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Amissa

O documento descreve a celebração da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. Ele contém detalhes sobre os ritos da missa como a entrada, coleta, leituras bíblicas e aclamação ao evangelho.

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Versão Celular

Folheto Oficial da Arquidiocese do Rio de Janeiro

Ano B – n o 36 – 30 de maio de 2024

Santíssimo Corpo e
-

Sangue de Cristo,
Solenidade
Ano da Oração

Produção: Editora Nossa Senhora da Paz


Vicariato para comunicação social
Ano B – n o 36 – 30 de maio de 2024

Santíssimo Corpo e Sangue


de Cristo, Solenidade
Ano da Oração
Ano B – n o 36 – 30 de maio de 2024

Santíssimo Corpo e Sangue de


Cristo, Solenidade
Ano da Oração

Celebramos a Solenidade do Santíssimo Corpo e


Sangue de Cristo, que nos insere na grandeza do mis-
tério eucarístico e na sua proclamação pública. Mais
distantes das celebrações pascais, podemos manifes-
tar com maior intensidade toda a alegria e exaltação
que tão grande mistério deve receber de todos nós.
Que a entrega de Cristo no sacramento inspire atitu-
des de caridade no atual contexto em que vivemos.

Ritos Iniciais
1. Canto de Entrada (De pé)

REFRÃO: Venham, venham todos, para a Ceia


do Senhor! / Casa iluminada, mesa preparada,
com paz e amor. / Porta sempre aberta, Pai amigo,
aguardando, acolhedor. / Vem do alto, por Maria,
este Pão que vai nos dar. / Pão dos Anjos, quem
diria! Nos fará ressuscitar!
Entrada: D. Carlos Alberto Navarro e Ir. Míria T. Kolling; Ofertas: Pe. José Cândido da Silva;
Comunhão 1: Pe. Antônio Cartagena; Comunhão 2: Ir. Míria T. Kolling; Final: Pe. João Lírio e Fr.
Paulo Avelino de Assis.
1. Canta a Igreja: o Sacrifício que, na Cruz, foi seu
início! / E, antes, Jesus quis entregar Corpo e Sangue
em alimento. / Precioso testamento! Como não nos
alegrar?!
2. Para a fonte Eucaristia, vai sedenta a romaria, /
volta em missão de transformar, cada um e todo o
povo, / construindo um mundo novo, como não nos
alegrar?!
3. Com a solidariedade, renovar a sociedade, / pela
justiça e paz lutar vendo o pão em cada mesa, / vida
humana com nobreza, como não nos alegrar?!
4. A assembleia manifesta: A Eucaristia é festa! /
Somos irmãos a celebrar. Povo santo e penitente, /
que se encontra sorridente, como não nos alegrar?!

2. Saudação
P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
T. Amém.
P. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai
e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
T. Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de
Cristo.

Antífona da Entrada (Cf. Sl 80,17)

O Senhor os alimentou com a flor do trigo e com o


mel do rochedo os saciou.

3. Ato Penitencial
P. Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados,
para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
(Pausa)

P. Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos,


tende piedade de nós.
T. Senhor, tende piedade de nós.
P. Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende pie-
dade de nós.
T. Cristo, tende piedade de nós.
P. Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende
piedade de nós.
T. Senhor, tende piedade de nós.
P. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, per-
doe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
T. Amém.

4. Hino de Louvor
P. Glória a Deus nas alturas,
T. e paz na terra aos homens por Ele amados. /
Senhor Deus, rei dos céus, / Deus Pai todo-pode-
roso. / Nós vos louvamos, / nós vos bendizemos, /
nós vos adoramos, / nós vos glorificamos, / nós vos
damos graças por vossa imensa glória. / Senhor
Jesus Cristo, Filho Unigênito, / Senhor Deus, / Cor-
deiro de Deus, / Filho de Deus Pai. / Vós que tirais
o pecado do mundo, / tende piedade de nós. / Vós
que tirais o pecado do mundo, / acolhei a nossa
súplica. / Vós que estais à direita do Pai, / tende
piedade de nós. / Só vós sois o Santo, / só vós, o
Senhor, / só vós, o Altíssimo, / Jesus Cristo, / com
o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. / Amém.

5. Coleta
P. OREMOS: Senhor Jesus Cristo, neste admirável
sacramento nos deixastes o memorial da vossa pai-
xão; dai-nos venerar de tal modo o sagrado misté-
rio do vosso Corpo e Sangue, que experimentemos
continuamente os frutos da vossa redenção. Vós, que
sois Deus, e viveis e reinais com o Pai, na unidade do
Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
T. Amém.

Liturgia da Palavra
L. A antiga aliança feita entre Deus e o povo é selada
através do sangue de animais. A nova e eterna Alian-
ça é feita pela amorosa entrega de Jesus.

6. Primeira Leitura (Ex 24,3-8) (Sentados)

Leitura do Livro do Êxodo


Naqueles dias, Moisés veio e transmitiu ao povo
3

todas as palavras do Senhor e todos os decretos. O


povo respondeu em coro: “Faremos tudo o que o
Senhor nos disse.” Então Moisés escreveu todas
4

as palavras do Senhor. Levantando-se na manhã


seguinte, ergueu ao pé da montanha um altar e
doze marcos de pedra pelas doze tribos de Israel.
5
Em seguida, mandou alguns jovens israelitas oferecer
holocaustos e imolar novilhos como sacrifícios pacífi-
cos ao Senhor. Moisés tomou metade do sangue e o
6
pôs em vasilhas, e derramou a outra metade sobre o
altar. Tomou depois o livro da aliança e o leu em voz
7

alta ao povo, que respondeu: “Faremos tudo o que o


Senhor disse e lhe obedeceremos.” Moisés, então, com
8

o sangue separado, aspergiu o povo, dizendo: “Este é o


sangue da aliança que o Senhor fez convosco, segun-
do todas estas palavras.” Palavra do Senhor.
T. Graças a Deus.

7. Salmo Responsorial Sl 115(116B)]

REFRÃO: Elevo o cálice da minha salvação, invo-


cando o nome santo do Senhor.
1. Que poderei retribuir ao Senhor Deus * por tudo
aquilo que ele fez em meu favor? Elevo o cálice da
minha salvação, * invocando o nome santo do Senhor.
2. É sentida por demais pelo Senhor * a morte de
seus santos, seus amigos. Eis que sou o vosso servo,
ó Senhor, que nasceu de vossa serva; * mas me que-
brastes os grilhões da escravidão!
3. Por isso oferto um sacrifício de louvor, * invocando
o nome santo do Senhor. Vou cumprir minhas pro-
messas ao Senhor * na presença de seu povo reunido.

8. Segunda Leitura (Hb 9,11-15)

Leitura da Carta aos Hebreus


Irmãos: Cristo veio como sumo sacerdote dos bens
11

futuros. Através de uma tenda maior e mais perfeita,


que não é obra de mãos humanas, isto é, que não faz
parte desta criação, e não com o sangue de bodes e
12

bezerros, mas com o seu próprio sangue, ele entrou no


Santuário uma vez por todas, obtendo uma redenção
eterna. De fato, se o sangue de bodes e touros, e a
13

cinza de novilhas espalhada sobre os seres impuros os


santifica e realiza a pureza ritual dos corpos, quanto
14

mais o Sangue de Cristo purificará a nossa consciência


das obras mortas, para servirmos ao Deus vivo, pois,
em virtude do espírito eterno, Cristo se ofereceu a si
mesmo a Deus como vítima sem mancha. Por isso,15

ele é mediador de uma nova aliança. Pela sua morte,


ele reparou as transgressões cometidas no decorrer
da primeira aliança. E, assim, aqueles que são chama-
dos recebem a promessa da herança eterna. Palavra
do Senhor.
T. Graças a Deus.

9. Sequência
1. Terra, exulta de alegria, louva teu pastor e guia com
teus hinos, tua voz!
2. Tanto possas, tanto ouses, em louvá-lo não repou-
ses: sempre excede o teu louvor!
3. Hoje a Igreja te convida: ao pão vivo que dá vida
vem com ela celebrar!
4. Este pão que o mundo o creia!, por Jesus, na santa
ceia, foi entregue aos que escolheu.
5. Nosso júbilo cantemos, nosso amor manifestemos,
pois transborda o coração!
6. Quão solene a festa, o dia, que da santa Eucaristia
nos recorda a instituição!
7. Novo Rei e nova mesa, nova Páscoa e realeza, foi-se
a Páscoa dos judeus.
8. Era sombra o antigo povo, o que é velho cede ao
novo: foge a noite, chega a luz.
9. O que o Cristo fez na ceia, manda à Igreja que o
rodeia repeti-lo até voltar.
10. Seu preceito conhecemos: pão e vinho consagre-
mos para nossa salvação.
11. Faz-se carne o pão de trigo, faz-se sangue o vinho
amigo: deve-o crer todo cristão.
12. Se não vês nem compreendes, gosto e vista tu
transcendes, elevado pela fé.
13. Pão e vinho, eis o que vemos; mas ao Cristo é que
nós temos em tão ínfimos sinais.
14. Alimento verdadeiro, permanece o Cristo inteiro
quer no vinho, quer no pão.
15. É por todos recebido, não em parte ou dividido,
pois inteiro é que se dá!
16. Um ou mil comungam dele, tanto este quanto
aquele: multiplica-se o Senhor.
17. Dá-se ao bom como ao perverso, mas o efeito é
bem diverso: vida e morte traz em si.
18. Pensa bem: igual comida, se ao que é bom enche de
vida, traz a morte para o mau.
19. Eis a hóstia dividida... Quem hesita, quem duvida?
Como é toda o autor da vida, a partícula também.
20. Jesus não é atingido: o sinal é que é partido; mas
não é diminuído, nem se muda o que contém.
21. Eis o pão que os anjos comem transformado em
pão do homem; só os filhos o consomem: não será
lançado aos cães!
22. Em sinais prefigurado, por Abraão foi imolado, no
cordeiro aos pais foi dado, no deserto foi maná.
23. Bom pastor, pão de verdade, piedade, ó Jesus, pie-
dade, conservai-nos na unidade, extingui nossa orfan-
dade, transportai-nos para o Pai!
24. Aos mortais dando comida, dais também o pão da
vida; que a família assim nutrida seja um dia reunida
aos convivas lá do céu!

10. Aclamação ao Evangelho (Jo 6, 51)

REFRÃO: Aleluia, Aleluia, Aleluia!


1. Eu sou o pão vivo descido do céu; quem deste pão
come, sempre há de viver!

11. Evangelho (Mc 14,12-16.22-26)

P. O Senhor esteja convosco.


T. Ele está no meio de nós.
P. = Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segun-
do Marcos.
T. Glória a vós, Senhor.
P. NO PRIMEIRO DIA DOS ÁZIMOS, quando se
12

imolava o cordeiro pascal, os discípulos disseram a


Jesus: “Onde queres que façamos os preparativos para
comeres a Páscoa?” Jesus enviou então dois dos seus
13

discípulos e lhes disse: “Ide à cidade. Um homem


carregando um jarro de água virá ao vosso encontro.
Segui-o e dizei ao dono da casa em que ele entrar:
14

‘O Mestre manda dizer: onde está a sala em que vou


comer a Páscoa com os meus discípulos?’ Então ele
15

vos mostrará, no andar de cima, uma grande sala,


arrumada com almofadas. Aí fareis os preparativos
para nós!” Os discípulos saíram e foram à cidade.
16

Encontraram tudo como Jesus havia dito, e prepa-


raram a Páscoa. Enquanto comiam, Jesus tomou o
22

pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o e entre-


gou-lhes, dizendo: “Tomai, isto é o meu corpo.” Em
23

seguida, tomou o cálice, deu graças, entregou-lhes, e


todos beberam dele. Jesus lhes disse: “Isto é o meu
24

sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor


de muitos. Em verdade vos digo, não beberei mais
25

do fruto da videira, até o dia em que beberei o vinho


novo no Reino de Deus.” Depois de terem cantado
26

o hino, foram para o monte das Oliveiras. Palavra da


Salvação.
T. Glória a vós, Senhor.

12. Homilia (Sentados)

Momento de silêncio para meditação pessoal.

13. Profissão de Fé (De pé)

P. Creio em Deus Pai todo-poderoso,


T. Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu
único Filho, nosso Senhor, (todos se inclinam até as palavras Virgem
Maria) que foi concebido pelo poder do Espírito San-

to, nasceu da Virgem Maria, – padeceu sob Pôncio


Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu
à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai
todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e
os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja
católica, na comunhão dos santos, na remissão dos
pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna.
Amém.

14. Oração dos fiéis


P. Oremos, caríssimos irmãos e irmãs, para que o
Senhor nosso Deus acolha nossas preces e que nunca
nos falte o Pão da Vida.
1. Pela Santa Igreja de Deus, para que, alimentada pelo
Pão da Unidade, seja crescente convite à unidade e à
comunhão fraterna, rezemos ao Senhor:
T. Senhor, escutai a nossa prece.
2. Pela Arquidiocese do Rio de Janeiro, para que, ali-
mentada pelo Pão da Vida, seja incansável no anúncio
do Evangelho através da caridade e da partilha, reze-
mos ao Senhor:
3. Pelas comunidades,sobretudo aquelas que celebram
a Eucaristia na clandestinidade, para que, alimentadas
pelo Pão da Esperança, sintam-se fortalecidas na sua
fé, rezemos ao Senhor:
4. Pelos catequistas da iniciação à vida cristã, que tão
dedicadamente apresentam a crianças, jovens e adul-
tos o mistério do Pão descido do céu, para que sejam
fortalecidos sempre mais nesse importante serviço de
amor, rezemos ao Senhor:
(Outros pedidos)

P. Pai Santo, que enviastes vosso Filho ao mundo para


revelar vosso eterno plano de amor, protegei a Igreja
presente em toda face da terra, a fim de que, alimen-
tada pela Eucaristia, proclame a todos os povos a sal-
vação. Por Cristo, nosso Senhor.
T. Amém.

Liturgia Eucarística
15. Canto das Ofertas (Sentados)

1. Bendito seja Deus Pai, do universo o criador, / pelo


pão que nós recebemos, foi de graça e com amor.
REFRÃO: O homem que trabalha faz a terra pro-
duzir. / O trabalho multiplica os dons que nós vamos
repartir.
2. Bendito seja Deus Pai, do universo o criador, / pelo
vinho que nós recebemos, foi de graça e com amor.
3. E nós participamos da construção do mundo novo /
com Deus, que jamais despreza nossa imensa peque-
nez.

16. Convite à Oração (De pé)

P. Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família,


reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacri-
fício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
T. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,
para glória do seu nome, para nosso bem e de toda
a sua santa Igreja.
17. Sobre as Oferendas
P. Senhor, nós vos pedimos, concedei benigno à vos-
sa Igreja os dons da unidade e da paz, misticamente
simbolizados por estas oferendas. Por Cristo, nosso
Senhor.
T. Amém.

18. Oração Eucarística III


Oração Eucarística III
Prefácio da Santíssima Eucaristia II:
Os frutos da Santíssima Eucaristia

P. O Senhor esteja convosco.


T. Ele está no meio de nós.
P. Corações ao alto.
T. O nosso coração está em Deus.
P. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
T. É nosso dever e nossa salvação.
P. Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salva-
ção dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor,
Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo,
Senhor nosso. Quando estava reunido com os Após-
tolos na última ceia, para perpetuar pelos séculos a
memória da sua paixão salvadora, ele ofereceu-se a vós
como Cordeiro sem mancha e foi aceito como perfeito
sacrifício de louvor. Neste sublime mistério alimentais
e santificais os vossos fiéis para que, no mundo intei-
ro, o gênero humano seja iluminado por uma só fé e
unido na mesma caridade. Assim nos aproximamos
da mesa deste admirável sacramento para que, reple-
tos da doçura da vossa graça, nos transformemos em
imagem da vossa glória. Por isso o céu e a terra ento-
am um hino novo de adoração e também nós, com
a multidão dos Anjos, cantamos (dizemos) a uma só
voz:
T. Santo, Santo, Santo...
P. Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e
tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque,
por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela
força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas
as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que
vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol,
um sacrifício perfeito. Por isso, ó Pai, nós vos suplica-
mos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que
vos apresentamos para serem consagradas a fim de
que se tornem o Corpo e = o Sangue de vosso Filho,
nosso Senhor Jesus Cristo que nos mandou celebrar
estes mistérios.
T. Enviai o vosso Espírito Santo!
P. Na noite em que ia ser entregue, Jesus tomou o pão,
pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu
a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU COR-
PO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Do mesmo modo, no fim da Ceia, ele tomou o cálice
em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de gra-
ças, e o deu a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE
DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E
ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO
POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS
PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
P. Mistério da fé e do amor!
T. Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos
deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte,
enquanto esperamos a vossa vinda!
P. Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão
redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição
e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova
vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este
sacrifício vivo e santo.
T. Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
P. Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reco-
nhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convos-
co; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o
Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos
tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
T. O Espírito nos una num só corpo!
P. Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna
oferenda para alcançarmos a herança com os vossos
eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São
José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e glorio-
sos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os
Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa
presença.
T. Fazei de nós uma perfeita oferenda!
P. Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício
da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao
mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa
Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o
Papa N. e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo
inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros
e o povo por vós redimido. Atendei propício às pre-
ces desta família, que reunistes em vossa presença.
Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos
filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
T. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
P. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos
irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que
morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos
também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo
bem e toda graça. Por Cristo, com Cristo, e em Cristo,
a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito
Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos
dos séculos.
T. Amém.

19. Rito da Comunhão


P. O banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação
e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e
irmãs, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

T. Pai nosso... (O Presidente continua...)

20. Canto de Comunhão


Canto 1

REFRÃO: O Corpo de Jesus é alimento, / o seu


Sangue bebida verdadeira: / viverá para sempre o
homem novo / que tomar deste pão e deste vinho,
vive vinho.
1. Desce o Verbo de Deus à nossa terra, / sem deixar
a direita de Deus Pai; / e lançada a semente do Evan-
gelho, / chega o Senhor ao ocaso da vida.
2. Um discípulo o entrega aos inimigos, / mas antes de
morrer, o Salvador / entrega-se aos discípulos, dizen-
do: / Sou o pão vivo que desceu do Céu.
3. Nascendo, quis ser nosso companheiro, / na Ceia se
tornou nosso alimento. / Na morte se ofereceu como
resgate, / na glória será nossa recompensa.
4. Hóstia Santa, penhor de salvação, / fonte perene
da eterna vida. / O inimigo teima em combater-nos,
/ ajuda-nos com a tua fortaleza.
Canto 2

1. Quando te domina o cansaço / e já não puderes


dar um passo, / quando o bem ao mal ceder, / e tua
vida não quiser ver um novo amanhecer: / levanta-te
e come! Levanta-te e come! / que o caminho é longo,
caminho longo!
REFRÃO: Eu sou teu alimento, ó caminheiro! / Eu
sou o Pão da Vida verdadeiro! / Te faço caminhar,
vale e monte atravessar, / pela Eucaristia, Euca-
ristia!
2. Quando te perderes no deserto / e a morte, então,
sentires perto, / sem mais forças pra subir, / sem cora-
gem de assumir o que Deus de ti pedir: / levanta-te
e come! Levanta-te e come! / que o caminho é longo,
caminho longo!
3. Quando a dor, o medo, a incerteza / tentam apagar
tua chama acesa / e tirar do coração / a alegria e a
paixão de lutar não ser em vão: / levanta-te e come!
Levanta-te e come! / que o caminho é longo, caminho
longo!
4. Quando não achares o caminho, / triste e abatido,
vais sozinho, / o olhar sem brilho e luz, / sob o peso
de tua cruz, que a lugar nenhum conduz: / levanta-te
e come! Levanta-te e come! / que o caminho é longo,
caminho longo!
5. Quando a voz do anjo, então, ouvires / e o Coração
de Deus sentires, / te acordando para o amor, / reno-
vando teu vigor, água e pão, o bem maior: / levanta-te
e come! Levanta-te e come! / que o caminho é longo,
caminho longo!
Momento de silêncio para oração pessoal.

Antífona da Comunhão (Cf. Jo 6,56)

Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, per-


manece em mim e eu nele, diz o Senhor.

21. Depois da Comunhão (De pé)

P. OREMOS: Concedei-nos, Senhor, a participação


eterna na vossa divindade que, no tempo presente, é
prefigurada na comunhão do vosso precioso Corpo
e Sangue. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos
séculos.
T. Amém.

Ritos Finais
22. Vivência
L. A Eucaristia é força para nossa caminhada. Por
isso, não devemos dela nos afastar. Se é verdade que
às vezes ficamos desanimados, também é verdade que
não podemos desistir do caminho do Reino de Deus.
Reunidos em comunidade, celebramos a memória do
Senhor e nos fortalecemos, para que a nossa solida-
riedade seja expressão do amor de Deus por todas as
pessoas.

23. Bênção Final e Despedida


P. O Senhor esteja convosco.
T. Ele está no meio de nós.
P. O Deus de toda consolação disponha na sua paz os
vossos dias e vos conceda os dons da sua bênção.
T. Amém.
P. Sempre vos liberte de toda aflição e confirme os
vossos corações em seu amor.
T. Amém.
P. E assim, ricos em esperança, fé e caridade, possais
viver praticando o bem e chegar felizes à vida eterna.
T. Amém.
P. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho =
e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para
sempre.
T. Amém.
P. A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz
e o Senhor vos acompanhe.
T. Graças a Deus.

24. Canto Final


REFRÃO: Viva Cristo na Hóstia Sagrada, / nosso
Deus, nosso Pão, nossa lei. / Entre nós no Brasil,
Pátria amada, / viva Cristo, Jesus nosso Rei!
1. Brasileiros, em preces e cantos, / vamos todos Jesus
aclamar: / Rei dos homens, dos anjos e santos, / nós
te cremos presente no Altar!
2. Por nós homens no altar te ofereces / a Deus Pai,
como outrora na Cruz. / Também nós, nossas almas,
em prece, / ofertamos contigo, Jesus!
3. No Natal nosso irmão te fizeste / por bondade do
teu Coração. / Mas agora, em amor tão celeste, / que-
res mais, queres ser nosso Pão!
4. Hóstia Santa, das almas a chama! / Sol do mundo,
das noites a Luz! / O Brasil, genuflexo, te aclama: /
“Salve, Rei! Salve, Cristo Jesus!
ORAÇÃO PELO JUBILEU DE OURO PRESBITERAL DE
DOM ORANI JOÃO TEMPESTA, O. CIST.
Pai de amor e bondade, nós vos louvamos e agradecemos
pelo dom do sacerdócio de vosso Filho, Jesus Cristo que,
no Espírito Santo, consagrou presbítero há 50 anos o vosso
servo e nosso pastor Dom Orani João Tempesta, Arcebispo e
Cardeal da Igreja. Neste jubileu de oração, serviço e unidade,
pedimos que aquela graça sacramental da ordenação continue
a santificar e revigorar sua vida e ministério. Cumulai-o com
muitas graças e dons, renovai e fortalecei a sua missão pastoral
e suscitai no coração dos jovens a vocação ao sacerdócio para
que, correspondendo ao vosso chamado, possam doar suas
vidas pelo vosso Reino, a fim de que todos sejam um. Amém.
Pai-Nosso – Ave-Maria – Glória ao Pai.

COM APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA


Publicação do Vicariato Episcopal de Pastoral da
Arquidiocese do Rio de Janeiro.
Rua Benjamin Constant, 23 – CEP: 20241-15
Rio de Janeiro, RJ – Tel.: 3916-3177.
PORTAL DA ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO
www.arqrio.org.br
Folheto A Missa é produzido pela Editora
Nossa Senhora da Paz.
Vicariato para a Comunicação Social.

LIVR ARIA E EDITOR A NOSSA


SENHOR A DA PAZ:
Rua Joa na A ngél ic a, 71 – Ipa nem a - C EP: 224 2 0 - 03 0
– R io de Ja nei ro, RJ – Br a si l – Tel .: (21) 2521-729 9 –
Fa x : (21) 2513 -2955 – e d itor a@n spa z .org.br

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