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Este documento analisa comparativamente os métodos de Thiessen e Isoietas no mapeamento da precipitação pluviométrica em uma determinada área. Os objetivos são avaliar a influência da distribuição das estações pluviométricas na precisão dos mapas gerados e comparar a acurácia dos métodos, identificando vantagens e limitações.

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Este documento analisa comparativamente os métodos de Thiessen e Isoietas no mapeamento da precipitação pluviométrica em uma determinada área. Os objetivos são avaliar a influência da distribuição das estações pluviométricas na precisão dos mapas gerados e comparar a acurácia dos métodos, identificando vantagens e limitações.

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FACULDADE DE CIÊNCIAS

Departamento de Matemática e Informática

Curso de Licenciatura em Ciências de Informação Geográfica

Unidade Curricular: Sistemas de Informação Geográfica I

Tema: Mapeamento da Precipitação Usando os Métodos de Thiessen e


Isoietas (Uma Análise Comparativa)

Discentes:
Érico Joaquim Mathe
Júlio Banze
Docente:
MSc. Silvino Cumbane
Lic. Edson Inguane

Maputo, Maio de 2024


Índice

1 Introdução...........................................................................................................................3

2 Objectivos...........................................................................................................................4

2.1 Objectivo Geral...........................................................................................................4

2.2 Objectivos Especificos:...............................................................................................4

3 Problema.............................................................................................................................4

4 Metodologia........................................................................................................................5

4.1 Fluxograma Metodológico..........................................................................................5

5 Revisão Bibliografica.........................................................................................................5

6 Conclusão............................................................................................................................5

7 References...........................................................................................................................5

2
1 Introdução
A precipitação é considerada uma das variáveis hidrológicas mais importantes, pois a sua
estimativa em uma bacia, possibilita-nos ter a noção da disponibilidade hídrica, o que de
alguma forma auxilia na gestão dos recursos hídricos (Lucena, Oliveira, Andrade, & Lima,
2019).

A precipitação é fenómeno de distribuição continua, que pode ser avaliado em localizações


pontuais através de estações climatológicas. A precipitação denota ao longo da superfície
terrestre uma grande variabilidade espacial e temporal (Nicolau, 2002).

Ainda referenciando Nicolau (2002), o mapeamento de precipitação possibilita-nos conhecer


as condições médias variabilidade espacial de pluviosidade e ainda a identificação de
comportamentos extremos e aspectos sazonais do fenómenos, facilitando na localização de
zonas vulneráveis que poderão condicionar a pratica de algumas actividades.

Os Sistemas de Informação Geográfica (SIG), são ferramentas que possibilitam o


armazenamento de informação espacial, com a integração de vários formatos e tipos de
dados. O uso SIG é de grande importância na representação espaço temporal em estudos de
distribuição da precipitação, por estes permitirem uma boa aproximação da realidade
climática da área de estudo. (Marcuzzo, Rocha, & Melo, 2011).

Os SIG oferecem diversas modalidades de visualização e busca dos dados armazenados, com
base nesta tecnologia, a informação colhida das estações climatológicas pode ser armazenada
e consultada. Para alem destas capacidades os SIG, permitem desenvolver operações de
analise espacial, incluindo a possibilidade de gerar superfícies continuas a partir de dados
pontuais, isto através de métodos interpolação espacial (Nicolau, 2002) .

3
2 Objectivos
2.1 Objectivo Geral
 Analisar comparativamente os métodos de Thiessen e Isoietas no mapeamento da
precipitação pluviométrica.

2.2 Objectivos Especificos:


 Avaliar a distribuição espacial das estações pluviométricas e a sua influência na
precisão dos mapas gerados pelos métodos de Thiessen e Isoetas;
 Comparar a acurácia dos mapas de precipitação obtidos pelos métodos de Thiessen e
Isoetas;
 Identificar as Vantagens e limitações de cada metodo.

3 Problema
Alguns problemas que se evidenciam no mapeamento de precipitação, conforme sejam as
necessidades de exatidão, o tamanho da área de estudo, a periodicidade da precipitação, a
distribuição das estações e a complexidade do terreno (Girard, Goldenfum, Silveira, &
Dornelles, 2013).

Os pluviômetros espalhados pela superfície terrestre colectam informações precisas da


precipitação somente para uma pequena área localizada em torno do dispositivo, porém, o
monitoramento detalhado sobre extensas áreas exige uma densa rede de pluviômetros
(Baptista, 2019)

A espacialização de variáveis climáticas, notadamente a precipitação pluvial, necessita de


estudos constantes, visando ao aperfeiçoamento de interpoladores (Marcelo R. Viola et al,
2010)

4
4 Metodologia
4.1 Fluxograma Metodológico

5 Revisão Bibliografica

6 Conclusão

7 References
Girard, R. V., Goldenfum, J. A., Silveira, A. L., & Dornelles, F. (2013). Proposta de um
Metodo Alternativo para Determinação da Precipitação Media Sobre uma Area
Utilizando Distancias Invertidas. Revista Brasileira de Recursos Hidricos , 19-31.

Baptista, Priscila da Silva. Validação Dos Dados De Precipitação Pluvial Estimados Pelo
Produto Merge Para A Amazônia Central. SANTARÉM, 2019.

Lucena, D. B., Oliveira, J. V., Andrade, A. R., & Lima, P. R. (2019). Análise da
Variabilidade Espaço-Temporal Da Precipitação Nas Sub-Bacias Do Rio Taperoá e
do Alto Curso Do Rio Paraiba. Revista De Geográfia, 179-198.

Marcuzzo, F. F., Rocha, H. M., & Melo, D. C. (2011). Mapeamneto Da Precipitação


Pluviometrica No Bioma Cerrado Do Mato Grosso. Boletim Goiano de Geográfia,

5
83-97.

Marcelo R. Viola et al, Métodos de interpolação espacial para o mapeamento da


precipitação pluvial, Campina Grande, 2010.

Nicolau, M. R. (2002). Modelação e Mapeamento da Distribuição Espacial de precipitação.


Lisboa.

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