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Sheila Arlindo Magumane

Disciplina: Economia
Curso: Gestão de Recursos Humanos

Data: 04 de Junho de 2024


Cidade de Xai-xai
Índice:

1. Introdução................................................................................................................................1

2. Comércio Internacional...........................................................................................................2

2.1. Definição de Comércio Internacional por Adam Smith..................................................2

2.2. Definição de Comércio Internacional por Richard Cantillon..........................................3

2.3. Vantagens Comparativas do Comércio Internacional......................................................4

2.4. Implicações do Comércio Internacional entre Dois Países..............................................5

2.5. Taxa de Câmbio...............................................................................................................5

3. Protecionismo no Comércio Internacional..............................................................................6

3.1. Tarifas Aduaneiras...........................................................................................................6

3.2. Quotas de Importação......................................................................................................6

3.3. Quotas de Exportação......................................................................................................6

3.4. Implicações nos preços e quantidades oferecidos nos Bens............................................7

4. Principais Regiões Económicas Mundiais...............................................................................8

4.1. Duas implicações Económicas de Moçambique Pertencer a SADC...............................8

4.2. Duas implicações Económicas de Moçambique Pertencer a NAFTA.............................8

4.3. Duas implicações Económicas de Moçambique Pertencer ao MERCOSUR..................9

4.4. Duas implicações Económicas de Moçambique Pertencer a APEC..............................10

5. Conclusão..............................................................................................................................12

6. Referências Bibliográficas.....................................................................................................13
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1. Introdução

A globalização econômica tem transformado profundamente o cenário internacional,


promovendo a integração das economias e a interdependência entre as nações. Neste contexto, os
blocos econômicos regionais emergem como forças poderosas que moldam as dinâmicas do
comércio global, os fluxos de investimento e a competitividade dos mercados.

Este trabalho explora os impactos dos blocos econômicos regionais, como a União Europeia
(UE), o Mercado Comum do Sul (MERCOSUR) e a Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico
(APEC), na economia global. Ao analisar suas estruturas, políticas e influências, buscamos
compreender como esses blocos contribuem para o crescimento econômico, a inovação
tecnológica e a redistribuição da riqueza entre as nações.

Especial atenção será dada à posição de países não membros, como Moçambique, e as estratégias
que adotadas para maximizar os benefícios e minimizar os desafios impostos por esses poderosos
blocos regionais.
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2. Comércio Internacional

O comércio internacional refere-se à troca de bens, serviços e capital entre diferentes países. Essa
prática permite que as nações ampliem seus mercados para bens e serviços que não estão
disponíveis internamente ou que podem ser produzidos mais eficientemente por outros países. O
comércio internacional é essencial para a economia global, promovendo a interdependência
econômica e a colaboração entre nações, regido por diversas políticas e acordos comerciais que
visam facilitar ou regular essas trocas, como tarifas, quotas, e tratados comerciais bilaterais ou
multilaterais.

2.1. Definição de Comércio Internacional por Adam Smith

Adam Smith argumenta que o comércio internacional é uma extensão lógica da divisão do
trabalho e da especialização, conceitos centrais na sua teoria econômica. No seu influente
trabalho: Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações(1776), ofereceu
uma das primeiras análises detalhadas do comércio internacional.

2.1.1. Princípios de Adam Smith sobre Comércio Internacional

a) Vantagem Absoluta

Adam Smith introduziu o conceito de vantagem absoluta, que ocorre quando um país pode
produzir um bem utilizando menos recursos do que outro país. Segundo ele, as nações deveriam
se especializar na produção de bens onde possuem essa vantagem absoluta e comercializar esses
bens com outras nações. Isso maximiza a eficiência econômica global.

b) Especialização e Divisão do Trabalho

Adam Smith destacou que a especialização e a divisão do trabalho são fundamentais para
aumentar a produtividade. No contexto internacional, isso significa que os países devem se
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especializar na produção de bens para os quais possuem uma maior eficiência produtiva e trocar
esses bens por outros produtos.

c) Benefícios do Livre Comércio

Adam Smith era um forte defensor do livre comércio. Ele argumentava que a redução de
barreiras comerciais, como tarifas e quotas, permite que os mercados funcionem de forma mais
eficiente. O livre comércio promove a competição, a inovação e a alocação eficiente de recursos,
beneficiando todas as nações envolvidas.

2.2. Definição de Comércio Internacional por Richard Cantillon

Richard Cantillon, foi um economista franco-irlandês do século XVIII, frequentemente


considerado um dos precursores da teoria econômica. Em sua obra mais famosa, Essai sur la
Nature du Commerce en Général (Ensaio sobre a Natureza do Comércio em Geral), Cantillon
aborda diversos aspectos do comércio, incluindo o comércio internacional. Cantillon observa que
o comércio internacional surge da necessidade de diferentes países trocarem produtos que não
são produzidos internamente, ou que são produzidos de forma mais eficiente em outros lugares
.
2.2.1. Principais pontos que Cantillon aborda sobre comércio internacional

a) Troca de Mercadorias

Cantillon explica que as nações se engajam no comércio internacional para obter bens que não
estão disponíveis em seus próprios territórios ou que podem ser adquiridos mais barato de outras
nações.
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b) Vantagens Comparativas

Embora Cantillon não utilize o termo "vantagem comparativa" (que foi desenvolvido mais tarde
por David Ricardo), ele reconhece que diferentes países têm diferentes capacidades de produção
e que isso impulsiona o comércio entre eles.

c) Impacto nas Economias

Cantillon também discute como o comércio internacional afeta a riqueza das nações. Ele sugere
que o comércio pode levar à especialização e, consequentemente, a um aumento na eficiência
econômica e na prosperidade geral.

d) Fluxo de Moeda

Ele nota que o comércio internacional resulta em fluxos de moeda entre países, influenciando a
balança comercial e a quantidade de dinheiro em circulação em cada nação.

Cantillon vê o comércio internacional como uma troca mutuamente benéfica que permite às
nações aproveitar suas especializações e aumentar sua riqueza. Embora ele não forneça uma
definição formal de comércio internacional, suas ideias lançam as bases para a compreensão
moderna do tema.

2.3. Vantagens Comparativas do Comércio Internacional

Vantagem Comparativa refere-se à capacidade de um país em produzir um bem ou serviço a um


custo de oportunidade menor do que outros países. A teoria da vantagem comparativa é um dos
conceitos centrais na economia do comércio internacional, introduzida por David Ricardo no
início do século XIX. Ela explica como e por que países podem se beneficiar do comércio,
mesmo que um país seja menos eficiente na produção de todos os bens comparado a outro país.
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a) Especialização e Troca

Países devem se especializar na produção de bens para os quais têm uma vantagem comparativa
e trocar esses bens por outros bens de que precisam. Isso leva a uma alocação mais eficiente dos
recursos globais.

b) Ganho do Comércio

Mesmo que um país seja menos eficiente na produção de todos os bens (não possuindo uma
vantagem absoluta), ele ainda pode se beneficiar do comércio ao se concentrar nos bens que
produz com menor custo de oportunidade.

2.4. Implicações do Comércio Internacional entre Dois Países

O comércio internacional entre países é uma atividade econômica de grande relevância, trazendo
consigo uma série de implicações que afetam não apenas a economia, mas também a política, a
sociedade e o meio ambiente. É fundamental que os governos adotem políticas e estratégias
adequadas para maximizar os benefícios do comércio internacional, ao mesmo tempo em que
mitigam seus impactos negativos e promovem o desenvolvimento sustentável e equitativo.

2.5. Taxa de Câmbio

A taxa de câmbio é o preço relativo de uma moeda em relação a outra. Em outras palavras, é o
valor que uma moeda estrangeira pode ser trocada por uma determinada quantidade da moeda
nacional. Por exemplo, se a taxa de câmbio entre o dólar americano (USD) e o euro (EUR) for de
1,20, isso significa que 1 dólar pode ser trocado por 1,20 euros.
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3. Protecionismo no Comércio Internacional

O protecionismo no comércio internacional está associado a uma série de conceitos e medidas


que os governos podem adotar para proteger suas indústrias domésticas da competição
estrangeira. Aqui estão alguns dos principais conceitos associados ao protecionismo:

3.1. Tarifas Aduaneiras

Tarifas são impostos sobre as importações de bens estrangeiros, tornando-os mais caros para os
consumidores domésticos e menos competitivos em relação aos produtos nacionais. Existem
diferentes tipos de tarifas, incluindo tarifas ad valorem (calculadas como uma porcentagem do
valor do produto) e tarifas específicas (um valor fixo por unidade do produto importado).

3.2. Quotas de Importação

Quotas de importação estabelecem limites quantitativos para a quantidade de bens estrangeiros


que podem ser importados para um país durante um período específico. Essas quotas restringem
a oferta de produtos estrangeiros, protegendo os produtores domésticos da competição externa.

3.3. Quotas de Exportação

Quotas de exportação são restrições governamentais que limitam a quantidade de determinados


produtos que um país pode exportar para outros países durante um período específico. Elas são
utilizadas como instrumento de controle do comércio exterior e podem ser implementadas por
diversos motivos, como proteger a oferta doméstica, regular preços, garantir segurança alimentar
ou conservar recursos naturais. As quotas de exportação têm impacto significativo nas relações
comerciais internacionais, podendo influenciar preços, disponibilidade de produtos e dinâmicas
do mercado global.
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3.4. Implicações nos preços e quantidades oferecidos nos Bens

As quotas de exportação têm implicações diretas nos preços e na disponibilidade de bens nos
mercados internacionais. Aqui estão algumas das principais implicações:

a) Aumento dos Preços Internacionais

Ao restringir a quantidade de um produto disponível para exportação, as quotas podem criar


escassez no mercado internacional. Isso pode levar a um aumento da demanda em relação à
oferta disponível, resultando em um aumento nos preços dos produtos afetados.

b) Instabilidade nos Preços

A imposição repentina de quotas de exportação pode gerar incerteza nos mercados e causar
volatilidade nos preços internacionais. A expectativa de oferta limitada pode levar a flutuações
acentuadas nos preços, especialmente em mercados altamente dependentes das exportações
afetadas pela quota.

c) Redução da Oferta Disponível

As quotas de exportação limitam a quantidade de um produto que pode ser exportado para outros
países. Isso resulta em uma redução na oferta disponível nos mercados internacionais, o que pode
levar à escassez de produtos e à dificuldade de acesso para os importadores.

d) Realocação da Produção

Os produtores domésticos podem direcionar sua produção para atender à demanda interna devido
à restrição nas exportações. Isso pode levar a uma diminuição da disponibilidade do produto no
mercado internacional e à concentração da oferta no mercado interno.
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4. Principais Regiões Económicas Mundiais

As principais regiões econômicas mundiais incluem a União Europeia (UE), América do Norte
(especialmente os Estados Unidos e o Canadá), Ásia Oriental (com destaque para a China e o
Japão), América Latina e o Caribe, além de outras regiões em desenvolvimento, como África
Subsaariana.

Moçambique faz parte da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), uma


organização regional composta por 16 países da África Austral. Ser membro da SADC implica
várias implicações econômicas para Moçambique:

4.1. Duas implicações Económicas de Moçambique Pertencer a SADC

a) Acesso a Mercados Regionais

Moçambique se beneficia do acesso preferencial aos mercados dos outros países membros da
SADC, o que pode facilitar as exportações e promover o comércio regional.

b) Cooperação Econômica e Integração Regional

A SADC promove a cooperação econômica e a integração regional através de acordos


comerciais, facilitação do comércio, investimento regional e desenvolvimento de infraestrutura,
o que pode impulsionar o crescimento econômico de Moçambique.

4.2. Duas implicações Económicas de Moçambique Pertencer a NAFTA

A relação entre Moçambique e o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA), que
envolvia Canadá, Estados Unidos e México, não é direta, pois Moçambique não é membro do
NAFTA e está localizado em um continente diferente. No entanto, podemos considerar algumas
implicações econômicas globais e como estas podem afetar Moçambique de forma indireta:
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a) Desvio de Comércio e Investimento

O NAFTA pode ter causado desvio de comércio ao favorecer o comércio entre seus membros.
Isso pode ter impactado negativamente países não membros, como Moçambique, ao reduzir suas
exportações para os mercados do NAFTA. Empresas multinacionais podem ter preferido investir
em países membros do NAFTA devido às vantagens tarifárias e de mercado, potencialmente
desviando investimentos que poderiam ter ido para países como Moçambique.

b) Competitividade e Preços

Competitividade: Produtos de países do NAFTA podem ser mais competitivos nos mercados
globais devido à eficiência econômica e menores barreiras comerciais dentro do bloco. Isso pode
dificultar a competitividade dos produtos moçambicanos nos mesmos mercados. Mudanças nos
preços globais de commodities causadas pela produção e consumo nos países do NAFTA podem
afetar diretamente a economia de Moçambique, que depende da exportação de commodities
como carvão, alumínio e gás natural.

4.3. Duas implicações Económicas de Moçambique Pertencer ao MERCOSUR

O Mercado Comum do Sul (MERCOSUR), formado por Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e
Venezuela (suspensa desde 2016), é um bloco econômico regional significativo na América
Latina. Embora Moçambique não tenha uma relação direta com o MERCOSUR, há várias
implicações econômicas globais que podem afetar Moçambique de maneira indireta devido à
dinâmica do MERCOSUR. Aqui estão algumas dessas implicações:

a) Acesso a Mercados e Competitividade

O MERCOSUR proporciona aos seus membros acesso preferencial aos mercados internos do
bloco, criando uma zona de livre comércio que pode beneficiar as exportações intra-bloco, mas
que pode dificultar a entrada de produtos de fora, incluindo de Moçambique. Produtos
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moçambicanos podem enfrentar desafios adicionais para competir nos mercados dos países do
MERCOSUR devido às tarifas preferenciais e aos acordos comerciais internos do bloco.

b) Fluxos de Investimento

O MERCOSUR pode atrair investimentos estrangeiros devido ao tamanho e à integração do


mercado regional. Esses investimentos poderiam, de outra forma, ser direcionados para países
fora do bloco, como Moçambique, se o MERCOSUR não existisse. Empresas multinacionais que
investem no MERCOSUR podem usar o bloco como uma base de operações, possivelmente
desviando investimentos que poderiam ter ido para Moçambique.

4.4. Duas implicações Económicas de Moçambique Pertencer a APEC

A Asia-Pacific Economic Cooperation (APEC) é um fórum de 21 economias da região Ásia-


Pacífico que promove o comércio livre e a cooperação econômica. Embora Moçambique não
seja um membro do APEC, há várias implicações econômicas globais que podem afetar
Moçambique indiretamente devido às dinâmicas do APEC. Aqui estão algumas dessas
implicações:

a) Competitividade e Acesso a Mercados

Os membros do APEC se beneficiam de reduções tarifárias e outros incentivos comerciais que


facilitam o comércio entre eles, criando um ambiente comercial preferencial que pode dificultar
o acesso de países não membros, como Moçambique, aos mercados da região Ásia-Pacífico.
Produtos moçambicanos podem enfrentar dificuldades para competir com produtos de países
membros do APEC, que podem ter acesso a tecnologias mais avançadas, custos de produção
mais baixos e melhores condições de mercado devido aos acordos internos do APEC.

b) Investimentos Estrangeiros
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Economias do APEC, sendo algumas das mais dinâmicas e ricas do mundo, atraem uma grande
quantidade de investimentos estrangeiros diretos (IED). Esse foco nos países do APEC pode
desviar investimentos que poderiam ter sido direcionados para países africanos, incluindo
Moçambique. Moçambique pode buscar atrair investimentos de membros do APEC por meio de
parcerias estratégicas e acordos bilaterais, beneficiando-se das oportunidades econômicas
oferecidas por essas economias avançadas.
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5. Conclusão

Em um mundo cada vez mais interconectado, os blocos econômicos regionais desempenham um


papel crucial na configuração das economias globais. Eles oferecem plataformas para a
cooperação econômica, a redução de barreiras comerciais e a promoção de investimentos,
beneficiando diretamente seus membros.

No entanto, a influência desses blocos também impõe desafios significativos para os países não
membros, que devem encontrar maneiras de se adaptar e prosperar em um ambiente comercial
competitivo. Moçambique, como exemplo, pode explorar parcerias estratégicas, investir em
inovação e buscar a diversificação de seus mercados de exportação para mitigar os impactos
negativos e aproveitar as oportunidades oferecidas pela economia global.

Ao final, compreender a dinâmica e os efeitos dos blocos econômicos regionais é essencial para
formular políticas eficazes e promover um desenvolvimento econômico inclusivo e sustentável
em todo o mundo.
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6. Referências Bibliográficas

1. Bhagwati, J. (2008). Em Defesa da Globalização. Oxford University Press.


2. Baldwin, R. (2016).A Grande Convergência: Tecnologia da Informação e a Nova
Globalização. Harvard University Press.
3. Frankel, J. A., & Rose, A. K. (2002). Uma Estimativa do Efeito das Moedas Comuns sobre o
Comércio e a Renda. The Quarterly Journal of Economics, 117(2), 437-466.
4. Freund, C., & Ornelas, E. (2010). Acordos de Comércio Regional. Annual Review of
Economics, 2, 139-166.
5. Hettne, B., Inotai, A., & Sunkel, O. (1999). Globalismo e o Novo Regionalismo. Macmillan
Press Ltd.
6. Krugman, P. R. (1991). A Mudança para Zonas de Livre Comércio. Economic Review, 76(6),
5-25.
7. Schiff, M., & Winters, L. A. (2003). Integração Regional e Desenvolvimento. Publicações do
Banco Mundial.
8. Venables, A. J. (2003). Vencedores e Perdedores dos Acordos de Integração Regional. The
Economic Journal, 113(490), 747-761.

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