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Daemons: Espíritos da Mitologia Grega

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Nota: Para outros significados, veja Daemon (desambiguação).

Eudaimon que personifica a boa sorte,


mosaico de Antioquia, c. 2 AD.

Daemon (em grego δαίμων, transliteração daímôn, tradução "divindade", "espírito"), no plural
daemones (em grego δαίμονες) é um tipo de ser que em muito se assemelha aos gênios da
mitologia árabe.

A palavra daímôn se originou com os gregos na Antiguidade; no entanto, ao longo da História,


surgiram diversas descrições para esses seres. O nome em latim é daemon, que veio a dar o
vocábulo em português demônio.

São deuses de determinadas entidades da natureza humana, como a Loucura, a Ira, a Tristeza,
etc. Xenócrates associava os deuses ao triângulo equilátero, os homens ao escaleno, e os
daimons ao isósceles.[1]

Seu temperamento liga-se ao elemento natural ou vontade divina que o origina. Não se fala em
"bem" ou "mal". Um mesmo daemon pode apresentar-se "bom" ou "mau" conforme as
circunstâncias do relacionamento que estabelece com aquele ou aquilo que está sujeito à sua
influência.

No plano teleológico, os gregos falavam de eudaemon (εὐδαίμων, eu significando "bom",


"favorável") e cacodaemon (κακοδαίμων, kakos significando "mau"):[2] por isso, a palavra grega
que designa o fenômeno da felicidade é Eudaimonia (εὐδαιμονία). Ser feliz para os gregos é
viver sob a influência de um bom daemon.[3]. Assim é a forma como Sócrates se refere a seu
daemon [4].

O conceito original entre os gregos ainda os conecta:

aos elementos da natureza, surgidos em seguida aos deuses primordiais. Assim, há


daimones do fogo, da água, do mar, do céu, da terra, das florestas, etc.

a espíritos que regem ou protegem um lugar, como uma cidade, fonte, estrada, etc.
às afetações humanas, de corpo e de espírito, tendo sido estes daimones criados depois.
Entre eles estão: Sono, Amor, Alegria, Discórdia, Medo, Morte, Força, Velhice, Ciúmes etc.[5]

Na antiga Grécia eram ligados a Deusa anciã Hécate, muitos deles viviam entre os mortos
no Submundo, porém alguns viviam entre os deuses no Olimpo, outros viviam entre os mortais
na Terra.

O termo "daímôn" o gênio pessoal, usado por Sócrates quando ao contrário de seus colegas
sofistas não abriu escola assim como não cobrou dinheiro por seus ensinamentos. Ele dizia que
apenas falava em nome do seu "daímôn", do seu gênio pessoal.

A palavra "daímôn", da qual fizeram o termo demônio, não era, na Antiguidade, tomada à parte
má, como nos tempos modernos. Não designava exclusivamente seres malfazejos, mas todos
os Espíritos, em geral, dentre os quais se destacavam os Espíritos Superiores, chamados de
Deuses, e os menos elevados, ou Demônios propriamente ditos, que comunicavam diretamente
com os homens.[6]

Lista de daemones

Cacodaemones (Κακοδαίμονες), é um grupo de espíritos maus que personificavam todos os


males que devastam a humanidade.

Agatodaemones (Ἀγαθοδαίμονες) ou Eudaemones (Εὐδαίμονες), é um grupo de espíritos bons


que personificavam as virtudes, que acompanham os homens como seus guardiões durante
toda a vida.

Daemones Criseus (∆αίμονες Χρύσαιοι) ou Hagnos (Ἁγνοί) ou Epictônios (Ἐπιχθόνιοι), eram os


espíritos bem-aventurados da Idade de Ouro, eram trinta mil espíritos habitantes dos céus, que
vigiavam os atos dos homens e recompensavam os justos com prosperidade agrícola.

Daemones Argireus (∆αίμονες Ἀργύραιοι) ou Macaros (Μακαροί) ou Hiperctônios


(Ὑπερχθόνιοι), eram os espíritos bem-aventurados da Idade de Prata, eram espíritos habitantes
das profundezas da terra, que vigiavam os atos dos homens e recompensavam os justos com
prosperidade agrícola.

Adefagia (Ἀδηφαγία) era a personificação da gula, da prosperidade agrícola e da fartura no lar.

Adicia (Ἀδικία) era a personificação da injustiça, companheira de Oizus, a miséria.

Aergia (Αἐργία) era a personificação da preguiça e da indolência, e habitava junto de Hesiquia, a


quietude, no palácio de Hipnos.

Agon (Ἀγών) era a personificação dos concursos, desafios e disputas solenes, presente nos
Jogos Olímpicos, nas peças teatrais e também nos debates e discussões filosóficas.
Aedos (Αἰδώς) ou Aesquine (Αἰσχύνη) era a personificação da vergonha, da humildade e do
pudor, representava o sentimento da dignidade humana, tendo como qualidade o respeito ou a
vergonha que reprime aos homens do inapropriado.

Alala (Ἀλαλά) era a personificação do grito de guerra. Fazia parte do séquito de Ares, cujo grito
de guerra era seu nome. Filha de Polemos.

Alastor (Ἀλάστωρ) era a personificação da punição contra a descendência daqueles que


cometeram crimes contra a família. Era companheiro das Erínias.

Alce (Ἀλκή) era a personificação da força, da valentia e da coragem, e que acompanhava Ares, o
deus da guerra, em suas batalhas.

Aletheia (Ἀλήθεια) era a personificação da verdade, da honestidade e da sinceridade. Seus


opostos eram Dolos, a trapaça, Apate, o engano, e Pseudos, a mentira. Criada por Prometeu.

Alexiares (Αλεξιάρης) e Anicetos (Ανίκητος) eram dois deuses menores do Olimpo, que
presidiam sobre a defesa de cidades fortificadas e cidadelas. Filhos de Héracles e Hebe.

Algos (Ἄλγος) ou as Algea (Ἄλγεα) era uma Daemon ou um grupo de Daemones que
personificavam o sofrimento e a dor, tanto física quanto emocional, que traziam aos homens os
lamentos e as lágrimas.

Acos (Ἄχος) era a dor física, a dor do corpo causada pelas doenças, pelos venenos e pelas
feridas que podem levar à morte;

Ania (Ἀνία) era a dor psicológica, a dor da mente causada pelo estresse, os problemas e as
aflições da vida;

Lipe (Λύπη) era a dor emocional, a dor do coração causada pelo sofrimento, pela tristeza e
pelos problemas da vida sentimental;

Amecania (Ἀμηχανία) ou Aporia (Ἀπορία) era a personificação da impotência, da dificuldade, do


desamparo e da falta de meios, era companheira de Penia, a pobreza, e Ptoqueia, a
mendicidade.

As Anfilogias (Ἀμφιλογίαι) eram a personificação dos conflitos, das disputas e das contendas
realizadas fora dos campos de batalha, na vida cotidiana.

Anaideia (Ἀναίδεια) era a personificação da crueldade, do despudor, e do imperdoável, ela era


uma companheira de Hibris, o orgulho, e Coros, o desdém.

As Androctasias (Ἀνδροκτασίαι) eram a personificação das matanças e dos homicídios


ocorridos durante as guerras. Filhas de Éris.
Angelia (Ἀγγελία) era a personificação das mensagens, das notícias e das proclamações. Ela
era companheira de Arete, a virtude, e Eucleia, a excelência.

Anoia (Ἄνοια) era a personificação da demência, companheira de Lissa, a fúria, de Mania, a


loucura, e de Coalemos, a estupidez.

Anteros (Ἀντέρως) era o deus do amor não correspondido. Ele punia os que desprezavam o
amor e os cortejos do outro, portanto era o vingador do amor. Filho de Ares e Afrodite.

Apate (Ἀπάτη) era a personificação da malícia, do engano, do ardil, da fraude e da traição. Era
companheira de Ate, a ruína, e de Dolos, a astúcia.

Afeleia (Ἀφέλεια), era a personificação da humildade e da simplicidade. Afeleia era


companheira de Aedos, a modéstia, e de Eulabeia, a discrição.

As Aras (Ἀραί) eram a personificação das maldições, viviam no mundo subterrâneo junto a suas
irmãs e companheiras, as Erínias.

Ate (Ἄτη), era a personificação da ruína, das ações irreflexivas e de suas conseqüências. Era
companheira de Apate, o engano, e de Dolos, a astúcia. Filha de Éris.

Bia (Βία) era a personificação da força e da violência, filha de Palas e Estige, irmã de Zelos,
disputa, Cratos, poder, e Nice, vitória, faziam parte do cortejo de Zeus.

Cacia (Κακία) era a personificação do vício e da imoralidade. Ela era descrita como uma
horrenda mulher gorda e vaidosa, muito maquiada e vestida com roupas reveladoras.

Cairos (Καιρός) também chamado de Poros (Πόρος), era a personificação da oportunidade, da


conveniência e dos meios para se conseguir algo. Como Cairos, era filho de Zeus e Tique, e
como Poros era filho de Métis, mas também poderia ser considerado um deus primordial.

Cale (Καλή) ou Calis (Καλλείς) era a personificação da beleza e graça, Geralmente retratada
como uma das três Cárites, possivelmente Aglaia, esposa de Hefesto, mãe das Cárites mais
jovens.

Caronte (Χάρων) era o barqueiro do inferno, encarregado de orientar as sombras dos mortos
recentes de um lado para o outro do rio Aqueronte, filho de Nix e Érebo.

Coalemos (Κοάλεμος) era a personificação da estupidez e da insensatez, companheira de Lissa,


a fúria, de Mania, a loucura, e de Anoia, a demência.

Comos (Κώμος) era um Daemon ou Sátiro que personificava os festejos e as orgias,


companheiro de Gelos, o riso. Filho de Dioniso.
Coros (Κόρος) era a personificação da insolência e o desdém. Era irmão de Dissébia, a
impiedade, e filho de Hibris, o orgulho excessivo.

Cratos (Κράτος) era a personificação da força e da violência, filha de Palas e Estige, irmã de
Zelos, disputa, Bia, violência, e Nice, vitória, faziam parte do cortejo de Zeus.

Ctésios (Κτήσιος) era a personificação da proteção do lar e da propriedade. Era filho de Soter, a
salvação, e Praxidice, exigir justiça, e irmão das Praxidices: Arete, a virtude, Homonoia, a
concórdia, e Calocagatia, a nobreza.

Deimos (∆είμος) era a personificação do terror, companheiro inseparável de Fobos, o medo. Era
filho de Ares e de Afrodite, alguns o consideram filho de Éter e Gaia.

Diceosine (∆ικαιοσύνη) era a personificação da conduta justa e correta dos homens em sua
vida diária, diferente de Dice, a justiça legal, baseada em leis propostas por uma sociedade.
Filha de Nomos, a lei, e Eusebia, a piedade, ou possivelmente uma filha de Zeus.

Dolos (∆όλος) era a personificação do ardil, da fraude, do engano, da astúcia, das malícias, das
artimanhas e das más ações. Era companheiro de Apate, o engano, e de Ate, ruína.

Disnomia (∆ύσνομια) era a personificação da desordem civil e a ilegalidade. companheira


de Adicia, a injustiça, de Ate, a ruína, e de Hibris, o orgulho. Filha de Éris.

Dissébia (∆υσσέβια) era a personificação da impiedade. Ela era filha de Hibris, o orgulho, e irmã
de Coros, o desprezo.

Ecequeria (Ἐκεχειρία) era a personificação da trégua e o cessar das hostilidades. Companheira


da deusa Irene, a paz. Ela era homenageada em Olímpia, durante os Jogos Olímpicos, quando
era declarada uma trégua geral entre os estados da Grécia.

Eleos (Ἔλεος) era a personificação da piedade, da caridade e da misericórdia. Companheiro de


Eusebia, a piedade.

Eleutheria (Ἐλευθερία) era a personificação da liberdade.

Elpis (Ἐλπίς) era a personificação da esperança, mãe de Feme, a fama. Ela é descrita como uma
jovem mulher geralmente carregando flores e a cornucópia. É mencionada no mito da caixa
de Pandora, na qual estava encerrada.

Ênio (Ἐνυώ) era uma antiga deusa destruidora de cidades e é representada coberta de sangue e
levando as armas de guerra. Era estava sempre junto de Fobos e Deimos como companheiros
de Ares, alguns diziam que era como sua irmã, mas com ele foi mãe de Enialios.

Enialios (Ἐνυάλιος), era um deus menor da guerra e um atendente de Ares, seu filho com Ênio, a
carnificina, assim como sua mãe, era o deus responsável pelos horrores da guerra e a
destruição das cidades.

Epialos (Ἐπιάλος) Epialtes (Ἐπιάλτης) ou Epiales (Ἐπιάλης) era a personificação dos pesadelos,
enquanto que seu irmão Oniros era dos sonhos, faziam parte dos inúmeros filhos da deusa Nix,
ou de Hipnos e Pasiteia.

Epidotes (Ἐπιδώτης) era a personificação da purificação, que desviava a ira de Zeus. Era
assistente de Apolo que presidia sobre os ritos de purificação que eliminam contaminação
pelos assassinatos.

Epifron (Ἐπίφρων) era a personificação da prudência, e com ela a sagacidade, a reflexão e a


solicitude.

Éris (Ἔρις) é a deusa da discórdia, filha de Nix, ou segundo outros de Zeus e Hera, companheira
inseparável de Ares, foi a responsável por dar início a Guerra de Tróia.

Érides (Ἔριδες) eram um grupo de Daemones, filhos de Éris, que personificavam os malefícios
que assolavam toda a humanidade, geralmente associados com a Guerra e a Matança.

Ponos (Πόνος), o esforço.

Lete (Λήθη), o esquecimento.

Limos (Λίμος), a fome

As Algea (Ἄλγεα), as dores,

As Hisminas (), as disputas.

As Macas (Μάχαι), as batalhas

Os Fonos (Φόνοι), as matanças.

As Androctasias (Ἀνδροκτασίαι), os massacres.

As Neicea (Νείκεα), as rixas.

As Pseudea (Ψεύδεα), as mentiras.

As Anfilogias (Ἀμφιλογίαι), as ambiguidades.

Disnomia (∆ύσνομια), a desordem.

Ate (Ἄτη), a ruína.

Horcos (Ὅρκος), o juramento.

Eros (Ἔρως) era o Daemon ou Deus responsável pela atração sexual, pelo amor e pelo desejo,
venerado também como um deus da fertilidade. De acordo com cada versão, poderia ser um
deus primordial, nascido junto do Caos, ou um filho de Nix e Érebos, mas geralmente é
considerado um filho de Ares e Afrodite. Pai de Hêdone com a mortal Psique.
Os Erotes (Ἔρωτες) são um grupo de deuses alados do amor e do desejo sexual, e fazem parte
do cortejo de Afrodite, acompanham Eros e Anteros. Individualmente os Erotes são por vezes
ligados aos aspectos particulares do amor, e estão freqüentemente associados com o desejo
do mesmo sexo.

Filotes (Φιλότης) o carinho.

Himeros (Ἵμερος) o desejo.

Pothos (Πόθος) a saudade.

Hermafrodito (Ἑρμαφρόδιτος), a alma-gêmea.

Hedilogos (Ἡδυλόγος ) os cortejos.

Himeneu (Ὑμέναιος), o casamento.

Hêdone (Ἡδονή) o prazer.

Étos (Ἤθος) era a personificação da ética, a inclinação de uma personalidade, filho de Nomos, a
lei, e Eusebia, a piedade, e irmão de Nous, o pensamento, Sofia, a sabedoria, e Diceosine, a
justiça natural.

Eucleia (Εὐκλεία) era a personificação da boa reputação, companheira das três Cárites mais
jovens, Eufeme, a aclamação, Eutenia, a prosperidade, Filofrosine, a amabilidade, filhas de
Hefestos e Aglaia.

Eudaimonia (Εὐδαιμονία) era a personificação da alegria e da felicidade. Geralmente retratada


como uma das três Cárites, possivelmente Eufrosine.

Eufeme (Εὐφήμη) era a personificação da aclamação, companheira das três Cárites mais
jovens, Eucleia, a boa reputação, Eutenia, a prosperidade, Filofrosine, a amabilidade, filhas de
Hefestos e Aglaia.

Eulábeia (Εὐλάβεια), era a personificação da discrição e da cautela, companheira de Afeleia, a


simplicidade, e de Aedos, a modéstia.

Eusebia (Εὐσέβια) era a personificação da piedade, da lealdade e do respeito filial, ela era
esposa de Nomos, a lei, com quem foi mãe de Diceosine, a justiça natural, além de Étos, a
personalidade, Nous, o pensamento, e Sofia, a sabedoria.

Eupraxia (Εὐπραξία) era a personificação do êxito e da boa conduta. Era considerada uma filha
de Soter, a proteção, e Peitharquia, a obediência.

Eutenia (Εὐθενία) era a personificação da prosperidade e a abundância, companheira das três


Cárites mais jovens, Eucleia, a boa reputação, Eufeme, a aclamação, e Filofrosine, a amabilidade,
filhas de Hefestos e Aglaia.
Feme (Φήμη) ou Ossa (Ὄσσα) era a personificação dos rumores, as fofocas e a
fama. Considerada uma mensageira de Zeus. Alguns a consideram como filha de Elpis, de
Afrodite, de Oceano e Tétis, ou a última filha de Gaia.

Filofrosine (Φιλοφροσύνη) era a personificação da amabilidade, companheira das três Cárites


mais jovens, Eucleia, a boa reputação, Eufeme, a aclamação, Eutenia, a prosperidade, filhas de
Hefestos e Aglaia.

Filotes (Φιλότης) era a personificação da amizade e do carinho, da ternura e do afeto, tanto


emocional quanto sexual, estava relacionada ao amor entre familiares, ou entre o mestre e seu
aluno. Ela era a filha de Nix.

Fobos (Φόβος) era a personificação do medo. Geralmente era o filho de Ares e Afrodite, ele e
seu irmão Deimos, terror, acompanhavam seu pai em cada batalha. Mas também poderia ser
filho de Éter e Gaia.

Os Fonos (Φόνοι) eram a personificação dos assassinatos e as matanças que ocorriam fora
dos campos de batalha, no cotidiano. Filhos de Éris.

Frice (Φρίκη) era a personificação do horror, o pânico e o desespero, companheira de Fobos,


medo, e Deimos, terror.

Ftisis (Φθίσις) era a personificação da decadência e do desperdício.

Ftonos (Φθόνος) era a personificação do ciúme e da inveja. Ele era associado em particular com
as paixões do amor ciumento. Poderia ser filho de Afrodite e Dioniso.

Fuge (Φύγη) era a personificação da fuga ou do exílio, companheira de Fobos, o medo, e


Deimos, o terror.

Gelos (Γέλως) era um Daemon ou Sátiro que personificava o riso e a alegria, companheiro de
Comos, a orgia. Filho de Dioniso.

Geras (Γήρας) era a personificação da velhice, desprezado pelos deuses e pelos homens, e que
era tido como companheiro e prelúdio inevitável de Tânato, a morte.

Harmonia (Ἁρμονία) é a deusa da harmonia e da concórdia, embora fosse filha de Ares e


Afrodite, não era considerada entre os deuses olímpicos, era a única irmã de Eros, a atração,
Anteros, a repulsão, Fobos, o medo, e Deimos, o terror.

Hebe (Ἥβη) era a personificação da juventude, embora fosse filha de Zeus e Hera, não era
considerada entre os deuses olímpicos, era a copeira dos deuses: enchia suas taças com
néctar, era uma serva particular de Hera e atrelava os cavalos a seu carro e banhava e vestia seu
irmão Ares. Se casou com Héracles com quem foi mãe de dois filhos, Alexiares e Anicetos.
Hêdone (Ἡδονή) era a personificação de todos os tipos de prazeres da vida, mas principalmente
o prazer sexual. Filha de Eros, o amor, e da mortal Psique.

Hedilogos (Ἡδυλόγος) era a personificação das palavras doces, os elogios e os cortejos, e por
isso era considerado como um dos Erotes. As vezes era listado entre os filhos de Afrodite e
Hermes, e por isso irmão de Peito, a persuasão.

Hermafrodito (Ἑρμαφρόδιτος) era um filho de Hermes e de Afrodite, foi amado pela Ninfa
Salmacis que suplicou aos deuses para uni-los para sempre, por esse motivo se tornou um deus
de ambos os sexos, personificação das almas-gêmeas, era considerado como um dos Erotes.

Hesiquia (Ἡσυχία) era a personificação da calma, do repouso, do silêncio e da quietude. Ela era
filha de Dice, deusa de justiça, e vivia junto de Aergia, a preguiça, no palácio de Hipnos.

Himeros (Ἵμερος) era a personificação da paixão e da luxúria causada pelo desejo sexual, era
considerado como um dos Erotes.

Horcos (Ὅρκος) era a personificação dos juramentos e velava por seu cumprimento, castigando
o perjúrio. Filho de Éris. Também poderia ser considerado filho de Éter e Gaia.

Hormes (Ὅρμης) era a personificação do impulso criativo, da ação iniciada, do esforço, do


empenho e do entusiasmo que gera o trabalho.

Hibris (Ὕβρις) era a personificação da insolência, da arrogância, do excesso de orgulho e da


falta de moderação, mãe de Coros, o desdém, e Dissebia, a impiedade.

Himeneu (Ὑμέναιος) também conhecido como Himen (Ὑμέν), é o deus das cerimônias de
casamento, era o inspirador das festas e das canções. Filho de Apolo e Afrodite ou de Dioniso e
Afrodite, ou de Apolo e uma das Musas, Caliope, Terpsicore, Urania ou Clio, ou ainda filho do
mortal Magnes.

Hipnos (Ὕπνος) era personificação do sono. Sua mãe era Nix, e era irmão gêmeo de Tânato,
a morte. Vivia em um palácio na Trácia ou junto de sua mãe e irmão em um palácio no reino do
mortos. Era pai dos Oniros, sonhos, com a Cárite Pasiteia.

As Hisminas (Ὑσμίναι) eram a personificação dos combates e das disputas que ocorriam fora
dos campos de batalha, no cotidiano. Filhas de Éris.

Ilítia (Εἰλείθυια) era a deusa dos nascimentos e protetora dos bebês, patrona das parteiras,
embora fosse filha de Zeus e Hera, não era classificada entre os deuses olímpicos, mas sim
como uma deusa menor, auxiliar de outras deusas parteiras, como Ártemis, Hecáte e Cloto.

Ioce (Ἰωκή), era a personificação da perseguição no campo de batalha, e que acompanhava


Ares em suas batalhas.
Iscnasia (Ἰσχνασία), era a personificação da devastação, da desolação e do desperdício, ligadas
a morte e ao sofrimento.

Lete (Λήθη) era a personificação do esquecimento, filha de Éris, é também um dos rios do
inferno que corre sobre os Campos Elísios. Beber de suas águas provocava um esquecimento
completo.

Limos (Λίμος), era a personificação da fome, filha de Éris. a mando de Deméter, castigou o rei
Erisicton com uma violenta fome, por este ter violado um bosque sagrado da deusa.

As Litas (Λιταί) eram a personificação das orações e das súplicas que os homens faziam nos
momentos em que Ate, desespero e desgraça, são causados geralmente por sua Hibris, orgulho
excessivo.

Lugra (Λυγρά) eram a personificação das pragas que devastam a humanidade. É mencionada
no mito da caixa de Pandora, na qual estava encerrada.

Lissa (Λύσσα) era a personificação da ira, da raiva, da fúria desenfreada, nasceu


de Nix fecundada pelo icor de Urano ao ser castrado por Cronos, companheira de Coalemos, a
estupidez, de Mania, a loucura, e de Anoia, a demência.

Macas (Μάχαι) eram a personificação das batalhas e os combates que ocorriam durante a
guerra. Filhas de Éris, formavam um grupo de Daemones que acompanhavam Ares:

Proioxis (Προίωξις, ) a investida, é a personificação da investida, o ataque, o avanço nos


campos de batalha;

Palioxis (Παλίωξις), a retirada, é a personificação da retirada, a fuga, o retrocesso dos


campos de batalha;

Cidoimos (Κύδοιμος), a desordem, ou Homados (Ὅμαδος), o tumulto, é a personificação da


confusão, do tumulto, do fragor da batalha.

Mania (Μανία) ou Manias (Μανίαι) eram a personificação da loucura, da demência, da


insanidade e do frenesi sagrado. companheira de Coalemos, a estupidez, de Lissa, a fúria, e de
Anoia, a demência.

Megalopsiquia (Μεγαλοψυχία), era a personificação da magnanimidade, a superioridade


alcançada pela glória, pela virtude e pela a nobreza. Companheira das Praxidices: Arete, a
virtude, Homonoia, a unidade, e Calocagatia, a nobreza.

Mete (Μέθη) era uma Ninfa bacante que personificava a embriaguez, companheira de Dioniso,
esposa de Estafilos, o cacho de uvas, e com este mãe de Botris, fruta da uva.
As Moiras (Μοίραι) três deusas que personificavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos
homens. Eram três mulheres lúgubres, vestidas com túnicas brancas, responsáveis por fabricar,
tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos, podiam ser filhas de Nix, ou
de Zeus e Têmis, ou ainda de Aeon e Ananque.

Cloto (Κλωθώ) a fiandeira, segurava o fuso e tecia o fio da vida.

Láquesis (Λάχεσις) a distribuidora, puxava e enrolava o fio tecido e media o seu


comprimento.

Átropos (Άτροπος) a inevitável, ela cortava o fio da vida.

Momo (Μώμος) era a personificação do sarcasmo, da zombaria, da crítica, e da ironia. Vivia no


Olimpos, até ser expulso para a Terra, por causa de suas constantes zombarias com os deuses.

Moros (Μόρος) ou Oletros (Ὀλέθρος), era a personificação da sorte, do destino e da


condenação iminente dos homens. junto com seus irmãos, as Moiras, as distribuidoras do
destino, Quer, a fatalidade, as Queres, a morte violenta, e Tânato, a morte tranquila, eles
formavam um grupo de divindades que presidiam sobre o destino, também poderia ser
associado com Aeon, um deus primordial.

Neicos (Νεικός) ou as Neicea (Νείκεα), era a personificação do ódio, da raiva, das disputas, das
rixas, das queixas, das discussões e das ofensas. Filhos de Éris.

Nêmesis (Νέμεσις) era uma Daemon ou uma Deusa que personifica a distribuição equitativa da
justiça, da ética e da moral, do castigo, da vingança e da fortuna. Castigava aos orgulhosos, os
que não obedeciam aos deuses, aos filhos desobedientes a seus pais, vingava aos amantes
infelizes.

Nice (Νίκη) era a personificação da vitória, filha de Palas e Estige, irmã de Zelos, disputa, Bia,
violência, e Nice, vitória, faziam parte do cortejo de Zeus. Representada por uma mulher alada
com uma coroa de louro na mão, capaz de correr e voar com grande velocidade, era a portadora
da boa sorte.

Nomos (Νόμος) era a personificação da lei cívica, estabelecida pelo estado e pela sociedade, os
direito e deveres, os bons costumes, matinha a ordem e a harmonia entre os homens e seu
comportamento em sociedade. Com Eusebia, a piedade, e foi pai de Diceosine, a justiça natural,
de Étos, a ética, de Nous, o pensamento, e de Sofia, a sabedoria.

Nosoo (Νόσοως) ou os Nosos (Νόσοι) eram a personificação das doenças, que devastam a
humanidade. É mencionada no mito da caixa de Pandora, na qual estava encerrada.

Nous (Νούς) era a personificação da inteligência, do pensamento e da razão, filho de Nomos, lei,
e Eusebia, piedade, irmão de Diceosine, a justiça natural, de Étos, a ética, e de Sofia, a
sabedoria.
Oizus (Ὀιξύς) era a personificação da angústia, da miséria e da tristeza. Companheiro das
Algea, as dores, de Limos, a fome, de Penia, a pobreza, de Ptoqueia, a mendicidade, de
Amecania, a necessidade, e de Pentos, os lamentos.

Oniro (Ὄνειρος) ou os Oniros (Ὄνειροι) eram a personificação dos sonhos, geralmente eram
mensageiros de Zeus aos homens, viviam em um palácio no reino dos mortos, e todas as noites
atravessavam dois portais, um de chifres e um de marfim, geralmente era um filho de Nix, ou
vários filhos de Hipnos e Pasiteia:

Morfeu (Μορφεύς), a forma, que se destaca como chefe dos Oniros, é o responsável por
produzir as imagens humanas nos sonhos e levar mensagens aos homens.

Icelo (Ἴκελος), o semelhante, ou Fobetor (Φοβήτορ), o temido, que aparece nos sonhos com
forma de serpente, pássaro ou qualquer outro animal.

Fantaso (Φάντασος), a imagem, que apresenta imagens de terra, rochas, água e madeira.

Oporia (Ὀπωρία) era a personificação da prosperidade e da abundância agrícola, associada com


a generosidade das ricas colheitas.

Paeon (Παιήων) era um Deus da cura, era principalmente o médico dos deuses, que foi
assimilado mais tarde pelo culto de Apolo e de Asclépio.

Paregoros (Παρηγόρος) era a personificação do consolo, o conforto e as palavras suaves. Era


uma companheira de Afrodite, assim como Peito, a persuasão, poderia ser filha de Hermes e
Afrodite, ou de Oceano e Tétis.

Peitarquia (Πειθαρχία) era a personificação da obediência ao comando, uniu-se a Soter, a


proteção, e gerou Eupraxia, a boa conduta.

Peito (Πειθώ) era a personificação da persuasão e as palavras sedutoras. Era uma


companheira de Afrodite, assim como Paregoros, conforto, poderia ser filha de Hermes e
Afrodite, ou de Oceano e Tétis.

Penia (Πενία) era a personificação da pobreza, a necessidade, a dificuldade, a falta de meios,


era odiada e marginalizada por todos os homens. Era companheira de Ptoqueia, a mendicidade,
e Amecania, o desamparo, também poderia ser associada com Ananque, a necessidade, como
uma deusa primordial.

Pentos (Πένθος) era a personificação da dor, do luto, do sofrimento, da tristeza, do pesar e da


lamentação, que traziam aos homens as lágrimas. Companheiro das Algea, as dores, de Limos,
a fome, de Penia, a pobreza, de Ptoqueia, a mendicidade, de Amecania, a necessidade, e de
Oizus, a miséria.

Pistis (Πίστις) era a personificação da confiança, da honestidade e da boa fé.


Plutos (Πλούτος) ou Eniatos (Ἐνιάτος) era a personificação da riqueza e da prosperidade.
Antigamente era associado exclusivamente com a generosidade das ricas colheitas. Mais tarde,
ele passou a representar a riqueza em termos mais gerais. Filho de Tique, a fortuna, ou de
Deméter e Iasion.

Poine (Ποινή) ou Poines (Ποιναί) eram a personificação da vingança, da punição, do castigo e


da penalidade lançada aos homens culpados por homicídio. Estava relacionada com Praxidices,
impõe a justiça, e com as Erínias, as vingadoras dos terríveis crimes contra os pais.

Polemos (Πολέμος) a personificação da guerra e da batalha, tanto no campo de batalha quanto


fora dele. Era mãe de Alala, o grito de guerra, companheira das Macas, as batalhas,
Androctasias, os massacres, Hisminas, as disputas, e os Fonos, os assassinatos.

Pompe (Πόμπη) era a personificação do cortejo religioso, principalmente, as procissões de


fertilidade realizadas em honra de Dioniso.

Ponos (Πόνος) era a personificação do trabalho pesado, do esforço necessário, e da fadiga,


como o trabalho exigido aos agricultores com o intuito de sobreviver. Filho de Éris.

Poros (Πόρος) era a personificação da oportunidade, a conveniência, os meios para se


conseguir algo e da utilidade, unido com Penia, a pobreza, foi pai de Eros. Poderia ser associado
a Cairos ou Aeon, como um deus primordial.

Potos (Πόθος) era a personificação do anseio e da nostalgia provocadas pela paixão, de humor
inconstante, filho de Zéfiro e Íris. Era considerado um dos Erotes, companheiros de Afrodite.

Praxidice (Πραξιδίκη) era a personificação da justiça exata, impossível de escapar, vivia no


mundo dos mortos junto com Poine, a punição, com Soter, a salvação, teve três filhas: Arete, a
virtude, e Homonoia, a unidade, Calocagatia, a nobreza, além de Ctesios, o lar.

As Praxidices (Πραξιδίκαι) eram a personificação da justiça exata, impossível de escapar. Eram


três filhas de Soter, a proteção, e Praxidice, a justiça exata, e viviam no mundo dos mortos ao
lado das Poines e Erínias.

Arete (Ἀρέτη), virtude, personificava a virtude, a excelência, a bondade e a coragem.

Homonoia (Ὁμόνοια), unidade, personificava a concórdia, a conciliação, e a unidade de


pensamento.

Calocagatia (Καλοκαγαθία), nobreza, personificava a honra, a nobreza e a bondade.

Profasis (Πρόφασις) era a personificação da humildade e o perdão, que desculpa os males


causados pelos homens, pela mentira, a falsidade e a difamação, fugiu para o céu junto de
Aedos e Nêmesis quando o homem foi dominado por esses sentimentos.
Pseudos (Ψεύδος) ou as Pseudea (Ψεύδεα) eram a personificação das mentiras e das
falsidades. Eram companheiras de Apate, o engano, de Ate, ruína, de Dolos, as artimanhas.

Ptoqueia (Πτωχεία) era a personificação da mendicidade, portanto, era odiada e marginalizada


por todos os homens. Era companheira de Penia, a pobreza, e Amecania, o desamparo,

Quer (Κήρ) também chamada de Ananque, era a personificação do destino cruel, fatal e
impossível de escapar, ela traz a morte aos homens. Como Quer era considerada um filha de
Nix, mas como Ananque, era considerada uma deusa primordial.

As Queres (Κήρες) eram a personificação da morte violenta, lideradas por Quer, a fatalidade,
que junto de Moros, o destino, e das três Moiras, deusas do destino, formavam um grupo que
presidia sobre o destino dos homens. Companheiras de Tânato, nas batalhas.

Sofia (Σοφία) era a personificação da sabedoria e o conhecimento, geralmente ligada a filosofia,


aos grandes mestres do passado, as experiências da vida que surgem com o decorrer da idade,
companheira de Geras, a velhice. Filha de Nomos, a lei, e Eusebia, a piedade.

Soter (Σωτήρ) era a personificação da segurança, da proteção e do livramento do mal. Com


Peitarquia, a obediência, e gerou Eupraxia, a boa conduta, depois com Praxidice, a exigir justiça,
e gerou as Praxidices: Arete, a virtude, Homonoia, a concórdia, e Calocagatia, a nobreza,
também foi pai de Ctesios, o lar.

Sofrosine (Σωφροσύνη) era a personificação da moderação, da discrição e do auto-controle.

Tecmor (Τέκμωρ) era a personificação da meta, do objetivo e da finalidade. Poderia ser


associada com Penia, a pobreza, assim como uma deusa primordial.

Tecne (Τέχνη) era a personificação da arte, da habilidade técnica e dos trabalhos manuais. Ela
foi associada com os ferreiros e os artesãos.

Telete (Τελέτη) era uma Ninfa bacante que personificava os ritos de iniciação e consagração
das orgias báquicas. Ela era filha de Dioniso com a Ninfa Nicea, e acompanhava o cortejo de
seu pai.

Tânato (Θάνατος) era a personificação da morte não violenta. Seu toque era suave, como o de
seu irmão gêmeo Hipnos, o sono. Vivia em um palácio na Trácia ou junto de sua mãe e irmão
em um palácio no reino do mortos.

Teoria (Θεωρία) era a personificação das festas, da alegria e da felicidade da lavoura, foi
associada com a alegria proporcionada nos banquetes no Simpósio.

Trasos (Θράσος) era a personificação da imprudência, da audácia, da insolência e da ação


excessiva. Era companheiro de Ate, a ruína, e Híbris, o orgulho.
Zelos era a personificação da rivalidade, filho de Palas e Estige, irmão de Cratos, poder, Bia,
violência, e Nice, vitória, faziam parte do cortejo de Zeus.

Bibliografia

CHÂTELET, François "Uma História da Razão"

SPINELLI, Miguel. "O Daimónion de Sócrates/ The Daímon of Sócrates". In: Revista Hypnos,
Antiguidade Clássica. São Paulo, n.16, 2006, p. 32-61 - acessível em
[Link]

Referências

1. ↑ «Stanford Encyclopedia of Philosophy - Xenócrates» .

2. ↑ «Encyclopedia Mythica» .

3. ↑ «Stanford Encyclopedia of Philosophy - A Ética de Aristóteles» (em inglês).

4. ↑ «Fantastipedia» .

5. ↑ «Theoi Greek Mythology» .

6. ↑ Kardec, Allan.O Evangelho segundo o Espiritismo. tradução de Guillon Ribeiro da 3. Ed


Francesa, revista, corrigida e modificada pelo autor em 1866. 131 ed. 2. imp. Brasília, FEB. 2012.
introdução. pagina.35.

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