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Regimento Escolar: Estrutura e Organização

O documento apresenta o regimento escolar de uma instituição de ensino. Ele descreve a estrutura organizacional da escola, incluindo seus objetivos, níveis de ensino, direção, secretaria e coordenação pedagógica. O regimento também define direitos e deveres de alunos, professores e responsáveis.
Direitos autorais
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Regimento Escolar: Estrutura e Organização

O documento apresenta o regimento escolar de uma instituição de ensino. Ele descreve a estrutura organizacional da escola, incluindo seus objetivos, níveis de ensino, direção, secretaria e coordenação pedagógica. O regimento também define direitos e deveres de alunos, professores e responsáveis.
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REGIMENTO ESCOLAR

REGIMENTO ESCOLAR
REGIMENTO ESCOLAR

ÍNDICE Páginas
TÍTULO I - Da Estrutura Escolar 01
Capítulo I - Da Identificação da Escola e das Mantenedoras 01
Capítulo II - Dos Fins e Objetivos da Escola 02
Seção I - Dos Fins 02
Seção II - Dos Objetivos 02
TÍTULO II - Da Organização Funcional 03
Capítulo I - Da Estrutura Técnico-Administrativa e Técnico-Pedagógica 03
Capítulo II - Da Direção 03
Capítulo III - Da Secretaria 04
Capítulo IV - Da Coordenação Pedagógica 05
Capítulo V - Dos Profissionais Docentes 06
Capítulo VI - Do Conselho de Classe 07
TÍTULO III - Da Organização da Vida Escolar 08
Capítulo I - Da Modalidade de Educação e dos Níveis de Ensino 08
Capítulo II - Dos Fins e Objetivos dos Cursos 08
Seção I - Da Educação Infantil 08
Subseção I - Dos Fins 08
Subseção II - Dos Objetivos 08
Seção II - Do Ensino Fundamental 09
Subseção I - Dos Fins 09
Subseção II - Dos Objetivos 10
Capítulo III - Da Estrutura Básica dos Cursos 11
Seção I - Da Educação Infantil 11
Seção II - Do Ensino Fundamental 12
Capítulo IV - Da Verificação do Rendimento Escolar, da Frequência e da
12
Compensação de ausência
Seção I - Dos Critérios Fundamentais e das Ações Básicas do Rendimento Escolar 12
Subseção I - Dos Critérios Fundamentais 12
Subseção II - Das Ações Básicas do Rendimento Escolar 13
Seção II - Da Frequência e da Compensação de Ausência 15
Seção III - Dos Estudos de Recuperação 15
Seção IV - Da Promoção e da Retenção 17
Subseção I - Da Promoção 17
Subseção II - Da Retenção 18
Seção V - Do Pedido de Reconsideração e de Recurso 18
Capítulo V - Da Matrícula, da Transferência, Classificação e da Adaptação Curricular 19
REGIMENTO ESCOLAR

Seção I - Da Matrícula 19
Seção II - Da Transferência 19
Seção III - Da Classificação 20
Capítulo VI - Da Expedição dos Certificados e Outros Documentos Escolares 21
TÍTULO IV - Dos Direitos e Deveres dos Participantes do Processo Educativo 21
Capítulo I - Dos Alunos 21
Seção I - Dos Direitos 21
Seção II - Dos Deveres 22
Seção III - Do Que é Vedado 23
Seção IV - Das Medidas Disciplinares 24
Capítulo II - Dos Professores 25
Seção I - Dos Direitos 25
Seção II - Dos Deveres 25
Seção III - Do Que é Vedado 26
Seção IV - Das Medidas Disciplinares 27
Capítulo III - Dos Pais e de Outros Responsáveis Legais pelo Aluno 27
Seção I - Dos Direitos 27
Seção II - Dos Deveres 28
TÍTULO V - Das Disposições Finais 28
REGIMENTO ESCOLAR

TÍTULO I
DA ESTRUTURA ESCOLAR
CAPÍTULO I
DA IDENTIFICACÃO DA ESCOLA E DAS MANTENEDORAS

Artigo 1º - A Escola Carlitos, instituição de ensino do Direito Privado, autorizada a funcionar


através da Portaria DRECAP-3 de 30/1/87, publicado no D.O. de 5/2/87, é constituída de 2 (duas)
Unidades localizadas no Município de São Paulo, com seus Cursos funcionando na seguinte
conformidade:

I – Unidade I, localizada na Avenida Angélica no 352 - Santa Cecília – São Paulo – SP CEP
01228-000., São Paulo – SP, sob a responsabilidade jurídica da Carlitos Escola de Educação
Infantil S/S Ltda., inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda
(CNPJ) sob nº 51.957.777/0001-80.

Modalidades: Educação Infantil e Ensino Fundamental 1º ao 5º ano.

II – Unidade II, localizada na Rua Itápolis, 463 no bairro do Pacaembu, CEP 01245-000 – São
Paulo – SP, sob a responsabilidade jurídica da Sociedade Educacional Degrau S/S Ltda., inscrita
no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda (CNPJ) sob
nº.43.191.683/0001-14.

Modalidades: Ensino Fundamental 6º ao 9º ano.

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REGIMENTO ESCOLAR

CAPÍTULO II
DOS FINS E OBJETIVOS DA ESCOLA
SEÇÃO I
DOS FINS
Artigo 2º- Os fins da ESCOLA CARLITOS são os mesmos fixados para a Educação Nacional na
Lei Federal 9394/96, que inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade
humana, estabelece como finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o
exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

SEÇÃO II
DOS OBJETIVOS

Artigo 3º- Os objetivos da ESCOLA CARLITOS, emanam de sua Proposta Pedagógica, elaborada
com base nos princípios de sua Mantenedora, nos fins estabelecidos para a Educação Nacional e
nas normas fixadas para o Sistema Estadual de Ensino, tendo em vista:
I - Desenvolver integralmente a personalidade humana e sua participação na construção do bem
comum;
II- Permitir ao educando conhecer e praticar normas de conduta moral e ética que servirão de
base para a vida familiar, profissional e social;
III- Compreender os direitos e deveres da pessoa humana, do cidadão, do Estado, da família e
dos demais grupos que compõem a comunidade;
IV- Preparar o aluno para o domínio dos recursos científicos e tecnológicos, cuidando do meio
ambiente;
V- Respeitar a diversidade de seu semelhante;
VI- Desenvolver o convívio, relacionamento e o intercâmbio cultural entre ESCOLA – FAMÍLIA –
COMUNIDADE, como base para o aproveitamento do processo educativo;
VII- O desenvolver do ser humano como um todo, nos aspectos espirituais, moral, ético,
psicológico, social, físico e técnico para formar um bom caráter;
VIII- Estabelecer um ambiente de harmonia e solidariedade entre os técnicos em educação,
professores, alunos e funcionários, para a eficiência do processo ensino – aprendizagem;
IX- Respeitar a diversidade cultural;
X - Cumprir e fazer cumprir a Legislação de Ensino vigente e superveniente, oriundas dos
Sistemas Nacional e Estadual de Educação e de outros órgãos constitutivos do Estado Brasileiro,
no que se aplicar à Instituição Escolar da iniciativa privada, como prevê o Artigo 209, da
Constituição Federal de 1988.

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REGIMENTO ESCOLAR

TÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL
CAPÍTULO I
DA ESTRUTURA TÉCNICO-ADMINISTRATIVA E TÉCNICO-PEDAGÓGICA

Artigo 4º - A Escola dispõe da seguinte estrutura Técnico-Administrativa e Técnico-Pedagógica:


I - Técnico-Administrativo:
a) Direção;
b) Secretaria.
II - Técnico Pedagógico:
a) Coordenação Pedagógica;
b) Profissionais Docentes;
c) Conselho de Classe.

CAPÍTULO II
DA DIREÇÃO

Artigo 5º - A Direção é o centro executivo que organiza, superintende, coordena e controla todas
as atividades administrativas e escolares desta instituição escolar.

§ 1º - A Direção é constituída de um Diretor, devidamente habilitado para o cargo, na forma da Lei.

§ 2º - O Diretor poderá, na sua ausência, delegar algumas de suas competências a um membro


da Estrutura Técnico-Pedagógica, que as exercerá como se Diretor fosse, porém, suas decisões
estarão condicionadas à homologação do Diretor em seu retorno à Escola.

§ 3º - Cabe ao Diretor:
1. dirigir a Escola, cumprindo e fazendo cumprir as leis, regulamentos, o calendário escolar, as
determinações e as disposições deste Regimento, bem como o Plano Escolar e a Proposta
Pedagógica, de modo a garantir a consecução dos objetivos do processo educacional;
2. criar condições para maior integração entre a Escola e a Comunidade;
3. deferir as matrículas dos alunos;

4. coordenar e controlar os serviços administrativos da Escola, responsabilizando-se pela


respectiva documentação;
5. representar a Escola;
6. presidir as reuniões e festividades promovidas pela Escola;
7. abrir, rubricar e encerrar os livros em uso na Escola;
8. tomar medidas em situações de emergência, comunicando imediatamente às autoridades

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REGIMENTO ESCOLAR

competentes;
9. definir, com a equipe escolar, a linha de ação adotada pela Escola, com vista à
operacionalização da Proposta Pedagógica desta instituição de ensino;
10. assistir as autoridades de ensino, durante suas visitas à Escola;
11. aplicar penalidades disciplinares, observadas as disposições regimentais;
12. garantir a disciplina geral e a fluência de funcionamento da Escola.

CAPÍTULO III
DA SECRETARIA

Artigo 6º - A Secretaria é o centro de tramitação burocrática, da escrituração escolar e de


assistência administrativa a todos os envolvidos no processo educacional da Escola.

§ 1º - A secretaria organizar-se-á de modo a permitir a verificação da identidade de cada aluno, a


autoridade e a regularidade de sua vida escolar, bem como a qualificação do pessoal docente,
técnico-administrativo e as relações individuais e coletivas de trabalho dos professores e pessoal
em geral.

Artigo 7º - A Secretaria Escolar é de responsabilidade de uma assistente administrativa


devidamente habilitada junto à Diretoria de Ensino que tem as atribuições necessárias e
imprescindíveis ao funcionamento eficiente e integral do cumprimento das funções da Secretaria
de uma Instituição de Ensino:
1. cumprir e fazer cumprir as determinações emanadas da Direção da Escola;
2. organizar os serviços da Secretaria da Escola;
3. organizar o arquivo e manter sua funcionalidade com a responsabilidade que lhe cabe e
condizente com as necessidades gerais da Escola;
4. manter os registros de cada aluno, da identidade e autenticidade de sua vida escolar;
5. manter o registro da qualificação profissional do corpo docente;
6. manter estreita relação com a Direção da Escola, fornecendo e recebendo informações para o
funcionamento eficiente da administração escolar.

CAPÍTULO IV
DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

Artigo 8º - A Coordenação Pedagógica é de responsabilidade de profissional habilitado na forma


da Lei e as atribuições do Coordenador Pedagógico são, basicamente:

I - Participar da elaboração do Plano Escolar e da Proposta Pedagógica da Escola, assegurando a

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REGIMENTO ESCOLAR

articulação entre as programações curriculares;

II - Elaborar a programação das atividades de sua área de atuação, assegurando a integração


com as demais programações do núcleo de apoio educacional;

III - coordenar todas as ações de desenvolvimento e controle, da análise, da avaliação e


reavaliação da Proposta Pedagógica da Escola, agilizando os ajustes necessários à consecução
dos objetivos visados;

IV - Prestar assistência técnica aos professores quanto à metodologia, utilização de recursos


auxiliares e sistemática de avaliação;

V - Ao final do 3º trimestre letivo, prover a utilização racional dos multimeios disponíveis na


Escola;

VI - Coordenar o planejamento de reuniões pedagógicas, de Conselho de Classe;

VII - Coordenar o planejamento e desenvolvimento dos processos de classificação, estudos de


recuperação, adaptação curricular, compensação de ausências e de equivalência de estudos, no
que couber;

VIII - Propor e conduzir atividades de aperfeiçoamento e atualização de professores;

IX - Assessorar a Direção na organização do horário de aulas, no calendário, no agrupamento de


alunos, acompanhamento do processo de transferência e matrícula;

X - Contribuir para assegurar o cumprimento integral da organização curricular dos cursos em


funcionamento.

CAPÍTULO V
DOS PROFISSIONAIS DOCENTES

Artigo 9º - Os Profissionais Docentes serão habilitados para a função de acordo com a legislação
vigente.

§ 1º- Os Direitos, os Deveres, o que é vedado e as Medidas Disciplinares estão fixados nos
artigos 51, 52, 53 e 54 deste Regimento.

§ 2º- As atribuições básicas dos Profissionais Docentes são as seguintes:

1. participar do desenvolvimento da Proposta Pedagógica e do Plano Escolar da Escola;

2. elaborar e executar a programação referente à regência de classes e atividades afins;

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REGIMENTO ESCOLAR

3. colaborar no processo de orientação educacional atuando inclusive, como professor


conselheiro, se for o caso;

4. manter atualizados os registros relativos as suas atividades e fornecer informações, em


conformidade com as normas e prazos estabelecidos;

5. participar do planejamento e desenvolvimento dos processos de: classificação, estudos de


recuperação, adaptação curricular, compensação de ausências e de equivalência de estudos, no
que couber;

6. participar das reuniões de Conselho de Classe, Pedagógicas e com os responsáveis legais


pelos alunos;

7. responsabilizar-se pela utilização e conservação dos equipamentos, material didático e


recursos em uso nos laboratórios, biblioteca, recursos áudio visuais e demais ambientes
especiais, nos horários de suas aulas;

8. colaborar na formação moral, ética, social e cívica dos alunos, dando-lhes exemplos de civismo,
urbanidade e cumprimento do dever que lhes cabem profissionalmente;

9. participar de todas as atividades cívicas, culturais e educativas promovidas pela Escola;

10. zelar pela disciplina da classe sob sua responsabilidade e em todas as dependências da
Escola.

CAPÍTULO VI
DO CONSELHO DE CLASSE

Artigo 10 - O Conselho de Classe é constituído por todos os professores da classe, pelo


Coordenador Pedagógico, pelo Diretor, este último seu membro nato e Presidente, todos com
direito a voto.

§ 1º - O Conselho de Classe será presidido pelo Diretor ou por qualquer um dos membros desse
colegiado nomeado por ele.

§ 2º - O Secretário da Escola, quando convocado pela Direção, poderá participar do Conselho de


Classe, sem direito a voto nas decisões desse colegiado.

§ 3º - São atribuições do Conselho de Classe:

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REGIMENTO ESCOLAR

I. analisar, globalmente, a avaliação do rendimento escolar da classe ou de determinado aluno


individualmente, e nortear as atividades apropriadas à superação de eventuais dificuldades de
aprendizagem;

II. opinar sobre os pedidos de reconsideração ou recursos relativos ao resultado final de avaliação
do rendimento escolar, nos termos da legislação vigente;

III. assessorar, sempre que solicitado, a Direção da Escola e a Coordenação Pedagógica, sobre
qualquer assunto relativo às atividades discentes, ao planejamento administrativo e pedagógico;

IV. sugerir atividades de planejamento e/ou replanejamento de estruturação curricular;

V. fornecer subsídios quanto à necessidade de procedimentos pedagógicos nas atividades


escolares de reforço e de estudos de recuperação da aprendizagem e de adaptação pedagógica
de alunos;

VI. decidir, com base nas competências adquiridas pelo aluno, sua idade e critérios qualitativos
adotados pelo professor do componente curricular considerado, sobre a promoção ou retenção do
aluno após a realização da avaliação realizada em janeiro, prevista no “caput” do Artigo 27;

VII. participar da elaboração e execução da Proposta Pedagógica da Escola.

Artigo 11 - O Conselho de Classe reunir-se-á, ordinariamente, ao final do ano letivo ou


extraordinariamente em qualquer momento do ano escolar, para o cumprimento de suas
atribuições.

TÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO DA VIDA ESCOLAR
CAPÍTULO I
DA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO E DOS NÍVEIS DE ENSINO

Artigo 12 - A Escola Carlitos mantém na modalidade de Educação Básica os seguintes níveis de


ensino:
I - Educação Infantil: creche e pré-escola;
II- Ensino Fundamental – na os iniciais e anos finais.

§ 1º A admissão dos alunos se dará em conformidade com a legislação vigente.

Artigo 13 - A distribuição dos cursos por períodos, duração, carga horária, sequência e integração
dos conteúdos, a partir dos mínimos estabelecidos em lei, bem como os objetivos específicos e
currículos plenos serão mais bem explicitados na Proposta Pedagógica e nos Planos Escolares
elaborados anualmente, nos termos da Legislação em vigor.

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REGIMENTO ESCOLAR

CAPÍTULO II
DOS FINS E OBJETIVOS DOS CURSOS
SEÇÃO I
DA EDUCAÇÃO INFANTIL
SUBSEÇÃO I
DOS FINS

Artigo 14 - A finalidade da Educação Infantil será a de promover um processo de ensino e


aprendizagem adequado a essa etapa da Educação Básica, considerando o desenvolvimento
integral da criança em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a
ação da família e da comunidade em que está inserida.

SUBSEÇÃO II
DOS OBJETIVOS

Artigo 15 - São objetivos da Educação Infantil:


I - Oferecer estímulos adequados para que a criança se desenvolva integralmente sob os
aspectos motor, cognitivo, social e afetivo;

II- Estabelecer uma relação de ensino-aprendizagem, onde o aluno seja estimulado a buscar o
conhecimento, participar do seu processo de construção, tornando a aprendizagem prazerosa e
significativa;

III- Garantir a adaptação do aluno ao meio escolar de forma saudável, proporcionando


gradativamente a socialização da criança com seu grupo;

IV- Criar oportunidades para que o aluno expresse suas ideias, sentimentos, valores e hipóteses
sobre o mundo que o rodeia e que aprenda a ouvir e respeitar as diferentes opiniões;

V- Vivenciar situações que levem à compreensão de regras de convívio social, dos direitos e
deveres em relação aos companheiros e aos adultos;

VI- Desenvolver no aluno atitudes de iniciativa, cooperação e autonomia na busca do


conhecimento e na relação com seu grupo social;

VII- Criar condições para que a criança exercite a linguagem simbólica e lúdica, que permitirá uma
maior compreensão e elaboração da realidade;

VIII-propiciar o desenvolvimento de diferentes formas de expressão, através da exploração e


utilização das linguagens plástica, gráfica, simbólica, musical, corporal etc.;

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REGIMENTO ESCOLAR

IX- Proporcionar à criança estruturar a noção de tempo e espaço, através da vivência de uma
rotina organizada e da experimentação de materiais concretos e atividades adequadas à sua faixa
etária;

X- Estimular a criança a desenvolver estratégias para resolução de problemas do cotidiano,


adquirir conceitos e estabelecer relações lógico-matemáticas;

XI- Desenvolver atitudes de observação, investigação e respeito com a criança de forma que ela
possa perceber-se como ser integrante e dependente do meio ambiente em que vive, de forma
que possa contribuir para a sua melhoria e preservação.

SEÇÃO II
DO ENSINO FUNDAMENTAL
SUBSEÇÃO I
DOS FINS

Artigo 16 - O Ensino Fundamental tem por finalidade desenvolver o potencial do educando,


assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe
meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.

SUBSEÇÃO II
DOS OBJETIVOS

Artigo 17 - São objetivos específicos do Ensino Fundamental:

I- O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da


leitura, da escrita e do cálculo;

II- A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos
valores em que se fundamenta a sociedade;

III- O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de


conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;

IV- O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância
recíproca em que se assenta a vida social;

V- Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais,


respeitando a opinião e o conhecimento produzido pelo outro, utilizando o diálogo como forma de
mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;

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REGIMENTO ESCOLAR

VI- Perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus


elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria e preservação do
meio ambiente;

VII- Desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas


capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, estética, de inter-relação pessoal e de inserção social,
para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadania;

VIII- Utilizar as diferentes linguagens - verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal, como meio
para expressar e comunicar suas ideias, interpretar e usufruir das produções da cultura;

IX- Utilizar a Língua Portuguesa para compreender e produzir, em contextos públicos e privados,
mensagens orais e escritas, atendendo a diferentes intenções e contextos de comunicação;

X- Diversificar as práticas pedagógicas, respeitando as diferenças individuais dos alunos;

XI- Utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir
conhecimentos;

XII- Conhecer e cuidar do próprio corpo, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos
aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e
à saúde coletiva.

CAPÍTULO III
DA ESTRUTURA BÁSICA DOS CURSOS
SEÇÃO I
DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Artigo 18 - A Educação Infantil desta Instituição de Ensino atende crianças de ambos os sexos de
01 (um) aos 05 (cinco) anos de idade. No que se refere às idades, cumprirá o disposto na
legislação vigente para as crianças de 4 (quatro) aos 5 (cinco) anos de idade, são previstas as
seguintes exigências fixadas em lei:

I - Um currículo organizado com uma Base Nacional Comum e uma Parte Diversificada, porém
atendendo a faixa etária da criança nessa etapa da Educação Básica e de conformidade com os
princípios da Proposta Pedagógica desta Escola;

II - Cumprimento de carga horária de 800 (oitocentas) horas distribuídas por um mínimo de 200
(duzentos) dias de trabalho educacional no ano letivo considerado;

III - Frequência mínima de 60% (sessenta por cento) do total de horas previstas para cada ano
letivo fixado na Matriz Curricular.

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REGIMENTO ESCOLAR

IV - Avaliação prevista no processo educacional, porém, sem o objetivo de promoção, mesmo


para acesso ao Ensino Fundamental, em obediência à legislação vigente.

Artigo 19 - Na organização de turmas e no desenvolvimento das atividades da Educação Infantil


serão observadas as Diretrizes estabelecidas pelos Conselhos Nacional e Estadual de Educação
conforme constará do Plano Escolar.

Artigo 20 - Na organização do trabalho pedagógico para o desenvolvimento de capacidades de


natureza global, predominará o que será explicitada na Proposta Pedagógica da Escola.

SEÇÃO II
DO ENSINO FUNDAMENTAL

Artigo 21 – O Ensino Fundamental terá duração de nove anos com Carga Horária mínima anual
de 800 (oitocentas) horas, distribuídas por um mínimo de 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho
escolar, incluindo o tempo dedicado a outras atividades escolares extraclasse, com a frequência
do aluno controlada e efetiva orientação da Escola, especificadas no Plano Escolar e na Proposta
Pedagógica.

Artigo 22 – Na organização curricular do Ensino Fundamental, serão observadas as exigências


estabelecidas pela Lei Federal nº. 9394/96, as disposições fixadas pela Câmara de Educação
Básica do Conselho Nacional de Educação e pelas normas fixadas para o Sistema Estadual de
Ensino.

Parágrafo único - O currículo, constituído de uma Base Nacional Comum e complementada por
uma Parte Diversificada, será organizado de modo a atender:

I - A relação entre a educação fundamental, a vida cidadã e as áreas de conhecimento fixadas nas
Diretrizes Curriculares Nacionais da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de
Educação;

II - A integração entre a Base Nacional Comum e a Parte Diversificada;

III - A proposta pedagógica da Escola.

CAPÍTULO IV
DA VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR, DA FREQUÊNCIA E DA

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REGIMENTO ESCOLAR

COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIA
SEÇÃO I
DOS CRITÉRIOS FUNDAMENTAIS E DAS AÇÕES BÁSICAS DO
RENDIMENTO ESCOLAR

SUBSEÇÃO I
DOS CRITÉRIOS FUNDAMENTAIS

Artigo 23 - A verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:

I - Avaliação contínua e cumulativa de conhecimentos e competências adquiridas pelo aluno;

II - Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos;

III - Observação do desenvolvimento da aprendizagem pelo aluno, por meio de variados


instrumentos avaliatórios;

IV - Obrigatoriedade de Estudos de Recuperação, na forma fixada neste Regimento Escolar;

V- A divisão do ano escolar em 3 (três) trimestres letivos, desvinculados do calendário civil.

Artigo 24 - Constituem objetivos da verificação do rendimento escolar:

I - O desenvolvimento da Proposta Pedagógica da Escola;

II- Continuidade de aprendizagem na construção do seu conhecimento;

III- Diagnosticar a situação de aprendizagem do aluno em relação à programação curricular


prevista e desenvolvida em cada etapa de sua escolaridade.

IV- O controle de frequência fica a cargo da escola, exigida a frequência mínima de 75% (setenta
e cinco por cento) do total de horas previstas no ano letivo fixado na Matriz Curricular.

Artigo 25 - Nas Classes de Educação Infantil, a avaliação será constante e terá por critério
fundamental, observar e conhecer a criança dessa faixa etária no seu respectivo padrão de
desenvolvimento, sem objetivo de promoção, mesmo para acesso ao Ensino Fundamental.

SUBSEÇÃO II
DAS AÇÕES BÁSICAS DO RENDIMENTO ESCOLAR

Artigo 26 - A verificação do aproveitamento dos alunos do Ensino Fundamental dar-se-á


amparada nos seguintes critérios:

I - Aplicação de dois ou mais instrumentos avaliatórios, por trimestre letivo, elaborados pelo
Professor do respectivo componente curricular, sob a supervisão da Coordenação Pedagógica,
quando se fizer necessário;

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REGIMENTO ESCOLAR

II - Os resultados das avaliações do aproveitamento serão expressos em escala de 0 (zero) a 10,0


(dez) variando de 0,5 (cinco) em 0,5 (cinco) décimos;

III - O resultado final das avaliações será assumido pelo Professor do respectivo componente
curricular e registrado por ele em documento próprio fornecido pela Escola, que o entregará na
secretaria da Escola, no prazo estabelecido pela Diretoria, para a escrituração final;

IV - Os resultados da avaliação obedecerão aos objetivos e conteúdos de cada componente


curricular, de modo que reflitam, fielmente, o desenvolvimento do aluno no processo
ensino-aprendizagem.

§ 1º - O aluno que não puder comparecer à realização de qualquer avaliação poderá solicitar
diretamente à Coordenação Pedagógica autorização para realizá-la em outra data, desde que a
ausência tenha se dado por motivo amplamente justificado. Em cada trimestre, haverá um dia
marcado pela escola para a realização das avaliações substitutivas.

§ 2º - Para efeito de verificação de rendimento escolar satisfatório, a nota mínima no final do


trimestre letivo considerado é 5,0(cinco).

§ 3º - Na composição da nota final do trimestre letivo serão consideradas todas as atividades


escolares avaliatórias propostas pelo professor.

§ 4º - A prova trimestral será realizada para alunos a partir do 1º ano do Ensino Fundamental.

§ 5º - Ao aluno que deixar de realizar às oportunidades de avaliação do rendimento escolar


oferecidas pela Escola – prova trimestral, prova substitutiva e estudos de recuperação de acordo
com os incisos II e III do parágrafo 3º do Artigo 32 – será atribuída nota 0,0 (zero) nessa atividade
escolar.

§ 6º - Caso o aluno não obtenha a nota mínima 5,0 (cinco) em Língua Portuguesa e Matemática,
serão oferecidas pela Escola atividades escolares de reforço de aprendizagem.

§ 7º - Os Diários de Classe da Educação Básica, após o encerramento do ano letivo, ficarão


arquivados na Secretaria da Escola e poderão ser incinerados após ter sido lavrada a ata final,
desde que decorrido no mínimo 5 (cinco) anos de sua escrituração pelo professor responsável.

Artigo 27 – O Aluno do 6º ao 9º ano, que não conseguir obter nota igual ou superior a 5,0 (cinco)
nas avaliações dos Estudos de Recuperação Intensiva em até 2 (dois) componentes curriculares,
poderá participar de uma prova a ser oferecida na última semana de janeiro que antecede o ano
letivo subsequente nos componentes curriculares (até dois) em que não obteve nota igual ou
superior a 5,0(cinco) ao final de cada trimestre letivo.

§ 1º - O número limite de componentes curriculares fixado no “caput” poderá ser ampliado


automaticamente para 5 (cinco), caso estejam incluídas nessa dependência, línguas estrangeiras.

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REGIMENTO ESCOLAR

§ 2º - Caberá ao Conselho de Classe decidir pela promoção, ou não, do aluno que não obtiver
nota igual ou superior a 5,0 (cinco) na prova a ser oferecida na última semana de janeiro que
antecede o ano letivo subsequente.

Artigo 28 - No Ensino Fundamental, serão observados:

I - A cada trimestre letivo será atribuída uma Nota Trimestral resultante da composição de todas
as avaliações aplicadas durante o trimestre letivo considerado;

II - Quando o aluno obtiver Nota Trimestral inferior a 5,0 (cinco), será desenvolvido o processo de
recuperação paralela, na forma fixada neste Regimento Escolar.

SEÇÃO II
DA FREQUÊNCIA E DA COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS

Art. 29 – A Escola fará o controle sistemático de frequência dos alunos às atividades escolares,
através dos Diários de Classe e, trimestralmente, adotará as medidas necessárias para que os
alunos possam compensar ausências que ultrapassem o limite de 20% (vinte por cento) do total
das aulas dadas no período.

Parágrafo único: A Escola dará ciência inequívoca ao responsável quando o aluno atingir o limite
estabelecido neste artigo.

Art. 30 – As atividades de compensação de ausências serão oferecidas aos alunos que tiverem
suas faltas justificadas, nos termos da legislação vigente.

§ 1º – As atividades de compensação de ausências serão programadas, orientadas e registradas


pelo professor da classe ou das disciplinas, com a finalidade de sanar as dificuldades de
aprendizagem provocadas por frequência irregular às aulas.

§ 2º – A compensação de ausências não exime a Escola de adotar as medidas previstas no


Estatuto da Criança e do Adolescente, e nem a família e o próprio aluno de justificar suas faltas.

Art. 31 – O controle de frequência será efetuado sobre o total de horas letivas, exigida a
frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) para promoção.

SEÇÃO III
DOS ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO

Artigo 32 - Ao aluno com baixo rendimento escolar ao final de cada trimestre letivo serão
oferecidos Estudos de Recuperação, sem limite de componentes curriculares.

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REGIMENTO ESCOLAR

§ 1º - O baixo rendimento escolar, para todos os fins e efeitos, é caracterizado por Nota Trimestral
inferior a 5,0 (cinco), após as atividades regulares de cada trimestre letivo.

§ 2º - Os Estudos de Recuperação constituir-se-ão de orientação de estudos, com a criação de


novas e diversificadas situações de aprendizagem, programadas em função do diagnóstico de
dificuldades do aluno detectadas durante o desenvolvimento do processo de
ensino-aprendizagem, mediante:

I - A atuação permanente do professor em sala de aula e/ou pelo desencadeamento de ações


suplementares, com plantões de atendimento para turmas com dificuldades comuns ou
individualmente;

II - A ação conjugada de vários professores e da equipe técnico-pedagógica, no enfrentamento de


problemas no(s) componente(s) curricular(es) considerados;

III - A caracterização das dificuldades apresentadas pelo aluno e suas possíveis causas;

IV - A identificação dos conteúdos programáticos a serem desenvolvidos nesses Estudos de


Recuperação, condizentes com a caracterização de dificuldades apresentadas pelo aluno;

V - A seleção de estratégias e recursos didáticos para o desenvolvimento desses Estudos de


Recuperação;

§ 3º- Os Estudos de Recuperação desenvolver-se-ão na seguinte conformidade, sem limite de


componentes curriculares:

I - Contínua, realizada instantânea e sistematicamente, na própria sala de aula, pelo professor do


componente curricular considerado;

II - Paralela ao Ano Letivo, consiste em oferecer ao aluno, após as atividades escolares comuns
da classe em cada trimestre, nova oportunidade de avaliação, precedida de orientações
pedagógicas.

III - Intensiva, consiste em oferecer aos alunos uma nova oportunidade de estudos com
atividades específicas e diferenciadas que permitirão trabalhar os conceitos básicos necessários a
seu prosseguimento de estudos. Ocorrerá em sala de aula, no final do 3º trimestre letivo.

§ 4º- A nota obtida na avaliação realizada após a recuperação paralela substituirá a nota obtida
anteriormente, desde que seja superior a ela.

§ 5º- Será considerado com desempenho satisfatório o aluno que, após as atividades do trimestre
letivo considerado e submetido à outra avaliação, precedida de orientações de conteúdo
programático no componente curricular onde o aluno se revelou em dificuldade de aprendizagem,
obtiver nota igual ou superior a 5,0(cinco).

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REGIMENTO ESCOLAR

§ 6º. Ao aluno que não obtiver nota igual ou superior a 5,0(cinco) em um ou mais dos 3(três)
trimestres, serão oferecidos Estudos de Recuperação Intensiva ao final do 3º trimestre.

§ 7º - Após a realização dos Estudos de Recuperação Intensiva, o aluno fará uma nova avaliação,
se obtiver nota igual ou superior a 5,0 (cinco), esta substituirá a nota final obtida em um ou mais
trimestres letivos, observado o disposto no Parágrafo 8º deste Artigo.

§ 8º - Se a nota obtida nos Estudos de Recuperação Intensiva for inferior à obtida no(s)
trimestre(s) letivo(s), prevalecerá a anteriormente obtida no trimestre considerado.

SEÇÃO IV
DA PROMOÇÃO E DA RETENÇÃO
SUBSEÇÃO I
DA PROMOÇÃO

Artigo 33 – Os resultados das avaliações do aproveitamento serão expressos em escala de 0


(zero) a 10,0 (dez) variando de 0,5 (cinco) em 0,5 (cinco) décimos. Será considerado promovido
para o ano seguinte ou concluinte do Ensino Fundamental, o aluno que, após todas as
oportunidades oferecidas para superar suas dificuldades de aprendizagem, atender às seguintes
exigências:

I - Obtiver frequência igual ou superior a 75% do total de horas letivas fixadas na Carga Horária
para cada Componente Curricular em todos os anos do Ensino Fundamental;

II- Obtiver nota igual ou superior a 5,0(cinco):

a) - Após a realização da avaliação em todos os componentes curriculares oferecida em todos os


trimestres após as atividades comuns da classe;

b) - Após a realização dos estudos de recuperação intensiva.

IV – Por decisão do Conselho de Classe, após a realização da avaliação prevista no “caput”, do


Artigo 27, combinados com os Parágrafos 1º e 2º desse mesmo Artigo.

Art. 34 – Os 3 (três) anos iniciais do Ensino Fundamental serão considerados como um bloco
pedagógico ou um ciclo sequencial não passível de interrupção, isto é, não haverá retenção na
passagem do primeiro para o segundo ano de escolaridade e deste para o terceiro.

SUBSEÇÃO II
DA RETENÇÃO

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REGIMENTO ESCOLAR

Artigo 35 – O aluno será considerado retido quando:

I - Obtiver frequência inferior a 75% do total de horas letivas fixadas na Carga Horária de cada
Componente Curricular;

II - Não obtiver nota igual ou superior a 5,0 (cinco) nos Estudos de Recuperação Intensiva em
mais de 2 (dois) componentes curriculares, não abrangendo dentre esses componentes
curriculares as línguas estrangeiras;

IV – Por decisão do Conselho de Classe, após a realização da avaliação prevista no Parágrafo 2º,
do Artigo 27.

§ 1º - Em Educação Física, será observado o disposto na legislação vigente.

SEÇÃO V
DO PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO E DE RECURSO

Artigo 36 – Fica garantido ao aluno, por si ou por seu responsável legal, o direito de impetrar
pedido de reconsideração e de recurso referente aos resultados finais de avaliação nos termos da
legislação vigente.

Parágrafo único – De acordo com a legislação vigente, esta Escola não transigirá no
cumprimento dos prazos fixados para esse fim, os quais serão dados ciência aos responsáveis
legais pelo aluno.

CAPÍTULO V
DA MATRÍCULA, DA TRANSFERÊNCIA, CLASSIFICAÇÃO E DA
ADAPTAÇÃO CURRICULAR
SEÇÃO I
DA MATRÍCULA

Artigo 37 - A matrícula, tanto na Educação Infantil quanto no Ensino Fundamental efetivar-se-á


mediante as seguintes disposições regimentais:

I - Solicitada em requerimento próprio fornecido pela Escola, em época prevista em Circular


Interna Administrativa distribuída, com antecedência aos responsáveis legais dos alunos, que
deverão formalizar o pedido de matrícula do interessado;

II - Anuência às normas regimentais básicas que dizem respeito, aos Direitos e Deveres dos
alunos, dos pais ou responsáveis de alunos e ao sistema de verificação do rendimento escolar e

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REGIMENTO ESCOLAR

seus efeitos na vida escolar do aluno;

III - O candidato à matrícula, por seu responsável legal, assume a responsabilidade de entregar na
Escola, no prazo fixado pela Secretaria Escolar, a documentação solicitada;

IV - O não atendimento do estabelecido no inciso III, poderá ensejar o cancelamento do pedido


de matrícula;

§ 1º - a documentação exigida para efetivação do pedido de matrícula, será estabelecida no Plano


Escolar.

§ 2º O acesso à Escola se dará observando as normas fixadas para o Sistema Estadual de


Ensino.

Artigo 38 - A matrícula em Classes da Educação Infantil dar-se-á em qualquer momento do ano


escolar, observada a idade de acordo com a legislação vigente.

SEÇÃO II
DA TRANSFERÊNCIA

Artigo 39 - As transferências serão efetuadas de acordo com a especificidade de cada caso e, por
isso, podem ser efetivadas em qualquer época do ano letivo.

Artigo 40 - Os pedidos de matrícula por transferência, de aluno oriundo de outra Escola situada
em território brasileiro, poderão ser aceitos, obedecendo aos seguintes critérios:
I - A correlação idade/ano não pode ser superior a dois anos, a ponto de prejudicar a adaptação
sócio educacional do aluno na sua Classe;
II – Comprovar estudos anteriores concluídos ou submeter-se a processo de Classificação;
III - Em se aceitando transferência de alunos com experiências escolares distintas, mas passíveis
de serem equacionadas por esta escola, o aluno deverá frequentar em horário diverso de sua
classe, atividades especiais do componente curricular, de acordo com decisão do Conselho de
Classe.

Artigo 41 - Os pedidos de matrícula por transferência, de aluno oriundo de Escola situada no


exterior, que pretende prosseguir seus estudos no ensino fundamental, será feita através da
equivalência de estudos, na seguinte conformidade:

I- A unidade escolar, de acordo com sua proposta pedagógica, classificará o aluno,


levando em conta seu grau de desenvolvimento, escolaridade anterior e competências,
nos termos da legislação vigente.

Artigo 42 – No caso de matricula de que trata o artigo anterior, o interessado deverá atender as
seguintes exigências:

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REGIMENTO ESCOLAR

I - Possuir conhecimentos gerais, provados em avaliação feita pela Escola, que o permitam,
minimamente, acompanhar os trabalhos escolares do ano em que solicita matrícula;
II - Caso seja necessário, assunção de compromisso pelo aluno, por intermédio de seu
responsável legal, de que se empenhará em adquirir, particularmente ou com o auxílio pedagógico
da Escola, maiores conhecimentos básicos da Língua Portuguesa para poder participar
ativamente das atividades escolares;
III - Entregar cópias xerográficas de documentos pessoais e dos documentos escolares que
possuir.

SEÇÃO III
DA CLASSIFICAÇÃO

Artigo 43 - A Classificação nas classes do Ensino Fundamental, exceto na primeira, pode ser
feita:

I - Por promoção, para alunos que cursaram, com aproveitamento, o ano anterior, na própria
Escola;
II - Por transferência, para candidatos procedentes de outras escolas.
III - Independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação, feita pela Escola, que
defina o grau de desenvolvimento e a experiência do candidato e permita sua inscrição no ano
adequado, como permite a legislação vigente;
IV - O atendimento estabelecido no Inciso III está condicionado também à proposta pedagógica da
Escola, no tocante aos aspectos filosóficos e metodológicos.

CAPÍTULO VI
DA EXPEDIÇÃO DOS CERTIFICADOS E
OUTROS DOCUMENTOS ESCOLARES

Artigo 44 - De conformidade com o estabelecido na Lei Federal nº. 9394/96, a Escola expedirá
históricos escolares, declarações de conclusão de ano, ficha individual e Certificado de conclusão
do Ensino Fundamental.

Parágrafo único - Ao concluinte das atividades escolares estabelecidas na última etapa do


ensino da Educação Infantil, será conferido um Certificado Informal de conclusão.

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REGIMENTO ESCOLAR

TÍTULO IV
DOS DIREITOS E DEVERES DOS PARTICIPANTES
DO PROCESSO EDUCATIVO
CAPÍTULO I
DOS ALUNOS
SEÇÃO I
DOS DIREITOS

Artigo 45 - Constituem direitos dos alunos:

I - Ser considerado e valorizado em sua individualidade como aluno e pessoa;

II - Ser respeitado em suas ideias religiosas;

III - Ter justificado o resultado da avaliação de seus trabalhos escolares, por quem de direito;

IV - Impetrar recursos ou pedido de reconsideração contra os resultados de avaliação, de acordo


com a legislação vigente;

V - Ser respeitado por todo o pessoal que trabalha na Escola e pelos colegas;

VI - Ser informado do resultado de todas as avaliações e dele recorrer no prazo de até 5(cinco)
dias úteis, contados do dia em que foram divulgados os resultados pelo Professor do respectivo
componente curricular;

VII - Ser assistido em suas dificuldades por quem de direito na Escola;

VIII- Ser informado dos princípios básicos da Proposta Pedagógica da Escola.

IX- Receber apoio especializado e diferenciado, quando se tratar de alunos com necessidades
especiais.

SEÇÃO II
DOS DEVERES

Artigo 46 - Constituem deveres do aluno:

I - Participar de todos os trabalhos escolares e frequentar, assiduamente, as atividades escolares;

II - Tratar os professores, os colegas e demais funcionários da Escola, com respeito e urbanidade;

III - colaborar com a Direção da Escola, na conservação: do prédio escolar, das instalações, dos
equipamentos, do mobiliário e de todo o material escolar;

IV - Não portar, na Escola, material que represente risco para a saúde, segurança ou integridade
física e moral sua ou de qualquer outra pessoa;

V - Colaborar com todas ações pedagógicas da Escola, incluindo solenidades e festas escolares;

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REGIMENTO ESCOLAR

VI - Respeitar tudo que pertença a terceiros;

VII - Indenizar, por seus responsáveis legais, os prejuízos produzidos por danos materiais à
Escola ou em objetos de propriedade dos colegas;

VIII - Adquirir e portar, nos prazos solicitados, uniforme adotado, agenda escolar e o material
escolar determinado;

IX - Comportar-se da forma adequada no que se refere à disciplina e à convivência social na


Escola;

X- Zelar pela imagem pública da Escola, em todos os lugares e circunstâncias, quer esteja ou não
trajando o uniforme da Instituição;

XI- Não difamar seus professores e demais funcionários, sob qualquer pretexto e sob nenhuma
forma de comunicação interna ou externa;

XII- Atender as solicitações da Secretaria da Escola;

XIII- Responsabilizar-se por quaisquer objetos ou equipamentos trazidos ao Colégio, a quem não
cabe responsabilidade em caso de perda ou dano;

XIV- Cumprir todas as orientações disciplinares verbais ou escritas emanadas da Direção, da


Coordenação Pedagógica, e dos Professores no dia a dia das atividades escolares.

SEÇÃO III
DO QUE É VEDADO

Artigo 47 - É vedado aos alunos:

I - Entrar em dependências do estabelecimento ou dela sair, fora do horário de uso regular, salvo
se autorizado;

II - Utilizar ou portar material potencialmente perturbador da ordem e dos trabalhos escolares;

III - Fumar, portar cigarros ou similares, beber ou trazer bebidas alcoólicas para dependências da
Escola;

IV - Impedir a entrada de colega em aula ou promover qualquer tipo de perturbação dos trabalhos
escolares;

V – Trazer para a Escola objetos de valor, pois no caso de perda a Escola não se responsabilizará
pelos mesmos;

VI- Ocupar-se de atividades estranhas às que, no momento, estavam programadas para a sua
turma ou lhe forem atribuídas individualmente;

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REGIMENTO ESCOLAR

VII- Usar celular em atividades escolares não autorizado pelo Professor;

VIII- Uso de todo tipo de aparelho eletrônico, do tipo tablets, celulares, Mp3 e outros aparelhos
equivalentes, durante o horário de aulas e atividades escolares, exceto quando autorizado pelo
professor em atividades escolares pertinentes e em consenso com a Direção e/ou a Coordenação
Pedagógica;

IX- Promover jogos de azar, rifas, vender ou comprar objetos, sem a devida autorização da
Direção em documento redigido e assinado;

X- Trazer qualquer tipo de publicação considerada inadequada para um ambiente educativo;

XI- Riscar em paredes, pisos, carteiras escolares ou em qualquer parte do edifício, palavras ou
desenhos;

XII- Praticar ato ofensivo à moral e aos bons costumes;

XIII- Comparecer à Escola em período alternado, sem ser convocado;

XIV- Entrar ou sair da sala de aula ou de outras atividades escolares sem a devida permissão do
Professor ou funcionário da instituição que estiver no ambiente com a turma;

XV- Portar ou usar recursos ilícitos que caracterizam situações de “cola” nas avaliações;

XVI- Difundir informações difamatórias sobre a Escola, os alunos, os professores e os funcionários


por quaisquer meios de comunicação, inclusive pela internet;

XVII- Utilizar reiteradas expressões que possam ser caracterizadas como bullying.

SEÇÃO IV
DAS MEDIDAS DISCIPLINARES

Artigo 48 - Pela inobservância de seus deveres e do que lhe é vedado, o aluno está sujeito às
seguintes medidas disciplinares, de acordo com a gravidade da infração:

I - Advertência verbal;

II - Advertência por escrito;

III - suspensão, por até 5 (cinco) dias consecutivos;

IV – Transferência.

§ 1º - As medidas previstas nos incisos I,II e III serão aplicadas pelo Diretor e, na sua ausência
pelo coordenador pedagógico.

§ 2º - As medidas presentes no inciso I serão aplicadas pelos professores.

§ 3º - As medidas previstas no inciso I, II e III serão aplicadas pelo coordenador pedagógico.

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REGIMENTO ESCOLAR

§ 4º - A medida presente no inciso IV será aplicada somente pelo Diretor, ouvido o Conselho de
Classe.

Artigo 49 - Fica assegurado ao aluno, por si ou por seu responsável legal, o direito de defesa em
qualquer situação.

§ 1º - A gravidade da infração determinará a aplicação da penalidade, sem necessidade de ser


observada a graduação das medidas disciplinares previstas neste artigo.

§ 3º - No registro das penalidades, exceto a de advertência verbal, será obrigatório, o "ciente" do


pai ou responsável.

Artigo 50 - A reiterada falta de participação e cooperação dos pais ou responsáveis e/ou


inobservância de seus deveres poderá ensejar a recusa de renovação de matrícula ao aluno, por
parte da Direção da Escola.

CAPÍTULO II
DOS PROFESSORES
SEÇÃO I
DOS DIREITOS

Artigo 51 - Constituem direitos dos professores, além dos fixados na Legislação Trabalhista:

I - Utilizar os recursos disponíveis na Escola para suas atividades escolares;

II - Participar de reuniões promovidas pela Escola, desde que pertinentes à atividade docente;

III - ser tratado com respeito e urbanidade por todo pessoal que trabalha na Escola;

IV - Manifestar suas opiniões e sugerir ações que possam contribuir para a melhoria do processo
ensino-aprendizagem;

V - Receber equidade de tratamento, sem distinção de caráter religioso, político, de raça e ou de


cor;

VI – Ser tratado com respeito por alunos e seus responsáveis legais.

SEÇÃO II
DOS DEVERES

Artigo 52 - Constituem deveres dos professores, além dos estabelecidos na Legislação


Trabalhista:

I - Participar do desenvolvimento da Proposta Pedagógica da Escola, cumprindo integralmente


todas as atividades inerentes à sua docência, inclusive colaborando com a Coordenação
Pedagógica, a Direção e a Secretaria da Escola;

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REGIMENTO ESCOLAR

II - Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a Proposta Pedagógica da Escola;

III - estabelecer estratégias de Estudos de Recuperação para os alunos de baixo rendimento


escolar;

IV - Ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos pela Escola, além de participar


integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento
profissional;

V - Colaborar com as atividades de articulação da Escola com as famílias e a comunidade;

VI - Zelar pela aprendizagem dos alunos, sobre todos os aspectos, inclusive atendendo-os em
suas dúvidas pela avaliação atribuída;

VII – Colaborar com os colegas e demais funcionários da Escola para a manutenção da harmonia
entre todos com vista à eficiência do processo educativo.

SEÇÃO III
DO QUE É VEDADO

Artigo 53 - É vedado ao professor:

I - Usar métodos e técnicas desaprovados pela Direção e a Coordenação Pedagógica;

II - Arrecadar dinheiro de aluno para qualquer finalidade, bem como vender rifas e ações entre
amigos, sem a permissão da Direção;

III - Ingerir, portar, ou mesmo estar sob o efeito de bebida alcoólica ou qualquer outra droga, nas
dependências da Escola;

IV - Encorajar alunos a faltas coletivas ou qualquer ato de indisciplina ou de desobediência às


normas regimentais e à legislação do ensino;

V - Fumar em qualquer das dependências da Escola;

VI - Ocupar-se de assunto ou atividades estranhas à finalidade educativa;

VII - Servir-se da condição de professor para propagar doutrinas contrárias ao interesse social e
da Escola;

VIII - Fazer, sob qualquer pretexto, discriminação por motivo de convicção filosófica ou religiosa e
por preconceitos de classe ou raça;

IX - Envolver o nome da Escola em manifestações estranhas às suas finalidades;

X - Fazer, sob qualquer pretexto, discriminação por motivo de convicção filosófica ou religiosa e
por preconceitos de qualquer natureza;

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REGIMENTO ESCOLAR

XI - Ausentar-se de seu local de trabalho sem motivo devidamente justificado;

XII - Utilizar reiteradas expressões, mesmo que de brincadeira informal, que possam ser
caracterizadas como bullying.

SEÇÃO IV
DAS MEDIDAS DISCIPLINARES

Artigo 54 - Pela inobservância de seus deveres e do lhe é vedado, o pessoal docente está sujeito
às penalidades:

I - Advertência verbal;

II- Na reincidência, advertência por escrito;

III- de conformidade com cada caso, aplicação de dispositivos previstos na Legislação Trabalhista.

CAPÍTULO III
DOS PAIS E DE OUTROS RESPONSÁVEIS LEGAIS PELO ALUNO
SEÇÃO I
DOS DIREITOS

Artigo 55 - Constituem direitos dos pais ou outros responsáveis legais dos alunos:

I - Ter todos os direitos do aluno sob sua responsabilidade, preservados;

II - Ser atendido pela Coordenação Pedagógica da Escola e, quando for o caso, por representante
da Direção, para expor suas ideias relacionadas com a educação promovida pela Escola;

III - Ser esclarecido por quem de direito, das medidas disciplinares aplicadas ao aluno;

IV - Ser esclarecido, quando solicitar, sobre a avaliação obtida pelo aluno;

V - Ser respeitado por todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem;

VI - Acatar as normas regimentais e as determinações administrativas e educacionais emanadas


da Direção da Escola;

SEÇÃO II
DOS DEVERES

Artigo 56 - Constituem deveres dos pais ou outros responsáveis legais dos alunos:

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REGIMENTO ESCOLAR

I - Zelar pelos estudos do aluno sob sua responsabilidade e de todos os deveres e do que é
vedado para si e para os alunos previstos neste Regimento Escolar;

II - Tomar conhecimento das comunicações da Escola, assinar diariamente a agenda escolar do


aluno e adotar, imediatamente, as providências que se fizerem necessárias para auxiliar a Escola
no processo ensino-aprendizagem;

III - Comparecer às reuniões convocadas pela Direção e às entrevistas marcadas por Professores,
Coordenação Pedagógica ou Direção da Escola, avisando com antecedência, a eventual
impossibilidade de comparecimento e marcando outra data de comparecimento;

IV - Cooperar para a manutenção do bom nome da Escola, reportando à Direção sobre qualquer
irregularidade de que tiver conhecimento;

V - Cumprir todas as obrigações contratuais previstas para a prestação de serviços educacionais


por esta Escola;

VI - Respeitar as normas internas de serviço determinadas pela Escola e tratar com civilidade
todos os funcionários e pessoal docente.

TÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Artigo 57 - Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Direção dentro das
diretrizes estabelecidas pelos órgãos de administração do Sistema de Ensino.

Artigo 54 - Este Regimento Escolar entrará em vigor a partir do ano letivo de 2016, revogando o
Regimento Escolar vigente aprovado por Portaria da Diretoria Regional de Ensino Centro,
publicada no Diário Oficial do Estado de 08/04/2010.

São Paulo, 31 de maio de 2023.

____________________________
Escola Carlitos
Maria Manuela C.M. Leal Anabuki

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