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FACULDADE DE EDUCAÇÃO SANTA TEREZINHA
CURSO DE DIREITO
NOME DO ALUNO
TÍTULO DO PROJETO
(O TÍTULO DEVE SER BEM ESPECÍFICO COM RELAÇÃO AO SEU TEMA, NÃO
USAR TÍTULOS GENÉRICOS)
IMPERATRIZ
2024
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NOME DO ALUNO
TÍTULO DO PROJETO
Projeto de Monografia apresentado à
coordenadoria de Direito da Faculdade de
Educação Santa Terezinha como requisito
parcial para qualificação na disciplina de
Monografia I
Orientadora: Prof.ª Paola Efelli Rocha de
Sousa Lima.
IMPERATRIZ
2024
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NOME DO ALUNO
TÍTULO DO PROJETO
Projeto de Monografia apresentado à
coordenadoria de Direito da Faculdade de
Educação Santa Terezinha como requisito
parcial para qualificação na disciplina de
Monografia I.
Orientador: Prof.ª Paola Efelli Rocha de
Sousa Lima.
Aprovado em: ____/____/_____.
BANCA EXAMINADORA
_______________________________________
1º Examinador
_______________________________________
2º Examinador
IMPERATRIZ
2024
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SUMÁRIO
1 IDENTIFICAÇÃO .................................................................................................. 0
2 JUSTIFICATIVA ................................................................................................... 0
3 PROBLEMA ......................................................................................................... 0
4 QUESTÕES NORTEADORAS ............................................................................. 0
5 OBJETIVOS ......................................................................................................... 0
5.1 Objetivos Gerais ................................................................................................. 0
5.2 Objetivos Específicos ......................................................................................... 0
6 MARCO TEÓRICO ............................................................................................... 0
7 METODOLOGIA ................................................................................................... 0
7.1 Quanto à abordagem ............................................................................................ 0
7.2 Quanto aos fins ..................................................................................................... 0
7.3 Quanto aos métodos ............................................................................................. 0
7.4 Técnicas e instrumentos de coleta de dados ........................................................ 0
REFERÊNCIAS........................................................................................................... 0
OBS.
A MEDIDA QUE FOR CONTRUINDO O SEU PROJETO, VÁ INCLUÍNDO O
NÚMERO DAS PÁGINAS AQUI NO SUMÁRIO, ELE JÁ POSSUI TODOS OS
TÓPICOS NECESSÁRIOS, NÃO PRECISA INCLUIR OU MODIFICAR NADA,
APENAS INCLUIR AS PÁGINAS.
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1 IDENTIFICAÇÃO
Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas.
Área: (COLOCAR A MATÉRIA QUE O SEU TEMA ESTÁ RELACIONADO, EX:
DIREITO PENAL, DIREITO AGRÁRIO, DIREITO CONSTITUCIONAL…)
Linha de pesquisa institucional: (COLOCAR DIREITO PÚBLICO OU PRIVADO)
Tema: (ESPECIFICAR O TEMA DENTRO DA MATÉRIA QUE ESCOLHEU, NÃO
DEVE SÓ REPETIR O TÍTULO, MAS COLOCAR EM QUAL ÁREA A SUA PESQUISA
SERÁ FEITA)
Título: (COLOCAR O TÍTULO DA PESQUISA)
Autor: NOME DO ALUNO
Orientador: Prof.ª Ma. Paola Efelli Rocha de Sousa Lima.
Instituição: Faculdade de Educação Santa Terezinha.
Curso: Direito.
Problema: COLOCAR O PROBLEMA AQUI (EXPLICO MAIS A DIANTE COMO
FAZER O PROBLEMA)
Objetivo Geral: COLOCAR O OBJETIVO GERAL AQUI (EXPLICO MAIS A DIANTE
COMO FAZER O OBJETIVO GERAL)
Local: Imperatriz.
Data: 2023
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2 JUSTIFICATIVA
A justificativa do projeto de pesquisa deve seguir alguns padrões que
esclareçam os motivos para a realização de sua pesquisa. No primeiro parágrafo,
apresente o título ou tema e caracterize o problema da pesquisa.
No segundo parágrafo, apresente a relevância intelectual e funcional do
assunto investigado, acrescentando a sua experiência prática como elaborador do
projeto. Apresente argumentos sólidos para convencer a universidade da importância
do seu tema e que essa pesquisa merece ser realizada.
No terceiro parágrafo, apresente a motivação, o que te levou a pesquisar sobre
esse assunto. E por fim, conclua o entendimento da justificativa. A Justificativa deverá
exaltar a importância do tema a ser estudado e a necessidade de se levar a diante tal
empreendimento, sem que se responda tudo o que será tratado ou concluído durante
o projeto. (No mínimo 20 linhas)
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3 PROBLEMA
Refere-se ao que o pesquisador pretende descobrir com a pesquisa, apresenta-
se no formato de uma pergunta, com o uso de um ponto de interrogação no final. Deve
ser limitado, bem definido e estar diretamente relacionado com o título/tema da
pesquisa. Uma ideia é repetir o seu título e tentar tanformá-lo em uma pergunta.
05 DICAS PARA FORMULAR UM EXCELENTE PROBLEMA DE PESQUISA
1. O que é pertinente ao meu processo de aprendizagem? (reflita como o seu tema se
relaciona com meu projeto mais amplo de trajetória acadêmica e profissional);
2. Faça uma busca em bases de pesquisa para que sua situação-problema inicial
ganhe consistência (você pode buscar no banco de teses da CAPES, Google
Acadêmico, plataformas das próprias Universidades e os livros já publicados)
3. Lembre-se que é importante buscar bases seguras para teorizar suas ideias iniciais
e dar subsídios aos seus conhecimentos epistemológicos (não tem mágica, pessoal,
é leitura mesmo!).
4. O problema deve ser claro, preciso e ter uma solução (faça o recorte do seu objeto);
5. O problema deve ser delimitado a uma dimensão viável (é possível realizar a
pesquisa com os instrumentos e tempo que você possui?)
Lembre-se que aprender a pesquisar faz parte de um processo criativo que
envolve desenvolver habilidades de pensar e olhar cientificamente, então, mãos à
obra!
Abaixo segue um exemplo de um problema no caso de um tema relacionado à
Lei Maria da Penha.
Ex:
Quais são os resultados apresentados pela Lei Maria da Penha no tocante a
sua eficácia/ineficácia diante dos casos de violência doméstica e familiar contra a
mulher registrados na cidade de Imperatriz?
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4 QUESTÕES NORTEADORAS
São apresentadas como perguntas ordenadas e preparadas com base no
objetivo pretendido na pesquisa e nas dúvidas do pesquisador. Devem estar
realcionadas ao problema, de maneira que sejam caminhos a percorrer para chegar
à resposta central, ou seja, o problema da pesquisa. Você deve criar pelo menos três
questões norteadoras. (Siga as dicas de como criar o problema)
Atenção: Cuidado para não repetir a mesma pergunta que está no problema.
Exemplos (relacionadaos à temática Lei Maria da Penha):
• Como ocorreu a evolução histórica do tratamento social e jurídico dispensado
às mulheres?
• Quais são os elementos caracterizadores da violência doméstica e familiar
contra a mulher?
• Quais são os principais diplomas normativos nacional e internacional de
proteção a mulher contra a violência doméstica e familiar, bem como a desigualdade
de gênero?
• Quais são os procedimentos legais realizados na aplicação da Lei Maria da
Penha na cidade de Imperatriz - MA?
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5 OBJETIVOS
5.1 Geral
O objetivo geral é a particularização da finalidade principal da pesquisa
proposta, que deve conter os elementos do título. Uma dica e copiar o problema e
traformá-lo em uma oração que represente uma ação, uma vez que o objetivo geral
serve para solucionar a pergunta que foi criada no problema da pesquisa, para isso,
basta iniciar a oração com um verbo que indique a sua ação dentro da pesquisa.
Abaixo listei alguns verbos que podem ser utilizados na construção dos objetivos,
tanto o geral como os específicos.
Verbos de Conhecimento
Associar; calcular; citar; classificar; definir; descrever; distinguir; enumerar;
especificar; enunciar; estabelecer; exemplificar; expressar; identificar; indicar; medir;
mostrar; nomear; registrar; relacionar; relatar; selecionar.
Verbos de Compreensão
Concluir; descrever; distinguir; deduzir; demonstrar; discutir; explicar;
identificar; ilustrar; inferir; interpretar; localizar - relatar; revisar.
Verbos de Análise
Analisar; classificar; categorizar; combinar; comparar; comprovar; contrastar;
correlacionar; diferenciar; discutir; detectar; descobrir; discriminar; examinar;
experimentar; identificar; investigar; provar; selecionar.
Verbos de Avaliação
Avaliar; concluir; constatar; criticar; interpretar; julgar; justificar; padronizar;
relacionar; selecionar; validar; valorizar.
Ex. de objetivo relacionado à Lei Maria da Penha:
Investigar os resultados apresentados pela Lei Maria da Penha no tocante a
sua eficácia/ineficácia diante dos casos de violência doméstica e familiar contra a
mulher registrados na cidade de Imperatriz.
5.2 Específicos
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Seguir as instruções do objetivo geral. Um dica é copiar as questões
norteadoras e tranforma-las em ações, ou seja, em orações que iniciam com
algum dos verbos listados acima.
Exemplos de objetivos específicos relacionado à Lei Maria da Penha:
• Descrever a evolução histórica do tratamento social e jurídico dispensado às
mulheres;
• Analisar os elementos caracterizadores da violência doméstica e familiar contra
a mulher;
• Discorrer sobre os principais diplomas normativos nacional e internacional de
proteção a mulher contra a violência doméstica e familiar, bem como a desigualdade
de gênero;
• Analisar os procedimentos legais realizados na aplicação da Lei Maria da
Penha na cidade de Imperatriz - MA.
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6 MARCO TEÓRICO
A fundamentação teórica é uma produção textual em que se expõe as
ideias do autor referentes à teoria que mais influenciará a pesquisa. Deve ser
elaborada com um texto na 3ª pessoa do singular, que deverá conter, no
primeiro parágrafo, o tema/título da pesquisa (e o subtítulo, se houver). Deve ser
apresentada obedecendo ás normas especificadas e já estabelecidas em sala
de aula, no material sobre marco teórico que está na nossa sala de aula do
Google. Lá estão todas as diretrizes sobre referências e citações que devem ser
feitas nessa construção.
IMPORTANTE: Ao contruir o marco teórico, tudo o que for utilizado de
obras, livros, artigos, leis, decretos, sites. Deve ser colocado logo no campo
referências que fica no final do projeto, pois se você deixar para colocar as
referências depois não terá como lembrar de onde retirou as citações.
OBSERVAÇÕES:
Deve conter, no mínimo, três laudas;
Deve ser escrito em fonte arial 12, com espacejamento entrelinhas 1,5 cm.
Deve ser escrito na 3ª pessoa do singular
Deve contemplar intervenções dos autores em forma de citações, que
podem ser longas, curtas, diretas ou indiretas (vide material sobre citações)
Deve ser fundamentado, no mínimo, em três autores com relevante
influência na temática abordada;
Abaixo segue um exemplo de referencial teórico relacionado à Lei Maria
da Penha. Se achar necessário, você pode dividir em tópicos, para uma melhor
compreensão do que foi abordado.
Exemplo:
A violência doméstica e familiar contra a mulher atualmente tornou-se um
problema enfrentado em diversos países, sendo algo discutido e estudado por várias
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áreas de conhecimentos, sobretudo pelos organismos internacionais de promoção e
efetivação dos Direitos Humanos.
Segundo leciona Cavalcanti, a violência pode ser definida da seguinte maneira:
É um ato de brutalidade, abuso, constrangimento, desrespeito, discriminação,
impedimento, imposição, invasão, ofensa, proibição, sevícia, agressão física,
psíquica, moral ou patrimonial contra alguém e caracteriza relações
intersubjetivas e sociais definidas pela ofensa e intimidação pelo medo e
terror. (CAVALCANTI, 2007, p. 29)
Neste contexto, observa-se que a violência significa a prática de atos que
impliquem em sofrimentos para a vítima, caracterizando uma agressividade de uma
forma excessiva e até mesmo intencional, para ameaçar ou cometer um tipo de ato
que intimide e cause sequelas, que podem ser físicas, morais, patrimoniais e/ou
psicológicas. Desse modo, a violência consiste em:
Qualquer ato, omissão ou conduta que serve para infligir sofrimentos físicos,
sexuais ou mentais, direta ou indiretamente, por meios de enganos, ameaças,
coações ou qualquer outro meio, a qualquer mulher e tendo por objetivo e
como efeito intimidá-la, puni-la ou humilhá-la, ou mantê-la nos papeis
estereotipados ligados ao seu sexo, ou recusar-lhe a dignidade humana, a
autonomia sexual, a integridade física, moral, ou abalar a sua segurança
pessoal, o seu amor próprio ou a sua personalidade, ou diminuir as suas
capacidades físicas ou intelectuais. (CUNHA; PINTO, 2007, p. 24).
Dito isto, cumpre salientar que ao longo da história das civilizações humanas,
as mulheres sempre foram alvos de exclusão social, destinando-se a elas a figura de
propriedade paterna e, posteriormente, marital, cuja finalidade estava restrita a
procriação e criação da prole.
Desta forma, a história demonstra que além da marginalização social e
restrição de direitos, a mulher também era vítima de diversos atos de violências,
sobretudo agressões físicas, sexuais e psicológicas e, embora, na atualidade
predomine a igualdade de gênero e a supremacia da dignidade da pessoa humana,
ainda existe resquícios da retrógada cultura patriarcal, de modo que diariamente
inúmeras mulheres são vítimas de algum tipo de violência no âmbito doméstico e
familiar.
Assim, Hermann entende que a violência contra a mulher está intrinsecamente
relacionada com as estruturas familiares e sociais de tempos anteriores, que pregava
a subordinação absoluta da mulher ao homem:
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Uma manifestação das relações de poder historicamente desiguais entre
mulheres e homens, que causaram a dominação da mulher pelo homem, a
discriminação contra a mulher e a interposição de obstáculos contra seu
pleno desenvolvimento. Trata-se de um dos dispositivos sociais estratégicos
de manutenção da subordinação da mulher em relação ao homem.
(HERMANN, 2007, p. 30)
A história da violência contra as mulheres ainda permanece de uma forma vazia
na literatura científica, pois muitos tipos de violência contra o sexo feminino eram, de
certo modo, abafados, escondidos, muitas vezes pela sensibilidade do próprio assunto
ou muitas vezes pela tolerância das normas sociais. A falta de informações e de dados
até hoje é uma barreira contra a formação de uma imagem transparente da violência
contra as mulheres.
É importante destacar que a subordinação da mulher esteve presente em
quase todas as etapas da história da humanidade, corroborando assim uma
cultura que determinou papéis sociais às mulheres e aos homens, e
legitimando a inferioridade da mulher e a violência contra a mulher, por
conseguinte, estando subjugada não podia trazer à tona seus sofrimentos
porque não encontrava adesão. (LAGO; TONELI; SOUZA, 2013, p.15)
Embora boa parte desta história seja obscura, é fato de que essa violência foi
tolerada, e até mesmo legalmente sancionada. Muitos exemplos históricos trazem o
início desta violência, tal como a Lei Romana, que dava aos homens o direito de
castigar suas esposas, inclusive com a morte. Outro fato histórico foi a queima das
bruxas, que foi tolerada tanto pelo próprio Estado como pela Igreja, através da atuação
do Tribunal da Santa Inquisição no período da Idade Média.
Uma regra que mostrava a legalização da violência contra as mulheres era o
Common Law inglês do século XVIII que dava a permissão a um homem punir sua
esposa usando uma vara. Tal regra para a punição das esposas perdurou na
Inglaterra e na América até o final do século XIX.
Segundo Lago, Toneli e Souza:
Em muitas sociedades, a violência foi quase sempre utilizada como modo de
resolução de conflitos, tendo também função educativa (a violência como
forma de punir para educar). Isto, principalmente na esfera doméstica, lugar
tradicionalmente considerado como âmbito do indivíduo, no qual nada mais
diria respeito à sociedade e nem ao Estado, neste sentido, poderia ser
também o espaço de violências inclusive contra mulher. (LAGO; TONELI;
SOUZA, 2013, p.16)
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Nas civilizações gregas, a mulher era vista como uma criatura subumana,
sempre associada a noção de inferior ao homem. Era ignorada moralmente e
socialmente, ou seja, não possuía direito algum, apenas o dever de obediência
absoluta.
Historicamente, isto foi decorrente, em grande medida, dos papéis e
expectativas que foram atribuídos à mulher: tarefas domésticas, a
maternidade, o cuidado com os filhos, a fragilidade, a docilidade, a meiguice,
a ternura, enfim o confinamento ao espaço doméstico e a subordinação ao
homem. (LAGO; TONELI; SOUZA, 2013, p.16)
Já na Idade Média a mulher teria que apenas desemprenhar o papel de mãe e
esposa, nada mais do que estar a serviço de seu marido, para lhe obedecer, tornando-
se como uma espécie de criada para seguindo as ordens dos homens. A verdadeira
história da violência contra as mulheres está ligada com visão histórica da mulher
como propriedade paterna e marital, onde deveria ser completamente submissa ao
homem.
Observado este contexto histórico, destaca-se que a violência doméstica é todo
ato ou omissão que cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e
dano moral ou patrimonial, independente da orientação de sexual da vítima, sendo a
violência praticada entres os membros que habitam em um ambiente familiar em
comum. Pode acontecer entre várias pessoas unidas de forma civil (como marido e
esposa e genro e nora) e também entre pessoas com laços de sangue (como pais e
filhos).
Segundo a Lei nº 11.340/06 em seu art. 5º, violência doméstica e familiar contra
a mulher é “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão,
sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial” quando praticada
no âmbito da unidade doméstica, da família ou em qualquer relação íntima de afeto
(NEVICON, 2011).
Pode-se dizer então que a violência doméstica é aquela que sempre acontece
no seio familiar, onde ocorre o convívio da família, sendo reconhecida não apenas
como forma a agressão física, mas sim como qualquer tipo de violência que cause
algum sofrimento, podendo ser ela praticada de forma física, moral, psicológica e
também patrimonial contra a mulher.
A própria Lei traz em sua redação os elementos caracterizadores para a
ocorrência da violência doméstica e familiar contra a mulher, e como pode se
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configurar o ato de violência, conforme extrai-se do artigo 5º da Lei nº 11.340/2006, in
verbis:
Art. 5º Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar
contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause
morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou
patrimonial:
I - no âmbito da unidade doméstica, compreendida como o espaço de
convívio permanente de pessoas, com ou sem vínculo familiar, inclusive as
esporadicamente agregadas;
II - no âmbito da família, compreendida como a comunidade formada por
indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais,
por afinidade ou por vontade expressa;
III - em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha
convivido com a ofendida, independentemente de coabitação.
Parágrafo único. As relações pessoais enunciadas neste artigo independem
de orientação sexual. (BRASIL, 2006)
O conceito de violência abrange qualquer tipo de transtorno psicológico e até
mesmo moral, podendo também ser praticada de forma patrimonial contra a mulher.
Observa-se que a própria sociedade só tem conhecimento desta violência como
sendo uma agressão física, ou seja, o desconhecimento da Lei acarreta todo o
aumento da violência contra a mulher, de modo que as vítimas desconhecem a
legislação e os instrumentos de proteção que ela oferece.
A violência doméstica se dar na posição em que a mulher fica diante do homem,
em uma forma de vulnerabilidade social, de modo que a Lei Maria da Penha busca
uma forma que quebrar essa barreira e de implantar políticas públicas que visam o
combate à violência no âmbito familiar.
Sobre o tema, entende-se que:
Sendo uma legislação criada para tutelar as mulheres, e que, inegavelmente,
tende a considerar que tais, tradicionalmente, ocupam uma posição de
vulnerabilidade social em relação ao homem, a Lei Maria da Penha deve ser
vista também como a busca de implementação de uma política pública de
proteção e combate à violência de gênero, pelo que, temos que as medias
protetivas referidas anteriormente, são regulamentadas também em razão da
necessidade de prestação de tutela jurisdicional rápida para casos de
urgência, como o são esses. (AMARAL, 2012)
Pode-se observar também que é a Lei Maria da Penha é taxativa ao dizer que
para se caracterizar violência doméstica não é necessário que a vítima, no caso a
mulher, mantenha relações sexuais com o próprio agressor, devendo apenas que
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exista uma relação seja de qual maneira, mas íntima de afeto, já faz com que o agente
tenha algum convívio com a vítima.
Sobre esse conceito de violência doméstica, a lei ainda traz expressamente as
formas que acarretam algumas medidas de proteção:
Art. 7º. São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre
outras:
I - a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua
integridade ou saúde corporal;
II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause
danos emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe
o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações,
comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento,
humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição
contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do
direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde
psicológica e à autodeterminação;
III - a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a
presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada,
mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a
comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a
impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio,
à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem,
suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos
sexuais e reprodutivos;
IV - a violência patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure
retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos
de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos
econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;
V - a violência moral, entendida como qualquer conduta que configure
calúnia, difamação ou injúria. (BRASIL, 2006)
Pelo exposto, observa-se que a Lei abrange o conceito de violência doméstica
como qualquer tipo de dano que possa ser causado a mulher, seja ele físico, moral,
psicológico, mostrando que essa violência estar em todos os modos possíveis de ação
que trazem sofrimento a mulher.
Antes da criação da Lei Maria da Penha os casos de violências contra as
mulheres eram tratados nos Juizados Especiais Criminais (JECRIM), por serem
considerados como crimes que pequena relevância e de menor potencial ofensivo,
onde nem sempre garantiam a punição do agressor, e muitas vezes, as penas eram
apenas pagamento de cestas básicas e prestações de serviços à comunidade.
A Lei nº 11.340/06 surgiu como um avanço na sociedade, conforme leciona
Santos:
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A Lei Maria da Penha trouxe interessantes transformações na legislação
penal, tanto na ordem adjetiva como substantiva; significa dizer que procedeu
à alteração do Código Penal quando incrementou as penas referentes ao
crime de violência doméstica e determinou procedimento de ordem
processual que garantia assistência e proteção à pessoa da mulher ofendida.
(SANTOS, 2013, p. 41)
Nesse contexto, pode-se destacar que com o crescimento constantemente da
violência contra a mulher, onde todos os dias depara-se com fatos reais da vida
cotidiana das mulher que sofrem algum tipo de agressão, a Lei Maria Penha incorpora
no conceito de violência doméstica, uma perspectiva de gênero, trazendo
considerações referentes nos casos de situação de violência doméstica e familiar.
A origem e denominação de Lei Maria da Penha como fato ocorrido em
virtude da coragem de uma das milhares de vítimas de violência doméstica
no país. Maria da Penha Maia Fernandes, biofarmacêutica cearense, que
sofreu durante seis anos, agressões de seu marido, Marco Antônio Heredia
Viveiros. (DIAS, 2007, p. 13)
A origem da “Lei Maria da Penha”, deu-se por uma mulher cearense Maria da
Penha Maia Fernandes, uma das vítimas de violência doméstica no país, que sofreu,
durante 6 (seis) anos agressões de seu marido, onde este, em várias ocasiões,
atentou contra sua vida com disparos de arma de fogo enquanto dormia. Ela ficou
hospitalizada algumas semanas e retornou para seu lar com paraplegia nos seus
membros inferiores.
Diante da vagarosidade da Justiça e a grande luta sofrida de Maria da Penha,
por uns 20 (vinte) anos, para conseguir ver seu ex-marido condenado, chegando a
denunciar o caso à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (caso n.º
12.051/OEA), a República Federativa do Brasil foi responsabilizada por omissão e
negligência em relação à violência doméstica e familiar.
Maria da Penha em busca de justiça e indignada com o descaso e
morosidade da justiça brasileira procurou a Organização dos Estados
Americanos (OEA) e explanou a sua história, rogando providências. Em 2001,
a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, publicou o
Relatório nº 54, estabelecendo recomendações a serem adotadas pelo
Estado brasileiro no caso de Maria da Penha Maia. (LIMA FILHO, 2007, p.
55)
Houve diversas recomendações internacionais para que o país realizasse uma
grande reforma legislativa com o intuito de combater de forma eficaz e efetiva a
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violência doméstica e familiar praticada contra a mulher, sob pena de aplicação de
sanções internacionais.
A repercussão foi de tal ordem que o Centro pela Justiça e o Direito
Internacional – CEJIL e o Comitê Latino Americano e do Caribe para a defesa
dos Direitos da Mulher – CLADEM formalizaram denúncia à Comissão
Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados
Americanos, (caso n.º 12.051/OEA). No entanto, apesar de, por quatro vezes,
a Comissão ter solicitado informações ao governo brasileiro, nunca recebeu
nenhuma resposta. O Relatório da OEA, além de impor o pagamento de
indenização no valor de 20 mil dólares em favor de Maria da Penha,
responsabilizou o Estado brasileiro por negligência e omissão em relação à
violência doméstica, recomendando a adoção de várias medidas, entre elas
simplificar os procedimentos judiciais penais a fim de que possa ser reduzido
o tempo processual. (DIAS, 2007, p. 14)
Depois de um longo período de inércia e descaso às recomendações dos
organismos internacionais de Direitos Humanos, o Estado brasileiro iniciou o processo
legislativo, com o intuito de implementar medidas para contribuir na prevenção e no
combate à violência contra as mulheres.
Em face da pressão sofrida por parte da OEA o Brasil, finalmente, cumpriu as
convenções e tratados internacionais dos quais é signatário. Daí a referência
constante na ementa contida na Lei Maria da Penha à Convenção sobre a
Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e à
Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra
a Mulher, (relatório nº 54/2001) em que se orientou o país a realizar profunda
reforma legislativa com o fim de combater, efetivamente, a violência
doméstica praticada contra a mulher. (DIAS, 2007, p. 14)
Em 7 de agosto de 2006, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei
Maria da Penha, criada com o objetivo de punir com mais rigor os agressores contra
a mulher no âmbito doméstico e familiar. A criação da Lei trouxe não só uma proteção
a mulher vítima de agressão, mas também um avanço para a sociedade em geral, no
tocante a igualdade de gênero.
No campo dos direitos humanos, a criação da Lei Maria da Penha foi um dos
avanços mais extraordinários do Brasil nos últimos tempos. A lei castiga com
rigor os homens que atacam as companheiras ou ex-companheiras. Para
isso, obriga o poder público a montar um extenso aparato de segurança e
justiça especializado em violência doméstica — delegacias, defensorias
públicas, promotorias e tribunais, todos com funcionários que tenham
sensibilidade suficiente para compreender a dor de uma mulher violentada e
humilhada. (WESTIN,2013)
18
Desta forma, a presente pesquisa se fundamenta em investigar a
eficácia/ineficácia da Lei Maria da Penha na violência doméstica contra a mulher na
cidade de Imperatriz/MA. Como resultado pretende-se suscitar a eficácia da Lei Maria
da Penha no combate a violência doméstica e familiar contra a mulher no âmbito da
cidade de Imperatriz.
19
7 METODOLOGIA
A metodologia deve conter: um parágrafo introdutório onde é apresentado o
tema/título (e o subtítulo, se houver) da pesquisa; a classificação da pesquisa quanto
a área de conhecimento e sua finalidade.
7.1 Quanto à abordagem
Esta pesquisa possui uma abordagem qualitativa. Segundo Gil (2008) a
pesquisa qualitativa é usada nos casos em que é necessário uma análise mais
aprofundada do pesquisador. Por isso, essa pesquisa foi a mais indicada para
alcançar o objetivo de entender se é possível que a eutanásia seja legalizada no
Brasil.
Quanto a abordagem, a pesquisa será qualitativa ou quantitativa. Defina o que
é a pesquisa qualitativa (ou quantitativa) segundo algum autor (Gil, Marconi e Lakatos,
dentre outros) e justifique porque esta é a abordagem mais adequada para realizar o
seu trabalho, em todos os detalhes possíveis. Fundamente a sua escolha com o
objetivo geral. Apresente uma citação de algum autor de metodologia.
7.2 Quantos aos fins
Quanto aos fins, a pesquisa poderá ser exploratória, descritiva ou explicativa.
Apresente uma definição segundo algum autor (Gil, Vergara etc. autores
metodológicos) e justifique o que você espera encontrar por meio desta pesquisa,
dando todos os detalhes possíveis. Pode utilizar seus objetivos para justificar a
escolha.
7.3 Quanto aos métodos
Quanto aos métodos, a pesquisa poderá ser: bibliográfica, pesquisa
documental, levantamento de campo, estudo de caso, pesquisa etnográfica, pesquisa
fenomenológica, pesquisa-ação e pesquisa participante. Defina o tipo de pesquisa que
vai fazer e justifique, dando todos os detalhes possíveis. Pode utilizar seus objetivos
20
para justificar. Apresente citações nesse tópico, sendo duas pesquisas, serão duas
citações.
7.4 Técnicas e instrumentos de coleta de dados
O instrumento de coleta de dados será: observação natural, observação
controlada, questionário, entrevista estruturada ou não estruturada ou
semiestruturadas, pesquisa bibliográfica, observação, documentos, diários, entrevista
em profundidade, experimento, dentre outros. Defina o instrumento a ser utilizado e
justifique porque vai utilizá-lo. Fale, em todos os detalhes, como vai acontecer a
aplicação da sua técnica de pesquisa.
Nesse tópico você deve descrever o que vai fazer: se vai gravar as entrevistas,
transcrever, formar categorias, analisar. Descreva minuciosamente a técnica a ser
usada.
21
8 CRONOGRAMA
Atividades Jan/2024 Fev/2024 Mar/2024 Abr/2024 Mai/2024 Jun/2024
Escolha e delimitação do tema
do projeto de monográfica
Fundamentação Teórica
Elaboração dos
instrumentos
para coleta dos
dados
Procedimentos Aplicação dos
metodológicos instrumentos de
coleta dos
dados
Análise dos
dados coletados
Revisão ortográfica
Normalização
Entrega do TCC
Defesa do TCC
22
9 RECURSOS
Produto/ serviço Valor unitário Quantidade Valor (R$)
Livros R$
Papel/resma R$
Canetas R$
Normalização R$
Revisão textual R$
Cópias/Impressão R$
Encadernação R$
CD/DVD R$
Outros R$
CUSTO TOTAL R$
23
REFERÊNCIAS
AS REFERÊNCIAS DEVEM SER:
1. ALINHADAS À MARGEM ESQUERDA
2. COM ESPACEJAMENTO DUPLO ENTRE CADA REFERÊNCIA E
ESPACEJAMENTO SIMPLES NO TEXTO DA REFERÊNCIA
3. COLOQUE AQUI APENAS AS OBRAS QUE VOCÊ COLOCOU ALGUMA
CITAÇÃO NO SEU PROJETO, OBRAS QUE VOCÊ LEU, MAS NÃO CITOU,
DEVEM SER INCLUÍDAS NO LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO, QUE
ESTÁ NO TÓPICO SEGUINTE;
4. O TÍTULO DA OBRA DEVE SER DESTACADA COM ITÁLICO;
5. VEJA O MATERIAL SOBRE REFERÊNCIAS PARA SABER COMO DEVE
SER FEITA A CITAÇÃO DE CADA OBRA.
AMARAL. T.M. A (In)Eficácia Do Estado Na Implementação Das Medidas Protetivas
Previstas Na Lei Maria Da Penha, Enquanto Políticas Públicas De Efetivação Dos
Direitos De Cidadania. 2012. Disponível em:
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BRASIL. Lei nº 11.340, de 07 de agosto de 2006. Cria mecanismo para coibir a
violência doméstica e familiar contra mulher, nos termos do §8º do art. 226 da
Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de
Discriminação contra as Mulheres e a Convenção Interamericana para Prevenir,
Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados
de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo de
Penal, o Código Penal e a Lei de Execuções Penais; e dá outras providências.
Disponível em: <[Link]
2006/2006/lei/[Link]>. Acesso em: nov. 2019.
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24
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out. 2019.
25
LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO
São as fontes sugeridas para a pesquisa, mas que você ainda não utilizou em
seu projeto, são livros ou artigos que serão pesquisados na construção da
monografia. Devem obedecer as mesmas regras das referências.
Exemplo:
HERMANN, Leda Maria. Maria da Penha Lei com Nome de Mulher. Campinas:
Servanda, 2007.
LAGO, Mara Coelho de Souza; TONELI, Maria Juracy Figueiras; SOUZA, Mériti de
(Org.). Sexualidade, gênero, diversidades. São Paulo - SP: Casa do Psicólogo,
2013.
LIMA FILHO, Altamiro de Araújo. Lei Maria da Penha: comentários à lei de violência
doméstica e familiar contra a mulher. 2 ed. São Paulo: Mundo Jurídico, 2007.