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Fim das Gambiarras: Riscos e Soluções

O texto discute os riscos das gambiarras, improvisos elétricos caseiros comuns no Brasil que podem causar sobrecarga, curto-circuito e incêndio. O autor defende que soluções seguras e projetos elétricos adequados realizados por engenheiros são necessários para garantir a segurança dos moradores.
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Fim das Gambiarras: Riscos e Soluções

O texto discute os riscos das gambiarras, improvisos elétricos caseiros comuns no Brasil que podem causar sobrecarga, curto-circuito e incêndio. O autor defende que soluções seguras e projetos elétricos adequados realizados por engenheiros são necessários para garantir a segurança dos moradores.
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Escola Municipal de Tempo Integral – EMTI –

Professora Maria Valdemira Coelho Melo


Imersão em Língua Portuguesa

ATIVIDADES

Leia o texto abaixo e responda às questões 1 – 14:


PELO FIM DAS GAMBIARRAS

Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma
emenda meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado
usando um ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que
costumam decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.
Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem.
Porque são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do
sistema elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados
pode se transformar num prejuízo de milhares de reais.
O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você
não tem nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de
sobrecarga que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.
Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados
geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro,
pode ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.
Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário.
Os aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da
tomada, levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase
todas as casas. E é aí que mora o maior problema.
Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas
próprias casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do
imóvel e nossas próprias vidas.
O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de
segurança. Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as
características do imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera
diversos fatores para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da
parede. Essas escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos
moradores.
Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é
que existe, não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência,
menor será o risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.

Publicado em 18/01/2023 às 06:00.


João Borges - Engenheiro eletricista, gestor de projetos e sócio da Projelet
Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/
Acesso por Tudo Sala de Aula em 08/03/2023
1. Qual o tema abordado pelo autor no texto? 8. Indique a que / quem as palavras grifadas estão se referindo.
___________________________________________________ a) “... que costumam decretar...” (1º parágrafo)
_______________________________________________
2. O autor do texto “Pelo fim das gambiarras” é João Borges,
um engenheiro eletricista. Ele também já foi repórter e b) “Esse tipo de aparato...” (1º parágrafo)
comentarista de economia da Globo News. Observando essas _______________________________________________
características do autor, é possível concluir c) “... que podem comprometer...” (2º parágrafo)
_______________________________________________
a) que sua formação em engenharia elétrica não possibilita d) “Outro hábito bastante comum...” (4º parágrafo)
autoridade no assunto, já que qualquer pessoa poderia _______________________________________________
escrever esse texto. e) “... o quanto nos expomos diariamente...” (6º parágrafo)
b) que a sua formação permite oferecer autoridade no _______________________________________________
assunto, com isso, seus eleitores ficam menos resistentes f) “E isso, definitivamente...” (Último parágrafo)
para ler seu artigo. _______________________________________________
c) que a credibilidade das informações é garantida apenas
pelo site Hoje em Dia, assim, o autor do texto fica livre de
possíveis críticas. 9. Em “que costumam decretar:” os dois pontos servem para
indicar
d) que um bom texto não depende da autoridade do autor
sobre o assunto, já que os leitores não observam isso, e a) um discurso direto.
sim, se o texto está coerente. b) uma opinião do autor.
c) um acontecimento verídico.
3. Quais os exemplos apresentados pelo autor do texto que d) uma expressão polêmica.
esclarecem ao leitor o significado de gambiarra?
___________________________________________________ 10. Por que a palavra “fritar” foi empregada entre aspas?

4. Para defender seu ponto de vista, o autor usou o argumento que __________________________
uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se
11. Assinale a alternativa onde mostra um trecho com emprego
transformar num prejuízo de milhares de reais. Nesse caso, para
da linguagem informal.
construir essa argumentação, o autor empregou um argumento
a) “... mesmo instante esquecer que elas existem.”
a) histórico.
b) “... estão presentes em quase todas as casas.”
b) de causa.
c) “E é aí que mora o maior problema.”
c) de autoridade.
d) “E isso, definitivamente, não tem preço.”
d) de exemplificação.

12. No trecho: “... é algo genuíno do brasileiro...”, a palavra


5. Que hábitos muito comuns dos brasileiros, conforme o texto,
grifada poderia ser substituída, sem prejuízo no significado da
podem ser responsáveis pela queima de equipamentos ou
frase, por
incêndios?
___________________________________________________
a) simples.
b) próprio.
6. O autor empregou expressões bem populares visando dar mais c) ingênuo.
expressividade à linguagem. Agora, escreva com suas palavras o d) exato.
que as expressões abaixo significam.

a) “ao Deus dará” 13. Indique a alternativa onde a palavra do parêntese está
______________________________________________ corretamente indicando o sentido da expressão grifada.
b) “prato cheio”
______________________________________________ a) “... parte ou até a totalidade...” (Alternância)
c) “Atire a primeira pedra” b) “... que também passam...” (Lugar)
______________________________________________ c) “... fatores para tornar os pontos...” (Causa)
d) “Mas, na prática, a melhor coisa...) (Adição)
7. Assinale o trecho abaixo onde a palavra grifada indica
circunstância temporal. 14. Que soluções o autor apresenta para amenizar os problemas
revelados pelo texto?
a) “...ou até mesmo provocar um incêndio.”
b) “... mostram o quanto nos expomos diariamente...” ___________________________________________________
c) “O mais adequado é fugir sempre dos improvisos...”
d) “... pode ser suficiente para queimar os
equipamentos...”

Escola Municipal de Tempo Integral – EMTI – 
                                      Professo
1. Qual o tema abordado pelo autor no texto? 
___________________________________________________ 
2. O autor do texto “Pelo

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