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Manual do Pulverizador Gladiador

Este manual fornece instruções sobre o pulverizador Gladiador 2300, incluindo suas partes, identificação, uso previsto e não permitido, informações de segurança, transporte, preparação, sistema elétrico e central elétrica.

Enviado por

felipe.luft
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Este manual fornece instruções sobre o pulverizador Gladiador 2300, incluindo suas partes, identificação, uso previsto e não permitido, informações de segurança, transporte, preparação, sistema elétrico e central elétrica.

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MANUAL DE INSTRUÇÕES

PULVERIZADOR

GLADIADOR 2300

9400-7004-P | Rev. E
MANUAL DE INSTRUÇÕES

PULVERIZADOR
GLADIADOR 2300

9400-7004-P

Ago/2019 - Revisão E

STARA S/A - INDÚSTRIA DE IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS

Av. Stara, 519 | Caixa Postal 53 | Não-Me-Toque | RS | Brasil | CEP: 99470-000

54 3332.2800 | faleconosco@[Link] | [Link]


ÍNDICE

INTRODUÇÃO................................................................................................................................... 11

APRESENTAÇÃO..............................................................................................................................13

1 - PARTES COMPONENTES...........................................................................................................15

2 - IDENTIFICAÇÃO..........................................................................................................................17

3 - USO PREVISTO...........................................................................................................................18

4 - USO NÃO PERMITIDO.................................................................................................................18

5 - INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA............................................................................................. 19

5.1 - Reconheça as informações de segurança................................................................................. 19

5.2 - Procedimentos gerais de segurança.......................................................................................... 20

5.3 - Precauções para trabalhar com segurança............................................................................... 20

5.4 - Opere a máquina/implemento com segurança.......................................................................... 20

5.5 - Conservação dos adesivos........................................................................................................21

5.6 - Procedimentos de emergência..................................................................................................22

5.7 - Prevenção contra a partida inesperada da máquina................................................................. 22

5.8 - Trabalhe em áreas ventiladas....................................................................................................22

5.9 - Evite fluidos sob alta pressão....................................................................................................22

5.10 - Evite aquecer partes próximas às linhas de fluidos................................................................. 23

5.11 - Uso de ferramentas adequadas............................................................................................... 23

5.12 - Procedimentos seguros com pneus......................................................................................... 23

5.13 - Cuidados com terrenos em aclive ou declive........................................................................... 24

5.14 - Proteja o meio ambiente..........................................................................................................24

5.15 - Medidas de segurança para manutenção da máquina/implemento........................................ 25

5.16 - Cuidado na utilização de solda................................................................................................27

5.17 - Medidas de segurança para o transporte da máquina............................................................. 27

5.17.1 - Transporte da máquina rodando........................................................................................... 27

5.17.2 - Reboque da máquina............................................................................................................27

5.17.3 - Luzes e dispositivos de segurança....................................................................................... 28


5.18 - Reservatório de água limpa.....................................................................................................28

5.19 - Cuidados com a máquina antes da partida.............................................................................. 28

5.20 - Estacione a máquina em local seguro..................................................................................... 29

5.21 - Medidas de segurança para trabalho e manutenção do Topper.............................................. 29

5.22 - Utilização do cinto de segurança............................................................................................. 29

5.23 - Manipulação de combustível....................................................................................................30

5.24 - Cuidados com produtos tóxicos...............................................................................................30

5.25 - Cuidados com transporte de produtos tóxicos......................................................................... 32

5.26 - Identifique sintomas de intoxicação......................................................................................... 32

5.27 - Cuidados com produtos inflamáveis........................................................................................ 32

5.28 - Armazenamento de produtos inflamáveis................................................................................ 32

5.29 - Evite contato com superfícies aquecidas................................................................................. 32

5.30 - Manuseio da bateria.................................................................................................................33

5.31 - Cuidados com cabine e filtros do ar-condicionado.................................................................. 33

5.32 - Evite longa exposição a ruídos................................................................................................34

5.33 - Abastecimento seguro..............................................................................................................34

6 - IDENTIFICAÇÃO DOS ADESIVOS DE SEGURANÇA................................................................ 35

7 - TRANSPORTE..............................................................................................................................38

7.1 - Transporte em caminhões ou pranchas..................................................................................... 38

7.1.1 - Desmontagem do limpa trilho.................................................................................................38

7.1.2 - Desmontagem da antena do GPS.......................................................................................... 38

7.1.3 - Desmontagem do giroflex.......................................................................................................39

8 - PREPARAÇÃO DA MÁQUINA.....................................................................................................40

8.1 - Montagem de componentes.......................................................................................................40

8.1.1 - Montagem do limpa trilho........................................................................................................40

8.1.2 - Montagem da antena do GPS.................................................................................................40

8.1.3 - Montagem do giroflex..............................................................................................................40

8.2 - Verificações pré-operação.........................................................................................................41

9 - SISTEMA ELÉTRICO...................................................................................................................43
9.1 - Sensores....................................................................................................................................43

9.2 - Pod Universal de pulverização...................................................................................................44

9.3 - Sensores de pulverização..........................................................................................................44

9.4 - ECUs..........................................................................................................................................45

9.5 - Bateria........................................................................................................................................46

9.5.1 - Remoção e instalação da bateria............................................................................................ 46

9.5.2 - Recomendações ao operador.................................................................................................48

9.6 - Cuidados gerais - Elétrica..........................................................................................................49

9.6.1 - Pontos de medição de energia...............................................................................................49

9.6.2 - Fusíveis...................................................................................................................................49

9.6.3 - Chave geral.............................................................................................................................50

9.6.4 - Derivadores.............................................................................................................................50

9.7 - Central elétrica...........................................................................................................................51

10 - SISTEMA HIDRÁULICO.............................................................................................................52

10.1 - Circuito das barras...................................................................................................................52

10.2 - Circuito de trabalho..................................................................................................................53

10.3 - Circuito de transmissão............................................................................................................54

11 - OPERAÇÃO................................................................................................................................55

11.1 - Operação da máquina..............................................................................................................55

11.1.1 - Motor eletrônico.....................................................................................................................56

[Link] - Modo Eco...........................................................................................................................56

11.1.2 - Partida a frio .........................................................................................................................58

11.1.3 - Motor diesel ..........................................................................................................................59

11.1.4 - Posto de trabalho..................................................................................................................61

[Link] - Visão geral..........................................................................................................................61

[Link] - Chave de ignição................................................................................................................61

[Link] - Coluna de direção..............................................................................................................62

[Link] - Alavanca de funções..........................................................................................................62

[Link] - Operação das luzes............................................................................................................62


[Link] - Assento do operador .........................................................................................................63

[Link] - Rádio .................................................................................................................................63

[Link] - Ar-condicionado .................................................................................................................64

[Link] - Luz de auxílio interna ........................................................................................................64

[Link] - Ponto de conexão elétrica 12 V ....................................................................................... 65

[Link] - Registro de ar ..................................................................................................................65

[Link] - Acelerador........................................................................................................................65

[Link] - Assento para instrutor ......................................................................................................66

[Link] - Regulagem do conjunto apoio do braço........................................................................... 66

[Link] - Controle do fluxo de ar.....................................................................................................66

11.1.5 - Funções do painel de comando e da alavanca de controle ................................................. 67

[Link] - Abertura do rodado mecânico............................................................................................ 68

11.1.6 - Alinhamento do rodado .........................................................................................................69

[Link] - Alinhamento do rodado dianteiro ....................................................................................... 69

[Link] - Centralização do rodado ...................................................................................................70

[Link] - Alinhamento vertical ..........................................................................................................71

11.1.7 - Abertura das barras...............................................................................................................72

11.1.8 - Fechamento das barras ........................................................................................................73

11.2 - Operações de pulverização......................................................................................................74

11.2.1 - Abastecimento do tanque de calda....................................................................................... 74

11.2.2 - Válvula reguladora e válvulas de seções.............................................................................. 74

11.2.3 - Calibração dos retornos........................................................................................................75

11.2.4 - Calibração do atuador de pulverização................................................................................. 75

11.2.5 - Operação das válvulas de pulverização................................................................................ 76

[Link] - Válvula para esgotar o reservatório.................................................................................... 76

[Link] - Válvula direcionadora de fluxo........................................................................................... 76

[Link] - Válvula reguladora de agitação de calda........................................................................... 76

11.2.6 - Operação do incorporador.....................................................................................................77

11.2.7 - Regulagem sensor de nível mínimo do reservatório ............................................................ 79


12 - LIMPEZA DA MÁQUINA.............................................................................................................81

12.1 - Sistema de pulverização .........................................................................................................81

12.2 - Procedimento de limpeza ........................................................................................................81

12.2.1 - Aditivo anticongelante no tanque de calda............................................................................ 81

12.3 - Limpeza do circuito de pulverização para a troca de defensivos ............................................ 81

12.4 - ST Film.....................................................................................................................................83

13 - MANUTENÇÃO E LUBRIFICAÇÃO........................................................................................... 84

13.1 - Inspeção...................................................................................................................................84

13.2 - Períodos de manutenção.........................................................................................................85

13.2.1 - Períodos de manutenção do sistema motor......................................................................... 85

13.2.2 - Períodos de manutenção do sistema hidráulico de transmissão.......................................... 85

13.2.3 - Períodos de manutenção do sistema de pulverização......................................................... 85

13.2.4 - Períodos de manutenção do sistema de ar-condicionado.................................................... 86

13.3 - Procedimentos de manutenção...............................................................................................86

13.3.1 - Aditivo de proteção para o sistema de combustível ............................................................. 86

13.3.2 - Troca de óleo do motor e filtro de óleo.................................................................................. 87

13.3.3 - Aditivo Stara Coolant - Sistema de arrefecimento................................................................ 89

13.3.4 - Troca do filtro de combustível do motor................................................................................ 90

13.3.5 - Troca do pré-filtro de combustível......................................................................................... 91

13.3.6 - Troca dos filtros de ar............................................................................................................93

13.3.7 - Troca das correias do motor.................................................................................................94

13.3.8 - Troca de filtro e óleo do sistema hidráulico........................................................................... 95

[Link] - Procedimento para limpeza do sistema hidráulico............................................................. 95

13.3.9 - Troca dos elementos filtrantes hidráulicos............................................................................ 96

[Link] - Filtro de sucção da bomba de transmissão....................................................................... 96

[Link] - Filtro de retorno..................................................................................................................97

13.3.10 - Troca do óleo dos redutores de roda.................................................................................. 98

13.3.11 - Manutenção diária e procedimento para troca do fluxômetro ............................................ 98

13.3.12 - Limpeza do elemento filtrante do filtro de sucção .............................................................. 99


13.3.13 - Troca do filtro da cabine....................................................................................................100

13.3.14 - Regulagem e calibração de pneus em autopropelido ...................................................... 100

13.3.15 - Liberação dos freios .........................................................................................................101

13.4 - Períodos de lubrificação.........................................................................................................101

13.5 - Pontos de lubrificação............................................................................................................102

13.5.1 - Barra de pulverização e quadro.......................................................................................... 102

13.5.2 - Rodados..............................................................................................................................103

13.5.3 - Escada................................................................................................................................103

13.5.4 - Lava-frasco.........................................................................................................................103

13.5.5 - Cabine.................................................................................................................................104

13.5.6 - Capô....................................................................................................................................104

14 - FALHAS E AÇÕES POSSÍVEIS...............................................................................................105

15 - ARMAZENAGEM......................................................................................................................107

16 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS...............................................................................................108

17 - ORIENTAÇÃO PARA PULVERIZAÇÃO.................................................................................. 109

17.1 - Ponta de pulverização Stara ultra baixa deriva...................................................................... 109

17.2 - Ponta de pulverização Stara leque amplo............................................................................. 111

17.3 - Ponta de pulverização Stara cone vazio................................................................................ 113

17.4 - Ponta de pulverização Stara baixa deriva ar......................................................................... 115

17.5 - Ponta de pulverização Stara duplo leque.............................................................................. 117

18 - TABELAS DE TORQUE........................................................................................................... 119

18.1 - Torque de aperto - Parafusos métricos.................................................................................. 119

18.2 - Torque de aperto - Mangueiras hidráulicas............................................................................ 120

18.3 - Torque de aperto - Porcas em terminais (DIN 3861).............................................................. 120

18.4 - Torque de aperto - Porcas para anilhas B3 e B4 (DIN 3861)................................................. 121

18.5 - Torque de aperto - Rosca UNF..............................................................................................122

18.6 - Torque de aperto - Rosca BSP...............................................................................................123

18.7 - Torque de aperto - Rosca métrica.......................................................................................... 124

ÍNDICE REMISSIVO........................................................................................................................125
TERMO DE GARANTIA...................................................................................................................133

REGISTRO DE GARANTIA.............................................................................................................141

TERMO DE ENTREGA TÉCNICA...................................................................................................145

TERMO DA 1ª VISTORIA TÉCNICA...............................................................................................153

TERMO DA 2ª VISTORIA TÉCNICA...............................................................................................157

TERMO DA 3ª VISTORIA TÉCNICA...............................................................................................161

TERMO DA 4ª VISTORIA TÉCNICA...............................................................................................165


INTRODUÇÃO

A finalidade do presente manual do usuário é orientar-lhe sobre as funções e partes componentes de


sua máquina e descrever seus procedimentos de segurança, operação e manutenção.

Leia-o atentamente antes de utilizar a máquina pela primeira vez e certifique-se das recomendações
de segurança necessárias.

Este manual deve ser considerado como parte fundamental, e deve ser conservado de maneira
que esteja sempre disponível para consulta, pois possui instruções que vão desde a aquisição do
implemento ou máquina, até a manutenção e conservação ao longo da sua vida útil. Ao final, são
fornecidas, também, instruções sobre Termo de Garantia, Registro de Garantia, Termos de Entrega
Técnica e de Vistoria Técnica.

Devido à constante evolução de seus produtos, a Stara reserva-se o direito de promover alterações
no conteúdo do presente manual, sem qualquer aviso prévio.
APRESENTAÇÃO

Prezado cliente, você acaba de se tornar proprietário do pulverizador autopropelido Gladiador 2300
Hidro 4x4, uma máquina desenvolvida e produzida com a mais alta tecnologia, e que teve, em seu
desenvolvimento, a participação direta de produtores rurais. Em se tratando de pulverização, o Gla-
diador é uma máquina completa: confortável, versátil e eficaz.

O Gladiador 2300 possui transmissão hidrostática constante e independente nas 4 rodas, que é
realizada por motores de roda de alto torque e baixa rotação. A bomba do hidro possui um sistema
diferenciado no mercado, que mesmo em situações de alta aceleração, controla o fluxo de óleo e
evita picos de pressão nas mangueiras e nos demais componentes do sistema de transmissão.

Além disso, é a única máquina do mercado com sistema de auto filtragem no sistema de tração, o
que aumenta consideravelmente sua vida útil e baixa os custos com manutenção da transmissão.

O sistema de suspensão é do tipo pneumático ativo. Isso se determina a partir de um compressor de


ar (de série), que mantém o sistema sempre com a mesma pressão. Os amortecedores trabalham
pelo sistema de “tripé”, que permite maior aderência e absorção dos impactos em relação ao solo.

Independentemente do tanque estar cheio ou vazio, a suspensão e a perfeita distribuição de peso


entre os eixos dianteiro e traseiro (motor frontal, tanque central e barra traseira), garantem índices de
patinagem das rodas praticamente nulos ao Gladiador 2300.

O Gladiador 2300 é, ainda, equipado com motor eletrônico de 180 cv. Possuindo maior durabilidade,
o motor também possui baixa emissão de poluentes, ruído e vibração menores.

Com acionamento das barras totalmente hidráulico e feito de dentro da cabine, o Gladiador 2300
pode chegar a trabalhar com alturas que vão de 0,6 a 2,2 metros. As barras trabalham com sistema
de quadro móvel com flutuação lateral pendular em paralelogramo. Este sistema possibilita a opera-
ção da máquina em vários tipos de terrenos e velocidades, sem perder a estabilidade. Outra grande
vantagem e exclusividade do Gladiador 2300, é o sistema hidro pneumático de amortecimento das
barras.

Você pode optar em adquirir itens como GPS, controle de tração, piloto automático e desligamento
automático de secções, que agregam valor e versatilidade à máquina.

Para a comodidade de seus clientes e revendedores, a Stara dispõe de um serviço de assistência


técnica para encontrar a melhor solução que lhe auxiliará a obter o rendimento máximo do seu pro-
duto.
1 - PARTES COMPONENTES

O pulverizador autopropelido Gladiador 2300 é constituído pelos seguintes componentes básicos:

1. Motor diesel 10. Passarela

2. Motores de roda e redutores 11. Faróis cabine

3. Bomba hidráulica de transmissão 12. Faróis frontais

4. Bombas hidráulicas de trabalho 13. Bomba de pulverização

5. Cabine 14. Incorporador (lava-frasco)

6. Escada de acesso 15. Reservatório de calda

7. Rodado dianteiro 16. Reservatório de água limpa

8. Rodado traseiro 17. Bateria

9. Filtro de retorno

16
15
9

11
A

4 5
3 1
10

B
14
B
2

12 A 8
17
13

6
7
Figura 1

15
18. Reservatório hidráulico do sistema de traba- 24. Válvula de seção
lho e transmissão
25. Barras de pulverização
19. Filtro de sucção da transmissão
26. Engate reabastecimento
20. Suspensão pneumática
27. Giroflex
21. Reservatório diesel
28. Antena GPS
22. Escapamento

23. Espelhos retrovisores

28 27 25
18
24

23

20 21 22

C C
19

Figura 2

16
2 - IDENTIFICAÇÃO

Todas as máquinas Stara possuem uma placa de identificação. Nela constam o modelo, ano de
fabricação, o número de série, o peso e a capacidade da máquina.

Ao solicitar peças ou qualquer informação nas concessionárias, mencione os dados que identificam
a sua máquina, a fim de facilitar o serviço.

A placa de identificação está fixada na lateral do chassi da máquina, na porção frontal abaixo da
cabine.

Figura 3

17
3 - USO PREVISTO

A pulverização de defensivos e fertilizantes é a funcionalidade básica do Gladiador 2300. Tratando-


-se dessa aplicação, esta máquina tem, como objetivo principal, auxiliar os agricultores no combate
às plantas daninhas, insetos, entre outros.

Além disso, sua função é controlar a dosagem na aplicação de defensivos ou fertilizantes sobre a
área de interesse. Por esse motivo, o Gladiador 2300, aliado à técnicas adequadas para a aplicação
de defensivos, se torna um investimento rentável, que garante economia, saúde, segurança e, ainda,
não gera grandes impactos ao meio ambiente.

Esta máquina deve ser conduzida e acionada por um operador experiente e adequadamente instruí-
do. Este, por sua vez, deve permanecer sentado e sempre utilizar o cinto de segurança enquanto
a máquina estiver em operação. Durante a utilização, a porta da cabine deve, obrigatoriamente,
sempre permanecer fechada.

4 - USO NÃO PERMITIDO

• Não é permitido utilizar o Gladiador 2300 para rebocar, acoplar ou empurrar outras máquinas,
implementos ou acessórios.

• Não utilize a máquina como reservatório de produtos que não sejam químicos ou fertilizantes.

• Não é permitido acoplar ou adaptar nenhum sistema, componente ou conjunto que auxilie ou
altere as características e funcionalidades da máquina. Caso isso ocorra, o fato acarretará a
perda de garantia da máquina.

• Não é permitido realizar o trabalho utilizando a terceira marcha.

• Não é permitido o uso da máquina com o Topper desligado ou desconectado do circuito elétrico.

ATENÇÃO!
A utilização imprópria da máquina, especialmente sobre terrenos irregulares,
declives ou aclives, pode provocar o seu tombamento. Tenha maior atenção em
casos de chuva, neve, gelo ou de qualquer maneira, em caso de terrenos escorre-
gadios. Se necessário, desça da máquina e verifique a consistência do solo.

PERIGO!
Nunca tente descer da máquina em movimento, nem mesmo em caso de capota-
mento, a fim de evitar ser esmagado.

18
5 - INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA

As informações a seguir descrevem ao operador, a importância da segurança. A finalidade é escla-


recer as situações de risco mais comuns durante a utilização normal e a manutenção da máquina,
recomendando o procedimento adequado nestas situações.

Esta máquina/implemento foi projetada e produzida de acordo com a norma brasileira “Segurança no
Trabalho em Máquinas e Equipamentos (NR-12)”.

Certas precauções são necessárias em função dos equipamentos utilizados e das condições de tra-
balho no campo ou em áreas de manutenção. Siga as práticas seguras de operação recomendadas.
O fabricante não tem controle direto sobre essas e, portanto, é de responsabilidade do operador
colocar em prática os procedimentos de segurança enquanto estiver operando a máquina. Com-
preenda a importância de sua segurança.

Esse manual é fornecido juntamente com a sua máquina. Leia-o antes da sua montagem e utiliza-
ção, ou quando em situação de dúvida. Para isso, conserve-o em boas condições. Leia atentamente
todas as informações de segurança descritas e dê a devida atenção aos avisos de segurança pre-
sentes em sua máquina/implemento. Em caso de não compreensão de alguma parte desse manual,
entre em contato com sua concessionária Stara.

Não é permitido alterar as características originais da máquina, considerando que qualquer modifica-
ção pode desarranjar o seu funcionamento e afetar a sua segurança e vida útil.

5.1 - Reconheça as informações de segurança

Tanto nesse manual quanto nos adesivos de segurança presentes na máquina, as palavras indica-
das abaixo, acompanhadas por seus símbolos, têm a finalidade de alertar o leitor/operador sobre a
sua segurança, ou da máquina, ao realizar determinados procedimentos. Respeite as informações
que estão descritas junto desses alertas.

PERIGO: indica uma situação de risco extremo. Tenha cuidado ao realizar procedi-
mentos, evitando acidentes ou morte.

ATENÇÃO: indica uma possível situação de perigo. Tenha cuidado ao realizar proce-
dimentos, evitando acidentes ou morte.

IMPORTANTE: indica procedimentos que devem ser efetuados para evitar danos ou
perdas na máquina/implemento ou no local onde essa está trabalhando.

NOTA: indica uma informação especial, durante trabalhos ou reparos na máquina/


implemento.

19
5.2 - Procedimentos gerais de segurança

• O acesso para inspeção e abastecimento de combustíveis e outros materiais, deve ser feito com
a máquina/implemento parada e desligada, utilizando os meios de acesso seguros.

• O transporte de pessoas em máquinas autopropelidas e implementos é expressamente proibido.

5.3 - Precauções para trabalhar com segurança

Ao realizar determinados procedimentos com a máquina/imple-


mento, utilize os equipamentos de segurança necessários, tais
como: luvas totalmente impermeáveis, macacão (de mangas
compridas e impermeável, para utilização de defensivos), óculos
de proteção, capacete, sapatos impermeáveis de proteção con-
tra acidentes, protetor auricular e máscara de proteção com filtro Figura 4

adequado.

5.4 - Opere a máquina/implemento com segurança

• Para trabalhar com a máquina/implemento e seus equipamentos, o operador deve estar devi-
damente capacitado, treinado e ter lido todas as instruções contidas neste manual. A máquina/
implemento deve ser utilizada apenas por um operador experiente que conheça perfeitamente
todos os comandos e técnicas de condução.

• Não permita que ninguém opere a máquina sem antes ter recebido devido treinamento.

• Assimile o significado de todos os adesivos de segurança distribuídos pela máquina/implemento.

• Periodicamente, antes de utilizar a máquina, analise todos os componentes de segurança.

• Mantenha os degraus, corrimãos e plataforma sempre limpos de resíduos, como óleo ou graxa,
que podem causar acidentes.

• Opere-a somente quando todas as proteções estiverem instaladas em suas posições corretas.

• Verifique se a máquina/implemento está em perfeitas condições de uso. Em caso de qualquer


irregularidade que possa vir a interferir em seu funcionamento, providencie a devida manutenção
antes de qualquer operação ou transporte.

• Para subir na máquina/implemento, utilize somente os degraus antiderrapantes da escada e


suba somente quando ela estiver parada.

• Reduza a velocidade em superfícies molhadas, congeladas ou com cascalhos.

20
• Conduza com cuidado e lentamente em solos acidentados.

• Pelo painel de controle, confira se as funções e sistemas estão em perfeitas condições.

• Não opere a máquina/implemento sob efeito de álcool, calmantes ou estimulantes.

• Antes de mover a máquina, desative o freio estacionário e verifique se a escada está em posição
de trabalho (recolhida e dobrada).

• Ligue a máquina e, em seguida, observe e escute atentamente qualquer interferência que possa
danificar seu funcionamento.

• Não exceda a velocidade. Este ato pode ocasionar acidentes, além de danificar a máquina/
implemento ou colocar em risco a integridade física do operador.

• Diminua a velocidade nas curvas.

• Além do operador, não é permitida a presença de outras pessoas na máquina.

• Não remova componentes de proteção da máquina/implemento.

• Mantenha a máquina/implemento sempre limpa de resíduos como óleo ou graxa.

• Para maior segurança e vida útil da máquina/implemento, evite cargas superiores à capacidade
nominal especificada para cada máquina/implemento.

• Durante os deslocamentos da máquina, avance em velocidades compatíveis com o terreno. Não


exceda a velocidade máxima especificada. Tal cuidado protege, reduz a manutenção e aumenta
a vida útil de sua máquina.

• Nunca trabalhe com a máquina/implemento sem extintor ou qualquer item de segurança. Mante-
nha-os em perfeitas condições.

5.5 - Conservação dos adesivos

• Não remova, nem torne ilegíveis os adesivos de segurança ou instruções de trabalho e, princi-
palmente, siga as instruções neles contidas.

• Substitua qualquer adesivo danificado ou perdido.

• Adesivos de segurança para reposição podem ser encontrados nas concessionárias Stara.

21
5.6 - Procedimentos de emergência

• Esteja preparado para qualquer situação de risco. Em caso


de incêndio, o operador deve rapidamente sair e procurar
abrigo num local seguro.

• Mantenha os números de emergência dos médicos, serviço


Figura 5
de ambulância, hospital e bombeiros em seu telefone.

5.7 - Prevenção contra a partida inesperada da máquina

Proteja-se de possíveis ferimentos ou morte, por uma partida im-


prevista da máquina. Não dê partida no motor em hipótese algu-
ma, estando fora da cabine. Somente dê partida quando estiver
sentado no banco do operador, com o freio estacionário acionado
e com a alavanca de controle no neutro/centro.
Figura 6

NOTA!
O motor não dará partida se os circuitos de segu-
rança forem modificados ou desativados.

5.8 - Trabalhe em áreas ventiladas

Nunca trabalhe com a máquina em áreas fechadas. Todas as operações devem ser feitas em áreas
abertas e ventiladas devido ao gás de escape, produtos químicos e fertilizantes que, se inalados,
podem levar à asfixia.

5.9 - Evite fluidos sob alta pressão

• Fluidos que escapam sob alta pressão podem penetrar na


pele e causar ferimentos graves.

• Evite o perigo, aliviando a pressão antes da desconexão das


linhas hidráulicas ou outras linhas. Certifique-se de que todas
as conexões hidráulicas estejam totalmente fixas antes de Figura 7

aplicar pressão no sistema.

• Proteja as mãos e o corpo dos fluidos sob alta pressão.

• Em caso de acidente, procure imediatamente um médico. Qualquer fluido que penetre na pele
deve ser retirado cirurgicamente dentro de poucas horas, para não causar gangrena.

• Mantenha os componentes como mangueiras, conexões e abraçadeiras, em perfeitas condições

22
de uso, a fim de evitar vazamentos.

• Não abra mangueiras hidráulicas enquanto estiverem pressurizadas. Utilize equipamentos de


segurança, como luvas e óculos de proteção. Tome cuidado ao fazer manutenção no sistema
hidráulico. Ferimentos causados por fluidos devem ser imediatamente tratados por um médico.

• Somente técnicos especializados com este tipo de sistema podem efetuar consertos.

5.10 - Evite aquecer partes próximas às linhas de fluidos

O aquecimento das linhas pode gerar fragilidade no material, rom-


pimento e saída do fluido pressurizado, podendo acarretar quei-
maduras ou ferimentos.

Figura 8

5.11 - Uso de ferramentas adequadas

Sempre utilize as ferramentas adequadas para cada tipo de ma-


nutenção. Para afrouxar ou apertar parafusos, utilize ferramentas
do tamanho correto. A utilização e manuseio de ferramentas im-
provisadas podem ameaçar a sua segurança.

Figura 9

5.12 - Procedimentos seguros com pneus

• Nunca encha um pneu que esteja totalmente vazio. Se o pneu


perdeu totalmente a pressão, entre em contato com um re-
cauchutador especializado.

• O enchimento de um pneu deve ser sempre efetuado em um


Figura 10
dispositivo de contenção (gaiola de enchimento).

• Nunca solde ou aqueça um conjunto roda/pneu. Isso pode resultar na explosão do pneu.

• Em casos de pneu furado, esvazie-o para retirar o objeto causador do furo. O serviço de monta-
gem ou desmontagem do pneu deve ser feito por profissional habilitado.

• Qualquer alteração na geometria do aro poderá causar o estouro do pneu. Por isso, desmonte o
pneu antes de fazer qualquer tipo de reparo no aro.

23
• Ao trocar um pneu ou ajustar a largura dos rodados, posicione a máquina/implemento em terreno
plano e firme, com o motor desligado e o freio de estacionamento acionado. Preferencialmen-
te com o reservatório vazio, levante-a com o auxílio do macaco hidráulico. Para garantir sua
segurança, além do macaco, coloque calços ou cavaletes que resistam ao peso da máquina/
implemento.

Para encher um pneu, observe e obedeça às seguintes instruções:

• Utilize um tubo de segurança suficientemente comprido, munido de uma pistola de enchimento


com manômetro de válvula dupla e escala graduada para a medição da pressão.

• Coloque-se a uma distância de segurança da banda de rodagem do pneu e afaste todas as ou-
tras pessoas próximas ao pneu antes de proceder ao enchimento.

• Nunca encha um pneu com mais pressão do que a recomendada.

5.13 - Cuidados com terrenos em aclive ou declive

• Evite buracos, valetas e obstáculos que podem causar capo-


tamento da máquina/implemento, especialmente em aclives.

• Evite fazer curvas fechadas em encostas ou morros.

Figura 11
• Nunca trabalhe com a máquina/implemento muito próximo de
valas e rios, pois isso pode trazer riscos de capotamento, cau-
sando ferimentos graves ou morte.

• Evite declives que sejam muito íngremes para o funcionamento da máquina/implemento, evitan-
do riscos de tombamento.

• Ao usar a máquina/implemento em descida (declive), utilize a mesma marcha necessária para


subir (freio motor).

5.14 - Proteja o meio ambiente

É ilegal poluir canais, rios ou terrenos. Para evitar impactos ao


meio ambiente, proceda da seguinte forma:

• Reutilize recipientes usados para o descarte de óleos.

• Use recipiente à prova de vazamento e fugas ao drenar os Figura 12

fluidos.

24
• Não despeje os resíduos sobre o solo, pelo sistema de drenagem e nem em cursos de água.

• Resíduos como óleos, combustível, líquido de refrigeração, fluido para freios, filtros e baterias
devem ser descartados de forma adequada, por ser potencialmente prejudiciais ao meio am-
biente e à ecologia.

• O vazamento de líquidos refrigerantes do ar-condicionado pode causar danos à atmosfera. Os


regulamentos do governo podem requerer um centro autorizado de manutenção de ar-condicio-
nado para recuperar e reciclar os líquidos refrigerantes usados no ar-condicionado.

• Para saber sobre a maneira adequada de reciclar ou de descartar os resíduos, quais os métodos
corretos para eliminação de óleos, filtros, pneus e equipamentos eletrônicos, dirija-se ao seu
centro local de coleta seletiva de lixo ou ao seu concessionário Stara.

5.15 - Medidas de segurança para manutenção da máquina/implemento

• Antes de utilizar a máquina/implemento ou realizar qualquer procedimento de manutenção, con-


sulte o manual de instruções.

• Fique atento a qualquer tipo de desgaste, ruído e qualquer ponto que apresente falta de lubrifi-
cação. Em caso de quebra ou falha de qualquer componente, procure uma concessionária para
repor a peça com componente original.

• É sempre recomendável realizar todos os serviços de manutenção com profissionais capacita-


dos. Lembre-se de previamente desligar todos os mecanismos da máquina.

• Antes de abrir qualquer uma das proteções de segurança, certifique-se de que o motor esteja
desligado e aguarde até que a máquina tenha parado totalmente. Há componentes que podem
continuar em movimento sob essas proteções, mesmo após um tempo do seu desligamento.

• Remova todas as ferramentas da máquina/implemento após a realização de qualquer lubrifica-


ção, manutenção ou reparo. Certifique-se de ter apertado firmemente todas as proteções das
partes móveis. Se algum componente estiver danificado, substitua-o imediatamente.

• Mantenha a área de trabalho limpa e seca.

• Apoie e trave de forma segura quaisquer elementos do implemento que tenham que ser levanta-
dos para que a manutenção possa ser feita.

• Ao realizar qualquer procedimento de manutenção, utilize os EPIs indicados no manual.

• Fique atento aos sinalizadores do painel. Em caso de qualquer indicação de falha, pare a máqui-
na, contate seu concessionário, identifique e corrija o problema imediatamente.

25
• Para obter máximo rendimento do motor e evitar danos em seu funcionamento, periodicamente
verifique e troque os filtros e lubrificantes. Lembre-se de utilizar somente os filtros e lubrificantes
indicados neste manual.

• Não fume enquanto estiver realizando qualquer manutenção ou abastecimento na máquina.


Além disso, limpe imediatamente qualquer vazamento de óleo ou combustível.

• Não fume nem instale qualquer aparelho elétrico próximo a produtos inflamáveis, seja na máqui-
na ou perto de onde estes produtos ficam armazenados.

• Redobre a atenção enquanto estiver fazendo manutenção na máquina e precisar ligar o motor.
Evite aproximar-se de componentes móveis e tome cuidado com roupas largas e cabelos com-
pridos.

• Quando estiver trabalhando em partes como motor, bicos, componentes hidráulicos, mantenha o
local limpo e não utilize estopas ou qualquer outro material que possa deixar resíduos e provocar
entupimentos no sistema.

• A falta de manutenção adequada e a operação por pessoas despreparadas pode causar sérios
acidentes, além de danos à máquina.

• Em caso de dúvida, solicite auxílio técnico para efetuar a manutenção.

• Leia e pratique atentamente as instruções de regulagem e aplicação contidas neste manual, de


forma a evitar desperdícios e a má utilização da máquina/implemento.

• Atente para os locais lubrificados com graxa. Após efetuada a limpeza, lubrifique os componen-
tes do implemento antes de armazená-lo.

• Ao efetuar regulagem, verifique se não foi deixado ferramentas sobre a máquina/implemento ou


em seu interior.

• Após qualquer manutenção, mantenha os componentes de proteção fixados e faça o reaperto


de todos os parafusos.

26
5.16 - Cuidado na utilização de solda

• Remova a tinta do local a ser soldado. Limpe aproximadamente 100 milímetros ao redor da área
que será afetada pelo aquecimento. Se a remoção da tinta não for possível, utilize protetor respi-
ratório adequado. Realize todo o trabalho de solda em uma área bem ventilada.

• Se for utilizado removedor ou solvente, lave o local com água e sabão para retirar o removedor.

• Para soldar qualquer parte do implemento, retire e isole os cabos da bateria (quando houver)
para evitar danos ou até mesmo acidentes.

5.17 - Medidas de segurança para o transporte da máquina

Esta máquina é de uso exclusivamente agrícola, sendo que, devido às suas dimensões, não pode
circular em vias públicas ou rodovias. Havendo necessidade de deslocamento ou transporte da má-
quina, estes deverão ser feitos conforme as permissões da legislação vigente de trânsito, ou por
meio de veículos apropriados, conforme a lei e aplicação.

5.17.1 - Transporte da máquina rodando

• Para transportar a máquina, utilize a abertura de bitola sempre no mínimo.

• Mova o interruptor da luz de transporte (giroflex) para a posição ligado.

• Não exceda o limite de velocidade local ou nacional.

5.17.2 - Reboque da máquina

Por motivos de segurança, os freios da máquina são liberados somente quando há pressão hidráuli-
ca no sistema hidráulico de transmissão. Sendo assim, em caso de algum defeito que faça a máqui-
na parar de funcionar, as rodas ficarão freadas.

Caso a máquina precise ser rebocada para conserto, entre em contato com um técnico autorizado
Stara treinado para realizar este tipo de procedimento.

ATENÇÃO!
Em hipótese alguma tente rebocar a máquina sem a presença de um técnico au-
torizado Stara, pois, caso o processo não seja realizado da maneira correta, isso
pode causar acidentes graves e, ainda, acarretar grandes danos ao sistema de
transmissão da máquina.

27
5.17.3 - Luzes e dispositivos de segurança

Durante o transporte, alguns cuidados são necessários:

• Verifique com frequência os espelhos retrovisores.

• Sempre dê seta da direção para a qual vai seguir.

• Mantenha o giroflex em cima da cabine e ligado durante todo o transporte.

• Utilize os faróis, o pisca alerta e os piscas direcionais durante o dia e a noite.

• Mantenha os luminosos limpos para que sempre possam ser vistos. Além disso, confira se os
faróis, sinais e alertas estão funcionando corretamente. Caso não estejam, solicite a um técnico
o conserto dos componentes que estão com defeito.

5.18 - Reservatório de água limpa

O pulverizador possui um reservatório para água que deve ser


utilizado para higiene no campo, como em situações de emergên-
cia ao trabalhar com produtos químicos. Caso ocorra o contato
com algum tipo de produto químico, higienize-se com esta água e
procure imediatamente um médico.
Figura 13

ATENÇÃO!
Essa água deve ser utilizada somente para higie-
ne, nunca para o consumo humano.

5.19 - Cuidados com a máquina antes da partida

• Antes de mover a máquina, desative o freio estacionário e verifique se a escada está recolhida.

• Não dê partida no motor com alavanca de controle fora do neutro.

• Não saia da cabine se a máquina estiver ligada e o freio estacionário não estiver acionado.

• Verifique se a máquina está em perfeitas condições de uso, como níveis de óleo, pressão dos
pneus, água do radiador e combustível. Em caso de qualquer irregularidade que possa vir a
interferir no funcionamento, providencie a devida manutenção antes de qualquer operação ou
transporte.

28
5.20 - Estacione a máquina em local seguro

• Pare a máquina em local seguro, tendo maior atenção em terrenos em aclives ou declives. Para
realizar a parada, coloque a alavanca de controle no neutro e aguarde a parada.

• Com a máquina já parada, acione o freio estacionário e aguarde até que a escada de acesso
baixe. Depois disso, desligue a chave de ignição, retire-a, e por fim, desligue a chave geral da
máquina.

5.21 - Medidas de segurança para trabalho e manutenção do Topper

Ao trabalhar com o controlador Topper, observe as seguintes recomendações e instruções de segu-


rança:

• Leia o manual de instruções do controlador antes de utilizá-lo pela primeira vez e sempre que
tiver dúvidas. Em caso de dúvida em qualquer item, entre em contato com o departamento de
pós-vendas Stara para esclarecimento.

• Durante reparos no sistema de pulverização, o controlador deve ser desligado.

• Calibre os pulsos por 100 metros do sensor de roda do implemento quando trocar um pneu ou
rodado.

• Sempre mantenha o sistema elétrico em perfeitas condições, evitando problemas como varia-
ções da tensão da bateria, curto circuitos e maus contatos.

5.22 - Utilização do cinto de segurança

Para reduzir a chance de ferimentos em caso de acidentes, sem-


pre utilize o cinto de segurança enquanto estiver operando a má-
quina.

Se algum componente do cinto, como a fivela, trava ou fecho,


Figura 14
apresentar algum sinal de danificação, faça a substituição de todo
o conjunto.

Faça uma verificação anual em todos os componentes do cinto de segurança e sempre que identifi-
car algum problema ou sinal de desgaste, substitua por peças originais Stara.

29
5.23 - Manipulação de combustível

• Tenha cuidado ao abastecer a máquina, pois o combustível


é inflamável. Não abasteça com a máquina ligada, enquanto
estiver fumando e próximo à faíscas ou chamas. O abasteci-
mento deve ser feito ao ar livre.

• Previna incêndios mantendo a máquina limpa, retirando qual- Figura 15

quer resíduo de graxa, lubrificante e resíduos de lixo. Em


caso de derramamento de combustível sobre a superfície da máquina, faça a limpeza imediata.

• Para reabastecer a máquina, procure locais apropriados e projetados para este fim, ou utilize
veículos de reabastecimento (caminhões pipa, por exemplo).

5.24 - Cuidados com produtos tóxicos

O Ministério da Saúde do Brasil subdivide os produtos tóxicos em


quatro classes, conforme descrito na tabela a seguir. Esta classi-
ficação é fundamental para o conhecimento da toxicidade de um
produto, do ponto de vista de seus efeitos agudos. Siga as instru-
ções de armazenamento de fertilizantes e defensivos de acordo
com as recomendações do fabricante. Figura 16

CLASSE I Extremamente tóxicos Faixa vermelha

CLASSE II Altamente tóxicos Faixa amarela

CLASSE III Mediamente tóxicos Faixa azul

CLASSE IV Pouco tóxicos Faixa verde

• Siga todas as instruções das embalagens para usar os produtos químicos agrícolas de maneira
eficaz, segura e correta.

• Drene a água ou a calda do reservatório do pulverizador em local adequado, fora do alcance de


pessoas e animais, e distante de locais em que o produto possa agredir o meio ambiente.

• Não permita a presença desprotegida de pessoas ou animais enquanto estiver manuseando ou


aplicando o produto. Afaste-os também das áreas aplicadas.

• Elimine qualquer tipo de vazamento a fim de evitar o desperdício de produto, falhas na aplicação
e a contaminação do meio ambiente. Caso isto ocorra, tome medidas para evitar que o produto
desperdiçado contamine rios e lagos. Além disso, avise as autoridades e o fabricante do produto.

• Ao abastecer ou reabastecer o reservatório, respeite o limite de carga, apresentado nas especi-

30
ficações técnicas dispostas neste manual.

• Respeite as dosagens do produto recomendadas pelo fabricante. Qualquer alteração de dosa-


gem pode causar sérios danos, tanto à cultura quanto ao meio ambiente. Lembre-se, também,
que cada cultura possui o produto recomendado.

• Ao terminar o trabalho com o fertilizante, retire os EPIs e tome banho. A roupa utilizada deve ser
lavada separadamente das roupas de uso normal.

• Lave as mãos e o rosto após usar produtos químicos e antes de comer, beber, fumar ou urinar.

• Em caso de algum contato com o produto ou calda, lave o local com água corrente por pelo
menos 15 minutos.

• Não é recomendada a aplicação com ventos acima de 10 km/h.

• Mantenha os defensivos agrícolas em local seco e arejado. O recomendado é que haja um


galpão de alvenaria, com piso revestido de material impermeável. Ao armazenar, tenha cuidado
ao colocar embalagens sobre estrados, para não encostar as pilhas de produto no chão ou nas
paredes.

• Não tente desentupir os bicos de pulverização soprando-os com a sua boca, já que todo o siste-
ma de pulverização contém resíduos de defensivo. Esta, nada mais é, do que uma rápida forma
de contaminação.

• Mantenha os produtos químicos em seus recipientes originais. Não os transfira para recipientes
sem identificação, nem para recipientes que depois serão usados para armazenar alimentos ou
bebidas.

• Ao limpar a máquina após a aplicação de produtos químicos, não aponte um jato de água com
forte pressão sobre componentes ou conectores eletrônicos. O mesmo vale para rolamentos e
vedações hidráulicas, bombas injetoras de combustível ou outras partes de componentes sensí-
veis, já que isso poderá acarretar falhas no equipamento. Reduza a pressão e borrife em ângulos
de 45° a 90°.

• Descarte adequadamente toda água utilizada para a limpeza que possua alto teor de ingredien-
tes perigosos, sejam estes ativos ou não ativos.

31
5.25 - Cuidados com transporte de produtos tóxicos

• Cuidado ao transportar os fertilizantes. Não transporte-os junto de alimentos ou rações. Não


leve-os para dentro da cabine.

• Cuidado ao transportar defensivos. Não transporte-os junto com alimentos ou rações. Não leve
frascos de defensivos dentro da cabine. Não compre o defensivo cuja embalagem apresente
vazamento ou prazo de validade vencido.

5.26 - Identifique sintomas de intoxicação

Se perceber sintomas de intoxicação (fraqueza, dores de cabeça, vertigem, alterações na visão, an-
siedade, dores de barriga, diarreia, náusea e vômito, irritação na garganta, nariz e olhos, tosse, lágri-
mas, urina com coloração e consistência alteradas e desmaios), procure imediatamente atendimento
médico. De preferência, leve consigo a embalagem do defensivo. Em casos de vômito, mantenha a
vítima sentada. Nunca a faça ingerir leite ou bebida alcoólica. Além disso, mantenha-a calma e em
posição confortável enquanto aguarda atendimento médico.

5.27 - Cuidados com produtos inflamáveis

Nunca tente apagar um incêndio em lavoura se estiver usando defensivos agrícolas pois estes, à sua
vez, são inflamáveis. Desloque-se imediatamente até um local seguro e comunique os bombeiros.

5.28 - Armazenamento de produtos inflamáveis

Mantenha sempre qualquer defensivo, combustível, fluidos, ferramentas e peças adequadamente


armazenados, em local onde não haja risco de acidentes.

5.29 - Evite contato com superfícies aquecidas

Efetuar trabalhos de manutenção na máquina/implemento ou


acessórios com o motor em funcionamento pode resultar em le-
sões graves. Por isso, evite a exposição e o contato da pele com
os gases e componentes quentes do escape, motor, reservatório
de óleo hidráulico e mangueiras.
Figura 17

As peças e os fluxos de gases se aquecem muito durante a ope-


ração. Os gases e componentes do escape atingem temperaturas altas o suficiente para causar
queimaduras, chamas ou derreter materiais comuns.

Cuidado com jatos de vapor e água quente. O radiador fica sob pressão com o motor quente. Remo-
va o tampão com cuidado, e sempre com o motor arrefecido.

32
5.30 - Manuseio da bateria

• O gás da bateria pode causar uma explosão. Por esse motivo,


mantenha a bateria longe de faíscas e chamas, use um voltí-
metro para verificar qual a sua carga e nunca faça ligação dos
polos utilizando objetos metálicos.

• Para manutenções, sempre retire o terminal negativo (-) da Figura 18

bateria primeiro e, para recolocar, coloque o grampo do terra


por último.

• Para evitar acidentes, manuseie conforme especificações do fabricante da bateria.

• Caso o ácido de bateria entrar em contato com os olhos, lave-os com água corrente por pelo me-
nos 15 minutos e procure atendimento médico imediato. Da mesma forma, busque assistência
médica caso este ácido for ingerido.

• Para evitar danos ou acidentes ao soldar qualquer parte metálica da máquina, retire e isole os
cabos da bateria.

• Examine os polos quanto à oxidação (zinabre). Caso isso ocorra, limpe-os. É recomendável
efetuar essa limpeza a cada 100 horas.

5.31 - Cuidados com cabine e filtros do ar-condicionado

• Evite exposição a produtos químicos.

ATENÇÃO!
A exposição a produtos químicos pode causar doenças ou até morte. Para reduzir
riscos durante essa exposição, use sempre Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs), conforme a especificação do fabricante disposta no rótulo desses itens.

• Somente operadores capacitados têm a permissão para fazer a aplicação com produtos quími-
cos.

• Durante a operação, mantenha a cabine fechada, evitando contaminação.

• Substitua os filtros da cabine frequentemente. Isso depende da situação de trabalho de cada


máquina. Troque o filtro a cada, no máximo, 250 horas ou a cada ano, prevalecendo o período
que primeiro vencer. Sempre utilize filtros originais Stara adquiridos nas concessionárias.

• Antes de ligar o ar-condicionado da cabine, ligue o ventilador. Sempre que o ar-condicionado


estiver ligado, o ventilador também deverá estar ligado.

33
• Não aproxime qualquer tipo de chama do ar-condicionado. Se houver algum vazamento, o gás
refrigerante pode tornar-se letal.

• Não fume dentro da cabine.

• Nunca transporte produtos químicos ou suas embalagens dentro da cabine.

• Não entre na cabine com objetos, roupas, sapatos e EPIs contaminados.

• Mantenha a parte interna da cabine limpa.

• Enquanto estiver operando a máquina, sempre faça uso de todos os EPIs indicados pelo fabri-
cante dos produtos em utilização.

• A manutenção do ar-condicionado deve ser feita em ambiente aberto e ventilado. O fluido refri-
gerante nunca poderá ser exposto à temperaturas acima de 40°C.

• Não leve alimentos à cabine.

• Não consuma alimentos e bebidas durante as operações.

5.32 - Evite longa exposição a ruídos

A longa exposição a ruídos pode resultar em danos ou na perda


da audição. Para diminuir os riscos, utilize equipamentos de pro-
teção apropriados para a audição (protetores auriculares), prote-
gendo-se de ruídos altos ou incômodos.

Figura 19

5.33 - Abastecimento seguro

O abastecimento deve ser realizado com o ope-


rador localizado sobre um degrau de apoio, de
forma que o bocal de abastecimento do tanque
não fique a uma distância superior a 1,5 metro
acima do ponto de apoio do operador.

Nesta máquina, o abastecimento deve ser reali-


zado por operador treinado e posicionado sobre
a plataforma da máquina, apoiado em três pon-
tos conforme a figura ao lado.
Figura 20

34
6 - IDENTIFICAÇÃO DOS ADESIVOS DE SEGURANÇA

Água para lavar as mãos Leia o manual do operador

Água limpa para limpeza Antes de qualquer operação


no campo em casos de ou serviço de manutenção
emergência. Essa água é na máquina, leia as
imprópria para consumo instruções, principalmente
humano. de segurança, descritas no
manual do operador.

Cuidado com vapor quente Risco de esmagamento


ou objetos arremessados das mãos

Para evitar acidentes, Não abra nem remova


tenha cuidado em relação proteções de segurança da
a vapores exalados pela máquina enquanto o motor
máquina. Observe, ainda, estiver em funcionamento.
objetos que possam se
soltar e ser arremessados.

Evite fluidos sob alta Cuidado com superfícies


pressão aquecidas

Tenha cuidado com fluidos Mantenha-se afastado


sob alta pressão, pois isso de superfícies quentes,
pode causar ferimentos evitando queimaduras e
graves. Consulte o manual outros ferimentos.
para procedimentos de
segurança.

Risco de capotamento e Acionamento do motor


esmagamento
O motor só deve ser
Durante as operações em acionado pelo operador,
solos acidentados, tenha quando este estiver em seu
cuidado redobrado a fim assento.
de evitar capotamentos
e consequentes
esmagamentos.

35
Risco de esmagamento Risco de asfixia
das mãos
A máquina nunca deve ser
Não abra nem remova acionada em ambientes
proteções de segurança da fechados devido à fumaça
máquina enquanto o motor ou ao gás de escape, pois
estiver em funcionamento. isso pode levar à asfixia.

Risco de esmagamento

Antes de abrir as barras de pulverização, atente para a presença


de pessoas, animais ou outras obstruções, de forma a evitar
esmagamentos.

Risco de deslizamento

Tenha cuidado ao cruzar superfícies escorregadiças causadas


por líquidos derramados ou por resíduos de óleo ou graxa.
Esses elementos podem ocasionar quedas.
ADS-0758

Verifique o extintor de incêndios

Verifique frequentemente se o extintor de incêndio está com


carga e validade dentro dos prazos exigidos pelo fabricante.

Atenção para as informações de segurança

Leia atentamente todas as informações de segurança


apresentadas no manual de instruções e avisos de segurança
em sua máquina/implemento.

Proibido o transporte sobre a passarela

Não transporte pessoas ou objetos nas passarelas de acesso


ou em qualquer parte da máquina/implemento a fim de evitar
acidentes.

36
Risco de esmagamento das mãos

Em elementos móveis ou em realização de manutenções e/ou


montagens, tenha cuidado para não prensar as mãos.

Não entre no reservatório

Jamais acesse o reservatório com a máquina/implemento em


funcionamento. Esta ação é expressamente proibida e pode
causar acidentes graves e/ou morte.

Não pise

Não pise sobre os componentes indicados. Estes não são estruturalmente


projetados para suportar o peso de pessoas.

Use o cinto de segurança

A utilização do cinto de segurança é obrigatória sempre que se estiver


trabalhando com a máquina.

Equipamentos de segurança

Ao realizar trabalhos
com a máquina, utilize os
equipamentos de segurança
indicados.

37
7 - TRANSPORTE

Sempre que for preciso transportar o Gladiador 2300, seja via outro meio de transporte (caminhão,
trem, etc.) ou via a própria máquina, alguns procedimentos deverão ser observados e executados a
fim de garantir a segurança durante o deslocamento.

ATENÇÃO!
Antes de efetuar qualquer procedimento de transporte, veja Medidas de seguran-
ça para o transporte da máquina, na página 27.

7.1 - Transporte em caminhões ou pranchas

Para efetuar o transporte da máquina em caminhões ou pranchas, alguns componentes necessitam


ser desmontados, conforme procedimentos a seguir.

NOTA!
Transporte a máquina em pranchas ou caminhões, com as bolsas pneumáticas de
suspensão vazias.

7.1.1 - Desmontagem do limpa trilho

1. Remova os parafusos e as porcas (A) e retire B


o limpa trilho (B).

2. Repita o procedimento nos quatro conjuntos


A
de rodado.

Figura 21 - A: Parafusos e porcas B: Limpa trilho

7.1.2 - Desmontagem da antena do GPS

1. Desconecte o chicote (A) da conexão (B) da C


antena.
B
2. Através de ímãs dispostos na base da an- A
D
tena, remova a antena (C) e fixe-a sobre a
base (D).

Figura 22 - A: Chicote B: Conector C: Antena de GPS


D: Base

38
7.1.3 - Desmontagem do giroflex
B
Afrouxe a porca (A) e remova o conjunto giroflex
(B) do suporte (C).

A
C

Figura 23 - A: Porca B: Giroflex C: Suporte

39
8 - PREPARAÇÃO DA MÁQUINA

8.1 - Montagem de componentes

Além de uma série de verificações anteriores à partida da máquina, também se faz necessário mon-
tar alguns componentes que, a fim de transporte, saem de fábrica separados da máquina. Para
deixar a máquina pronta para a operação e garantir que esta se realize com segurança, monte estes
componentes acompanhando os procedimentos a seguir.

8.1.1 - Montagem do limpa trilho


B
1. Alinhe as cavidades do limpa trilho (A) às ca-
D
vidades do suporte do rodado (B).

C
2. Insira os parafusos (C) pela parte interior do
suporte do rodado (B). A

3. Trave com as porcas (D).


Figura 24 - A: Limpa trilho B: Suporte do rodado C: Parafuso
Repita o procedimento para os quatro conjuntos E: Porca

do para-lama.

8.1.2 - Montagem da antena do GPS

1. Insira a antena (A) sobre a base (B) no teto A


da cabine. O conjunto ficará fixo através dos
imãs dispostos na base da antena. D
C
B
2. Conecte o chicote (C) ao conector (D) da an-
tena.

Figura 25 - A: Antena de GPS B: Base C: Chicote D: Co-


nector

8.1.3 - Montagem do giroflex


A
Insira o conjunto giroflex (A) no suporte (B) e tra-
ve com a porca (C).

C
B

Figura 26 - A: Giroflex B: Suporte C: Porca

40
8.2 - Verificações pré-operação

Para garantir operações seguras e eficientes,


realize as verificações listadas a seguir com a
máquina completamente montada antes de dar A
a partida. Para efetuar os procedimentos de
aperto, verifique as Tabelas de torque, na pági-
na 119.
D

1. Verifique as cintas (A, B e C) que fixam os Figura 27 - A: Cinta do reservatório de calda D: Porca
reservatórios de calda, de água limpa e de
diesel, respectivamente. Estas devem per-
manecer tensionadas, através das porcas
D
(D), e não permitir qualquer movimentação
dos reservatórios sobre o suporte.
D
B

Figura 28 - B: Cinta do reservatório de água limpa D: Porca

D
D
C

Figura 29 - C: Cinta do reservatório de diesel D: Porca

2. Aperte os parafusos (A e B) do pivô da di-


B
reção.

B
A

A
Figura 30 - A: Parafuso B: Parafuso

41
3. No eixo principal do rodado dianteiro, verifi-
que se a chapa (A) está instalada e verifique
o torque dos parafusos de segurança (B e C
C).

4. Verifique e acompanhe se não há vazamen-


tos hidráulicos na máquina.
A
B
5. Observe atentamente as temperaturas da
Figura 31 - A: Chapa B: Parafuso C: Parafuso
máquina, óleo de transmissão e de trabalho
e fluido refrigerante do motor.

6. Observe se há vazamentos na linha de pres-


são do sistema pneumático.

7. Verifique o nível de óleo no reservatório hi-


dráulico através do visor (A). B

O nível de óleo não deve estar abaixo da C


metade do marcador. Caso esteja inferior ao A
indicado, abasteça o reservatório removendo
o filtro (B), abastecendo pelo bocal (C) e in-
serindo outra vez o filtro na posição original.

Figura 32 - A: Visor B: Filtro C: Bocal

8. Verifique se as válvulas de sucção das bom-


bas hidráulicas estão abertas, conforme po-
A
sição dos manípulos (A).
A
9. Verifique o nível do reservatório de diesel. A
A
10. Verifique a pressão dos pneus conforme in-
dicado em Regulagem e calibração de pneus
em autopropelido, na página 100.
Figura 33 - A: Manípulos

11. Verifique o nível do sistema de refrigeração


do radiador.

42
9 - SISTEMA ELÉTRICO

9.1 - Sensores

O Gladiador 2300 possui uma ECU Sensores


(A) para fazer a leitura e interpretação de alguns A
sensores da máquina.

Sensor de saturação do filtro de óleo: respon-


sável por indicar a saturação dos filtros de óleo
localizados nos reservatórios.
Figura 34 - A: ECU Sensores
Sensor de temperatura de óleo hidráulico: estão
localizados nos dois reservatórios de óleo. São
responsáveis por indicar a temperatura do óleo
durante a operação.

Sensor de água no combustível: esse sensor é


responsável por indicar quando há uma quanti-
B
dade excessiva de água no combustível.

Sensor de água no radiador: o sensor de pre-


Figura 35 - B: Sensor de presença
sença (B) de água do radiador indica se há ou
não água no tanque de expansão e, consequen-
temente, no radiador, localizado na parte de bai-
xo do tanque de expansão.
C

Para que o alternador do motor carregue a ba-


teria e para que este sinal seja verificado pelo
sistema eletrônico, é necessária a leitura do
sinal de D+ do alternador, através do conector
resistivo (C). Sua montagem é próxima ao motor
e alternador. Figura 36 - C: Conector resistivo

O Gladiador 2300 possui apenas um reserva-


tório de óleo hidráulico, onde se misturam os
D
óleos da transmissão e industrial. Este reserva-
tório possui um sensor (D) para medir a tempe-
ratura do óleo. O sensor deve ser instalado na
parte frontal do reservatório de óleo, logo atrás
da cabine.

Figura 37 - D: Sensor de temperatura

43
Para medir a pressão do sistema pneumático da
máquina, é utilizado um sensor de pressão (E). F
Este sensor é montado juntamente com o cilin-
dro de ar (F), localizado logo abaixo do tanque
de calda da máquina.

NOTA!
E G
É recomendado drenar diariamen-
te o filtro de ar pela válvula (G) do
Figura 38 - E: Sensor de pressão F: Cilindro de ar G: Válvula
cilindro de ar (F) a fim de evitar o para drenagem do cilindro
acúmulo de sujidades no sistema
pneumático.

9.2 - Pod Universal de pulverização

A Pod Universal de pulverização (A), identifica-


da no Topper por PUA, é montada ao lado es-
querdo do quadro de barras.
A

A Pod da pulverização recebe todas as infor-


mações do sensor de pressão e fluxômetro do
sistema de pulverização. É também responsável
por controlar a abertura da válvula reguladora e Figura 39 - A: Pod Universal
por fazer o controle das seções.

NOTA!
Para verificar a comunicação das Pod com o controlador Topper 5500, acesse
Menu > Sistema > Diagnóstico, e selecione o item que deseja visualizar.

9.3 - Sensores de pulverização

A máquina possui, no sistema de pulverização,


um sensor de nível mínimo do reservatório de
calda (A), localizado na parte inferior do tanque
de calda. A função desse sensor é desligar a A
bomba de pulverização assim que o nível che-
gar a uma quantidade que possa a prejudicar.

Figura 40 - A: Sensor de nível de calda

44
O Gladiador 2300 utiliza o método de medição
direta para aferir o nível do reservatório de cal-
da, ou seja, adota uma régua graduada na sua
lateral para indicar com o nível, o volume do re-
servatório. A determinação do nível é efetuada
através da leitura direta do comprimento marca-
do na régua, pelo líquido.

Figura 41

9.4 - ECUs
A B
O Gladiador 2300 possui uma ECU Hidráulica
1 (A), uma ECU Sensores (B) e uma ECU Hi-
dráulica 2 (C).

C
A ECU Hidráulica 1, localizada ao lado direito do
quadro de barras (D) aciona a abertura, o fecha-
mento e o controle das barras.
Figura 42 - A: ECU Hidráulica 1 B: ECU Sensores C: ECU
Hidráulica 2

Figura 43 - D: Localização ECU Hidráulica 1

45
9.5 - Bateria

O Gladiador 2300 é equipado com bateria isenta de manutenção, ou seja, raramente algum tipo de
intervenção, como verificação de nível de eletrólito ou carga em condições normais, será necessária.
Entende-se por condições normais quando a máquina não permanecer inativa durante um longo
período ou quando não houver necessidade constante de verificação da bateria.

IMPORTANTE!
A ECM Bosch pode funcionar com a tensão de bateria de 9 a 32 volts. A rotação
mínima de partida deve estar entre 180 a 250 RPM. Se a tensão de bateria estiver
abaixo de 10 volts e a temperatura ambiente em 20°C, o motor de partida pode não
atingir a rotação mínima e o motor diesel não funcionar.

9.5.1 - Remoção e instalação da bateria


B
A bateria está localizada na lateral da máquina.
Para ter acesso ao seu compartimento, observe
A
os passos a seguir:

1. Afrouxe os dois parafusos borboleta (A) loca-


lizados nas laterais da tampa protetora.
A

2. Remova a tampa de proteção (B) da bateria. Figura 44 - A: Parafusos borboleta B: Tampa de proteção

3. Remova os cabos da bateria, desligando


primeiro o cabo negativo (-) (C) e depois, o C
cabo positivo (+) (D). D

4. Tenha cuidado ao recolocar a bateria em seu


alojamento.

5. Limpe a área antes de reconectar os cabos


da bateria e aplique vaselina em seus con-
Figura 45 - C: Cabo negativo D: Cabo positivo
tatos, iniciando pelo cabo positivo e, poste-
riormente, finalizando pelo negativo. Isso
evitará a oxidação dos bornes da bateria e
dos cabos.

6. Proceda com a recolocação da tampa de proteção (B).

IMPORTANTE!
Baterias, pilhas e acumuladores para veículos devem ser eliminados em locais
previstos e apropriados para a coleta seletiva e reciclagem, de acordo com as
regulamentações locais. Nunca descarte baterias no meio ambiente.

46
ATENÇÃO!
Os polos e bornes das baterias e os respectivos acessórios contêm chumbo e
compostos de chumbo, substâncias químicas, conhecidas como cancerígenas
e nocivas para o aparelho reprodutivo. Lave bem as mãos depois de qualquer
contato com estas partes.

7. Mantenha a parte superior da bateria sempre limpa e seca.

8. Verifique se os bornes dos cabos de alimentação estão bem fixados em seus respectivos termi-
nais.

9. Para recarregar a bateria, não utilize carregadores com carga rápida.

10. Verifique as condições de carga utilizando um voltímetro digital da seguinte maneira:

Ligue o voltímetro aos dois polos da bateria fazendo com que os terminais com o mesmo sinal
correspondam entre si (negativo com negativo e positivo com positivo) e leia o valor medido no
instrumento.

Compare este valor com os fornecidos na tabela a seguir para estabelecer o estado de carga
da bateria.

TENSÃO (V) ESTADO DE CARGA

12,66 100%

12,45 75%

12,30 50%

12,00 25%

Tabela 1

11. Com uma tensão próxima de 12,30 V, proceda imediatamente à recarga da bateria utilizando
uma corrente igual a 1/20 da capacidade em Ah (Por exemplo, uma bateria de 50 Ah deve ser
carregada com uma corrente de 2,5 A).

NOTA!
Caso seja necessário recarregar com frequência, ou se a bateria tiver tendência a
descarregar-se, faça com que o sistema elétrico da sua máquina seja inspeciona-
da por um técnico especializado. Consulte sua concessionária Stara.

ATENÇÃO!
Antes de recarregar a bateria, lembre-se de desligar os cabos. É também reco-
mendável removê-la. Durante a recarga, ventile bem o local e não aproxime faís-
cas nem cigarros acesos.

47
NOTA!
As baterias e os acumuladores elétricos contêm vários componentes que, se não
forem corretamente reciclados depois do seu uso, podem ser nocivos ao meio
ambiente.

Recomenda-se devolver todas as baterias “a seco” à sua concessionária. Esta, por sua vez, irá
assegurar o descarte ou a reciclagem correta destas baterias, que podem ser reutilizadas em outros
sistemas elétricos ou eletrônicos. Em alguns países, este procedimento já é exigido por lei.

9.5.2 - Recomendações ao operador

Para conservar e garantir a vida útil da bateria, deve-se observar e respeitar as seguintes normas:

• Mantenha a bateria limpa, principalmente na parte superior.

• Verifique se os bornes dos cabos estão bem fixados junto aos polos da bateria.

• Utilize uma chave do tipo estrela e nunca um alicate para atarraxar e desatarraxar as porcas dos
bornes.

• Aplique vaselina pura nos bornes e nos polos da bateria para protegê-los da oxidação.

• Caso a máquina permaneça sem utilização por mais de 30 dias, verifique regularmente o estado
da carga da bateria. Nunca deixe a bateria descarregar totalmente. Nesses casos, se possível,
recarregue-a mensalmente.

• Caso seja necessário trocar a bateria, primeiramente desligue o cabo negativo (-) e, em seguida,
o cabo positivo (+) para, então, retirar a bateria.

• Limpe os bornes para eliminar qualquer eventual sujeira.

• Ao recolocar a bateria, fixe bem os seus parafusos.

• Ao recolocar os cabos, inicie pelo cabo positivo (+) e, depois, continue pelo negativo (-).

O eletrólito da bateria é constituído, em parte, por ácido sulfúrico e pode causar queimaduras graves.
Portanto, é necessário respeitar as seguintes normas:

• Utilize luvas de couro e roupas protetoras. Em caso de contato com a pele, lave com água
abundante.

• As baterias produzem gases inflamáveis que podem provocar uma explosão.

48
• Não aproxime chamas ou cigarros acesos.

• Em caso de contato com os olhos, lave-os com bastante água e procure auxílio médico imedia-
tamente.

• Mantenha crianças afastadas.

• Nunca descarte baterias usadas em lixos comuns ou de rua.

• Elimine baterias usadas somente nos locais previstos para a coleta seletiva, de acordo com as
regulamentações locais.

9.6 - Cuidados gerais - Elétrica

Para um bom funcionamento do sistema elétrico, é importante observar os fatores a seguir.

9.6.1 - Pontos de medição de energia

Existem pontos de medição de energia elétrica


capazes de mensurar o consumo negativo (0
A
V) e positivo (12 V) da máquina. Estes pontos
devem ser limpos a cada 100 horas para evitar
mau contato e consequente mau funcionamento
do equipamento. Por essa razão, limpe os po-
los de bateria e a barra de cobre do motor (A) a
fim de evitar acúmulo de sujeira e oxidação que Figura 46 - A: Barra de cobre do motor
podem prejudicar o funcionamento de outros
componentes do sistema.

9.6.2 - Fusíveis

Assim como fios e conectores, os fusíveis são


dispositivos da máquina que protegem os circui-
tos elétricos contra danos causados por sobre-
cargas de corrente e curto-circuito. Trata-se de A
um instrumento muito importante na distribuição
de energia e na prevenção de incêndios ou da-
nos causados por elementos do circuito.
Figura 47 - A: Diagrama de fusíveis
O painel de fusíveis está localizado dentro da
cabine. Caso seja necessário trocar algum fusível, é importante substituir por um fusível compatível,
de mesma corrente. O diagrama de fusíveis (A) está localizado na tampa da central elétrica.

49
O fusível geral (B) está dimensionado para uma
corrente de 125 A e localiza-se fixado junto à ba-
B
teria da máquina.

Figura 48 - B: Fusível geral

9.6.3 - Chave geral

Localizada na lateral direita do banco do opera-


dor, a chave geral (A) tem a função de desligar
toda a alimentação do circuito elétrico.
A
IMPORTANTE!
Desligue a chave geral ao final da
jornada de trabalho.
Figura 49 - A: Chave geral

9.6.4 - Derivadores
B A
Vários derivadores (A) estão distribuídos pela
máquina para facilitar o acesso a pontos de me-
dição de consumo “negativo 0 V” e “positivo 12
V” de energia. Trata-se de dispositivos que per-
mitem que a corrente elétrica passe em torno
de outro ponto no circuito, criando um caminho
de baixa resistência. A aplicação de derivadores
evita, também, emendas no momento da fabri- Figura 50 - A: Derivador B: Vista explodida do derivador
cação, propiciando mais robustez e um melhor
acabamento na confecção do cabo. Os deriva-
dores estão localizados dentro das caixas de
Pod, junto à passarela traseira.

50
9.7 - Central elétrica

FUSÍVEIS

F1 Topper 5500 Fusível 5 A F25 Banco pneumático Fusível 20 A

F2 Pod distribuição Fusível 10 A F26 Lava-frasco Fusível 20 A

F3 Pod pulverização Fusível 10 A F27 Rádio e módulo AC Fusível 10 A

F4 ECU de teclas Fusível 5 A F28 Plafon Fusível 5 A

F5 Pod sensores Fusível 7.5 A F29 Chave de ignição Fusível 7.5 A

F6 Microcontrolador Pod Fusível 5 A F30 Circuito pisca Fusível 10 A

F7 Piloto automático Fusível 10 A F31 Esguicho para-brisa Fusível 5 A

F8 Joystick/RTK/Diagnóstico Fusível 3 A F32 Luz alta Fusível 20 A

F9 Seletron Fusível 10 A F33 Luz baixa Fusível 10 A

F10 Hidráulica 2/B Fusível 10 A F34 Luz de posição Fusível 5 A

F11 Hidráulica 1/A Fusível 10 A F35 Farol baixo permanente Fusível 10 A

F12 Hidráulica 2/A Fusível 5 A F36 Sinalização diurna Fusível 5 A

F13 - - F37 - -

F14 Buzina Fusível 5 A F38 Faróis distribuição central Fusível 5 A

F15 Freio e ré Fusível 5 A F39 Faróis distribuição direito Fusível 5 A

F16 Limp. para brisa e buzina lógica Fusível 3 A F40 Faróis distribuição esquerdo Fusível 5 A

F17 Contato ignição e ECM Fusível 5 A F41 Farol da barra direita Fusível 5 A

F18 Controle de tração Flex/ECT Bosch Fusível 7.5 A F42 Farol da barra esquerda Fusível 5 A

F19 Giroflex Fusível 5 A F43 Teclas de luzes Fusível 5 A

F20 Farol de teto traseiro Fusível 10 A F44 Controle ar-condicionado Fusível 5 A

F21 Farol de teto lateral Fusível 25 A F45 Motor limpador para-brisa Fusível 20 A

F22 Farol dianteiro esquerdo Fusível 20 A F46 Sinal de luzes coluna Fusível 15 A

F23 Farol dianteiro direito Fusível 20 A F47 Liga Topper pela ignição Fusível 3 A

F24 Motor de ventilação Fusível 15 A F48 Tomada USB/Isqueiro Fusível 10 A


Tabela 2

RELÉS

RL2-1 Faróis de teto dianteiro RL2-9 Buzina

RL2-2 Limpador velocidade 2 RL2-12 Topper 5500 - ECU Pod

RL2-3 Parada zero RL2-14 Limpador velocidade 1

RL2-4 Habilita partida RL2-15 Farol traseiro do teto

RL2-5 Luz de posição RL2-16 Ignição R2

RL2-6 Luz baixa/alta RL2-17 Farol de barra

RL2-7 Faróis distribuição RL4-1 Temporizador para-brisa

RL2-8 Ignição R1 RLT-1 Lava-frasco

Tabela 3

51
10 - SISTEMA HIDRÁULICO

10.1 - Circuito das barras

FE
D
C
B

G
A

EF

Pressão
Retorno
Sucção
Pressão carga
Figura 51 - A: Bloco das barras B: Acumulador do quadro C: Cilindro levante do quadro D: Cilindro 15° E: Cilindro 1ª seção F:
Cilindro da ponteira G: Cilindro trava quadro

52
10.2 - Circuito de trabalho

T
P

D
C

P H
L

G
R

T P

J
R
L
Pressão

K K Retorno
Sucção
Pressão carga

Figura 52 - A: Bloco das barras B: Tubo coletor C: Bloco pulverização D: Bomba pulverização E: Reservatório F: Bloco coletor
G: Bloco piloto H: Tubo sucção I: Bomba tripla J: Orbitrol K: Cilindros de direção

53
10.3 - Circuito de transmissão

FR G
B B
MRA

F
MRB
DR
MRA DR

F
MRB

MRB
MRA
A

DR

A
B
FR
E

B
DR
FR
A
B

B
B

A
MRB MRB
FR

A
DR DR

MRA MRA
FR

A
MRB
MRA
FR

A
DR

B
A

A2

B2

M
B1

C A1
B
A

D
T
P

J
B
S
A

M3

L2

Pressão
Retorno
Sucção

N Pressão carga

Figura 53 - A: Motor e redutor dianteiro B: Bloco distribuidor dianteiro C: Bloco freio/marchas D: Bloco coletor E: Tubo coletor F:
Bloco e distribuidor traseiro G: Bloco distribuidor traseiro H: Bomba I: Reservatório J: Filtro sucção K: Filtro L: Bomba filtro M:
Cilindro escada N: Trocador de calor

54
11 - OPERAÇÃO

11.1 - Operação da máquina

Para dar partida na máquina, execute o procedimento a seguir:

1. Ligue a chave geral, ligue o Topper e aguarde sua inicialização (até visualizar a tela de login ou
de trabalho se o Topper estiver configurado para login automático). Só então ligue a chave de
ignição, dando a partida no motor.

2. Mantenha o motor em marcha lenta por 30 segundos.

3. Lentamente acelere até chegar à rotação desejada, devendo esta ser superior a 1350 RPM.

4. Desative o freio estacionário. Automaticamente, a escada subirá. Tenha cuidado para que a es-
cada não venha a colidir em nada.

IMPORTANTE!
Dependendo do desnível do terreno, tenha cuidado ao soltar o freio de estacio-
namento da máquina. Em aclive ou declive, o pulverizador pode se movimentar
bruscamente assim que o freio for liberado.

5. Locomova um pouco a máquina usando o acelerador.

6. Desloque lentamente a alavanca de controle para frente, fazendo com que a máquina se movi-
mente para frente. Continue empurrando a alavanca de controle para frente até atingir a veloci-
dade desejada.

Ao frear até parar a máquina, a alavanca de controle deve, lentamente, ser retornada à posição
central.

Para movimentar o pulverizador em ré, desloque a alavanca de controle a partir do neutro (posição
central) para trás.

Ao utilizar o deslocamento à ré, a máquina emitirá um sinal sonoro, para alertar às pessoas ao redor.

ATENÇÃO!
O deslocamento do pulverizador somente poderá ser feito com o freio de esta-
cionamento solto. Para auxiliar a correta operação e evitar danos aos freios, o
controlador Topper emitirá um alarme sonoro e um alerta visual na tela.

55
11.1.1 - Motor eletrônico

O Gladiador 2300 é equipado com um motor eletrônico MWM de 180 cv turbo, atendendo à re-
solução CONAMA 433/2011, a qual estabelece diretrizes ambientais, prazos e padrões legais de
emissão. Os motores eletrônicos MAR-I, além de mais duráveis, têm baixa emissão de poluentes e
apresentam um reduzido índice de ruído.

ATENÇÃO!
Verifique atentamente as instruções de uso, manutenção e segurança no manual
do motor da MWM.

[Link] - Modo Eco

O Modo Eco foi incorporado aos autopropelidos Stara para maximizar a economia de combustível.
Essa tecnologia atua controlando a rotação do motor, evitando que a rotação se eleve desnecessa-
riamente e, consequentemente, reduzindo o consumo de combustível.

Para efetuar a habilitação e desabilitação do modo Eco, realize no Topper 5500 o procedimento
descrito a seguir:

1. Pressione o ícone menu (A) no canto supe-


rior esquerdo da tela.
A

Figura 54

2. Na tela a seguir, pressione o ícone da sua


máquina de trabalho (B).

Figura 55

56
3. Em seguida, selecione o ícone Widgets (C).

Figura 56

4. Por fim, o operador poderá ativar ou desa-


tivar o modo Eco. Quando ativo, o ícone se
D
destacará em cor mais clara (D). Quando
desativado, o ícone indicará uma cor mais
escura (E).
E
NOTA!
Para as velocidades do equipa-
Figura 57
mento com modo Eco habilitado,
veja velocidades no modo Eco.

IMPORTANTE!
O modo Eco somente atuará quando a máquina estiver em módulo de trabalho, ou
seja, quando a bomba de pulverização estiver ligada. Também neste módulo, na
marcha 2+, a velocidade máxima da máquina será atingida.

ATENÇÃO!
Quando a bomba de pulverização estiver desligada, o modo Eco não terá atuação
na rotação da máquina, habilitando o funcionamento da máquina na 3ª marcha.

Quando o modo Eco estiver habilitado, o auto-


propelido fica limitado ao trabalho na 2ª marcha.
A única maneira de aumentar a rotação, quando
o modo estiver habilitado, é pressionando o co-
mando Sobe marcha na alavanca de controle.
Dessa forma, ao lado da 2ª marcha será acres-
centado um sinal de + (F). F

Figura 58

57
• Velocidades com o modo Eco ativado:

Primeira marcha: 0 a 13 km/h - Velocidade de trabalho.

Segunda marcha: 0 a 19 km/h - Velocidade de trabalho.

Segunda marcha +: 0 a 22 km/h - Velocidade de trabalho.

• Velocidades com o modo Eco desativado:

Primeira marcha: 0 a 18 km/h - Velocidade de trabalho.

Segunda marcha: 0 a 25 km/h - Velocidade de trabalho.

Terceira marcha: 0 a 42 km/h - Velocidade de tráfego. Somente use essa marcha em desloca-
mentos em estradas e com o reservatório vazio.

ATENÇÃO!
Caso seja necessário uma frenagem brusca, movimente a alavanca para a posição
neutro, reduza as marchas e imediatamente acione o freio estacionário.

11.1.2 - Partida a frio

Em regiões frias, onde o pulverizador precise operar com temperaturas inferiores a 0°C, indica-se
que a máquina seja ligada e, após, mantida parada em baixa rotação por 10 minutos antes de iniciar
a operação. Por volta de 1 minuto após esse período, deve-se realizar movimentos pequenos e com
baixa carga.

IMPORTANTE!
Após esse procedimento, a máquina está pronta para o trabalho.

58
11.1.3 - Motor diesel

O motor está pronto para o funcionamento normal, porém possui um período de amaciamento, que
corresponde às primeiras 50 horas de trabalho. Para garantir sua durabilidade, segurança de serviço
e economia, é importante que, durante este período, o motor não seja constantemente submetido a
carga máxima.

Para garantir e aumentar a vida útil do motor, algumas recomendações devem ser seguidas durante
esse primeiro período:

• Verifique atentamente o nível de óleo do motor.

• Verifique atentamente o nível de água do sistema de resfriamento do motor.

• Evite forçar o motor em baixas rotações.

• Evite forçar o motor enquanto este não tiver atingido a temperatura normal de funcionamento.

• Evite sobrecargas na máquina.

• Evite desligar o motor em altas rotações.

• Evite submeter o motor à rotações constantes por longo período.

• Evite deixar o motor funcionando por longo período em marcha lenta.

• Durante o período de trabalho, a temperatura do motor deve ser mantida entre 75°C e 95°C.

• Drene o sistema de combustível diariamente pelo dreno do pré-filtro de combustível.

• As normas de manutenção e lubrificação devem ser seguidas rigorosamente.

IMPORTANTE!
Utilize sempre combustível limpo, que não apresente água, partículas em suspen-
são, areia ou outras impurezas em sua composição. O combustível utilizado deve
ser centrifugado conforme norma CNP-04.

59
Antes de dar partida no motor, verifique os itens
a seguir:

• Nível de água no reservatório (A), através A


do indicador (B) no controlador Topper 5500.

• Nível do combustível, através do indicador D


(C) no controlador.

Figura 59 - A: Reservatório de água D: Vareta do óleo do motor


• Nível do óleo do motor, usando a vareta (D).

• Limpeza do filtro de ar, através do indicador


(E) no controlador.

NOTA! B
Atente para os avisos do contro-
lador. Quando os ícones indica-
dores (B e E) destacarem em cor
E C
branca, realize os procedimentos
de manutenção necessários.

Siga corretamente as instruções de operação e Figura 60 - B: Indicador do nível de água C: Indicador do nível
manutenção: de combustível E: Indicador de limpeza do filtro de ar

• Use combustível limpo e centrifugado, assim como óleos lubrificantes recomendados.

• Use somente peças e filtros originais.

• Em caso de qualquer irregularidade, procure um revendedor autorizado.

• Evite que terceiros executem algum tipo de serviço no motor, pois isto ocasionará a anulação
da garantia.

• Certifique-se de que o motor esteja frio antes de fazer qualquer manutenção ou iniciar qualquer
trabalho.

• Desligue o cabo negativo da bateria antes de iniciar os trabalhos de manutenção.

NOTA!
Também leia atentamente o manual do motor, que acompanha a máquina.

60
11.1.4 - Posto de trabalho

[Link] - Visão geral

I
H F
B
G

D C A

Figura 61 - A: Chave de ignição B: Alavanca do telescópio C: Alavanca de funções D: Buzina E: Operação das luzes F: Acele-
rador G: Alavanca de controle multifuncional H: Painel de comando I: Topper 5500

[Link] - Chave de ignição


E F
A chave de ignição (A) fica localizada ao lado
direito da coluna de direção e possui quatro po- D
sições:

C
• A posição “P” (B) permite a desconexão da
chave do contato. B A

• A posição “0” (C) desliga o motor e todas as Figura 62 - A: Chave de ignição B: Posição “P” C: Posição
funções de acessórios. “Off” D: Posição acessórios E: Posição acessórios/funciona-
mento F: Posição de partida

• A posição “I” (D) permite que os acessórios,


tais como rádio, funcionem antes da partida.

• A posição “II” (E) permite que todos os acessórios e o motor funcionem após a partida, além de
ativar todos os circuitos elétricos.

• A posição “III” (F) é uma posição momentânea do interruptor que faz o motor acionar. Quando o
motor aciona a partida e o interruptor é liberado, ele retorna à posição “II”.

ATENÇÃO!
Antes de dar partida, sempre acione a buzina e aguarde 5 segundos para afastar
quem estiver próximo à máquina.

61
[Link] - Coluna de direção

• Inclinação da base da coluna (A): para ajus-


B
tar a inclinação da direção, acione o pedal
regulador e, após, empurre ou puxe a colu-
na para a posição desejada.

• Telescópio do volante: puxe a alavanca (B) A


e puxe ou empurre o volante até a posição
desejada. Após, libere a alavanca (B) para Figura 63 - A: Inclinação da base da coluna B: Alavanca
travar a posição desejada.

[Link] - Alavanca de funções

Através da alavanca de funções, é possível


acionar a buzina (A), o limpador de para-brisa
(B) com três velocidades, as sinaleiras direcio- B
nais (C) esquerda e direita e, também, o esgui-
cho de água do para-brisa (B). A
C

Figura 64 - A: Buzina B: Limpador de para-brisa C: Setas


direcionais

[Link] - Operação das luzes

• Luz de alerta (A): para ligar a luz de alerta,


pressione a parte inferior do botão.

• Luz de transporte (B): para ligar a luz de


transporte, pressione a parte inferior do bo-
tão.
A B
Figura 65 - A: Luz de alerta B: Luz de transporte

62
[Link] - Assento do operador

• Alavanca de ajuste da distância (A): essa D


regulagem tem a função de aproximar ou
distanciar o banco da coluna de direção, de E
acordo com a necessidade do operador.
C

• Alavanca de ajuste do encosto (B): regula B


a distância do encosto de acordo com a A
necessidade do operador. Puxe a alavanca Figura 66 - A: Regulagem de distância do banco B: Ajuste do
para cima para regular o encosto. encosto C: Cinto de segurança D: Regulagem da suspensão
de amortecimento E: Ajuste do encosto do braço

• Cinto de segurança (C): para garantir a se-


gurança do operador, o cinto de segurança
é do tipo retrátil e deve ser usado obrigato-
riamente, sempre que a máquina estiver em
operação. H

• Botão de ajuste da altura (D): regula a altu-


ra do banco de acordo com a necessidade F
do operador. Apertando o botão para cima,
o sistema pneumático levanta o banco do Figura 67 - F: Manípulo de ajuste da profundidade do banco
operador. Apertando para baixo, o sistema
pneumático faz o banco descer.

• Ajuste da altura do encosto do braço (E): tem a função de ajustar a inclinação do apoio do braço
de acordo com a necessidade e gosto do operador. Girando-o para a esquerda, o apoio do braço
abaixa, e, o girando para a direita, o apoio levanta.

• Manípulo de ajuste da profundidade do banco (F): localizada logo atrás do banco, possui a fun-
ção de ajustar a posição da lombar. Gire no sentido horário para afastar a lombar do banco e gire
no sentido anti-horário para aproximar a lombar do banco.

[Link] - Rádio

A cabine é equipada com rádio de série, o qual possui as funções AM/FM, CD Player, MP3, USB,
Bluetooth e entrada AUX.

63
[Link] - Ar-condicionado

O sistema de ar condicionado possui duas fun-


F
ções: ventilar e ar condicionado. C

A D
Botões do lado esquerdo (função ar-condicio-
nado):
B E

• Pressione o botão (A) para acionar a função


ar-condicionado (AC). Figura 68

• Pressione o botão (B) para baixar a tempe-


ratura.

• Pressione o botão (C) para aumentar a temperatura.

Botões do lado direito (função ventilação):

• Pressione o botão (D) para acionar a função ventilação.

• Pressione o botão (E) para diminuir a velocidade de ventilação.

• Pressione o botão (F) para aumentar a velocidade de ventilação.

NOTA!
Se a temperatura ambiente for menor que a indicada no display do ar-condiciona-
do, o compressor não será acionado.

[Link] - Luz de auxílio interna

A luz de auxílio interna (A) possui três posições


que podem auxiliar o operador, de acordo com
a necessidade.

• Posição esquerda: a luz sempre ficará des- A


ligada.

• Posição central: a luz se ligará no momento Figura 69 - A: Luz de auxílio interna


em que a porta é aberta.

• Posição direita: a luz permanece ligada.

64
[Link] - Ponto de conexão elétrica 12 V

Caso o operador necessite de eletricidade, a ca-


bine dispõe de uma tomada elétrica (A) de 12
volts.
A

Figura 70 - A: Tomada 12V

[Link] - Registro de ar

A máquina possui uma válvula de ar comprimi-


do (A) para que o operador possa manter limpo
o seu posto de trabalho. Recomenda-se fazer A
uma limpeza interna da cabine ao final de cada
jornada de trabalho.

Figura 71 - A: Válvula de ar comprimido

[Link] - Acelerador
A B
Empurre o acelerador para frente (A) para au-
mentar a rotação do motor e, consequentemen-
te, a velocidade do pulverizador. Puxe para trás
(B) para diminuir.

Figura 72 - A: Acelerador com a rotação máxima B: Acelerador


com a rotação mínima

65
[Link] - Assento para instrutor
B
Este assento deve ser usado somente para A
treinar operadores ou diagnosticar problemas
na máquina. Outros passageiros não são per-
mitidos. O assento para o instrutor (A) pode
ser recolhido, ampliando o espaço da cabine,
para a posição (B). Para recolhê-lo, levante-o.
Por meio de atuadores, o assento permanecerá
parado na posição. Para baixá-lo, os atuadores Figura 73 - A: Assento do instrutor B: Assento do instrutor
funcionam da mesma forma. recolhido

[Link] - Regulagem do conjunto apoio do


braço A

Para garantir uma posição de operação ergono-


micamente adequada ao operador, o conjunto B
do apoio do braço (A) possui regulagem de altu-
ra através de parafusos (B).

Figura 74 - A: Conjunto apoio do braço B: Parafusos

Figura 75 - A: Conjunto apoio do braço B: Parafusos

[Link] - Controle do fluxo de ar


A A
A cabine do Gladiador 2300 conta com seis di-
fusores de ar, indicados na Figura 76, a fim de A
garantir velocidade de refrigeração adequada e A
conforto térmico ao operador. Regule-os confor- A
me a sua necessidade. A

Figura 76 - A: Difusores de ar

66
11.1.5 - Funções do painel de comando e da alavanca de controle

O painel de comando e a alavanca de controle são responsáveis pelo controle das funções e pela
movimentação da máquina e das barras.

A B
L
D K
F

C
G
H
I
E

J
Figura 77 - Alavanca de controle

A Barra esquerda desce 15° B Barra esquerda sobe 15° C Barra direita desce 15°
D Barra direita sobe 15° E Desce quadro F Sobe o quadro
G Topper troca de tela H Topper troca de tela I Liga aplicação
J Liga piloto automático K Sobe marcha L Desce marcha

A N L M
B C

K
D E F G H I J

Figura 78 - Painel de comando

Chave de segurança (exclusivo Acionamento do controle de


A B C Acionamento do freio estacionário
para o piloto automático) tração
Abertura e fechamento da Abertura e fechamento da
Abertura e fechamento da primeira
D segunda seção e ponteira da E segunda seção e ponteira da F
seção esquerda das barras
barra esquerda barra direita
Abertura e fechamento da
G H Trava/destrava do cilindro I Trava/destrava quadro
primeira seção direita das barras
Liga/desliga luzes de trabalho da
J Liga/desliga pulverização K L Liga/desliga o giroflex
pulverização
Liga/desliga luzes traseiras da Liga/desliga luzes frontais da
M N
cabine cabine

67
[Link] - Abertura do rodado mecânico

Para fazer a regulagem de bitola dos rodados, estacione a máquina em terreno plano e estável, com
o freio estacionário acionado.

NOTA!
É recomendável iniciar a regulagem de bitola pelos rodados traseiros.

1. Encaixe o macaco hidráulico (A) no suporte


(B), insira o pino (C) e trave com o contrapino B
(D).

C
D

Figura 79 - A: Macaco hidráulico B: Suporte C: Pino


D:Contrapino

2. Destrave o eixo, removendo os parafusos


dos pontos (E e F) e remova a trava de bitola
(G).
F E F E

Figura 80 - E: Parafusos F: Parafusos G: Trava de bitola

3. Monte o conjunto catraca (H) na posição in-


E E
dicada, fixando-o com os parafusos, porcas
e arruelas (E).

Figura 81 - E: Parafusos, porcas e arruelas H: Conjunto catraca

68
4. Através da catraca de ajuste (J), efetue a re-
gulagem da abertura de bitola. Em seguida,
recoloque os parafusos.

Após ajustada a abertura de bitola, realize o pro-


cedimento inverso para montagem do rodado e
repita o procedimento nos quatro rodados.
J

Figura 82 - J: Catraca de ajuste

11.1.6 - Alinhamento do rodado

[Link] - Alinhamento do rodado dianteiro

Para garantir um desgaste uniforme dos pneus dianteiros, é necessário manter o correto alinhamen-
to. Para verificar o alinhamento dos pneus dianteiros, deve-se medir a distância entre os pneus na
parte frontal (A) e na parte traseira (B) do aro (Figura 83). Para realizar essa medição, obedeça os
passos a seguir:

1. Certifique-se que os cilindros estão compensados, girando todo o rodado para esquerda e man-
tendo-o nessa posição por 5 segundos. Gire-o para o lado direito e volte ao centro. Repita esse
procedimento três vezes.

2. Alinhe o rodado de forma que os pneus fiquem paralelos ao chassi. Para verificar, desloque a
máquina em linha reta por 10 metros, observando o alinhamento, ou não, dos pneus.

3. Meça a parte frontal (A) e traseira do aro (B), utilizando o centro do aro como referência para a
altura.

4. A medida dianteira deve ser 10 milímetros menor que a medida traseira. Caso contrário, deve-se
ajustar a regulagem da haste dos cilindros da direção até que se obtenha a medida correta.

B A

Figura 83 - A: Medida frontal B: Medida traseira

69
Para o ajuste das hastes dos cilindros, obedeça
o procedimento a seguir:
D
C D C E
E
1. Solte as porcas (A e B) das buchas de ajuste
(C).

B A
A B
2. Gire a haste (D) ou o pivô (E). Utilize como
referência para o ajuste, o lado que possuir
maior área roscada.
Figura 84 - A: Porcas B: Porcas C: Buchas de ajuste D:
Haste do cilindro E: Pivô
IMPORTANTE!
Para garantir a segurança durante a operação, mantenha, no mínimo, 10 milíme-
tros roscados de cada lado das buchas de ajuste (C).

3. Repita o procedimento para os rodados de ambos os lados da máquina, efetuando o ajuste de


maneira equivalente.

4. Reaperte as porcas (A e B).

[Link] - Centralização do rodado

Para que se tenha um rodado bem alinhado, C


que evite o desgaste prematuro dos componen-
tes da máquina e o amassamento das culturas,
A
realize o procedimento a seguir:

1. Defina um ponto fixo (A) no centro do chassi. B

2. Defina um ponto fixo em cada perna da má- Figura 85 - A: Ponto central no chassi B: Ponto rodado esquer-
do C: Ponto rodado direito
quina (B e C).

3. Efetue a medição em linha reta entre os pon-


tos fixos (A - B) e (A - C).
D
4. As medidas devem ser iguais. Caso a me-
dida seja diferente, efetue a regulagem au-
mentando o tirante central (D).

Figura 86 - D: Tirante central

70
5. Para certificar-se que o rodado está alinha-
do, deve-se fazer a medida do rodado em X,
medindo do ponto (E) ao (F) e (G) ao (H). As E H
duas medidas devem ser iguais. Caso con-
trário, deve-se regular nos tirantes (I e J).

NOTA! G
F
Esse procedimento deve ser con-
duzido tanto no rodado dianteiro
Figura 87
quanto no traseiro. Certifique-se
de que a abertura de bitola é si-
métrica nos rodados dianteiro e
traseiro.
I
J

Figura 88 - I e J: Tirantes

[Link] - Alinhamento vertical

Caso necessário, realize a verificação e regula-


D
gem do rodado na vertical, obedecendo ao pro-
cedimento a seguir: A

1. Insira uma régua de nível (A) sobre o eixo (B)


B
e verifique o alinhamento.
C
2. Caso note que o eixo está desnivelado, efe- Figura 89 - A: Régua de nível B: Eixo C e D: Tirantes
tue a regulagem aumentando ou diminuindo
a medida dos tirantes (C e D).

ATENÇÃO!
Repita esse procedimento sempre que for alterada alguma parte da máquina,
como pernas, tirantes e buchas dos tirantes.

IMPORTANTE!
A regulagem deve ser feita de forma simétrica para os dois lados da máquina, a
fim de evitar torção ou outros danos ao eixo.

71
NOTA!
Para que as medidas e regulagens sejam corretas, certifique-se que a bolsa pneu-
mática está com 290 milímetros de altura.

11.1.7 - Abertura das barras


B
Para efetuar a abertura das barras, obedeça o C
F
procedimento descrito a seguir:

G
1. Pressione as teclas (B e C) para as barras de
pulverização subir 15°, retirando-as da posi-
ção de descanso. I

2. Pressione as teclas (D e E) para efetuar a Figura 90 - B: Sobe 15° a barra esquerda C: Sobe 15° a barra
abertura da primeira seção da barra. direita F: Desce 15° a barra esquerda G: Desce 15° a barra
direita I: Desce o quadro

NOTA!
Mantenha as teclas (D e E) pres-
sionadas até a barra chegar na po-
sição de operação.

3. Pressione as teclas (F e G) para as barras de


pulverização descer 15°.

H J D E K
4. Pressione as teclas (H e J) para abrir a se-
gunda e terceira seção da barra. Figura 91 - D: Abertura e fechamento da primeira seção es-
querda E: Abertura e fechamento da primeira seção direita H:
Abertura e fechamento da segunda seção e ponteira esquerda
5. Pressione a tecla (I) para baixar o quadro. J: Abertura e fechamento da segunda seção e ponteira direita
Mantenha a tecla pressionada até obter-se a K: Trava o quadro

posição de operação.

6. Pressione a tecla (K) para desbloquear o


quadro.

72
11.1.8 - Fechamento das barras

Para efetuar o fechamento das barras, obedeça A


o procedimento a seguir:

1. Pressione a tecla (A) para subir o quadro.


Mantenha a tecla pressionada até o final de
curso, certificando-se de que o quadro atin-
giu a posição máxima superior.
Figura 92 - A: Sobe o quadro
2. Pressione a tecla (B) para travar o quadro.

3. Pressione as teclas (C e D) para fechar a


terceira e a segunda seção das barras. Após
fechadas, mantenha as teclas pressionadas
por 5 segundos, para se certificar do fecha-
mento total.

4. Após o fechamento da ponteira e da segunda C D E F B


seção, pressione as teclas (G e H) para as
Figura 93 - B: Trava o quadro C e D: Fechamento da segunda
barras de pulverização subir 15°, utilizando a e terceira seção E e F: Fechamento da primeira seção
inclinação das barras laterais. Levante o su-
ficiente, certificando-se que estas não batam
G
no descanso de barra. H
I
5. Pressione as teclas (E e F) para fechar a pri-
meira seção das barras. J

6. Pressione a tecla (K) até que o cilindro do


K
quadro descanse sobre a trava de seguran-
ça.
Figura 94 - G e H: Sobe barras de pulverização I e J: Baixa
barras de pulverização K: Desce o quadro
7. Pressione as teclas (I e J) para baixar as bar-
ras de pulverização, colocando-as na posi-
ção de descanso.

IMPORTANTE!
Para o processo de abertura e fechamento das barras, o quadro deverá estar
bloqueado. O trabalho da máquina com o quadro travado pode danificar todo o
sistema de barra, além de proporcionar uma aplicação desuniforme devido aos
movimentos bruscos da barra. Sempre trave o quadro antes de iniciar o trabalho.

73
11.2 - Operações de pulverização

11.2.1 - Abastecimento do tanque de calda

O abastecimento do tanque principal é feito por uma motobomba, que acompanha a máquina.

Para realizar o abastecimento do tanque:

• Engate a mangueira da motobomba no engate-rápido.

• Abra a válvula do engate-rápido e ligue a motobomba.

• Controle o nível de calda pela escala. Nunca ultrapasse o limite máximo do reservatório.

11.2.2 - Válvula reguladora e válvulas de se-


ções
A
O controle da taxa a ser aplicada é feito pela
válvula reguladora (A), que controla o fluxo de
calda que será aplicado. Esta válvula está posi-
cionada no comando de pulverização.

O controle e regulagem da taxa a ser aplicada


são feitos por meio de informações que são co- Figura 95 - A: Válvula reguladora
letadas e passadas para o controlador. Este, por
sua vez, compila os dados e verifica a necessi-
dade da válvula reguladora aumentar ou dimi-
nuir o volume da calda. B

A abertura da pulverização é feita pelas válvu-


las de seção (B), que estão posicionadas nas
barras. As válvulas de seções possuem retorno
calibrado.

Figura 96 - B: Válvula de seção


O retorno calibrado tem a função de manter a
pressão constante entre todas as seções da
barra, evitando variações bruscas na pressão do sistema quando uma ou mais seções de pulveri-
zação são ligadas/desligadas. As válvulas de seção possuem onze pré-regulagens que podem ser
pré-reguladas para pontas de bicos diferentes.

74
11.2.3 - Calibração dos retornos

Para efetuar a calibração dos retornos, siga o


procedimento de Calibração de Atuadores >
Pulverização, descrito no manual do controlador
Topper 5500.

Caso a necessidade de ajuste da seção seja A B C D E F G


indicada durante o procedimento, proceda da
seguinte forma: Figura 97 - A: Válvula da terceira seção da barra esquerda B:
Válvula da segunda seção da barra esquerda C: Válvula da
primeira seção da barra esquerda D: Válvula da barra traseira
1. Identifique, na barra de pulverização, a vál- ou quarta seção E: Válvula da primeira seção da barra direita
vula correspondente à seção indicada no ou quinta seção F: Válvula da segunda seção da barra direita
ou sexta seção G: Válvula da terceira seção da barra direita
controlador Topper 5500. ou sétima seção

2. Na válvula de seção, localizada na barra de


pulverização, localize a seção na qual a pressão não se manteve constante, e realize o ajuste
girando lentamente o botão direcionador, conforme indicado na Figura 97.

NOTA!
Cada válvula de seção possui onze pré-regulagens de pressão que podem ser
ajustadas para diferentes pontas de bicos e faixas de pressão de pulverização.
Efetue a regulagem correspondente ao bico utilizado.

3. Pressione avançar na tela do Topper. Caso o aviso persistir, ajuste a válvula de seção novamente.

4. Retorne ao procedimento descrito no manual do controlador Topper 5500 e finalize-o.

IMPORTANTE!
É recomendável regular a calibração dos retornos a cada 250 horas e a cada troca
de bicos ou produto.

NOTA!
Para otimizar o tempo de regulagem, o indicado é que dois operadores realizem
este procedimento; um para verificar o Topper, dentro da cabine, e outro para rea-
lizar o ajuste da válvula de seção, na barra.

11.2.4 - Calibração do atuador de pulverização

Para efetuar a calibração dos atuadores, siga o procedimento de Calibração de Atuadores > Pulveri-
zação, descrito no manual do controlador Topper 5500.

Após estas calibrações de máquina e de produto, o pulverizador está pronto para iniciar a aplicação.

75
11.2.5 - Operação das válvulas de pulveriza-
ção

[Link] - Válvula para esgotar o reservatório


A
A válvula (A) tem a função de esgotar o reserva-
tório, caso necessário.
1 2
• Posição 1: fluxo de calda para bomba de
pulverização.

• Posição 2: esgotar reservatório.


Figura 98 - A: Válvula

[Link] - Válvula direcionadora de fluxo


1
A válvula (A) tem a função de direcionar a pres-
são da bomba para o comando de pulverização,
onde irá aplicar ou direcionar a pressão para o
3
incorporador, ou seja, para o tanque onde se 2
realiza a incorporação do produto. Com o re-
A
servatório cheio, a válvula direcionadora pode,
ainda, ser fechada para eventual manutenção
na máquina. Figura 99 - A: Válvula

• Posição 1: fluxo direcionado para comando de pulverização, para realizar a aplicação.

• Posição 2: válvula fechada, para realizar eventual manutenção.

• Posição 3: válvula direcionada para incorporação de produto.

[Link] - Válvula reguladora de agitação de


A
calda

A válvula (A) tem a função de fazer a agitação


do produto que está dentro do reservatório de 1 2
calda. Este registro parte de uma posição inicial
(1), todo fechado, abrindo-se gradativamente
até a agitação máxima (2).

• Posição 1: agitação de calda fechada. Figura 100 - A: Válvula

• Posição 2: agitação de calda toda aberta.

76
11.2.6 - Operação do incorporador

1. Para iniciar a incorporação do produto, gire a


válvula direcionadora de fluxo para a função
incorporador (A).

Figura 101 - A: Incorporador

2. Para diluir/dissolver o defensivo a ser utiliza-


do, recomenda-se a utilização da água do re-
servatório de calda. Sendo assim, gire a vál- B
vula de seleção de fluxo para a posição (B).

Figura 102 - B: Válvula

3. Gire a válvula para liberar a entrada de água


no incorporador para a posição (C) e, em se-
guida, adicione o defensivo no incorporador.

Figura 103 - C: Válvula

4. Para incorporar o defensivo ao reservatório


de calda, gire a válvula que libera a sucção
do incorporador para a posição (D).

Figura 104 - D: Válvula

77
5. Direcione as válvulas do painel do incorpora-
dor para a posição (E), interrompendo, as-
sim, a entrada de água no incorporador.

Figura 105 - E: Válvula

6. Assim que o defensivo estiver incorporado, a


tríplice lavagem dos frascos vazios deve ser
feita. Para isso, gire a válvula de seleção de
fluxo para a posição (F), selecionando, as-
sim, o fluxo de água limpa. F

Figura 106 - F: Válvula

7. Em seguida, remova a tampa (G) e posicione


o frasco vazio na posição de lavagem, acio- G
ne a bomba elétrica na tecla (H) e libere o
fluxo de água limpa para o lavador, girando a
válvula direcionada para a posição (I). Feche
a válvula que libera o fluxo de água para o H
incorporador durante o intervalo da troca de
frascos vazios a ser lavados.

Figura 107 - G: Tampa H: Tecla bomba elétrica

Figura 108 - I: Válvula

78
8. Em seguida, faça a lavagem interna do incor-
porador, girando as válvulas para a posição
(J), conforme a Figura 109. A lavagem estará
concluída quando não houver mais resíduos
de defensivos, tanto nas paredes, quanto no J
fundo do incorporador.

Figura 109 - J: Válvula

9. Para encerrar o procedimento de incorpora-


ção do defensivo, gire a válvula que libera
a sucção do incorporador para a posição
(E) (Figura 105). Aguarde até o momento K
em que não haja mais líquido e resíduos de
defensivos no incorporador e gire a válvula
para a posição (K) que fecha a sucção do
incorporador.

Figura 110 - K: Válvula


NOTA!
Não deixe resíduos de defensivos
armazenados no incorporador. Verifique se o procedimento de limpeza do incor-
porador foi bem sucedido. Caso necessário, repita o processo de limpeza.

10. Retorne a válvula direcionadora de fluxo para a função de pulverização.

11.2.7 - Regulagem sensor de nível mínimo


do reservatório
A
Para a segurança da bomba de pulverização,
a máquina possui um sensor de nível mínimo
(A) que lê a presença, ou não, de calda no re-
C
servatório; não deixando que a bomba trabalhe
a seco e, consequentemente, danifique o selo B
mecânico.
Figura 111 - A: Sensor de nível B: Tecla C: LED central
Para utilizar corretamente o sensor, é necessá-
rio calibrá-lo. Para isto, o reservatório deve estar
vazio.

Com a chave da máquina ligada no primeiro estágio, pressione a tecla (B) até que o LED central (C)
pisque duas vezes.

79
NOTA!
Com o reservatório vazio e o sensor calibrado, o LED deverá estar desligado.
Após encher o reservatório, o LED deverá acender.

80
12 - LIMPEZA DA MÁQUINA

12.1 - Sistema de pulverização

A vida útil e a confiabilidade da sua máquina dependem, basicamente, da ação do defensivo sobre
a matéria-prima do pulverizador. Em vista disso, é de extrema importância limpar completamente o
sistema ao final de cada dia de trabalho, e sempre que houver troca de produto a aplicar.

Antes da limpeza completa do sistema, uma pré-lavagem na própria lavoura é recomendável. Para
tanto, utilize somente água para eliminar os resíduos de produto.

12.2 - Procedimento de limpeza

Esguiche o reservatório vazio com um jato forte de água, abastecendo-o com aproximadamente 400
litros de água.

Com todas as seções de pulverização desligadas, ligue a bomba de pulverização com aproximada-
mente 1800 RPM e permita que a água circule várias vezes.

Espaçadamente, e por várias vezes, ligue e desligue as seções de pulverização. Ao mesmo tempo,
lave todos os componentes do sistema com água limpa. Por fim, pulverize o conteúdo do reservatório
pelos bicos de pulverização.

12.2.1 - Aditivo anticongelante no tanque de calda

Se o pulverizador permanecer armazenado por muito tempo durante invernos de temperaturas ne-
gativas (em países de clima frio), será necessário adicionar uma solução anticongelante (120 litros
de aditivo Stara Coolant e 80 litros de água) aos tanques de calda. A mistura deverá ter, no total,
200 litros.

Ligue a bomba de pulverização e faça com que a solução circule pelo sistema, evitando a danificação
das mangueiras de pulverização devido à solidificação da água contida nas mangueiras. A solução
deve ser mantida no tanque enquanto a máquina estiver armazenada e removida antes de iniciar a
próxima operação.

12.3 - Limpeza do circuito de pulverização para a troca de defensivos

Ao realizar a troca de defensivos, é necessário fazer uma limpeza completa no circuito, a fim de
evitar problemas de fitotoxidade nas culturas.

Para a limpeza do circuito de pulverização, deve-se proceder da seguinte forma:

1. Esgote toda a calda restante do reservatório.

81
2. Adicione aproximadamente 1500 litros de água limpa no reservatório e ligue a pulverização.

3. Posicione o controlador Topper no modo de pulverização manual e eleve a pressão do circuito


para o máximo.

NOTA!
Consulte o manual do controlador Topper 5500.

4. Com as barras abertas, ligue a pulverização através das teclas individuais de cada seção no
Topper e, após, inicie desligando as seções uma a uma, com um intervalo de 30 segundos entre
cada seção.

5. Assim que todas as seções estiverem desligadas, inicie o processo inverso, ligando todas as se-
ções com intervalo de 30 segundos entre cada.

6. Assim que todas as seções estiverem abertas, desligue a pulverização e a bomba de pulveriza-
ção.

7. Nos comandos de pulverização, desconecte


as mangueiras de retorno (A) e deixe a água
escoar.
A B
8. Retire os grampos (B), para remover a man-
gueira que estará unida por abraçadeira ao
adaptador do comando.

9. Com as mangueiras dos retornos nos co-


Figura 112 - A: Mangueira de retorno B: Grampo
mandos abertas, prossiga até o reservatório
de calda e abra a válvula de esgotamento do
reservatório (C). Aguarde até que toda a cal-
da seja drenada.

10. Inspecione a limpeza e, caso ainda restar


resíduos de produto no circuito, repita o pro-
cesso. O procedimento deve ser repetido até C
que a limpeza esteja completa.

Figura 113 - C: Válvula de esgotamento

82
12.4 - ST Film

Para proteger o Gladiador 2300 contra oxidação, é aplicado o produto ST Film, o qual forma um
filme protetor e impermeável nas máquinas. Este produto é biodegradável e a primeira aplicação já
é realizada em fábrica.

Modo de aplicação: antes de iniciar, utilize os EPIs adequados para o processo e verifique se a
superfície está seca e isenta de qualquer tipo de sujidade. Aplique o ST Film utilizando, de prefe-
rência, uma pistola pneumática. Não aplique-o nas carenagens, vidros, partes em inox e, especial-
mente, nos bicos de pulverização nos quais a formação do filme protetor pode prejudicar o sistema.
Espere secar por, no mínimo, 30 minutos, evitando, durante este tempo, o contato com água. São
necessárias 4 aplicações do protetivo e o período entre aplicações é determinado pela secagem
do produto, pois este é volátil. Para remoção do ST Film, utilize desengraxante ácido ou alcalino.

83
13 - MANUTENÇÃO E LUBRIFICAÇÃO

13.1 - Inspeção

Para que a máquina tenha uma vida útil prolongada e para que o operador trabalhe com segurança,
os itens de inspeção descritos a seguir devem ser avaliados respeitando os respectivos períodos.

Periodicidade (horas)
Lista de Inspeções
Diária 100 250 500 1000

Verificar nível da água do radiador do motor X

Limpar filtro de sucção da pulverização X

Limpar filtros de linha da pulverização X

Drenar a água do filtro de diesel X

Limpar fluxômetro X

Verificar o sensor de nível mínimo X

Verificar nível do reservatório de óleo X

Verificar nível do óleo do motor X

Torque dos parafusos de roda X

Torque dos parafusos dos tirantes da suspensão X

Torque dos parafusos de fixação do motor X

Torque dos eixos de fixação das barras X

Torque dos parafusos do berço do reservatório de calda X

Verificar fixação do eixo principal do rodado dianteiro X

Verificar aperto da cinta do reservatório de calda X

Verificar aperto da cinta do reservatório de água limpa X

Verificar estado do coxim do motor X

Verificar estado do coxim da cabine X

Verificar estado do coxim do radiador X

Verificar estado da cinta de suspensão da máquina X

Verificar estado das buchas dos tirantes da suspensão X

Verificar estado dos amortecedores do quadro X

Verificar estado dos amortecedores da suspensão X

Verificar estado da mola a gás do lava-frasco X

Verificar estado da mola da ponteira da barra X

Verificar estado do cabo de aço da ponteira X

Verificar estado do rolamento do eixo do rodado X

Verificar estado dos pinos da ponteira X

Verificar estado das molas plastiprene (poliuretano) X

Tabela 4

84
13.2 - Períodos de manutenção

13.2.1 - Períodos de manutenção do sistema motor

Manutenção a cada 250 h a cada 500 h a cada 1000 h

Troca do fluido do radiador X

Adição de fluido no reservatório de diesel X

Troca do óleo X

Troca do filtro de óleo do motor X

Troca dos filtros de combustível X

Troca do filtro de ar primário X

Troca do filtro de ar secundário X

Troca das correias X

Regulagem das válvulas X

Tabela 5

13.2.2 - Períodos de manutenção do sistema hidráulico de transmissão

Manutenção 50 h a cada 500 h a cada 1000 h

Trocar óleo do sistema X

Trocar elemento filtrante interno do reservatório X

Trocar filtro de sucção da bomba de transmissão X

Trocar filtro de retorno X

Trocar óleo do redutor X X

Tabela 6

NOTA!
Quando o alarme de filtro saturado acionar, indicando temperatura acima de 40°C,
substitua os filtros mesmo que estes não tenham atingido o período de troca es-
pecificado.

13.2.3 - Períodos de manutenção do sistema de pulverização

Manutenção a cada 250 h a cada 500 h a cada 1000 h

Trocar fluxômetro X

Trocar filtro de sucção X

Trocar filtro de linha X

Tabela 7

85
13.2.4 - Períodos de manutenção do sistema de ar-condicionado

Manutenção a cada 500 h a cada semana a cada ano

Trocar filtro de carvão ativado X

Trocar filtro secador do ar-condicionado X

Limpeza e troca de óleo do compressor X

Limpeza do condensador X

Tabela 8

13.3 - Procedimentos de manutenção

13.3.1 - Aditivo de proteção para o sistema de combustível

Recomenda-se a adição de tratamento A550 para limpeza e proteção do sistema de alimentação e


injeção de combustível no motor durante as revisões programadas obrigatórias e entrega técnica.

Com o objetivo de efetuar a limpeza e proteção do sistema de alimentação, esse processo possui
o efeito antibacteriano, antioxidante e inibidor de corrosão. O tratamento deve ser feito tanto em
máquinas novas quanto em usadas.

O objetivo desse tratamento é proteger todo o sistema de combustível da máquina, desde o reser-
vatório até os bicos injetores, de borras, oxidação e parafina. Através da película filmogênica todo o
sistema de combustível estará revestido e protegido.

IMPORTANTE!
A duração desse tratamento é de 6 meses ou 250 horas de operação, prevalecen-
do o que primeiro ocorrer.

Para adicionar o tratamento, obedeça o procedimento a seguir:

1. Examine e/ou substitua o(s) filtro(s) de combustível, caso estejam deteriorados ou no fim da sua
vida útil. Consulte Troca do filtro de combustível do motor, na página 90.

2. Com o reservatório principal entre ¼ e ½ de combustível, aplique 0,5% da capacidade total do


reservatório de Actioil A550. Por exemplo, se um reservatório for de 500 litros, coloque 2,5 litros
de Actioil A550.

3. Complete o reservatório com combustível para que ocorra a homogeneização entre o produto e o
combustível e para que o produto possa agir por todas as paredes do reservatório.

4. Para que o tratamento atinja todo o circuito de combustível, ligue o motor e deixe-o funcionar
durante 15 minutos.

86
5. Repita o processo a cada 6 meses ou a cada 250 horas, prevalecendo o que primeiro ocorrer.

IMPORTANTE!
O tratamento deverá ser feito também nos reservatórios de abastecimento das
propriedades, com o objetivo de dissolver as impurezas e eliminar os vestígios
de água presentes dentro do(s) reservatório(s) de armazenamento. Desta forma,
evita-se o risco de contaminação bacteriana e a corrosão do reservatório de arma-
zenamento. A duração desse tratamento é de um ano.

13.3.2 - Troca de óleo do motor e filtro de


óleo

Dreno:

A
1. Troque o óleo lubrificante e o(s) filtro(s) no
intervalo de troca de óleo especificado. Para
localizar o correto intervalo da aplicação,
consulte a programação de troca e manu-
tenção. Figura 114 - A: Bujão

2. Para drenar o motor, utilize um reservatório


com capacidade para 28 litros.

3. Funcione o motor até que a temperatura da água atinja 60°C (140°F).

4. Desligue o motor.

5. Remova o bujão de dreno de óleo. Drene o óleo imediatamente para certificar-se de que todo o
óleo e os contaminantes suspensos sejam removidos do motor.

Remoção:

1. Limpe a área ao redor do cabeçote do filtro


de óleo lubrificante.

2. Remova o filtro de óleo roscado (B) utilizando B


ferramenta adequada.

3. Limpe a superfície da junta do cabeçote do


Figura 115 - B: Filtro
filtro.

87
IMPORTANTE!
O anel “O” (o-ring) poderá colar no cabeçote do filtro. Certifique-se de que este
componente seja removido antes de instalar o novo filtro.

4. Aplique uma camada de óleo limpo de motor na superfície da junta do filtro.

5. Encha o filtro com óleo limpo.

NOTA!
Em Especificações técnicas, na página 108, veja as especificações do óleo a ser
utilizado.

6. Aplique uma fina camada de óleo lubrificante na superfície de vedação da junta antes de instalar
o filtro.

7. Instale o filtro no cabeçote do filtro de óleo. Aperte o filtro até que a junta encoste-se à superfície
do cabeçote do filtro.

8. Aperte mais o filtro – de ¾ a 1 volta – logo que a junta encostar-se ao cabeçote.

Abastecimento:

1. Limpe e verifique as roscas do bujão de dreno de óleo lubrificante e a superfície de vedação. Se


estiver danificada, instale uma arruela de vedação nova.

2. Instale o bujão de dreno do cárter de óleo lubrificante.

3. Abasteça o cárter de óleo do motor com óleo lubrificante limpo até o nível correto.

4. Utilize óleo conforme indicado em Especificações técnicas, na página 108.

5. Em caso de substituições de componentes, opere o motor em marcha lenta para verificar se há


vazamentos no bujão de dreno e na vedação do filtro de óleo.

NOTA!
Até 15 segundos após a partida, a pressão do óleo do motor deve ser indicada no
medidor. Se a pressão do óleo não for registrada após esses 15 segundos, desli-
gue o motor imediatamente para evitar danos. Certifique-se de que o nível de óleo
no cárter esteja correto.

6. Desligue o motor. Aguarde aproximadamente 5 minutos para que o óleo drene das partes supe-
riores do motor. Verifique novamente o nível de óleo.

7. Adicione óleo conforme necessário até a marca (alto) na vareta medidora de nível de óleo.
88
13.3.3 - Aditivo Stara Coolant - Sistema de arrefecimento

Após a troca do líquido de arrefecimento do radiador, ocorrida de acordo com o período indicado pela
Tabela 4, na página 78, o aditivo Stara Coolant deverá ser adicionado, conforme indicado a seguir:

• Drene o líquido de todo o sistema de arrefecimento.

• Em um recipiente à parte, dilua o aditivo em água, seguindo a concentração indicada na tabela


abaixo.

Quantidade de aditivo

Em países de clima tropical * Em países de clima frio **

11 litros 14 litros

Tabela 9 - *50% da capacidade total do sistema de arrefecimento **60% da capacidade total do sistema de arrefecimento

• Adicione a solução no radiador e ligue o motor, mantendo-o em marcha lenta até a abertura do
termostato estabilizar a temperatura do motor e eliminar bolhas de ar.

• Confira o nível do sistema de arrefecimento e, se necessário, complete com a solução (água/


aditivo) até atingir o nível.

ATENÇÃO!
Não misture o aditivo Stara Coolant com produto do tipo convencional ou inorgâ-
nico e/ou outros aditivos.

IMPORTANTE!
Este aditivo, a base de monoetilenoglicol, é de uso mandatório. A não utilização,
conforme indicação, pode implicar em perda de garantia.

O aditivo Stara Coolant tem a função de:

• Elevar o ponto de ebulição da água.

• Baixar o ponto de congelamento da água, garantindo o bom funcionamento do sistema, mesmo


em baixas temperaturas.

• Proteger o radiador e as partes internas do motor contra corrosão.

• Prevenir a cavitação, fenômeno provocado pela formação de bolhas de vapor que se “chocam”
com as paredes dos dutos, devido às diferentes faixas de pressão e temperatura. A cavitação
remove o material do bloco do motor e pode provocar furos, que ocasionam os vazamentos.

• Prevenir a formação de depósitos provenientes da precipitação dos sais presentes na água.

89
Esses depósitos obstruem os canais de circulação do fluido arrefecedor e podem ocasionar
problemas de circulação e superaquecimento.

13.3.4 - Troca do filtro de combustível do motor

NOTA!
Realize a manutenção com o motor desligado.

Remoção:
B

1. Remova o filtro de combustível roscado (A),


utilizando ferramenta adequada.
A
2. Verifique se a vedação do filtro foi removida
junto com o filtro e limpe o assento da veda-
ção no cabeçote (B).

Figura 116 - A: Filtro de combustível B: Cabeçote


Instalação:

NOTA!
Não faça o enchimento prévio do filtro de combustível no motor.

1. Lubrifique o anel “O” de vedação com óleo lubrificante limpo.

2. Instale o filtro no cabeçote. Aperte-o até que a junta encoste na superfície do cabeçote. Aperte
mais ¾ de volta depois do contato.

NOTA!
Em caso de dúvida e/ou mais informações, consulte as instruções do fabricante
do motor.

90
Desaeração do sistema:

1. Afrouxe o parafuso (A) localizado acima do


cabeçote do filtro de combustível.

2. Certifique-se de que não haja entradas de ar A


na linha de combustível.

3. Dê a partida no motor até que o combustível


Figura 117 - A: Parafuso
seja expurgado pelo parafuso afrouxado. Em
seguida, aperte novamente o parafuso e dê
partida no motor novamente.

4. Caso o motor não dê partida, repita o procedimento 1 e 3 até eliminar o ar contido na linha de
combustível e verifique a tensão da bateria.

5. Opere o motor e verifique se há vazamentos.

13.3.5 - Troca do pré-filtro de combustível


C
Para drenar a água:

1. Verifique visualmente no copo transparente


(A) a presença de água, e/ou observe os avi-
sos do Topper 5500 que indicam a presença
de água no combustível pelo ícone (D).
A B
2. Abra o dreno (B) e esgote toda a água do Figura 118 - A: Copo do filtro B: Dreno C: Tampa
copo.

3. Preencha o filtro com combustível pela tam-


pa (C), se necessário.

Figura 119 - D: Indicador de água no combustível

91
4. Certifique-se de que a válvula (E) está aber-
ta.
G
5. Faça funcionar o motor.
F
E
IMPORTANTE!
Atenção ao aviso de presença
de água no combustível. Quando
esse ocorrer, realize a drenagem
Figura 120 - E: Válvula F: Porca G: Copo
da água.

Para trocar o pré-filtro de combustível:

1. Feche a válvula (E).

2. Remova a porca (F) e, em seguida, o copo (G).

3. Substitua o filtro do módulo e o anel de vedação do copo.

4. Monte o copo e, logo após, a porca de fixação do copo.

5. Aperte a porca manualmente ou, se preferir, utilize ferramenta adequada.

6. Abra a válvula (E).

7. Dê partida no motor e verifique se há vazamentos ou entradas de ar.

IMPORTANTE!
Na desmontagem ou montagem dos filtros, utilize ferramentas adequadas para o
trabalho.

IMPORTANTE!
Antes de realizar os procedimentos relativos ao sistema de combustível, certifi-
que-se de que há combustível nos tanques.

IMPORTANTE!
A cada partida, deve-se respeitar um intervalo de 30 a 60 segundos para preservar
a vida útil do motor de partida.

IMPORTANTE!
O copo visualizador do pré-filtro de combustível tem a função de evidenciar a
saturação do filtro. Portanto, à medida que o filtro satura o nível do combustível,
aumentará até atingir a marca presente no copo, a qual indica o nível máximo de
saturação do filtro. Nesta condição, realize a troca do filtro.

92
ATENÇÃO!
Não realize qualquer trabalho na linha de alta pressão do combustível do motor.
Caso seja necessário realizar manutenções envolvendo a linha de alta pressão do
combustível, solicite auxílio ou serviço de um técnico capacitado para a realiza-
ção do trabalho.

NOTA!
Nunca solte nenhuma conexão enquanto o motor estiver em funcionamento. Além
de danos materiais, graves acidentes podem ocorrer.

13.3.6 - Troca dos filtros de ar


B
NOTA!
Realize a manutenção com o mo-
tor desligado.

1. Retire a tampa (A) de acesso ao filtro, afrou-


xando manualmente as presilhas (B) que fi- A
xam a tampa.
Figura 121 - A: Tampa B: Presilha
2. Limpe o interior da tampa com um pano úmi-
do.

3. Verifique se a válvula ejetora de pó (C) está D


instalada, e verifique a vedação de sua su- A
F
perfície, garantindo que não esteja solta ou
E
faltando porções de perfil.

4. Retire o elemento primário (D), afrouxando


C
manualmente.
Figura 122 - A: Tampa C: Válvula ejetora D: Elemento primá-
rio E: Elemento secundário F: Carcaça
5. Retire o elemento secundário (E), girando-o
no sentido anti-horário.

6. Limpe o corpo interno da carcaça do filtro (F) com um pano úmido.

IMPORTANTE!
Durante o procedimento, atente para que não penetre pó no tubo de ar até o motor.

7. Instale novo elemento secundário.

8. Instale novo elemento primário, externamente ao secundário.

93
9. Reinstale a tampa (A), apertando as presilhas (B) de forma manual.

NOTA!
Instale a tampa de forma que a válvula ejetora (C) fique orientada para baixo para
descarregar o pó que é retido por ela.

13.3.7 - Troca das correias do motor

Para realizar a troca da correia do motor, proce-


D
da conforme a seguir:
A
1. Solte o esticador (A) do compressor (B) e re- E
mova a correia (C).
B
2. Solte o tensionador (D) e remova a correia C
(E). Figura 123 - A: Esticador B: Compressor C: Correia D:
Tensionador E: Correia

3. Instale a correia de acionamento do motor,


realizando o procedimento inverso.

ATENÇÃO!
Instale a correia de acionamento no motor utilizando o diagrama da correia. A
polia da bomba d’água deve ser a última a ser inserida à correia de acionamento
motor.

IMPORTANTE!
Use sempre peças originais. Consulte seu concessionário Stara.

4. Aplique lentamente tensão na correia de acionamento.

5. Verifique o alinhamento da correia com o tensionador e o restante do acionamento dos acessórios


na extremidade dianteira.

6. Tensione a correia (C) e aperte os parafusos do esticador do compressor de ar (B) com o torque
adequado.

7. A tensão da correia está correta se, ao ser tensionada pelo polegar, desloca-se 8 milímetros.

8. Se não obtiver este valor, solte o parafuso do esticador do alternador ou do esticador do compres-
sor de ar (B) e refaça o ajuste.

9. Com correias novas, funcione o motor por 10 a 15 minutos e estique-a novamente.

94
13.3.8 - Troca de filtro e óleo do sistema hi-
dráulico

1. Substitua todos os elementos filtrantes da


transmissão.
A

2. Substitua o filtro interno do reservatório, re-


movendo a flange lateral do reservatório.

3. Drene o óleo do reservatório da transmissão. Figura 124 - A Nível máximo de óleo

4. Respeite o nível máximo de óleo (A), confor-


me indica a figura.

5. Abasteça o reservatório da transmissão com óleo recomendado. Veja Especificações técnicas,


na página 108.

6. Ligue a máquina e deixe-a trabalhando na posição neutra, com rotação de 1500 rpm por um pe-
ríodo de 4 horas, para que o sistema possa executar a limpeza do óleo.

NOTA!
Nunca misture óleo de marcas diferentes. Não utilize óleo de marca diferente do
que o especificado no manual. Quando acionar o alarme de filtro saturado com
temperatura acima de 40°C, substitua os filtros mesmo que não atinja as horas
especificadas para o período de troca.

[Link] - Procedimento para limpeza do sis-


tema hidráulico

Esse procedimento de troca de óleo deve ser


adotado caso se tenha alguma contaminação do A
sistema.

1. Drene o óleo do reservatório hidráulico e lim-


pe o interior do mesmo.
Figura 125 - A: Mangueira
2. Drene todas as mangueiras da máquina e
limpe-as.

3. Substitua todos os filtros do sistema.

4. Complete o nível de óleo especificado. Veja Especificações técnicas, na página 108.

5. Ainda com a máquina desligada, solte a mangueira (A) que chega até a bomba, eliminando o ar

95
existente na mangueira. Após, reaperte a mangueira.

6. Ligue a máquina e mantenha-a parada, com a alavanca no neutro e aceleração em 1500 rpm.
Deixe a máquina em funcionamento por aproximadamente quatro horas para eliminar todo o ar
do sistema.

7. Bloqueie três rodas, deixando uma livre suspensa com o macaco hidráulico. Calce a máquina
com segurança.

8. Na roda suspensa, solte a mangueira do dre-


no (B) o suficiente para que o ar seja elimina-
do do sistema.

9. Dê partida na máquina com o motor em 1350


rpm, acione a alavanca de controle com uma
roda suspensa e deixe a máquina em fun- B
cionamento por 2 minutos, para que assim o
óleo circule eliminando o ar do sistema.
Figura 126 - B: Mangueira do dreno

10. Repita o procedimento nos outros três mo-


tores de roda.

11. Depois de realizar os procedimentos, substitua o elemento filtrante do filtro duplo de sucção,
conforme procedimento descrito em Filtro de sucção da bomba de transmissão, na página 96.

12. Confira o nível do óleo do reservatório, e caso necessário, complete até o nível adequado.

13.3.9 - Troca dos elementos filtrantes hi-


dráulicos

[Link] - Filtro de sucção da bomba de


transmissão

Para realizar a troca do filtro duplo de sucção


siga os passos abaixo: A

1. Desaparafuse manualmente os elementos A


filtrantes (A). Se não for possível desaparafu-
sá-los manualmente, utilize cinta específica
para filtros. Figura 127 - A: Elementos filtrantes

2. Preencha o novo elemento filtrante com óleo novo/limpo.

3. Lubrifique o anel de vedação do elemento filtrante novo com óleo novo/limpo.

96
4. Os elementos filtrantes (A) devem ser montados manualmente para evitar o aperto demasiado e
consequente, vazamento.

[Link] - Filtro de retorno

Para realizar a troca do filtro de retorno, obede- A


ça os passos a seguir:

E
1. Limpe o local onde o filtro está instalado.

B
2. Remova os parafusos (A) da tampa e em se-
guida a tampa.

D
3. Remova o elemento filtrante (B) juntamente
com seu copo (C).
F C
4. Remova o coletor (D) se existente, limpe-o e
inspecione seu estado para ser reinstalado.

5. Descarte o excesso de óleo em um recipien-


te adequado, e não retorne este excesso ao
sistema.

6. Inspecione os anéis de vedação (E e F) e Figura 128 - A: Parafusos B: Elemento filtrante C: Copo D:


substitua-os se necessário. Coletor E: Anel de vedação F: Anel de vedação

7. Inspecione o aspecto geral da carcaça de fil-


tro e se necessário, substitua os componentes que estiverem danificados.

8. Substitua o elemento filtrante por um novo ou limpe-o se for lavável, com solvente ou fluido ade-
quado.

9. Reinstale o copo (C) e o elemento filtrante limpo com seu coletor (D).

10. Limpe a tampa do filtro e reinstale-a no cabeçote do filtro.

97
13.3.10 - Troca do óleo dos redutores de roda

Para realizar a troca do óleo dos redutores de


roda, realize o seguinte procedimento:
B

1. Gire o rodado até que um dos bujões se loca-


lize na posição inferior (A).
A
2. Remova o bujão localizado na posição (A)
para drenar o óleo do motor de roda. Figura 129 - A e B: Bujão

3. Aguarde até que o escoamento de óleo seja finalizado.

4. Insira o bujão na posição (A).

5. Remova o bujão da posição (B) e abasteça com 1 litro de óleo.

6. Insira novamente o bujão na posição (B).

7. Repita o procedimento para todos os motores de roda.

IMPORTANTE!
Use óleo especificado. Verifique a indicação do óleo lubrificante em Especifica-
ções técnicas, na página 108.

NOTA!
Caso o motor de roda do redutor seja removido, o anel o-ring do motor deve ser
substituído, o eixo do motor de roda e a luva do redutor devem ser lubrificados
com graxa azul.

13.3.11 - Manutenção diária e procedimento


para troca do fluxômetro

1. Afrouxe a porca (A) do fluxômetro (B) que B


segura a unidade do engate rápido no corpo.

2. Desconecte o chicote (C). A


C
3. Remova a unidade do engate rápido do cor-
po. Figura 130 - A: Porca B: Fluxômetro C: Chicote

4. Use água limpa para lavar qualquer impure-


za fora da unidade da turbina removível.

98
5. Se possível, use água para lavar o corpo do fluxômetro.

6. Use ar comprimido para verificar se a unidade da turbina gira livremente. Recoloque a unidade no
corpo do fluxômetro apertando com a mão (não use ferramentas).

13.3.12 - Limpeza do elemento filtrante do filtro de sucção

O inserto do filtro deve ser limpo a cada reservatório de pulverização. Para proceder com a limpeza,
observe a seguinte ordem:

1. Posicione a válvula seletora de reservatório


na posição central (A).

Figura 131 - A: Válvula

2. Posicione a válvula direcionadora na posição


fechado (B).

Figura 132 - B: Válvula

3. Afrouxe a porca (C) e retire a parte inferior


do filtro (D).

4. Retire o elemento filtrante (E), lave-o em


D
água corrente e monte os componentes na
ordem inversa. E

NOTA! C
Antes de ligar a bomba, certifi-
Figura 133 - C: Porca D: Parte inferior do filtro E: Elemento
que-se de que a válvula posicio- filtrante
nada anteriormente ao filtro esteja
aberta.

99
13.3.13 - Troca do filtro da cabine

Para realizar a troca do filtro, siga os passos


A A
abaixo:

1. Remova os parafusos de fixação na parte su-


perior do teto da cabine e o eleve.
B
2. Remova os parafusos (A) e a proteção (B).
Figura 134 - A: Parafusos B: Proteção
3. Retire o filtro (C), substitua-o e remonte a
proteção (B), travando com os parafusos (A).

Figura 135 - C: Filtro

13.3.14 - Regulagem e calibração de pneus em autopropelido

Para a montagem do pneu no aro, deve-se seguir o procedimento de montagem abaixo:

Encha o pneu para assentar completamente os talões, com a pressão de montagem especificada
pelo fabricante.

Se um dos talões não ficou assentado com o enchimento indicado, é possível que alguma irregula-
ridade esteja interferindo na montagem correta. Caso isso ocorra, retire o núcleo e esvazie o pneu
completamente. Solte ambos os talões do aro e lubrifique os talões e os flanges novamente. Reco-
loque o núcleo e volte a encher o pneu.

Após o assentamento dos talões, encha o pneu até a pressão de trabalho recomendada pela tabela:

Pressão de trabalho Pressão de montagem


Pneu 13.6 x 38
(psi ou lb/pol2) (psi ou lb/pol2)

Pirelli 50 36

Goodyear 50 36

Tabela 10

100
13.3.15 - Liberação dos freios
B
Por motivo de segurança, os freios dos rodados
são liberados somente com pressão. Porém,
A
caso ocorra algum problema na máquina e esta
tenha que ser rebocada, os freios deverão ser
antes liberados. Para liberar os freios, siga as
instruções abaixo:

1. Desaparafuse e remova a tampa (A). Figura 136 - A: Tampa do redutor B: Anel o-ring

2. Verifique a posição/presença do o-ring (B) na


tampa e tenha cuidado para não perdê-lo.

3. Manualmente, extraia o pinhão solar (C).

4. Novamente afixe e parafuse a tampa (A),


C
acompanhada do o-ring (B).

5. Confira o nível de óleo para evitar que as


Figura 137 - C: Pinhão solar
engrenagens fiquem secas. Recomenda-se
colocar aproximadamente 0,25 litro de óleo
para o reboque com a tampa montada.

NOTA!
O processo deverá ser feito nas quatro rodas.

NOTA!
Para rebocar a máquina, utilize um cambão na parte frontal ou traseira, pois a
máquina estará sem freio. Por motivos de segurança, nunca realize esse procedi-
mento sem a presença de um técnico autorizado Stara.

13.4 - Períodos de lubrificação

PERÍODO CONJUNTO PERÍODO CONJUNTO

Barras de pulverização Lava-frasco

20 horas Rodados 50 horas Escada

Quadro Cabine

Tabela 11

101
13.5 - Pontos de lubrificação

13.5.1 - Barra de pulverização e quadro

Figura 138 Figura 139

Figura 140 Figura 141

Figura 142 Figura 143

A A A A
A
B
B
B
A
B
B B

Figura 144 Figura 145

102
13.5.2 - Rodados

Figura 146 Figura 147

13.5.3 - Escada

Figura 148

13.5.4 - Lava-frasco

Figura 149 Figura 150

103
13.5.5 - Cabine

Figura 151

13.5.6 - Capô

Figura 152

104
14 - FALHAS E AÇÕES POSSÍVEIS

PROBLEMA AÇÕES POSSÍVEIS

Verifique o aperto nos polos da bateria.


Bateria não carrega.
Verifique a tensão da correia do alternador.

Verifique a tensão da correia do compressor.


Ar-condicionado não funciona.
Fusível do ar-condicionado.

Verifique se o cabo de alimentação está conectado ou se não está


rompido.
Controlador Topper não liga.
Verifique o fusível do Topper.

Verifique a carga da bateria.

Velocidade da máquina fica em Zero. Verificar se há sinal de GPS.

Verifique os filtros de ar.

Verifique a pressão dos pneus.

Máquina está perdendo força. Verifique a marcha em que a máquina está sendo operada.

Verifique o curso da alavanca de controle.

Verifique o curso do acelerador.

Verifique o funcionamento do fluxômetro, se não está com folga na


hélice ou obstruído.

Verifique se o retorno calibrado está regulado, conforme


procedimento do manual.
A pressão do sistema de pulverização não estabiliza.
Verifique o funcionamento da válvula reguladora.

Verifique os anéis da válvula de seção.

Verifique a compatibilidade do bico para aplicação desejada.

Verifique a lubrificação dos mancais.

Quadro de barras não está subindo. Verifique a lubrificação dos pontos de articulação do cilindro.

Verifique se a rotação do motor está acima de 1800 RPM.

Verifique o nível do óleo diesel.

Verifique a carga da bateria.

Verifique os fusíveis da central elétrica.

Verifique o aterramento dos cabos.


Motor não dá partida.
Verifique se a alavanca de controle está no neutro.

Verifique se o filtro de combustível não está obstruído.

Verifique se o Topper está ligado e comunicado com a ECM do


motor.

Verifique se há códigos ativos no diagnóstico de falhas do motor.

105
PROBLEMA AÇÕES POSSÍVEIS

Verifique o nível de calda no reservatório.

Verifique se a posição das válvulas do comando estão corretas.

Verifique se a borboleta do filtro de sucção está na posição correta.

Verifique a vedação de todas as conexões.

Verifique o fusível da Pod.

Verifique a limpeza do filtro de sucção.


Pulverização não funciona.

Verifique o fusível da bomba de pulverização.

Verifique o sinal do GPS.

Verifique se a taxa a ser aplicada está conforme a taxa padrão do


Topper.

Verifique se o comando está no modo Pulverização.

Verifique se a mangueira de sucção não está obstruída.

Verifique se a bomba de pulverização está ligada.

Verifique a posição das válvulas do comando.

O produto do incorporador não está sendo sugado. Verifique a posição do registro do incorporador.

Acelere acima de 1500 rpm.

Verifique se o incorporador está obstruído.

Cilindros das barras não estão ao curso final. Verifique a regulagem dos freios dos cilindros.

Desligue imediatamente a máquina e verifique o nível do óleo.


Escada não desce ou não sobe.
Verifique se os registros do reservatório hidráulico estão na posição
aberto.

Trava da bitola está apertada.


Bitola do rodado não abre.
Verifique o procedimento de abertura de bitola.

Verifique se há sujeira no radiador e na tela frontal.

Verifique o estado da hélice do motor.

Verifique o nível de água do radiador.


Motor diesel está aquecendo.
Verifique se há saturação ou obstrução do filtro de ar.

Verifique o nível de óleo do cárter.

Verifique obstrução do escapamento.

Verifique se o botão de emergência não está acionado.

Verifique fusível da Pod.


Piloto automático não funciona.
Verifique se existem linhas AB no Topper.

Verifique no Topper se a máquina está se deslocando no sentido


correto.

106
PROBLEMA AÇÕES POSSÍVEIS

Verifique os amortecedores.

Verifique se o alinhamento das barras, uma em relação à outra, está


perpendicular à máquina.
Estabilidade das barras está ruim.
Verifique se o quadro não está travado.

Verifique a lubrificação dos pontos de articulação.

Verifique a vareta da válvula de nivelamento.


Bolsas pneumáticas com pouca pressão ou fechadas.
Verifique possíveis vazamentos nas conexões.

Tabela 12

15 - ARMAZENAGEM

Para armazenar a máquina por um período de tempo prolongado, alguns pontos que garantem a
qualidade e estética da máquina devem ser observados e seguidos:

• Lave a máquina utilizando detergente ou solvente.

• Aplique sobre a máquina o protetor ST Film, conforme descrito no item 12.4, na página 83.

• Retire toda a água do circuito de pulverização.

• Preferencialmente, mantenha a máquina em um lugar coberto, sem exposição às intempéries


do tempo.

107
16 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Peso da máquina (vazia)���������������������������������������������������������������������������������������������������������� 9980 kg

Comprimento��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������7,9 m

Largura com barras fechadas������������������������������������������������������������������������������������������������������3,2 m

Altura������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������4,05 m

Comprimento das barras�������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 27 m

Abertura do rodado�������������������������������������������������������������������������������������������������������������2,8 a 3,5 m

Distância entre eixos����������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3,83 m

Vão livre do solo (com carga)�����������������������������������������������������������������������������������������������������1,65 m

Altura de aplicação��������������������������������������������������������������������������������������������������������������0,7 a 2,3 m

Capacidade do reservatório de calda����������������������������������������������������������������������������������������� 2300 L

Capacidade do reservatório de água limpa���������������������������������������������������������������������������������� 235 L

Capacidade do reservatório de combustível�������������������������������������������������������������������������������� 210 L

Bomba de pulverização���������������������������������������������������������������������������������������� Aço inox - 430 L/min

Motor������������������������������������������������������������������������������������MWM diesel 4 cilindros 180 cv eletrônico

Pneus��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 13.6x38

Controlador de pulverização/distribuição�������������������������������������������������������������������������� Topper 5500

Sistema de agitação�������������������������������������������������������� Transferência de calda e agitador hidráulico

Reabastecimento�����������������������������������������������������������Bomba externa c/ capacidade de 1100 L/min

Porta bicos Trijet�����������������������������������������������������������������������������������������������Espaçamento de 0,5 m

ÓLEOS:

Redutores de roda��������������������������������������������������������������������������������������������������������������ISO VG 220

Motor����������������������������������������������������������������������������������������������������������� ST MOTORS SAE 15W40

Sistema hidráulico����������������������������������������������������������������������������������������������������������ST OIL ISO 68

108
17 - ORIENTAÇÃO PARA PULVERIZAÇÃO

17.1 - Ponta de pulverização Stara ultra baixa deriva

Taxa de l/ha 50 cm de espaçamento entre bicos


Bicos de Pressão Tamanho de
fluxo km/h
pulverização (bar) gotas
(l/min) 6 8 10 12 14 16 18 20 25 30
1 G 0,350 70 53 42 35 30 26 23 21 17 14
2 G 0,490 98 74 59 49 42 37 33 29 24 20
3 M 0,600 120 90 72 60 51 45 40 36 29 24
4 M 0,690 138 104 83 69 59 52 46 41 33 28
015
5 M 0,770 154 116 92 77 66 58 51 46 37 31
6 M 0,850 170 128 102 85 73 64 57 51 41 34
7 M 0,920 184 138 110 92 79 69 61 55 44 37
8 M 0,980 196 147 118 98 84 74 65 59 47 39
1 MG 0,460 92 69 55 46 39 35 31 28 22 18
2 G 0,650 130 98 78 65 56 49 43 39 31 26
3 M 0,800 160 120 96 80 69 60 53 48 38 32
4 M 0,920 184 138 110 92 79 69 61 55 44 37
02
5 M 1,030 206 155 124 103 88 77 69 62 49 41
6 M 1,130 226 170 136 113 97 85 75 68 54 45
7 M 1,220 244 183 146 122 105 92 81 73 59 49
8 M 1,310 262 197 157 131 112 98 87 79 63 52
1 MG 0,580 116 87 70 58 50 44 39 35 28 23
2 G 0,820 164 123 98 82 70 62 55 49 39 33
3 M 1,000 200 150 120 100 86 75 67 60 48 40
4 M 1,150 230 173 138 115 99 86 77 69 55 46
025
5 M 1,290 258 194 155 129 111 97 86 77 62 52
6 M 1,410 282 212 169 141 121 106 94 85 68 56
7 M 1,530 306 230 184 153 131 115 102 92 73 61
8 M 1,630 326 245 196 163 140 122 109 98 78 65
1 MG 0,690 138 104 83 69 59 52 46 41 33 28
2 G 0,980 196 147 118 98 84 74 65 59 47 39
3 M 1,200 240 180 144 120 103 90 80 72 58 48
4 M 1,390 278 209 167 139 119 104 93 83 67 56
03
5 M 1,550 310 233 186 155 133 116 103 93 74 62
6 M 1,700 340 255 204 170 146 128 113 102 82 68
7 M 1,830 366 275 220 183 157 137 122 110 88 73
8 M 1,960 392 294 235 196 168 147 131 118 94 78
1 MG 0,920 184 138 110 92 79 69 61 55 44 37
2 G 1,310 262 197 157 131 112 98 87 79 63 52
3 M 1,600 320 240 192 160 137 120 107 96 77 64
4 M 1,850 370 278 222 185 159 139 123 111 89 74
04
5 M 2,070 414 311 248 207 177 155 138 124 99 83
6 M 2,260 452 339 271 226 194 170 151 136 108 90
7 M 2,440 488 366 293 244 209 183 163 146 117 98
8 M 2,610 522 392 313 261 224 196 174 157 125 104
1 MG 1,150 230 173 138 115 99 86 77 69 55 46
2 G 1,630 326 245 196 163 140 122 109 98 78 65
3 M 2,000 400 300 240 200 171 150 133 120 96 80
4 M 2,310 462 347 277 231 198 173 154 139 111 92
05
5 M 2,580 516 387 310 258 221 194 172 155 124 103
6 M 2,830 566 425 340 283 243 212 189 170 136 113
7 M 3,060 612 459 367 306 262 230 204 184 147 122
8 M 3,270 654 491 392 327 280 245 218 196 157 131
1 EG 1,390 278 209 167 139 119 104 93 83 67 56
2 G 1,960 392 294 235 196 168 147 131 118 94 78
3 G 2,400 480 360 288 240 206 180 160 144 115 96
4 M 2,770 554 416 332 277 237 208 185 166 133 111
06
5 M 3,100 620 465 372 310 266 233 207 186 149 124
6 M 3,390 678 509 407 339 291 254 226 203 163 136
7 M 3,670 734 551 440 367 315 275 245 220 176 147
8 M 3,920 784 588 470 392 336 294 261 235 188 157
1 EG 1,850 370 278 222 185 159 139 123 111 89 74
2 MG 2,610 522 392 313 261 224 196 174 157 125 104
3 G 3,200 640 480 384 320 274 240 213 192 154 128
4 M 3,700 740 555 444 370 317 278 247 222 178 148
08
5 M 4,130 826 620 496 413 354 310 275 248 198 165
6 M 4,530 906 680 544 453 388 340 302 272 217 181
7 M 4,890 978 734 587 489 419 367 326 293 235 196
8 M 5,230 1046 785 628 523 448 392 349 314 251 209

Extremamente fina Fina Grosa Extremamente grossa

Muito fina Média Muito grossa Ultra grossa

109
BAIXA DERIVA, TECNOLOGIA DE DUPLA INDUÇÃO DE AR

UG M

Leque de pulverização Ideal para aplicações Desenvolvimento


largo para melhor de herbicidas pré e para eliminar gotas
cobertura do alvo. pós-emergentes. deriváveis sem
sacrificar a cobertura
do alvo.

CARACTERÍSTICAS

Utilização�������������������������������������������������������������������������������������������������������������Controle de daninhas

Padrão�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Jato leque plano

Tecnologia�����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Indução de ar

Material���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Poliacetal

Ângulo��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������120°

Faixa de pressão���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������1 a 8 bar

Configuração������������������������������������������������������������������������������������������������������� Pontas com FastCap

GUIA DE APLICAÇÃO

Via foliar de contato�������������������������������������������������������������������������������������������� Bom sob alta pressão

Via foliar sistêmico����������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Excelente

Aplicação no solo������������������������������������������������������������������������������������������������������������������ Excelente

Controle de deriva����������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Excelente

110
17.2 - Ponta de pulverização Stara leque amplo

Taxa de l/ha 50 cm de espaçamento entre bicos


Bicos de Pressão Tamanho de
fluxo km/h
pulverização (bar) gotas
(l/min) 6 8 10 12 14 16 18 20 25
1 M 0,346 69 52 41 34 29 26 23 20 16
2 F 0,490 98 73 58 49 42 36 32 29 23
015 3 F 0,600 120 90 72 60 51 45 40 36 28
4 F 0,693 138 103 83 69 59 52 46 41 33
5 F 0,775 154 116 93 77 66 58 51 46 37
1 M 0,462 92 69 55 46 39 34 30 27 22
2 F 0,653 130 98 78 65 56 49 43 39 31
02 3 F 0,800 160 120 96 80 68 60 53 48 38
4 F 0,924 184 138 110 92 79 69 61 55 44
5 F 1,033 206 154 123 103 88 77 68 62 49
1 M 0,577 115 86 69 57 49 43 38 34 27
2 F 0,816 163 122 98 81 70 61 54 49 39
025 3 F 1,000 200 150 120 100 85 75 66 60 48
4 F 1,155 230 173 138 115 99 86 77 69 55
5 F 1,291 258 193 154 129 110 96 86 77 62
1 M 0,693 138 103 83 69 59 52 46 41 33
2 M 0,980 196 147 117 98 84 73 65 58 47
03 3 F 1,200 240 180 144 120 102 90 80 72 57
4 F 1,386 277 207 166 138 118 103 92 83 66
5 F 1,549 309 232 185 154 132 116 103 93 74
1 G 0,924 184 138 110 92 79 69 61 55 44
2 M 1,306 261 196 156 130 112 98 87 78 62
04 3 M 1,600 320 240 192 160 137 120 106 96 76
4 F 1,848 369 277 221 184 158 138 123 110 88
5 F 2,066 413 309 247 206 177 154 137 123 99
1 G 1,155 230 173 138 115 99 86 77 69 55
2 M 1,633 326 244 196 163 140 122 108 98 78
05 3 M 2,000 400 300 240 200 171 150 133 120 96
4 M 2,309 461 346 277 230 197 173 154 138 110
5 F 2,582 516 387 309 258 221 193 172 154 123
1 G 1,386 277 207 166 138 118 103 92 83 66
2 G 1,960 391 293 235 196 168 147 130 117 94
06 3 M 2,400 480 360 288 240 205 180 160 144 115
4 M 2,771 554 415 332 277 237 207 184 166 133
5 M 3,098 619 464 371 309 265 232 206 185 148
1 MG 1,848 369 277 221 184 158 138 123 110 88
2 G 2,613 522 391 313 261 224 196 174 156 125
08 3 M 3,200 640 480 384 320 274 240 213 192 153
4 M 3,695 739 554 443 369 316 277 246 221 177
5 M 4,131 826 619 495 413 354 309 275 247 198

Extremamente fina Fina Grosa Extremamente grossa

Muito fina Média Muito grossa Ultra grossa

111
IDEAL PARA APLICAÇÕES EM GRANDE COBERTURA

MG F

Ângulo de 110°, sem Utilizado em Varia mais o tamanho


pré-orifício. aplicações gerais. da gota em função da
pressão, permitindo
aplicar produtos
sistêmicos em baixa
pressão e de contato
em pressões mais
altas.

CARACTERÍSTICAS

Utilização�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Geral

Padrão������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Jato leque amplo

Tecnologia��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Orifício elíptico

Material���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Poliacetal

Ângulo��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������110°

Faixa de pressão���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������2 a 4 bar

Configuração�����������������������������������������������������������������������������������Ponta com capa de engate rápido

GUIA DE APLICAÇÃO

Ponta����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������SCV

Via foliar de contato�������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Muito bom

Via foliar sistêmico��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Bom

Herbicidas de solo��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Bom

112
17.3 - Ponta de pulverização Stara cone vazio

Taxa de l/ha 50 cm de espaçamento entre bicos


Bicos de Pressão Tamanho de
fluxo km/h
pulverização (bar) gotas
(l/min) 6 8 10 12 14 16 18 20 25
3 MF 0,132 26 19 15 13 11 9 8 8 6
4 MF 0,153 30 23 18 15 13 11 10 9 7
5 MF 0,171 34 25 20 17 14 12 11 10 8
SCV2
6 MF 0,187 37 28 22 18 16 14 12 11 9
7 MF 0,200 40 30 24 20 17 15 13 12 9
10 MF 2,400 48 36 28 24 20 18 16 14 11
3 MF 1,990 39 29 23 19 17 14 13 12 9
4 MF 0,229 45 34 27 22 19 17 15 13 11
5 MF 0,257 51 38 30 25 22 19 17 15 12
SCV3
6 MF 0,281 56 42 33 28 24 21 18 16 13
7 MF 0,300 60 45 36 30 25 22 20 18 14
10 MF 0,360 72 54 43 36 30 27 24 21 17
3 F 0,265 53 39 31 26 22 19 17 15 12
4 MF 0,306 61 45 36 30 26 22 20 18 14
5 MF 0,342 68 51 41 34 29 25 22 20 16
SCV4
6 MF 0,375 75 56 45 37 32 28 25 22 18
7 MF 0,400 80 60 48 40 34 30 26 24 19
10 MF 0,480 96 72 57 48 41 36 32 28 23
3 F 0,397 79 59 47 39 34 29 26 23 19
4 MF 0,459 91 68 55 45 39 34 30 27 22
5 MF 0,513 102 77 61 51 44 38 34 30 24
SCV6
6 MF 0,562 112 84 67 56 48 42 37 33 27
7 MF 0,600 120 90 72 60 51 45 40 36 28
10 MF 0,720 144 108 86 72 61 54 48 43 34
3 F 0,530 106 79 63 53 45 39 35 31 25
4 F 0,612 122 91 73 61 52 45 40 36 29
5 MF 0,684 136 102 82 68 58 51 45 41 32
SCV8
6 MF 0,749 149 112 89 74 64 56 49 45 36
7 MF 0,800 160 120 96 80 68 60 53 48 38
10 MF 0,960 192 144 115 96 82 72 64 57 46
3 F 0,596 119 89 71 59 51 44 39 35 28
4 F 0,688 137 103 82 68 59 51 45 41 33
5 F 0,770 154 115 92 77 66 57 51 46 37
SCV9
6 MF 0,843 168 126 101 84 72 63 56 50 40
7 MF 0,919 183 137 110 91 78 68 61 55 44
10 MF 1,080 216 162 129 108 92 81 72 64 51
3 F 0,662 132 99 79 66 56 49 44 39 31
4 F 0,765 153 114 91 76 65 57 51 45 36
5 F 0,855 171 128 102 85 73 64 57 51 41
SCV10
6 F 0,937 187 140 112 93 80 70 62 56 45
7 MF 1,010 202 151 121 101 86 75 67 60 48
10 MF 1,200 240 180 144 120 102 90 80 72 57
3 F 0,795 159 119 95 79 68 59 53 47 38
4 F 0,918 183 137 110 91 78 68 61 55 44
5 F 1,026 205 153 123 102 87 76 68 61 49
SCV12
6 F 1,124 224 168 134 112 96 84 74 67 54
7 F 1,210 242 181 145 121 103 90 80 72 58
10 MF 1,440 288 216 172 143 123 108 96 86 69
3 F 1,180 236 177 141 118 101 88 78 70 56
4 F 1,370 274 205 164 136 117 102 91 82 65
5 F 1,530 306 229 183 152 131 114 102 91 73
SCV18
6 F 1,680 336 252 201 167 144 126 112 100 80
7 F 1,810 362 271 217 180 155 135 120 108 86
10 MF 2,160 432 324 259 215 185 162 144 129 103

Extremamente fina Fina Grosa Extremamente grossa

Muito fina Média Muito grossa Ultra grossa

113
PRODUZ JATO CÔNICO DE 80°

F MF

Ângulo de 80°, jato Recomendado Tamanho de gota


cônico vazio. para aplicações variando entre finas e
de inseticidas e muito finas. Ideal para
fungicidas em baixa produtos de contato
vazão. em ótimas condições
climáticas.

CARACTERÍSTICAS

Utilização������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Pragas e doenças

Padrão����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Jato cônico vazio

Tecnologia�����������������������������������������������������������������������������������������������Swirl (movimento em espiral)

Material���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Poliacetal

Ângulo����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������80°

Faixa de pressão�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������3 a 10 bar

Configuração��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Ponta

GUIA DE APLICAÇÃO

Ponta���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� SLA

Via foliar de contato��������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Excelente

Via foliar sistêmico��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Bom

114
17.4 - Ponta de pulverização Stara baixa deriva ar

Taxa de l/ha 50 cm de espaçamento entre bicos


Bicos de Pressão Tamanho de
fluxo km/h
pulverização (bar) gotas
(l/min) 6 8 10 12 14 16 18 20 25 30
1 G 0,350 70 53 42 35 30 26 23 21 17 14
2 G 0,490 98 74 59 49 42 37 33 29 24 20
3 M 0,600 120 90 72 60 51 45 40 36 29 24
4 M 0,690 138 104 83 69 59 52 46 41 33 28
015
5 M 0,770 154 116 92 77 66 58 51 46 37 31
6 M 0,850 170 128 102 85 73 64 57 51 41 34
7 M 0,920 184 138 110 92 79 69 61 55 44 37
8 M 0,980 196 147 118 98 84 74 65 59 47 39
1 MG 0,460 92 69 55 46 39 35 31 28 22 18
2 G 0,650 130 98 78 65 56 49 43 39 31 26
3 M 0,800 160 120 96 80 69 60 53 48 38 32
4 M 0,920 184 138 110 92 79 69 61 55 44 37
02
5 M 1,030 206 155 124 103 88 77 69 62 49 41
6 M 1,130 226 170 136 113 97 85 75 68 54 45
7 M 1,220 244 183 146 122 105 92 81 73 59 49
8 M 1,310 262 197 157 131 112 98 87 79 63 52
1 MG 0,580 116 87 70 58 50 44 39 35 28 23
2 G 0,820 164 123 98 82 70 62 55 49 39 33
3 M 1,000 200 150 120 100 86 75 67 60 48 40
4 M 1,150 230 173 138 115 99 86 77 69 55 46
025
5 M 1,290 258 194 155 129 111 97 86 77 62 52
6 M 1,410 282 212 169 141 121 106 94 85 68 56
7 M 1,530 306 230 184 153 131 115 102 92 73 61
8 M 1,630 326 245 196 163 140 122 109 98 78 65
1 MG 0,690 138 104 83 69 59 52 46 41 33 28
2 G 0,980 196 147 118 98 84 74 65 59 47 39
3 M 1,200 240 180 144 120 103 90 80 72 58 48
4 M 1,390 278 209 167 139 119 104 93 83 67 56
03
5 M 1,550 310 233 186 155 133 116 103 93 74 62
6 M 1,700 340 255 204 170 146 128 113 102 82 68
7 M 1,830 366 275 220 183 157 137 122 110 88 73
8 M 1,960 392 294 235 196 168 147 131 118 94 78
1 UG 0,810 162 122 97 81 69 61 54 49 39 32
2 MG 1,140 228 171 137 114 98 86 76 68 55 46
3 G 1,400 280 210 168 140 120 105 93 84 67 56
4 M 1,620 324 243 194 162 139 122 108 97 78 65
035
5 M 1,810 362 272 217 181 155 136 121 109 87 72
6 M 1,980 396 297 238 198 170 149 132 119 95 79
7 M 2,140 428 321 257 214 183 161 143 128 103 86
8 M 2,290 458 344 275 229 196 172 153 137 110 92
1 MG 0,920 184 138 110 92 79 69 61 55 44 37
2 G 1,310 262 197 157 131 112 98 87 79 63 52
3 M 1,600 320 240 192 160 137 120 107 96 77 64
4 M 1,850 370 278 222 185 159 139 123 111 89 74
04
5 M 2,070 414 311 248 207 177 155 138 124 99 83
6 M 2,260 452 339 271 226 194 170 151 136 108 90
7 M 2,440 488 366 293 244 209 183 163 146 117 98
8 M 2,610 522 392 313 261 224 196 174 157 125 104
1 MG 1,150 230 173 138 115 99 86 77 69 55 46
2 G 1,630 326 245 196 163 140 122 109 98 78 65
3 M 2,000 400 300 240 200 171 150 133 120 96 80
4 M 2,310 462 347 277 231 198 173 154 139 111 92
05
5 M 2,580 516 387 310 258 221 194 172 155 124 103
6 M 2,830 566 425 340 283 243 212 189 170 136 113
7 M 3,060 612 459 367 306 262 230 204 184 147 122
8 M 3,270 654 491 392 327 280 245 218 196 157 131

Extremamente fina Fina Grosa Extremamente grossa

Muito fina Média Muito grossa Ultra grossa

115
PONTA DE INDUÇÃO DE AR COM COBERTURA DIFERENCIADA

UG M

Otimizado para obter Ideal para aplicações Produz melhor


performance e alta com necessidade cobertura com
produtividade. Leque de maior cobertura. mais gotas por litro
inclinado que permite Permite aplicação de pulverizado, se
cobertura mais forma mais rápida e comparado à outras
uniforme e melhor eficiente. pontas de indução
retenção das gotas no de ar.
alvo.

CARACTERÍSTICAS

Utilização������������������������������������������������������������������������������������������������������������ Controle fitossanitário

Padrão�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Jato leque plano

Tecnologia�����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Indução de ar

Material���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Poliacetal

Ângulo��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������110°

Faixa de pressão���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������1 a 8 bar

Configuração������������������������������������������������������������������������������������������������������� Pontas com FastCap

GUIA DE APLICAÇÃO

Via foliar de contato��������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Excelente

Via foliar sistêmico����������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Excelente

Aplicação no solo����������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Muito bom

Controle de deriva��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Bom

116
17.5 - Ponta de pulverização Stara duplo leque

Taxa de l/ha 50 cm de espaçamento entre bicos


Bicos de Pressão Tamanho de
fluxo km/h
pulverização (bar) gotas
(l/min) 6 8 10 12 14 16 18 20 25 30
1 MG 0,460 92 69 55 46 39 35 31 28 22 18
2 G 0,650 130 98 78 65 56 49 43 39 31 26
3 M 0,800 160 120 96 80 69 60 53 48 38 32
4 M 0,920 184 138 110 92 79 69 61 55 44 37
02
5 M 1,030 206 155 124 103 88 77 69 62 49 41
6 M 1,130 226 170 136 113 97 85 75 68 54 45
7 M 1,220 244 183 146 122 105 92 81 73 59 49
8 M 1,310 262 197 157 131 112 98 87 79 63 52
1 MG 0,580 116 87 70 58 50 44 39 35 28 23
2 G 0,820 164 123 98 82 70 62 55 49 39 33
3 M 1,000 200 150 120 100 86 75 67 60 48 40
4 M 1,150 230 173 138 115 99 86 77 69 55 46
025
5 M 1,290 258 194 155 129 111 97 86 77 62 52
6 M 1,410 282 212 169 141 121 106 94 85 68 56
7 M 1,530 306 230 184 153 131 115 102 92 73 61
8 M 1,630 326 245 196 163 140 122 109 98 78 65
1 MG 0,690 138 104 83 69 59 52 46 41 33 28
2 G 0,980 196 147 118 98 84 74 65 59 47 39
3 M 1,200 240 180 144 120 103 90 80 72 58 48
4 M 1,390 278 209 167 139 119 104 93 83 67 56
03
5 M 1,550 310 233 186 155 133 116 103 93 74 62
6 M 1,700 340 255 204 170 146 128 113 102 82 68
7 M 1,830 366 275 220 183 157 137 122 110 88 73
8 M 1,960 392 294 235 196 168 147 131 118 94 78
1 MG 0,920 184 138 110 92 79 69 61 55 44 37
2 G 1,310 262 197 157 131 112 98 87 79 63 52
3 M 1,600 320 240 192 160 137 120 107 96 77 64
4 M 1,850 370 278 222 185 159 139 123 111 89 74
04
5 M 2,070 414 311 248 207 177 155 138 124 99 83
6 M 2,260 452 339 271 226 194 170 151 136 108 90
7 M 2,440 488 366 293 244 209 183 163 146 117 98
8 M 2,610 522 392 313 261 224 196 174 157 125 104
1 MG 1,150 230 173 138 115 99 86 77 69 55 46
2 G 1,630 326 245 196 163 140 122 109 98 78 65
3 M 2,000 400 300 240 200 171 150 133 120 96 80
4 M 2,310 462 347 277 231 198 173 154 139 111 92
05
5 M 2,580 516 387 310 258 221 194 172 155 124 103
6 M 2,830 566 425 340 283 243 212 189 170 136 113
7 M 3,060 612 459 367 306 262 230 204 184 147 122
8 M 3,270 654 491 392 327 280 245 218 196 157 131
1 EG 1,390 278 209 167 139 119 104 93 83 67 56
2 G 1,960 392 294 235 196 168 147 131 118 94 78
3 G 2,400 480 360 288 240 206 180 160 144 115 96
4 M 2,770 554 416 332 277 237 208 185 166 133 111
06
5 M 3,100 620 465 372 310 266 233 207 186 149 124
6 M 3,390 678 509 407 339 291 254 226 203 163 136
7 M 3,670 734 551 440 367 315 275 245 220 176 147
8 M 3,920 784 588 470 392 336 294 261 235 188 157
1 EG 1,850 370 278 222 185 159 139 123 111 89 74
2 MG 2,610 522 392 313 261 224 196 174 157 125 104
3 G 3,200 640 480 384 320 274 240 213 192 154 128
4 M 3,700 740 555 444 370 317 278 247 222 178 148
08
5 M 4,130 826 620 496 413 354 310 275 248 198 165
6 M 4,530 906 680 544 453 388 340 302 272 217 181
7 M 4,890 978 734 587 489 419 367 326 293 235 196
8 M 5,230 1046 785 628 523 448 392 349 314 251 209

Extremamente fina Fina Grosa Extremamente grossa

Muito fina Média Muito grossa Ultra grossa

117
EXCELENTE COBERTURA E BAIXA DERIVA

MG F

Duplo leque com Ideal para aplicações Projetada com precisão


indução de ar que onde maior cobertura para melhor cobertura,
proporciona cobertura é necessária. com mais gotas por
uniforme e redução de litro pulverizado, se
deriva. comparado à outras
pontas de indução
de ar.

CARACTERÍSTICAS

Utilização������������������������������������������������������������������������������������������������������������ Controle fitossanitário

Padrão�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Jato leque plano

Tecnologia�����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Indução de ar

Material���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Poliacetal

Ângulo��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������110°

Faixa de pressão���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������2 a 8 bar

Configuração������������������������������������������������������������������������������������������������������� Pontas com FastCap

GUIA DE APLICAÇÃO

Via foliar de contato��������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Excelente

Via foliar sistêmico����������������������������������������������������������������������������������������������������������������� Excelente

Controle de deriva��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������Bom

118
18 - TABELAS DE TORQUE

18.1 - Torque de aperto - Parafusos métricos

Qualidade do material (segundo norma DIN 267 F1.3)

Rosca métrica 6.9 8.8 10.9 12.9

Torque (Nm)

M6 8 9 13 15

M8 18 22 31 40

M10 40 45 62 75

M12 70 80 110 135

M14 110 125 170 205

M16 160 190 270 320

M18 225 260 365 435

M20 315 365 515 615

M22 420 490 695 830

M24 535 635 890 1070

M27 800 935 1350 1600

M30 1070 1290 1780 2140

Tabela 13

IMPORTANTE!
Casos de aplicação de torque específico estarão indicados neste manual.

IMPORTANTE!
Busque especificações de torques para os parafusos do motor no manual do fa-
bricante do motor, que acompanha a máquina.

119
18.2 - Torque de aperto - Mangueiras hidráulicas

Diâmetro ponteiras (mm) Conexão Mangueira Torque (Nm)

18 M14 1/4” 25

24 M20 1/2” 50

27 M22 1/2” 50

30 M24 1/2” 60

36 M30 3/4” 95

41 M30 1” 100

Tabela 14

18.3 - Torque de aperto - Porcas em terminais (DIN 3861)

Série Diâmetro tubo (mm) Rosca Torque (Nm)

6 M12 x 1,5 25

8 M14 x 1,5 35

10 M16 x 1,5 40

12 M18 x 1,5 45

15 M22 x 1,5 60
L
18 M26 x 1,5 90

22 M30 x 2,0 120

28 M36 x 2,0 160

35 M45 x 2,0 230

42 M52 x 2,0 280

6 M14 x 1,5 45

8 M16 x 1,4 55

10 M18 x 1,5 70

12 M20 x 1,5 80

14 M22 x 1,5 100


S
16 M24 x 1,5 120

20 M30 x 2,0 170

25 M36 x 2,0 310

30 M42 x 2,0 330

38 M52 x 2,0 450

Tabela 15

120
18.4 - Torque de aperto - Porcas para anilhas B3 e B4 (DIN 3861)

Série Diâmetro tubo (mm) Rosca Torque aço (Nm) Torque aço (Nm)

6 M12 x 1,5 15 30

8 M14 x 1,5 35 55

10 M16 x 1,5 40 85

12 M18 x 1,5 60 120

15 M22 x 1,5 80 130


L
18 M26 x 1,5 95 220

22 M30 x 2,0 160 320

28 M36 x 2,0 250 500

35 M45 x 2,0 340 970

42 M52 x 2,0 390 1110

6 M14 x 1,5 20 45

8 M16 x 1,4 30 55

10 M18 x 1,5 50 90

12 M20 x 1,5 80 105

14 M22 x 1,5 90 150


S
16 M24 x 1,5 105 180

20 M30 x 2,0 160 340

25 M36 x 2,0 240 530

30 M42 x 2,0 290 610

38 M52 x 2,0 390 850

Tabela 16

121
18.5 - Torque de aperto - Rosca UNF

Série Rosca Torque (Nm)

7/16”-20 20

1/2”-20 25

9/16”-18 30

3/4”-16 50

L 7/8”-14 60

1.1/16”-12 95

1.5/16”-12 150

1.5/8”-12 200

1.7/8”-12 210

1/2”-20 25

9/16”-18 35

3/4”-16 70

7/8”-14 100
S
1.1/16”-12 170

1.5/16”-12 270

1.5/8”-12 285

1.7/8”-12 370

Tabela 17

122
18.6 - Torque de aperto - Rosca BSP

Torque (Nm)
Série Rosca
Form B Form E

1/8”-28 BSP 20 20

1/4”-19 BSP 50 50

3/8”-19 BSP 80 80

1/2”-14 BSP 150 100


L
3/4”-14 BSP 200 200

1”-11 BSP 380 380

1.1/4”-11 BSP 600 500

1.1/2”-11 BSP 700 600

1/4”-19 BSP 60 60

3/8”-19 BSP 100 90

1/2”-14 BSP 170 140

S 3/4”-14 BSP 320 200

1”-11 BSP 380 380

1.1/4”-11 BSP 600 510

1.1/2”-11 BSP 800 600

Tabela 18

123
18.7 - Torque de aperto - Rosca métrica

Torque (Nm)
Série Rosca
Form B Form E

M10 x 1,0 20 20

M12 x 1,5 30 30

M14 x 1,5 50 55

M16 x 1,5 70 60

M18 x 1,5 90 80
L
M22 x 1,5 150 140

M26 x 1,5 210 200

M33 x 2,0 380 380

M42 x 2,0 550 500

M48 x 2,0 700 600

M12 x 1,5 45 45

M14 x 1,5 60 60

M16 x 1,5 90 80

M18 x 1,5 120 100

M20 x 1,5 170 140


S
M22 x 1,5 190 150

M27 x 2,0 320 200

M33 x 2,0 450 380

M42 x 2,0 600 500

M48 x 2,0 800 600

Tabela 19

124
ÍNDICE REMISSIVO

ARMAZENAGEM, 107

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, 108

FALHAS E AÇÕES POSSÍVEIS, 105

IDENTIFICAÇÃO, 17

IDENTIFICAÇÃO DOS ADESIVOS DE SEGURANÇA, 35

INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA, 19

Abastecimento seguro, 34

Armazenamento de produtos inflamáveis, 32

Conservação dos adesivos, 21

Cuidado na utilização de solda, 27

Cuidados com a máquina antes da partida, 28

Cuidados com cabine e filtros do ar-condicionado, 33

Cuidados com produtos inflamáveis, 32

Cuidados com produtos tóxicos, 30

Cuidados com terrenos em aclive ou declive, 24

Cuidados com transporte de produtos tóxicos, 32

Estacione a máquina em local seguro, 29

Evite aquecer partes próximas às linhas de fluidos, 23

Evite contato com superfícies aquecidas, 32

Evite fluidos sob alta pressão, 22

Evite longa exposição a ruídos, 34


Identifique sintomas de intoxicação, 32

Manipulação de combustível, 30

Manuseio da bateria, 33

Medidas de segurança para manutenção da máquina/implemento, 25

Medidas de segurança para o transporte da máquina, 27

Luzes e dispositivos de segurança, 28

Reboque da máquina, 27

Transporte da máquina rodando, 27

Medidas de segurança para trabalho e manutenção do Topper, 29

Opere a máquina/implemento com segurança, 20

Precauções para trabalhar com segurança, 20

Prevenção contra a partida inesperada da máquina, 22

Procedimentos de emergência, 22

Procedimentos gerais de segurança, 20

Procedimentos seguros com pneus, 23

Proteja o meio ambiente, 24

Reconheça as informações de segurança, 19

Reservatório de água limpa, 28

Trabalhe em áreas ventiladas, 22

Uso de ferramentas adequadas, 23

Utilização do cinto de segurança, 29

LIMPEZA DA MÁQUINA, 81

Limpeza do circuito de pulverização para a troca de defensivos, 81

Procedimento de limpeza, 81

Aditivo anticongelante no tanque de calda, 81

Sistema de pulverização, 81

ST Film, 83
M

MANUTENÇÃO E LUBRIFICAÇÃO, 84

Inspeção, 84

Períodos de lubrificação, 101

Períodos de manutenção, 85

Períodos de manutenção do sistema da cabine, 86

Períodos de manutenção do sistema de pulverização, 85

Períodos de manutenção do sistema hidráulico, 85

Períodos de manutenção do sistema motor, 85

Pontos de lubrificação, 102

Barra de pulverização e quadro, 102

Cabine, 104

Capô, 104

Escada, 103

Lava-frasco, 103

Rodados, 103

Procedimentos de manutenção, 86

Aditivo de proteção para o sistema de combustível, 86

Aditivo Stara Coolant - Sistema de arrefecimento, 89

Liberação dos freios, 101

Limpeza do elemento filtrante do filtro de sucção, 99

Manutenção diária e procedimento para troca do fluxômetro, 98

Regulagem e calibração de pneus em autopropelido, 100

Troca das correias do motor, 94

Troca de filtro e óleo do sistema hidráulico, 95

Filtro de retorno, 97

Procedimento para limpeza do sistema hidráulico, 95

Troca de óleo do motor e filtro de óleo, 87

Troca do filtro da cabine, 100


Troca do filtro de combustível do motor, 90

Troca do óleo dos redutores de roda, 98

Troca do pré-filtro de combustível, 91

Troca dos elementos filtrantes hidráulicos, 96

Filtro de sucção da bomba de transmissão, 96

Troca dos filtros de ar, 93

OPERAÇÃO, 55

Operação da máquina, 55

Abertura das barras, 72

Alinhamento do rodado, 69

Alinhamento do rodado dianteiro, 69

Alinhamento vertical, 71

Centralização do rodado, 70

Fechamento das barras, 73

Funções do painel de comando e da alavanca de controle, 67

Abertura do rodado mecânico, 68

Motor diesel, 59

Motor eletrônico, 56

Modo Eco, 56

Partida a frio, 58

Posto de trabalho, 61

Acelerador, 65

Alavanca de funções, 62

Ar-condicionado, 64

Assento do operador, 63

Assento para instrutor, 66

Chave de ignição, 61

Coluna de direção, 62
Controle do fluxo de ar, 66

Luz de auxílio interna, 64

Operação das luzes, 62

Ponto de conexão elétrica 12 V, 65

Rádio, 63

Registro de ar, 65

Regulagem do conjunto apoio do braço, 66

Visão geral, 61

Operações de pulverização, 74

Abastecimento do tanque de calda, 74

Calibração do atuador de pulverização, 75

Calibração dos retornos, 75

Operação das válvulas de pulverização, 76

Válvula direcionadora de fluxo, 76

Válvula para esgotar o reservatório, 76

Válvula reguladora de agitação de calda, 76

Operação do incorporador, 77

Regulagem sensor de nível mínimo do reservatório, 79

Válvula reguladora e válvulas de seções, 74

ORIENTAÇÃO PARA PULVERIZAÇÃO, 109

Ponta de pulverização Stara baixa deriva ar, 115

Ponta de pulverização Stara cone vazio, 113

Ponta de pulverização Stara duplo leque, 117

Ponta de pulverização Stara leque amplo, 111

Ponta de pulverização Stara ultra baixa deriva, 109

PARTES COMPONENTES, 15

PREPARAÇÃO DA MÁQUINA, 40

Montagem de componentes, 40
Montagem da antena do GPS, 40

Montagem do giroflex, 40

Montagem do limpa trilho, 40

Verificações pré-operação, 41

SISTEMA ELÉTRICO, 43

Bateria, 46

Recomendações ao operador, 48

Remoção e instalação da bateria, 46

Central elétrica, 51

Cuidados gerais - Elétrica, 49

Chave geral, 50

Derivadores, 50

Fusíveis, 49

Pontos de medição de energia, 49

ECUs, 45

Pod Universal de pulverização, 44

Sensores, 43

Sensores de pulverização, 44

SISTEMA HIDRÁULICO, 52

Circuito das barras, 52

Circuito de trabalho, 53

Circuito de transmissão, 54

TABELAS DE TORQUE, 119

Torque de aperto - Mangueiras hidráulicas, 120

Torque de aperto - Parafusos métricos, 119

Torque de aperto - Porcas em terminais (DIN 3861), 120


Torque de aperto - Porcas para anilhas B3 e B4 (DIN 3861), 121

Torque de aperto - Rosca BSP, 123

Torque de aperto - Rosca métrica, 124

Torque de aperto - Rosca UNF, 122

TRANSPORTE, 38

Transporte em caminhões ou pranchas, 38

Desmontagem da antena do GPS, 38

Desmontagem do giroflex, 39

Desmontagem do limpa trilho, 38

USO NÃO PERMITIDO, 18

USO PREVISTO, 18
TERMO DE GARANTIA
MANTENHA-O GUARDADO

As informações deste termo de garantia destinam-se a descrever de forma geral, a cobertura de


garantia do seu implemento/máquina Stara. Caso sejam necessárias mais informações a respeito da
utilização do implemento/máquina, solicitamos a leitura do manual de instruções.

Todas as informações constantes neste termo de garantia estão baseadas nos últimos dados dispo-
níveis na data de sua publicação, estando este sujeito a alterações sem prévio aviso.

Por favor, esteja ciente que qualquer modificação em seu implemento/máquina Stara poderá afetar
seu rendimento, segurança e uso. Além disso, tais modificações poderão implicar na perda da garan-
tia contratual concedida pela Stara S/A Indústria de Implementos Agrícolas.

No ato da compra do implemento/máquina Stara novo, exija da rede autorizada o preenchimento


completo deste termo de garantia, bem como explicações a respeito da garantia concedida pela
Stara S/A Indústria de Implementos Agrícolas.

GARANTIA DOS IMPLEMENTOS/MÁQUINAS STARA

1 - PERÍODO DE COBERTURA BÁSICA

A Stara S/A Indústria de Implementos Agrícolas, através da sua rede de autorizadas, garante seus
implementos/máquinas em condições normais de utilização, contra defeitos de fabricação de peças
ou de montagem, por um período total estabelecido na tabela abaixo:

PRODUTO PERÍODO DE GARANTIA

Autopropelidos 12 meses ou 1000 horas

Tratores 12 meses ou 1000 horas

Equipamentos de Tecnologia 12 meses

Distribuidores 6 meses

Plataformas 6 meses

Pulverizadores Arrasto/Acoplados 6 meses

Plantadoras e Semeadoras 6 meses

Demais produtos não discriminados 6 meses

Peças originais Stara e acessórios 6 meses

Os primeiros 90 (noventa) dias referem-se à garantia legal prevista pela legislação brasileira e, o
período subsequente, à garantia contratual concedida por mera liberalidade da Stara S/A Indústria
de Implementos Agrícolas. O prazo de garantia é contado a partir da data de emissão da nota fiscal
de venda do implemento/máquina, tendo por destinatário o primeiro proprietário.
NOTA: O prazo de garantia de peças e componentes que tenham sido substituídos em ga-
rantia durante o período de cobertura básica, extingue-se na mesma data do término da
garantia contratual concedida pela Stara S/A Indústria de Implementos Agrícolas.

1.1 - Acessórios

Alguns implementos/máquinas podem ser adquiridos na rede autorizada com acessórios já instala-
dos. Por se tratar de acessórios, mesmo que genuínos Stara, seu prazo de garantia não mantém
nenhuma relação com o prazo de garantia do produto. Portanto, exija, no ato da compra, as respec-
tivas notas fiscais dos acessórios que foram instalados no implemento/máquina, o que lhe permitirá
usufruir a garantia destes itens.

Para informações detalhadas sobre a cobertura da garantia de acessórios genuínos Stara, consulte
o item 7 deste termo de garantia.

1.2 - Totalmente transferível

A garantia prevista neste termo de garantia é totalmente transferível aos proprietários subsequentes
do implemento/máquina, desde que o novo proprietário possua o termo de garantia original. Neste
deverá constar todos os registros de manutenção periódica e a data de início da garantia.

2 - COBERTURA DIFERENCIADA DA GARANTIA

Pneus, câmaras de ar e bombas injetoras são garantidos diretamente pelos próprios fabricantes
dos referidos componentes. A Stara, através da sua rede de autorizadas, limita-se, tão-somente, a
encaminhar a garantia ao respectivo fabricante (ou seu distribuidor autorizado). A Stara não possui
responsabilidade alguma por qualquer que seja a solução positiva da reclamação apresentada pelo
proprietário.

A substituição de conjuntos completos, tais como Motor, Transmissão e Eixos, somente será realiza-
da em caso de impossibilidade técnica de seu reparo parcial.

3 - PEÇAS DE DESGASTE NATURAL

A substituição de peças e componentes decorrente do uso normal do implemento/máquina e desgas-


te natural, que toda peça e componente possui, não é coberta pela garantia, posto que não se trata
de defeito de fabricação.

Exemplos de peças passiveis de desgaste natural: itens elétricos; filtros; correias; rolamentos; en-
gates rápidos; barra de corte; placas de desgaste; chapas de deslizamento; correntes; capa de
cobertura do tanque graneleiro; palhetas dos limpadores do para-brisa; pastilhas; discos e lonas dos
freios; pneus; platô; discos e rolamentos de embreagem.
4 - ITENS E SERVIÇOS NÃO COBERTOS EM GARANTIA

Fatores fora do controle da Stara S/A Indústria de Implementos Agrícolas:

(I) Reparos e ajustes resultantes da má utilização do implemento/máquina, como o funcionamento do


motor em alta rotação, sobrecarga, operação inadequada, negligência, modificação, alteração, uso
indevido, acidentes, ajustes e reparos impróprios, utilização de peças não genuínas e qualquer uso
contrário ao especificado no manual de instruções.

(II) Danos de qualquer natureza causados ao implemento/máquina por ação do meio ambiente, tais
como chuva ácida, ação de substâncias químicas, seiva de árvores, salinidade, granizo, vendaval,
raios, inundações, impactos de quaisquer objetos e outros atos da natureza.

(III) A falta de manutenção do implemento/máquina, reparos e ajustes necessários em razão de


manutenção imprópria (realizadas por terceiros ou fora da rede autorizada), implemento/máquina
com pouco uso, ou o uso de fluidos (e lubrificantes) não recomendados pela Stara S/A Indústria de
Implementos Agrícolas.

(IV) Reparos e ajustes resultantes do uso de combustível de má qualidade e/ou adulterado.

4.1 - Gastos extras

A garantia não se aplica a custos com despesa de transporte do implemento/máquina e lucros ces-
santes.

4.2 - Horômetro adulterado

Qualquer fato ou evidência que caracterize a adulteração do horômetro do implemento, implica na


extinção total da sua garantia.

4.3 - Manutenção de responsabilidade do proprietário

Alguns dos itens de manutenção periódica que todos os implementos/máquinas necessitam são:
ajuste do motor, lubrificação, limpeza, substituição de filtros, fluidos e peças de desgaste natural.
Desta forma, o proprietário do implemento/máquina deve custeá-los.

5 - RESPONSABILIDADE DO PROPRIETÁRIO

5.1 - Obtenção do serviço de garantia

O proprietário é responsável pela entrega do seu implemento/máquina para reparo em qualquer


autorizada Stara a fim de obter a garantia.

São condições fundamentais para a efetivação da garantia:


(I) Que a reclamação seja dirigida obrigatoriamente à rede de autorizadas Stara logo após a consta-
tação da desconformidade apresentada;

(II) Que obrigatoriamente seja apresentado o termo de garantia do implemento/máquina devidamen-


te preenchido e com a comprovação de todas as manutenções executadas de acordo com o plano
de manutenção.

5.2 - Manutenção

O proprietário é responsável pela operação, condução correta, e treinamentos necessários aos fun-
cionários que venham a operar o implemento/máquina (não se limitando somente àqueles exigidos
por lei), bem como pela manutenção e cuidados, de acordo com as instruções contidas no manual
de instruções.

6 - COMO OBTER ASSISTÊNCIA TÉCNICA

6.1 - Satisfação do cliente

A Stara S/A Indústria de Implementos Agrícolas está empenhada no constante aperfeiçoamento de


seus produtos e na satisfação de seus clientes.

Toda a rede autorizada Stara possui ferramentas, equipamentos e técnicos treinados pela Stara S/A
Indústria de Implementos Agrícolas para realizar serviços e reparar o seu implemento/máquina Stara
com o maior padrão de qualidade. Portanto, quando necessário, procure a rede de autorizadas Stara.

6.2 - Informações necessárias

Caso seja necessário algum reparo em seu implemento Stara, tenha em mãos as seguintes infor-
mações e documentos:

(I) Uma descrição cuidadosa da desconformidade, incluindo as condições sobre as quais ela ocorre;

(II) Termo de garantia, manual de instruções e notas fiscais legíveis para comprovação da substitui-
ção de óleo fora da rede de autorizados Stara.

IMPORTANTE: O termo de garantia deverá possuir, obrigatoriamente, o registro (carimbos)


de todas as revisões efetuadas, de acordo com as horas e prazos preconizados. Para com-
provar trocas de óleo realizada fora da rede de autorizados Stara, observe que o proprie-
tário do implemento/máquina é responsável por armazenar as notas fiscais legíveis para
comprovar que o óleo substituído fora da rede de autorizados Stara é o recomendado pela
Stara S/A Indústria de Implementos Agrícolas, conforme instruções constantes do manual
de instruções. A apresentação das notas fiscais mencionadas será obrigatória em situações
que exijam a comprovação da troca de óleo. Portanto, ao vender o implemento/máquina, não
esqueça de fornecer essas notas fiscais ao novo proprietário. Caso esteja adquirindo este
implemento usado, solicite ao proprietário anterior esta documentação.
IMPORTANTE: Na eventualidade de reparos no motor do implemento/máquina, será obri-
gatória a apresentação de todos os documentos mencionados, para cobertura da garantia.

6.3 - Plano de manutenção

A periodicidade do plano de manutenção do implemento/máquina está descrito no manual de ins-


truções.

Neste plano você encontrará todas as informações necessárias e obrigatórias para o perfeito funcio-
namento do seu implemento/máquina Stara.

IMPORTANTE: Todo e qualquer custo referente à mão de obra e substituição de peças e


componentes, ações estas previstas no plano de manutenção, será de responsabilidade
exclusiva do proprietário do implemento/máquina, com exceção das revisões custeadas pelo
fabricante.

6.4 - Plano de manutenção do implemento/máquina

Todas as manutenções periódicas no manual de instruções, deverão ser executadas exclusivamente


na rede de autorizadas Stara. Além disso, todos os procedimentos deverão ser devidamente regis-
trados no plano de manutenção constante, nas páginas finais deste termo de garantia.

A simples troca de óleos e filtros constante no plano de manutenção não substitui a obrigatoriedade
da execução das manutenções periódicas.

O não cumprimento do plano de manutenção poderá comprometer o bom funcionamento do seu


implemento/máquina Stara, ocasionando possíveis desconformidades que podem ser evitadas com
a execução integral do plano de manutenção.

A Stara S/A Indústria de Implementos Agrícolas se reserva o direito de efetuar esse julgamento.
Portanto, recomendamos que todo o plano de manutenção seja cumprido para que tais situações
sejam evitadas.

7 - GARANTIA DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO GENUÍNAS STARA

7.1 - Adquiridas e instaladas na rede de autorizadas Stara

Para fazer jus à garantia das peças de reposição genuínas Stara, estas deverão ser adquiridas e
instaladas obrigatoriamente na rede de autorizadas Stara.

Para o reconhecimento da garantia, a nota fiscal original da compra da peça de reposição genuína
Stara e a ordem de serviço da sua instalação no implemento serão solicitadas a fim de comprovar o
período de garantia.
7.2 - Adquiridas no balcão de autorizadas e instaladas fora da rede de autorizadas Stara

As peças de reposição genuínas Stara adquiridas na rede de autorizadas Stara e instaladas fora da
rede de autorizadas Stara estarão abrangidas exclusivamente pela garantia legal de 90 (noventa)
dias, contra defeito comprovado de fabricação.

Para o reconhecimento da garantia e para a comprovação da validade do seu período, a nota fiscal
original da compra da peça será solicitada no balcão da autorizada Stara.

IMPORTANTE: A garantia das peças de reposição genuínas Stara, assim como a garantia
do implemento/máquina, não abrange o desgaste natural das peças, posto que não se trata
de defeito de fabricação. A Stara concede garantia apenas às peças genuínas adquiridas na
rede de autorizadas Stara.

8 - GARANTIA DE ACESSÓRIOS GENUÍNOS STARA

8.1 - Adquiridos e instalados na rede de autorizadas Stara

Para fazer jus à garantia dos acessórios, estes deverão ser adquiridos e instalados na rede de au-
torizadas Stara. Para o reconhecimento da garantia, a nota fiscal original da compra do acessório
genuíno Stara e a ordem de serviço da sua instalação no implemento serão solicitadas para compro-
vação do período de garantia.

8.2 - Adquiridos no balcão da rede de autorizadas Stara e instalados fora da rede de autoriza-
das Stara

Os acessórios genuínos Stara adquiridos na rede de autorizadas Stara e instalados fora da rede
de autorizadas Stara estarão abrangidos exclusivamente pela garantia legal de 90 (noventa) dias,
contra defeito de fabricação. Para o reconhecimento e comprovação do período de garantia, a nota
fiscal original da compra do acessório genuíno Stara será solicitada.

IMPORTANTE: O prazo de garantia dos acessórios genuínos Stara é exclusivo e não man-
tém nenhuma relação com o prazo de garantia do implemento/máquina. A garantia dos aces-
sórios, assim como a garantia do implemento/máquina, não abrange o desgaste natural das
peças, posto que não se trata de defeito de fabricação.

9 - INFORMAÇÕES IMPORTANTES

9.1 - Acessórios, peças de reposição e modificações em seu implemento/máquina Stara

Uma grande quantidade de peças de reposição e acessórios não genuínos para os implementos/
máquinas Stara estão disponíveis no mercado. Ao utilizar estes acessórios, ou peças de reposição,
você poderá afetar a segurança e funcionamento do seu implemento/máquina Stara, mesmo que
estes componentes sejam aprovados pelas leis vigentes. A Stara S/A Indústria de Implementos Agrí-
colas não se responsabiliza e não garante tais peças de reposição ou acessórios nem a substituição
ou instalação desses componentes.
O implemento/máquina não deve ser modificado com produtos não genuínos. Modificações com
produtos não genuínos Stara podem afetar seu desempenho, segurança e durabilidade. Danos ou
problemas resultantes de tais modificações não serão cobertos pela garantia.

10 - REGISTRO DO PLANO DE MANUTENÇÃO

Pulverizadores de Plantadoras e
Autopropelidos Distribuidores
arrasto/acoplado Semeadoras

Revisão de entrega técnica X X X X

Revisão de 50 horas

Revisão de 250 horas X

Revisão de 500 horas X

Revisão de 750 horas X

Revisão de 1000 horas ou 1 ano X

Visita de fim de garantia 1 ano ou 1000 horas 6 meses 6 meses 6 meses

Equipamentos Demais
Plataformas Tratores
eletrônicos implementos

Revisão de entrega técnica X X X X

Revisão de 50 horas X

Revisão de 250 horas X

Revisão de 500 horas X

Revisão de 750 horas X

Revisão de 1000 horas ou 1 ano X

Visita de fim de garantia 6 meses 1 ano 1 ano ou 1000 horas 6 meses


REGISTRO DE GARANTIA
VIA CLIENTE

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

REGISTRO DAS INFORMAÇÕES DA MÁQUINA E PROPRIETÁRIO

MÁQUINA MODELO

NÚMERO DE SÉRIE DATA DA NOTA FISCAL

PROPRIETÁRIO(A)

ENDEREÇO

CIDADE

ESTADO

PAÍS

AUTORIZADA STARA

ENDEREÇO

TERMO DE RECEBIMENTO DO TERMO DE GARANTIA

Declaro, por intermédio do presente, que recebi, li e estou ciente dos termos e condições
constados no termo de garantia que foi entregue pela autorizada Stara.

_____________________________________________
ASSINATURA DO(A) PROPRIETÁRIO(A)

_____________________________________________
ASSINATURA DA AUTORIZADA STARA

_____________________________________________
CARIMBO DA AUTORIZADA STARA
REGISTRO DE GARANTIA
VIA CONCESSIONÁRIA

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

REGISTRO DAS INFORMAÇÕES DA MÁQUINA E PROPRIETÁRIO

MÁQUINA MODELO

NÚMERO DE SÉRIE DATA DA NOTA FISCAL

PROPRIETÁRIO(A)

ENDEREÇO

CIDADE

ESTADO

PAÍS

AUTORIZADA STARA

ENDEREÇO

TERMO DE RECEBIMENTO DO TERMO DE GARANTIA

Declaro, por intermédio do presente, que recebi, li e estou ciente dos termos e condições
constados no termo de garantia que foi entregue pela autorizada Stara.

_____________________________________________
ASSINATURA DO(A) PROPRIETÁRIO(A)

_____________________________________________
ASSINATURA DA AUTORIZADA STARA

_____________________________________________
CARIMBO DA AUTORIZADA STARA
TERMO DE ENTREGA TÉCNICA
VIA CLIENTE

(DEVE SER PREENCHIDO PELO TÉCNICO)

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

DATA DA ENTREGA

NOTA FISCAL CONCESSIONÁRIA DATA DA NOTA FISCAL

NOTA FISCAL FÁBRICA DATA DA NOTA FISCAL

PROPRIETÁRIO(A)

ENDEREÇO

CIDADE

ESTADO

PAÍS

CONTATO

MÁQUINA MODELO

NÚMERO DE SÉRIE ANO DE FABRICAÇÃO

AÇÕES DO TÉCNICO

Verificar condições gerais da máquina (defeitos, amassados e outros);

Verificar o nível do óleo do motor antes de dar a partida;

Verificar o nível do óleo do reservatório hidráulico;

Verificar o nível de água do radiador;

Reapertar os parafusos das rodas (450 N/m);

Usar a pressão máxima indicada no pneu;

Engraxar todos os pontos indicados no manual;

Orientar e verificar a calibração do sensor de roda;

Orientar e verificar se não há vazamento;

Orientar sobre o reaperto dos parafusos e sobre a lubrificação periódica das correias;

Orientar sobre o reaperto de todos os parafusos após as primeiras 10 horas de trabalho;

Orientar sobre o trabalho com GPS, piloto e controlador Topper 5500;

Orientar sobre as funções do painel de controle;


Ressaltar a importância de não misturar óleos (utilizar apenas óleo hidráulico especificado no manual);

Mostrar o funcionamento da máquina (vazão, calibrações);

Orientar sobre a parada de emergência (freio estacionário);

Preencher os registros de garantia e de entrega técnica e entregar o manual de instruções;

Conferir se as molas pneumáticas estão com 290 mm de comprimento. Caso não estejam, devem ser reguladas;

Avaliar o posicionamento de todos os sensores da máquina;

Fazer a calibração da máquina;

Orientar e verificar calibração do fluxômetro;

Orientar e regular a pressão da mola do desnuque;

Aplicar dois tanques e verificar o esgotamento dos mesmos;

Orientar e verificar o funcionamento geral do circuito de pulverização, desde o tanque até os bicos;

Orientar sobre o funcionamento de abertura, fechamento, travamento e regulagem das barras;

Orientar sobre o nivelamento das barras, em relação ao nível do solo;

Orientar sobre a tríplice lavagem e incorporador de produto;

Orientar sobre a manutenção e limpeza do fluxômetro;

Orientar sobre a manutenção e limpeza do sistema de pulverização;

Orientar sobre o reabastecimento de produto;

Mostrar o funcionamento do circuito de pulverização (válvulas, regulador de vazão, tanque de água limpa);

Orientar sobre a limpeza do filtro principal e filtros de linha;

Orientar sobre a possibilidade de regulagem manual (posição manual) da vazão (pressão) no regulador de vazão elétrico;

Orientar sobre a realização da limpeza do tanque e circuito de pulverização com água limpa;

Orientar sobre o procedimento de limpeza do sistema hidro;

Orientar para o uso dos itens de sinalização (sinaleiras e giroflex) em rodovias;

Orientar sobre a vazão mínima de pulverização de 10 l/min;

Orientar sobre a rotação de trabalho do motor MWM;

Orientar sobre limpeza de filtros de linha de pulverização e bicos.

ORIENTAÇÕES AO OPERADOR SOBRE

A lubrificação geral da máquina;

O reaperto dos parafusos diariamente;

Velocidade de trabalho correta;


Limpeza geral da máquina, lavagem da máquina após turno de trabalho;

O manual de instruções, o registro de garantia e a solicitação de garantia;

O uso do ar-condicionado e a substituição de seus filtros;

Transporte da máquina;

Orientar e verificar todo o funcional da coluna de direção, piscas, alertas, faróis, faroletes, esguicho de água, limpador de
para-brisa, rádio e giroflex;

Ligar a máquina, mostrar na prática e explicar todo o funcionamento das funções do computador de bordo: freio estacio-
nário com acionamento da escada, corte do piloto automático pelo botão de segurança e funções da alavanca de controle,
como aplicação com piloto automático e troca de marchas;

Explicar ao operador e ao cliente que não se deve usar a caixa de relés para fazer alguma outra ligação que não seja
autorizada pela Stara. Tal ação pode ocasionar danos aos componentes da máquina, já que a caixa foi dimensionada
especificamente para o funcionamento da máquina.

PILOTO AUTOMÁTICO TOPPER DRIVER 2 WAS

Verificar a posição da Pod;

Avaliar a performance das tiragens do piloto conforme a utilização do cliente;

Verificar o funcionamento da hidráulica;

Verificar o acionamento das válvulas esquerda e direita;

Demonstrar os procedimentos corretos de calibração e calibrar fluxômetro (produto), nível de tanque, retorno calibrado;

Mostrar funcionamento de transpasse e pintura da tela;

Mostrar e configurar os alarmes da máquina conforme a necessidade do cliente;

Mostrar como importar e exportar mapas através da conexão USB do Topper 5500.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________

Declaramos que a máquina, em referência neste documento, está sendo entregue em


condições normais de uso, conforme descrito, com as devidas regulagens e instruções.

_______________________________________________, _____/_____/_____
LOCAL DATA

ASSINATURA DO(A) CLIENTE ASSINATURA DO TÉCNICO OU REPRESENTANTE


TERMO DE ENTREGA TÉCNICA
VIA CONCESSIONÁRIA

(DEVE SER PREENCHIDO PELO TÉCNICO)

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

DATA DA ENTREGA

NOTA FISCAL CONCESSIONÁRIA DATA DA NOTA FISCAL

NOTA FISCAL FÁBRICA DATA DA NOTA FISCAL

PROPRIETÁRIO(A)

ENDEREÇO

CIDADE

ESTADO

PAÍS

CONTATO

MÁQUINA MODELO

NÚMERO DE SÉRIE ANO DE FABRICAÇÃO

AÇÕES DO TÉCNICO

Verificar condições gerais da máquina (defeitos, amassados e outros);

Verificar o nível do óleo do motor antes de dar a partida;

Verificar o nível do óleo do reservatório hidráulico;

Verificar o nível de água do radiador;

Reapertar os parafusos das rodas (450 N/m);

Usar a pressão máxima indicada no pneu;

Engraxar todos os pontos indicados no manual;

Orientar e verificar a calibração do sensor de roda;

Orientar e verificar se não há vazamento;

Orientar sobre o reaperto dos parafusos e sobre a lubrificação periódica das correias;

Orientar sobre o reaperto de todos os parafusos após as primeiras 10 horas de trabalho;

Orientar sobre o trabalho com GPS, piloto e controlador Topper 5500;

Orientar sobre as funções do painel de controle;


Ressaltar a importância de não misturar óleos (utilizar apenas óleo hidráulico especificado no manual);

Mostrar o funcionamento da máquina (vazão, calibrações);

Orientar sobre a parada de emergência (freio estacionário);

Preencher os registros de garantia e de entrega técnica e entregar o manual de instruções;

Conferir se as molas pneumáticas estão com 290 mm de comprimento. Caso não estejam, devem ser reguladas;

Avaliar o posicionamento de todos os sensores da máquina;

Fazer a calibração da máquina;

Orientar e verificar calibração do fluxômetro;

Orientar e regular a pressão da mola do desnuque;

Aplicar dois tanques e verificar o esgotamento dos mesmos;

Orientar e verificar o funcionamento geral do circuito de pulverização, desde o tanque até os bicos;

Orientar sobre o funcionamento de abertura, fechamento, travamento e regulagem das barras;

Orientar sobre o nivelamento das barras, em relação ao nível do solo;

Orientar sobre a tríplice lavagem e incorporador de produto;

Orientar sobre a manutenção e limpeza do fluxômetro;

Orientar sobre a manutenção e limpeza do sistema de pulverização;

Orientar sobre o reabastecimento de produto;

Mostrar o funcionamento do circuito de pulverização (válvulas, regulador de vazão, tanque de água limpa);

Orientar sobre a limpeza do filtro principal e filtros de linha;

Orientar sobre a possibilidade de regulagem manual (posição manual) da vazão (pressão) no regulador de vazão elétrico;

Orientar sobre a realização da limpeza do tanque e circuito de pulverização com água limpa;

Orientar sobre o procedimento de limpeza do sistema hidro;

Orientar para o uso dos itens de sinalização (sinaleiras e giroflex) em rodovias;

Orientar sobre a vazão mínima de pulverização de 10 l/min;

Orientar sobre a rotação de trabalho do motor MWM;

Orientar sobre limpeza de filtros de linha de pulverização e bicos.

ORIENTAÇÕES AO OPERADOR SOBRE

A lubrificação geral da máquina;

O reaperto dos parafusos diariamente;

Velocidade de trabalho correta;


Limpeza geral da máquina, lavagem da máquina após turno de trabalho;

O manual de instruções, o registro de garantia e a solicitação de garantia;

O uso do ar-condicionado e a substituição de seus filtros;

Transporte da máquina;

Orientar e verificar todo o funcional da coluna de direção, piscas, alertas, faróis, faroletes, esguicho de água, limpador de
para-brisa, rádio e giroflex;

Ligar a máquina, mostrar na prática e explicar todo o funcionamento das funções do computador de bordo: freio estacio-
nário com acionamento da escada, corte do piloto automático pelo botão de segurança e funções da alavanca de controle,
como aplicação com piloto automático e troca de marchas;

Explicar ao operador e ao cliente que não se deve usar a caixa de relés para fazer alguma outra ligação que não seja
autorizada pela Stara. Tal ação pode ocasionar danos aos componentes da máquina, já que a caixa foi dimensionada
especificamente para o funcionamento da máquina.

PILOTO AUTOMÁTICO TOPPER DRIVER 2 WAS

Verificar a posição da Pod;

Avaliar a performance das tiragens do piloto conforme a utilização do cliente;

Verificar o funcionamento da hidráulica;

Verificar o acionamento das válvulas esquerda e direita;

Demonstrar os procedimentos corretos de calibração e calibrar fluxômetro (produto), nível de tanque, retorno calibrado;

Mostrar funcionamento de transpasse e pintura da tela;

Mostrar e configurar os alarmes da máquina conforme a necessidade do cliente;

Mostrar como importar e exportar mapas através da conexão USB do Topper 5500.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________

Declaramos que a máquina, em referência neste documento, está sendo entregue em


condições normais de uso, conforme descrito, com as devidas regulagens e instruções.

_______________________________________________, _____/_____/_____
LOCAL DATA

ASSINATURA DO(A) CLIENTE ASSINATURA DO TÉCNICO OU REPRESENTANTE


TERMO DA 1ª VISTORIA TÉCNICA
VIA CLIENTE

REVISÃO PERIÓDICA - 250 HORAS

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

DATA VISTORIA

Nº DE HECTARES

PROPRIETÁRIO(A)

CIDADE

ESTADO

PAÍS

REVENDEDOR

TÉCNICO

ITENS A SER SUBSTITUÍDOS

Filtros de combustível; Kit vida longa para 250 horas.

ITENS A SER VERIFICADOS

Realizar processo preventivo anticorrosão; Constante do fluxômetro;

Verificar vazamentos; Tamanho das barras na calibração do Topper;

Estado das mangueiras; Número de seções;

Calibração do Topper; Número de bicos por seção.

Declaramos que a máquina, em referência neste documento, teve todo o procedimento de


revisão e orientação realizado, conforme instruções no termo de entrega técnica.

ASSINATURA DO(A) CLIENTE CARIMBO E ASSINATURA DA AUTORIZADA


TERMO DA 1ª VISTORIA TÉCNICA
VIA CONCESSIONÁRIA

REVISÃO PERIÓDICA - 250 HORAS

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

DATA VISTORIA

Nº DE HECTARES

PROPRIETÁRIO(A)

CIDADE

ESTADO

PAÍS

REVENDEDOR

TÉCNICO

ITENS A SER SUBSTITUÍDOS

Filtros de combustível; Kit vida longa para 250 horas.

ITENS A SER VERIFICADOS

Realizar processo preventivo anticorrosão; Constante do fluxômetro;

Verificar vazamentos; Tamanho das barras na calibração do Topper;

Estado das mangueiras; Número de seções;

Calibração do Topper; Número de bicos por seção.

Declaramos que a máquina, em referência neste documento, teve todo o procedimento de


revisão e orientação realizado, conforme instruções no termo de entrega técnica.

ASSINATURA DO(A) CLIENTE CARIMBO E ASSINATURA DA AUTORIZADA


TERMO DA 2ª VISTORIA TÉCNICA
VIA CLIENTE

REVISÃO PERIÓDICA - 500 HORAS

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

DATA VISTORIA

Nº DE HECTARES

PROPRIETÁRIO(A)

CIDADE

ESTADO

PAÍS

REVENDEDOR

TÉCNICO

ITENS A SER SUBSTITUÍDOS

Óleo do motor; Filtros de combustível

Óleo dos redutores de roda; Kit vida longa para 500 horas.

ITENS A SER VERIFICADOS

Realizar processo preventivo anticorrosão; Tamanho das barras na calibração do Topper;

Verificar vazamentos; Número de seções;

Estado das mangueiras; Número de bicos por seção;

Calibração do Topper; Limpeza dos polos da bateria.

Constante do fluxômetro;

Declaramos que a máquina, em referência neste documento, teve todo o procedimento de


revisão e orientação realizado, conforme instruções no termo de entrega técnica.

ASSINATURA DO(A) CLIENTE CARIMBO E ASSINATURA DA AUTORIZADA


TERMO DA 2ª VISTORIA TÉCNICA
VIA CONCESSIONÁRIA

REVISÃO PERIÓDICA - 500 HORAS

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

DATA VISTORIA

Nº DE HECTARES

PROPRIETÁRIO(A)

CIDADE

ESTADO

PAÍS

REVENDEDOR

TÉCNICO

ITENS A SER SUBSTITUÍDOS

Óleo do motor; Filtros de combustível

Óleo dos redutores de roda; Kit vida longa para 500 horas.

ITENS A SER VERIFICADOS

Realizar processo preventivo anticorrosão; Tamanho das barras na calibração do Topper;

Verificar vazamentos; Número de seções;

Estado das mangueiras; Número de bicos por seção;

Calibração do Topper; Limpeza dos polos da bateria.

Constante do fluxômetro;

Declaramos que a máquina, em referência neste documento, teve todo o procedimento de


revisão e orientação realizado, conforme instruções no termo de entrega técnica.

ASSINATURA DO(A) CLIENTE CARIMBO E ASSINATURA DA AUTORIZADA


TERMO DA 3ª VISTORIA TÉCNICA
VIA CLIENTE

REVISÃO PERIÓDICA - 750 HORAS

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

DATA VISTORIA

Nº DE HECTARES

PROPRIETÁRIO(A)

CIDADE

ESTADO

PAÍS

REVENDEDOR

TÉCNICO

ITENS A SER SUBSTITUÍDOS

Filtros de combustível Kit vida longa para 750 horas.

ITENS A SER VERIFICADOS

Realizar processo preventivo anticorrosão; Constante do fluxômetro;

Verificar vazamentos; Tamanho das barras na calibração do Topper;

Estado das mangueiras; Número de seções;

Calibração do Topper; Número de bicos por seção.

Declaramos que a máquina, em referência neste documento, teve todo o procedimento de


revisão e orientação realizado, conforme instruções no termo de entrega técnica.

ASSINATURA DO(A) CLIENTE CARIMBO E ASSINATURA DA AUTORIZADA


TERMO DA 3ª VISTORIA TÉCNICA
VIA CONCESSIONÁRIA

REVISÃO PERIÓDICA - 750 HORAS

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

DATA VISTORIA

Nº DE HECTARES

PROPRIETÁRIO(A)

CIDADE

ESTADO

PAÍS

REVENDEDOR

TÉCNICO

ITENS A SER SUBSTITUÍDOS

Filtros de combustível Kit vida longa para 750 horas.

ITENS A SER VERIFICADOS

Realizar processo preventivo anticorrosão; Constante do fluxômetro;

Verificar vazamentos; Tamanho das barras na calibração do Topper;

Estado das mangueiras; Número de seções;

Calibração do Topper; Número de bicos por seção.

Declaramos que a máquina, em referência neste documento, teve todo o procedimento de


revisão e orientação realizado, conforme instruções no termo de entrega técnica.

ASSINATURA DO(A) CLIENTE CARIMBO E ASSINATURA DA AUTORIZADA


TERMO DA 4ª VISTORIA TÉCNICA
VIA CLIENTE

REVISÃO PERIÓDICA - 1000 HORAS

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

DATA VISTORIA

Nº DE HECTARES

PROPRIETÁRIO(A)

CIDADE

ESTADO

PAÍS

REVENDEDOR

TÉCNICO

ITENS A SER SUBSTITUÍDOS

Óleo do motor; Óleo do sistema hidráulico de transmissão;

Óleo dos redutores de roda; Filtros de combustível;

Fluido do radiador; Kit vida longa para 1000 horas.

ITENS A SER VERIFICADOS

Realizar processo preventivo anticorrosão; Calibração do Topper;

Regulagem das válvulas do motor; Constante do floxômetro;

Drenar e limpar reservatórios de combustível; Tamanho das barras na calibração do Topper;

Limpeza dos polos de bateria; Número de seções;

Higienização do ar-condicionado; Número de bicos por seção;

Acionar representante autorizado MWM mais próximo


Verificar vazamentos;
para a manutenção preventiva do motor;

Estado das mangueiras; Amortecedor de vibrações do motor DAMPER.


Declaramos que a máquina, em referência neste documento, teve todo o procedimento de
revisão e orientação realizado, conforme instruções no termo de entrega técnica.

ASSINATURA DO(A) CLIENTE CARIMBO E ASSINATURA DA AUTORIZADA


TERMO DA 4ª VISTORIA TÉCNICA
VIA CONCESSIONÁRIA

REVISÃO PERIÓDICA - 1000 HORAS

PULVERIZADOR GLADIADOR 2300

DATA VISTORIA

Nº DE HECTARES

PROPRIETÁRIO(A)

CIDADE

ESTADO

PAÍS

REVENDEDOR

TÉCNICO

ITENS A SER SUBSTITUÍDOS

Óleo do motor; Óleo do sistema hidráulico de transmissão;

Óleo dos redutores de roda; Filtros de combustível;

Fluido do radiador; Kit vida longa para 1000 horas.

ITENS A SER VERIFICADOS

Realizar processo preventivo anticorrosão; Calibração do Topper;

Regulagem das válvulas do motor; Constante do floxômetro;

Drenar e limpar reservatórios de combustível; Tamanho das barras na calibração do Topper;

Limpeza dos polos de bateria; Número de seções;

Higienização do ar-condicionado; Número de bicos por seção;

Acionar representante autorizado MWM mais próximo


Verificar vazamentos;
para a manutenção preventiva do motor;

Estado das mangueiras; Amortecedor de vibrações do motor DAMPER.


Declaramos que a máquina, em referência neste documento, teve todo o procedimento de
revisão e orientação realizado, conforme instruções no termo de entrega técnica.

ASSINATURA DO(A) CLIENTE CARIMBO E ASSINATURA DA AUTORIZADA


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