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Projeto de Pavimento Rodoviário em Capalanca

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INTRODUÇÃO

Este trabalho irá retratar sobre projeto de construção de um pavimento rodoviário na


estrada antiga do Capalanca, para a criação dos mesmos é necessário fazer o estudo de
trafego ou seja o fluxo com que as viaturas circulam por uma (estrada), em um
determinado período, suas velocidades, suas ações mútuas, os locais onde seus
condutores desejam estacioná-los, os locais onde se concentram os acidentes de trânsito
com o objetivo deobter através de métodos sistemáticos de coleta, dados relativos aos
cinco elementos fundamentais do tráfego (motorista, pedestre, veículo, via e meio
ambiente) e seu inter-relacionamento.

Permitem a determinação quantitativa da capacidade das vias e, em consequência, o


estabelecimento dos meios construtivos necessários à melhoria da circulação ou das
características de seu projeto.
As obras de pavimentação cresceram notadamente a partir dos anos 50 quando em
função de iniciativas de técnicos do antigo DNER (departamento nacional de estradas
rodoviárias) houve uma demanda de transferência dos Estados Unidos da América.

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IMPORTÂNCIA DO ESTUDO

O presente trabalho procura a mostrar a importância dos pavimentos rodoviários para


otimização do seu tempo de vida útil, assim como, o controle da quantidade de material
utilizado para uma reabilitação sua manutenção,. No entanto, procura-se mostrar até
que ponto a informação referente a uma patologia pode ser colocada nessa base de
dados virtual obtidos através de campanhas de avaliação estrutural de um pavimento
rodoviário flexível em Angola.

DELIMITAÇAO DO ESTUDO

Este trabalho será aplicado exclusivamente à construção de um pavimento rodoviário de


acesso a estrada antiga do capalanca, localizada na província de Luanda, município de
Viana, bairro Capalanca, com o objetivo de proporcionar aos condutores uma melhor
acessibilidade ao bairro acima referido.

DEFINIÇAO DE CONCEITOS
«Pavimento: é a camada de material aplicada sobre o solo a fim de formar uma
superfície nivelada e com resistência.» (Pereira, 2011).

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IDENTIFICAÇAO DO PROBLEMA

O antigo pavimento rodoviário do bairro capalanga sofreu um processo de degradação


devido o mau uso por parte da população e também pelas ações da natureza, como
chuvas, erosão e assoreamento.

OBJECTIVOS

OBJECTIVO GERAL

 Projeto de construção de um pavimento rodoviário de acesso a estrada antiga do


capalanca.

OBECTIVOS ESPECIFICOS

1-Estudar a planimetria do terreno onde está implantada na estrada antiga do capalanca;


2-Propor o traçado adequado da via de acesso;
3-Apresentar o projeto de pavimento de pavimento de acesso à estrada antiga do
Capalanca.

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1. CAPITULO 1: FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

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1.1 PAVIMENTAÇÃO

« Pavimento é a camada de material aplicada sobre o solo a fim de formar uma


superfície nivelada e com resistência. E essa superfície tende a ser destinada ao tráfego de
veículos e de pedestres nas estradas, rodovias.» (Manico, 2018)

Tal camada, por vezes constituída por materiais como concreto, asfalto,
pedra ou outros materiais parecidos, tem um papel importante na infraestrutura urbana e
viária.

« O processo de pavimentação compreende técnicas complexas da engenharia civil com foco


em garantir a durabilidade, segurança e funcionalidade nas vias.» (Pinto, 2015)

A pavimentação se trata de um processo multifacetado, o qual se inicia com


o panejamento e o design.

1.1.2 CONSTRUÇÃO DE PAVIMENTO


A construção de um pavimento geralmente possui os seguintes passos:Terraplenagem, a
sub-base camada de base camada de revestimento e compactação.

«Terraplenagem: a primeira etapa compreende a preparação do terreno, onde o mesmo é


nivelado e compactado visando a criação de uma base sólida e uniforme.»
(Videira, F. I. 2014)

«A sub-base: há em seguida a aplicação de uma camada de sub-base, comumente feita de


seixos, brita ou material reciclado, com foco em elevar a capacidade de suporte do
pavimento.»(Manico, 2018)

«Camada de base: já essa camada é constituída por materiais mais resistentes, a exemplo da
pedra britada ou cascalho, sendo posta sobre a sub-base a fim de distribuir a carga
uniformemente.» (Reis, 2009)

«Camada de revestimento: essa se trata da camada superficial que entrará em contato direto
com o tráfego. A mesma poderá ser feita de materiais como asfalto, concreto ou outros
materiais.»(Martins, 2006)

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1.2 CLASSIFICAÇÕES DOS PAVIMENTOS:
Em linhas gerais, pode-se adotar a Terminologia Brasileira - TB - 7 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, que os classifica em pavimentos flexíveis e
pavimentos rígidos e semi-rígidos:

1.2.1 PAVIMENTOS FLEXÍVEIS

«São os constituídos por camadas que não trabalham à tracção. Como exemplo típico, citam-se
os pavimentos constituídos por um revestimento betuminoso delgado sobre camadas puramente
granulares.»(Pastana, 2006)

Possuem uma vida útil de 15 a 20 anos, dependendo das condições para qual a estrada
foi projectada e apresentam em geral o revestimento feito com ligante betuminoso, que
tem a vantagem de ser um material extremamente versátil.

Imagem 1: Pavimento flexível

1.2.2 PAVIMENTOS RÍGIDOS

«São aqueles pouco deformáveis, constituídos principalmente de concreto de cimento,


rompem por tracção na flexão, quando sujeitos as deformações.»(Pastana, 2006)

Para o dimensionamento de um pavimento de concreto, analisam-se 3 fatores:


«As propriedades do concreto, tais como o módulo de ruptura à tracção na flexão e a idade do
concreto.» (Pastana, 2006)

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«A fundação do pavimento (subleito).» (Pastana, 2006)

«O tráfego. Os processos de cálculo analisado no nosso curso abrangem o processo da Carga


Máxima e o processo do Consumo de Resistência à Fadiga.» (Pastana, 2006)

Imagem 2: Pavimento rígido

1.2.3 PAVIMENTOS SEMI-RÍGIDOS


«Os pavimentos semi-rígidos caracterizam-se por serem constituídos por um revestimento
betuminoso, bases tratadas com cimento de elevada rigidez em que, devido ao aumento de
rigidez e consequente modulo de elasticidade, e absorvida a maioria dos esforços de tracção, e
sub-bases de materiais granulares.» (Reis, 2009).

Este tipo de pavimentos e em tudo semelhante aos pavimentos flexíveis com a diferença
de na camada de base apresentarem outro tipo de material na sua constituição: betão
pobre ou AGEC (agregado de granulometria extensa com cimento).

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Imagem 3: Pavimento semi-rígido

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1.3 MATERIAIS USADOS NA PAVIMENTAÇÃO:
«Os pavimentos são, genericamente estruturas como outras, estudadas no
âmbito da engenharia civil, contudo, apresentam a particularidade de
estarem dispostas em camadas sobrepostas e de serem constituídas por
materiais com características mecânicas mais difíceis de quantificar
contrariamente ao caso do betão e do aço.»(Manico, 2018)

Certos materiais dos pavimentos apresentam características viscoelásticas (função da


temperatura e dos tempos de aplicação de carga) como é o caso dos materiais
betuminosos, ou função do estado de tensão como é o caso dos módulos de
deformabilidade dos materiais granulares, a solicitação de tráfego e as características
das camadas do pavimento são de grande importância estrutural.

1.3.1 MATERIAIS PÉTREOS


«Os materiais pétreos ou agregados, como são denominados no meio
rodoviário, podem ser subdivididos em naturais ou artificiais.
Naturais são aqueles encontrados em depósitos naturais superficiais e
que sofrem, no máximo, pequeno beneficiamento, como lavagem e/ou
peneiramento antes de serem utilizados.» (Pastana, 2006)

Os materiais pétreos classificam-se quanto a granulometria e quanto a carga eléctrica


superficial
Quanto a granulometria: Em relação ao tamanho das partículas, os agregados são
classificados como:
- agregados graúdos: D > 2,00 mm
mím

- agregados miúdos: 2,00 mm < D < 0,074 mm


- filler (material de preenchimento): Dmáx < 0,074 mm

Já com relação à granulometria (composição granulométrica), podemos ter agregados


com granulometria contínua ou descontínua, aberta ou fechada.

Quanto a carga eléctrica superficial: Quando britamos uma rocha, devido à quebra de
sua estrutura cristalina, sua superfície sempre apresenta cargas elétricas fracas, que de
acordo com o tipo de rocha, podem ser positivas ou negativas. Assim, podemos

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classificar os agregados em eletros-positivos como no caso de basaltos, diabásios,
gabros e calcários e em eletros-negativos como os arenitos, quartzitos, granitos e
gnaisses.

1.3.2 MATERIAIS BETUMINOSOS:


«São associações de hidrocarbonetos solúveis em bissulfeto de carbono, com
propriedades de aglutinação e são subdivididos em duas categorias: os alcatrões e os
asfaltos.» (Pinto, 2015)

1.3.3 ALCATRÕES:
São obtidos através da refinação de alcatrões brutos, que por sua vez são obtidos a partir
da destilação de carvão para obtenção de gás e coque. Apresenta pequena aplicação em
pavimentos no Brasil.

1.3.4 ASFALTOS:
«Uma mistura para predeterminar as proporções de material agregado, de aterro e
betuminosos preparados fora da estrada e geralmente colocados por meios de uma
máquina pavimentadora. »(Videira, F. I. (2014)

Podem ser naturais ou obtidos através da destilação do petróleo. São obtidos através de
destilação do petróleo.

1.3.5 CIMENTO ASFÁLTICO DE PETRÓLEO - CAP:

A Especificação Brasileira EB-78 do Instituto Brasileiro de Petróleo juntamente com


ABNT, assim define o cimento asfáltico de petróleo.

«Cimento asfáltico de petróleo é o asfalto obtido especialmente para


apresentas as qualidades e consistências próprias para o uso direto
na construção de pavimento, tendo uma penetração a 25º C entre 5 e
300 sob uma carga de 100 g aplicada durante 5 segundos.» (Pinto,
2015)

1.3.6 ASFALTOS DILUÍDOS OU RECORTADOS:


«São asfaltos que resultam da diluição de um cimento asfáltico de petróleo por
destilados leves de petróleo, em fracções que se aproximam da nafta, do querosene e do
diesel, com o objectivo de reduzir temporariamente sua viscosidade, facilitando sua

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aplicação, geralmente exigindo temperatura menores que a do cimento asfáltico nesta
aplicação» (Pinto, 2015)

CL - asfaltos recortados de cura lenta


Antiga SC – Slow Curing, nenhum interesse apresentavam para pavimentação, tendo
como diluente o óleo – em geral, o óleo diesel.
- CM - asfaltos recortados de cura média
Antiga MC – Médium Curing, tem como solvente o querosene
. - CR - asfaltos recortados de cura rápida Antiga RC – rapid Curing, tem como
solvente principal uma nafta na faixa de destilação da gasolina

A escolha de um determinado tipo de asfalto diluído dependerá do tempo de cura e


susceptibilidade à temperatura, associada à consistência do resíduo final. É evidente
que um CM-30, um CM-70 ou um CR-30 apresentam facilidades de aplicação devido às
baixas temperaturas que exigem para isso. Em contrapartida, são produtos que podem
não corresponder economicamente, tendo-se em vista a alta porcentagem de diluente, o
qual, em última análise é material que será consumido no serviço, por evaporação.
(Torrão, H. C. 2015).

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1.4CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
A implementação de um procedimento de gerenciamento ambiental, integrado durante o
ciclo do projecto, irá identificar as questões, se percebido ou real, que possam ser
encaminhado durante os estágios precoces do desenvolvimento. Nos novos projectos de
estradas, isso irá permitir uma construção ininterrupta e poderá prevenir atrasos de
tempo caro, resultante das discussões e acções envolvendo as partes afectadas. A
incorporação do procedimento na manutenção e operação de rotas de transporte
existentes pode aprimorar os programas de reabilitação e gerenciamento.

«O dimensionamento de pavimentos rodoviários depende de diversos


factores climáticos, nomeadamente das condições de temperatura e
precipitação. A atribuição de características mecânicas aos vários
materiais constituintes das camadas de um pavimento tem em conta,
não só a sua composição e características definidas em caderno de
encargos de projeto, mas também as condições climáticas da região em
que se inserem os troços de estrada em apreço.»( Pereira, 2011).

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1.5 Recebimento e aceitação de obras
«O recebimento constitui-se em uma decisão global, representando, pois, a sua integral
e aceitação, ressalvados os dispositivos legais quanto a responsabilidade civil.»
(Barros 2006).

Admite-se que ordinariamente as obras de pavimentação tenham sido conduzidas


observando-se a adopção de ,medidas que asseguram sua boa qualidade, tais medidas
incluem no mínimo.
 Habilitação e competência de todos os participantes;
 Definição de responsabilidades;
 Organização de procedimentos de trabalho;
 Controle de qualidade adequado.

1.5.1 Recebimento da obra


«Ao ser concluída uma obra, deve ser providenciado o seu recebimento formalizado
por comissão de recebimento, especialmente designada e constituída por, pelo menos, 3
membros.» (Jonathan Madeira, 2011)

Estando o pavimento em condições satisfatórias e de acordo com as especificações e o


projecto, é lavrado o termo ‘‘Termo de recebimento’’ a partir do qual poderá a obra ser
entregue ao tráfego.

1.5.2 Termo de verificação


«Na hipótese de o serviço não se apresente conforme, será então apenas lavrado
‘‘Termo de verificação’’, especificando a irregularidades constatadas ou apontando os
motivos de sua inaceitação»( Torrão, H. C. 2015).

1.5.3 Condições de aceitação


«Os serviços que não satisfazem às condições de aceitação devem ser recusados e
então, refeitos, de , modo a tender o projecto e as especificações competentes.»
(Jonathan Madeira, 2011).

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1.5.4 Termo de recebimento provisório
«Sendo a obra ou o serviço passível de aceitação parcial ou por etapas,
deve-se admitir a lavratura de ‘‘Termo de recebimento provisório’’.
Estando a obra ou serviço inteiramente concluído e a contento, deve
ser, então, lavrado o ‘‘termo de recebimento definitivo’’.»( Pereira,
2011)

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1.6 MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO DE PAVIMENTO
«A manutenção apropriada é essencial para o prolongamento da vida
útil do pavimento e para assegurar que haja segurança ali. Com o
empreendimento em funcionamento, torna-se fundamental que sejam
desenvolvidas actividades técnicas e administrativas para garantir a
preservação das características de desempenho técnico dos seus
componentes e ou sistemas.» (Martins, 2006).

A situação ideal é que todo órgão público desenvolva um programa de manutenção


periódica, que contemple um conjunto de inspecções realizado rotineiramente para
evitar o surgimento de problemas. Este programa deve levar em conta as especificidades
do empreendimento e seguir as orientações técnicas dos fabricantes e fornecedores dos
materiais e equipamentos instalados.

«Selagem de trincas: visando prevenir que a água entre, o que evitará danos maiores.»
(Oliveira, P.L. (2000).

«Recapeamento: retirada da camada superficial com desgaste e aplicação de uma camada


nova.» (Torrão, H. C. (2015).

«Preenchimento de buracos: reparação das áreas com danos ou que estejam afundadas.»
(Alves 2016)

«Restauração estrutural: essa é realizada se o pavimento possui problemas profundos, a


exemplo de afundamentos por conta do solo ali ser instável.» (Barros, 2006)

1.6.1 ESTUDOS DE TRÁFEGOS


«As infraestruturas rodoviárias em serviço, dado o aumento das
solicitações do tráfego, tanto em termos de carga por eixo como
em termos de número de veículos, requerem medidas adequadas e
um planeamento atempado de acções de manutenção e
reabilitação.» (Manico, 2018)

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No entanto, para aumentar a sua eficiência, procura-se implementar uma metodologia
que reforce o seu desempenho e potencie o seu trabalho. Para tal, é aplicada a
metodologia BIM que envolve a criação de uma representação digital das características
físicas e funcionais de uma construção, baseando-se num conjunto de métodos que
permite o controle da informação através de elementos paramétricos.

«As acções resultantes do tráfego de veículos são acções moveis e


podem ser acções verticais ou transversais (travagem, rolamento).
Quando estamos na presença de acções moveis, e importante não só
o valor da forca devida a essa acção como também o numero de
repetições, a velocidade de circulação do tráfego e a sua posição no
pavimento. As solicitações devidas ao tráfego que actuam em
pavimentos são acções
de curta duração. O facto de estas actuarem de forma repetida
origina o fenómeno de fadiga, podendo causar a deterioração do
pavimento.»(Reis, 2009)

As deformações originadas por este tipo de acções podem ser reversíveis ou


permanentes, longitudinais ou transversais. As deformações irreversíveis que se
traduzem em esforços de tracção na base das camadas betuminosas responsáveis pelo
fenómeno de fadiga e, consequentemente, pela degradação por fendilhamento As
deformações permanentes evoluem no tempo com a passagem do tráfego e contribuem
para o aumento da profundidade das rodeiras. Entende-se por rodeiras a deformação
localizada ao longo da zona de passagem dos rodados dos veículos pesados.

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CAPÍTULO 2: OPÇÕES METODOLÓGICAS DO ESTUDO

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2.1 METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO
O método científico refere-se a um conjunto de regras básicas dos
procedimentos que produzem o conhecimento científico, quer um novo conhecimento,
quer uma correção ou um aumento da área de incidência de conhecimentos anteriores
existentes.
«Método científico é um conjunto de normativas necessárias para a criação ou aprimoramento
do conhecimento de um conhecimento confiável, válido e verdadeiro.» (Adalvir Assunção,
2015)
Sobre os tipos de pesquisa, neste trabalho usamos o método de pesquisa
qualitativa que tem como objetivo, orientar procedimentos de pesquisa sobre objetos de
estudo que não requerem descrição e análises não numérica de um determinado
fenómeno.

2.1.1 METODOLOGIA UTILIZADA


Neste estudo, utilizaremos o método de pesquisa qualitativa, método que se
baseia na qualidade dos dados da pesquisa.
«O método qualitativo se baseia em coleta de dados mais focados na comunicação do quem
procedimentos lógicos ou estatísticos.» (Adalvir Assunção, 2015)

2.1.2 HIPÓTESES
Este trabalho teve como base um problema, para que seja comprovado
cientificamente, deve-se dar uma resposta provável. Neste caso, a hipótese será a
resposta que daremos a este problema.

2.1.3 VARIÁVEIS
«A variável é um conceito operacional que contem aspetos, valores discernível em um objeto de
estudo, e passível de mensuração.» (Marconi, 2003, pág.137)

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2.1.4 OBJECTIVO DE ESTUDO
O objetivo deste estudo foi a construção de um pavimento rodoviário de acesso a
estrada antiga do capalanca. O como público-alvo desta investigação foram os
moradores que residem ao redor da estrada antiga do capalanca.

2.1.5 INSTRUMENTOS DE INVESTIGAÇÃO


O instrumento de investigação é a analise preliminar do terreno.

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CONCLUSÃO
O presente trabalho teve como objectivo projectar um pavimento rodoviário
para melhorar o acesso à estrada antiga do Capalanca.
Com base nisto, a pergunte que conduziu o estudo foi a seguinte: Como melhorar o
acesso a estrada antiga do Capalanca?
Atendendo à situação económica vivida em Angola, e à sua necessidade em se
estabelecer na economia mundial, tem-se verificado um grande crescimento ao nível da
sua rede viária, devido ao fato de se pretender potenciar o transporte de pessoas e bens..
Neste momento as infra-estruturas de transporte mais utilizadas são as estradas, e nestas,
diariamente, verificam-se em maior destaque, grandes solicitações de carga associadas
ao grande fluxo de veículos, assim como, não menos importante, os factores climáticos
que acabam por acelerar o processo de degradação dos pavimentos.,

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Oliveira, P.L. (2000). “Projecto Estrutural de Pavimentos Rodoviarios e de Pisos
Industriais de Concreto”, Dissertacao para Obtencao do Grau de Mestre em
Engenharia Civil, Universidade de Sao Paulo, Sao Paulo.

Alves, N. B. (2016). Dimensionamento de pavimentos rodoviários: comparação entre


diferentes metodologias. Tese de Mestrado, Faculdade de Ciências e Tecnologia,
Universidade Nova de Lisboa, Departamento de Engenharia Civil, Almada.

Manico, (2018). Pavimentos rodoviários flexíveis em Angola. Caracterização e


aplicação de metodologias BIM. Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em
Engenharia Civil – Perfil de Estruturas, Faculdade Nova de Lisboa.

Reis, (2009). Análise Estrutural de Pavimentos Rodoviários. Aplicação a um Pavimento


Reforçado com Malha de Aço. Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em
engenharia civil, Universidade Técnica de Lisboa.

Pastana, (2006). Pavimentações de estradas II

Martins, (2006, 3ª edição). Manual de pavimentação

Barros, (2006, 3ª edição). Manual de estudo de tráfegos

Pinto, 2015. Pavimentação asfáltica. Conceitos fundamentais sobre materiais e


revestimentos asfálticos.

Videira, F. I. (2014). Manual de conservação de pavimentos para pequenas redes


rodoviárias municipais: bases para a sua elaboração. Coimbra: Dissertação de
Mestrado, Instituto Superior de Engenharia de Coimbra.

Torrão, H. C. (2015). Reabilitação de pavimentos rodoviários flexíveis. Tese de


Mestrado, Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Tecnologia e Gestão,
Bragança, Portugal.

Jonathan Madeira, (2011). Manual de orientacões para execução e fiscalizacão de obras


publicas

Pereira, (2011). Padrão para as obras de estradas e pontes

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