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Gestão de Resíduos Sólidos na Escola Chissano

Este documento discute a gestão de resíduos sólidos. Ele fornece uma introdução ao tópico, objetivos, metodologia e revisão da literatura. O documento classifica os resíduos em perigosos e não perigosos e discute a gestão de resíduos sólidos.

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Gestão de Resíduos Sólidos na Escola Chissano

Este documento discute a gestão de resíduos sólidos. Ele fornece uma introdução ao tópico, objetivos, metodologia e revisão da literatura. O documento classifica os resíduos em perigosos e não perigosos e discute a gestão de resíduos sólidos.

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ESCOLA SECUNDARIA JOAQUIM CHISSANO- BOANE

Disciplina: Língua Portuguesa

Classificação
12ª Classe
__________________
Curso: Nocturno ____

Tema: A Gestao de Resíduos Sólidos

Nomes:

 Bacar Rodrigues No 11
 Belmira Rosalina No 12
 Isabel António No 19
 Marieta Fernando No 25
 Vânia Rui Mandlate No 36

Docente: São Rodrigues

Boane, Outubro de 2023

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Bacar Rodrigues No 11
Belmira Rosalina No 12
Isabel António No 19
Marieta Fernando No 25
Vânia Rui Mandlate No 36

12ª Classe

Tema: A Gestão de Resíduos Sólidos

Trabalho a ser entregue na Escola


Secundária Joaquim Chissano-
Boane, na disciplina de
Português, para efeitos de
avaliação, a mando do docente
São Rodrigues.

Escola Secundária Joaquim Chissano- Boane

Outubro de 2023

2
Indice
1. Introdução....................................................................................................................................1
1.1. Objectivos.................................................................................................................................2
1.1.1. Objectivo geral.......................................................................................................................2
1.1.2. Objectivos específicos...........................................................................................................2
1.2. Metodologia..............................................................................................................................2
2. Revisão da literatura....................................................................................................................3
[Link]íduos sólidos........................................................................................................................3
2.2. Características dos resíduos sólidos..........................................................................................3
[Link]ção de resíduos..............................................................................................................4
[Link]íduos classe I - Perigosos.....................................................................................................4
3.1.1. Inflamabilidade......................................................................................................................4
[Link]..........................................................................................................................5
3.1.3. Resíduos classe II - Não perigoso..........................................................................................6
3.1.4. Resíduos classe II A - Não inertes.........................................................................................7
3.1.5. Resíduos classe II B - Inertes.................................................................................................7
4. Gestão de resíduos sólidos...........................................................................................................8
[Link] a serem tomados na gestão de lixo...............................................................................9
6. Conclusão....................................................................................................................................9
7. Referências bibliográficas.........................................................................................................10

3
1. Introdução

Na actualidade, as cidades vêm apresentando um exponencial crescimento nos problemas


ambientais relacionados com as suas actividades económicas, interacções sociais e culturais em
face de diversos factores como o crescimento populacional e o aumento do consumo, o que faz
com que as questões ambientais recebam especial atenção das políticas nacionais e
internacionais, bem como aquelas de carácter regional e institucional, com objectivo de mitigar
os efeitos da produção e consumo no meio-ambiente e alcançar a sustentabilidade ambiental.
Segundo dados fornecidos pela Organização das Nações Unidas, em 1950 a população mundial
era estimada em cerca de 2,6 bilhões de pessoas, em 1990, 5,3 bilhões e, em 2015, 7,3 bilhões,
com projecção de duplicação para 2050 (ONU, 2016, p. 3). Ou seja, uma expansão rápida que
traz importantes implicações na vida das pessoas e suas relações com o ambiente onde vivem,
principalmente à consideração de que a geração total de resíduos sólidos urbanos no Brasil
atingiu um total de 214.868 toneladas diárias em 2017 (Abrelpe, 2017, p. 15).

Esta constatação conduz ao fato de que a gestão do lixo é um problema mundial que clama por
soluções urgentes. As cidades precisam de uma gestão eficiente de resíduos sólidos para garantir
um ambiente capaz de abrigar toda sua população sem riscos, tema pautado como prioritário nas
agendas locais que vem buscando por meio da informação e do conhecimento desenvolver
técnicas inovadoras de gestão ambiental, embora em pouca sintonia com os cidadãos, cuja
articulação se torna fundamental para o sucesso das políticas públicas destinadas a este sector.

1
1.1. Objectivos

1.1.1. Objectivo geral

 Compreender a gestão de resíduos sólidos

1.1.2. Objectivos específicos

 Conceituar os resíduos sólidos;


 Caracterizar os resíduos sólidos;
 Classificar os resíduos sólidos;
 Descrever a gestão de resíduos sólidos.

1.2. Metodologia

Para elaboração desse trabalho, foi realizada uma revisão da literatura embasada no objectivo
principal, mediante o uso de palavras chaves em processos de busca estruturada em bases
científicas que reúnem de maneira ordenada diversos estudos que tratam das questões aqui
pesquisadas, sua correlação entre as várias teorias, para gerar um arcabouço de informações que
venha auxiliar os futuros estudos, identificando os conteúdos, métodos e tendências das
publicações (WENDLER, 2012).

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2. Revisão da literatura

[Link]íduos sólidos

Os resíduos sólidos) são gerados pelo homem durante suas actividades diárias de forma contínua.
O volume de resíduos gerados vem aumentado ao longo do tempo em todo o mundo e a
tendência é que essas taxas continuem a crescer pelas próximas décadas (CZAJCZYŃSKA et al.,
2017; DENG et al., 2017). Em 2012, 1,3 bilhão de toneladas de resíduos foram gerados pela
população mundial e a perspectiva é que em 2025 a geração anual seja de 2,2 bilhões de
toneladas, o que significa um crescimento de 1,2 para 1,42 kg diários por habitante em um curto
intervalo de tempo (HOORNWEG E BHADA-TATA, 2012).

Esse crescimento pode ser atribuído ao aumento da população mundial, nas últimas décadas, e
aos hábitos atuais de consumo, onde as pessoas estão consumindo mais produtos para
satisfazerem suas necessidades (SUTHAR; RAYAL; AHADA, 2016).

Para D'Almeida e Vilhena (2000) resíduos sólidos são restos das actividades humanas
consideradas pelos geradores como inúteis, indesejáveis ou descartáveis. Esses, de acordo com
Administração do Distrito de Boane (2006), podem ser gerados pela natureza como folhas,
galhos de árvores, terra e areia espalhada pelo vento.

2.2. Características dos resíduos sólidos

Os RSUs são compostos principalmente por papel, resíduos de alimento, resíduos orgânicos,
resíduos de poda, plástico, metais, têxteis, vidro e outros resíduos que são gerados em domicílios
residenciais, estabelecimentos comerciais e pequenas empresas de um município (GUPTA;
YADAV; KUMAR, 2015; SHARHOLY et al., 2008).

Em escala global, observa-se que a fracção orgânica constitui a maior parcela dos RSUs, seguida
pelas fracções de papel, plástico, vidro e metal. A composição desses resíduos apresenta uma
ampla variação entre cidades, estados e países, pois as diferenças culturais, o padrão de vida da
população local e a extensão dos programas de reciclagem e reuso contribuem para tal
característica (CZAJCZYŃSKA et al., 2017; SHONHIWA, 2013; TAHERYMOOSAVI et al.,
2017).

3
Assim, de um modo geral, as características dos RSUs pode ser utilizado como um indicador
socioeconómico, visto que normalmente em locais com renda elevada os resíduos são compostos
principalmente por papel, plástico e outros materiais inorgânicos, enquanto que em locais de
baixa renda os RSUs são maioritariamente compostos por resíduos orgânicos (HOORNWEG;
BHADA-TATA, 2012; CAMPOS, 2012; LIMA et al., 2018; MAYA et al., 2016; SHONHIWA,
2013).

Fig.1: Resíduos sólidos

Fonte: Campos 2012

[Link]ção de resíduos

Os resíduos sólidos são classificados em:

[Link]íduos classe I - Perigosos

3.1.1. Inflamabilidade

Um resíduo sólido é caracterizado como inflamável se uma amostra representativa dele, obtida
apresentar qualquer uma das seguintes propriedades:

 Ser líquida e ter ponto de fulgor inferior a 60°C, determinado equivalente, exceptuando-
se as soluções aquosas com menos de 24% de álcool em volume;
 Não ser líquida e ser capaz de, sob condições de temperatura e pressão de 25°C e 0,1
MPa (1 atm), produzir fogo por fricção, absorção de humidade ou por alterações
químicas espontâneas e, quando inflamada, queimar vigorosa e persistentemente,
dificultando a extinção do fogo;

4
 Ser um oxidante definido como substância que pode liberar oxigénio e, como resultado,
estimular a combustão e aumentar a intensidade do fogo em outro material;

Fig.1: Pilhas e baterias

Fonte: Campos 2012

[Link]

Um resíduo é caracterizado como corrosivo se uma amostra representativa dele, apresentar uma
das seguintes propriedades:

 Ser aquosa e apresentar pH inferior ou igual a 2, ou, superior ou igual a 12,5, ou sua
mistura com água, na proporção de 1:1 em peso, produzir uma solução que apresente pH
inferior a 2 ou superior ou igual a 12,5;

Fig.1: Tambores vazios

Fonte: Campos 2012

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3.1.3. Resíduos classe II - Não perigoso

Lixo não perigoso- aquele que não apresenta o risco de infecções.

Não requere manipulação ou tratamento especial É recolhido e transportado em segurança para o


descarte ou aterro.

Fig.1: Papel, Jornais, restos de Caixas

Fonte: Internet

3.1.4. Resíduos classe II A - Não inertes

Aqueles que não se enquadram nas classificações de resíduos classe I - Perigosos ou de resíduos
classe II B - Inertes, nos termos desta Norma. Os resíduos classe II A – Não inertes podem ter
propriedades, tais como: biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água.

Fig.1: Tomate, repolho entre outras hortaliças

Fonte: Internet

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3.1.5. Resíduos classe II B - Inertes

Quaisquer resíduos que, quando amostrados de uma forma representativa, e submetidos a um


constato dinâmico e estático com água destilada ou desionizada, à temperatura ambiente,
conforme ABNT NBR 10006, não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a
concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, exceptuando-se aspecto, cor,
turbidez, dureza e sabor.

Fig.1: Madeiras usadas

Fonte: Internet

4. Gestão de resíduos sólidos

O gerenciamento, tratamento e a destinação final ambientalmente adequada dos RSUs são alguns
dos maiores desafios do sector de saneamento básico da maioria das cidades ao redor do mundo,
visto que uma má gestão pode provocar impactos na qualidade de vida da população e danos ao
meio ambiente (contaminação do ar, da água e do solo) (CZAJCZYŃSKA et al., 2017).

O custo muitas vezes elevado de gerenciamento desses resíduos faz com que muitas cidades
mundiais, assim como brasileiras, descartem seus resíduos directamente em aterros sanitários e
lixões sem passarem por etapas de reciclagem, reuso e aproveitamento energético. A disposição
de resíduos no solo em aterros sanitário, apesar de ser considerada ambientalmente correta, é
vista como a última opção dentre a hierarquia dos resíduos, pois a gestão inadequada dessas
áreas pode acarretar em impactos ambientais ao solo, aos recursos hídricos (vazamento de

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lixiviado) e ao ar (emissões de metano (CH4) e outros gases de efeito estufa) (COUTO et al.,
2017; GENUINO; DE LUNA; CAPAREDA, 2018; RAMOS et al., 2018).

Outro problema comummente encontrado para aplicação dessa técnica é demanda por grandes
áreas disponíveis para a eliminação dos resíduos em virtude da escassez de áreas para deposição,
que é acentuada especialmente nos grandes centros urbanos (COUTO; SILVA; ROUBOA,
2016a, 2016b; ROKNI, 2017; YOU et al., 2016).

O Gerenciamento dos Resíduos Sólidos se faz implantando e seguindo o Plano de


Gerenciamento de Resíduos Sólidos que deve ser elaborado por geradores, tratadores e
transportadores de resíduos sólidos.

Fig.1: Formas de tratamento do lixo

Fonte: Internet

[Link] a serem tomados na gestão de lixo

 Segregação;

 Recolha;

 Transporte;

 Armazenamento/tratamento;

 Destino final.

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6. Conclusão

Feito o trabalho que se fundamentava sobre a gestão de resíduos sólidos, concluímos que
resíduos sólidos são restos das actividades humanas consideradas pelos geradores como inúteis,
indesejáveis ou descartáveis. Esses, podem ser gerados pela natureza como folhas, galhos de
árvores, terra e areia espalhada pelo vento.

Relativamente a apresentação finda, pudemos frisar que lixo e todo material considerado inútil
provocado pela acção humana. Entretanto, existe 2 grupos principais de lixo, lixo perigoso e
geralmente infeccioso ou o que prejudica o ambiente e não perigosos domésticos, comuns,
comercial, industrial.

Para a sua gestão cuidados como a segregação, recolha, transporte, armazenamento devem ser
tomados para o seu destino final;

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7. Referências bibliográficas

 Hoornweg, D.; Bhada-Tata, P. What a Waste: A Global Review of Solid Waste


Management. Washington: Word Bank, 2012.
 Rokni, M. Design and analysis of a waste gasification energy system with solid oxide fuel
cells and absorption chillers. International Journal of Hydrogen Energy, p. 1–17, 2017.
 Shonhiwa, C. An assessment of biomass residue sustainably available for
thermochemical conversion to energy in Zimbabwe. Biomass and Bioenergy, v. 52, p.
131–138, 2013.
 Suthar, S.; Rayal, P.; Ahada, C. P. S. Role of different stakeholders in trading of
reusable/recyclable urban solid waste materials: A case study. Sustainable Cities and
Society, v.
 Taherymoosavi, S. et al. Characterization of organic compounds in biochars derived
from municipal solid waste. Waste Management, v. 67, p. 131–142, 2017.

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