Curso Superior de Técnico de Polícia Ostensiva E Preservação Da Ordem Publica
Curso Superior de Técnico de Polícia Ostensiva E Preservação Da Ordem Publica
JANEIRO-2024
1º CICLO DE ENSINO
Sumário
7. Transceptores ........................................................................................................................... 12
.
Aula 1 e 2 - Telecomunicações (conceito e breve histórico); Codificações e siglas na PMESP.
1. TELECOMUNICAÇÕES - CONCEITO
3
Fonte: Internet
2.2. O COPOM: Centro de Operações da Polícia Militar, sendo que o de São Paulo está
localizado na Rua Ribeiro de Lima nº 158.
4
DTIC Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação
DCI Departamento de Comunicação e Infraestrutura
DAS Departamento de Aplicações e Sistemas
COPOM Centro de Operações da Polícia Militar
SIOPM Sistema de Informações Operacionais da Polícia Militar
TMD Terminal Móvel de Dados
TPD Terminal Portátil de Dados
US Unidade de Serviço
BOE Boletim de Ocorrência Eletrônico
RSO Relatório de Serviço Operacional
Prodesp Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo
SSP Secretaria de Segurança Pública
IIRGD Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt
Infocrim Sistema de Informações Criminais
Fotocrim Base Informatizada de Fotografias Criminais
CPP Cartão de Prioridade de Patrulhamento
PE Ponto de Estacionamento
AISP Área de Interesse de Segurança Pública
CPC Comando de Policiamento da Capital
CPM Comando de Policiamento Metropolitano
CPI Comando de Policiamento do Interior
Aula 3 e 4 - Código ―Q‖ utilizado pela PMESP (código Q, alfabeto fonético, gírias utilizadas); A
Importância da Radiocomunicação na PM.
5
Código Q e Alfabeto Fonético Internacional
O Código ―Q‖ é utilizado nas comunicações via rádio, civil e militar, tendo como
objetivo a redução do tempo de emissão prolongando a vida útil do equipamento,
economia do canal de voz em cada mensagem dando maior fluidez e confiabilidade nas
comunicações, proporcionando melhor entendimento entre operadores de
radiocomunicação em qualquer idioma.
O Código ―Q‖ é formado pela substituição de informações por um conjunto de três letras,
sempre iniciadas pela letra ―Q‖, que dá nome ao código, e que é a letra inicial da palavra
question, em português: ―pergunta‖. Pode ser utilizado tanto para pergunta, resposta ou
inserido em uma frase.
Exemplo: Qual é o seu QTH? ou seja: Qual é o seu endereço? (Pergunta). Meu QTH
é .... ou seja: Meu endereço é .... (Resposta).
O código Q foi criado por volta 1909, originalmente pelo governo britânico, como uma
lista de abreviações preparadas para o uso dos navios britânicos e estações costeiras
licenciadas pela Agência Postal Geral.
Casos especiais:
6
NIHIL – nada do latim.
RPT - RePeaT.
TKS - ThanKS - obrigado
O alfabeto fonético internacional é um sistema de notação fonética baseado no alfabeto
latino, criado pela Organização de Aviação Civil Internacional e também adotado pela
Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) como uma forma de representação
padronizada dos sons do idioma falado.
É o método de soletração mais utilizado no mundo. Ele define palavras-chave para letras
do alfabeto inglês por meio de um princípio acrofônico (Alfa para A, Bravo para B, etc.)
para que palavras e números possam ser pronunciadas e entendidas por aqueles que
transmitem e recebem mensagens de voz por rádio ou telefone, independentemente de
seu idioma nativo, especialmente quando a segurança de navegação ou de indivíduos é
essencial.
Da mesma maneira os números têm uma forma padronizada de comunicação.
Anteriormente se utilizava a forma ordinal, ou seja: primeiro, segundo, terceiro e assim
por diante, e negativo para 0 (ZERO).
Entretanto, desde 2005 a PMESP adotou a forma de numeração cardinal, ou seja, um,
dois, três, etc.
7
Existem ainda algumas gírias usadas com frequência por policiais militares, entretanto
estas não têm caráter oficial:
Termo usado na rede rádio Significado
Baixa frequência, via Falcão Contato por telefone
36 Pausa para comer
Papa Fox (PF) Policial feminina
Papa Mike (PM) Policial masculino
Copiar Escutar
Ca Ge (Caráter Geral) Veículo produto de roubo/furto
Comando Comando Força Patrulha
Subárea Comandante de Cia
QSA Para indicar condição de saúde
4. A IMPORTÂNCIA DA RADIOCOMUNICAÇÃO
NA PM
8
Sem sombra de dúvidas, TIC está cada vez mais presente em nosso cotidiano, fato
perceptível nas redes sociais, transações bancárias, comércio eletrônico, internet,
convergência de mídias na telefonia celular, entre outros.
A tecnologia é fator essencial ao desempenho das atividades de segurança pública, desde o
atendimento do telefone de emergência policial até o encerramento da ocorrência no Distrito
Policial.
A informação rápida e correta ajuda os comandantes, gerentes ou tomadores de decisões a
atingirem suas metas.
Concluindo, a importância da comunicação no serviço policial tem como objetivos:
Apoio;
Preservação da VIDA;
Inteligência, rapidez e clareza das informações;
Sucesso das operações.
5. SISTEMA DE COMUNICAÇÃO
Muitas vezes obstáculos, existentes no ambiente, dificultam ou impedem a comunicação.
Outras vezes, como em um restaurante, temos que elevar o volume da voz, apesar de estarmos
bem próximos da pessoa com quem conversamos, devido ao ―barulho‖ do ambiente. E as
outras pessoas também sentem que tem que fazer a mesma coisa, elevar o volume de voz.
Comparando com as conversas entre pessoas, temos a potência é a energia, a atenuação é o
enfraquecimento da voz e o ruído ou interferência é o barulho.
Quando nos afastamos de uma pessoa, com quem estamos conversando, temos, muitas vezes,
que elevar o volume da voz para sermos entendidos, ou seja, colocar mais energia ou usar
outros recursos, como levar as mãos à boca, na forma de uma corneta, para concentrar a
energia sonora em uma direção e, com isso, ampliar o alcance. Ou seja, com a distância
aumentando a voz chega mais fraca ao receptor.
Quaisquer que sejam os métodos de envio utilizados necessitamos além da informação que
queremos enviar, de um sistema de comunicação, que se utilizam basicamente um
transmissor, um meio de comunicação (canal) e um receptor.
9
Um sistema de radiocomunicação simples é chamado de enlace de rádio. Os componentes
básicos de um enlace de rádio são: Antena; Ambiente; Transmissor, Receptor; e Cabos de
conexão.
Frequentemente estão presentes, na região entre as antenas, obstáculos que podem interromper
parcial ou totalmente a passagem do sinal.
6. TRANSCEPTORE
S
Transceptor é comumente chamado de rádio, sendo que se trata de um equipamento de
comunicação que transmite e recebe sinais ao mesmo tempo, composto por:
Microfone: Elemento eletromecânico, que quando sofre diferenças de pressão provocadas
pela voz humana, converte-as em ondas eletromagnéticas com uma frequência possível de
ser ouvida pelo ser humano (sinal de frequência de áudio).
Transmissor: Ou emissor de sinal, processa o sinal de entrada a fim de adaptá-lo ao canal
de comunicação desejado ou disponível. Normalmente envolve um processo de modulação
e eventualmente codificação (principalmente nos casos de comunicação digital).
Antena: Dispositivo condutor que emite para o espaço as ondas eletromagnéticas geradas
no emissor ou que recebe do espaço essas ondas destinadas ao receptor. A forma geométrica
que uma antena pode apresentar depende, essencialmente, do comprimento de onda das
ondas que ela emite ou recebe.
Receptor - Processa o sinal recebido para entrega ao transdutor de saída tendo como
funções básicas: a ampliação do sinal (para compensar as perdas no canal), a demodulação e
a decodificação (processos que revertem os de modulação e codificação no transmissor) e a
filtragem (para reduzir efeitos de ruído e interferência – em frequências diferentes da do
sinal eventualmente, de distorções - através de filtros equalizadores - na faixa de frequências
11
do sinal).
12
Alto falante - É um dispositivo que transforma as ondas eletromagnéticas em vibrações que
provocam diferentes pressões no ar que se encontra à sua volta, reproduzindo assim o sinal
original contendo a informação. Essas diferenças de pressão são interpretadas pelos nossos
ouvidos como sendo o som que ouvimos.
7. TIPOS DE TRANSCEPTORES
Transceptor Fixo (TF) - É um equipamento de
comunicação que permite centralizar as
comunicações e pode abranger uma área de cobertura
muito maior sem a necessidade da instalação de
estações repetidoras (dependendo da topografia do
local). São aquelas instalados em imóveis ocupados
pela Policia Militar (Batalhão, Cia PM,
Destacamento, GP, etc), ou seja, locais que possibilitem a
fixação da antena na área externa.
É composta por transceptor móvel ligado a uma fonte de alimentação, cuja antena é
diferente daquela de um rádio móvel, possibilitando maior ganho em irradiação e
consequentemente maior alcance.
Transceptor Móvel (TM) - É o transceptor instalado em qualquer veículo (terrestres,
aquáticos ou marítimos) podendo operar quando o mesmo estiver em movimento ou
estacionado em lugar não especificado, dentro da área de cobertura de uma rede de rádio
específica.
13
Transceptor Portátil (TP)- É um transceptor de uso pessoal que, chamado de HT (handie
talkie) devido ao porte e peso pode ser transportado e usado em qualquer lugar, não
dependendo de um lugar específico para ser usado.
14
- Harris
Assim como existe uma quantidade fixada e definida de viaturas por Organização Policial
Militar (OPM) chamado de Quadro de Fixação de Frota (QFF), para os equipamentos de TIC
também existe um Quadro de Fixação de Ativos de Tecnologia da Informação e
Comunicação chamado de QFTIC.
O QFTIC define a quantidade de estações de trabalho (computadores), notebook,
transceptores (todos os tipos) e TPD/TMD que cada Unidade da PMESP deve possuir.
8. Sistemas de Radiocomunicação
15
TM das viaturas se afiliando a sites que fazem a propagação dos sinais formando o SRD.
17
analógico.
As principais características do sistema digital são: segurança da comunicação, correção de
erro, uso de repetidoras de alto tráfego, uso mais eficiente do espectro, etc.
A principal desvantagem desse sistema é que se torna mais sensível à atenuação de sinais
por conta de absorção, obstáculos, reflexões podendo até distorcer os sinais.
18
Rede Convencional
Na rede convencional o número de grupos de
usuários que utilizam o sistema é maior que o
número de canais que o sistema proporciona,
principalmente em horários de ―picos de
ocorrências‖, como por exemplo, o período noturno
de sexta-feira e finais de semana, bem como dias de
recebimento de pagamento de salário dos cidadãos,
ou seja, circunstancias propícias para a
criminalidade agir. Como consequência, vários
grupos de usuários (policiais militares modulando
ao mesmo tempo) compartilham um canal
individual.
Nesse tipo de SRD, o policial militar deve aguardar que o canal seja liberado para só então
comunicar. Há ainda a possibilidade de ser bloqueado por outros usuários com um sinal mais
forte. Mesmo que haja canais disponíveis no sistema, o usuário fica restrito aquele destinado
a ele.
Rede Troncalizada
Visando aumentar a capacidade de tráfego de
comunicação em uma rede de rádio foi criado o sistema
de rádio troncalizado, no qual todas as frequências estão
disponíveis e vão sendo alocadas de acordo com
demanda, à medida que cada usuário requer acesso ao
sistema.
Os sistemas de rádio troncalizado diferem dos sistemas
de rádio convencionais, que utilizam um canal exclusivo
(frequência) para cada grupo de usuários, enquanto que
os sistemas troncalizados usa uma associação de canais
que estão disponíveis para um determinado grupo de
usuários.
Criptografia significa codificar as mensagens por meio de uso de algoritmos, de forma que
ela seja compreensível apenas para aqueles que devem ter acesso à informação.
A PMESP não compartilha a comunicação com nenhum outro órgão público de segurança
(Polícia Civil, Guardas Municipais, Polícia Federal, entre outros) e muito menos com
órgãos privados ou mídias.
19
Aula 9 e 10 - Status de viatura e códigos de ocorrências; Técnicas de utilização e exploração da rede
rádio (Informações essenciais a serem transmitidas via rede de rádio e sequência de ações).
22
receba ou oculte. O crime também ocorre na forma culposa, quando alguém adquire ou recebe
coisa que, por sua natureza ou pela desproporção entre o valor e o preço, ou pela condição de quem
a oferece, deve presumir-se obtido por meio criminoso.
B12 Alarme disparado. Aviso de alarme acionado em qualquer edificação, indicando a entrada
não autorizada de pessoa ou a prática de outros crimes.
Grupo L - De Trânsito.
L01 Veículo. Refere-se a situações nas quais a ação policial decorre de uma ou mais das seguintes
circunstâncias que envolvem veículo abandonado, avariado, com pane mecânica / elétrica,
localizado ou ainda submerso.
L08 Acidente de trânsito com vítima. Todo evento não premeditado, de que resultem lesões em
pessoas e/ou animais, em que pelo menos uma das partes esteja em movimento nas vias terrestres.
Exceto ocorrência com moto.
L09 Acidente de trânsito sem vítima. Todo evento não premeditado, de que resulte dano em
veículo ou na sua carga em que pelo menos uma das partes esteja em movimento nas vias
terrestres. Exceto ocorrência com moto.
L10 Acidente de trânsito com PM. Todo evento não premeditado envolvendo policial militar de
serviço ou de folga, de que resulte dano em veículo ou na sua carga e/ou lesões em pessoas e/ou
23
animais, em que pelo menos uma das partes esteja em movimento nas vias terrestres.
L12 Acidente de trânsito com moto. Todo evento não premeditado, envolvendo motocicleta que
resulte dano e/ou lesões em pessoas e/ou animais, em que pelo menos uma das partes esteja em
movimento nas vias terrestres.
HOMICÍDIO
A01 C09 VILIPÊNDIO A CADÁVER J03 DETENÇÃO DE SUSPEITO
CULPOSO
PERICLITAÇÃO DE
A07 D04 ESCRITO OU OBJETO OBSCENO J09 ARMA DE FOGO
VIDA
OCORRÊNCIA DE
A08 ABANDONO D06 CORRUPÇÃO DE MENORES J10
FALSIFICAÇÃO
OMISSÃO DE
A09 D08 EXPLORAÇÃO DO LENOCÍNIO
SOCORRO FORMAÇÃO DE
J11
BANDO/QUADRILHA
A10 AMEAÇA D09 JOGO DE AZAR
SEQUESTRO E
A11 D10 VADIAGEM DE TRÂNSITO
CÁRCERE PRIVADO
MAUS TRATOS A
A13 CONTRA A ADMNISTRAÇÃO PÚBLICA L04 CONGESTIONAMENTO
PESSOA
INFRAÇÃO E CRIMES DE
A14 RIXA E01 PECULATO L05
TRÂNSITO
TENTATIVA DE
A23 E10 CONTRABANDO/DESCAMINHO M01 OCORRÊNCIA COM PESSOA
SUICÍDIO
AFOGAMENTO EM
A24 E11 ABUSO DE AUTORIDADE M04 INSETO AGRESSIVO
CURSO
INGESTÃO/INJEÇÃO/INALAÇÃO
A25 TORTURA E13 RESISTÊNCIA M06
DE SUBST.
24
ABANDONO
A26 E14 NUMEC M10 DESMORONAMENTO
MATERIAL
ABANDONO
A27 E99 POLICIAL EM PERIGO (APP) M11 AUXÍLIO À GESTANTE
INTELECTUAL
ENTREGA FILHO
OUTRA OCORRÊENCIA
A28 MENOR A PES COM ENTORPECENTES M18
CONTRA PATRIMÔNIO
INIDÔNIA
CONDUTAS
A32 G01 OCORRÊNCIA COM PRESO N01 INCÊNDIO
DISCRIMINATÓRIAS
RISCO IMINENTE DE
B04 ROUBO H02 PIQUETE N22
EXPLOSÃO
ALARME
B12 CONTRA O MEIO AMBIENTE Z03 EM IMÓVEL PÚBLICO
DISPARADO
CONTRA A
TRANQUILIDADE E OS I02 OCR AMBIENTAL GCM Z05 NO MEIO AMBIENTE
MORTOS
RELACIONADO A POPULAÇÃO
C03 EMBRIAGUEZ I05 VISTORIA AMBIENTAL Z08
DE RUA
25
RELACIONADO A EVENTOS
C04 DESINTELIGÊNCIA I99 OUTRA OCR AMBIENTAIS GCM Z09
NÃO AUTORIZADOS
No caso de uma via longa (avenidas), ao informar o QTH, deve-se informar também a
altura (numeral) ou o sentido da via. Exemplo: ―COPOM, CARÁTER GERAL
EVANDINDO-SE DA VIATURA PELA AVENIDA TIRADENTES SENTIDO
SANTANA‖.
Não se deve usar gírias ou palavras estrangeiras, sendo que a comunicação deve ser
27
estritamente sobre serviço;
13. TELEFONIA
O princípio da telefonia é a transformação da energia acústica (especialmente a voz humana)
em elétrica e vice-versa.
28
Atualmente é o meio de comunicação mais comum, podendo ser por meio discado (fixo) ou
Linha discada (linha comum), na qual se pode trafegar sinalização por pulso ou decádica
(analógica) e por tom ou multifrequencial (digital).
O Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) é o serviço de telecomunicações que, por meio
de transmissão de voz e de outros sinais, destina-se à comunicação entre pontos fixos
determinados, utilizando processos de telefonia.
Contudo, no âmbito da PMESP temos dois tipos de Serviço Telefônico Fixo Comutado –
STFC, a saber:
O Operacional, que dá suporte ao atendimento emergencial 190 e 193 (COPOM e
COBOM).
Os serviços de emergência 190 para acionamento à Polícia Militar e 193 para acionamento
ao Corpo de Bombeiros são classificados como Serviços de Utilidade Pública, modalidade
Serviço Público de Emergência.
O Novo Plano Geral de Metas para a Universalização 2011 a 2015 estabelece a obrigação das
concessionárias e direito dos usuários, entre as metas mantidas no Novo PGMU está o acesso gratuito
aos serviços públicos de emergência, a saber:
Serviços Públicos de Emergência
100 Secretaria dos Direitos Humanos
128 Serviços de Emergência no âmbito do Mercosul
180 Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher
181 Disque Denúncia
190 Polícia Militar
191 Polícia Rodoviária Federal
192 Serviço Público de Remoção de Doentes (ambulância)
193 Corpo de Bombeiros
194 Polícia Federal
197 Polícia Civil
198 Polícia Rodoviária Estadual
199 Defesa Civil
29
A Polícia Militar tem um elevado custo de contas telefônicas. Para reduzir os custos com
telefonia foi instalada uma Rede Interna denominada RITel (Rota interna de Telefonia)
que permite a discagem direta gratuita aos ramais das OPMs da Capital e Região
Metropolitana de São Paulo. Atualmente cerca de 31% das Unidades operacionais e ainda
todo o Complexo de QCG e do CAdm da PMESP possuem a tecnologia necessária para a
utilização.
O uso da RITel é muito simples, basta seguir os passos descritos abaixo:
retirar o telefone do gancho;
teclar o código de 4 (quatro) dígitos da Rede Interna da OPM a ser chamada, conforme a
Relação de Códigos de Área da Rede Interna abaixo, e mais o sufixo (quatro últimos
números do telefone) da OPM;
Exemplo:
Telefone (11) 3327-7555
Código de Área da Rede Interna é ―5740‖
Tecle ―5740-7555‖
30
CPA/M-10 / 5010 Correg PM / 5760
CPA/M-11 / 5011 CMus / 5760
CPA/M-12 / 5012 APMBB / 5765
CSM/MInt / 5765 DCI / 5765
CAdm / 5740 CIAP / 5765
QCG /5000 CAvPM (GRPAe) /5734
ESSd / 5731 DL(CSM/MSubs) /5736
ESSgt / 5732 CAES / 5736
Mais preocupante ainda é este fenômeno impactando a vida e a rotina do policial militar,
uma vez que as consequências serão extensivas e graves caso o policial, por desatenção, não
consiga se antever a determinadas situações de perigo real, além da exposição negativa da
imagem da Instituição.
1
Fonte: https://www5.intranet.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/dec/?page_id=1669, acesso em 08DEZ21 às 09:00h.
31
O policial fica sujeito ao mesmo risco em horário de folga ou durante o deslocamento em
transporte público, já que na maioria das vezes está fardado e desacompanhado, de modo
que a necessidade de atenção e manutenção do estado de alerta se acentua ainda mais.”
Ainda em relação ao uso do celular pelo motorista que conduz a viatura existe ainda previsão
do artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro que proíbe seu uso durante a condução de
veículo. A ICC diz:
“Cabe ao encarregado a responsabilidade pela comunicação via rede rádio, a atenção aos
riscos e situações de segurança e o auxílio constante ao motorista, de forma que ele também
deve evitar ao máximo o uso do celular durante o deslocamento, privilegiando a segurança
e a imagem institucional.”
Fonte: Internet
32
fardas que não possuam cinto em sua composição não comportam a sobreposição
do aparelho.
O uso de aparelhos intercomunicadores funcionais deverá ser lançado em Relatório
de Serviço, logo no início do trabalho;
A postagem indiscriminada de imagens de ocorrência pode denegrir a sua imagem
ou a da Instituição, podendo acarretar responsabilização inclusive criminal com
relação à exposição indevida de terceiros;
Se julgar que a ocorrência possui potencial para divulgação, siga os canais
adequados e encaminhe as imagens ao Centro de Comunicação Social (CComSoc),
para que sejam submetidas à análise técnica e então divulgadas nos canais oficiais.
é proibida a postagem, divulgação, difusão ou compartilhamento de imagens, áudios
ou vídeos
de ocorrências policiais, conforme ORDEM DE SERVIÇO Nº CoordOpPM-
040/03/14;
utilize o celular somente em casos de precisão, como ligações de urgência ou
assuntos profissionais;
havendo a necessidade de fazer o uso do celular, desembarque da viatura, para que,
dessa forma, o outro integrante da equipe permaneça atento e realizando a
segurança, evitando situações indesejadas.
Sua vida e integridade física são muito importantes para a instituição e
principalmente para sua família, tenha isso em mente e faça o uso
responsável das tecnologias.
33
Falar de maneira clara e objetiva, com tom de voz adequado e velocidade média,
zelando pela compreensão e mantendo atitude comunicativa positiva;
Não utilizar termos técnicos, informando ao usuário o procedimento que será
realizado;
Registrar todos os dados possíveis, interpretando e compreendendo a importância de
cada detalhe, a fim de garantir a segurança do policial que irá atender a ocorrência e do
usuário;
Durante o cadastro da ocorrência, dizer sempre: ―Aguarde, por favor‖;
Após atendimento, encerrar a ligação dizendo: ―SENHOR, A SUA SOLICITAÇÃO
JÁ FOI REGISTRADA. (GRADUAÇÃO E NOME) AO SEU DISPOR‖ ou
―SENHOR, A SUA SOLICITAÇÃO JÁ FOI REGISTRADA. ASSIM QUE
POSSÍVEL UMA VIATURA IRÁ ATENDÊ-LO. (GRADUAÇÃO E NOME) AO
SEU DISPOR‖.
Fonte: https://www.cross.saude.sp.gov.br/
A Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde foi criada pela Secretaria da Saúde
do Estado de São Paulo tendo como objetivo implementar uma ferramenta de gestão do
sistema de saúde de todo Estado.
34
Tais serviços propiciam a correta assistência médica conforme necessidade da ocorrência.
Desta forma, por meio do CROSS, é possível que o COPOM consiga sinalizar para qual
unidade de saúde é possível socorrer uma vítima dependendo do tipo da lesão e da
disponibilidade de atendimento de cada unidade.
35
15. COPO
M
Fonte:http://copom.intranet.policiamilitar.sp.gov.br/institucional/
Fonte:http://copom.intranet.policiamilitar.sp.gov.br/institucional/
37
Mapa das Posições de Atendimento (PA) 190:
SIOPM Corp
O SIOPM (Sistema de Informações Operacionais da Polícia Militar) teve início em 1988, com
a primeira versão em COBOL, passando pela Linguagem C em 1997, abrangendo COPOM e
COBOM/CPC, COPOM/CPI-2 e COBOM Campinas, CPA/M-6 (ABC).
O SIOPM é utilizado no registro de informações sobre as ocorrências atendidas pela Polícia
Militar, contendo a base de dados de logradouros, cuja referência é o mapa oficial do
Município. Permite a supervisão, em tempo real, de ocorrências geradas e dispõe de recursos
de acesso aos bancos de dados de armas, veículos e pessoas (PRODESP, INFOSEG, etc).
É importante saber que as informações obtidas por meio de consultas às bases de dados da
PRODESP, INFOSEG, SIOPM Corp e outras, são de uso exclusivo para o serviço policial
militar e de caráter RESERVADO.
SIOPM Web
Toda a infraestrutura operacional está interligada ao SIOPM Web que proporciona a
composição de Unidade de Serviço (US) conhecido como Composição de Mapa Força, adequa
também a geração de relatórios operacionais e gerenciais, incluindo a confecção de Boletim de
Ocorrência, bem como o encerramento de ocorrências via web.
A composição de patrulhas (US) é essencial para que sejam utilizadas as funcionalidades do TPD.
Tela de início:
40
COPOM ON LINE
O COPOM ON LINE é o
sistema desenvolvido para
apoiar os comandantes na
tomada de decisão, pois
permite em tempo real
monitorar as ocorrências em atendimento e pendentes e supervisionar
41
Alertas:
42
Consulta de veículos:
43
16. GEOLOCALIZAÇÃO
A geolocalização permite identificar a origem geográfica de uma pessoa a partir de um
computador ou celular conectado à internet por meio do rastreamento do IP e de outros
métodos de identificação utilizando sistemas de satélites e servidores.
Celulares e smartphones utilizam o GPS integrado para envio de informações de localização
física geográfica. As maiorias dos equipamentos pedem a autorização prévia do usuário.
O GPS (Global Positioning System - Sistema de Posicionamento Global) é um sistema de
navegação por satélite a partir de um dispositivo móvel, que envia informações sobre a
posição de algo em qualquer horário e em qualquer condição climática.
Telemetria
45
automotivo aparelho é robusto e leve, utiliza o Android, sistema operacional que funciona sobre a
plataforma Linux.
Esse equipamento ficava dentro da viatura, presa no vidro dianteiro, sobre o painel. Era ligado
diretamente à bateria da viatura e proporciona a gestão do policiamento.
Consiste num tipo de computação embarcada, atualmente utilizado pelas viaturas operacionais,
para que se possa agilizar a consulta de dados, como pesquisas veicular, criminal e IMEI.
Seu funcionamento está vinculado à composição da patrulha através do SIOPM Web, para que
todas as funcionalidades possam ser disponibilizadas.
Em uma tela de sete polegadas, os policiais militares podem acessar os bancos de dados com
informações policiais, fazer uma análise preventiva do local, usar o Sistema de Posicionamento
Global (GPS, do inglês Global Positioning System), e confeccionar o Relatório de Averiguação
de Incidentes Administrativos (RAIA).
A principal finalidade do tablet é a de reduzir o uso da rede de rádio e proporcionar um
gerenciamento mais efetivo do policiamento da área por meio de informações como, quanto
tempo à viatura levou para chegar à ocorrência e quais policiais estão dentro da viatura. Tudo
monitorado pela intranet.
46
inteligência e maior celeridade à atividade policial.
Aula 29 e 30 - Funcionalidades dos TMD: mapas e locais; ocorrência de caráter geral; RAIA; consulta de
veículos, pessoas, celulares e CPP; sistema radar/detecta.
47
FUNCIONALIDADE do TMD
Menu de Consultas:
48
Menu RAIA
49
Registro de evidência digital
50
Regras de uso das COP:
Mantenha a COP em standby durante todo o turno de serviço;
Inicie a gravação intencional imediatamente após o despacho da ocorrência e antes de
qualquer ação policial (abordagens, fiscalizações, incursões, etc.);
Informe as pessoas que a ocorrência está sendo gravada;
Grave sua voz com a motivação antes de encerrar a gravação;
Só encerre a gravação de uma ocorrência quando não houver mais partes sob sua custódia
e já estiver retornando ao patrulhamento;
Em apoio a qualquer ocorrência/situação/ação a COP deve estar gravando;
Classifique as evidências no smartphone antes do fim do turno de serviço ou no sistema
após o upload dos dados à nuvem.
Sistema DETECTA
Trata-se de um sistema adquirido e implantado pelo Governo de São Paulo que utiliza
câmeras inteligentes equipadas com OCR e integração com banco de dados dos sistemas da
PMESP, Polícia Civil, Detran e Instituto de Identificação.
51
Visual do sistema:
Menu:
52
Consultas:
19. INTRANET PM
53
As instruções para utilização da INTRANET da Polícia Militar, I-30-PM observa quanto
às regras de utilização:
- O acesso à Internet aos Policiais Militares, será mediante ―login‖ e ―senha‖, ambos
fornecidos nos órgãos de ensino da Polícia Militar, quando do ingresso na Instituição;
- Observar rigorosamente os procedimentos de segurança estabelecidos quanto à
confidencialidade da sua senha, a qual é pessoal e intransferível, através da qual pode efetuar
operações a ele designadas nos recursos computacionais que acesse;
- Não divulgar a sua senha a outras pessoas, mantendo-a em segurança;
- Somente utilizar o seu acesso para os fins relacionados com o serviço policial militar e para
os quais estiver devidamente autorizado, em razão de suas funções;
- Responder em todas as instâncias, pelas consequências das ações ou omissões de sua parte
que possam pôr em risco ou comprometer a exclusividade de conhecimento de sua senha ou
das transações que tenha acesso;
Para acesso à INTRANET por meio do celular ou computador não conectado diretamente a
rede da PMESP, deve-se utilizar o VPN (―Virtual Private Network‖ - Rede Privada Virtual)
que estabelece uma conexão de rede protegida mesmo ao usar redes públicas, sendo
necessário seguir os procedimentos indicados ao usuário.
Correio eletrônico na PM
54
O Notes foi o primeiro aplicativo a adotar usar a criptografia de chave pública para a
autenticação do usuário e para a criptografia dos dados.
Elepode ser acessado por meio do endereço eletrônico:
https://correio.policiamilitar.sp.gov.br, inserindo número do CPF e senha pessoal:
- Será conferido ao usuário somente uma conta com senha, pessoal e intransferível, para
acesso aos serviços de correio eletrônico.
- O usuário deverá notificar imediatamente o Oficial de Telemática de sua OPM, para que
este adote as providências necessárias junto ao CPD referente a qualquer uso não
autorizado de sua conta ou qualquer violação de segurança que seja ou não de seu
conhecimento.
- Não transmitir e/ou divulgar qualquer material que viole direitos de terceiro, incluindo
os de propriedade intelectual;
55
- Não transmitir e/ou divulgar qualquer material que tenha natureza ou caráter comercial
e/ou político;
- Não abusar de sua condição para obter acesso não autorizado aos serviços de tecnologia
da PMESP;
FERRARI, Antonio Martins. Telecomunicações: evolução e revolução. São Paulo: Érica, 1998.
MIYOSHI, Edson Mitsugo; SANCHES, Carlos Alberto. Projeto de sistemas de rádio. São
Paulo: Érica, 2002.
NETO, Vicente S.; LUCILIO, Petrucci A.; TEIXEIRA, Paulo S., de A. Sistemas de propagação
e rádio enlace. São Paulo: Érica, 2002
SÃO PAULO (Estado). Decreto Estadual nº 33.395, de 18 de junho de 1991. Dispõe sobre o
Sistema Integrado de Telecomunicações Oficiais do Estado, define a estrutura e a organização do
Conselho Estadual de Telecomunicações (Coetel) e dá outras providências. Diário Oficial do
Estado. São Paulo, SP, de 20 jun. 1991. Disponível
em:<http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1991/decreto-33395-
18.06.1991.html>. Acesso em: 9 maio 2017.
Polícia Militar do Estado de São Paulo. Manual Básico de Policiamento Ostensivo da Polícia
Militar (M-14 PM). 2. ed. Disponível em:
<http://www.intranet.polmil.sp.gov.br/organizacao/unidades/1empm/1empm_v3/Publicacoes/Ma
nuais/Manuais%201%C2%AAE/M-14-PM.pdf>. Acesso em: 26 abr. 2017.
Manual de Codificação de Ocorrências da Polícia Militar (M-16-PM). 2. ed. Disponível em:
<http://www.intranet.polmil.sp.gov.br/organizacao/unidades/1empm/1empm_v3/Publicacoes/Manuais/
Manuais%201%C2%AAEM/M-16-PM.pdf>. Acesso em: 24 abr. 2017
Polícia Militar do Estado de São Paulo. Manual Básico de Policiamento Ostensivo da Polícia
Militar (M-14 PM). 2. Ed. Disponível em:
<http://www.intranet.polmil.sp.gov.br/organizacao/unidades/1empm/1empm_v3/Publicacoes/Ma
nuais/Manuais%201%C2%AAE/M-14-PM.pdf>. Acesso em: 26 abr. 2017.
Manual de Codificação de Ocorrências da Polícia Militar (M-16-PM). 2. Ed. Disponível em:
<http://www.intranet.polmil.sp.gov.br/organizacao/unidades/1empm/1empm_v3/Publicacoes/Ma
nuais/Manuais%201%C2%AAEM/M-16-PM.pdf>. Acesso em: 24 abr. 2017
57
Telefonia fixa, 2018. Disponível em
<http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialleg/pagina_4.asp>. Acesso em 15 de out. de 2018.
58