até té atingir
ti i uma zona onde d os
vazios, poros e fraturas se encontram
totalmente preenchidos d’água. Esta zona
é cchamada
a ada zona
o a saturada.
satu ada Essa ssa zona
o aé
separada por uma linha conhecida como
nível freático ou lençol freático
freático.
e)) Barragens
B de
d tterra e aterros
t em geral.
l
As barragens são estruturas construídas em vales
e destinadas
d ti d a fechá-los
f há l ttransversalmente,
l t
proporcionando assim um represamento de água.
A água acumulada por uma barragem é utilizada
para as três seguintes finalidades principais:
abastecimento de cidades,, suprimento
p à irrigação
g ç
e produção de energia elétrica. Estas são portanto
barragens de acumulação. As que se destinam ao
d
desvio
i d
dos cursos d’á
d’água ddenominam-se
i
barragens de derivação.
• A escolha
lh ddo llocall para iimplantação
l t ã d de uma
barragem é feita segundo um planejamento
gerall em que iinterferem
t f as condições
di õ
geológicas e geotécnica da região e ainda
fatores hidráulicos
hidráulicos, hidrelétricos e político
político-
econômicos.
f) Tú
Túneisi e escavações õ subterrâneas
bt â
O objetivo dos túneis é permitir uma
passagem direta através de certos
obstáculos.
Na maioria dos casos, o traçado, tamanho e
forma da seção do túnel são estabelecidos
anteriormente ao reconhecimento geológico,
escolha esta ggovernada pprimeiramente ppelos
interesses de tráfego e transporte. Este deve
ser o caso dos túneis urbanos, rodoviários e
ferroviários e, também, nos túneis de
condução de água,
água nos quais as condições
hidráulicas determinam seu tamanho e forma
• . A tendência para o traçado de um túnel é
mantê-lo o mais reto ppossível,, não só por
p
seu percurso menor, mas também pela
simplificação da construção e da sua
locação topográfica.
Materiais de construção

NBR cerâmicas e revestimentos


Revestimento
R ti t cerâmico
â i é muito it empregado d no
revestimento de calçadas públicas. A grande
vantagem de sua utilização reside principalmente
nas características de durabilidade, facilidade de
limpeza,
p , além naturalmente do aspecto p estético
agradável. Efeitos visuais especiais podem ser
obtidos pela combinação das texturas, cores,
t
tamanhos
h e formas
f d peças cerâmicas
das â i
disponíveis no mercado. Por exemplo, a
composição de uma calçada pública com placas
cerâmicas de cores diferentes pode definir um
caminho ppreferencial de passagem.
p g
• P
Para garantir
i addurabilidade
bilid d ddos revestimentos
i
cerâmicos é necessário seguir procedimentos corretos
que vão desde a escolha do material a ser utilizado até
a limpeza final da obra. Estes procedimentos são
apresentados
p neste manual. Os p pontos mais
importantes foram selecionados e apresentados aqui
de forma detalhada. Não existem no Brasil normas
técnicas
é para assentamento d de revestimento cerâmico
â
em calçadas públicas, pode‐se, entretanto tomar como
base aquelas utilizadas para o assentamento de pisos
cerâmicos, as quais são apresentadas na tabela.
Relação de normas
• U
Uma calçada
l d pública
úbli revestida
tid com placas
l cerâmicas
â i é
formada basicamente pelas seguintes camadas:
– Base: é a calçada a ser recoberta.
– Camada intermediária: camada entre a base e o
contrapiso, cuja finalidade é regularizar a base, corrigir
cota e/ou caimento do piso,
piso impermeabilizar,
impermeabilizar embutir
canalizações, isolar térmicamente, ou separar a base do
contrapiso.
– Contrapiso: camada de argamassa sobre a qual é
assentado o revestimento cerâmico.
– Argamassa colante: utilizada para fixar o revestimento
cerâmico fixe no contrapiso.
– Camada cerâmica: formada pelo revestimento cerâmico.
O método
ét d dde assentamento
t t segue as seguintes
i t
etapas:
• Escolha dos materiais,
materiais equipamentos e
ferramentas
• Definição do número e espessura das juntas
estruturais e de movimentação
• Preparo da base: Construção do lastro de
concreto e Execução do contrapiso
• Aplicação do revestimento cerâmico e execução
das juntas
EQUIPAMENTOS & FERRAMENTAS
• É muito importante que o assentador, antes
ç da
de iniciar os trabalhos de colocação
cerâmica, certifique‐se de que possui todas as
ferramentas e equipamentos essenciais para o
assentamento, de forma a poupar tempo e
trabalho durante a execução dos serviços.
serviços As
ferramentas e equipamentos necessários à
execução do assentamento de revestimento
cerâmico em calçadas públicas são:
Materiais
Os materiais
O t i i necessários
á i na execução
ã dde um
revestimento de calçadas públicas com placas
cerâmicas são:
• água
A água
g utilizada deve ser limpa
p de impurezas.
p Não deve
ser usada água salgada em hipótese alguma. Todos os
recipientes destinados a armazenagem ou transporte
de água devem ser limpos.
limpos
• argamassa para camada de regularização
A argamassa para a camada de regularização deve ter o
traço em volumes 1:6 de cimento, e areia média
úmida.
MATERIAIS
• argamassa de contra piso
A argamassa para a camada de regularização deve ter o
traço em volumes 1:6 de cimento, e areia média úmida ou
1:0,25:6 de cimento, cal hidratada e areia úmida.
• argamassa colante
l
Argamassa colante, também conhecida como cimento
colante, cimento cola ou argamassa adesiva, é um produto
industrializado, utilizado na colocação de peças cerâmicas
de revestimento, tanto de paredes como de pisos. Não use
misturas “caseiras”
caseiras , estas podem não produzir a aderência
necessária entre a peça e a base.
• AC‐I
• Argamassa colante industrializada com
resistência aos esforços, à umidade e à
temperatura típica de revestimentos internos
internos.
Podem ser utilizadas no assentamento de
pisos e azulejos
l nas áreas
á molháveis
lhá de uma
residência (banheiros, cozinhas e áreas de
serviço).
• AC‐II
• Produto com adesividade q que permite
p absorver
os esforços de revestimentos de pisos e paredes
internos e externos sujeitos a variações de
temperatura e umidade e à ação do vento. São
indicadas para revestimento externo de paredes
e fachadas, piscinas de água fria, pisos cerâmicos
industriais ou de áreas públicas e para pisos
cerâmicos ao ar livre.
• AC‐III
• Apresenta aderência superior em relação às
argamassas dos tipos AC‐I e AC‐II. São
indicadas para assentamento de porcelanatos
e de revestimentos cerâmicos em piscinas de
á
água quente, saunas e churrasqueiras.
h
• Todos os tipos de argamassa podem
p
apresentar também a denominação ç E (AC‐I‐E,
(
AC‐II‐E, AC‐III‐E). Ela indica que esses produtos
apresentam maior tempo em aberto
(intervalo entre a aplicação da argamassa na
parede e o assentamento das placas
cerâmicas), importante para condições de
aplicação mais severas em relação à ação do
vento.
RISCOS DE APLICAÇÃO
• Não há riscos técnicos para a aplicação da AC‐
g
III em ambientes internos. Em algumas
situações específicas, explica, pode‐se indicar
o uso da AC‐III
AC III em um ambiente interno onde
haja condições mais severas de temperatura e
umidade como saunas
umidade, saunas, churrasqueiras
churrasqueiras,
estufas ou frigoríficos
• Os riscos
i são
ã maiores
i quandod se usa a AC‐I em
fachadas. Nesse caso, há um grande risco
técnico e de segurança, com impacto nos
custos de manutenção da edificação. A
argamassa AC‐I não deve ser utilizada em
fachadas, pois não suporta as tensões a que o
revestimento cerâmico estará sujeito. É
recomendada a substituição pela AC‐II, devido
à sua melhor resistência à exposição ao vento
e a variações térmicas.
• A
Argamassa de d rejuntamento
j t t
A argamassa de rejuntamento, ou simplesmente
rejunte é utilizada no preenchimento dos espaços
rejunte,
entre duas peças cerâmicas consecutivas, e tem por
função apoiar e proteger as arestas das peças
cerâmicas.
â i D
Da mesma fforma que para a argamassa
colante, o tipo de rejunte a ser usado depende do
p
ambiente onde será aplicado. A argamassa
g de
rejuntamento é vendida em sacos ou caixas.
Atualmente existe no mercado rejuntes de diversas
cores A cor do rejunte pode afetar significativamente o
cores.
efeito visual da área a ser revestida :
• Revestimento cerâmico
Revestimentos cerâmicos para paredes,
conhecidos popularmente por azulejos, são
placas cerâmicas fabricadas a partir de uma
mistura de argila. As costas das placas
possuem garras, para auxiliar
l na aderência
ê
com a superfície onde serão assentadas, e são
denominadas de tardoz.
• M
Material
t i l de
d enchimento
hi t d
das jjuntas
t
Para o preenchimento das juntas devem ser usados
materiais altamente deformáveis como:
• Isopor
• Corda betumada
• Borracha alveolar
• Cortiça
• Espuma
E de
d poliuretano,
li t etc.
t
• Selante
Material usado para a vedação das juntas de
movimentação. São fabricados à base de
elastômeros, como poliuretano, polissulfeto, silicone, etc.
• As placas cerâmicas também
são classificadas de acordo com o ggrau de
absorção de água. Estes diferentes níveis
interferem diretamente em suas
características. Sua resistência mecânica, por
exemplo está diretamente relacionada a esta
exemplo,
propriedade: quando menor a absorção de
água, maior sua resistência.
• Di
Dicas para Escolher
E lh a C Cerâmica
â i
Considere o grau de absorção de água para
escolher:
escolher
• Piso
• Quanto
Q a resistência
i ê i mecânica:
â i os materiaisi i que
revestem o piso devem oferecer maior resistência
aos impactos
impactos, pois tanto o caminhar constante de
pessoas como os móveis e objetos pesados sobre
oppiso ppodem danificá‐lo. Por tanto,, nunca deve‐
se utilizar os modelos semi‐porosos e porosos
para estas áreas;
• Quanto a impermeabilidade: para os locais
com maior umidade,
como banheiros,cozinhas e áreas de serviço, é
recomendado a utilização de revestimentos
com absorção de água menor. Já ambientes
que não apresentam contato com a água
podem receber um acabamento cerâmico de
média absorção de água.
• P
Pareded
• Quanto a resistência mecânica: os revestimentos
cerâmicos de grande absorção de água – acima
de 10% ‐ são recomendados para serem
utilizados como revestimento de parede,
parede
conhecidos como azulejos, tendo em vista o baixo
impacto que eles sofrem neste tipo de colocação;
• Quanto a impermeabilidade: quando se trata de
áreas que são expostas todos os dias a grande
quantidade
d d de
d água,
á recomenda‐se
d materiais de
d
média e baixa absorção.
* Existem cerâmicas de fundo vermelho e de
fundo branco: as de cor vermelha tem maior
absorção de água, não sendo indicadas para
locais úmidos, como banheiros e lavanderias, pois
p
mancham facilmente;
* Para cerâmicas de absorção nula ou quase nula
(porcelanatos): o assentamento deve ser feito
com argamassa de elevada carga polimérica,
polimérica para
que tenha um bom desempenho.
• Resistência à Abrasão
• Há dois métodos de avaliação da resistência à
abrasão:
• Superficial: para produtos esmaltados (é
utilizado o método PEI);
• Profunda: para produtos não esmaltados.
• A movimentação de pessoas e/ou objetos
sobre uma superfície cerâmica esmaltada
causa desgaste do material
material.
O Índice
Í PEI classifica as cerâmicas
esmaltadas de acordo com a resistência a este
desgaste, por isso, o Índice PEI aplica‐se somente
aos pisos.
p
• Para escolher a cerâmica adequada é necessário
saber: onde será instalada? A qual tipo de fluxo
será submetida e qual a frequência de uso?
(pessoas veículos
(pessoas, veículos, ...).
) Ambientes comerciais,
comerciais por
exemplo, tem um maior fluxo de pessoas.
Classicações PEI e onde utilizar
• PEI 1 ‐ Baixa:
B i estas
t cerâmicas
â i podem
d ser utilizadas
tili d em
pisos de quartos e banheiros residenciais como lavabos,
onde anda‐se com chinelos ou pés descalsos (não são
recomendadas para ambientes que exigem limpeza pesada
e constante);
• PEI 2 ‐ Média: podem ser utilizadas em ambientes
residenciais onde geralmente caminha‐se com sapatos,
com excessão de cozinhas e entradas;
• PEI 3 ‐ Média/Alta:
Médi /Alt podemd ser utilizadas
tili d em pisos i de
d
ambientes internos residenciais como cozinhas, corredores,
halls, sacadas e quintais. Estas cerâmicas não devem ser
utilizadas em locais que tenham areia, ou outros materiais
mais duros que esta, como sujeira abrasiva;
• PEI 4 ‐ Alta:
Alt estet é um piso
i que resiste
i t ao alto
lt tráfego
t áf e
pode ser utilizado tanto em áreas internas, como
externas. Exemplos:
p residências,, garagens,
g g , escritórios,,
restaurantes, lojas, bancos, entradas, caminhos
preferenciais, vendas e exposições abertas ao público e
outras dependências
dependências.
• PEI 5 ‐ Altíssimo (e sem manchas após abrasão): Este
piso é ideal p
p para áreas externas. Pode ser utilizado em
residências, áreas públicas, shoppings, aeroportos,
padarias e fast‐foods.
* É possível
í l utilizar
ili em paredes d as cerâmicas
â i indicadas
i di d
para pisos (PEI 1, 2 e 3), mas não o inverso.
O que é Porcelanato e quais as
suas Vantagens?
• O porcelanato
l t é um tipde
ti d cerâmica
â i produzida
d id
com alta tecnologia: sua queima ocorre à alta
temperatura (aproximadamente a 1.250ºC),
1 250ºC)
possui baixíssima absorção de água (inferior a
0,5%
, ‐oq que p
provoca baixíssima expansão
p p
por
umidade) e possui em sua composição materiais
mais nobres, como o feldspato, oferecendo maior
resistência
i tê i à abrasão
b ã física
fí i e química.
í i
• É um material considerado sustentável, pode
receber diferentes tipos de acabamento e possui
uniformidade de cor.
JUNTAS

• As calçadas sofrem pequenos movimentos, na


maioria das vezes imperceptíveis, devido à
ç de temperatura,
variação p , variação
ç de
umidade, peso das estruturas, vento, etc. Com
a finalidade de controlar estes movimentos
movimentos,
garantindo que a calçada revestida continue
executando
t d as suas funções
f õ usam‐se juntas.
j t
Juntassão espaços deixados entre duas placas
cerâmicas ou entre dois painéis de calçada.
Existem três tipos
p de jjuntas:
• Juntas de assentamento: também conhecidas
por rejunte,
p j são espaços
p ç entre as p placas
cerâmicas que compõe o revestimento,
preenchidas com material flexível,
flexível chamado
de argamassa de rejuntamento. A largura das
juntas depende do tamanho da placa cerâmica
e, para paredes internas, a norma brasileira
(NBR 8214) estabelece os seguintes valores
mínimos:
• Junta de
d Movimentação:
i ã sãoã espaços regulares
l
que dividem o piso revestido, para aliviar tensões
provocadas
d pela l movimentação
i t ã dod piso
i ou dod
próprio revestimento. Iniciam‐se no encontro
entre duas placas cerâmicas e aprofundam
aprofundam‐se se a
base, ou até a camada de impermeabilização,
quando esta existir.
existir Estas juntas
juntas, algumas vezes,
vezes
são chamadas de juntas de expansão / contração.
Devem ser previstas juntas de movimentação nas
seguintes posições:
• Àrea
À d calçada
da l d maior
i ou igual
i l a 20 m2;2
• Uma das dimensões do revestimento é maior do
que 4 m;
• Mudanças
ç de direção
ç do p plano de revestimento;
• Encontros com outros tipos de revestimento
(mármores, pedras, metais, etc.);
• Mudança de materiais que compõem a base;
• Regiões onde ocorrem momentos fletores
máximos.
• Junta de
d Dessolidarização:
lid i ã
• São espaços
p ç deixados em todo o perímetro
p da
calçada revestida e no encontro desta com o
meio‐fio,, fachadas,, muretas,, bem como com
outros tipos de elementos, tais como: postes,
p ç se
hidrantes e bocas‐de‐lobo. Estes espaços
iniciam no encontro entre duas placas
cerâmicas e atravessam a camada do
contrapiso.
• Juntas Estruturais:
• São espaços previstos no máximo a cada 10
metros, com a finalidade de garantir a
segurança da calçada frente às cargas
mecânicas que estará submetida em
condições de uso. Estas juntas atravessam
toda a calçada e devem ter largura entre 10
mm e 12 mm.
O ASSENTAMENTO
• U
Uma preparação ã adequada
d d ddo terrapleno
l é muito
i
importante para que o resultado final do trabalho, quer
a nível técnico quer a nível estético
estético, seja perfeito
perfeito. Por
isto é necessário que sejam feitas os seguintes
preparos,
p p , antes do início do assentamento das peças
p ç
cerâmicas:
• Preparo
p do terrapleno
p
• O terrapleno deverá ser preparado para evitar que a
umidade natural do solo suba por capilaridade,
prejudicando o revestimento da calçada. Os
procedimentos recomendados são os seguintes:
• Retirar
R ti 30 a 40 cm da d camadad superficial
fi i l d
do solo
l
pouco permeável, misturar com areia grossa e
reaterrar.
reaterrar
• Apiloar o terrapleno e colocar um lastro de pedra
britada com espessura de cerca de 10 cm cm, sobre o
qual será executado o lastro de concreto.
• Executar drenagem e impermeabilização em
terrenos que retém muita água, como o caso dos
argilosos
• Construir drenos em locais onde o lençol freático
está a pouca profundidade ou aflorado.
• Construção do lastro de concreto
• Alguns cuidados devem ser tomados no
assentamento de revestimentos cerâmicos em
calçadas. Nestes locais, o revestimento poderá
estar sujeito a problemas decorrentes de
umidade
id d e outros que podem
d ser provocados
d
pela má preparação do subsolo. Para evitar que
tais problemas ocorram deve‐se
deve se construir um
lastro de concreto sobre o terrapleno. Os
procedimentos a serem seguidos
p g para a
p
construção de lastro de concreto sobre aterro
são:
• Misturar a camada superficial de solo (30 a 40 cm) com areia
e compactá‐la manual ou mecanicamente.
mecanicamente Assim,
Assim obtém‐se
uma camada drenante, que não permite a ascensão de
água do solo por capilaridade.
• Colocar
l uma camada d de
d pedra
d britada
b d sobre b o terrapleno
l
compactado, com espessura mínima de 10 cm. No caso de
terrenos muito úmidos,, essa camada deve ter espessura
p de
30 cm, constituindo‐se em um leito drenante.
• Posicionar, sobre a camada de brita, a armadura em forma
de malha
malha, dimensionada em função da sobrecarga prevista
para o local, as ripas de madeira e, finalmente, lançar o
concreto. O adensamento do concreto deve ser feito com
auxílio
íli de
d vibrador
ib d de d iimersão
ã ou régua
é vibratória,
ib tó i
observando‐se as recomendações quanto ao uso desses
equipamentos e o tempo de vibração.
• Garantir
G ti que a espessura do
d lastro
l t d de concreto
t não
ã seja
j
inferior a 70 mm. Da mesma forma que o
dimensionamento da armadura,, a espessura
p do lastro
depende da sobrecarga prevista, do tipo de solo e do
tipo de terrapleno.
• Recomenda‐se
R d executar
t o llastro
t ded concretot armadod
com 10 a 12 cm de espessura, prevendo a
existência de juntas estruturais e de dessolidarização.
dessolidarização
• O acabamento superficial do lastro deve ser feito com
sarrafeamento e leve desempeno
p com
desempenadeira de madeira
• As
A jjuntas
t estruturais
t t i ed de dessolidarização
d lid i ã devem
d tter largura
l
de 10 mm a 12 mm, devem ser preenchidas com material
compressível (isopor, mangueira de borracha). As juntas
devem ser respeitadas em posição e largura, em toda a
espessura do revestimento, devendo ser vedadas com
selante flexível.
• No caso de terrenos úmidos, deve‐se utilizar mantas ou
membranas impermeabilizantes sobre o lastro de concreto.
No caso de solos muito úmidos ou com possibilidade de
contaminação por sulfatos, a impermeabilização deve se
constituir em manta ou membrana asfáltica, aplicada sobre
a superfície
fí i dod solo
l anteriormente
t i t à construção
t ã d do lastro.
l t
• No caso de locais com lençol freático pouco profundo ou
aflorante,, p
prever a construção
ç de drenos.
• Execução da Camada de Regularização
• Camada de regularização, também conhecida
como contrapiso, é uma camada de argamassa
sobre a qual são assentados os revestimentos
cerâmicos. Sua função é eliminar as
irregularidades
l da base
b e/ou
/ corrigir o
nivelamento e caimento necessários ao
escoamento das água pluviais da calçada
• A
Antes
t dad aplicação
li ã dad camada d de
d regularização,
l i ã d deve‐se
executar uma ponte de aderência sobre o lastro de
concreto armado, que consiste na pulverização de cimento
e lançamento de quantidade suficiente
f de áágua sobre a
superfície, para formação de uma pasta de consistência
plástica,, com posterior
p p espalhamento
p com auxílio de
vassoura de pêlos duros, formando camada com espessura
não maior que 5 mm. Imediatamente após a aplicação da
ponte de aderência e antes da secagem da mesma, deve‐se
deve se
aplicar a argamassa de regularização sobre o lastro. A
argamassa recém lançada deve passar por um processo de
compactação que pode ser feito com auxílio de soquete
compactação,
confeccionado na própria obra, pesando cerca de 8 kg
Li
Limpeza
• remoção de pó, sujeira e materiais soltos A base a
ser revestida deverá passar por um processo de
limpeza para remoção de pó, sujeira, gordura,
bolor e outras substâncias que possam vir a
prejudicar a aderência. Os procedimentos
recomendados para a limpeza são os seguintes:
‐ escovação com vassoura de piaçaba ou escova
de aço
‐ lavagem com água sob pressão ou jato de areia
nos casos de grande impregnação
• remoção ã de
d partículas
tí l aderidas
d id com espátula át l ou
talhadeira
‐ lavagem com água sob pressão ou jato de areia
nos casos de grande impregnação.
• remoção de desmoldantes,
desmoldantes graxa e gordura
‐ processos mecânicos (esfregação)
‐ aplicação
li ã d de soluções
l õ alcalinas
l li ou ácidas:
á id
fosfato de sódio, soda cáustica, ácido muriático
ou
detergente
• remoção de eflorescências:
‐ escovação
ã e lilimpeza com áácido
id muriático
iáti (diluído
(dil íd em
água na proporção 1:10), e enxágüe com água pura.
‐ escovação
ç e limpeza
p com ácido muriático,, diluído em água
g
na proporção 1:10, e enxágüe com água pura
‐ alternativamente, pode‐se utilizar jateamento de areia.
• remoçãoã dde bbolor
l e ffungos:
‐ escovação com solução de fosfato de sódio e hipoclorito
de sódio, seguida de lavagem com água pura em
abundância.
• remoção de elementos metálicos (pregos, fios, etc.):
‐ reparos superficiais devem ser realizados com argamassa
com traço idêntico à argamassa de emboço.
O ASSENTAMENTO DO REVESTIMENTO
CERÂMICO
Â
• O assentamento
t t da
d cerâmica
â i em calçadas
l d públicas
úbli
deverá se proceder a partir dos seguintes passos:
Serviços preliminares
Antes de iniciar o assentamento propriamente dito, os
seguintes
g serviços
ç devem ser realizados:
• Verificar o esquadro e as dimensões da base a ser
revestida para para definição da largura das juntas
entre as peças
peças, buscando melhor posicionamento e
menor número dos recortes. Evitar o corte de peças
estreitas,, arranjando
j as p
peças
ç de forma q que sejam
j
feitos cortes iguais nos lados opostos da superfície a
ser revestida.
• Os
O alinhamentos
li h t das
d primeiras
i i fiadas,
fi d nos dois
d i sentidos,
tid
devem ser marcados com linhas de náilon, servindo então
de referência para as demais fiadas. Em áreas grandes a
serem revestidas, esticar tantas linhas quantas forem
f
necessárias para o assentamento das demais fiadas em
perfeito alinhamento.
p
• Planejar a colocação das peças com relação: à decoração das
peças, encaixe preciso dos desenhos, a colocação em
diagonais e perpendiculares (45º e 90º)
90º).
• Para o caso de assentamento de paisagens ou mosaicos,
desenhar com giz as figuras a serem formadas, colocando
entre as linhas desenhadas o formato e a cor das peças que
fazem parte do desenho.
Aplicação
li ã d da Argamassa colante
l
• Preparar a argamassa manualmente ou em
misturador mecânico limpo, adicionando‐se a
água, na quantidade recomendada na
embalagem do produto, até que seja verificada
homogeneidade da mistura. A quantidade a ser
preparada
d ddeve ser suficiente
fi i para um período
í d de
d
trabalho de no máximo 2 a 3 horas, levando‐se
em consideração
id ã a habilidade
h bilid d dod assentador
t d e as
condições climáticas.
Após
ó a mistura,
i a argamassa deve
d fi em
ficar
repouso pelo período de tempo indicado na
embalagem,
b l para que ocorram as reaçõesõ ddos
aditivos, sendo a seguir reamassada. No caso de
preparo manual
manual, utilizar um recipiente plástico ou
metálico limpo, para fazer a mistura.
A li d a Argamassa
Aplicando A
O método de aplicação da argamassa colante
depende da área da placa cerâmica a ser
assentada.
Para peças cerâmicas com área igual ou menor
do q
que 900 cm2, a aplicação
p ç da argamassa
g
pode ser feita pelo método convencional, ou
seja a aplicação da argamassa deve ser
seja,
somente na base, estando a peça cerâmica
limpa e seca para o assentamento.
assentamento O
posicionamento da peça deve ser tal que
garanta contato pleno entre seu tardoz e a
argamassa.
• P
Para ááreas maiores
i d que 900 cm2,
do 2 a argamassa
deve ser aplicada tanto na base quanto na
própria peça
peça. Os cordões formados nessas duas
superfícies devem se cruzar em ângulo de 90º, e
a cerâmica deve ser assentada de tal forma que
q
os cordões estejam perpendiculares entre si. A
escolha da desempenadeira deve ser feita com o
especificado
ifi d no item
it equipamentos
i t ddeste
t
manual. Se for utilizada desempenadeira com
aberturas semicirculares de raio 10 mm
mm, poderá
ser empregado o método convencional, para
peças
p ç de q qualquer
q dimensão.
• A argamassa ddeve ser espalhada
lh d com o lado
l d liliso
da desempenadeira, comprimindo‐a contra a
base num ângulo de 450
450, formando uma camada
uniforme. A seguir, utilizar o lado denteado da
desempenadeira
p sobre a camada de argamassa,
g ,
para formar cordões que facilitarão o
nivelamento e a fixação das peças cerâmicas.
• Durante a colocação das peças os cordões de cola
devem ser totalmente esmagados, formando
uma camada uniforme
uniforme, e garantindo o contato
pleno da argamassa com todo o verso da peça.
• A espessura da camada final de argamassa
colante deve ser de 4 a 5 mm, podendo
p
chegar a 12 mm em pequenas áreas isoladas,
onde existam irregularidades superficiais na
base. As reentrâncias de altura maior que 1
mm eventualmente presentes no tardoz das
mm,
peças cerâmicas, devem ser preenchidas com
argamassa colante no momento do
assentamento.
• D
Devem sempre ser respeitados
it d os tempos
t d
de uso,
tempo em aberto e tempo de ajuste, indicados na
embalagem do produto,
produto levando
levando‐se
se em conta que
em dias secos, quentes e com muito vento, estes
tempos
p são diminuídos. O final do tempo p em
aberto da argamassa é indicado pela formação de
uma película esbranquiçada sobre os cordões de
cola.
l A partir
ti deste
d t momento t as condições
di õ dde
assentamento ficam prejudicadas, podendo
favorecer o descolamento precoce da peça
cerâmica.
• Periodicamente durante o assentamento,
deve‐se arrancar p peças
ç aleatoriamente (1%
(
das peças), verificando se estão com o verso
totalmente preenchido com argamassa
argamassa. Este
procedimento é denominado de Teste de
Arrancamento e se destina a avaliar a
qualidade do assentamento, e fazer ajustes
caso seja necessário.
• Colocação
ç das p peças
ç cerâmicas
• O tardoz das placas cerâmicas a serem assentadas
devem estar limpos, isentos de pó, gorduras, ou
partículas secas e não devem ser molhados antes do
assentamento. A colocação das placas deve ser feita de
acordo
d com a di
disposição
i ã prevista
i t e à llargura
especificada para as juntas de assentamento. As placas
cerâmicas devem ser colocadas,
colocadas ligeiramente fora de
posição, sobre os cordões de cola. O posicionamento
da ppeça
ç é então ajustado
j e o revestimento cerâmico é
fixado através de um ligeiro movimento de rotação.
• Para a retirada do excesso de argamassa,
devem ser dadas leves batidas com um
martelo de borracha sobre a face da cerâmica,
ou mesmo batidas com cabos de madeira de
martelos comuns e colher de pedreiro. A
argamassa que escorrer deve ser limpa antes
do seu endurecimento, evitando que esta
prejudique a junta de assentamento (rejunte).
Execução
ç das juntas
j
• JJuntas de
d MMovimentação
i ã
• As juntas de movimentação deverão ter largura de 8 a
12 mm, d devendod se estender
t d d desde
d a superfície
fí i d
da
base (alvenaria, concreto armado) até a face externa
do revestimento cerâmico.
cerâmico Devem ser executadas da
seguinte forma:
• Previamente à execução do contrapiso, a posição das
juntas deve ser marcada sobre o lastro, com o auxílio
de linhas de náilon, prumo e trena. Sobre as marcações
feitas, posicionam‐se réguas de madeira ou de
alumínio, com a menor dimensão no plano vertical.
• As réguas deverão ter largura uniforme em
p
todo o seu comprimento, de 10 a 12 mm,
conforme o dimensionamento das juntas.
Estas réguas deverão ser retiradas somente
após o endurecimento da argamassa de
camada de regularização
regularização, no momento do
acabamento superficial (desempeno),
deixando a reentrância formada isenta de
argamassa.
• O preenchimento da junta se inicia após o
g
endurecimento da argamassa colante e a
limpeza das juntas. O material de enchimento
é introduzido no fundo da junta a uma
profundidade mínima de 6 mm, no centro da
junta e de 10 mm nas laterais da mesma
junta, mesma. Este
material deve ser altamente compressível,
podendo ser usado isopor, mangueira plástica,
corda betumada, etc.
• A junta
j deverá
d á ser vedada
d d com um selante
l fl í l
flexível,
com características adequadas às condições de
exposição e às deformações esperadas
esperadas. Deve‐se
proteger a face externa das peças cerâmicas com fita
crepe,
p , para
p não impregná‐las
p g com o selante. Esta fita
crepe deverá também ser posicionada sobre o material
de enchimento, para que somente haja aderência entre
o selante
l e a lateral
l lddas peças cerâmicas.
â
• Após a aplicação o selante deverá ser pressionado
contra
t as bbordas
d llaterais
t i d da junta
j t e alisado
li d com o dedod d
ou ferramenta arredondada, úmidos.
Juntas Estruturais
• As juntas estruturais devem ser localizadas na
estrutura conforme o projeto estrutural e
devem ser preenchidas como segue
segue:
• As réguas de madeira , de largura idêntica à da
junta estrutural, são posicionadas exatamente
sobre as juntas já existentes na estrutura. Da
mesma forma que para as juntas de
movimentação, estas réguas são retiradas
após a aplicação da camada de emboço, no
momento do desempeno
• Após a aplicação e o endurecimento da
g
argamassa colante a junta
j deve ser feita a
limpeza do espaço reservado para a junta. A
seguir é introduzido
introduzido, neste espaço
espaço, um
limitador de profundidade na junta
(mangueiras de plástico ou borracha
borracha, isopor
isopor,
corda betumada, etc.) para que não haja
consumo excessivo de selante.
• A vedação
d ã d da junta
j t d deve ser feita
f it com selante
l t
flexível, com características adequadas às
condições de exposição e às deformações
esperadas. Deve‐se proteger as peças cerâmicas
com fita crepe,
p ,ppara não impregná‐las
p g com o
selante. Posicionar a fita crepe também sobre o
limitador de profundidade, para que somente
h j aderência
haja d ê i entre t o selante
l t e as peças
cerâmicas. Aplicado o selante, pressioná‐lo contra
as bordas laterais da junta e alisá
alisá‐lo
lo com o dedo
ou ferramenta arredondada.
Juntas de Assentamento
• O preenchimento
hi das
d jjuntas d de assentamento,
rejunte, só pode ser iniciado 72 horas (3 dias)
após concluído o assentamento das peças.
Verifique, primeiramente, se existe alguma
peça cerâmica, onde não há argamassa
embaixo. Para isto, dê leves pancadas com os
dedos sobre a superfície das placas, se alguma
delas apresentar som cavo (barulho oco), esta
deve ser removida e imediatamente
assentada.
• A seguir, limpar as juntas com uma escova ou
vassoura de ppiaçaba,
ç eliminando toda a sujeira
j
existente nelas. Em locais sob forte insolação,
incidência de ventos ou umidade relativa do ar
baixa, umedecer previamente as juntas,
utilizando uma broxa
broxa. A argamassa de
rejuntamento deve ser aplicada com a junta
ainda umedecida.
• Utilizar
ili somente argamassas d de rejunte
j
industrializadas, ou dosadas na obra desde
que sejam aditivadas com produtos químicos
que garantam elasticidade e
impermeabilidade às mesmas. A argamassa de
rejunte deve ser preparada em um recipiente
metálico, ou de plástico, limpo, obedecendo
as recomendações do fabricante quanto à
quantidade de água, até a obtenção de uma
mistura homogênea.
• N
No caso de
d argamassas industrializadas,
i d i li d a mistura
i deve
d
permanecer em repouso por 15 minutos após o
amassamento.
amassamento
• Após o período de repouso, a argamassa deve ser
remisturada e espalhada nas juntas com auxílio de uma
desempenadeira com base de borracha flexível, em
movimentos alternados, de modo q que ela p
penetre
uniformemente no espaço deixado entre as placas
cerâmicas.
• Molhar periodicamente o revestimento pronto com
água, nos três primeiros dias após o rejuntamento.
• A
Após
ó secagem inicial
i i i ldda argamassa, remover o
excesso com pano, esponja ou estopa úmidos.
Após transcorrido mais algum tempo, tempo que
garanta princípio de endurecimento da
argamassa,
g , frisar as jjuntas,, obtendo assim
acabamento liso e regular. Esta operação pode
ser feita com instrumentos de madeira,
d
desenhados
h d especialmente
i l t para esse fi
fim, ou com
auxílio de cabos elétricos dobrados. Limpar
novamente com estopa ou pano secos, secos para
remoção de quaisquer resíduos de argamassa
aderidos sobre o revestimento cerâmico.
Limpeza
• EEsta
t é a operação
ã final
fi l e tem
t a finalidade
fi lid d ded
eliminar resíduos de argamassas ou outros
materiais usados no processo de assentamento.A
assentamento A
argamassa de rejunte que ficar aderida sobre as
peças
p ç cerâmicas deve ser removida durante as
operações de rejuntamento, para evitar seu
endurecimento. Porém, a limpeza final das
calçadas
l d só ó deverá
d á ser efetuada
f t d duas
d semanas
após o rejuntamento. A calçada deve então ser
escovada (escova ou vassoura de piaçaba) com
água e um detergente neutro, sendo em seguida
g
enxaguada abundantemente.
• A limpeza
li d
de revestimentos
i com ácido
á id é
contra‐indicada, pois pode prejudicar tanto a
superfície da peça cerâmica, o rejunte e a
armadura do concreto que serve como base.
Entretanto, quando for necessária a limpeza
com ácido, deve‐se usar uma parte de ácido
para dez partes de água. Neste caso, deve‐se
proteger previamente com vaselina os
componentes susceptíveis de ataque pelo
ácido.
• Após a limpeza, que deve ser feita com água
ç
em abundância, utiliza‐se uma solução
neutralizante de amônia (uma parte de
amônia para cinco partes de água) e enxágua‐
enxágua
se com água em abundância. Finalmente
enxuga se com um pano
enxuga‐se pano, para remover a água
presente nas juntas.
• P
Proteção
t ã d da calçada
l d recém
é assentada
t d
• Após o assentamento dos revestimentos
cerâmicos a área deverá ser protegida para
cerâmicos,
garantir o endurecimento total dos materiais.
Deve‐se
Deve se evitar também que respingos de tintas,
tintas
óleos, solventes ou argamassas caiam sobre o
revestimento recém concluído. Para isso, o
mesmo pode ser protegido por serragem, sacos
de estopa ou outro material que garanta
proteção ao revestimento sem manchar o
rejunte.
PATOLOGIA
• Patologia de um sistema de revestimento
cerâmico é o defeito ((doença)
ç )qque se origina
g
no piso revestido devido a diversos fatores.
Esta doença pode provocar desde prejuízo à
estética do piso assim como o descolamento
da placa cerâmica
cerâmica.
• A ocorrência de patologias está ligada com a
qualidade e a durabilidade do assentamento.
Estas por sua vez dependem:
• da
d qualidade
lid d do
d materiali l utilizado
ili d
• da qualidade da mão de obra
• da qualidade da parede suporte
• da correta definição das juntas
• das condições de trabalho
Por uma série de motivos, os revestimentos podem
fissurar ou, na pior das hipóteses, descolar‐se da
parede. As causas que levam à ocorrência dos defeitos
nem sempre são de fácil determinação e muitas vezes
são uma combinação de diversos fatores.
• Descolamento ((localizado ou ggeneralizado))
O descolamento da placa cerâmica é sem dúvida o
maior problema e o mais freqüente encontrado no
Brasil. As principais causas do descolamento estão na
maioria das vezes relacionadas a descuidos da mão‐de‐
obra
b no preparo da d argamassa colante;
l t na utilização
tili ã dad
mesma após excedido o tempo em aberto; no uso de
técnicas e ferramentas inadequadas para a aplicação
da argamassa; na pressão inadequada quando da
colocação
ç da p placa cerâmica na p
parede;; na infiltração
ç
d'água; e na contaminação do tardoz da peça por pó,
sujeira ou caolin.
• Fungos e eflorescências
A existência de eflorescência ou fungo está sempre
ligada à presença de água
água. Fungos são formados
principalmente em revestimentos não esmaltados,
relativamente úmidos e em ambientes úmidos
úmidos. Por
outro lado a origem da eflorescência está
relacionada com problemas no sistema construtivo
empregado. Na presença de água, substâncias
agressivas ou sais solúveis podem ser transportados
até à superfície da placa cerâmica, formando
depósitos esbranquiçados
• SSuperfícies
fí i irregulares
i l
• Formação de degraus na superfície revestida. Esta
patologia
t l i pode d ser conseqüência
üê i d da qualidade
lid d ddo
assentamento ou do material empregado. No primeiro
caso a base poderia não estar suficientemente plana
caso,
para receber o assentamento, ou o assentador não
imprimiu
p pressão
p adequada
q e homogênea
g q
quando do
assentamento da placa cerâmica. No segundo caso, a
peça cerâmica possuía defeitos dimensionais, ou
curvatura
t e empenamento t maior
i do
d que o permitido
itid
por norma.
Materiais de construção

Tintas
Tintas anti pichação
• Para eliminar as consequências desses atos de
p
vandalismo, empresas p
passaram a
pesquisar tintas que fossem antiaderentes,
que dificultassem a fixação das tintas
utilizadas nas pichações e deixassem os locais
impermeáveis possibilitando sua limpeza
impermeáveis,
com água e sabão ou por solvente.
• V
Vantagens
t
• A principal vantagem está na limpeza: bastará o uso
de água e sabão ou de um solvente
solvente. Poderá ser feita
com jatos de água ou de vapor, com um pano ou
esponja embebidos em solvente;
• Após a limpeza, o local com a tinta
antipichação continuará mantendo a textura e a
tonalidade originais;
• Através da sua película protetora, ela faz um
isolamento,, reduzindo a impregnação
p g ç das tintas de
pichação, protegendo também contra a fuligem e as
intempéries;
• El
Ela custa
t maisi caro que a tinta
ti t comum, por ter
t
aditivos: cerca de três vezes mais que uma tinta
comum mas a economia está no longo prazo,
comum, prazo no
quesito manutenção;
• Essas tintas não precisam ser diluídas,
diluídas são
aplicadas com rolo de lã de carneiro (o qual
permite uma camada contínua e uniforme). São
de fácil aplicação, grande durabilidade, bom
rendimento e secagem rápida. Protegem contra
tinta spray,
spray tinta acrílica,
acrílica a óleo e látex
látex.

Tipos
• as Tintas Renner
Renner, que disponibilizam um esmalte de alta resistência,
resistência a
tinta Polipar, e um removedor em spray para a remoção de pichações e
manchas;
• a Denver Impermeabilizantes,
Impermeabilizantes que possui um verniz,
verniz o Denverniz
antipichação, que segundo a empresa, mesmo quando é feita a limpeza da
pichação, com um removedor, o acabamento do local não se altera.
• p
a Bautech Antipichaçãoç é um verniz q que impede
p a penetração
p ç de tintas de
pichação e fuligem;
• Antigraf, da Impercol possuem tanto verniz transparente, como tintas que
fornecem proteção contra pichações. *A cidade de Curitiba, Capital do
Estado
d do
d Paraná, á foi
f i a primeira
i i a utilizar
ili esse tipo
i ded tinta,
i em seus
viadutos.
• A Ureflex possui uma tinta antipichação que poderá ser encontrada em
diversas cores
cores. E possui também o verniz totalmente transparente que
poderá ser brilhante ou fosco.
• O
Outras soluções
l õ antipichações:
i i h õ na lutal contra as
pichações, algumas empresa como a Fórmica
produz
d o TS Exterior,
E t i um laminado
l i d de d alta
lt
densidade que é protegido por um filme
impermeável no qual pode‐se
impermeável, pode se usar um
removedor para tirar a pichação. Já a Pertech
possui a linha Pertech Exterior,
Exterior produzindo
painéis compactos com tecnologia anti‐pichação
e resistência a umidade,
umidade produtos químicos
químicos,
temperaturas elevadas e maresia.
A Tinta Esmalte
• É uma ti
tinta
t que permiteit um ótimo
óti rendimento,
di t
durabilidade e beleza. Pode ser encontrada à base de
solvente ou à base de água.
• É muito fácil de aplicar e fornece um ótimo acabamento.
• Ela poderá ser aplicada tanto em áreas internas como
externas É amplamente utilizada para trabalhos em metal,
externas. metal
vime e madeira.
• É especialmente
p indicada para
p pintura
p de portas
p de
madeira ou ferro, janelas de madeira ou ferro, chapas de
ferro ou aço, portões e mesas de ferro, compensados de
madeira, corrimãos, azulejos e alvenaria. Também utilizada
para cobrir superfícies de artesanatos em madeira MDF,
gesso, pátina, etc.
• A
Acabamento
b t
• A tinta esmalte pode ser encontrada com o
acabamento fosco,
fosco alto brilho (muito utilizada em
móveis de vime) e acetinada.
• Durabilidade
• Esse tipo de tinta possui uma boa resistência quando
em contato com chuva e sol, tendo uma durabilidade
média de 10 anos.
anos
• Quando aplicada em paredes, terá que ser muito bem
feita senão bolhas poderão aparecer,
feita, aparecer causando
descascamento mais rápido.

• D
Desvantagens
t
• Quando a tinta esmalte for diluída em aguarrás
ela irá apresentar cheiro forte e em caso
de contato com a roupa, não sairá com água. Já
os esmaltes à base de água não apresentarão
esses problemas;
• O período de secagem é em média de 8 horas
entre as demãos;
• Por serem suscetíveis à umidade relativa do ar
(acima de 60%), a pintura deverá ser evitada em
dias chuvosos.
A Tinta Acrílica
• É uma tinta muito versátil, criada na década
p ç
de 40 e aperfeiçoada até hoje.
j Por sua
constituição ser à base de água, possui
uma ótima aderência às paredes
paredes, é
muito fácil de ser aplicada, sua secagem é
rápida e oferece um bom acabamento
acabamento,
unindo economia com qualidade.
• O
Onded Utili
Utilizá‐la
ál
• Devido a sua natureza mais elástica, que lhe concede a
propriedade de expandir e contrair com
facilidade, resistindo melhor às intempéries e
mudança de temperatura, poderá ser utilizada
em pinturas
i t de
d interiores
i t i e exteriores,
t i t i como: em
tais
paredes externas, fachadas, áreas molhadas, sobre
concreto,, fibrocimento,, reboco,, massa acrílica,, ggesso,,
madeira, estuque, amianto, blocos e cerâmica não
vitrificada.
• Ela
El também bé é muito i utilizada
ili d em cozinhas
i h e
lavabos por sua impermeabilidade.
• Acabamentos
b
• A tinta acrílica possui
p os seguintes
g
acabamentos:
• Fosco: esse tipo de acabamento é indicado
para paredes que possuem algumas
imperfeições Por ser fosca
imperfeições. fosca, disfarça defeitos
existentes, mas, em contrapartida, é menos
resistente à limpeza
limpeza. Indicada para paredes
que não exigem cuidados constantes.
• SSemi‐brilho:
i b ilh esse tipo
ti ded ti
tinta
t irá
i á exigir
i i uma
parede sem imperfeições, pois possui algum
brilho e este tipo de acabamento mostrará os
possíveis defeitos existentes. No entanto, resiste
melhor à limpeza
p do q
que a Fosca.
• Acetinada: em paredes bem acabadas, sem
imperfeições, ela é o ideal. A acetinada
proporciona às mesmas um acabamento mais
suave, refinado e sofisticado. Com relação à
limpeza ela resiste bem mais do que as versões
limpeza,
anteriores (fosca e semi‐brilho).
• podemos
d encontrar
t a tinta
ti t acrílica
íli nas seguintes
i t versões:
õ
• Emborrachada: indicada como revestimento de paredes
externas de alvenaria ou tijolos
j à vista;; p
para p
pintura de
telhas de fibrocimento, barro, galvanizadas, de alumínio ou
zinco; bem como aplicação em sacadas, fachadas e muros,
conferindo às mesmas um acabamento de ótima qualidade
e durável. Ela possui o acabamento fosco e a propriedade
de acompanhar os movimentos de dilatação (devido às
variações de temperatura e à ação das chuvas
chuvas, do sol e
maresia) e retração da parede, cobrindo trincas e fissuras.
Forma uma camada impermeável que protege e aumenta a
resistência
i tê i d da parede
d contrat a umidade,
id d alcalinidade,
l li id d mofof
e descascamento da mesma.
• LLavável:
á l por possuiri mais
i resina,
i que torna a pintura
i
mais resistente, ela permite que a parede seja lavada
mais frequentemente.
frequentemente Por esse motivo
motivo, ela é
recomendada para áreas com grande tráfego de
pessoas ou locais frequentados
p q por crianças.
p ç Ela pode
p
ser aplicada em áreas internas ou externas.
• Sem cheiro: o cheiro característico de tinta é bem
menor e se dissipa em até três horas após a aplicação.
Ela serve tanto para ambientes internos como
externos,
t podendo
d d ser fosca
f ou acetinada.
ti d
Pintura com Cal
• Para quem não quer gastar muito, a cal

hidratada é uma ótima opção. Ela reveste
paredes de uma maneira simples, dando às
mesmas uma aparência rústica
rústica, mas leve.
leve Sua
utilização é muito antiga, mas por ser barata
ficou fora da opção das classes média e alta
devido à entrada no mercado de outras tintas
com mais tecnologia.
• Através da Bioarquitetura e Bioconstrução ela
g
foi resgatada como uma forma ecológica
g e
sustentável de não agressão ao meio‐
ambiente Devido a isso
ambiente. isso, muitos arquitetos a
estão utilizando em habitações de alto padrão
com um resultado final de grande beleza e
inovação.
• O
Onded Utili
Utilizá‐la
ál
• A pintura com cal é muito fácil de ser feita, com ótimos
resultados desde que a mistura seja bem preparada e
resultados,
aplicada de maneira correta.
• A “caiação”,
ç como é chamada a pintura
p à base de
cal, pode ser aplicada em paredes externas e internas,
bem como em superfícies rústicas e porosas como
alvenarias de cimento
cimento, cal
cal, concreto e bloco de
concreto. Mesmo que as paredes estejam úmidas e
frescas, ela poderá ser aplicada; só não poderá ser
utilizada
ili d em superfícies
fí i lilisas como cerâmica,
â i nem em
paredes que já tenham recebido outros tipos de tinta.
• Por ser ded fá
fácilil aplicação
li ã e de
d b
baixo
i custo, ela
l
é muito utilizada em grandes áreas como
muros, fachadas, casas populares e conjuntos
habitacionais.
• A caiação não poderá ser feita sobre massa
acrílica,, nem sobre massa corrida,, p
por não
aderir às mesmas. Também não é indicada em
superfícies de concreto armado por não
proteger a armadura do efeito da corrosão.
• C
Cores
• A maneira mais comum de se obter a coloração é a adição
de p
pigmentos
g como o óxido de ferro em p pó e o ppó xadrez.
Mas estes pigmentos deverão ser adicionados num
percentual máximo de 10%, pois em excesso irá resultar
numa película sem coesão.
coesão Um pigmento mineral com boa
resistência aos raios UV dará mais longevidade à sua
pintura externa, já a adição de uma resina acrílica, dará
uma maior aderência e coesão às paredes internas
internas, desde
que usada na proporção correta, a fim de não alterar as
características físico‐químicas da caiação. E uma dica
i
importante:
t t é aconselhável
lhá l a compra na quantidade
tid d certa
t
para evitar diferenças de tonalidade.
• D
Durabilidade
bilid d
• Alguns cuidados deverão ser tomados com
relação à área onde será feita a caiação
caiação, para que
dure mais: a superfície deverá estar firme, sem
poeira gordura,
poeira, gordura mofo e sem vazamentos,
vazamentos os
quais poderão comprometer sua durabilidade.
• Com esses cuidados tomados, a pintura poderá
ter a duração igual à da tinta convencional, desde
que receba fixadores, impermeabilizantes e
aglutinantes
l i naturais,
i como a cola l ou o sumo ded
cactos.
• Quanto menos chuva incidir sobre a parede
pintada com Cal, mais tempo
p p ela durará.
• Para uma melhor aderência, a parede que
recebeu a pintura com cal só deverá ser
lavada três meses depois de aplicada.
• Para uma maior durabilidade da cor,
recomenda‐se
recomenda se o uso da cal em pasta, do que
a em pó.
• P
Prós
ó e Contra
C t da d Caiação
C i ã
• Além de ser uma tinta econômica pelo seu rendimento, de
fácil aplicação,
p ç , com uma ótima aderência e durabilidade e
fácil de ser encontrada, ela tem como vantagem disfarçar
defeitos nas paredes. Por isso é muito utilizadas em
paredes rústicas e rugosas.
• Ela não agride o meio‐ambiente por ser um produto de
base mineral, o que a torna ecológica. A sua natureza
calcária
l á i possuii ação
ã ffungicida
i id e bacteriana,
b t i não
ã possuii
insumos tóxicos, não forma película e permite que as
paredes “respirem”, evitando assim a formação de
umidade, e consequentemente, o surgimento de bolor. Por
estas qualidades é ótima para proteger paredes expostas às
intempéries
p e maresia.
• A pintura
i t com call resiste
i t às
à agressões
õ alcalinas,
l li
aos raios UV e aos demais poluentes.
• Sua desvantagem é não poder ser lavada
constantemente e o fato das intempéries
causarem um desbote e possíveis
descascamentos. Para que isso não venha a
acontecer, o local que recebeu a caiação deverá
receber uma reaplicação da tinta, em um espaço
de tempo menor. Mas se a tinta for de boa
qualidade ela poderá durar tanto quanto uma
qualidade,
tinta látex.
Látex PVA

• O PVA vem do nome da substância usada


atualmente p para fabricar a tinta látex, o
Acetato de Polivinila. O látex tem uma base
solúvel em água e,
e por isso,
isso facilita muito a
vida do pintor, que pode preparar seus pincéis
e rolos apenas com água.
água Além disso,
disso caso a
tinta espirre em algum outro revestimento,
basta lavar com água.
• O acabamento em látex PVA é adequado para
apparte interna das residências, que
q p podem
ser limpas apenas com um pano úmido. O
acabamento desse tipo de tinta é muito bom,
bom
assim como seu recobrimento da camada
anterior de pintura (se ela existir).
existir) Seca
rapidamente, e o odor típico de pintura é
mínimo.
• Porém, o produto não é adequado para áreas
molhadas ou q que ppossam receber chuva, e
para recobrimentos de acabamento em alto
brilho como um corrimão
brilho, corrimão, por exemplo; as
superfícies pintadas com látex PVA também
são mais difíceis de limpar.
limpar
Tinta esmalte
• O esmalte, ao contrário dos exemplos
p de tinta q
anteriores é um tipo que não é
solúvel em água, visto que possui o que é
chamado de “base
base a óleo
óleo”, material que
compunha sua fórmula antigamente.
Atualmente são outros produtos sintéticos
que compõem a base mais comum para esse
tipo de acabamento.
• A
As ti
tintas
t esmalte
lt são
ã especialmente
i l t bboas para a
utilização em superfícies de ferro ou madeira.
Assim janelas de ferro,
Assim, ferro corrimãos e estruturas
metálicas leves terão um acabamento melhor e
mais durável se ppintados com tinta esmalte. E
embora a madeira possa receber vários tipos de
acabamentos, portas feitas desse material são
t di i
tradicionalmente
l t pintadas
i t d com esmalte lt por conta
t
do alto nível de manuseio, visto que o esmalte
permite a lavagem dessa superfície com mais
facilidade.
• O acabamento
b t de
d esmalte lt é bastante
b t t peculiarli e as pessoas
geralmente percebem quando ele foi utilizado. Possui alto
brilho, embora exista a versão fosca. Seu acabamento dá
sensação de uma película
í fformada sobre a superfície
fí e, por
isso mesmo, não é muito adequada para o uso direto na
parede,, p
p porque
q dependendo
p da aplicação
p ç p podem surgir
g
bolhas ou descascamento. O custo dessa tinta é mais alto
do que o das outras, por conta de seu uso mais espcífico, e
em menores superfícies. A embalagem mais comum é o
galão (que contém 3,8 litros do material), enquanto as
outras podem ser facilmente encontradas em latas (existem
latas com até 18 litros de tinta
tinta, e as pequenas
pequenas, com 900
ml).
Tintas epóxi e poliuretano
• A
As ti
tintas
t epóxi
ó ied de poliuretano
li t são
ã sintéticas
i téti e não
ã
solúveis em água, e têm usos mais específicos, como,
por exemplo,
p p , a pintura
p de caixas d’água.
g Existem ainda
fórmulas para aplicação em pisos, mas dependem de
mão de obra altamente especializada.
• Essas
E ti
tintas,
t que são ã geralmente
l t dil
diluídas
íd em solvente
l t
específico e possuem catalizadores para auxiliar no
processo de p
p pintura,, devem ser aplicadas
p sempre
p p por
mão de obra que conheça o material e os processos,
para evitar que se formem bolhas, ocorra
descolamento da camada de tinta ou simplesmente
mau acabamento.
• Como sãoã tintas
i específicas
ífi para aplicação
li ã em
áreas molhadas e até inundadas, como
piscinas e caixas d’água, podem ser uma
excelente possibilidade para banheiros, boxes,
cozinhas e áreas dessa natureza, desde que
harmonizadas corretamente com os outros
revestimentos. Vale a pena conferir os tipos
de acabamentos possíveis para fugir do
revestimento cerâmico convencional de locais
muito úmidos.
Variações
• Além
lé d dos grupos citados
i d acima,i existem
i
muitos outros tipos de tinta. Há as feitas com
cal, e produtos de efeito, como as tintas
magnetizadas, do tipo lousa e para piso;
existem também as massas e texturas de
muitas naturezas diferentes. E não se pode
deixar de mencionar os vernizes e fundos
preparadores específicos para superficies
diversas (como para galvanizados ou gesso,
por exemplo).
• Dependendo
d d do d que se quer pintar
i é
necessária a aplicação de vários produtos.
Quando isso acontece, chamamos o processo
de pintura de um “sistema”, e não
simplesmente uma pintura simples como nos
exemplos acima. Se você pretende realizar
uma pintura em uma superfície que pareça
mais complexa, sugerimos que procure um
pintor muito experiente para aconselhar qual
sistema é o mais adequado.
Problemas com pinturas
• A durabilidade
d bilid d de d uma tinta
ti t ou de
d um revestimento
ti t
texturizado à base de Resina Acrílica em dispersão aquosa
depende de diversos fatores, dos quais se destacam:
• Fatores sob controle do fabricante:
• Seleção criteriosa de matérias primas e de fornecedores
tradicionais no mercado nacional e internacional;
tradicionais,
• Equipamentos eficientes, de última geração tecnológica;
• Processamento adequado;
• Formulações balanceadas, testadas e definidas para cada
linha de produto, de acordo com seus respectivos usos e
aplicações;
li õ
• Rígido controle de qualidade do produto final.
• FFatores ffora d
do alcance
l d
do ffabricante:
bi
• Análise do estado físico e da natureza química das
superfícies:
fí i firmeza,
fi coesão,
ã absorção,
b ã alcalinidade,
l li id d
uso de revestimentos com matérias quimicamente
usinadas contendo catalisadores
catalisadores, endurecedores e
aceleradores que possam causar incompatibilidade
com as tintas e texturas;
• Preparação das superfícies, corrigindo os problemas
identificados na análise prévia de acordo com as
instruções específicas para cada caso;
• Qualificação profissional da mão‐de‐obra que
aplica o produto;
• Condições climáticas excepcionalmente severas;
• Manuseio correto do produto (diluição de cada
demão, homogeneidade das misturas, uso do
equipamento
i t correto
t para aplicação);
li ã )
• Escolha correta do produto ou do sistema de
pintura, de acordo com as reais necessidades das
p
superfícies
• O TTrabalho
b lh de
d Pintura
Pi t
• O trabalho de pintura na construção civil é relativamente
p
simples. Esta simplicidade,
p entretanto, p
pode induzir a uma
falta de compromisso com as regras mais elementares de
preparação de superfícies.
• Estatisticamente,
Estatisticamente independente do tipo de produto e do
fabricante, os problemas de pintura estão quase sempre
relacionados a fatores completamente alheios à qualidade do
produto tais como escolha do sistema de pintura adequado,
produto, adequado a
sua correta aplicação e, de modo muito especial, a prévia
preparação da superfície.
• A ffalta
lt dde cuidado
id d e a inobservância
i b â i das
d normas de d
preparação e correção de superfícies podem levar aos
seguintes problemas:
• EFLORESCÊNCIA
• Manchas esbranquiçadas que surgem na superfície da
p
pintura.
• Ocorre quando a tinta foi aplicada sobre a superfície, ainda
úmida ou recente, de natureza alcalina ( reboco novo,
fibrocimento bloco,
fibrocimento, bloco concreto
concreto, etc).
etc)
• A secagem da superfície alcalina se dá pela eliminação de
água sob a forma de vapor, que arrasta o hidróxido de
cálcio(branco) do interior para a superfície pintada
pintada, onde se
fixa, causando a mancha.
• Este problema pode ser evitado antes da pintura,
aguardando‐se a secagem completa e cura final da superfície
por 28 dias no mínimo. À seguir, aplicar uma ou duas demãos
p
de Fundo Preparador de Paredes e repintar.
p
• SAPONIFICAÇÃO
• Fenômeno caracterizado pelo aparecimento de
manchas
h geralmente
l t amareladas,
l d descascamento,
d t
descolamento e empolamento (bolhas) da tinta.
• A saponificação é causada pela alcalinidade natural da
cal e do cimento que compõem o reboco. Essa
alcalinidade, na presença de umidade(reboco novo),
reage com a acidez de algumas resinas das tintas,
provocando uma reação química. Sob a película da
tinta, pode haver a formação de água e sais de cálcio.
• Para evitar este problema, é preciso aguardar
g
a secagem e cura do reboco ppor 28 dias e
ainda aplicar uma ou duas demãos de Fundo
Preparador de Paredes
Paredes.
• Para corrigir pinturas danificadas: raspar, lixar
e escovar, removendo, as partes soltas
l ou mall
aderidas. À seguir, aplicar uma ou duas
demãos de Fundo Preparador de Paredes.
• DESAGREGAMENTO
• É caracterizado pela destruição da pintura, que se
esfarela destacando‐se
esfarela, destacando se da superfície,
superfície juntamente com
partes do reboco. Este problema ocorre quando a tinta
é aplicada sobre reboco não curado e com baixa
coesão
ã (f(fraca resistência,
i tê i pouco cimento
i t e muita
it
areia). Para evitar o problema, é necessário aguardar
g
28 dias de secagem do reboco e aplicar
p duas demãos
de Fundo Preparador de Paredes. Para corrigir o
desagregamento: raspar, lixar e escovar, removendo o
máximo possível; corrigir as imperfeições profundas
com reboco; aguardar a secagem; aplicar uma ou duas
demãos de Fundo Preparador de Paredes e repintar.
• DESCASCAMENTO
SC SC O
• Pode ocorrer quando a tinta é aplicada sobre
caiação, pintura muito velha e calcinada, sobre
fundo ou selador de baixa resistência ou quando
a primeira demão da tinta sobre o reboco não
teve a diluição recomendada para uma boa
penetraçãoã (1:1).
(1 1)
• Correção: Raspar, lixar e escovar, removendo o
máximo possível. Aplicar uma ou duas demãos de
Fundo Preparador de Paredes.
• EMPOLAMENTO (BOLHAS)
• Podem ocorrer em pinturas executadas nas seguintes
situações:
ç
• Uso de massa corrida externamente;
• Uso de selador ou tinta de fundo de má qualidade(baixa
resistência),
i ê i ) que se dilata
dil com a umidade id d d
da nova tinta;
i
• Em paredes internas, uso de massa corrida muito fraca(com
pouca resina);
• Em paredes internas, pintura sobre massa corrida lixada e
não escova para eliminar o pó.
• Correção: raspar , lixar e escovar a superfície; corrigir as
imperfeições rasas com massa corrida(internamente) ou
Massa Acrílica(externamente);
( ); repintar.
p
• FISSURAS
• Fissuras ou trinchas estreitas, rasas e sem continuidade
são
ã originais
i i i ddo reboco,
b mas aparecem na pintura.
i t A
As
causas estão relacionadas ao tempo insuficiente de
hidratação da cal antes da aplicação do reboco,
reboco
camada muito grossa de massa fina, traço e tempo de
secagem
g de reboco.
• Correção: raspar, lixar e escovar a superfície; aplicar
uma demão de Fundo Preparador de Paredes e duas
demãos de tinta Látex Elastomérica (alta flexibilidade).
• TRINCHAS
• São técnicas contínuas, mais largas e mais
profundas que as fissuras, causadas
geralmente por movimento de estrutura
estrutura. É
aconselhável que estas trinchas sejam
avaliadas
l e corrigidas pela
l engenharia
h civill da
obra
• MANCHAS CAUSADAS POR PINGOS DE CHUVA
• Ocorrem somente em p paredes recém
pintadas, quando o chuvisco não foi suficiente
para molhar as p
p paredes ppor completo.
p Os
pingos isolados, ao molhar a pintura, trazem a
p
superfície as matérias solúveis da tinta.
• Para eliminar estas manchas, basta molhar
toda a superfície com água limpa,
limpa sem
esfregar.
• OUTROS DEFEITOS
• A maioria absoluta de problemas de pintura se encaixa
nos casos aquii d
descritos.
it EEm virtude
it d dda grande
d
diversidade de materiais de construção regionais e da
crescente oferta de massas e concretos usinados,
usinados
quimicamente aditivados, é possível a ocorrência de
casos isolados de incompatibilidade,
p reações
ç e efeitos
desconhecidos.
• Estes casos deverão ser avalizados e avaliados em
conjunto, para se estabelecer relações de causa e
efeito e procedimentos de coração e prevenção.
Materiais de construção

Placas de madeira
Telhas
Impermeabilizações
MDF
• MDF é a sigla
i l internacionalmente
i t i l t utilizada
tili d para referir
f i
"Medium Density Fiberboard" que podemos traduzir
como "Chapa p de Fibras de Madeira de Média
Densidade".
• Trata‐se de um produto derivado da madeira,
produzido
d id à partirti d
das suas fib
fibras aglutinadas
l ti d por uma
resina sinté[Link] a outros produtos
derivados da madeira,, a distribuição
ç uniforme da fibra
em toda a sua espessura permite operações de
usinagem precisas, sem prejuízo na qualidade da
superfície daí resultante.
resultante
• Gamas de Espess
Espessuras
ras
• Finos: A tecnologia da fabricação de MDF já permite a prensagem
de chapas com espessuras muito finas. Pelas suas propriedades
b
bem características
t í ti e campo dde aplicações
li õ d das espessuras
tradicionais, pode dizer‐se que o MDF fino (de 1,8 a 6mm) é uma
classe distinta deste material.
O campo de aplicações é semelhante ao do compensado
multilaminado fino: painéis para paredes e tetos, fundos de
gavetas painéis traseiros de mobiliário,
gavetas, mobiliário painéis centrais de portas,
portas
painéis para exposições, bases para assoalhos, etc.
p
Podem aplicar os mesmos acabamentos e tratamentos superficiais
p
que no MDF de maior espessura. Esta gama de espessuras é
normalmente fabricada com pesos específicos da ordem dos
800/900Kg/m.
• Médi
Médios: Englobam‐se
E l b h bit l
habitualmente
t neste
t grupo as
espessuras de 7 a 30mm.
Grossos: É atualmente possível fabricar MDF até 60mm
de espessura. O maior potencial de utilização deste
tipo de produto reside em elementos estruturais e
arquitetônicos para edifícios, colunas e pilares em que
são importantes boas características para acabamento
e boa superfície. Também se pode utilizar em
assoalhos, prateleiras, tampos de bancadas, portas
interiores com faces profundamente moldadas,
moldadas pés
torneados para mesas, bilhares, etc...
• Modelos
M d l C Crus
Standard: a classe Standard destina‐se ao consumidor que
não tem exigências
ê especiais em relação ao MDF, a não ser
aquelas características normalmente esperadas do produto
e definidas p
pelas normas existentes.
Baixo teor de formaldeído: a classe de baixo teor de
formaldeído é particularmente importante para os
fabricantes de mobiliário que colocam seus produtos na
União Européia. A Alemanha e os países escandinavos, em
particular têm legislação muito severa quanto à emanação
particular,
de formaldeído presente na resina aglomerante do MDF.
• Resistente à umidade (MDF MR): o MDF
p
resistente à umidade suporta razoavelmente
bem a existência de vapor de àgua no
ambiente em que for empregado
empregado, podendo
receber ocasionalmente àgua ou um pano
úmido sobre a superfície
superfície. De salientar que
esta classe não é resistente (ainda) a
intempéries e, por isso, não deverá ser
utilizada ao ar livre.
• Para exterior:
e terior o MDF para exterior,
t i possuii além
lé d das b
boas
características para maquinabilidade e acabamento do MDF
Standard, a vantagem de extra‐resistência a condições ambientais
adversas desde que sejam tomados cuidados especiais a nível de
adversas,
acabamento, principalmente na selagem de superfícies e topos
comprodutos adequados. Recomenda‐se que os utilizadores desta
classe de MDF contatem os fabricantes ou os seus agentes, visando
obter dados sobre a aplicabilidade e, principalmente, sobre os
acabamentos. Esta classe de MDF pode ser utilizada, por exemplo,
em : pplacas de p
publicidade e sinalização,
ç , mobiliário de jjardim e de
zonas de recreio, esquadrias exteriores de janelas e portas
exteriores, painéis de portas exteriores, painéis desportivos,
revestimento de cabines de barcos, prateleiras para zonas ao ar
livre, etc...
• R
Resistente
i t t ao fogo
f (MDF FR):
FR) as chapas
h de
d MDF
denominadas Standard deverão, em condições
normais,, respeitar
p a Classe 3 de resistência ao fogo,
g ,
cujo método de tese se pode, por exemplo, regular
pela norma BS 476 Part. 7. As classes 1 ou 2 de MDF
são conseguidas durante a produção das chapas,
chapas
adicionando produtos químicos às resinas que
contrariam o desenvolvimento da combustão. O
material desta classe pode ser utilizado para
revestimentos de paredes, divisórias de escritório,
mobliliário institucional,
institucional mobiliário e componentes
decorativos de locais públicos, onde seja imperativo
por lei, o uso de materiais resistentes ao fogo.
• Alt
Alta Densidade
D id d (HDF):
(HDF) enquanto t os titipos anteriormente
t i t
citados são adequados à fabricação da maior parte do
mobiliário e aplicações na construção civil, existe a
possibilidade de se produzirem chapas com resistências ê
físico‐mecânicas melhoradas para aplicações que
requeiram
q alta resistência à flexão,, suportando
p pesos
p
elevados ou repetidos impactos. Estas chapas obtêm‐se
aumentando a quantidade de fibras, de resina aglutinante,
e modificando o ciclo produtivo. As chapas assim obtidas
têm um peso específico que pode atingir 900 Kg/m. As
aplicações mais prováveis para este MDF são : escadas,
prateleiras industriais,
industriais tampos de bancadas industriais,
industriais
estruturas de mesas, componentes de cadeiras, assoalhos
• Modelos
M d l Revestidos
R tid
Os revestimentos podem ser aplicados em
princípio, sobre qualquer tipo de chapa de MDF
cru. É evidente q
que,, com uma boa superfície,
p ,a
qualidade do revestimento será
significativamente superior.
Os materiais utilizados no recobrimento das
chapas são sensivelmente os mesmos usados
tradicionalmente.
• D
Deve‐se salientar,
li t entretanto,
t t t o revestimento
ti t
com papel primário, porque é de particular
importância que nas superfícies que serão
laqueadas ou envernizadas se evite os custos
inerentes a uma aplicação
p ç convencional do
primário.
Os principais
O i i i tipos
ti d revestimentos
de ti t são ã os
seguintes : papel melamínico, papel "finish‐foil",
lâmina de madeira,
madeira papel envernizável,
envernizável
revestimentos plásticos (PVC).
Compensado Resinado Cola Branca
(Virola)
• IIndicado
di d para construção
t ã d de edificações
difi õ no sistema
it a
seco
• O Compensado Resinado Cola Branca (Virola) é
preparado com resina cola PARMACOL UF 1408 (cola à
base de ureia e formol) em suas camadas internas. De
t
tonalidade
lid d clara,
l é indicado
i di d para construção
t ã d de
edificações no sistema a seco. A virola é uma madeira
p , característica da região
tropical, g norte do Brasil. Sua
característica principal é a ausência de nós no seu
aspecto visual, motivo pelo qual ela é utilizada na capa
e contracapa do compensado.
compensado
Compensado Plastificado de 120
gramas
• IIndicado
di d para construção
t ã d de lajes
l j à vista
it
• O Compensado Plastificado de 120 gramas é
composto por resina cola PARMACOL FS 1408
(cola à base de fenol ? cola fenólica), e tem seu
exterior coberto por um filme contínuo,
contínuo aplicado
sobre a capa. Este filme é composto com resina
fenólica em papel, tipo: 60512 /120 g/ m²,
indicado para construção de lajes à vista. Esta
chapa é resistente a seis deformadas de cada
lado (nas lajes),
lajes) desde que sejam tomados todos
os devidos cuidados.
• O filme
fil f óli faz
fenólico f ddo plastificado
l tifi d id ideall para
usos onde força e resistência à água são
essenciais.
essenciais
• Ao maximizar o uso da matéria‐prima, obtida de
fontes renováveis,
renováveis e ser reutilizável,
reutilizável o
compensado plastificado é um produto de
madeira sustentável.
• Por essas características e, ainda, por propiciar
excelente aparência ao concreto, é amplamente
empregadod na construção ã civil.l Conheça
h algumas
l
propriedades desse painel:
• APLICAÇÕES
Õ
• Com uma infinidade de usos, grande parte de
sua aplicação ocorre na produção de fôrmas
para concreto.
concreto A camada de filme que envolve
a chapa permite que o concreto não impregne
na fôrma.
fô O filme
fl fenólico
f ól ffacilita
l o desmoldel
e proporciona excelente aspecto ao concreto
aparente.
• MADEIRA
• O compensado plastificado é produzido com lâminas
de madeira reflorestada
reflorestada. Espécies como o Pinus e o
Eucalipto são empregadas, podendo inclusive ser
combinadas em sua composição, sendo as lâminas
externas
t d EEucalipto,
de li t e as lâ
lâminas
i internas
i t de
d Pinus.
Pi
• LÂMINAS
• As chapas de madeira compensada são uniformes.
uniformes O
cuidado na seleção de suas lâminas é para que o miolo
do compensado
p não tenha vazios ou nós. O número de
camadas do compensado pode variar, de 3 a 13
lâminas.
• FILME FENÓLICO
• As camadas de madeira, dos compensados para uso
exterior,
t i são ã coladas
l d com adesivos
d i t
termoendurecíveis,
d í i
classificados por WBP – weather and boil proof.
Resistentes ao calor e à pressão: o fenol‐formaldeído
fenol formaldeído e
a melamina permitem que a chapa seja exposta a
condições
ç rigorosas,
g de calor e frio, sol e chuva.
• Para a junção das lâminas do compensado plastificado,
é utilizado o tego film, uma película adesiva seca, à
base de resina fenólica. Disposto entre as lâminas de
madeira, esse adesivo é ativado com calor e pressão.
• A película
lí l seca, de
d tego film,
fil proporciona
i ao
compensado integridade estrutural e resistência
à água.
á N
Nas superfícies
fí i d da chapa,
h oferece
f
acabamento liso, o tornando ideal para concreto
aparente.
aparente
• Os filmes que revestem a chapa têm média e alta
d id d com gramaturas que podem
densidade, d variar,
i de d
110 g/m² a 250 g/m². Quanto mais espesso for o
fil
filme que envolve
l a chapa,
h maior
i é o número
ú d
de
reutilizações possíveis.
• ESPESSURAS E DIMENSÕES Õ
• O compensado plastificado é
comercializado em muitas espessuras, que
variam de 4 mm a 25 mmmm, sendo a de 18 mm
a mais utilizada nos canteiros de obras. Suas
dimensões tambémbé variam, com chapas
h que
têm de 1,10 metro de largura a 2,50 metros
de comprimento.
• BORDAS SELADAS
• Para aumentar ainda mais a durabilidade desse
compensado,
p , as bordas da chapa
p são seladas com
impermeabilizante. O produto impede a infiltração por
entre as lâminas. Recomenda‐se que, para cada novo corte
das chapas
chapas, seja aplicada uma demão de selador nas novas
bordas.
• REAPROVEITAMENTO
• As chapas plastificadas podem ser reaproveitadas e o
número de reutilizações está ligado à espessura do filme,
que reveste o compensado, ao número de lâminas e à
espessura da chapa. Alguns compensados proporcionam
até 30 reutilizações.
• Cuidados como o uso de selador e
desmoldante, assim como o
acompanhamento das normas da ABNT
colaboram para o aumento do índice de
reutilização. A garantia e o número de
utilizações são especificados pelo fabricante
no momento da aquisição das chapas.
Telhas
Tipos de telhas cerâmicas
Telhas de barro
• A
As características
í i d das telhas
lh que vamos abordar
b d abaixo
b i
são aproximadas, porque a telha de cada fabricante
possui algumas características e recomendações de
aplicação próprias, por isso, verifique e siga sempre as
instruções
ç do fabricante.
• Quanto mais inclinado for o telhado, maior a
quantidade de madeira será g
q gasta no engradamento
g
(estrutura) do telhado!
• Fazer a comparação de preços dos tipos de telha pelo
consumo por metro quadrado (un/m2) e não por
milheiro.
• Telha Americana
• Necessitam inclinação mínima de 30%,
tamanho aproximado de 43cm, consumo
médio de 16 un/m2
un/m2, peso de 36 kg/m2
kg/m2.
Geralmente são encontradas nas cores
vermelha,
lh bbranca e mesclada
l ((vermelha
lh e
branca). Capa e bica são separadas.
• TTelha
lh Colonial
C l i l
• Necessitam de inclinação mínima de 30%, tamanho
aproximado
i d d de 48
48cm, consumo médio
édi dde 24 un/m2,
/ 2
peso de 57,6 kg/m2 . A capa e bica são separadas. São
encontradas nas cores vermelha
vermelha, branca e mesclada
(vermelha e branca).
• Telha Italiana
• Necessitam de inclinação mínima de 30%, tamanho
p
aproximado de 41cm,, consumo médio de 14 un/m2,
/ ,
peso de 38,50 kg/m2. É uma única folha de capa e bica.
• Telha
lh Romana
• Necessitam de inclinação mínima de 30%,
tamanho aproximado de 40cm, consumo médio
de 16 un/m2, peso de 38,40kg/m2. É uma única
folha de capa e bica.
• Telha Portuguesa
• Necessitam inclinação mínima de 30%, tamanho
p
aproximado de 41cm,, consumo médio de 17
un/m2, peso de 40,8 kg/m2. É uma única folha de
p e bica.
capa
• Telha Francesa
• São telhas praticamente planas, sem a
formatação capa e bica, por isso exigem
inclinação maior (por volta de 36%)
36%), tem
tamanho aproximado de 41cm, consumo
médio
é de 16un/m2,
/ peso de 43,2kg/m2.
k /
• Telhas Cerâmica Paulista
• As Telhas de cerâmica do modelo paulista
possuem o mesmo design da telha colonial,
portanto apresenta as mesmas vantagens e
desvantagens. O diferencial desta telha está
em suas dimensões, sendo mais estreitas do
que o modelo colonial. Oferecem um design
mais moderno e possuem muitas opções de
cores.
• Telhas
lh Cerâmica
C â i Plan l
• A telha de cerâmica modelo plan apresenta
design simples e enxuto,facilitando o encaixa
sobre o ripamento, diminuindo assim o tempo da
obra. Além disso, proporciona um ótimo
isolamento térmico. Esse tipo de telha
caracteriza‐
i se por apresentar a capa com largura
l
ligeiramente inferior ao canal, que apresenta
f
forma reta,
t também
t bé é conhecida
h id como C Colonial
l i l
Quadrada.
• Peças Especiais
• Existe uma grande variedade de peças de
cerâmica especiais com finalidade de um
acabamento As peças proporcionam
acabamento.
fechamentos e vedações ao telhado dando o
acabamento
b necessário
á
• Telhas
lh ded Concreto
C
• As telhas de concreto são elementos de
cobertura com diferentes acabamentos, cujos
perfis permitem encaixes perfeitos. Disões de
saliências na parte inferior frontal (formando a
"pingadeira") para impedir o retorno de água e
f ili o deságue
facilitar d á sobre
b a telha
lh seguinte.
i
Também possuem duas travas na parte inferior
t
traseira,
i cujaj função
f ã é permitir iti o seu encaixe
i nas
ripas e evitar deslizamento.
• Existem dois tipos de telhas de concreto: uma
que apresenta
q p pigmentação
pg ç de cor chamada
de pirineos e a outra apresenta a sua
coloração natural
natural, chamada de clássica
Telhas de fibrocimento
• A Telha de fibrocimento de 6 e 8mm atende às
ç
mais variadas soluções arquitetônicas,
q
vencendo grandes vãos livres com segurança e
resistência Oferece a grande vantagem de ser
resistência.
mais leve quando comparada aos demais
perfis estruturais.
estruturais Versátil e eficiente tanto em
coberturas como em fechamentos laterais.
• A Telha fibrocimento canalete 90 de 8mm de
p
espressura éopperfil ideal p
para coberturas e
fechamentos laterais com segurança e
durabilidade Permite a criação de vãos livres
durabilidade.
arrojados e amplos beirais. Apresenta design
moderno e funcional
funcional, facilitando as
composições arquitetônicas.
• A Telha fibrocimento canalete 49 de 8mm de
p
espressura é uma p peça
ç estrutural capazp de
proporcionar grandes vãos livres com menor
estrutura de apoio
apoio. Seu perfil de linhas retas
confere classe e beleza às coberturas e
fechamentos laterais
laterais. Possibilita telhados
horizontais de alta resistência e durabilidade
com toda segurança.
• A Telha
T lh d de fib
fibrocimento
i t ondulada
d l d com opções õ de
d
4, 5, 6 e 8 mm de espressura é um produto de
grande versatilidade para coberturas e
fechamentos laterais em obras de qualquer
porte. Vence ggrandes áreas de telhado com
p
rapidez de montagem e fixação,exigindo, ainda,
estrutura de apoio simplificada. É econômica,
resistente
i t t e durável,
d á l oferecendo
f d uma variadai d
gama de peças complementares que preenchem
as exigências de arquitetos
arquitetos, projetistas e
construtores.
• Telha fibrocimento modulada ou onda de 50
p
com 8mm de espessura contribui de forma
marcante para compor a harmonia dos
telhados residenciais
residenciais. Possui as vantagens de
um produto funcional, resistente e
econômico com estrutura de apoio
econômico,
simplificada. Oferece total liberdade de
projeto graças à sua linha de peças
complementares.
• Telhas
lh Metálicas
áli
• As telhas de aço apresentam formato trapezoidal
e são fabricadas com aço galvanizado ou
galvalumi em diversas dimensões e espessuras de
acordo com a necessidade do cliente.
Geralmente, esse tipo de telha é utilizado em
coberturas
b d galpões
de l õ e industrias
i d i e são ã
montadas sobre estrutura metálica, tendo – se a
opçãoã de
d colocação
l ã de
d telhas
t lh translúcidas
t lú id para
maior aproveitamento de luminosidade solar
• As telhas metálicas também possibilitam a
pç de receberem pintura
opção p em diversas
cores e tonalidades.
• Telhas TranslucidasTELHAS TRANSLÚCIDAS
Ú
• Fabricada em resina poliéster, é aditivada com
absorvedor de raios U.V. e reforçada com
fibras de vidro
vidro. Possui também elevada
resistência química, permitindo sua aplicação
em locais
l que costumam afetar
f materiais
convencionais, que sofrem com problemas de
corrosão.
• O
Outra vantagem iimportante d da Fibertelha
ib lh é o
aclareamento natural e a perfeita difusão da luz
em ambientes
bi t ffechados,
h d propiciando
i i d uma
redução considerável no consumo de energia
elétrica A Fibertelha é também fabricada em
elétrica.
diversos perfis, nas espessuras 0.8, 1.0, 1.2, 1.5 e
2 0 mm e nas cores incolor,
2.0 incolor branca leitosa,
leitosa verde,
verde
azul e amarelo. A coloração é dosada
tecnicamente para proporcionar a iluminação
adequada para cada tipo de ambiente.
• Telhas Termoacústicas
• As telhas térmoacústicas proporcionam
grande conforto térmico em telhados. Seu
perfil é econômico e permite grande
velocidade na montagem. A chapa superior
possui um design leve
l com um trapézio
é a cada
50cm e a chapa inferior, por ser lisa, dispensa
a utilização de forros.
• As telhas apresentam em sua composição,
p
uma espuma de p
poliuretano q
que ggarante as
propriedades ideias de isolamento térmico,
estabilidade dimensional,
dimensional resistência à chama
e durabilidade, além de proporcionar
excelente isolamento acústico em relação aos
ruidos de chuva, vento,entre outros.
• Estrutura de Madeira
• As estruturas de madeira oferecem muita
estabilidade para o telhadoe proporciona
facilidade na fixação das telhas, parafusos, e
acessórios. Além disso, a madeira é um material
de alta durabilidade e não oferece danos ao solo
solo.
As estruturas de madeira podem ser utilizadas
nas coberturas dos mais variados tipos e para
uma grande variedade de finalidades.
• Estrutura Metálica
• Hoje
j em dia,, utiliza – se muito a opção
pç de
estruturas metálizas para construção de telhados,
principalmente quando se trata de telhados para
fins industriais e coberturas de quadras, fábricas,
escolas garagens,
escolas, garagens supermercados
supermercados, universidades,
universidades
galpões, igrejas, etc. Apesar de dimensões
grandes o material utilizado para confecção de
grandes,
uma estrutura metálica possui um baixo peso.
• Assim, é usual conseguir uma redução de
metade do tempo p necessário para
p a
construção quando comparada com a
construção convencional
convencional. Nas habitações com
estrutura metálica poupa‐se na mão de obra e
investe se na qualidade dos materiais básicos
investe‐se básicos.
• Manta de
d Subcobretura
S b b d Alumínio
de l í i
• As mantas de subcobertura aluminizadas são
muito utilizadas hoje em dia tanto para
construções residenciais como para coberturas
industriais, pois garante o conforto térmico
deixando a temperatura agradável no verão e no
i
inverno. Alé
Além disso,
di mostra – se muito
i eficaz
fi em
proteger o forro e a laje de possíveis infiltrações
causadas
d por telhas
t lh quebradas
b d ou com fi fissuras e
aumenta a impermeabilidade.
• Vantagens
– Proteção à radiação térmica: reflete 95% do calor por
radiação
– Maior conforto térmico: impede a entrada de calor no
verão e minimiza a saída no inverno.
– Economia: reduz ou elimina o uso do ar condicionado.
– Resistente ao calor, umidade, fungos e bactérias.
Segurança
g ç adicional contra vazamentos no telhado.
• M
Mantat Asfáltica
A fálti
• A manta asfáltica também é aluminizada, pois o
alumínio é um excelente componente de
isolamento térmico. Geralmente, é instalada
sobre as telhas
telhas, como revestimento de toda
cobertura. As folhas de alumínio, refletem os
raios solares, reduzindo o calor e protegendo o
ambiente de qualquer tipo de infiltração, pois é
100% impermeável. Como manta resistente, não
sofre ressecamento em função das intempéries e
não requer qualquer tipo de proteção mecânica.
Manta asfáltica para lajes
• ‐ Arredonde os cantos vivos entre lajes e
paredes com argamassa
p g forte de cimento e
areia, antes de aplicar a manta.
• ‐ Em caso de trinca na laje
laje, coloque uma tira
de manta de 40cm de largura em toda
extensão da trinca.
Cole somente as bordas desta tira (10 cm de
cada lado), deixando o meio sem colar
‐ Não derreta a manta, apenas queime bem o
plástico da superfície
p p inferior.
‐ As emendas de sobreposição devem ser muito
bem feitas,
feitas garantindo fixação em todos os
pontos de sua extensão.
Para isso, queime as duas faces
f das mantas
que serão colocadas.
‐ Utilize maçarico de boca larga, próprio para
aplicação de manta.
manta
‐ Após a colagem da manta em toda a área,
g
aconselha‐se fazer um teste de água,
tampando os ralos e enchendo a área com
5cm de água
água.
Deixe com água por 3 dias. Se houver
vazamentos verificar as emendas nas região
vazamentos,
da infiltração. Se houver cortes ou furos,
corrigir.
‐ Utilize
Utili uma camada d separadora
d para evitar
it que o
contra‐piso fique em contato direto com a manta.
Obs Sobre este tipo de manta deve
Obs.: deve‐se
se fazer
sempre um revestimento que a proteja de
perfurações cortes,
perfurações, cortes trânsito direto de pessoas e
da ação do tempo.
‐ Os contra
contra‐pisos
pisos devem ter espessura mínima de
3cm.
Em caso de áreas grandes, é necessário ter juntas
d d
de dilatação
l ã para preservar o contra‐piso de d
fissuras e trincas.
‐ Não aplicar a manta asfáltica com temperatura
inferior a 5°C.
‐ Não realizar trabalho com chuva ou tempo instável
e não recomeçar ate que a superfície este
totalmente seca.
‐ Em
E éépocas de d frio,
f i as mantas
t deverão
d ã ser
acondicionadas na obra, no mínimo 2 horas antes
d sua aplicação,
de li ã a fifim d
de conseguir
i um equilíbrio
ilíb i
climático que também afeta ao substrato.
• P
Preparação
ã d da superfície
fí i
• A superfície devera estar limpa e isenta de pó.
Sobre a superfície horizontal úmida
úmida, executar
regularização com argamassa cimento e areia na
proporção de 3:1 com caimento mínimo de 1% em
di ã ao ralo.
direção l
• Na região do ralo devera ser criado rebaixo de 40 x 40
cm por 1 cm de profundidade com bordas
arredondadas para o nivelamento da
impermeabilização acima dos reforços previstos.
O acabamento
b d
da superfície
fí i seráá d
desempenado
d e
todos os cantos e arestas deverão ser arredondadas.
• A
Aplicação
li ã do d produto
d t
• ‐ Aplicar sobre a regularização seca uma demão de
DILUPRIMER puro com rolo ou trincha e aguardar no
mínimo 8 horas para secagem.
• ‐ Alinhar as mantas de acordo com a área a
impermeabilizar, iniciando a colagem no sentido dos
ralos em direção as cotas mais elevadas.
• ‐ Proceder à aderência total do produto derretendo a
camada de polietileno antiaderente da manta com
chama de maçarico.
ç
As emendas deverão ser de no mínimo 10 cm e serão
biseladas para perfeita vedação.
• ‐ Realizar
R li teste
t t de
d estanqueidade
t id d com coluna
l de
d
água de no mínimo 5 cm por 72 hs.
• ‐ Após a aprovação do teste,
teste pintar as juntas e
arremates com tinta asfáltica aluminizada
ALUTINTA utilizando rolo de espuma pequeno
ALUTINTA,
para completa proteção e acabamento da manta.
• Manta asfáltica aluminizada
• Manta asfáltica autoprotegida com folha de
alumínio,, estruturada com uma armadura central
de filme de polietileno, com a finalidade principal
de impermeabilização.
• Aplicação
li ã com maçarico i
• Nesse tipo de aplicação, a manta deve ficar
aderida em relação a superfície ou substrato e
esta superfície deve estar regularizada e com
caimentos mínimos de 1% em direção aos pontos
de escoamento de água.
• 1) A tinta primária (PRIMER) deve ser aplicada
sobre o substrato a frio, em temperatura
ambiente, através de pincel ou rolo logo após a
limpeza da superfície.
• 2) Para a manta aderir
d i ao substrato,
b d
durante a
aplicação, a mesma deverá ser desenrolada ao
mesmo tempo
t em que é aquecida
id pelol ar quente
t
emanado do maçarico e comprimida sobre a
superfície previamente pintada
pintada.
• 3) Depois da aplicação da manta e antes do
assentamento dad camadad ded proteção
ã mecânica,
â i
deve‐se testar a estanqueidade, deixando‐se uma
lâ i de
lâmina d água
á sobre
b a manta t por um período
í d ded
no mínimo 72 horas.
• Decorrido esse prazo, é preciso proceder à
análise visual da superfície inferior da laje, para
se verificar a possibilidade de vazamentos.
A mesma operação
p ç deve ser feita na superfície
p da
manta, onde é necessário verificar a existência de
bolhas com água entre a manta e o substrato.
• 4) Por fim deverá ser colocada a camada
separadora e executada a proteção mecânica.
mecânica
• As matas devem ser dimensionadas para o
p de utilização,
tipo ç mudando espessura
p e
acabamentos
MEMBRANAS ELASTICAS FLEXIVEIS
Uma membrana líquida elástica ideal para
isolamento de lajes e telhados, criando um
revestimento durável, forte, impermeável e
respirável.
• é fá
fácilil iisolar
l ttambém
bé elementos
l t estruturais
t t i
complicados, tais como tubos de passagem e canos,
obtendo uma camada de cobertura sem quaisquer
q q
juntas.
• A cobertura pode ser reforçada instalando‐se malha de
poliéster
lié no revestimento
i da
d membrana.
b P
Pode
d ser
utilizado para cobrir diversas superfícies, tais como
concreto, madeira compensada, coberturas metálicas
entre outros.
• É um material impermeável, porém que respira
resistente aos raios ultravioletas,
l l estável
á l e com
excelente capacidade de fechar rachaduras.
• Informações Adicionais
• reduz temperatura nas lajes em até 45%.
45%
• reflete 85% da energia solar, manta asfáltica e
outros materiais
i i pretos só
ó refletem
fl 20%
% e vãoã
ajuda ao absorver o calor dentro de prédio.
• O acumulo do calor no caso da manta asfáltica
é reduzido com o uso de mantas deste tipo.
tipo
• A
Aplicações
li õ
• Reparar coberturas antigas de concreto e manta
asfáltica.
asfáltica
• Vedação e cobertura de telhados tipo colmeia em
telhados íngremes.
g
• Proteção de superfícies de telhados a partir de
condições ambientais.
• Impermeabilização sob revestimentos cerâmicos em
saunas, box, piscinas entre outras.
• Cobertura de novas e usadas com telhas de
fibrocimento.
• Condições de aplicação
• Não aplique quando a temperatura ar estiver
abaixo de +5ºC ou a umidade relativa acima
de 80%
80%, ou se o clima estiver chuvoso
chuvoso. Não é
recomendado aplicar a membrana em
concavidades onde se formam
f possas de água
á
após a chuva.
• Instruções de aplicação
• Limpe a base, remova poeira e sujeito e o
excesso de massa ou tinta. Aplique o Elasteq
Lajes sobre a superfície com um rolo ou
pincel, em duas camadas, a segunda
transversalmente
l com relação
l à primeira.
Dependendo das condições de aplicação, cada
camada deve secar por 12 a 24 horas.
• Superfícies
fí i d de concreto d
devem receber
b a
primeira camada de base de Elasteq Lajes
diluído 1:1 com água e as demais camadas
sem diluir. È recomendado o uso de uma
malha de polipropileno em junções de
paredes ao redor de canos e ralos aplicando
uma camada base de Elasteq Lajes a malha de
polipropileno e outra camada de Elasteq Lajes
sobre a malha de poliéster para uma melhor
aderência dos produtos.
• C
Calhas
lh e RRufos
f
• Um telhado é um coletor de água da chuva, essa
água precisa ser escoada sem empoçar a porta
porta,
varanda ou qualquer outro local do imóvel. As
calhas servem para recolher a água da chuva e
conduzi‐las para onde queremos.
As calhas protegem sua casa ou empresa de
sérios danos provocados pela água. Não apenas
de eventuais alagamentos causados por fortes
chuvas mas principalmente prevenindo as
chuvas,
fundações de rachaduras e corrosões.
• A
As calhas
lh evitam
i que as águas
á vindas
i d dod telhado
lh d
pinguem no chão e respinguem nas paredes externas.
Muitos dos danos estruturais de casas e prédios são
causados pela ação da água e da ausência de calhas.

• Calhas não devem ser acanhadas ou ter pouca queda,


cada p
pedaço
ç (no
( caso de uma calha comprida)
p ) tem um
cano condutor que leva a água até o nível do solo. As
melhores calhas são feitas em plástico ‐ cobre ‐ zinco,
mas podem
d também
t bé ser de d concreto
t ‐ cimento,
i t
amianto e alvenaria.
Instalações
ç Hidráulicas Prediais

A instalação predial de água é o conjunto


de tubulações e equipamentos, reservatórios e
di
dispositivos,
iti existentes
i t t para garantir ti o
abastecimento de água numa edificação. Isto
ocorre a partir do ramal predial
predial, destinado ao
abastecimento dos pontos de utilização de água
da edificação em quantidade suficiente
suficiente, e
mantendo a qualidade do produto fornecido pelo
sistema de abastecimento, que normalmente é
público. A NBR 5626 1988 trata deste assunto.
• Um projeto de instalações hidráulicas é composto
por:
– ART como em todos os projetos de engenharia
– implantação
i l t ã
– Plantas do diversos pavimentos
– Cortes
– Vistas isométricas com distribuição das
instalações
– Memorial de dimensionamento
– Memorial descritivo
– Quantitativo de materiais e especificações
Os ramais hidráulicos
• Ramal predial ou externo : É o trecho de
tubulação localizado entre o distribuidor público de
água e o aparelho medidor. Vai ser dimensionado
em função
f ã da
d necessidade
id d dda edificação
difi ã e
fornecido pelo serviço público
• Ramal
R l interno
i t ou alimentador
li t d predialdi l : É o trecho
t h
que se estende a partir do aparelho medidor até a
entrada de um reservatório
reservatório, dimensionado da
mesma maneira
• Ramais de distribuição internas: É o trecho que
se estende após o barrilete ou reservatório de
di t ib i ã são
distribuição, ã os ramaisi e subb ramais
i
• BARRILETE : É a tubulação que sai do reservatório
da q
qualal deri
derivam
am as col
colunas
nas de distribuição.
distrib ição
Ocorrem em edificações de maior porte como os
edifícios.
edifícios
• COLUNA DE DISTRIBUIÇÃO OU PRUMADAS
DE ALIMENTAÇÃO
• : É a tubulação vertical que sai do Barrilete e
destina-se a alimentação dos ramais.
• RAMAL : É a tubulação derivada da coluna de
distribuição e destinada a alimentar os sub-
ramais
• SUB-RAMAL : É a tubulação que liga à peça
de utilização.
• VENTILAÇÃO Ã : É a tubulação destinada a permitir
o acesso de ar atmosférico ao interior das colunas
d di
de distribuição
t ib i ã para expulsar
l as b
bolhas
lh d da mesma,
melhorando o desempenho final das peças
de utilização.
utilização
• HIDRÔMETRO : É o aparelho que mede o consumo
de água
água.
• BOMBAS DE RECALQUE: Tem a função de elevar
a água das cisternas aos reservatórios superiores
Dimensionamentos
• RESERVATÓRIO Ó : A estimativa de consumo diário
de água para residências é de 200 a 250 l/dia por
pessoa. A capacidade
id d d do reservatório
tó i d
deve atender
t d
ao consumo diário, acrescido de 20% como reserva
de água para 1°combate
1 combate a incêndio
incêndio.
• TUBULAÇÃO : As vazões que cada peça de
utilização necessita para um perfeito funcionamento
estão relacionadas com um número chamado "peso
das peças de utilização"
utilização . Esses pesos tem relação
direta com os diâmetros mínimos necessários ao
funcionamento destas peças.
• Cada espaço a ser dimensionado o ramal de
fornecimento deve ser analisado a partir do peso
associado
i d ddos componentest d deste
t espaço.
• Um banheiro deve funcionar com uma bacia
sanitária,
itá i um bidê,
bidê um llavatório
tó i e um chuveiro.
h i É
pouco provável que tudo funcione ao mesmo
tempo admitindo
tempo, admitindo-se
se que funcionem
simultaneamente apenas a descarga do vaso
sanitário e o chuveiro existe um peso de 32
32,5,
5
(32+0,5).
• Com o peso 32 será necessária uma tubulação para
este ramal de 1 ½ polegadas, ou 50 mm, já que a
d 1 ¼ ou 40
de 40mm estátá no lilimite
it dde capacidade.
id d
• É importante analisar e verificar que os tubos de
PVC sãoã especificados
ifi d pelo l diâ
diâmetro
t externo,
t
portanto o de 2" corresponde ao de 60mm e não ao
de 50mm
50mm. No ábaco os diâmetros são internos e em
polegadas. É importante prestar atenção a este
detalhe do dimensionamento.
dimensionamento
• A Norma brasileira que trata do assunto apresenta
um roteiro para dimensionamento de bitolas
apresentado
t d a seguir.
i A rotina
ti avalia
li as di
diversas
variáveis que podem ocorrer
Perda de carga
• A perda de carga dentro de um tubo depende de
seu comprimento e de seu diâmetro interno, da
rugosidade da superfície interna de vazão. Nas
conexões,
õ as perdas
d sãoã calculadas
l l d em ffunção ã dde
comprimentos equivalentes apresentados na tabela
de proporção de perda
perda. As normas apresentam
tabelas com este fim. No caso de ser impraticável
este procedimento,
procedimento deve
deve-se
se estimar um
comprimento equivalente que cubra as perdas
estimadas. Esta estimativa ppode variar entre 10 e
40% do comprimento da tubulação e a experiência
do projetista é importante neste caso.
Materiais
• TUBOS :
• I t l õ de
Instalações d áágua ffria
i - PVC
• Instalações de água quente – Cobre, PVC
• Tubo PVC : É o material mais utilizado para água
fria devido a facilidade na instalação, alta
resistência
i tê i a pressão,ã lleveza, ffacilidade
ilid d dde
manuseio e transporte, durabilidade, menor perda e
baixo custo
custo. Tubos PVC de linha hidráulica:
• Roscáveis (branca)
• Soldáveis
S ( marron )
• Para água quente
• Tubos PVC Roscáveis : Permitem a montagem e
desmontagem das ligações
ligações, sem danificar os tubos
ou conexões, podendo reaproveitar todos os
materiais utilizados em outras instalações
instalações.
• Tubos PVC Soldáveis : Não permite o
reaproveitamento das conexões já utilizadas
utilizadas, porem
tem a vantagem de maior facilidade de execução,
dispensando
p q
qualquer
q ferramenta especial.
p
• Tubos de cobre: soldáveis ou roscáveis, para água
quente ou fria. Com as mesmas análises de
montagem do PVC.
• Tubulações em ferro: cuidados com oxidação.
• CONEXÕESÕ
• Têm a finalidade de possibilitar a união de
tubos de diâmetros iguais ou diferentes e
tubos de diferentes materiais
• REGISTROS :
• São aparelhos controladores de fluxo.
Podem ser de gaveta ou pressão
• Velocidade da água: nunca superior a 3 m/s
• Pressão hidrostática: em condições de
funcionamento nunca inferior a 5kPa garantindo o
funcionamento do equipamento
q p de acordo com as
normas. Nunca menor de 10 kPa exceto nas caixas
de descarga que podem ser 5kPa. Nas válvulas de
descarga não inferior a 15 kPa.
• Em condições estáticas nunca maior do que 400
kPa. O dimensionamento deve avaliar estas
condições, podendo haver 50% de acréscimo.
• Em caso de ocorrência deste fenômeno, como em
edifícios de grande altura deve haver um sistema de
quebra pressão.
Pressão atmosférica
simbologia
Projeto
j de instalação de esgoto
g predial
• NBR 8160:1999 - Sistemas Prediais de Esgoto
Sanitário - Projeto e Execução
• Exigências e recomendações relativas ao projeto,
execução, ensaio e manutenção dos sistemas
prediais de esgoto sanitário, para atenderem as
exigências
i ê i mínimaí i quanto
t à hi
higiene,
i segurança e
conforto dos usuários, tend em vista a qualidade
destes sistemas.
sistemas A instalação de esgoto doméstico
tem a finalidade de coletar e afastar da edificação
todos os despejos provenientes do uso da água
para fins higiênicos, encaminhando-os para um
destino adequado.
• O sistema de esgoto deve funcionar por gravidade,
isto é, existe pressão atmosférica ao longo de todas
as tubulações;
t b l õ característica
t í ti esta t mantida
tid pela
l
ventilação do sistema.
• O dimensionamento
di i t é ffeito
it dde fforma simples,
i l por
tabelas, em função do material e da declividade
mínima fixada.
fixada Não há necessidade de verificação
da pressão.
• Com base nas “Unidades
Unidades Hunter de Contribuição”
Contribuição
(UHC) e nas declividades mínimas pré-
estabelecidas dimensiona-se todo o sistema
sistema.
Condições de trabalho

a. Evitar a contaminação da água, de forma a


garantir a sua qualidade de consumo, tanto no
interior dos sistemas de suprimento e de
equipamentos sanitários.
b. Permitir o rápido escoamento da água utilizada e
dos despejos introduzidos, evitando a ocorrência de
vazamentost e a formação
f ã de
d depósitos
d ó it nas
tubulações.
c. Impedir que os gases provenientes do interior do
sistema predial de esgoto sanitário atinjam áreas de
utilização.
tili ã
d. Impossibilitar o acesso de corpos estranhos ao
interior o sistema.
e. Permitir que seus componentes sejam facilmente
inspecionados.
f. Impossibilitar o acesso de esgoto ao subsistema
de ventilação.
g. Permitir a fixação dos aparelhos sanitários
somente por dispositivos que facilitem a sua
remoção para eventuais manutenções.
• O sistema predial de esgoto sanitário deve ser
SEPARADO em relação ç ao sistema predial
p de
águas pluviais.
• A disposição
p ç final do efluente do coletor p predial de
um sistema de esgoto sanitário deve ser feita em
rede pública de coleta de esgoto sanitário, quando
existir.
• Quando não houver rede pública de coleta de
esgoto sanitário, em sistema particular de
tratamento.
• Deve ser evitada a passagem das tubulações de
esgoto em paredes, rebaixos, forros falsos de
ambientes de permanência prolongada.
Projeto de instalação de esgoto
Sem rede pública de captação
Estações de tratamento

• - Mistura rápida
ç
- Floculação
- Decantação
- Filtração
• Neste caso reutiliza-se o produto tratado
de maneira diferente
f
• Existem tratamentos de diversos portes
As instalações prediais - definições

• Coletor predial: trecho de tubulação compreendido


entre a última inserção de subcoletor, ramal de
esgoto,
t ou ded descarga,
d ou caixa
i dde iinspeção
ã gerall
e o coletor público ou sistema particular.
• Coletor
C l t público:
úbli ttubulação
b l ã d da rede
d coletora
l t que
recebe contribuição de esgoto dos coletores
prediais.
prediais
• Aparelho sanitário: aparelho ligado à instalação
predial e destinado ao uso de água para fins
higiênicos ou a receber dejetos ou águas servidas.
• Fecho hídrico: camada líquida, de
desnível constante,, que
q veda a passagem
p g
dos gases. Aparece em ralos, vasos
sanitários sifões
sanitários,
• Ralo seco: recipiente sem proteção
hídrica,, dotado de grelha
g na p
parte
superior, destinado a receber águas de
lavagem de piso ou de chuveiro
chuveiro.
• Ralo sifonado: recipiente dotado de
desconector, com grelha na parte
p
superior, destinado a receber águas
g de
lavagem de pisos ou de chuveiro.
• Instalação PRIMÁRIA
Á de esgoto: conjunto de
tubulações e dispositivos onde têm acesso gases
provenientes
i t d do coletor
l t público
úbli ou d dos di
dispositivos
iti
de tratamento.
• Instalação
I t l ã SECUNDÁRIA d de esgoto:
t conjunto
j t d de
tubulações e dispositivos onde não tem acesso os
gases provenientes do coletor público ou dos
dispositivos de tratamento; tubulações protegidas
por desconector ou sifão único contra o acesso de
gases das canalizações primárias.
• Ramal de esgoto: tubulação primária que recebe os
efluentes dos ramais de descarga diretamente ou a
partir
ti de
d um ddesconector.
t
• Recomendam-se declividades mínimas:
– 2% para tubulações com diâmetro de 75
– 1% para tubulações com diâmetro de 100
• Tubo de queda: tubulação vertical que recebe
efluentes de subcoletores, ramais de esgoto e
ramais de descarga.
• Tubos de Queda: Devem ser, sempre que possível,
instalados em um único alinhamento,, caso contrário
utilizar raios longos.
• Devem ter diâmetro constante ao longo
g de seu
comprimento e se prolongar até acima da cobertura,
para ventilação, mantendo o mesmo diâmetro.
• Deve ser colocada inspeção ao pé dos tubos de
queda.
• Nenhum vaso sanitário deve descarregar em TQ
com diâmetro nominal inferior a 100 mm.
• Nenhum TQ deve ter diâmetro inferior ao da maior
tubulação a ele ligado.
• Coluna de ventilação: tubo vertical que se
prolonga através de um ou mais andares e cuja
extremidade superior é aberta à atmosfera, com a
finalidade de p
proteger
g o fecho hídrico e encaminhar
os gases emanados dos coletores para atmosfera.
• Toda coluna de ventilação
ç deve ter:
– Diâmetro uniforme.
– A extremidade inferior ligada a um subcoletor ou a um
tubo de queda, em ponto situado abaixo da ligação do
primeiro ramal de esgoto ou de descarga.
– A extremidade
t id d superior
i situada
it d acima
i d
da cobertura
b t d
do
edifício.
• Ramal de ventilação: tubo que interliga o
g ou ramal de esgoto
ramal de descarga g de
um ou mais aparelhos sanitários a uma
coluna de ventilação
ventilação.
Resumo do sistema
• Os tanque e máquinas de lavar roupa, assim como ralos
de lavagem de pisos despejam em TUBOS
SECUNDÁRIOS (TS) que são ligados a uma CAIXA
SIFONADA (CS), localizada no pavimento térreo, e daí
para uma CAIXA DE INSPEÇÃO (CI) (CI). O prolongamento
l t
superior do TS é uma VENTILAÇÃO SECUNDÁRIA
( )
(VS).
• Os despejos gordurosos provenientes das pias de
cozinha e máquinas de lavar louça são lançados em
TUBOS DE GORDURA (TG) que têm tê sua extremidade
t id d
inferior ligada a uma CAIXA DE GORDURA (CG),
localizada também no p pavimento térreo,, e daí para
p uma
CI. O prolongador da parte superior do TG também é
chamada VENTILAÇÃO SECUNDÁRIA (VS).
O projeto
Etapas a serem executadas
• Identificar os pontos geradores (águas servidas de
qualquer
q q tipo).
p )
• Definir e posicionar os desconectores (sifões, ralos
sifonados,, caixas).
)
• Definir sistemas de ventilação.
• Posicionar os tubos de queda (esgoto primário e
gordura).
• Definir os acessos à tubulação (caixas de inspeção
inspeção,
poços de visita, caixas de gordura e tubos
operculados).
• Definir o destino do esgoto (coletor público ou
tratamento e destino particular).
Cuidado de projeto
Variação das soluções
Águas Pluviais
• Devem ser determinados caminhos totalmente
independentes do esgoto, com tubulações próprias
e sendo descarregadas na rede de águas pluviais
públicas
úbli
• 0s critérios de dimensionamento devem atender as
precipitações
i it õ pluviométricas
l i ét i que ocorrem em cada
d
região com dimensionamentos de condutores
compatíveis com as áreas de drenagem
• As tubulações de descarga devem ter visita para o
caso de entupimento
• A utilização de shafts permite que tubulações de
diversos tipos estejam próximas
próximas.
Planejamento e gerenciamento
de obras
Projeto e Gerenciamento de
projetos
• P
Projeto
j
• Conjunto de atividades não rotineiras, com início e fim
b
bem d
definidos,
fi id d destinadas
ti d a realizar
li um objetivo.
bj ti
As características de um projeto são:
– possuiri um objetivo
bj i b bem definido,
d fi id ligado
li d à satisfação
if ã d de
necessidades humanas;
– desenvolver
desenvolver‐sese ao longo do tempo,
tempo com um ciclo,
ciclo que
pode ser dividido em etapas como a concepção, o
planejamento, a execução e o término;
– estar sujeito a restrições de tempo, custos e qualidade;
– as atividades além de não rotineiras são multidisciplinares.
O ciclo de vida de um projeto.
projeto
• Dentre os diversos
di que se pode
d executar, estão
ã os
projetos de construção. O que varia é o tipo de
conhecimento
h i t exigido,
i id o grau de
d abrangência
b ê i ea
complexidade.
• As construções de pequeno porte tem menor
dificuldade executiva que um projeto de grande
porte, porém,
é todas
d tem um objetivo
bj i a ser
cumprido, desenvolvem‐se ao longo do tempo e
estão
tã sujeitas
j it a restrições
t i õ de
d tempo,
t d
de custos
t e
de qualidade.
• O conjunto
j de
d ddocumentos técnicos
é i que compõeõ uma
obra também são chamados de projeto, que para
evitar confusão,
confusão são chamados de projetos técnicos
• Gerenciamento de projetos
• O gerenciamento de projetos é quase uma
conseqüência. Para que um projeto tenha êxito, e que
seja implantado, é necessário administrar recursos,
com restrições de tempo, custos, qualidade, entre
outros, de modo a fazer com que ele atenda seus
objetivos e satisfaça a todos os que nele estiverem
envolvidos.
Um projeto
U j não
ã se materializa
i li espontaneamente,
precisa ser gerenciado, e isto é fazer com que seja
efetivado É possível ainda entender que a realização
efetivado.
de um projeto está assentada sobre um tripé, a saber:
opplano (objetivos,
( j , cronogramas,
g , orçamentos,
ç ,o
projeto técnico), os recursos (financeiros, humanos,
tecnológicos, etc) e um dos interessados no sucesso.
Se um desses fatores falhar, o projeto terá problemas.
Gerenciar pode ser entendido como a arte de manter
este
t tripé
t i é permanentemente
t t equilibrado.
ilib d
As dimensões do gerenciamento
• Háá três
ê dimensões
di õ do d gerenciamento:
i as funções,
f õ
os processos e as etapas.
• As funções significam o que se gerencia. São:
– Escopo: definição de tarefas, responsabilidades,
missões, fronteiras e interfaces;
– Tempos: planejamento, controle e replanejamento de
t
tempos, estabelecimento
t b l i t de
d ddurações,
õ ritmos
it e
cadências; elaboração de cronogramas físicos e físico
financeiros;
– Custos: previsões e orçamentos, controles e projeções
de custos;;
– Qualidade:
Q lid d busca
b de
d fi
finall com sucesso, através
é dde
processos com baixas taxas de falhas, inclusive o
do próprio gerenciamento
– Comunicação: estabelecimento de formas e
produtos de comunicação entre a equipe e
empresas internas ao projeto e destes com o
ambiente externo;
– Recursos humanos: definição e alocação de
equipes, administração de pessoal, motivação e
comportamentos, treinamento e
desenvolvimento;
–CContratos
t t e ffornecimentos:
i t d definir
fi i contratações,
t t õ
administrar contratos, lidar com terceiros e
fornecedores;
– Risco: análise e avaliação de desvios e riscos aos
objetivos do projeto.
O processos dizem
Os di respeito
i ao como gerenciar i
e são atividades de:
– Planejamento;
– Organização e coordenação;
– Execução;
– Monitoramento e controle
• Finalmente as etapas, que significam
q
“quando” ggerenciar e dizem respeito
p às fases,
ao longo do tempo, em que se desenvolve o
projeto a saber:
projeto,
– Concepção;
– Planejamento;
l
– Execução;
– Finalização ou operação.
• Quem gerencia?
• Existem várias formas de gerenciar um
projeto, de acordo com o maior ou menor
grau de terceirização,
terceirização ou contratação,
contratação dessa
atividade. Essas formas podem ser resumidas
b
basicamente em três:
ê gerencia própria,
ó
apoio/assessoria e gerenciamento integral,
conforme segue:
a)) Gerenciamento
G i próprio
ó i
• O proprietário executa diretamente o
gerenciamento, através da sua própria equipe.
• É o caso de um orgão
g p público q
que gerenciará
g uma
obra com profissionais de seu próprio quadro.
• Terá controle total de todas as atividades, o que é
uma vantagem, mas exige o investimento
permanente nas equipes,
p q p ,p pois o sucesso do
gerenciamento depende essencialmente da
qualificação
q ç das mesmas.
b) Apoio, assessoria ou assistência técnica ao
g
gerenciamento
• Neste caso o gerenciamento também é feito
por uma equipe própria
própria, porém com apoio de
uma equipe externa, especializada, em áreas
onde o contratante não possui experiência
ê ou
não pretende desenvolver competência,
preferindo terceirizá‐las.
• Pode‐se
d ampliarli a capacitação
i ã técnica
é i do d
contratante, através de uma complementação
entre
t áreas
á e equipes,
i sem as dificuldades
difi ld d que
podem ocorrer no gerenciamento próprio.
• Podem ocorrer conflitos entre as equipes interna
e externa, sendo necessária liderança suficiente
d pessoall interno
do i e confiança
fi em relação
l ã ao
pessoal externo.
• Neste caso a equipe contratada não tem poder
de decisão.
• Existe
i a possibilidade
ibilid d de
d transferência
f ê i de d
tecnologia, o que é uma vantagem.
c) Gerenciamento externo, ou integral
O ggerenciamento é totalmente contratado e a
equipe externa tem poder de decisão, embora
sempre submetida à palavra final da contratante.
É indicada quando não há pessoal interno
adequado e disponível. É o chamado
gerenciamento clássico. Há possibilidade
também, de transferência de tecnologia.
• As equipes de gerenciamento
• Existem duas p possibilidades de gerência:
g
• A primeira, comum a obras de pequeno e médio
porte a equipe pode ser composta do gerente
porte, gerente,
ou coordenador de contratos, mestre de obra e,
abaixo
b i d destes
t os encarregadosd ded produção.
d ã O Os
responsáveis pelo apoio/assessoria estão ligados
mais
i diretamente
di ao gerente, assim
i como ss sub‐b
contratados.
• N
No segundod caso, para obras
b d de maior
i porte
t e
onde há maior necessidade de apoio e
terceirização a equipe de gerenciamento ainda é
terceirização,
basicamente a mesma, porém complementada
com aquelas
q atividades.
• No terceiro caso a organização do gerenciamento
de uma obra de maior porte, com terceirização
externa. É a situação em que o contratante
admite um gerenciador para a acompanhamento
da obra
obra, feita por uma construtora,
construtora também
contratada pelo mesmo órgão.
• Observava‐se que nos dois primeiros casos as
g ç
ligações entre as funções
ç verticais são
hierárquicas e funcionais/contratuais. No
terceiro caso as relações hierárquicas nem
sempre são funcionais/contratuais. Por
exemplo o gerente é hierarquicamente
exemplo,
superior ao engenheiro residente, mas os dois
não têm relação contratual.
Gerenciamento próprio com ou sem
apoio
Gerenciamento próprio, com
Apoio/Assessoria
Gerenciamento externo ou integral
Planejamento
• Obj
Objetivos
i e caracterização
i ã gerall dod planejamento
l j
• Com o planejamento pode‐se minimizar as aflições
causadas
d por iimprevistos
it d durante
t a execuçãoã do
d
projeto.
• Pode‐se
Pode se evitar erros e se atingir com mais precisão e
eficiência os objetivos do projeto. O planejamento não
elimina os riscos, mas minimiza‐os,
minimiza os, tanto quanto maior
for sua consistência.
• Op planejamento
j também não substitui o futuro,, mas é
uma ferramenta indispensável para se construir o
futuro desejado.
• O planejamento
l j exige
i método
é d e técnicas.
é i As
técnicas utilizadas em planejamento dependem
d seus objetivos.
dos bj ti Se
S o objetivo
bj ti é maisi
estratégico e amplo, como por exemplo, a
elaboração de um projeto habitacional nacional,
nacional
pode‐se usar técnicas de tendência, ou
prospectivas.
prospectivas
• Todo planejamento possui um horizonte de
t
tempo. P d ser de
Pode d um di
dia, pode
d ser d
de semanas
ou meses.
O que se planeja
• d
definição
fi i ã ddo escopo;
• acompanhamento de projetos:
Que identifica todas as necessidades do projeto
técnico, especificações, bem como normalização
e procedimentos;
• plano de contratações:
Q d
Que define
fi as necessidades;
id d
• O plano de ataque:
Que define
d f como se pretende d executar a obra
b e
contemplando:
– divisão da obra visando a busca da repetição;
– definição das frentes de serviço;
– definição das trajetórias
– identificação do caminho crítico;
– definição dos ritmos de execução;
– definição de prazos intermediários e final;
– definição de equipamentos principais;
– definição da organização do canteiro de obras.
– estrutura analítica
lí i ((como o projeto
j é de
d composto
em unidades de execução e de centros de custos);
– cronograma: definição
d fi i ã e duração
d ã dde todas
d as
atividades, sua seqüências e seus inter‐
relacionamentos visando o acompanhamento;
relacionamentos,
– orçamento;
– planos
l de
d controles;
l
– organograma da equipe de gerenciamento;
– comunicação: definição dos documentos a serem
produzidos e procedimentos de comunicação.
Elaboração do cronograma
físico
• Os objetivos
bj i e critérios
i é i que devem
d nortear o
planejamento físico.
– Dividir o projeto em etapas
– Identificar as atividades, organiza‐las
g numa
seqüência lógica, levando em conta
interdependências que pode ser:
• física ou natural: é aquela que não pode ser invertida,
tem que ser executada obrigatoriamente em níveis ou
camadas.
camadas
• Tecnológica, respeitando ordem executiva
– administrativas
d i i i e organizacionais
i i i
– estabelecer as durações das atividades,
considerando
id d as necessidades
id d de
d prazo, a
produtividade esperada e um ritmo de execução
regular
– organização das equipes de modo a não interferir
em etapas conjuntas
As técnicas de elaboração do cronograma devem:
– Ser
S simples
i l ed de fá
fácilil entendimento
t di t
– Propiciar o controle e o replanejamento.
Diagrama de barras ‐ Gantt
• Consiste na representação das atividades por
barras estendidas ao longo de um calendário,
com comprimento equivalente à duração das
mesmas.
• É normalmente a técnica mais utilizada e tem
como vantagens
vantagens, além da simplicidade e rapidez
de elaboração, a facilidade de comunicação. É
apresentada abaixo a representação em barras da
construção de uma casa.
• Sua principal desvantagem é o fato de não
considerar o encadeamento q que existe entre
as atividades e por isso, a impossibilidade de
manipular variáveis como durações,
durações folgas,
folgas
modificações de seqüências de execução,
entre outras
outras.
Redes de precedência
Rede PERT/CPM
• A técnica
é i PERT tem preocupação ã no controle
l ddo prazo
dos serviços, considerando que as durações das
atividades poderiam sofrer desvios em relação ao
programado.
• É possível identificar na rede um caminho que define a
menor duração possível para a execução do projeto,
denominado caminho crítico. Este método,
denominado CPM , foi integrado ao PERT. A rede
PERT/CPM pode ser definida como a representação
gráfica
áfi d de um conjunto
j t ded atividades
ti id d inter
i t
relacionadas, que descrevem um plano de execução
• A
As atividades
ti id d são
ã representadas
t d por segmentos t
orientados, indicando o sentido de execução no
tempo.
tempo
• Cada atividade inicia num evento início e termina
num evento fim.
fim Os eventos são marcos e são
representados por círculos. Através do arranjo
gráfico são estabelecidas as relações de
dependência que possam existir entre as
atividades, podendo ocorrer atividades que são
executadas em paralelo ou em série.
série Este
método de representação é chamado ADM
• A
As atividades
ti id d podem
d ser normais
i (existem
( it
fisicamente e consomem recursos) ou fictícias
(não consomem recursos e representam uma
autorização). A desmobilização de um alojamento
provisório necessita estar com as habitações
p ç
concluídas, porém não há ligação física entre
estas duas atividades.
• Assim, cria‐se uma atividade fictícia entre elas,
representando a ligação. As atividades normais
são representadas por linhas cheias e as fictícias
por linhas tracejadas
• O diagrama
di resultante
lt t indicará
i di á uma série
é i de
d
caminhos indicando seqüências de execução,
com os respectivos tempos de duração.
duração
• O caminho que exige o maior tempo de execução
e que de fine a duração total da obra é
denominado caminho crítico. Os outros são
denominados não críticos e possuem folgas para
sua conclusão, podendo sofrer atrasos ou terem
seus inícios retardados sem prejudicar o prazo
final Pode haver mais de um caminho crítico na
final.
rede
• O cálculo da rede é feito através de operações
que levam em conta o arranjo
q j ggráfico e a
duração das atividades. Neste calculo são
identificadas as folgas das atividades
atividades, isto éé, o
atraso máximo que uma atividade pode sofrer,
sem atrasar a duração do projeto
projeto.
Execução de residência
• A representaçãoã em ADM difi
dificulta
l a elaboração
l b ã
da rede quando há, por exemplo, a necessidade
d representar
de t uma relação
l ã d de dependência
d dê i com
espera.
• Por exemplo, para iniciar o assentamento das
tubulações de redes de esgoto é necessário fazer
a escavação
ã ded valas,
l mas não ã é necessário
á i ffazer
toda esta escavação. Podemos iniciar a escavação
d valas,
de l d definir
fi i um ttempo dde espera e iiniciar
i i o
assentamento de tubos.
• Para representar esta seqüência em ADM,
ç
seria necessário dividir a atividade escavação
em duas (escavação 1, escavação 2) e o
assentamento também em duas, duas
(assentamento de tubos 1, assentamento de
tubos 2)
2), exigindo o redesenho do arranjo
gráfico, com a criação de novas atividades.
• A rede
d PDM é uma representação ã da
d mesma
rede PERT/ CPM, porém com a diferença de
que neste caso, as atividades são
representadas por círculo ou retângulo e as
relações de dependência por setas.
• Assim,, uma vez feito o arranjo
j ggráfico,, a rede
pode ser manipulada apenas alterando as
ligações, esperas e durações, sem a
necessidade de criação de novas atividades.
• N
Na rede
d PDM podem
d ser utilizadas
tili d quatro
t titipos
de ligações:
– Fim
Fim‐Início:
Início: a atividade só pode iniciar após término da
anterior. Se houver necessidade de espera, basta
acrescentá‐la ao lado da ligação. A espera pode ser
positiva ou negativa
– Início‐Início: a atividade só pode iniciar após início da
anterior.
anterior
– Fim‐Fim: a atividade só pode terminar com o fim da
anterior.
– Início‐Fim: a atividade só pode terminar após início da
anterior (mais difícil de ocorrer na prática).
• A principal vantagem da técnica de rede é o
fato de p
permitir a modelagem
g de situações
ç e
variáveis dificilmente obtidas através de
outras técnicas
técnicas. Sua principal desvantagem,
desvantagem
que é a maior complexidade e demora na
execução tem sido superada através da
execução,
informatização, havendo vários softwares
disponíveis no mercado.
Pré‐requisitos do trabalho com
custos
• Para se orçar corretamente é necessário saber
construir.
• É necessário também, saber como organizar a
produção isto é,
é como planejar e organizar a
execução das atividades no tempo, como
estabelecer
b l as durações e os custos das
atividades dependentes do tempo, que são os
custos indiretos.
• Há ainda
i d necessidade
id d de
d organizar
i o canteiroi da
d
construção para definir seus custos de implantação, os
custos dos equipamentos,
equipamentos entre outros.
outros Este conjunto
de conhecimentos pode ser denominado como
tecnologia
g de produção.
p ç
• É necessário saber como buscar, processar, apresentar
e armazenar as informações
ç sobre custos para
p a
elaboração do orçamento. A atividade de orçamento é
razoavelmente complexa e sujeita a erros por causa da
grande
d quantidade
tid d dde iinformações
f õ necessárias
á i durante
d t
sua elaboração.
• É necessário
á i o conhecimento
h i d técnicas
das é i d
de
orçamento, específicas da área de custos, ou seja:
como fazer
f estimativas,
ti ti quantificações,
tifi õ como
elaborar composições unitárias, construir e
analisar tabelas ABC
ABC, cronogramas físico‐
físico
financeiros, curvas “s”, etc.
• É necessário
á i ainda
i d o conhecimento
h i do
d mercado.d
A maior parcela dos custos atualmente referem‐
se a serviços
i e fornecimentos,
f i t cujosj custost são
ã
dados pelo mercado fornecedor.
• Ainda existe o conhecimento de novos
g
materiais e tecnologias, exigindo
g permanente
p
atualização do mercado.
• A este conjunto de conhecimentos é que se
deve denominar engenharia de custos.
Custo preço e valor
Custo, valor.
• Custos: são os gastos para produção de bens,
incluindo matéria p
prima e mão de obra e
ocorrem na obra. Além destas, as despesas,
que estão relacionados à administração ou
venda, como corretagens e impostos, e se
realizam fora da obra
obra, também fazem parte
dos Custos
• Preço: é o valor, traduzido em moeda, pelo
qual um bem é vendido. Sua formação,
q ç
embora tenha relação com o custo, não está
diretamente determinado por eleele. O preço
está relacionado a fatores macro‐econômicos
e pelo jogo das forças que atuam no mercado,
mercado
tanto pelo lado dos fornecedores (oferta)
quanto pelo lado dos compradores
(demanda).
• A
Assim,
i o preço pode d ser maior,
i iiguall ou menor
que o custo: se for maior, haverá lucro; definindo,
prejuízo ou lucro
lucro.
• Valor: tem um significado subjetivo, pois está
associado à menor ou maior utilidade do bem ou
serviço. O valor está também relacionado ao
desempenho do produto. Tende a ter mais valor
o produto que oferece maior desempenho ou
relação benefício/custo. O valor está associado
ainda à disponibilidade do bem: tende a ter mais
valor aquilo que é escasso.
Classificação e composição dos
custos de construção
• Diretos: são custos atribuídos a um item de
ç da obra. Por isso, diz‐se q
execução que esses
custos incidem diretamente no custo de
construção São usualmente os custos de
construção.
materiais e mão‐de‐obra utilizados na
produção dos itens que compõem a obra.
obra
Exemplo: custos de tubos, cimento, areia,
pedreiros e serventes para assentamento de
redes.
• Indiretos: Incidem indistinta e genericamente
sobre todos os itens executados, pportanto no
custo final. Normalmente não estão
relacionados às operações de conversão e não
ficam agregados à obra. São considerados
usualmente como indiretos os custos de
canteiro, equipe administrativa, EPI’s ,
ferramentas, benefícios, consumos, etc
• O custo da
d obra
b é a soma ded todos
d os custos
dos bens e serviços necessários para sua
produção e o preço da obra é aquele que
incorpora todos os custos e o lucro do
construtor.
• COMPOSIÇÃOÇ DO CUSTO E DO PREÇO Ç
• custo direto de produção: materiais, mão de
obra equipamentos
obra, equipamentos, serviços
serviços. Ocorrem no
canteiro
• custo indireto
i di de
d produção:
d ã projeto,
j planejamento
l j e
controle da produção, implantação e operação de
canteiro equipamentos e ferramentas,
canteiro, ferramentas administração
da obra, consumos, outros. Ocorrem no canteiro.
• COMPOSIÇÃO DO PREÇO
• custo direto de produção
• custo indireto de produção
• custos indiretos gerais de administração – ocorrem
fora do canteiro: escritório central,
central financiamento,
financiamento
comercialização, depreciação, manutenção, impostos e
g
seguros
• Lucro:
• É usual na p
prática do orçamento,
ç ,p
principalmente
p
para obras publicas, o cálculo do preço aplicando‐
se uma taxa, denominada taxa de BDI
(Bonificação e Despesas Indiretas), normalmente
variando em torno de 20 a 30%
30%, sobre o custo
direto. Esta taxa abrangeria todos os custos
indiretos (produção e administração),
administração) mais o
lucro, obtendo‐se assim o preço.
• CComposição
i ã dos
d custos
t di
diretos
t d de produção
d ã
• Materiais
• Compõem‐se dos seguintes itens: custo líquido e
impostos, transportes, armazenamento e perdas.
a)) Custo
C líquido,
lí id transporte e armazenamento
O custo líquido é o preço de mercado do
material.
t i l SSua formação
f ã ddepende
d ded ffatores
t
macroeconômicos e da natureza do mercado e do
maior ou menor poder de barganha do
fornecedor em relação ao comprador.
• O custo de
d transporte interno
i à obra
b é
considerado um custo indireto e é orçado
juntamente com os demais itens de custos
indiretos. O custo de armazenamento também
é considerado como instalação de canteiro.
b)) Perdas
Perda é a diferença entre o consumo real e
aquele teoricamente necessário para a
execução de um determinado serviço.
• A quantidade
id d considerada
id d teoricamente
i necessária
ái é
normalmente obtida do projeto “as built”, embora
existam autores que defendam também a possibilidade
de se adotar como referência a média do setor,
consumos ideais ou de orçamentos
ç baseados em
projetos .
• Esta p
perda é chamada perda
p total e pode
p ser
decomposta em duas parcelas. A primeira não é
exatamente uma perda, pois decorre de consumos
necessários
á i que não
ã são
ã normalmente
l t considerados
id d
nas quantificações porque não constam em projeto.
• U
Um exemplo l disso
di é o aço, para o quall há consumos
em vergas, contravergas, amarrações, ancoragens,
desbitolamentos arranques,
desbitolamentos, arranques etc.,
etc que não são
considerados no projeto e que precisam ser
contemplados.
p
• A outra parcela de perda é chamada perda real e é
“evitável”, p
pelo menos em parte,
p p
pois é associada ao
desperdício e poderia ser teoricamente diminuída ou
até eliminada. São aquelas devido a sobra de cortes
por desmodulação
d d l ã dod componente, t perdas
d em
transporte, erros e outros.
• Di
Divulgam‐se
l í di
índices d
de perdas
d
extraordinariamente grandes, chegando ao ponto
de se difundir a idéia de que na construção civil
se joga fora um terço do que é construído. Na
verdade não é assim,, p pois a p
perda associada
efetivamente ao desperdício é uma parcela – que
pode ser relativamente pequena em relação à
perda
d total
t t l como no caso dod aço, e ocorre
somente nos itens que são processados em
canteiro com parcela cada vez menos expressiva
canteiro,
no custo de construção.
• Para elementos
l compostos ou ffuncionais,
i i como
ferragens, louças, esquadrias, ou para serviços
( l d
(elevadores, por exemplo),
l ) que podem
d
representar até 70% do custo total, não há
perdas.
perdas
• Por outro lado, no caso dos materiais
processados,
d ainda
i d que a perdad reall fosse
f
eliminada, é necessário considerar uma parcela
além
lé ddaquelal quantificada
tifi d pelol projeto
j t para ffazer
frente aos gastos não previstos no projeto.
• Mão‐de‐obra
ã d b
• Ela p
pode ser: direta, indireta, própria
p p ou sub‐
contratada.
• Mão
Mão‐de‐obra
de obra direta é a empregada em
serviços agregados à obra e é a formadora do
custo direto (pedreiros,
(pedreiros carpinteiros,
carpinteiros
serventes, etc).
• Mão‐de‐obra
Mã d b indiretai di t é a que administra
d i it a
obra e é formadora do custo indireto.
Mão‐de‐obra
ã d b própria ó i é a que é ffuncionária
i ái d da
empresa executora e sub‐contratada é a
f
fornecida
id por empresas d de mão‐de‐obra
ã d b ou
serviços, contratados pela empresa executora
a) Mão‐de‐obra própria
O custo de mão‐de‐obra própria é composto dos
salários mais os encargos sociais. Estes encargos
são indexáveis aos salários, proporcionais ao
salário e podem ser calculados a partir de uma
porcentagem aplicada sobre o mesmo.
• Tabelas
b l mostram como estes encargos podem
d ser
compostos, para mão‐de‐obra horista e
mensalista.
li t
b) Mão‐de‐obra empreitada
O custo da mão‐de‐obra empreitada é dado por
unidade de serviço executado.
• Equipamentos
Os custos dos equipamentos devem ser definidos
em função de serem próprios ou alugados.
a)) Equipamentos
E i t próprios
ó i
A composição do custo deve considerar os itens:
– custos de
d propriedade;
d d
– custos de operação;
– custos de manutenção.
manutenção
b) Equipamentos alugados
C
Correspondem
d ao custo
t de
d mobilização
bili ã mais i o de
d
locação do equipamento. A descapitalização das
construtoras e a falta de garantia de continuidade
de obras fazem com que se busque utilizar
q p
equipamentos locados.
• As empresas locadoras
l d têm
ê mais i ffacilidade
ilid d para
amortizar o custo dos seus equipamentos por
f
fornecerem para diversos
di clientes.
li t
• Estes fatores têm feito com que o mercado de
locação tenha se tornado bastante competitivo e
espera‐se que, em função disso, o custo de um
equipamento
i calculado
l l d com b base no critério
iéi dde
aquisição deverá ser mais alto do que o valor de
l
locação
ã ddo mesmo equipamento
i t obtido
btid no
mercado.
• Portanto, para orçamentos visando
i d
concorrências é mais indicado utilizar dados
de custo relativos a equipamentos obtidos no
mercado de locação.
Serviços
Correspondem hoje
hoje, nos grandes centros
centros, à
maior parte dos custos das obras e a
tendência para o futuro é aumentar ainda
mais esta participação.
• São diversos os tipos de fornecimentos a saber:
– material com serviços (concreto);
– mão‐de‐obra (empreiteiro civil);
– material, mão‐de‐obra
mão de obra com apoio local (pedras,
pintura);
– empreitada global (instalações, elevadores);
– sub‐sistema pronto
Podem
P d ser observadas
b d as seguintes
i t tendências
t dê i
com relação ao tipo de fornecimento:
– aumento dad pré‐fabricação,
é f b i ã como: estruturas pré‐ é
fabricadas, nas vedações drywall, revestimentos;
– aumento da especialização e da terceirização:
fundações, empresas especializadas na execução de
estruturas,, instalações,
ç , caixilharia,, fachadas,, etc;;
– aumento do grau de serviços incorporado: empresas
fornecedoras de material que passam a oferecer o
material com o serviço acoplado, por exemplo aço‐
pronto e, mais recentemente, alvenaria pronta
(fornecedoras de blocos) e fachada pronta
(fornecedoras de revestimento cerâmico).
• Té
Técnicas
i d apuração
de ã de
d custos
t
• As técnicas de apuração de custo podem ser
divididas em três tipos,
tipos conforme o estágio do
projeto:
– estimativa: utilizadas na fase de concepção e
planejamento;
– orçamentação:
ç ç utilizadas na fase de p
planejamento
j e
pré‐execução, quando já se tem informações de
projeto razoavelmente definidas;
– controle e projeção: utilizadas na fase de execução e
baseiam‐se nos custos ocorridos.
• Apuração
ã por orçamentação ã
a) Orçamento por composições de custo unitário
• Consiste na quantificação de todos os serviços a
serem executados e sua multiplicação
p ç p pelo custo
unitário de cada um. O orçamento é a soma do
custo de todos os serviços.
• Para a elaboração do orçamento é necessário
ç a mais detalhada p
elaborar uma relação possível
de todos os serviços a serem realizados, relação
esta usualmente denominada p plano de contas.
• É necessário
á i também
bé conhecer
h a maneira
i pelal
qual os serviços serão tecnicamente executados.
P iisso recorre‐se ao projeto
Para j t e especificações
ifi õ
técnicas.
• Definidos quais serviços serão feitos e a forma
pela qual isso se dará, faz‐se a quantificação dos
serviços,
i d
de acordo
d com o projeto
j e
especificações e elaboram‐se as composições de
custo
t unitário,
itá i que fornecerão
f ã o custo
t unitário
itá i d
de
cada serviço.
Em seguida multiplicam‐se as quantidades de
ç pelos
serviço p respectivos
p custos unitários.
Dessa forma, as variáveis que intervêm nesse
tipo de orçamento são:
– a quantificação;
– as composições de custo unitário;
– os p
preços
ç dos insumos presentes
p nas composições
p ç
unitárias.
• Quantificação
ifi ã
• É a medição
ç das q quantidades de cada serviço,
ç
realizada a partir do projeto. É um serviço
considerado tedioso e demorado p porque
q é
ainda feito manualmente. É possível
automatizar uma p parte da quantificação
q ç
através do uso de planilhas eletrônicas, as
quais podem realizar os cálculos a partir dos
elementos levantados do projeto.
• Já há recursos que possibilitariam aumentar
g
significativamente a automatização
ç da
quantificação, como o uso de canetas
digitalizadoras e mesmo a automatização
completa, através de softwares tipo CAD,
utilizados para elaboração do projeto.
projeto
Entretanto, esses recursos não tem sido ainda
utilizados no meio técnico.
• Composições unitárias
• São as q
quantidades de insumos utilizadas p
para a
execução de uma unidade de serviço (materiais,
mão‐de‐obra
mão de obra e equipamentos), expressas através
de tabelas de índices de consumo, bastante
conhecidas no meio técnico,
técnico como por exemplo
as publicadas pela Editora PINI (TCPO‐Tabelas
para composições de preços para orçamentos) e
as incorporadas em softwares para orçamentos.
• É iimportante que as empresas e ó órgãos
ã executores
estabeleçam seus próprios índices de consumo, através
de controle e registro sistematizado
sistematizado, tanto para mão‐
de‐obra quanto para materiais.
• É importante também considerar na elaboração e
utilização de composições unitárias o fato de que entre
os serviços
ç a serem orçados,
ç há normalmente alguns
g
que são fornecidos por terceiros, fazendo com que o
insumo não seja nem material nem mão‐de‐obra, mas
sim
i um serviço.
i
• Uma tendência bastante forte de inovação
g é exatamente a substituição
tecnológica ç de
serviços produzidos no canteiro por serviços
produzidos fora e fornecido por terceiros.
terceiros Até
o fornecimento de mão‐de‐obra empreitada
pode ser considerado um serviço
serviço. Por isso
isso,
deve ser definido para cada caso, quais são
esses serviços e a forma de considerá‐los nas
composições unitárias, como segue:
• Preços dos insumos
• Consiste na determinação
ç dos p preços
ç dos
insumos utilizados nas composições unitárias, o
que é feito através da verificação dos preços
vigentes no mercado. Para a mão‐de‐obra o preço
depende da forma de contratação (por
administração da própria empresa ou por sub
empreiteira) Para equipamentos considera‐se
empreiteira). considera se
normalmente o preço de locação por terceiros.
• Uma forma
f d se fazer
de f a verificação
ifi ã d dos preços é
através de consulta a publicações, que realizam
pesquisas
i e di
divulgam
l preços para uma
determinada região.
• Entretanto, a grande variedade de fornecedores
atuando nas mais diversas condições faz com que
h j alto
haja l índice
í di ded variação
i ã ded preços entre os
mesmos. Isso faz com que os preços publicados
pelas
l revistas
i t especializadas
i li d sejam j a média
édi dda
amostra coletada.
• Além
lé disso,
di influem
i fl também
bé nos preços as
condições macro‐econômicas a que o setor está
sujeito,
j it além
lé das
d condições
di õ específicas
ífi d
de
correntes do poder de compra da empresa, da
quantidade a ser comprada
comprada, das condições de
entrega e pagamento, etc. Nesse sentido, a forma
mais segura de se fazer a verificação de preços é
através da cotação direta das empresas junto aos
fornecedores o que,
fornecedores, que entre tanto
tanto, resulta em
maior tempo para a verificação.
• Uma solução intermediária é a cotação
somente dos p preços
ç com maior incidência no
custo, identificados através das tabelas ABC.
Sabe‐se
Sabe se que os materiais responsáveis por até
80% do custo total constituem em média
número relativamente pequeno de itensitens,
podendo ser cotados diretamente. Para os
restantes a verificação poderia ser feita por
consulta a publicações.
• A análise
áli d do orçamento
t
A análise do orçamento tem como objetivos:
– analisar
l se os custos apresentados
d correspondem d d
de
fato ao objeto a ser executado;
– analisar se o orçamento é consistente,
consistente isto é,
é se foi
corretamente elaborado;
a)) Correspondência
p dos custos com o objeto
j a
ser executado
Essa avaliação
ç diz respeito
p à fidelidade do pplano
de contas ao projeto orçado.
b) Consistência do orçamento
• Curva ABC
As variáveis do orçamento
ç são as q
quantidades,
as composições unitárias e os preços. Analisar
ç
a consistência de um orçamento significa,
g ,
portanto, analisar a consistência dessas três
variáveis. Essas análises p
podem ser feitas
extensivamente isto é, para todos os itens, ou
seletivamente isto é, somente para os itens
considerados importantes.
Curva de Pareto ‐ ABC
• Como o orçamento tem normalmente l um
número grande de itens, impossibilitando na
prática a verificação ex tensiva, a identificação
dos itens importantes é fundamental na
análise de orçamento e a ferra menta para
essa identificação é a curva ABC.
• A curva ABC é a representação gráfica da
hierarquização dos itens do orçamento, por
incidência no custo.
• EEssa hi
hierarquização
i ã normalmente
l t mostrat que
uma quantidade relativamente pequena de itens
é responsável por uma grande incidência no
custo, como mostra a figura. Este fato, também
conhecido como regrag de Pareto,, autor desta
descoberta, permite identificar facilmente,
através da curva quais são estes itens, sobre os
quais
i d
deve ser concentrada
t d a análise
áli do
d
orçamento.
• Recomenda‐se
Recomenda se que os itens A e B B, que
representam 80% do custo, sejam analisados.
Curva de hierarquisação
• TTempos, CCustos e CControlel
Curva “S”
• O desembolso dos custos de construção ao longo do
tempo pode ser aproximado a uma de distribuição
aproximadamente normal
normal, resultando num
desembolso acumulado com for mato gráfico
semelhante a um “S”,S , daí o nome utilizado para
representar esta curva. Assim, os desembolsos mensais
podem ser parametrizados em porcentagens que,
aplicadas ao valor global da obra, resultam num
cronograma de desembolsos estimados.
• Mesmo utilizando‐se outras técnicas para
ç do cronograma
elaboração g físico‐financeiro, é
interessante utilizar uma curva “S” padrão
para verificar o grau de aderência a esta,
esta da
curva obtida de outras formas. É preciso
cuidado com a comparação com as curvas “S”
padrão obtidas de literatura, pois são
normalmente curvas muito acentuadas para a
realidade.
Controle
C t l
• Os itens a serem controlados são:
– Custo;
– Planejamento físico;
– Cronograma de financiamento (quando há);
há)
– Cronograma de desembolsos;
a) Custo
O controle de custos pode ser feito de duas
formas: através do acompanhamento das
contratações ou através do acompanhamento do
custo.
• Acompanhamento
h de
d contratações
õ
Consiste em se acompanha
p os fechamentos
(contratações fechadas) com as orçadas.
Como a maior p parte do custo refere‐se a
fornecedores contratados, este
p
acompanhamento já
j projeta
p j rá um custo
realizado com razoável margem de segurança.
• Acompanhamento do custo realizado
Consiste no seguinte método:
– Realiza‐se a medição dos serviços executados
– Entra‐se com as quantidades medidas na planilha
orçamentária, obtendo‐se um custo previsto, isto
é, o custo baseado nos custos unitários orçados.
– Faz‐se a apropriação dos custos realiza dos,
lançando‐se
a ça do se as notas
o as fiscais
sca s da ob
obraa até
a é o dia
d a da
medição nos itens de custos do plano de contas
do orçamento.
ç Deve se descontar o estoqueq
existente no dia da medição
• Faz‐se a comparação ã do
d previsto
i com o
realizado, obtendo‐se a posição da obra,
podendo‐se ainda projetar o custo com base
no que já foi realizado
b) Acompanhamento físico
• Entra
Entra‐se
se com as datas realizadas no crono
grama físico em rede, em aplicativo que faz o
replanejamento automaticamente e avalia‐se
o resultado obtido.
• Se deu atraso, deve‐se discutir e decidir o que
fazer: se o atraso p
pode ser absorvido ou não.
Se não puder ser absorvido, faz‐se o
replanejamento da obra
obra, procurando diminuir
os prazos previstos das atividades crí ticas a
seguir.
seguir
• Cronograma de d ddesembolsos
b l e curva ““S””
• Consiste em acompanhar
p o custo realizado
mensal – ou desembolso mensal – e compará‐
lo com o pprevisto ‐ o p
planejado
j e o estimado
por uma curva “S” padrão. Este
p
acompanhamento é importante,
p ,ppois p
permite
avaliar se há atraso no cronograma físico‐
financeiro e quanto será necessário de esforço
para recuperá‐lo.
RESISTENCIA DOS MATERIAIS

TENSÕES, LEI DE HOOKE


• N
Nas construções,
t õ as peças componentes t da
d
estrutura devem ter geometria adequada e
definida para resistirem às ações (forças
existentes, como peso próprio, ação do vento,
etc.)impostas
) p sobre elas. Deste modo,, as paredes
p
de um reservatório de pressão têm resistência
apropriada para suportarem as pressões internas;
um pilar
il de
d um edifício
difí i tem
t resistência
i tê i para
suportar as cargas das vigas e assim por diante.
Se o material não resistir às ações eromper,
eromper diz
diz‐se
se
que ele atingiu um estado limite último, no caso,
por ruptura.
p p
• D
Da mesma forma,
f um piso
i de
d um edifício
difí i ddeve
ser rígido para evitar um deslocamento excessivo,
que poderá provocar
provocar, em alguns casos fissuras no
teto, tornando‐o inadequado ao seu aspecto
funcional;; as ppeças
ç de uma treliça
ç devem ter uma
rigidez que a impeça de sofrer deformações
excessivas.
Se as peças ou a estrutura tiverem
deslocamentos ou deformações excessivas, diz‐se
que a estrutura atingiu um estado limite de
utilização.
• Fi
Finalmente,
l t uma peça ded uma estrutura
t t pode
d ter
t
características geométricas tais que atingirá um estado
limite p
por pperda de estabilidade ((flambagem).
g )
• Sob esta ótica, deve‐se, na engenharia, procurar
preencher requisitos apresentados para se ter
segurança e economia. i
• Em síntese, a seleção dos materiais de uma estrutura
se baseia em três fatores:
‐resistência;
‐rigidez;
rigidez;
‐ estabilidade
• Determinar e verificar seções transversais de
peças
p ç componentes
p de uma estrutura, para
p
que ela satisfaça certas condições de
segurança contra à ruptura
ruptura, ao deslocamento
e à deformação excessiva quando submetida a
esforços solicitantes
solicitantes.
TENSÕES E DEFORMAÇÕES
• SSupõe‐se
õ a barra
b com seção
ã constante
t t e carregada d por
forças axiais que produzem alongamento uniforme ou
tração
ç com N aplicada
p no C.G. da seção,
ç , ou
σ = N/A
sendo σ denominado tensão normal e com a hipótese
p
da tensão ser distribuída
uniformemente na seção transversal.
Se N tiver sentido oposto ao da Figura 1 ter‐se‐ia
compressão na barra.
Portanto se: N > 0 temos σ > 0 Tração
N < 0 temos σ < 0 Compressão
• O alongamento total da barra será designado
g
de ∆l. Assim o alongamento por
p unidade de
• comprimento ou alongamento específico
denominado deformação normal será:
ε =∆l/l
Esta equação é válida para alongamento
uniforme ao longo da barra.
barra
• DIAGRAMAS TENSÃO‐DEFORMAÇÃO
TENSÃO DEFORMAÇÃO
• Os diagramas tensão‐deformação (σ x ε) são
obtidos através de ensaio de tração ou
compressão, onde é aplicada uma força crescente
num corpo de prova e medido o seu alongamento
para diversas etapas do carregamento. As
tensões são determinadas pela relação
Fi/A = σi
e as deformações
ç por
p
∆li/l = σi.
• Na figura
fi 2 são
ã apresentados
d diagramas
di que
relacionam tensão e deformação.
• Inicialmente, observa‐se a existência de
ç e o alumínio,, que
materiais como aço q
apresentam grandes deformações antes da
p
ruptura ;
• Outros, como o vidro, o ferro fundido ou o
concreto,
t rompem sem que o materialt i l
apresente grandes deformações.
• Os materiais que seguem os diagramas da
g
Figura 2 ((a),
) (b)
( ) são denominados materiais
dúcteis e os que seguem a Figura 2 (c) são
chamados frágeis
frágeis. Nessas condições
condições, pode‐se
pode se
afirmar que nos materiais dúcteis a ruptura se
faz anunciar por intermédio de grandes
deformações e nos frágeis não há grandes
deformações (ferro fundido, concreto).
• Os materiais dúcteis podem apresentar dois
g
diagramas característicos:
– com escoamento definido (aço);
– sem escoamento definido
– como podemos observar na Figura 3.
• ELASTICIDADE
• Quando um corpo de prova de um material durante
um ensaio,i por exemplo,
l d de tração,
t ã éd descarregado,
d a
deformação sofrida durante o carregamento pode
desaparecer parcial ou totalmente
totalmente. A propriedade do
material, pela qual ele tende a retornar à forma
original
g é denominada elasticidade. Quando a barra
volta totalmente à forma original, ela é perfeitamente
elástica, mas se não retornar ela é parcialmente
elástica
lá ti e a deformação
d f ã que fica
fi é a deformação
d f ã
permanente.
• Al
Alguns materiais
i i elásticos
lá i apresentam uma relação
l ã
essencialmente linear entre tensão e deformação. Tais
materiais são chamados de linearmente elásticos (aço)
(aço).
Outros são não linearmente elásticos (borracha), como
mostra a figura.
g
• Define‐se limite elástico o ponto em que a tensão
induz uma deformação ç permanente.
p Para os aços
ç essa
tensão é equivalente a do limite de proporcionalidade.
Para a borracha o limite elástico pode continuar muito
além
lé do
d limite
li it de
d proporcionalidade
i lid d
• LEI DE HOOKE
• A relação linear entre tensão e deformação pode ser
expressa
p p
por
σ=E*ε
onde E é uma constante de proporcionalidade conhecida
como módulo
ód l de
d elasticidade.
l i id d É o coeficiente
fi i angular
l da
d
parte linear do diagrama σ x ε e é diferente para cada
material.
Alguns valores de E:
Aço: 2.100.000 Kgf/cm² (2100 MPa)
Madeira: 100.000 Kgf/cm² (100 MPa)
Concreto: 200.000 Kgf/cm² (20 MPa)
Substituindo‐se
b i i d ε = ∆l/l
l/l e σ = N/A
/
na expressão
p σ = E ε, obtém‐se:
∆l = Nl/AE
Esta equação mostra que o alongamento de
uma barra linearmente elástica é diretamente
proporcional à carga e ao comprimento e
inversamente proporcional ao módulo de
elasticidade
l ti id d e à áárea da
d seção.ã O produto
d t EA é
chamado de rigidez axial.
• COEFICIENTE DE POISSON
• O alongamento
g ∆l sempre
p é acompanhado
p de um
decréscimo de dimensão transversal d da barra. A
relação entre a deformação transversal e a
deformação longitudinal dentro da região elástica
é conhecida por coeficiente de Poisson
Poisson.
Μ = ε /ε
1 2

com ε = ∆d/d (transversal); ε = ∆l/l.(longitudinal)


1 2
• Uma peça está sujeita a um peso de 123.000
gf apoiada
kgf p em 4 p
pontos. As dimensões
destes apoios deve ter relação a/5a.
Determinar as dimensões para aço
aço.
• As peças de
d apoio,
i que sãoã quatro, recebem
b
parte deste carregamento, que são iguais.
Ad iti d
Admitindo‐se a tensão
t ã admissível
d i í l do
d material
t i l
1000 kgf/cm², temos:
• A = 123.000/1000
/ = 123 cm²²
• 123/4= 30,75 cm²
• a*5a = 30,75 ou a = 2,5 cm
• Ou ainda:
• 2,5 x 12,5 cm
• Um cabo de aço de 1” de diâmetro com tensão
gf
admissível 1500 kgf/cm², transporta
p cargas
g
conforme a figura. Determinar a maior carga
P a ser elevada e as forças e dimensões 1

1 45º 45º
• Á
Área ddos cabos
b d de 1”=
1” 2,54
2 cm
• S = π d²/4 = 5,06 cm²
• O equilíbrio das forças atuantes nos cabos devem
resultar em P = 2* F1* cos 45º
• Ou: F1= P/2*0,707
• σ = P/S ou P = 1500 * 5,06
5 06 = 7590 kgf
• Nos cabos inclinados:
• F1
1 = 7590/1,414=
90/1 1 5368 368 kgf
k f
• S= P/σ ou S= 5368/1500 = 3,57 cm²
Lei de Hooke
• Calcular a deformação linear no cabo do
p
exercício anterior se o comprimento for de 1
metro.
• O aço tem E = 2.100.000
2 100 000 kgf/cm²
• A deformação vem de
• σ = E* ε, ou ε = σ/E
• ε = 1500/2100000 = 0,71*
0 71* 10(
10(‐5)
5)
• E qual a deformação sofrida pelo cabo?
∆l = Nl/AE
A carga e a área vem do primeiro exercício:
7590 kkgff e 5
5,06
06 cm²²
∆l = 7.590*100/5,06*2.100.000
/ , = 0,07
, cm
• Uma análise da lei de Hooke nos leva a
algumas
l conclusões
l õ
• Corpos de
d um mesmo material i l tem relação
l ã
linear entre E e ε.
• Se um corpo com determinada área sobre um
ç de tração
esforço ç ou compressão
p e uma
determinada deformação, sofrer um aumento
g
de carregamento, , deformará
proporcionalmente a este carregamento. Se a
deformação tiver que ser a mesma, a seção
deverá ser aumentada igualmente.
• A relação entre tensão e deformação chama‐
ç longitudinal
se módulo de deformação g ou
módulo de elasticidade, ou ainda módulo de
Young símbolo E com medição em kgf/cm²
Young, kgf/cm .
• Os aços tem elevado E e materiais plasticos
tem baixo
b E.
• Neste
N di
diagrama podemos
d di
dizer que no estágio
á i
– OA o corpo está no regime elástico linear
– AB o corpo está
tá no regime
i elástico
lá ti não
ã linear
li
– BC o corpo está em escoamento com deformação plástica
– CD o corpo tem endurecimento com aumento da força
atuante, até um limite de ruptura.
• Cada material tem uma característica própria nas leis
da deformação. O aço, segue muito bem esta lei,
apresentando grandes deformações antes da ruptura
• Outros materiais, que não são dúcteis, rompem antes
deste escoamento.
Lei de Young – Símbolo E
• Diante
i deste
d gráfico
áfi representativo
i pode‐se
d
mostrar que cada material tem uma resposta
própria
ó i a este
t carregamentot
• Aço E= 2100000
• Ferro doce E= 1000000
• Alumínio EE= 700000
• Cordoalha E= 1000000
• Madeira E= 80000 à 140000
• Borracha E= 10
• Com este dados pode‐se concluir que, se duas
peças,
p ç com igual
g seçãoç transversal, forem
carregadas com a mesma força F, a
deformação do alumínio será 3 vezes maior
que a do aço
2100000/700000
/ =3
Módulo de Poisson
• Quando um corpo é tracionado sua seção
p
diminui, se comprimido, aumenta. A relação
ç
entre a deformação longitudinal e cada
dimensão transversal é característica do
material e chama‐se módulo de Poisson (μ)
MOMENTOS ESTÁTICOS E BARICENTROS DE
SUPERFÍCIES PLANAS
• Momento estático
ái d de um elemento
l d
de áárea
dA em relação a um eixo é o produto da área
do elemento por sua ordenada em relação ao
eixo considerado.
• Sendo:
dA ‐ elemento de área componente da
superfície
x e y ‐ coordenadas
d d d deste
t elemento
l t em
relação ao sistema de eixos
• Momento estático de uma superfície é a soma dos
momentos estáticos em relação a um mesmo eixo
dos elementos que a constituem.
DETERMINAÇÃO Ã DO BARICENTRO DE
SUPERFÍCIE
• A utilização dos conceitos de momento
estático se dá no cálculo da posição do centro
de gravidade de figuras planas.
• Seja:
G ‐ baricentro da superfície com coordenadas
à determinar (xG; yG)
MOMENTOS E PRODUTOS DE INÉRCIA

• D
Define‐se
fi momentos e produtos
d d
de inércia
i é i ded uma
superfície , usando como referencia a mesma
superfície de área A referida à um sistema de eixos xx,y:
y:
• "Momento de inércia de um elemento de área em
relação a um eixo é o produto da área deste elemento
pelo quadrado de sua distância ao eixo considerado."
– Notação
ç : j ((índice com o nome do eixo))
– Expressão analítica:
– jx = y2 . dA
– jy = x2 . dA
• Define‐se :
• "Momento
Momento de inércia de uma superfície em
relação a um eixo é a soma dos momentos de
inércia em relação ao mesmo eixo dos
elementos de área que a constituem.“

OBS: Sendo o momento de inércia axial de uma superfície o somatório de


valores sempre positivos, ele só admite valores positivos também.
Centro de gravidade de figuras
Momentos de inércia
• O cálculo do momento de inércia de uma
g
figura plana
p pode
p ser feito com a utilização
ç da
divisão de figuras conhecidas.
• Cada figura tem características em relação aos
eixos de referência
• Figuras conhecidas podem ser associadas ou
subtraidas
• Determinar
i o momento de d inércia
i é i Ix da
d figura
fi
indicada em relação ao eixo x

20

40

20 40 20
figura 1:
fi 1
• A1= 20*80
• (Ix)1
(Ix)1’ = bh
bh³/12=
/12= 80*20³/12
80 20 /12 = 53
53,3
3 * 10
10³ mm4
• (Ix)1= (Ix)1’ + A1*d1² = 53,3*10³ +(20*80)*24² =
=975*10³ mm4
figura 2:
• A2 = 40*60
• (Ix)2’ = b*h³/12 = 40*60³/12= 720*10³ mm4
• (Ix)2 = (Ix)2’ + A2*d2² = 720*10³ + (40*60)(16)²=
=1334*10³
1334*10³
Ix = (975+1334)* 10³ mm4
• Na questão ã ddo concurso, analisando
li d por soma d
de
figuras.
• A1 = 6, A2 = 6, A3 = 6
• ((Ix1)’=
) 18, ((Ix2)’=
) 2 e ((Ix3)’=
) 18
• Ix = 38 cm4
• Analisando como subtração de áreas:
• A1= 30, A2= 6 e A3=6
• Ix1’
1’ = 90,
90 Ix2’
2’ = 2 e Ix3’
3’ = 2
• Ix = 90‐26‐26 = 38 cm4.
Raio de Giração
• Trata‐se da relação entre momento de inércia
ç transversal de uma fugura
e da seção g p
plana;
i = √I/A
• É obtido
b id para os eixos
i xey
• Determina‐se a p possibilidade de flambagem
g
em peças comprimidas, que ocorre na direção
de menor raio de giração
Deformação em vigas,
vigas linhas elásticas
• Os esforços internos solicitantes provocam
ç
deformações em vigas.
g A determinação ç desta
deformação tem por objetivo, evitá‐las, ou
estudar estruturas hiperestáticas
hiperestáticas.
Deformadas e rotações de vigas bi‐
apoiadas
Deformadas e rotações de vigas bi‐
apoiadas
Deformadas e rotações de vigas bi‐
apoiadas
Deformadas e rotações de vigas bi‐
apoiadas
Método da Sobreposição
Determine o deslocamento em C e a
rotação em A da viga da figura
• A rotação e a deformação são obtidas pela
ç dos carregamentos;
associação g
• Para as cargas distribuídas temos:
• Para a carga concentrada:

• O resultado é a soma dos efeitos:


Determinar o deslocamento do ponto
C da viga em balanço
• Nas fórmulas apresentadas não temos as vigas
em balanço, devemos considerar o engastamento
com o trecho bi apoiado, portanto a viga está
engastada
g conforme o desenho.
• A primeira análise se dá no trecho apoiado,
provocando elevação no extremo do balanço
• A segunda a carga concentrada de 10 kN que
provoca um momento de d 20 kN.m
k
g distribuída no balanço
• A terceira uma carga ç
Flambagem em peças
comprimidas
• P
Peças comprimidas
i id podem,d dependendo
d d d de d seu
comprimento, sofrer efeito de deformação por
flambagem reduzindo significativamente a carga
flambagem,
máxima a que ela resiste.
• O número de vínculos existentes na coluna interfere
neste efeito. Quanto maior o numero destes vínculos,
menor a p possibilidade de aparecer
p o fenômeno.
• A flambagem ocorrerá na direção de menor raio de
giração i.
• O módulo de elasticidade E interfere na flambagem,
quanto menor, maior a possibilidade de ocorrer.
• A definição
d fi i ã ocorre em função
f ã dos
d vínculos
í l
externos e do comprimento da peça sujeita ao
carregamento.t
• Esta relação é o indice de esbeltez da peça
λ= Lfl/i
• Onde:
• Lfl é o comprimento de flambagem definido pela
vinculação
• i é o raio de giração
• A fórmula
fó l de
d Euler
l foi
f i deduzida
d d id para uma
coluna com extremidades acopladas por pinos
ou livres para girar. Todavia, muitas vezes as
colunas podem ser apoiadas de outro modo.
• Lfl é denominado comprimento efetivo da
coluna.
• Um coeficiente dimensional K, fator de
comprimento efetivo
efetivo, é usado para calcular Lfl
Le=KL
• A carga axial
i l máxima
á i que uma coluna
l pode
d
suportar quando está na iminência de sofrer
flambagem é denominada carga crítica, Pcr.
• Pcr = (π².E.I)/Lfl²
( )/
• σcr = = (π².E)/(Lfl/i)²
• Como já comentado,
comentado a flambagem ocorre na
direção de menor raio de giração
• Lfl = kL, com k variando com os vínculos
externos
• A flambagem ocorre sobre o eixo yy e será:

Quando totalmente carregada, a tensão de


compressão média na coluna é:

• Visto que a tensão ultrapassa a tensão de


escoamento, deve‐se
d respeitar
i aquela l tensão;
ã

• Que é a resposta da questão


• U
Uma coluna
l de
d aço com L= L 3m
3 e condições
di õ de d
contorno k=1/2 com seção 35x35 cm E=2.100 tf/cm²
deve ser carregada
g por
p carga g de compressão.
p
Determinar a carga máxima para ruptura se e Padm se
σ cr = 2.100 kgf/cm².
P = (π².E.I)/Lfl²
Pcr ( ² E I)/Lfl² = Pcr
P = (π².E.I)/kL²
( ² E I)/kL² = (π².E.I)/0,5L²
( ² E I)/0 5L²
I= bh³/12 = 35*35³/12= 125.052 cm4
Pcr = π²*2.100*125.052/150²
π²*2 100*125 052/150² = 115,076 115 076 tf
σ = 115.076/35*35 = 93900 kgf/cm²
• Portanto maior que o limite,
limite desta forma:
P = 2,1*35*35= 2572 tf (carga admissível)
• C
Colunas
l com dois
d i tipos
i de
d material,
i l com tensões
õ
admissíveis diferentes, mas com mesmo E, entram em
flambagem com a mesma carga crítica já que esta não
depende da tensão admissível, mas do módulo de
elasticidade.
• Em materiais frágeis a flambagem leva a estrutura a
ruptura,
p em materiais dúcteis, a deformações
ç por
p
flambagem
• Peças fletidas também sofrem flambagem, neste caso
flambagem lateral.
• Enrigecimentos das peças podem evitar a flambagem
Círculo de Mohr
• O conceito
it de
d tensão
t ã se origina
i i do
d conceito
it
elementar de pressão, como, por exemplo, a
hidrostática que consiste numa força normal por
unidade de área. Por tensão, entende‐se uma
extensão dessa idéia p
para os casos em q
que a
força por unidade de área pode não ser,
necessariamente, normal.
• Como ilustração do conceito de tensão,
considera‐se um corpo sólido, em equilíbrio,
sujeito a um certo número de ações (forças
externas), conforme a Fig. 1.
• Isolando‐se uma parte deste sólido, conforme
g 2, o equilíbrio
a Fig. q é ggarantido p
pelo p
princípio
p
da ação e reação (Lei de Newton), por se
tratar de uma parte de um sólido em
equilíbrio.
• De maneira geral, pode‐se dizer que uma área
p
elementar dS é responsável p
por uma pparcela
dF daquelas forças transmitidas (ação e
reação) Na Fig
reação). Fig. 3 é mostrada a parcela dF
segundo suas componentes nos eixos x, y, z,
com "origem" no centro da área do elemento
dS. O sistema Oxyz é cartesiano.
• Dividindo‐se as componentes da força pela
g
área elementar dS, definem‐se as seguintes
grandezas:
• Convém observar que, as definições expressas
por ((1)) são colocadas na forma de um
p
processo limite, e essa colocação parte da
suposição da existência de continuidade do
corpo sólido. Outro fato é que dF pode variar
de direção e de sentido ao longo da área S,
S
porém, na passagem ao limite tais
características ficam definidas no ponto em
consideração (continuidade).
• A grandeza
d σz é chamada
h d tensão
ã normall e as
grandezas τz e τzx e τzy são chamadas tensões
tangenciais (cisalhantes). Nota‐se que nestas
grandezas os índices tem o seguinte
significado:
τ ijj
onde,
– i = indica o plano normal (tensão normal)
– j = indica o eixo (sentido) da tensão tangencial.
Estado Duplo ou Plano de Tensões
• C
Considera‐se,
id agora, um estado
d dde tensão
ã mais i
geral num elemento onde não só atua tensão
normall em uma direção
di ã mas em duasd di õ
direções.
Tal situação é conhecida como tensões biaxiais.
Distinguindo se assim da tensão em uma
Distinguindo‐se,
direção, ou uniaxial.
• As
A tensõesõ biaxiais
bi i i aparecem em análise
áli d de vigas,
i
eixos, chapas etc. No momento, o interesse é
d t
determinar
i as tensões
t õ normais i e ttangenciais
i i num
dado plano de um estado de tensão.
• Seja, então, uma chapa retangular com
p
espessura unitária com tensões normais e
tangenciais atuando sob esta chapa com uma
convenção de sinais definida seguindo a Fig
Fig. 9
• Tensão
ã Tangencial:
i l
• Escolhe‐se uma face, se σ for de tração e
concordar com o eixo x ou y para ser positivo.
Caso σ seja de compressão e concordar com o
eixo x ou y, τ para ser positivo, terá de discordar
do sentido positivo de x ou de y.
• De um modo geral, o objetivo do estudo é obter
as tensões normais e/ou tangenciais em um
plano genérico que corta a chapa numa direção
qualquer.
• O Teorema de Cauchy garante a igualdade de
g
tensões tangenciais em pplanos normais entre
si. Assim por equilíbrio de momentos no C.G.
da chapa
Transformação de tensões planas
Tensões Principais
Tensões de cisalhamento máximo
Construção do círculo de Mohr
Representação do círculo
• DDeterminar
t i a seção
ã ttransversall de
d um pilar
il em
madeira, com E= 100000 kgf/cm² e tensão
admissível do material de 90 kgf/cm
kgf/cm² sabendo
que este pilar é bi rotulado em seus extremos,
com 5m de altura.
• a) determinação de raio de giração mínimo
• λλ= Lfl/i = 200 (limite de flambagem)
• i= 500/200 = 2,5.
• Lado mínimo de flambagem admitido para seção
quadrada:
• ii=bh³/12
bh³/12 neste
t caso b e h iguais
i i
• i= 2,5 = √b*b³/12= b²/3,46
• b = 2,9 cm lado mínimo
• Um pilar nesta cindições deve receber 20000kgf
d carga, quall a seção
de ã transversall mínima.
í i
• 20000 = 3,46²* 100000* I/500²
• I= bh³/12
• bh³ = 60792
• Se a seção for quadrada determinamos b mínimo,
ou b = 15,70 cm.
• Verificação da seção mínima

σ = Pcrit/S
90 = 20000/S; S= 20000/90= 223 cm²
Lado b= 14,9X14,9
14 9X14 9 cm que á atendida pela
área de 15,7x15,7 cm.
• Determinar o momento de inércia da figura.
• O centro de gravidade da figura está localizado
no encontro dos eixos xy.
• O centro de
d gravidade
id d de
d cadad figura
fi éd
dado
d
pela expressão
bh³/12
• Utilizando a=30 cm
• Dividir a figura em duas partes, um quadrado
e um triangulo
• O centro ded gravidade
id d do
d quadrado
d d tem
coordenadas (15,15),
• O centro de gravidade do triangulo tem
coordenadas (40,10)
(40 10)
Ai xi yi AiXi AiYi
1 900 15 15 13500 13500
2 400 40 10 16000 4000
A 1300 Ʃ 29500 17500
X= 29500/1300= 22,69
22 69 Y=17500/1300=23,84
Y=17500/1300=23 84
CG ( 22,69;13,46)
Resolução de questões de provas

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